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		<title>Strix</title>
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		<title>25 de dezembro comemoramos o quê mesmo?</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 18:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Henrique Picolo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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		<description><![CDATA[É mais do que sabido que adotamos um monte de costumes para as festas de final de ano, atrelando muitas crenças, superstições e histórias religiosas ou não a elas. Porém, as orígens dessas comemorações são bons exemplos de como tudo o que temos hoje como certo, nem sempre foi assim. As origens da comemoração do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><img class="size-full wp-image-1017 aligncenter" style="border: 0pt none;margin-top: 0px;margin-bottom: 0px" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/12/Natal_banner.jpg" alt="" width="555" height="256" /><br />
É mais do que sabido que adotamos um monte de costumes para as festas de final de ano, atrelando muitas crenças, superstições e histórias religiosas ou não a elas.<br />
Porém, as orígens dessas comemorações são bons exemplos de como tudo o que temos hoje como certo, nem sempre foi assim.<span id="more-1015"></span></p>
<p style="text-align: left">As origens da comemoração do Natal parecem ter surgido por volta do ano 2250 a.C., numa época que os antigos povos da Mesopotâmia, como os sumérios, consideravam o inverno como uma época de grande crise.<br />
Nessa época, durante a passagem de um ano para o outro, o que chamavam de Zagmuk, eles acreditavam que os monstros do caos (como a deusa-dragão-serpente <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tiamat" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Tiamat?referer=');">Tiamat</a>) enfureciam-se e seu principal deus, <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marduque" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Marduque?referer=');">Marduk</a> precisava derrota-los para que a época de calor voltasse e a vida voltasse à Terra.<br />
Então criaram um festival de 12 dias com o intuito de ajudar Marduk em sua batalha.</p>
<p style="text-align: left">Segundo essa tradição, o rei teria de morrer no final do ano para poder lutar ao lado de Marduk.<br />
Porém, para poupar o rei, um criminoso era vestido como rei e tratado com todos os privilégios do mesmo para ser então morto, levando consigo, todos os pecados do mundo.</p>
<p><em>(Nota: Marduk era conhecido pelos hebreus como Merodak, porém naquela época era comum atribuir &#8220;encarnações divinas&#8221; aos reis e imperadores. Podemos encontrar exemplos dessas referências na Bíblia cristã, em <a title="Isaías, Capítulo 39" href="http://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/39" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.bibliaonline.com.br/nvi/is/39?referer=');">Isaías 39:1</a> ou <a title="Jeremias, capítulo 50" href="http://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/50" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/50?referer=');">Jeremias 50:2</a>.)</em></p>
<div id="attachment_1018" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1018" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/12/Natal_marduk.jpg" alt="" width="400" height="259" /><p class="wp-caption-text">Marduk combatendo o dragão Tiamat</p></div>
<p>Rituais bastante semelhantes foram então adotados pelos persas e babilônios que comemoravam o Sacae, em que os escravos tomavam o lugar de seus mestres.</p>
<p>Os mesmos persas e babilônios, celebravam por volta de 1400 a.C., o nascimento de <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitra_%28mitologia%29" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Mitra_28mitologia_29?referer=');">Mitra</a> no dia 25 de dezembro.</p>
<p>Já os gregos, celebravam as lutas de <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeus" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Zeus?referer=');">Zeus</a> contra <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chronos" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Chronos?referer=');">Chronos</a> e de <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Apolo" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Apolo?referer=');">Apolo</a> contra Piton (a grande serpente que teria surgido após o grande dilúvio), de modo bastante semelhante à luta de Marduk contra os os monstros do caos.</p>
<p>Os romanos comemoravam o solstício de inverno com a Saturnalia (para homenagear o deus Saturno) entre os dias 17 de dezembro e 1o. de janeiro.</p>
<p>Eles acreditavam que o dia 25 era o dia em que o sol se encontrava mais fraco, mas recomeçando a crescer e trazer vida à Terra.</p>
<p>Esse dia passou a ser conhecido como <em>Dies Natalis Solis Invicti</em> (&#8220;Aniversário do Sol Invicto&#8221;) e era costume comemorar esse festival com grandes jantares sob a luz de árvores verdes ornamentadas, com galhos de loureiros e muitas velas para espantar os espíritos da escuridão.</p>
<p>Os ornamentos dessas árvores eram então dados como presentes aos participantes, muito provavelmente surgindo daí, o costume de dar presentes, embora que 1o. de janeiro seja o dia de São Basílio para os gregos, que têm o costume de trocar presentes nessa época.</p>
<p>Porém, o Natal mais ou menos como conhecemos hoje, só começou a ser comemorado após o <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Primeiro_Conc%C3%ADlio_de_Niceia" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Primeiro_Conc_C3_ADlio_de_Niceia?referer=');">Primeiro Concílio de Nicéia</a>, que aconteceu no ano 325 d.C., porém a maioria dos historiadores afirmam que o primeiro Natal foi oficialmente comemorado no ano 336 d.C.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Árvore de Natal</strong></p>
<p>As árvores já eram consideradas elementos sagrados pelo povos pagãos da Europa e Ásia pelo menos 3000 anos antes de Cristo.</p>
<p><em>(Nota: O termo &#8220;pagão&#8221; vem do latim &#8220;pagus&#8221;, que significa &#8220;campo&#8221;, &#8220;terra&#8221; ou mesmo &#8220;país&#8221; e/ou de &#8220;paganus&#8221;, que significa &#8220;povo do campo&#8221;. É notável como certos preconceitos persistem até hoje.)</em></p>
<p>Esses povos as cultuavam e faziam festivais e rituais ao redor delas, muitas vezes ligando-as a entidades mitológicas.</p>
<p>Os egípcios por exemplo, associavam o cedro a <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os%C3%ADris" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Os_C3_ADris?referer=');">Osíris</a> e os germânicos colocavam presentes para as crianças sob o carvalho sagrado de <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Odin" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Odin?referer=');">Odin</a>, tradição que veio dos atuais países bálticos, onde se cortavam pinheiros que eram então levados para os lares, onde eles eram decorados nas vésperas do solstício de inverno.</p>
<p>Uma das versões mais aceitas sobre como essa tradição teria sido associada à moderna comemoração cristã, diz que no século 18, o monge beneditino José Bonifácio, em Turíngia ao tentar sem sucesso acabar com a tradição considerada pagã, acabou por adaptar a tradição, associando o formato triangular do pinheiro à Santíssima Trindade e as folhas à eternidade de Jesus.</p>
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<p><strong>Papai Noel</strong></p>
<div id="attachment_1019" class="wp-caption alignleft" style="width: 181px"><img class="size-full wp-image-1019" style="border: 0pt none" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/12/Natal_nicolau.jpg" alt="" width="171" height="298" /><p class="wp-caption-text">São Nicolau</p></div>
<p>Acredita-se que a figura do bom velhinho teria sido inspirada nos costumes de um arcebispo de Mira, Turquia, chamado <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Nicolau_de_Mira" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/S_C3_A3o_Nicolau_de_Mira?referer=');">Nicolau Taubaturgo</a>, por volta do ano 280 d.C.</p>
<p>Ele costumava ajudar anonimamente as pessoas pobres, deixando saquinhos de moedas nas chaminés de suas casas.</p>
<p>Após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele, foi transformado em santo (São Nicolau).</p>
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<div id="attachment_1020" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-1020" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/12/Natal_nast.jpg" alt="" width="200" height="249" /><p class="wp-caption-text">Ilustração de Thomas Nast</p></div>
<p>No entanto, até 1886, o &#8220;papai noel&#8221; era representado normalmente em trajes de inverno marrom ou verde escuro e usando uma coroa de avezinhos na cabeça, para ser então representado pelo cartunista alemão <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Nast" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Nast?referer=');">Thomas Nast</a> pela primeira vez (pelo que se tem registro) em cores vermelho e branco, com cinto preto na edição especial de Natal, da revista Harper&#8217;s Weekly.</p>
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<p>Foi somente em  1931, que o talentoso ilustrador <a title="Link para o artigo no Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Haddon_Sundblom" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/pt.wikipedia.org/wiki/Haddon_Sundblom?referer=');">Haddon Hubbard Sundblom</a>, famoso por seus <a title="Site com alguns trabalhos de Sundblom" href="http://www.all-art.org/pin-up_art1/sundblom1.htm" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.all-art.org/pin-up_art1/sundblom1.htm?referer=');">pin-ups, o logotipo da Aveia Quaker (e ilustrações de mulheres nuas)</a>, criou a imagem atual do bom velhinho para uma campanha da Coca-Cola que foi tão bem sucedida, que suas ilustrações são reaproveitadas até hoje.</p>
<div id="attachment_1021" class="wp-caption aligncenter" style="width: 438px"><img class="size-full wp-image-1021 " style="border: 0pt none" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/12/Natal_sundblom.jpg" alt="" width="428" height="446" /><p class="wp-caption-text">Uma das famosas ilustrações de Haddon &quot;Sunny&quot; Sundblom para a Coca-Cola</p></div>
<p>Muitos dos incontáveis costumes (e crenças) que hoje temos, tiveram suas origens num passado longínquo, infelizmente já esquecido pelo tempo e pelas também incontáveis, versões dos mesmos contos.</p>
<p>Conhecendo as orígens de alguns deles, concluímos por exemplo, que não faz sentido termos pessoas vestidas de papai noel, cozinhando em trajes de inverno em pleno verão da América do Sul, enquanto no hemisfério norte se comemora o solstício de inverno.</p>
<p>Se por um lado todo fim de ano é tempo de festas e celebrações (especialmente estimuladas pelo comércio), por outro, deveria ser também de reflexões, de compreenção e de consciência.</p>
<p>Boas festas e principalmente, boa consciência a todos!</p>
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		<title>Procurando um desafio? Achou!!</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 15:56:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kbssa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogos]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembra daquele jogo no qual você ficava indignado por mal conseguir passar da primeira fase? Lembra daquele jogo que era tão difícil que dava vontade de quebrar o joystick e xingar até a avó do produtor? Lembrou de Contra? Não? Agora você vai lembrar. Existiram poucos jogos que me fizeram perder a paciência por serem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.strix.art.br/2011/10/procurando-um-desafio-achou/raiva/" rel="attachment wp-att-1012"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1012" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/10/raiva-265x250.jpg" alt="" width="265" height="250" /></a></p>
<p>Lembra daquele jogo no qual você ficava indignado por mal conseguir passar da primeira fase? Lembra daquele jogo que era tão difícil que dava vontade de quebrar o joystick e xingar até a avó do produtor? Lembrou de Contra? Não? Agora você vai lembrar.</p>
<p>Existiram poucos jogos que me fizeram perder a paciência por serem difíceis, Contra 4 para Nintendo DS é um desses jogos.</p>
<p>A franquia Contra desde o seu primórdio em 1988 para o Nitendinho até o mais recente no Ps2 sempre teve seus prós e CONTRAS (sacaram a piada?) apesar da critica e players acharem que todos os Contra em 3D não foram felizes na transição para as novas gerações, sempre ofereceram um desafio, mas ainda assim possíveis de se terminar sem ter um derrame, o mesmo não pode ser dito de Contra 4, que voltando ao 2D sidescrolling, te dá a sensação de ter quatro anos e estar aprendendo a jogar vídeo-game de novo.</p>
<p>O game conta com um gráfico totalmente nostálgico, com sprites pixelados lembrando Contra III – The Alien Wars para Snes, mas não são só os pixels que te transportam para o passado, o modo árcade é uma realidade (um pesadelo para alguns gamers) neste jogo, onde você tem suas vidas e uma quantidade de continues limitadas, significando que se você morrer na ultima fase, enfrentando o ultimo boss e não tiver mais continues, abaixo do GAME OVER vai aparecer a frase: “Não gostou de ter que começar de novo? Problema seu. Da próxima vez aprende a jogar direito”.</p>
<p><a href="http://www.strix.art.br/2011/10/procurando-um-desafio-achou/c2/" rel="attachment wp-att-1009"><img class="alignnone size-full wp-image-1009" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/10/C2.jpg" alt="" width="256" height="384" /></a><a href="http://www.strix.art.br/2011/10/procurando-um-desafio-achou/c1/" rel="attachment wp-att-1008"><img class="size-full wp-image-1008 alignright" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/10/C1-e1317483486715.jpg" alt="" width="256" height="384" /></a></p>
<p>Quando as pessoas falam que Contra 4 é difícil, elas estão usando um eufemismo, porque a dificuldade deste jogo beira a insanidade com tiros e aliens vindo literalmente de todos os lados, inclusive da tela inferior do DS, tornando uma tarefa herculeana terminar este jogo, mesmo com a inteligente disposição na qual o espaço entre as telas não interferem no gameplay.</p>
<p>Aos portadores de Nintendo DS aí vai minha recomendação e meu sincero boa sorte, porque vocês vão precisar para jogar este jogo animal.</p>
<p><a href="http://www.strix.art.br/2011/10/procurando-um-desafio-achou/c5/" rel="attachment wp-att-1011"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1011" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/10/C5-265x238.jpg" alt="" width="265" height="238" /></a></p>
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		<title>Violão e Video-Game: só pra quem pode, só pra quem quer!</title>
		<link>http://www.strix.art.br/2011/09/violao-e-video-game-so-pra-quem-pode-so-pra-quem-quer/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 14:56:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kbssa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem nunca jogou um game e se perguntou “que diabo de música é essa?”. Ninguém? Isso é porque uma trilha ruim passa despercebida. Já uma trilha de boa qualidade é muito fácil de notar, como no caso do Super Mario Galaxy, para Nintendo Wii (quem não gosta do Mario, sinto muito, mas um fato é um fato). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-998" title=" " src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/gamemusic.jpg" alt="" width="555" height="235" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem nunca jogou um game e se perguntou “que diabo de música é essa?”. Ninguém? Isso é porque uma trilha ruim passa despercebida. Já uma trilha de boa qualidade é muito fácil de notar, como no caso do <strong>Super Mario Galaxy</strong>, para <strong>Nintendo Wii</strong> (quem não gosta do Mario, sinto muito, mas um fato é um fato). Super Mario Galaxy tem a trilha mais bem executada e adaptada que eu já ouvi nesses últimos tempos. Mas eu estou falando mais especificamente dos RPGs antigos (não tão antigos assim), jogos cujas músicas eram tão marcantes que ficaram impressas em nossas memórias, como as empolgantes trilhas de batalha da série <strong>Final Fantasy</strong> ou as músicas incrivelmente harmoniosas de <strong>Chrono Cros</strong>s.</p>
<p style="text-align: justify;">Já pensou poder reproduzir essas músicas no violão?</p>
<p style="text-align: justify;">Agora isso é possível graças a um japonês que é conhecido apenas como <em>Lonlonjp</em>. Os vídeos desta fera no violão (pareci o Faustão), onde ele toca as trilhas destes saudosos jogos, estão bombando no YouTube.</p>
<p style="text-align: justify;">Os arranjos vão de <strong>Chrono Trigger</strong> a <strong>Naruto</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem classificações em seus vídeos que variam de fácil ao <em>extreme</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E: Easy</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>E-M: Easy to medium</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>M: Medium</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>M-H: Medium to hard</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>H: hard</em></p>
<p style="text-align: justify;">As tabs desse violonista podem ser encontradas no site <a href="http://www.gametabs.net" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.gametabs.net?referer=');">http://www.gametabs.net</a>. É só procurar a música e escolher a opção “<em>Lonlonjp Version</em>” para se divertir. Eu mesmo já tirei algumas.</p>
<p style="text-align: justify;">Minhas recomendações são:</p>
<p style="text-align: justify;">To Zanarkand (FFX)</p>
<p style="text-align: justify;">Frog’s theme (Chrono Trigger)</p>
<p style="text-align: justify;">Vamo alla flamenco (FFIX)</p>
<p style="text-align: justify;">E lembre-se, esta é umas das raríssimas ocasiões onde usar o EASY não é vergonhoso.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.strix.art.br/2011/09/violao-e-video-game-so-pra-quem-pode-so-pra-quem-quer/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><small>To Zanarkand (FFX)</small></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.strix.art.br/2011/09/violao-e-video-game-so-pra-quem-pode-so-pra-quem-quer/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><small>Frog’s theme (Chrono Trigger)</small></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.strix.art.br/2011/09/violao-e-video-game-so-pra-quem-pode-so-pra-quem-quer/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><small>Vamo alla flamenco (FFIX)</small></p>
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		<title>Impressora de água</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 21:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcfaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tech]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Impressora]]></category>
		<category><![CDATA[Osaka]]></category>

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		<description><![CDATA[Os japoneses são gênios, e mestres da tecnologia. Muitas de nossas impressoras convencionais, que utilizamos em casa ou no escritório, são fabricadas pelos amigos japas. Agora inventaram uma impressora de água. Sim. Impressora de água. Na verdade, é uma espécie de chuveiro, que controla o fluxo de água através de computador, e algumas lâmpadas posicionadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-993" title="Impressora de água" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/osaka.jpg" alt="" width="555" height="235" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os japoneses são gênios, e mestres da tecnologia. Muitas de nossas impressoras convencionais, que utilizamos em casa ou no escritório, são fabricadas pelos amigos japas. Agora inventaram uma impressora de água.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim. Impressora de água. Na verdade, é uma espécie de chuveiro, que controla o fluxo de água através de computador, e algumas lâmpadas posicionadas em série, possibilitando um efeito de iluminação que, em conjunto com este controle do fluxo da água, permite a exibição de desenhos, frases, e até informar as horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um destes aparatos está localizado na Estação de Osaka (Osaka Station City), e outro foi filmado em Kyoto.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.strix.art.br/2011/09/impressora-de-agua/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: center;"><small>Em Osaka, Japão</small></p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.strix.art.br/2011/09/impressora-de-agua/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: center;"><small>Em Kyoto, Japão</small></p>

<a href='http://www.strix.art.br/2011/09/impressora-de-agua/water-print/' title='Impressora de água'><img width="175" height="116" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/water-print-175x116.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Impressora de água" title="Impressora de água" /></a>
<a href='http://www.strix.art.br/2011/09/impressora-de-agua/water-print_001/' title='Impressora de água'><img width="175" height="116" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/water-print_001-175x116.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Impressora de água" title="Impressora de água" /></a>

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		<title>Remake de Final Fantasy VII vem aí!</title>
		<link>http://www.strix.art.br/2011/09/remake-de-final-fantasy-vii-vem-ai/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 01:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kbssa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Cloud]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy VII]]></category>
		<category><![CDATA[Reboot]]></category>
		<category><![CDATA[Sephiroth]]></category>

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		<description><![CDATA[Rumores, rumores, rumores. Rumores são o que não falta no mundo dos games. Para os fãs (desavisados) da série Final Fantasy, há cerca de dois anos, rola um rumor que a aclamada Squarenix, produtora da série e de outros sucessos passados como Vagrant Story, do PlayStation 1, e sucessos futuros como o novo Tomb Raider (produtora de um monte de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-986" title="Final Fantasy VII" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/FinalFantasy_VII_Rebirth_feat.png" alt="" width="555" height="235" /></p>
<p style="text-align: justify;">Rumores, rumores, rumores. Rumores são o que não falta no mundo dos games. Para os fãs (desavisados) da série <strong>Final Fantasy</strong>, há cerca de dois anos, rola um rumor que a aclamada <strong>Squarenix</strong>, produtora da série e de outros sucessos passados como Vagrant Story, do PlayStation 1, e sucessos futuros como o novo Tomb Raider (produtora de um monte de lixo também, mas não vem ao caso) estaria trabalhando em um remake do Ultra-Mega-Power-Super-Fuc#$%-Awesome <strong>Final Fantasy VII</strong> para PlayStation 3!</p>

<a href='http://www.strix.art.br/2011/09/remake-de-final-fantasy-vii-vem-ai/finalfantasy_vii_01/' title='Final Fantasy VII'><img width="175" height="133" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/FinalFantasy_VII_01-175x133.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Final Fantasy VII" title="Final Fantasy VII" /></a>
<a href='http://www.strix.art.br/2011/09/remake-de-final-fantasy-vii-vem-ai/finalfantasy_vii_03/' title='Final Fantasy VII'><img width="175" height="131" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/FinalFantasy_VII_03-175x131.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Final Fantasy VII" title="Final Fantasy VII" /></a>
<a href='http://www.strix.art.br/2011/09/remake-de-final-fantasy-vii-vem-ai/finalfantasy_vii_02/' title='Final Fantasy VII'><img width="175" height="135" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/FinalFantasy_VII_02-175x135.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Final Fantasy VII" title="Final Fantasy VII" /></a>

<p style="text-align: justify;">Final Fantasy VII é considerado por muitos (não por mim) o melhor jogo da serie, além de contar com o vilão mais da hora da história dos games (isso eu concordo): <em>Sephirot</em>, um badass que eu duvido alguém achar defeito (brincadeira).</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, voltando a notícia, talvez por ser uma obra prima (mas muitos dos <em>gamers</em> desta geração sentem repulsa aos gráficos poligonais do primeiro PlayStation) ou por falta de estórias novas, surgiu um vídeo da saudosa abertura do jogo com um visual totalmente refeito, além da notícia de um <em>remake</em>, sem data definida.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.strix.art.br/2011/09/remake-de-final-fantasy-vii-vem-ai/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p style="text-align: justify;">Esse vídeo rendeu aos fãs do Mr. Cloud Strife, uns três meses de felicidade. Isso até o criador do personagem, Tetsuya Nomura, numa entrevista para Famitsu, declarar: &#8220;Fãs estão ansiosos pelo remake de FFVII, mas eu não acredito que isso vá acontecer por enquanto. Entretanto, é possível que ele (Cloud) vá aparecer em outros títulos como um personagem convidado”. Foi um balde de água gelada em quem esperava ver o personagem de cabelo espetado (não é o Sonic) em sua primeira aventura num gráfico de enrolar os cabelos. Mas os gamers japoneses não deixaram quietos (valeu Japão) e exigiram (não me pergunte como) o remake, fazendo com que o presidente da Squarenix, Yoichi Wada, fizesse a seguinte declaração: “Liberem espaço nas suas agendas, porque <strong>Final Fantasy VII: Jenova’s Rebirth</strong> sairá no quarto bimestre de 2012”.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso é que é presente de natal.</p>
<p style="text-align: justify;"><a class="highslide img_2" href="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/FinalFantasy_VII_Rebirth.png" onclick="return hs.expand(this)"><img class="aligncenter size-large wp-image-990" title="Final Fantasy VII: Jenova’s Rebirth " src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/FinalFantasy_VII_Rebirth-555x348.png" alt="" width="555" height="348" /></a></p>
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		<title>A evolução dos joysticks</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 15:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcfaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Infográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Joystick]]></category>
		<category><![CDATA[Video Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde os primeiros consoles de video game até os mais modernos modelos, foram diversos os controles que já passaram por nossas mãos. Os chamados joysticks chamam a atenção de muitos fãs dos games, e suas formas muito dizem sobre a época em que o console foi lançado, tanto pelo design, quanto pelas funcionalidades. Pensando nisso, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-981" title="joysticks" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/joysticks.jpg" alt="" width="555" height="235" /></p>
<p style="text-align: justify;">Desde os primeiros consoles de video game até os mais modernos modelos, foram diversos os controles que já passaram por nossas mãos. Os chamados <em>joysticks</em> chamam a atenção de muitos fãs dos games, e suas formas muito dizem sobre a época em que o console foi lançado, tanto pelo design, quanto pelas funcionalidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso, a <a href="http://popchartlab.com/collections/prints/products/the-evolution-of-video-game-controllers" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/popchartlab.com/collections/prints/products/the-evolution-of-video-game-controllers?referer=');">Pop Chart Lab</a> trás um infográfico em forma de cartaz, detalhando 119 controles de 11 gerações de games, que passaram por estas últimas 7 décadas. O cartaz possui 1m x 1,5m e custa US$30. Os cartazes são numerados, e foram produzidas, por enquanto, apenas 1000 telas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a class="highslide img_4" href="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/Evolucao_Joysticks.jpg" onclick="return hs.expand(this)"><img class="aligncenter size-large wp-image-982" title="Evolucao_Joysticks" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/Evolucao_Joysticks-555x833.jpg" alt="" width="555" height="833" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Star Trek: 45 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 03:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Henrique Picolo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada Nas Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Star Trek]]></category>

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		<description><![CDATA[Era uma quinta-feira, 8 de setembro de 1966. Entrava no ar, pelo canal de TV NBC, o primeiro episódio de televisão do que viria a ser muito provavelmente a série de TV mais cultuada de todos os tempos: &#8220;Star Trek&#8221;, conhecida no Brasil como &#8220;Jornada Nas Estrelas&#8221;. Antes de falar sobre a série, só um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-976 aligncenter" style="border: 0pt none;margin-top: 0px;margin-bottom: 0px" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/StarTrek45_banner.jpg" alt="" width="555" height="256" /></p>
<p>Era uma quinta-feira, 8 de setembro de 1966. Entrava no ar, pelo canal de TV NBC, o primeiro episódio de televisão do que viria a ser muito provavelmente a série de TV mais cultuada de todos os tempos: &#8220;Star Trek&#8221;, conhecida no Brasil como &#8220;Jornada Nas Estrelas&#8221;.</p>
<p><span id="more-946"></span></p>
<p>Antes de falar sobre a série, só um comentário pessoal: Ser designado para escrever sobre a mais influente série de televisão de todos os tempos é de gelar a espinha.<br />
As chances de eu escrever besteira aqui são gigantes, mesmo eu tendo fama de trekker e tendo o título certificado de &#8220;<a class="highslide img_9" title="Certificado da Frota Estelar Brasil" href="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/StarTrek45_01.jpg" target="_blank" onclick="return hs.expand(this)">Segundo Tenente</a>&#8221; cadastrado pela &#8220;extinta&#8221; Frota Estelar Brasil sob o número 1157o. (Eu até cheguei a &#8220;Terceiro Tenente&#8221;, mas não cheguei a receber o certificado.)<br />
Esta é a segunda vez que escrevo sobre Star Trek para a Strix. E muito deste texto eu reaproveitei do texto antigo que já está fora do ar, porque é impossível resumir em uma página 40 anos de série, com 726 episódios, (a segunda série de televisão mais longa da história perdendo em número de episódios apenas para &#8220;Doctor Who&#8221;, que nunca foi exibida no Brasil), 11 longa-metragens para cinema, 1 série de desenhos animados, uma quantidade incalculável de livros, games, memorabilia e outras quinquilharias o que faz da série a franquia mais lucrativa da Paramount e uma das mais lucrativas da história do cinema.</p>
<p>Mas esse gigante de dimensões incalculáveis, nasceu de forma bastante humilde e com um dinheiro de produção que segundo os próprios atores mal daria para se produzir um bom programa de rádio.<br />
Com pouca verba, a série original foi cancelada na terceira temporada, porém após seu renascimento triunfal em 1979 através do filme &#8220;<a title="Trailer de &quot;Star Trek - The Motion Picture&quot;" href="http://www.youtube.com/watch?v=wmetz0zFz3A&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=wmetz0zFz3A_amp_feature=related&amp;referer=');">Star Trek: The Motion Picture</a>&#8221; (&#8220;Jornada Nas Estrelas: O Filme&#8221;), apresentando a velha Enterprise totalmente reconstruída como uma jóia e de <a title="A primeira cena da velha NCC-1701 totalmente reconstruída" href="http://www.youtube.com/watch?v=O817SelZYUw&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=O817SelZYUw_amp_feature=related&amp;referer=');">maneira tão emocionante</a>, fez com que a franquia hoje seja considerada praticamente uma referência absoluta sobre o tema &#8220;ficção científica&#8221;, rendendo livros, invenções, parques temáticos e um sem-número de coisas que ultrapassam o nosso alcance imaginativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TOS &#8211; The Original Series (&#8220;Jornada Nas Estrelas &#8211; Série Clássica&#8221;)</strong></p>
<p>Os <a title="Primeira abertura da série clássica" href="http://www.youtube.com/watch?v=QGnTfg-MUhs&amp;NR=1" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=QGnTfg-MUhs_amp_NR=1&amp;referer=');">primeiros episódios</a> da série exibida pela NBC entre 1966 e 1969 que contava as aventuras da tripulação da nave U.S.S. Enterprise NCC-1701, foram produzidos pela produtora Desilu, que pertencia à comediante Lucile Ball.<br />
Pela pouca verba dispoonível, os uniformes dos atores que mais pareciam uns pijamas que não tinham bolsos e os atores improvisavam &#8220;props&#8221; como o ator DeForest Kelley (Dr. McCoy), que usou um saleiro como se fosse um instrumento médico futurista.<br />
Graças ao investimento, ruim, a série durou só três &#8220;anos&#8221;, ao invés dos 5 anos sugeridos na abertura da série, narrada inicialmente pelo ator William Shatner.<br />
Porém, a série apresentou uma série de &#8220;choques culturais&#8221; bastante radicais para a época, como um canadense no comando da nave, um russo no comando da navegação em plena época da Guerra Fria, uma negra nas comunicações (e como oficial importante na ponte de comando, em épocas de apartheid), um escocês na engenharia e um alienígena como oficial de ciências (que os religiosos radicais apontavam como uma &#8220;representação do diabo&#8221;, por causa das orelhas pontudas, do sangue verde e da aparente ausência de emoções característica da cultura vulcana).<br />
Além disso, há uma lista quase que interminável de vislumbres que a série trouxe, como vários objetos que hoje são do nosso uso cotidiano na vida real como os &#8220;comunicadores&#8221; (atuais telefones celulares), aquele estranho fone que a personagem Uhura usava na orelha (atuais fones bluetooth) ou cartões de memória (atuais pendrives), ou ainda o desengonçado PADD da série clássica, que na Nova Geração corresponderiam exatamente aos elegantes &#8220;iPADs&#8221; modernos do mundo atual, além do que a série ficou conhecida como a primeira a apresentar <a title="A cena mais do que polêmica na época." href="http://www.youtube.com/watch?v=cDp1sAx09pg" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=cDp1sAx09pg&amp;referer=');">o primeiro beijo inter-racial da história da TV</a> em plena rede nacional estadunidense, causando muita polêmica numa sociedade historicamente conhecida como racista.<br />
Aliás, uma das maiores &#8220;sacadas&#8221; das séries &#8220;Star Trek&#8221; é a abordagem direta de temas como imperialismo, direitos humanos, sexismo, racismo e outros defeitos da sociedade, só que no século 23: uma época em que supostamente esses conflitos bem como outros de ordem social já estariam resolvidos na espécie humana e então finalmente pudesse se dedicar a coisas mais produtivas como a procura e estudo de outras espécies e outras culturas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TAS &#8211; The Animated Series (&#8220;Jornada Nas Estrelas &#8211; Série Animada&#8221;)</strong></p>
<p>Após a exibição do último episódio em 3 de junho de 1969, houve ainda a tentativa de dar continuidade à série através de uma série em <a title="Abertura da série animada" href="http://www.youtube.com/watch?v=RhQFGH527PE&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=RhQFGH527PE_amp_feature=related&amp;referer=');">desenho animado</a>, produzida pela Filmation (Lou Scheimer/Norm Prescott).<br />
Com apenas 22 episódios e as vozes dos atores, a série foi exibida apenas em 1973 e 1974, tinha certos problemas de continuidade em relação à série como um todo (o que os trekkers chamam de &#8220;cânon&#8221;).<br />
Esses problemas foram um &#8220;banho de água fria&#8221; na franquia, que ficou limitada a reprises por um longo período.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Star Trek Phase II (projeto da Paramount e mais tarde, série produzida por fãs)</strong></p>
<p>Com o codinome &#8220;Star Trek Phase II&#8221;, a Paramount planejava dar continuidade à série clássica para completar os dois últimos &#8220;anos&#8221; que faltavam da mesma.<br />
12 episódios chegaram a ser escritos pelo criador da série Gene Roddenberry.<br />
No entanto, esses planos mudaram radicalmente graças à concorrência da Fox que apresentava no Cinema o megasucesso &#8220;Star Wars&#8221; (&#8220;Guerra Nas Estrelas&#8221;) fez com que a Paramount mudasse de idéia e lançasse o primeiro filme longa-metragem da franquia &#8211; &#8220;<a title="Trailer de &quot;Star Trek - The Motion Picture&quot;" href="http://www.youtube.com/watch?v=wmetz0zFz3A&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=wmetz0zFz3A_amp_feature=related&amp;referer=');">Star Trek: The Motion Picture</a>&#8221; (&#8220;Jornada Nas Estrelas: O Filme&#8221;), com os <a title="Raríssimo documentário sobre os efeitos especiais do filme" href="http://www.youtube.com/watch?v=eYPvH6LW_uY" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=eYPvH6LW_uY&amp;referer=');">sofisticados efeitos especiais dirigidos por Douglas Trumbull</a> (&#8220;2001 &#8211; Uma Odisséia No Espaço&#8221;), trilha sonora impecável de Jerry Goldsmith e a direção do legendário Robert Wise (&#8220;O Dia Em Que a Terra Parou&#8221;), fez com que batalhões de fãs se organizassem e assim começaram os clubes e as convenções e conseqüentemente, as campanhas pela volta da série além do começo do uso do termo &#8220;canônico&#8221; como uma forma de diferenciar as histórias que seguem rigorosamente a continuidade da série das que são publicadas por escritores ou mesmo produzidas em vídeo por produtores independentes e que não têm necessariamente esse compromisso de seguir as regras de continuidade da série oficial.<br />
Foi quando a Paramount percebeu que a franquia tinha um público que não era apenas um bando de nerds, mas representava uma parcela da população que tinha potencial de consumo e poder de formação de opinião, então resolveram investir pesado.<br />
Atualmente existe uma série produzida por fãs, com o título &#8220;<a title="Site oficial" href="http://www.startreknewvoyages.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.startreknewvoyages.com/?referer=');">Star Trek Phase II &#8211; The New Voyages</a>&#8220;. A série é levada tão à sério que já chegou a contar com a participação de alguns atores da série original como George Takei e Nichelle Nichols.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TNG &#8211; Star Trek, The Next Generation (&#8220;Jornada Nas Estrelas &#8211; A Nova Geração&#8221;)</strong></p>
<p>Graças ao sucesso do primeiro longa-metragem para cinema, a &#8220;<a title="Abertura da &quot;Nova Geração&quot;" href="http://www.youtube.com/watch?v=YwS6oGiJQxM&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=YwS6oGiJQxM_amp_feature=related&amp;referer=');">nova geração</a>&#8221; exibida pela UPN de 1987 a 1994, contou com 178 episódios, as aventuras da tripulação da gigantesca e sofisticada nave U.S.S. Enterprise NCC-1701D (<a title="Star Trek - The Next Generation premiere" href="http://www.youtube.com/watch?v=QgWdcFLLi4w&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=QgWdcFLLi4w_amp_feature=related&amp;referer=');">78 anos depois da série clássica segundo o teaser dessa série</a>) através de sofisticadíssimos efeitos da Industrial Light &amp; Magic e um batalhão de atores e técnicos e consultores que fez o criador Gene Roddenberry comentar que essa sim seria a série como ele imaginado inicialmente (apesar de a série ter sofrido com uma constrangedora greve de roteiristas em Hollywood na primeira temporada).<br />
Sob muitos os pontos de vista técnicos e sob os olhos de muitos fãs, TNG foi a melhor série de todas as 6 já exibidas.<br />
Uma característica muito particular dessa nova série foi o tratamento rígido da chamada &#8220;Primeira Diretriz&#8221;, em que a &#8220;Federação dos Planetas Unidos&#8221; (representada na série principalmente pelos tripulantes da nova nave &#8220;Enterprise&#8221;), não poderiam interferir no desenvolvimento natural e cultural de uma espécie em estudo. (Será que os alienígenas não fazem esse tipo de coisa com a gente?)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DS9 &#8211; Star Trek, Deep Space 9 (&#8220;Jornada Nas Estrelas &#8211; Deep Space 9&#8243;)</strong></p>
<p>Enquanto as outras séries anteriores tinham como tema a busca de &#8220;Novos Mundos&#8221;, DS9 era um ponto estratégico, mais precisamente uma estação espacial que servía como uma espécie de porto alfandegário regada a tramas conspiratórias fortíssimas, conflitos culturais intensos e guerras homéricas. (Comparações com a série concorrente &#8220;Babylon 5&#8243; são inevitáveis).<br />
Essa série (176 episódios exibidos pela UPN, de 1993 a 1999) foi a primeira a tratar de questões religiosas como cultura determinante do comportamento de um povo (os bajoranos) que acreditavam que o portal guardado pela estação espacial cardassiana &#8220;Terok Nor&#8221; (&#8220;Deep Space 9&#8243;) era o &#8220;lar dos profetas&#8221;. Porém, do outro lado do portal, os cardassianos acreditavam ser os donos do portal e queriam usa-lo como via de transporte para o mineral fictício uridium extraído do planeta &#8220;Bajor&#8221;, que eles tentaram escravizar com esse propósito, daí a interferência da Federação e o começo dos conflitos da série, provavelmente a mais tensa de todas. Tão tensa que da metade da série em diante, o tema de abertura mudou dramaticamente para uma leitura muito mais &#8220;pesada&#8221; que no <a title="Abertura de DS9 (temporadas 1 a 3)" href="http://www.youtube.com/watch?v=ofbs0owuM6E" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=ofbs0owuM6E&amp;referer=');">começo da série</a>, deixando claro que o clima era de conflito pesado com guerras e tudo.<br />
Aliás, a trilha sonora <a title="Abertura de DS9 (temporadas 4 a 7)" href="http://www.youtube.com/watch?v=7UVqEQ_Otpw&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=7UVqEQ_Otpw_amp_feature=related&amp;referer=');">dessa abertura</a> é simplesmente espetacular! (Minha música de abertura predileta.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VOY &#8211; Star Trek, Voyager (&#8220;Jornada Nas Estrelas &#8211; Voyager&#8221;)</strong></p>
<p>A <a title="Abertura de &quot;Star Trek Voyager&quot;" href="http://www.youtube.com/watch?v=7HNtfu_QurU" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=7HNtfu_QurU&amp;referer=');">série exibida</a> pela UPN, de 1995 a 2001, conta em 172 episódios, a estória em que a nave de exploração científica mais rápida da Federação dos Planetas Unidos (NCC-74656, U.S.S. Voyager) foi parar do outro lado da galáxia (quadrante delta) graças a uma anomalia espacial e daí em diante a série inteira é tentativa desesperada da tripulação de voltar para a Terra tentando sobreviver a todo custo numa parte da galáxia absolutamente desconhecida e perigosíssima.<br />
Essa série foi marcada com a perseguição permanente dos terríveis borgs (se bem que a 7 de 9 era tudo menos &#8220;terrível&#8221;&#8230;), mas também com a descoberta de espécies realmente perigosas como os &#8220;<a title="Trailer do primeiro episódio com os &quot;hirogen&quot;." href="http://www.youtube.com/watch?v=4SW5wdJMGJo&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=4SW5wdJMGJo_amp_feature=related&amp;referer=');">hirogen</a>&#8221; (quem viu o filme &#8220;Predador&#8221; sabe do que estou falando) ou da misteriosa e temida &#8220;<a title="Making Of da &quot;Espécie 8472&quot;" href="http://www.youtube.com/watch?v=Ugyq-D1v2ho" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=Ugyq-D1v2ho&amp;referer=');">espécie 8472</a>&#8220;, uma das raras não-humanóides de todas as séries, magníficamente bem representada em computação gráfica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENT &#8211; Star Trek, Enterprise (&#8220;Jornada Nas Estrelas &#8211; Enterprise&#8221;)</strong></p>
<p>A série &#8220;<a title="Abertura de &quot;Enterprise&quot;" href="http://www.youtube.com/watch?v=ZPn-lTytfGo" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=ZPn-lTytfGo&amp;referer=');">Enterprise</a>&#8221; (ENT), que foi uma tentativa de fazer uma série numa linha de tempo que começa antes da &#8220;Série Clássica&#8221; bem no estilo &#8220;é assim que tudo começou&#8221;.<br />
Essa última série (de 98 episódios, exibida pela UPN entre 2001 e 2005) começou muito bem (apesar da abertura &#8220;puxa-saco estadunidense&#8221; que certamente deve ter feito as cinzas de Gene Roddenberry se revirarem na urna). Porém, a série aos poucos foi ficando chata e &#8220;perdendo o gás&#8221; a ponto de a única coisa realmente interessante na série ser a atriz Jolene Blalock (que representou a personagem T&#8217;Pol). E bota interessante nisso&#8230;<br />
Entre as curiosidades dessa série, estão os teasers de chamada para o primeiro episódio da série, ao som de &#8220;<a title="Um dos teasers de chamada do episório piloto de &quot;Enterprise&quot;." href="http://www.youtube.com/watch?v=b_emrbi3YrY" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=b_emrbi3YrY&amp;referer=');">Wherever You Will Go</a>&#8220;, da banda The Calling, música que fez muito sucesso e que apesar de ter sido divulgada por causa da série, não foi o tema de abertura da mesma, o que deixou muitos fãs um tanto decepcionados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os filmes</strong></p>
<p>Atualmente os fãs de Star Trek (os chamados trekkers ou trekkies, embora estranhamente o fã que se classifique como trekker não costuma gostar de ser classificado com trekkie e vice-versa), são classificados em três categorias:</p>
<p>- Os filmes da &#8220;série clássica&#8221; (ou seja, os filmes do 1 ao 6) &#8211; Todos excelentes e com roteiros muito bons, diga-se de passagem, dando à série clássica o devido valor no cinema, que não teve originalmente na TV.</p>
<p>- Os filmes da &#8220;nova geração&#8221; (ou seja, do 7 ao 10, embora o filme 7 tenha tido participação de atores da série clássica também) &#8211; Houveram episódios de TV bem melhores que certos roteiros desse grupo desses filmes muitas vezes classificados pelos fãs como &#8220;lamentáveis&#8221; por não fazerem jús à qualidade da série.</p>
<p>- Os filmes da &#8220;nova realidade alternativa&#8221; (por enquanto só o controverso 11° filme, entitulado apenas como &#8220;<a title="Trailer de &quot;Star Trek&quot;" href="http://www.youtube.com/watch?v=P0xaCB2nLS0" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=P0xaCB2nLS0&amp;referer=');">Star Trek</a>&#8220;, de 2009, dirigido por J.J. Abrahams que &#8220;reboota&#8221; a série a transportando para uma linha de tempo alternativa que fez com que muitos trekkers altamente &#8220;canônicos&#8221; execrassem a nova linha de tempo) &#8211; Se você não fôr fanático e entender que se trata de uma completa &#8220;nova leitura&#8221; da franquia, poderá achar o filme excelente sob todos os aspectos possíveis.<br />
Bem ou mal, esse 11° filme, apesar das suas controvérsias e ter jogado todo o &#8220;cânon&#8221; de Star Trek &#8220;no lixo&#8221; para começar um novo, ressuscitou a franquia, trouxe novamente o orgulho ao trekker.<br />
Aliás, o filme é tão bom que foi o primeiro que ví ser capaz de fazer um fã árduo de Star Wars gostar de Star Trek (né, Julião?) e mais: arrebanhou uma geração de novos trekkers doidos para entender como eram as séries e filmes antes dele.</p>
<p style="text-align: center"><a class="highslide img_10" href="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/StarTrek45_02.jpg" onclick="return hs.expand(this)"><img class="aligncenter size-full wp-image-979" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/09/StarTrek45_02.jpg" alt="" width="380" height="415" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Versões &#8220;remasterizadas&#8221;</strong></p>
<p>Em 2007, foi lançada uma versão &#8220;remasterizada&#8221; da série clássica (designada pelos fâs, como TOS-R, ou seja, &#8220;The Original Series, Remastered&#8221;), com música de abertura regravada e <a title="Comparação de algumas cenas espaciais entre as duas versões." href="http://www.youtube.com/watch?v=3WGhvS2LGTM&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=3WGhvS2LGTM_amp_feature=related&amp;referer=');">cenas espaciais geradas em Computação Gráfica</a> ao invés das originais feitas com maquetes, efeitos especiais de pós-produção digitais sobrepostos e correção de cores das cenas originais.<br />
Embora a idéia fosse diminuir o efeito da &#8220;obsolescencia percebida&#8221; entre a série clássica e as outras séries, muitos fãs detestaram a idéia, porque isso descaracterizou o trabalho original da época, considerado hoje também como material cultural histórico ao invés de apenas um produto.<br />
Mas antes, em 2001, uma versão <a title="Trailer do &quot;Director's Cut&quot; que só existe em DVD" href="http://www.youtube.com/watch?v=okJx2lJze2M&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=okJx2lJze2M_amp_feature=related&amp;referer=');">&#8220;director&#8217;s cut&#8221; do primeiro longa-metragem</a> lançado exclusivamente em DVD, mais tarde também acabou se revelando um problema, pois os novos efeitos especiais sobrepostos tinham resolução apenas para o DVD, mas não era resolução suficiente para cinema ou Blu-Ray, de modo que a versão original ainda é a que &#8220;ficou valendo&#8221; nas novas mídias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O futuro</strong></p>
<p>A última série de TV acabou em 2005. (E diga-se de passagem, o final das últimas três séries não convenceu ninguém: terminaram com episódios de final bastante decepcionante&#8230; alguns, uma verdadeira ofensa à inteligência dos fãs, mas tudo bem&#8230; tinha de acabar de algum jeito e alguns até dizem que esses finais ruins foram de propósito mesmo&#8230; vai saber.)<br />
Até mesmo o maior clube de ficção científica da América Latina (e o terceiro maior do mundo), a &#8220;Frota Estelar Brasil&#8221;, desapareceu completamente após sua última grande convenção em outubro de 2003 que teve a <a title="Convenção no Anhembi, em 2003" href="http://www.youtube.com/watch?v=nLaDCDP3Ooc&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=nLaDCDP3Ooc_amp_feature=related&amp;referer=');">participação do ator Leonard Nemoy</a>. Até mesmo o site oficial continua &#8220;<a title="Site oficial da Frota Estelar Brasil" href="http://www.frotaestelar.com.br/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.frotaestelar.com.br/?referer=');">em reforma</a>&#8221; desde então, forçando a legião de clubes e fãs remanescentes se unirem num <a title="Jornada Nas Estrelas" href="http://www.jornadanasestrelas.com/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.jornadanasestrelas.com/?referer=');">site comum</a>.<br />
Porém, com bilhões de fãs espalhados pelo mundo, nem precisa dizer muito sobre o futuro da franquia ainda assim é bastante promissor.<br />
Tanto que para muitos considerada quase uma religião, como para o rei Abdullah II, que está bancando a construção de um parque temático de 75 hectares (&#8220;<a title="Notícia sobre o novo parque temático" href="http://www.jornadanasestrelas.com/index.php?pag=noticia&amp;id_noticia=986&amp;id_menu=22" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.jornadanasestrelas.com/index.php?pag=noticia_amp_id_noticia=986_amp_id_menu=22&amp;referer=');">The Red Sea Astrarium</a>&#8220;) em Aqaba na Jordânia bem numa das margens do Mar Vermelho, a 350 km ao sul de Amã, do lado da cidade israelense de Eilat (terra dos nabateus, seguida pelos babilônios e romanos), com custo estimado de construção em US$1,5 bilhão.<br />
O novo parque temático contará com um &#8220;Star Trek Center&#8221;, que substituirá o descontinuado &#8220;<a title="Comercial de TV de &quot;Star Trek Experience&quot;" href="http://www.youtube.com/watch?v=cZgiqlAnj5M" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=cZgiqlAnj5M&amp;referer=');">Star Trek Experience</a>&#8220;, no Hilton Hotel de Las Vegas, considerada a atração de maior sucesso da cidade em todos os tempos e seu fechamento, naturalmente foi muito lamentado pelos fãs.<br />
Para se ter uma idéia desse sucesso, o espetáculo mais longo em Las Vegas desde 1957, foi o &#8220;Folies Bergere&#8221; e fez cerca de 65 mil apresentações até 2008, porém&#8230; &#8220;Star Trek &#8211; The Experience&#8221; teve mais de 175 mil apresentações e mais de 3 milhões de visitas, superando de longe a até então maior atração da História de Las Vegas em apenas 10 anos de funcionamento.<br />
O <a title="Cerimônia de encerramento da atração" href="http://www.youtube.com/watch?v=lwJ_yyA_vpA&amp;feature=related" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=lwJ_yyA_vpA_amp_feature=related&amp;referer=');">fim dessa atração</a> foi considerado por muitos, um dos momentos mais tristes de toda a história da franquia.<br />
O 12° filme vem aí e já tem previsão para estreia em dezembro de 2012 ou no início de 2013 e contará novamente com o mesmo elenco e diretor do 11° filme.<br />
É preciso tomar muito cuidado com os devaneios dos fãs&#8230; especulações sobre novas séries ou novos filmes &#8220;pipocam&#8221; aos milhares na Internet.<br />
Rumores surgem inclusive através dos meios oficiais o tempo todo. Não é fácil distinguir o que realmente está acontecendo das pistas falsas. O jeito é esperar para ver.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Curiosidades sobre o mundo real de &#8220;Star Trek&#8221;, ou &#8220;Jornada Nas Estrelas&#8221;:</strong></p>
<p>- Um idioma especial foi criado especialmente para o primeiro longa-metragem, para que os &#8220;klingons&#8221; parecessem mais alienígenas.<br />
Hoje, esse idioma é mais falado no mundo e mais popular que o esperanto e pode ser aprendido através do site do <a title="Klingon Language Institute" href="http://www.kli.org" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.kli.org?referer=');">Klingon Language Intitute</a>.</p>
<p>- Na série Deep Space 9, houve uma nave na série chamada U.S.S. São Paulo, em homenagem ao carinho dos fâs brasileiros às visitas dos atores George Takei (Sulu) e Walter Koenig (Checkov). Ela substituiu a nave U.S.S. Defiant e foi renomeada como tal.</p>
<p>- Existe uma espécie de &#8220;<a title="Memory Alpha" href="http://memory-alpha.org/wiki/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/memory-alpha.org/wiki/?referer=');">wikipedia&#8221; dedicado ao universo &#8220;canônico&#8221; de Star Trek</a> com o intuito de substituir as incontáveis publicações de consulta sobre a franquia.</p>
<p>- Existe uma outra <a title="Memory Beta" href="http://memory-beta.wikia.com/wiki/" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/memory-beta.wikia.com/wiki/?referer=');">&#8220;wikipedia&#8221; sobre a franquia</a> que tem dados &#8220;não-canônicos&#8221;.</p>
<p>-Não bastassem 2 &#8220;wikipedias&#8221;, tem uma <a title="Wikia - Star Trek" href="http://entertainment.wikia.com/wiki/Star_Trek" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/entertainment.wikia.com/wiki/Star_Trek?referer=');">terceira que reúne todas</a> numa página só.</p>
<p>- Os atores que representaram a tripulação da série clássica estavam presentes na cerimônia de apresentaçao mundial do <a class="highslide img_11" title="Foto do primeiro ônibus espacial." href="http://www.designersnotebook.com/News/images/Enterprise.jpg" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.designersnotebook.com/News/images/Enterprise.jpg?referer=');return hs.expand(this)">primeiro ônibus espacial da história, batizado com o nome &#8220;Enterprise&#8221;</a>.</p>
<p>- Uma das <a class="highslide img_12" title="Maquete original em exposição" href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b1/Enterprise_smithsonian.JPG" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b1/Enterprise_smithsonian.JPG?referer=');return hs.expand(this)">primeiras maquetes da nave &#8220;Enterprise NCC-1701&#8243;</a> que foi usada na série clássica está em exposição no Smithsonian National Air and Space Museum, ao lado de aeronaves históricas como o Spirit Of St. Louis. Aliás, o primeiro ônibus espacial que acabo de citar também está lá.</p>
<p>- Entre os fãs da série que participaram da mesma estão a atriz Whoopi Goldberg (que pediu para atuar na série, mesmo que gratuitamente) e o físico Stephen Hawking, que além de consultor oficial de Física dos roteiristas da série, participou atuando como ele mesmo num episódio em que o personagem Data joga pôquer numa mesma mesa com os gênios da ciência &#8220;gerados holograficamente&#8221; através de um programa de computador.</p>
<p>- A representante brasileira da distribuidora de filmes UIP (United International Pictures), em 1997 não se mostrou nem um pouco interessada na promoção ou divulgação do filme &#8220;<a title="Trailer de &quot;First Contact&quot;" href="http://www.youtube.com/watch?v=wxyZQR2d6yw" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.youtube.com/watch?v=wxyZQR2d6yw&amp;referer=');">Star Trek &#8211; Primeiro Contato</a>&#8221; (que teria maximizado a sua bilheteria, diga-se de passagem) além destratar a &#8220;Frota Estelar Brasil&#8221; (e todos os fãs da série por tabela), se recusar a organizar uma boa pré-estréia (inclusive com a presença da imprensa especializada), se recusar a aceitar o apoio gratuito do fã-clube para a tradução do filme (o que acabou resultando numa tradução com falhas absurdas muito criticadas pelos fãs da série) ainda resolve lançar o filme em época de carnaval, se revelando péssima política de marketing.<br />
Todo esse conflito entre a UIP e a Frota Estelar Brasil foi divulgado na revista &#8220;Warp Nine&#8221; ano 6, No. 23, da Academia da Frota Estelar Brasil, publicada entre março e maio de 1997.</p>
<p>- A quantidade de referências bibliográficas nas séries é tão grande que não deixa nenhum professor de Letras decepcionado.<br />
Só no segundo longa-metragem, as referências vão desde Moby Dick, de Herman Melville até &#8220;Paraíso Perdido&#8221;, de John Milton, passando por &#8220;Um Conto de Duas Cidades&#8221;, de Charles Dickens.</p>
<p>- Nunca chame um trekker de trekkie, nem um trekkie de trekker. Embora pareça carinhoso, eles odeiam. E se quiser deixar ambos tristes, confunda &#8220;Star Trek&#8221; (&#8220;Jornada Nas Estrelas&#8221;) com &#8220;Star Wars&#8221; (&#8220;Guerra Nas Estrelas&#8221;).<br />
Embora muitos adorem as duas franquias eles lamentam profundamente que as pessoas confundam temas tão diferentes: Os contos de &#8220;Star Trek&#8221; são ficção científica baseada em dados de estudos científicos e técnicos reais, enquanto o conto de &#8220;Star Wars&#8221; é uma criação livre.</p>
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		<title>Campinas AnimeFest 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 21:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcfaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas AnimeFest]]></category>
		<category><![CDATA[Circuito AnimeFest de Cosplay]]></category>
		<category><![CDATA[Cosplay]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Otaku]]></category>
		<category><![CDATA[Lima AnimeFest]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste domingo, dia 28, tivemos na cidade de Campinas o 2o. Campinas Anime Fest, realizado no colégio Liceu Salesiano. Apesar da fraca divulgação, a edição deste ano superou o público do ano passado, e dentre os mais diversos espaços, tivemos torneios de video games, espaço RPG, batalha campal, oficina de mangá, paintball, e diversas outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-965 aligncenter" title="Campinas AnimeFest" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/campinasanimefest.jpg" alt="" width="555" height="251" /></p>
<p style="text-align: justify;">Neste domingo, dia 28, tivemos na cidade de Campinas o 2o. Campinas Anime Fest, realizado no colégio Liceu Salesiano.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da fraca divulgação, a edição deste ano superou o público do ano passado, e dentre os mais diversos espaços, tivemos torneios de video games, espaço RPG, batalha campal, oficina de mangá, paintball, e diversas outras áreas interessantes, inclusive a final da terceira edição do Circuito AnimeFest de Cosplay.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser um local mais amplo e aberto, o colégio Liceu Salesiano continua sendo o melhor local para este tipo de evento, oferecendo um ambiente muito mais agradável aos visitantes, e propiciando presença das famílias e gente de todas as idades.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento é organizado pela Avalon, que também está organizado a 5a. Lima AnimeFest, que acontecerá no dia 11 de setembro, na cidade de Limeira, interior do estado de São Paulo. Mais informações sobre a Lima AnimeFest em <a href="http://www.limaanimefest.com.br" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.limaanimefest.com.br?referer=');">http://www.limaanimefest.com.br</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações sobre o Campinas AnimeFest, acesse o site do <a href="http://www.campinasanimefest.com.br" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.campinasanimefest.com.br?referer=');">evento</a> e fique ligado nas próximas edições.</p>
<p style="text-align: justify;">Abaixo algumas fotos feitas pelo <a href="http://www.strix.art.br/author/chpicolo/" target="_blank">Picolo</a> lá no evento.</p>

<a href='http://www.strix.art.br/2011/08/campinas-animefest-2011/olympus-digital-camera-7/' title='Campinas AnimeFest'><img width="175" height="233" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Campinas-AnimeFest-007-175x233.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Campinas AnimeFest" title="Campinas AnimeFest" /></a>
<a href='http://www.strix.art.br/2011/08/campinas-animefest-2011/olympus-digital-camera-6/' title='Campinas AnimeFest'><img width="175" height="233" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Campinas-AnimeFest-006-175x233.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Campinas AnimeFest" title="Campinas AnimeFest" /></a>
<a href='http://www.strix.art.br/2011/08/campinas-animefest-2011/olympus-digital-camera-5/' title='Campinas AnimeFest'><img width="175" height="233" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Campinas-AnimeFest-005-175x233.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Campinas AnimeFest" title="Campinas AnimeFest" /></a>
<a href='http://www.strix.art.br/2011/08/campinas-animefest-2011/olympus-digital-camera-4/' title='Campinas AnimeFest'><img width="175" height="233" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Campinas-AnimeFest-004-175x233.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Campinas AnimeFest" title="Campinas AnimeFest" /></a>
<a href='http://www.strix.art.br/2011/08/campinas-animefest-2011/olympus-digital-camera-3/' title='Campinas AnimeFest'><img width="175" height="131" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Campinas-AnimeFest-003-175x131.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Campinas AnimeFest" title="Campinas AnimeFest" /></a>
<a href='http://www.strix.art.br/2011/08/campinas-animefest-2011/olympus-digital-camera-2/' title='Campinas AnimeFest'><img width="175" height="131" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Campinas-AnimeFest-002-175x131.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Campinas AnimeFest" title="Campinas AnimeFest" /></a>
<a href='http://www.strix.art.br/2011/08/campinas-animefest-2011/olympus-digital-camera/' title='Campinas AnimeFest'><img width="175" height="131" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Campinas-AnimeFest-001-175x131.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Campinas AnimeFest" title="Campinas AnimeFest" /></a>
<a href='http://www.strix.art.br/2011/08/campinas-animefest-2011/olympus-digital-camera-8/' title='Campinas AnimeFest'><img width="175" height="131" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Campinas-AnimeFest-008-175x131.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Campinas AnimeFest" title="Campinas AnimeFest" /></a>

<p style="text-align: justify;">Estas e outras fotos do evento podem ser visualizadas em nosso álbum no <a href="https://picasaweb.google.com/StrixAC/CampinasAnimeFest2011" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/picasaweb.google.com/StrixAC/CampinasAnimeFest2011?referer=');">Picasa</a>.</p>
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		<title>I&#8217;m With You, a nova fase do Red Hot Chili Peppers</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 13:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jcfaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[I'm With You]]></category>
		<category><![CDATA[Red Hot Chili Peppers]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.strix.art.br/?p=960</guid>
		<description><![CDATA[Hoje é o lançamento mundial de I&#8217;m With You, o décimo disco de estúdio da banda californiana Red Hot Chili Peppers. O disco marca um novo momento para a banda e para todos seus integrantes. Foram cinco anos entre Stadium Arcadium (2006), álbum anterior, e I&#8217;m With You. Neste intervalo o vocalista Anthony Kiedis virou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-962" title="Red Hot Chili Peppers" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/rhcp.jpg" alt="" width="555" height="283" /></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje é o lançamento mundial de <strong>I&#8217;m With You</strong>, o décimo disco de estúdio da banda californiana <strong>Red Hot Chili Peppers</strong>. O disco marca um novo momento para a banda e para todos seus integrantes.</p>
<div id="attachment_874" class="wp-caption alignleft" style="width: 275px"><a class="highslide img_13" href="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/07/im-with-you.jpg" onclick="return hs.expand(this)"><img class="size-medium wp-image-874 " title="I'm With You" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/07/im-with-you-265x239.jpg" alt="" width="265" height="239" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do álbum I&#39;m With You (2011)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Foram cinco anos entre<strong> Stadium Arcadium (2006)</strong>, álbum anterior, e I&#8217;m With You. Neste intervalo o vocalista <strong>Anthony Kiedis</strong> virou pai; o guitarrista <strong>John Frusciante</strong> anunciou sua saída do grupo, dando lugar a <strong>Josh Klinghoffer</strong>, velho conhecido da banda; o baterista <strong>Chad Smith</strong> passou a tocar com a super banda <strong>Chickenfoot; </strong>e o baixista <strong>Flea</strong> faz faculdade de música, aprendendo teoria musical, e também passou a tocar em um projeto paralelo, o <strong>Athoms For Peace</strong>, junto com <strong>Thom Yorke</strong>, vocalista do <strong>Radiohead</strong>, onde conheceu <strong>Mauro Refosco</strong>, percusionista brasileiro que gravou o novo disco e também irá tocar na turnê junto com os Peppers.</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum começa com a introdução sombria de <strong>Monarchy Of Roses</strong>, um efeito que me lembrou as músicas do álbum <strong>One Hot Minute </strong>(1995), o qual também não contou com a partipação do guitarrista John Frusciante. Com o decorrer da música percebe-se que de sombrio fica apenas em seu início mesmo, e todo o restante da música é bastante variado. Na minha opinião, Monarchy Of Roses foi a escolha perfeita para abertura do disco, mostrando a versatilidade musical dos integrantes e toda a energia que o álbum reserva. Acredito que esta música será um dos singles deste novo disco.</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum segue com <strong>Factory Of Faith</strong>, outra canção candidata a single, na minha opinião. A música começa numa bela harmonia de baixo e bateria, seguida pela voz marcante de Anthony Kiedis. Seus versos são rápidos, assim como o refrão, que é vibrante e de fácil lembrança.</p>
<p style="text-align: justify;">A terceira música do álbum, <strong>Brendan&#8217;s Death Song</strong>, é uma bela homenagem a Brendan Mullen, fundador do clube onde os Peppers fizeram suas primeiras apresentações. Mullen faleceu em Outubro de 2009. A canção começa lenta e trás de imediato uma rica e confortável harmonia. Tenho por mim que é uma das mais bonitas homenagens que a banda já fez. Algo que torna esta música mais interessante é a passagem do melancólico para o alegre, através das batidas mais fortes da bateria a partir de determinado ponto da musica, em conjunto com a mudança de intonação do vocalista Anthony Kiedis. O grito &#8220;Yeah Yeah&#8221;, dá o encerramento especial que a canção merece.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ethiopia</strong> é a quarta música do álbum. Sua introdução é feita pelo baixo, seguido posteriormente pela bateria, e por uma guitarra tímida. Conforme o verso segue, a guitarra se torna mais intensa, chegando a acompanhar a levada do baixo. Seu refrão é rico em elementos, com grande destaque para o backvocal de Josh Klinghoffer. Acredito que esta música também tenha potencial para se tornar um dos próximos singles.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida temos <strong>Annie Wants A Baby</strong>, uma baladinha interessante, com versos lentos, porém muitos bonitos, seguidos de um refrão mais acelerado.</p>
<p style="text-align: justify;">A próxima canção é <strong>Look Around</strong>, outra candidata a single. Look Around possui uma introdução rápida, cujo primeira batida da bateria me lembrou muito a mesma usada em Warlocks, do álbum <strong>Stadium Arcadium</strong> (2006), e um verso um pouco mais lento, aguardando a chegada de um refrão viciante. Esta música é bastante envolvente, e sua melodia é harmoniosa, o que a torna sem dúvida, uma das melhores deste disco.</p>
<p style="text-align: justify;">A sétima canção do álbum foi o primeiro single, e já possui até clipe. <strong>The Adventures Of Raindance Maggie</strong> agradou crítica e público, com sua simplicidade de riffs e um contra baixo com escalas perfeitas e ritmados, e a presença de um <em>cowbell</em> feito pelo brasileiro Mauro Refosco na percussão, um coadjuvante importante neste álbum.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.strix.art.br/2011/08/im-with-you-a-nova-fase-do-red-hot-chili-peppers/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p><small>Red Hot Chili Peppers &#8211; The Adventures of Raindance Maggie (2011)</small></p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida temos <strong>Did I Let You Know</strong>, uma canção com fortes influências latinoamericanas, a começar pela bateria ritmada e a guitarra envolvente. O ritmo latino segue até o final da canção, que recebe ainda um refrão feito com uma chamada do vocalista Anthony Kiedis e uma réplica feita pelo backvocal de Josh. Ao longo da música as influências latinoamericanas se reforçam, com uma participação de um toque de trumpete e também a presença marcante da percussão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Goodbye Hooray</strong> é outra música música em que o baixo e a bateria se destacam, possui um ritmo acelerado e um refrão alegre e de forte lembrança. Mais ou menos na metade da canção há uma quebra de ritmo, para depois voltar diretamente ao refrão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Happiness Loves Company</strong> possui uma introdução feita no piano, seguida pela bateria de Chad Smith, e logo depois o vocal, e em seguida entra a guitarra, já no refrão. Esta é outra música em que o backvocal se destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">A décima primeira música é <strong>Police Station</strong>, que, assim como Brendan&#8217;s Death Song, é lenta e muito bonita, uma das mais bonitas do disco inteiro. Com esta música percebemos que a harmonia entre Anthony Kiedis no vocal e Josh Klinghoffer no backvocal está mais do que aprovada. Outra coisa que pensei ao ouvir Police Station a primeira vez, foi na evolução que Anthony Kiedis teve, controlando sua voz, que atualmente está muito mais afinada e disciplinada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Even You Brutus? </strong>é um típico rap americano, ao melhor estilo Eminem, Snoop Dogg, Jay Z, Ja Rule, etc. Também possui a presença do piano, que leva a música inteira, chegando até a ficar apenas piano e bateria, com alguns pequenos riffs de guitarra ao fundo, enquanto Anthony Kiedis faz os versos com vocal em forma de rap.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo depois do rap, temos <strong>Meet Me At The Corner</strong>, outra canção melancólica. Sua introdução me lembra muito a música Hey, do álbum Stadium Arcadium. As identificações com discos anteriores continuam, quando Josh Klinghoffer faz uma participação assumindo os vocais e realiza alguns efeitos em sua guitarra, similares aos usados por Dave Navarro no álbum One Hot Minute. A partir do terceiro minuto há uma brusca quebra de ritmo, que deixa a canção mais completa, com a participação de todos os instrumentos, e, faltando poucos segundos para o encerramento da música, já no <em>fade out</em>, há outra quebra de ritmo, que faz com que acreditemos que a música irá voltar, mas dura apenas poucos segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">A última música do álbum é <strong>Dance, Dance, Dance</strong>, uma alegre música que possui batuques ritmados na percussão, de influências africanas. A música passa uma energia muito positiva.</p>
<div id="attachment_977" class="wp-caption alignright" style="width: 275px"><a class="highslide img_14" href="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/RHCP_drumm_im-with-you.jpg" onclick="return hs.expand(this)"><img class="size-medium wp-image-977  " title="Bateria - I'm With You" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/RHCP_drumm_im-with-you-265x198.jpg" alt="" width="265" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Bumbo da bateria para a turnê I&#39;m With You</p></div>
<p style="text-align: justify;">Neste novo trabalho, a banda aproveita coisas boas, já utilizadas em discos anteriores, e experimentam também elementos novos, instrumentos novos, e, principalmente, influências novas. Alguns podem até pensar que com a saída de John Frusciante a banda perdeu um referencial na guitarra, afinal, a maior parte das músicas neste álbum são levadas pelo contra-baixo e pela bateria, mas eu gostei do trabalho do Josh neste disco. Achei que ele cumpriu um papel fundamental, substituindo o guitarrista anterior. John Frusciante tinha um estilo mais solador, enquanto Josh não sola tanto. São dois estilos diferentes, e o Josh não chegou para fazer o John já fazia; ele chegou para agregar coisas novas à banda, e nas músicas que exigiram solos, ele os fez com autoridade.</p>
<p style="text-align: justify;">Como algumas músicas possuem acordes com piano, instrumento que Flea aprendeu a tocar durante estes últimos 5 anos, não duvido de vermos o baixista tocando piano nos shows e emprestando o baixo para algum músico coadjuvante.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveitando o lançamento mundial de I&#8217;m With You, esta noite será transmitido nos cinemas de todo mundo uma performance de um show a ser realizado ainda hoje, na Alemanha, com todas as músicas do novo disco no <em>setlist</em>. O show só não será ao vivo pois terá um atraso de aproximadamente 3 horas, para garantir a qualidade da exibição. No Brasil o show será transmitido nos cinemas de 19 cidades diferentes (Barueri, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Maceió, Manaus, Maringá, Niterói, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São José dos Campos, São Paulo e Vitória). O valor para assistir ao show nos cinemas varia entre R$ 30,00, para a meia entrada, e R$ 62,55 para a inteira.</p>
<p style="text-align: center;"><p><a href="http://www.strix.art.br/2011/08/im-with-you-a-nova-fase-do-red-hot-chili-peppers/"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
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		<title>O último Defender II lacrado?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 21:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudio Henrique Picolo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Retrô]]></category>
		<category><![CDATA[Toys]]></category>
		<category><![CDATA[Atari]]></category>
		<category><![CDATA[Atari 2600]]></category>
		<category><![CDATA[Defender II]]></category>
		<category><![CDATA[Stargate]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez não seja, mas compramos um raro jogo de Atari 2600 lacrado e o tiramos da caixa! Segundo o site norte-americano AtariAge, o cartucho não é tão raro assim (pelo menos nos EUA), classificando &#8220;Defender II&#8221; apenas como &#8220;Scarce+&#8221; ou &#8220;mais do que escasso&#8221;, ou seja, segundo eles, ele é algo como &#8220;quase raro&#8221;. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-947 aligncenter" style="border: 0pt none; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Defender2_banner.jpg" alt="" width="555" height="256" /><br />
Talvez não seja, mas compramos um raro jogo de Atari 2600 lacrado e o tiramos da caixa!</p>
<p><span id="more-945"></span>Segundo o site norte-americano AtariAge, o cartucho não é tão raro assim (pelo menos nos EUA), classificando &#8220;Defender II&#8221; apenas como &#8220;Scarce+&#8221; ou &#8220;mais do que escasso&#8221;, ou seja, segundo eles, ele é algo como &#8220;quase raro&#8221;.<br />
Mas convenhamos, trata-se de um site usado como referência para colecionadores e aqui no Brasil ele já é raro pelo simples fato de ser de Atari 2600 e em pleno ano 2011, onde a maioria desses consoles hoje jazem empoeirados, danificados pela falta de uso ou mau-uso mesmo, mas este jogo especificamente é de fato bastante raro no Brasil, ainda mais um cartucho importado e ainda por cima, lacrado de fábrica desde 1988!<br />
Por estar parado por tanto tempo, periga esse cartucho nem funcionar mais pois não sabemos se ele tem capacitores eletrolíticos em seu circuito, que têm fluídos que podem perder suas características eletrolíticas com a falta de uso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_948" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.strix.art.br/2011/08/o-ultimo-defender-ii-lacrado/defender2_1/" rel="attachment wp-att-948"><img class="size-full wp-image-948 " style="border: 0pt none; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Defender2_1.jpg" alt="" width="555" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">O clássico Defender II na caixa ainda lacrada</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>História complicada</strong></p>
<p>Um dos maiores diferenciais do Atari 2600 em sua época, foi o de ser a primeira plataforma de videogame a ter versões caseiras (na maioria das vezes bem inferiores) dos arcades, como Moon Patrol, Berzerk, o mal-fadado Pac-Man, Galaxian (que por incrível que pareça era melhor no Atari do que no arcade), o &#8220;killer game&#8221; Space Invaders (clássico dos clássicos, badalado até hoje) e é claro, Defender, que foi lançado pela Williams Electronics para os arcades em 1980 e que provavelmente foi o jogo mais vendido pela companhia na época. No entanto, alguns dos programadores descontentes com a Williams, havíam fundado uma nova companhia chamada KidViz, que foi então contratada pela Williams para o desenvolvimento de um novo jogo, que chamou-o de Stargate, como sendo uma continuação de Defender, por sugestão da KidViz, para o jogo estar pronto no prazo estipulado pela Williams, de 4 meses.<br />
Assim, os primeiros cartuchos de Atari 2600 foram lançados em 1981 com o nome Stargate, porém, em 1984, por questões de estratégia de marketing, uma versão caseira posterior chamou-se Defender II porque a Williams queria aproveitar o sucesso da marca Defender.<br />
Só por curiosidade, a versão arcade saiu com o nome &#8220;Defender Stargate&#8221; (não confundir com o clone/remake Stargate Defender).<br />
Em suma, com excessão da tela de abertura, Stargate, Defender Stargate e Defender II são o mesmo jogo.</p>
<div id="attachment_949" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.strix.art.br/2011/08/o-ultimo-defender-ii-lacrado/defender2_2/" rel="attachment wp-att-949"><img class="size-full wp-image-949 " style="border: 0pt none; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px;" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Defender2_2.jpg" alt="" width="555" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">A caixa do nosso cartucho está com copyright de 1988, indicando a provável data de fabricação, já que na tela de abertura do próprio jogo vê-se copyright de 1984.</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Abrindo o lacre</strong></p>
<p>O jogo vem numa caixa bem simples em papel-cartão com um lacre plástico lacrando-o todo.<br />
Numa tentativa de preservar o plástico (e assim, talvez preservar a caixa original da melhor forma possível, demos uma reforçadinha com fita adesiva em volta da abertura de baixo da caixa e cortamos cuidadosamente em volta dela.</p>
<div id="attachment_950" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.strix.art.br/2011/08/o-ultimo-defender-ii-lacrado/defender2_3/" rel="attachment wp-att-950"><img class="size-full wp-image-950" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Defender2_3.jpg" alt="" width="555" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">A solução que encontramos para não destruir o plástico em volta e conservar a alça de pendurar.</p></div>
<p style="text-align: left;">Ao abri-la cuidadosamente, descobrimos que nossa idéia funcionou, porém o cartucho foi feito para sair pelo lado de cima da caixa, que optamos por não abrir em função de uma aba plástica colada para que a caixa pudesse ser pendurada no display de vendas.<br />
Bom&#8230; tirar o cartucho até que foi fácil, bastanto arquear um pouco o papel-cartão interno.</p>
<div id="attachment_951" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.strix.art.br/2011/08/o-ultimo-defender-ii-lacrado/defender2_4/" rel="attachment wp-att-951"><img class="size-full wp-image-951 " style="border: 0pt none; margin: 0px;" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Defender2_4.jpg" alt="" width="555" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Primeira vista do interior da caixa</p></div>
<p>O aspecto do cartucho absolutamente impecável saindo da caixa é emocionante para alguém que não teve essa oportunidade no auge do Atari 2600. É como voltar aos tempos de criança.</p>
<div id="attachment_952" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.strix.art.br/2011/08/o-ultimo-defender-ii-lacrado/defender2_5/" rel="attachment wp-att-952"><img class="size-full wp-image-952 " style="border: 0pt none; margin: 0px;" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Defender2_5.jpg" alt="" width="555" height="381" /></a><p class="wp-caption-text">O belo cartucho com rótulo &quot;red label&quot; em encapsulamento estilo &quot;Atari 7800&quot; (sem a tampa protetora do lado dos contatos)</p></div>
<p style="text-align: left;">O manual do jogo, bem simples, não passa de uma folha com 3 dobras e a garantia de 90 dias hoje soa como uma piada para um jogo que ficou parado no tempo por 23 anos.</p>
<div id="attachment_953" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.strix.art.br/2011/08/o-ultimo-defender-ii-lacrado/defender2_6/" rel="attachment wp-att-953"><img class="size-full wp-image-953 " style="border: 0pt none; margin: 0px;" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Defender2_6.jpg" alt="" width="555" height="283" /></a><p class="wp-caption-text">O manual e o certificado de garantia, bem simples e praticamente não apresentam fungos ou sinais de queima da idade</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Momento crítico</strong></p>
<p style="text-align: left;">Como citamos anteriormente, não sabemos se o jogo funcionará após 23 anos parado, portanto as expectativas aumentam à medida que nos aproximamos desse momento.</p>
<div id="attachment_954" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.strix.art.br/2011/08/o-ultimo-defender-ii-lacrado/defender2_7/" rel="attachment wp-att-954"><img class="size-full wp-image-954" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Defender2_7.jpg" alt="" width="555" height="295" /></a><p class="wp-caption-text">Ao encaixar o cartucho no console, as expectativas só aumentaram</p></div>
<p style="text-align: left;">Então&#8230; ligamos nosso pequeno televisor com cinescópio de tela plana (não achamos um televisor com cinescópio rombóide para o nosso teste ficar mais ainda com cara de anos 80), plugamos o cartucho e ligamos nosso Atari 2600 &#8220;darth vader&#8221; com conversão para video composto (bem mais moderno que a velha conexão RF).<br />
O jogo rodou perfeitamente logo de cara e não resistí à tentação de jogar um pouco, mesmo que só para ganhar rapidamente uma tela de Game Over.</p>
<div id="attachment_955" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.strix.art.br/2011/08/o-ultimo-defender-ii-lacrado/defender2_8/" rel="attachment wp-att-955"><img class="size-full wp-image-955 " style="border: 0pt none; margin: 0px;" src="http://www.strix.art.br/wp-content/uploads/2011/08/Defender2_8.jpg" alt="" width="555" height="185" /></a><p class="wp-caption-text">A tela inicial do jogo, com o copyright de 1984 e o jogo em sí</p></div>
<p style="text-align: left;">
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Abrir um cartucho lacrado de Atari 2600 hoje, é como abrir um vinho envelhecido: você não sabe o que vai encontrar alí dentro, mas se não estiver avinagrado, é um prazer que vale a pena.<br />
Convém lembrar que esses cartuchos hoje são artigos finos de colecionismo cult, não um mero brinquedo como eram em sua época e devem ser tratados com cuidado.<br />
Nada de soprar contatos, nem furar rótulos, por favor!</p>
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