<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>StreS'sNet</title><description></description><managingEditor>noreply@blogger.com (Unknown)</managingEditor><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 08:25:13 +0100</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">65</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://km-stressnet.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle/><itunes:category text="Comedy"/><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Saiba o que fazer quando o seu filho odeia a escola</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/saiba-o-que-fazer-quando-o-seu-filho.html</link><category>ansiedade</category><category>crianças</category><category>escolas</category><category>medos</category><category>sucesso</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 21 Aug 2008 00:35:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-3512509827246874478</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Quando as crianças não gostam da escola&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Eis algumas das razões mais co&amp;shy;muns pelas quais os miúdos não gos&amp;shy;tam da escola - com as respectivas estratégias para os recolocar no ca&amp;shy;minho do sucesso:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Ansiedade.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Um dos medos que fazem que os miúdos não gostem de estar na escola é a ansiedade da se&amp;shy;paração, que ocorre de uma forma mais frequente em alturas de problemas familiares ou quando a crian&amp;shy;ça se prepara para entrar para uma nova escola.
Infelizmente, os pais poderão fa&amp;shy;vorecer essa ansiedade pela forma co&amp;shy;mo lhe responderem. Com os miú&amp;shy;dos mais pequenos, tenha cuidado com a forma como se despede deles nos primeiros dias de escola. Dizer de uma forma convicta «Diverte-te! Às 14.30 estou cá para te vir buscar» inspirará mais confiança que dizer «Não te preocupes: estarei cá em 10 minutos se precisares de mim».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Todos poderemos ajudar os nos&amp;shy;sos filhos a lidar com situações que lhes despertem medo (desde o intervir nas aulas até aos testes), ensaian&amp;shy;do com eles essas situações em casa.
Dividindo os projectos maiores em etapas mais pequenas, podere&amp;shy;mos também fazê-los parecer menos assustadores. Ensine os seus filhos a substituir pensamentos como «vou falhar» por outros do tipo «tenho ca&amp;shy;pacidade para conseguir».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Solidão.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Algumas crianças não gostam da escola por não terem lá amigos. Poderá ser este o caso se o seu filho estiver sempre sozinho, se se fingir doente para evitar sair da sala nos intervalos ou oferecer aos outros os seus objectos mais precio&amp;shy;sos, na tentativa de que gostem dele.
Os problemas derivados da soli&amp;shy;dão podem ser resolvidos melhoran&amp;shy;do o seu relacionamento com os ou&amp;shy;tros: Uma criança poderá precisar de aprender a olhar os outros nos olhos quando falam com ela, a falar mais alto ou a não gritar. Poderemos ensinar aos nos&amp;shy;sos filhos formas de começar uma amizade, tais como: «Eu chamo-me Tó e tu? Queres jogar à apanhada?»
Muitas das crianças que se sen&amp;shy;tem sós nunca ouviram algo de bom acerca de si próprias. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Colegas violentos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Por vezes, as crianças detestam a escola porque têm medo de lá ir. Se o seu filho estiver sossegado e ansioso, tiver pou&amp;shy;cos amigos na escola ou de repente ficar com a auto-estima abalada, po&amp;shy;derá estar a ser vítima da violência física ou verbal de um colega.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O conselho mais comum para ul&amp;shy;trapassar este tipo de problema ensine o seu filho a ter mais confiança em si próprio &amp;shy; nem sempre é su&amp;shy;ficiente. Mesmo quando as crianças são autoconfian&amp;shy;tes, multas vezes deixam-se afectar pelo problema. O seu conselho é de que as crianças, na primária, informem os professores. As crianças mais ve&amp;shy;lhas deverão andar sempre com os amigos e evitar os locais por onde andar o colega que as provoca.
Se tiver de intervir, vá falar com o director, e não com os pais do pro&amp;shy;vocador. E, para evitar que o seu filho se envergonhe, seja discreto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Problemas de aprendizagem.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Algumas das queixas que as crianças fazem em relação à escola derivam de problemas de saúde. Para elas, não gostar da escola acaba por ser fruto da frustração de estarem um passo atrás, por muito que se empe&amp;shy;nhem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Outros dos problemas são os de visão que são sur&amp;shy;preendentemente vulgares, pelo que os pais deverão estar atentos aos in&amp;shy;dícios de problemas. Enquanto o seu filho lê, costuma tapar um olho, in&amp;shy;clinar a cabeça ou perder-se no tex&amp;shy;to? Segura os livros a uma distância menor do que aquela que separa os cotovelos dos nós das mãos? Quei&amp;shy;xa-se de comichão nos olhos, dores de cabeça e náuseas após um traba&amp;shy;lho mais exigente? Se for esse o caso, faça-lhe um exame completo aos olhos, que incluirá avaliações do con&amp;shy;trole do movimento ocular, focali&amp;shy;zação e percepção da profundidade, entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Alguns dos alunos menos moti&amp;shy;vados poderão não estar a ouvir os professores. Se o seu filho estiver com problemas em aprender os sons das letras (principalmente vogais cur&amp;shy;tas), marque uma consulta num es&amp;shy;pecialista de ouvidos. Deverá fazê-lo também se ele confundir palavras com uma sonoridade semelhante ou se fizer perguntas que já foram res&amp;shy;pondidas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
As crianças com dificuldades de aprendizagem sentem-se muitas ve&amp;shy;zes frustradas, não conseguem com&amp;shy;pletar trabalhos ou parecem ignorar o professor. Poderão não ser capazes de recordar coisas simples, tais como o seu próprio número de telefone, o alfabeto ou pormenores de uma his&amp;shy;tória que acabaram de ouvir. Se suspeitar que o seu filho sofre de um desses problemas, peça aos professores que mandem o psicólogo analisá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Antipatia por um professor.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

E se o seu filho se queixar constan&amp;shy;temente de que um professor é «in&amp;shy;justo» ou «mau»? Por vezes, a solu&amp;shy;ção é simples: Juntar a criança e o professor na mesma mesa à hora do almoço poderá muitas vezes melho&amp;shy;rar a relação entre eles.
Noutros casos, são necessárias ac&amp;shy;ções mais drásticas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Mas não se esqueça de que os miúdos sabem pôr os pais contra os professores. Por isso, se o seu filho lhe contar uma história terrível acer&amp;shy;ca da escola, não presuma desde lo&amp;shy;go que se trata de toda a verdade. Fale com o professor, director ou con&amp;shy;selheiro escolar. Uma vez identifica&amp;shy;das as causas para o seu filho detes&amp;shy;tar a escola, poderá, em quase todos os casos, encontrar uma solução.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><title>Como ter grandes ideias</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/como-ter-grandes-ideias.html</link><category>ideias</category><category>sonhos</category><category>sucesso</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 22:38:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-8849082543706646426</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;À procura de grandes ideias&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Aquilo que diferencia as pessoas comuns de Thomas Edison, Pablo Picasso ou até mesmo de Shakespeare não é a capacidade criativa, mas a aptidão para impulsionar essa capacidade, encorajando e desenvolvendo im&amp;shy;pulsos criativos. A maior parte das pessoas raramente atinge o máximo do seu potencial criativo. Creio que sei porquê e que posso ajudar a de&amp;shy;saferrolhar esse reservatório de ideias que se esconde em cada um de nós.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Comprovei esta teoria no seu ní&amp;shy;vel mais primário em pesquisas de laboratório com pombos: em expe&amp;shy;riências realizadas há alguns anos, eu recompensava-os com comida por subirem para uma caixinha e darem uma bicada numa banana de imi&amp;shy;tação que se encontrava suspensa sobre as suas cabeças. A seguir, en&amp;shy;sinei-os a empurrar a caixa pelo chão e finalmente confrontei cada um deles com um problema: a banana foi suspensa fora do seu alcance, e a cerca de 45 cm do ponto imediata&amp;shy;mente abaixo desta coloquei então a caixa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Em tal situação, um pombo adop&amp;shy;ta um comportamento muito seme&amp;shy;lhante aquele que nós adoptaríamos. Ao princípio fica confuso, andando para trás e para diante, esticando-se em direcção à banana. Um ou dois minutos depois, começa a empurrar a caixa, parando exactamente no local adequado. Então, sobe para ela e alcança a banana para a bicada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Se um pombo consegue fazer is&amp;shy;so, imagine as possibilidades de cada um de nós. Um quebra-cabeças cuja solução observei foi o de alguns es&amp;shy;tudantes que precisavam de tirar uma bola de pingue-pongue que caíra no fundo de um cano de escoamento vertical fechado em baixo. Os meios de que dispunham ou eram dema&amp;shy;siado curtos para alcançar a bola ou largos demais para caberem no ca&amp;shy;no, onde também não entrava mão alguma. Por fim, alguns deles fize&amp;shy;ram a ilação «cano = água = flutuar». Deitaram água no cano e a bola flu&amp;shy;tuou até chegar ao cimo.
Esta e muitas outras experiências tanto com pombos como com pes&amp;shy;soas sugerem-nos formas concretas de fomentar a criatividade em to&amp;shy;dos nós. Aqui estão as melhores técnicas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Agarre o transitório.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Uma boa ideia é como uma lebre: passa por nós tão depressa que às vezes só lhe conseguimos ver as orelhas ou a cauda. Para a capturarmos, é preciso estar&amp;shy; mos alertas. As pessoas criativas es&amp;shy;tão sempre atentas a tudo e esta po&amp;shy;derá ser a única diferença entre nós e elas.
Numa carta a um amigo, em 1821, Ludwig van Beethoven narrava a for&amp;shy;ma como pensara num cânone en&amp;shy;quanto dormitava a bordo de um coche. «Mas, mal acordei, o câno&amp;shy;ne já se desvanecera e eu não con&amp;shy;seguia recordar nenhuma das suas partes.» Felizmente, para Beethoven e para nós, no dia seguinte e no mesmo coche, o cânone voltou-lhe à me&amp;shy;mória, e desta vez o compositor ano&amp;shy;tou-o.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Sempre que uma boa ideia venha ao seu encontro, anote-a, nem que seja na mão. Nem todas elas serão válidas, obviamente, mas o que inte&amp;shy;ressa é agarrar a coisa primeiro e desenvolvê-la depois.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Sonhos diurnos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

O pintor surrea&amp;shy;lista Salvador Dali estimulava o seu potencial criativo deitando-se num sofá segurando numa colher. No preciso momento em que adorme&amp;shy;cia, deixava cair a colher em cima de um prato que tinha colocado no chão. O barulho acordava-o e o artista de&amp;shy;senhava imediatamente as imagens que observara nesse mundo fértil do sono parcial.
Todos passamos por esse estranho estado transicional e podemos tirar vantagens dele. Experimente o tru&amp;shy;que de Dali, ou permita-se apenas sonhar acordado. Na cama, no banho ou em qualquer outro sítio on&amp;shy;de possa estar sem que os seus pen&amp;shy;samentos sejam incomodados, veri&amp;shy;ficará que as ideias vêm à tona quase espontaneamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Procure desafios.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Quando se está preso atrás de uma porta trancada, todas as acções que nos poderão libertar surgem rapidamente: empur&amp;shy;rar ou puxar a maçaneta, bater na porta ou mesmo gritar por socorro. Os cientistas chamam ao recurso de recorrer a antigos comportamentos, numa situação de desafio, «ressur&amp;shy;gência». Quanto mais atitudes ressurgirem, maior será o número de inter-relações possíveis, o que tornará mais provável a ocorrência de no&amp;shy;vas ideias.
Experimente convidar para uma festa os seus amigos, colegas de em&amp;shy;prego, gente oriunda das diferentes esferas em que vive. Junte pessoas de duas ou três gerações diferentes. Es&amp;shy;se procedimento vai levá-lo a proce&amp;shy;der de novas maneiras.

Edwin Land, um dos inventores mais prolíficos dos EUA, atribuiu à sua filha de 3 anos a ideia que levou à criação da máquina Polaroid. Du&amp;shy;rante uma visita a Santa Fé, no No&amp;shy;vo México, em 1943, a criança per&amp;shy;guntou-lhe por que razão não podia ver a fotografia que o pai acabara de tirar. Ao longo da hora que se se&amp;shy;guiu, enquanto Land andava por San&amp;shy;ta Fé, tudo o que aprendera sobre química veio-lhe à cabeça, com resultados extraordinários. Conta o in&amp;shy;ventor: «A máquina e a película para fazê-lo tornaram-se claras para mim. Apareceram de uma forma tão real no meu pensamento que passei vá&amp;shy; rias horas para descrevê-las.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Coloque objectos novos e fora de contexto (como brinquedos infan&amp;shy;tis) na sua secretária. Mantenha sem&amp;shy;pre massa de moldar na gaveta de cima e mexa nela sempre que esti&amp;shy;ver a debruçar-se sobre um proble&amp;shy;ma difícil. Vire as fotografias ao con&amp;shy;trário ou ponha-as de revés. Quanto maior for a diversidade dos estímu&amp;shy;los que recebermos, mais depressa a nossa mente inventará ideias novas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;
Alargue os seus horizontes.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Muitos avanços na ciência, na engenharia e nas artes misturam ideias de campos diferentes. Veja o «problema das duas cordas»: duas cordas estão pendura&amp;shy; das do tecto com uma boa distância entre si. Mesmo não conseguindo alcançar as duas ao mesmo tempo, será possível amarrar as suas extre&amp;shy;midades utilizando apenas dois ali&amp;shy; cates?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Um estudante universitário des&amp;shy;cobriu a solução quase de imediato: amarrou os alicates a uma das cor&amp;shy; das e empurrou-a como se fosse um pêndulo. Enquanto esta balançava para trás e para a frente, correu para a outra e levou-a para a frente o máximo que lhe era possível. Depois, apanhou a corda que fizera balançar e amarrou as duas extremidades.
Quando lhe perguntaram como resolvera o problema, ele respondeu que acabara de sair de uma aula de Física sobre o movimento pendular. Apenas transferira o que aprendera em determinado contexto para ou&amp;shy;tro completamente diverso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Este princípio também se aplica fora do laboratório. Uma amiga contou-me como conseguia que os seus dois filhos repartissem um bolo em partes exactamente iguais: «Digo&amp;shy;-lhes que um corta o bolo e o outro escolhe primeiro a parte que quer. Assim, quem corta fá-lo sempre pela metade, para não ficar a perder.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Perguntei-lhe como lhe ocorrera essa ideia maravilhosa e ela respon&amp;shy;deu: «Foi num programa de televi&amp;shy;são sobre negociações internacionais que vi.»
Para desenvolver a sua criativida&amp;shy;de, aprenda algo de novo. Se for banqueiro, aprenda sapateado; se for en&amp;shy;fermeira, tire um curso de Mito&amp;shy;logia. Leia um livro sobre um assunto de que saiba pouco; mude de jor&amp;shy;nal diário. O novo fundir-se-á com o velho em formas novas e poten&amp;shy;cialmente fascinantes. Para se tor&amp;shy;nar mais criativo basta dar atenção àquele fluxo de ideias infinito que a sua mente produz e aprender a agar&amp;shy;rar e a aperfeiçoar o que há de novi&amp;shy;dade dentro de si. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">15</thr:total></item><item><title>Como evitar discussões inúteis</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/como-evitar-discusses-inteis.html</link><category>discussões</category><category>Humor</category><category>sucesso</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 22:23:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-3384357749184636466</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;EVITE DISCUSSOES INUTEIS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Como reage quando alguém lhe diz algo injusto ou desagradável? So&amp;shy;fre em silêncio, sem saber o que di&amp;shy;zer? Riposta para logo de seguida se arrepender?
É natural ofendermo-nos quan&amp;shy;do alguém é malcriado. Podemos pensar «Que parvalhão!», mas reagir com rispidez cria um clima de anta&amp;shy;gonismo que só torna as coisas pio&amp;shy;res. Lidar com pessoas difíceis faz parte do quotidiano. E existem for&amp;shy;mas pacíficas com que podemos de&amp;shy; fender-nos sem dar réplica nem ini&amp;shy;ciar uma discussão. Técnicas a que se chama «Tongue Fu!»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Encare provocações com humor.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Todos nós temos pontos sensíveis que podem levar-nos a perder a cal&amp;shy;ma. Se tem alguma particularidade que o incomode, tente divertir-se com isso. Comece a coleccionar res&amp;shy;postas para os comentários que tan&amp;shy;to receia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Q&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;uando as pessoas reclamam, não explique.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

O telefone toca na sua secretária. Você atende e a pes&amp;shy;soa que ligou desata a reclamar: «En&amp;shy;comendei um catálogo há três sema&amp;shy;nas e ainda não o recebi! Afinal que empresa é essa?»
Não se dê ao trabalho de explicar que metade do pessoal está em casa com gripe. Por bem-intencionadas que sejam, tais explicações normal&amp;shy;mente só servem para irritar ainda mais o queixoso, porque as enca&amp;shy;ra como desculpas. Se a reclamação for legítima, evite minimizar a falha. Em vez disso, dê-lhe razão, peça des&amp;shy;culpa e informe-o logo do que vai ser feito em relação ao caso. Diga&amp;shy; -lhe apenas: «Tem razão. Peço des&amp;shy;culpa por ainda não o ter recebido. Se me der outra vez o seu nome e morada, tratarei pessoalmente de lho enviar ainda hoje pelo correio.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Recentemente, assisti pela primei&amp;shy;ra vez a esta técnica. A sala de espera do consultório do meu médico esta&amp;shy;va cheia. O homem sentado à mi&amp;shy;nha frente já folheara a pilha de revistas velhas e não parava quieto na cadeira, a olhar constantemente pa&amp;shy;ra o relógio. Finalmente, dirigiu-se ao guiché da recepcionista e bateu no vidro. «Que se passa?», pergun&amp;shy;tou com ar furioso. «Eu tinha uma consulta para as três horas!»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
«Tem razão», respondeu ela. «Des&amp;shy;culpe ter estado tanto tempo à espera. O doutor ficou retido numa ci&amp;shy;rurgia. Deixe-me ligar para o hospi&amp;shy;tal a saber quanto tempo vai demo&amp;shy;rar. Agradeço a sua paciência.»
Pedir desculpa a alguém não sig&amp;shy;nifica estarmos a admitir que temos culpa. Com isso limitamo-nos a acei&amp;shy;tar a raiva da outra pessoa, desar&amp;shy;mando-a de argumentos. Depois, ao agirmos, concentrando-nos no que se pode fazer e não no que não foi feito, remedeia-se um erro antes que ele assuma maiores proporções.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Saídas airosas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Um conhecido meu foi um dia jantar com a mu&amp;shy;lher a casa, dos pais dela. «Quando estávamos à mesa», contou-me ele, «comentei que as obras na via rápi&amp;shy;da estavam outra vez paradas. Que disparate! O meu sogro respondeu logo que ainda bem, «Essa via rápida nunca devia ter sido construída! Está a destruir um importante vale histórico!» Pois é, mas eu gasto todos os dias mais de uma hora a chegar ao emprego. Disse-lhe que conside&amp;shy;rava a auto-estrada um mal neces&amp;shy;sário porque há quatro vezes mais carros do que havia há dez anos no mesmo número de estradas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O pai da minha mulher resmungou que era típico da minha geração egoísta pensar mais no tempo que se gasta na estrada para ir trabalhar do que num local com valor arqueológi&amp;shy;co. Perdi a paciência e ripostei: «Não se pode deter o progresso.» Pronto, foi a gota de água. O meu sogro levantou-se e saiu da sala, afirman&amp;shy;do: «Não sou obrigado a ficar aqui a ouvir coisas dessas à minha própria mesa.» Lamento não ter evitado tal situação. Se tivesse percebido me&amp;shy;lhor o quanto ele era sensível à ques&amp;shy;tão, podia ter evitado tão infeliz desaire com um simples «Estamos de acordo em que discordamos», mu&amp;shy;dando educadamente de conversa.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Em quase todas as desavenças, ca&amp;shy;da lado tem razões legítimas, pelo que ficar cada um na sua é uma das várias saídas airosas de uma discus&amp;shy;são estéril. Se é óbvio que não conseguimos mudar a opinião da ou&amp;shy;tra pessoa e que ela não conseguirá mudar a nossa, fiquemo-nos por aí. Antes que haja danos irreparáveis, lembre-se do provérbio russo: «Uma palavra proferida voa; não se conse&amp;shy;gue apanhá-la.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Uma maneira eficaz de evitar os impasses é dizer «Temos ambos ra&amp;shy;zão!» e passar a um tema mais segu&amp;shy;ro. Por exemplo, você e o seu côn&amp;shy;juge não estão de acordo quanto à forma de disciplinar o vosso filho adolescente, e, aos poucos, a conver&amp;shy;sa transforma-se em discussão. Lá por não concordarem um com o ou&amp;shy;tro, não significa que sejam inimigos. Dizer «Calma aí, ambos quere&amp;shy;mos a mesma coisa» pode acabar com a animosidade e levar-vos de novo a um esforço conjunto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Ou pode fazer uma saída airosa antes mesmo de entrar na discussão. Estava a falar com vários colegas meus e a conversa virou-se para a eleição do primeiro-ministro. A campanha fora re&amp;shy;nhida, com cada um dos partidos a acusar o outro de actos de corrupção. Os meus companheiros esta&amp;shy;vam em lados opostos da barreira política e a discussão acalorou-se. Um deles virou-se para mim e per&amp;shy;guntou: «Quem é que achas que de&amp;shy;ve ser eleito?» Eu não estava para envolver-me em tão inútil debate e, levantando os braços, respondi com um sorriso: «Não me metam nisso.»
Qualquer que seja a situação, as discussões são uma perda ou, quan&amp;shy;to muito, uma má utilização do tempo. Ao evitar-se discussões in&amp;shy;frutíferas, toda a gente ganha.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><title>Como acabar com os nervos</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/como-acabar-com-os-nervos.html</link><category>ansiedade</category><category>etapas</category><category>nervos</category><category>regras</category><category>ritmos</category><category>Saúde</category><category>sucesso</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 22:18:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-4054804243002725364</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Nervos que nos apoquentam&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

A ansiedade social é, por si só, o problema psicológico mais comum. Numa festa com desconhecidos, por exemplo, três quartos dos adultos sentem an&amp;shy;siedade.
Como podemos evitar sentirmo&amp;shy;-nos nervosos quando estamos com outras pessoas? Preparando-nos. É fundamental prepararmo-nos para qualquer situação em que tenhamos de comunicar. Imagine que o convi&amp;shy;davam para um grande jantar de gala dentro de 15 dias. Sabe que entre os convidados estará um político. Leia jornais e revistas; oiça os noticiários em busca de temas de conversa de âmbito político. Depois, no decorrer do jantar, faça de conta que está a entrevistá-lo. Pense em perguntas cujas respostas não possam ser mera&amp;shy; mente sim ou não. «Em sua opinião, quem ... » «O que pensa de ... » Man&amp;shy;tenha o ritmo da conversa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Quer se trate de fazer um discurso, de pedir aumento ao patrão ou de participar de um importante aconte&amp;shy;cimento social, prepare-se com antecedência. Os discursos mais elegan&amp;shy;tes, fluentes e espontâneos são resul&amp;shy;tado de muitas horas de trabalho. Os ditos memoráveis e as frases bombás&amp;shy;ticas que ficam na História não pro&amp;shy;vêm de inspirações de último mi&amp;shy;nuto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Se está prestes a fazer qualquer tipo de exposição, comece a prepa&amp;shy;rar-se com a maior antecedência pos&amp;shy;sível. Uma boa escrita, é uma espécie de luta com o pensamento. Comece cedo o combate. Dois dias antes da exposição normalmente não chegam para entrar no ringue e sair de lá com uma ideia vitoriosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Para comunicar ponha as ideias em ordem; dê-lhes um objectivo; use-as para persuadir, informar, revelar, seduzir.
Prepare-se a si próprio tão bem como ao material, prestando especial atenção à voz. Um tom esganiçado ou fanhoso provoca no seu ouvinte a mesma sensação do giz a arranhar o quadro. Imprimindo energia e resso&amp;shy;nância à sua voz, conseguirá um efeito positivo. Se a sua voz denun&amp;shy;ciar timidez ou se tremer com o ner&amp;shy;vosismo, você vai ser o primeiro a senti-lo; claro que também a audiên&amp;shy;cia se apercebe e, lá da sua tribuna, você detectará o embaraço no olhar daquela gente. Se a sua voz for enér&amp;shy;gica e calorosa, os ouvintes dirão: «Ahhhh, continue.» E, lá do seu lu&amp;shy;gar, você será a primeira testemunha da aprovação do público.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Tal como a voz, a maneira como se apresenta é também um instru&amp;shy;mento de comunicação. Por exem&amp;shy;plo, se estiver animado, terá mais probabilidades de ver uma audiência animada. Você transmite-lhe a men&amp;shy;sagem: estou contente de aqui estar; estou contente que aqui estejam.
A maneira como se apresenta pode, com efeito, constituir uma po&amp;shy;derosa arma para desviar a hostili&amp;shy;dade - de uma audiência, de um entrevistador, de um patrão. Uma aparência benevolente diz compreendo e transmite boa vontade e expectativas positivas. E resulta sem&amp;shy;pre!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
No entanto, nunca parta do prin&amp;shy;cípio de que uma audiência, um en&amp;shy;trevistador ou o seu patrão irão mostrar-se receptivos. Esteja sempre preparado para um interrogatório. Pense de antemão nas 10 perguntas mais difíceis que lhe poderão fazer e prepare as respostas. E lembre-se: quando lhe fizerem uma pergunta hostil, nunca mostre agressividade para com quem o está a interrogar. Se o fizer, sairá derrotado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Enquanto o interlocutor hostil es&amp;shy;tiver a falar, prepare a sua réplica. Adopte imediatamente uma linha de acção positiva e seja breve nas res&amp;shy;postas. No instante em que o entre&amp;shy;vistador terminar a pergunta, co&amp;shy;mece a responder: primeiro ponto, segundo ponto, terceiro ponto ... e por fim a conclusão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A sua maneira de ouvir fala igual&amp;shy; mente por si. Mostre interesse, diri&amp;shy;gindo o olhar para a pessoa que está a falar. Se esta estiver sentada ao seu lado, vire-se ligeiramente na cadeira de modo a ficar voltado para ela. Faça uma expressão de aprovação. Esta significa «Concordo consigo» ou «Interessa-me muito o que está a di&amp;shy;zer».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A partir do momento em que se preparou para uma situação, já está a meio caminho de superar o nervo&amp;shy;sismo. A outra metade consiste em controlá-lo física e mentalmente: adoptar uma atitude que lhe incul&amp;shy;que confiança e o controle de si pró&amp;shy;prio e da audiência.

Para evitar o nervosismo, também pode ajustar a sua atitude. Aquilo que você diz para si mesmo é trans&amp;shy;mitido à audiência. Se disser para consigo que está com medo, será essa a mensagem que os seus ouvintes re&amp;shy;ceberão. Por isso, pense na atitude que deseja comunicar. O ajusta&amp;shy;mento da atitude é a sua couraça contra o nervosismo. Se acalentar apenas pensamentos positivos, irra&amp;shy;diará estas vibrações: alegria e à&amp;shy; vontade, entusiasmo, sinceridade, solicitude e autoridade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Você tem dentro de si a capaci&amp;shy;dade de se tornar um comunicador convincente, persuasivo e confiante. Com estas técnicas, ficará apto a pe&amp;shy;dir aumento, a vender um determi&amp;shy;nado produto, a enfrentar e resolver uma crise familiar, a sentir-se à von&amp;shy;tade em situações sociais e profissio&amp;shy;nais. Aprenda a dominar estes sim&amp;shy;ples princípios aqui expostos e vai ver que nunca mais lhe darão os nervos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total></item><item><title>Saiba como parar de ressonar</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/saiba-como-parar-de-ressonar.html</link><category>factor</category><category>ressonar</category><category>roncos</category><category>Saúde</category><category>sono</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 22:09:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-1883006713400965352</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Ressonar: o inimigo das noites tranquilas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Reza a lenda que um pistoleiro texano, obrigado a su&amp;shy;portar os roncos incessan&amp;shy;tes que vinham do quarto do la&amp;shy;do, disparou através da parede e matou o culpado no seu sono.
Se este incidente é apócrifo, pe&amp;shy;lo menos o seu móbil é-nos fami&amp;shy;liar. Incontáveis horas de sono têm sido perdidas em quartos de dor&amp;shy;mir, quartéis e dormitórios, cau&amp;shy;sando tensão nos relacionamentos - e coisas piores. O ressonar tem sido associado à apneia do sono, uma perturbação respiratória rela&amp;shy;cionada com a hipertensão arterial, o stress cardiovascular, as en&amp;shy;xaquecas, a depressão e o cansaço.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O ruído dos roncos é simples&amp;shy;mente causado pela vibração dos tecidos moles da zona posterior da garganta. Geralmente, há três fac&amp;shy;tores que provocam essas vibrações: diminuição da tonicidade muscu&amp;shy;lar, obstrução da passagem do ar nas vias respiratórias (nas crianças, por exemplo, o ressonar é quase sempre imputado a um inchaço das amígdalas e dos adenóides) e difi&amp;shy;culdade de respirar pelo nariz.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;O primeiro factor&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; - diminui&amp;shy;ção da tonicidade muscular - explica por que o ressonar ocorre so&amp;shy;bretudo durante as fases de sono mais profundo, quando os músculos da garganta ficam relaxados: a língua descai então para trás e desencadeia as vibrações. Conhecendo a lei da gravidade, compreende-se facilmen&amp;shy;te que o ressonar seja mais frequente quando se dorme de costas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;O segundo factor&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; - obstrução da passagem do ar - poderá por vezes ser atribuído à hereditarieda&amp;shy;de. Enquanto a dimensão média da úvula (uma estrutura carnuda, em forma de lóbulo, que pende da par&amp;shy; te posterior da garganta, popular&amp;shy; mente conhecida por campainha) é de cerca de 6 mm, algumas pessoas chegam a tê-la quatro vezes maior. Existem ainda outras características que podem exacerbar o ressonar. Os obesos têm três vezes mais propen&amp;shy;são para ressonar que os magros (a corpulência manifesta-se em todo o corpo). Por fim, a garganta dos fumadores é irritada diariamente, o que provoca o inchaço das membra&amp;shy;nas mucosas e, consequentemente, estreitamento da passagem do ar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;O terceiro factor&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; - dificuldade de respirar pelo nariz - pode ter vá&amp;shy;rias causas, como sejam congestio&amp;shy;namento, febre-dos-fenos, pólipos e desvio do septo nasal.
Em alguns casos, pode ocorrer um bloqueio total da passagem do ar nas vias respiratórias durante o so&amp;shy;no, provocando uma paragem res&amp;shy;piratória temporária, após a qual o indivíduo desperta parcialmente, pa&amp;shy;ra recuperar o fôlego, e volta a ador&amp;shy;mecer. E o processo vai-se repetindo. Conhecido como apneia obstru&amp;shy;tiva do sono, esta afecção pode cau&amp;shy;sar graves problemas cardíacos e pul&amp;shy;monares e a morte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Uma «cura» para o ressono, mui&amp;shy;to popular durante a Guerra da Se&amp;shy;cessão dos Estados Unidos, consis&amp;shy;tia em costurar uma pequena bala de canhão na parte de trás do pija&amp;shy;ma do roncador. Hoje em dia, con&amp;shy;tinuam a aparecer algumas variações deste tipo de estratagema, que visa dissuadir o ressonador de se deitar de costas, mantendo assim a língua no lugar e as vias respiratórias desimpedidas. Em 1900, Leonidas Wil&amp;shy;son patenteou uma espécie de ar&amp;shy;nês de cabedal que ajudava a man&amp;shy;ter um acessório multidentado en&amp;shy;tre as omoplatas do portador. Outros dispositivos contra o ressonar incluem todo o tipo de coletes-de&amp;shy;-forças e de arneses restritivos, ba&amp;shy;seados no mesmo princípio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Hoje em dia, o método em voga consiste num bolso costurado na par&amp;shy; te de trás do casaco de pijama, con&amp;shy;tendo uma bola de ténis (em vez da bala de canhão). A mensagem é igual à da cotovelada do cônjuge ou à do sapato atirado pelo ar através de uma camarata: «Vira-te!»
Nalguns casos, estes métodos funcionam, mas também é verdade que muitos roncadores «entoam» as suas serenatas nocturnas tanto de costas como de lado. Para eles, faz-se publi&amp;shy;cidade a inúmeros tratamentos «mi&amp;shy;lagrosos» e curas «garantidas». Alguns merecem ser experimentados. Porém, antes de se comprar uma des&amp;shy;sas engenhocas dispendiosas, re&amp;shy;comenda-se que se consulte o médico de família ou um otorrinolaringo&amp;shy;logista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Também se aconselha que se tomem as seguintes medidas para reduzir ou eliminar os factores que contribuem para o ressono:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;1. Reduza o peso e tonifique os músculos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alguns médicos especialistas do sono ensinam exercícios para tonificar os músculos do apare&amp;shy; lho respiratório superior. A sua efi&amp;shy;cácia, no entanto, não está compro&amp;shy;vada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;2. Evite tomar sedativos ou re&amp;shy;laxantes musculares antes de se dei&amp;shy;tar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;São eles o álcool, os anti-hista&amp;shy;mínicos, que provocam sonolência, e, ironicamente, os soporíferos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;3. Durma num quarto fresco e arejado, sobre um colchão firme e use uma única almofada.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se dormir sobre várias almofadas, poderá ficar dobrado na zona do pescoço ou da cintura e reduzir a sua capacidade respiratória. Pelo contrário, alguns especialistas aconselham que se co&amp;shy;loquem tijolos sob os pés da cabe&amp;shy;ceira da cama para ajudar a desobstruir as passagens nasais conges&amp;shy;tionadas;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;4. Consulte um alergologista.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A solução para o seu caso poderá ser a simples substituição de uma almo&amp;shy;fada de penas por uma sintética.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;5. Deixe de fumar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;6. Procure usar durante a noite um aparelho ortodôntico que puxe o maxilar para a frente e mantenha a língua no lugar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dentista poderá ajustar o aparelho, de forma a redu&amp;shy;zir a obstrução da passagem do ar nas vias respiratórias superiores.
Pira além destas medidas, pode recorrer-se à cirurgia para remover um pólipo, endireitar o septo nasal ou desbastar o excesso de tecidos da garganta, de forma a alargar as vias respiratórias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Enquanto muitos de nós não pas&amp;shy;samos de ressonadores ocasionais, outros há que são verdadeiros cam&amp;shy;peões. O actual recorde mundial do mais alto ressono pertence ao inglês Melvin Switzer. A 30 de Outu&amp;shy;bro de 1992, atingiu um máximo de 91 decibéis - mais ruidoso do que uma potente máquina de cortar rel&amp;shy;va. A sua mulher, Julie, é surda de um ouvido.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><title>Como ajudar o seu filho a vencer a timidez</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/como-ajudar-o-seu-filho-vencer-timidez.html</link><category>crianças</category><category>família</category><category>filhos</category><category>mães</category><category>pais</category><category>timidez</category><category>vencer</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Wed, 20 Aug 2008 02:54:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-2692672361248062438</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Os efeitos da timidez podem prolongar-se por toda a vida&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mui&amp;shy;tos dos adultos que se consideram tímidos sabem que essa timidez os acompanhou desde a infância. Se os pais não ajudarem os filhos, a he&amp;shy;rança da timidez pode durar para toda a vida.
As crianças tímidas mui&amp;shy;tas vezes têm notas baixas e são pou&amp;shy;co participativas nas actividades ex&amp;shy;tracurriculares e no normal dar-e-re&amp;shy;ceber que acompanha o crescimen&amp;shy;to. Os seus anos de adolescência po&amp;shy;dem transformar-se num período de isolamento social. Muitas das pes&amp;shy;soas tímidas ficam por casar ou ca&amp;shy;sam-se tarde; outras, casam-se demasiado depressa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
É frequente as pessoas tímidas ga&amp;shy;nharem menos que as outras e te&amp;shy;rem empregos de menor responsabi&amp;shy;lidade. Mesmo as que têm aptidões podem ver as suas carreiras preju&amp;shy;dicadas devido a dificuldades em re&amp;shy;lacionarem-se com os outros. E al&amp;shy;guns tímidos podem desenvolver uma dependência em relação ao álcool ou às drogas como forma de defe&amp;shy;sa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Alguns tímidos são tão introverti&amp;shy;dos que podem precisar de aconse&amp;shy;lhamento profissional. Mas, para a maior parte, o apoio de pais interes&amp;shy;sados pode ajudá-los a ultrapassar esse período de perturbação. Eis o que se recomenda:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Escute e olhe.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Ao visitar uma aula do ensino primário, fui informado de que provavelmente só havia uma ou duas crianças tí&amp;shy;midas naquela sala. Mas o psicólogo identificou muitas mais.
Os estudos sugerem que duas em cada cinco crianças são tímidas. O grau varia com a idade. A minha investiga&amp;shy;ção indicou que, no en&amp;shy;sino preparatório, metade dos rapa&amp;shy;zes e 60% das raparigas são tímidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Muitas vezes, os pais ou os profes&amp;shy;sores não têm consciência disso. Es&amp;shy;ses garotos disfarçam a sua timidez não participando nas discussões da turma, mantendo-se fora das com&amp;shy; petições nos campos de jogos e só rindo quando os outros riem. As pessoas tímidas querem passar des&amp;shy;percebidas o mais possível.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Às vezes, a criança tímida pode aparentar ser o oposto do que é. Um número surpreendente de mal-com&amp;shy;portados nas aulas - e muitos adul&amp;shy;tos refilões e agressivos - são de fac&amp;shy;to tímidos.
Um dos meninos de um infantário ta&amp;shy;garelava o tempo quase todo. Quan&amp;shy;do não estava a falar, dava pontapés e murros nos companheiros. Só quan&amp;shy;do chegou à adolescência é que os pais perceberam que era tímido e que a agressividade era apenas um disfarce.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Não o rotule.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Comentar «O meu filho é tímido» ou «É o tímido da família» pode ter um efeito contra&amp;shy;producente. As pessoas conhecidas podem passar a tratar a criança de uma forma diferente e reforçar o me&amp;shy;do que ela sente de ter um problema qualquer.
Uma das minhas alunas lem&amp;shy;bra-se de a mãe lhe dizer, quando ti&amp;shy;nha 7 anos, que era demasiado re&amp;shy;chonchuda para usar certas roupas. Embora agora, como mulher, este&amp;shy;ja muito mais magra, ainda sente ti&amp;shy;midez em relação à aparência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;
Seja compreensivo e não critique.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

A criança tímida é criticada a todo o momento - se não por alguém, pelo menos por si própria. As pessoas tímidas são os seus críticos mais severos.
Acima de tudo, encoraje-os. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Dê-lhe oportunidades.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

As vezes, uma das crianças da família é expansiva, dominando as conversas e actividades familiares, enquanto outra é tímida e retraída.

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;
Elogie a criança.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Os meninos tímidos podem ter uma imagem &amp;shy; negativa de si mesmos e precisarem de ajuda especial para enfrentar as rejeições.
Valorize os pontos fortes do seu filho ou filha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Peça ajuda.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Muitas vezes, é na escola que a timidez se revela primeiro, e ela é também um sítio importante para a corrigir. Contudo, os professores podem estar demasiado ocupados com os garotos que se portam mal para se interessarem pela criança que não dá nas vistas.
Peça ao professor que ajude a fazer o seu filho a sair da concha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Não convém chamar a atenção da turma para a timidez da criança. Peça ao professor que a incentive a participar nas discussões. Informe o professor dos temas preferidos da criança, acerca dos quais ele a poderá interrogar. Peça-lhe que dê particular atenção aos trabalhos escritos, em que a timidez não é um estorvo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;
Aproveite o brincar em casa.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Convide os companheiros de brincadeira dele a virem a vossa casa, em vez de sugerir ao seu filho: «Vai brincar para casa do João.» Peça à criança que responda ao telefone e tome nota dos recados, o que lhe dará prática de lidar com as pessoas, sem ter de as enfrentar cara a cara.
Escolha para o seu filho companheiros de brincadeira mais novos. A criança tímida mais velha torna-se naturalmente aquela que as outras esperam que dirija as actividades. Ou encontre uma mãe-galinha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Faça a criança representar e ensaiar.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

O lamento do adolescente tímido é: «Nunca sei o que hei-de dizer!» Ajude o seu filho a «quebrar o gelo» ensaiando aquilo que deve dizer em diferentes situações sociais. Escreva sugestões de «deixas de abertura, componha inclusivamente um guião que ele possa seguir. Insista com ele ou com ela para que ensaie diante de um espelho ou que se treine a olhar para a outra pessoa, olhos nos olhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Inscreva-os em actividades.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Clubes e organizações adaptados aos seus interesses podem ajudar as crianças a perder a timidez, estabelecendo uma ligação em que todos se tornam parte de um grupo. Pense em actividades não atléticas, como trabalhos manuais, e programas desportivos, como ginástica. O futebol atrai especialmente, porque o tamanho e as aptidões atléticas são menos importantes que em muitas outras modalidades de equipa. Ao escolher um desporto ou outra actividade, certifique-se de que todos participam e de que a criança tímida não é deixada de fora. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;


&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Seja paciente.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Para uma criança vencer a timidez é necessário paciência para a compreender, para a apoiar e para não lhe exigir resultados es&amp;shy;pectaculares. Mas há milhões de adultos que conseguiram libertar-se da timidez. Com a ajuda do amor dos pais, crianças que neste momento se sentem prisioneiras da sua timidez podem ser libertadas para gozarem melhor a plenitude e a esperança que a vida lhes reserva.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">9</thr:total></item><item><title>Saiba como ajudar as suas crianças a fazer amigos</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/saiba-como-ajudar-as-suas-crianas-fazer.html</link><category>adolescentes</category><category>adolescência</category><category>amigos</category><category>amizade</category><category>crianças</category><category>etapas</category><category>filhos</category><category>mães</category><category>pais</category><category>regras</category><category>sucesso</category><category>vencer</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Tue, 19 Aug 2008 18:07:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-1249756289787787299</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Como encorajar as crianças a fazer amigos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;

Para muitos de nós, as amizades que nos são mais queridas e as mais duradouras da vida são forjadas na infância. Lembra-se do miúdo seu vizinho que o ensinou a trepar às ár&amp;shy;vores? E a amiga que a ajudou a es&amp;shy;colher a roupa para o primeiro en&amp;shy;contro? A maioria das crianças des&amp;shy;cobrem um companheiro para as aju&amp;shy;dar a descobrir o que é a vida e para partilhar com elas a alegria e a dor de crescerem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Dando-nos a sensação de que per&amp;shy;tencemos a algo e que temos alguém, nosso igual, ao nosso lado, os ami&amp;shy;gos são uma ponte entre a família e o mundo exterior.
As amizades da infância servem de prática para todas as outras relações íntimas mais tarde na vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Algumas crianças têm problemas em fazer amigos, mas, com uma orientação apropriada e ajuda, isso pode modificar-se. Apesar de não poder controlar o curso da vida social do seu filho, há formas de o encorajar e de o ajudar, a ele ou a ela, a fazerem amigos:&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5236282253308021426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhaovpyRgsNq851CfevvenBlAZjD14jjnhwFO7B91AX5fX6t6hcUM9oe8nmi9IS0ni_LIQrsjWqtNi6YVYI_DLvjWSsr5pOzgpQUaN2VHRqiJAhyphenhyphensT23zUlDIjg4EbS-eBHXvqbUZRVNC14/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;1.Envolva-se.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;

Um erro muito co&amp;shy;mum que os pais cometem é pensarem que os filhos encontrarão os amigos sozinhos. As amizades não podem crescer, a não ser que uma criança possa estar com os amigos com re&amp;shy;gularidade. As circunstâncias podem exigir que os pais se tornem nos me&amp;shy;dianeiros.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;2. Fortaleça a autoconfiança do seu filho através de coisas realizáveis.
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Uma vez a minha mãe disse-me: «Se não souberes nadar, ninguém te convidará para ires à piscina. Se não sou&amp;shy;beres dançar, não te convidarão para o baile.» A mãe tinha razão: depois de ter aprendido a nadar e a dançar a valsa, consegui ambos os convi&amp;shy;tes para a piscina e para o baile.
Quando as crianças são boas em qualquer coisa, isso fortalece-lhes a confiança em si próprias e mostra&amp;shy;-lhes uma forma de conhecerem ou&amp;shy;tras. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;A amizade baseia-se em in&amp;shy;teresses comuns. Se o seu filho não tiver muitos amigos, arranje-lhe um interesse no qual uma amizade possa criar alicerces.
Os pais podem ajudar uma crian&amp;shy;ça a descobrir uma actividade se a expuserem a várias oportunidades. Uma inclinação para o futebol ou para o teatro poderão nunca vir a ser descobertas, a menos que a crian&amp;shy;ça tenha a oportunidade de as expe&amp;shy;rimentar.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;3. Dê-lhes campo para tomar deci&amp;shy;sões.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

As crianças precisam de alguma orientação, mas, simultaneamente, também têm que tomar algumas das suas decisões. Por exemplo, os pais preocupam-se muito com a maneira de vestir e com os penteados dos fi&amp;shy;lhos, mas é melhor deixar as crianças faze&amp;shy;rem as suas experiências, dentro de certos limites. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Uma das maneiras de os adolescentes ganharem segu&amp;shy;rança é fazerem parte de um grupo, e uma das maneiras de os grupos se formarem baseia-se na sua aparên&amp;shy;cia.
Outra área em que o seu filho pre&amp;shy;cisa de alguma autonomia para to&amp;shy;mar as suas decisões é ao escolher os amigos. Os pais querem que os fi&amp;shy;lhos façam amigos, mas não as ami&amp;shy;zades erradas. Mas, a não ser que haja algum perigo em questão o melhor é deixar as crianças descobrirem por elas mes&amp;shy; mas quais são as amizades que re&amp;shy;sultam e as que não resultam.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;4. Respeite as diferenças.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
É impor&amp;shy;tante reconhecer que as necessida&amp;shy;des de sociabilidade são diferentes de criança para criança. Por exem&amp;shy;plo, nem todas as crianças precisam de ter muitos amigos. Quantidade não é qualidade. Pa&amp;shy;ra algumas crianças, um ou dois ami&amp;shy;gos pode ser o suficiente.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;5. Sirva de exemplo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Os pais que se lembram dos aniversários e pla&amp;shy;neiam encontros com amigos estão a dizer aos filhos que as amizades são importantes. Uma criança adopta a forma como os pais agem com os seus próprios amigos.
Em muitas famílias, as lições de como saber ouvir os outros e preo&amp;shy;cupar-se com eles são passadas de geração em geração.

Há poucas dádivas maiores que a amizade. E, com amor, paciência e um pouco de orientação, podemos ajudar os nossos filhos a alcançar es&amp;shy;te tesouro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhaovpyRgsNq851CfevvenBlAZjD14jjnhwFO7B91AX5fX6t6hcUM9oe8nmi9IS0ni_LIQrsjWqtNi6YVYI_DLvjWSsr5pOzgpQUaN2VHRqiJAhyphenhyphensT23zUlDIjg4EbS-eBHXvqbUZRVNC14/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Aprenda a manter a calma quando os filhos a põem doida</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/como-fazer-as-crianas-felizes.html</link><category>calma</category><category>crianças</category><category>etapas</category><category>filhos</category><category>mães</category><category>regras</category><category>vencer</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Tue, 19 Aug 2008 17:23:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-3377926118777480004</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Quando os seus filhos a põem doida: aprenda a manter a calma.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;

Uma criança que não aparece depois de ter sido chamada três vezes ou um adolescente que desafia as regras podem ser o rastilho suficiente para se perder a calma.
Depois de a raiva passar, os pais ficam muitas vezes envergonhados, perguntando-se a si próprios como foi possível que a recusa do filho em comer os feijões provocasse tamanho ataque de fúria. Asseguro-lhes que essa raiva é normal. Mas que hipóteses têm os pais de exprimir a sua raiva e resolver os problemas sem magoar os filhos ou ofender o seu amor próprio?
É claro que não existem soluções perfeitas, mas existem métodos que talvez ajudem a criar um pouco mais de paz nos vossos lares:&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5236275906421481890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjakZnNd3jOkyAxWzgeq1A3_-e301FS7e1ZLH5e6h7ff0aIqFIFSIAYv0AyNyItZuHcBpDYHQAoEL1V-tmSp7sR8NvtwBoJNeptGEMgisHg3o5S9g4XsCnNDAStA63lys1gLqaP4NUwK3nd/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;1.Estabeleça prioridades.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Ao definir regras, os pais têm que decidir o que é realmente importante nas suas famílias. Pergunte a si próprio: «Será que daqui a uma semana isto terá importância?» Valerá a pena discutir por causa de esparguete ao pequeno-almoço ou jeans com buracos nos joelhos?
Também pode fazer duas listas, uma de regras inflexíveis e outra de regras flexíveis. Os pais costumam ter problemas com este tipo de situações. Certa vez um pai perguntou-me se «as regras não são todaspara cumprir?» «Se os meus filhos souberem que estou disposto a ceder, vão aproveitar-se disso.» &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Pelo contrário - se os seus filhos souberem que há certas regras que são negociáveis, ficam mais receptivos a colaborar em relação às que não o são. Um pouco de liberdade ajuda bastante a encorajar as responsabilidades.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;2. Saia ou aguarde um pouco.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A rai&amp;shy;va descontrolada é assustadora. Uma mãe contou-me que certa vez viu-se ao espelho por acaso quando gritava com o filho. O que viu chocou-a. «Era a imagem de uma mulher com um ar enlouquecido e uma face distorcida», recorda. «Pensei: meu Deus, esta sou eu!»
Quando não temos respostas alternativas para a nossa fúria, dizemos e fazemos coisas das quais nos arrependemos mais tarde. Por isso, não esqueça: saia ou aguarde um pouco. Nos momentos de fúria, a retirada ou o silêncio são por vezes a melhor resposta.

Quando uma mãe pediu ao seu filho de 8 anos que fizesse os trabalhos da escola e lhe desligou a televisão, o miúdo empurrou-a e voltou a ligar o aparelho. Enfurecida, levantou a mão, mas depois controlou-se e disse: «Estou tão furiosa contigo que o melhor é ir-me embora daqui.» Mais tarde, o rapazinho pediu desculpa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Alguns pais pensam que se «saírem» ou «aguardarem» pode parecer que estão a desistir. Mas poucas crianças veriam as coisas desse modo. Com a atitude daquela mãe, o filho apercebeu-se certamente que fora longe demais. Se lhe tivesse batido, seria difícil convencê-lo de que não se deve empurrar nem bater.
Sair da sala pode ser um método bastante eficaz para indicar que acha&amp;shy; mos a situação muito grave. E a vantagem de ficar calado é o facto de nunca nos arrependermos.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;
3. Fale muito, ralhe pouco.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Se não consegue evitar falar quando ainda está furiosa, evite acusações directas, que podem magoar. Fale na primeira pessoa, para não afectar o amor&amp;shy;próprio da criança. Quando estiver zangada, diga: «Estou furiosa» em vez de «És impossível». O importante é exprimir o que sente e não fazer declarações sobre o carácter da criança.

As crianças não gostam de receber ordens e não podemos censurá-las por isso.
Em vez de dizer «As tuas roupas estão sempre espalhadas no chão! Como podes ser tão desmazelado?», diga antes «As roupas que não forem postas no cesto não são lavadas». As crianças sentem-se mais dispostas a colaborar quando ouvem frases neutras do que quando lhes são feitas críticas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;4. Seja breve.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Uma mãe minha conhecida ficou fula quando o filho utilizou o seu computador novo, não tendo autorização para o fazer. Disse-lhe que estava furiosa e ainda que ele deixara a sala numa desordem, o leite fora do frigorífico e se esquecera de dar a comida ao cão. No final, a criança estava visivelmente perturbada.
A maioria das crianças deixa de prestar atenção depois da primeira frase, tornando-se surda às mães. Se for breve, a mensagem tem mais hipóteses de chegar ao destino.

Não faça explicações muito longas. Conheço muitos pais cujos filhos de 5 anos já estão aptos a entrar na Faculdade de Direito. Estes pais pensam que, se derem aos filhos explicações suficientes, os miúdos deixam de estar interessados naquilo que queriam inicialmente. Nem pensar; os miúdos têm tempo de sobra para a massacrar com pedidos, na tentativa de a fazerem ceder. Quando a criança perguntar «Por que é que não posso?», não lhe dê um sermão. Em vez disso, pergunte-lhe «O que é que te parece?» ou use o seu sentido de humor: «Queres a minha explicação de dois minutos ou a de vinte minutos?»&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;
5. Fale do presente.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Um exemplo: uma amiga minha e o filho, um rapaz de 14 anos, tinham concordado que, se ele quisesse manter o seu emprego como paquete de um pronto-a-comer, teria que fazer os deveres logo a seguir à escola. Um dia, a mãe ouviu música no seu quarto e perguntou-lhe o que estava ele a fazer. Quando o rapaz encolheu os ombros, dizendo que não tinha muitos trabalhos de casa, a mãe começou a pregar-lhe um sermão. «Eu já devia saber que tu não eras capaz de cumprir o prometido!», gritou. No fim da conversa, ela acusou-o de reprovar a todas as disciplinas. «Por esse andar», disse por fim, «só vais servir para moço-de-fretes».

Mais tarde, concordou que fora totalmente injusta. «Em poucos minutos, fiz-lhe acusações sobre os próximos 20 anos da sua vida», referiu. «Ele ficou revoltado, claro.» Não faça previsões terríveis. Fale do presente.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;6. Escreva.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Em vez de falar, leve o tempo que for preciso, para anotar os seus pensamentos. E difícil conservar a fúria enquanto procuramos papel, caneta e nos sentamos, tentando reflectir acerca do que vamos dizer. As crianças dão muito mais importância àquilo que lhes escreve&amp;shy; mos. Podemos assim conseguir uma maior aproximação.

Certo dia, o porteiro de um prédio queixou-se à mãe de um garoto sobre o comportamento do seu filho. A mãe ia ralhar com o filho, mas decidiu escrever-lhe um bilhete:&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;«Querido filho:
O porteiro viu-te a brincar na entrada do prédio e, quando te pediu para parares, respondeste-lhe mal. Este bilhete é uma advertência. Eu e o teu pai temos orgulho no filho que temos e esperamos que respondas sempre às pessoas com educação e respeito. Se quiseres, podes falar comigo ou com o pai em qualquer momento. Gosto muito de ti. Mãe»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Depois de receber esta nota, o rapaz pediu desculpa ao porteiro e à mãe. Não ficou na defensiva porque, em vez de o atacar, a mensagem expressava confiança em como ele podia fazer melhor.
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;strong&gt;
7. Recupere os bons sentimentos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
É inevitável que por vezes não levemos a melhor, mas não é tão grave como parece. Tanto os pais como os filhos desejam que os bons sentimentos prevaleçam, mesmo quando as batalhas se tornam mais violentas. Por isso, é importante pacificar as relações o mais depressa possível quando todos tiverem acalmado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Alguns pais preocupam-se com o facto de que pedir desculpa lhes poderá retirar a autoridade, mas na realidade mostra respeito para com os sentimentos da criança. Ao pedir desculpa, os pais ensinam-lhe que toda a gente se pode enganar e que não há qualquer problema em admiti-lo.
Há muitas maneiras de fazer as pazes. Por vezes, um abraço e a simples frase «A mãe adora-te» são suficientes. Outras vezes, principalmente no caso de crianças mais velhas, é necessária uma conversa mais demorada. Pode começar com um comentário do género « Hoje o dia foi difícil, não foi?» ou «Diz lá como é que a mãe te pode ajudar…».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Estas técnicas não são infalíveis mas, é bom saber que, como pais, têm alguns truques na manga. Apesar de a paternidade ser um assunto sério, nós encaramo-la muitas vezes demasiado a sério.
Por vezes, o peso das nossas responsabilidades não deixa margem para a alegria de estar com os nossos filhos. Se soubermos como reduzir os confrontos amargos com as nossas crianças, poderemos apreciá-las melhor como os espontâneos e maravilhosos seres humanos que são.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjakZnNd3jOkyAxWzgeq1A3_-e301FS7e1ZLH5e6h7ff0aIqFIFSIAYv0AyNyItZuHcBpDYHQAoEL1V-tmSp7sR8NvtwBoJNeptGEMgisHg3o5S9g4XsCnNDAStA63lys1gLqaP4NUwK3nd/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Como combater a fadiga</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/como-combater-fadiga.html</link><category>biológicos</category><category>cansaço</category><category>fadiga</category><category>ritmos</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Fri, 15 Aug 2008 17:33:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-2216224809782687243</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;As cinco maneiras de combater a fadiga&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Há os madrugadores e há os noctívagos. E há também uns felizardos que são as duas coisas - estão sempre prontos para tudo, do tipo daquele amigo nosso que vai correr depois de ter passado o dia a pintar a casa. Ou da vizinha que faz umas quantas máquinas de roupa enquanto despacha o correio da associação de pais e professores no fim de um desgastante dia de trabalho.
Quer deixar de sentir-se abatido e ganhar mais energia? Siga estas sugestões que contribuirão para aumentar a sua resistência à fadiga;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5234785212002255330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHdtKuwLYlxp0_jqXRBHtXtgHgNShfwL3RpejnU7_lCqUfB_MIhnKIx_pUSrE0EiCfcTmy_d99a1xeygONMZU4sqiekhfWUEddOOp_EOygimUeNcSpomJyO_Z1_GrChtgEbvkeMjZ9wcyr/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;1. Regule o seu ritmo biológico.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Claro que dormir o suficiente é vital, mas isso não evita a fadiga.
De facto, devido ao ciclo deitar&amp;shy;despertar, é natural ficar-se cansado todos os dias à mesma hora. Quem se deita entre as 23 horas e a meia-noite pode contar com um pico de energia aí pelas 10 ou 11 horas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Entre as 13 e as 16 horas é natural que se sinta ensonado. Há ainda quem tenha um pico de energia entre as 18 e as 21 horas.
Há vários factores que contribuem para as quebras biológicas. Embora o ritmo diário tenha o seu primeiro impulso com a luz solar - é por isso que dormimos de noite -, ele é também afectado pela actividade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;O exercício pode interromper uma fase sonolenta do nosso ciclo, tal como pode acontecer com uma simpIes conversa. Por isso, se começar a cabecear à secretária aí por volta das 15 horas, levante-se e vá dar dois dedos de conversa com um colega para tentar despertar.
A melhor forma de lidar com o ritmo diário é tentar adaptá-lo ao nosso horário. Reserve os afazeres sociais - responder às chamadas, levar os filhos ao parque - para a tarde. Isto ajudá-Io-á a resistir à quebra repentina. A meio da manhã ou durante os picos de energia do fim da tarde, dedique-se àquilo que requer mais atenção - por exemplo, pagar contas ou ler um relatório.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;
2. O seu regime alimentar desempenha um papel decisivo na energia que vai ter ao longo do dia.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Eis como deve alimentar-se:&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Lembre-se de que somos aquilo que comemos. Os hidratos de carbono aumentam a produção de serotonina, uma substância química do cérebro que estimula o sono. Isso significa que um almoço de massas fettuccine o pode transformar numa lesma à tarde. Os alimentos ricos em gorduras são de difícil digestão e deixam o cérebro e os músculos subalimentados. Opte antes por uma sanduíche de peru - a combinação de proteínas com hidratos de carbono compensará a fadiga.

Comer muita fruta e legumes é também importante. Se o não fizer, as reservas de vitaminas e de minerais esgotam-se e fazem aumentar a fadiga. Actualmente, há investigadores que pensam que o boro - um mineral pouco conhecido presente nos brócolos, nas cenouras, maçãs, peras, pêssegos, uvas e amendoins - pode desempenhar um papel importante. Há estudos que apontam para o facto de as dietas pobres neste mineral enfraquecerem a memória e o poder de concentração.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Mais refeições menos pesadas. A manutenção de um nível constante de açúcar no sangue contribui para uma irrigação regular do cérebro e dos músculos. Faça cinco refeições ligeiras por dia e evite uma refeição pesada antes de uma situação em que precise de estar bem atento.
Reduza os doces. Já experimentou decerto comer uma barra de chocolate ou um bolinho para recuperar a energia. Mas talvez não o tenha conseguido, pelo menos por um grande espaço de tempo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;O açúcar é absorvido tão rapidamente pela corrente sanguínea que apenas faz elevar o nível do açúcar no sangue durante cerca de meia hora. Se vai ter uma reunião importante às 4 da tarde e já se sente estafado, é melhor ingerir um alimento rico em hidratos de carbono, por exemplo um bolinho de trigo ou milho, umas bolachinhas ou uma peça de fruta, que terão um efeito mais prolongado que o chocolate.

Experimente a cafeína, mas com moderação. Este estimulante contribui para melhorar o desempenho mental. A sua eficácia é, no entanto, limitada. A dose mais eficaz da cafeína é de cerca de 128 mg - a quantidade presente entre 150 e 240 g de café. A vivacidade mental não aumenta para além dos efeitos da dose inicial.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;3. O exercício desperta a energia.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;

Não lhe aconteceu já chegar muito cansada à aula de aeróbia e sair de lá revitalizada uma hora mais tarde? No caso afirmativo, já verificou na prática a relação entre exercício e energia. Mas nem é preciso ir tão longe. Um simples passeio pelo quarteirão dar-Ihe-á a curto prazo um novo ânimo ao provocar um aumento do nível de adrenalina no sangue.

Para aumentar a energia a longo prazo, pratique regularmente exercício. O indicado para um bom estado geral de saúde é um exercício que elimine entre 700 e 2000 calorias por semana, o equivalente a 30 a 45 minutos de marcha rápida quatro a cinco vezes por semana, ou a 30 minutos de uma actividade mais vigorosa, como a corrida ou a aeróbia, três a quatro vezes por semana.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Se está a começar, não fique surpreendido por se sentir ainda mais cansado depois do exercício. O seu organismo necessita de um certo período de adaptação. Ao fim de pouco tempo, o corpo adaptar-se-á a fornecer-lhe mais energia.
Visto que até um pequeno exercício é salutar, recomenda-se a sua prática durante 5 a 10 minutos diários, a princípio, e mais tarde 8 a 12 minutos. No espaço de um mês pode passar-se a um único exercício mais longo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A fim de colher os benefícios do aumento da energia, certifique-se de que está a praticar os exercícios com o vigor necessário. Deverá sentir que está a praticar correctamente o exercício, mas nunca a ponto de não aguentar mais que alguns minutos.
Nessas alturas, o ritmo cardíaco deverá igualar cerca de 60 a 85% do seu ritmo cardíaco máximo. Calcule-o subtraindo a sua idade a 220. Multiplique depois esse número por 0,60 e por 0,85 e meça a pulsação a meio do exercício. Para estar bem, a sua pulsação deverá situar-se entre estes dois números.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;4. Atenção aos factores psicológicos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Embora pareça física, a fadiga é muitas vezes sinal de perturbação mental, nomeadamente de depressão ou irritação. Um cansaço extremo e a sensação de se estar dm baixo devem ser encarados como sinais de alarme. Pense no que está a preocupá-lo, nas alterações da sua vida ou numa nova situação em casa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O controle dos sentimentos exige uma grande dose de energia. Mesmo que uma pessoa não seja capaz de alterar todas as situações, poderá alterar a forma como encara e lida com os acontecimentos - deixe, por isso, de remoer os maus pensamentos e comece a encarar os factos de uma forma positiva.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;5. Siga o exemplo dos desportistas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Durante a competição, os atletas não podem sentir fadiga - e chegam a ter de «arranjar» energia a partir do nada. Para tal, o truque que mais utilizam é a respiração profunda. Inspire profundamente três vezes. De cada uma delas, inspire pelo nariz até encher o peito de ar (conte até quatro), conte depois até oito para o ar circular e em seguida expire o ar lentamente, encolhendo o abdómen. Esta técnica pode também usar-se quando a «competição» a enfrentar é o chefe à espera de um relatório ou o filho pequeno a insistir noutra história. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHdtKuwLYlxp0_jqXRBHtXtgHgNShfwL3RpejnU7_lCqUfB_MIhnKIx_pUSrE0EiCfcTmy_d99a1xeygONMZU4sqiekhfWUEddOOp_EOygimUeNcSpomJyO_Z1_GrChtgEbvkeMjZ9wcyr/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Saiba como defender-se de comentários agressivos e injustos</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/frases-que-magoam-aprenda-defender-se-s.html</link><category>agressões</category><category>comentários</category><category>etapas</category><category>insultos</category><category>regras</category><category>sucesso</category><category>vencer</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 14 Aug 2008 15:46:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-2798572236734677151</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Frases que magoam: aprenda a defender-se&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;«És uma desgraça!» &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;«Ena, que vestido tão giro. Só foi pena não terem o teu tamanho.»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;«Ouvi dizer que a tua filha arranjou finalmente emprego. Foi o pai que meteu uma cunha?» &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;«Por que perdes tempo a estudar piano? Nunca hás-de tocar como a tua mãe.»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;«Estás com óptimo aspecto! Fizeste alguma operação plástica?»&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Todos os dias somos atacados por comentários mesquinhos como estes, e a maior parte das vezes não estamos preparados para eles. E podemos ouvi-los em qualquer lugar: na estrada, em horas de ponta, quando as pessoas revelam as suas piores facetas, nas bichas, quando a paciência começa a esgotar-se, no trabalho e à mesa do jantar, nas situações em que as pessoas estão mais à vontade para serem rudes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Há tantos tipos de observações antipáticas que se torna impossível catalogá-las a todas. Desde as críticas mordazes mais vulgares do dia-a-dia («Parabéns! Finalmente conseguiste!») até aos comentários que magoam tanto que nos deixam atordoados: «Como é que consegues ter um peito tão pequeno?» ou «Ah! Vejo que estás a fazer aquilo que melhor sabes - comer!».
Depois há comentários tão insensíveis que são quase inacreditáveis. Por exemplo, quando um homem conseguiu arranjar coragem para dizer à mãe que a mulher o tinha deixado e a mãe ripostou: «Não sei como é que ela aguentou tanto tempo!»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Espera-se que as famílias sejam uma espécie de porto de abrigo do mundo que nos rodeia. Mas, de facto, os nossos parentes mais próximos são capazes de dizer coisas que nunca diriam fora do círculo familiar, com a desculpa: «Só te digo isto porque sou teu amigo.»&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Por exemplo, o caso de uma mulher que se lembra de estar uma vez em frente ao espelho da casa de banho, quando tinha 12 anos, e de a mãe lhe ter dito: «Não te preocupes, filha. Se o teu nariz crescer mais, podemos fazer uma operação plástica.» Até então, nunca lhe passara pela cabeça que o seu nariz não fosse perfeito.

Para muitas pessoas o comentário mais agressivo é o que é intencionalmente cruel e destrutivo, a observação sarcástica disfarçada, mais conhecida por «crítica construtiva» (que é tudo menos isso). Podemos reconhecer os especialistas deste tipo de crítica pela maneira como puxam a conversa. Utilizam normalmente expressões como «Espero que não te ofendas com a minha sinceridade» ou «Digo-te isto para o teu bem». Nesses casos, espera-se que admiremos a crítica pela sua franqueza e que apreciemos a preocupação demonstrada, enquanto tentamos recuperar da dor profunda que nos infligiram.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5234387450640480642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHgUi7Obv0EBgaioFxu_NkC6JdnN55dx0gULXGZVtT_mNMGLVIwEg4f53vIrBWSZTPnkrYooDxFnYXYXo-Zf0xG6f9shXlsLtTXeaPBd_CYqvVX-MqzLS-sN-xW48Rk3rse1_H3GfgSZxC/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
É muito fácil, ao defendermo&amp;shy;nos de insultos, ficarmos presos num ciclo vicioso de ataque e contra-ataque. Felizmente, há maneiras de virar o feitiço contra o feiticeiro e de preservar a nossa auto-estima. Da próxima vez que for vítima de observações malévolas, tente utilizar uma das seguintes estratégias: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Veja o que está por detrás do insulto.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem faz este tipo de críticas são normalmente pessoas que precisam de descarregar a sua amargura. Se não conseguir perceber o que está realmente a perturbar o crítico, pergunte-lhe, e lembre-se de que nem todas as críticas o têm realmente a si como alvo. Por isso, mantenha uma certa distância e veja qual é o verdadeiro motivo.
A empregada do café não está a ser indelicada consigo só para o arreliar: provavelmente, na noite anterior, o namorado disse-lhe que já não gostava dela. O condutor que se enfia à sua frente não o faz propositadamente: tem pressa de chegar a casa, porque tem um filho doente. Deixe-o passar à frente, ajude-o a chegar a casa. Quando damos aos outros o benefício da dúvida, sentimo-nos mais calmos por o termos feito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Analise a observação.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Divida um ataque nas diferentes partes que o constituem e responda apenas àquilo que ficou subentendido sem se armar em vítima. Por exemplo, a alguém que nos diz: «Se gostasses de mim, emagrecias», podemos responder: «Há quanto tempo pensas que não gosto de ti?»
O segredo reside em analisar aquilo que foi dito e o que ficou por dizer antes de se deixar envolver emocionalmente. Se puder, não enfie a carapuça. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Enfrente o crítico.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Não é fácil fazer frente a insultos. Um truque a utilizar é ser directo, para, desse modo, neutralizar o comentário negativo com réplicas do tipo: «Há algum motivo para me quereres magoar?» ou «Tens consciência do que as outras pessoas podem pensar desse comentário?».

Ou então pedir à pessoa que explique aquilo que disse: «Quero ter a certeza de que percebi bem o que disseste.» Quando os críticos compreendem que estamos a perceber onde é que eles querem chegar, deixam-nos em paz. Nada envergonha mais o maldizente que ser apanhado em flagrante.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;4.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Utilize o sentido de humor.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Uma vez, alguém disse a uma amiga minha: «Com que então uma saia nova! Parece mais tecido de forrar sofás.» A minha amiga respondeu: «Vá lá, vem sentar-te no meu colo.»

Uma outra mulher contou-me a história da mãe dela, que dedicara toda a sua vida a manter sempre a casa imaculadamente limpa. Um dia, descobriu uma teia de aranha na cozinha da filha e perguntou: «Que é aquilo?» A filha troçou, dizendo: «E um projecto científico.» Brincar com as coisas é uma das melhores armas para fazer frente aos insultos. Uma resposta pronta desarma qualquer um. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;5.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Invente sinais.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma outra mulher contou-me o hábito que o marido tinha de a criticar apenas em público. Decidiu então andar sempre com uma pequena toa&amp;shy; lha atrás, e quando ele dizia qual&amp;shy; quer coisa que a magoava, punha&amp;shy;a na cabeça. O marido ficava tão embaraçado que deixou de fazer esse tipo de comentários.

Outra família arranjou uma frase que tinha a mesma intenção. Certa vez, depois de um jantar de do&amp;shy; mingo, um convidado fez o seguinte comentário: «Estava tudo uma maravilha! O frango hoje em dia, sai muito barato, não é verdade?» Agora, quando algum deles faz uma observação maldosa, há sempre um que diz: «O frango sai barato, não é verdade?» - e desatam a rir.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;6.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Afecte indiferença.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Devolva&amp;shy;lhes a música que lhe derem. Se a sua mulher comentar: «Querido, engordaste cerca de dez quilos, não foi?», responda-lhe: «Na verdade, foram quase doze.» E se ela insistir: «E não vais fazer nada?», diga, por exemplo: «Provavelmente não. Acho que vou ficar gordo por uns tempos.» Uma crítica só tem importância se lhe dermos importância. Se respondermos de forma indiferente, neutralizamo-la.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Ignore o insulto.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Analise o comentário, compreenda que não tem nada a ver consigo e não lhe dê importância. A capacidade de perdoar é uma das técnicas de sobrevivência mais importantes que podemos cultivar.

Se não estiver preparado para agir deste modo, faça com que o seu interlocutor perceba que registou a observação, mas que não lhe vai responder. Da próxima vez que alguém o agredir, sacuda uma migalha imaginária da camisa. Quando a pessoa lhe perguntar o que está a fazer, diga: «Pensei que me tinha caído qualquer coisa em cima, mas devo ter-me enganado.» Quando os outros percebem que os topámos, passam a ser muito mais cuidadosos.

Uma outra maneira é fingir-se desinteressado. Pisque os olhos, boceje e olhe para o lado com uma expressão de quem não está para se maçar. As pessoas detestam pensar que estão a ser maçadoras. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Utilize a técnica dos dez por cento.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nunca ninguém será absolutamente capaz de deixar de se sentir atingido por algum comentário corrosivo. Tente aceitar alguns ataques verbais como a libertação normal de todas as frustrações com que somos confrontados. A maioria de nós tenta não magoar os outros, mas por vezes erramos. Por isso, defenda-se quando achar que é ocasião para isso, mas não deixe de ter em conta a solução dos dez por cento. Isto é: Dez por cento das vezes que compramos qualquer coisa, descobrimos depois que poderíamos ter comprado o mesmo artigo mais barato noutro sítio. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Dez por cento das vezes, algo que emprestámos a alguém é-nos devolvido danificado.
Dez por cento das vezes, até o nosso melhor amigo pode dizer qual quer coisa impensada e depois arrepender-se.
Por outras palavras, tente ser menos susceptível. Quase sempre, é mais fácil partir do princípio de que as pessoas estão a fazer o melhor que podem e que muitas não têm consciência do impacte que o seu comportamento pode ter.
É muito mais difícil estar constantemente a defender-se, a tentar ter razão e a controlar-se. Tente perdoar e ganhará com isso muito mais que dez por cento.

Buda respondeu uma vez a um homem que o atacara verbalmente: - Meu filho, se alguém recusasse um presente, a quem é que este pertenceria?

O homem retorquiu: - A quem o oferecera. Pois bem - respondeu Buda -, não aceito o teu insulto.
O Mundo está cheio de gente que pretende fazer-se valer rebaixando o próximo. Essa gente tem os bolsos cheios de comentários desagradáveis e distribui-os indistintamente por quem encontra.
Recuse-se a aceitar esse tipo esse tipo de insultos, mesmo quando são proferidos sob a capa enganadora de uma demonstração de amor, pois, se os ignorar, reduzirá a tensão, fortalecerá o seu relacionamento com as pessoas e viverá bastante mais feliz.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHgUi7Obv0EBgaioFxu_NkC6JdnN55dx0gULXGZVtT_mNMGLVIwEg4f53vIrBWSZTPnkrYooDxFnYXYXo-Zf0xG6f9shXlsLtTXeaPBd_CYqvVX-MqzLS-sN-xW48Rk3rse1_H3GfgSZxC/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">7</thr:total></item><item><title>Depressão: como agir</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/depresso-como-agir.html</link><category>depressão</category><category>melancolia</category><category>mental</category><category>mente</category><category>perturbações</category><category>Saúde</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Sun, 3 Aug 2008 16:36:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-4351325318798065206</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc6600;"&gt;Depressão: como actuar atempadamente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;Todos os anos milhões de homens e mulheres sofrem de depressão, o que torna esta, de longe, a mais comum das doenças mentais graves em muitos países. Pior ainda, alguns milhares doentes depressivos, incluindo um número alarmante de adolescentes, acabam por suicidar&amp;shy;se muitas vezes, segundo se crê, antes de a sua doença ter sido identificada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Vários estudos realizados em diversos países, revelam que apenas um terço dos doentes que sofrem de depressão procura tratamento. No entanto, quando tratados, 80 a 90% deles podem ser ajudados através de novos medicamentos e de terapia e podem nunca mais ter manifestações da doença, desde que aqueles que os rodeiam notem a tempo os seus problemas e o tratamento comece prontamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A depressão clínica não deve ser confundida com melancolia. Toda a gente passa por breves períodos de tristeza ou de melancolia. E algumas vezes a depressão surge por razões perfeitamente compreensíveis: a morte de um ente querido, a perda do emprego ou o desfazer de um casamento. Mas a maior parte das pessoas adapta-se gradualmente a essas perdas.
A depressão clínica difere da melancolia em termos de duração e gravidade. Para algumas pessoas pode estar associada a perturbações bioquímicas ao nível dos neurotransmissores do cérebro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Nas pessoas com tendência para a depressão, o que aparece como uma reacção normal passa a adquirir um funcionamento bioquímico autónomo. Os sistemas reguladores continuam a funcionar, e a pessoa sente uma perda total de energia e de interesse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Se não for tratada, dá-se frequentemente uma recaída, e a cada recaída aumentam as probabilidades de mais uma crise. Metade daqueles que passam por uma primeira crise não tratada terão uma segunda, e depois da terceira há 90% de hipóteses de virem a ter uma quarta. Por isso, o tratamento feito logo no início dos primeiros sintomas é essencial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
As perturbações depressivas ocorrem sob duas formas principais. A doença unipolar é caracterizada apenas por manifestações de depressão - desânimo periódico e perda da esperança, indo de situações moderadas a graves. Na doença bipolar (ou maníaco-depressiva), a pessoa oscila entre extremos, com períodos de depressão alternando com outros de grande euforia e comportamento estranho, tal como falar sem parar ou gastar dinheiro irreflectidamente. Por razões desconhecidas, cerca de dois terços dos pacientes da doença unipolar são mulheres. Os casos bipolares distribuem-se mais uniforme&amp;shy; mente pelos dois sexos. Qualquer de&amp;shy;les atinge todos os grupos etários.&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;
De acordo com os especialistas, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;os sintomas clássicos de depressão grave incluem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;:&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Alterações pronunciadas do sono;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Perda de apetite e/ou de peso, ou, pelo contrário, apetite exagerado e aumento de peso; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Estados de espírito persistentemente tristes, ansiosos ou «vazios»;
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Falta de esperança ou pessimismo;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Sentimentos de culpa, de incapacidade, de inferioridade;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Fadiga ou perda de energia; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;

&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Pensar ou falar na morte ou no suicídio; ameaças ou tentativas de suicídio. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;

Existem, no entanto, outros sinais de aviso da depressão que não são tão óbvios e que não correspondem à imagem vulgarizada do depressivo como uma pessoa triste e distante. Muitas vezes, são tão subtis e vagos que são mal interpretados pela família e pelos amigos.
Até mesmo os médicos podem não dar por esses sintomas ou então minimizá-los e, no entanto, a identificação atempada dessas pequenas pistas pode significar literalmente a diferença entre a vida e a morte.&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;Quais são esses sinais mal conhecidos da depressão? A palavra-chave é mudança - qualquer coisa não habitual acerca da pessoa. E claro que uma simples diferença de comportamento isolada não significa automaticamente uma depressão. Mesmo assim, se se observar alguns dos sintomas que adiante se descrevem, quer súbita, quer gradualmente, é porque alguma luzinha se deve ter apagado no cérebro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5230317890324752274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHgk5F2f1s-xoYoZ6afitnhuyjXh7S0gqknkSXxnoq5E4-h3GJB1yHobljMgBUeyBPZk9KsWU31JkCvYUUdxwcMhVXdsW_7BUUjDsvhaS78Z-EKPKBtEU2_XcPtn0zNx29YFU7zysAdopH/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Silêncio súbito.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Um jardineiro de 54 anos que vivia na zona norte do estado de Nova Iorque e que normalmente era bastante conversador durante o jantar com a família, descrevendo à mulher e aos dois filhos os acontecimentos do seu dia de trabalho, tornou-se subitamente silencioso à mesa. Noite após noite, não dizia uma palavra. Sempre que a mulher referia esse silêncio, respondia&amp;shy;lhe bruscamente e anunciava que ia deitar-se.
Como aquela situação não habitual se mantivesse, a mulher sugeriu-lhe: «Talvez fosse bom ires consultar um médico.» Ele recusou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Finalmente, cerca de dois meses mais tarde, depois de ler num jornal um artigo sobre a depressão, resolveu procurar ajuda. Em breve, estava a ser tratado a uma depressão grave. Depois de ultrapassada essa crise depressiva, admitiu que a ideia de suicídio «chegou a passar-lhe pela cabeça», mas finalmente a sua vida estava novamente em ascensão.
Geralmente, a pessoa deprimida afasta-se do contacto com os outros e quer estar só com os seus pensamentos mórbidos de auto-acusacão. Contudo, muitas vezes acontece que o ou a doente cumpre mecanicamente as suas tarefas do quotidiano, especialmente no emprego, de modo que o «afastamento» pode não ser completamente evidente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Exagerar pequenos nadas. «o meu chefe não veio ter comigo para me cumprimentar», queixava-se o marido à mulher, depois de uma festa no escritório. «Se calhar, está zangado comigo.»
A mulher argumentou que ele também não atravessara a sala para ir falar ao chefe. E também lhe fez notar que o local estava apinhado de gente e que o chefe só lá ficara durante muito pouco tempo. Mas o marido não se deixou convencer.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;A um nível muito subtil, aquele que sempre viu o copo meio cheio passa a vê-lo meio vazio.
Pequenos factos que antes teriam parecido perfeitamente insignificantes passam a ter muita importância e a tornar-se motivo de grande preocupação.
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Esquecimentos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Quando uma secretária, residente em Coimbra (Portugal), trabalhava numa empresa de fotocópias, começou a ficar cada vez mais esquecida. Tinha de verificar as moradas e as entrevistas mais de uma vez e chegou mesmo a ter de parar o carro na berma da estrada para se lembrar aonde ia.
«Disse ao meu médico que julgava ter a doença de Alzheimer, embora estivesse apenas na casa dos 40», afirmava ela. «Ele pediu-me para contar de diante para trás e para dizer de cor algumas coisas mais, e depois disse-me: «O seu caso é apenas uma questão de stress. Vá para casa e descanse.»
Este médico não procurou ir mais fundo, e, não muito depois, a depressão atingia-a. No entanto, mais tarde, tratou-se e recuperou.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Irritabilidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Um director de enfermagem em Paris, estava a falar com uma enfermeira cujo marido não queria que ela trabalhasse de noite. Em vez de discutir o assunto, o director retorquiu com brusquidão: «O que é que ele quer? Ele não sabe que as enfermeiras trabalham de noite? Por que se casou então com uma?»

A irritabilidade e a cólera são o manto com que os depressivos muitas vezes disfarçam a sua tristeza e isolamento. Infelizmente, uma resposta colérica ou irritada ainda torna as coisas piores. Os outros podem ripostar no mesmo tom, transformando uma discussão sem grande importância numa verdadeira «tempestade». Resultado: a pessoa deprimida sente-se pior a respeito de si mesma, tornando a depressão ainda mais acentuada.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Refúgio na rotina.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Um homem cujas paixões eram o teatro e o baseboI começou a ficar em casa, mantendo a sua actividade limitada a uma rotina estabelecida. Quando a mulher lhe sugeriu a ida a um determinado espectáculo, recusou com brusquidão. Este comportamento era nele tão fora do normal que a mulher resolveu consultar o médico da família, que, após a confirmação de outros sintomas, começou a tratá-lo de depressão.

Um primeiro sinal é quando uma pessoa que sempre foi dinâmica e interessada por diversas actividades passa a ter uma atitude passiva e a refugiar&amp;shy;se no banal quotidiano.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Aspecto descuidado.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Uma directora de uma Clínica de Medicina Comportamental dos Serviços de Saúde de Stanford, na Califórnia, fez notar que o facto de uma pessoa começar de repente a desinteressar-se pelo seu próprio aspecto pode ser um sinal da doença. «Pode acontecer que uma pessoa que sempre teve grande preocupação com o seu aspecto e um cuidado extremo com a maneira de vestir passe de repente a desinteressar-se de tudo isso e a mostrar-se desleixada», afirmou. «Isto pode ser um sintoma de depressão - uma perda de interesse ou de prazer, uma ausência de atenção por si mesmo.»&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Indecisão.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Uma mulher começou a ter dificuldade em escolher o que queria comer nas listas dos restaurantes. «Escolhe por mim», dizia ao marido. Do mesmo modo, em casa e com o telecomando na mão, não conseguia tomar uma decisão sobre o canal de TV que queria ver.
A indecisão acompanha muitas vezes a falta de concentração dos pacientes com depressão; às vezes, é o único sintoma. Tomar decisões torna&amp;shy;se um fardo excessivamente pesado.
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Dores misteriosas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
As pessoas deprimidas podem queixar-se de dores no estômago, nas costas e de outra situações de desconforto que não respondem a tratamentos.
As queixas mais vulgares, são as dores e a rigidez musculares e na maioria das vezes torna-se necessário um exame médico completo.
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Euforia súbita.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Algumas vezes, uma pessoa mantém-se no mais profundo desespero durante semanas ou até meses e um dia, sem mais nem menos, sai dessa situação e aparece como que liberta. A família pode, enfim, descansar, pensando que o pior já passou.
Na realidade, este pode ser o período mais perigoso, exigindo mais, e não menos, vigilância. As «melhoras» podem querer dizer que, após ter procurado, sem sucesso, uma saída para aquilo que pensa ser uma situação sem esperança, o paciente pode ter-se decidido pelo suicídio. As supostas «melhoras» podem reflectir alívio por, finalmente, ter tomado uma decisão sobre o que fazer.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Como ajudar.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O que deve fazer se reconhecer, de maneira persistente, um ou mais destes sintomas num familiar ou num amigo?&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Em primeiro lugar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, deve falar com essa pessoa sobre o assunto. Tentar descobrir o que ela sente. Se não conseguir convencê-la a discutir o problema, tente uma abordagem do tipo «Fazes-me lembrar o tempo em que estive com uma depressão». Isto pode fazer que ela se abra.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Em segundo lugar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, sugira ajuda profissional. Marque-lhe mesmo uma consulta médica, se necessário, e acompanhe a pessoa se lhe parecer que se justifica. Depois, vá acompanhando o caso para se assegurar de que ela toma os medicamentos e vai às consultas.
Com antidepressivos, alguém que esteja gravemente deprimido normalmente regista melhoras dentro de quatro a seis semanas. O recurso à psicoterapia requer mais tempo. Muitos médicos utilizam uma combinação dos dois sistemas. Pode, no entanto, acontecer que ao fim de seis meses não haja sinais de recuperação e que seja necessário recorrer durante mais tempo à medicação.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Em terceiro lugar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, dê apoio emocional. Não ofereça soluções simplistas, como «Amanhã as coisas estarão melhor». Ajude a pessoa a centrar-se em actividades que ainda lhe agradam - jogar ténis, fazer jardinagem - e a afastar-se das que aprofundam a depressão. Escute-a com compreensão, chame-lhe a atenção para as realidades da situação e manifeste sempre esperança.
Sobretudo, não ignore as ameaças de suicídio ou conversas sobre a mor&amp;shy; te. Considere estas ameaças sérias e não se limite apenas a uma atitude compreensiva.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A depressão é uma doença incapacitante. Mas com uma pequena ajuda de amigos ou familiares atentos e tratamento médico adequado, a maior parte das pessoas cura-se e volta a ter uma vida activa e saudável.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHgk5F2f1s-xoYoZ6afitnhuyjXh7S0gqknkSXxnoq5E4-h3GJB1yHobljMgBUeyBPZk9KsWU31JkCvYUUdxwcMhVXdsW_7BUUjDsvhaS78Z-EKPKBtEU2_XcPtn0zNx29YFU7zysAdopH/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">10</thr:total></item><item><title>Cancro da vagina</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/08/cancro-da-vagina.html</link><category>cancro</category><category>câncer</category><category>Saúde</category><category>vagina</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Sat, 2 Aug 2008 16:26:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-3485576078333178016</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;O que é o cancro da vagina?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;O cancro da vagina, que se manifesta com um crescimento incontrolado de células anómalas no tecido vaginal, é uma das formas mais raras de tumor na mulher (somente cerca de 1 % dos tumores ginecológicos). A maior parte dos tumores da vagina (cerca de 95%) são epidermóides, isto é semelhantes aos tumores da pele. Os outros são os adenocarcinomas de células claras e o sarcoma.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;Causas do cancro da vagina&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O adenocarcinoma de células claras é consequente à exposição do feto feminino ao dietilstilbestrol (DES), administrado à mãe durante a gravidez para prevenir o aborto.
Manifesta-se geralmente durante a adolescência, isto é 15-20 anos mais tarde. Todos os outros tipos de cancro da vagina aparecem entre os 45 e os 65 anos e a sua causa não é conhecida. A incidência do cancro da vagina é no entanto maior nas mulheres que contraíram infecções virais, sobretudo verrugas genitais causadas pelo HPV (Human Papílloma Vírus) e pelo herpes.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;SINTOMAS:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Perdas de sangue expontâneas ou depois de uma relação sexual;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Secreções vaginais aquosas;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Dor durante as relações sexuais;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Frequente necessidade de urinar se o tumor se propagou à bexiga;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;rânsito&lt;/span&gt; intestinal doloroso se o tumor se propagou ao recto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5229944039599649490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUoNpdi7ipPM3yrmpZDni8DOBShTjhcCG3vqZplvTW1ddglNfYKUtrAd3aZYeIy35X0PnfoeG1dm-HFHWRGHKhsMgWnNOZ_qO9GyPt93HwYQhhrAc1LMmyHkyjaMaHg3Frt1BF7WtFiLFo/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Perdas de sangue, secreções vaginais anómalas e dores durante as relações sexuais requerem uma consulta ginecológica para determinar a eventual presença de um cancro da vagina.&lt;/span&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Terapia do cancro da vagina&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Quando se deve consultar o médico?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Ocorre consultar o gineco&amp;shy;logista logo desde o aparecimento dos primeiros sintomas. Os adolescentes que têm mães às quais foi administrado o dietilstilbestol devem submeter-se a controlos regulares preventivos a partir da puberdade.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O que faz o médico?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A presença de células anómalas que fazem pressupor um cancro na vagina é geralmente detectada durante um esfregaço vaginal, exame de controlo que deve ser executado pelo menos de três em três anos. Se o esfregaço revela a presença de células anómalas, um teste à base de iodo permite definir a zona que se deve examinar. O tecido que não se colora de castanho escuro é suspeito de carcinoma. O médico executa a este ponto uma biopsia das zonas não coloridas. Se a biopsia confirma a presença de um cancro, efectuam-se mais alguns exames (análises do sangue, radiografias) para saber se o tumor se propagou a outros órgãos.Geralmente o cancro da vagina propaga-se à bexiga e ao recto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;Terapia do cancro da vagina&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A terapia depende da localização, da extensão do tumor e em parte também da idade e das condições gerais de saúde da paciente. Um tumor localizado no terço superior da vagina requer uma intervenção de histerectomia ou ovariectomia, isto é de remoção do útero, dos ovários e das trompas, para além de uma extirpação da parte superior da vagina (vaginectomia) e dos gânglios linfáticos circunstantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Se a paciente é jovem e deseja ter filhos, e se a extensão do tumor parece limitada pode proceder-se à remoção da zona afectada fazendo a seguir à intervenção cirúrgica uma radioterapia intensiva.
Se, pelo contrário, o tumor se propagou à bexiga ou ao recto, a intervenção cirúrgica é mais invasiva. Por fim, se as células tumorais se propagaram a outras partes do corpo, para além da intervenção cirúrgica são necessárias a radioterapia e a quimioterapia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O que fazer sozinhos?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Para os adolescentes sujeitos a risco - cujas mães tomaram DES durante a gravidez os controlos médicos devem começar a partir da primeira menstruação.
Quando se encontram presentes infecções virais, é o ginecologista a estabelecer a frequência dos controles.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Como se desenvolve o cancro da vagina?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Geralmente no início o tumor da vagina é silente. É por esta razão que a doença é muitas vezes diagnosticada só quando o tumor se propagou a outros órgãos (bexiga e recto).
O diagnóstico do cancro num estádio demasiado avançado torna necessária uma intervenção cirúrgica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;O cancro da vagina é grave?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Sim, as probabilidades de sobreviver cinco anos depois de se ter submetido à intervenção cirúrgica e em ausência de recidivantes são de 30%.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt;Pode prevenir-se o cancro da vagina?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Dado que a causa deste tipo de tumor não é conhecida, podem evitar-se somente os factores de risco. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;O Evitar ter relações sexuais com numerosos parceiros para reduzir o risco de expor-se a infecções ginecológicas virais. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiUoNpdi7ipPM3yrmpZDni8DOBShTjhcCG3vqZplvTW1ddglNfYKUtrAd3aZYeIy35X0PnfoeG1dm-HFHWRGHKhsMgWnNOZ_qO9GyPt93HwYQhhrAc1LMmyHkyjaMaHg3Frt1BF7WtFiLFo/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Antraz - carbúnculo</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/07/antraz-carbnculo.html</link><category>antraz</category><category>carbúnculo</category><category>infecção</category><category>Saúde</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Fri, 25 Jul 2008 17:49:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-6434192233833446904</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Antraz - infecção aguda&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;O que é o antraz?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

O antraz, conhecido também com o nome de carbúnculo, é uma infecção aguda provocada por esporos que se formam a partir de uma bactéria. A doença manifesta-se habitualmente nos locais de criação de gado (geralmente os herbívoros, mas sobretudo as ovelhas e as cabras), mas também entre os animais selvagens. Existe por isso maior risco de contágio nas regiões agrícolas, apesar das áreas onde se detecta a maior difusão sejam a Ásia, a África, a América central e meridional. Nos seres humanos, o contágio pode verificar-se logo após o contacto com animais infectados, mas também através do simples contacto com a sua carne ou a sua lã. Existem duas estirpes desta bactéria: uma de origem natural, presente em algumas zonas geográficas onde as condições ambientais permitem a sobrevivência dos esporos, e a outra criada em laboratório. Ambos os tipos podem ser usados como arma bacteriológica, factor de risco que levou o Departamento de Defesa americano a impor uma vacinação em massa a todos os militares envolvidos num conflito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226995840598156066" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioLeTtUIb968fweDbyOt0YTS9MM_-e5KVAam6CVx0xHHYwIMK3unN6AtWu2osw-o6iVQy77ia5-CJHVPWA3veq_oJTxwG52YNyDjFl-YSu5tRcKKTLNzsgcnfXrw3NghKNwAyaQ8y-Sm9j/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Os tipos de antraz&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A infecção pode desenvolver-se em três formas diferentes: pulmonar, gastrointestinal e cutânea. Na primeira forma, letal em cerca de 90% dos casos, os sintomas podem ser confundidos com os de uma gripe comum: só com o passar dos dias se verificam insuficiências respiratórias e cardíacas graves. A forma gastrointestinal, mortal em cerca de 25-60% dos casos, provoca uma inflamação aguda do intestino que causa náusea, vómito, diarreia, febre e dores abdominais. A última forma, a cutânea, é a menos grave (a mortalidade é de 20%): uma erupção semelhante a uma picada de insecto transforma-se muito rapidamente numa pústula amarelada com uma zona necrótica central.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Quais são as causas do antraz?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A bactéria responsável pelo antraz (Bacillus anthracis) produz esporos capazes de causar a infecção no homem, a forma mais comum da doença é a cutânea, provocada pela introdução das bactérias nas lesões cutâneas: está sujeito a risco quem trabalha a lã e os pêlos. Na forma gastrointestinal, por sua vez, o contágio verifica-se por ingestão da carne infectada. A infecção pulmonar é extremamente rara na natureza porque a dimensão dos esporos não lhes permite penetrar na mucos a ,das vias respiratórias baixas. E só através de um processo artificial de redução dos esporos em partículas muito pequenas que a bactéria se torna uma arma bacteriologica muito perigosa.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226995839394637890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirLQkpbfxeK2OUO6m9_hSnAs7IRGMwzjZTfm0udX8cgrLUIE33lmoWrOQfNb6QQAtA4Pyb2AziqVT2d1ZkXG_SEesElJFDp7B12ApaUofMrxAeKy97EWLhKGH2gmSp1zF4PbdKMBTFRUm6/s400/Digitalizar0002.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;SINTOMAS:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Na forma pulmonar: febre elevada, cefaleia, tosse seca, dificuldades respira&amp;shy; tórias e dores torácicas; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Na forma gastrointestinal: febre, dores abdominais, náuseas, vómitos e diarreia também com presença de sangue; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;

&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Na forma cutânea: aparecimento de pápulas pruriginosas que se transformam em vesículas cheias de um líquido amarelo-avermelhado. Quando se rompem forman uma lesão escura e dura.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Quando consultar o médico?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O mais rapidamente possível. Se o indivíduo suspeita que foi contagiado, deve dirigir&amp;shy; se imediatamente a um hospital bem equipado.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;O que faz o médico?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Nos pacientes com uma situação suspeita é procurado o bacilo no sangue, nas abrasões da epiderme e nas secreções respiratórias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Qual é a terapia do antraz?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A profilaxia é a administração de antibióticos específicos: a eciprofloxacina é sem dúvida o fármaco mais eficaz, mas também a doxicic1ina se pode considerar aceitável. A imunização através da vacina prevê três injecções em duas semanas seguidas de três reforços de seis em seis meses.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O antraz é perigoso?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A forma inaladora é muito perigosa; é indispensável intervir dentro das 48 horas a seguir à manifestação dos primeiros sintomas. As outras duas formas são menos agressivas, mas também é indispensável reconhecer os sintomas e intervir com brevidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Como evitar o antraz?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Em algumas áreas geográficas, onde a incidência da infecção é alta e o gado não é submetido a vacinações de massa, é importante evitar o contacto com os animais e o consumo de carne. encontra-se disponível também uma vacina para o homem que garante uma eficácia de cerca de 93%.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioLeTtUIb968fweDbyOt0YTS9MM_-e5KVAam6CVx0xHHYwIMK3unN6AtWu2osw-o6iVQy77ia5-CJHVPWA3veq_oJTxwG52YNyDjFl-YSu5tRcKKTLNzsgcnfXrw3NghKNwAyaQ8y-Sm9j/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>As perturbações da visão</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/07/as-perturbaes-da-viso.html</link><category>hipermetropia</category><category>miopia</category><category>olhos</category><category>perturbações</category><category>Saúde</category><category>visão</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 24 Jul 2008 18:39:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-6951455980514161612</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Quando os nossos olhos nos enganam&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;São numerosas as afecções que provocam perturbações da visão. Estas perturbações são caracterizadas por vezes por uma opacidade do inteiro campo visual, como se um gel tivesse sido aplicado sobre os olhos ou sobre os óculos. Nalguns casos, o contorno dos objectos é ofuscado; noutros, os objectos estão focados mas apresentam manchas ou auréolas luminosas.&lt;/div&gt;
As causas mais frequentes das perturbações da visão são a miopia ou a hipermetropia. Estas anomalias desenvolvem-se lentamente, no decurso de meses ou de anos. A miopia e a hipermetropia são perturbações benignas que podem ser facilmente corrigidas com óculos ou lentes de contacto.

As perturbações da visão são por vezes o sintoma de uma afecção que pode ser tratada se se intervém tempestivamente. Algumas destas perturbações requerem efectivamente uma terapia de urgência, em ausência da qual podem levar à cegueira. Também algumas doenças sistémicas podem muitas vezes estar associadas a perturbações da visão.



&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226637931172792434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi68yJHi1Gpae7gJQn2kRVM-FXgVNA9xXwqwTi6CUllnDGBaJP5ThCmu1dHwmrg2-z6kgxzgsqYfpwvQ1E9-X2T_Rep6mMPS1xT32cTQXi2JFw7i2eg1YJ9XOQI91YuDde6Tx4iEmFeX14U/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;As causas das perturbações da visão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Protrusão dos olhos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As perturbações da visão podem ser causadas por uma protrusão dos globos oculares, que geralmente não é acompanhada por dores. A afecção responsável por estas perturbações é denominada exoftalmia, ou inflamação dos tecidos da órbita ocular. A exoftalmia pode manifestar-se sozinha ou associada a hipertiroidismo, com um tumor ou com uma inflamação dos tecidos da órbita denominada celulite orbital. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Catarata:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Uma perturbação da visão que persiste durante várias semanas ou meses num indivíduo com mais de cinquenta anos é em princípio causada por uma catarata (opacidade do cristalino). A catarata é uma afecção muito comum a qual se pode obviar com uma simples intervenção cirúrgica. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Miopia ou hipermetropia:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A miopia é uma afecção crónica congénita. Em princípio é diagnostica da relativamente cedo e pode ser corrigida com o uso de óculos ou de lentes de contacto. A hipermetropia manifesta-se precocemente e é também esta corrigível com o uso de lentes. A pres&amp;shy; biopia é uma outra afecção que reduz a visão de perto mas manifesta-se somente depois dos quarenta anos.
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Glaucoma:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O glaucoma é provocado por uma acumulação inesperada de líquido no globo ocular que faz aumentar a pressão no interior do olho; se não se intervém tempestivamente, leva à cegueira. Os sintomas do glaucoma são perturbações da visão que afectam somente um olho, com percepção de auréolas à volta das fontes luminosas e dor ocular.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Uveíte:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Alterações da visão, olhos avermelhados e uma dor que se manifesta geralmente durante alguns dias são sintomas de inflamação da íris. Trata-se de uma perturbação bastante rara mas que necessita de uma intervenção terapêutica tempestiva. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Degenerescência macular&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; :&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Uma perturbação que não afecta a visão periférica mas aquela central pode ser o sintoma de uma degenerescência macular da retina, se o indivíduo ultrapassou os cinquenta anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Hemicranias:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
As perturbações da visão com o aparecimento de clarões de luz e manchas acompanhadas por dores de cabeça intensas, náuseas e vómitos são sintomas dolorosos da hemicrania. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Ataque isquémico transitório:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
As perturbações da visão que afectam somente um dos olhos, associadas a cefaleias violentas, estonteamentos e perturbações sensoriais tais como entorpecimento e formigueiro numa parte do corpo, podem ser sintoma de um ataque isquémico transitório que precede um acidente vascular cerebral.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Deslocamento da retina:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A percepção de clarões ou manchas (descritas como moscas voadoras) no campo visual pode ser o sintoma de um deslocamento da retina que requer uma intervenção médica rápida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Retinopatia:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Uma diabetes não tratada pode provocar lesões dos vasos sanguíneos da retina e uma retinopatia diabética. Esta complicação é por vezes o primeiro sintoma de uma diabetes não insulino-dependente. A retinopatia diabética manifesta-se com graves perturbações da visão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;CONSELHOS:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Quando se usam lentes correctivas, o prog res&amp;shy; sivo aIJarecimento de perturbações da visão, sem outros sintomas, indica que chegou o momento de mudar de lentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Se as perturbações da visão anunciam um ataque de hemicrania, pode beber-se um café, tomar uma aspirina ou deitar-se às escu raso Estas medidas permi&amp;shy; tem por vezes evitar ou atenuar a hemicrania.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi68yJHi1Gpae7gJQn2kRVM-FXgVNA9xXwqwTi6CUllnDGBaJP5ThCmu1dHwmrg2-z6kgxzgsqYfpwvQ1E9-X2T_Rep6mMPS1xT32cTQXi2JFw7i2eg1YJ9XOQI91YuDde6Tx4iEmFeX14U/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total></item><item><title>Como ultrapassar o fracasso e obter o sucesso</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/07/como-ultrapassar-o-fracasso-e-obter-o.html</link><category>etapas</category><category>fracasso</category><category>regras</category><category>sucesso</category><category>vencer</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Fri, 18 Jul 2008 15:12:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-4289642307403275652</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Não tema o fracasso&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;E aqui está você: completamen&amp;shy;te atolado numa carreira pro&amp;shy;fissional insípida, a pensar no motivo por que o sucesso está pra&amp;shy;ticamente ao seu alcance, embora não consiga que se torne realida&amp;shy;de. A resposta dada por todos os grandes líderes empresariais é a mesma. O sucesso foge-lhe por en&amp;shy;tre os dedos porque - prepare&amp;shy; -se! - você ainda não falhou o suficiente. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Muitos especialistas na área da evolução de carreiras profissionais consideram o fracasso como o «óleo de fígado de bacalhau» do suces&amp;shy;so. Não se pretende que a pessoa se agarre a um determinado fracasso, para ser misticamente recom&amp;shy;pensada com um triunfo. Digamos antes que é do conhecimento ge&amp;shy;ral que todos aqueles que se arris&amp;shy;cam a fracassar e tiram lições dos erros cometidos têm mais oportu&amp;shy;nidades de ser bem-sucedidos em tudo o que empreendem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224409345308702210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEintX7bQxiaGlgZ6ORlyQT0D7xhjkGpNXZdYIfywLs6LIfu-ozE_YDP_rGtjfqY9XGifcZj08IFruj_gyMjiEJyN5GIZQDYXNroCtzHe4CQ_BH9LVmFLywfZAL3eJCO2GYd0aSIjJ_WHKcS/s400/1.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Se você nunca fracassou em nada, isso talvez se deva ao facto de ter estado sempre em "ponto-morto», acomodado, evitando correr riscos que o obrigassem a um desafio. É claro que sofreu pequenas contra&amp;shy;riedades no amor ou na escola, mas pode dizer-se que nunca fracassou de forma significativa. Não se preo&amp;shy;cupe, toda a gente tem uma oportunidade. Nin&amp;shy;guém está eternamente protegido contra o fracasso. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;O fracasso é fácil de reconhe&amp;shy;cer. Implica, normalmente, a per&amp;shy;da de dinheiro, de auto-estima ou de posição social. Na melhor das hipóteses, o fracasso corresponde simplesmente ao facto de não se obter aquilo que se pretende. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Não se pretende com isso dizer que as pessoas racionais devam dese&amp;shy;jar ser atingidas por calamidades. No entanto, uma boa dose de azar é muitas vezes uma forma dolorosa, mas eficaz, de aprender. En&amp;shy;sina-nos algo sobre as nossas ca&amp;shy;pacidades e faz-nos tomar cons&amp;shy;ciência das nossas limitações. Tudo isso desem&amp;shy;penha um papel importante no processo de amadurecimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
As pessoas que conseguem tirar partido das suas derrotas são as mais procuradas pelos grandes líderes em&amp;shy;presariais, por serem boas lutado&amp;shy;ras. O sucesso contínuo dá origem à arrogância e à displicência. Muitos empresários interessam-se mais pelas pessoas que gostam de ir à luta e que não tenham medo de arriscar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Isto implica, para essas pessoas, cometer erros hones&amp;shy;tos. As pessoas mal sucedidas, evitam instintivamente os ris&amp;shy;cos, mesmo nos casos em que um jogo inteligente poderia vir a ser compensador. Aprende-se muito mais com os fracassos do que com aquilo que dá certo. O fracasso é meramente o pre&amp;shy;ço que se paga por procurar no&amp;shy;vos desafios. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224409347930195026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigc_9GMfhMps85UFnsAYmuOm9jHp8YJXIME9f_Yd7HANBUr7AV7d4Ppb5H7XJA455Rd8ygbkFIqD9_dh6H-JY12bdV8yeBOqicHNpWpl4sNJzNzPYEcauTySqtcHDuVNoFh-39YS6biYxv/s400/sucesso.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Se a ideia de cometer erros o faz ficar perplexo, &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;aqui vão algu&amp;shy;mas sugestões úteis&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;: &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Não utilize a palavra «fracas&amp;shy;so».&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Aqueles que têm maior suces&amp;shy;so rara&amp;shy;mente mencionam o termo «fra&amp;shy;casso», palavra «pesada», que su&amp;shy;gere um beco sem saída pessoal.
Em meados dos anos 50, Vic&amp;shy;tor Kiam, o dono da Remington, perdeu a oportunidade de adqui&amp;shy;rir os direitos de um produto novo e desconhecido por este ter sido criticado pelos colegas. O produ&amp;shy;to era o velcro. Pois é ... &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
«Eu podia ter ficado desmorali&amp;shy;zado com esse facto», afirmou Kiam, autor de Live to Win (Viver para vencer), «mas prefiro considerá-lo como mais um acidente de percurso. Além disso, se não tivesse aprendido algo com essa opinião errada, que se deveu a não ter tido confiança em mim próprio, eu nun&amp;shy;ca teria comprado a Remington.» &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;2. Não leve as coisas demasiado a sério.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;O fracasso é uma ati&amp;shy;tude e simultaneamente um resul&amp;shy;tado. Quan&amp;shy;do as coisas lhe correm mal, você intitula-se logo de falhado?
As palavras que utiliza para se descrever a si próprio podem tor&amp;shy;nar-se uma realidade poderosa. Se disser muitas vezes que é um vendedor no de&amp;shy;semprego estará não só a rotular&amp;shy;-se de desempregado, o que na nos&amp;shy;sa sociedade é conotado com fra&amp;shy;casso, como também a limitar as suas potencialidades. Será melhor considerar-se um indivíduo com opções. Entre essas opções, poderá incluir a fre&amp;shy;quência de cursos que lhe permi&amp;shy;tam desenvolver novas aptidões, ou mudar corajosamente de carreira profissional. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;3. Esteja preparado.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;A elabora&amp;shy;ção de um plano de possíveis ca&amp;shy;tástrofes poderá ajudá-lo a tornar&amp;shy; -se incólume. Pergunte a si mes&amp;shy;mo: qual seria a pior coisa que me poderia acontecer? Imaginar que pode perder o emprego ou o cônjuge po&amp;shy;derá obrigá-lo a pensar claramen&amp;shy;te em alternativas práticas. Será que fez os seguros apropriados e que tem no banco dinheiro suficiente para se poder aguentar num perío&amp;shy;do difícil? Possui capacidades al&amp;shy;ternativas que lhe permitam ganhar dinheiro se o seu patrão o despe&amp;shy;dir? Não se esqueça de que o ideograma chinês que representa a pa&amp;shy;lavra «crise» é constituído pelos ca&amp;shy;racteres que significam «perigo» e «oportunidade». &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Aumentar os seus recursos é tam&amp;shy;bém um factor crucial. A respos&amp;shy;ta para o fracasso é ter uma vida equilibrada, centrada na família, ami&amp;shy;gos e hobbies.
A sua vida emocional nunca po&amp;shy;derá apoiar-se apenas no trabalho ou num empreendimento. Quando de&amp;shy;positamos demasiada confiança num só objectivo, temos mais probabi&amp;shy;lidades de nos transformarmos num fóssil. Se um executivo desempre&amp;shy;gado responde, quando lhe pergun&amp;shy;tam quais são os seus planos para um novo emprego, que não tem nenhuns, o problema é grave. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;4. Aprenda a falhar de maneira inteligente.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Jack Matson, antigo professor da Universidade de Houston, no Texas, elaborou um curso que os alunos intitularam de «Fracasso 101». Matson mandou a turma construir, com pauzinhos de sorvete, maque&amp;shy;tas de produtos que nunca seriam comprados por ninguém. «Eles pro&amp;shy;jectaram banheiras aquecidas para hamsters e papagaios de papel ca&amp;shy;pazes de voar com furacões», afirmou Matson. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
As ideias foram bastante ridí&amp;shy;culas, mas depois de os alunos de Matson terem equacionado o fra&amp;shy;casso com a inovação, e não com a derrota, sentiram-se capazes de tentar o que quer que fosse. Uma vez que a maioria deles tinha sofrido, no mínimo, cinco fracassos antes de conseguir encontrar o ramo de negócios que melhor se lhe adaptava, todos aprenderam a não acei&amp;shy;tar o fracasso como algo de defi&amp;shy;nitivo, afirmou Matson. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Os alunos descobriram também que há duas maneiras de fracas&amp;shy;sar. Aquela em que se vão tentan&amp;shy;do várias coisas, umas a seguir às outras, foi considerada por Matson como «a maneira de fracassar es&amp;shy;túpida e lentamente». O processo é tão moroso que o indivíduo se satura e desiste. «A maneira de fra&amp;shy;cassar de forma rápida e inteligen&amp;shy;te» implica lançar várias ideias de uma só vez e preparar-se para a próxima descarga. «O fracasso é uma maneira normal e natural de bali&amp;shy;zar o desconhecido», afirmou Matson. «Por isso, é preferível fazer o maior número de tentativas no mais bre&amp;shy;ve espaço de tempo.» &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;5. Nunca se dê por vencido.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;A empresa de construção civil de Glen Early entrou em crise em 1975. Com apenas 25 anos, Early prefe&amp;shy;riu hipotecar a própria casa a de&amp;shy;clarar falência, continuando a tra&amp;shy;balhar na construção civil e a ten&amp;shy;tar dominar as dificuldades da ad&amp;shy;ministração. Em 1982, sentiu-se com capacidade para pedir mais dinhei&amp;shy;ro emprestado e constituir de novo uma empresa própria, tendo mes&amp;shy; mo adquirido uma reputação só&amp;shy; lida junto dos bancos de pessoa capaz de ultrapassar problemas di&amp;shy;fíceis. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Foi expandindo cautelosamente a sua nova empresa de construção civil, frequentou vários cursos de gestão e, em 1988, a revista Inc. incluiu a sua firma na lista das 500 empresas privadas que mais rapi&amp;shy;damente se tinham desenvolvido nos EUA.
Early, no entanto, não se mos&amp;shy;trou arrogante. Perseguiram-no as re&amp;shy;cordações de tempos mais difíceis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
«Não posso dar-me ao luxo de ser arrogante com o sucesso que ob&amp;shy;tive», afirmou. «Estou sempre a ten&amp;shy;tar melhorar a minha empresa.»
Com este tipo de atitude, tem&amp;shy;perada pelo fracasso, ele acabou por atingir o topo da carreira nos anos seguintes. O mesmo poderá vir a acon&amp;shy;tecer consigo.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Não se esqueça que o maior fracasso é você deixar de tentar.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEintX7bQxiaGlgZ6ORlyQT0D7xhjkGpNXZdYIfywLs6LIfu-ozE_YDP_rGtjfqY9XGifcZj08IFruj_gyMjiEJyN5GIZQDYXNroCtzHe4CQ_BH9LVmFLywfZAL3eJCO2GYd0aSIjJ_WHKcS/s72-c/1.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total></item><item><title>O cancro do cérebro</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/07/o-cancro-do-crebro.html</link><category>cancro</category><category>câncer</category><category>cérebro</category><category>Saúde</category><category>tumor</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Tue, 15 Jul 2008 17:26:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-6343285643010016845</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Cancro no Cérebro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O que é o cancro do cérebro?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O cancro do cérebro é um tumor maligno que se desenvolve mais ou menos rapidamente. Distingue-se das metástases cerebrais, que são ramificações de um cancro com origem noutro orgão.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;À medida que o tumor se expande, aumenta a pressão no interior do crânio com danos graves para o cérebro. Porém não é só o aumento do volume do tumor que faz aumentar a pressão intracraniana. Geralmente o tumor provoca uma reacção no tecido que o circunda levando à acumulação de líquido peritumoral - edema cerebral - que aumenta a pressão sobre o cérebro provocando várias complicações.

Os doentes apresentam então sintomas como: dores de cabeça, mal-estar, naúseas ou vómitos, alterações do equilíbrio e da visão. Por vezes também têm crises convulsivas e modificações do comportamento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O cancro do cérebro pode adquirir múltiplas formas (ou tipos de tumor) que têm designações diferentes de acordo com o tipo de células que originou tumor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Alguns tumores cerebrais afectam as crianças, outros os jovens, mas a maior parte desenvolve-se na idade média da vida. O glioblastoma é o tipo mais frequente de tumor cerebral. Este tumor desenvolve-se a partir do tecido conjuntivo que suporta o sistema nervoso, o tecido glial. Um outro tipo comum de tumor cerebral é o meduloblastoma ou cancro do cerebelo que afecta sobretudo as crianças e tem uma evolução muito rápida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223281245432068994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh2hGy5RBYfYWM00fMmmw61hbuCKaYCzvLCVBuBESTgr5SZhcxqxzLGdyLxE40XjVc4-iR2Ra4fkTd8Uw7N_TFp9VsljyWpTkvU2Ql9-O33g14bhcwfqBhAqFEesD3ClRC5Ldl5EBEZKeav/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Quais as causas do cancro do cérebro?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tumor cerebral é causado por uma proliferação rápida e anárquica das células cerebrais anómalas que substituem as células saudáveis. A causa deste fenómeno não é conhecida.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Terapêutica do cancro do cérebro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;Quando se deve consultar o médico?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Nos casos de dores de cabeça persistentes, mal&amp;shy; estar geral e vómitos, pertur&amp;shy; bações do equilíbrio e da visão, ou crises epilépticas, deve consultar-se o médico o mais rapidamente possível.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;O que faz o médico?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O médico examina os olhos, avalia os reflexos, a sensibilidade, a força muscular, o equilíbrio e a coordenação.

Pode prescrever uma radiografia do crânio e um electroencefalograma (EEG), que reflecte a actividade eléctrica do cérebro. A tomografia axial computo&amp;shy; rizada (TAC) é actualmente o exame mais indicado no diagnóstico de um tumor cerebral.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Qual é a terapêutica do cancro do cérebro?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A terapêutica mais adequa&amp;shy; da é a remoção cirúrgica quando esta é possível.
A intervenção cirúrgica pode ser precedida por uma terapêutica médica com o objectivo de reduzir o edema ou pela radioterapia para circunscrever as lesões. A intervenção cirúrgica é sempre delicada e difícil, com algumas complicações no pós-operatório, por vezes definitivas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Quando não é possível intervir cirurgicamente, ou paralelamente à intervenção cirúrgica, a radioterapia pode melhorar as condições do doente, atrasar a evolução do tumor ou minimizar as potenciais complicações da intervenção cirúrgica. A quimioterapia é um método de apoio a ter em conta nalgumas situações em que a cirurgia está contra-indicada ou não permitiu a remoção completa do tumor. No entanto, a quimioterapia tem efeitos secundários incomodativos para o doente.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Como se desenvolve o cancro do cérebro?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A evolução dos tumores cerebrais varia consoante o tipo de tumor. À medida que este aumenta de volume, a pressão intracraniana também aumenta, provocando sintomas de compressão como dores de cabeça, mal-estar, perturbações da visão e do equilíbrio. O aumento da pressão pode ainda desencadear crises convulsivas, produzir modificações do comportamento, lentificação psicomotora e alucinações. Podem também ocorrer alterações das faculdades mentais que vão até à perda de consciência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O cancro do cérebro é perigoso?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até há alguns anos os tumores cerebrais levavam sempre à morte. Hoje em dia existem várias possibilidades terapêuticas e tem-se verificado que o número de doentes que sobrevivem e se curam é cada vez maior.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
No entanto, a mortalidade permanece elevada e a cura cirúrgica completa do tumor deixa muitas vezes sequelas neurológicas que podem determinar a invalidez permanente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Progressos recentes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A utilização da TAC e de outros meios de diagnóstico imagiológico como a ressonância magnética cerebral, permitem que o neurocirurgião prepare minuciosamente a intervenção cirúrgica. Também é possível simular a operação sobre um monitor, podendo, assim, repetir-se os passos a dar antes da intervenção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Com este processo as probabilidades de sucesso da intervenção cirúrgica aumentam consideravelmente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh2hGy5RBYfYWM00fMmmw61hbuCKaYCzvLCVBuBESTgr5SZhcxqxzLGdyLxE40XjVc4-iR2Ra4fkTd8Uw7N_TFp9VsljyWpTkvU2Ql9-O33g14bhcwfqBhAqFEesD3ClRC5Ldl5EBEZKeav/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Jyoiti Amge - a adolescente mais pequena do Mundo</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/07/jyoiti-amge-adolescente-mais-pequena-do.html</link><category>achondroplasia</category><category>amge</category><category>ossos</category><category>Personalidades</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Tue, 15 Jul 2008 14:53:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-6837345974525003668</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;A jovem mais pequena do Mundo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;A indiana Jyoiti Amge tem 15 anos, e mede aproximadamente 58 centímetros, e pesa pouco mais de 5 kg. Ela é mais pequena que um bebe de 2 anos de idade.&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223239434882796930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXQSCE-z4uTnNIF5h7kBoOrnKGpF544JOIp7wWKkeAGxxza0QKI613HT71OgP16Jnp0BkHI5Hzi3-xXbsnXk7E19BhYWfXXXK1pX0OmoQ1JfhY_1ZgnkQ2hTWQTBbi5Jc0RGblxdU4GgAN/s400/pequena_03.jpg" border="0" /&gt;

&lt;div align="justify"&gt;A adolescente é a menor adolescente do mundo com a sua idade. Ela tem uma forma de nanismo chamada achondroplasia (desordem do crescimento dos ossos e que causa um dos tipos mais populares de nanismo). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Devido à sua baixa estatura, Jyoti precisa de usar roupas e jóias feitas sob medida. Ela dorme numa pequena cama e usa pratos e talheres especiais, compatíveis com o seu tamanho, já que os utensílios de tamanho normal são enormes para ela. No entanto, apesar dessas dificuldades, ela encara a sua condição de forma bem natural.
&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223239623731102162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQWDUuQ13pASidHfulhROqaHHtCj5tdsqnAKR9AoxsCI_FISNntxdLk9W1y0iwrxWyZ2RjLg0bOni2Ud3qL8Zf0k7HqeC5GgOzMeTsGiKS40jrSZaZphJqK9xZV5a-Rvt2VblO2-qQYiTy/s400/pequena_06.jpg" border="0" /&gt;
Bem longe de estar triste pelo seu pequeno tamanho, Jyoti diz que gosta de ser assim e de ser reconhecida como uma celebridade por causa da sua estatura; ela gosta de ser o alvo das atenções.
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;"Eu sou como as outras pessoas; eu gosto, choro e sonho como os outros." "Eu não sinto nenhuma diferença". &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Tenho orgulho de ser pequena. Adoro ser o centro das atenções. Não sinto medo nem lamento nada. Sou igual a todo mundo.”

Jyoti estuda na escola secundária local, em Nagpur, Índia, onde estuda juntamente com as restantes colegas da sua idade. Contudo, ela tem que se sentar numa carteira miniatura feita especialmente para ela mas, não é de nenhuma forma discriminada pelas restantes colegas.&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223239619673591058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7prpPobwWvG081IcKXHAuNcjk4aSNbrs68D5OQuC4V77HFL1ByJBkPvfQZwJPJ1Nxvoo_rIRX8HvoHmoI4lQpVuCZWy3bJ_Qe34EG6gYRyAC3wpUpGtf3VF87HoOmIluYivoxTg2LR67L/s400/pequena_05.jpg" border="0" /&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223239436724897666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsU4lpfllxyNZcHmQZ0ZlbKrJC7DgtDMcU0CXFaFGf42en_0Ktb17zhLkbxmqOI5lVEOYKqPcjN-X_gcHvfP1kfIqogZUiBEaJOPykyIJY7L__yaJWAgXBfKqtVV9ee4lko8ki9RGTuiK3/s400/pequena_04.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A sua mãe, Ranjana, explica que a condição da sua filha só se manifestou algum tempo após o seu nascimento. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Quando Joyti nasceu, ela parecia bastante normal. Nós só soubemos das suas características diferentes (nanismo) quando ela tinha já cinco anos." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;"A Jyoti é pequena mas, é linda, e nós amamo-la muito".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223239431717938082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNBdfqY5BL1tT4M1EtEGdXW4objKyz0Ar3YlTYgksl1-A7CMESRLfKm0FlyIN2cl2WfZfN4U4SJuYbVp-Ajgo4nWngpQMQH6yIFao4n7OBlkrRc3sVGUQ76GZiU_YjyZUziRKJBHnyUEIv/s400/pequena_01.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Tal como qualquer outro adolescente, ela adora ouvir música pop e assistir a DVDs, e espera mesmo vir a tornar-se uma actriz de Hollywood. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223239435611001058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiL00k_SVVIntBSccBaoWW3JIxmfE7NZegFms8sgR22EOcIh9E3BUq-cInf5sT9G0jJAvmExuTxnWDCz4XU3fJzHeiqsCBotkYE90GgYYLoy5yteVtIAHyJ_RZP6PqAeMO_941O8iLv8kHU/s400/pequena_02.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Ela afirma: "Eu gostaria de trabalhar numa grande cidade como Mumbai, actuar em filmes e viajar para Londres e para os Estados Unidos da América".

Jyoti é tratada, na sua cidade natal, já como uma mini-celebridade. Há já quem a trate como como uma deusa. A sua popularidade é tanta, que ela inclusive já participou numa faixa do álbum do seu grande ídolo de música pop, o cantor indiano Mika Singh.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXQSCE-z4uTnNIF5h7kBoOrnKGpF544JOIp7wWKkeAGxxza0QKI613HT71OgP16Jnp0BkHI5Hzi3-xXbsnXk7E19BhYWfXXXK1pX0OmoQ1JfhY_1ZgnkQ2hTWQTBbi5Jc0RGblxdU4GgAN/s72-c/pequena_03.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">8</thr:total></item><item><title>Diabetes na gravidez</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/07/diabetes-durante-gravidez-o-que.html</link><category>diabetes</category><category>gravidez</category><category>gravídica</category><category>Saúde</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Fri, 11 Jul 2008 23:00:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-2317905701484148097</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;Diabetes durante a gravidez&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O que é a diabetes gravídica?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A diabetes gravídica é uma alteração do metabolismo dos hidratos de carbono que se verifica durante a gravidez, estimulada pelas modificações hormonais e metabólicas deste período.
Afecta cerca de 2-3% das gravidezes, com cerca de 1 % em mulheres já diabéticas e cerca de 1-2% em mulheres aparentemente saudáveis que desenvolvem a diabetes gestacional na gravidez.
Existem sérios riscos associados à diabetes gravídica quer para a mãe quer para a criança. Na mãe pode estar associada a infecções, cetoacidose diabética e hipertensão. Para evitar estas complicações, um bom controlo rotineiro é todavia suficiente. Para além disso, existe o risco de retinopatias e de nefropatias diabéticas.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Na criança, para além de um risco de morte mais elevado no momento do parto ou logo a seguir, podem manifestar-se malformações congénitas e macrosomia (peso excessivo à nascença, isto é, acima dos 4,5 kg). As crianças nascidas de mães diabéticas podem sofrer de vários problemas, respiratórios e metabólicos e, por conseguinte, devem ser mantidas sob rigoroso controlo médico, imediatamente após o nascimento.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Quais são as causas da diabetes gravídica?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A diabetes gravídica é provocada pelas mesmas causas da diabetes, isto é, pela escassa ou ineficaz regulação dos níveis de glicemia no sangue por parte da insulina. O facto que, nalguns casos, a diabetes se manifeste com a gravidez depende das alterações hormonais que a mulher enfrenta no início da gravidez, que provocam a manifestação de alterações metabólicas já existentes mas lactentes. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Factores de risco:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Idade avançada; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Numerosos abortos ou gravidezes precedentes; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Precedentes crianças macrosómicas ou malformadas;&lt;/p&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Peso pré-gravídico elevado;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Excessivo incremento ponderal durante a gravidez; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Infecções recidivantes do aparelho urinário;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Diabetes pré-gravídica; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Familiaridade para a diabetes em consanguíneos de primeiro grau.


&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5221881846755127730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjb8QD0lAqqZoLP6UIxj_JIAo4W8LLUFyX0KnWj7OHsVlN02eggZjRcxK9yTsqTTyb-heZ-ZlWOLjNBYDXvTvyJyFM-yyKOq4qCs4JEzYUVGZgVHuf8KN4APvStQlCHD_R54694VLcNwDs_/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;

&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Terapia da diabetes gravídica&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Quando se deve consultar o médico?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;
Sempre, ao início de uma gravidez. Em presença de diabetes ou factores de risco, estes devem ser comunicados tempestivamente ao obstetra.


&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O que faz o médico?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;


O médico deve intervir sobretudo em termos de prevenção, induzindo a mulher que sofre de diabetes ou factores de risco a programar a gravidez de forma que esta tenha início numa situação de equilíbrio glicémico. Alguns médicos prescrevem os exames necessários para a diabetes a todas as mulheres grávidas entre a 24ª e a 28ª semana de gravidez, enquanto que outros escolhem monitorar só as mulheres sujeitas a risco.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Qual é a terapia?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Quando a gravidez começa numa situação de alteração do metabolismo glucídico, a terapia deve manter sob controlo os valores glicémicoso Com este objectivo o médico prescreve uma dieta específica e a terapêutica insulínica. É importante distribuir, de modo equilibrado, o fornecimento calórico das refeições e deve evitar-se um aumento excessivo de peso. Podem consumir-se até a 35-38 kcal por dia por kg (com referência ao peso corporal ideal pré-gravídico), e o aumento de peso deve manter-se entre os 10 e os 12 kg. A dieta deve ser constituída por cerca de 50% de hidratos de carbono, por cerca de 20% das proteínas e por cerca de 30% dos lípidos.
Também a actividade física é aconselhada, em quantidade moderada, sobretudo nas mulheres já particularmente activas antes da gravidez.
Se a dieta não consegue manter os níveis plasmáticos de glicemia iguais a 120 mg / dl, é necessário começar a terapêutica insulínica.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O que fazer sozinhos?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;


&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em vez de terapia deve falar-se de prevenção e controlo. Efectivamente, é necessário que as mulheres já afectadas pela diabetes programem a gravidez. Também as mulheres que apresentam factores de risco conhecidos, tais como a idade avançada, diabetes gravídica precedente, familiaridade para a diabetes, abortos precedentes, crianças com malformações, devem submeter-se a exames atentos desde o início da gravidez.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;

&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;Como se desenvolve a diabetes gravídica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Nos casos em que esta patologia não seja diagnosticada e tratada adequadamente, a gravidez pode trazer problemas graves para a vida e a saúde da criança, para além da saúde da mãe. Uma diabetes eficazmente controlada, dificilmente tem consequências. No entanto, pode acontecer que mulheres não diabéticas antes da gravidez e que tenham manifestado diabetes gravídica permaneçam diabéticas apesar de um bom controlo gestacional, depois de ter terminado a gravidez.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A diabetes gravídica é uma doença grave?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Existem remédios eficazes para o controlo e o tratamento da diabetes na gravidez que fazem com que esta doença não seja temível. Se não é tratada, porém, esta disfunção pode ter consequências graves para a saúde da mãe e da criança.
&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Como evitar a diabetes gravídica?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A programação da gravidez de forma a preparar-se ao concebimento num bom equilíbrio glicémico é, no caso de mulheres já diabéticas e de mulheres com importantes factores de risco, o modo mais adequado para evitá-la. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjb8QD0lAqqZoLP6UIxj_JIAo4W8LLUFyX0KnWj7OHsVlN02eggZjRcxK9yTsqTTyb-heZ-ZlWOLjNBYDXvTvyJyFM-yyKOq4qCs4JEzYUVGZgVHuf8KN4APvStQlCHD_R54694VLcNwDs_/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>A cultura nos Estados Unidos da América (EUA) - (USA)</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/07/cultura-nos-estados-unidos-da-amrica.html</link><category>Actualidade</category><category>cultura</category><category>Desporto</category><category>história</category><category>Sociedade</category><category>Turismo</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Thu, 3 Jul 2008 17:21:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-8086132991090111288</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Os Estados Unidos da América e a cultura&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;A cultura dos Estados Unidos da América (EUA) tem uma profunda influência no resto do mundo, particularmente no mundo ocidental. Os seus filmes e programas televisivos podem ser vistos em quase todos os países e a sua música é ouvida em todo o mundo. Entre os maiores exemplos que caracterizam a cultura norte-americana, destacam-se o cinema, pela sua massificação mundial, e o desporto, pelo seu carácter muito próprio sendo composto por determi&amp;shy; nadas modalidades menos relevantes nos restantes países. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218825958533262450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmi_DmHXSnd0cqBM9H5ny_hsLYGStBthn4NBxU20ZVTgDWAS25jlighG_fHjbP_L9x0N_pzitdl7FQrbu74eGC-na7AgZP8siXspzW_q7EMV7bMk0DVVgUywXnIJDADkE-nHSm5BCpUojr/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Para além de ser uma forma de expressão cultural do seu povo, o cinema dos EUA tornou-se numa das mais bem sucedidas indústrias de entretenimento do mundo. Apesar de nem todos os filmes norte-americanos serem produzidos em Hollywood, esta localidade de Los Angeles tornou-se representativa da indústria. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218825955586262338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGucyGuhjJjJdBdOtfqMM_ihBfQIKgmEik39FkAQOjq6RD9JJP-mEusqjJczI8ZvOHvYRsX-q3Mx2LP1_2th_k4i9PVJgd6JvqtUgfVkp11UbM8f3V1eNo0VjT9rxh08tk6VyLgFMkQnPh/s400/Hollywood.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;O facto de o Sul da Califórnia ter Sol ao longo de quase todo o ano e da grande exposição solar ao longo do dia beneficiar as filmagens exteriores, levou os cineastas e produtores de cinema a centralizarem as suas produções nesta região da Costa Oeste.
Hoje em dia, a maioria dos estúdios de filmagens estão em Burbank, também em Los Angeles, mas muitas das grandes produções são feitas noutras cidades e até noutros países. Durante os períodos das duas grandes guerras, as produções do cinema europeu foram escassas, enquanto o cinema de Hollywood crescia em popularidade com filmes como "E Tudo o Vento Levou" e "Casablanca", atraindo inúmeros cineastas europeus para estas paragens. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A partir do final da Segunda Guerra Mundial, a influência mundial do cinema norte-americano manteve-se e hoje continua a ser uma referência para o público da maioria dos países, que geralmente prefere esta cinematografia aos filmes do seu país.
Invertendo esta tendência, no âmbito do desporto, as modalidades mais populares nos EUA são muitas vezes menos apreciadas no resto do mundo. Os norte-americanos são grandes adeptos de basquetebol, basebol, futebol americano e hóquei no gelo, modalidades que levam à criação de equipas representantes de cada Estado e que disputam um campeonato interestadual nacional. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218825961203540322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_dwOrcfZRDw-XkU48Sj2uZU-qAwXC5yW6I5urCsMTgK3vIqwossOWLa3FCHuqpn2TLznXZ2B1mUtZQ-zidVSPoY3R10yGfP3fCVr7G2Qk53Y3KrIp56LCnZKDbF4Mr-n8Kw_r8NcBFkqq/s400/nba2k7.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
As provas da NBA tornaram-se famosas em todo o mundo, levando a maioria dos melhores jogadores de basquetebol a jo&amp;shy;garem neste campeonato. O basebol é uma modalidade pouco apreciada na Europa. mas nos EUA são necessários grandes estádios para acolher as principais provas da mesma. O futebol americano, uma variante do rugby, pouco tem a ver com o futebol convencional praticado nos outros países. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Trata-se de um desporto competitivo de equipa que recompensa a velocidade, agilidade, capacidade táctica e força dos jogadores que se empurram, bloqueiam e se perseguem uns aos outros. O futebol convencional não é tão apreciado como na Europa e no resto do mundo, mas o "desporto-rei" tem vindo a conquistar fãs nos EUA, com a contratação de estrelas internacionais, tais como David Beckham, para a equipa do Los Angeles Galaxy, bem como devido ao êxito da selecção norte-americana feminina, campeã mundial em 1991 e em 1999. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Outras competições de destaque nos EUA são o Masters de Golfe, o US Open de ténis e as corridas de automóveis, caracterizadas por circuitos de grande velocidade e colisões espectaculares, das provas de NASCAR e da Fórmula Indy.
De facto, o cinema e o desporto são dois dos maiores exemplos da cultura dos estados Unidos da América.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmi_DmHXSnd0cqBM9H5ny_hsLYGStBthn4NBxU20ZVTgDWAS25jlighG_fHjbP_L9x0N_pzitdl7FQrbu74eGC-na7AgZP8siXspzW_q7EMV7bMk0DVVgUywXnIJDADkE-nHSm5BCpUojr/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">54</thr:total></item><item><title>Os medos e as fobias de andar de avião</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/06/os-medos-e-as-fobias-de-andar-de-avio.html</link><category>aviões</category><category>fobias</category><category>medos</category><category>Saúde</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Fri, 27 Jun 2008 18:06:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-3875326875190222190</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Técnicas para acabar com o medo de viajar de avião&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;A Ptesiofobia é o termo científico para designar o medo de viajar de avião. É um mal comum. São muitos os milhões de adultos que têm medo de viajar de avião. Esse medo muitas vezes surge dias ou semanas antes da viagem, provocando mal-estar contínuo, insónia, náusea e diarreia. Algumas pessoas chegam mesmo a cancelar as reservas. Outras vão para o aeroporto, mas voltam para casa. E depois que se encontram a bordo, o voo é sempre um pesadelo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Muitas pessoas confessam sentir pânico, vontade de chorar e uma sensação acabrunhante; algumas não conseguem mexer-se nem falar. Por exemplo: em tempos houve uma mulher que cravou as unhas no braço do marido com tanta força que chegou a fazer sangue.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216619147400956594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhr0pc65uahEiHPiF2Mh_dC9zf6M-6ZEkBnqA23W0HdKksxZ3dRAAy-dsS93OBB0XjYIMc-fPQTjr7qxbBqEUAwS8cZ5764FCDsKvyZUcF3JymH1ULZABr6Cj2JjLVOIxhXzvwQC-nK2UYu/s400/4.bmp" border="0" /&gt;

&lt;div align="justify"&gt;A verdade é que esse medo é inteiramente desproporcionado em relação ao perigo. Viajar de avião em voos normais é seguro. É certo que as estatísticas sobre segurança a bordo pouco ajudam a tranquilizar o passageiro medroso. Como dizia Einstein: «A imaginação tem mais força que o conhecimento.» Se você tem medo de viajar de avião, o medo torna-se um hábito subconsciente, que o aprisiona ou pelo menos o limita. Cresce insidiosamente, acabando por tornar-se algo insuperável.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Felizmente, o medo de viajar de avião é uma das fobias mais fáceis de tratar; mas primeiro é preciso que compreenda que o problema não é exterior a você. Andar de avião é uma das maneiras mais seguras de viajar, por isso não é o avião, ou a tripulação, ou os controladores aéreos que lhe causam medo. O problema são as emoções que você próprio criou.
Depois, deve entender que voltar as costas à origem do problema só faz com que o medo aumente. A única maneira de superar uma fobia é deixar de evitá-la.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216619118360131074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhNgGyuKJCH4am66yZ8_gl_Fu2ztNw0fsmC1MqTakUDZrRTkqI1G7ze3KjWU7KNpfwJVAEwJdIEmuXWD22KBRzoS44bx3np25V55HAhSoDA12Y_bDw0NkgxE79JuueagBiNK64VUtz5Sot1/s400/1.gif" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Eis um método para você enfrentar esse medo e derrotá-lo:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
1º - Visite os aeroportos. Num qualquer ponto da área de todos os aeroportos existe um local de onde se podem ver os aviões aterrando e levantando voo. Observe as diferentes marcas e tamanhos; saiba em que tipo de avião vai viajar e aprenda a reconhecê-lo;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;2º - Chegue ao aeroporto cedo. Conte com uma hora no mínimo para fazer o check-in e passar o controle da segurança. As correrias só servem para aumentar a sua ansiedade;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;3º - Considere a hipótese de Viajar com uma pessoa que compreenda seu problema. Saiba que vai estar nervoso, excitado e pouco à vontade. Respire fundo, para sentir uma sensação de autodomínio. O movimento é um outro antídoto, por isso levante-se e espreguice-se, mexa-se de um lado para o outro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
4º - Escolha um lugar o mais na frente possível do avião; é mais sossegado e balança menos. Esforce-se por agir em vez de reagir; tente puxar conversa com outro passageiro;

5º - Mesmo quando já estiver sentado e de cinto apertado, pode fazer muita coisa para aliviar a tensão. Boceje; sorria para o vizinho do lado. Preste atenção à demonstração de como agir em caso de emergência.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216619143390291922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg33azbdWt_kMwMSGv24IKC0kvH4XC1W8h72bi6Ubhi_F_5b8FLE1DWK8VNjZA7paYkxJSis4_vgDFu8FdoHqdQRz0D-PM51PGmdD48axD_CoTn8Q6PV0G3zgWVq_pBn5lAIA_OYkdkQe0o/s400/3.jpg" border="0" /&gt;

&lt;div align="justify"&gt;6º - Respire fundo no momento em que o avião se alinhar para a descolagem. Recoste-se na cadeira, mantendo-se de olhos abertos. Não agarre os braços da cadeira; isso ainda o porá mais tenso. Mova os dedos dos pés cada vez mais depressa com a aceleração, o que o ajudará a relaxar-se. E reflicta: a descolagem só demora de 35 a 40 segundos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
7º - Depois da descolagem, preste atenção ao ruído do trem de aterragem sendo recolhido e ao toque da campainha que indica que o aviso de não fumar foi desligado. Considere os sons e movimentos do avião como sendo normais. Se aprender a relaxar, a sua procura constante de sons sinistros desaparecerá;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
8º - Não deixe que os seus receios aumentem devido à turbulência do ar. Um voo turbulento é como andar num barco veloz num lago agitado, ou guiar um carro numa estrada esburacada. Desde que o cinto esteja apertado, a turbulência não tem a mínima importância, nem para você nem para o avião, que é tão forte como um navio de guerra. Se, devido ao seu nervosismo, você começar a tremer, acelere o ritmo dos tremores: isso fará com que volte ao seu estado normal. Depois de estar controlado, vai deixar de tremer gradualmente;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
9º - Familiarize-se com as técnicas de voo. Se, por exemplo, viajar através de nuvens o enerva, porque você pensa que há perigo de colisão com outros aviões, informe-se o melhor possível sobre o trabalho dos controladores aéreos; isso vai acalmá-lo. Saiba que os aviões que vão em direcção a oriente voam a uma altitude de 8.100 m, 8.700 m, 9.900 m e 11.000 m; os que vão para ocidente voam a uma altitude de 7.800 m, 8.400 m, 9.300m e 10.500m. A distância que separa os voos, a altitudes inferiores a 8.700 m, é de 300 m; e de 600 m para voos a altitudes superiores a 8.700 m. Em geral, a distância mínima na horizontal entre os aviões que estão controlados pelo radar é de 9.300m;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
10º - Viaje sóbrio. Muitos passageiros medrosos bebem demais antes do embarque; beber é contraproducente. Essa conclusão foi tirada por pessoas que começaram a viajar sóbrias, porque a bebida não as ajudava. Por exemplo: em tempos houve um homem, um bebedor moderado, que bebeu demais num voo e acabou por perder a noção das coisas. Depois acordou na manhã seguinte sem saber em que cidade ou hotel estava. Os calmantes também só servem para agravar o problema. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216619130460135314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirP580ctUde1jLJXmsnQqGewQiErXZt5uUIERsiMmxgXBjZZeOCW2v-5ySa1SKQ9acO3zB0C0_SVaXUkx3S_ItFgPkXNesR54cYB4rnv7ZzK14meYZmo246QhUJFqyG6K0hzv2gy3yloFs/s400/2.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Quando tiver superado o seu medo, aprecie a liberdade que isso lhe proporciona!&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Viajar de avião é praticamente indispensável no século XXI.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Jogue para trás das costas esse medo e essa limitação e tenha uma óptima viagem!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhr0pc65uahEiHPiF2Mh_dC9zf6M-6ZEkBnqA23W0HdKksxZ3dRAAy-dsS93OBB0XjYIMc-fPQTjr7qxbBqEUAwS8cZ5764FCDsKvyZUcF3JymH1ULZABr6Cj2JjLVOIxhXzvwQC-nK2UYu/s72-c/4.bmp" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">15</thr:total></item><item><title>O ouvido e a audição: funções e doenças</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/06/o-ouvido-e-audio-funes-e-doenas.html</link><category>audição</category><category>eustáquio</category><category>ouvido</category><category>Saúde</category><category>tímpano</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Mon, 23 Jun 2008 19:24:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-625727435550861941</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;O aparelho auditivo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;As funções do ouvido&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O ouvido desenvolve duas funções importantes: aquela da audição e aquela do equilíbrio. É também uma parte das vias respiratórias. O ouvido recebe as vibrações sonoras e transforma-as em impulsos nervosos que são transmitidos ao cérebro que, por sua vez, interpreta a mensagem sensorial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O equilíbrio encontra-se à base dos movimentos do corpo. Este depende essencialmente do ouvido interno, mas um papel muito importante é desempenhado também pelo olho, pelos receptores tácteis da pele, pelos músculos e pelos membros. Todas as informações destes órgãos são organizadas no cérebro, que coordenando-as assegura o equilíbrio.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Estrutura do ouvido&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215210231433810530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEibbWwYWtlo0btDfSUMDp5ZFctFX3-oDE4KXXZ_7pjiMEXqtDAgyxXeHhCQjWrrmZ7cM4QWKVngC7iBW0upy-oysawkVYauFIipaHcLDpQAEfHB-odtCEtcBjt6nZhSsr5szoR-i22ZYuQM/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;

&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;O ouvido externo:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O ouvido externo contém numerosos nervos e vasos sanguíneos. É constituído pelo pavilhão auricular, a parte visível e mais externa do ouvido, e pelo canal auditivo. O canal auditivo parte do pavilhão auricular e chega até à parte compacta (rochedo) do osso temporal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O canal auditivo contém numerosas glândulas, ceruminosas e sebáceas, e folículos pelíferos. As glândulas ceruminosas segregam uma substância (o cerúmen) que captura as poeiras e outras partículas microscópicas. O cerúmen é por conseguinte empurrado em direcção ao pavilhão auricular através do canal auditivo. O sebo segregado pelas glândulas sebáceas lubrifica o ouvido.
No fundo do canal auditivo encontra-se o tímpano, constituído por tecido conjuntivo muito resistente. A espessura é de apenas um milímetro e o diâmetro de um centímetro.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;O ouvido médio:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Chamado também caixa do tímpano, o ouvido médio é uma cavidade escavada ao interno do osso temporal, que canaliza, amplificando-as, as vibrações sonoras recolhidas pelo ouvido externo.
O ouvido médio encerra três ossículos ligados entre eles. O mais próximo do tímpano é o martelo, seguem a bigorna e por fim o estribo. O estribo adere através da sua base à janela oval, uma membrana situada à entrada do ouvido interno.
No fundo do ouvido médio começa um longo canal de 4 centímetros, a trompa de Eustáquio, que termina na faringe.
A trompa de Eustáquio é circundada por muitos músculos e a sua mucosa encerra glândulas que segregam um líquido viscoso.&lt;/div&gt;

&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215210229457326674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhF_BKAkg3qX156jl4SHwUrxfGarKKtwWL6DoSKRDQTuUJcXvDlP9fWm79FxYuppJkWEAeTkehkEPj8O2TsdX-1YzJagaeQ6Rl6_IPGbemC_G49OPDuZ7Rm66BQvc2wld01FSXLuwHw-fvq/s400/Digitalizar0002.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;O ouvido interno:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;

O ouvido interno, chamado também labirinto, é constituído por uma parte auditiva e por uma parte que preside ao equilíbrio.
É formado por numerosas cavidades localizadas ao interno do osso: a cóclea (ou caracol), o vestíbulo e os canais semicirculares. Estas cavidades encerram um líquido, a perilinfa, e são forradas por um saco membranoso, formado por tecido conjuntivo que assume a forma do osso. Também o labirinto membranoso contém um líquido viscoso, a endolinfa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A parte auditiva do ouvido é constituída pelo caracol membranoso, pelo canal coclear e por um pequeno saco membranoso, o sáculo. O nervo auditivo, ao interno do caracol, decifra os movimentos do líquido do qual está emprenhada esta estrutura. O sistema que controla o equilíbrio é constituído por um saco membranoso, o utrículo, do qual partem os três canais semicirculares. Estes canais estão forrados por células sensoriais que registam os movimentos da endolinfa. Os impulsos são sucessivamente transmitidos ao cérebro através do nervo auditivo coclear.&lt;/div&gt;

&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Como funciona o ouvido&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215210227287748178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-ivFPrjtA_DjxbH_vLT7taWoRIZ5grzkEBSzdmfRbqWVJfcP0uxI6KHRrjxnN0Xa7QWTcLAXp1_RfVLSn2ZGqvfbziBXzF5sdzLBmOQ_HUCK9GK_7XQgGdkJfbaExaOJ2MX8ANFtyOHbq/s400/Digitalizar0003.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;A audição:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O ouvido capta as ondas sonoras e analisa-as. O som é uma vibração física do ar cuja frequência audível pelo ouvido humano situa-se entre os 16 e os 16.000 Hertz. Alguns animais podem ouvir frequências mais baixas (o elefante, por exemplo, pode ouvir sons de 12-14 Hz) ou mais altas (os ultra-sons perceptíveis pelos cães, pelos mamíferos marinhos ... ).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
As ondas sonoras são captadas pelo pavilhão auricular e transmitidas ao tímpano através do canal auditivo. O tímpano é uma membrana elástica que vibra á mesma frequência das ondas sonoras, amplificando proporcionalmente a intensidade dos sons. Os ossículos transmitem as vibrações através do ouvido médio até à janela oval.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Os sons, no decurso desta transmissão, são amplificados por um fenómeno puramente físico devido à estrutura anatómica do ouvido médio, dando-nos assim a possibilidade de captar também aqueles muito fracos. Quando a base do estribo exerce uma pressão sobre a janela oval, a perilinfa, o líquido que se encontra na cavidade do ouvido interno move-se e oscila com a mesma cadência das ondas sonoras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Os movimentos da perilinfa transmitem-se ao líquido dos sacos membranosos, cujas oscilações são decifradas pelas cerca de 20.000 células sensoriais (células ciliadas) presentes ao interno do caracol. As células ciliadas são estimuladas pelos movimentos da endolinfa que provocam os impulsos nervosos. Na ausência de rumores, as células ciliadas encontram-se em estado de repouso e carregam-se electricamente. Quando as ondas sonoras alcançam o ouvido interno, a electricidade é transformada em impulsos nervosos que, através do nervo auditivo, alcançam o cérebro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A profundidade da penetração das ondas sonoras no caracol é em função da sua frequência. Os sons com uma frequência alta não penetram muito profundamente no caracol, enquanto que aqueles com baixa frequência penetram em profundidade. Desta maneira, o cérebro pode diferenciar os vários sons conforme a sua localização no caracol.
O cérebro determina a intensidade de um som em função da quantidade de impulsos transmitidos pelas células ciliadas. Quanto mais o som é forte, maior é o número de impulsos nervosos que estas enviam.&lt;/div&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215210235359200514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4PDEm47ds3NJeYLHpI6FcVaqeG1Xl5U5om_gkD6Tdw7hk-jBhkqtfekbFsX30P7hwXyKOHa4G-dUt9uNdOv7LRU9QZsUK2x4YpRz6e4MYtFjWV64TXgTMcGx0YMUrSb6JcoDxczJvRCgM/s400/Digitalizar0004.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;A pressão:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Para que o ouvido médio possa funcionar da melhor maneira, é necessário que a sua pressão interna seja igual à pressão atmosférica. Se a pressão é demasiado forte ou demasiado fraca, as vibrações do tímpano são estorvadas, a transmissão das ondas sonoras não é boa e a audição é fraca.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;A trompa de Eustáquio, que desemboca na faringe, está em contacto com o ar externo através da boca e do nariz. Esta configuração permite à trompa de Eustáquio de regular a pressão entre o ouvido médio e o ar externo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O equilíbrio entre estas pressões é regulado a cada deglutição de saliva ou de comida; daqui a utilidade de chupar rebuçados ou mastigar chewing-gum num avião no momento da descolagem e da aterragem, num automóvel na montanha, ou durante uma descida com os esquis.
A obstrução da trompa de Eustáquio, causada por uma infecção ou por uma inflamação das vias respiratórias, impede o equilíbrio entre a pressão interna e externa, provocando então dores no tímpano e abaixamento da audição.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Os órgãos do equilíbrio:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os órgãos do equilíbrio do ouvido interno constituem o aparelho vestibular. As duas partes do ouvido denominadas utrículo e sáculo são muito ricas de células sensoriais. Quando o corpo se move, a endolinfa coloca-se em movimento e actua sobre as células sensoriais provocando alguns impulsos nervosos. Graças a estes impulsos, o cérebro pode determinar a posição do corpo.&lt;/div&gt;

&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215210231833045426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiYWNY2s_-UhghFnXBSBcs9gtLSgct-PQlYNr-HCuchH_Scc7_wkIDbk_RvBc5ixqkKyfQMF_Xc_JJysnxo8rXGdl4d3k91Sd7D8Rjpiscmx2ZarPFPOMOXkFTvzzQBWevEoPb_Gy7icnt0/s400/Digitalizar0005.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Os movimentos da cabeça não são registados nos dois sacos membranosos mas nos canais semicirculares. Estes canais partem do utrículo e terminam nas bolsas dilatadas, as ampolas, que contêm numerosos corpos tácteis providos de células sensoriais.
Estas células apresentam-se sob a forma de um único cílio terminante num grânulo ou otólito. Quando movemos a cabeça, o líquido que enche os canais semicirculares derrama-se nas ampolas.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;O deslocamento do líquido curva os órgãos tácteis que transmitem impulsos nervosos ao cérebro.
Os sinais emitidos pelas células ciliadas não chegam somente ao cérebro, mas alguns destes alcançam directamente os músculos do pescoço, permitindo-nos de manter a cabeça direita. Graças a estes reflexos, os músculos conferem estabilidade ao corpo.
Os movimentos da cabeça actuam também sobre os olhos. Quando a cabeça roda numa direcção, os músculos oculares reagem simultaneamente e o olho move-se na direcção oposta para conservar uma imagem fixa.&lt;/div&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215210425251445106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlvk1a-fq1fE4PeJuTrubVWoAqJyc6W2HqdjDkss0VZmK0Pd27UYEFdwX9QpD6qN3hz56hD8AHDatbr6ho1snWnfZ_vF_6gkm1my1qf_bbCVjRjoyCP2s4MwL8VeUcI3M3MmomU71djEEG/s400/6a.JPG" border="0" /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215210425118818002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXGogYn8oHJIlFRL4sTl8ViP_JgwptQm3EJIACvXrhJE6fMbjlULdYBikPE_WVFYOD0xynanYnYAuph2MAI3uzMlpmzISn-Ft9zz1yKZd3m-RTC56b7GEPTPw98Y-e0el1Zko0nfjtyHMr/s400/Digitalizar0006.jpg" border="0" /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215210429319224658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIc3iFh1ydzoLHMSacC97sc_8jFdi3F6rH9_K1fiQwRc36vpmOcb978mF3VoSNwhTgUsJLcJBDmki6IIBvYbHm04tlzOSt7uok1RVwsm8udN00sNF_Oy8kn_W7sOTRe4uacj4nP6A2lqYK/s400/6c.JPG" border="0" /&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;Exame do ouvido&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;O ouvido externo:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O médico examina o ouvido externo com o auxílio de um pequeno funil e de uma lâmpada ou com um pequeno microscópio introduzido no ouvido. Desta maneira, podem-se ver o canal auditivo e o tímpano.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Exame audiométrico:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Para examinar a audição de um paciente, o médico pode efectuar quer uma audiometria vocal, ou seja fazer-lhe ouvir uma voz humana, quer uma audiometria tonal, que consiste em fazer ouvir ao paciente sons de frequências e intensidades diferentes. Os resultados são registados num diagrama que a seguir é analisado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Para completar a audiometria tonal, pode-se também fazer um exame do aparelho auditivo com o auxílio de um diapasão aplicado alternativamente em frente do canal auditivo externo e contra os ossos do crânio, frontal e temporal. Estes exames são denominados teste de Rinne e teste de Weber. A diminuição do ouvido pode ser causada por uma lesão do tímpano. Em tal caso a membrana é examinada com técnicas que medem os seus movimentos quando é submetida a um estímulo.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;O equilíbrio:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
As doenças que têm repercussões sobre o equilíbrio podem provocar lesões quer ao interno dos próprios órgãos do equilíbrio quer a nível do nervo auditivo. Para poder identificar estas lesões, o médico verifica o equilíbrio em posição erecta, controla a precisão dos gestos e verifica a ausência de movimentos oscilatórios anómalos e involuntários do globo ocular (nistagmo).&lt;/div&gt;

&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;As doenças do ouvido&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O ouvido, como todos os órgãos, pode ser a sede de doenças infecciosas, inflamatórias, tumorais, mas também de perturbações funcionais específicas.&lt;/div&gt;

&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215210436984948258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOqx-A_BYmU5yzNOxqs5hH-hJrzOtNWiO7QJgCgXZeznHGIOMAIn-ifErJA5q-02lvEG5eM1kJGnF82AjuRs6SQWlv2VBCTs9zCLmOpXh217Qrw7xvKvWqkOgXw8StKJnzsmV3_Icfr7Wp/s400/Digitalizar0007.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;As doenças do ouvido externo:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Afectam em princípio o canal auditivo. As três afecções mais frequentes são a impetigem, o eczema e a obstrução. Esta última pode ser causada por um corpo estranho introduzido acidentalmente no ouvido ou por um rolhão de cerúmen formado pela acumulação de cera endurecida. Por vezes, para a extracção de um rolhão, toma-se necessária uma lavagem médica do canal auditivo.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;As doenças do ouvido médio:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Afectam o tímpano, a cadeia de ossículos, as paredes da caixa do tímpano e a trompa de Eustáquio. As doenças infecciosas que podem causar uma otite média são frequentes. A inflamação da trompa de Eustáquio, ou catarro auricular, compreende a presença no ouvido médio de um líquido que não pode defluir e exerce uma pressão dolorosa sobre o tímpano.
Os ossículos podem ser afectados pela otosclerose, uma espécie de anquilose mecânica que diminui notavelmente a audição.&lt;/div&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215210437544942562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPqzdlxz6vciNa94skG5GOo8R0RbagN4keOZLJhnCAzVoR3FM2UbxY5xvn2vUjmpPRmH47gj2dlN3nTc8pF27XW1OSqN77OZ9CKvRSCThrfG3KpzTSEZWpfMuwWfB7Yfj-ogr0hyphenhyphenrCHwXB/s400/Digitalizar0008.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;As doenças do ouvido interno:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
As afecções virais do vestíbulo e da cóclea comprometem seriamente a audição, sem possibilidade de recuperação quando são afectadas as células sensoriais. As perturbações vasculares do ouvido interno estão à origem de vertigens, zumbidos, perturbações do equilíbrio e da síndroma de Méniere, que se manifesta com estes sintomas. Também um tumor particular do nervo auditivo, o neurinoma do nervo acústico, provoca a surdez.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Os traumatismos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Os traumatismos do ouvido externo, pavilhão e canal, são pouco perigosos. Aqueles do ouvido médio, provocados em princípio por um traumatismo sonoro ou por uma explosão, são mais graves: tímpano perfurado, forte risco infeccioso, lesões dos ossículos.&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Outras doenças&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Muitas outras doenças afectam o ouvido: tumores do canal auditivo, herpes&amp;shy;zóster, lesões vasculares, arteriosclerose, lesões degenerativas causadas por uma intoxicação farmacológica, muitas vezes a seguir ao consumo de certos antibióticos.
Existem também alguns tipos de surdez de natureza congénita, associadas em princípio ao mutismo, que necessitam de uma assistência médica precoce.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEibbWwYWtlo0btDfSUMDp5ZFctFX3-oDE4KXXZ_7pjiMEXqtDAgyxXeHhCQjWrrmZ7cM4QWKVngC7iBW0upy-oysawkVYauFIipaHcLDpQAEfHB-odtCEtcBjt6nZhSsr5szoR-i22ZYuQM/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">82</thr:total></item><item><title>Serpa Pinto: o cruzador de África</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/06/serpa-pinto-o-cruzador-de-frica.html</link><category>cultura</category><category>expedição</category><category>explorador</category><category>história</category><category>pinto</category><category>áfrica</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Fri, 20 Jun 2008 16:17:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-611708530101001499</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;O explorador africano&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;"&lt;em&gt;Assim como só o homem que, sendo pai, pode compreender a dor pungente da perda de um filho, assim também só o homem que foi explorador pode compreender as atribulações de um explorador&lt;/em&gt;." &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213987403145708754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUIcBjQrHmKBIKumowfd63qqsq99r-ES4n8rD827oO0eCBkFbygniG4YX6BI2uQysw9b8dX1SRILTQXmFq2nTEh3cVAp-7NkhykwYkV1H1U_1FCQErUWyxEGNOQUHylMS7kMqpDXTUmH1G/s400/Digitalizar0001.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Militar e explorador africano, Alexandre Alberto da Rocha Serpa Pinto nasceu em 1846, em Cinfães (Portugal). Aluno do Colégio Militar, alistou-se na arma de infantaria em 1863, sendo promovido a alferes no ano seguinte. Participou em acções em Moçambique, no âmbito das campanhas de ocupação da Zambézia, em 1869, ano em que se vê promovido ao posto de tenente. Em finais de 1877, já capitão, integrou com Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens (autores das obras "De Angola à Contra-Costa" e "De Angola às Terras de Iacca"), a supracitada expedição científica, autorizada pelo ministro da Marinha e Ultramar, José de Melo Gouveia, e subsidiada com um crédito de 30 contos de réis. Os encargos da missão eram vários: observações quanto à topografia, sistemas fluviais e clima, agricultura, zoologia, costumes e raças dos povos indígenas. De tudo isto fez Serpa Pinto registo, como homem do seu tempo, figurando na obra que nos deixou vários mapas e desenhos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Portugal pretendia confirmar os direi&amp;shy; tos de soberania sobre as terras onde, há séculos, exercia efectivo domínio, valorizando-as, assim como aos povos que as habitavam. O interior de Angola e Moçambique passou a interessar os vários governos que, para além de desejarem conhecer a fronteira exacta dos nossos domínios, temiam a ambição estrangeira sobre esta zona. A verdade é que Portugal queria para si os territórios compreendidos entre Angola e Moçambique (o célebre projecto do Mapa Cor-de-Rosa que os ingleses acabariam por destruir com o seu ultimato de 1890, crise que ajudou ao descrédito da monarquia) e olhava apreensivo para um Livingstone, calcorreador da zona dos Grandes Lagos, descobridor da nascente do rio Congo, um Stanley, que lhe seguia as peugadas ("Dr. Livingstone, I presume?"), percorrendo o mesmo rio até à foz e muitos outros estrangeiros que "mordiscavam" a zona por nós pretendida. A consciência nacional despertou, então, para o perigo que rondava as nossas possessões africanas. Graças ao entusiasmo de alguns bravos, nomeadamente, Luciano Cordeiro, fundou-se a Sociedade de Geografia de Lisboa, destinada a defender os nossos interesses em África, foi sob os seus auspícios que partiu a expedição dos nossos três homens. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;A bifurcação da expedição&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Os três exploradores rumaram para Angola munidos de boa aparelhagem científica adquirida em Paris e Londres e de grandes do&amp;shy; ses de quinino. Chegaram a Luanda no dia 6 de Agosto de 1877, no vapor "Zaire". Os três decidiram começar por fazer o reconhecimento dos sertões, apesar de, ao longo de toda a viagem, sofrerem inúmeros problemas com os carregadores. Em Cabinda, avistaram Stanley, explorador anglo-americano, ao serviço do terrível Leopoldo II da Bélgica, o qual acabara de descer o Zaire: "Foi comovido que apertei a mão de Stanley, homem de pequena estatura, que a meus olhos assumia proporções de vulto colossal" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213987403668525938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPJeGa4CvMfs4rCGMFT6n_5DsmDapmb7K8810vekQmIoBdgBVKe50CpVeObAtw4lgp0Zlzi8AlzaHOxYcdOeZjESOyuNGi9h4OkD4OJzIGr3XjRMK4yjcKwuTdwSA22CSs42l3rC9GHB0m/s400/Digitalizar0004.JPG" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;Na figura (em cima): As viagens portuguesas na África Austral, na 2ª metade do século XIX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;&lt;/span&gt;

&lt;div align="justify"&gt;
Reconhecendo a impossibilidade de subir o curso do rio, optaram por Benguela como via de penetração para o Bié, a primeira grande etapa da viagem. Antes de chegarem ao Bié, os exploradores com as tarefas divididas - Ivens encarregado dos trabalhos geográficos, Capelo de meteorologia e ciências naturais, e Serpa Pinto do pessoal auxiliar da expedição - passam por Quilingires e Caconda, registando Serpa Pinto dados curiosos: "Nos Quilengues, o adultério é coisa de grande estimação para os maridos, sendo que por lei fazem pagar ao amante multa que se traduz em gado e água-ardente. A mulher que não tem cometido algum adultério é mal vista do marido, que não aumenta o seu haver por esse meio." &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Em Caconda, fica decidido que Serpa Pinto partirá para o Huambo, com a finalidade de obter carregadores. Durante o percurso, recebe uma carta dos companheiros que o deixa angustiado: "Diziam-me que tinham resolvido seguir sós ( ... ) Só o pouco ou nenhum conhecimento do sertão africano que então tinham os meus companheiros podia desculpar um tal proceder. ( ... ) Que seria de mim, logo que se soubesse que toda a minha força consistia em dez homens? ( ... ) Devia seguir avante? Tinha o direito de arriscar as vidas dos dez homens que me cercavam e que dormiam tranquilos junto de mim?" &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
O intrépido explorador decidiu avançar e, depois de 20 dias sofridos, Serpa Pinto chegou ao Bié, onde, na povoação de Belmonte, se instalou na casa de Silva Porto. Aí reencontra os seus companheiros de viagem: "Eles, confirmando o que me tinham escrito, disseram-me que iam continuar sós e que me deixariam uma terça parte de fazendas e material, salvo as coisas indivisíveis que guardariam." &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Coberto de sanguessugas, Serpa Pinto achou-se muito melhor e, enquanto Ivens e Capelo seguem para o Norte, explorando a zona do Cuango e procedendo ao levantamento de toda a região entre os rios Zaire e Zambeze, ele dirige-se para sul, insistindo na travessia de África de modo a alcançar a costa oriental, essa sim, importante para o reconhecimento da soberania portuguesa entre as duas possessões. I vens e Capelo, com muita dificuldade, vão até às nascentes do Cuanza, encontram o rio Lucala e atingem a Fortaleza do Duque de Bragança. A sua primeira expedição termina na terra de Iacca. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A falta de meios e as condições adversas impedem-nos de atingir a meta por eles estabelecida (a segunda expedição de Capelo e Ivens realizou-se em 1884-85 e destinou-se à tentativa de ligar Moçâmedes a Quelimane). Serpa Pinto lá se dirigiu para o Zambeze, anotando no seu diário, a par dos registos científicos, o dia-a-dia de um explorador. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Rumando para o Sul&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Mais uma vez, a doença (paludismo) e as febres altas acometem Serpa Pinto, esmorecendo-lhe o ânimo. São as cartas de Silva Porto que o animam: "Estou velho, mas rijo e forte; se o meu amigo se vir num desses trances, vulgares no sertão, em que a esperança se perde, faça-me chegar às mãos uma carta sua porque no mais curto espaço possível eu serei consigo e comigo irão todos os recursos, todos os socorros". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213987409739519522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhycbphQeA1o0bvvNf6XwbhZJPFA4dZC8Mv8Gac_83jwIrJoX-uRCwbOr8PWC5eVQq0UNuMVOdXAQdBvRpZWF7yMDy0aod6OTDxFL5udOkBWiKkJ7OzYXCa1QNq6PAtLKpddkkHJ8IIAhq8/s400/Digitalizar0003.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#333399;"&gt;&lt;/span&gt;
Restabelecido, Serpa Pinto lançou-se à aventura, prosseguindo por caminhos difíceis, através do Alto Cuanza e do Alto Cuango. Chegou ao Zambeze muito doente e, não podendo continuar pelo curso do grande rio, que o levaria à costa moçambicana do oceano Índico (a sua meta), rumou pelo Calaári, ladeando o lago Makarikari, até Pretória. Daí, foi completar a viagem em Durban, onde chegou a 19 de Março de 1879. Uma travessia de quatro mil quilómetros chegava ao fim, embora também ele tivesse falhado, uma vez que não conseguira estabelecer a ligação entre Angola e Moçambique. Contudo, a sua odisseia foi acolhida na pátria com grande entusiasmo, pois muitos julgavam-no morto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Transformado em herói nacional, Serpa Pinto é solicitado pelas Sociedades de Geografia europeias a conferenciar sobre a sua experiência em África. Nomeado cônsul português em Zanzibar, aí permanece pouco tempo. Em 1889, comandou uma missão científica ao Alto Chire, a fim de preparar a implantação de uma via férrea que estabelecesse a comunicação entre o lago Niassa e o oceano Índico, através do Chire e do Zambeze. Os ingleses não suportam Serpa Pinto naquelas paragens, acusando-o de ter atacado as tribos de Macolos (rebeldes apoiados e armados pela Inglaterra) e, no seu ultimato de 1890, exigem a retirada do major Serpa Pinto do Chire, assim como a retirada de toda e quaisquer forças militares portuguesas. Caso contrário, ameaçam, Portugal teria de se haver com o poderio militar dos "velhos aliados" ... A nação sofreu um grande choque, aproveitado pelos republicanos para desacreditarem a monarquia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Serpa Pinto mereceu as mais altas condecorações nacionais e foi ainda ajudante de campo do rei D. Carlos. A sua popularidade começou a declinar, sobretudo entre os meios republicanos, mas hoje, volvidos 100 anos sobre a sua morte, o grande explorador oitocentista é lembrado pela tenacidade com que atravessou, ainda que doente e com poucos carregadores, o inóspito continente africano. Como ele próprio escreveu: "Vencer as suas paixões indómitas, vencer os seus hábitos materiais e morais da vida civilizada, são os dois grandes trabalhos do explorador. Aquele que o conseguiu atingirá o seu fim, cumprirá a sua missão."
E Serpa Pinto cumpriu a sua .&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Um portuense em África&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
António Francisco Ferreira da Silva acrescentou ao seu nome o apelido Porto, aos 18 anos, por ter sido a cidade onde nasceu. Silva Porto terminou os seus dias no Bié, justamente no ano do ultimato inglês. Este "velho sertanejo", como lhe chamava Serpa Pinto, foi o fundador da povoação de Belmonte, em 1847 (depois chamada Silva Porto e actual Cuito, capital da província angolana do Bíé). Percorreu os mais "longínquos sertões africanos, tendo de sustentar cruento combate com um gentio ávido de rapina", a ele se ficou a dever um melhor conhecimento do Bié. Também Silva Porto tentou uma travessia para alcançar a costa oríental africana, acompanhando mercadores árabes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Durante a viagem, encontrou o Dr. Livingstone, com o qual trocou informações. O portuense acabou por desistir da travessia quando se encontrava no Alto Zambeze. No entanto, pombeiros seus (chefes dos carregadores) atingiriam Moçambique. Regressou a Portugal mas a saudade fê-lo voltar a África, constatando que um grande incêndio lhe tinha destruído todos os seus haveres. Sozinho, sem os apoios da Sociedade de Geografia ou do rei D. Luís, aos quais pedira ajuda, reconstruiu as instalações de Belmonte. Já capitão-mor do Bié, uma revolta de indígenas contra os colonos portugueses levou-o ao desespero. Não conseguindo demover os chefes da rebelião, envolveu-se na bandeira nacional, sentou-se em cima de um barril de pólvora e fê-lo explodir. Um estranho suicídio de um sertanejo determinado, explorador destemido e autor de vários relatos, nomeadamente "Apontamentos de um Portuense em África". &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUIcBjQrHmKBIKumowfd63qqsq99r-ES4n8rD827oO0eCBkFbygniG4YX6BI2uQysw9b8dX1SRILTQXmFq2nTEh3cVAp-7NkhykwYkV1H1U_1FCQErUWyxEGNOQUHylMS7kMqpDXTUmH1G/s72-c/Digitalizar0001.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Úlcera Gástrica</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/06/lcera-gstrica.html</link><category>estômago</category><category>gástrica</category><category>Saúde</category><category>úlcera</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Tue, 10 Jun 2008 17:13:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-2759470172222963508</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;O que é a úlcera?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A úlcera é uma ferida, uma erosão mais ou menos profunda da parede do estômago. Esta ferida provoca dores mais fortes quando se está em jejum do que com estômago cheio pois os alimentos servem como uma camada de protecção. Na sua fase aguda, ou num estágio avançado, a úlcera sangra.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Esta doença afecta sobretudo os homens, mais do que mulheres, e raramente se manifesta antes da adolescência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Na maioria dos casos a úlcera é precedida por moléstias gástricas como azia, eructações ácidas e digestão difícil.
Os ataques de úlcera gástrica aparecem principalmente durante a primavera e o Outono.&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;SINTOMAS:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Dores no abdómen que se podem irradiar para as costas, mais fortes se em jejum, mais leves com o estômago cheio;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Falta de apetite;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Eructações ácidas;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Enjoo;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Vómito;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Garganta irritada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210289946171823186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQBE-KzhOCekr_nr9gmqJI66QG7OPuc4aq7HhVaOwoPrm0rufIHS3KUGOvY1ovCeTAvQcKJ_DlDZNXPvtse8SLG9wbNtsiFkY8mCTcO_5rUaj1TCYh3SyW3XJDWf06O7eszo2VgI6Rh7nB/s400/1.JPG" border="0" /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210289999649601202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5OEqdEYwGOLCgb4rIJOuyD1KDYZOLkplP7-_VoJIpI3ccj1xZYOFtlUHaWDLHIphOzHTKQ7unwCGxTaDQ3j3TeXf5kkr7ivMMzRSNXM5QBcC9zTbMSePtyclhYHshyphenhyphenbqtZ7hT40iSzfKJ/s400/2a.JPG" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210290004370013250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhTFkaEhRWZJDgGcQk0aO1i-nrB6pe6EhP2p1eaEu3RBcknSn4uqaATz_AVV0gsPj6U_N7klvQBG51OrQih1AQvLXHroQ1JHW4IrskhNZES16pD-3rL4xKdqWXISz3OUWsxMWtRkPHER0PO/s400/2b.JPG" border="0" /&gt;

&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Quais são as causas da úlcera?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
A acidez do suco gástrico desempenha um papel importante. Propiciada pelo stress, pelo estilo de vida, pelo álcool e pelo tabaco, a acidez aumenta quando se tomam remédios anti&amp;shy;inflamatórios ou aspirina.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A regulação da secreção ácida depende do sistema neurovegetativo, cujos mecanismos podem ser alterados. A camada do muco que forra e protege a parede do estômago pode ser modificada ou desaparecer. Quando junto com uma acidez excessiva há uma produção de muco insuficiente, pode aparecer uma úlcera.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Na maioria dos casos de úlcera constatou-se a presença de uma bactéria, a Helicobacter pylori, que, provavelmente, é responsável pelo desaparecimento da camada mucosa facilitando assim a sua agressão. A destruição da bactéria mediante um antibiótico elimina o perigo cavidade do de reincidência e reduz o risco de cancro gástrico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A úlcera gástrica é uma doença causada por muitos factores: predisposição familiar, sistema neurovegetativo desregrado, hábitos alimentares, estilo de vida pouco saudável e Helicobacter pylori.&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210288299975769954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDj9ddpX_blr6yZq9yKtNg3iB5lMSURqTJdXzQ6h4cXpPnYLgZ4Yu_SVrnwmnvGE859iSbhZ40_PVlgqf3wnFEB5MJKb7QRZvnHgmihIfPgWCUcCyHES5Dewe0sYtlhMUgtfd3evbDSkgu/s400/Digitalizar0002.jpg" border="0" /&gt;

&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;Tratamento da úlcera&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Normalmente, a úlcera é tratada com medicamentos específicos. Há vários, incluindo os que neutralizam a acidez do suco gástrico. A eficácia sempre maior destes remédios torna inútil, na maioria das vezes, uma intervenção cirúrgica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Importante é também modificar o próprio estilo de vida tentando evitar o stress, o álcool, o tabaco e alimentar-se e dormir regularmente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Quando é necessário consultar um médico?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
No caso em que haja, há muito tempo, uma gastrite ou se reconhecerem os sintomas. Não perca tempo pois a úlcera pode piorar e tornar-se perfurante. A perfuração produz hemorragias e requer tratamento imediato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O que faz o médico?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Confirma o diagnóstico mediante uma radiografia ou endoscopia - um tubo muito fino que, através da boca, desce até ao estômago. Este instrumento, o endoscópio, permite ao médico explorar a mucosa, fazer pequenas excisões do tecido e tirar fotografias.
Depois de algumas semanas faz-se outra endoscopia para observar a evolução da mucosa e verificar a eficácia do tratamento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O que podemos fazer?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Consultar um médico, que irá ordenar um tratamento, e seguir os seus conselhos a respeito da alimentação e do estilo de vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Como evitar a úlcera?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Evitando stress, fadiga, tabaco, álcool e café. Procure viver de maneira saudável e comer e dormir regularmente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Qual é a evolução da úlcera gástrica?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Uma úlcera pode não dar sintomas mas, na maioria dos casos, provoca fortes dores sobretudo antes das refeições mas estas diminuem após ter-se alimentado. As dores acompanham-se à irritação da garganta e a eructações ácidas, às vezes a vómito com resquícios de sangue.
Após um ou dois meses de tratamento, a chaga sara e apenas em alguns poucos casos é necessária uma operação. Mas se o paciente continuar com os seus maus hábitos alimentares, a úlcera pode reaparecer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A úlcera é perigosa?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Uma úlcera normal não cria preocupações. Mas, no caso de perfuração da parede do estômago ou do duodeno, as complicações são graves: hemorragia forte, peritonite.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQBE-KzhOCekr_nr9gmqJI66QG7OPuc4aq7HhVaOwoPrm0rufIHS3KUGOvY1ovCeTAvQcKJ_DlDZNXPvtse8SLG9wbNtsiFkY8mCTcO_5rUaj1TCYh3SyW3XJDWf06O7eszo2VgI6Rh7nB/s72-c/1.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">38</thr:total></item><item><title>Enurese: noites molhadas</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/05/enurese-noites-molhadas.html</link><category>adultos</category><category>bexiga</category><category>crianças</category><category>enurese</category><category>incontinência</category><category>micção</category><category>Saúde</category><category>urina</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Sat, 10 May 2008 19:05:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-5574757931051173725</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Incontinências nas crianças e nos adultos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;
As crianças e os adultos podem ter dificuldades em controlar a micção. As situações de enurese e de incontinência urinária não são exactamente iguais, mas ambas causam desconforto e até sofrimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
A vergonha está sempre presente, quer se fale de enurese, quer se fale de incontinência. É a vergonha de uma criança que, a meio da noite, anuncia aos pais que fez chichi na cama. Ou a vergonha de um adulto que sente libertarem-se pingos de urina fora de hora e de contexto. Em ambos os casos, a auto&amp;shy; estima está em risco, pelo que ambos devem merecer intervenção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
São fenómenos distintos, mas têm em comum a dificuldade em controlar o aparelho urinário. No que respeita às crianças, a enurese ocorre numa idade em que já deviam dominar o processo fisiológico que conduz à micção. Uma idade que pode oscilar, na medida em que cada criança se desenvolve a um ritmo muito próprio, ainda que existam etapas comuns, em que são de esperar determinados progressos.&lt;/div&gt;
As diferenças individuais reflectem-se também no controlo da urina. Há crianças que deixam de usar fraldas muito cedo, primeiro de dia, depois de noite, e outras que requerem mais algum tempo, urinando episodicamente nas cuecas ou na cama até, finalmente, se conseguirem controlar.
&lt;div align="justify"&gt;
A maioria atinge esta fase por volta dos cinco anos, idade até à qual não se considera que a dificuldade em controlar a urina constitua um problema. A partir daí, se a criança continua a molhar a cama de noite, considera-se que sofra de enurese nocturna. Com frequência esta é uma situação associada a um evento perturbador, como o nascimento de um irmão, a entrada na escola ou o divórcio dos pais - diz-se, então, que a enurese é secundária e que pode ter também como causa as infecções urinárias, alterações neurológicas e malformações urinárias. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Já quando a criança não consegue de todo controlar a micção durante o sono fala-se em enurese primária. Estima-se que em Portugal haja cerca de 80 mil crianças a braços com este embaraço. Crianças dos cinco aos 14 anos, na sua maioria rapazes. Partilham um problema, mas as causas podem ser diversas, oscilando entre a hereditariedade e disfunções do foro fisiológico ou psicológico. Sabe-se que a herança genética tem influência, considerando-se existir uma probabilidade de 44 por cento de a criança ser enurética se um dos pais o tiver sido, taxa que aumenta para 77 por cento quando envolve ambos os progenitores.&lt;/div&gt;

&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198821787271841874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgH8i-arMeWOG9B3ytho-0Gz3PLpCW9BLQKX2-IJctbtBj2hiIkBlvBv1pCUXSBQF1xPl0UefQOqOBsGC0JBK2mhOWPvLR5vcWog-OzmHKFWaUkRCi-caAC6A_oN2kBICEtnleTfH7m8YHH/s400/Digitalizar0002.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
O maior peso é, no entanto, fisiológico, na medida em que foi identificada nos enuréticos uma deficiência na produção nocturna da hormona vasopressina, com efeitos antidiuréticos. Esta hormona regula a produção de urina durante as 24 horas do dia, estando presente em maior quantidade durante a noite, de forma a reduzir o volume de urina. Não é isso que acontece, porém, no caso das crianças enuréticas. Apesar de involuntária, a emissão de urina durante o sono causa muito sofrimento nestas crianças, com a ansiedade a prevalecer, num misto de sentimentos que abrangem a vergonha e a culpa. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Elas não conseguem, de facto, controlar a urina. Sentem vergonha, sentem-se humilhadas e tentam esconder o problema. Daí que resistam a tudo o que implique passar uma noite fora de casa, o que claramente afecta a sua vida social.
Receiam - e é normal - que as outras crianças se apercebam, o que as tornaria alvo de risos e provocações. Receiam também os olhares e comentários dos adultos - e a verdade é que eles acontecem, ameaçando a estabilidade emocional destas crianças.&lt;/div&gt;
Este é, no entanto, um problema com solução: com a ajuda do médico de família ou do pediatra, importa identificar causas e tratá-las. Existem terapias e medicamentos eficazes no tratamento da enurese. Mas o caminho não passa apenas por aqui: implica atenuar o sofrimento e reforçar a auto-estima infantil.

&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Pingos que envergonham&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Tal como a enurese, também a incontinência urinária envergonha. De tal forma que a maioria das pessoas a esconde, relutando em levá-la a uma consulta médica e, com isso, adiando um tratamento e prolongando o sofrimento.
Este é um problema muito vulgar, que se pode manifestar em qualquer momento da idade adulta, embora seja mais frequente entre os idosos. A continência urinária depende de uma integridade anatómica e fisiológica, assim como a existência de um estado mental normal, mobilidade, destreza e motivação. &lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5198821787271841858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOHNgO9wO8HJy66T80k89zZCkqF37urB3T_xuNPzTJOa_b3DuHgwioWd586UqOuNWkhyRNH0meP69nD1z8gRL7_QowImdakqWDRB3xO6XzbU1y-hGva2zbb7EiwRYIr1Zi_1ZcZmd2XbBd/s400/Digitalizar0005.jpg" border="0" /&gt;



&lt;div align="justify"&gt;Por detrás esconde-se uma multiplicidade de causas, em que pontuam as doenças urológicas, ginecológicas, neurológicas, psicológicas, hormonais, ambientais ou iatrogénicas, bem como alterações de&amp;shy; generativas associadas ao envelhecimento e deficiências congénitas. Comum é que resulte de lesão na região pélvica ou na espinha dorsal, podendo também ser consequência de uma cirurgia pélvica. Mais comum ainda é que ocorra em resultado de uma gravidez e parto, sobretudo se for por cesariana. Definida, de uma forma simples, como a dificuldade em controlar a urina, a incontinência é um problema do sistema urinário relacionado com a uretra, o canal por onde sai a urina e cuja actividade é controlada por um músculo, o esfíncter. No entanto, ao contrário do que se pensa, não é uma doença, mas sim um sintoma: a urina escapa-se porque existe uma patologia que interfere com a capacidade do esfíncter para controlar as expulsões urinárias.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;E porque as causas são muitas também são diversos os tipos de incontinência. Um deles está associado ao stress: a bexiga descarrega durante a prática de exercício físico, em consequência de um acesso de tosse, de uma gargalhada ou de qualquer movimento corporal que exerça pressão sobre os músculos pélvicoso E as tão indesejadas gotas lá se escapam. Em momentos de convívio social este tipo de incontinência pode ser bastante incomodativo: é que basta uma gargalhada saída lá do fundo para desencadear o embaraço.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Um outro tipo é a chamada incontinência de transbordo ou de urgência (conhecida também por instabilidade vesical ou do músculo detrusor e por bexiga hiperactiva). Corresponde a uma necessidade urgente de ir à casa de banho e à incapacidade para lá se chegar a tempo. As causas não são claramente conhecidas, mas pode estar em causa uma situação em que as ligações nervosas entre a bexiga e o cérebro se encontram danificadas, provocando uma súbita contracção da bexiga que não pode ser evitada. E a urina sai prematuramente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Há incontinência mista quando há associação entre os diferentes tipos de incontinência. Uma terceira forma é conhecida como incontinência reflexa. Neste caso, a perda de urina acontece sem que a pessoa tenha consciência da necessidade de urinar. É com frequência o resultado de uma abertura anormal da bexiga ou de "furos" - fistulas - neste que é o nosso reservatório de urina ou na uretra. Finalmente, considera-se a incontinência que decorre de uma intervenção cirúrgica, por exemplo de uma histerectomia ou de uma cesariana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
É, naturalmente, em função da causa que se de&amp;shy; fine o tratamento, de um leque de opções que envolve técnicas cirúrgicas e não cirúrgicas. Por vezes, uma simples mudança dos hábitos alimentares é suficiente, de modo a cortar nos produtos com efeito diurético (os que estimulam a produção de urina). Pode também ser necessário prescrever medicamentos próprios ou retirar alguns. E em último caso pode recorrer-se à cirurgia, nomeadamente para implantar um aparelho que ajudará a controlar os músculos pélvicos. O que é certo é que o tratamento é eficaz na grande maioria dos casos: 80 em cada 100 doentes deixam de ter razões para sentir vergonha.&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Sinais de Alarme!!!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;A perda de urina é sempre precedida de alguns sinais de alarme, que devem ser tidos em conta e que importa conhecer:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;--&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Urinar mais frequentemente do que o habitual, sem que exista uma infecção na bexiga;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;--&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Necessidade de correr para a casa de banho, perdendo urina quando não se chega a tempo;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;--&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Dores relacionadas com o acto de urinar;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;--&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Infecções frequentes da bexiga;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;--&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Enfraquecimento progressivo do jacto urinário, com ou sem a sensação de esvaziamento total da bexiga;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;--&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Urina em quantidade anormal ou alterações relacionadas com o sistema nervoso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgH8i-arMeWOG9B3ytho-0Gz3PLpCW9BLQKX2-IJctbtBj2hiIkBlvBv1pCUXSBQF1xPl0UefQOqOBsGC0JBK2mhOWPvLR5vcWog-OzmHKFWaUkRCi-caAC6A_oN2kBICEtnleTfH7m8YHH/s72-c/Digitalizar0002.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Daltonismo: ser diferente entre iguais</title><link>http://km-stressnet.blogspot.com/2008/04/daltonismo-ser-diferente-entre-iguais.html</link><category>cores</category><category>daltonismo</category><category>daltónico</category><category>olhos</category><category>Saúde</category><category>visão</category><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><pubDate>Fri, 25 Apr 2008 17:19:00 +0100</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3559415625921988288.post-8171320635011802405</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Daltonismo: olhar o mundo de modo diferente&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Um olho saudável é capaz de distinguir 15 mil tonalidades, com a visão colorida a assentar na percepção de três cores fundamentais - o &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;azul&lt;/span&gt;, o &lt;span style="color:#33cc00;"&gt;verde&lt;/span&gt; e o &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;vermelho&lt;/span&gt;. Mas há pessoas cuja visão colorida sofreu uma modificação, pelo que apenas distinguem duas dessas cores. São pessoas daltónicas. O mais frequente é que não diferenciem o verde do vermelho, reconhecendo somente o amarelo e o azul-violeta. Mas também acontece que confundam o azul e o amarelo, embora esta forma de daltonismo seja mais invulgar. &lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais rara ainda é a incapacidade de distinguir qualquer das cores - a pessoa vive num mundo a preto e branco, pontuado por graduações de cinzento. É ao nível da retina que radica a explicação para esta perturbação da visão. Nesta membrana que cobre a face interna do olho localizam-se as células foto&amp;shy; receptoras, os chamados cones, que nos permitem perceber as cores. São três os tipos de cones, tantos quanto as cores fundamentais: os vermelhos, os verdes e os azuis, cada um deles sensível a um pigmento específico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;O que acontece é que, numa pessoa daltónica, há cones que funcionam mal ou simplesmente não existem, pelo que o cérebro não recebe a informação que lhes permite descodificar a respectiva cor. Normalmente, apenas um tipo deles está ausente - quase sempre o vermelho, mais raramente o azul ou o verde. Excepcionalmente, podem faltar dois tipos, falando-se então em monocromatismo. Mais raramente ainda, acontece faltarem os três tipos - estamos perante um quadro de acromatismo, em que a pessoa está privada de cor.&lt;/div&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5193222613724458418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhR_8oKVsWSIJzoGlP0FTjdz68H80a2P-kJNi6AbOQlC2WaA_kKjI5vI1fPF9NpJWAgCamkjlCbBiLB_bge_XyR4sdpQ1HDmw4owiAsPK7YoEZ5qIqzpalDNQAvHrbtKVwr0Tm59GfkNcae/s400/1.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
As "culpas" por esta anomalia devem ser apontadas à hereditariedade. E ao cromossoma sexual X. Nas mulheres, que possuem dois destes cromossomas, a presença de um gene anormal é, quase sempre, compensada por um gene normal existente no segundo cromossoma. O que significa que a mulher pode ser portadora do gene do daltonismo e passá-lo aos seus filhos, sem, contudo, ser afectada. Para ela própria ser daltónica era preciso ter recebido dois cromossomas alterados, um da mãe e outro do pai, o que é raro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Já nos homens, que possuem um cromossoma X e outro Y, não é possível compensar o gene anormal transmitido hereditariamente. Daí que o daltonismo predomine no sexo masculino (calcula-se que afecte oito por cento dos homens, contra 0,45 por cento das mulheres). Porém, não passam o gene para os filhos, apenas para as filhas, precisamente através do cromossoma X.
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Como viver com o daltonismo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Se pelo menos uma das cores principais lhes está vedada, ou se a apercebem com grande dificuldade, como vêem os daltónicos? Desenvolvem o seu próprio sistema de referência, substituindo as tonalidades ausentes por diferentes tons de cinzento. E aprendem a conviver com esta diferença cromática, que não lhes afecta a saúde mas condiciona o dia-a-dia. Conduzir, por exemplo, não será tarefa fácil. Pelo menos à primeira vista: se uma pessoa não distingue o vermelho, ou se não distingue o verde, como saberá se deve parar ou avançar num semáforo? Na verdade, pode recorrer ao seu próprio esquema cromático, em que a cor em falta se apresenta disfarçada de cinzento. Porém, para desenvolver uma actividade profissional relacionada com os meios de transporte, ou com as forças de segurança, este recurso pode ser insuficiente - ser piloto de avião, maquinista de comboio ou agente da polícia e não conseguir distinguir claramente todas as cores é uma combinação inviável.&lt;/div&gt;
&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5193222622314393026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg43spYRLSmP1qdSgQqmg_J11ZqQ-wILuG9Ch8coPrOD1z972ejNEv9VB1nTsvh9tksKPBXRTRJCz93znqMjp11806d7ruAejNXaapOSVRsDCMJbPanEOP_1j-_cg39J_CFOijdsjKcXgk7/s400/2.jpg" border="0" /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Aliás, aqui radica uma das razões para se fazer o despiste precoce do daltonismo: acontece que, ignorando ser portadores desta anomalia da visão, os jovens percorrem um determinado caminho escolar, com destino a uma profissão que correm o risco de não exercer. Mas o daltonismo pode ser despistado na idade escolar, aquando da primeira visita ao oftalmologista, normalmente por volta dos seis anos, embora se possa efectuar um despiste rudimentar com testes de cores, como nas duas figuras presentes. Mas só pelos dez anos é possível realizar testes que permitem detectar com acuidade o défice cromático da criança. E, uma vez identificada a anomalia, não há necessidade de qualquer vigilância particular, até porque não interfere nas outras funções da visão. E porque, por enquanto, não existe qualquer tratamento que permita restabelecer a percepção normal das cores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Sinais precoces do daltonismo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Há alguns sinais que denunciam daltonismo numa criança. Cabe aos pais estarem atentos: porque o mais provável é o filho errar na atribuição das cores, nomeadamente quando desenha ou quando se veste. Normalmente, o verde torna-se cinzento e o vermelho mascara-se de verde.
Na escola nem sempre é fácil a vida de um pequeno daltónico. Quando a actividade que lhe é proposta implica escolher cores, ele sente certamente dificuldade e baralha-se. Nos cadernos e lápis é sempre possível colar etiquetas, para que ele não se engane. Mas nas aulas de geografia, de química ou de expressão artística poderá ser mais difícil, pelo que os professores devem ser alertados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;
Também na rua, a confusão entre cores pode dar origem a incidentes, nomeadamente a atravessar uma passadeira: como uma criança daltónica não distingue o vermelho do verde, convém fazê-la memorizar a posição das cores no semáforo ou identificar a figura luminosa e guiar-se pelos respectivos movimentos.&lt;a href="http://rec6.via6.com/link.php?url=http%3A%2F%2Fkm-stressnet.blogspot.com%2F2008%2F04%2Fdaltonismo-ser-diferente-entre-iguais.html&amp;amp;titulo=Daltonismo%3A%20ser%20diferente%20entre%20iguais"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;" Artigo publicado por KmMad do Blog StreS'sNet: http://km-stressnet.blogspot.com "&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhR_8oKVsWSIJzoGlP0FTjdz68H80a2P-kJNi6AbOQlC2WaA_kKjI5vI1fPF9NpJWAgCamkjlCbBiLB_bge_XyR4sdpQ1HDmw4owiAsPK7YoEZ5qIqzpalDNQAvHrbtKVwr0Tm59GfkNcae/s72-c/1.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item></channel></rss>