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	<title>Startupi</title>
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	<description>O Startupi nasceu em 2008 para construir o ecossistema brasileiro de startups, agregar conhecimentos-chave e inspirar a todos que tem espírito inovador.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 13 May 2026 16:20:18 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Startupi</title>
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		<title>Oracle NetSuite aposta em IA para transformar gestão financeira e acelerar expansão de empresas no Brasil</title>
		<link>https://startupi.com.br/oracle-netsuite-aposta-em-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 16:20:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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<p>A Oracle NetSuite anunciou uma nova etapa de investimentos em inteligência artificial voltada à automação de processos empresariais, integração de dados e suporte à expansão de companhias no Brasil. Durante o evento SuiteConnect São Paulo, a empresa apresentou novos recursos de IA incorporados ao seu ERP em nuvem e destacou o caso da Buson, plataforma [...]</p>
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<p>A <a href="https://www.netsuite.com/portal/br/home.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Oracle NetSuite</a> anunciou uma nova etapa de investimentos em inteligência artificial voltada à automação de processos empresariais, integração de dados e suporte à expansão de companhias no Brasil. Durante o evento SuiteConnect São Paulo, a empresa apresentou novos recursos de IA incorporados ao seu ERP em nuvem e destacou o caso da Buson, plataforma digital de venda de passagens rodoviárias que reduziu em 62,5% o tempo de fechamento contábil após a implementação da solução.</p>



<p>Segundo a companhia, a estratégia envolve ampliar o uso de agentes de IA, inteligência conversacional e automação de fluxos financeiros e operacionais. A iniciativa acompanha o movimento de empresas brasileiras que buscam reduzir atividades manuais, acelerar análises financeiras e aumentar a visibilidade sobre operações em ambientes multinacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">IA passa a ocupar papel central no ERP</h2>



<p>Entre os anúncios feitos pela Oracle NetSuite está o NetSuite Next Preview, versão antecipada da próxima geração da plataforma, que adiciona recursos de busca em linguagem natural, agentes de IA e fluxos automatizados. A proposta é permitir que empresas utilizem inteligência artificial diretamente nos processos de gestão empresarial, sem necessidade de reconstrução de ambientes ou migração de dados.</p>



<p>“A profundidade e a amplitude da NetSuite apoiam todas as etapas do crescimento empresarial, desde a primeira fatura até operações multinacionais”, afirmou Gustavo Moussalli, vice-presidente sênior da América Latina da Oracle NetSuite. “As atualizações mais recentes permitirão que clientes no Brasil aproveitem poderosas inovações em IA para simplificar a conformidade, aumentar a eficiência, acelerar a tomada de decisões e impulsionar a expansão dos negócios.”</p>



<p>Outro foco da empresa está na abertura da plataforma para integração com modelos externos de inteligência artificial. O novo AI Connector Service permitirá que empresas escolham diferentes modelos de IA, definam regras de acesso aos dados corporativos e integrem assistentes externos utilizando padrões abertos, como o Model Context Protocol (MCP).</p>



<p>A Oracle NetSuite também anunciou ferramentas voltadas à padronização do uso de IA dentro das organizações. Entre elas estão recursos para transformar agentes generalistas em especialistas treinados em processos específicos da plataforma, além de aplicações que permitem interação estruturada com dados corporativos por meio de filtros, formulários e bibliotecas de prompts.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Buson reduz fechamento contábil de oito para três dias</h2>



<p>A estratégia de IA da Oracle NetSuite também foi apresentada por meio do caso da Buson, empresa de marketplace rodoviário adquirida pela canadense Busbud em 2024. Com a expansão internacional da operação, a companhia passou a demandar maior controle financeiro e escalabilidade operacional.</p>



<p>Segundo a empresa, a implementação da NetSuite permitiu centralizar fluxos financeiros, automatizar contas a pagar e melhorar processos de conciliação bancária e rastreabilidade de dados. Como resultado, o tempo de fechamento contábil caiu de oito para três dias úteis.</p>



<p>“Nosso processo de contas a pagar é extremamente crítico, com alto volume de transações e necessidade de precisão absoluta”, afirmou Mariano Ardissone, head de finanças no Brasil da Buson. “A NetSuite nos ajudou a centralizar todo o processo, desde o lançamento de faturas até a aprovação e execução de pagamentos, o que aumentou significativamente a confiabilidade e a eficiência.”</p>



<p>O executivo acrescentou que a companhia passou a realizar conciliações bancárias e rastrear transações de forma automatizada. “Isso nos permitiu reduzir nosso fechamento contábil de oito dias úteis para três, ao mesmo tempo em que melhoramos a qualidade e a rastreabilidade dos nossos dados financeiros.”</p>



<p>De acordo com a Oracle NetSuite, os recursos de IA embarcados também ajudaram a Buson a lidar com grandes volumes de liquidações financeiras e a adaptar processos fiscais e regulatórios locais durante a expansão regional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reforma tributária e integração bancária entram no foco</h2>



<p>Além dos recursos de IA, a Oracle NetSuite anunciou atualizações específicas para o mercado brasileiro, com foco em conformidade fiscal e automação tributária. Entre as novidades estão funcionalidades voltadas ao reconhecimento automatizado de receitas, integração bancária com instituições financeiras brasileiras e ferramentas de AI Tax Intelligence para geração e otimização de regras fiscais.</p>



<p>A companhia também lançou o SuiteSuccess Services Edition, solução pré-configurada para empresas de serviços no Brasil, com suporte nativo a faturamento eletrônico, SPED e múltiplos livros contábeis. A proposta é reduzir tempo e custos de implementação para companhias que operam com assinaturas e receitas recorrentes.</p>



<p>Para Gustavo Moussalli, o cenário atual exige maior controle operacional em empresas que atuam em diferentes mercados latino-americanos. “Com a NetSuite, a Buson reduz riscos, melhora a tomada de decisões e opera com mais eficiência à medida que se expande pela América Latina, utilizando recursos de IA embarcados para otimizar processos e unificar dados em toda a empresa.”</p>



<p></p>
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		<title>O novo ciclo do Corporate Venture Capital já começou</title>
		<link>https://startupi.com.br/o-novo-ciclo-do-corporate-venture-capital-ja-comecou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Convidado Especial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 13:37:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>* Por Thiago Iglesias O ecossistema de inovação atravessa uma mudança estrutural. Se no ciclo anterior o capital abundante favorecia crescimento acelerado, o momento atual é marcado por menor volume de investimentos e maior rigor na alocação. No Brasil, esse movimento reposiciona o Corporate Venture Capital (CVC) como instrumento estratégico, e não mais experimental, dentro [...]</p>
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<p><em>* Por Thiago Iglesias</em></p>



<p>O ecossistema de inovação atravessa uma mudança estrutural. Se no ciclo anterior o capital abundante favorecia crescimento acelerado, o momento atual é marcado por menor volume de investimentos e maior rigor na alocação. No Brasil, esse movimento reposiciona o Corporate Venture Capital (CVC) como instrumento estratégico, e não mais experimental, dentro das grandes corporações.</p>



<p>Dados do estudo “Ecossistema de Inovação Aberta &amp; CVC no Brasil”, da Sling Hub em parceria com a ABCVC, ilustram essa transição. Em 2025, o volume total investido em startups caiu cerca de 13%, para aproximadamente US$ 4,5 bilhões. Ainda assim, o capital corporativo mostrou resiliência, respondendo por cerca de 46% desse total. Ao mesmo tempo, houve redução no número de rodadas e aumento nos tickets médios, indicando uma preferência clara por aportes mais estruturados e alinhados a estratégias de longo prazo.</p>



<p>Essa seletividade impõe um filtro mais rigoroso às startups, especialmente em estágio inicial. Mas não configura um risco sistêmico ao ecossistema. O que emerge é uma mudança de lógica: menos capital abundante e mais capital intencional. Em paralelo, ganharam relevância mecanismos alternativos, como dívida estruturada, revenue-based financing e maior integração entre CVCs, fundos independentes e aceleradoras.</p>



<p>Na prática, o capital não desapareceu. Na verdade, ele se concentrou. Startups com fundamentos sólidos, proposta de valor clara e capacidade de execução passaram a capturar a maior parte dos recursos. Nesse contexto, o papel do CVC se amplia: além do investimento, passa a conectar startups a ativos corporativos, como base de clientes, infraestrutura, conhecimento regulatório e capacidade de escala, aumentando, assim, a resiliência em ciclos mais restritivos.</p>



<p>Com a evolução dos programas de inovação aberta, o diferencial competitivo do CVC também mudou. Hoje, não se trata apenas de investir, mas de gerar valor estratégico tangível, acelerar provas de conceito, facilitar acesso ao mercado e reduzir barreiras operacionais e regulatórias. Os CVCs mais relevantes são aqueles capazes de transformar capital em execução.</p>



<p>Esse movimento é acompanhado por uma forte verticalização das teses. CVCs brasileiros migraram de uma abordagem generalista para investimentos diretamente conectados às suas cadeias de valor. Trata-se menos de diversificação e mais de eficiência estratégica. Em 2025, os dez maiores deals concentraram cerca de 51% do volume investido, reforçando a disciplina e a concentração de capital em teses mais robustas, segundo levantamento da Sling Hub e ABCVC.</p>



<p>Mesmo com maior seletividade, algumas verticais seguem atraindo capital relevante, especialmente aquelas ligadas à eficiência operacional e à infraestrutura crítica. Pagamentos, serviços financeiros B2B, identidade digital, antifraude, cibersegurança e regtechs continuam no centro das estratégias. Ao mesmo tempo, aplicações de inteligência artificial voltadas a crédito, risco e eficiência operacional se consolidam como prioridade.</p>



<p>Além dessas frentes, o foco em IA e dados permanece absoluto, mas agora condicionado a retorno claro e escala comprovável. Setores como logtech e insurtech seguem captando rodadas significativas, como Vammo (US$ 45 milhões) e Azos (US$ 30,5 milhões), evidenciando que ainda há espaço para teses capazes de resolver ineficiências estruturais. Em paralelo, soluções de sustentabilidade ganham tração. Cleantechs entram de forma definitiva no radar dos CVCs, impulsionadas por compromissos corporativos globais de descarbonização.</p>



<p>Olhando à frente, a perspectiva é de retomada gradual, sustentada por uma nova geração de veículos mais especializados. Iniciativas como Itaú Ventures (R$ 500 milhões) e GB Ventures, do Grupo Boticário (R$ 100 milhões), já nascem com teses claras e governança estruturada, sinalizando um novo patamar de maturidade.</p>



<p>O fator crítico passa a ser a ambidestria organizacional, classificada como capacidade de equilibrar eficiência operacional de curto prazo com apostas em tecnologias disruptivas. O CVC deixa de atuar como um satélite de inovação para se tornar um mecanismo central de renovação estratégica e reciclagem de capital dentro das corporações.</p>



<p>Nos próximos anos, o sucesso do Corporate Venture Capital será medido menos pelo volume investido e mais pela capacidade de execução integrada. O CVC, além de financiar a inovação, se consolida como uma competência organizacional permanente, responsável por conectar estratégia, tecnologia e crescimento. Seu futuro no Brasil não está apenas em investir melhor, mas em integrar a inovação ao core do negócio de forma disciplinada, escalável e, sobretudo, orientada à geração consistente de valor.</p>



<p><em>* Thiago Iglesias é Head do Torq, hub de inovação da Evertec</em></p>
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		<item>
		<title>Constr Up recebe aporte da Vellore Ventures e amplia uso de IA no varejo da construção</title>
		<link>https://startupi.com.br/constr-up-recebe-aporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 13:56:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fusões e Aquisições]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>A startup Constr Up anunciou sua entrada no portfólio da Vellore Ventures e prevê receber um aporte de R$ 5 milhões nos próximos meses. A empresa atua na digitalização de lojas de materiais de construção e utiliza inteligência artificial para automatizar atendimento, gestão de produtos e acompanhamento de vendas no varejo do setor. Segundo a [...]</p>
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<p>A startup Constr Up anunciou sua entrada no portfólio da <a href="https://www.velloreventures.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vellore Ventures</a> e prevê receber um aporte de R$ 5 milhões nos próximos meses. A empresa atua na digitalização de lojas de materiais de construção e utiliza inteligência artificial para automatizar atendimento, gestão de produtos e acompanhamento de vendas no varejo do setor.</p>



<p>Segundo a companhia, os recursos serão destinados à expansão da operação e ao desenvolvimento de novas funcionalidades voltadas ao varejo da construção civil. A startup também projeta triplicar o faturamento até o fim de 2027.</p>



<p>“A Constr Up entra no portfólio da Vellore para resolver uma das maiores dores do varejo matcon: ajudar o varejista a gerar resultados reais a partir do marketing e da presença digital. A parceria com a Belenus no modelo de co-build reforça a sua relevância e a capacidade de gerar impacto diretamente no ecossistema”, afirma Gustavo Faria, CEO da Vellore Ventures.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avanço da Constr Up</h2>



<p>Criada em 2019, a Constr Up desenvolveu a LIA, sigla para Loja Inteligente Automatizada, uma assistente baseada em inteligência artificial que realiza atendimento automatizado durante 24 horas por dia. A ferramenta permite cadastrar produtos, consultar estoque, recomendar itens, elaborar orçamentos e concluir vendas por meio de WhatsApp ou aplicativo.</p>



<p>De acordo com a empresa, os pedidos podem ser enviados por texto, áudio ou imagem, enquanto a base de dados da plataforma reúne informações sobre produtos, ofertas e disponibilidade de estoque.</p>



<p>A startup afirma que a utilização da tecnologia pode aumentar as vendas realizadas pelos canais digitais entre 40% e 75%, além de elevar o faturamento das lojas em até 30% ao integrar automação de atendimento e gestão comercial.</p>



<p>Esse é o segundo aporte recebido pela companhia. Em 2021, a Constr Up recebeu R$ 15 milhões do grupo Belenus.</p>



<p>“Somos a solução mais completa do mercado e continuamos criando novas ferramentas para ajudar o lojista de forma digital e imersiva, conectando e-commerce, cashback e fidelidade”, diz Adauto Dias, fundador da Constr Up.</p>



<p>Além do aporte, a startup anunciou o lançamento de uma funcionalidade de acompanhamento de orçamentos baseada em inteligência artificial. Segundo a empresa, a ferramenta foi criada para automatizar o follow-up de propostas comerciais e pode converter até 60% dos orçamentos em vendas.</p>



<p>“Apenas 2% das vendas são fechadas no primeiro contato, então 98% delas precisam de follow-up. Mas 44% dos vendedores dão esse retorno uma vez e desistem, então criamos uma solução para resolver esse gargalo”, afirma Dias.</p>



<p>O lançamento ocorre em um cenário de expansão do setor de construção civil no Brasil. Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apontam perspectiva de crescimento de 2% para o mercado em 2026, mantendo o ciclo de expansão do segmento.</p>



<p>A expectativa da Constr Up é ampliar sua presença junto aos varejistas de materiais de construção acompanhando o crescimento do setor.</p>



<p>“Viemos para agregar. Vemos que nossa solução é eficaz pelos números, tanto dos clientes quanto os nossos. Desde nosso lançamento mais que dobramos o nosso faturamento e a projeção é triplicar até o fim do ano”, conclui o fundador.</p>



<p></p>
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		<title>Da experiência ao método: por que conexões intencionais podem definir quem cresce ou não</title>
		<link>https://startupi.com.br/da-experiencia-ao-metodo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Convidado Especial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>* Por Anderson Diehl Como empreendedor, investidor-anjo e conselheiro&#160; de empresas, tive a oportunidade de acompanhar de perto o crescimento (e também o fracasso) de diversoss negócios. Ao longo desse caminho, uma coisa ficou evidente para mim: decisões importantes raramente acontecem de forma isolada. Rodadas de investimento, parcerias estratégicas, contratações-chave e até mudanças de fato [...]</p>
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<p><em>* Por Anderson Diehl</em></p>



<p>Como empreendedor, investidor-anjo e conselheiro&nbsp; de empresas, tive a oportunidade de acompanhar de perto o crescimento (e também o fracasso) de diversoss negócios. Ao longo desse caminho, uma coisa ficou evidente para mim: decisões importantes raramente acontecem de forma isolada. Rodadas de investimento, parcerias estratégicas, contratações-chave e até mudanças de fato surgem, na maioria das vezes, a partir de conexões bem construídas.</p>



<p>A tecnologia facilita o acesso a novas conexões. Redes sociais estão aí para mostrar como nunca foi tão fácil se conectar com alguém e começar uma conversa. A questão é que facilidade de acesso não significa qualidade de conexão. Expandir sua rede de LinkedIn não se traduz automaticamente em relações relevantes.</p>



<p>Com o avanço da inteligência artificial, o conhecimento técnico que costumava ser visto como o diferencial de um profissional em muitos casos deixou de ser exclusivo e passou a ser amplamente acessível. O que passa a diferenciar profissionais e empresas, na minha experiência, não é só o que eles sabem, mas como, com quem aprenderam, e com quem&nbsp; se conectam.</p>



<p>No entanto, observo claramente uma divisão entre pessoas que constroem conexões que geram impacto real; e pessoas que acumulam contatos que não se desdobram em algo&nbsp; concreto. A diferença entre esses dois perfis não está no volume de conexões, mas na forma como elas são construídas e, principalmente, na intenção por trás delas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Quando as conexões deixam de ser acaso</h2>



<p>Essa vivência prática me levou a organizar um conceito que hoje guia a forma como penso e construo minha rede: conexões intencionais.</p>



<p>Quando falo em conexões intencionais, não estou falando sobre conhecer mais pessoas. Estou falando sobre construir relações com direção. Conectar-se com as pessoas certas, pelos motivos certos e da forma correta. Existe um propósito claro por trás de cada aproximação. E uma lógica de construção.</p>



<p>Isso contrasta diretamente com a forma como o networking foi tradicionalmente encarado. Durante muito tempo, vi uma lógica baseada em volume: eventos, cartões, listas de contatos, conexões digitais. Tudo isso cria uma sensação de movimento, mas, na prática, grande parte dessas interações não evolui, não se aprofunda. Porque não está baseada na geração de valor.</p>



<p>Com o tempo, percebi que grande parte da frustração em torno do networking nasce de uma confusão básica: tratar contato como se fosse conexão.</p>



<p>Muita gente interpreta proximidade como relacionamento. Ter acesso a alguém, trocar mensagens ou estar presente na mesma rede não gera valor automaticamente. O que transforma uma aproximação em ativo estratégico é a evolução dessa interação ao longo do tempo, por meio de recorrência, credibilidade e capacidade de troca. É nesse processo que surgem parcerias relevantes, indicações consistentes e decisões importantes.</p>



<p>Na minha experiência, poucas pessoas se dedicam de forma consistente a essa construção. A maioria para na etapa inicial, satisfeita com a sensação de estar conectada. Já aqueles que entendem a lógica relacional e investem nela costumam colher resultados muito acima da média.</p>



<p>O que diferencia esse grupo não é acesso privilegiado, sorte ou influência herdada. É a maneira como constroem suas conexões. Agem com clareza sobre quem desejam aproximar e por quê, oferecem valor antes de esperar qualquer retorno e cultivam relações ao longo do tempo. Quando esses elementos se combinam, conexões deixam de ser circunstanciais e passam a funcionar como verdadeiros ativos estratégicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Conexões exigem método</h2>



<p>Mas intenção, sozinha, não resolve. Ao longo dos anos, percebi que conexões intencionais exigem método.</p>



<p>Hoje, eu enxergo esse processo em cinco etapas bastante claras. A primeira é a clareza de propósito. Antes de me conectar com alguém, procuro entender por que aquela conexão faz sentido e o que pode ser construído a partir dela. Sem isso, a interação tende a ser genérica. Com isso, ela ganha direção.</p>



<p>A segunda etapa é a curadoria. Nem toda conexão precisa acontecer. Parte importante do processo é escolher com quem vale a pena investir tempo e energia, buscando alinhamento de valores, complementaridade e potencial de troca. Aqui, qualidade sempre supera quantidade.</p>



<p>A terceira etapa está na abordagem. Aprendi que conexões que começam com pedidos tendem a ser mais frágeis. Por outro lado, quando a aproximação já traz algum tipo de contribuição, como um insight ou uma ajuda, a relação começa de forma muito mais sólida. Valor não é consequência, é ponto de partida.</p>



<p>Depois vem a nutrição. Conexões não se sustentam sozinhas. Elas precisam ser cultivadas ao longo do tempo, com interações que façam sentido, troca contínua e presença genuína. Não é sobre intensidade pontual, mas sobre consistência.</p>



<p>Por fim, existe a ativação. Uma conexão só se torna realmente estratégica quando gera movimento, seja em forma de parceria, oportunidade, decisão ou aprendizado. Sem isso, ela permanece como potencial.</p>



<p>Esse modelo não surgiu da teoria. Ele é resultado de anos observando o que, de fato, faz diferença na prática. E o que essa prática mostra, de forma recorrente, é a força do capital relacional.</p>



<p>No ambiente de negócios, falamos muito sobre produto, tecnologia e capital financeiro. Mas, na minha vivência, são as conexões certas que mais aceleram crescimento. São elas que encurtam caminhos, reduzem riscos e ampliam possibilidades. Empresas não crescem sozinhas. Carreiras também não.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a>Profundidade em tempos de superficialidade</h2>



<p>Dentro dessa dinâmica, há um princípio que considero central: a reciprocidade, ao invés da superficialidade das interações rasas e sem contexto.</p>



<p>No entanto, mesmo o conceito de reciprocidade pode ser mal interpretado. Muitos enxergam reciprocidade como uma conta a ser fechada no curto prazo, em que cada gesto precisa ser compensado imediatamente. Na prática, não funciona assim. Relações sólidas não se sustentam em trocas instantâneas, mas em confiança acumulada ao longo do tempo.</p>



<p>Quando alguém contribui de maneira genuína e consistente, passa a ser reconhecido como alguém valioso dentro da própria rede. Esse reconhecimento amplia sua relevância e, cedo ou tarde, tende a retornar em forma de oportunidades, convites, indicações ou apoio — quase sempre por caminhos que não podem ser previstos antecipadamente.</p>



<p>No fim, são essas conexões que fazem a diferença. Já vi uma única introdução gerar uma oportunidade decisiva. Já vi conversas simples se transformarem em parcerias relevantes. Já vi conselhos evitarem erros que custariam caro.</p>



<p>À medida que o conhecimento técnico se torna cada vez mais acessível, o que diferencia profissionais e empresas passa a ser, essencialmente, humano. E, na minha visão, conexões intencionais deixam de ser um diferencial e passam a ser uma estratégia central de crescimento.</p>



<p><em>*</em><a href="https://andersondiehl.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Anderson Diehl</em></a><em> é formado em administração de empresas e mestre em marketing, empreendedor, investidor-anjo e conselheiro, fundador do Angel Investor Club e </em><a href="https://foundersclub.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Founders Club</em></a><em>, dois grandes hubs de conexões e negócios do ecossistema de inovação que reúnem mais de 1.200 membros presentes nos 26 estados brasileiros e mais 16 países.</em></p>
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		<title>Justiça condena 99Food por concorrência desleal contra o iFood</title>
		<link>https://startupi.com.br/justica-condena-99food/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>A 1ª Vara Empresarial e de Conflitos de Arbitragem do Foro Central Cível de São Paulo proferiu sentença reconhecendo que duas campanhas publicitárias veiculadas pela 99Food configuraram publicidade comparativa ilícita, concorrência desleal contra o iFood e extrapolam os limites legais da publicidade comparativa. A decisão judicial determinou que a 99Food está proibida de veicular quaisquer [...]</p>
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<a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br/justica-condena-99food/">Justiça condena 99Food por concorrência desleal contra o iFood</a></p>

<p>A 1ª Vara Empresarial e de Conflitos de Arbitragem do Foro Central Cível de São Paulo proferiu sentença reconhecendo que duas campanhas publicitárias veiculadas pela 99Food configuraram publicidade comparativa ilícita, concorrência desleal contra o iFood e extrapolam os limites legais da publicidade comparativa.</p>



<p>A decisão judicial determinou que a 99Food está proibida de veicular quaisquer peças publicitárias que ataquem o iFood ou que usem dados de forma desonesta para fazer comparações, além de condenar a empresa ao pagamento de indenização por danos morais e materiais. O valor da indenização foi fixado em R$ 50 mil.</p>



<p>Segundo a decisão, as peças não apresentavam comparações objetivas, verificáveis ou baseadas em parâmetros equivalentes, além de utilizarem referências e elementos diretamente associados à marca iFood com caráter depreciativo.</p>



<p>A decisão vai além da disputa entre empresas e reconhece que as campanhas prejudicaram diretamente o consumidor. A publicidade comparativa, para ser lícita, deve permitir que o consumidor compreenda os critérios da comparação e verifique, minimamente, a vantagem afirmada pelo anunciante.</p>



<p>De acordo com a justiça, as campanhas da 99Food, no entanto, não viabilizaram uma comparação efetiva, objetiva e verificável pelo público e, em vez de informar, as peças publicitárias induziram o consumidor a uma percepção distorcida da realidade do mercado.</p>



<p>A decisão ancora-se também no Código de Defesa do Consumidor que determina a coibição de abusos no mercado de consumo, incluindo a concorrência desleal. Além disso, exige que toda publicidade seja identificável como tal e que o anunciante mantenha os dados fáticos, técnicos e científicos que sustentam sua mensagem — obrigação que, segundo a sentença, não foi cumprida pela 99Food.</p>
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		<title>A próxima disputa corporativa não será por IA, mas por quem consegue governá-la</title>
		<link>https://startupi.com.br/a-proxima-disputa-corporativa-ntt-data/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:44:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>A discussão sobre inteligência artificial nas empresas entrou em uma nova etapa. Depois da adoção inicial de ferramentas generativas voltadas para produtividade e automação de tarefas, organizações começam a discutir como estruturar operações capazes de tomar decisões em tempo real, com supervisão humana e governança contínua. Esse modelo foi definido pela NTT DATA como “autonomia [...]</p>
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<p>A discussão sobre inteligência artificial nas empresas entrou em uma nova etapa. Depois da adoção inicial de ferramentas generativas voltadas para produtividade e automação de tarefas, organizações começam a discutir como estruturar operações capazes de tomar decisões em tempo real, com supervisão humana e governança contínua. Esse modelo foi definido pela <a href="https://nttdata-solutions.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">NTT DATA</a> como “autonomia orquestrada por humanos” durante um bate-papo com jornalistas realizado no CUBO nesta semana.</p>



<p>Segundo os materiais apresentados pela companhia, o conceito parte da ideia de que a IA deixa de apenas automatizar processos específicos e passa a atuar em redes de decisão empresariais, aprendendo e executando ações em escala, mas dentro de limites definidos por pessoas. O modelo prevê definição humana de metas e regras, supervisão proporcional ao risco e mecanismos permanentes de rastreabilidade e reversão das decisões automatizadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impacto operacional da IA</h2>



<p>A discussão surge em um momento em que empresas ampliam investimentos em inteligência artificial, mas ainda encontram dificuldades para transformar esses investimentos em impacto operacional. Dados apresentados pela NTT DATA mostram que 80% das empresas já utilizam IA generativa em alguma função e que o investimento global na área ultrapassa US$ 300 bilhões anuais. Apesar disso, apenas 12% das organizações são consideradas líderes em maturidade operacional em IA. Além disso, 80% ainda não reportam impacto material nos resultados de negócio, enquanto 42% dos projetos foram abandonados em 2025 por falta de transformação operacional prévia.</p>



<p>Outro dado destacado pela companhia indica que 86% dos líderes empresariais afirmam que suas organizações ainda não estão preparadas para adotar IA de forma ampla.</p>



<p>A avaliação apresentada pela empresa é que o problema não está apenas na tecnologia, mas na estrutura operacional das organizações. Segundo especialistas, muitas empresas continuam operando com processos fragmentados, controles posteriores à execução e ciclos de tomada de decisão incompatíveis com ambientes de negócios mais voláteis e orientados por dados em tempo real.</p>



<p>Assim, a NTT DATA argumenta que a atual lógica de melhoria incremental já não é suficiente para responder à velocidade de mudanças regulatórias, comportamento do consumidor e novos modelos de negócio. Em vez de operações desenhadas para estabilidade, a empresa projeta um cenário em que organizações precisarão recalibrar continuamente seus sistemas operacionais.</p>



<p>Segundo Daniela Griecco, head de Data &amp; Analytics da NTT DATA, a transformação altera o papel das equipes dentro das empresas. “Todo processo de evolução humana partiu de evolução tecnológica, e estamos vivendo mais um desses momentos”, afirma.</p>



<p>De acordo com ela, o trabalho humano tende a migrar de funções operacionais para atividades de interpretação, validação e definição de critérios de atuação dos sistemas inteligentes. “O papel do C-level e das equipes vai mudar, e haverá uma ressignificação das carreiras para ter capacidade de operar nesse sistema autônomo. As operações serão cada vez mais independentes e modulares”, diz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Evolução dos processos com IA</h2>



<p>Relatórios apresentados pela empresa indicam uma evolução em quatro etapas: automação assistida, copilotos de IA generativa, agentes especializados e sistemas multiagentes orquestrados. Nesse último estágio, empresas passam a operar com forças de trabalho híbridas, compostas por pessoas e sistemas autônomos integrados.</p>



<p>A companhia também projeta mudanças estruturais nos modelos operacionais corporativos até 2030. Entre elas estão a substituição de processos isolados por sistemas interdependentes, decisões humanas por decisões algorítmicas auditáveis e controles posteriores por validações anteriores à execução das ações.</p>



<p>Outro ponto central da discussão envolve governança. A NTT DATA defende que operações autônomas exigirão estruturas de controle capazes de definir quais decisões podem ser tomadas automaticamente, quais precisarão de supervisão parcial e quais dependerão obrigatoriamente de aprovação humana.</p>



<p>De acordo com a companhia, os modelos de supervisão em três níveis. Em operações de baixo risco, como geração de relatórios internos ou respostas automáticas, a autonomia poderia ser plena, com revisão posterior por amostragem. Em situações de risco médio, como aprovações financeiras de baixo valor, haveria autonomia com alertas para intervenção humana. Já em contextos críticos, como decisões regulatórias, contratos sensíveis ou aplicações ligadas à saúde e segurança, o humano permaneceria no centro do processo decisório.</p>



<p>A empresa também defende requisitos permanentes de rastreabilidade, auditoria e reversibilidade das decisões automatizadas, incluindo mecanismos de interrupção imediata de operações consideradas anômalas.</p>



<p>O estudo projeta ainda que a vantagem competitiva das empresas passará a depender mais da velocidade de adaptação operacional do que apenas da estratégia comercial ou de produto. Segundo a análise, organizações capazes de recalibrar rapidamente suas operações diante de mudanças regulatórias ou de mercado tendem a construir vantagens acumulativas baseadas em dados, regras operacionais e aprendizado contínuo.</p>



<p>Bruno Magalhães, head de Business Process Services da NTT DATA, afirma que a transformação já começou e que as tecnologias necessárias para esse novo modelo operacional já estão disponíveis. “Em cinco anos, a diferença entre uma empresa que lidera o mercado e uma que apenas sobrevive não estará em sua estratégia de produto, nem em sua capacidade comercial, mas em sua autonomia de operação”, afirma.</p>



<p>“As tecnologias que marcarão o futuro, como robótica, blockchain, digital twin e edge computing, já estão aqui, não precisamos inventá-las. Se as companhias seguirem o modelo de hoje, não serão mais competitivas. Hoje, elas têm a mentalidade de melhorar, quando precisam adotar a mentalidade da transformação”, completa.</p>



<p>A análise apresentada pela NTT DATA também aponta impactos no mercado de trabalho. Dados do relatório “Future of Jobs”, do World Economic Forum, citados pela companhia, estimam a criação de 170 milhões de novos empregos até 2030, ao mesmo tempo em que 92 milhões de funções devem ser deslocadas. O levantamento indica ainda que 59% da força de trabalho precisará passar por processos de requalificação antes do fim da década.</p>



<p></p>
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		<title>AMD e OpenAI anunciam protocolo de rede para clusters de IA em larga escala</title>
		<link>https://startupi.com.br/amd-e-openai-anunciam-protocolo-de-rede/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>A AMD anunciou uma colaboração com a OpenAI, além de Broadcom, Intel e Microsoft, para o desenvolvimento do protocolo MRC (Multi-Path Reliable Connection), voltado à comunicação de dados em clusters de inteligência artificial de larga escala. Segundo a empresa, a proposta é aumentar a eficiência e a resiliência das redes utilizadas no treinamento de modelos [...]</p>
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<p>A <a href="https://www.amd.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AMD</a> anunciou uma colaboração com a OpenAI, além de Broadcom, Intel e Microsoft, para o desenvolvimento do protocolo MRC (Multi-Path Reliable Connection), voltado à comunicação de dados em clusters de inteligência artificial de larga escala. Segundo a empresa, a proposta é aumentar a eficiência e a resiliência das redes utilizadas no treinamento de modelos de IA.</p>



<p>De acordo com a AMD, o protocolo foi projetado para melhorar o gerenciamento de congestionamento, acelerar a recuperação de falhas e manter a sincronização entre GPUs em ambientes de computação distribuída. A companhia afirma que o MRC foi desenvolvido para operar em infraestruturas com interfaces de rede de até 800 Gb/s.</p>



<p>No comunicado, a AMD informa que o protocolo já foi implementado em supercomputadores utilizados pela OpenAI, incluindo ambientes operados em parceria com a Oracle Cloud Infrastructure (OCI) e a Microsoft. A empresa também destacou que a tecnologia faz parte da estratégia de expansão da arquitetura Helios, plataforma de infraestrutura de IA apresentada pela fabricante para aplicações em data centers de larga escala.</p>



<p>Segundo a AMD, o desenvolvimento do MRC integra a iniciativa da companhia de promover padrões abertos para infraestrutura de inteligência artificial. O protocolo foi disponibilizado por meio do Open Compute Project (OCP), organização voltada à padronização de tecnologias para data centers.</p>



<p>A arquitetura Helios, citada pela companhia como parte da nova geração de sistemas para IA, combina GPUs da linha Instinct, CPUs EPYC e soluções de rede Pensando Vulcano. A AMD prevê que a plataforma seja utilizada em ambientes de treinamento e inferência de modelos de IA em larga escala a partir de 2026.</p>
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		<item>
		<title>Mentor Capital Group estreia com mais de 40 candidatos qualificados em processo seletivo para o ecossistema</title>
		<link>https://startupi.com.br/mentor-capital-group-estreia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Startupi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa já reúne mais de 40 empresários mentores qualificados em processo estruturado de avaliação para ingresso em seu ecossistema. [...]</p>
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<p>A Mentor Capital Group (MCG), holding empresarial criada para redefinir os padrões do mercado de mentoria no Brasil, inicia sua trajetória com forte sinalização de relevância e posicionamento estratégico: poucos dias após seu lançamento oficial, a iniciativa já reúne mais de 40 empresários mentores qualificados em processo estruturado de avaliação para ingresso em seu ecossistema.</p>



<p>Fundada pelo empreendedor Janguiê Diniz, a MCG tem como cofundadores o empresário e educador Gilberto Augusto e o pastor e palestrante Claudio Duarte, reforçando a construção de um ecossistema plural, com diferentes expertises e trajetórias, cujo objetivo é estruturar um setor que cresceu de forma acelerada nos últimos anos, mas ainda carece de critérios objetivos, profissionalização, governança consolidada, estratégias de escalabilidade e mecanismos institucionais que sustentem sua evolução. Mais do que um número expressivo, o volume inicial de candidatos reforça o reconhecimento do mercado em relação à proposta da holding, que se posiciona como uma plataforma seletiva de alto nível, voltada à conexão e ao desenvolvimento de empresários mentores, conselheiros e investidores.</p>



<p>“Existe uma demanda reprimida por organização e critérios claros dentro do mercado de mentoria. O que estamos observando nesse primeiro momento é uma adesão muito qualificada, de profissionais que entendem a importância de fazer parte de uma estrutura mais sólida, com posicionamento institucional, profissionalização, governança, reputação, certificação e acreditação que gerem credibilidade institucional”, afirma Janguiê Diniz.</p>



<p>A construção desse ecossistema segue diretrizes institucionais claras e vai além da simples conexão entre mentores. A MCG opera como uma infraestrutura empresarial estruturada, com governança corporativa definida, conselhos estratégicos e comitês técnicos, posicionando-se como uma plataforma de validação, reputação, credibilidade, geração estruturada de negócios e escalabilidade, e não como uma comunidade aberta ou rede informal.</p>



<p>A Mentor Capital Group surge justamente para preencher uma lacuna histórica do setor: a ausência de parâmetros confiáveis para validação de mentores e para tomada de decisão por parte de empresas e profissionais que buscam esse tipo de serviço. “É muito comum que empresários tenham dificuldade em escolher um mentor, porque essa decisão ainda é baseada, muitas vezes, em percepção e visibilidade, e não em critérios objetivos de performance e entrega. Nosso objetivo é equilibrar esse cenário, oferecendo reputação, certificação, acreditação e validação estruturada para quem oferece mentorias, e mais segurança para quem contrata”, explica o fundador.</p>



<p>O lançamento oficial da MCG ocorreu durante um jantar exclusivo na residência de Janguiê Diniz, em São Paulo, reunindo um grupo seleto de 80 empresários e empresárias mentores convidados. Estiveram presentes nomes como Claudio Duarte, Gilberto Augusto, Alisson Ramalho, Alexandre Taleb, Wilian Fabrício, Thiago Reis, Filippe Holzer, Guto Galamba, Josué Valandro, Marcos Rossi, Oséias Gomes, Pyero Tavolazzi, Pyong Lee, Rodrigo Minotauro, Sergio Bertolucci, Roberto Figueiredo (Dr. Bactéria), Jimi Scarparo, Cláudio Castro, Manoel Alvino, Rodrigo Fonseca, Álvaro Dantas, Guga Stocco, Marcos Freitas, Gilmar Teobald, o jogador da seleção brasileira Ricardo Oliveira, Antonio Teixeira, Roberto Navarro, o ex-juiz federal Marcelo Bretas, Leonardo Sousa Castelo, Luiz Vasconcelos, Franco Jr., Adriana Duarte, Julliana Cunha, Graziele Cabral, Andreza Caricio, Lilian Primo, Jamile Argolo e Mariana Scribel, dentre outros.</p>



<p>No centro da estrutura da holding está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema proprietário de certificação que classifica, valida e posiciona mentores com base em critérios objetivos como performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade e impacto comprovado. O modelo estabelece níveis de maturidade institucional: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a profissionais em fase de qualificação para ingresso no padrão oficial.</p>



<p>A progressão dentro desse sistema segue parâmetros técnicos e mensuráveis, reduzindo subjetividades e elevando o nível de confiabilidade do setor. O processo inclui etapas formais de diagnóstico, auditoria, validação de dados e reavaliações periódicas, garantindo que a certificação funcione como um mecanismo contínuo de evolução e manutenção de padrão.</p>



<p>Complementando essa arquitetura, o 4E Growth Framework atua como metodologia estruturante para avaliação e desenvolvimento das empresas de mentoria, a partir de quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. “Combinando metodologia, certificação e acreditação, conseguimos criar uma base sólida para posicionar os mentores de forma mais justa e transparente. Isso impacta diretamente na qualidade das decisões de quem busca esse tipo de serviço”, destaca Diniz.</p>



<p>Ao se apresentar como uma infraestrutura institucional, e não como uma rede de relacionamento, a Mentor Capital Group reforça sua proposta de longo prazo: consolidar um novo padrão para o mercado de mentoria empresarial, baseado em profissionalização, governança, credibilidade e geração consistente de valor.</p>



<p>“Não estamos falando de networking. Estamos falando de estrutura. A Mentor Capital Group nasce como uma nova camada institucional para o setor, com foco na construção de capital intelectual, reputacional e financeiro entre seus membros”, afirma.</p>



<p>Mais do que consolidar uma rede de mentores, a Mentor Capital Group nasce para estruturar uma nova camada institucional no mercado empresarial brasileiro, onde capital intelectual, governança, reputação e geração de negócios deixam de operar de forma isolada e passam a compor um ecossistema integrado, orientado por critérios, performance e visão de longo prazo.</p>



<p>Interessados em conhecer mais sobre o ecossistema e os critérios de ingresso podem acessar o <a href="http://www.mentorcapitalgroup.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site oficial da holding</a> ou a <a href="http://www.linkedin.com/company/mentorcapitalgroup" target="_blank" rel="noreferrer noopener">página no LinkedIn</a>, onde estão disponíveis as diretrizes iniciais para participação.</p>



<p></p>
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		<title>Empreender na era da Inteligência Aplicada</title>
		<link>https://startupi.com.br/empreender-na-era-da-inteligencia-aplicada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Primo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 14:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>Por muito tempo, inovação foi tratada como algo distante, uma promessa futura reservada às grandes empresas ou às startups do Vale do Silício. Mas o que o SXSW 2026 deixou claro é que a transformação já não está chegando. Para quem empreende, essa é talvez a mudança mais importante da década: tecnologia deixou de ser [...]</p>
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<p>Por muito tempo, inovação foi tratada como algo distante, uma promessa futura reservada às grandes empresas ou às startups do Vale do Silício. Mas o que o SXSW 2026 deixou claro é que a transformação já não está chegando.</p>



<p>Para quem empreende, essa é talvez a mudança mais importante da década: tecnologia deixou de ser suporte e passou a ser estratégia.</p>



<p>A inteligência artificial, automação, análise de dados, agentes digitais, computação em nuvem e ferramentas generativas não são mais “tendências”. São tecnologias disponíveis hoje, e acessíveis.</p>



<p>A pergunta deixou de ser <em>“quando usar?”</em> e passou a ser <em>“como usar melhor?”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia não é mais diferencial. É infraestrutura.</strong></h2>



<p>Um dos grandes aprendizados discutidos no SXSW desse ano, foi a ideia de que IA não deve ser tratada como ferramenta isolada, mas como camada estrutural dos negócios.</p>



<p>Isso muda tudo para o empreendedor.</p>



<p>Antes, digitalizar significava ter um site, um CRM e talvez presença em redes sociais. Hoje, significa redesenhar operações com apoio tecnológico:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Automatizar atendimento com agentes inteligentes.</li>



<li>Usar IA para gerar propostas comerciais e acelerar vendas.</li>



<li>Aplicar analytics para prever comportamento do cliente.</li>



<li>Usar automação para reduzir tarefas operacionais.</li>



<li>Integrar marketing, dados e relacionamento em tempo real.</li>
</ul>



<p>Não se trata de substituir pessoas e sim de ganhar escala com inteligência.</p>



<p>Pequenos negócios agora conseguem operar com eficiência que antes só grandes empresas tinham.</p>



<p>Esse é um dos movimentos mais democráticos do empreendedorismo moderno.</p>



<p><em>Empresas que tratam tecnologia como infraestrutura crescem com mais velocidade e menor custo operacional.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O uso das tecnologias existentes já está redefinindo negócios</strong></h2>



<p>Muitos empreendedores ainda pensam inovação como algo ligado apenas a grandes disrupções. Mas o impacto mais relevante hoje está no uso prático das tecnologias que já existem.</p>



<p>E é aqui que mora a oportunidade.</p>



<p></p>



<p>Não é sobre esperar a próxima tecnologia revolucionária, é sobre extrair valor das disponíveis agora.</p>



<p>Veja alguns exemplos concretos:</p>



<p><strong>1. IA aplicada em produtividade</strong></p>



<p>Empreendedores estão usando inteligência artificial para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>estruturar planos de negócio;</li>



<li>criar campanhas em minutos;</li>



<li>gerar conteúdos personalizados;</li>



<li>apoiar decisões com análise de dados;</li>



<li>reduzir horas operacionais em tarefas repetitivas.</li>
</ul>



<p>O ganho não é só eficiência, e sim no foco e com mais tempo para estratégia.</p>



<p><strong>2. Automação para escalar sem aumentar estrutura</strong></p>



<p>Automação deixou de ser luxo.</p>



<p>Hoje pequenas operações automatizam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>follow-ups comerciais;</li>



<li>emissão de propostas;</li>



<li>onboarding de clientes;</li>



<li>atendimento inicial;</li>



<li>fluxos financeiros.</li>
</ul>



<p>Resultado? Escala sem crescimento proporcional de custos, e acaba se tornando uma vantagem competitiva.</p>



<p><strong>3. Dados para decidir melhor</strong></p>



<p>Muito empreendedor ainda decide por intuição, porém os melhores estão combinando intuição com dados.</p>



<p>Ferramentas acessíveis permitem entender:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>comportamento do consumidor;</li>



<li>gargalos operacionais;</li>



<li>oportunidades de receita;</li>



<li>previsibilidade de demanda.</li>
</ul>



<p>Quem decide melhor cresce melhor.</p>



<p><strong>A nova vantagem competitiva é saber combinar tecnologia e humanidade</strong></p>



<p>Outro ponto forte do SXSW foi um alerta importante: tecnologia sozinha não constrói negócios extraordinários. Pessoas constroem.</p>



<p>O diferencial não está apenas em usar IA, mas sim em como usar. Empreendedores mais fortes não são os mais tecnológicos, são os que conseguem combinar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>eficiência com propósito;</li>



<li>automação com relacionamento;</li>



<li>dados com sensibilidade;</li>



<li>escala com experiência.</li>
</ul>



<p>Num mercado em que ferramentas se tornam acessíveis para todos, o que gera valor passa a ser repertório, visão e execução. Tecnologia amplia, não substitui posicionamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Liderar hoje exige operar em modo adaptativo</strong></h2>



<p>Outro aprendizado relevante para empreendedores: liderança está mudando, antes, liderar era controlar processos, agora é desenhar sistemas.</p>



<p>Empreendedores estão menos preocupados em supervisionar tarefas e mais focados em criar ecossistemas que funcionem. Isso significa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>equipes apoiadas por IA;</li>



<li>decisões mais rápidas;</li>



<li>operações mais fluidas;</li>



<li>estruturas menos hierárquicas;</li>



<li>negócios preparados para adaptação contínua.</li>
</ul>



<p>No fundo, o novo empreendedor competitivo é menos “gestor de tarefas” e mais arquiteto de modelos.</p>



<p>E isso é uma mudança enorme.</p>



<p><em>O empreendedor do presente combina tecnologia, dados e visão humana para crescer.</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem espera a tecnologia amadurecer pode chegar atrasado</strong></h2>



<p>Existe um erro recorrente no mercado, achar que adoção tecnológica pode esperar, mas normalmente quem espera maturidade total entra tarde. As maiores vantagens surgem na curva de adoção.</p>



<p>Foi assim com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>e-commerce;</li>



<li>redes sociais;</li>



<li>cloud;</li>



<li>mobile;</li>



<li>e agora com IA.</li>
</ul>



<p>Não porque a tecnologia seja perfeita, mas porque aprendizado gera vantagem antes da consolidação. Empreendedores que começam cedo aprendem antes e aprendizado é ativo competitivo.</p>



<p><strong>Oportunidade está menos em inventar e mais em aplicar</strong></p>



<p>Essa talvez seja a grande mensagem para quem empreende, você não precisa criar a próxima grande tecnologia, precisa usar melhor as que já existem.</p>



<p>Esse é o novo jogo, muitas vezes a inovação está em aplicar algo comum de forma incomum, uma IA generativa bem usada pode elevar produtividade, uma automação simples pode dobrar capacidade operacional e um bom uso de dados pode abrir novas receitas.</p>



<p>A oportunidade não está escondida em laboratórios, está disponível em ferramentas que muitas empresas ainda subutilizam.</p>



<p><strong>Empreender na nova camada do mundo</strong></p>



<p>Uma das provocações mais fortes do SXSW foi que o futuro deixou de ser horizonte e virou força ativa no presente. Para o empreendedor, isso significa algo simples: não estamos mais decidindo se vamos operar em uma economia mediada por tecnologia, já estamos nela. A decisão agora é como competir nela e, para quem deseja se inserir em um ambiente que respira tecnologia, deixo a dica de conhecer um pouco mais sobre o <a href="https://foundersclub.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Founders Club</strong></a><strong>,</strong> um dos maiores hubs de conexões, negócios e benefícios para fundadores de startups do Brasil.</p>



<p><a href="https://foundersclub.com.br/" target="_blank" rel="noopener"></a>Os negócios que prosperarem não serão necessariamente os maiores, serão os mais adaptáveis, os que combinarem tecnologia existente, inteligência de execução e leitura de contexto. Porque no empreendedorismo atual, vantagem não está apenas em ter boas ideias, está em transformar capacidades disponíveis em valor real, e nunca houve tantas capacidades disponíveis.</p>



<p>O uso das tecnologias existentes deixou de ser pauta de inovação e virou pauta de sobrevivência e crescimento. IA, automação, dados e sistemas inteligentes não pertencem mais ao futuro, pertencem aos negócios que querem crescer agora.</p>



<p>Para empreendedores, talvez a pergunta mais importante de 2026 não seja:</p>



<p><em><u>Como a tecnologia vai impactar meu negócio?</u></em></p>



<p>Mas:</p>



<p><strong><em>Como meu negócio pode crescer usando melhor as tecnologias que já estão nas minhas mãos?</em></strong></p>



<p>Essa resposta pode definir os próximos anos.</p>



<p><em>“Em um mundo de conteúdo infinito, originalidade humana vira escassez estratégica.” &#8211; Rana el Kaliouby</em></p>
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		<title>HR Leaders Summit chega à sua terceira edição e recebe nomes de peso; confira</title>
		<link>https://startupi.com.br/hr-leaders-summit-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marystela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 14:27:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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<p>A B2B Match, mais exclusiva e impactante comunidade de CEOs e C-levels do país, anuncia a terceira edição do HR Leaders Summit, encontro de alto impacto para até 100 CHROs, VPs e diretores de recursos humanos e gestão de pessoas de grandes empresas. Para isso, a equipe da B2B Match realizou uma curadoria exclusiva e [...]</p>
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<a rel="nofollow" href="https://startupi.com.br/hr-leaders-summit-3/">HR Leaders Summit chega à sua terceira edição e recebe nomes de peso; confira</a></p>

<p>A B2B Match, mais exclusiva e impactante comunidade de CEOs e C-levels do país, anuncia a terceira edição do HR Leaders Summit, encontro de alto impacto para até 100 CHROs, VPs e diretores de recursos humanos e gestão de pessoas de grandes empresas.</p>



<p>Para isso, a equipe da B2B Match realizou uma curadoria exclusiva e terá no palco nomes como Silvana Machado (Bradesco), Rafael Arroyo (Amazon), Suzie Clavery (TotalPass), Dilma Campos (Nossa Praia), Patrícia Araujo (Mercado Livre) e Carolina Ferreira (Alelo), Gabriele Carlos (Zeiss), Flavia Camanho (Flux Institute), Rogério Chér (Devello / Winx), Leo Farah (Humus e SaveUs), entre outros grandes profissionais.</p>



<p>“Em uma era marcada pela ascensão de novas tecnologias e pela redefinição de competências profissionais, a terceira edição do HR Leaders Summit chega para discutirmos as tecnologias, estratégias e tendências que estão redefinindo o futuro do trabalho e da gestão de pessoas. A partir de uma visão orientada pela valorização do potencial humano em um mundo cada vez mais digitalizado, nosso palco abordará temas como organizações skill-first, redefinição de formatos de colaboração, personalização da jornada de colaboradores e novas trilhas de carreira para lideranças do setor”, comenta Bruno Padredi, CEO da B2B Match.</p>



<p>O HR Leaders Summit será realizado nos dias 21 e 22 de maio (quinta e sexta-feira), das 8h (21/05) às 15h (22/05), no Clara Ibiúna Resort, interior de São Paulo.</p>



<p></p>
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