<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218</id><updated>2024-11-05T23:56:23.720-03:00</updated><category term="8 Coincidências Mais Inexplicáveis do Mundo"/><category term="10 Invenções que a Ficção Científica Inventou"/><category term="2 Buracos Negros vão Colidir e Chacoalhar o Universo"/><category term="20.000 Léguas Submarinas"/><category term="2019 - Será o Fim?"/><category term="2033 Marte - Mundo Novo"/><category term="25.000 Visitas"/><category term="28.000 Visitas"/><category term="30.000 Visitas"/><category term="32.000 Visitas"/><category term="35.000 Visitas"/><category term="8 bilhões de anos"/><category term="A Bomba Atômica Brasileira"/><category term="A Centopéia Humana"/><category term="A Ciência"/><category term="A Ciência de Interestelar"/><category term="A Ciência e as Sessões Espíritas"/><category term="A Era da Estupidez"/><category term="A Esfera Misteriosa da Família Betz"/><category term="A Estrada da Fome"/><category term="A Fantástica História do Último Homem"/><category term="A Farsa do Flúor"/><category term="A Física Quântica do Doctor Who"/><category term="A Maior Mentira da Humanidade"/><category term="A Peste Negra"/><category term="A Resposta"/><category term="A Segunda Guerra Mundial Vista do Espaço"/><category term="A Singularidade Está Próxima Por Raymond Kurzweil"/><category term="A Tecnologia"/><category term="A Terra Vista do Espaço"/><category term="A Transição Para Viver de Luz"/><category term="A Verdadeira Data do Nascimento de Jesus"/><category term="A Verdadeira Face de Jesus"/><category term="AVHFC - A Verdadeira História da Ficção Científica"/><category term="Acervo de Filmes de Ficção Científica"/><category term="Albert Einstein"/><category term="Albert Einstein E = MC²"/><category term="Alien Planets"/><category term="Além da Guerra dos Mundos"/><category term="Além do Big Bang"/><category term="Além do Cosmos"/><category term="Amazing Stories"/><category term="Anitta fez pacto com o Diabo?"/><category term="Antes e Depois do Terremoto no Nepal"/><category term="Ao - O Último Neandertal"/><category term="Apóstolo Milionário - Escândalo do Pastor Valdemiro Santiago"/><category term="Arquivos Extraterrestres"/><category term="Arthur Clarke - Da Ficção ao Espaço Sideral"/><category term="As Cidades Secretas da Bomba Atômica"/><category term="As Pessoas Mais Incríveis do Mundo"/><category term="Assustadora Comparação da Terra com o Universo Conhecido"/><category term="Asteroide será base transitória para Marte"/><category term="BBC"/><category term="BBC - Universos Paralelos"/><category term="Bill Nye demonstra a distância entre os Planetas"/><category term="Brinquedos que foram ao espaço"/><category term="CONTATOS IMEDIATOS DE ÚLTIMO GRAU de Ademir Di Paula"/><category term="Carlos Castaneda"/><category term="Charlatanismo e Comércio da Fé no Brasil"/><category term="Chaves - Pacto com o Diabo"/><category term="Chegada do homem à Lua não foi uma farsa"/><category term="Chernobil"/><category term="Chuva de Sangue"/><category term="Cidades Fantasmas - Bolha Imobiliária na China"/><category term="Cientistas comemoram descoberta da partícula Bóson de Higgs"/><category term="Cinema 7D em Dubai"/><category term="Cinema Digital"/><category term="Cinema no Brasil: Tendências Contemporâneas"/><category term="Ciência Viva - Germes Mortais"/><category term="Ciência de Tudo com Stephen Hawking"/><category term="Ciência e Letramento - Ficção Científica na Escola"/><category term="Combustão Espontânea Humana"/><category term="Como o sistema solar se move?"/><category term="Como será o rosto humano daqui a 100.000 mil anos?"/><category term="Convenção dos Direitos e Deveres dos Intelectuais Acadêmicos"/><category term="Coreia do Norte - Toda a Verdade"/><category term="Corpo Celeste Gigantesco em Saturno"/><category term="Cosmos"/><category term="Cosmos - A Espinha Dorsal da Noite - Episódio 7"/><category term="Cosmos - A Harmonia dos Mundos - Episódio 3"/><category term="Cosmos - A Persistência da Memória - Episódio 11"/><category term="Cosmos - As Margens do Oceano Cósmico - Episódio 1"/><category term="Cosmos - As Vidas das Estrelas - Episódio 9"/><category term="Cosmos - Céu e Inferno - Episódio 4"/><category term="Cosmos - Enciclopédia Galáctica - Episódio 12"/><category term="Cosmos - Histórias de Viajantes - Episódio 6"/><category term="Cosmos - O Blues do Planeta Vermelho - Episódio 5"/><category term="Cosmos - O Limiar da Eternidade - Episódio 10"/><category term="Cosmos - Quem Pode Salvar A Terra? - Episódio 13"/><category term="Cosmos - Uma Voz na Sinfonia Cósmica - Episódio 2"/><category term="Cosmos - Viagens no Espaço e no Tempo - Episódio 8"/><category term="CÉREBRO NOSSO - LEVITANDO COM APENAS 2 DEDOS"/><category term="Cérebro no Piloto Automático"/><category term="Códigos Impossíveis"/><category term="DMT - A Molécula do Espírito"/><category term="Da Servidão Moderna"/><category term="Dançarina Robô"/><category term="De Aristóteles a Stephen Hawking"/><category term="Declaração Transhumanista"/><category term="Deep Web"/><category term="Derretimento da Geleira na Groelândia"/><category term="Descoberto o 1º exoplaneta do tamanho da Terra em zona habitável"/><category term="Deus Um Delírio"/><category term="Discovery Channel"/><category term="Documentários Científicos"/><category term="ENTREVISTA: FÍSICO QUÂNTICO AMIT GOSWAMI"/><category term="Edgar Allan Poe"/><category term="Em Busca de Planetas Desconhecidos"/><category term="Enigma da Ressurreição"/><category term="Entenda o seu Mundo"/><category term="Entendendo a Crise de 29"/><category term="Entrelinhas - Ficção Científica"/><category term="Entrevista com Michio Kaku - Universos Paralelos"/><category term="Eram os Deuses Astronautas?"/><category term="Erich Von Daniken no Brasil"/><category term="Espetacular Dominó Rally"/><category term="Estética e Semiótica"/><category term="Evacuando a Terra"/><category term="Ex-funcionária da NASA alega ter visto vídeo de 2 homens andando em Marte em 1979"/><category term="Exterminadores Reais"/><category term="FICÇÕES - DVDs Originais à Venda"/><category term="Família Rockfeller: A Mais Rica do Mundo"/><category term="Fantástico - Sonda Voyager deixa o Sistema Solar"/><category term="Feliz 2014"/><category term="Feliz 2016"/><category term="Feliz Natal 2015"/><category term="Filmes Mais Perturbadores e Bizarros de Todos os Tempos"/><category term="Futura Nave Espacial"/><category term="Gravidade"/><category term="Guerra do Paraguai - A Nossa Grande Guerra"/><category term="Guia de Viagens Interplanetárias"/><category term="Gênios da Ciência - Darwin"/><category term="Gênios da Ciência - Galileu"/><category term="H. G. Wells"/><category term="Hawking"/><category term="Hipótese da Simulação"/><category term="História da Ficção Científica"/><category term="História do Cinema"/><category term="Homem 2.0"/><category term="Homem Criou um Homúnculo?"/><category term="Homem Híbrido"/><category term="Homem viaja para 2022 e traz evidências da Casa Branca"/><category term="Homem viveu por 256 anos"/><category term="Homo Naledi - Nova Espécie do Gênero Humano"/><category term="IMAX"/><category term="IMAX Hubble 3D Spaceflight"/><category term="Ilha das Flores - Jorge Furtado"/><category term="Imagens da Lua pela Sonda Espacial Kaguya do Japão"/><category term="Interestelar"/><category term="Jogos de Guerra - O Código Mortal"/><category term="Jules Verne"/><category term="Kim Jong-Un - O Último Príncipe Vermelho"/><category term="Literatura"/><category term="Literatura e Ficção Científica"/><category term="Longa Metragem Cearense de Ficção Científica CENTOPEIA"/><category term="Mad Max: Estrada da Fúria"/><category term="Maiores Animações"/><category term="Maiores Cientistas"/><category term="Maiores Cineastas"/><category term="Maiores Filmes Americanos"/><category term="Maiores Filmes Não Americanos"/><category term="Maiores Filmes de Ficção Científica"/><category term="Maiores Tecnologias"/><category term="Mais Que um Olhar"/><category term="Marte 2018: 1ª Missão Tripulada"/><category term="Mega Desastres - Infecção Alienígena"/><category term="Melhores Vídeos Drone"/><category term="Mistérios e Mitos - Depois do Armagedon"/><category term="Mulher desaparece misteriosamente"/><category term="Mágico Incrível"/><category term="Mágicos Demoníacos"/><category term="Médium Autêntico - Ciência Reconhece os Poderes Paranormais"/><category term="NASA considera 2012 o mais absurdo filme da ficção científica"/><category term="Na Sombra da Lua"/><category term="National Geographic Channel"/><category term="Neutrino - A Partícula Fantasma"/><category term="New Blood"/><category term="Nossa Terra"/><category term="Nova"/><category term="Novo planeta pode ter sido descoberto"/><category term="Não Há Amanhã"/><category term="O Big Bang de João Magueijo"/><category term="O Caos - O Dia em que a Terra parou"/><category term="O Caos - Super População"/><category term="O Cinema"/><category term="O Desastre Aéreo de Tenerife"/><category term="O Desertor - Média-Metragem Cearense"/><category term="O Experimento Russo do Sono"/><category term="O Filme dos Espíritos"/><category term="O Fim do Universo"/><category term="O Gênero Alarga"/><category term="O Gênero Ficção Científica"/><category term="O Homem das Premonições"/><category term="O Livro Perdido de Arquimedes"/><category term="O Mega Esquema do Nióbio"/><category term="O Menor Filme do Mundo - Um Garoto e seu Átomo"/><category term="O Mundo de Beakman"/><category term="O Naufrágio do Costa Concordia"/><category term="O Náufrago - Arquivos Proibidos"/><category term="O Primeiro Segundo"/><category term="O Que Havia Antes do Big Bang?"/><category term="O Segredo"/><category term="O Sino Nazista"/><category term="O Tsunami que Engoliu o Japão"/><category term="O Universo"/><category term="O Universo - Além Do Big Bang"/><category term="O Universo - Ciência Ficção e Realidade"/><category term="O Universo de Stephen Hawking"/><category term="O futuro da humanidade por Raymond Kurzweil"/><category term="O que vem acontecendo no Japão após Tsunami"/><category term="O Último Dia dos Dinossauros"/><category term="Ondas Gravitacionais Detectadas Pela 1ª Vez"/><category term="Os Caçadores de Óvnis"/><category term="Para Toda a Humanidade (1989)"/><category term="Para o Infinito e Além"/><category term="Paradoxo de Hawking"/><category term="Países que possuem Armas Nucleares"/><category term="Pegada Gigante com 200 milhões de anos"/><category term="Pinturas Incríveis"/><category term="Planeta Terra visto do espaço pela ISS"/><category term="Portais"/><category term="Portal Wormhole é capturado no Japão"/><category term="Power - O Poder por Trás da Energia"/><category term="Princípios da Extropy"/><category term="Profetas da Ficção Científica"/><category term="Projeto Redsun - Homem em Marte nos Anos 70"/><category term="Prêmio Hugo"/><category term="Pulps"/><category term="Pós Humano"/><category term="Quanto vale o Planeta Terra?"/><category term="Quem Somos Nós?"/><category term="Quão pequeno é o átomo?"/><category term="Relógio Atômico - varia menos de 1s em 13"/><category term="Return to Babylon: O Filme Assombrado"/><category term="Revelado o rosto de Jesus na juventude"/><category term="Revistas"/><category term="Robótica e Nanotecnologia"/><category term="Robô faz pouso histórico em cometa"/><category term="Rudolph Fentz - O Homem que Viajou para o Futuro"/><category term="Salto Estratosférico"/><category term="Satanismo"/><category term="Sexo na Idade da Pedra"/><category term="Solar Warden - O programa espacial secreto dos EUA"/><category term="Sonda Huygens - Aterrissagem em Titã"/><category term="Sons Estranhos no Céu"/><category term="Star Trek - Segredos do Universo"/><category term="Subgêneros"/><category term="Super tecnologia - robô de quatro patas"/><category term="Superaglomerado Laniakea - Nosso Novo Endereço Cósmico"/><category term="Superficção agora também como Página no Facebook"/><category term="Série Fundação - Isaac Asimov"/><category term="Teletransporte - Mulher Aparece do Nada na Califórnia"/><category term="Teletransporte Real"/><category term="Teletransporte e Colônia de Humanos vivendo em Marte"/><category term="Teletransporte na China"/><category term="Teoria das Cordas e o Multiverso"/><category term="Terra 2100 - A Terra Em 100 Anos"/><category term="Terra vista da Lua"/><category term="Testemunho de ex-habitante da Coreia do Norte"/><category term="The History Channel"/><category term="Thomaz Green Morton - O Fenômeno"/><category term="Top 10 Os Melhores Filmes de Ficção Científica de Todos os Tempos"/><category term="Top 15 Os Melhores Filmes de Ficção Científica"/><category term="Tuol Sleng: O Museu do Genocídio"/><category term="Um dos Maiores Segredos Revelados da Bíblia"/><category term="Um mundo sem limitações"/><category term="Uma Breve História do Clube de Leitores de Ficção Científica"/><category term="Uma Verdade Inconveniente"/><category term="Universo Elegante - Episódio 1 - O Sonho de Einstein"/><category term="Universo Elegante - Episódio 2 - Cordas"/><category term="Universo Elegante - Episódio 3 - Bem vindo a 11ª Dimensão"/><category term="Uri Geller no Fantástico 1976"/><category term="Usuário 666 - O Canal do Diabo"/><category term="VIPs - Histórias Reais de um Mentiroso"/><category term="Vamos Terraformar Marte?"/><category term="Viagem Fantástica do Corpo Humano"/><category term="Viagem na Velocidade da Luz"/><category term="Viagem à Lua de Júpiter"/><category term="Vida e Morte de uma Estrela"/><category term="Viver de Luz - Indiano não se alimenta há 70 anos"/><category term="Voyager HD"/><category term="Wells e Verne"/><category term="Xadrez Cósmico de Brahma Vishnu e Shiva"/><category term="Átomo"/><title type='text'>Superficção</title><subtitle type='html'>Ciência Tecnologia Cinema Ficção Científica</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>283</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-5995525802385633158</id><published>2017-02-16T11:09:00.002-02:00</published><updated>2017-02-16T11:09:39.859-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imagens da Lua pela Sonda Espacial Kaguya do Japão"/><title type='text'>Imagens da Lua pela Sonda Espacial Kaguya do Japão</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/kqpFAQYQEco/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/kqpFAQYQEco/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Missão Lunar Japonesa Kaguya:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
SELENE ou Kaguya foi uma sonda espacial japonesa, construída pela JAXA (Japan Aerospace eXploration Agency). Foi lançada com destino à Lua no dia 14 de setembro de 2007.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
SELENE orbitou a Lua, com o objetivo de executar um completo mapeamento geográfico e mineral. Utilizou nessa operação, dois minisatélites para executarem retransmissão de ondas de rádio e fazerem imagens em 3D. Utilizou também, uma câmera de HDTV para filmagens em alta definição.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O nome SELENE é uma abreviatura de SELenological and ENgineering Explorer.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A sonda espacial ficou popularmente conhecida como Kaguya no Japão, após uma votação pública para a escolha de seu nome. Kaguya é o nome de um personagem de um conto de fadas japonês.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A sonda Kaguya foi o passaporte de entrada do Japão no seleto grupo de países que também tinham enviado sondas para a órbita lunar nos anos finais da década de 2000 (EUA, China e Índia).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dados da missão:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Data de lançamento: 14 de setembro de 2007.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Local: Tanegashima Space Center (TNSC).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Veículo de lançamento: Foguete H-IIA.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Massa total: 2914 kg.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Parte da massa: 2 pequenos satélites de comunicação, com 50 Kg cada, medindo cada um 1m X 1m X 0,65m.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Inserção em órbita lunar: 03 outubro de 2007.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Órbita operacional: circular e polares, numa altitude de 100 Km.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Final da missão: 10 de junho de 2009.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A missão terminou no dia 10 de junho de 2009, com uma colisão programada na superfície visível da Lua, que ocorreu às 18:25 UT. A coordenada do ponto de impacto foi a seguinte: 65.5º S e 80.4º E.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Objetivos e tarefas da Missão Kaguya:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Após o lançamento, a espaçonave de quase 3 toneladas, foi direcionada para uma órbita lunar elíptica. Depois, quando foi transferida para uma órbita circular mais baixa, a sonda ou orbitador principal liberou 2 pequeninos satélites, chamados de Okina e Ouna (nomes dos pais adotivos de Kaguya no conto de fadas japonês). Os dois minisatélites executaram, dentre outras coisas, a tarefa essencial de retransmissão de ondas de rádio em suas órbitas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Obs.: os minisatélites Okina e Ouna também eram chamados de &quot;Relay Satellite&quot; e &quot;VRAD Satellite&quot; respectivamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No passado as missões lunares eram constituídas por uma única espaçonave, que não tinha condições de mapear o campo gravitacional do lado oculto da Lua. Experiências gravitacionais requerem um link de comunicação direta com a Terra. Por isso, quando a espaçonave que orbitava a Lua desaparecia no seu lado oculto, era impossível receber as ondas de rádio com os dados necessários para processar os experimentos. Os minissatélites Okina e Ouna permitiram que a sonda Kaguya conduzisse seus experimentos de medições de campos gravitacionais no lado oculto da Lua, através da retransmissão (uma espécie de ponte) das comunicações vindas do lado oculto da Lua para a Terra em tempo real. Com isso, os campos gravitacionais do lado oculto da Lua foram medidos pela primeira vez !&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O maior objetivo da missão Kaguya era obter dados científicos sobre a origem e evolução da Lua, além de catalizar o desenvolvimento de tecnologia para futuras explorações lunares tripuladas com alunissagens.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A missão Kaguya consistia de uma sonda principal, orbitando a uma altitude de 100 Km, e mais 2 pequenos satelites &amp;nbsp;navegando órbitas polares. O trio que formava a missão Kaguya, estava equipado com 15 instrumentos científicos para executar suas investigações dobre a Lua. Esses equipamentos permitiram desenvolver várias tarefas, dentre as quais destacamos:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- verificação da distribuição de minerais e dos elementos na superfície lunar;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- mapeamento da topografia lunar;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- mapeamento da estrutura interior da Lua;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- mapeamento dos campos magnéticos;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- mapeamento dos campos gravitacionais;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- tirar fotos e gravar imagens da superfície lunar em altíssima definição;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- etc.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os 15 equipamentos científicos:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
X-ray spectrometer (XRS)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Gamma-ray spectrometer (GRS)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Multiband imager (MI)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Spectral profiler (SP)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Terrain camera (TC)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Lunar radar sounder (LRS)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Laser altimeter (LALT)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Lunar magnetometer (LMAG)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Charged particle spectrometer (CPS)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Plasma energy angle and composition experiment (PACE)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Radio science (RS)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Upper atmosphere and plasma imager (UPI)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Four-way doppler measurements by relay satellite and main orbiter transponder (RSAT)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Differential VLBI radio source (VRAD)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
High definition television (HDTV)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://vaztolentino.com.br/secao/40-Missao-Japonesa-Kaguya-SELENE&quot;&gt;http://vaztolentino.com.br/secao/40-Missao-Japonesa-Kaguya-SELENE&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/kqpFAQYQEco&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/5995525802385633158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2017/02/imagens-da-lua-pela-sonda-espacial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/5995525802385633158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/5995525802385633158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2017/02/imagens-da-lua-pela-sonda-espacial.html' title='Imagens da Lua pela Sonda Espacial Kaguya do Japão'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/kqpFAQYQEco/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-4582294146162143586</id><published>2017-02-11T11:09:00.000-02:00</published><updated>2017-02-11T11:09:19.610-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mistérios e Mitos - Depois do Armagedon"/><title type='text'>Mistérios e Mitos - Depois do Armagedon</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/UYvJ29fmSzI/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/UYvJ29fmSzI/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Documentário imperdível do Canal History, mostra como os seres humanos se comportam depois de um desastre global. Este especial examina como sociedades que estiveram à beira do desaparecimento conseguiram ressurgir como novas comunidades. Evidências científicas demonstram como os seres humanos responderam a eventos de destruição em massa ao longo da história.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/UYvJ29fmSzI&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/4582294146162143586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2017/02/misterios-e-mitos-depois-do-armagedon.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4582294146162143586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4582294146162143586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2017/02/misterios-e-mitos-depois-do-armagedon.html' title='Mistérios e Mitos - Depois do Armagedon'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/UYvJ29fmSzI/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-4843288575734131539</id><published>2017-02-02T11:40:00.002-02:00</published><updated>2017-02-02T11:40:51.154-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="A Ciência e as Sessões Espíritas"/><title type='text'>A Ciência e as Sessões Espíritas</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/RR7PsHzQZa8/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/RR7PsHzQZa8/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Documentário produzido pelo respeitado canal de televisão britânico BBC, no qual temos o resgate histórico daqueles foram os mais extraordinários eventos do século XIX: as manifestações espirituais, das quais brotaram, além da Doutrina Espírita, as grandes e revolucionárias invenções tecnológicas no âmbito das telecomunicações, como o rádio e a televisão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A BBC ratifica o que diz o Espiritismo sobre a importância dos fenômenos mediúnicos, que os historiadores tentaram encobrir a pretexto de interesses diversos. Porém, pouco a pouco a História vai sendo desvelada e as massas vão reconhecendo a veracidade das coisas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A produção destaca claramente a grande influência que os fenômenos espirituais do Século XIX exerceram especialmente nos EUA e Europa, desde a espetacular febre das prosaicas Mesas Girantes, até as pesquisas mais sérias, envolvendo os nomes mais ilustres da ciência daquele tempo, como William Crookes, Oliver Lodge, Marconi, Thomas Edson, etc.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Diz também que foram essas manifestações do chamado &quot;Moderno Espiritualismo&quot; que motivaram aqueles grandes cientistas nas mais revolucionárias descobertas e invenções, sobretudo acerca das telecomunicações; justamente da busca de mecanizar o contato com os &quot;mortos&quot; foi que acabou surgindo as tecnologias das quais foram a humanidade herdou o rádio, o telefone, a televisão e tudo quanto se pensar em transmissão audiovisual e dados, como hoje se dá pela Internet.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esse é o ponto forte do documentário, que ainda traz cenas inéditas do respeitado Sir Arthur Conan Doyle, citado como um grande divulgador do Espiritismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/RR7PsHzQZa8&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/4843288575734131539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2017/02/a-ciencia-e-as-sessoes-espiritas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4843288575734131539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4843288575734131539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2017/02/a-ciencia-e-as-sessoes-espiritas.html' title='A Ciência e as Sessões Espíritas'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/RR7PsHzQZa8/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-5916878185083336142</id><published>2017-01-21T13:25:00.000-02:00</published><updated>2017-01-21T13:31:58.628-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teoria das Cordas e o Multiverso"/><title type='text'>Teoria das Cordas e o Multiverso</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/WWnHgiC4HM8/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/WWnHgiC4HM8/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/WWnHgiC4HM8&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Há uma batalha acontecendo na borda do universo, mas está sendo travada bem aqui na terra. Com raízes que vem desde os antigos gregos, aos olhos dos Campeões em ambos os lados, esta luta é um concurso por nada menos do que o futuro da ciência. É um conflito que envolve as maiores questões cósmicas humanas e que podem requerer métodos que usamos — ou podemos usar — para obtermos respostas para essas perguntas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Cosmologia é o estudo do universo como um todo: sua estrutura, sua origem e seu destino. A Física fundamental é o estudo de entidades de base da realidade e suas interações. Com estas descrições... não é nenhuma surpresa que a cosmologia e física fundamental compartilhem um vasto território. Você não consegue entender como o universo evolui após o Big Bang (uma questão cosmológica) sem entender como a matéria, energia, espaço e tempo interagem (uma questão da física fundamental). Recentemente, no entanto, algo notável aconteceu em ambos estes campos que está fazendo polêmica entre alguns cientistas. Como os físicos George Ellis e Joseph Silk recentemente colocaram na Nature :&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Este ano, debates nos círculos de física tomaram um rumo preocupante. Confrontados com dificuldades na aplicação de teorias fundamentais para o universo observado, alguns pesquisadores foram chamados para uma mudança na física teórica e como ela é feita. Eles começaram a discutir — explicitamente — que se uma teoria é suficientemente elegante e explicativa, ela não precisa ser testada experimentalmente, rompendo com séculos de tradição filosófica de definir conhecimento científico como empírico.&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A raiz do problema depende de duas idéias/teorias agora centrais para alguns cosmólogos (mesmo se eles permanecerem problemáticos para os físicos como um todo). A primeira é a teoria das cordas, que postula que o mundo é composto não de partículas pontuais, mas de pequenas cordas vibrantes. Teoria das cordas só funciona se o universo tiver muitas dimensões &quot;extras&quot; no espaço que não sejam as três que nós experimentamos no dia a dia. A segunda ideia é do então chamado Multiverso, que, na sua forma mais popular, afirma que mais de um universo distinto emergiu do Big Bang. Em vez disso, os adeptos afirmam que pode haver um quase infinito (se não &amp;nbsp;verdadeiramente infinito) número &quot;universos&quot; paralelos, cada um com sua própria versão física.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tanto a teoria das cordas quanto o Multiverso são grandes reformulações ousadas do que queremos dizer quando usamos as palavras &quot;realidade física&quot;. Isso é motivo suficiente para que sejam temas polêmicos em círculos científicos. Mas na busca dessas ideias, algo novo emergiu. Ao invés de focar apenas em questões sobre a natureza do cosmos, os novos desenvolvimentos levantam perguntas críticas sobre as regras básicas da ciência quando aplicadas a algo no universo como um todo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aqui está o problema: tanto a teoria das cordas e o Multiverso postulam entidades que podem, em princípio e na prática, serem não-observáveis. Evidências para as dimensões extras são necessárias para resolverem a teoria das cordas e são prováveis de requererem um acelerador de partículas de proporções astronômicas. E os outros universos que compõem o Multiverso podem estar permanentemente sobre nosso &quot;Horizonte&quot;, tal que nunca teremos observações diretas de sua existência. É este aspecto específico das teorias que cientistas como Ellis e seda tem ficado tão preocupados. Como eles dizem:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Estas hipóteses improváveis são muito diferentes daquelas que se relacionam diretamente ao mundo real e que são verificáveis através de observações — tais como o modelo padrão da física de partículas e a existência de matéria escura e energia escura. Como vemos, riscos da física teórica estão se tornando uma terra de ninguém entre a matemática, física e filosofia que verdadeiramente não satisfazem os requisitos de qualquer um.&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O que eles e outros, acham particularmente preocupante é a alegação de que nossas tentativas de adiar as fronteiras da cosmologia e física fundamental tomaram-se um novo domínio onde há necessidade de novas regras da ciência. Alguns chamam esta ciência de &quot;pós-empírica&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Recentemente, por exemplo, o filósofo da física Richard Dawid argumentou que apesar do fato de que nenhuma evidência para a teoria das cordas existe (mesmo após três décadas de intenso estudo), deve ainda ser considerada o melhor candidato para um caminho a frente. Como Dawid coloca, tais argumentos incluem &quot;ninguém encontrou-se uma boa alternativa para a teoria das cordas. Outro [motivo para aceitar a teoria das cordas é] usa a observação de que as teorias sem alternativas tenderam a serem viáveis no passado. &quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sean Carroll, um altamente respeitado e filosoficamente astuto físico, tem uma abordagem diferente de Dawid. Para Carroll, é o conceito de falseabilidade, que era a filosofia científica central do famoso Karl Popper, que é demasiado limitada para os campos onde encontramos nós mesmos usando-a. Como Carroll escreve:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Se estamos ou não podendo observar [dimensões extras ou outros universos] diretamente, as entidades envolvidas nestas teorias são reais ou não são. Recusando-se a contemplar a sua possível existência em razão de algum princípio a priori, mesmo que eles possam desempenhar um papel crucial de como o mundo funciona, é tanto não-científico quanto impossível.&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Assim, para Carroll, mesmo se uma teoria prediz entidades que não podem ser observadas diretamente, se não houver consequências indiretas da sua existência pode confirmar e, em seguida, essas teorias (e essas entidades) devem ser incluídas nas nossas considerações.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Outros cientistas, no entanto, não estão convencidos. O físico de Altas Energias Sabine Hossenfelder chamou o tipo de ciência pós-empírica de Dawid de uma ciência &quot;oxímora.&quot; Mais importante ainda, para os cientistas como Paul Steinhardt e colaboradores, as novas idéias estão se tornando &quot;pós-modernas.&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esta é a possibilidade que preocupa Ellis e Silk, acima de tudo:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Em nossa opinião, a questão resume-se a esclarecer uma questão: que potencial evidência observacional ou experimental poderia nos convencer que a teoria está errada e levar-nos a abandoná-la? Se não houver nenhuma, então pode ser considerada &amp;nbsp;uma teoria científica.&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Teoria das cordas e o Multiverso são ideias excitantes entre si mesmos. Se qualquer uma fosse verdade, teria consequências revolucionárias para nossa compreensão do cosmos. Mas, como debates sobre ciência pós-empírica e falseabilidade demonstram, críticos destas teorias não testadas temem que podem estar colocando-as sob um difícil — e, finalmente, prejudicial — caminho. É por isso, de uma maneira ou outra, que estas podem ser as mais perigosas ideias da ciência.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Texto original de Adam Frank.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.misteriosdouniverso.net/2015/04/teoria-cordas-e-multiverso-as-ideias.html&quot;&gt;http://www.misteriosdouniverso.net/2015/04/teoria-cordas-e-multiverso-as-ideias.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/iw6HsKkALp4&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/5916878185083336142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2017/01/teoria-das-cordas-e-o-multiverso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/5916878185083336142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/5916878185083336142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2017/01/teoria-das-cordas-e-o-multiverso.html' title='Teoria das Cordas e o Multiverso'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/WWnHgiC4HM8/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-8818523826832776136</id><published>2016-12-30T23:26:00.003-02:00</published><updated>2016-12-30T23:48:19.238-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Projeto Redsun - Homem em Marte nos Anos 70"/><title type='text'>Projeto Redsun - Homem em Marte nos Anos 70</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/cpAiIhJLN60/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/cpAiIhJLN60/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De acordo com informações confidenciais recolhidas por Luca Scantamburlo - escritor freelance e pesquisador, a NASA em 1970 organizou duas missões secretas para Marte em colaboração com a Agência Espacial Soviética, a fim de recuperar os artefatos de uma antiga civilização marciana.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No comando das duas missões secretas haviaeria Dois astronautas bem conhecidos pelo público em geral: Neil Armstrong e Buzz Aldrin. Fotos divulgadas pelo site freelance iria mostrar Buzz Aldrin durante uma exploração do solo marciano:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiB6GQurHkx0sRiEF4jEm6AgfcxQITX8ZTiHkymmx1HcikGam0v4ITCnHfmlzksp5oCuQ4Ds1A3HOIqpeOFOS5yDX1oQdKW5kBt24nUSGNJer0R_8WTfA8WrBoVYeN3P-ZJmKwv3_9107de/w1200-h630-p-nu/El+proyecto+secreto+Redsun++El+hombre+estuvo+en+Marte+en+1970++projeto.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiB6GQurHkx0sRiEF4jEm6AgfcxQITX8ZTiHkymmx1HcikGam0v4ITCnHfmlzksp5oCuQ4Ds1A3HOIqpeOFOS5yDX1oQdKW5kBt24nUSGNJer0R_8WTfA8WrBoVYeN3P-ZJmKwv3_9107de/w1200-h630-p-nu/El+proyecto+secreto+Redsun++El+hombre+estuvo+en+Marte+en+1970++projeto.jpg&quot; height=&quot;204&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As imagens mostrariam Buzz Aldrin andando em Marte: &quot;Minha fonte me disse que o famoso astronauta Buzz Aldrin teria sido o comandante da primeira missão secreta tripulada a Marte chamada WPXVI, uma missão do ano de 1970 e organizado como parte do projeto que ele descreveu como Projeto Redsun.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Estas expedições marcianas, Luca Scantamburlo obteve confirmação de outro famoso Deep Throat: moonwalker1966delta. É o comandante auto-intitulado de Apollo 19, a missão oficialmente nunca aconteceu, teria que se chegar ao lado da Lua para estudar de perto as anomalias fotografadas de missões Apollo anteriores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Apollo 19 nunca chegou ao seu destino por causa de uma falha que ameaçou matar a tripulação. A intensa troca de mensagens mais tarde se tornou o livro &#39;Apollo 20. A revelação&#39;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Bob Dean mencionou o chamado orçamento negro DoD, ou seja, orçamentos e financiamentos secretos do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que financiou a missão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em particular, ele disse: &quot;Sim, nós estamos no espaço! Sim, nós estamos na Lua! E sim, Deus nos ajude, temos ido a Marte&quot;. A última declaração é peremptória: fomos a Marte, o que significa implicitamente que ocorreu.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Outra coincidência é também as estruturas simétricas enigmáticas recém-descobertos em Marte. Um usuário do Youtube, David Martines, com a ajuda do Google Mars encontrou algumas formações na superfície do planeta vermelho que lembram imagens de um possível posto avançado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWd2051RJdqmIZKWiTtNgyNUVASZV7BdpgclATQ6x8fyv-YUu7tLha4k7JhTgybNdemkUuEVQMqkGKTgaYkB_jIQTuGAXWp2sVxaTF-p4e-zhwjv7BIfmMEgHP96Wa26lv4xwk92y4N2Sq/s1600/1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;229&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWd2051RJdqmIZKWiTtNgyNUVASZV7BdpgclATQ6x8fyv-YUu7tLha4k7JhTgybNdemkUuEVQMqkGKTgaYkB_jIQTuGAXWp2sVxaTF-p4e-zhwjv7BIfmMEgHP96Wa26lv4xwk92y4N2Sq/s400/1.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Martines batizou as duas estruturas Bio Station Alpha e Estação Bio Delta. Até o final dos anos 80 o físico Bob Lazar tinha afirmado que os Estados Unidos não só tem base na Lua, mas também uma base secreta em Marte.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Assim, o homem pode ter ido a Marte e deixou rastros. Mas, neste caso, por que manter em segredo uma conquista tão importante? Por que não dizer ao mundo um feito tão excepcional? Porque em vez escolher o caminho da paz e segui-lo ao longo de décadas? A questão é legítima e legal.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Provavelmente se tratava de missões espaciais que tiveram o apoio de apenas em certos círculos, de certos lobbies, enquanto tudo estava escondida da maioria da população mundial. Mas por quê?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É interessante notar o forte paralelo com a teoria proposta por um programa de televisão chamado Relatório Ciência 1977, em seguida removido após a exibição do episódio 3.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como descrito em um artigo dedicado à questão, em face desta perspectiva desastrosa, as duas superpotências, Estados Unidos e Rússia, desenharam três alternativas para salvar a elite da catástrofe, um dos quais envolveu a construção de cidades subterrâneas na Lua e Marte.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É possível que o projeto Red Sun se encaixa em um programa mais amplo de colonização de Marte para lidar com a iminente era do gelo que aparece no horizonte perto da humanidade?&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/oYG0a9auGrQ&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/NzNkOe4eWho&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/h6u1LcKxAMY&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/HbAmmactaRE&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/8818523826832776136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/12/projeto-redsun-homem-em-marte-nos-anos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/8818523826832776136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/8818523826832776136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/12/projeto-redsun-homem-em-marte-nos-anos.html' title='Projeto Redsun - Homem em Marte nos Anos 70'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiB6GQurHkx0sRiEF4jEm6AgfcxQITX8ZTiHkymmx1HcikGam0v4ITCnHfmlzksp5oCuQ4Ds1A3HOIqpeOFOS5yDX1oQdKW5kBt24nUSGNJer0R_8WTfA8WrBoVYeN3P-ZJmKwv3_9107de/s72-w1200-h630-c-p-nu/El+proyecto+secreto+Redsun++El+hombre+estuvo+en+Marte+en+1970++projeto.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-1016990064267972845</id><published>2016-12-28T11:23:00.000-02:00</published><updated>2017-02-02T12:03:03.628-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ciência de Tudo com Stephen Hawking"/><title type='text'>Ciência de Tudo com Stephen Hawking</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/VTgoif0miXI/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/VTgoif0miXI/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;Stephen Hawking desafia voluntários e os telespectadores a pensar como os maiores gênios do passado e a responder algumas das mais difíceis e duradouras questões da humanidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/K80TUeBh2r4?list=PLKhjS9GJq7yv0PBNRPfUmcVIoHZvOJR46&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/bxYXApKDfUk&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/H6zDCh6L4f4&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/bpzUapT3NNE&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/1016990064267972845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/12/ciencia-de-tudo-com-stephen-hawking.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/1016990064267972845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/1016990064267972845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/12/ciencia-de-tudo-com-stephen-hawking.html' title='Ciência de Tudo com Stephen Hawking'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/K80TUeBh2r4/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-4896114524682941768</id><published>2016-12-24T11:15:00.000-02:00</published><updated>2016-12-24T12:13:16.784-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="A Verdadeira Data do Nascimento de Jesus"/><title type='text'>A Verdadeira Data do Nascimento de Jesus</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/ez-7iKhxzZ4/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/ez-7iKhxzZ4/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;O ano&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O ano em que Cristo nasceu só passou a ser tido como 1 d.C. (“depois de Cristo”) séculos depois. Na época do nascimento, assim como hoje, havia várias formas de contar o tempo, mas, para a maior parte das pessoas que viviam sob a influência do Império Romano, 1 d.C. era 754 a.U.c., ou seja, 754 anos passados desde a criação de Roma.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Porém, o calendário romano não era padrão nem entre os romanos: a contagem também era feita pelos anos de reinado de cada imperador e, segundo esse calendário, o ano anterior ao nascimento de Cristo era o 31º ano de Augusto ou ainda o 46º ano do calendário criado por Júlio César.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A definição de que o nascimento de Cristo seria o ano 1 só veio muito tempo depois, por volta de 1286 a.U.c, quando um frade chamado Dionísio, o Pequeno, fez alguns cálculos e determinou que aquele era o ano 532 depois do nascimento de Cristo (d.C.).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas alguns séculos depois os cálculos foram refeitos e levantou-se a questão de que o pequeno grande Dionísio teria errado nos seus cálculos e, portanto, nosso calendário pode estar de quatro a seis anos atrasado. Ou seja, Cristo teria nascido há 2010 e 2012 anos, e não 2016.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://mundoestranho.abril.com.br/religiao/qual-foi-o-ano-do-nascimento-de-cristo/&quot;&gt;http://mundoestranho.abril.com.br/religiao/qual-foi-o-ano-do-nascimento-de-cristo/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;O mês&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/ez-7iKhxzZ4&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Conclusão:&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: red; text-align: center;&quot;&gt;15 de outubro de 4 a 6 a.C.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/4896114524682941768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/12/a-verdadeira-data-do-nascimento-de-jesus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4896114524682941768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4896114524682941768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/12/a-verdadeira-data-do-nascimento-de-jesus.html' title='A Verdadeira Data do Nascimento de Jesus'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/ez-7iKhxzZ4/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-8240503597466294446</id><published>2016-12-10T20:25:00.000-02:00</published><updated>2016-12-10T22:11:25.440-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O Mega Esquema do Nióbio"/><title type='text'>O Mega Esquema do Nióbio</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/8hHBoF92D1Y/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/8hHBoF92D1Y/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Circulam já há algum tempo, na internet, denúncias de que o Brasil estaria dilapidando suas valiosas reservas de nióbio; que é praticamente o único produtor desse metal, mas não está lhe dando o devido valor; que o vende a preços irreais; que permite que seja contrabandeado etc.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Há nessas afirmações algo de verdadeiro, algo de falso e também algumas coisas que são apenas parcialmente verdadeiras.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;O que é o nióbio&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O nióbio é um metal branco, brilhante, de baixa dureza, extraído principalmente do mineral columbita. Está presente, porém, em todos os minerais de tântalo e é obtido também a partir do pirocloro, loparita, euxenita, manganotantalita e samarskita. Seu nome vem de Níobe, personagem mitológica que era filha de Tântalo, em alusão à grande afinidade entre os dois metais. Nos Estados Unidos é chamado mais de colúmbio.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
É muito resistente à corrosão e a altas temperaturas, e basta adicionar alguns gramas de nióbio a uma tonelada de aço para deixá-lo mais leve e com maior resistência a fraturas e torções.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O nióbio é atualmente empregado em automóveis; turbinas de avião; gasodutos; tomógrafos de ressonância magnética; nas indústrias aeroespacial, bélica e nuclear; além de outras inúmeras aplicações como lentes óticas, lâmpadas de alta intensidade, bens eletrônicos e até piercings.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;Reservas mundiais e brasileiras&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O metal existe em diversos países, mas 98% das reservas conhecidas no mundo estão no Brasil e nosso país é responsável atualmente por mais de 90% do volume comercializado no planeta, seguido por Canadá e Austrália.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
As reservas brasileiras são da ordem de 842, 46 milhões de toneladas e encontram-se em Minas Gerais (75%), Amazonas (21%) e Goiás (3%). Há reservas pequenas também em Roraima, mas elas, como as do Amazonas, estão em região de fronteira ou em áreas de reservas indígenas, e não há previsão de abertura de novas minas no país além das atualmente em lavra. Além disso, o nióbio de São Gabriel da Cachoeira (AM) requer tecnologia específica que permita seu aproveitamento econômico.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;Oferta e demanda&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A oferta do produto está praticamente toda nas mãos de duas empresas privadas, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração - CBMM (que detém 80% da produção mundial) e a Mineração Catalão de Goiás. Essa situação pode não ser desejável, mas as exportações dessas duas empresas colocam o nióbio em 3º lugar na nossa pauta de exportação mineral, logo após o minério de ferro e o ouro.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo Marcelo Tunes, diretor de Assuntos Minerários do Instituto Brasileiro de Mineração - Ibram, o aumento da demanda é mérito dos produtores brasileiros, que sempre buscaram conquistar novos clientes no mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o volume de liga ferro-nióbio exportado cresceu 110% em 10 anos, passando de 33.688 toneladas em 2003 para 70.948 em 2012. A demanda mundial por nióbio tem crescido nos últimos anos a uma taxa de 10% ao ano, puxada principalmente pelas compras dos chineses. A China “e diversos outros países começam a enxergar os benefícios do uso do nióbio em obras de infraestrutura, para a construção de estruturas mais leves que não se degradam no tempo e com um impacto ambiental menos intenso”, afirma um executivo da mineradora Anglo American.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O Brasil produz o concentrado, a liga ferro-nióbio e produtos feitos com o metal, participando de todos os segmentos do mercado de nióbio e sendo predominante no setor de ferro-nióbio. Este assegurou, em 2006, ingresso de 300 milhões de dólares de divisas no país. Desde a década de 70, não há comercialização do minério bruto ou do concentrado de nióbio (pirocloro) no mercado interno ou externo. O metal é vendido, sobretudo, na forma de liga ferro-nióbio, com 66% de nióbio e 30% de ferro. Segundo o governo, as exportações da liga atingiram em 2012 aproximadamente 71 mil toneladas, no valor de US$ 1,8 bilhão. Portanto, estamos aproveitando muito bem esse recurso mineral.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Embora nossas reservas sejam muito grandes (842,46 milhões de toneladas), há quem tema que elas estejam sendo lavradas de modo inadequado, com risco de o nióbio vir a faltar no futuro. Essa preocupação, porém, não procede. Somente em Araxá (MG), há reservas para 200 anos, no atual nível de consumo. E as reservas de Rondônia e do Amazonas sequer entraram em produção ainda.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Outra informação sem fundamento que tem sido divulgada é que a produção não é aumentada por motivos obscuros e antinacionais. A afirmação carece de fundamento porque, se o mercado mundial fosse inundado por uma grande produção de nióbio, ainda que todo ele fosse brasileiro, a tendência seria seu preço cair acentuadamente.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Rogério Cerqueira Leite, renomado físico brasileiro, lembra que dominar o mercado mundial como o Brasil domina é mais um obstáculo que uma vantagem, pois nenhum consumidor gosta de depender de um único fornecedor. Muitos deles preferem evitar essa dependência usando substitutos do nióbio, como vanádio, tântalo e titânio, ainda que mais caros.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;Importância estratégica&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Apesar do seu uso crescente e das inúmeras possibilidades de aplicação, o nióbio não tem a importância e o valor que possuem, por exemplo, o ouro e o petróleo. Mas é natural que o virtual monopólio brasileiro desperte cobiça e preocupação das maiores potências econômicas. E é normal também que ele dê origem a desconfianças infundadas sobre o modo como o Brasil está aproveitando essa grande riqueza.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Esses boatos devem ter sido reforçados em 2010, quando o site WikiLeaks divulgou documento secreto do Departamento de Estado americano no qual as minas brasileiras de nióbio eram incluídas na lista de locais cujos recursos e infraestrutura são considerados estratégicos e imprescindíveis aos EUA.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Depois disso, uma fatia da CBMM, maior produtora mundial de nióbio, foi vendida para companhias asiáticas, numa transação bilionária. E em 2011, um grupo de empresas chinesas, japonesas e sul-coreanas comprou 30% do capital da mineradora com sede em Araxá (MG) por US$ 4 bilhões.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;A inexistência de uma política estratégica para o nióbio brasileiro&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
“O Brasil detém praticamente todo o nióbio do planeta, mas esse potencial é desaproveitado”, assegura Monica Bruckmann, professora e pesquisadora do Departamento de Ciência Política da UFRJ e assessora da Secretaria-Geral da União de Nações Sul-Americanas - Unasul. “O que se esperaria é que o Brasil tivesse uma estratégia muito bem definida por se tratar de uma matéria-prima fundamental para as indústrias de tecnologia de ponta e que pode ser vista como uma fortaleza para a produção de energias limpas e para o próprio desenvolvimento industrial do país”, acrescenta ela.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Adriano Benayon defende a nacionalização do nióbio brasileiro. Diz ele que, com a produção restrita a dois grupos econômicos, é “evidente” que o interesse é exportar o nióbio do Brasil “ao menor preço possível”. Benayon acredita que o Brasil poderia ganhar até 50 vezes mais o que recebe atualmente com as exportações de ferro-nióbio, caso ditasse o preço do produto no mercado mundial e aumentasse o consumo interno do mineral.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Para Roberto Galery, professor e pesquisador da faculdade de Engenharia de Minas da UFMG, nosso país deveria usar o nióbio como um trunfo para atrair mais investimentos e transferência de tecnologia. “Se o Brasil parasse de produzir ou vender nióbio hoje, isso geraria certamente um caos”, afirma ele. Galery acredita que exista uma enorme pressão de fora para obter um produto do qual eles precisam a um preço acessível.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O jornalista Darlan Alvarenga chama a atenção para o fato de que, apesar de deter quase um monopólio do nióbio, o governo brasileiro nunca definiu uma política específica para o metal ou um programa voltado para o desenvolvimento de uma cadeia industrial que vise agregar valor a este insumo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O novo marco regulatório da mineração, encaminhado ao Congresso Nacional na forma de projeto de lei em junho de 2013, não prevê nada específico sobre o nióbio. Estaria então o Brasil tirando pouco proveito de sua posição estratégica em relação ao nióbio?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O governo federal não concorda com as críticas, julgando satisfatórios os investimentos feitos no desenvolvimento de tecnologia de produção e na estrutura do mercado. O Ministério de Minas e Energia confirma que não tem uma política de estatização de jazidas de nióbio, assim como não a tem para qualquer outro bem mineral.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A venda poderia estar sendo feita por preços abaixo dos desejáveis se as empresas compradoras revendessem o nióbio por valores bem superiores aos que pagam aqui. Mas os produtores afirmam vender diretamente para o cliente final, para as siderúrgicas que aplicam o nióbio nos seus aços, com todas as operações de venda feitas dentro do Brasil. O preço, dizem eles, segue totalmente a lei da oferta e da procura.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;A questão do preço&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Considerando-se que nosso país detém um quase monopólio da produção do nióbio, há quem diga que o Brasil deveria definir um preço internacional para o produto. Além de não fazer isso, ele estaria vendendo por menos do que poderia vender e propiciando o surgimento de suspeitas de subfaturamento. Como a mercadoria não é negociada na bolsa, não são divulgados os preços das transações. Mas há várias razões para crer que o preço atual não é baixo demais e para que não se estabeleçam valores muito acima dos preços hoje praticados.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Darlan Alvarenga explica que o preço médio de exportação do ferro-nióbio subiu de US$ 13 o quilo em 2001 para US$ 32 em 2008 (com um salto entre 2006 e 2008) e lembra que, segundo especialistas, uma grande alta no preço do nióbio poderia incentivar sua substituição por produtos similares e até uma corrida pela abertura de novas minas em outros países. Atualmente estão sendo desenvolvidos novos projetos de exploração de nióbio no Canadá, no Quênia e nos Estados Unidos (em Nebraska, que hoje importa 100% do nióbio que consome).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Elmer Prata Salomão, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa Mineral - ASPM, concorda que uma eventual intervenção governamental na oferta ou no preço do nióbio pode ter consequências funestas. Segundo ele, nosso nióbio tem um preço “praticamente imbatível&quot; e se ele for elevado outras jazidas no mundo todo entrarão em produção. Ele lembra o que aconteceu com a China: ela decidiu reduzir a oferta e aumentar o preço das terras-raras, acarretando o surgimento de 50 novos projetos de produção desses bens minerais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Elmer Salomão faz também uma advertência: o setor mineral tem contribuído para os investimentos no país e para o superávit da balança comercial, e não deve ser utilizado como combustível ideológico para políticas intervencionistas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;O mito do contrabando de nióbio&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Entre os mitos envolvendo o nióbio brasileiro estão os de que ele valeria tanto quanto o ouro e de que haveria contrabando, feito sob complacência das autoridades brasileiras. A liga ferro-nióbio, ao contrário de pedras preciosas e drogas, por exemplo, tem uma alta relação volume/preço e o contrabando, para compensar, deveria ser de toneladas, não de alguns quilos, como no caso de gemas ou drogas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Em 2012, uma onça de ouro (31,1 gramas) valia US$ 1.718. O mesmo peso de ferro-nióbio custava US$ 0,82. Assim, contrabandear 1 kg de ouro poderia ser compensador, pois ele valia US$ 55.241, mas 1 kg de liga ferro-nióbio valia apenas US$ 61,6! Em reais, com a cotação de junho de 2013, 1 kg de ouro valia R$ 121.530; e 1 kg de nióbio, apenas R$ 135.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.cprm.gov.br/publique/Redes-Institucionais/Rede-de-Bibliotecas---Rede-Ametista/Canal-Escola/Niobio-Brasileiro-2616.html&quot;&gt;http://www.cprm.gov.br/publique/Redes-Institucionais/Rede-de-Bibliotecas---Rede-Ametista/Canal-Escola/Niobio-Brasileiro-2616.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/8hHBoF92D1Y&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/8240503597466294446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/12/o-mega-esquema-do-niobio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/8240503597466294446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/8240503597466294446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/12/o-mega-esquema-do-niobio.html' title='O Mega Esquema do Nióbio'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/8hHBoF92D1Y/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-4324576393677620476</id><published>2016-12-03T11:22:00.003-02:00</published><updated>2016-12-23T01:42:29.946-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="2033 Marte - Mundo Novo"/><title type='text'>2033 Marte - Mundo Novo </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/dWTZUrrWVn8/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/dWTZUrrWVn8/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
Misto de Ficção e Documentário, série &#39;Marte&#39; coloniza o planeta em 2033&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
PUBLICIDADE&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um ser humano colocando os pés em Marte sempre esteve no mundo dos sonhos, filmes ou desenhos animados. Com a ascensão das empresas privadas de viagens extraterrenas e o sucesso na reutilização de foguetes, a colonização do planeta vermelho começa a aterrissar na mente dos cientistas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Realidade e especulação é a mistura que rege &quot;Marte&quot;, a minissérie mais ambiciosa do canal pago Nat Geo. Ao mesmo tempo em que o programa imagina com atores e roteiro como seria essa viagem em 2033, também entra no âmbito documental, entrevistando especialistas, estudiosos e empreendedores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;É o projeto audiovisual mais preciso sobre a exploração de Marte já criado&quot;, afirmou o produtor-executivo Justin Wilkes à Folha. &quot;Transformamos alguns dos maiores especialistas em nossos consultores porque queremos mostrar para o público o quanto isso é real. &#39;Marte&#39; não é ficção científica, mas um fato científico, um docudrama.&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A série é baseada em &quot;De Mudança para Marte&quot; (editora Alaúde, 136 págs.), do escritor e jornalista de ciência e tecnologia Stephen Petranek.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O livro é a adaptação de uma palestra no projeto de conferências TED, na qual Petranek detalha como a humanidade pode chegar a colonizar o quarto planeta ao redor do Sol. &quot;A reação de metade da plateia foi de completa descrença&quot;, contou o jornalista na entrevista (assista aqui à palestra com legendas em português).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas o jogo virou subitamente após o sucesso do filme &quot;Perdido em Marte&quot; (2015), de Ridley Scott. Baseado no livro homônimo (ed. Arqueiro, 336 págs.) de 2011 de Andy Weir, o longa mostra Matt Damon como um astronauta que fica sozinho no planeta e tem de se virar para sobreviver.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;O livro e o filme pavimentaram o caminho para a aceitação de que vamos para Marte. A percepção mudou do dia para a noite&quot;, disse Petranek.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
SEIS EPISÓDIOS&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O primeiro dos seis episódios previstos para a primeira temporada –uma segunda é provável, mas não confirmada– mostra uma tripulação de seis astronautas de cinco nacionalidades na primeira missão terrestre rumo a Marte.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O roteiro deixa de lado a viagem em si para se concentrar no pouso, que leva os terráqueos para longe da base americana preestabelecida e cria o primeiro drama da história.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Filmada em Budapeste, na Hungria, e no deserto do Marrocos (cenário para o planeta vermelho), a linha narrativa ficcional não é apenas um complemento de luxo para a parte documental.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Queríamos fazer uma série com uma boa dramaturgia e efeitos realistas. Os dois segmentos receberam os mesmos cuidados&quot;, disse o diretor Everardo Gout.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
METEORO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No lado não ficcional, a minissérie entrevista Elon Musk, empreendedor sul-africano que criou a SpaceX, uma das empresas que pretendem explorar Marte daqui a 15 anos, e Robert D. Braun, professor do Instituto de Tecnologia da Geórgia e um dos maiores especialistas em tecnologia espacial do mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Todos falam da importância de criar uma base terrestre em outro planeta e como isso será possível em alguns anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Já poderíamos estar em Marte se tivéssemos investido US$ 1 trilhão nas missões. A tecnologia existe. A dificuldade é chegar ao planeta, a radiação, o pouso. Tudo precisa ser planejado meticulosamente&quot;, contou Braun.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;A probabilidade de a Terra ser atingida por um meteoro que aniquile 75% das formas de vida é de 100%&quot;, disse Petranek. &quot;Marte é um seguro de vida da humanidade, uma alternativa à extinção.&quot;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/MVPN7Khf5ow&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/lRGRIivhr5g&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/6_qEWDBKSZ4&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/1CkPUM17eY8&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/_2_m8V7oduY&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/i9tRx5HDwiE&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/HVZGtDoO9cE&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/hLt0VOqkJ-k&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/4324576393677620476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/12/2033-marte-mundo-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4324576393677620476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4324576393677620476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/12/2033-marte-mundo-novo.html' title='2033 Marte - Mundo Novo '/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/MVPN7Khf5ow/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-2730326684951044549</id><published>2016-11-15T20:10:00.004-02:00</published><updated>2016-11-15T20:10:58.189-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mega Desastres - Infecção Alienígena"/><title type='text'>Mega Desastres - Infecção Alienígena</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/5ueeGrAjG4A/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/5ueeGrAjG4A/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Desde a peste negra no século XIV, a gripe espanhola em 1918 e a síndrome respiratória aguda grave no século XXI, surtos de doenças graves ameaçam devastar sociedades inteiras. As autoridades de Saúde temem que haja outra epidemia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Um cientista crê que o culpado pode vir do espaço exterior, trazidos por meteoros. E talvez não tenhamos defesas extraterrestres. Seria uma tragédia de proporções inimagináveis.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/5ueeGrAjG4A&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/2730326684951044549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/11/mega-desastres-infeccao-alienigena.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/2730326684951044549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/2730326684951044549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/11/mega-desastres-infeccao-alienigena.html' title='Mega Desastres - Infecção Alienígena'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/5ueeGrAjG4A/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-4943192418068083420</id><published>2016-11-13T10:46:00.000-02:00</published><updated>2016-11-13T10:49:23.023-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Hipótese da Simulação"/><title type='text'>Hipótese da Simulação</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/ZxCY5PfM9dk/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/ZxCY5PfM9dk/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A &quot;hipótese da simulação&quot; ou &quot;argumento da simulação&quot;, ou &quot;simulismo&quot; propõe que a realidade é uma simulação, e aqueles que nela vivem não são conscientes disso. O conceito é reminiscente do Gênio maligno de René Descartes, mas postula uma realidade simulada mais futurística.&lt;br /&gt;
A mesma tecnologia fictícia está parcial ou totalmente presente nos filmes de ficção científica &quot;Star Trek&quot;, &quot;Dark City&quot;, &quot;13º Andar&quot;, &quot;Matrix&quot;, &quot;Preso na Escuridão&quot;, &quot;Vanilla Sky&quot;, &quot;O Vingador do Futuro&quot;, &quot;A Origem&quot; e &quot;Tron&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/ZxCY5PfM9dk&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/4943192418068083420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/11/hipotese-da-simulacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4943192418068083420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4943192418068083420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/11/hipotese-da-simulacao.html' title='Hipótese da Simulação'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/ZxCY5PfM9dk/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-5616306881133726152</id><published>2016-11-02T23:29:00.001-02:00</published><updated>2016-11-02T23:29:30.374-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Viagem Fantástica do Corpo Humano"/><title type='text'>Viagem Fantástica do Corpo Humano</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/LyGWc72Vsuk/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/LyGWc72Vsuk/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/LyGWc72Vsuk&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/5616306881133726152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/11/viagem-fantastica-do-corpo-humano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/5616306881133726152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/5616306881133726152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/11/viagem-fantastica-do-corpo-humano.html' title='Viagem Fantástica do Corpo Humano'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/LyGWc72Vsuk/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-8754345510332476974</id><published>2016-10-22T21:32:00.003-02:00</published><updated>2016-10-22T21:35:40.014-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O Filme dos Espíritos"/><title type='text'>O Filme dos Espíritos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/CUFxOlfxGnM/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/CUFxOlfxGnM/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;O filme conta a história do psiquiatra e professor universitário Bruno Alves (Reinaldo Rodrigues), que, por volta dos 40 anos, perde a mulher, vítima de câncer, e se vê completamente abalado. A perda do emprego se soma à sua profunda tristeza e o suicídio parece ser a única saída. Nesse momento, ele entra em contato com O Livro dos&amp;nbsp;Espíritos, uma das obras da doutrina espírita do educador francês Allan Kardec, publicado em 1857.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;A partir daí, o protagonista da história começa uma jornada em busca de sua felicidade a partir da compreensão dos mistérios da vida espiritual. Nesta &quot;viagem&quot; cruza os caminhos dos personagens de curtas histórias que se confundem com a sua, histórias de superação e de luta em prol da felicidade formam a tônica do filme, e enquanto estas histórias vão sendo apresentadas os grandes enigmas existenciais humanos são explicados, como: De onde viemos e para onde vamos, as relações entre o mundo espiritual e o mundo material, e tantos outros pontos explicáveis através da obra basilar da doutrina espírita O Livro dos Espíritos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/CUFxOlfxGnM&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/8754345510332476974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/10/o-filme-dos-espiritos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/8754345510332476974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/8754345510332476974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/10/o-filme-dos-espiritos.html' title='O Filme dos Espíritos'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/CUFxOlfxGnM/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-8850254777305868408</id><published>2016-08-21T16:05:00.003-03:00</published><updated>2016-08-21T16:10:20.396-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ilha das Flores - Jorge Furtado"/><title type='text'>Ilha das Flores - Jorge Furtado</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/8mpywFb0alU/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/8mpywFb0alU/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;lha das Flores&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Duração: 13 min&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Gênero: Documentário, Experimental&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Subgênero: Drama&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Diretor: Jorge Furtado&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Elenco: Ciça Reckziegel&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Duração: 13 min &amp;nbsp; &amp;nbsp; Ano: 1989 &amp;nbsp; &amp;nbsp; Formato: 35mm&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
País: Brasil &amp;nbsp; &amp;nbsp; Local de Produção: RS&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Cor: Colorido&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sinopse: Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;Prêmios&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Melhor Curta no Festival de Gramado em 1989&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Melhor Edição no Festival de Gramado em 1989&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Melhor Roteiro no Festival de Gramado em 1989&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Prêmio Crítica e Público no Festival de Clermont-Ferrand em 1991&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Prêmio da Crítica no Festival de Gramado em 1989&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Prêmio do Público na Competição &quot;No Budget&quot; no Festival de Hamburgo em 1991&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Urso de Prata no Festival de Berlim em 1990&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;Aplicabilidades Pedagógicas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Disciplinas/Temas transversais: Biologia, Filosofia, Geografia, História, Língua Portuguesa, Meio ambiente, Saúde, Sociologia&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Faixa Etária: Todas as idades&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nível de Ensino: Ensino Médio, Ensino Fundamental, Superior, Educação de Jovens e Adultos&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/8mpywFb0alU&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/8850254777305868408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/08/ilha-das-flores-jorge-furtado.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/8850254777305868408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/8850254777305868408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/08/ilha-das-flores-jorge-furtado.html' title='Ilha das Flores - Jorge Furtado'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/8mpywFb0alU/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-4732702696932559607</id><published>2016-08-07T10:00:00.002-03:00</published><updated>2016-08-07T10:00:25.651-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Entendendo a Crise de 29"/><title type='text'>Entendendo a Crise de 29</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/CuFXVtrkA1M/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/CuFXVtrkA1M/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
História da Crise de 29&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Durante a Primeira Guerra Mundial, a economia norte-americana estava em pleno desenvolvimento. As indústrias dos EUA produziam e exportavam em grandes quantidades, principalmente, para os países europeus.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Após a guerra o quadro não mudou, pois os países europeus estavam voltados para a reconstrução das indústrias e cidades, necessitando manter suas importações, principalmente dos EUA. A situação começou a mudar no final da década de 1920. Reconstruídas, as nações europeias diminuíram drasticamente a importação de produtos industrializados e agrícolas dos Estados Unidos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Causas da crise&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Com a diminuição das exportações para a Europa, as indústrias norte-americanas começaram a aumentar os estoques de produtos, pois já não conseguiam mais vender como antes. Grande parte destas empresas possuíam ações na Bolsa de Valores de Nova York e milhões de norte-americanos tinham investimentos nestas ações.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Efeitos da crise&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Em outubro de 1929, percebendo a desvalorizando das ações de muitas empresas, houve uma correria de investidores que pretendiam vender suas ações. O efeito foi devastador, pois as ações se desvalorizaram fortemente em poucos dias. Pessoas muito ricas, passaram, da noite para o dia, para a classe pobre. O número de falências de empresas foi enorme e o desemprego atingiu quase 30% dos trabalhadores.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A crise, também conhecida como “A Grande Depressão”, foi a maior de toda a história dos Estados Unidos. Como nesta época, diversos países do mundo mantinham relações comerciais com os EUA, a crise acabou se espalhando por quase todos os continentes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Efeitos no Brasil&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A crise de 1929 afetou também o Brasil. Os Estados Unidos eram o maior comprador do café brasileiro. Com a crise, a importação deste produto diminuiu muito e os preços do café brasileiro caíram. Para que não houvesse uma desvalorização excessiva, o governo brasileiro comprou e queimou toneladas de café. Desta forma, diminuiu a oferta, conseguindo manter o preço do principal produto brasileiro da época. Por outro lado, este fato trouxe algo positivo para a economia brasileira. Com a crise do café, muitos cafeicultores começaram a investir no setor industrial, alavancando a indústria brasileira.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
New Deal: a solução&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A solução para a crise surgiu apenas no ano de 1933. No governo de Franklin Delano Roosevelt, foi colocado em prática o plano conhecido como New Deal. De acordo com o plano econômico, o governo norte-americano passou a controlar os preços e a produção das indústrias e das fazendas. Com isto, o governo conseguiu controlar a inflação e evitar a formação de estoques. Fez parte do plano também o grande investimento em obras públicas (estradas, aeroportos, ferrovias, energia elétrica etc), conseguindo diminuir significativamente o desemprego. O programa foi tão bem sucedido que no começo da década de 1940 a economia norte-americana já estava funcionando normalmente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/pesquisa/crise_1929.htm&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;suapesquisa.com - A Crise de 1929&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/CuFXVtrkA1M&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/4732702696932559607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/08/entendendo-crise-de-29.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4732702696932559607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/4732702696932559607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/08/entendendo-crise-de-29.html' title='Entendendo a Crise de 29'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/CuFXVtrkA1M/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-7129388799174548469</id><published>2016-07-16T11:42:00.002-03:00</published><updated>2016-07-16T11:42:38.320-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Power - O Poder por Trás da Energia"/><title type='text'>Power - O Poder por Trás da Energia </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/M3Eo0PiqgHY/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;181&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/M3Eo0PiqgHY/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Power (pt: Poder) é um documentário do History Channel sobre a obra dos mais renomados cientistas das história, que acreditaram em um futuro mais sustentável, e que recusaram a se entregar ao status quo e tornarem-se escravos das atividades e instituições humanas vigentes, sejam de ordem econômica, social ou ideológica.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Sinopse:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Este filme aborda as histórias de personagens históricos e contemporâneos que dedicaram suas vidas a encontrar novas formas de obter o bem mais precioso para os humanos modernos: a energia.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Nomes como Nikola Tesla, Alexander Graham Bell, Eugene Mallove e Rudolf Diesel, usaram toda sua criatividade para desenvolver energias alternativas para continuar alimentando o progresso da humanidade. Com entrevistas, material de arquivo e recriações, conheceremos aqui a história desses sonhadores, que enfrentaram os maiores obstáculos para encontrar uma nova fonte de energia e evitar um colapso. Mas, acima de tudo, conheceremos os segredos e interesses obscuros que se escondem nas sombras desta busca, revelando o poder oculto por trás do controle sob a energia.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;O poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente, de modo que os &#39;grandes homens&#39; são quase sempre homens maus.&quot; - John Emerich Acton&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/M3Eo0PiqgHY&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/7129388799174548469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/07/power-o-poder-por-tras-da-energia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/7129388799174548469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/7129388799174548469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/07/power-o-poder-por-tras-da-energia.html' title='Power - O Poder por Trás da Energia '/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/M3Eo0PiqgHY/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-7911633466252437700</id><published>2016-06-18T11:58:00.001-03:00</published><updated>2016-06-18T11:58:24.336-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vamos Terraformar Marte?"/><title type='text'>Vamos Terraformar Marte?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/1e89LN2lSTs/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/1e89LN2lSTs/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A terraformação de Marte é um processo hipotético pelo qual o clima, atmosfera, superfície e outras propriedades naturais conhecidas do planeta Marte seriam deliberadamente alteradas com o objetivo de tornar o ambiente de grandes áreas de Marte mais favoráveis aos assentamentos humanos, e assim tornando muito mais segura e sustentável a colonização humana daquele planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O conceito baseia-se no pressuposto de que o ambiente de um planeta pode ser alterada por meios artificiais. A atmosfera seria alterada até possuir uma composição e pressão atmosféricas semelhantes à da Terra, permitindo a colonização de vida oriunda da Terra. Porém a factibilidade de se criar uma biosfera em Marte é indeterminável até então. Vários métodos têm sido propostos, alguns dos quais envolvem custos econômicos e ambientais proibitivos, enquanto outros são tecnologicamente viáveis.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Motivação e Ética&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O futuro crescimento da população e o consequente aumento da demanda por recursos naturais poderá requisitar a colonização humana de outros corpos celestes do Sistema Solar, tal como Marte, a Lua e os outros planetas internos, além do cinturão de asteroides. A colonização espacial facilitaria a coleta e extração da energia e dos recursos naturais do Sistema Solar.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Além disso, no caso de uma catastrófica extinção em massa, tal como em um evento de impacto, as espécies terrestres, incluindo os seres humanos, poderiam viver nesse segundo planeta habitável.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Em muitos aspectos, Marte é o mais semelhante à Terra entre todos os outros planetas do Sistema Solar. Acredita-se que Marte, no início de sua história geológica, teve um ambiente mais parecido com o da Terra, com água abundante e uma atmosfera mais espessa que foi perdida ao longo de centenas de milhões de anos. Considerando-se a semelhança e a proximidade, Marte seria o alvo mais eficiente e eficaz de terraformação dentro do Sistema Solar.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Considerações éticas de terraformação envolvem o potencial deslocamento da vida nativa de Marte, se tal vida existir, ainda que em formas microbianas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Desafios e Limitações&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O ambiente de Marte apresenta vários desafios para o processo de terraformação. Mesmo sendo o mais propício ao processo em todo o Sistema Solar, Marte apresenta peculiares limitações, determinadas por fatores ambientais relevantes.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Baixa Gravidade&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A gravidade superficial em Marte é equivalente a 38% da gravidade da Terra. Não é conhecido se esta quantidade é suficiente para prevenir problemas de saúde decorrentes da ausência de peso sobre o sistema muscular e ósseo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Além disto, a baixa gravidade (e sua consequente baixa velocidade de escape) em Marte pode oferecer maior dificuldade para o planeta reter sua atmosfera, e não perdê-la para o espaço através de escape atmosférico, em contraste a outros planetas telúricos mais massivos como a Terra ou Vênus. A Terra e Vênus são ambos capazes de sustentar espessas atmosferas, apesar de sofrerem maior efeito do vento solar, o principal agente removedor de atmosferas voláteis. Devido a ação do vento solar, pode-se ser necessário abastecimentos periódicos de gases na atmosfera de Marte para assim garantir uma atmosfera suficientemente densa para os seres humanos viverem a longo prazo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Combate aos Efeitos do Clima Espacial&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Marte carece de uma magnetosfera, que coloca desafios para atenuar a radiação solar e manter a atmosfera. Acredita-se que campos detectados no planeta são remanescentes de uma magnetosfera que desabou no início da história do planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Vantagens&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
De acordo com os teoristas modernos, existe na borda externa da zona habitável de Marte, uma região do sistema Solar, onde a vida pode existir. Marte está na fronteira de uma região conhecida como zona habitável estendida onde gases de efeito estufa concentrados poderiam suportar água líquida suficiente em sua superfície devido à pressão atmosférica. Marte tem o potencial para sustentar uma hidrosfera e biosfera.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Métodos Propostos e Estratégias&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Existe atualmente quantidade suficiente de dióxido de carbono em estado de gelo no pólo sul de Marte, e este tem sido absorvido pelo solo marciano em ciclos de sublimação e vaporação que ocorrem com as mudanças de temperatura entre as estações.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Aumentando a temperatura do planeta, fará com que a este gelo de dióxido de carbono vaporize, aumentando assim a concentração de dióxido de carbono na atmosfera e também aumentando a pressão atmosférica, esta última aproximadamente até 30 quilopascals (0,3 atm, ou seja, quase 1/3 da atmosfera da Terra), o que é comparável a altitude no pico do Monte Everest, onde a pressão atmosférica gira em torno de 33,7 quilopascals (0,337 atm).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Embora este gás não seja respirável pelos seres humanos, sua liberação na atmosfera fará a pressão atmosférica ser superior ao limite de Armstrong, permitindo assim a presença de seres humanos sem a necessidade de estes vestirem trajes espaciais, mas ainda assim máscaras de oxigênio serão necessárias.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Fitoplâncton geneticamente modificado pode também ser inserido em Marte, a fim de converter este dióxido de carbono em oxigênio, processo no qual reduzirá o efeito estufa de Marte, embora transforme-o em um lugar mais habitável. De acordo com a lei de Henry, a passagem do oxigênio da água (onde viverão os fitoplânctons) para a atmosfera se dará muito mais rápido do que se ocorresse na Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Importação de Amônia&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Outro método mais complicado usa amônia como um poderoso gás de efeito estufa. É possível que grandes quantidades de amônia existam sob forma de gelo em vários corpos celestes menores, assim como em cometas ou luas do Sistema Solar externo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Pode ser possível transportar estas quantidades (ou arremessá-las, no caso dos cometas) para a atmosfera de Marte, devido ao fato da amônia ter quase metade da massa do gás nitrogênio ou oxigênio (apenas um átomo de nitrogênio e três de hidrogênio, o que o faz ter massa atômica de 17 u.m.a., enquanto o N2 tem 28 u.m.a., e o O2 32 u.m.a.), mas tendo um potencial grande para reter calor, contribuindo assim para o efeito estufa. Com uma grande importação de amônia para Marte, pode-se aumentar sua temperatura assim como a massa e composição de sua atmosfera.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A necessidade de um gás que ocupe o mesmo papel que o gás nitrogênio ocupa na atmosfera da Terra é um desafio que todos os potenciais construtores de atmosferas vão enfrentar. Há uma grande lacuna na composição atmosférica para algum gás que não interfira ou atrapalhe de modo algum na vida terrestre. No caso da Terra, este gás é o nitrogênio, constituindo 78% da atmosfera. Marte também exigiria algo similar, embora não seja necessário que este chegue a ocupar quase 4 quintos de sua atmosfera. A amônia, ao sofrer eletrólise, gera gás nitrogênio e gás hidrogênio, sendo um dos candidatos a fonte do nitrogênio requerido para a atmosfera marciana, além de servir como gás estufa.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Importação de Hidrocarbonetos&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Hidrogênio pode ser importado para a atmosfera, com a finalidade de colaborar para a formação da hidrosfera. Por exemplo, o hidrogênio poderia reagir com o óxido de ferro da superfície desértica de Marte, o que produziria água de acordo com a equação abaixo:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
H2 + Fe2O3 → H2O + 2FeO&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Dependendo da concentração de dióxido de carbono na atmosfera, a importação e reação do hidrogênio com o óxido de ferro das areias marcianas produziria calor, água e grafite através da reação de Bosch. Alternativamente, a reação do hidrogênio com a atmosfera de dióxido de carbono, de acordo com a reação de Sabatier, produziria água e metano.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Uso de Fluoretos&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Espelhos feitos de uma fina camada de PET aluminizado podem ser colocados em órbita em torno de Marte para aumentar a insolação total que o planeta recebe. Isto irá direcionar a luz do Sol sobre a superfície aumentando a temperatura do planeta diretamente.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Os espelhos podem ser posicionados de modo estático, usando sua eficácia com uma vela solar em órbita para mantê-lo em uma posição estacionária em relação a Marte, sempre perto dos pólos, com o intuito de sublimar a camada de gelo de dióxido de carbono das calotas polares, contribuindo assim para aumentar o efeito estufa de Marte.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Redução do Albedo&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Há quatro bilhões de anos, Marte tinha um campo magnético como o da Terra, que protege o nosso planeta da radiação do Sol. No entanto, alguma coisa fez com que o “campo marciano” fosse destruído – e cientistas acreditam que o culpado seja um asteroide gigante.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A ideia é que, com esse impacto principal e com outras quatro colisões (todas com asteroides com tamanho aproximado de 2400 km), as rochas derretidas no centro do planeta tenham sido afetadas, fluindo para a superfície do planeta e acabando com o seu campo magnético. Isso também fez com que a forma que o calor era transmitido no planeta mudasse.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Sem proteção contra a emissão de radiação do Sol, não há possibilidade de existir vida (pelo menos como a conhecemos) no planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
No entanto, dirigir pequenos asteroides de encontro à Marte para conseguir energia suficiente para derreter água no subsolo do planeta poderia atingir os efeitos desejados. Além disso o asteroide poderia garantir material para enriquecer a pobre atmosfera.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Termodinâmicas da Terraformação&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A energia total necessária para a sublimação do dióxido de carbono do manto de gelo seco da calota polar sul de Marte tem sido calculada por Zubrin e McKay. Aumentando a temperatura dos pólos em 4 Kelvin deve ser o suficiente para disparar um processo de efeito estufa descontrolado, onde quanto mais gelo seco sublima, maior a concentração de dióxido de carbono na atmosfera, o que aumentará o efeito estufa, e consequentemente, a temperatura, aumentando assim a taxa de sublimação do gelo seco. Se forem utilizado espelhos orbitais, uma estimativa de 120 MWe-anos serão necessários para os próprios espelhos vaporizarem as calotas polares.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Este é considerado o método mais eficaz, apesar de ser o menos prático. Se forem utilizados poderosos gases de efeito estufa halogenados, uma ordem de 1000 MWe-anos serão necessários para alcançar tal aquecimento. Embora ineficaz em comparação, considera-se o método mais prático. Impactando um asteroide, o que é muitas vezes considerado um efeito sinérgico, seriam necessários quatro asteroides, cada um com 10 bilhões de toneladas de amônia, para provocar o efeito estufa, totalizando no caso um aumento de quatro Kelvin na temperatura global.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/1e89LN2lSTs&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/7911633466252437700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/06/vamos-terraformar-marte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/7911633466252437700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/7911633466252437700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/06/vamos-terraformar-marte.html' title='Vamos Terraformar Marte?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/1e89LN2lSTs/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-6344981631449611254</id><published>2016-06-01T19:07:00.002-03:00</published><updated>2016-06-01T19:07:39.754-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Homem Criou um Homúnculo?"/><title type='text'>Homem Criou um Homúnculo? </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/zQOFVUezf5s/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/zQOFVUezf5s/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O Homúnculo na Alquimia&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A alquimia possuí três objetivos, o primeiro é transmutar metais inferiores em ouro, o segundo fabricar o Elixir da Longa Vida e o terceiro é a criação de vida humana artificial a partir de materiais inanimados (um clone humano na acepção moderna), os homúnculos. Não se pode duvidar da influência que a tradição judaica teve neste aspecto, pois na cabala existe a possibilidade de dar vida a um ser artificial, o Golem.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O conceito do homúnculo parece ter sido usado pela primeira vez pelo alquimista Paracelso para designar uma criatura que tinha cerca de 12 polegadas de altura e que, segundo ele, poderia ser criada por meio de sêmen humano posto em uma retorta hermeticamente fechada e aquecida em esterco de cavalo durante 40 dias. Então, segundo ele, se formaria o embrião. Outro alquimista que tentou criar homúnculos foi Johanned Konrad Dippel, que utilizava técnicas peculiares como fecundar ovos de galinha com sêmen humano e tapar o orifício com sangue de menstruação.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
No entanto, também é possível que o homúnculo seja uma alegoria, uma interpretação muito literal das imagens alegóricas alquímicas respeitantes à criação, pela arte, de novas entidades minerais, sejam elas objetivos finais ou intermédios. Essas imagens comportam, muitas vezes, a representação de um ser emblemático, humano, animal ou quimérico, numa retorta.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O Homúnculo na Biologia&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Em 1677 Leeuwenhoek e Luiz Hamm viram pela primeira vez um espermatozoide e pensaram que ele tinha uma miniatura de humano dentro (homúnculo) que se desenvolvia quando depositado nos órgãos sexuais femininos: o espermatozoide seria a semente, o óvulo (feminino) o terreno de plantação.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Na verdade Leeuwenhoek e Hamm devem ter visto as organelas do espermatozoide, como se o acromossomo fosse a cabeça e o corpo o núcleo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O padre italiano Lazzaro Spallanzani provou em 1775 que eram necessários um espermatozoide e um óvulo para haver reprodução humana (na natureza) na qual o esperma era o fator fecundante, deitando por terra as teorias dos animalculistas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O Homúnculo na Psicologia&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Na psicologia o homúnculo é a representação diagramática proporcional do corpo animal em relação às partes destes, representadas no córtex somestésico e motor.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Nesta representação, a área neural correspondente a cada porção corpórea. Assim como a face tem uma maior quantidade de nervos e conseqüentemente de corpos de neurônios, o desenho terá uma imensa face, com um tronco pequeno, braços grandes com mãos enormes, pernas pequenas com pés médios.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Homúnculo sensitivo: área somestésica, localizada no giro pós-central.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Homúnculo motor: área motora, localizada no giro pré-central.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/zQOFVUezf5s&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/6344981631449611254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/06/homem-criou-um-homunculo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/6344981631449611254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/6344981631449611254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/06/homem-criou-um-homunculo.html' title='Homem Criou um Homúnculo? '/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/zQOFVUezf5s/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-413051592944711852</id><published>2016-05-22T17:50:00.001-03:00</published><updated>2016-05-22T17:50:19.937-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Brinquedos que foram ao espaço"/><title type='text'>Brinquedos que foram ao espaço</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/PjLx5ZM9vzo/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/PjLx5ZM9vzo/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/PjLx5ZM9vzo&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/1tVmWaCmhPM&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/zSmEJuZd7mw&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/vAxSz3ZBpNI&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/413051592944711852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/05/brinquedos-que-foram-ao-espaco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/413051592944711852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/413051592944711852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/05/brinquedos-que-foram-ao-espaco.html' title='Brinquedos que foram ao espaço'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/PjLx5ZM9vzo/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-7051815736445833779</id><published>2016-05-14T11:48:00.001-03:00</published><updated>2016-05-14T11:48:15.020-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Deus Um Delírio"/><title type='text'>Deus, Um Delírio</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/w120gbhBjec/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/w120gbhBjec/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Num tempo de guerras e ataques terroristas com motivações religiosas, o movimento pró-ateísmo ganha força no mundo todo. E seu líder intelectual é o respeitado biólogo Richard Dawkins, eleito um dos três intelectuais mais importantes do mundo (junto com Umberto Eco e Noam Chomsky) pela revista inglesa Prospect.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Autor de vários clássicos nas áreas de ciência e filosofia, ele sempre atestou a irracionalidade de acreditar em Deus e os terríveis danos que a crença já causou à sociedade. Agora, neste Deus, um delírio, ele concentra exclusivamente no assunto seu intelecto afiado e mostra como a religião alimenta a guerra, fomenta o fanatismo e doutrina as crianças.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O objetivo principal deste texto mordaz é provocar: provocar os religiosos convictos, mas principalmente provocar os que são religiosos &quot;por inércia&quot;, levando-os a pensar racionalmente e trocar sua &quot;crença&quot; pelo &quot;orgulho ateu&quot; e pela ciência.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Dawkins despreza a ideia de que a religião mereça respeito especial, mesmo se moderada, e compara a educação religiosa de crianças ao abuso infantil. Para ele, falar de &quot;criança católica&quot; ou &quot;criança muçulmana&quot; é como falar de &quot;criança neoliberal&quot; - não faz sentido.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O biólogo usa seu conceito de memes (ideias que agem como os genes) e o darwinismo para propor explicações à tendência da humanidade de acreditar num ser superior. E desmonta um a um, com base na teoria das probabilidades, os argumentos que defendem a existência de Deus (ou Alá, ou qualquer tipo de ente sobrenatural), dedicando especial atenção ao &quot;design inteligente&quot;, tentativa criacionista de harmonizar ciência e religião.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, se é agressivo para expressar sua indignação com o que considera um dos males mais preocupantes da atualidade, Dawkins refuta o negativismo. Ser ateu não é incompatível com bons princípios morais e com a apreciação da beleza do mundo. A própria palavra &quot;Deus&quot; ganha o seu aval na ressalva do &quot;Deus einsteiniano&quot;, e o maravilhamento com o universo e com a vida, já manifestado em seus outros livros, encerra a argumentação numa nota de otimismo e esperança.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://arazaoinadequada.files.wordpress.com/2013/01/deus_um_delirio.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://arazaoinadequada.files.wordpress.com/2013/01/deus_um_delirio.jpg&quot; width=&quot;213&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Se este livro funcionar do modo como espero, os leitores religiosos que o abrirem serão ateus quando o terminarem.&quot; - Richard Dawkins&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Em Deus, um delírio, a debilidade intelectual da crença religiosa é desnudada sem piedade, assim como os crimes cometidos em nome dela.&quot; - The Times&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Este livro é um apelo declarado para que não nos acovardemos mais.&quot; - The Guardian&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Richard Dawkins é nosso ateu mais brilhante.&quot; - The Spetactor&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/w120gbhBjec&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/7051815736445833779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/05/deus-um-delirio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/7051815736445833779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/7051815736445833779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/05/deus-um-delirio.html' title='Deus, Um Delírio'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/w120gbhBjec/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-5710538843925524198</id><published>2016-04-30T19:21:00.000-03:00</published><updated>2016-04-30T19:21:09.076-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Gravidade"/><title type='text'>Gravidade</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/hEMnT5P2agI/hqdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/hEMnT5P2agI/hqdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A gravidade é uma das quatro forças fundamentais da natureza, juntamente com as forças eletromagnética, forte e fraca.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
As forças eletromagnéticas descrevem os fenômenos elétricos e magnéticos, as forças fracas são aquelas que explicam os processos de decaimento radiativo, tais como o decaimento nuclear e de várias partículas “estranhas”, e as forças fortes são aquelas responsáveis pelos fenômenos que ocorrem a curta distância no interior do núcleo atômico.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A gravidade é a força que atrai dois corpos um para o outro. Por causa dela, maçãs caem em direção ao solo, e os planetas do nosso sistema orbitam o sol. Quanto maior a massa de um objeto, mais forte sua atração gravitacional.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A gravidade é o que nos faz ter peso. Quando nos pesamos, a balança indica o quanto a gravidade está agindo em nosso corpo. A fórmula para determinar o peso de qualquer objeto ou pessoa é: peso é igual a massa vezes a gravidade. Na Terra, a gravidade é uma constante de 9,8 metros por segundo ao quadrado, ou 9,8 m/s².&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Historicamente, filósofos como Aristóteles pensavam que objetos mais pesados aceleravam em direção ao chão mais rápido. Experimentos posteriores, no entanto, mostraram que este não era o caso. A razão pela qual uma pluma cai mais lentamente do que uma bola de boliche é por causa da resistência do ar, que atua na direção oposta à da aceleração devido à gravidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Sir Isaac Newton foi o físico que desenvolveu a Teoria da Gravitação Universal, na década de 1680. Ele descobriu que a gravidade atua sobre toda a matéria e é uma função de massa e distância.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Todo objeto atrai todos os outros objetos com uma força que é proporcional ao produto das suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância entre elas. A equação é geralmente expressa como:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
“Fg = G (m1 ∙ m2) / r2” sendo que&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Fg é a força gravitacional;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
m1 e m2 são as massas dos dois objetos;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
r é a distância entre os dois objetos;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
G é a constante gravitacional universal.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A equação de Newton funciona muito bem para prever de que maneira objetos como os planetas do sistema solar se comportam.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Newton publicou seu trabalho sobre a gravitação em 1687. Suas ideias reinaram como a melhor explicação até que Albert Einstein veio com a sua Teoria Geral da Relatividade, em 1915.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Na teoria de Einstein, a gravidade não é uma força, mas sim a consequência do fato de que deforma o espaço-tempo da matéria. Uma previsão da relatividade geral é que a luz se desvia em torno de objetos maciços.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Com sua brilhante ideia de que tempo e espaço são relativos e estão profundamente entrelaçados, Einstein acabou redefinindo a teoria de Newton, ligando massa e gravidade ao espaço-tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo a Teoria Geral da Relatividade, em alguns tipos de brinquedo comuns em parques de diversões, a rotação da máquina mantém as pessoas grudadas na cadeira pela força centrífuga, como se houvesse uma “gravidade artificial”. A gravidade real também funciona assim – o sol curva tanto o espaço ao seu redor que mantém a Terra em sua órbita, como se ela estivesse “grudada na cadeira” (a mesma ideia explica porque estamos “presamos” ao chão do planeta e não “caímos” para o espaço profundo – por causa da curvatura criada pela Terra no espaço ao seu redor).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Einstein também descobriu que, quanto maior a gravidade, mais lento é o ritmo da passagem do tempo. Por isso, ele chamou essa força de “curvatura no tecido espaço-tempo”.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Curiosidades&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A gravidade na lua é cerca de 16% do que na Terra, Marte tem cerca de 38% da atração da Terra, enquanto o maior planeta do sistema solar, Júpiter, tem 2,5 vezes a gravidade da Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Embora ninguém tenha “descoberto” a gravidade, reza a lenda que o famoso astrônomo Galileu Galilei fez alguns dos primeiros experimentos com gravidade, derrubando bolas da Torre de Pisa para ver quão rápido elas caíam.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Isaac Newton tinha apenas 23 anos e estava voltando da universidade quando percebeu uma maçã caindo em seu jardim e começou a desvendar os mistérios da gravidade (no entanto, é provavelmente um mito que a maçã tenha caído na sua cabeça – é mais possível que o acontecimento tenha apenas despertado a ideia no físico).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Uma das primeiras medidas da Teoria da Relatividade de Einstein foi o desvio da luz das estrelas perto do sol durante um eclipse solar em 29 de maio de 1919.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Buracos negros são estrelas maciças colapsadas com uma gravidade tão forte que nem a luz consegue escapar deles.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A Teoria Geral da Relatividade de Einstein é incompatível com a mecânica quântica, o conjunto de leis bizarras que governa o comportamento das partículas minúsculas, como fótons e elétrons, que compõem o universo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/hEMnT5P2agI&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/5710538843925524198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/04/gravidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/5710538843925524198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/5710538843925524198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/04/gravidade.html' title='Gravidade'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/hEMnT5P2agI/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-7324579511232340854</id><published>2016-04-23T11:46:00.002-03:00</published><updated>2016-04-23T11:46:54.141-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="2 Buracos Negros vão Colidir e Chacoalhar o Universo"/><title type='text'>2 Buracos Negros vão Colidir e Chacoalhar o Universo</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/oKtUTMMwoXc/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/oKtUTMMwoXc/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/oKtUTMMwoXc&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/7324579511232340854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/04/2-buracos-negros-vao-colidir-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/7324579511232340854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/7324579511232340854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/04/2-buracos-negros-vao-colidir-e.html' title='2 Buracos Negros vão Colidir e Chacoalhar o Universo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/oKtUTMMwoXc/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-9117955240106964240</id><published>2016-04-09T21:54:00.001-03:00</published><updated>2016-04-09T21:54:40.978-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="8 Coincidências Mais Inexplicáveis do Mundo"/><title type='text'>8 Coincidências Mais Inexplicáveis do Mundo</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/l19ShMUGNPA/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;180&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/l19ShMUGNPA/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/l19ShMUGNPA&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/9117955240106964240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/04/8-coincidencias-mais-inexplicaveis-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/9117955240106964240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/9117955240106964240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/04/8-coincidencias-mais-inexplicaveis-do.html' title='8 Coincidências Mais Inexplicáveis do Mundo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/l19ShMUGNPA/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-8861496350362843095</id><published>2016-04-02T10:34:00.001-03:00</published><updated>2016-04-02T10:34:55.648-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O Que Havia Antes do Big Bang?"/><title type='text'>O Que Havia Antes do Big Bang?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/myqmRjIUx2A/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/myqmRjIUx2A/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Você, se tem qualquer interesse pela Ciência e pelo mundo e universo que vive, já deve, em algum momento da sua vida ter feito a pergunta: “Se o inicio do Universo é o Big Bang, o que existia antes do Universo existir?”. A explosão que deu origem ao Universo aconteceu bem aí, no lugar onde você está agora. Não é brincadeira, mas um fato científico: no momento do Big Bang todos os lugares estavam no mesmo lugar, ocupando um espaço bem menor que o pingo deste i. Fora desse minipingo não havia nada. E ainda não há. O Universo continua sendo só a parte interna do Big Bang. Não há nada lá fora. Nem tempo: passado, presente e futuro só existem aqui dentro. Ou pelo menos é o que presumimos!&lt;/div&gt;
&lt;div 480=&quot;&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; class=&quot;separ&amp;lt;iframe width=&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/-oXKsCtN6Es&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/myqmRjIUx2A&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Difícil de compreender, mas é a verdade: o dia do seu nascimento, do seu casamento e do seu funeral já estavam de alguma forma impressos naquele pingo de i. E continuam, em algum lugar do tecido cósmico. Fora dele é o “antes do Big Bang” – um limbo fora do alcance da ciência, ou da imaginação. Até por isso a maior parte dos cientistas acha perda de tempo pensar nesse limbo. Mas não faltam pesquisadores com ótimas teorias sobre o que existe lá fora, sobre o que teria acontecido antes de o próprio tempo existir. E essas ideias vêm com um bônus: uma revolução filosófica, capaz de mudar tudo o que você pensava sobre a existência. Seja lá o que for que você pensava. Confira esse post que demonstra as 4 hipóteses para o que havia antes do Big Bang:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/-oXKsCtN6Es&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;1. Um outro Universo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
No início, tudo estava tão espremido, mas tão espremido, que não tinha tamanho nenhum. O embrião do Universo tinha dimensão zero. É o que chamam de “singularidade”. E além da singularidade a ciência não consegue enxergar. O momento em que esse ponto começou a se expandir ficou conhecido como Big Bang. Na verdade, não teve “Bang”, porque a expansão não fez barulho – não existe som no vácuo e, pior, essa explosão que foi sem nunca ter sido não aconteceu nem no vácuo, mas em lugar nenhum. Nós estamos dentro dela agora. Desde lá o Universo se propaga como se fosse uma bexiga enchendo num ambiente além da imaginação. Um “lugar” aonde não dá para você ir, porque não existe espaço para o acolher. Você não “cabe” ali. O tempo também não existe lá. Seu relógio ficaria congelado. É o nada total. Absoluto. Rua do Bobos, número zero.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Seja o fim do tempo, seja a singularidade, que comprime toda a existência num espaço de dimensão zero, tudo parece uma abstração sem sentido. Mas não. Para começar, as singularidades existem hoje mesmo. E são mais comuns do que parecem. Há um monte delas acima de nós agora mesmo. Dez milhões só na nossa galáxia. É que você as conhece por outro nome: buracos negros. Esses ralos cósmicos que sugam tudo o que aparece em seu caminho são basicamente pontos onde a força gravitacional é infinita.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Para entender melhor um buraco negro, o melhor jeito é aprender a receita para construir um. Primeira parte: pegue 1 milhão de planetas Terra e funda todos eles até formar uma bolona, com massa equivalente à de 3 Sóis. Quanto maior a massa de alguma coisa, maior a gravidade. No caso da nossa bola, ela teria uma força gravitacional tão poderosa que nada teria como ficar em sua superfície sem começar a ser tragado para dentro do solo. Até a própria superfície começaria a ser engolida. Isso realmente acontece com as estrelas gigantes, bem maiores que o Sol, quando elas morrem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Nesse processo digestivo, a bola vai diminuindo de tamanho e fica cada vez mais densa. A força gravitacional também se concentra, puxando mais matéria ainda para o centro da bola. Uma hora a gravidade vai ter sugado tudo. Mas não vai deixar de existir. Será um ponto de dimensão zero. Uma singularidade. Além daí, a ciência não consegue enxergar. Não dá para saber o que acontece “do outro lado” de um buraco negro.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Aliás, perguntar isso é tão absurdo quanto questionar o que havia antes do Big Bang. Por causa do seguinte: grosso modo, quanto maior é a gravidade, menor é a velocidade com que o tempo passa para você. Se pudesse ficar ao lado de um buraco negro sem ser estraçalhado, um segundo ali equivaleria a zilhões de anos para quem ficou na Terra. Caso você entrasse em um e pudesse sair, veria que, lá fora, o Universo já teria acabado, mesmo que tivesse durado para sempre. Um buraco negro é o fim do tempo. Olhe para o céu e fite o centro da galáxia, onde vive mesmo um buraco negro gigante. Você estará vendo um ponto onde o tempo não existe mais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
A semelhança entre o interior de um buraco negro e o Big Bang é tão violenta que qualquer criança se sentiria tentada a dizer que, no fundo, eles são a mesma coisa. Alguns físicos também. É o caso de Lee Smolin, do Perimeter Institute, no Canadá. Diante de tantas coincidências, ele propôs o seguinte no final dos anos 90: que a singularidade de onde viemos era nada menos que a singularidade de um buraco negro de outro Universo. O Big Bang foi o começo do tempo e do espaço, certo? No interior de um buraco negro o tempo e o espaço acabam. A ideia de Smolin, então, é que estamos do outro lado de um buraco que existe em outro Universo. Sendo assim, nosso Cosmos tem um pai, um avô… E filhos, nascidos de seus próprios buracos negros. Segundo Smolin, os universos-filho herdam as características cosmológicas dos universos-pai, mas com pequenas variações.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Ele não tirou isso da imaginação, mas da Teoria da Evolução. Darwin mostrou que seres vivos nascem com mutações que podem melhorar ou piorar suas chances de deixar descendentes. Essas variações podem fazer surgir mais buracos negros ou menos dentro do universo-filho. Nisso, os Universos mais aptos – ou seja, os que criam mais buracos negros – se reproduzem mais. E compõem a maior parte da população de Universos. Se Smolin estiver certo, quem olhasse esse conjunto de Universos do lado de fora veria uma grande árvore da vida, como as que decoram esta página. Uma boa teoria para o que havia antes do Big Bang. Mas ela não responde o que teria dado origem ao suposto “primeiro universo”. Para isso, temos que ir mais longe. Ao item 2.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/lJVJAeevrKs&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;2. Choque de titãs&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Com vocês, a Teoria das Supercordas. Resumindo bem, ela diz o seguinte: todas as partículas fundamentais (as indivisíveis, que compõe o átomo) são cordinhas vibrantes. Se vibram em um certo “tom”, dão origem a um tipo de partícula – um elétron, por exemplo. Em outro tom, geram um quark… E por aí vai. Até compor o punhado de partículas que forma todo tipo de matéria e energia que há por aí. Para que isso aconteça, segundo a teoria, as cordas precisam vibrar em mais dimensões do que as 3 de espaço que conhecemos, caso contrário não atingem os tons que eles imaginam. E esse é o ponto: a teoria das cordas abre as portas para dimensões extras.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
No finalzinho do século 20, cientistas partidários da teoria propuseram um novo modelo para o Big Bang com base nessa ideia de outras dimensões. Funciona assim: antes da grande explosão, o que havia eram espaços tridimensionais vagando sem nada dentro numa 4ª dimensão. Imagine os dados aí em cima como se eles fossem esses espaços – ou “membranas 3D”, como chamam os físicos. Eles vivem uns ao lado dos outros, no condomínio tranquilo da 4ª dimensão. Ninguém interfere na vida de ninguém, já que todos têm seu espaço tridimensional próprio. (cada um no seu cubo, hehe). Mas, de tempos em tempos, acontece um evento de dimensões cósmicas: esses espaços se trombam. A batida enche de energia o ponto da colisão. E ele explode em todas as direções dentro de uma das membranas 3D. Seria basicamente o que conhecemos como Big Bang.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas nesse caso ele não teria vindo do nada. Seria o filhote de um choque de titãs cósmicos. Isso torna a origem de tudo um evento tão banal quanto um tropeção, possível de acontecer a qualquer momento. O problema: comprovar a existência das dimensões extras é hoje tão impossível quanto saber o que acontece dentro de um buraco negro. Como diz o físico Paul Davies: “Talvez os teóricos das cordas tenham tropeçado no santo graal da ciência. Mas talvez eles estejam todos perdidos para sempre na Terra do Nunca”. Hora de ir para uma terra ainda mais misteriosa.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/0mip3mS8U3o&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;3. País das maravilhas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Há chances de um evento bizarro acontecer neste momento: o computador atravessar o seu crânio. Isso é uma afirmação séria, do ramo científico mais comprovada – e mais difícil de entender – de todos os tempos: a física quântica. Apesar de ostentar o título de vertente mais esquisita e anti-intuitiva já concebida pela ciência, a física quântica ganha em exatidão de qualquer outra. Se o objetivo é descrever o comportamento de zilhares de partículas subatômicas fervilhando freneticamente a uma temperatura 10 trilhões de trilhões de vezes superior à do Sol, é quase impossível não usá-la. Ela funciona como uma espécie de superzoom em espaços menores que o núcleo de um átomo. Mas, às vezes, tem um efeito tão devastador quanto uma câmera de alta definição em um rosto cheio de rugas: revela todos os detalhes “deselegantes” que se escondem no interior da matéria.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
No mundo quântico, partículas surgem do nada e desaparecem. Esse micromundo é oscilante, assimétrico, caótico, descontínuo, imprevisível. Uma terra sem lei. Ou melhor, uma terra com uma única lei: a da probabilidade. Por isso, existe uma probabilidade não apenas de o computador atravessar sua cabeça mas de qualquer coisa acontecer. Um elefante aparecer na sua cozinha, por exemplo. Elefantes só não se materializam em cozinhas porque os efeitos quânticos acabam diluídos no mundo macroscópico. Muitas partículas teriam que surgir do nada, e em sincronia, para formar um elefante! É algo tão improvável que não merece consideração.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas imagine o seguinte: o Universo inteiro é um megacassino onde cada partícula subatômica é uma roleta girando. Para ganhar algo no cassino, é preciso que, em um pedacinho do Cosmos, todas as roletas – e haja roleta: há 1 seguido de 100 zeros partículas no Universo! – tirem o mesmo número. Completamente impossível, não? A resposta seria sim, não fosse um detalhe importante: estamos tratando de escalas de tempo bem maiores que os 13,7 bilhões de anos do nosso Universo. Segundo os teóricos da física quântica, dependendo do tempo que se passa jogando, é possível que o resultado das roletas da flutuação quântica gere algo surreal: uma bolha de matéria e espaço que se expande rapidamente até se desprender do tecido original. Ou seja, acontece um Big Bang. Se as roletas quânticas derem sorte no novo Universo, nasce outro dentro dele. E assim, basicamente ao acaso, vão pipocando Universos, cada um confinado às próprias dimensões de tempo e espaço. Tudo isso soa esquizofrênico, é fato. Como assim partículas que somem, reaparecem e oscilam sem parar? O que causa isso nelas?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Com a palavra, o físico David Deutsche: “Infinitos universos paralelos”. Segundo ele, a interação com partículas de outros Universos na escala subatômica é a única explicação plausível para a espécie de chilique eterno que assola o mundo quântico. O que havia antes do chilique? Deutsche não arrisca uma resposta. O que ele e outros físicos fazem é buscar sentido para a ideia dos Universos paralelos. E chegaram a uma hipótese insana: a de que vivemos neles. Assim: neste Universo você continuará lendo este texto daqui a um minuto. Num Universo paralelo, você achará melhor ir tomar um café. Aí, no momento que você decide se vai se levantar ou continuar lendo, sua consciência vai para o Universo que contém a realidade escolhida. Uau. Bom, só esperamos que, em algum lugar, exista um Universo com a resposta definitiva para o que havia antes do Big Bang. Mas cuidado: ela pode ser aterradora também. Como a do item 4.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/DRnY6AnUPQk&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;4. Uma máquina&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
O Universo tem prazo de validade. Em alguns trilhões de anos, todas as estrelas vão ter se apagado. E tudo será um breu. Isso coloca uma questão: o que nossos descendentes vão fazer para escapar desse fim? A única resposta: construir um novo Universo, artificial. Uma simulação estilo Matrix, em outro tempo e outro espaço. Mas espera aí: e se já estivermos num Universo artificial agora? É que de duas uma: ou somos a primeira civilização inteligente e vamos construir nosso simulador de Universo um dia ou já estamos em um, feito em algum Cosmos que precedeu o nosso. “A probabilidade de estarmos vivendo dentro de uma simulação é próxima de 100%”, diz o filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford. Mas fica o conselho dele: “Qualquer um que mude a vida por causa disso se tornará um maluco solitário”. Tão maluco e solitário quanto este sujeito, o nosso Universo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Bônus: Teoria da Escala Infinita&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Quarks e Léptons, você está familiarizado com esses nomes? Eles são as partículas fundamentais , responsáveis por formar tudo que conhecemos, de acordo com o modelo padrão apresentado pela Física de partículas atualmente. Uma partícula elementar é uma partícula da qual outras partículas maiores são compostas. Por exemplo, átomos são feitos de partícula menores conhecidas como elétrons, prótons e nêutrons. Os prótons e nêutrons, por sua vez, são compostos de partículas mais elementares conhecidas como quarks. Os quarks permaneciam como partículas fundamentais e isso era inquestionável até alguém descobrir um detalhe que ninguém esperava. Segundo pesquisadores do Laboratório Nacional do Acelerador Fermi (Fermilab), nas proximidades de Chicago, Estados Unidos, o quark pode não ser a menor partícula de matéria. Parece que ele é formado por algo ainda menor. Até hoje se acreditava que o quark, dentro dos prótons, era o bloco fundamental de tudo o que existe. Mas a equipe liderada por Melvin Schochet e Giorgio Bellettini, provocou violentíssimas trombadas destruindo partículas subatômicas. E, em vez de topar com os quarks, inteiros e indivisíveis, encontrou “caroços” diferentes. Das duas, uma: ou o quark se misturou a outra partícula e se tornou irreconhecível, ou se quebrou em partes ainda menores. Aí é que está o problema: se o quark não for a menor parte da matéria, toda a estrutura de teorias e observações sobre a qual está montada a Física há 40 anos está ameaçada de ruir por terra. “Não há nada que comprove essa idéia”, comentou Arthur Maciel, físico brasileiro que faz parte de outra equipe do Fermilab. Os próprios descobridores são cautelosos. Segundo eles, ainda é cedo para tirar qualque conclusão definitiva.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Porém isso nos leva novamente ao problema da escala infinita. Poderia haver sempre algo menor que forma algo maior? Dessa maneira podemos supor que o próprio universo é apenas uma pequena parte de uma coisa infinitamente maior. Podemos levantar também outra suposição que , se existe sempre algo menor, cada atomo poderia abrigar o seu próprio universo em uma escala infinitamente reduzida o qual não somos capazes de detectar. A escala se torna um grande problema para Ciência, pois como dito anteriormente, se for comprovado a existência de “blocos” que constituem os quarks , muitas teorias cairiam por terra, o que faria muitos cientistas ficarem malucos instantaneamente.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/8861496350362843095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/04/o-que-havia-antes-do-big-bang.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/8861496350362843095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/8861496350362843095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/04/o-que-havia-antes-do-big-bang.html' title='O Que Havia Antes do Big Bang?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/myqmRjIUx2A/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6918086527331140218.post-833301326739100916</id><published>2016-03-12T11:38:00.000-03:00</published><updated>2016-03-12T11:38:20.989-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Espetacular Dominó Rally"/><title type='text'>Espetacular Dominó Rally</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://i.ytimg.com/vi/7BVr6LaC_HQ/maxresdefault.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;180&quot; src=&quot;https://i.ytimg.com/vi/7BVr6LaC_HQ/maxresdefault.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/7BVr6LaC_HQ&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&quot;&quot; frameborder=&quot;0&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/embed/GI-DUxlBK4Q&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://superficcao.blogspot.com/feeds/833301326739100916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/03/espetacular-domino-rally.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/833301326739100916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6918086527331140218/posts/default/833301326739100916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://superficcao.blogspot.com/2016/03/espetacular-domino-rally.html' title='Espetacular Dominó Rally'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02131060206878194280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/7BVr6LaC_HQ/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>