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	<title>Startupi</title>
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	<description>O Startupi nasceu em 2008 para construir o ecossistema brasileiro de startups, agregar conhecimentos-chave e inspirar a todos que tem espírito inovador.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Jun 2026 13:54:57 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Startupi</title>
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		<title>Abstartups lança Conselho Nacional de Associações de Startups</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:54:55 +0000</pubDate>
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<p>A ABStartups (Associação Brasileira de Startups) acaba de dar um importante passo na articulação nacional para desenvolvimento do ecossistema com a criação do Conselho Nacional de Associações de Startups (CNAS). A iniciativa reúne entidades de diferentes regiões do país para fortalecer a representatividade do setor e promover uma atuação conjunta em pautas estratégicas para o [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A ABStartups (Associação Brasileira de Startups) acaba de dar um importante passo na articulação nacional para desenvolvimento do ecossistema com a criação do Conselho Nacional de Associações de Startups (CNAS). A iniciativa reúne entidades de diferentes regiões do país para fortalecer a representatividade do setor e promover uma atuação conjunta em pautas estratégicas para o desenvolvimento da inovação e do empreendedorismo no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho nasce da união de entidades que atuam diretamente no fortalecimento do empreendedorismo inovador em seus territórios e compartilham um objetivo comum: construir uma agenda nacional capaz de refletir a diversidade e as necessidades dos ecossistemas locais. A proposta é criar um espaço permanente de diálogo, cooperação e representação institucional, aproximando lideranças regionais e fortalecendo a participação das startups nas discussões sobre desenvolvimento econômico, inovação e políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Cláudia Schulz, CEO da ABStartups, a criação do Conselho representa um novo estágio para o ecossistema brasileiro de inovação. &#8220;O Brasil possui ecossistemas de startups cada vez mais fortes, diversos e conectados às vocações de seus territórios. A criação do Conselho Nacional de Associações de Startups representa um passo importante para fortalecer essa rede de lideranças regionais, promovendo colaboração, troca de conhecimento e construção conjunta de agendas estratégicas para o setor. Mais do que conectar associações, estamos criando um espaço permanente de articulação capaz de ampliar a voz das startups brasileiras e contribuir para o desenvolvimento da inovação em todas as regiões do país”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A criação do CNAS acontece em um momento de amadurecimento do ecossistema brasileiro de inovação. Com comunidades empreendedoras cada vez mais estruturadas em diferentes estados, cresce também a necessidade de coordenação entre as entidades que atuam na base desse desenvolvimento, promovendo a troca de experiências, a disseminação de boas práticas e a construção de posicionamentos conjuntos para temas que impactam o setor em âmbito nacional. Nesse contexto, o Conselho surge como uma iniciativa para conectar lideranças regionais e fortalecer a atuação conjunta das associações de startups. Para Guigo Carvalho, presidente da Associação Carioca de Startups (ACS), a articulação nacional é um passo natural diante da evolução dos ecossistemas locais de inovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O desenvolvimento não acontece sozinho. Ele nasce da colaboração, da conexão entre pessoas e da força dos ecossistemas locais. Quando fortalecemos as associações de startups, fortalecemos quem está no território, apoiando empreendedores, conectando oportunidades e impulsionando o desenvolvimento regional. E é com essa visão que nasce o Conselho Nacional das Associações de Startups: para unir lideranças, ampliar a representatividade do setor e construir, de forma colaborativa, um ambiente mais forte, inclusivo e inovador para quem empreende no Brasil”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os objetivos do Conselho estão fortalecer a representatividade das startups brasileiras, ampliar o diálogo com governos e instituições de fomento, estimular a colaboração entre ecossistemas regionais, compartilhar inteligência sobre o setor e apoiar iniciativas que contribuam para o crescimento sustentável da inovação no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura inicial do CNAS está sendo conduzida por um Comitê Organizador formado pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), Associação Carioca de Startups (ACS) e Associação Gaúcha de Startups (AGS), responsáveis por coordenar o processo de adesão das entidades participantes e a implementação da governança do Conselho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Danielle Cosme, vice-presidente da Associação Gaúcha de Startups (AGS), o Conselho surge como uma oportunidade de ampliar a colaboração entre as diferentes regiões do país. &#8220;Acredito que a inovação no Brasil não pode acontecer de forma isolada. Fortalecer as associações estaduais de startups é fortalecer quem está no território, conectando talentos, negócios e oportunidades. O Conselho Nacional nasce para ampliar voz, representatividade e colaboração entre os ecossistemas, criando um ambiente mais forte para quem empreende inovação no país.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o lançamento oficial, o Conselho dará início às próximas etapas de sua implementação, incluindo a formalização de sua estrutura de governança, a adesão de novas entidades, a criação de grupos de trabalho temáticos e a definição de uma agenda nacional voltada ao fortalecimento do empreendedorismo inovador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma nova entidade de representação, o CNAS surge como uma plataforma de cooperação entre lideranças regionais, reforçando o compromisso das associações participantes com a construção de um ecossistema de inovação mais integrado, colaborativo e capaz de impulsionar o desenvolvimento das startups brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O dinheiro está virando código (e seu pitch deck ainda tem planilha)</title>
		<link>https://startupi.com.br/o-dinheiro-virou-codigo-e-seu-pitch-deck-ainda-tem-planilha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolha do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Anbima]]></category>
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<p>A descentralização financeira já é realidade no Brasil, mas o ecossistema de startups ainda patina no básico — enquanto os early adopters já buscam colher frutos</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Muita gente ainda acha que falar de tokenização e cripto é papo de trader ou de fundo cripto. Erro crasso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto os fundões e os bancões discutem a próxima taxa de juros, uma revolução silenciosa está redesenhando como o capital se move, se multiplica e se conecta com ativos reais. E, spoiler: ela não espera a burocracia despertar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ANBIMA já está rodando piloto de tokenização. O mercado testa, valida e avança. A infraestrutura está aí, com promessas reais de processos mais rápidos, menos custosos e com camadas extras de segurança. O problema? A grande maioria das startups brasileiras segue de fora, perdendo uma oportunidade de virar o jogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por que o founder médio ainda não embarcou nessa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">1.&nbsp; Falta de clareza (e sobra de preconceito): Muita gente ainda confunde tokenização de ativos com a volatilidade especulativa do dia a dia das criptos. Uma coisa é liquidez e eficiência operacional. Outra é <em>day trade</em> de meme coin. O primeiro movimenta empresas; o segundo, emocionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. A inércia da tecnologia antiga: Desmontar sistemas legados — e cabeças também — dá trabalho. Mas vamos combinar: manter planilha, papelada e intermediários financeiros que sugam margem e tempo é o maior freio de mão que um negócio escalável pode ter.</p>



<p class="wp-block-paragraph">3.&nbsp; Medo do &#8220;novo&#8221; (camuflado de espera regulatória): É compreensível que founders queiram segurança jurídica. Mas esperar o &#8220;marco regulatório mastigado&#8221; enquanto concorrentes mais ágeis se movimentam, testam e aprendem é, no mínimo, um erro de timing estratégico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O recado para quem está construindo o futuro: Ignorar a tokenização hoje é o mesmo que ter uma startup na era do streaming e ainda gravar seu produto em fita cassete. É romântico, mas é suicídio comercial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A descentralização financeira não vai pedir licença para chegar. Ela vai chegar — e quem estiver do lado certo da curva vai capturar valor, atrair investidores mais sofisticados e rodar mais rápido que a concorrência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dinheiro virou código. E sua startup não pode ficar só no PowerPoint.</p>
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		<title>O produto morreu como centro da proposta de valor: a nova lógica da inovação industrial</title>
		<link>https://startupi.com.br/o-produto-morreu-como-centro-da-proposta-de-valor-a-nova-logica-da-inovacao-industrial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Convidado Especial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 14:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p>* Por Vinícius Tavares Araújo Por muito tempo, nos acostumamos a tratar inovação como sinônimo de novos produtos. Em diversos setores industriais, essa lógica ainda prevalece, sustentada por disputas centradas em desempenho técnico, eficiência e preço. Mas esse modelo começa, aos poucos, a perder força diante de um ambiente de negócios cada vez mais orientado [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">* Por Vinícius Tavares Araújo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por muito tempo, nos acostumamos a tratar inovação como sinônimo de novos produtos. Em diversos setores industriais, essa lógica ainda prevalece, sustentada por disputas centradas em desempenho técnico, eficiência e preço. Mas esse modelo começa, aos poucos, a perder força diante de um ambiente de negócios cada vez mais orientado por dados, serviços e experiência do cliente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que tenho observado é que a transformação digital, somada à pressão por práticas mais sustentáveis, vem forçando empresas a revisitar não apenas o que entregam ao mercado, mas principalmente como geram valor ao longo de toda a jornada do cliente. A inovação deixa de ser incremental e passa a assumir um caráter muito mais estrutural. Não se trata mais de melhorar o que já existe, mas de desenvolver novos modelos de negócio, criar serviços recorrentes e estruturar ecossistemas capazes de sustentar relações mais duradouras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das mudanças mais relevantes nesse processo é a transição de modelos baseados exclusivamente em produto para estratégias que combinam produto, serviço e inteligência de dados. Na prática, isso significa sair de uma competição por atributos técnicos e avançar para soluções que impactam diretamente o desempenho dos clientes, seja reduzindo custos, seja aumentando produtividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E essa transformação não acontece apenas em empresas nativamente digitais. Pelo contrário, tenho visto setores historicamente consolidados avançarem nessa direção de forma bastante consistente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indústria de lubrificantes é um exemplo interessante. Tradicionalmente baseada na venda de produtos físicos e em relações comerciais já estabelecidas, começa a incorporar novas frentes de inovação que vão além da formulação química combinando tecnologias avançadas com práticas sustentáveis. O uso de sensores para monitoramento de equipamentos, soluções voltadas à eficiência energética, o desenvolvimento de produtos mais sustentáveis e a oferta de serviços digitais que acompanham o desempenho operacional são sinais claros dessa mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que iniciativas isoladas, o que está em curso é uma reconfiguração do papel dessas empresas. Elas passam a oferecer soluções integradas de gestão de desempenho industrial, combinando tecnologia, dados e serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na minha visão, esse movimento revela uma mudança mais profunda: o produto deixa de ser o centro da proposta de valor e passa a ser apenas parte de uma solução mais ampla.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao substituir relações transacionais por vínculos contínuos, as empresas passam a oferecer monitoramento, manutenção preditiva, suporte técnico e análise de dados como serviços permanentes. Isso não apenas cria novas fontes de receita, como também fortalece a fidelização e aumenta as barreiras competitivas, já que o valor percebido deixa de estar no produto isolado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim do dia, a transformação em curso não é apenas tecnológica. Ela exige uma revisão real de mentalidade. Inovar, hoje, é questionar modelos estabelecidos e enxergar oportunidades onde antes só existiam transações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas que conseguirem fazer essa transição tendem a assumir um novo papel: deixam de ser fornecedoras e passam a atuar como parceiras estratégicas. E, em um ambiente cada vez mais competitivo e orientado por dados, essa talvez seja a diferença entre acompanhar o mercado ou liderá-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Vinícius Tavares Araújo é Consultor Sênior na TGT IS</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Tecidos humanos (de verdade) feitos de inovação e brasilidade</title>
		<link>https://startupi.com.br/tecidos-humanos-de-verdade-feitos-de-inovacao-e-brasilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolha do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[Fapesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p>A bioimpressão 3D de tecidos humanos deixou de ser roteiro de ficção científica para se tornar uma corrida estratégica global</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o <em>zeitgeist</em> atual celebra o avanço da inteligência artificial, uma revolução silenciosa ocorre na biotecnologia: a capacidade de &#8220;imprimir&#8221; órgãos humanos sob medida. A startup brasileira <strong>TissueLabs</strong> é o exemplo perfeito desse potencial, utilizando células do próprio paciente para criar estruturas biológicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por que precisamos impulsionar esse setor?</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Eficiência econômica:</strong> O custo para desenvolver medicamentos gira na casa dos bilhões, com taxas de falha altíssimas. Plataformas de bioimpressão reduzem o risco e a necessidade de testes em animais ou humanos precoces.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Soberania tecnológica:</strong> A inovação científica nacional sofre com gargalos logísticos e burocráticos. Quando talentos brasileiros precisam se mudar para a Europa para viabilizar pesquisas, o país perde valor intelectual e econômico.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Impacto social real:</strong> A bioimpressão promete extinguir as filas de transplantes. O &#8220;cimento biológico&#8221; desenvolvido por aqui pode transformar um problema de saúde pública crônico em uma solução de engenharia.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso da TissueLabs ilustra um paradoxo brasileiro: produzimos ciência de ponta, mas falhamos em oferecer o <strong>ecossistema de suporte</strong> necessário para que essa inovação escale aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a tecnologia já delineou o caminho para a cura, o que nos impede de ser os protagonistas dessa indústria multibilionária? A resposta não é falta de inteligência, mas de <strong>visão estratégica</strong> para financiar o futuro antes que ele aconteça longe de nós.</p>
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		<title>Oracle lança programa para apoiar startups na América Latina</title>
		<link>https://startupi.com.br/oracle-lanca-programa-para-apoiar-startups-na-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p>A Oracle anunciou o lançamento do Oracle Startup Growth Engine, iniciativa vinculada ao programa Oracle PartnerNetwork (eOPN). A proposta é apoiar startups com potencial de crescimento no desenvolvimento, implantação e comercialização de aplicações em nuvem, incluindo soluções de inteligência artificial. A iniciativa será disponibilizada inicialmente para startups qualificadas do Brasil, Argentina e Colômbia, com previsão [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br">Startupi</a><br />
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<p class="wp-block-paragraph">A Oracle anunciou o lançamento do Oracle Startup Growth Engine, iniciativa vinculada ao programa Oracle PartnerNetwork (eOPN). A proposta é apoiar startups com potencial de crescimento no desenvolvimento, implantação e comercialização de aplicações em nuvem, incluindo soluções de inteligência artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa será disponibilizada inicialmente para startups qualificadas do Brasil, Argentina e Colômbia, com previsão de expansão para outros países da América Latina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a empresa, o programa busca conectar startups ao ecossistema global de parceiros da Oracle, oferecendo recursos para acelerar o desenvolvimento de soluções e ampliar oportunidades de mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Oracle PartnerNetwork continua evoluindo para atender às necessidades de um ecossistema de parceiros em constante mudança na América Latina&#8221;, disse Danni Mnitentag, vice-presidente de Alianças e Canais para a América Latina da Oracle. &#8220;Com o Oracle Startup Growth Engine, estamos criando um novo caminho para que empresas de alto crescimento se envolvam com a Oracle, colaborem com outros membros da nossa comunidade de parceiros e transformem inovação em oportunidades de negócios em toda a região&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As startups selecionadas poderão receber até US$ 60 mil em créditos para uso na Oracle Cloud Infrastructure (OCI) ou financiamento para avaliações empresariais e técnicas, conforme critérios de elegibilidade do programa. O pacote também inclui suporte técnico de engenheiros da Oracle, oportunidades de participação no Oracle Marketplace e acesso a iniciativas de go-to-market conduzidas pela companhia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Oracle, o programa foi desenvolvido para ajudar startups a enfrentar desafios relacionados a custos, infraestrutura, acesso a clientes e expansão comercial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Oracle Startup Growth Engine tem como objetivo ajudar startups a avançarem mais rapidamente da construção à implantação e à venda&#8221;, disse Marcelle Paiva, vice-presidente de Vendas, GTM e Ecossistema para AI Natives e High Tech para a América Latina, da Oracle. &#8220;Por meio da Oracle PartnerNetwork, startups adquirem a infraestrutura, expertise técnica e acesso ao mercado necessários para escalar rapidamente e transformar a inovação em resultados de negócio mensuráveis.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os benefícios previstos estão o suporte para construção e escalabilidade de cargas de trabalho de inteligência artificial, redução de custos relacionados à infraestrutura e migração, aceleração de ciclos de vendas corporativas e apoio à entrada em novos mercados por meio da rede de parceiros da Oracle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa afirma que a iniciativa também busca ampliar a adoção da OCI entre startups que desenvolvem aplicações voltadas ao mercado corporativo, oferecendo recursos técnicos e acesso à base de clientes da Oracle.</p>
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		<title>MED 2.0: o avanço necessário para enfrentar a nova geração de fraudes no Pix</title>
		<link>https://startupi.com.br/med-2-0-o-avanco-necessario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Convidado Especial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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<p>* Por Victor Papi Instantâneo, acessível e amplamente adotado, o Pix já faz parte do cotidiano de milhões de brasileiros e responde por uma parcela significativa das transações financeiras no país. No entanto, essa mesma popularidade trouxe desafios importantes, especialmente no combate a fraudes e golpes, que evoluíram em sofisticação na mesma velocidade em que [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>* Por Victor Papi</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Instantâneo, acessível e amplamente adotado, o Pix já faz parte do cotidiano de milhões de brasileiros e responde por uma parcela significativa das transações financeiras no país. No entanto, essa mesma popularidade trouxe desafios importantes, especialmente no combate a fraudes e golpes, que evoluíram em sofisticação na mesma velocidade em que o meio de pagamento se consolidou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números ajudam a dimensionar esse cenário. Segundo levantamento do Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, cerca de 24 milhões de brasileiros já foram vítimas de golpes envolvendo Pix ou boletos falsos, com prejuízos que se aproximam de R$ 29 bilhões. O estudo também mostra um recorte relevante: enquanto idosos tendem a ser mais vulneráveis a fraudes bancárias, os mais jovens são frequentemente impactados por golpes relacionados a compras que nunca são entregues. Esse contexto reforça a urgência de mecanismos mais robustos de resposta a fraudes no sistema financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nesse ambiente que ganha protagonismo o Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado pelo Banco Central como uma ferramenta para permitir a recuperação de valores em casos de transações indevidas, não autorizadas ou fraudulentas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mecanismo funciona a partir da solicitação do usuário à sua instituição financeira, que passa a conduzir um processo estruturado de análise. Uma vez aberto o MED, o valor envolvido na transação é automaticamente bloqueado na conta de destino e permanece indisponível até a conclusão do processo. Trata-se de um instrumento regulatório, com regras claras e prazos definidos, que reforça a segurança e a confiabilidade do sistema de pagamentos instantâneos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, a versão inicial do MED apresentava limitações relevantes diante da dinâmica das fraudes modernas. Em muitos casos, os valores transferidos eram rapidamente movimentados entre diferentes contas, dificultando o rastreamento e reduzindo significativamente as chances de recuperação. No modelo inicial, a análise ficava restrita à primeira instituição recebedora após a transação original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significava que, se um valor percorresse um caminho como de A para B, depois para C e então para D, o MED era direcionado apenas à instituição B, que precisava iniciar um novo processo para acionar C, que por sua vez deveria acionar D, tornando o fluxo mais lento e menos eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução para o MED 2.0 surge justamente como resposta a esse cenário. Tornado obrigatório em 2026, o novo modelo amplia de forma significativa a capacidade de rastreamento das transações ao permitir a visualização do caminho completo percorrido pelos recursos. A partir da transação original, o sistema passa a identificar todas as movimentações subsequentes, acionando múltiplas instituições financeiras envolvidas ao longo do percurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mudança aumenta de forma relevante as possibilidades de devolução dos valores, ao mesmo tempo em que traz mais inteligência e integração ao processo. O Banco Central estima diminuir em até 40% os golpes bem sucedidos a partir das mudanças, de acordo com a Agência Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do ganho em rastreabilidade, o MED 2.0 também reforça a eficiência operacional e a transparência. Os prazos foram estruturados para garantir maior agilidade, com possibilidade de abertura de solicitações em até 80 dias após a transação e análise em até sete dias corridos, enquanto a expectativa regulatória é de respostas cada vez mais rápidas nas etapas iniciais. Esse avanço contribui para reduzir o impacto das fraudes e melhorar a experiência das vítimas, sem comprometer o rigor necessário na validação dos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É fundamental destacar, no entanto, que o MED não é um mecanismo de prevenção nem uma garantia de devolução dos valores. Ele atua após a ocorrência de uma fraude e depende da análise de evidências para determinar se a solicitação é procedente. Da mesma forma, não se trata de um canal para resolução de disputas comerciais ou arrependimentos de compra, sendo restrito a situações como golpes, coerção ou falhas operacionais. Essa delimitação é essencial para preservar a credibilidade do sistema e evitar seu uso indevido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as empresas, especialmente aquelas que operam com alto volume de transações via Pix, o MED 2.0 impõe uma nova camada de atenção e responsabilidade. A possibilidade de bloqueios, tanto os automáticos decorrentes da abertura do MED, quanto os cautelares, aplicados preventivamente pelas instituições diante de suspeitas, exige organização, controle e capacidade de resposta rápida, além de uma gestão eficiente de evidências em casos de contestação. Ao mesmo tempo, o avanço do mecanismo contribui para um ambiente mais seguro e confiável, fortalecendo o próprio uso do Pix como meio de pagamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante de um cenário em que milhões de brasileiros já foram impactados por fraudes financeiras e os prejuízos somam bilhões de reais, a evolução do MED representa um passo necessário para o amadurecimento do ecossistema. Ao ampliar a capacidade de rastreamento e aumentar as chances de recuperação de valores, o MED 2.0 não apenas responde a um problema existente, mas também reforça a confiança no sistema como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que uma atualização técnica, trata-se de um avanço estrutural na forma como o sistema financeiro brasileiro enfrenta os desafios de um ambiente cada vez mais digital, dinâmico e interconectado. O Pix transformou a experiência de pagamentos no país, e o MED 2.0 consolida essa transformação ao garantir que inovação e segurança caminhem lado a lado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>* Victor Papi é General Manager da Transfeera, empresa da PayRetailers e Instituição de Pagamento (IP) especializada em soluções de pagamentos para empresas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Quando rir do ‘jeitinho’ vira o atestado de óbito da produtividade</title>
		<link>https://startupi.com.br/quando-rir-do-jeitinho-vira-o-atestado-de-obito-da-produtividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escolha do Editor]]></category>
		<category><![CDATA[escolha do editor]]></category>
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<p>Como uma brincadeira aparentemente inocente sobre “faltar ao trabalho” revela nossa desconexão com a produtividade real</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Em uma era de vigilância corporativa e <em>burnouts</em>, rir do absenteísmo virou o último refúgio da “malandragem” institucionalizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante uma transmissão recente, a <strong>CazéTV</strong> exibiu a tarja: “É hora de arranjar aquele atestado médico”. E o que parecia ser apenas mais um meme esportivo inofensivo, na verdade revela um pensamento “cultural” sobre a nossa ética profissional e os limites do humor de massa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como o racismo e o sexismo perderam o salvo-conduto do &#8220;é só uma brincadeira&#8221;, a glamourização da <strong>fraude trabalhista</strong> precisa caducar. O humor reflete o que toleramos; normalizar a trapaça sabota a própria evolução social do trabalhador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil enfrenta um abismo crônico de <strong>produtividade no ambiente de trabalho</strong>. Tratar o atestado falso como patrimônio cultural disfarça um problema sistêmico: a falta de engajamento e a gestão ineficaz que assolam nossas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A analogia é simples: rir do atestado é validar o mesmo &#8220;jeitinho&#8221; que criticamos na política. É o <strong>absurdo cultural</strong> e talvez, nesse caso, suportado por uma certa dose de “carisma” do <em>streaming </em>moderno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a eficiência é o motor do desenvolvimento, celebrar o drible nas regras não é revolução, é atraso. Afinal, quem paga a conta do &#8220;atestado engraçado&#8221; quando a conta do país não fecha?</p>
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		<title>Superinteligência no radar: o desafio dos fundadores brasileiros entre disrupção da IA e o custo da regulação</title>
		<link>https://startupi.com.br/superinteligencia-no-radar-o-desafio-dos-fundadores-brasileiros-entre-disrupcao-da-ia-e-o-custo-da-regulacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Think Tank]]></category>
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<p>Enquanto gigantes da tecnologia aceleram a corrida da inteligência artificial, startups brasileiras precisam equilibrar inovação, vantagem competitiva e compliance — sob o risco de ficarem para trás ou de serem engolidas por custos regulatórios imprevisíveis</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Se você está à frente de uma startup hoje, sabe que o antigo manual de instruções do ecossistema de tecnologia foi jogado no lixo. A tese de vanguarda que roda os principais fundos de <em>Venture Capital</em> traz um alerta incômodo, mas realista: <strong>construir software deixou de ser uma barreira de entrada confiável</strong>. Se qualquer concorrente consegue replicar as principais funcionalidades do seu produto digital em um único final de semana usando modelos avançados de IA generativa, sua tecnologia proprietária pura perdeu o status de fosso defensivo (<em>moat</em>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o empreendedor brasileiro, o cenário ganha uma camada extra de complexidade. Enquanto você corre contra o relógio para esticar o caixa, o ecossistema institucional do país ergue barreiras regulatórias robustas. As novas exigências de conformidade trazem um fardo operacional pesado, capaz de drenar os recursos de empresas em estágio inicial antes mesmo que elas alcancem o tão sonhado <em>Product-Market Fit</em> (PMF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse ambiente de margens apertadas, a eficiência operacional virou condição imediata de sobrevivência. O jogo mudou: vence o fundador que souber usar a superinteligência para reduzir seu custo de desenvolvimento a quase zero, mantendo a estrutura enxuta e focando o capital no que realmente gera valor de mercado: <strong>distribuição, tração e propriedade dos dados dos clientes.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desconstruindo os mitos da operação ágil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para navegar nessa nova dinâmica, o primeiro passo é alinhar as expectativas da fundação com a realidade nua e crua do mercado atual.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>O Mito Fundacional</strong></td><td><strong>A Realidade do Mercado</strong></td></tr><tr><td>&#8220;Preciso de um grande time de tecnologia e engenharia para escalar meu produto.&#8221;</td><td>Startups modernas alcançam escala global com <strong>times mínimos de engenharia</strong>, realocando o capital para canais de aquisição.</td></tr><tr><td>&#8220;A regulação brasileira de IA vai afetar apenas as Big Techs estrangeiras.&#8221;</td><td>Novas regras do Marco Civil e da Lei de IA criam obrigações de <em>compliance</em> que podem <strong>travar o MVP</strong> de startups despreparadas.</td></tr><tr><td>&#8220;O grande diferencial da minha startup está nos nossos algoritmos proprietários.&#8221;</td><td>O verdadeiro valor estratégico migrou para o <strong>acesso exclusivo a dados de nicho</strong> e para a velocidade de execução comercial local.</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na era em que o software se tornou uma commodity gratuita, a única vantagem competitiva real, sustentável e duradoura de uma startup é a velocidade de distribuição combinada ao domínio prático dos canais de mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O </strong><strong><em>playbook</em></strong><strong> tático do fundador na Era da IA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para traduzir esse cenário em sobrevivência e crescimento, o empreendedor precisa adotar quatro posturas táticas imediatas na gestão do negócio:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Automação extrema para esticar o </strong><strong><em>runway</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso de agentes autônomos de IA deve deixar de ser um experimento e passar a gerenciar a operação comercial diária. Processos manuais em áreas como suporte ao cliente de primeiro nível, geração de conteúdo em escala para <em>outbound marketing</em> e análise preliminar de métricas de <em>Growth</em> podem ser totalmente delegados a ferramentas inteligentes. Ao substituir tarefas repetitivas por fluxos automatizados, o fundador reduz drasticamente o custo fixo operacional, direcionando o caixa quase que exclusivamente para testes de canais e tração comercial direta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. </strong><strong><em>Compliance</em></strong><strong> desde o Dia Zero (sem travar o MVP)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço regulatório no Brasil só inviabilizará o seu MVP se você optar por ignorar as regras básicas de privacidade e transparência na largada. Modelos de negócios baseados em <em>scraping</em> predatório de dados públicos ou no processamento de informações sensíveis sem consentimento explícito sofrerão sanções severas. A saída tática não é evitar a tecnologia, mas adotar uma arquitetura transparente e documentar a origem e o tratamento dos dados desde as primeiras linhas de código. Isso evita retrabalhos técnicos astronômicos ou problemas jurídicos que poderiam sepultar o negócio antes da primeira rodada de captação institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Blindagem de processos contra o </strong><strong><em>turnover</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em times ultrarreduzidos, a saída de um único engenheiro ou designer pode paralisar a empresa. Para mitigar esse risco e manter a cultura de produto ativa, o conhecimento técnico não pode ficar centralizado na cabeça de indivíduos. O segredo está em institucionalizar a inteligência dos processos dentro dos próprios repositórios e assistentes virtuais da startup. Quando a IA atua como co-piloto e documentadora em tempo real, o <em>turnover</em> perde sua força destrutiva e o <em>onboarding</em> de novos membros acontece em questão de horas, não de semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. O fundador focado em distribuição, não em projetos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a inteligência artificial consegue assumir a infraestrutura pesada e a geração automatizada de código, o papel do fundador <em>hands-on</em> precisa mudar de direção. O empreendedor deve deixar o papel de gestor de projetos internos para se transformar no principal líder de distribuição e relacionamento com o mercado. O sucesso da sua startup dependerá da sua capacidade de rodar testes de hipóteses na rua, conversar diretamente com clientes em potencial e ajustar a proposta de valor em tempo real — deixando a execução técnica operacional para as máquinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Checklist de ação imediata</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>[ ] <strong>Audite o uso interno de tecnologia:</strong> Mapeie todas as licenças de softwares legados e obsoletos que podem ser substituídas por soluções integradas baseadas em IA generativa, cortando custos fixos desnecessários já no próximo mês.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>[ ] <strong>Mapeie os riscos de dados do produto:</strong> Revise os fluxos de captura e armazenamento de informações dos seus usuários para garantir que a arquitetura do seu MVP não viole as novas exigências de transparência e auditabilidade da regulação brasileira.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>[ ] <strong>Acelere a máquina de aquisição de clientes:</strong> Pegue o orçamento economizado com o enxugamento da folha de desenvolvimento técnico e injete-o diretamente em canais de marketing de performance, focando na aceleração do ciclo de vendas e tração.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conecte-se à nova realidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado de tecnologia atual não perdoa fundadores que insistem em operar com as regras do passado. Se você quer transformar a disrupção tecnológica em alavanca de crescimento real para o seu negócio — em vez de ser engolido por custos regulatórios ou concorrência commoditizada —, precisa dominar as táticas de execução mais avançadas do ecossistema de inovação.</p>
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		<title>O código do alto desempenho: a lição da Copa do Mundo para a tomada de decisão no ecossistema de startups</title>
		<link>https://startupi.com.br/o-codigo-do-alto-desempenho-a-licao-da-copa-do-mundo-para-a-tomada-de-decisao-no-ecossistema-de-startups/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Expresso]]></category>
		<category><![CDATA[Startupi Expresso]]></category>
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<p>Como a ciência por trás da genialidade de atletas como Messi, Mbappé e Haaland oferece um mapa cognitivo para líderes que buscam vantagem competitiva em cenários de incerteza extrema</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Para o fundador de uma startup, cada dia parece uma prorrogação. O placar pode mudar a qualquer momento, a torcida (leia-se: investidores e clientes) cobra resultados e o adversário (concorrente) está sempre pronto para roubar a bola. Em meio à Copa do Mundo de 2026, uma pergunta ecoa no ecossistema de inovação: o que Messi, Mbappé e Haaland podem ensinar sobre sobrevivência e crescimento de negócios?</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta, segundo a psicologia do esporte de alto rendimento, é surpreendentemente aplicável ao dia a dia de quem está construindo uma empresa do zero. Em um artigo especial publicado recentemente, <strong>Eric Zillmer</strong>, <strong>Professor de Neuropsicologia e diretor do Global Sport Leadership Solutions Lab da Universidade Drexel, </strong>analisa os mecanismos mentais que transformam talento em performance consistente sob pressão extrema. Para o empreendedor que vive de metas, pivôs e rodadas de investimento, são lições valiosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Perturbação: a arte de desorganizar o mercado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No futebol moderno, a equipe vencedora não se limita a jogar bem – ela impede o adversário de jogar. Faltas táticas agressivas, contra-ataques relâmpago e pressão alta são ferramentas para criar um &#8220;caos organizado&#8221; que desestabiliza estruturas estabelecidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um mercado dominado por incumbentes, a startup não pode vencer jogando o mesmo jogo. A &#8220;perturbação&#8221; é a alma da inovação disruptiva. Lançar um modelo de negócios que o grande player não consegue copiar rapidamente, atender um nicho negligenciado ou repensar a precificação de forma agressiva são formas de desorganizar a estrutura do concorrente. A pergunta é: sua startup está apenas reagindo às regras do jogo ou está criando um novo campo de batalha?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Atenção cirúrgica: o &#8220;sangue frio&#8221; para executar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A capacidade de manter o foco sob pressão extrema é o que define os artilheiros. Segundo o autor, &#8220;uma das primeiras habilidades a falhar sob pressão é a capacidade de concentração&#8221;. Craques como Mbappé e Haaland são celebrados por sua inteligência psicológica: sabem se posicionar e executar no momento exato, sem &#8220;congelar&#8221; diante da oportunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ruído no universo das startups é ensurdecedor – crises de caixa, feedbacks conflitantes de mentores, pressão por métricas de curto prazo e a ansiedade da próxima rodada. A &#8220;aptidão de atenção&#8221; empreendedora é a habilidade de ignorar distrações estratégicas, focar energia no que realmente gera tração e manter &#8220;nervos de aço&#8221; para não sabotar uma decisão crucial – como recusar um cliente inadequado ou atrasar um lançamento para acertar o produto – por conta da ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Divagação controlada: o olhar de Messi para além da bola</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez a lição mais contraintuitiva venha de Messi. Pesquisas mostram que seus olhos frequentemente se desviam da bola, permitindo que seu cérebro processe informações de forma diferente e absorva uma perspectiva mais ampla do jogo. &#8220;O cérebro de Messi parece ser capaz de fazer coisas que muitos de seus adversários não conseguem&#8221;, observa o artigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na cultura das startups, a obsessão pelo dia a dia operacional muitas vezes sufoca a visão estratégica. A &#8220;divagação mental controlada&#8221; é o que chamamos de &#8220;pensar fora da caixa&#8221; – dar-se permissão para se desconectar do operacional e olhar para o negócio de cima. É nesses momentos de &#8220;distração produtiva&#8221; que surgem os pivôs mais inteligentes e as percepções de mercado que nenhum dashboard captura. Às vezes, o gol mais importante não está onde a bola está, mas onde ela vai estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Resiliência: o árbitro dentro de cada fundador</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo destaca a pressão sobre os árbitros, que precisam tomar decisões controversas em frações de segundo, sob o olhar crítico de todos. &#8220;Os árbitros fazem parte da dinâmica da partida, quer queiram, quer não&#8221;, afirma o autor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o CEO de uma grande empresa é o &#8220;técnico&#8221;, o fundador de startup é, muitas vezes, o &#8220;árbitro&#8221; e o &#8220;jogador&#8221; ao mesmo tempo. A resiliência não é apenas suportar a rejeição de investidores ou o churn de clientes. É a capacidade de tomar decisões difíceis com informações incompletas – como demitir um funcionário querido, mudar o core do produto ou encerrar um projeto – e lidar com o escrutínio de todos ao redor. A resiliência do fundador é a habilidade de sustentar o julgamento, revisá-lo com dados e não se abalar com o ruído.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Criatividade tática: o futebol-arte dos negócios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O futebol moderno se afastou de sistemas engessados para um estilo fluido, orientado por dados, mas que exige criatividade. &#8220;A criatividade tática está relacionada a encontrar soluções em campo para situações complexas&#8221;, afirma o estudo. Como disse o técnico da seleção dos EUA, Mauricio Pochettino, é preciso &#8220;jogar como crianças&#8221; – com liberdade para experimentar, mas com disciplina para executar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O manual de uma startup não pode ser rígido. A metodologia ágil, o design thinking e o lean startup são ferramentas, não religiões. A criatividade tática no mundo dos negócios é a capacidade de encontrar saídas originais para problemas que parecem insolúveis – especialmente em momentos de baixa liquidez ou crise setorial. A startup que se apega a um único plano, mesmo quando os dados mostram outro caminho, está fadada ao empate. É preciso equilibrar inspiração e transpiração, visão de longo prazo e ajustes de curto prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a Copa do Mundo é um laboratório de comportamento humano sob pressão, o universo das startups é sua versão em tempo real, sem intervalo para o intervalo. Ao observar os craques, o empreendedor descobre que a vantagem competitiva sustentável não está apenas no produto ou no pitch deck, mas no treinamento da mente para lidar com o caos. Como em campo, no mercado, quem gerencia melhor a própria cabeça e a capacidade de adaptação, gerencia melhor o jogo – e, quem sabe, levanta a taça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo na íntegra está <a href="https://theconversation.com/how-messi-mbappe-and-haaland-use-their-brains-as-well-as-feet-to-gain-a-psychological-edge-at-the-world-cup-283672" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><em>neste link</em></strong> </a>(em inglês)</p>



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		<title>Vixtra levanta R$ 50 milhões em Série A para expandir infraestrutura financeira voltada ao importador brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:39:53 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">A Vixtra, fintech especializada em trade finance para importadores, anunciou a captação de R$ 50 milhões em rodada Série A liderada pela Valor Capital. Também participaram da rodada as gestoras e fundos Headline, NXTP, Actyus, Blustone, Simma Capital, além de investidores-anjo. O aporte reforça a trajetória de crescimento da companhia e sinaliza a consolidação de um modelo de negócio que vem ganhando cada vez mais tração no mercado financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recursos da Série A serão investidos no fortalecimento do ecossistema de trade banking da companhia, plataforma que integra soluções tecnológicas, financeiras e cambiais para otimizar toda a operação de importação. Entre as frentes prioritárias está a construção de uma infraestrutura baseada em stablecoins, aplicada de forma integrada às operações de câmbio e crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é que o importador se beneficie de maior velocidade de liquidação, menores custos transacionais e maior eficiência operacional sem precisar dominar conceitos de blockchain.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No comércio exterior, stablecoins podem cumprir um papel semelhante à revolução que o Pix fez nos pagamentos domésticos, abrindo um novo horizonte de soluções de trade finance com novos produtos, mais eficiência e ampliação de vantagens competitivas. Seria como o Pix do importador&#8221;, afirma Leonardo Baltieri, fundador e co-CEO da Vixtra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do sistema de serviços em stablecoins, a inteligência artificial ocupa posição estrutural nos planos de expansão da empresa. A tecnologia foi base para a construção da Vixtra, permitindo oferecer crédito com segurança e perdas líquidas baixas. Além da gestão de risco, a automação de processos via agentes proprietários e coleta de dados é única, não existindo algo equivalente no sistema bancário tradicional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Toda a operação é gerida dentro de uma infraestrutura proprietária integrada, desenvolvida com uso intensivo de inteligência artificial e dados, que otimiza a gestão e o controle de risco. Sem automação e agentes operando ao longo de todo o processo, isso seria simplesmente impossível&#8221;, coloca Guilherme Rosenthal, fundador e co-CEO da Vixtra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundada há cinco anos, a Vixtra nasceu para solucionar o problema de capital de giro para o importador. Pioneira no uso da carga em trânsito como garantia, permite que as médias empresas obtenham financiamento antes mesmo da mercadoria chegar ao país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu ineditismo e tecnologias aplicadas resultaram em crescimento: nos últimos 12 meses, a Vixtra cresceu 2,5 vezes, ultrapassou US$ 12 milhões em receita recorrente anual (ARR), acumulou mais de R$ 250 milhões em carteira de crédito ativa e alcançou mais de 200 importadores ativos em sua plataforma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado em que a empresa atua é expressivo. Em 2025, o Brasil importou mais de US$ 262 bilhões em bens, com destaque para maquinário, eletrônicos, insumos industriais e químicos. E, embora as PMEs respondam por mais de 80% das empresas importadoras do país, ainda enfrentam barreiras significativas para acessar crédito no sistema bancário convencional.</p>



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