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	<title>Tarja Preta: Cultura pop para não óbvios</title>
	
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	<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 21:46:28 +0000</pubDate>
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		<title>Drum Hero, Drum Villain, Guitar Villain?</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 21:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[
Qual a melhor forma de começar esse texto? Talvez seja dizendo que, desde o Guitar Hero original, outros 23 jogos musicais com essa mesma proposta foram desenvolvidos. E isso, só citando as franquias Guitar Hero, com 17 jogos e Rock Band, com 6 games. Ou então, eu poderia falar que não precisamos de mais jogos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img442.imageshack.us/img442/4695/drumvillain.jpg"></p>
<p>Qual a melhor forma de começar esse texto? Talvez seja dizendo que, desde o Guitar Hero original, outros <strong>23 jogos musicais</strong> com essa mesma proposta foram desenvolvidos. E isso, só citando as franquias <strong>Guitar Hero</strong>, com 17 jogos e <strong>Rock Band</strong>, com 6 games. Ou então, eu poderia falar que não precisamos de mais jogos musicais. Mas sim, precisamos. E mais do que nós, a indústria fonográfica precisa deles, por razões mais que óbvias.</p>
<p>Recentemente fomos brindados com <strong>Band Hero</strong>, aposta da Activison voltada para os gamers mais novos, DJ Hero, desafiador e com uma nova velha proposta e até uma versão de <strong>Rock Band com Lego</strong>. Mas a grande novidade fica por conta do registro de novas patentes por parte da Activision, que são para <strong>Drum Hero</strong>, <strong>Drum Villain</strong> e até, <strong>Guitar Villain</strong>.</p>
<p>Há indícios de que tal atitude seja somente para se proteger comercialmente, <strong>impedindo que a concorrência tome posse desses nomes</strong>, associados diretamente à popularidade e sucesso de Guitar Hero. Mas se levarmos em consideração que Band Hero fora registrado meses antes com o mesmo objetivo, e hoje já podemos jogá-lo no conforto de nossas casa, não dúvido que as desenvolvedoras apostem suas fichas em uma proposta dessas. Proposta um tanto quanto diferente, apesar da já mencionada associação. É esperar pra ver.</p>
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		<title>Ganmetall Celsius: Ryu Hayabusa</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 13:31:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Toys]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há pouco mais de um ano eu já tinha falado sobre o Ganmetall Celsius, o toy que teve como acompanhamento uma HQ pra contar sua história. Agora, a Robotox Vinyl Anatomica irá lançar 5 peças de uma série do Ganmetall em tributo a Ryu Hayabusa, o ninja retalhador de Ninja Gaiden.
Cada peça foi vendida por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img100.imageshack.us/img100/9702/ganmetallcelsius.jpg" alt="" /></p>
<p>Há pouco mais de um ano eu <a href="http://tarjapreta.org/toys/ganmetall-celsius" target="_blank">já tinha falado</a> sobre o <strong>Ganmetall Celsius</strong>, o toy que teve como acompanhamento uma HQ pra contar sua história. Agora, a <strong>Robotox Vinyl Anatomica</strong> irá lançar 5 peças de uma série do Ganmetall em tributo a <strong>Ryu Hayabusa</strong>, o ninja retalhador de Ninja Gaiden.</p>
<p>Cada peça foi vendida por <strong>US$ 260</strong>. Isso mesmo, foi, por que os 5 toys existentes já foram adquiridos, em pré-venda. Vale visitar o site da Robotox para <a href="http://www.rotoboxvinylanatomica.com/online-store.php" target="_blank">mais infos</a>. Absolutamente fantástica essa série do Ganmetall Celsius.</p>
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		<title>Brandon Schaefer</title>
		<link>http://tarjapreta.org/design/brandon-schaefer</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 22:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe Neto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Design]]></category>

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		<description><![CDATA[
Grandes obras permitem novos olhares. Neste sentido, o designer Brandon Schaefer vem ganhando notoriedade na internet por uma série de reinterpretações de pôsteres de filmes (alguns icônicos, outros nem tantos) em seu portifólio. Há desde Blade Runner (que ilustra o post) até Rocketeer, Tartarugas Ninjas, 2001: Uma Odisséia no Espaço, Planeta dos Macacos e Harvey, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img100.imageshack.us/img100/3087/brandonschaefer.jpg" /></p>
<p>Grandes obras permitem novos olhares. Neste sentido, o designer <strong>Brandon Schaefer</strong> vem ganhando notoriedade na internet por uma série de reinterpretações de pôsteres de filmes (alguns icônicos, outros nem tantos) em seu <a href="http://www.seekandspeak.com/" target="_blank">portifólio</a>. Há desde <strong>Blade Runner</strong> (que ilustra o post) até <strong>Rocketeer, Tartarugas Ninjas, 2001: Uma Odisséia no Espaço, Planeta dos Macacos</strong> e <strong>Harvey</strong>, dentre outros.</p>
<p>Fonte: Uma série de twitters amigos.</p>
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		<title>A Elegância de Woody Allen</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 22:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe Neto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[
Poucas pessoas souberam trabalhar tão bem a paranóia urbana quanto Woody Allen. Fazendo dela sua musa inspiradora (desculpe-me, Scarlett Johansson, mas você é apenas mais uma das suas belas coadjuvantes), Allen a conduziu ao patamar de arte, assim como Quentin Tarantino fez com a violência.
Os cariocas terão a oportunidade de conferir todo o trabalho do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img263.imageshack.us/img263/9823/woodyallen.jpg" /></p>
<p>Poucas pessoas souberam trabalhar tão bem a <strong>paranóia urbana</strong> quanto Woody Allen. Fazendo dela sua musa inspiradora (desculpe-me, <strong>Scarlett Johansson</strong>, mas você é apenas mais uma das suas belas coadjuvantes), Allen a conduziu ao patamar de arte, assim como Quentin Tarantino fez com a violência.</p>
<p>Os cariocas terão a oportunidade de conferir todo o trabalho do cineasta (incluindo a animação FormiguinhaZ e diversas obras em que ele apenas atuou ou foram inspiradas em sua cinegrafia) na mostra <strong>A Elegância de Woody Allen</strong>, que ocorre de 04 a 29 de novembro, no <strong>Centro Cultural Banco do Brasil</strong>. Já para os Paulistanos, os 40 filmes serão apresentados de 18 de novembro a 13 de dezembro.</p>
<p>Falando no Rio, é forte a negociação da prefeitura e do governo do Estado com a produção da próxima película de Allen para que ela seja rodada em terras cariocas. Espera-se que seu olhar único enfoque algo além dos morros, num esforço de melhorar a imagem da <strong>Cidade Maravilhosa</strong>, constante palco do típico favela movie brasileiro e das notícias assustadoras que ganham destaque nos jornais em todo o mundo.</p>
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		<title>Review: The Umbrella Academy: Suíte do Apocalipse</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe Neto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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The Umbrella Academy: A Suíte do Apocalipse foi bastante aguardada no Brasil. Não só é a primeira incursão de Gerard Way (vocalista da banda My Chemical Romance, com uma considerável legião de fãs) nos quadrinhos como é também a primeira aventura de Gabriel Bá (talentoso - e muitas vezes desconhecido - quadrinhista, ao lado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img260.imageshack.us/img260/3156/umbrellaacademy.jpg" /></p>
<p><strong>The Umbrella Academy: A Suíte do Apocalipse </strong>foi bastante aguardada no Brasil. Não só é a primeira incursão de <strong>Gerard Way</strong> (vocalista da banda My Chemical Romance, com uma considerável legião de fãs) nos quadrinhos como é também a primeira aventura de <strong>Gabriel Bá</strong> (talentoso - e muitas vezes desconhecido - quadrinhista, ao lado de seu irmão gêmeo Fábio Moon) no gênero dos Super-heróis. Em meio a altas expectativas, é uma boa notícia que a história não decepcione  nem um pouco.</p>
<p>O misterioso <strong>Reginald Hargreeves</strong>, cientista, milionário e alienígena espacial conhecido como Monóculo, adota sete crianças nascidas em um misterioso evento, formando a Umbrella Academy. Dez anos após, somos apresentados à uma curta aventura do grupo, contra uma torre Eiffel enfurecida, controlada pelo seu arquiteto, agora um <strong>robô-zumbi Gustave Eifeel</strong>. A história, então, parte para o futuro, onde vemos o grupo desfacelado, se reunindo para o funeral de seu pai adotivo, impedir o fim do mundo e, eventualmente, lidar com seus traumas de infância.<br />
<span id="more-1333"></span><br />
Way segue a cartilha básica das histórias de super-heróis. Mais do que isso, a exemplo de <strong>Grant Morrison</strong> (que, inclusive, assina um bem-humorado prefácio à obra), brinca com todos os estereótipos do gênero. Está tudo lá: Número Um, o líder focado em suas responsabilidades, e, por elas isolado; Número Dois, o membro rebelde e soturno em conflito com o líder; Quatro, o escape cômico nas situações de perigo mortal; Cinco, o viajante no tempo; Sete, a antiga aliada que enlouquece e se torna o vilão da vez e o final facilmente antecipável.</p>
<p>Mas, antes que seja um trabalho pobre, esquematizado, o desapego que Way promove em todas as páginas mostra que nunca foi sua intenção escrever um novo <strong>Watchmen</strong>. Ele queria criar uma obra rápida, divertida, que abraçasse livremente as convenções do gênero, prestando-lhes uma homenagem. Enquanto muitos pretensos gênios literários (alguém gritou <strong>Paulo Coelho</strong>?) invocam renovar o mundo da escrita, Way acertadamente não esconde suas limitações e simplesmente nos promove uma gostosa tarde de sábado em suas páginas.</p>
<p>Ocorre que o talento do escritor (embora iniciante) já começa a ser percebido desde já, e o clima surreal que confere à narrativa torna mais apropriadas suas falas rápidas e cheias de humor negro (algo que faltou, por exemplo, em Juno, onde o aparente clima realístico se choca com o afiado, e irreal, roteiro) e evita ser muito explicativo, deixando de travar a narrativa com detalhes desnecessários e permitindo ao leitor o saudável, e raro, exercício de complementação da narrativa: por que as 43 mulheres deram a luz num mesmo evento? Qual a razão do Monóculo adotar sete destas crianças? O que o número Cinco aprontou em Dalas? Quem eram aqueles que o atacaram, junto ao <strong>dr. Pogo</strong>?.</p>
<p>Mesmo com estereótipos, se notam leves incursões temas dramáticos bem profundos, que faltam na grande maioria dos quadrinhos atuais: Um nunca soube lidar com as próprias emoções, enquanto sempre tentou cumprir as expectativas de seu pai; Dois decide se rebelar contra o mundo para esconder sua dificuldade de se relacionar com sua família, e por aí vai.</p>
<p>Enquanto isso, é cada vez mais evidente que há muito já passou da hora do Brasil conhecer, e reverenciar, o trabalho de Bá. O artista e seu irmão são um sopro de genialidade nos quadrinhos e começam a ser reverenciados não só como desenhistas, mas como roteiristas, em terras ianques. É uma lástima que não se preste atenção no seu trabalho em solo pátrio.</p>
<p>Os dois estão acostumados a tramas enfocando <strong>relacionamentos humanos</strong>, abordando com leveza quase poética qualquer aspecto mais pesado do nosso comportamento. Embora possa parecer forasteiro no gênero dos homens de aço com cuecas por cima das calças, a arte de Bá casa perfeitamente com a proposta de Way.</p>
<p>The Umbrella Academy é uma hq ao pé da letra, e, longe de ser descartável, não consegue ainda se tornar um clássico, <strong>mas cumpre tudo a que se propõe</strong>. É formidável que seja a porta de entrada de inúmeros fãs de Way e sua banda, bem como o cartão de apresentação de Bá para muitos brasileiros.</p>
<p><strong>O encadernado tem 192 páginas, conta com o habitual cuidado da Editora Devir, como capa envernizada, e custa R$ 34,00.</strong></p>
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		<title>Kevin Cyr</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 01:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Design]]></category>

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		<description><![CDATA[
Bem bacana esse portfólio de ilustrações do designer Kevin Cyr. A grande maioria de seus desenhos é composta por furgões, carros de grande porte, etc. Tem até o tradicional carrinho americano de sorvete. No mínimo, curioso.
Certamente vale o click, assim como a referência.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img692.imageshack.us/img692/4048/kevincyr.jpg" alt="" /></p>
<p>Bem bacana esse portfólio de ilustrações do designer <a href="http://www.kevincyr.net/index.php?/ongoing/2009/" target="_blank">Kevin Cyr</a>. A grande maioria de seus desenhos é <strong>composta por furgões</strong>, carros de grande porte, etc. Tem até o tradicional carrinho americano de sorvete. No mínimo, curioso.</p>
<p>Certamente <strong>vale o click</strong>, assim como a referência.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tartarugas Ninja</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:59:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Animação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Até hoje me pergunto de onde surgiu a idéia de se fazer um desenho como o das Tartarugas Ninja. Tartarugas que são mutantes, jovens, treinadas por um rato, adoram pizza e têm uma repórter como sua grande aliada na superfície. Mas o mais curioso, é que eu adoro tudo isso. Na verdade todos adoramos.
Originalmente, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img140.imageshack.us/img140/8283/tartarugasninja.jpg" alt="" /></p>
<p>Até hoje me pergunto de onde surgiu a idéia de se fazer um desenho como o das Tartarugas Ninja. <strong>Tartarugas que são mutantes</strong>, jovens, treinadas por um rato, adoram pizza e têm uma repórter como sua grande aliada na superfície. Mas o mais curioso, é que eu adoro tudo isso. Na verdade todos adoramos.</p>
<p>Originalmente, as Tartarugas Ninja eram uma HQ independente, depois nasceu o desenho que popularizou a marca, aí virou game (<strong>Turtles in Time</strong> é um grande clássico em 2D), filme e mais recentemente, uma animação que não fez jus ao legado dessa turminha que aprontava altas confusões naquelas manhãs.</p>
<p>Mas agora, o futuro de Leonardo, Donatello, Raphael e Michangelo depende da Nickelodeon. O canal que pertence à <strong>Viacom</strong>, adquiriu por US$ 60 milhões os direitos globais da marca. Pesquisando a respeito, li que a Paramount já produz um novo filme das Tartarugas, previsto para chegar aos cinemas em 2012, assim como uma nova série em CGI, que também deve chegar no mesmo ano.</p>
<p>Seria bom se <strong>Pole Position</strong>, <strong>Nossa Turma</strong>, Punky, Caverna do Dragão e <strong>He-Man</strong> voltassem a ter novas séries produzidas. Ou Não?</p>
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		<title>Epic Mickey</title>
		<link>http://tarjapreta.org/games/epic-mickey</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 22:19:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Jeronimo Stamboni</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eu li há um tempo, em alguma revista de games qualquer, que Warren Spector (criador de Deus Ex) estava fazendo um jogo do Mickey para competir com ninguém mais, ninguém menos que o Mario. Sim, o próprio. O projeto parecia ambicioso, mas só recentemente, formou-se o hype sobre Epic Mickey, jogo no melhor estilo plataforma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img249.imageshack.us/img249/4343/epicmickey.jpg" alt="" /></p>
<p>Eu li há um tempo, em alguma revista de games qualquer, que Warren Spector (<strong>criador de Deus Ex</strong>) estava fazendo um jogo do Mickey para competir com ninguém mais, ninguém menos que o Mario. Sim, o próprio. O projeto parecia ambicioso, mas só recentemente, formou-se o hype sobre Epic Mickey, jogo no melhor estilo plataforma, que inicialmente seria desnvolvido para PS3, Xbox 360 e PC, mas que agora, se diz <strong>exclusivo para Nintendo Wii</strong>.</p>
<p>A idéia por trás de Epic Mickey é baseada na desconstrução, ou seja, todos aqueles ícones caricatos da Disney serão vistos de forma apocalíptica (!). Esboços do jogo entregam melhor a proposta, já que mostram o <strong>Pateta como um zumbi</strong>, o <strong>Mickey na forma de um robô</strong>, com garras e, acredite se quiser, uma máquina remendada com o rosto de cada um daqueles sete anões. Bizarro? Não, mas certamente ousado.</p>
<p>É até curioso que um jogo com tal premissa tenha sido cogitado para o Wii, já que nitida e obviamente, é uma plataforma que aposta em um público que opta por games casuais, focados na interatividade. Já o <strong>PS3 </strong>e o <strong>Xbox 360</strong>, aparentemente, despontariam como os grandes concorrentes na inserção de tal jogo em seu catálogo.</p>
<p>Não encontrei informações sobre datas, nada que entregasse a previsão de lançamento do jogo, mas como um bom gamer, esperarei ansionsamente para pôr as mãos nesse que, desde <strong>Mickey: Castle of Illusion</strong>, pode ser o grande jogo do mascote da Disney.</p>
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		<title>Herbert de Perto</title>
		<link>http://tarjapreta.org/cinema/herbert-de-perto</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 19:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe Neto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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Sempre sou muito criticado quando o assunto é Titãs. De forma alguma escondo meu desgosto com a banda que já foi brilhante, tendo um papel fundamental no rock brasileiro dos anos 80, mas que hoje mal consegue ser tolerável. Desta forma, o documentário A vida até parece uma festa teve para mim um forte tom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i291.photobucket.com/albums/ll296/chapeleiro/herbert.jpg" border="0" alt="Photobucket" /></p>
<p>Sempre sou muito criticado quando o assunto é <strong>Titãs</strong>. De forma alguma escondo meu desgosto com a banda que já foi brilhante, tendo um papel fundamental no rock brasileiro dos anos 80, mas que hoje mal consegue ser tolerável. Desta forma, o documentário <strong>A vida até parece uma festa</strong> teve para mim um forte tom de tristeza, de ver uma musicalidade tão viva no passado em contraste com o rock pálido e adolescente de hoje.</p>
<p><span id="more-1291"></span><br />
Enquanto isto, mesmo pincelado com certa melancolia, <strong>Herbert de Perto</strong> acaba tendo sentido totalmente contrário para mim. Os <strong>Paralamas</strong> são mais importantes em minha formação musical do que outras bandas mais prováveis, como a Legião. Me lembro como eu, assim como o resto do país, me choquei com o acidente de Herbert.</p>
<p>Da mesma forma, é viva a lembrança de vê-lo no palco, esbanjando genialidade, em um show pouquíssimo tempo após sua milagrosa recuperação. Mesmo em uma cadeira de rodas, com problemas em articular limpamente as palavras e, sobretudo, claramente abatido com a perda de Lucy, &#8220;o amor de sua vida&#8221;, sua presença <strong>dominava</strong> a praia onde fui assistí-lo.</p>
<p>O documentário foca-se tanto neste drama pessoal de Vianna, normalmente bastante reservado no que tange sua vida pessoal, quanto na trajetória de sucesso dos Paralamas, passando, inclusive, pelo início dos anos 90, onde a cena roqueira quase desapareceu em terras tupiniquins. Nota-se, como é de praxe as todas biografias autorizadas, que alguns temas mais delicados, como discussões dentro do grupo foram ignorados (enquanto o filme dos Titãs retratou a <strong>saída de Nando Reis e de Arnaldo Antunes</strong>), mas não se compromete  a película.</p>
<p>Durante todo o filme há a certeza de que é o espírito adolescente de Vianna e de seus companheiros, sabiamente dosado pela idade, que os fazem seguir em frente. Assim, os Paralamas se apresentam ao público como uma banda que soube conciliar <strong>empolgação e amadurecimento</strong> e viveu plenamente todas as suas fases, usando as raíses para construir os próximos rumos de sua carreira. Não à toa, são uma das poucas bandas que conseguem contato com públicos de faixas etárias distintas sem soarem como empurrados a isto.</p>
<p>Herbert de perto foi feito para quem gosta do que é bom: de boas músicas a uma boa história de superação. Mas sem pieguismos, para ambas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ultimato</title>
		<link>http://tarjapreta.org/quadrinhos/ultimato</link>
		<comments>http://tarjapreta.org/quadrinhos/ultimato#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 21:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Felipe Neto</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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Ultimato representa o que de pior acometeu os quadrinhos de super-heróis nos anos 90: arte chamativa escondendo um roteiro extremamente furado e excesso de violência. No entanto, é ainda mais triste ver que parte das mãos de Jeph Loeb, outrora gênio responsável por obras lindíssimas como Batman: O Longo Dias das Bruxas, Superman: Quatro Estações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i291.photobucket.com/albums/ll296/chapeleiro/ultimatum-1.jpg" border="0" alt="Photobucket" /></p>
<p><strong>Ultimato</strong> representa o que de pior acometeu os quadrinhos de super-heróis nos anos 90: arte chamativa escondendo um roteiro extremamente furado e excesso de violência. No entanto, é ainda mais triste ver que parte das mãos de <strong>Jeph Loeb</strong>, outrora gênio responsável por obras lindíssimas como <strong>Batman: O Longo Dias das Bruxas</strong>,<strong> Superman: Quatro Estações</strong> e a série das cores (<strong>Hulk: Cinza, Homem-Aranha: Azul, Demolidor: Amarelo</strong>), e que acomete a linha ultimate.</p>
<p>Esta linha (Millennium, no Brasil), uma vez foi o novo selo da Marvel, recontando com grande frescor as histórias de seus personagens mais famosos, rendendo o fenomenal <strong>Homem-Aranha</strong> (que ainda é melhor que a série no universo tradicional), os bons primeiros arcos de <strong>X-men</strong> (que, infelizmente, perdeu-se e está péssima) e os maravilhosos dois primeiros volumes dos <strong>Supremos</strong> (antes que o próprio Loeb trouxesse à luz a terceira e horripilante temporada).</p>
<p>Em Ultimato, uma tsunami devasta Nova Iorque, e diversos heróis estão entre as milhões de vítimas. Segue-se, então, uma série de devastações climáticas e atentados terroristas que aumentam cada vez mais o número de mortos. O responsável pela carnificina é <strong>Magneto</strong>, atormentado pela morte de sua filha Wanda, resultado de um complô armado pelo Doutor Destino.</p>
<p>De cena chocante atrás de cena chocante, sem qualquer sentido ou adicional à trama, servindo apenas de <strong>polêmica barata</strong>, a mini-série não consegue se sustentar como história e a única coisa que deixa de bom é uma nova fase do Homem-Aranha. Como se a atual já não estivesse espetacular, o que vem pela frente é a verdadeira essência do herói aracnídeo no século XXI: uma boa e bem humorada história de adolescentes.</p>
<p>Enquanto tantas boas obras inundam bancas e livrarias, dos heróis aos mangás, passando pelos europeus e bons álbuns brasileiros, a dica mais preciosa que eu posso deixar aos leitores é que <strong>passem longe desta atrocidade</strong>. Aproveitem para ler um bom livro, o novo de José Saramago está fascinante.</p>
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