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	<description>O Startupi nasceu em 2008 para construir o ecossistema brasileiro de startups, agregar conhecimentos-chave e inspirar a todos que tem espírito inovador.</description>
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		<title>Startups brasileiras avançam em maturidade, mas ainda enfrentam gargalos de capital e concentração regional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 18:40:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias Especiais]]></category>
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<p>O ecossistema de startups no Brasil entra em uma nova fase de consolidação, marcada por maior maturidade operacional, previsibilidade de receita e foco em modelos escaláveis. Ao mesmo tempo, segue convivendo com entraves históricos, como a concentração geográfica e o acesso desigual ao capital de risco. É o que mostra um levantamento do Sebrae Startups, [...]</p>
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<p>O ecossistema de startups no Brasil entra em uma nova fase de consolidação, marcada por maior maturidade operacional, previsibilidade de receita e foco em modelos escaláveis. Ao mesmo tempo, segue convivendo com entraves históricos, como a concentração geográfica e o acesso desigual ao capital de risco. É o que mostra um levantamento do Sebrae Startups, baseado nas mil empresas selecionadas para a edição de 2025 do Prêmio Sebrae Startups.</p>



<p>O retrato reforça uma tendência já observada nos últimos anos: o ecossistema brasileiro está menos experimental e mais orientado a negócios sustentáveis. Mais de 90% das startups analisadas já superaram fases iniciais e operam em estágios de validação, tração ou crescimento. Além disso, dois terços têm mais de três anos de existência, o que indica maior resiliência em um ambiente ainda marcado por volatilidade macroeconômica e ciclos mais cautelosos de investimento.</p>



<p>Esse movimento acompanha uma mudança global no venture capital, que desde 2022 passou a priorizar eficiência operacional e geração de receita em detrimento do crescimento acelerado a qualquer custo. No Brasil, esse ajuste se traduz em modelos mais previsíveis, com 60,2% das startups adotando estratégias baseadas em SaaS ou assinaturas, e ampla adoção de receita recorrente mensal (MRR).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Concentração ainda define o mapa, mas novos polos ganham força</h2>



<p>Apesar do avanço estrutural, o estudo confirma que a geografia da inovação brasileira continua concentrada. O Sudeste responde por 40,2% das startups analisadas, com destaque para São Paulo, que sozinho representa um quarto do total.</p>



<p>Esse dado evidencia que, mesmo com a digitalização ampliando o alcance de negócios, fatores como acesso a capital, redes de relacionamento e infraestrutura ainda pesam na formação de polos tecnológicos.</p>



<p>Por outro lado, o crescimento de regiões fora do eixo tradicional indica uma descentralização gradual. Santa Catarina aparece como o segundo principal hub do país, enquanto estados como Pernambuco, Distrito Federal e Pará se consolidam como âncoras regionais. Esse movimento sugere que políticas de fomento e iniciativas locais começam a gerar efeitos mais consistentes, ainda que em ritmo desigual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">B2B e software dominam e refletem busca por eficiência</h2>



<p>O perfil das startups brasileiras também revela uma orientação clara para o mercado corporativo. O modelo B2B representa 67,3% das empresas analisadas, enquanto o software responde por 55% das soluções desenvolvidas.</p>



<p>Essa combinação não é casual. Em um cenário de crédito mais restrito e investidores mais seletivos, negócios com maior previsibilidade de receita, margens mais altas e escalabilidade tendem a ser priorizados. O B2B oferece tickets médios maiores e contratos mais estruturados, enquanto o software reduz custos marginais e facilita a expansão.</p>



<p>Na prática, isso indica que o ecossistema brasileiro está alinhado a uma lógica mais pragmática, focada em resolver dores específicas de empresas e gerar retorno financeiro mais rápido — um contraste com ciclos anteriores mais voltados à experimentação em B2C.</p>



<h2 class="wp-block-heading">IA avança, mas desigualdade tecnológica persiste</h2>



<p>A adoção de inteligência artificial aparece como um dos principais vetores de transformação, mas de forma heterogênea. Parte relevante das startups utiliza APIs e serviços prontos, o que permite acelerar o desenvolvimento com menor custo. Outra parcela investe em tecnologia proprietária, especialmente em setores mais intensivos em pesquisa.</p>



<p>Ainda assim, cerca de 13% das empresas não utilizam IA ou tecnologias avançadas de dados. Esse dado revela uma dualidade: enquanto algumas startups operam na fronteira tecnológica, outras ainda enfrentam barreiras de acesso a conhecimento técnico e recursos — especialmente fora dos grandes centros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Capital continua sendo o principal gargalo</h2>



<p>O maior descompasso identificado no estudo está na relação entre demanda e acesso a investimento. Embora 81,3% das startups estejam em busca de capital, mais da metade ainda não captou recursos de venture capital.</p>



<p>Esse cenário expõe um dos principais desafios estruturais do ecossistema brasileiro: a dificuldade de conectar startups, especialmente fora do eixo Rio-São Paulo,  a investidores.</p>



<p>“O fato de mais de 80% das startups estarem em busca de investimento, mas mais da metade ainda não ter captado, evidencia a necessidade de fortalecer as conexões com o mercado de capital, especialmente fora dos grandes centros. O Sebrae atua para reduzir essa distância e preparar as startups para esse acesso”, afirma Bruno Quick.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o alto número de empresas operando com recursos próprios ou editais públicos indica um ecossistema resiliente, mas também sugere um potencial represado para fundos de investimento que ainda não conseguem alcançar essas startups.</p>



<p>O levantamento também aponta avanços graduais em diversidade, com mulheres presentes em 44% dos quadros societários e pessoas negras em 28%. Apesar da evolução, os números ainda estão abaixo da representatividade populacional, indicando barreiras persistentes de acesso a capital, redes e formação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um ecossistema mais maduro e mais exigente</h2>



<p>O panorama geral indica que o Brasil deixou para trás uma fase de crescimento desordenado e caminha para um ecossistema mais sólido, orientado a fundamentos de negócio. No entanto, esse amadurecimento vem acompanhado de novas exigências: maior eficiência, acesso qualificado a capital e redução das desigualdades regionais e estruturais.</p>



<p>Para 2026, o desafio não é apenas criar novas startups, mas garantir que elas consigam escalar de forma sustentável e que esse crescimento seja distribuído de maneira mais equilibrada pelo país.</p>



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		<title>Reforma Tributária e valuation: o novo impacto invisível nas PMEs e startups</title>
		<link>https://startupi.com.br/reforma-tributaria-e-valuation/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Convidado Especial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>* Por Rafael Caribé Quando se fala em Reforma Tributária, a maioria das pessoas pensam em simplificação de impostos. Menos guias, menos confusão, menos burocracia. Mas existe um efeito pouco discutido que pode impactar diretamente pequenas e médias empresas e startups: o valor que essas empresas passam a ter no mercado. O valuation nada mais [...]</p>
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<p><em>* Por Rafael Caribé</em></p>



<p>Quando se fala em Reforma Tributária, a maioria das pessoas pensam em simplificação de impostos. Menos guias, menos confusão, menos burocracia. Mas existe um efeito pouco discutido que pode impactar diretamente pequenas e médias empresas e startups: o valor que essas empresas passam a ter no mercado.</p>



<p>O valuation nada mais é do que o valor de uma empresa aos olhos dos investidores, e isso não depende só de faturamento, pois está diretamente ligado à margem de lucro, à geração de caixa e à previsibilidade financeira. No Brasil, esses três fatores sempre tiveram forte influência do regime tributário escolhido.</p>



<p>Durante anos, muitas empresas conseguiram manter margens mais altas por estarem enquadradas em regimes como o Simples Nacional ou o Lucro Presumido. Em alguns casos, a diferença de tributação entre um modelo e outro representa vários pontos percentuais no resultado final. Isso significa que parte da rentabilidade vinha do modelo tributário, não necessariamente da eficiência da operação.</p>



<p>Com a Reforma Tributária e a mudança na forma como os impostos sobre consumo serão cobrados, essa diferença tende a diminuir ao longo do tempo. O sistema ficará mais padronizado. Na prática, isso pode reduzir distorções entre empresas do mesmo setor.</p>



<p>O que isso significa? Que algumas empresas podem ver suas margens encolherem. E margem menor normalmente leva a valuation menor.</p>



<p>Outro ponto importante é que o novo modelo tributário amplia a lógica de compensação de créditos ao longo da cadeia. Traduzindo: empresas que organizarem melhor seus fornecedores e sua estrutura de custos podem pagar menos imposto de forma estratégica. Isso faz com que a gestão tributária deixe de ser apenas uma obrigação burocrática e passe a ser uma alavanca de geração de caixa.</p>



<p>E o caixa é um dos principais fatores que investidores analisam.</p>



<p>Para startups, o impacto pode ser ainda mais sensível. Muitas operam no início com lucro baixo ou até prejuízo, apostando no crescimento acelerado. Se o novo sistema alterar custos, precificação ou despesas operacionais, isso pode mexer nas projeções financeiras apresentadas a investidores. Pode reduzir o tempo que a empresa consegue operar com o dinheiro em caixa antes de precisar de um novo aporte. Pode mudar a dinâmica de crescimento.</p>



<p>E investidores compram expectativa de futuro. Se o cenário muda, o valor muda.</p>



<p>Existe ainda um detalhe importante: muitas PMEs hoje têm como diferencial uma eficiência tributária que não aparece claramente nos relatórios estratégicos. É uma vantagem “invisível”. Com a Reforma, parte dessa vantagem pode desaparecer, deixando mais evidente quem é eficiente de fato e quem dependia do modelo tributário para sustentar o resultado.</p>



<p>Por isso, tratar a Reforma Tributária como um tema apenas contábil é um erro. Ela impacta preço, margem, estrutura de custos, planejamento financeiro e até decisões societárias. Impacta, diretamente, o valor da empresa.</p>



<p>Nos próximos anos, investidores devem olhar com mais atenção para a capacidade das empresas de se adaptarem ao novo cenário. Negócios que demonstram organização, clareza financeira e boa gestão tributária tendem a ser vistos como menos arriscados. E quanto menor o risco percebido, maior costuma ser o valor atribuído.</p>



<p>A Reforma pode simplificar o sistema brasileiro. Mas, para PMEs e startups, ela também traz uma mudança silenciosa na forma como o mercado enxerga valor. O impacto pode não aparecer de imediato no caixa, mas pode aparecer na hora de negociar investimento, vender participação ou buscar crédito.</p>



<p>Quem entender isso antes terá mais poder de negociação. Quem ignorar pode descobrir tarde demais que o imposto mudou, e o valuation também.</p>



<p><em>* Rafael Caribé é cofundador e CEO da Agilize, primeira contabilidade online do Brasil. Com formação em Ciências da Computação pela Universidade Federal da Bahia, o empreendedor possui forte atuação em tecnologia e inovação, experiência na criação de soluções digitais voltadas à formalização de negócios, redução da burocracia e aumento da eficiência na relação entre empreendedores e o sistema tributário</em></p>



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		<item>
		<title>Redes sociais impulsionam crescimento de PMEs no Brasil e consolidam novo modelo de consumo digital</title>
		<link>https://startupi.com.br/redes-sociais-impulsionam-crescimento-de-pmes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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<p>O crescimento das redes sociais como canais de venda tem reposicionado o papel das PMEs no comércio digital brasileiro. Mais do que espaços de comunicação, plataformas como o TikTok vêm se consolidando como ambientes de conversão direta, influenciando hábitos de consumo e ampliando o alcance de pequenos empreendedores. Dados recentes indicam que PMEs movimentaram R$ [...]</p>
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<p>O crescimento das redes sociais como canais de venda tem reposicionado o papel das PMEs no comércio digital brasileiro. Mais do que espaços de comunicação, plataformas como o TikTok vêm se consolidando como ambientes de conversão direta, influenciando hábitos de consumo e ampliando o alcance de pequenos empreendedores.</p>



<p>Dados recentes indicam que PMEs movimentaram R$ 32,5 milhões em vendas no TikTok Shop entre maio de 2025 e janeiro de 2026, segundo levantamento da Tray e da Bagy, ambas da LWSA. O número reforça uma tendência mais ampla: a integração entre conteúdo e comércio, conhecida como social commerce, tem reduzido barreiras de entrada e acelerado a digitalização de negócios de menor porte.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que isso importa</h2>



<p>O avanço das redes sociais como canais de venda altera a lógica tradicional do e-commerce. Em vez de depender exclusivamente de buscas ou tráfego pago, as PMEs passam a operar em um modelo baseado em descoberta, no qual o consumidor encontra produtos por meio de vídeos, recomendações e criadores de conteúdo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Esse movimento tem três implicações principais:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Redução do custo de aquisição de clientes: conteúdos orgânicos e virais substituem parte do investimento em mídia;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumento da taxa de conversão: a demonstração prática de produtos encurta a jornada de compra;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Democratização do acesso ao mercado digital: pequenos empreendedores conseguem competir com grandes players usando criatividade e agilidade.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Mercados mais impactados</h2>



<p>Os segmentos que mais se beneficiam desse modelo são aqueles com forte apelo visual e potencial de demonstração. Moda, beleza e cuidados pessoais lideram o crescimento dentro do TikTok Shop , mas outras categorias — como acessórios, itens para casa e produtos fitness — também ganham espaço.</p>



<p>Esse padrão acompanha uma tendência global: plataformas que integram entretenimento e compra tendem a favorecer produtos que podem ser facilmente demonstrados em vídeo curto, com foco em uso, transformação ou comparação.</p>



<p>O sucesso das PMEs nas redes sociais tem sido sustentado por alguns pilares recorrentes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Conteúdo como motor de vendas: vídeos demonstrativos, reviews e comparativos são mais eficazes do que anúncios tradicionais;<br></li>



<li>Uso de influenciadores e afiliados: criadores ampliam alcance e conferem credibilidade aos produtos;<br></li>



<li>Integração de canais: a centralização de estoque, pedidos e preços entre loja própria, marketplaces e redes sociais permite escalar sem perder eficiência;<br></li>



<li>Operação simplificada: começar com estrutura básica e evoluir gradualmente reduz riscos e acelera a entrada no mercado.</li>
</ul>



<p>Segundo especialistas do setor, a combinação entre conteúdo, interação e conversão tem transformado plataformas sociais em canais estratégicos tanto para entrada quanto para expansão digital de PMEs.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que esperar daqui para frente</h2>



<p>O avanço do social commerce no Brasil indica uma mudança estrutural no varejo digital. À medida que plataformas ampliam funcionalidades de compra e logística, a tendência é que redes sociais deixem de ser apenas canais complementares e passem a ocupar papel central nas estratégias de venda.</p>



<p>Para as PMEs, isso representa uma oportunidade, mas também um desafio. O diferencial competitivo deixa de estar apenas no produto e passa a incluir capacidade de produção de conteúdo, leitura de tendências e agilidade na adaptação.</p>



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		<item>
		<title>Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos</title>
		<link>https://startupi.com.br/o-que-esta-em-jogo-na-disputa-entre-fintechs-e-bancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Primo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 13:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>Nos últimos anos, o setor financeiro passou por uma grande transformação com o surgimento das fintechs e dos bancos digitais. As fintechs são empresas que utilizam tecnologia para oferecer serviços financeiros de forma mais rápida, acessível e com menos burocracia. Muitas delas evoluíram para bancos digitais completos, competindo diretamente com instituições financeiras tradicionais. No Brasil [...]</p>
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<p>Nos últimos anos, o setor financeiro passou por uma grande transformação com o surgimento das fintechs e dos bancos digitais. As fintechs são empresas que utilizam tecnologia para oferecer serviços financeiros de forma mais rápida, acessível e com menos burocracia. Muitas delas evoluíram para bancos digitais completos, competindo diretamente com instituições financeiras tradicionais. No Brasil e no mundo, esse modelo ganhou milhões de usuários devido à praticidade e aos custos reduzidos. Entretanto, apesar das vantagens, também existem riscos envolvidos, tanto nos bancos digitais quanto nos bancos tradicionais, como demonstram alguns casos recentes no mercado financeiro.</p>



<p>Os bancos tradicionais dominaram o sistema financeiro por décadas. Instituições físicas possuem agências, grande estrutura operacional e regulamentações rígidas. Em geral, esses bancos oferecem uma grande variedade de serviços, como contas correntes, investimentos, empréstimos, seguros e financiamentos. Apesar da segurança e da credibilidade construída ao longo do tempo, muitos clientes sempre reclamaram de taxas elevadas, burocracia e dificuldade de acesso a determinados serviços.</p>



<p>Com o avanço da tecnologia e da internet, surgiram as fintechs, que trouxeram uma nova forma de lidar com o dinheiro. Diferente dos bancos tradicionais, muitas fintechs operam exclusivamente de forma digital, sem agências físicas. Isso reduz significativamente os custos operacionais, permitindo que ofereçam serviços com taxas menores ou até gratuitas. Além disso, a abertura de contas costuma ser muito mais simples e rápida, podendo ser feita diretamente pelo celular em poucos minutos.</p>



<p>Entre as principais vantagens dos bancos digitais está a praticidade. Os clientes podem realizar praticamente todas as operações pelo aplicativo, como transferências, pagamentos, investimentos e controle de gastos. Outra vantagem importante é a transparência nas tarifas e a facilidade de acesso para pessoas que antes tinham dificuldade em abrir contas em bancos tradicionais. Esse processo ajudou a aumentar a inclusão financeira em diversos países, especialmente no Brasil.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="635" height="423" src="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image.jpeg" alt="Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos" class="wp-image-258574" title="Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos" srcset="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image.jpeg 635w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-300x200.jpeg 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-391x260.jpeg 391w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-150x100.jpeg 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-450x300.jpeg 450w" sizes="(max-width: 635px) 100vw, 635px" /></figure>



<p>Por outro lado, os bancos tradicionais ainda possuem algumas vantagens relevantes. Por terem uma estrutura maior e mais consolidada, geralmente contam com maior experiência no mercado financeiro e com equipes robustas de gestão de risco. Além disso, a presença de agências físicas pode ser importante para determinados clientes, principalmente em situações mais complexas, como financiamentos grandes ou negociações empresariais.</p>



<p>Outro ponto importante é a regulamentação. Tanto bancos digitais quanto tradicionais precisam seguir regras estabelecidas pelos órgãos reguladores, como o banco central de cada país. Essas regras existem para proteger os clientes e garantir a estabilidade do sistema financeiro. No Brasil, por exemplo, depósitos em contas bancárias costumam ter proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até determinado valor por CPF e instituição, o que aumenta a segurança para os clientes.</p>



<p>Apesar dessas proteções, o sistema financeiro nunca está totalmente livre de riscos. Problemas de gestão, crises econômicas ou decisões financeiras arriscadas podem afetar instituições financeiras de qualquer tipo. Um exemplo que chamou atenção foi o caso do Banco Master, uma instituição física que enfrentou questionamentos no mercado financeiro. Situações como essa mostram que o risco não está apenas em fintechs ou bancos digitais; mesmo instituições tradicionais podem enfrentar dificuldades dependendo da forma como administram seus recursos e investimentos.</p>



<p>Esse tipo de situação também revela um ponto importante: a confiança é um dos pilares do sistema bancário. Bancos trabalham com o dinheiro de milhares ou milhões de clientes, e qualquer sinal de instabilidade pode gerar preocupação no mercado. Quando surgem notícias negativas sobre uma instituição, investidores e clientes podem reagir rapidamente, retirando recursos ou evitando novos investimentos.</p>



<p>Nos bancos digitais, alguns riscos adicionais estão relacionados principalmente à tecnologia. Como todas as operações ocorrem online, problemas de segurança digital, ataques cibernéticos ou falhas nos sistemas podem afetar o funcionamento dos serviços. Por isso, essas empresas precisam investir constantemente em segurança da informação, criptografia e proteção de dados.</p>



<p>Outro risco importante envolve o crescimento acelerado de algumas fintechs. Muitas startups financeiras crescem muito rápido e precisam equilibrar inovação com responsabilidade financeira. Caso não exista uma gestão eficiente de crédito, investimentos ou capital, a instituição pode enfrentar dificuldades no futuro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="614" height="410" src="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.jpeg" alt="Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos" class="wp-image-258575" title="Entre a disrupção e a estabilidade: o que está em jogo na disputa entre fintechs e bancos" srcset="https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.jpeg 614w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-300x200.jpeg 300w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-391x260.jpeg 391w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-150x100.jpeg 150w, https://startupi.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-450x300.jpeg 450w" sizes="(max-width: 614px) 100vw, 614px" /></figure>



<p>Além disso, existe também o risco relacionado ao comportamento dos próprios clientes. Com a facilidade de acesso ao crédito em aplicativos, algumas pessoas podem acabar assumindo dívidas maiores do que conseguem pagar. Isso pode gerar problemas tanto para os consumidores quanto para as instituições financeiras.</p>



<p>Apesar desses riscos, é importante destacar que o avanço das fintechs trouxe benefícios significativos para o sistema financeiro. A concorrência entre bancos tradicionais e digitais fez com que muitas instituições melhorassem seus serviços, reduzissem tarifas e investissem mais em tecnologia. Hoje, até bancos tradicionais oferecem aplicativos avançados e serviços digitais semelhantes aos das fintechs.</p>



<p>O futuro do sistema financeiro provavelmente será marcado por uma integração cada vez maior entre tecnologia e serviços bancários. Bancos tradicionais tendem a se tornar mais digitais, enquanto fintechs precisam amadurecer sua gestão financeira e estrutura regulatória. Esse equilíbrio pode trazer um sistema mais eficiente, competitivo e acessível para os consumidores.</p>



<p>Fintechs e bancos digitais representam uma grande inovação no setor financeiro, oferecendo praticidade, menor custo e maior inclusão financeira. No entanto, assim como os bancos tradicionais, essas instituições também enfrentam desafios e riscos relacionados à gestão, segurança e estabilidade econômica. Casos como o do Banco Master mostram que nenhum modelo bancário está totalmente livre de problemas. Por isso, é fundamental que existam regulamentações fortes, boa gestão das instituições e também educação financeira para que os clientes possam utilizar os serviços bancários de forma segura e consciente.</p>



<p>É possível dizer que o sistema financeiro atual lembra muito algumas histórias da cultura pop. Em muitos filmes e séries, existe sempre um momento em que o mundo antigo começa a dar espaço para algo novo e mais tecnológico. Um exemplo é o universo de Star Wars, onde diferentes tecnologias e sistemas convivem e evoluem ao longo do tempo. Da mesma forma, no setor financeiro, bancos tradicionais e fintechs representam duas “gerações” de um mesmo sistema que está em constante transformação.</p>



<p>Os bancos físicos seriam como as estruturas clássicas que sustentaram tudo por muito tempo, enquanto os bancos digitais funcionam como as novas tecnologias que tornam tudo mais rápido e acessível. Porém, assim como nas histórias de ficção, a tecnologia por si só não resolve todos os problemas: ainda é preciso responsabilidade, estratégia e confiança para manter o equilíbrio. No fim das contas, o mais provável é que o futuro dos bancos não seja uma batalha entre o antigo e o novo, mas sim uma combinação dos dois, algo como quando diferentes forças se unem para manter o equilíbrio da galáxia.</p>



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		<title>Finlândia amplia iniciativas para atrair brasileiros e reforça conexão com ecossistema de inovação do Brasil</title>
		<link>https://startupi.com.br/finlandia-amplia-iniciativas-para-atrair-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 14:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>A Business Finland lançou uma iniciativa para atrair profissionais brasileiros qualificados, com foco em tecnologia e inovação. O projeto “Discover Finland”, conduzido pela unidade Work in Finland, oferece cursos gratuitos e sessões de mentoria para preparar candidatos para o mercado de trabalho finlandês. A iniciativa ocorre em um contexto de aumento da mobilidade internacional de [...]</p>
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<p>A Business Finland lançou uma iniciativa para atrair profissionais brasileiros qualificados, com foco em tecnologia e inovação. O projeto “<a href="https://www.workinfinland.com/en/open-jobs/discover-finland/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Discover Finland</a>”, conduzido pela unidade Work in Finland, oferece cursos gratuitos e sessões de mentoria para preparar candidatos para o mercado de trabalho finlandês.</p>



<p>A iniciativa ocorre em um contexto de aumento da mobilidade internacional de talentos e da necessidade de países europeus em preencher lacunas de mão de obra qualificada. Dados da Statistics Finland mostram que a imigração se tornou o principal motor do crescimento populacional no país, embora a migração baseada em trabalho ainda represente uma parcela menor desse total.</p>



<p>Segundo o Ministério das Relações Exteriores, cerca de 4,9 milhões de brasileiros vivem no exterior, indicando uma tendência de internacionalização da força de trabalho nacional.</p>



<p>“O ecossistema de inovação finlandês está em constante crescimento. O objetivo do projeto é tornar as informações sobre trabalhar na Finlândia mais acessíveis, oferecendo orientações confiáveis e precisas para profissionais brasileiros. Além de informações relacionadas à carreira, o projeto também oferece uma perspectiva prática sobre a mudança com a família e a vida na Finlândia”, afirma Sezin Ata Diler, especialista de projetos do Work in Finland.</p>



<p>A plataforma reúne conteúdos sobre busca de emprego, cultura de trabalho e adaptação ao país, além de sessões de coaching com especialistas. A proposta é preparar profissionais para áreas como tecnologia, digitalização, manufatura, energia e healthtech.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conexão entre Brasil e Finlândia no ecossistema de inovação</h2>



<p>A aproximação entre Brasil e Finlândia reflete um movimento mais amplo de cooperação entre ecossistemas de inovação. O Brasil concentra um dos maiores mercados de startups da América Latina. Segundo a Associação Brasileira de Startups, o país reúne mais de 14 mil startups ativas.</p>



<p>Já a Finlândia possui um ecossistema consolidado, com forte atuação em tecnologia profunda, educação e sustentabilidade. O país abriga iniciativas como o Slush, um dos principais encontros globais de startups e investidores.</p>



<p>Além disso, países europeus têm ampliado programas de atração de talentos internacionais. Relatórios da OCDE indicam que a escassez de profissionais em tecnologia é um dos principais desafios para economias desenvolvidas, o que impulsiona políticas de imigração qualificada.</p>



<p>A sinergia entre os dois mercados ocorre por complementaridade: enquanto o Brasil oferece escala de mercado e diversidade de soluções, a Finlândia apresenta infraestrutura tecnológica, investimento em pesquisa e políticas públicas voltadas à inovação.</p>



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		<title>Fanbase recebe novo aporte da DOMO.VC, chega a R$ 8 milhões captados e mira expansão internacional</title>
		<link>https://startupi.com.br/fanbase-recebe-novo-aporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:20:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>A Fanbase, plataforma que conecta clubes esportivos a seus torcedores, acaba de receber um novo investimento de R$ 3 milhões da DOMO.VC, uma das principais gestoras de venture capital do Brasil. O valor é uma extensão da rodada de R$ 5 milhões finalizada em agosto de 2025, liderada pela própria DOMO.VC e pela OutField, com [...]</p>
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<p>A Fanbase, plataforma que conecta clubes esportivos a seus torcedores, acaba de receber um novo investimento de R$ 3 milhões da DOMO.VC, uma das principais gestoras de venture capital do Brasil. O valor é uma extensão da rodada de R$ 5 milhões finalizada em agosto de 2025, liderada pela própria DOMO.VC e pela OutField, com a participação da Harvard Angels. Com o novo cheque, o total captado na rodada pela Fanbase atinge R$ 8 milhões.</p>



<p>Os recursos desse aporte serão investidos para acelerar a evolução do ecossistema de produtos da startup, incluindo a adaptação da infraestrutura para a expansão internacional. O movimento foi iniciado no ano passado, com foco na América do Sul, e prevê a entrada no mercado europeu em 2027.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia da Fanbase</h2>



<p>O fundador e CEO da Fanbase, Rafael Mangabeira, analisa o avanço tecnológico colocado em prática no decorrer dos últimos nove meses, após o primeiro aporte. “Consolidamos um ecossistema mais completo de soluções, adicionando novos módulos transacionais e de serviços à nossa plataforma originalmente dedicada à gestão e inteligência de dados de torcedores. Aumentamos a base de clientes e já atendemos 30% dos times das séries A e B do Campeonato Brasileiro, além de equipes da Colômbia e do Peru”, diz.</p>



<p>Entre os clientes da Fanbase no Brasil, estão clubes como Atlético Mineiro, Vasco da Gama, Coritiba, Santos, Bahia e Ceará. Na Colômbia, atende o Atlético Nacional de Medellín, Once Caldas e Deportivo Calli, enquanto no Peru conta com o Universitário e Sporting Cristal no portfólio. Além de clubes, a plataforma também é utilizada por entidades esportivas e organizações do setor, como a Federação Paulista de Futebol e World Surf League.</p>



<p>Franco Pontillo, general partner da a DOMO.VC, revela os fatores que motivaram a gestora a antecipar a nova captação, que inicialmente estava prevista para 2027. “Identificamos uma janela de oportunidade no mercado de esporte, que passa por um processo acelerado de transformação. Esse contexto, aliado à evolução tecnológica da Fanbase e ao fato de a empresa solucionar uma dor latente dos clubes de futebol atualmente, que é a verdadeira conexão com os torcedores, a tornaram altamente escalável”, analisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por dentro da operação</h2>



<p>Fundada em 2021, a Fanbase nasceu da percepção de seu fundador de que a maioria dos clubes esportivos não possuem informações estruturadas a respeito de sua base de torcedores. A jornada de consumo dos torcedores totalmente fragmentada em múltiplos sistemas que não se conversam (ticketeiras, plataformas de sócio torcedor, e-commerce, etc) restringe o acesso a oportunidades comerciais e o desenvolvimento de estratégias de relacionamento mais inteligentes.</p>



<p>“Para suprir esta lacuna de mercado, desenvolvemos um ecossistema integrado de produtos capazes de coletar, organizar e transformar os dados dos torcedores em um ativo estratégico. A plataforma organiza dados e a jornada de consumo em um único local, permitindo que os clubes e entidades desenvolvam campanhas segmentadas, ampliem pontos de contato com seus fãs e, a partir de agora, com a ampliação da nossa oferta de produtos, também criem novas frentes de monetização dentro de seus próprios canais”, explica o CEO, Rafael Mangabeira.</p>



<p>Por meio da infraestrutura modular white label da Fanbase, as organizações conseguem unificar a jornada digital do torcedor em um ecossistema 100% proprietário, com uma visão de ponta a ponta — desde a criação de uma conta única do torcedor, passando por toda camada de centralização de dados, inteligência e comunicação, ao consumo pelos fãs de múltiplos produtos e serviços em uma jornada 100% integrada.</p>



<p>Com diferentes módulos de serviços e produtos, a solução da Fanbase é estruturada em 3 principais pilares: O Fan iD (a conta e identidade única do torcedor no universo do clube), o FanBox, plataforma centralizada de dados, inteligência e CRM e o FanApp, um aplicativo white label que, além de conteúdos e experiências, oferece uma infraestrutura completa de serviços ao torcedor em apenas um lugar.</p>



<p>Dentre diversas funcionalidades, o app da Fanbase traz, por exemplo, o FanTix, uma plataforma para venda de ingressos e season tickets totalmente nativa. Já o FanMarket possibilita ao clube criar seu próprio marketplace, oferecendo a todos os seus parceiros licenciados a possibilidade de criarem suas próprias lojas dentro do app oficial do clube, conectados a dezenas de milhares de fãs.</p>



<p>O FanFoods, por sua vez, reúne cardápios, pedidos e pagamentos de alimentos e bebidas durante os jogos, proporcionando a redução de filas e aumento do tíquete médio. Por fim, o FanPay integra a jornada do torcedor em um único pagamento, através do seu Fan iD, potencializando conversão e cross-sell.</p>



<p>A Fanbase opera principalmente no modelo SaaS B2B2C com contratos recorrentes firmados com as organizações esportivas, em um modelo híbrido de licenciamento com revenue share. O propósito é gerar alinhamento de incentivo entre a empresa e os clientes, ao mesmo tempo em que proporciona potencial de escala.</p>



<p>“Já oferecemos algo totalmente único no mercado: a possibilidade de o torcedor comprar um ingresso, um produto oficial e uma cerveja em um único lugar, com um único pagamento. Estamos confiantes que nossa infraestrutura permitirá aos clubes multiplicar suas receitas exponencialmente nos próximos anos, enquanto o torcedor passa a ter uma experiência de consumo muito mais fluida”, diz Mangabeira.</p>



<p>“Nossa expectativa é seguir crescendo e a confiança da DOMO.VC e demais investidores, mais uma vez, mostra que estamos no caminho certo e nos incentiva a evoluir não só aqui no Brasil, mas ao redor do mundo”, conclui o fundador da Fanbase.</p>



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		<title>A era da IA está criando um novo problema nas startups: excesso de iniciativas e falta de foco</title>
		<link>https://startupi.com.br/a-era-da-ia-esta-criando-um-novo-problema-nas-startups/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Signorelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:13:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>A conversa sobre inteligência artificial em startups frequentemente gira em torno de ganhos de produtividade. Diariamente, novas ferramentas surgem, com a promessa de agilizar o desenvolvimento, automatizar tarefas e criar novas oportunidades de produtos. De fato, nunca foi tão ágil testar conceitos ou implementar funcionalidades. O problema é que, além da velocidade, muitas empresas estão [...]</p>
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<p>A conversa sobre inteligência artificial em startups frequentemente gira em torno de ganhos de produtividade. Diariamente, novas ferramentas surgem, com a promessa de agilizar o desenvolvimento, automatizar tarefas e criar novas oportunidades de produtos. De fato, nunca foi tão ágil testar conceitos ou implementar funcionalidades. O problema é que, além da velocidade, muitas empresas estão enfrentando um fenômeno silencioso: o aumento de iniciativas sem um propósito claro.</p>



<p>Antes, o lançamento de um novo projeto demandava semanas de planejamento, desenvolvimento e testes. Atualmente, em poucos dias, uma equipe é capaz de desenvolver protótipos, integrar APIs e implementar uma nova funcionalidade. Isso deveria resultar em maior eficiência estratégica, porém, na prática, muitas startups estão experimentando o efeito oposto. Com menos obstáculos para começar algo novo, aumenta a vontade de iniciar várias frentes simultaneamente.</p>



<p>O efeito é visível rapidamente no cotidiano das equipes. O backlog aumenta, as prioridades mudam constantemente e as equipes começam a dividir a atenção entre várias iniciativas. Cada projeto parece promissor por si só, mas a soma deles perde sentido. Quando tudo é considerado prioridade, nada é realmente prioritário.</p>



<p>Esse excesso de opções gera uma nova armadilha de gerenciamento. A tecnologia aumentou a velocidade de execução, porém não solucionou um desafio antigo das empresas, decidir o que não fazer. Sim, porque, antes de mais nada, a estratégia é um exercício de renúncia. Além disso, à medida que aumenta a quantidade de ferramentas disponíveis, torna-se mais desafiador manter esse filtro em funcionamento.</p>



<p>Esse desafio costuma ser ainda mais acentuado em startups. A cultura de experimentação é essencial para a inovação, no entanto, sem diretrizes claras, ela pode se tornar dispersa. As equipes tendem a reagir mais aos acontecimentos atuais do que a seguir uma estratégia previamente estabelecida. Um insight de produto, uma nova tecnologia, uma tendência emergente no mercado e, rapidamente, mais um projeto entra na lista.</p>



<p>Com o passar do tempo, a empresa se dá conta de que se esforça bastante, introduz novas funcionalidades e experimenta soluções inovadoras, mas os resultados estruturais demoram a surgir. Não se trata de falta de talento ou dedicação. Trata-se de um excesso de movimento sem direcionamento.</p>



<p>Essa dinâmica foi ampliada pela inteligência artificial, que reduziu significativamente o custo de experimentação. Isso é benéfico, contanto que seja acompanhado de uma maior disciplina na definição de prioridades. A decisão de prosseguir ou interromper iniciativas deve ser mais rigorosa quanto mais simples for o início de algo novo.</p>



<p>Empresas que conseguem converter a IA em uma vantagem competitiva geralmente compartilham um ponto em comum: clareza sobre o que é realmente importante. Em vez de abrir várias frentes, focam seus esforços em alguns objetivos estratégicos e utilizam a tecnologia para agilizar essas entregas específicas. A IA deixa de ser um criador de projetos e se torna um impulsionador de impacto.</p>



<p>O desafio não reside na tecnologia, mas na administração. A era da inteligência artificial trouxe rapidez, uma abundância de recursos e oportunidades quase ilimitadas. Por esse motivo, a habilidade de manter o foco pode ter se tornado a mais rara entre as startups, porque em um contexto com infinitas possibilidades, vencer não requer fazer mais coisas. Depende de selecionar com mais critério quais realmente valem a pena ser feitas.</p>



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		<title>Luizalabs abre 90 vagas gratuitas para formação em computação em nuvem</title>
		<link>https://startupi.com.br/luizalabs-abre-90-vagas-gratuitas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:04:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>O Luizalabs, área de tecnologia e inovação do Magalu, acaba de lançar o Movetech, programa de desenvolvimento para talentos diversos, com 90 vagas gratuitas para formação em computação em nuvem. As oportunidades são destinadas a pessoas com deficiência, profissionais com 40 anos ou mais e mulheres cis ou trans. Os interessados devem ter conhecimento básico de programação [...]</p>
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<p>O Luizalabs, área de tecnologia e inovação do Magalu, acaba de lançar o Movetech, programa de desenvolvimento para talentos diversos, com 90 vagas gratuitas para formação em computação em nuvem. As oportunidades são destinadas a pessoas com deficiência, profissionais com 40 anos ou mais e mulheres cis ou trans.</p>



<p>Os interessados devem ter conhecimento básico de programação e computação em nuvem, além de disponibilidade para participar das aulas ao vivo, no período noturno, durante as 16 semanas de curso. As inscrições não têm custo e devem ser feitas, até <a href="https://conteudo.carreiras.magazineluiza.com.br/move-tech-2026-inscricoes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">1º de maio, pelo site</a>.</p>



<p>“Muito mais do que oferecer um curso gratuito, buscamos contribuir e gerar impacto no mercado com a capacitação de novos profissionais”, afirma Patricia Pugas, diretora executiva de gestão de pessoas do Magalu. “Historicamente, as áreas de tecnologia apresentam baixa diversidade entre os profissionais. O objetivo do Movetech é mitigar essa desigualdade, oferecendo capacitação gratuita de alta qualidade para esses talentos desenvolverem as competências necessárias e possam potencializar suas carreiras e trajetórias.”</p>



<p>O Movetech é a combinação dos programas anteriores do Magalu voltados para mulheres (Luiza&lt;Code&gt;), profissionais com mais de 40 anos (Desenvolve 40+) e pessoas com deficiência (&lt;Div&gt;). Ao todo, essas iniciativas já ofereceram 700 bolsas, com formação estruturada, mentoria com especialistas e experiências práticas.</p>



<p>Os selecionados para participar do Movetech terão sessões de mentoria com o time da Magalu Cloud, treinamentos para processos seletivos e emissão de certificado ao final do curso. O conteúdo programático, com 100 horas, inclui fundamentos de sistemas e infraestrutura, desenvolvimento e operação de aplicações (DevOps), gestão de dados e persistência, observabilidade e resiliência de sistemas e arquitetura de soluções em nuvem.</p>



<p>As aulas acontecerão de segunda a quinta-feira, de forma online e ao vivo, com duração de três horas cada. Todos os alunos que finalizarem a programação com sucesso passam a compor o banco de talentos do Magalu e terão a oportunidade de participar das seleções abertas.</p>



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		<title>O que mudou nas conversas entre startups e investidores em 2026</title>
		<link>https://startupi.com.br/conversas-entre-startups-e-investidores-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 15:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>O volume global de investimentos em venture capital voltou a ganhar tração em 2025, alcançando cerca de US$425 bilhões aportados em mais de 24 mil startups, um crescimento de 30% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Crunchbase. Ao mesmo tempo, o mercado passou por uma reconfiguração significativa, com menos rodadas, maior concentração de [...]</p>
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<p>O volume global de investimentos em venture capital voltou a ganhar tração em 2025, alcançando cerca de US$425 bilhões aportados em mais de 24 mil startups, um crescimento de 30% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Crunchbase.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o mercado passou por uma reconfiguração significativa, com menos rodadas, maior concentração de capital e uma forte dominância de setores como inteligência artificial, de acordo com o relatório. Esse novo cenário ajuda a explicar por que, em 2026, as conversas entre startups e investidores se tornaram mais sofisticadas, criteriosas e, sobretudo, menos tolerantes a narrativas pouco fundamentadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Novas formas de comunicação entre startups e investidores</h2>



<p>Na avaliação de Guilherme Skaf Amorim, Diretor de Corporate Venture Capital do Grupo Marista, o principal deslocamento está na mudança de foco das histórias para a consistência do negócio. “Durante muitos anos, o pitch era quase um exercício de storytelling.</p>



<p>Hoje, ele precisa ser uma demonstração clara de execução, eficiência e capacidade de gerar valor real. A conversa ficou mais técnica e menos aspiracional. O investidor não compra mais apenas visão, ele demanda evidência e sustentabilidade dos números”, afirma.</p>



<p>Esse movimento está diretamente ligado ao amadurecimento do mercado e ao fim de um ciclo de liquidez sem ressalvas, segundo o especialista. Na prática, isso se traduz em conversas mais profundas sobre unit economics, governança e caminhos de monetização, temas que antes apareciam como secundários nas rodadas iniciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O novo filtro dos investidores</h2>



<p>Outro ponto que ganhou centralidade nas negociações é o papel da tecnologia como ferramenta competitiva real, e não mais como elemento acessório. Em um contexto em que a inteligência artificial se tornou quase mandatória, esse movimento também se reflete no fluxo de capital. Só em 2025, startups de IA captaram cerca de US$202 bilhões, concentrando quase 50% de todo o funding global de venture capital, segundo estimativa da Crunchbase.</p>



<p>Diante disso, investidores passaram a questionar não apenas o uso da tecnologia, mas sua aplicabilidade concreta e sua defensabilidade no longo prazo. “Dizer que usa IA deixou de ser diferencial. O que importa agora é como essa tecnologia sustenta uma vantagem competitiva difícil de replicar”, destaca Amorim.</p>



<p>Além disso, há uma mudança importante na dinâmica de poder entre fundadores e investidores. Se antes havia maior apetite por risco e uma disputa por oportunidades, hoje o capital está mais seletivo e paciente. Isso faz com que os processos de captação sejam mais longos, com maior diligência e exigência de transparência. “O empreendedor precisa estar preparado para um escrutínio muito mais técnico. Métricas infladas ou projeções pouco realistas são rapidamente descartadas”, pontua o executivo.</p>



<p>Esse novo ambiente também tem impulsionado uma reconfiguração nos próprios modelos de financiamento. Estruturas híbridas, como venture debt e rodadas mistas, ganham espaço como alternativas para equilibrar risco e retorno, especialmente em mercados mais voláteis.</p>



<p>Ao mesmo tempo, cresce a relevância de estratégias que priorizam eficiência de capital, em detrimento de crescimento acelerado a qualquer custo, uma mudança de mentalidade que redefine o que significa sucesso no ecossistema.</p>



<p>Para Amorim, o que já se observa em 2026 não é apenas uma transformação conjuntural, mas um ajuste estrutural na forma como a inovação é financiada. “Estamos entrando em uma fase mais racional do venture capital, em que disciplina e clareza estratégica valem tanto quanto ambição. As startups que entenderem isso terão mais chances de captar e de construir negócios mais resilientes no longo prazo”, conclui.</p>



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		<title>Startup apoiada pelo Centelha cria aplicativo para crianças autistas usado em 179 países</title>
		<link>https://startupi.com.br/startup-apoiada-pelo-centelha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:40:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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<p>Uma startup brasileira apoiada pelo Programa Centelha desenvolveu um aplicativo voltado ao desenvolvimento cognitivo de crianças com autismo e outras neurodiversidades. A empresa, Jade Autism, registra mais de 185 mil downloads e presença em 179 países, com operação em quatro idiomas: português, espanhol, inglês e árabe. No Brasil, a solução é utilizada por mais de [...]</p>
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<p>Uma startup brasileira apoiada pelo Programa Centelha desenvolveu um aplicativo voltado ao desenvolvimento cognitivo de crianças com autismo e outras neurodiversidades. A empresa, Jade Autism, registra mais de 185 mil downloads e presença em 179 países, com operação em quatro idiomas: português, espanhol, inglês e árabe.</p>



<p>No Brasil, a solução é utilizada por mais de 5 mil estudantes e cerca de 1.500 educadores em instituições públicas e privadas. O aplicativo reúne jogos que geram dados utilizados para apoiar decisões pedagógicas e o acompanhamento do desenvolvimento das crianças por profissionais e familiares.</p>



<p>A criação da startup teve origem após o diagnóstico de autismo do filho do fundador e CEO, Ronaldo Lima Cohin Ribeiro. Segundo ele, a proposta surgiu da necessidade de estruturar melhor o acompanhamento do desenvolvimento infantil. “Percebi que muitas decisões eram baseadas apenas em observações subjetivas, o que tornava o processo mais difícil e demorado. O objetivo era criar uma tecnologia que ajudasse a compreender melhor o desenvolvimento das crianças e apoiar intervenções mais assertivas”, afirma.</p>



<p>De acordo com o executivo, os dados coletados durante o uso do aplicativo são convertidos em relatórios que orientam ajustes nas estratégias pedagógicas. “Os dados gerados durante os jogos são transformados em relatórios que ajudam educadores e profissionais a ajustarem estratégias pedagógicas de forma mais individualizada. Isso traz mais segurança no acompanhamento do desenvolvimento das crianças”, diz.</p>



<p>A startup participou da primeira edição do Programa Centelha, em 2021. A iniciativa é voltada ao estímulo à criação de empreendimentos por meio de capacitação, recursos financeiros e suporte técnico. Segundo Ribeiro, o programa contribuiu para a evolução do projeto. “Até então, a Jade era principalmente uma ideia, um protótipo conceitual. O programa trouxe estrutura, metodologia e recursos para que pudéssemos transformar essa visão em algo concreto”, afirma.</p>



<p>Com o apoio recebido, a empresa desenvolveu versões iniciais do produto e estabeleceu parcerias com escolas e redes municipais de ensino. O processo permitiu a validação da solução e a ampliação da atuação em outros mercados.</p>



<p>A empresa também participou de programas de aceleração, recebeu investimento internacional e integrou listas e competições do ecossistema de inovação.</p>



<p>Para o coordenador-geral do Centelha no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Públio Ribeiro, o caso demonstra o papel do programa no apoio a novos negócios. “Casos como o da Jade Autism mostram como o incentivo certo pode contribuir muito para gerar impacto real na sociedade. O sucesso do projeto da startup reforça a importância do programa em investir em ideias com potencial de alcance global e transformação social”, afirma.</p>



<p>O Programa Centelha está em sua terceira edição, com previsão de investimento de R$ 155 milhões e expectativa de apoiar mais de 1.100 projetos em todo o país. Em edições anteriores, a iniciativa apoiou a criação de 1.640 startups e envolveu mais de 65 mil empreendedores.</p>



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