<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;C0EBQnY4cCp7ImA9WhRbFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932</id><updated>2012-02-05T23:27:33.838-02:00</updated><category term="Nick Farewell" /><category term="Alvaro de Campos" /><category term="Solanje De-Ré" /><category term="sexo" /><category term="inocência" /><category term="Fé" /><category term="Mario Bortolotto" /><category term="Gorba Martins" /><category term="Giancarlo Scapinelli" /><category term="l'amour" /><category term="Simone De-Ré" /><category term="Bat-Cães de Patrulha" /><category term="Tédio - Setembro" /><category term="OVNIS" /><category term="Donatella Versace - bronzeado - biquini - verão - praia - Solange De-Ré" /><category term="Adriano Lattarulo" /><category term="Disco Voador" /><category term="sexo dinheiro fetish judeu crônica" /><category term="Religião" /><category term="amigos - sociopatia - caráter" /><category term="Solange De-Ré" /><category term="comportamento sociedade ignorance is bless" /><category term="Rock n' Roll" /><category term="Fernando Pessoa" /><category term="fio-terra" /><category term="Projeto Portal" /><title>Talking Vaca</title><subtitle type="html">Uma análise prática sobre:
Sexo, rock n' roll e clichés.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://talkingvaca.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>68</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/TalkingVaca" /><feedburner:info uri="talkingvaca" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;DkQERHc_eip7ImA9WhRVGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-2423649256677899965</id><published>2012-01-18T05:05:00.000-02:00</published><updated>2012-01-18T17:18:25.942-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-18T17:18:25.942-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Adriano Lattarulo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rock n' Roll" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Simone De-Ré" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Gorba Martins" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="inocência" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bat-Cães de Patrulha" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Giancarlo Scapinelli" /><title>Nos tempos da inocência</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BtRqPqAkd3v9pv0k_S7xwrJOE4c/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BtRqPqAkd3v9pv0k_S7xwrJOE4c/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BtRqPqAkd3v9pv0k_S7xwrJOE4c/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BtRqPqAkd3v9pv0k_S7xwrJOE4c/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
Tenho andado na companhia das minhas memórias, coisa que já cheguei a acreditar que nunca teria tempo pra fazer antes de morrer. E eu gosto disso, estou em paz. Gosto do fato de não ter com quem falar, e assim poupar saliva e argumentos com temas que já não me interessam, por que na verdade bem pouco me interessa. E não é culpa das pessoas, embora muitas vezes o seja. Ou foi. Não lembro bem quando isso aconteceu, nem sei se eu já me interessei mais por que tinha ouvido muito pouco, ou simplesmente ouvia tudo por compaixão de quem tanto precisava ser ouvido. Pergunto-me muito sobre isso, aliás, eu me pergunto muitas coisas todos os dias, todos os milésimos de segundos que tenho acordada, chego a ficar completamente exausta de mim mesma. Honestamente, não gostaria de ser um ouvido interessado no que eu tenho pra dizer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seja como for, hoje me veio a memória de uma fase da minha vida que sempre tive dificuldade de falar sem romancear, queria fazer parecer pra mim mesma que foi melhor do que de fato não foi.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-X0mPBqcP2Cc/TxbnhTQqHDI/AAAAAAAAAL4/YkeI6yXECUo/s1600/snaps_pigs_gallery__470x260%252C0.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="176" src="http://4.bp.blogspot.com/-X0mPBqcP2Cc/TxbnhTQqHDI/AAAAAAAAAL4/YkeI6yXECUo/s320/snaps_pigs_gallery__470x260%252C0.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Era assim, em meados de 2000, recém chegada a São Paulo, eu tinha todos os sonhos que alguém de uma cidade pequena, carente de maiores informações, e tomada por uma ingenuidade que faz tudo parecer mágico e possível, poderia ter. Tinha lido Candide, L’Optimisme do Voltaire, e interpretei como uma mensagem de esperança, pureza, perseverança. “Tudo está bem melhor não podendo estar”. – assim pensava eu enquanto lutava incansavelmente pra manter a banda que formei a custo de muito implorar às pessoas que tocassem comigo, e tentava concencê-los de que o nosso som era bom, passava uma mensagem importante, e embora eu não fosse uma grande cantora, as letras compensavam o desfalque.&amp;nbsp; Também pedia que não usassem drogas (oh, poor&amp;nbsp; lil'girl) e chegassem nos ensaios na hora marcada, e muitas vezes alguém faltava por ressaca ou preguiça. Contrariando todos os meus pedidos, meus colegas de banda concordavam com tudo, rindo. No fim, trocávamos os ensaios pelas festas, eles sabiam que eu gostava disso e não era tarefa árdua me convencer. Quando tocávamos ao vivo era um verdadeiro fiasco, mas geralmente estávamos chapados o suficiente pra achar que foi incrível. E, talvez a nossa energia falasse mais por nós do que a música em si, e assim ganhamos um concurso que nos botou numa coletânea de rock nacional chamada Rock D’Prima (um horror, pra dizer o mínimo).&lt;br /&gt;
A nossa banda se chamava Bat-Cães de Patrulha, e esse nome ecoou como algo muito vergonhoso nos meus ouvidos até bem pouco tempo atrás. Mas, hoje acho graça. Faz-me rir o esforço descomunal que eu fazia por essa banda fadada ao fracasso, e que eu tanto insistia em chamar de "nossa" quando&amp;nbsp; tudo era feito por mim, TUDO mesmo. E era ruim. Sofri muito pra admitir alguns anos depois e tantas outras formações, de que a banda era ruim e ponto. O mais digno foi acabar com aquele sofrimento que não faria bem à memória de ninguém. E não estava errada, eu mesma não consigo ouvir as nossas gravações. Depois disso tive alguns projetos que mal saíram do estúdio de ensaio. Porém, aquela ingenuidade que foi elemento-chave pra começar foi embora e nunca mais voltou. No lugar ficou o severo senso crítico, tão severo quanto à educação recebida em casa, que me fez ver que ao contar uma mentira, se conta pra sí mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando olho através da linha do tempo que separa tantos anos de lá pra cá, vejo ali duas pessoas não complementares. Pessoas que hoje não teriam muito em comum para compartilhar, uma teria muito a dizer e a outra fingiria ouvir, pensando em qualquer outra coisa. Eu jamais daria uma entrevista fazendo chifrinho na mão, e dizendo rock n’ roll a cada meia frase, isso me soa patético! Mas, assim como hoje entendi que Voltaire estava sendo irônico, naquela época eu estava sendo inocente. Acreditava no que eu acreditava, e como era bom acreditar! E acreditei em arte despretensiosa, em amigos imutavelmente fiéis, em mudanças, em felizes para sempre... Chego a sentir inveja daquela pureza que foi minha!&lt;br /&gt;
E, quando essa qualidade vai embora, eu não sei o que fica no lugar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-2423649256677899965?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/rzWaVD-nFxM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/2423649256677899965/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=2423649256677899965" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/2423649256677899965?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/2423649256677899965?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/rzWaVD-nFxM/nos-tempos-da-inocencia.html" title="Nos tempos da inocência" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-X0mPBqcP2Cc/TxbnhTQqHDI/AAAAAAAAAL4/YkeI6yXECUo/s72-c/snaps_pigs_gallery__470x260%252C0.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2012/01/nos-tempos-da-inocencia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04HRHczcCp7ImA9WhRVEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-7614491340821403785</id><published>2012-01-08T15:51:00.001-02:00</published><updated>2012-01-10T16:25:35.988-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-10T16:25:35.988-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Donatella Versace - bronzeado - biquini - verão - praia - Solange De-Ré" /><title>A marca do biquíni</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zLMm72WeAKmfuiqF78rG_erCgPU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zLMm72WeAKmfuiqF78rG_erCgPU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zLMm72WeAKmfuiqF78rG_erCgPU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zLMm72WeAKmfuiqF78rG_erCgPU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;br /&gt;
Uma reflexão bronzeada.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pdGh8M4nnGE/TwnWqSjs-6I/AAAAAAAAALo/wxgFh-BWrGw/s1600/donatella-versace-before-after-surgery.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-pdGh8M4nnGE/TwnWqSjs-6I/AAAAAAAAALo/wxgFh-BWrGw/s320/donatella-versace-before-after-surgery.jpg" width="243" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca gostei de marca de biquíni, algo dentro de mim sempre discordou de quando ouvia por aí de que era bonito, sexy, de bom gosto. A dúvida acabava quando eu levava em consideração alguns fatores como a educação e meio social que frequentavam os amantes da controversa marquinha na pele. Por exemplo, tenho um grande trauma relacionado à isso, e por vezes pensei em apelar pra uma “ajudinha profissional” (é sério, é constrangedor admitir) pra superar a vergonha que eu sinto de ter sido vista na companhia de um amante da tal modalidade, ainda que por tempo muito curto. Era um carioca e gostava de marca de biquíni. Também gostava de mulher que ainda não deu pra mais de três caras, de ideograma japonês como tatuagem (ele não falava japonês, claro. Mal falava português!), de U2 e Vila Madalena. Não sabia absolutamente nada sobre literatura e só lia noticias do esporte, nem comentar obras de arte ou filmes OFF Blockbuster. Não bastasse tudo isso, ele ainda subia na laje da casa dele em SP pra garantir o bronzeado com a marca da sunga. Ele dizia, com um sorriso “ixpehrto” que as mulheres amavam! Na LAJE, SENHOR??? Santa chinelagem Bat-man! Fiquei com vergonha de ouvir o que o cara teve orgulho de contar.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Vale lembrar, também, que dinheiro não compra classe, caso você esteja lendo isso com sua alça de biquíni que chega até a última costela e pensando que seu dinheiro é uma vantagem... No, babe. Não se iluda, parecer a Donatella Versace não é sinônimo de bom gosto, isso é Paleontologia! Afinal, não é todo dia que vemos um camarão pré-histórico vivo ditando moda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já argumentei muito sobre isso, com partidários e contrários à questão. Mas, como preconceito é algo que todo mundo tem, mas se vale de grandes discursos dissonantes pra desviar a atenção do mesmo, naturalmente já disfarcei o meu próprio em muitas rodas de discussão. Hoje, morando em Floripa, estou sob o sol e seus efeitos, por isso refiz algumas considerações. Descaradamente a meu favor, óbvio.&lt;br /&gt;
Agora eu tenho marca de biquíni sim, afinal eu moro na praia! Como nesse país tem mulher pelada no carnaval, mas na praia é Atentado ao Pudor, então prefiro usar a parte de baixo literalmente baixa, meio anos 70. E a parte de cima é sempre tomara-que-caia, afinal não é por que moro na praia que preciso, ou passei a considerar a marca da calcinha na altura da cintura, e as tiras evidentes da parte de cima que sobem dos peitos em triangulos e se cruzam atrás do pescoço, algo deslumbrante. As mulheres adoram usar modelos tomara-que-caia quando saem, só pra deixar isso aparente. Qual a vantagem disso? Nunca entendi. Não acho vulgar, até por que com essa qualidade eu lido muito bem (ask my enemies), mas não consigo achar bonito e fazer o mesmo. Creio que isso desvia a atenção de certas roupas que pareceriam bem mais bonitas sem esse "extra". -mas, existem casos e casos. Por exemplo, peitos naturais. Eles podem ser muito grandes, ou caídos. E quando o encontro indesejável de ambos acontece, então a marca do top não é uma opção. Preciso ser justa, meu peito é de silicone, por tanto não cai. E olha que eu sonho com isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredito que muito do bom gosto em roupas de banho acabou na chegada do modelo Asa Delta. Exceto para aquelas que têm um corpo escultural, claro. Essas podem e devem TUDO!&amp;nbsp; Acho que existe uma idade abençoada pra tudo, e é um crime não aproveitar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, ainda existe uma grande diferença entre bronzeado a jato, e bronzeado natural.&amp;nbsp; Se você mora numa cidade sem praia, use a dignidade a seu favor: evite aquelas máquinas nocivas que te deixam parecida com aquelas modelos de site de acompanhantes,&amp;nbsp; já que você provavelmente se ofenderia se alguém fizesse tal associação. No meu caso, as tais marcas de biquíni são apenas uma consequência de morar na praia. Pra ser muito honesta, ainda prefiro um tom de pele natural e saudável, apenas. Mas no fim das contas, é muita sorte começar o dia com um banho de mar numa bela manhã de sol.&amp;nbsp; Logo a vantagem é minha, mas sem me submeter a métodos artificiais nocivos, ou usar recursos 'Favela Spirit' como subir na laje e se molhar com mangueira de tanque. Dignidade, pratique essa ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PS &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-7614491340821403785?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/EGSBftS2s-U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/7614491340821403785/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=7614491340821403785" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/7614491340821403785?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/7614491340821403785?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/EGSBftS2s-U/marca-do-biquini.html" title="A marca do biquíni" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-pdGh8M4nnGE/TwnWqSjs-6I/AAAAAAAAALo/wxgFh-BWrGw/s72-c/donatella-versace-before-after-surgery.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2012/01/marca-do-biquini.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkADQXs9eSp7ImA9WhRWEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-1700100042168902916</id><published>2011-12-27T14:52:00.001-02:00</published><updated>2011-12-27T14:52:50.561-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-27T14:52:50.561-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sexo dinheiro fetish judeu crônica" /><title>Cuidado com o que você deseja</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IE9_SJlAG1An_p3eXGmQB61t0ys/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IE9_SJlAG1An_p3eXGmQB61t0ys/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IE9_SJlAG1An_p3eXGmQB61t0ys/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IE9_SJlAG1An_p3eXGmQB61t0ys/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Meu amigo me ligou aflito, tinha algo que queria me contar e não sabia como. Mas, sabia que eu era a pessoa certa, mais do que a maioria, afinal eu tenho uma "mente aberta". No começo fiquei me perguntando: o que essa alma perturbada quer de mim?
Pra resumo de conversa, nunca o considerei alguém cuja natureza inspirasse conforto em quem com ele fosse ter um diálogo, ou algo mais profundo. Por outro lado, sempre me perguntei se essa segunda opção para ele não seria uma dádiva para o fim de suas inquietudes? 

Como judeu esse não era atípico: inteligente, criativo e em constante movimento em prol da sua saúde financeira. Pouco criativo, porém era seu lado romântico, irritante pra dizer o mínimo. Creio que já lhe falei sobre isso, mas talvez ele seja tão obstinado em acreditar que esteja no caminho do sucesso para isso, quanto para o céu dos semitas. Por alguma razão, ou por que é a mim que o céu dos pecadores reserva uma suíte máster, mais do que os outros e as outras, sempre acabei por dar-lhe ouvidos ignorando suas bocejantes investidas até que um dia elas cessaram, e ao que parece ganhei um amigo. 
E assim que ele veio confessar o que lhe vinha tirando a paz programada, e enfim respirar!
Começou dizendo que estava saindo com uma garota incrível (e quem não é incrível no começo?), mas descobriu que ela fazia “umas coisas surreais”.  Na hora pensei: necrofilia! Existe algo mais surreal do que isso? – mas não era isso. Comecei pegando leve e perguntei se eram drogas ou coisas do tipo, e nada. Mas era ainda SURREAL, e isso os afastou um pouco, pois ele precisava pensar a respeito. Estava preocupado por que não sabia se queria continuar. Ponderou que não seria pra casar, mas era o que queria pra ele.


Esgotadas minhas opções, perguntei se era puta. Afinal, homens pagam putas e se apaixonam todos os dias. Não sei se é o Mr. Hyde interior dos homens politicamente corretos, ou o cara conclui que não há nada mais entediante do que mulher fiel, afinal não há vida sem emoção! Tire suas próprias conclusões. 
E foi assim que ele botou seu coração na mesa:

 
- Digamos ela é, hum... –procurava a melhor maneira de colocar em palavras, como se fosse alterar o conteúdo bruto.  Mandei se libertar de uma vez, e ai veio a derradeira: ela é agenciada por uns bookers mas não é modelo, sabe? Ela é.... ah, você sabe. Profissional do sexo.


Tive que rir. Não era uma surpresa, exatamente. Quando ele corteja uma mulher e ela o rejeita, na sequência ele oferece dinheiro. Não sei o que ele pensa disso, mas tem que se ofende e tem que apenas não está a venda. E tem também aquelas que descobrem uma nova profissão quando isso acontece. Mas, como foi direto ao ponto, algumas coisas mudaram e ele estava parcialmente feliz, não fosse a autocensura moral do que pensar de si mesmo. Eles saiam na noite e ela limpava os bolsos dele, fazia piadas depreciativas com o pau dele em público enquanto flertava com todos os homens a sua volta. Deixava claro que era apenas pelo dinheiro, do contrário ele não teria capacidade pra desfilar com alguém do calibre dela. Uma pistoleira, diriam as pessoas de bem. E assim desandou a contar-me da sua via-crúcis nas mãos daquela que tanto lhe punia financeiramente pelo descompensado genético que era. Irreparável, degradante, ele se sentia uma “presinha” nas garras daquela fera. Pensei que iria chorar, ele estava emocionado de verdade. Mas, algo naquele sofrimento não me convenceu por completo, então lhe perguntei o que realmente lhe perturbava? Sua resposta foi lógica:


- Estou feliz, isso é estranho. Não é?


Estranho ou não, disse pra aproveitar. A maioria das pessoas vão morrer sem saber do que gostam. Isso é estranho, não é?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-1700100042168902916?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/kLMEKyAah38" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/1700100042168902916/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=1700100042168902916" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/1700100042168902916?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/1700100042168902916?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/kLMEKyAah38/cuidado-com-o-que-voce-deseja_27.html" title="Cuidado com o que você deseja" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/12/cuidado-com-o-que-voce-deseja_27.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0UESXw7cCp7ImA9WhdbEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-2480514812874877259</id><published>2011-10-04T19:12:00.004-03:00</published><updated>2011-10-10T14:53:28.208-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-10T14:53:28.208-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento sociedade ignorance is bless" /><title>Pessoas impressionáveis.</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LWJ7Yqo-C556LaaELSalpjBAT9M/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LWJ7Yqo-C556LaaELSalpjBAT9M/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LWJ7Yqo-C556LaaELSalpjBAT9M/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LWJ7Yqo-C556LaaELSalpjBAT9M/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Ultimamente tenho notado um crescente número de pessoas facilmente impressionáveis sem obedecer a critério algum, simplesmente pelo histerismo de parecer que algo grande está prestes a acontecer, e o que aconteceu teve uma dimensão única como o efeito da bomba atômica. E assim atraem a curiosidade alheia: Mas o que foi que aconteceu, ganhou na loto acumulada, assinou um contrato para ser estrela de Hollywood atuando num filme dos irmãos Cohen ao lado de Brad Pitt, ou simplesmente ganhou entrada pra ver de perto um ex-rockstar dos anos 80 que tocou baixo numa banda cujo hit ninguém sabe de cor, e ele vai tocar numa espelunca cujo ingresso barato mal vendeu? Existe uma diferença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa ansiedade extrema de insistir que tudo deve parecer maior do que jamais será me causa extrema fobia social, não aguento essas caras em estado de graça a troco de coisas tão insignificantes.  Um sapato assinado, uma festa, uma fofoca nova, uma viagem ou uma nova amizade: tudo é motivo para caras, bocas e ares colegial de “eu tenho um segredo que você quer saber, mas não vou contar”, e isso merece ser exibido opressivamente. Pois é preciso provar que aquele momento é melhor, e mais importante, do que o momento de qualquer um que não seja si mesmo, e em caso de exceção, também o é para um grupo de amigos igualmente gratificados pelo dom de ser facilmente impressionáveis. É tanta coisa do lado de fora que temo que nem carne essas pessoas ainda têm dentro delas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto que essa coisa de externar agressivamente tudo o que se tem, se viu ou aprendeu deixa o mundo mais vazio de coisas que realmente merecem ser vistas, ouvidas e aprendidas. Tudo fica parecendo meio bobo, descartável. Como se tudo não passasse de um golpe pretensioso de um ego inseguro . –creio que já perdi de ver, ouvir ou mesmo participar de muitas coisas que fariam diferença pra mim só pelo fato de não suportar essa supervalorização pela supervalorização, apenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No meu próximo livro, Melancolia (sai no começo de 2012) eu abordo esse tema das proporções reais, imaginárias e as almejadas baseado num grupo de amigos universitários vindos de todas as partes, alguns estrangeiros, que se encontram pra estudar jornalismo, letras e artes na UNA (Universidad Nacional de Asunción). Fora de casa, eles estão livres pra desenvolver seus personagens, caráter e caprichos. Quem narra a trama é uma camponesa de família humilde, que a principio se impressiona muito com os novos amigos e a vida na cidade grande, e especialmente com o dinheiro confiado por seus pais para um ano de estudos, aluguel e alimentação. O dinheiro acaba em 4 meses, e ela se vê obrigada a procurar emprego num cassino servindo mesas e passa o tempo levando cantadas com propostas financeiras envolvendo sexo dos clientes. Pra completar descobre que está grávida de um caso rápido que teve com um americano cujo nome mal sabe pronunciar, e pretende fazer um aborto. Esses acontecimentos fazem com que ela mude a forma de ver o mundo, especialmente o mundo espetacular dos amigos que passam o tempo procurando festas, amores extraordinários, brigas e ressacas. O que antes parecia incrível e perfeito passa a parecer injusto e fútil. – e segue (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É mais ou menos isso. As dimensões das maravilhas únicas variam muito de acordo com a inocência, pretensão e necessidade (ou inteligência?) de quem as interpreta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-2480514812874877259?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/uOLLtjz_bDA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/2480514812874877259/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=2480514812874877259" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/2480514812874877259?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/2480514812874877259?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/uOLLtjz_bDA/pessoas-impressionaveis.html" title="Pessoas impressionáveis." /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/10/pessoas-impressionaveis.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0IDQn0yfip7ImA9WhdUF00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-8921793904193541348</id><published>2011-10-03T19:54:00.009-03:00</published><updated>2011-10-04T02:19:33.396-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-04T02:19:33.396-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amigos - sociopatia - caráter" /><title>O amor e a guerra.</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/g2pR4bFS9O81p1TGFgDaGcukZjA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/g2pR4bFS9O81p1TGFgDaGcukZjA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/g2pR4bFS9O81p1TGFgDaGcukZjA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/g2pR4bFS9O81p1TGFgDaGcukZjA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Ou o  sorriso que precede a facada.&lt;br /&gt;
Ela não pode te ver que já escancara seu melhor sorriso de boas vindas, e já faz de tua chegada uma festa, pois estava morrendo de saudades. Diz que teu cabelo está lindo, adorou sua roupa (você realmente tem muito bom gosto, como sempre) e finaliza com o lisonjeiro: tu emagreceu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto, amigas! Hora de botar a conversa em dia, afinal de contas ela está MUITO FELIZ por suas novas conquistas. Como não querer bem um ser tão amável como ela? Simples, ela prefere te ver morta a te ver sorrindo outra vez. Assim que você deu as costas ela ligou pra outra amiga que vocês têm em comum e gastou uma bela grana em telefone só pra desabafar o quanto é detestável te encontrar com aquelas roupas mal escolhidas e vulgares, compradas numa loja barata, até se sentiu envergonhada de falar contigo em público. Por que é bom frisar as diferenças entre vocês: ela jamais usaria um vestido como o seu, questão de classe. Além do mais, como tu parecias mais gorda! Credo. Em cima, foi ela perguntar como você estava, que já se deixou levar por sua costumeira, e nada convincente, superioridade e tentou convencê-la de que estaria muito bem quando sua cara dizia exatamente o contrário. Enfim, você não muda. Até fingiu não perceber o novo corte de cabelo que ela estava usando só pra evitar elogiá-la, e logo correr no salão pedindo para imitá-la no mesmo dia! Definitivamente, você sempre teve inveja dela. Ela sente pena de você, afinal tua vida sentimental é um fracasso atrás do outro e seus amigos só não te excluem da vida deles por que não querem se sentir culpados pelo teu suicídio. Ela até ouviu dizer que você está em depressão. Bom, não é pra menos, alguém como você colhe o que planta mesmo. – ao fim da ligação ela pediu segredo. Não que se importe com a tua opinião –ela não dá a mínima- mas, TODOS SABEM (sim, ainda coagiu a amiga a ser cúmplice): você é uma pessoa desequilibrada, então nunca se sabe como isso pode acabar, certo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, digamos que segredos entre duas pessoas só funcionam se uma delas estiver a sete palmos abaixo da terra. E, numa noite de bebedeira com amigos, (incluindo a tão amável amiga que passou a noite a tecer elogios estratosféricos a sua inteligência, beleza, talento profissional e de vida exemplar) o segredo veio a público mal ela deixou o recinto. E qual não foi sua surpresa ao ouvir da maioria dos presentes as coisas que ela já disse sobre você, incluindo as vezes que se sentiu desafiada no ego e tentou te prejudicar silenciosamente? – certo, ou tu bebeu demais, ou estamos falando de uma pessoa com sérios transtornos de personalidade.  A partir disso, é melhor ter cuidado por onde anda. Cautela nunca é demais, especialmente entre, hum... Amigos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto pareceu cruel? Também achei que foi cruel quando me descobri vítima da psicose alheia. E juro, poucas coisas na vida me surpreenderam tanto. Eu nem senti raiva, lamentei por perder alguém (silenciosamente também )que tanto estimava pra sua própria insegurança. Por outro lado, ainda tenho dentes para forjar um sorriso a cada novo encontro. Também já tomei o cuidado de deixar o nome dela no topo da “guest list” do meu velório. Isso se ela não morrer antes afogada no próprio veneno (ou atropelada pela Kombi do correio). Who knows?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, até lá: amigas!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-8921793904193541348?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/3WMD4_ICpUs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/8921793904193541348/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=8921793904193541348" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/8921793904193541348?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/8921793904193541348?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/3WMD4_ICpUs/o-amor-e-guerra.html" title="O amor e a guerra." /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/10/o-amor-e-guerra.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4FR3syfSp7ImA9WhdWF0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-1988626253565090704</id><published>2011-09-11T05:14:00.010-03:00</published><updated>2011-09-11T22:28:36.595-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-11T22:28:36.595-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tédio - Setembro" /><title>Setembro.</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3My5lKf18zprSETJfyJYoI1vqTo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3My5lKf18zprSETJfyJYoI1vqTo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3My5lKf18zprSETJfyJYoI1vqTo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3My5lKf18zprSETJfyJYoI1vqTo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;O fim de um ciclo que acaba comigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estou afundada em profunda melancolia. Odeio anos ímpares. Odeio todo novo aniversário, por que de novo só a idade. E os estragos da gravidade, quem gosta?&lt;br /&gt;
Esses tempos atrás fiz uma pesquisa pra uma matéria que eu iria escrever, e o tema era sobre “oque” as pessoas vêm lendo mais, e advinha? AUTOAJUDA! –cogitei me juntar ao time algumas vezes, mas eu sofro do mal das pessoas mais desenvolvidas intelectualmente: desconfio do simples, do popular, do óbvio. Analiso a personalidade das pessoas e dou notas – elas não sabem, mas agora já não é segredo- e de acordo com isso é a relevância que tenho para com elas. Cruel, eu sei. Quem eu penso que sou pra agir como um semideus de mim mesma? Uma pessoa entediada. Nada mais. Por tanto não se apegue ao que eu posso pensar de ti.&lt;br /&gt;
Meu ano começa todo setembro, e com ele as cobranças, o balanço HONESTO de quem eu sou, do que quis ser e do que alcancei. Porém, ultimamente me sinto acometida pelo tédio da velhice prematura. Falta-me jovialidade ou me sobra bom senso. Minhas amigas estão cada vez mais diferenciadas umas das outras: algumas mentem a idade, outras não percebem a idade e vivem como adolescentes caçando romances em baladas "teen", outras se apegam a crenças absurdas e outras simplesmente desistem. Já não importa mais os sonhos que tiveram, o importante é garantir uma estabilidade qualquer, seja como proletária mediana, seja como dona de casa ou mesmo se mantém num relacionamento naipe areia movediça. E nisso entendo que somos responsáveis por quem permanece ao nosso lado e por quem afastamos. Seja por iniciativa própria ou por irreparáveis desencontros ideológicos. As pessoas mudam, o tempo não poupa ninguém.&lt;br /&gt;
E assim me entrego à autocomiseração.Ó pobre Solange! E houve quem dissesse que eu mentia minha nacionalidade por marketing, como se pra mentir algo assim alguem escolheria logo o Paraguai! Só por que no Brasil a maioria morre de vergonha de ter nascido aqui, como se ser brasileiro –fora da Copa ou algum êxito artístico- fosse a maior punição que alguém pode receber. Todo mundo bate no peito pra reverenciar as descendências, mas não tem coragem de fazer a terra que nasceu valer menos no conceito alheio. Por quê? Não sei. Nunca tive vergonha da minha nacionalidade, e graças a ela não sou restrita a implorar atenção tupiniquim das coisas que faço. Essa contradição pelo menos não levarei ao caixão. Mas de resto, tédio.&lt;br /&gt;
Meu editor chileno, da revista Conspectus CL, onde escrevo sobre Cinema, Literatura e História, me escreveu avisando que “esta semana te llega um paquete por los exitos alcanzados” e me parabenizou pelo meu trabalho, que foi conquistado com texto e não com imagem.  E logo menos preciso entregar meu próximo livro, que deve sair em Portugal outra vez,  entre outras coisas que apareceram no caminho e que seriam facilmente interpretadas como “momento de sorte”, dada as condições artísticas e intelectuais desse país. Aqui já se leu muito. Mas, isso é definitivamente coisa do passado. Imagem é tudo, leitura cansa. E boa parte dos meus amigos gosta de escancarar o bordão “vá ao teatro, mas não me chame”. – irônico, essa tende a ser minha próxima parada. Afinal, por que não desisti de escrever, sendo isso tão mais fácil do que amargar as derrotas que estão reservadas a quem “insiste”? E então me pergunto em que saco devo enfiar meus velhos, atuais e futuros amigos? Eu mudo muito, e logo me sinto entediada. E mudo pra evitar o inevitável das redundâncias. As pessoas com seus dramas repetitivos, que no fundo preferem viver com eles a não ter do que reclamar. E auto piedade é algo que conheço bem. É um jogo de atração. E logo o velho tédio.&lt;br /&gt;
Assim, tenho hoje uns sessenta e poucos anos mentais, dizem que librianos já nascem velhos. Detesto balada, gente boba e deslumbrada. Não uso drogas – e talvez a isso seja atribuído tanto da minha intolerância para com o próximo- e voltei a ser a caipira que já nasci sendo, sem remorsos.  Cada um deve saber de onde veio mesmo que não saiba pra onde vai, talvez assim evitem mais divãs e usem mais espelho.&lt;br /&gt;
No tocante ao resto, preguiça.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-1988626253565090704?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/HJUUROP0gQI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/1988626253565090704/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=1988626253565090704" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/1988626253565090704?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/1988626253565090704?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/HJUUROP0gQI/setembro.html" title="Setembro." /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/09/setembro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D04FQnc7eSp7ImA9WhdSF0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-4950752969202284595</id><published>2011-07-26T21:28:00.005-03:00</published><updated>2011-07-27T13:58:33.901-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-27T13:58:33.901-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religião" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Disco Voador" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Projeto Portal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="OVNIS" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fé" /><title>Te abduziram também?</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ngmascnfFZvSf8ExuR1S1K8WQ54/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ngmascnfFZvSf8ExuR1S1K8WQ54/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ngmascnfFZvSf8ExuR1S1K8WQ54/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ngmascnfFZvSf8ExuR1S1K8WQ54/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Definitivamente a moda não merece qualquer crédito. O novo "black" é apostar em Disco Voador pra tudo que é lado.&lt;br /&gt;
Recebo spams o dia inteiro, não de UMA, mas de várias pessoas. Epidemia intergaláctica virtual!&lt;br /&gt;
Virou um tal de Disco Voador no Tsunami, no Embu das Artes, No Mato Grosso onde até pessoas próximas andaram comprando TERRENOS por que em 2012 o mundo vai voltar a Era do Dilúvio, mas quem comprou lá vai se salvar e, segundo minha amiga "tenho um lugar no Iglu dela" - ou seja, não sei vocês, mas eu tenho bons contatos, hehe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também vejo que a fé realmente move montanhas, começando pelas do Mato Grosso. Logo, acreditar é o primeiro passo pra parecer real. Vide doenças psicológicas, eu mesma tenho a tal "agorafobia" e ninguém tira da minha cabeça que não há NADA acontecendo, eu preciso FUGIR de onde estou já. Alguns profissionais me disseram que isso é doença de quem "pensa demais", daí vem a ansiedade, as sensações que PARECEM reais. Em outras palavras, prefiro não agregar mais paranoias além das que já tenho naturalmente.&lt;br /&gt;
Respeitar a crença alheia faz parte de normas civilizadas de convivência. Eu também prefiro não ser questionada nas minhas ignorâncias, e assim pouco questiono a fé dos outros. Acho que existem elementos além do que já conhecemos, inclusive nós mesmos existimos e somos "novidade" para alguns seres da natureza. &lt;br /&gt;
Mas, essa fixação de correr atrás de Disco Voador...galera, vamos se focar mais no que está acontecendo com nós mesmos, nossos amigos, nossa natureza (por ex. a gente não precisa de um ET mandando "buscar conhecimento" quando nós sabemos que toda a ação tem reação, inclusive o que damos a terra, ela nos devolverá).&lt;br /&gt;
Conheci algumas pessoas do Projeto Portal que são de uma fanatismo que me causa pena, e me dá um pouco de medo de ver o quanto o ser humano tem tendência ao fanatismo. De repente, mais NADA é daqui! Já ouvi dizer que o fato de eu ter sonhos que acabam acontecendo é por que eu também não sou daqui.&lt;br /&gt;
Bom, sendo ou não. Não é isso que pensa a gerente do meu banco, e não há outro lugar além da terra que eu possa morar por enquanto. Então, enquanto eu tiver que pagar pra morar AQUI, terei que pensar como terráquea e me preocupar com essas coisas. Falar ou ver Ets não me levarão a nada.&lt;br /&gt;
Desculpem-me a franqueza, SINCERAMENTE, não quero parecer rude ou soberba. Mas, quem quiser achar, fique a vontade também. I don't care.&lt;br /&gt;
Tem entidade demais adivinhando o futuro da humanidade e tá meio mundo com síndrome de Super Herói Americano.&lt;br /&gt;
Acho que muita gente já viu ou ouviu coisas que soaram um tanto inexplicáveis, mas isso não faz de nós menos humanos do que já somos. Vamos CAIR NA REAL?&lt;br /&gt;
Eu tenho algumas experiências com casa mal assombrada de verdade, coisas que deixaram minha família bastante perturbada. Já vi coisas flutuando no céu, inclusive gravei junto com a minha irmã.  Mas NADA disso me fez correr pra terreiro de macumba, buscar conhecimento num cara atrás da moita, ir pra um retiro na puta que pariu, tomar chá disso e daquilo, me hipnotizar em alguma religião e achar que tenho "algo superior" e preciso "trabalhar" isso pra "ajudar" outras pessoas.&lt;br /&gt;
Quero mais é que os mortos continuem bem onde estão, não quero saber de "mensagens", naves espaciais e spams fanáticos. Honestamente, acho que religião faz mais mal do que bem, salvo algumas exceções de viciados que encontram Deus fora do bar. Mas acabam se aborrecendo, na maioria das vezes, e voltam pro bar com sede de vingança total (check Rafael Pilha) - por hora, apesar de conviver com alguns distúrbios continuo cética e trocando tudo por um bar, amigos com senso de humor e alguma caipiragem.&lt;br /&gt;
Cidade grande deixa as pessoas paranoicas, alguns vão pro analista enquanto outros começam a "ver coisas". Bolinha e pó a rodo também agravam isso (fica a dica).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tal ler menos bobagem na net, e tentar alguma LITERATURA que realmente te transporta pra outro mundo, como Tolstói, Balzac, Fernando Pessoa...? A terra também tem coisas bem interessantes, é só olhar ao seu redor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-4950752969202284595?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/Ntw4T9c-0Io" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/4950752969202284595/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=4950752969202284595" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/4950752969202284595?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/4950752969202284595?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/Ntw4T9c-0Io/te-abduziram-tambem.html" title="Te abduziram também?" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/07/te-abduziram-tambem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkUNSH88fyp7ImA9WhdSFEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-4958347750642678675</id><published>2011-07-24T00:03:00.003-03:00</published><updated>2011-07-24T03:18:19.177-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-24T03:18:19.177-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solanje De-Ré" /><title>Sexo, amigos e rock n’ roll</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OLPbKFp1rLF7iSSAfxX1wDss-Ls/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OLPbKFp1rLF7iSSAfxX1wDss-Ls/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OLPbKFp1rLF7iSSAfxX1wDss-Ls/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OLPbKFp1rLF7iSSAfxX1wDss-Ls/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;...com algumas lágrimas no meio.&lt;br /&gt;
Nossa geração é realmente muito moderna. Que o diga a “party people” de plantão!&lt;br /&gt;
Todo mundo sai com todo mundo, mas não se envolve emocionalmente. Garantem que apesar do envolvimento físico, continuam sendo apenas bons amigos e não esperam nenhuma progressão além do sexo. E a coisa vai além, os casais mal terminam e já se intitulam melhores amigos “pra quem quiser ver”, evitando assim aqueles famosos barracos passionais. &lt;br /&gt;
Como se tornar-se o melhor amigo daquele que até meia hora atrás era o amor da sua vida fosse pouco, (por que hoje em dia todo mundo também é o AMOR DA VIDA um do outro em uma noite), ainda podemos contar com um favorzinho extra: eles passam a ser miguxinhos confidentes dos atuais parceiros.  Wow! Quanto adestramento social! Na era da informática também podemos nos dar como robôs, somos programados a lidar com sentimentos de maneira calculada.&lt;br /&gt;
Racionalmente, chego a ter inveja dessas pessoas que garantem lidar com essas coisas de maneira tão superior a minha. Porém, ao cair da cortina vermelha de veludo, a cena que se segue vai da contradição ao ridículo: é choro e xingamento na net pra tudo que é lado. Unfollow nela! Block nele! O famoso “se beber não digite!”&lt;br /&gt;
Vira e mexe eu acabo consolando amigos que agora são inimigos, ex-casal moderno que agora careteou e estão em pé de guerra, amigas que indicaram amigas pro “amigo” e depois ficaram com ciúmes e brigaram. – eu consolo, mas dou risada. Seria até desrespeito não rir de quem faz comédia.&lt;br /&gt;
Mas, pensando no bem estar dessas pessoas. Resolvi dar umas dicas caipiras, pode pegar mal pra geral que é tão moderna quanto você, mas vai por mim só dessa vez:&lt;br /&gt;
- Amigo é amigo, quem trepou deixou de ser amigo. Use o nome que melhor lhe couber, menos o de amigo. A razão é muito óbvia, quando tu chama alguém de amigo para outros amigos, a ideia é de que esta pessoa está tão a disposição quanto os demais. Ou seja, não adianta ter crise de ciúmes ao ver o amigo/a em questão flertando com outros dos seus amigos/as, ou mesmo indo embora da festa com outro...huumm, amigo/a. Sacou?&lt;br /&gt;
- Apresentar o EX pra outras pessoas, significa que tu mereces um lugar no céu e tua alma é realmente pura, sem rancor, sem sentimento de posse, desprovida de ego. Assim, provavelmente não vai se incomodar quando ouvir da boca de terceiros que o  EX disse que nunca sentiu por NINGUÉM (incluindo você que se achava no topo do Everest dele/a) o que sente pela pessoa que tu apresentou. – também acrescentaria que andar juntos na hora de “sair pra pegar” soa mais como provocação do que camaradagem. &lt;br /&gt;
- Sexo é envolvimento sim, alguém sempre termina mal nessa brincadeira. Então, que tal estabelecer algumas regras de cavalheiros como “vamos nos tratar bem e ver no que dá, mas enquanto isso acontece, tu me farias o FAVOR de não aparecer com ninguém na minha frente, nem na frente dos meus amigos como se eu realmente não merecesse qualquer cuidado?” – se ninguém analisar por esse lado, vai acabar tomando a velha resposta fria e dolorosa: - Mas, até onde eu saiba, somos apenas amigos, né? Isso inclui sair com quem eu quiser, incluindo pessoas do teu convívio. E... sem cobranças (engula o choro meu bem)!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou seja, ser moderno é pra quem AGUENTA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-4958347750642678675?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/ILJJcEAe2AQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/4958347750642678675/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=4958347750642678675" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/4958347750642678675?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/4958347750642678675?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/ILJJcEAe2AQ/sexo-amigos-e-rock-n-roll.html" title="Sexo, amigos e rock n’ roll" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/07/sexo-amigos-e-rock-n-roll.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4CQXk8fip7ImA9WhdSE0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-6378180353977660576</id><published>2011-07-22T01:58:00.002-03:00</published><updated>2011-07-22T02:02:40.776-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-22T02:02:40.776-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mario Bortolotto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alvaro de Campos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Nick Farewell" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fernando Pessoa" /><title>Fala que eu te escuto</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rk11QsSpZT4GaHl2GOoZTXobXeU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rk11QsSpZT4GaHl2GOoZTXobXeU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rk11QsSpZT4GaHl2GOoZTXobXeU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rk11QsSpZT4GaHl2GOoZTXobXeU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;A mulher sem reação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu grande amigo escritor, sarcástico e coreano,  Nick Farewell um dia me contou uma história sobre uma mulher sem reação que ele conheceu numa noite qualquer. Ela fazia uma pergunta e ele respondia, e na falta de qualquer reação (ainda que fosse um bocejo!) ele continuava tentando dialogar. Porém se via num monólogo angustiante, ela continuava a encará-lo sem qualquer reação...&lt;br /&gt;
Em minha opinião egocêntrica, aquilo o afundava no mar negro da incerteza sobre o quanto ele poderia estar sendo desinteressante ou cansativo. Ambas as perguntas atingem diretamente no ego, o Yin-Yang do complexo de Édipo. Ninguém quer soar desinteressante, bocejativo ou apenas desprezado sem qualquer forma de delicadeza, ainda que seja uma mentirinha doce “for god sake!” ! –  o desfecho foi surpreendente, de certa forma. Mas, não vou contar a história que é dele.  Prefiro falar de mim (por que ninguém ficou surpreso?)&lt;br /&gt;
Minha irmã espalhou pela redondeza que eu tenho uma maneira “especial” de ouvir as coisas que não me interessam: eu desligo. O que ela deu o nome, carinhosamente, de Modo Sol. Como o mundo é meio aficionado inconfesso dos defeitos alheios, logo minha fama se espalhou e ganhou novos males. Agora sou encarada (ou deveria dizer ouvida?) com desconfiança por aqueles que tentam prender minha atenção com diálogos intermináveis sobre melhorias humanas onde o foco...sou eu! Além disso, meu senso de humor exige muito dos meus queridos. Coitadinhos. E coitadinhos de todos nós que queremos ser coitadinhos de vez em quando, em nome da pureza que não volta mais.&lt;br /&gt;
Mas, a história é outra. Confesso que desligo, mas não é por mal. É por muito mal! É pelo prazer de desligar das coisas que não me interessam e evitar a superpopulação de asneiras que não pretendo colecionar diariamente. Os amigos reclamam do emprego, das mulheres que são “umas vadias loucas”, as amigas têm certeza “by horóscopo” que as outras amigas querem os homens delas (alguém aqui tem síndrome de cachorrinho comprado em petshop, por tanto tem dono/a?), alguns não aguentam mais a companhia vampira dos drogados que têm em volta e outros já falam com ETs! –e eu não deixei por menos: vou casar pela segunda vez!Escorpião, mon'amour!  Mas, alto lá, não menospreze a minha forma de autopunição! Com a licença do mais sóbrio, mais equilibrado e mais sensato dos homens que pisaram poucas quadras de uma cidade de Portugal,  Fernando Pessoa “aka” Alberto Caieiros, Ricardo Reis ou Álvaro de Campos. Esse último Libriano como eu, o Nick e o Mario Bortolotto. Também  Polly J. Harvey, Brett Anderson , Brigitte Bardot, Violeta Parra, Thomas Dörflein...- e uma infinidade de pessoas sensíveis, que esbanjam segurança em terceiros. Acrescentaria que ser previsível e ordinário também é nosso “extra turn on”. Por que eu escrevi isso? Só pra dizer que vou me casar pela segunda vez com alguém de Escorpião. Se eu não tenho pena dos outros, por que teria de mim mesma? E vice-versa – Isso virou astrologia né? Pois Fernando Pessoa se dava ao luxo de desenhar mapas astrais, e assim criou seus heterônimos baseados em seus cálculos. E ele tinha razão. Todo mundo tem razão! É só acreditar.&lt;br /&gt;
Mas, essa história de que “desligo”, mudo de ideia, não transmito segurança as boas almas que em mim confiam seu bem-estar, é calúnia. &lt;br /&gt;
Sou inocente até que finalmente me compreendam! Antes disso, eu também não tenho reações a oferecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-6378180353977660576?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/fg36S5tJF1g" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/6378180353977660576/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=6378180353977660576" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/6378180353977660576?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/6378180353977660576?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/fg36S5tJF1g/fala-que-eu-te-escuto.html" title="Fala que eu te escuto" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/07/fala-que-eu-te-escuto.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE4HQHc-fip7ImA9WhZbFU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-5915072971147679204</id><published>2011-06-12T11:29:00.010-03:00</published><updated>2011-06-19T20:42:11.956-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-19T20:42:11.956-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Não se misture com essa gentalha, Kiko!</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-7epaeFtoAmjK7wbfD8dZKeTO6U/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-7epaeFtoAmjK7wbfD8dZKeTO6U/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-7epaeFtoAmjK7wbfD8dZKeTO6U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-7epaeFtoAmjK7wbfD8dZKeTO6U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Hoje foi um dia que lembrei muito da Dona Florinda, a preconceituosa vizinha do seu Madruga, bom sujeito e alcoólatra pai da Chiquinha que era amiga do sem-teto Chávez. Ela acreditava que, embora morando na mesma vila que todos esses personagens, a educação dela a distinguia dos demais: namorava o professor Girafalis, homem letrado que a tratava com honras e flores. Embora seu filho não fosse um exemplo de caráter, ainda assim ela o defendia por creditar seu mau comportamento às companhias da vila.&lt;br /&gt;
Parece hipócrita, não? Pois é bem assim que nós somos, especialmente, entre os nossos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumo dizer às pessoas que sou extremamente ocupada, e sou mesmo. Faço questão disso. Sou o tipo que abre mão da vida social por acúmulo de trabalho. Do contrário acabo me juntando a pessoas de caráter duvidoso e acabo pondo o meu em dúvida. Ah, claro: são meus queridos amigos! Não todos, óbvio. Pois que a natureza é piedosa e abriu mão de algumas exceções.&lt;br /&gt;
Os mais desavisados costumam assimilar meu “humor-porquinho” à falta de tato. E os mais desavisados ainda, costumam assimilar minhas piadas a certo descuido das coisas que ouço e vejo. Confesso que muitas coisas passam despercebidas por mim, normal. Acima de tudo sou “voyeur”. Eu gosto disso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eis que TODAS as minhas contas virtuais foram “roubadas” por algumas horas hoje. Eu prefiro o termo “roubar” por que uma vez que se toma posse do que não te pertence, logo se pode chamar de roubo. É bonitinho morar no Brasil e usar palavras em inglês como “hacker”, mas é isso é mascarar o peso da sentença. Hipocrisia “cool”. Acho que foi divertido pra quem fez isso, pois pôde mandar recados que eu não mandaria aos meus amigos. O que fez com que as pessoas viessem me alertar sobre a tal possibilidade.&lt;br /&gt;
Quando me dei conta disso, já à noite, comecei a me perguntar como isso poderia ter acontecido e por quê? Cogitei algumas possibilidades, mas preferi descartar em nome da diplomacia. Por outro lado, tenho vontade de aplaudir a mim mesma por bom-mocismo: eu confio em todo mundo! Usava a mesma senha para todas as contas, e deixava a vista de qualquer pessoa como crédito na humanidade. Heróico isso, não? Pois o resultado foi de seis horas perdidas ligando pros amigos, recuperando tudo e mudando senhas. Não sem antes ouvir ironias amistosas do tipo “Mas por que alguém faria isso contigo?” – em palavras diretas seria “você causa ódio nas pessoas”. &lt;br /&gt;
Bom, ódio seria um termo mal empregado. Mas, não gosto de usar termos rasteiros para traduzir sensações similares em seres IDEM. &lt;br /&gt;
Cogitei a possibilidade, depois da Marcha das Vadias, de fazer uma marcha pela CORAGEM de falar na cara aquilo que sempre acabam falando pelas costas. E o fato de eu estar sempre ausente, e FAZENDO algo, acaba deixando meus ‘queridos’ muito a vontade para isso. No geral eles se reúnem semanalmente com a única ocupação de discutir sobre a vida alheia. Isso tem lá sua importância, concordo. É menos triste que suicídio coletivo, né?  Assim, vivemos na mesma pacífica vila e não somos iguais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, longe de mim ser vítima. Odeio isso. Até por que só considero inimigas as pessoas que eu admiro, o resto nem percebo. Então, presumo que aqueles que estão ao meu lado mas me vêem como tal, é pela mesma razão. Logo brota um sorrisinho de canto de boca: sim, vocês me amam! E Álvaro de Campos tem razão: As cartas de amor se há amor, têm de ser ridículas. –essa foi uma maneira RIDÍCULA de demonstrar tanto amor por mim!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-5915072971147679204?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/yEuEUHoUxuo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/5915072971147679204/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=5915072971147679204" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/5915072971147679204?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/5915072971147679204?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/yEuEUHoUxuo/nao-se-misture-com-essa-gentalha-kiko.html" title="Não se misture com essa gentalha, Kiko!" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>9</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/06/nao-se-misture-com-essa-gentalha-kiko.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cGSXw7fSp7ImA9WhZVGUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-2028190766385193691</id><published>2011-06-01T12:10:00.000-03:00</published><updated>2011-06-01T12:10:28.205-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-01T12:10:28.205-03:00</app:edited><title>What happens if I choose to ping weblogs.com?</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/44MqxGnu4Sv6TOU3s0JhALyiUsY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/44MqxGnu4Sv6TOU3s0JhALyiUsY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/44MqxGnu4Sv6TOU3s0JhALyiUsY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/44MqxGnu4Sv6TOU3s0JhALyiUsY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://www.google.com/support/blogger/bin/answer.py?hl=pt-BR&amp;amp;answer=41393&amp;amp;ctx=share"&gt;What happens if I choose to ping weblogs.com?&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-2028190766385193691?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/RhBNsnjggC0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.google.com/support/blogger/bin/answer.py?hl=pt-BR&amp;answer=41393&amp;ctx=share" title="What happens if I choose to ping weblogs.com?" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/2028190766385193691/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=2028190766385193691" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/2028190766385193691?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/2028190766385193691?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/RhBNsnjggC0/what-happens-if-i-choose-to-ping.html" title="What happens if I choose to ping weblogs.com?" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/06/what-happens-if-i-choose-to-ping.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcMSX85fCp7ImA9WhZVF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-4147225340643453745</id><published>2011-05-30T07:05:00.003-03:00</published><updated>2011-05-30T07:08:08.124-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-30T07:08:08.124-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Slut Walk  Brasil</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a0fYAmO2MXmwDzPsHWPy7v89gbM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a0fYAmO2MXmwDzPsHWPy7v89gbM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a0fYAmO2MXmwDzPsHWPy7v89gbM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/a0fYAmO2MXmwDzPsHWPy7v89gbM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Marche contra teu preconceito!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Tudo começou no Canadá com um policial que foi a TV sugerir que as universitárias se vestissem de outra maneira de modo a evitar 'crimes sexuais”...-quando li essa matéria senti que vivemos em estado de alerta sexual: é mulher, tome cuidado!&lt;br /&gt;
Na sequência recebi o convite para participar desse movimento por aqui, e aceitei prontamente. Afinal é disso que venho falando tanto nesse blog há alguns anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro dia, um funcionário do meu prédio que sempre tratava de “precisar” do elevador no momento em que eu entrava nele, resolveu dar um passo mais ambicioso (já que sempre respondi com educação os elogios maçantes que recebia diariamente dele): ele me interfonou e disse, com voz adocicada que quando eu estivesse “disponível” era pra avisar que ele gostaria de subir e falar “uma coisa” comigo. Na sequência desci, aproveitando a presença do zelador, e perguntei o que ele queria. Ele ficou sem jeito, mas continuou afirmando que “era só comigo, e ele subiria depois”. Então senti que precisava esclarecer que aquilo não era um convite, e gostaria que ele falasse comigo na frente do zelador – este passou a questioná-lo também. Em resumo, ele se recusou e quando entrei no elevador, pude ouvir o zelador dando continuidade no questionário iniciado na minha presença. A sós com o zelador, ele me explicou que o rapaz lhe disse que sabia que eu morava sozinha, era uma “vadia” e ele também queria se divertir um pouco, afinal sempre me mostrei simpática às suas investidas diárias. Assim, fui aconselhada a “não dar confiança” aos funcionários do prédio, pois eles ficavam falando que eu estava “me oferecendo” com aqueles shortinhos que eu uso pra correr de manhã. Me senti VIOLADA, suja e indigna de defesa ou respeito. Chorei por horas desacreditada na educação dos homens. Que selvagens irracionais! A minha roupa foi mais relevante do meu trato diário para com eles. Eu poderia ignorá-los, tratá-los como réles e insignificantes funcionários, mas minha educação não permite distinção de classes, e sim de caráter.&lt;br /&gt;
Quando fui questionada sobre minha participação nesse movimento, dei as seguintes respostas:&lt;br /&gt;
Eu vejo a prostituição como uma profissão qualquer: alguém quer sexo sem romantismo, alguém oferece esse "serviço". Honesto.&lt;br /&gt;
Mas, existe um sentido duplo no nome desse movimento. Infelizmente para os "homens de bem", a roupa define a mulher SIM. Embora sejam os "homens de bem, principalmente" que pagam as "sluts", lembrando que estes são os primeiros a usar verbos agressivos em relação a opção visual das mulheres. Logo: a roupa faz a pessoa, o caráter é o de menos uma vez que seja aceito pelas "qualidades" pré-estabelecidas por uma sociedade hipócrita e preconceituosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gosto de usar roupas curtas, botas altas, batom vermelho. A razão é simples, me sinto bonita nesses trajes. O que tu dirias se me visse vestida assim? Outro fator interessante é que de vez em quando sou intelectualmente questionada porque já posei nua algumas vezes. Mas, hey! Nudez pra mim é algo natural. Nós nascemos assim, porque essa vergonha de possuir órgãos sexuais, e por que isso me diminui como pessoa? E quando recuso uma cantadinha qualquer, logo sou saudada (pelo mesmo) com o que há de mais lisonjeiro na língua portuguesa. Sutilezas como vadia, puta, vagabunda já fazem parte do meu dia-a-dia. Embora não seja profissional do sexo, eu as respeito muito, e sinto vergonha de viver num pais que vende essa imagem e não regulariza a profissão.  Que aliás, é a mais antiga do mundo! E insisto em chamá-la de honesta. Vide nossos políticos, faça um paralelo.&lt;br /&gt;
Por outro lado, me entristece muito a posição MACHISTA de algumas mulheres que vieram questionar esse movimento com medo de parecer “objeto sexual” por causa do nome. Eu pergunto por que tanto medo? Uma mulher chama a outra de vadia, julga isso pelo número de parceiros sexuais que a outra teve, embora saiba que não é isso que molda o caráter dela. &lt;br /&gt;
Recebemos uma educação opressora onde usamos dois nomes para a mesma situação: uma mulher que transou com vários homens é uma “vadia”. Um homem que transou com várias mulheres é “experiente”. –precisamos refletir melhor sobre isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também percebi o receio de algumas mulheres em aderir a causa (e o anseio de alguns homens de ver isso de perto), acreditando se tratar de uma festa à fantasia onde todas vamos semi-vestidas, e vamos competir esteticamente.  Definitivamente não se trata de nenhum concurso de Miss. É apenas uma marcha pela nossa liberdade de escolha sem MAIS repressões. Então, mulheres: unidas chegamos mais longe!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conto com vocês dia 04 de junho!&lt;br /&gt;
Local:&lt;br /&gt;
Praça do Ciclista&lt;br /&gt;
Av. Paulista entre Consolação e Rebouças&lt;br /&gt;
São Paulo, SP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até lá!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-4147225340643453745?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/PZjwjWAbL-I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/4147225340643453745/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=4147225340643453745" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/4147225340643453745?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/4147225340643453745?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/PZjwjWAbL-I/slut-walk-brasil.html" title="Slut Walk  Brasil" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/05/slut-walk-brasil.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkcHSXkyfCp7ImA9WhZVEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-1613133454175430357</id><published>2011-05-24T21:39:00.002-03:00</published><updated>2011-05-24T21:40:38.794-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-24T21:40:38.794-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Ajaxxx News: o Super Herói da Noticia.</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/atcNOIx4yKDU_IN41wkfMurv3Rk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/atcNOIx4yKDU_IN41wkfMurv3Rk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/atcNOIx4yKDU_IN41wkfMurv3Rk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/atcNOIx4yKDU_IN41wkfMurv3Rk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Ele é rápido, ágil e quase eficiente, porque a notícia não tem dia nem hora pra ser dada!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já ouviu aquela velha frase “quer saber de mim, pergunte pra fulano de tal (nome aqui)”? Pois bem, eu posso matar a todos de inveja nesse momento por duas razões: não sendo eu a pessoa de suma importância que tem seu próprio agente pra tratar de seus assuntos pessoais,  e nem moro em um mundo fantástico (porque São Paulo, vamos combinar...), posso garantir a todos o seguinte: eu tenho um agente encarregado de dar notícias a meu respeito, bem como posso contar com o Clark Kent do rock: Ajaxxx News.&lt;br /&gt;
Quando eu me perco entre meu ontem, meu hoje e...há! Pasmem, meu amanhã! Então eu consulto meu Super Herói honorário, ele sempre sabe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou contar como o encontrei há uns 10 anos atrás. Eu namorava um cara mais velho, músico, que era muito amigo dele. Eles tinham uma relação interessante. Ela chamava as namoradas desse cara de vadias, e ele ficava sem jeito de discordar. Até o dia em que a namorada era ...aahhh, EU! Em mim ele encontrou alguma resistência em aceitar pacificamente o “elogio”. Logo recebi outros adjetivos: manipuladora, vagabunda e alpinista social.&lt;br /&gt;
Bom, digamos que o primeiro me soou familiar, o segundo me pareceu pouco criativo, e o terceiro já denotou despeito. Porra! Alpinismo social mal visto em São Paulo? Estamos falando da mesma cidade, mon chéri? Aqui só reclama disso aquele que não conseguiu escalar nenhum montinho se quer!&lt;br /&gt;
Aqui foi o lugar onde realmente descobri que cara tinha a maldade. Quando ouço as fofoquinhas de vizinha que minhas amigas e sobrinhas lá de Cascavel-PR reclamam (e eu também reclamei um dia), chego a sentir inveja da inocência daquele povo. Eles não sabem o gosto de se sentir usado por que tem um rosto bonito ou uma posição social idiota, mas que serve pra alguém que esteja abaixo disso (e sempre tem). Desconhecem a sensação de se sentir descartável por que “no momento” não têm nada para oferecer que se encaixe na ambição daqueles que estão por perto, e num segundo plano ser parte de uma repescagem dos sobreviventes mais talentosos. Definitivamente São Paulo não é para os fracos. Me choca quando vem alguém pedir retaliação de crimes que envolvem meu nome, quando todos os cometemos em matilha de lobos maus. Sorry, my lovely city, but now I’m so part of you (…) You should bless me.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, eis que um dia nossa relação pouco amistosa, porém deveras velada em nome do namorado e também amigo, ganhou luz própria. Às claras declaramos nosso mútuo desamor. Ele, na sua indubitável elegância tratou de investigar cada passo que dei atrás de uma prova qualquer de desvio de caráter para com o amigo. Para algumas pessoas a liberdade de ir e vir flerta com a falta de caráter. Ponto de vista preconceituoso, claro.&lt;br /&gt;
E nessa empreitada ele estava com um pouco de sorte - se é que podemos chamar de sorte- sua então namorada também não morria de amores por mim (presumo que era o espelho que a deixava assim). Depois de algum tempo conseguiram cavar algumas evidências de uma suposta infidelidade, e nessa época eu era romântica a esse ponto, assim meu namoro quase desceu ladeira abaixo. Tive algum trabalho em recuperar meu prestígio na relação, e senti que era hora de revidar. E para minha surpresa, e contentamento, o que veio a seguir faria o mais brocha dos brochas gozar por dias seguidos: o coitado cuidou tanto da minha vida que não percebeu que sua namorada o ajudou a criar um “paralelo” entre eu e –segundo ela – seu melhor amigo por uma única razão: ela estava com ciúmes de mim e só queria me tirar de circulação porque na verdade tinha um affair com o best friend em questão. Na verdade, meu famigerado inimigo não passava de um corno. Quanta desilusão. Como se já não fosse suficiente ter de sofrer com os chifres da ex-namorada gaúcha que lhe havia deixado chorando na sarjeta. Mas que sina!&lt;br /&gt;
Um tempo depois terminei com o amigo dele, para a alegria geral. Porém ele nunca deixou de noticiar sobre minha vida, e até que era bom de polêmica. Muito da minha fama, que tanto atrai odiosos e simpatizantes eu devo a ele. Nesse quesito eu também resolvi colaborar, usei a magreza dele pra levantar suspeitas sobre a sua “saúde”.&lt;br /&gt;
Tempos depois entramos num “acordo de cavalheiros” em nome das nossas honras já irrecuperáveis: amigos! E entre amigos não se denigre imagem, certo? &lt;br /&gt;
...e assim fui tendo mais notícias a meu respeito que saiam das páginas amarelas do Super Herói Ajaxxx News, o homem por detrás da máscara que estará pra sempre disposto a desmascarar essa megera do mal. Seja aqui ou...de POA a Sta. Catarina!&lt;br /&gt;
Agora é cobertura nacional. Sabe-se que a última vez que ele tentou fazer justiça foi há menos de duas semanas, de madrugada, de SP para Sta Catarina. Precisava alertar sobre mais um dos meus golpes, porém...chegou tarde outra vez.&lt;br /&gt;
É uma batalha do bem contra o mal, mas bem sabemos: os vilões são mais charmosos. I’m sorry Ajaxxx News.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Se você leu esse texto e sente que tem muitos vilões a desmascarar por aí, saiba: você não está sozinho! Nosso Super Herói da noticia mora em São Paulo! Ele sempre sabe algo a mais de quem tu nem imagina!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
;D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-1613133454175430357?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/zsRaV3IDiz8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/1613133454175430357/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=1613133454175430357" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/1613133454175430357?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/1613133454175430357?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/zsRaV3IDiz8/ajaxxx-news-o-super-horoi-da-noticia.html" title="Ajaxxx News: o Super Herói da Noticia." /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/05/ajaxxx-news-o-super-horoi-da-noticia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8FQXw_fyp7ImA9WhZVEE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-3876140676414353865</id><published>2011-05-21T14:53:00.001-03:00</published><updated>2011-05-21T23:20:10.247-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-21T23:20:10.247-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Fábio, eu te amo!</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WzKk8gPy-5dg3k9Fy3GevhRIxkg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WzKk8gPy-5dg3k9Fy3GevhRIxkg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WzKk8gPy-5dg3k9Fy3GevhRIxkg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WzKk8gPy-5dg3k9Fy3GevhRIxkg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Hello, stranger!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheguei da gravação do clip da Baby Doll ontem, e tinha presente me esperando na portaria. Quando abri quase não acreditei: Histórias Para Ler no Cemitério. -Uma seleção de 13 contos escolhidos pelo MESTRE Alfred Hitchcock. &lt;br /&gt;
Quase chorei, mesmo!&lt;br /&gt;
Tava falando nesse livro esses dias, eu sempre falo. Falo pra todo mundo, aliás.&lt;br /&gt;
Eu tinha esse livro (roubei na biblioteca da escola) quando tinha 16 anos porque não achei pra comprar, e eu PRECISAVA chamar esse livro de MEU. Mas, como esse é mundo é mesmo redondo, alguém fez o mesmo comigo. E com tantos outros livros.&lt;br /&gt;
Aliás, bem nessa época comecei a sentir uma sombria “mágoa literária” que me acompanha até os dias de hoje: leve meu dinheiro mas não toque nos meus livros!&lt;br /&gt;
Livro não se empresta. Fato. Ninguém terá o mesmo amor e respeito que tu tiveste ao manter o mesmo na estante, ou quando o procurou exaustivamente para enfim chamá-lo de TEU.&lt;br /&gt;
Isso não tem a menor importância para aquele que o viu ali, fácil. E mais fácil foi parar nas mãos dele. Pra que devolver, né?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E agora sinto que paguei minha dívida literária por haver roubado o tal livro na adolescência, pois tive que aprender à duras penas que livro merece respeito. E o dono merece tê-lo de volta por ter a boa vontade de emprestá-lo contando apenas com a decência daquele que se compromete em devolvê-lo. &lt;br /&gt;
O tal livro me chegou de maneira inesperada, e ....não sei quem é o Fábio que me presenteou! Há!&lt;br /&gt;
Sinto vergonha, claro. Por que ando por aí falando até com as paredes, e talvez as pessoas pensem (alguns já me disseram isso) que eu lembro de todos por que devo associar o nome ao assunto. Mas, isso nunca acontece.&lt;br /&gt;
Eu falo por que bebo, e vice-versa. E se eu não vejo a pessoa mais de três vezes, provavelmente pedirei desculpas pela pouca educada memória, e mandarei o clássico “mas, de onde nos conhecemos mesmo”?- E, como eu ODEIO fazer isso!&lt;br /&gt;
Parece descaso, mas é só memória de Linguado mesmo, renova a cada três segundos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, vejam o Fábio que eu não consigo lembrar quem é, quanta sensibilidade! Devolveu uma parte frustrada da minha adolescência. Sou toda sorrisinhos estridentes hoje. I got my book back! E, claro. Não vou emprestá-lo jamais! Esse rapaz merece tudo! Merece alguém melhor do que eu, óbvio!&lt;br /&gt;
E as mulheres ainda reclamam que todos os homens são iguais...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Título original:&lt;br /&gt;
STORIES TO BE READ WITH THE LIGHTS ON (1973)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-3876140676414353865?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/q5LCNZw26lc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/3876140676414353865/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=3876140676414353865" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/3876140676414353865?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/3876140676414353865?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/q5LCNZw26lc/fabio-eu-te-amo.html" title="Fábio, eu te amo!" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/05/fabio-eu-te-amo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEUDRnc7eyp7ImA9WhZWEEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-1401176743277325442</id><published>2011-05-09T17:18:00.004-03:00</published><updated>2011-05-10T12:44:37.903-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-10T12:44:37.903-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Dose dupla ou Double Fuck!</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yDVU9rQY1OQOvVmIFJSlpnEGhCo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yDVU9rQY1OQOvVmIFJSlpnEGhCo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yDVU9rQY1OQOvVmIFJSlpnEGhCo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yDVU9rQY1OQOvVmIFJSlpnEGhCo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;O destino da ex.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha amiga chegou toda afobada, com um sorriso que se não botasse pra fora poderia explodir por dentro. Estava louca pra me contar as últimas sobre seu novo namorado, que ela passou a dizer que amava em uma semana de intenso romance iniciado numa balada qualquer.&lt;br /&gt;
_Gata, tu não vai acreditar nas coisas que o Théo me contou sobre a ex dele!&lt;br /&gt;
_Como assim “contou” da ex? E ela lá é assunto entre vocês?&lt;br /&gt;
_Claro! Preciso saber com que tipo de mulher ele andou antes de mim, né?&lt;br /&gt;
E, assim ela me contou tudo o que havia de mais baixo e vulgar sobre ela. Ele a considerava ruim de cama, tinha mau hálito, frequentava psiquiatra pra controlar os ciúmes, as celulites eram desestimulantes, ele a deixou e ela vivia atrás dele. Essas e outras desqualificações elevaram o ego da minha amiga ao infinito. Ela era a melhor em tudo, e na primeira oportunidade que tivesse despejaria isso na cara da pobre ex-namorada. Fiquei meio sem reação, pois aquilo não me soou nada elegante da parte de um homem. Mas, nós somos mulheres e não suportamos a sombra da ex, e elogios então? Dá vontade de terminar tudo na hora!&lt;br /&gt;
Dias depois minha amiga voltou a contar mais sobre a ex: era uma vadia, por isso ele a traia! Bem merecido, segundo minha amiga. –Não acha?&lt;br /&gt;
_Olha, sabe o que eu acho?&lt;br /&gt;
_O quê? Tu concorda, né? – ela parecia fora de si de tanto amor (?)&lt;br /&gt;
_Quando tu terminou com o Vinicius, ele ficou te difamando? – a cara dela mudou nessa hora.&lt;br /&gt;
_Mais ou menos... Ele disse que eu era desequilibrada, contou de brigas que tivemos pra pessoas próximas. Não foi educado, na minha opinião.&lt;br /&gt;
_Tu nunca foi fonte de equilíbrio e disso todo mundo sabe. Mas, e se o Vinicius fosse o Théo?&lt;br /&gt;
_Como assim? &lt;br /&gt;
_Imagina se tu chegar ao posto de ex do Théo... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vagabundos, uni-vos! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O crime compensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse mundo é um mar de angústias e angustiados. Todos sofrem de algum distúrbio de personalidade porque estão sempre atrás daquele que gostariam de ser.&lt;br /&gt;
Trabalhadores, vocês me cansam!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, alto lá! Ser vagabundo não é ser perdedor. Pra tudo nessa vida é preciso talento.&lt;br /&gt;
Vagabundo que se preze goza de má fama, dorme a acorda quando quer, frequenta bons lugares (ou quaisquer lugares), tem amigos divertidos e recebe muitos elogios por que é mais criativo. E ainda envelhece mais devagar! Entendeu a diferença?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, falando nisso (escrevendo, deerrrr), é graças à vagabundagem cool do Edu K (Yes. Popozuda himself), o Talking Vaca está de cara nova. Não só cara, mas fazenda nova, baby! Estou amando-o-o-o-o! &lt;br /&gt;
Aí tu pensa, ok essas vacas, o verde do gramado...lindo. Mas, e essa MAMADEIRA na mão?&lt;br /&gt;
Eu explico: eu mamo mamadeira, o e Edu K também. Mas, antes que tu considere isso deveras freak, saiba você que eu poderia listar um número incontável de nomes. Não sei se gostariam de ser citados... &lt;br /&gt;
Ainda vamos criar nossa própria marca de mamadeiras rock n’ roll. Vai virar moda, claro.  Como tudo nesse mundo super original (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora vou fazer meu mamá, jogar um pouco de Poker e tirar um cochilo pra refletir melhor sobre a vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
xoxoxo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-1401176743277325442?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/Eoh8vW-kJ4I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/1401176743277325442/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=1401176743277325442" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/1401176743277325442?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/1401176743277325442?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/Eoh8vW-kJ4I/dose-dupla-ou-double-fuck.html" title="Dose dupla ou Double Fuck!" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/05/dose-dupla-ou-double-fuck.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcMQHk7fSp7ImA9WhZXFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-7459565035279399214</id><published>2011-05-06T05:28:00.011-03:00</published><updated>2011-05-06T09:48:01.705-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-06T09:48:01.705-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Sou feliz, e eu te PROVO!</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0RlBu1xKNl2UY5OhBFZQMW0J-rs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0RlBu1xKNl2UY5OhBFZQMW0J-rs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0RlBu1xKNl2UY5OhBFZQMW0J-rs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0RlBu1xKNl2UY5OhBFZQMW0J-rs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Enquanto isso na Seção de Auto-Ajuda...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinto que vivemos em uma disputa desleal pela tal “felicidade”. Nas redes sociais os recados são claros: Estou muito FELIZ! Fim de semana mais FELIZ da minha vida. Sou a pessoa mais FELIZ do mundo! – e leia nas entrelinhas: momento de provocar, de parecer superior às tantas pessoas que estão lendo essa mensagem agora.&lt;br /&gt;
Chega a soar agressivo, me sinto a minoria “infeliz” que não freqüenta terapias, psicólogos ou vive (muito feliz, diga-se de passagem) a base de antidepressivos.&lt;br /&gt;
Não que eu veja algo de negativo em passar por essas etapas, acho que se for necessário tem que tratar sim.&lt;br /&gt;
Mas por favor, não venha ‘me chutar na cara’ esse tal estado de espírito de cunho duvidoso.&lt;br /&gt;
E eis que tenho meus próprios (pré)conceitos sobre esses sorrisinhos perolados da internet: vocês seriam, facilmente fotografados – por algum inimigo, claro- na Seção de Auto-Ajuda das melhores livrarias de São Paulo e região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou contar uma história que me aconteceu, e me deixou deveras constrangida. Pois não sendo eu uma pessoa séria, ainda assim tenho lá meus princípios: livros de auto-ajuda aqui não entram. Até por que o único que terei na minha estante, no futuro, será o que eu mesma escrevi. Explico-me, esse é o tipo de obra que ajuda a uma única pessoa: o autor. É o famoso presente de grego, não se dá à pessoas que queremos bem. Até por que essas pessoas podem ter alguma dificuldade de ver um palmo à sua frente, e precisam que alguém sempre lhes mostre o caminho da “verdade/felicidade”. Prefiro praticar logo a famosa e antiga arte de manipular. Soa-me mais honesto, e minhas amigas agradecem os conselhos recebidos. Meu ego agradece os aplausos.&lt;br /&gt;
E retomando o assunto: ano passado eu me forcei a uma relação fadada ao fracasso. Ao contrário dos livros que “ensinam” mulheres a maneira correta de tratar os homens, como se eles fossem nossos inimigos, e inclusive fugindo à condição de humanos que abrange à ambos os sexos, eu ainda acredito na educação e nos bons tratos. Fugiu à essa regra, é chifre acompanhado de piadas maldosas em público  na certa. É, eu não costumo mandar passear sem antes jogar um pouco de Xadrez nas costas daquele que ousou desafiar meus limites da tolerância e dos bons modos. E foi exatamente nessa ordem o desenrolar dos fatos.&lt;br /&gt;
Mas, consciência pesada é uma merda, e acreditem ou não: às vezes eu sinto isso!!!&lt;br /&gt;
E eis que fiquei “a lil bit sad”, no colo de outro - é bom frisar, né?&lt;br /&gt;
Assim minhas amigas (o que seria da minha vida sem elas?) vieram com seus conselhos no estilo “chutar cachorro morto”. Não obstante e contentes de ver o Aquiles que vos escreve derrotado e morto, ainda resolveram me dar uma “dica” de como melhorar meu desempenho social com os homens e nisso estava incluso... ADVINHA? &lt;br /&gt;
Eis que meu quarto é invadido por duas amigas com um livro na mão, e caras graves. Eu PRECISAVA ler aquilo, era o momento: Por Que os Homens se Casam com as Mulheres Poderosas, de Sherry Argov. Me recusei, eu tenho uma séria dúvida entre o que me deixaria mais constrangida ao ser pega fazendo: comprando um livro desse naipe ou roubando aro de bicicleta. Fora o quanto eu considero “inteligente” quando as pessoas associam o prazer de ser solteiro à uma vida fracassada afetivamente. Quase briguei, realmente me senti ofendida. PORRAAA!!! Mas, elas estavam decididas a não deixar o quarto enquanto eu não folheasse o dito cujo na frente delas. &lt;br /&gt;
Bom, resolvi confirmar as obviedades de sempre e me deparei com algo que me chocou de verdade: a conduta que ela aconselhava era a resposta mais agressiva que uma leoa pode dar na selva quando quer rejeitar um leão fraco. Dentre as pérolas, tinha essa: caso ele te peça (pedir é educado, lembre-se) que tu use um espartilho com meias 7/8 (bem feminino, não?), diga apenas que não faz teu estilo e recuse-se. – Parei aí, não dava pra continuar tamanha estupidez. Era mulher CONTRA homem. MEOLDEOLS!&lt;br /&gt;
E o pior veio depois. Recebi uns amigos em casa, e como de praxe foram pra estante ver os livros, e eis que essa maldição literária cai no chão. Meu amigo começou a rir quando viu o título, mostrou para os demais convidados e eu fiquei alí explicando que não era meu -mas eu moro sozinha! - virei piada, óbvio. Em sã conciência, quem não vivaria?&lt;br /&gt;
Acho que a Sherry nunca ouviu falar em respeito, igualdade e educação. E minhas amigas não sabem conviver com homens que não as manipulem e mostrem quem manda. E assim elas ficam encontrando a VERDADE em livros de auto-ajuda, macumba, ufologia, astrologia...Felizes! E, como tantas outras pessoas igualmente felizes, esfregam nos olhos daquela média de "1000 amigos", na condição de sub-celebridades virtuais o quanto são felizes.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Morram de inveja, mortais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-7459565035279399214?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/Kb27pxg1b68" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/7459565035279399214/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=7459565035279399214" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/7459565035279399214?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/7459565035279399214?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/Kb27pxg1b68/sou-feliz-e-eu-te-provo.html" title="Sou feliz, e eu te PROVO!" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/05/sou-feliz-e-eu-te-provo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkEAQ3ozeip7ImA9WhZQEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-3816510979788608667</id><published>2011-04-17T20:11:00.003-03:00</published><updated>2011-04-17T20:57:22.482-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-17T20:57:22.482-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Meu livro, teu pau = cansativos clichés.</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dyJ1b-E6HaY965BTgkLbKq61cbc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dyJ1b-E6HaY965BTgkLbKq61cbc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dyJ1b-E6HaY965BTgkLbKq61cbc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dyJ1b-E6HaY965BTgkLbKq61cbc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Embora eu deteste fazer comentários deselegantes, pois eles sempre soam como indiretas que eu não costumo dar. Quem me conhece um pouco (nem precisa muito), já sabe que desse mal não padecerei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, é o seguinte HOMENS:&lt;br /&gt;
Não peço que não se aproximem de mim, mas eu ainda prezo a elegância com alguma criatividade. Na verdade ter a dita  elegância já  é algo criativo hoje em dia...Enfim, eu sei que  minhas curvas é a primeira qualidade que vem na cabecinha de vocês. Mas, aí entra um ‘porém’ que dificulta um pouco a abordagem de pedreiro que vocês costumam usar por aí (e as vezes funciona mais que secar tênis atrás da geladeira), ela  escreveu um LIVRO! E agora? Como fazer uma mulher gostosa (que supostamente deveria ser apenas isso pra facilitar) e algo inteligente cair num chavequinho comum?&lt;br /&gt;
Aí é que entra a "brilhante" idéia de vocês: abordar a moça, cobrí-la de elogios, dizer que as fotos estão "sensuais" (porque qualquer mortal sucumbe à própria vaidade), e numa tacada final - de mestre! - dizer que quer comprar o livro dela.&lt;br /&gt;
Claro, nessa hora ela vai se desdobrar em atenção, afinal quer vender seu peixe e conquistar mais leitores (sim, ela te confundirá com um LEITOR que possivelmente não o é). Na sequência tu pergunta onde encontra o livro dela - ela finge que acredita, afinal é muito simples saber disso hoje em dia: GOOGLE, baby - Então ela te passa o link. Então tu pergunta DENOVO em qual LIVRARIA tu pode comprar - ela finge ter paciência com tua ignorância, preguiça e ensaio de malandragem de quinta categoria, e explica que o livro só saiu em Portugal, as compras por aqui, só mesmo virtual (use your credit card and stop bullshiting her, damn!). E, é nessa hora que tu se supera: diz que não tem cartão de crédito (e ninguém que tu conheça tem, Mr. Real Reader?), e que gostaria de comprar mas só se fosse das mãos “dela” (de escritora à vendedora...?)! Diz que pode “encontrá-la pra uma “cerveja – aaffff” e já compra o livro, ela assina e tal. Também faz uma observação cretina seguida de uma pergunta idiota. Pergunta se o livro (pensa nas curvas dela e acredita que ela não percebeu isso) é ERÓTICO, pelo nome. WTF??? Ela responde que não, diz que é POESIA. Então o pretendente finaliza perguntando qual é o “estilo” literário dela, basicamente o tipo de pergunta que AGRIDE profundamente qualquer autor que se preze e odeia se sentir “rotulado”.  Resultado, a moça perdeu a paciência e te deixou falando sozinho, não sem antes – e sem que você perceba porque te falta sensibilidade pra tanto – fazer umas piadinhas sarcásticas que te façam perceber-se como o ignorante que realmente o é. Fim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que eu quero dizer com esse texto? Bom, gostaria de dizer que isso não é original, na verdade eu DETESTO esse tipo de abordagem! Somos adultos e queremos sexo, com pessoas interessantes, melhor ainda! Mas me poupem de tamanha decepção com a classe masculina. Colaborem um pouco, porra!&lt;br /&gt;
Sim, eu escrevi um livro e quero que o mesmo venda muito, e propaganda é a alma do negócio, como todos sabemos bem. Mas, não escrevi apenas UM LIVRO, eu escrevo esporadicamente aqui nesse blog, escrevo poemas em outro chamado “de amor e de morte”, e me sinto ridicularizada quando vejo que um homem, além de me resumir à uma única obra, ainda subestima meu senso de percepção porque eu tenho curvas que não combinam tanto com o meu grau de conhecimento.&lt;br /&gt;
Em compensação, sou capaz de ser vista na companhia de homens que em nada tentaram me impressionar, agiram de maneira natural, e me inspiraram alguma admiração. E na maioria das vezes, são os mesmos homens que são motivo de piadas na boca desses que vêm me tentar com as abordagens rasteiras de sempre.&lt;br /&gt;
Então, quem está sendo o idiota nessa história?&lt;br /&gt;
Think twice, dudes!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu livro, OUTRA VEZ: &lt;br /&gt;
http://worldartfriends.com/store/1019-solange-de-re-jogos-de-adestramento.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-3816510979788608667?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/NGxSZ3bMGZ4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/3816510979788608667/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=3816510979788608667" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/3816510979788608667?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/3816510979788608667?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/NGxSZ3bMGZ4/meu-livro-teu-pau-cansativos-cliches.html" title="Meu livro, teu pau = cansativos clichés." /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/04/meu-livro-teu-pau-cansativos-cliches.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkAGRHs9fip7ImA9WhZWEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-8539989834656971148</id><published>2011-04-15T12:41:00.004-03:00</published><updated>2011-05-10T01:12:05.566-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-10T01:12:05.566-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Confessions of a broken heart</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UOpNVJDUaXJE5256_z2dQQSM9iU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UOpNVJDUaXJE5256_z2dQQSM9iU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UOpNVJDUaXJE5256_z2dQQSM9iU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UOpNVJDUaXJE5256_z2dQQSM9iU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Leia esse texto ouvindo, no talo, Bee Gees tocando “Emotions”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há alguns dias eu venho andando pelas ruas, mas elas parecem que perderam a cor e os atrativos de outrora (e eu amo caminhar pela manhã justamente pelas cores!). Hoje, finalmente, constatei: ou preciso de novas histórias pra contar, ou elas nunca mais terão suas cores de volta. Porque essas cores saem de dentro de mim, o verde avivador, o cintilante do sol, o amarelo, cor-de-rosa, o violeta das flores e até o cinza do asfalto. Tudo não passa de um eterno fim de tarde de inverno entre o ocre e o marrom. Oops, esqueci: também já não sinto frio ou calor. Salvo a ressaca de ontem, não me lembro de ter outra sensação.&lt;br /&gt;
Assim dei-me o diagnóstico que tanto queria evitar: coração partido em mil pedaços.&lt;br /&gt;
Maybe you find me a cold bitch, but I’m just a cow with a heart broken.&lt;br /&gt;
Mas, antes de concluir que alguém como eu deve estar andando com os piores partidos possíveis, respire fundo e leia com atenção: não ando e nem gosto de canalhas.&lt;br /&gt;
Eles me dão preguiça, porque é vencer na mesma categoria, e nessa já sou invicta há muito tempo.&lt;br /&gt;
Mas os bonzinhos também partem corações, e dói mais porque não é intencional. A pureza é deveras agressiva nesse caso. Vai contra os princípios deles isso de causar a dor a quem os quer bem. Sendo assim não há revolta da minha parte, só uma compreensão que está custando a chegar. E as cores que foram embora...Vou tentar recuperar aos poucos, começando por esse vinho tinto que me lembra o sangue que eu gostaria de derramar desse inocente malfeitor do meu coraçãozinho gelado, que agora arde em chamas dentro de mim.&lt;br /&gt;
Então eu recuperei toda a inspiração que me faltou nos últimos dois ou três meses, e tem sido interessante. Basicamente dependo dela pra garantir meu futuro no projeto “I wanna be Agatha Christie when I grow up”, escritora que terminou a vida viajando muito, morando no interior da Inglaterra, cuidando de flores, animais de estimação, teve uma filha e morreu ao lado do segundo marido. Mas, até prefiro parar aqui minhas observações apaixonadas pela vida dessa autora (que já li quase tudo, e pense sempre como um bom presente se quer ver um sorriso de orelha a orelha estampado em minha carinha cínica), pois até um nome de malfeitor temos em comum! Sou fascinada por ela, obra e vida pessoal. Basicamente poderia mudar meu nome pelo dela se possível fosse.&lt;br /&gt;
Mas se possível fosse, eu mudaria muitas coisas que não podem ser mudadas (...), os nomes seriam detalhes. Por hora, só mesmo a certeza das notícias que nunca chegarão.&lt;br /&gt;
Transformei-me numa máquina de escrever de alguns dias pra cá, ouvindo tangos poloneses, chanson française, repeat em “IF you GO away” do filme Amantes e Infiéis, com a Patrícia Kaas. E agora Bee Gees, depois vou ali cortar os pulsos e entrar pra história. Deixarei uma carta, talvez e-mail, uma frase no Facebook e outra no Twitter (Cibele Dorsa mood), despejando encima deste ser toda a culpa, quero vê-lo odiado e julgado pelos meus amigos. Aaaahhhhhh, quero causar-lhe todo o mal quanto for possível, mas se ele quiser voltar atrás é possível uma conversa. Mas só isso mesmo! HÁ HÁ HÁ.&lt;br /&gt;
Enfim, que merda! Qual o código penal que deveria usar para condená-lo agora? Pois ele me matou sem a intenção de fazê-lo.&lt;br /&gt;
Eu quero as cores de volta, mas se a vida fica muito colorida eu me distraio. E distração e inspiração não fazem um bom par (agora penso se nós faríamos um bom par também, hummmm). Talvez não, melhor morrer na intenção, é mais romântico. Com romantismo, trabalhamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hasta luego, muchachos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-8539989834656971148?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/K-WySqrUpaw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/8539989834656971148/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=8539989834656971148" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/8539989834656971148?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/8539989834656971148?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/K-WySqrUpaw/confessions-of-broken-heart.html" title="Confessions of a broken heart" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/04/confessions-of-broken-heart.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEMBQn85cCp7ImA9WhZQEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-5348654657429672562</id><published>2011-04-13T13:06:00.005-03:00</published><updated>2011-04-16T22:07:33.128-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-16T22:07:33.128-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Reticências</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AuUufAW5ToMHvDi-yoCdcSczIEg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AuUufAW5ToMHvDi-yoCdcSczIEg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AuUufAW5ToMHvDi-yoCdcSczIEg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AuUufAW5ToMHvDi-yoCdcSczIEg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Há dias que ela não tinha notícias dele, não houve nenhum mal entendido, apenas estavam separados por países diferentes. Razão pela qual decidiram, em sã consciência, dar um tempo. Ninguém estava enganando ninguém e muita coisa poderia acontecer, dos dois lados, naquele meio-tempo.&lt;br /&gt;
Aquela margem de dias em branco, (your inbox is empty), deixou margem pra muitas sensações desconfortáveis. Ela, de Áries, sempre tão controlada (ainda que controle não signifique equilíbrio) esteve sempre à frente de suas amigas que tanto sofriam em seus respectivos relacionamentos. Era sempre ela quem tinha o conselho mais coerente em se tratando de coisas do gênero. &lt;br /&gt;
Porém, agora tinha aquele espaço em branco deixado por ele. Foi assim que ela começou a fazer perguntas do tipo “estaria ele com alguém, percebeu que não sentia tanto assim por ela, havia ele percebido o quanto ela o manipulava?”. Sim, deu-se conta de que estava liberto de sua presença dominadora e isso o deixou bem. Era isso! Certeza que encontrou alguma sonsa que lhe abriu os olhos, e agora havia se rebelado contra ela. Assim concluiu.&lt;br /&gt;
A princípio sentiu raiva, como ele era fraco! Na seqüência passou a se perguntar há quanto tempo ele vinha refletindo sobre isso, então se sentiu traída em seus sentimentos imutáveis por ele. Também pudera, era sempre a vontade dela que prevalecia! Assim sendo, do que poderia reclamar? Ele, libriano, sempre tão diplomático e empenhado em manter a harmonia... Agora ela já se perguntava se agia assim por gostar dela, ou para evitar discussões desagradáveis. Embora tentasse desviar o pensamento daquilo, sempre lhe voltavam as perguntas do “porquê daquele silêncio cortante”.&lt;br /&gt;
Eles se escreviam todos os dias contando coisas banais de como foi o dia, o que fizeram. Isso os deixava mais próximos inconscientemente, pelo menos era a sensação que ela tinha ao saber cada passo que ele deu.  As vezes até se cansava de se desdobrar para encontrar algo de que comentar, pois na maior parte das vezes sentia vontade de respondê-lo apenas três dias depois, depois calculava que aquilo não era uma boa idéia: deveria dar na medida que queria receber. E sempre pensava no “controle” da situação.&lt;br /&gt;
Após quatro dias sem qualquer notícia, sentia que seu autocontrole estava indo embora pela caixa de e-mails. Antes o checava uma vez ao dia, particularmente à noite, depois que não havia outra coisa pra fazer. Agora o checava a cada espaço de tempo que tinha para respirar (preferia checar o e-mail a usar esse tempo para respirar, se fosse isso uma escolha). Tentou se consultar com uma amiga, taurina. Essa se vestia de amor da cabeça aos pés, ouvindo a história lhe aconselhou a escrever-lhe exigindo uma explicação qualquer pois aquilo não estava certo. Porém, em nome da sua saúde, ela concluiu que aquele conselho era pouco racional e não o aplicaria, além do que a deixaria numa posição humilhante. Ela jamais deixou qualquer sentimento comum como o desespero que vinha sentindo, ser exposto. Ela nunca suportou fraquezas ou gente fraca, embora não soubesse lidar com alguém que demonstrasse força suficiente para não submeter-se a seus caprichos. &lt;br /&gt;
Então suas dúvidas passaram de perguntas a verdadeiro tormento psicológico. Lembrou de todos os bons momentos que tiveram, da devoção dele à ela, e isso só piorava tudo.&lt;br /&gt;
Num último ato de desespero que previa um final não premeditado por ela, resolveu anteceder-se para amaciar a queda. Reviu sua agenda telefônica, nenhum nome a inspirava. Nem mesmo aquele com quem ela vinha saindo nas últimas duas semanas, e tinha certeza: estava realizando um sonho! – Até mesmo aquele por quem ela passou dois anos á espera de uma chance, agora lhe dava náuseas. Mais aversão do que os outros mais insignificantes, inclusive. Nenhum deles possuía qualidades suficientes para fazê-la desistir do outro que não lhe escrevia há quatro eternidades. Então se deixou cair em prantos. Era o fim, precisava aceitar. Mas como doía! &lt;br /&gt;
Botou Walter Franco no ‘repeat’: “É uma dor canalha. Que te dilacera. É um grito que se espalha. Também pudera. Não tarda nem falha. Apenas te espera. Num campo de batalha ...” –  e abriu uma garrafa de um Merlot Reserva , presente dele antes de viajar. Queria tomar com ela antes de ir pro aeroporto, mas ela estava de ressaca e se recusou. Que arrependimento agora!&lt;br /&gt;
Bebeu, chorou e saiu com as amigas. Prometeu transar com o primeiro que lhe sorrisse, e assim o fez. Chegou no dia seguinte, de ressaca. Sentia-se acabada, só confundia a razão: não sabia se era emocional ou fisicamente. Nem quis abrir o e-mail e ficar pior.&lt;br /&gt;
Foi trabalhar, e quando voltou já era noite. Automaticamente, porém contra sua vontade, abriu o e-mail. Quase derrubou todo o café em seu colo: era ele, finalmente!&lt;br /&gt;
Em poucas linhas, ele resumia cinco dias:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Olá bonita!&lt;br /&gt;
Espero que esteja bem...&lt;br /&gt;
Estive passeando bastante, fechei um bom contrato com aquela galeria... Devo expor em três meses como muito.&lt;br /&gt;
Sinto saudades do Brasil...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos beijos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
R.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sumiram-lhe as palavras por alguns instantes. Recuperou-se, com orgulho, embora lhe escorresse uma quente lágrima involuntária, e procurou no Google o significado literal do uso de reticências. Encontrou o seguinte:&lt;br /&gt;
“As reticências são, na escrita, a sequência de três pontos (sinal gráfico: …) no fim, no início ou no meio de uma frase. A utilização deste gênero de pontuação indica um pensamento ou idéia que ficou por terminar e que transmite, por parte de quem exprime esse conteúdo, reticência, omissão de algo que podia ser escrito, mas que não o é.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(...) E, lembrar que antes tudo chegava acompanhado de exclamação...Play no Walter Franco outra vez!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-5348654657429672562?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/SDGHK-4W6gM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/5348654657429672562/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=5348654657429672562" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/5348654657429672562?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/5348654657429672562?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/SDGHK-4W6gM/reticencias.html" title="Reticências" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/04/reticencias.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4ASXs5eyp7ImA9WhZRFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-4970454831010553261</id><published>2011-04-10T08:43:00.005-03:00</published><updated>2011-04-10T15:09:08.523-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-10T15:09:08.523-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Jealous me, bitch!</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BrCZ5d8w56ODZnoEyX2pGPYw9ck/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BrCZ5d8w56ODZnoEyX2pGPYw9ck/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BrCZ5d8w56ODZnoEyX2pGPYw9ck/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BrCZ5d8w56ODZnoEyX2pGPYw9ck/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Mulheres que competem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As vezes me pergunto porque mulheres fazem tanta questão de ser hostis umas com as outras, de procurar uma razão (se fosse possível, roubariam essa razão!) para encontrar na outra fêmea uma inimiga. Como se não houvesse mais causas por quê lutar, o esporte preferido das mulheres é provocar na desconhecida alguma forma de desconforto, e levar embora o troféu da antipatia gratuita.&lt;br /&gt;
Esse é o tipo de mulher que me faz ter vergonha da minha condição.&lt;br /&gt;
Ontem presenciei uma cena típica da menina que nunca foi o centro das atrações na escola porque sempre teve uma amiga mais bonitinha ao lado, e cresceu com sede de vingança. Se aprimorou, desesperadamente, no que pôde, e lhe daria qualquer notoriedade, FINAMENTE! E com isso a chance de se livrar dessa lembrança opressora: a menina que ninguém deu atenção.&lt;br /&gt;
Então ela enfiou na cabeça que seria famosa a qualquer custo. Leu muitos livros pra prender a atenção alheia com um leque de assuntos aleatórios, sendo assim receberia o diploma social de ‘mulher inteligente’. Embora essa inteligência também possa atender pelo nome de “exercício de memória”. Estudou danças para aprender a insinuar o corpo, assim os homens a perceberiam, FINALMENTE! E por fim, como de praxe completou a tríade “canto-danço-e-represento”, também fez teatro. Porque em alguma profissão “artística” ela haveria de conseguir a atenção que sentia merecer, FINALMENTE!&lt;br /&gt;
Desde aquela época da escola muita coisa mudou. Agora tem amigos, admiradores e uma carreira que pode cumprir parte dos planos de conquistar o mundo que ela nunca deixou de lado. Mas, que horror! Aquele gosto amargo nunca vai sair da boca dela!&lt;br /&gt;
E com essa língua ferina é que ela recebe qualquer uma que pode lhe soar como potencial concorrente, seja na atenção dos amigos, na profissão ou na filosofia de vida. Ela teme dividir o espaço dela, pois sente que teve de lutar muito por aquilo. Por pouco que pareça a quem enxerga de fora. Pois, isso a faria voltar aos tempos que ela tanto luta, diariamente, pra esquecer. &lt;br /&gt;
Mas, sempre aparecerá alguém que a faça lembrar daquilo. É inevitável fugir de quem é, embora sua atuação quase mereça aplausos. Não fosse a fraqueza de deixar-se perceber abatida pela idéia de uma possível concorrência. Então o desespero tomou conta e ela perdeu o controle, se tornou hostil, áspera. E não foi preciso muito pra isso, foi apenas um elogio que não recebeu a tempo de não fazê-la perguntar-se por que da falta do mesmo...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, fiz uma potencial inimiga ontem. Eu estava dispersa, afundada em meus próprios pensamentos. E razões não faltavam, por vezes minha vida insiste em não ser um conto de fadas. E o meu silêncio agrediu o ego daquela alma atormentada pelos traumas que eu nunca tive. &lt;br /&gt;
Um amigo me ligou e queria passar aqui, eu consenti, pois realmente queria alguma companhia, alguém pra me ouvir e dividir meu momento. Depois de alguns minutos, topei sair de casa e ir pra casa dessa pessoa que meu amigo garantia: vocês duas têm que se conhecer, ela é como nós! -Das outras vezes, só conheci pessoas que realmente quis ter por perto além daquele momento. Por isso, não tive dúvida. Nada como aumentar meu ciclo de amizades, e acabar rindo um pouco.&lt;br /&gt;
Mas, ironias acontecem, e dizem que quando se está mal ainda pode piorar. Então eu constatei na pele. Porém as tantas agulhadas que recebi da moça,  mal foram sentidas. A dor que eu trazia era muito maior. Mas, mesmo assim pude perceber que originalidade não era o forte dela: assim como tantos, ela também se utilizou do pouco criativo apelo sobre minhas fotos nuas, como se isso (e só por essa razão)  me tornasse acéfala.&lt;br /&gt;
Levantei-me, e me despedi educadamente. Sai da casa da moça com dois novos amigos, um casal que dançarinos/atores e interessados no mesmo que eu: somar.&lt;br /&gt;
Tenho certeza que será um prazer mútuo um segundo encontro entre nós.&lt;br /&gt;
Quando cheguei em casa, algumas situações haviam mudado. Eu pude, novamente, sonhar com meu conto de fadas.&lt;br /&gt;
Pois a menina que brincava com todos os animais da fazenda, tinha casa na árvore com banquinhos para os amigos, e escrevia poemas à luz de velas enquanto sonhava e se tornar escritora, também nunca saiu de mim.&lt;br /&gt;
Muitas vezes já recebi críticas pela minha “personalidade magnética”, dizem que eu deveria ser mais seletiva, etc. Mas eu julgo situações e não pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diferença mora nos detalhes. Sempre nos DETALHES.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OBS: saiu meu livro, Jogos de Adestramento, em Portugal. Segue o link:&lt;br /&gt;
http://worldartfriends.com/store/1019-solange-de-re-jogos-de-adestramento.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Besos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-4970454831010553261?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/sX1UmgmW1Qs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/4970454831010553261/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=4970454831010553261" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/4970454831010553261?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/4970454831010553261?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/sX1UmgmW1Qs/jealous-me-bitch.html" title="Jealous me, bitch!" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/04/jealous-me-bitch.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEIESXw5eSp7ImA9WhZSF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-2062913829323510682</id><published>2011-04-02T09:28:00.006-03:00</published><updated>2011-04-02T16:28:28.221-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-02T16:28:28.221-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Medos privados em lugares públicos</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASxsQxXCWlaKulmmcx3ZdS1h0qg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASxsQxXCWlaKulmmcx3ZdS1h0qg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASxsQxXCWlaKulmmcx3ZdS1h0qg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASxsQxXCWlaKulmmcx3ZdS1h0qg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Toda a nudez será castigada?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pontos de vista sempre geram desavenças, mas passando o calor do&lt;br /&gt;
momento, os mesmos motivos que levaram ao penoso debate, também&lt;br /&gt;
resultam em novas considerações sobre a opinião alheia.  Diga-se:&lt;br /&gt;
novos pontos de vista foram gerados a partir de uma discussão. Então&lt;br /&gt;
considero positivo, indiferente do tema. Ruim mesmo, só a ignorância&lt;br /&gt;
daquele que se nega a ouvir, ver ou tocar o desconhecido.&lt;br /&gt;
Muitas vezes já ensaiei acaloradas discussões sobre um tema pra mim é&lt;br /&gt;
coisa mais natural do mundo: posar nua. Eu já posei nua, várias vezes. Eu troco de roupa na frente dos meus amigos, pois cresci fazendo isso na frente dos meus irmãos, e nem por isso nos tornamos freaks pervertidos ou praticamos incesto.&lt;br /&gt;
E nunca vi mal algum nisso. Nascemos nus, ficamos nus em frente à&lt;br /&gt;
muitas pessoas, mesmo que isso seja entre quatro paredes.&lt;br /&gt;
Mas porque a nudez deve ser tão punida por aqueles a quem ela serve tão bem?&lt;br /&gt;
As mulheres se ouriçam, juram que jamais fariam isso, não têm&lt;br /&gt;
"coragem" de vender o corpo dessa forma, embora não sejam virgens e&lt;br /&gt;
sempre "posam nuas" para uns e outros (e muitas vezes para homens tão&lt;br /&gt;
desqualificados..). Os homens adoram, mas não gostariam de ver suas&lt;br /&gt;
namoradas, irmãs ou filhas nuas em uma revista "com tantos outros&lt;br /&gt;
homens vendo". Nesse ponto são caretas.&lt;br /&gt;
Vira e mexe eu recebo umas agulhadinhas sobre minha falta de&lt;br /&gt;
auto-preservação. Sinto-me quase uma prostituta, porém lembro que também tenho minhas limitações (e talvez elas sejam muito agressivas).&lt;br /&gt;
Enfim, voltemos à nudez (nesse momento escrevo esse texto&lt;br /&gt;
vestindo absolutamente nada!).&lt;br /&gt;
Eu costumo evitar o confronto de opiniões nesse assunto, pois temo acabar sem amigos/as.&lt;br /&gt;
Porém, quando ouço tais exclamações moralistas, porque me esforço muito (a&lt;br /&gt;
contragosto) pra entender que não passam de opiniões geradas automaticamente por uma sociedade hipócrita. Logo, enxergo meus inquisidores como pobres vítimas da falta de bom senso.&lt;br /&gt;
Explico-me. Vivemos em uma sociedade que mais parece um ‘club de swing’, as pessoas se trocam o tempo todo. Há um grupo de amigos onde todos já estiveram com, praticamente, todos! E isso, algumas vezes, gera mal estar no grupo. Mas logo voltam as relações civilizadas, e continuam as trocas. Eram amigos, agora são namorados, casos, etc. E agora se sentam educadamente na mesma mesa como se isso fosse a coisa mais natural a se fazer.&lt;br /&gt;
Tenho duas observações a fazer: ou é muita falta de criatividade, ou é muita carência aliada a preguiça de dar uma volta na quadra e perceber que há mais pessoas no mundo além daqueles rostos já tão batidos.&lt;br /&gt;
Porque, desculpem-me a franqueza: isso não é amor. Pode ser amor de irmão, porque amigos também são nossa família por eleição. Mas dizer que a cada troca de amigo/parceiro que SEMPRE ESTEVE ALI, descobriu um novo amor já é agredir o meu bom senso. E cadê o aquele gostinho indispensável da novidade? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E agora percebo: nesse ponto EU sou careta. Não sou uma pessoa ciumenta por excelência, mas repudio a idéia de sentar numa mesa com mais quatro gurias (três ex-namoradas e uma oficial, amigas desde sempre) e comentar enquanto bebemos cerveja e beliscamos pastéis de escarola:&lt;br /&gt;
_Mas, quando ele estava contigo, também te chamava de vadia quando vocês trepavam? &lt;br /&gt;
_Olha...não sou o tipo de mulher que gosta de ouvir palavrão, ele sempre me respeitou.&lt;br /&gt;
_Ah, comigo ele falava sim! E digo mais, exigia gozar dentro sempre. Uma vez até achei que estivesse grávida!&lt;br /&gt;
_Sério? Nossa, ele mudou heim! Sempre usamos camisinha. Acho mais higiênico. Ele dizia o mesmo....sei lá.&lt;br /&gt;
_Juraaaaa, amiga? Comigo já foi sem desde o primeiro dia! Ele disse que seria assim porque eu sou a mulher que sempre sonhou pra CASAR! - (Pronto, nessa hora todas se calam antes de iniciar uma discussão sobre quem foi mais amada, menos chifrada e inesquecível da vida do ex que era amigo, foi namorado, agora é amigo outra vez e namora outra amiga, entendeu?)&lt;br /&gt;
Eu não entendo isso. Por mim, reuniria o grupo todo e faria logo um filme pornô de Gang Bang, todo mundo trepando com todo mundo. E pra evitar essa farsa do “amor”, todos seriam pagos pra que isso realmente pareça ter algum valor que possa ser, futuramente, mencionado. No final já sabemos, as trocas vão existir de qualquer maneira. Todos serão vistos NUS por todos a qualquer momento!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto a mim: continuo posando nua, gosto de receber por isso. No tocante a minha vida sexual, prefiro o sabor da novidade. Meu ego não suporta tanta modernidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Au revoir!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-2062913829323510682?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/8VRGv7bIGA4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/2062913829323510682/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=2062913829323510682" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/2062913829323510682?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/2062913829323510682?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/8VRGv7bIGA4/medos-privados-em-lugares-publicos.html" title="Medos privados em lugares públicos" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/04/medos-privados-em-lugares-publicos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk4BR3o8fyp7ImA9Wx9aF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-1454327091767344231</id><published>2011-03-10T13:27:00.003-03:00</published><updated>2011-03-10T13:35:56.477-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-10T13:35:56.477-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>sonho (por Alecs Qintaro)</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ROoFrUAlmGBlj8cLiyX0csMhiQs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ROoFrUAlmGBlj8cLiyX0csMhiQs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ROoFrUAlmGBlj8cLiyX0csMhiQs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ROoFrUAlmGBlj8cLiyX0csMhiQs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;depois de passar anos vivendo meu sonho, de repente vi que ele já não existia há muito tempo. enchi a cara de cerveja, acabei meu relacionamento e vaguei por ai. tudo isso sem psicologismo barato, o eu por eu mesmo pensando no que amo, no que eu quero pra minha vida.&lt;br /&gt;
e então, a busca pelo ser real é infinita, no espaço e no tempo e a importância que damos para isto torna-se maior que nossas vidas e então os castelos podem ser de areia e as paixões de gelatina, perdeu-se os valores.&lt;br /&gt;
derreter o amalgama de minha alma e achar na essência respostas que nunca foram compartilhadas com a pessoa que supostamente eu amo.&lt;br /&gt;
não reagi bem com o que me disseram sobre os aspectos sombrios de minha intelectualidade, o eu intimo mostrado em parábolas aleatórias assim como num álbum de figurinhas de uma criança de oito anos.&lt;br /&gt;
retórica que não desfalece a idéia da compreensão. o intimo esta lá, escancarado e assim desejo a mim mesmo a felicidade, mas acima de tudo recordo mesmo é do meu narcisismo. é assim o nosso espelho, somos nós mesmos vestindo alegorias de um mundo onde quase todos são diferentes e ainda assim nos taxam de estranhos.&lt;br /&gt;
pensar sobre coisas que fiz quando não estávamos mais juntos, todo o sonho já havia sido consumido, por quanto tempo eu vivi inconsciente esse áspero pesadelo onde cada minuto de minha concentração se desviava e imaginava não mais voltar pra casa.&lt;br /&gt;
uma ou mais figuras que não pertencem ao álbum, enfim tudo, memórias postas quadro a quadro prontas para a leitura alheia.&lt;br /&gt;
alcançar a beleza e não estar pronto para se mostrar. em todas essas brincadeiras infantis imersas no mundo adulto somos e construímos o que sonhamos. incógnitas e respostas que estão aqui, latentes e apenas esperando serem provocadas.&lt;br /&gt;
essa é a verdadeira síntese da vida: desencontros e sofrimentos e quando chegar ao final a recompensa para isto tudo é nada.&lt;br /&gt;
às vezes a vida é mais fácil que desenhos animados, mas claro que a hipocrisia também faz parte do espectro da condição humana.&lt;br /&gt;
então, voltam os velhos pecados, algo como imagens recônditas do jardim da minha casa onde odes foram ditas exaltando o sexo e a beleza, mas no fim saber que eram as prostitutas que satisfaziam os desejos dos artistas franceses embriagados de absinto ou a faca da culpa cravada no meu estomago diante da lembrança do comportamento detestável em relação aos outros.&lt;br /&gt;
ofensas e depreciação, eu sou um robin hood ao contrário, defensor da opressão e vitima do capitalismo e, ainda que eu acredite que em certas ocasiões o dinheiro não compre um lugar na fila, eu fiz de mim um escravo do dinheiro e ele me levou para onde estou.&lt;br /&gt;
confidencio a quem quiser ouvir, é da natureza humana agir assim e não sou diferente apesar do mau humor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Nunca postei textos de outras pessoas aqui, mas achei que esse valeu a pena.&lt;br /&gt;
O Alecs Qintaro é Chef, boêmio incorrigível e ainda me deve um jantar (que eu mesma já marquei e desmarquei, haha).&lt;br /&gt;
E eu diria que partilhamos de duas paixões comuns: as letras e a cozinha. Eu estou assumindo cada vez mais as letras, e ele já ganhou o respeito merecido na cozinha faz tempo. Mas, esse "mise en place" de palavras deveria ser aprendido por muito pseudo-escritor.&lt;br /&gt;
Enjoy it!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-1454327091767344231?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/EpDQdG5EkTE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/1454327091767344231/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=1454327091767344231" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/1454327091767344231?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/1454327091767344231?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/EpDQdG5EkTE/sonho-por-alecs-qintaro.html" title="sonho (por Alecs Qintaro)" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/03/sonho-por-alecs-qintaro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk8NQ3s5fSp7ImA9Wx9aFUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-3629491964560601633</id><published>2011-03-07T04:56:00.009-03:00</published><updated>2011-03-07T21:41:32.525-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-07T21:41:32.525-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Quedate con Diós VOS!</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilgOAz-UU2I93BpsWYIAEYoXhIM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilgOAz-UU2I93BpsWYIAEYoXhIM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilgOAz-UU2I93BpsWYIAEYoXhIM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ilgOAz-UU2I93BpsWYIAEYoXhIM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Cuando el pasado nos patea la puerta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Otro dia me pasó algo medio raro. Hace 10 años que vivo en SP, obvio que he cambiado un poco, para algo existen los cambios, no? Bueno...estava en un bar-teatro y alguién me vino a saludar. Tardé unos segundos para associar la imagen al nombre, y por final me di cuenta de quien era. Era un tipo que fué me vecino en un flat que yo vivia cuando llegué a SP.&lt;br /&gt;
El estudiava para ser abogado (contra su voluntad) y danzaba en un grupo de "Axé". Me acuerdo que yo lo veia muy estúpido porque pasaba todo el tiempo preguntando a la gente como le veian su cuerpo, porque se matava en el gym, se depilaba, etc...y tenia el peor tattoo que ya vi en mi vida: un sol muy hippie en el brazo. Yo era simpática con el pero no AMIGA, a veces nos juntábamos para beber, fumar uno y siempre peleábamos cuando se trataba de poner música. Hasta que un dia nos pelamos de verdad. El me dijo que yo no tenia "dios" en mi corazón, que el ni siquiera queria fumar y yo le llevaba a eso, que mis amigos (de mi banda) eran todos raros, adictos y que el hacia un FAVOR en hablar conmigo y hacerme escuchar músicas de gente que está "de bien con la vida" y no las cosas pesadas que yo escuchaba (Wagner, Bella Bartok, Litsz..). Yo le dice que era un imbecil, que eso era música clásica. Que su ignorancia me cansaba la belleza, etc..- y daí nunca más nos hablamos.&lt;br /&gt;
Cuando me di cuenta de que era el, yo ya estaba con unos tragos a más y no pude contener la riza. El estaba un tanto gordo y vestido en un traje super careta. O sea, abogado yo lo era. Me preguntó como andaba todo, le dije que de bandas à letras, algunas cosas por el medio y ahi no más. Pero no pude perder el momento:&lt;br /&gt;
_Y vos, abogado?&lt;br /&gt;
_Sip.&lt;br /&gt;
_Ahmmmm....me imaginé. - después de eso se despidió de mi, comentó mis tattoos, dijo que sacó a laser el suyo. Y cerró la charla:&lt;br /&gt;
_Cuidate Sol, quedate con Diós. -y fué saliendo, yo fuí atrás reindome y le paré:&lt;br /&gt;
_Hey, no me dejes con Diós aqui en este lugar. No queda bien. Aún ando con amigos raros...viste? Andáte con Diós vos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
El se calló por un segundo, mirandome profundo como que a buscar una compreensión de lo que habia pasado. Y por fin se dio cuenta:&lt;br /&gt;
_Vos no cambiaste en nada, Sol?&lt;br /&gt;
_Si, claro! Todos cambian por afuera...pero lo que uno tiene adentro, eso no vá cambiar nunca. Cuando vos me decias que su vida era bailar yo ya la tenia clara: tus miedos te hiban a vencer y hibas a ser abogado como tu padre, tu abuelo... No sos un tipo "peleador", siempre tiene que estar bajo un orden. Si no es la de tu papá, serás de tu jefe, tu pareja...y si falta alguno, aún tiene a tu Diós, que te perdona de lo cobarde que sos. Ya pensaste en eso "futuro danzarino"?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...y así el dio las espaldas y nos quedamos ahí. &lt;br /&gt;
Y la conclusión a que llego es siempre la misma: por que a veces el pasado insiste en patear nuestras puertas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hasta pronto...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Besos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-3629491964560601633?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/45imx3pDO18" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/3629491964560601633/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=3629491964560601633" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/3629491964560601633?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/3629491964560601633?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/45imx3pDO18/quedate-con-dios-vos.html" title="Quedate con Diós VOS!" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/03/quedate-con-dios-vos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0IDQ30-fCp7ImA9WhZXGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-2164847074317856043</id><published>2011-02-14T17:47:00.007-02:00</published><updated>2011-05-07T23:26:12.354-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-07T23:26:12.354-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>Rock n’ Roll, adiós!</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u6ruceqPhxGYlufMHubCN5ODkuM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u6ruceqPhxGYlufMHubCN5ODkuM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u6ruceqPhxGYlufMHubCN5ODkuM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u6ruceqPhxGYlufMHubCN5ODkuM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;...it's not for begginerz, baby!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos anos andei decepcionando meus amigos, aqueles que fiz nas noites de rock n’ roll (...). &lt;br /&gt;
Assumi que AGORA eu odeio o rock. Não faço mais parte, e já bateu a preguiça daqueles que ainda tiram fotos fazendo chifrinho com os dedos, usando roupas rasgadas, camisetas de banda, bandanas, maquiagem exagerada, meia-arrastão, botas de cowboy (quando nunca viram um cavalo de perto, e talvez imaginem um cavalo com três patas)...enfim, toda a parafernália que faz das roupas um verdadeiro uniforme!&lt;br /&gt;
Mas, eu posso falar sobre ROCK com propriedade, por que eu vivi. E quando eu me refiro a viver, não estou mencionando o fato de ouvir uma banda e cantarolar todas as letras em coro com outros fãs. Eu disse: VIVER a essência do que esse estilo sempre propôs. Isso também inclui ter banda no meio do caminho.&lt;br /&gt;
Não entendeu? Vou ajudar. Depois você pode dar uma volta, respirar um ar puro, fumar um cigarro e concluir se você que ainda usa esse uniforme da “contracultura”, ouve as mesmas músicas da adolescência e posa nas fotos de língua pra fora e chifrinho com os dedos, é de fato um roqueiro/a.&lt;br /&gt;
Rock foi criado por rebelados do blues. Embora o blues e o jazz sempre terão meu maior respeito enquanto música,  foi o rock que chegou simples e certeiro, acessível a quem não sabia tocar mas estava afim de viver livre de regras ou quaisquer conceitos morais impostos. Sem doçuras ou cuidados, o rock veio pra acabar com essa farsa social dos bons costumes.&lt;br /&gt;
Então, resolvi compartilhar com aqueles que tanto se sentem “aptos” a levantar faixas de protesto contra meus discursos anti-rock. &lt;br /&gt;
O rock me causa preguiça hoje em dia. Cansei das orgias, das drogas, dos barracos, das decadências premeditadas, das pessoas que querem chocar por chocar, e nem sabem por que estão fazendo isso. Cansei da ignorância daqueles que têm medo de admitir que Social Distortion é uma chatice, assim como tantas outras bandas igualmente chatas e limitadas à um estilo redundante. O rótulo de “roqueira” me agride intelectualmente, me limita a um estilo ao qual nem tudo que há nele me agrada, na verdade a maioria!&lt;br /&gt;
É como se fosse uma doença a qual eu me condenei após adquirir algumas tatuagens. Não, eu não estou doente. Parem de tentar enfiar na minha barriga um filho que não é meu!&lt;br /&gt;
Nos meus anos de rock n’ roll eu fui qualquer coisa menos boazinha, exemplar ou receptível às informações que vinham de outras vertentes. Poderia, inclusive, me colocar na posição de “pouco informada, mas muito ignorante”. – como a maioria dos “roqueiros” fazem questão de o ser. A razão deles é a mesma que já me pertenceu: não tinha segurança o suficiente pra falar por mim mesma, precisava de um aval de todo um grupo pra acreditar no que eu mesma queria pregar. Eu preferia morrer a admitir que entre Megadeath e Roupa Nova, eu naturalmente preferia o segundo. &lt;br /&gt;
Mas, com o tempo sabemos: até o câncer evolui, por que nós não? – por que alguns têm medo de aceitar as próprias mudanças, e com isso experienciar um isolamento egoísta do seu tão amado grupo. É tudo superficial no fim das contas.&lt;br /&gt;
Mas, por outro lado, rock é atitude. E se você segue um bando, então...como você se define?&lt;br /&gt;
O meu rock n’ roll tinha um lema que levei a cabo de dois começos de overdose (sorte ou azar?): OU VIVE OU SE CUIDA. Os dois não davam. Não no meu mundo, pelo menos. Eu incluí tudo aquilo que me disseram “não pega bem pra uma mulher, nenhum homem vai querer casar com você (outro mito que desmistifiquei)”. Abusei da tríade Sexo, Drogas e Rock n’ Roll. Não sei quantas pessoas (homens e mulheres) já me cumprimentaram pelo nome, com intimidade, sem eu ter a menor idéia de onde surgiram. Não lembrava se com eles usei drogas, saí na porrada ou trepei. Dava no mesmo. Eu estava vivendo intensamente, testando meus limites e descobrindo do gostava ou não. Tantos vão morrer só imaginando isso, não é? &lt;br /&gt;
Ressaca moral? Claro. Tive várias. Também fiz coisas que corariam o Mick Jagger, e à  mim me deu orgulho. Juventude é pra ser VIVIDA! O corpo obedece as vontades do espírito, e nada que um longo banho não resolva depois. Julgamentos só vêm daqueles que não sabem fazer o devido uso da própria liberdade. Resistir as vontades se torna um “padrão moral”. Esconder-se dos próprios desejos é apenas mais um passo para a frustração, mas poucos percebem isso à tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele que não provou drogas, não saiu na porrada e nunca abraçou uma vida de putarias. Perdoe-me a franqueza, é qualquer coisa bonitinha de Deus, mas ROQUEIRO nunca foi. Subir num palco, até a Sandy sobe, my darling.&lt;br /&gt;
Rock pra mim ainda é sinônimo de rebeldia. Bom mocismo é coisa de Bono Vox.&lt;br /&gt;
Mas, apreciar música é outra coisa! Eu não sou roqueira, até porque  já vivi o que queria viver, já provei do que tinha curiosidade, e hoje em dia isso não me interessa mais.&lt;br /&gt;
Por isso, adiós Rock n’ Roll! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, por favor Sir. Rock, selecione melhor teus pupilos, pois boa parte deles me dão vergonha alheia. É muita pose pra pouca atitude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Minha sincera homenagem a um roqueiro de respeito, o aquariano Flávio Basso ou simplesmente Júpter Maçã =D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-2164847074317856043?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/I3pHtQuzJRE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/2164847074317856043/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=2164847074317856043" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/2164847074317856043?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/2164847074317856043?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/I3pHtQuzJRE/rock-n-roll-adios.html" title="Rock n’ Roll, adiós!" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/02/rock-n-roll-adios.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D08GQ30-eSp7ImA9Wx9UE0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5585785503361693932.post-8473057273982469166</id><published>2011-02-10T14:33:00.002-02:00</published><updated>2011-02-10T14:37:02.351-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-10T14:37:02.351-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Solange De-Ré" /><title>A irresistível arte da ...INTRIGA!</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yYxKKWCqBJ1qR-Y0RDb5X4BYE9s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yYxKKWCqBJ1qR-Y0RDb5X4BYE9s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yYxKKWCqBJ1qR-Y0RDb5X4BYE9s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/yYxKKWCqBJ1qR-Y0RDb5X4BYE9s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Living in a spiderweb.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem nunca sentiu numa telha de aranhas venenosas, e mesmo assim sabia que era preciso agir como uma tarântula para não ser devorada pelas companheiras aracnídeas? Lei da sobrevivência, pratique sem perder o bom senso.&lt;br /&gt;
Outro dia comentei com uma amiga que aqui nesse planeta é preciso ser um pouco de tudo: louco, psicólogo, vítima e assassino.&lt;br /&gt;
Os inimigos são muitos, e eles estão ao nosso lado, na maioria das vezes. Ok, essa é minha parte louca e esquizofrênica concluindo quem somos nós.&lt;br /&gt;
Mas, existe um fundo de verdades inconvenientes nisso que eu AFIRMEI.&lt;br /&gt;
Um dos meus exercícios favoritos, como libriana militante, é observar sempre os dois lados da moeda. Mas, a conclusão é incontestável. Toda verdade tem três lados: o meu, o seu e o verdadeiro.&lt;br /&gt;
Eu ouço barbaridades, e contribuo com muitas delas. Mas, antes de mais nada, saiba uma verdade bastante inconveniente sobre mim, o que talvez possa mudar teu ponto de vista sobre mim, sobre você ou sobre o mundo ao seu redor: call me VOYEUR! Eu sinto prazer em observar, assistir, analisar com certa indiscrição e crueldade cada palavra, cada gesto que dirigem à mim. E se tem algo que já conheço o cheiro, a cor e o gosto num raio de 1.000km é a dita cuja intriga.&lt;br /&gt;
Certas intrigas são divertidas, eu mesma pratico algumas pra não perder a mão. Por que todo talento, embora nato, requer prática de aprimoramento.&lt;br /&gt;
Não quero ter razão nem soar inocente, deixo isso para os fracos! Sim, F-R-A-C-O-S. Odeio fingir que aranhas como eu me convencem de sua inocência. Mas, para a maioria das pessoas, inclusive aquelas que recorrem ao “divino” de tempos em tempos, para essas pessoas a fraqueza chega a ser uma dádiva que lhes confere um status quase canônico. Bom...meus queridos. Tenho uma boa notícia para lhes dar: vocês vão pro céu, grazie a Dio! Vamos por direções opostas. Dizem que no inferno é open bar, e ouvir as chatices de vocês sóbria seria uma auto-flagelação que me falta causa à que dedicar tal sacrifício. &lt;br /&gt;
Algumas pessoas sentem prazer na vida alheia, pois temem dar ação à própria vida. “Algumas pessoas vivem intensamente e não percebem o estrago psicológico que causam à essas pessoas que vivem por que se cuidam e não porque têm sede de viver.” Seja inteligente e procure o sentido nessa frase.&lt;br /&gt;
Homens praticam intrigas numa escala menor que as mulheres, mas ainda assim o fazem. O que os torna realmente desinteressantes. Nada é mais deselegante do que homem se esforçando para denegrir a imagem de uma mulher, usando recursos como “ela é uma vadia interesseira, deu pra todo mundo” – Oi???  Se quer uma virgem, encontre-a, mas não se preocupe com nós que usamos o que é NOSSO como melhor nos pareça. – e o mais baixo é que essas barbaridades (entre adultos é uma barbárie mesmo) sempre chegam aos ouvidos da acusada. Que tal?&lt;br /&gt;
Há algum tempo atrás fui interrogada sobre valores familiares. Dei minha opinião sincera (as pessoas deveriam aproveitar esses raros momentos...hehe) sobre gravidez, aborto e postura diante de um dilema familiar. Primeiro lugar, nada é mais hipócrita do que amor incondicional de família. Como tu pode JURAR que ama pessoas que tu nem escolheu pra ter do seu lado? Por que Deus mandou? Sou cética, baby. Isso não funciona no meu mundo.&lt;br /&gt;
Mas, enfim, a história foi a seguinte: minha sobrinha de 16 anos ficou grávida. Me perguntaram o que eu opinava à respeito. Aborto, claro! Não há espaço para sentimentalismos religiosos que justifiquem essa irresponsabilidade. Não apoio levar isso adiante. &lt;br /&gt;
Isso foi o mesmo que agredir fisicamente uma velhinha na rua. Imagine os olhares e os protestos. As opiniões que divergiam entre si. Os argumentos eram variados, e calcados nos clichês de sempre: mas como tu não é capaz de apoiar tua própria família numa situação como essa? – e assim seguiu...&lt;br /&gt;
Algum tempo depois, uma das pessoas presentes veio me comentar que fulana disse que “naquela noite ela perdeu o respeito e o afeto por mim por que me faltavam VALORES”. Era um comentário, mas também era uma provocação pra ver até onde eu era capaz de sofrer em minha auto-defesa e atacar a dona do comentário referente a mim. Provavelmente isso voltaria. Mas eu, raposa astuta apenas respondi com um “pois é, essas coisas de valores familiares são muito presentes naqueles que se calcam na religião pra justificar o injustificável pela lógica. Mas, eu não me ofendo com esses comentários. Não tenho religião e nem sinto culpa. Logo meus princípios vêm de um ponto de vista bem particular. Sinceramente a opinião alheia ainda não paga minhas contas, mas o dinheiro sim. Abra mão dele e verás se cai do céu, se te sobra amigos e se teus “valores espirituais” farão com que o mundo se compadeça de você e passe a te sustentar. O único valor que eu conheço entra e sai da minha carteira, no mais tento ser alguém menos hipócrita, por que disso o mundo já está superlotado.” –assunto encerrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Moral da história: eu não tenho moral cristã. Mas, intrigas também não me ajudam a respeitar as pessoas "de bem" que têm isso de sobra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5585785503361693932-8473057273982469166?l=talkingvaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TalkingVaca/~4/IM1n-K4X3qA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://talkingvaca.blogspot.com/feeds/8473057273982469166/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5585785503361693932&amp;postID=8473057273982469166" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/8473057273982469166?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5585785503361693932/posts/default/8473057273982469166?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TalkingVaca/~3/IM1n-K4X3qA/irresistivel-arte-da-intriga.html" title="A irresistível arte da ...INTRIGA!" /><author><name>Solange De-Ré</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07602985912120173088</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_MqfVZ5iiAxA/TTdZ34DDTfI/AAAAAAAAALE/SDODdmw7wAE/S220/9630_1040769835129_1702077080_76289_558709_n.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://talkingvaca.blogspot.com/2011/02/irresistivel-arte-da-intriga.html</feedburner:origLink></entry></feed>

