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	<title>Supply Chain Mix</title>
	
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	<description>Supply Chain Mix, blog abordando assuntos como Private Labels, CT-e, Marca Propria, SEFAZ, NF-e, varejo</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Jul 2010 17:18:40 +0000</lastBuildDate>
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		<title>S&amp;OP: Você vai querer saber mais sobre isto</title>
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		<comments>http://www.supplychainmix.com.br/2010/07/sop-voce-vai-querer-saber-mais-sobre-isto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 12:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado*</dc:creator>
				<category><![CDATA[Máximo desempenho]]></category>
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		<description><![CDATA[O Planejamento de Vendas e Operações (Sales and Operations Planning) é, sobretudo, um processo estruturado, em forma de reuniões mensais, onde as informações coletadas pelos diferentes departamentos (finanças, vendas, produção e suprimentos), são discutidas, analisadas, e ao final, com o compromisso de todos os representantes destas áreas, os planos funcionais de cada departamento são aprovados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Planejamento de Vendas e Operações <strong>(<a href="http://www.supplychainmix.com.br/sales-and-operations-planning-sop/" target="_blank">Sales and Operations Planning</a>)</strong> é, sobretudo, um processo estruturado, em forma de reuniões mensais, onde as informações coletadas pelos diferentes departamentos (finanças, vendas, produção e suprimentos), são discutidas, analisadas, e ao final, com o compromisso de todos os representantes destas áreas, os planos funcionais de cada departamento são aprovados.</p>
<p>A correta definição dos recursos e dos processos, passando pela capacidade, está diretamente relacionada com as decisões estratégicas da empresa. O Planejamento de Vendas e Operações, então, é um instrumento para a implantação e o desdobramento do planejamento estratégico, agregando valor ao negocio ao promover o debate, antecipando as necessidades e restrições da empresa, criando a partir daí soluções sincronizadas com os requisitos da demanda e da oferta.</p>
<p>Através de práticas bem simples, o S&amp;OP busca atingir simultaneamente melhorias em termos de custo (níveis de estoque e custo de produção) e de serviço (disponibilidade de produto). O processo de S&amp;OP tem alguns objetivos específicos que podem servir para caracterizá-lo. São eles:</p>
<p>1. Apoiar o planejamento estratégico do negócio através de análises e revisões periódicas, garantindo sua viabilidade e efetividade;</p>
<p>2. Garantir que os planos operacionais sejam realistas, considerando as inter-relações existentes entre as diversas áreas da empresa;</p>
<p>3. Gerenciar os estoques de produtos finais e/ou carteira de pedidos de forma a garantir bom desempenho de entrega (disponibilidade de produto);</p>
<p>4. Avaliar o desempenho do processo de planejamento de vendas e estoque, identificando e segregando as atividades que estão fora de controle daquelas que se encontram sob controle;</p>
<p>5. Desenvolver o trabalho em equipe através da criação de condições para que cada departamento participe do planejamento global da empresa.</p>
<p>O estado da arte em solução de Planejamento está fundamentada em 3 principais componentes que se inter-relacionam: Previsão Estatística, Gestão de Eventos e Colaboração.</p>
<p>A Previsão Estatística é utilizada como entrada no processo S&amp;OP, em posse dos históricos de vendas ela identifica outliers, tendências, sazonalidades e através de modelos matemáticos projeta um cenário futuro de demanda. Em seguida, a Gestão de Eventos possibilita ao planejamento a adição do que chamamos de “inteligência de mercado”, ou seja, todo o evento que pode impactar na demanda, ou teve impacto na demanda como, por exemplo: promoções, ações de preço, lançamento de produtos, ações da concorrência e etc.</p>
<p>Por fim, a Colaboração é o fator chave para melhorar o plano de demanda e o processo de planejamento da empresa, portanto é essencial buscar uma solução que viabilize esta colaboração por meio de workflows de forma a facilitar e acompanhar a participação de todos os envolvidos no processo de S&amp;OP.</p>
<p>Quando sua empresa decidir implantar uma solução de S&amp;OP, alguns outros valores precisam ser observados:</p>
<ol>
<li>Trabalhar com diversas dimensões de planejamento, possibilitando que cada usuário tenha visões customizadas as suas necessidades.</li>
<li>Calcular atributos dos produtos como a curva ABC e fase de vida permitindo ao usuário direcionar seus esforços àquilo que tiver maior relevância.</li>
<li>Disponibilizar diversos indicadores para o processo de planejamento, através de uma interface muito amigável e flexível, possuindo fluxos “drill down” e telas que permitem o planejamento em diversos níveis.</li>
</ol>
<p> Algumas das maiores empresas do mundo já se beneficiaram enormemente de uma solução desta natureza a exemplo da <a href="http://www.neogrid.com/content/cases/detail.aspx?id=213" target="_blank">PEPSICO</a> que reduziu o MAPE pela metade, saindo de 58% para 29%, aumentando o seu nível de serviço em 66% e reduzindo os dias de inventário em 25%.</p>
<p>Por <a href="http://www.linkedin.com/profile?viewProfile=&amp;key=16004888&amp;authToken=ESZ6&amp;authType=NAME_SEARCH&amp;locale=en_US&amp;srchindex=1&amp;srchid=1050031e-8a74-4da6-a632-280d8c2d9f7d&amp;srchtotal=1&amp;pvs=ps&amp;goback=%2Efps_fabricio+moro_*1_*1_*1_*1_*1_*1_*1_Y_*1_*1_*1_false_1_R_true_CC%2CN%2CI%2CG%2CPC%2CED%2CL%2CFG%2CTE%2CFA%2CSE%2CP%2CCS%2CF%2CDR_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2_*2" target="_blank">Fabricio Moro</a>, Consultor Líder SCS Planning e Replenishment</p>
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		<item>
		<title>Os desafios da Sincronização da Cadeia de Suprimentos</title>
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		<comments>http://www.supplychainmix.com.br/2010/07/os-desafios-da-sincronizacao-da-cadeia-de-suprimentos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 15:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado*</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que planejar, desenvolver, monitorar e otimizar os processos internos de uma empresa era o suficiente para possuir um diferencial competitivo no mercado. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi-se o tempo em que planejar, desenvolver, monitorar e otimizar os processos internos de uma empresa era o suficiente para possuir um diferencial competitivo no mercado. Durante anos as empresas buscaram a eficiência local para obter os resultados desejados. Melhorias nos processos produtivos, de compras, financeiros e fiscais tinham sempre os mesmos objetivos: redução de custos, aumento de vendas e rentabilidade, além da melhoria no nível de atendimento aos clientes.</p>
<p>Todas as ações necessárias para obter esses resultados foram executadas pelas empresas. Na área de tecnologia da informação, por exemplo, as empresas buscaram soluções integradas capazes de catalisar o processo de beneficiamento da informação dentro das companhias.. Sistemas de ERP (<em>Enterprise Resource Planning</em>), CRM (<em>Customer Relationship Management</em>), MRP (<em>Material Requirement Planning</em>), MPS (<em>Master Production Scheduling</em>) e DRP (<em>Distribution Requirement Planning</em>), além de processos como Six-Sigma, Lean e KanBan, começaram a fazer parte do cotidiano das empresas. As empresas passavam a entregar mais excelência operacional e a evolução dos resultados corporativos se tornava muito positiva.</p>
<p>Entretanto o mercado mudou e a uma velocidade assustadoramente alta. Com a competitividade crescente, consumidores mais exigentes, menos fiéis à marca e com menos tolerância a erros, ficou evidenciado  que somente a excelência operacional já não era mais suficiente para atender a todas as expectativas do mercado. Era necessário, então, otimizar não somente os processos internos, mas toda a cadeia de suprimentos, buscando o “ótimo global” para atender as exigências desses consumidores. A sincronização dos processos internos tornava-se primordial e a sincronização externa, entre os elos da cadeia de suprimentos, passava  a ser o diferencial competitivo.</p>
<p>Não precisamos voltar muito no tempo para perceber que a tecnologia foi uma barreira para essa evolução. Empresas especializadas trabalharam para desenvolver e prover sistemas de inteligência e sincronização na cadeia de suprimentos. Surgiam no mercado soluções e serviços para auxiliar as companhias na busca por esse diferencial. Atualmente podemos considerar que essa barreira foi vencida e existe tecnologia suficiente para suportar os avanços na sincronização da cadeia de suprimentos.</p>
<p>Analisando os objetivos perseguidos pelas empresas há décadas atrás e comparando-os com os atuais constatamos que a diferença é sutil, entretanto expressivamente impactante. O foco nos resultados passa a ser a ponta do iceberg. A cadeia de suprimentos só obtém um resultado adequado quando o consumidor final é atendido de acordo com suas expectativas.</p>
<p>Para atender esses novos objetivos, projetos de colaboração entre empresas começaram a ser viabilizados e tratados como estratégicos dentro das grandes corporações. Indústrias ficaram cada vez mais interessadas na gestão do <em>sell-out</em> – gestão das informações de vendas ao consumidor, na gestão colaborativa dos estoques e em processos integrados de venda aos seus clientes. Varejistas percebem também, que a informação não pode mais ficar restrita a um único elo da cadeia. Compartilhar informação torna as operações mais eficientes e conseqüentemente os resultados mais expressivos.</p>
<p>Os desafios da área de tecnologia da informação foram multiplicados. Antes, focava-senas mudanças internas, quer sejam, culturais, processuais ou técnicas. Empresas com culturas, visões, tecnologias, processos e operações distintas passam a trabalhar em conjunto. Além da unificação dos processos, a meta é tornar a informação disponível para todos os elos da cadeia e prover sistemas de inteligência para auxiliar o planejamento estratégico, tático e operacional dessas empresas.</p>
<p>Projetos de <a href="http://www.supplychainmix.com.br/vendor-managed-inventory-vmi/" target="_blank">VMI</a> (<em>Vendor Managed Inventory</em>), o CPFR (<em>Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment</em>), RI (<em>Retail Inteligence</em>) ou de DI (<em>Distributor Intelligence</em>) começaram a ser testados e aprovados pelas empresas. Esses projetos consistem na gestão integrada de estoques e planejamento da demanda de <em>sell-out</em> entre dois elos da cadeia de suprimentos, e no compartilhamento de informações entre os elos da cadeia para uma gestão mais próxima entre clientes e fornecedores, sejam eles varejos ou distribuidores.</p>
<p>Em todo o mundo, inclusive no Brasil, já existem resultados altamente expressivos em projetos de colaboração. Resultados quantitativos que chegam a mais de 30% de redução de estoque na cadeia ou aumentos de venda da ordem de 20 a 30%. Outros resultados, como redução de rupturas (falta de produtos nas gôndolas), são obtidos gerando grande aumento na lucratividade de clientes e fornecedores. Além disso, resultados qualitativos também podem ser observados, como aumento na qualidade das análises, agilidade na busca de informações, melhoria e transparência no relacionamento cliente e fornecedor, entre outras.</p>
<p>Tudo isso só foi possível com a evolução da tecnologia existente e com a capacitação de todos os envolvidos nessa colaboração. Esses resultados só nos levam a crer que, cada vez mais, a colaboração na cadeia de suprimentos se faz necessária. Os desafios tecnológicos ainda são grandes para acompanhar a evolução desses processos e permitir que a tecnologia seja completamente transparente para seus usuários. Quanto mais despercebida a tecnologia passa em um processo colaborativo entre cliente e fornecedor, melhor é o resultado obtido.</p>
<p>Mesmo com a tecnologia sustentando todos esses processos e vencendo os desafios existentes, as políticas internas e de relacionamento entre cliente e fornecedor são pontos extremamente críticos para a evolução da sincronização completa da cadeia.</p>
<p>Interesses ainda distintos atrapalham essa evolução. Somente os resultados expressivos obtidos por empresas pioneiras na colaboração mostram que, em breve, a colaboração na cadeia de suprimentos será condição essencial para a sobrevivência no mercado voraz que vivemos. Novas tecnologias, novos processos, novos conceitos virão na seqüência e o que hoje era diferencial competitivo será obrigatório para todas as empresas. Que venha o futuro!</p>
<p><strong><em><a href="http://www.linkedin.com/profile?viewProfile=&amp;key=57850998&amp;authToken=H57N&amp;authType=name" target="_blank">Tales Godoy</a> é gerente de ofertas da <a href="http://www.neogrid.com" target="_blank">NeoGrid</a></em></strong></p>
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		<title>ELO 2010 – Resultados em Cadeia – Abertura do Evento</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 16:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supply Chain Mix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão NeoGrid]]></category>
		<category><![CDATA[agentrics]]></category>
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		<description><![CDATA[A terceira edição do evento ELO 2010 &#8211; Resultados em Cadeia, um evento exclusivo para clientes e prospects NeoGrid trocarem experiências e discutirem tendências para o Supply Chain Management, teve início com Wellington Machado, CEO das empresas Agentrics e NeoGrid.
Wellington comentou sobre a atuação conjunta das duas empresas iniciada no ano passado, e como essa união [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A terceira edição do evento ELO 2010 &#8211; Resultados em Cadeia, um evento exclusivo para clientes e prospects NeoGrid trocarem experiências e discutirem tendências para o <a href="http://www.supplychainmix.com.br/supply-chain-management/">Supply Chain Management</a>, teve início com Wellington Machado, CEO das empresas <a href="http://www.agentrics.com">Agentrics</a> e <a href="http://www.neogrid.com">NeoGrid</a>.</p>
<p>Wellington comentou sobre a atuação conjunta das duas empresas iniciada no ano passado, e como essa união traz ainda melhores resultados a nossos clientes, em função do compartilhamento de melhores práticas, casos de sucesso, além da cobertura global para atendê-los.</p>
<p>Wellington também explica que as empresas continuam atuando com as duas marcas, onde NeoGrid atenderá América do Sul, e Agentrics atenderá Europa, Ásia &#8211; Pacífico e América do Norte, e apresenta o potfólio de ofertas unificado para as duas empresas.</p>
<p>Logo em seguida, André Ghignatti, COO NeoGrid South America, sobe ao palco para falar sobre as perspectivas da NeoGrid e detalhar as ofertas que compõem esse novo portfólio de ofertas Agentrics e NeoGrid.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div id="attachment_290" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.supplychainmix.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Diagram-de-Ofertas.v41.jpg"><img class="size-medium wp-image-290" title="Diagram de Ofertas.v4" src="http://www.supplychainmix.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Diagram-de-Ofertas.v41-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Diagrama de Ofertas Agentrics e NeoGrid</p></div>
</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">Para finalizar a abertura do evento, Valêncio Garcia, VP de Vendas NeoGrid, apresenta a <a href="http://www.neogrid.com/elo2010/agenda.html" target="_blank">agenda do dia</a>.</div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/SupplyChainMix/~4/P-Gh4tCK5JI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>ELO2010 | Tendências e Trocas de Experiências</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/SupplyChainMix/~3/1KJiUYJf4Lk/</link>
		<comments>http://www.supplychainmix.com.br/2010/03/elo2010-tendencias-e-trocas-de-experiencia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 13:35:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supply Chain Mix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão NeoGrid]]></category>
		<category><![CDATA[elo]]></category>
		<category><![CDATA[elo 2010]]></category>
		<category><![CDATA[neogrid]]></category>
		<category><![CDATA[SCM]]></category>
		<category><![CDATA[Supply Chain Management]]></category>

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		<description><![CDATA[O ELO 2010 vai propiciar discussões de alto nível sobre estratégias para possibilitar tomada de decisões eficazes e resultados importantes, através da sincronização dos processos e parceiros da cadeia de suprimentos.
Fornecedora global de soluções de Supply Chain Management, a NeoGrid realizará seu terceiro encontro anual de clientes e prospects.
O evento conta com Ricardo Amorim, diretor executivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.supplychainmix.com.br/wp-content/uploads/2010/03/logo-elo20101.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-282" title="logo-elo2010" src="http://www.supplychainmix.com.br/wp-content/uploads/2010/03/logo-elo20101-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O <a href="http://www.neogrid.com/elo2010" target="_blank">ELO 2010</a> vai propiciar discussões de alto nível sobre estratégias para possibilitar tomada de decisões eficazes e resultados importantes, através da sincronização dos processos e parceiros da cadeia de suprimentos.</p>
<p>Fornecedora global de soluções de Supply Chain Management, a <a href="http://www.neogrid.com" target="_blank">NeoGrid</a> realizará seu terceiro encontro anual de clientes e prospects.</p>
<p>O evento conta com Ricardo Amorim, diretor executivo do Banco WestLB e apresentador do programa Manhattan Connection, além das apresentações de Cases de Sucessos de empresas conceituadas, entre elas, ASDA, um dos maiores varejistas do mundo, além de grandes cases já confirmados como Etna, Panarello, Schincariol e Whirlpool.</p>
<p>Data: 08 de abril de 2010</p>
<p>Local: Hotel Unique – São Paulo / SP<span id="_marker"> </span></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Faça sua inscrição </span></strong><a href="http://www.neogrid.com/elo2010/ficha.html"><strong><span style="color: #ff0000;">aqui</span></strong></a><strong><span style="color: #ff0000;">! Vagas limitadas!</span></strong></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/SupplyChainMix/~4/1KJiUYJf4Lk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Fronteiras do VMI – Vendor Managed Inventory</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/SupplyChainMix/~3/rzs1ufa0Ze8/</link>
		<comments>http://www.supplychainmix.com.br/2010/03/fronteiras-do-vmi-%e2%80%93-vendor-managed-inventory/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camilo Manfredi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Suprimento]]></category>
		<category><![CDATA[SCM]]></category>
		<category><![CDATA[Supply Chain Management]]></category>
		<category><![CDATA[Vendor Managed Inventory]]></category>
		<category><![CDATA[VMI]]></category>

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		<description><![CDATA[O VMI (Vendor Managed Inventory) consiste na gestão do elo seguinte, baseado nas informações de estoque e demanda. É um tema que está em alta no Brasil e deve ser conduzido como um diferencial competitivo. 
Utilizando informações simples, ele proporciona uma excelente gestão para os clientes e para o fornecedor. Em resumo, o processo de VMI [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.supplychainmix.com.br/vendor-managed-inventory-vmi/" target="_self"><em>VMI</em> (<em>Vendor Managed Inventory)</em></a> consiste na gestão do elo seguinte, baseado nas informações de estoque e demanda. É um tema que está em alta no Brasil e deve ser conduzido como um diferencial competitivo. </p>
<p>Utilizando informações simples, ele proporciona uma excelente gestão para os clientes e para o fornecedor. Em resumo, o processo de <em>VMI</em> utiliza inputs como Modelo de Negócio, Previsão de Demanda, Venda Real e Estoque para gerar outputs como Gestão da Malha do Cliente, Gestão da Malha do Fornecedor, Balanceamento de toda a Cadeia e <em>KPI´s</em> (<em>Key Performance Indicators</em>). </p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div id="attachment_270" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.supplychainmix.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vendor-managed-inventory1.jpg"><img class="size-medium wp-image-270 " title="vendor managed inventory" src="http://www.supplychainmix.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vendor-managed-inventory1-300x117.jpg" alt="" width="300" height="117" /></a><p class="wp-caption-text">Macro Processo de VMI</p></div>
</div>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>A utilização de uma plataforma de tecnologia que suporte este novo processo é fundamental para que a empresa tenha segurança e tranquilidade de que a gestão será possível operacionalmente. </p>
<p>A quantidade de clientes e quais clientes devem ser considerados potenciais para um projeto como este é a primeira definição que o fornecedor deve ter. Localização, relacionamento, disponibilidade de tecnologia, faturamento, <em>market share</em>, potenciais de melhoria devem ser considerados no momento da definição dos clientes. </p>
<p>Logo após a definição dos clientes, um plano de apresentação do conceito deve ser estruturado para futuras reuniões e aprovações, que normalmente são acordadas entre a alta gerência. Com a aprovação do conceito, o projeto poderá ser iniciado e conduzido dentro de um escopo que foi pré-definido.  </p>
<p>A definição do escopo delimita minhas fronteiras e facilita o foco nos resultados. Em muitos casos, as empresas encaram o <em>VMI</em> como uma oportunidade para se aproximar dos seus clientes e fortalecer a tão sonhada fidelização. </p>
<p>Um dos escopos possíveis pode ser a reposição dos produtos com base no real consumo ou até mesmo com base em uma previsão de vendas, que poderá ser acordada com o cliente ou calculada através de algoritmos matemáticos. Um outro escopo pode ser na disponibilização de uma plataforma de tecnologia em que o cliente consiga analisar e confirmar os pedidos de compra, calculados com base em um modelo de negócio próprio. </p>
<p>Dentro de uma organização, existem diversas áreas que poderiam ser beneficiadas com este tipo de iniciativa, <em>supply</em>, vendas, marketing, trade marketing, entre outras podem receber informações do mercado para auxiliar a tomada de decisão. </p>
<p>Portanto, defina seus objetivos com o <em>VMI</em> e encontre seu escopo ideal para iniciar um Projeto!!<strong> </strong></p>
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		<item>
		<title>Como o SCM pode ajudar no relacionamento com clientes em varejo?</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 20:31:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Charles Bomacha dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Suprimento]]></category>
		<category><![CDATA[EDI]]></category>
		<category><![CDATA[SCM]]></category>
		<category><![CDATA[Supply Chain Management]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é nenhuma novidade que o bom relacionamento entre clientes e varejistas pode trazer inúmeros benefícios, para ambas as partes. Falando apenas do básico, clientes que possuem simpatia pelo varejo poderão indicá-lo a amigos, colegas e familiares. Além disso, esse relacionamento positivo aumenta consideravelmente o índice de recompra em uma mesma loja, um indicador importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é nenhuma novidade que o bom relacionamento entre clientes e varejistas pode trazer inúmeros benefícios, para ambas as partes. Falando apenas do básico, clientes que possuem simpatia pelo varejo poderão indicá-lo a amigos, colegas e familiares. Além disso, esse relacionamento positivo aumenta consideravelmente o índice de recompra em uma mesma loja, um indicador importante para medir o sucesso do varejista. Seguindo essa premissa, será que o <a href="http://www.supplychainmix.com.br/supply-chain-management/">SCM</a> (Supply Chain Management) pode mesmo ajudar no relacionamento com clientes em varejo?</p>
<p>A resposta para essa pergunta está nas soluções que o mercado oferece hoje: o <a href="http://www.supplychainmix.com.br/electronic-data-interchange-edi/">EDI</a> (Electronic Data Interchange); processo de Reposição Inteligente e Distribuição Inteligente (RI/DI); monitoramento de processos de produção e estoques; projetos de planejamento e consultoria em SCM, entre outros. Todas essas soluções listadas, que são apenas algumas existentes no mercado, trazem inúmeros benefícios. Porém, uma análise superficial poderá equivocadamente nos levar a acreditar que o ganho no processo está apenas no lado do varejista.</p>
<p>Essas soluções citadas anteriormente possibilitam ao varejo agilizar o processo com seus fornecedores, diminuem a possibilidade de erro humano e custos, têm um controle para que os estoques estejam sempre em um bom nível, entre tantos outros benefícios.</p>
<p>Olhando para o lado do cliente pode-se entender com clareza que se o varejo implantou corretamente essas soluções, se conseguiu diminuir estoque e custos, logo será uma empresa mais competitiva e poderá oferecer preços mais atrativos. Se o varejo possui um bom controle de estoque, terá condições de manter aquele produto que o cliente tanto preza, sempre à disposição.</p>
<p>A satisfação do cliente é fundamental para um bom relacionamento e o papel do SCM não pode mais ser ignorado. O Brasil está, mesmo que timidamente, ultrapassando a etapa inicial dos processos de SCM. As empresas brasileiras de grande porte já não falam mais em implantação de projetos de EDI. Quem não o tem está atrasado, pois essa operação já faz parte de nossa realidade. O próximo passo está na evolução desse processo e, tanto as empresas que conseguirem oferecer soluções inovadoras em SCM, como aquelas que as implantarem, estarão um passo à frente da concorrência.</p>
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		<title>Discutindo gestão de marcas próprias na ABMAPRO</title>
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		<comments>http://www.supplychainmix.com.br/2010/03/discutindo-gestao-de-marcas-proprias-na-abmapro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 16:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Supply Chain Mix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão NeoGrid]]></category>

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		<description><![CDATA[
Com o intuito de compartilhar conhecimento e ajudar varejo e indústria em sua estratégia de marcas próprias, a NeoGrid esteve presente em um encontro promovido pela Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (ABMAPRO), ocorrido no dia 23 de fevereiro.
Paulo Milko, consultor sênior de Marcas Próprias da NeoGrid nos EUA, apresentou o cenário global desse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Marca Própria na ABMAPRO  by SCMix, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/supplychainmix/4398647598/"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2759/4398647598_3634453014.jpg" alt="Marca Própria na ABMAPRO " width="500" height="375" /></a></p>
<p>Com o intuito de compartilhar conhecimento e ajudar varejo e indústria em sua estratégia de marcas próprias, a NeoGrid esteve presente em um encontro promovido pela Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (<a href="http://www.abmapro.org.br/" target="_blank">ABMAPRO</a>), ocorrido no dia 23 de fevereiro.</p>
<p>Paulo Milko, consultor sênior de Marcas Próprias da NeoGrid nos EUA, apresentou o cenário global desse mercado e explicou como as soluções NeoGrid de gestão de ciclo de vida de produtos (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Product_lifecycle_management" target="_blank">PLM</a>) podem ajudar a superar desafios comuns ao desenvolvimento de Marcas Próprias.</p>
<p>Durante a apresentação, Milko apresentou dez melhores práticas adotadas globalmente para a gestão de Marcas Próprias, citando entre elas o conceito de uma <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing" target="_blank">única “verdade” da informação</a>. Utilizando exemplos de clientes NeoGrid ao redor do mundo, Milko encerrou a apresentação falando sobre os resultados expressivos alcançados nestes cases de sucesso.</p>
<p>O encontro teve ainda a apresentação de Débora Freire, da <a href="http://www.dfreire.com.br/" target="_blank">DFREIRE Comunicação e Negócios</a>, que falou sobre relações com a imprensa para empresas que trabalham com Marca Própria.</p>
<p>Discussões como esta são cada vez mais importantes para que o mercado brasileiro de Marcas Próprias, a exemplo de outros países, cresça ainda mais. Com a sua experiência, a Neogrid está preparada para ajudar as empresas neste desafio.</p>
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		<title>Você sabe mesmo o que é Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/SupplyChainMix/~3/d3vJBRIuVW4/</link>
		<comments>http://www.supplychainmix.com.br/2010/02/voce-sabe-mesmo-o-que-e-nota-fiscal-eletronica-nf-e/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 18:31:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Laus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Máximo desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[NF-e]]></category>
		<category><![CDATA[SCM]]></category>
		<category><![CDATA[Supply Chain Management]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se tem falado da Nota Fiscal Eletrônica nestes últimos dois anos. Em 2010, a tendência é que se fale ainda mais.
Existem vários projetos de NF-e como, por exemplo, a Nota Fiscal Paulista, Nota Fiscal projeto Federal, entre outros. É necessário ter a noção que projetos como o da NF-e existem em instâncias diferentes, ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se tem falado da <a href="http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/Default.aspx" target="_blank">Nota Fiscal Eletrônica</a> nestes últimos dois anos. Em 2010, a tendência é que se fale ainda mais.</p>
<p>Existem vários projetos de NF-e como, por exemplo, a <a href="http://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/">Nota Fiscal Paulista</a>, Nota Fiscal projeto Federal, entre outros. É necessário ter a noção que projetos como o da NF-e existem em instâncias diferentes, ou seja, eles podem ser municipais, estaduais ou federais. Um bom exemplo disso é o município de São Paulo e o estado de São Paulo. Ambos possuem projetos de NF-e nas instâncias descritas acima.</p>
<p>O maior projeto de NF-e que temos é o Federal, que engloba as 27 unidades federativas (26 estados, mais o Distrito Federal).</p>
<p>Esse projeto começou em 2004 com o primeiro <a href="http://www.encat.org/" target="_blank">ENCAT</a> (Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários) e tem amadurecido até agora.</p>
<p>Nesse tempo, as regras e papéis estão cada vez mais claros e a tecnologia tem sido usada para dar segurança, agilidade e escalabilidade a este projeto.</p>
<p>O conceito do projeto Federal, de acordo com a própria <a href="http://www.fazenda.sp.gov.br/">SEFAZ</a> (Secretaria da Fazenda), atingirá todas as empresas que se enquadrarem nas obrigatoriedades. A NF-e é “um documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, com o intuito de documentar uma operação de circulação de mercadorias ou prestação de serviços ocorrida entre as partes, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e recepção, pelo fisco, antes da ocorrência do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fato_gerador">Fato Gerador</a>”.</p>
<p>Desde 2008, vários segmentos do mercado já foram obrigados a aderir ao projeto, como: distribuidores de combustível liquido, produtores de bebida, produtores de cigarro, entre outros. No final de 2009, a SEFAZ publicou uma lista de CNAE (Classificação Nacional de Atividade Econômica). Toda empresa que tiver seu <a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaJuridica/CNAEFiscal/cnaef.htm">CNAE</a> listado está obrigada a emitir NF-e’s a partir das datas estipuladas (abril/10, julho/10 e outubro/10). Se você quiser consultar a lista, <a href="http://www.neogrid.com/nfe/conteudo.php?id=1&amp;q=3" target="_blank">é só clicar aqui</a>.</p>
<p>Confira se sua empresa entra na obrigatoriedade, veja se precisa emitir a NF-e e prepare-se para contar com todos os benefícios e diferencias que este processo pode trazer à sua empresa.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/SupplyChainMix/~4/d3vJBRIuVW4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Redução de rupturas ainda é prioridade para o varejo em 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 20:09:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sven Imfeld</dc:creator>
				<category><![CDATA[Suprimento]]></category>
		<category><![CDATA[CPFR]]></category>
		<category><![CDATA[DataSync]]></category>
		<category><![CDATA[EDI]]></category>
		<category><![CDATA[GDS]]></category>
		<category><![CDATA[GDSN]]></category>
		<category><![CDATA[GS1]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[neogrid]]></category>
		<category><![CDATA[Sincronização]]></category>

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		<description><![CDATA[O investimento em soluções que geram redução de rupturas continua sendo uma das prioridades do varejo em 2010. Este não é um problema novo, tampouco exclusivo do varejo brasileiro. Dados da ECR Brasil mostram que a ruptura média em países europeus é de 15 a 20%, no Chile  14%, na Argentina 13% e no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.supplychainmix.com.br/wp-content/uploads/2010/02/image001.png"><img class="alignleft size-full wp-image-229" title="image001" src="http://www.supplychainmix.com.br/wp-content/uploads/2010/02/image001.png" alt="" width="230" height="173" /></a>O investimento em soluções que geram redução de rupturas continua sendo uma das prioridades do varejo em 2010. Este não é um problema novo, tampouco exclusivo do varejo brasileiro. Dados da <a title="ECR" href="http://www.ecrbrasil.com.br/" target="_blank">ECR Brasil</a> mostram que a ruptura média em países europeus é de 15 a 20%, no Chile  14%, na Argentina 13% e no Brasil (eixo Rio-São Paulo) é de 8%. Apesar de melhor posicionado, as perdas decorrentes da ruptura somam valores exorbitantes no Brasil.</p>
<p>A falta de produtos em gôndola não gera ‘apenas’ perda de vendas para o varejo e para a indústria, mas abala a fidelidade do consumidor, que sai insatisfeito da loja. Há várias causas para a <a href="http://www.ecrbrasil.com.br/ecrbrasil/page/ruptura.asp" target="_blank">ruptura</a>, mas a principal delas é a má gestão dos estoques. A complexidade gerada pelo número cada vez maior de itens, a incerteza da demanda e a variabilidade do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lead_time" target="_blank"><em>lead time</em></a> de fornecimento torna a gestão de estoques um dos maiores desafios para o varejo.</p>
<p>Para gerenciar estoques de forma eficaz neste ambiente complexo, é imprescindível automatizar processos de retaguarda. Neste sentido, o <a href="http://www.supplychainmix.com.br/electronic-data-interchange-edi/" target="_blank">EDI</a> (<em>Electronic Data Interchange</em>) é uma das soluções tecnológicas mais utilizadas.</p>
<p>Integrar dados com seus parceiros de negócio é fundamental, porém, não é suficiente. A simples integração não garante que os dados transacionados sejam acurados. Para isso, é necessário sincronizar dados, de modo que comprador e fornecedor trabalhem sempre com as mesmas informações e que estas sejam confiáveis e estejam dentro de padrões utilizados globalmente. Só assim será possível reduzir efetivamente os atrasos de entrega, devoluções, cancelamento de pedidos, <a href="http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&amp;palavra=lit%EDgio" target="_blank">litígios</a> entre comprador e fornecedor, dentre outros problemas que geram rupturas e, consequentemente, perda de vendas.</p>
<p>A sincronização de dados gera resultados expressivos e é por isso que o retorno sobre o investimento de um projeto é atingido em curto prazo. Apesar dos ganhos significativos em eficiência operacional e redução de custos já justificarem o projeto, o maior benefício é o aumento das vendas gerado pela maior disponibilidade de itens na gôndola. Prova disso é uma pesquisa realizada pela <a href="http://www.gs1brasil.org.br/" target="_blank">GS1</a> que, baseada em projetos globais de sincronização, aponta uma redução média da ruptura de estoques de 8% para 3%. Já pensou o quanto isso pode representar para a sua empresa?</p>
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		<item>
		<title>2010 será ano para melhoria de processos de gestão de soluções de NF-e</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 17:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Autor Convidado*</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão NeoGrid]]></category>

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		<description><![CDATA[*André Ghignatti, COO South America
O ano de 2009 registrou o maior índice de procura por projetos NF-e, já que boa parte das empresas teve que se adequar às exigências do Fisco. Se em 2009 a demanda foi puxada pelo governo, que impôs prazos para adesão das empresas, em 2010 a necessidade de melhorar os processos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>*André Ghignatti, COO South America</em></p>
<p>O ano de 2009 registrou o maior índice de procura por projetos NF-e, já que boa parte das empresas teve que se adequar às exigências do Fisco. Se em 2009 a demanda foi puxada pelo governo, que impôs prazos para adesão das empresas, em 2010 a necessidade de melhorar os processos de gestão fará com que as empresas tomem a iniciativa de contratar projetos complementares de NF-e.</p>
<p>Porém, a tendência para 2010 é que seja implementado o processo completo da NF-e, ou seja, além da emissão, as empresas procurarão por soluções que incluem a recepção e , a entrega garantida do documento e o batimento entre pedido e nota fiscal.</p>
<p>A entrega garantida implica no uso de protocolos de transferência de arquivo que garantem a rastreabilidade do documento e a enquanto que o batimento garante a verificação entre os pedidos e a NF-e. A ferramenta evita inconsistências nas informações enviadas por meio eletrônico ao Fisco, que podem gerar problemas futuros, além de reduzir fraudes e evasão fiscal. Um ponto que deve estar sempre em mente é que, junto ao fisco, o receptor da nota é responsável solidário junto com o emissor.</p>
<p>A NeoGrid dispõe de um portfolio de soluções que atende clientes de todos os portes e diferentes setores da atividade econômica. Com a NF-e não é diferente. O aumento da procura fará com que o mercado tenha novas demandas e, para elas, a NeoGrid tem a solução.</p>
<p><a href="http://www.supplychainmix.com.br/wp-content/uploads/2010/02/AndreGhignatti.png"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-222" title="AndreGhignatti" src="http://www.supplychainmix.com.br/wp-content/uploads/2010/02/AndreGhignatti-150x150.png" alt="" width="96" height="96" align="left" /></a><em>*André Ghignatti formado em Engenharia Elétrica pela UFRGS, em 1985 foi co-fundador da Mercador S.A., onde ocupou o cargo de  Diretor de Produto. Com a aquisição da Mercador pela Neogrid, passou a ocupar o cargo de Diretor de Produto das duas empresas. Hoje é COO South America.</em></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/SupplyChainMix/~4/Gf2KSdLySz4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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