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href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;D0QEQ34zfyp7ImA9WhdRGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-7657671981363575628</id><published>2011-08-08T23:01:00.001-03:00</published><updated>2011-08-08T23:01:42.087-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T23:01:42.087-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="barbara fazio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atriz" /><title>Bárbara Fazio</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YFFygI86cfg/TkCUwpLMGxI/AAAAAAAAP_E/R-Re_I0L0HA/s1600/Barbara+Fazio.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-YFFygI86cfg/TkCUwpLMGxI/AAAAAAAAP_E/R-Re_I0L0HA/s1600/Barbara+Fazio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Bárbara Fazio, atriz, nasceu em São Paulo, SP, em 03/02/1929, e é filha de brasileiros e neta de italianos. O pai, Domingos e a mãe Virginia deram às filhas uma educação muito serena, jamais imaginando que a filha Bárbara se tornasse atriz e se casasse com um dos maiores escritores da televisão, o pioneiro Walter George Durst.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Domingos Fazio deixava, para satisfação das filhas, que elas frequentassem a Igreja da Pompéia e seu centro recreativo. E nele Bárbara declamava, e era boa nisso.

E foi assim que Walter George Durst chegou a ela. Convidou a jovem para ler poemas em um programa da Rádio Cultura. As irmãs de Bárbara, principalmente a mais velha, protegiam Bárbara, pois logo perceberam um namoro entre a “declamadora” e o “escritor”. Elas gostavam do jeito sério e inteligente de Walter.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Bárbara logo começou a trabalhar ao lado dele, escrevendo e depois interpretando textos de rádio. Rádio Cultura, Rádio Tupi, Rádio Bandeirantes. E as irmãs de Bárbara “dobravam o velho”, quando Walter pediu a moça em casamento. Nascia ali um grande amor. Bárbara não apenas amava Walter, como o admirava, já que ele tinha um estilo revolucionário para a época. Gostava do jeito coloquial e informal de representação, bem próximo do cotidiano. O casamento de Bárbara deu-se em 17 de fevereiro de 1950.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Poucos meses depois, começou a trabalhar na recém inaugurada TV Tupi.

Começou no “Teatro da Juventude”, de Júlio Gouveia. Depois passou a participar do “TV de Vanguarda”, que existia naquela emissora, principalmente nas grandes adaptações feitas pelo marido. Mas, por ser a esposa, não ganhava nada e procurava não se expor muito, para não despertar ciúme nas atrizes contratadas da época.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Foi quando Walter George Durst e Cassiano Gabus Mendes resolveram fazer o filme “O Sobrado”, uma adaptação de um episódio da trilogia “O tempo e o vento”, de Érico Veríssimo. Bárbara, embora clara e alta, ganhou o papel de uma índia. E saiu-se bem. A maquiagem ficou perfeita. “O Sobrado” fez muito sucesso e foi muito aplaudido pela crítica.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Continuou sua carreira, e logo foi para o Teatro de Arena, onde fez várias peças.

E foi também para a TV Record, onde fez teleteatros, também participando do programa “Capitão Sete”. Foi para a TV Paulista, onde viveu uma fase importante, pois Bárbara teve sua primeira filha Ella, e Walter, embora permitisse o trabalho da esposa, gostava muito quando ela ficava em casa cuidando do lar, e o ajudando na preparação dos scripts.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A sua carreira foi assim, cheia de intervalos, em que ela se afastava para depois voltar a aparecer. Participou do programa “O Grupo” de Paulo Gaudêncio. E foram raras as vezes em que ela tinha salário, pois quando trabalhava ao lado do marido, não ganhava nada, pois assim era a maneira de pensar dele, homem sério demais, correto demais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Esteve ainda na TV Bandeirantes e, anos depois, na TV Globo, TV Manchete e SBT. Fazia teatro que vez em quando, sempre marcando muito com sua presença, e fazendo papéis importantes, como Blanche Dubois, na peça “Um bonde chamado desejo”. Na Globo fez as novelas: “Brega e Chique”, “Coração Alado”, e outras.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na Manchete fez “Tocaia Grande”, e no SBT fez “Ossos do Barão”. Ao terminar essa novela, um grande drama se abateu sobre Bárbara: o marido faleceu.

Walter era o adaptador da novela, e a escreveu até o último capítulo. Após o que, adoeceu e veio a morrer.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Já com dois filhos, pois teve também um rapaz, Marcelo, hoje ela pensa em fazer a “Fundação Walter George Durst”, pois possui imenso material deixado pelo esposo. E, ainda conservando a beleza serena, que sempre a marcou, ela vive embalada pela saudade desse amor, razão maior de sua vida, e que durou 50 anos. E que, na verdade, continuará a existir eternamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fonte: Depoimento dado ao Museu da Televisão Brasileira , em 06/12/99.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-7657671981363575628?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3GhA2uG2KCVmZTYjwGFl7x4SiSI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3GhA2uG2KCVmZTYjwGFl7x4SiSI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3GhA2uG2KCVmZTYjwGFl7x4SiSI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3GhA2uG2KCVmZTYjwGFl7x4SiSI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/BpwVAJ5ScUE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/7657671981363575628/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/barbara-fazio.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/7657671981363575628?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/7657671981363575628?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/BpwVAJ5ScUE/barbara-fazio.html" title="Bárbara Fazio" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-YFFygI86cfg/TkCUwpLMGxI/AAAAAAAAP_E/R-Re_I0L0HA/s72-c/Barbara+Fazio.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/barbara-fazio.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8AQH89eyp7ImA9WhdRGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-8370707827081261660</id><published>2011-08-08T22:36:00.001-03:00</published><updated>2011-08-08T22:37:21.163-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T22:37:21.163-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atriz" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dubladora" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="arlete montenegro" /><title>Arlete Montenegro</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Lrsw4fQR4_4/TkCO9A-7gdI/AAAAAAAAP_A/7Zpf_GABXyE/s1600/arlete+montenegro.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-Lrsw4fQR4_4/TkCO9A-7gdI/AAAAAAAAP_A/7Zpf_GABXyE/s1600/arlete+montenegro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Arlete Montenegro, atriz e dubladora, nasceu em São Paulo, SP, em 15/10/1938. Sua mãe, Luiza, era empregada doméstica. E Arlete diz que sempre só tiveram uma à outra, já que não conheceu o pai. Sua infância foi difícil, porém, acarinhada por sua avó preta e sua tia preta, que a criaram.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Estudou apenas o primário e depois disso, fez cursos diversos. Era sempre a primeira da classe e gostava muito de ler, por isso fazia a leitura das poesias em classe e os discursos de fim de ano. Começou a trabalhar aos doze anos numa fábrica e todo o seu dinheirinho era entregue à mãe. Gostava de ouvir rádio e foi assim que aos 19 anos tomou conhecimento de um concurso da Rádio São Paulo, que se chamava: “Procura-se uma estrela”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apresentou-se. Sua voz, com dicção perfeita, foi logo notada. Tirou primeiro lugar e foi contratada pela rádio, onde passou a trabalhar o dia inteiro. A seguir, começou a partir de novelas na emissora que era líder de audiência na época. Logo, ganhou o prêmio "Tupiniquim", como melhor rádio-atriz. Ficou depois com o título de "Heroína do Quarto Centenário", pois era o ano de 1954.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Logo foi convidada para a TV Record. E já começou fazendo a Esmeralda do “Corcunda de Notre Dame”, uma cigana que dançava e era linda. Arlete também o era. E nunca mais parou de fazer televisão. E não ficou só aí. Entrou também para a dublagem, sempre aproveitando o maior dom que Deus lhe deu: sua voz. E também foi para o teatro, atuando em, dentre outras peças, "Noites Brancas", "Ilha dos Cabras" e "Dois na Gangorra".&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nos anos sessenta e setenta atuou na TV Excelsior onde interpretou Belinha em "Ambição" (1964) e Cristina de Godói na primeira versão de "A Muralha" (1968/1969), minissérie baseada na obra de Dinah Silveira de Queiroz. A seguir atuou em novelas da TV Tupi como "O Preço de Um Homem" (1971/1972) na pele de Rosa e a seguir integrou o elenco de "Meu Rico Português" (1975) onde viveu Dora e depois trabalhou na primeira versão de "A Viagem" (1975/1976) interpretando Mariana.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Depois disso passou um longo período afastada do meio televisivo até interpretar Leda na novela "Cara e Coroa" exibida pela Rede Globo entre 1995 e 1996. A seguir tabalhou na Rede Record interpretando Sara em "Olho da Terra" (1997) e no SBT interpretando Débora em "Marisol" (2002). De volta à Globo fez participações especiais em "Páginas da Vida" interpretando Yolanda e em "O Profeta" como Tia Filomena, estas últimas no ano de 2006.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Dublagem&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Embora tenha dublado atrizes como Jane Fonda, Lana Turner e Shirley MacLaine, foi como intérprete de Bette Midler que atuou com maior frequência, vide os filmes "Amigas Para Sempre", "Cuidado Com As Gêmeas" e a primeira dublagem do filme "Abracadabra". Em "Mulher Nota Mil" dublou a personagem-título e nos desenhos animados deu vida à Senhora Puff em "Bob Esponja" e a Lyly Monstro em "Os Monstros". Dublou também alguns personagens em animes, como Sailor Galáxia em "Sailor Moon", Madame Durwin em "Cybercops", Urânia em "Jem e as Hologramas" e Vovó Ursa em" Ursinhos Carinhosos".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fontes: Wikipédia; Netsaber; &lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-8370707827081261660?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XDBBOSedCoD2B-VKf3kC0s0Vx3Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XDBBOSedCoD2B-VKf3kC0s0Vx3Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XDBBOSedCoD2B-VKf3kC0s0Vx3Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XDBBOSedCoD2B-VKf3kC0s0Vx3Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/8apoYxMbP0k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/8370707827081261660/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/arlete-montenegro.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/8370707827081261660?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/8370707827081261660?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/8apoYxMbP0k/arlete-montenegro.html" title="Arlete Montenegro" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Lrsw4fQR4_4/TkCO9A-7gdI/AAAAAAAAP_A/7Zpf_GABXyE/s72-c/arlete+montenegro.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/arlete-montenegro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEUCQnwzeSp7ImA9WhdRGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-423690873526065948</id><published>2011-08-08T22:11:00.000-03:00</published><updated>2011-08-08T22:11:03.281-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-08T22:11:03.281-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atriz" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aracy balabanian" /><title>Aracy Balabanian</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kTkN-Lb58co/TkCI7AUfSYI/AAAAAAAAP-8/4m7VmdfgbV8/s1600/aracy+bal.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-kTkN-Lb58co/TkCI7AUfSYI/AAAAAAAAP-8/4m7VmdfgbV8/s1600/aracy+bal.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Aracy Balabanian, atriz, nasceu em Campo Grande, MS, em 22/02/1940 e seus pais vieram para o Brasil da Armênia, fugindo do genocídio promovido naquele país pelos turcos otomanos. Eles fixaram residência na capital do atual estado de Mato Grosso do Sul onde Aracy e os irmãos nasceram. Seu pai se chamava Rafael Balabanian e era comerciante e sua mãe era chamada Estér Balabanian, uma dona-de-casa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Foi registrada como se tivesse nascido em 25 de abril de 1940, pois na época era comum, por ter nascido em casa, as pessoas serem registradas errado, devido a distância de cartórios e hospitais, pois Campo Grande na época era interior e não capital. Seu nome era para se escrito Araccy, que é o verdadeiro nome armênio, mas o cartório pediu ao pai dela para que se graface um nome a estilo brasileiro e assim ficou Aracy.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Aos quinze anos mudou-se para São Paulo com os sete irmãos e ajudava os pais na criação dos irmãos menores. Fez e passou no vestibular para Ciências Sociais e para a Escola de Arte Dramática, vindo a abandonar os estudos de Sociologia, de outro vestibular que ela fez e tinha passado, para se dedicar ao teatro, sua verdadeira paixão. Diz que viveu numa época que era considerado feio uma mulher fazer teatro, já que antigamente a mulher era educada para ser dona-de-casa e obedecer ao marido.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A sua estréia em televisão foi na peça &lt;i&gt;Antígona&lt;/i&gt;, de Sófocles, montada pela TV Tupi. Contrário à carreira da atriz, o pai de Aracy só aceitou a opção profissional da filha em 1968, quando ela contracenou com Sérgio Cardoso na novela &lt;i&gt;Antônio Maria&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tornou-se uma das maiores intérpretes do meio e criou personagens inesquecíveis como a idealista Violeta de &lt;i&gt;O Casarão&lt;/i&gt; (1976), de Lauro César Muniz, a sofrida Maria Faz-Favor de&lt;i&gt; Coração Alado&lt;/i&gt; (1980/81), de Janete Clair, a ardilosa Marta de&lt;i&gt; Ti Ti Ti (&lt;/i&gt;1985/86) e a misteriosa Maria Fromet de &lt;i&gt;Que Rei Sou Eu? &lt;/i&gt;(1989), ambas de Cassiano Gabus Mendes, a excêntrica Dona Armênia das novelas &lt;i&gt;Rainha da Sucata &lt;/i&gt;(1990) e &lt;i&gt;Deus nos Acuda&lt;/i&gt; (1992/93), ambas de Sílvio de Abreu e aquela que talvez seja a sua mais marcante, a fria e autoritária matriarca Filomena Ferreto de &lt;i&gt;A Próxima Vítima&lt;/i&gt; (1995), também de Sílvio de Abreu.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Outro papel marcante é a Gemma Matoli, na novela &lt;i&gt;Passione&lt;/i&gt;, exibida recentemente pela Rede Globo e escrita por Silvio de Abreu. Gemma é a grande protetora da família dos Matoli, principalmente de seu irmão de criação Totó (Tony Ramos). Gemma luta com unhas e dentes por sua família, por isso é um dos personagens centrais da trama.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Curiosamente atuou pouquíssimo no cinema nacional.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No teatro, pode-se ressaltar seus desempenhos em peças dirigidas por Ademar Guerra, como&lt;i&gt; Hair&lt;/i&gt;, de 1968 e interpretando Clarice Lispector em &lt;i&gt;Clarice Coração Selvagem&lt;/i&gt;, encenada em 1998. Sua personagem mais conhecida pelo grande público no teatro foi a socialite decadente Cassandra, no humorístico &lt;i&gt;Sai de Baixo&lt;/i&gt;, gravado ao vivo do Teatro Procópio Ferreira de 1996 a 2002 para a Rede Globo de Televisão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Por sempre ter se dedicado a carreira artística, Aracy nunca se casou e também não teve filhos. Também nunca apareceu com nenhum namorado na mídia.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Carreira&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Televisão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;

1964 	Marcados pelo Amor&lt;br /&gt;
1966 	O Amor Tem Cara de Mulher&lt;br /&gt;
1966 	Um Rosto Perdido&lt;br /&gt;
1967 	Angústia de Amar&lt;br /&gt;
1967 	Meu Filho, Minha Vida&lt;br /&gt;

1967 	Sublime Amor&lt;br /&gt;
1968 	Antônio Maria&lt;br /&gt;
1968 	O Coração Não Envelhece&lt;br /&gt;
1969 	Nino, o Italianinho&lt;br /&gt;
1971 	A Fábrica&lt;br /&gt;
1972 	O Primeiro Amor&lt;br /&gt;
1972 	Vila Sésamo&lt;br /&gt;
1974 	Corrida do Ouro&lt;br /&gt;
1975 	Bravo!&lt;br /&gt;
1976 	O Casarão&lt;br /&gt;

1977 	Locomotivas&lt;br /&gt;
1978 	Pecado Rasgado&lt;br /&gt;
1980 	Coração Alado&lt;br /&gt;
1981 	Brilhante&lt;br /&gt;
1982 	Elas por Elas&lt;br /&gt;
1983 	Guerra dos Sexos&lt;br /&gt;
1984 	Transas e Caretas&lt;br /&gt;
1985 	Ti Ti Ti&lt;br /&gt;
1986 	Mania de Querer&lt;br /&gt;
1987 	Helena&lt;br /&gt;
1989 	Que Rei Sou Eu?&lt;br /&gt;
1990 	Rainha da Sucata&lt;br /&gt;
1991 	Felicidade&lt;br /&gt;
1992 	Deus Nos Acuda&lt;br /&gt;
1994 	Pátria Minha&lt;br /&gt;
1994 	A Desinibida do Grajaú&lt;br /&gt;
1995 	A Próxima Vítima&lt;br /&gt;
1995 	Engraçadinha... Seus Amores e Seus Pecados&lt;br /&gt;
1996-2002 	Sai de Baixo&lt;br /&gt;
2001 	Brava Gente&lt;br /&gt;
2002 	Sabor da Paixão&lt;br /&gt;

2003 	Linha Direta&lt;br /&gt;
2004 	Da Cor do Pecado&lt;br /&gt;
2005 	A Lua Me Disse&lt;br /&gt;
2007 	Eterna Magia&lt;br /&gt;
2008 	Casos e Acasos&lt;br /&gt;

2008 	Queridos Amigos&lt;br /&gt;
2008 	Toma Lá, Dá Cá&lt;br /&gt;
2008 	O Natal do Menino Imperador&lt;br /&gt;
2010 	Passione&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cinema&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1998 - Policarpo Quaresma, Herói do Brasil&lt;br /&gt;
1998 - Caramujo-flor&lt;br /&gt;
1975 - A Primeira Viagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teatro&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1963 - Os Ossos do Barão&lt;br /&gt;
1966 - Oh, que delícia de guerra&lt;br /&gt;
1969 - Hair&lt;br /&gt;
1977 - Brechet, segundo Brechet&lt;br /&gt;

1980 - A Direita do Presidente&lt;br /&gt;

1985 - Boa noite Mãe&lt;br /&gt;

 1985 - O Tempo e os Conways&lt;br /&gt;

 1988 - Folias no Box&lt;br /&gt;
1991 - Fulaninha e Dona Coisa&lt;br /&gt;
1995 - Dias Felizes&lt;br /&gt;
1998 - Clarice Coração Selvagem&lt;br /&gt;
2006 - Comendo entre as refeições&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;


 Prêmios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1996 	-&amp;nbsp; APCA 	- Melhor Atriz de Televisão -&amp;nbsp; 	A Próxima Vítima&lt;br /&gt;
1995&amp;nbsp; 	- Melhores do Ano (Domingão do Faustão) -&amp;nbsp; 	Melhor Atriz -&amp;nbsp; 	A Próxima Vítima&lt;br /&gt;
1996&amp;nbsp; - Troféu Imprensa 	- Melhor atriz -&amp;nbsp; 	A Próxima Vítima&lt;br /&gt;
2002 	- Prêmio Contigo -&amp;nbsp; 	Melhor Atriz Cômica 	- Sabor da Paixão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Wikipédia.


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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fbJp3sgHbLJnDk2sDZtX9fVJRIU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fbJp3sgHbLJnDk2sDZtX9fVJRIU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WYv1nJGCLqM/Tj1pFW4py0I/AAAAAAAAP88/YhNGIEf5KEc/s1600/antonio+fagundes.jpeg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-WYv1nJGCLqM/Tj1pFW4py0I/AAAAAAAAP88/YhNGIEf5KEc/s1600/antonio+fagundes.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Antônio Fagundes (Antônio da Silva Fagundes Filho), ator, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 18/04/1949. Um dos mais bem-sucedidos intérpretes de sua geração, transita dos tipos rústicos aos refinados, englobando uma extensa galeria de criações do repertório nacional e internacional. Nasceu no Rio, mas mudou com seus pais para São Paulo aos oito anos de idade e morou lá por mais de 30 anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Iniciou no teatro amador e estudantil em 1963, sendo absorvido pelo Teatro de Arena de São Paulo na montagem de &lt;i&gt;Farsa do Cangaceiro, Truco e Padre&lt;/i&gt;, de Chico de Assis, pelo Núcleo 2 da companhia, em 1967.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Permaneceu no Teatro de Arena até sua dissolução, nas montagens de &lt;i&gt;Arena Conta Tiradentes&lt;/i&gt;, de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, &lt;i&gt;La Moschetta&lt;/i&gt;, de Angelo Beolco, e &lt;i&gt;O Círculo de Giz Caucasiano&lt;/i&gt;, de Bertolt Brecht, em 1967; &lt;i&gt;Primeira Feira Paulista de Opinião&lt;/i&gt;, com textos de Lauro César Muniz, Bráulio Pedroso, Gianfrancesco Guarnieri, Jorge Andrade, Plínio Marcos e Augusto Boal, em 1968, e &lt;i&gt;A Resistível Ascensão de Arturo Ui&lt;/i&gt;, também de Bertolt Brecht, em 1970, direções de Augusto Boal.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1969 esteve em &lt;i&gt;Hair&lt;/i&gt;, de Gerome Ragni e James Rado, com Ademar Guerra; &lt;i&gt;O Cão Siamês&lt;/i&gt;, de Antônio Bivar, ao lado de Yolanda Cardoso e Marta Saré, de Gianfrancesco Guarnieri e Edu Lobo, com Fernanda Montenegro e direção de Fernando Torres. &lt;i&gt;Castro Alves Pede Passagem&lt;/i&gt;, texto e direção de Gianfrancesco Guarnieri foi criado em 1971; participando, no ano seguinte, de &lt;i&gt;Pequenos Assassinatos&lt;/i&gt;, texto de Jules Feiffer, dirigido por Osmar Rodrigues Cruz. Com o mesmo diretor, em seguida, integrou a montagem de &lt;i&gt;Um Grito de Liberdade&lt;/i&gt;, de Sérgio Viotti, produção do Teatro Popular do Sesi - TPS.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1973 protagonizou duas realizações bem-sucedidas: &lt;i&gt;Godspell&lt;/i&gt;, um musical da Broadway, e &lt;i&gt;O Evangelho Segundo Zebedeu&lt;/i&gt;, de César Vieira, numa direção de Silnei Siqueira para o Teatro da Cidade de Santo André. As criações de &lt;i&gt;Caminho de Volta&lt;/i&gt;, texto de Consuelo de Castro, em 1974, e &lt;i&gt;Muro de Arrimo&lt;/i&gt;, de Carlos Queiroz Telles, em 1975, ligam-no ao teatro de resistência do período mais conturbado com a Censura.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nos anos seguintes surgiu em montagens significativas, sempre com muita projeção, como &lt;i&gt;Gata em Telhado de Zinco Quente&lt;/i&gt;, de Tennessee Williams, encenação de Paulo José, numa produção da Companhia Tereza Raquel, em 1976; &lt;i&gt;A História é Uma História&lt;/i&gt;, de Millôr Fernandes em 1978, e, sobretudo, &lt;i&gt;Sinal de Vida&lt;/i&gt;, de Lauro César Muniz, 1979. Associado a Antônio Abujamra empreendeu um projeto de longa duração, ocupando o Teatro Brasileiro de Comédia - TBC, com uma programação voltada ao experimentalismo. Ali, lançou novos autores nacionais, ele próprio escrevendo &lt;i&gt;Pelo Telefone&lt;/i&gt;, um dos textos encenados, em 1980.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A bem-sucedida montagem de &lt;i&gt;O Homem Elefante&lt;/i&gt;, de Bernard Pomerance, em 1981, impulsionou Fagundes à criação de uma companhia com elenco fixo e uma linha artística de repertório, que no ano seguinte, estreiou &lt;i&gt;Morte Acidental de um Anarquista&lt;/i&gt;, de Dario Fo, como Companhia Estável de Repertório - CER. Seguiram-se: &lt;i&gt;Xandu Quaresma&lt;/i&gt;, de Chico de Assis, em 1983; e &lt;i&gt;Cyrano de Bergerac&lt;/i&gt;, de Edmond Rostand, espetáculo de Flávio Rangel, em 1985; &lt;i&gt;Carmem com Filtro&lt;/i&gt;, primeira direção de Gerald Thomas em São Paulo, em 1986, mesmo ano em que criou &lt;i&gt;Nostradamus&lt;/i&gt;, de Doc Comparato, direção de Antônio Abujamra.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nos anos seguintes, a CER buscou um repertório mais experimental, com a ambiciosa adaptação teatral de &lt;i&gt;Fragmentos de um Discurso Amoroso&lt;/i&gt;, de Roland Barthes, encenação de Ulysses Cruz, em 1988. Uma associação com artistas franceses resultou na mal-sucedida &lt;i&gt;O País dos Elefantes&lt;/i&gt;, de Louis Charles Sirjacq e direção de Alain Millianti, espetáculo que mesclou anseios de liberdade em diversos pontos do planeta, apresentado no Festival de Avignon, França.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Com Ulysses Cruz, participou da montagem de &lt;i&gt;História do Soldado&lt;/i&gt;, de Igor Stravinsky e C. F. Ramuz, montagem comemorativa do vigésimo aniversário do Teatro Municipal de Santo André, em 1990; e produziu: &lt;i&gt;Macbeth&lt;/i&gt;, de William Shakespeare, em 1992; a comédia &lt;i&gt;Vida Privada&lt;/i&gt;, de Mara Carvalho, em 1994; &lt;i&gt;Oleanna&lt;/i&gt;, de David Mamet, em 1996. Sob a direção de Jorge Takla, atua em &lt;i&gt;Últimas Luas&lt;/i&gt;, de Furio Bordon, em 1999, e com direção de Bibi Ferreira, em Sete Minutos, comédia de sua autoria, 2002.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Estreou na televisão em 1969, na telenovela &lt;i&gt;Nenhum Homem é Deus&lt;/i&gt;, da TV Tupi. Começou na Rede Globo em 1976, na telenovela &lt;i&gt;Saramandaia&lt;/i&gt;. Atuou também, por vários anos, como protagonista da série &lt;i&gt;Carga Pesada&lt;/i&gt;, de 1979 a 1981, e de 2003 a 2007.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O ator tem quatro filhos: Dinah Abujamra Fagundes, empresária, Antônio Fagundes Neto, publicitário, e Diana Abujamra Fagundes, produtora e radialista, de seu primeiro casamento com a também atriz, bailarina e diretora Clarisse Abujamra com quem foi casado por 15 anos, e Bruno Fagundes, com sua ex-mulher a atriz Mara Carvalho.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Carreira artística&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Novelas&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1968 - Antônio Maria&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1969 - Nenhum Homem é Deus.... Netinho&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1972 - A Revolta dos Anjos.... Vítor&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1973 - Mulheres de Areia.... Alaor&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1974 - O Machão.... Petruchio&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1972 - Bel-Ami.... Cadu&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1976 - Saramandaia.... Lua Viana&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1977 - Nina - Bruno&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1978 - Dancin' Days.... Cacá&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1983 - Champagne.... João Maria&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1983 - Louco Amor.... Jorge Augusto&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1984 - Corpo a Corpo.... Osmar&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1988 - Vale Tudo.... Ivan Meireles&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1990 - Rainha da Sucata.... Caio Szimanski&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1991 - O Dono do Mundo.... Felipe Barreto&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1993 - Renascer.... José Inocêncio&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1994 - A Viagem.... Otávio César Jordão&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1995 - A Próxima Vítima.... Astrogildo&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1996 - O Rei do Gado.... Bruno Mezenga / Antônio Mezenga&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1997 - Por Amor.... Atílio&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1999 - Terra Nostra.... Gumercindo&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2001 - Porto dos Milagres.... Félix Guerrero / Bartolomeu Guerrero&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2002 - Esperança.... Giuliano&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2002 - Vale Todo.... Salvador&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2007 - Duas Caras.... Juvenal Antena&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2008 - Negócio da China.... Ernesto Dumas&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2010 - Tempos Modernos - Leal Cordeiro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2011 - Insensato Coração - Raul Brandão&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Minisséries e Seriados&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1978 - Caso Especial: Jorge, um Brasileiro.... Jorge&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1979/1981 - Carga Pesada.... Pedro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1981 - Amizade Colorida.... Edu&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1982 - Avenida Paulista.... Alex Torres&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1982 - Caso Verdade: Filhos da Esperança.... Jasper Palmer&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1991 - Mundo da Lua.... Rogério Silva&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1992 - Você Decide, O Sonho Dourado&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1995 - Engraçadinha... Seus Amores e Seus Pecados.... Dr.Bergamini&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1995 - A Comédia da Vida Privada.... Beto&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1998 - Labirinto.... Ricardo Velasco&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2002 - Brava Gente.... José&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2003/2007 - Carga Pesada.... Pedro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2005 - Mad Maria.... Ministro J. de Castro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2010 - As Cariocas.... Oscar (Cacá)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Programas de auditório&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1981/1983 - É Proibido Colar ... Apresentador&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Outros programas&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1992 - Você Decide.... Apresentador&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No teatro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1964 - A ceia dos cardeais&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1966 - Atlantic’s queen&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Arena canta Tiradentes&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Feira paulista de opinião&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A resistível ascensão de Arturo Ui&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Castro Alves pede passagem&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1980 - Pelo telefone&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1985 - Cyrano de Bergerac&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1986 - Xandu Quaresma&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1988 - Fragmentos de um discurso amoroso&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1992 - Macbeth&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1994 - Vida privada&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1996 - Oleanna&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1999 - Últimas luas&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2002 - Sete minutos&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2005 - As Mulheres da Minha Vida&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2008 - Restos&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No cinema&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1967 - Sandra, Sandra&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1969 - A Compadecida&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1971 - Eterna Esperança&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1975 - A Noite das Fêmeas&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1975 - Eu faço... Elas Sentem&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1976 - Elas São do Baralho&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1977 - Vida Vida&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1978 - A Noite dos Duros&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1978 - Doramundo&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1979 - O Menino Arco-Íris&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1979 - Gaijin – Os Caminhos da Liberdade&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1980 - Os Sete Gatinhos&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1981 - Pra Frente, Brasil&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1982 - Tchau, amor&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1982 - As Aventuras de Mário Fofoca&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1982 - Das Tripas Coração&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1982 - Carícias Eróticas&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1983 - A Próxima Vítima&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1983 - O Menino Arco-Íris&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1985 - Jogo duro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1986 - Besame mucho&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1986 - Anjos da noite&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1987 - Eternamente Pagu&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1987 - A Dama do Cine Shanghai&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1987 - Leila Diniz&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1988 - Barbosa&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1989 - O Corpo&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1992 - Beijo 2348/72&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1993 - Era Uma Vez no Tibet&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1996 - Doces Poderes&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1998 - Fica Comigo&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1999 - No Coração dos Deuses&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1999 - O Tronco&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1999 - Paixão Perdida&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2000 - O Grinch (dublagem)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2000 - Bossa nova&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2000 - Villa-Lobos - Uma Vida de Paixão&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2003 - Sete Minutos&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2003 - Deus É Brasileiro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2004 - A Dona da História&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2005 - A Marcha dos Pinguins (dublagem)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2005 - Achados e perdidos&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Discografia&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1999 - Tributo a João Pacífico&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Prêmios&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1985 - Prêmio Molière, melhor ator de teatro por Cyrano de Bergerac.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1988 - Rio Cine Festival, melhor ator (cinema) por A Dama do Cine Shanghai&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1988 - Prêmio Molière, melhor ator de teatro por Fragmentos de um Discurso Amoroso.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1991 - Troféu Imprensa, melhor ator de televisão por O Dono do Mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1992 - Festival Internacional del Cine (Cartagena de las Indias), melhor ator de cinema por O Corpo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1993 - Troféu APCA, melhor ator de televisão por Renascer.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1993 - Troféu Imprensa, melhor ator de televisão por Renascer.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1997 - Prêmio Contigo! - melhor ator de televisão por Por Amor'.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1999 - Prêmio da Casa da Cultura de Roma, teatro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1999 - Prêmio Qualidade Brasil, melhor ator de teatro e televisão pelo conjunto de trabalhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1999 - Troféu APCA, melhor ator de teatro por Últimas Luas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2000 - Troféu Super Cap de Ouro, televisão por Terra Nostra.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2001 - Prêmio Qualidade Brasil, RJ - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2001 - Prêmio Qualidade Brasil, SP - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2001 - Melhores do Ano, Domingão do Faustão - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2001 - Prêmio Contigo! - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2008 - Prêmio Qualidade Brasil - melhor ator de televisão por Duas Caras.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2008 - Troféu Super Cap de Ouro, televisão por Duas Caras.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fontes: Wikipédia; Enciclopédia Itaú Cultural - Teatro.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-2207645833299087646?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-a6URlBclIX8/Tj1hi5w_lYI/AAAAAAAAP84/Ye9p2Mn-STQ/s1600/antonio+callado.jpeg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-a6URlBclIX8/Tj1hi5w_lYI/AAAAAAAAP84/Ye9p2Mn-STQ/s1600/antonio+callado.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Antonio Callado (Antonio Carlos Callado), escritor, dramaturgo e jornalista, nasceu em Niteroi, RJ, em 26/01/1917, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro, RJ, em 28/01/1997. Iniciou os estudos acadêmicos na Faculdade de Direito em 1936. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ingressou na Faculdade de Direito em 1936 e, no ano seguinte, começou a trabalhar, como repórter e cronista, em &lt;i&gt;O Correio da Manhã&lt;/i&gt;. Iniciava aí uma carreira jornalística que lhe proporcionou muitas viagens e contato com alguns dos temas de sua obra.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Diplomou-se em Direito em 1939. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1941, foi contratado pela BBC de Londres como redator, lá trabalhando até maio de 1947. Em um período intermediário, de novembro de 1944 a outubro de 1945, trabalhou também no serviço brasileiro da Radio-Diffusion Française, em Paris (a sede do Serviço ficava nos Champs-Elysées e seu chefe era o escritor Roger Breuil). Em 1943, casou-se com a inglesa Jean M. Watson, com quem teve três filhos. Casou-se, em 1977, com a professora e jornalista Ana Arruda Callado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ao retornar ao Brasil voltou a trabalhar no &lt;i&gt;Correio da Manhã&lt;/i&gt; e também passou a colaborar em &lt;i&gt;O Globo&lt;/i&gt;. Foi redator-chefe do Correio da Manhã de 1954 a 1960, quando foi contratado pela Enciclopédia Britânica para chefiar a seção de uma nova enciclopédia, a Barsa, publicada em 1963. Foi em seguida redator do &lt;i&gt;Jornal do Brasil&lt;/i&gt;, que o enviou, em 1968, ao Vietnã em guerra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1974 esteve como Visiting Scholar em Corpus Christi College, Universidade de Cambridge, Inglaterra. Passou o segundo semestre de 1981 lecionando, como Visiting Professor, na Columbia University, Nova York. Aposentou-se como jornalista em 1975, mas continuou a colaborar na imprensa. Em abril de 1992 tornou-se colunista da &lt;i&gt;Folha de S. Paulo&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Além das atividades jornalísticas, dedicou-se sempre à literatura. Ainda jovem pôde ler, na biblioteca do pai, os autores europeus que mais tarde marcariam seu trabalho, sobretudo franceses e ingleses, como Proust e Joyce, ao lado de alguns brasileiros, como Machado de Assis e José de Alencar. Nos seus dois primeiros romances, &lt;i&gt;Assunção de Salviano&lt;/i&gt; (1954) e &lt;i&gt;A madona de cedro&lt;/i&gt; (1957), persiste uma nítida preocupação religiosa a informar e até mesmo a condicionar o transcurso da aventura e a temática.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas o encontro entre o escritor e os principais temas de sua obra deu-se através do jornalismo, que o levou, além dos anos passados na Europa, a lugares como Bogotá, Washington, Xingu e Havana, que enriqueceram a sua bibliografia com livros de reportagem e obras literárias engajadas com as grandes questões de seu tempo. Entre os mais importantes, estão &lt;i&gt;Quarup&lt;/i&gt; (1967), &lt;i&gt;Bar Don Juan&lt;/i&gt; (1971), &lt;i&gt;Reflexos do baile&lt;/i&gt; (1976), &lt;i&gt;Sempreviva&lt;/i&gt; (1981), que apresentam um retrato do Brasil durante o regime militar, do ponto de vista dos opositores. Seu engajamento lhe custou duas prisões: uma em 1964, logo após o golpe militar, e outra em 1968, após o fechamento do Congresso com o AI-5.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Teatrólogo, reuniu quatro de suas peças no volume &lt;i&gt;A Revolta da Cachaça&lt;/i&gt;, em 1983. Uma delas, Pedro Mico, encenada em muitas ocasiões, foi transformada em filme que teve como ator principal o ex-jogador de futebol Pelé.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em março de 1987 participou, em Paris, do Salon du Livre, a convite do Ministério da Cultura da França. Em novembro de 1990 representou o Brasil na semana "De Gaulle en son siècle", comemorativa do centenário do General Charles de Gaulle.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fontes: Wikipedia; InfoEscola; Net Saber.&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TSjixB7886-RAi_caWUon_Yl6iI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TSjixB7886-RAi_caWUon_Yl6iI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TSjixB7886-RAi_caWUon_Yl6iI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TSjixB7886-RAi_caWUon_Yl6iI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/gpXCHF2KMXs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/7312638354314023533/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/antonio-callado-antonio-carlos-callado.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/7312638354314023533?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/7312638354314023533?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/gpXCHF2KMXs/antonio-callado-antonio-carlos-callado.html" title="Antonio Callado" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-a6URlBclIX8/Tj1hi5w_lYI/AAAAAAAAP84/Ye9p2Mn-STQ/s72-c/antonio+callado.jpeg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/antonio-callado-antonio-carlos-callado.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUMQ3Y-eSp7ImA9WhdRFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-4171350107575793885</id><published>2011-08-06T12:21:00.003-03:00</published><updated>2011-08-06T12:24:42.851-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-06T12:24:42.851-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ator" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amilton fernandes" /><title>Amilton Fernandes</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-6VTQU3Wn_AY/Tj1bx_afiQI/AAAAAAAAP80/8VHLv_F2z0A/s1600/Amilton+Fernandes.jpeg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-6VTQU3Wn_AY/Tj1bx_afiQI/AAAAAAAAP80/8VHLv_F2z0A/s1600/Amilton+Fernandes.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Amilton Fernandes, ator, nasceu em Pelotas, RS, em 27/04/1919, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 08/04/1968. Iniciou sua carreira no teatro. Logo em seguida, foi trabalhar em teleteatros em São Paulo, onde fez o "TV de Vanguarda" e o "TV de Comédia".&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Seu grande sucesso como ator principal, foi Albertinho Limonta, da novela “O Direito de Nascer”, onde fez par romântico com a atriz Guy Loup. O sucesso do casal foi tanto, que o encerramento da novela teve que acontecer em um Maracanã inteiramente lotado, para que o povo pudesse aclamar os ídolos. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No cinema o ator fez os filmes: "O Vendedor de Linguiças", “Quatro Brasileiros em Paris”, "As Cariocas", " Adorável Trapalhão" com Renato Aragão, “Juventude e Ternura” e “Edu, Coração de Ouro”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Amilton Fernandes faleceu, com menos de 50 anos de idade, após uma longa enfermidade devido a um acidente automobilístico na esquina da Rua São Francisco Xavier com Avenida Heitor Beltrão no bairro do Maracanã, zona norte do RJ. O ator vinha de um ensaio na quadra da Mangueira quando se acidentou.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Como Amilton Fernandes era hemofílico foi operado seis vezes e passou 70 dias internado, mas não resistiu aos ferimentos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando morreu vivia o vilão Dom Ricardo na novela da Rede Globo, "Sangue e Areia", de Janete Clair. O roteiro da novela teve que ser todo refeito e seu personagem desapareceu da trama.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Carreira artística&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na televisão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1958 - Suspeita&lt;br /&gt;
* 1959 - Fim de Semana no Campo&lt;br /&gt;
* 1959 - Doce Lar Teperman&lt;br /&gt;
* 1959 - Adolescência&lt;br /&gt;
* 1959 - A Ponte de Waterloo&lt;br /&gt;
* 1962 - A Noite Eterna&lt;br /&gt;
* 1962 - A Estranha Clementine&lt;br /&gt;
* 1963 - As Chaves do Reino&lt;br /&gt;
* 1963 - Moulin Rouge, a Vida de Tolouse Lautrec .... Rachau&lt;br /&gt;
* 1963 - A Sublime Aventura&lt;br /&gt;
* 1964 - Alma Cigana .... capitão Fernando&lt;br /&gt;
* 1964 - O Segredo de Laura .... Cláudio&lt;br /&gt;
* 1964 - Quem Casa com Maria? .... Paulo&lt;br /&gt;
* 1964 - O Direito de Nascer .... Albertinho Limonta&lt;br /&gt;
* 1965 - O Preço de uma Vida .... André&lt;br /&gt;
* 1966 - O Sheik de Agadir .... Maurice Dummont&lt;br /&gt;
* 1967 - A Rainha Louca .... Xavier&lt;br /&gt;
* 1967 - Sangue e Areia .... Ricardo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No cinema&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1962 - O Vendedor de Linguiças&lt;br /&gt;
* 1965 - Quatro Brasileiros em Paris&lt;br /&gt;
* 1966 - As Cariocas&lt;br /&gt;
* 1967 - Adorável Trapalhão&lt;br /&gt;
* 1968 - Edu, Coração de Ouro&lt;br /&gt;
* 1968 - Juventude e Ternura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes: Wikipedia; Famosos Que Partiram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-4171350107575793885?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BxINfIrcs6FApU6PL2gsLUzyuzY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BxINfIrcs6FApU6PL2gsLUzyuzY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BxINfIrcs6FApU6PL2gsLUzyuzY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BxINfIrcs6FApU6PL2gsLUzyuzY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/SW57jgmDb-4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/4171350107575793885/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/amilton-fernandes.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/4171350107575793885?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/4171350107575793885?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/SW57jgmDb-4/amilton-fernandes.html" title="Amilton Fernandes" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-6VTQU3Wn_AY/Tj1bx_afiQI/AAAAAAAAP80/8VHLv_F2z0A/s72-c/Amilton+Fernandes.jpeg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/amilton-fernandes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE8DRHg6fSp7ImA9WhdRFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-9124971155829880575</id><published>2011-08-06T12:01:00.000-03:00</published><updated>2011-08-06T12:01:15.615-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-06T12:01:15.615-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ator" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dramaturgo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="abilio pereira de almeida" /><title>Abílio Pereira de Almeida</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8kiiLb823dM/Tj1XCoOInwI/AAAAAAAAP8w/dMGpEPnkacg/s1600/abilio+p+almeida.jpeg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-8kiiLb823dM/Tj1XCoOInwI/AAAAAAAAP8w/dMGpEPnkacg/s1600/abilio+p+almeida.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Abilio Pereira de Almeida, advogado e dramaturgo, nasceu em São Paulo, SP, em 26/02/1906, e faleceu na mesma cidade, em 12/05/1977. Foi um autor, produtor, ator e diretor teatral, cujas peças teatrais obtiveram notável êxito junto ao público, na contra-mão da crítica, que as consideravam inconsistentes. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Formado em direito pela Universidade de São Paulo, estudou também na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP e na Escola de Aviação Militar. Entrou para o Exército (1927) e participou de duas revoluções (1930/1932). Advogou durante alguns anos enquanto publicou Prática jurídica e comercial e editou a Revista Judiciária. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Estreou como ator teatral (1936) e, seis anos depois ingressou para o Grupo de Teatro Experimental, o GTE, fundado por Alfredo Mesquita. Após o êxito de peças como &lt;i&gt;Pif-paf&lt;/i&gt; (1942) e &lt;i&gt;A mulher do próximo&lt;/i&gt; (1948), tornou-se praticamente o único dramaturgo brasileiro a escrever para o famoso Teatro Brasileiro de Comédia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Foi um dos fundadores da Cia. Cinematográfica Vera Cruz, na qual passou a atuar (1950) também como ator, diretor e produtor. Seu nome apareceu como ator, autor ou diretor em cerca de 25 filmes nacionais, incluindo os que lançaram &lt;a href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/mazzaropi.html"&gt;Mazzaropi&lt;/a&gt; e fizeram dele um dos maiores sucessos do cinema brasileiro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Totalizando 688 itens documentais (550 textuais e 138 fotográficos), o público considerava suas peças espelhos dos descaminhos éticos da sociedade. &lt;i&gt;Paiol velho&lt;/i&gt; (1951), que Alberto Cavalcanti transformou no filme &lt;i&gt;Terra é sempre terra&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Santa Marta Fabril S.A&lt;/i&gt;. (1955), &lt;i&gt;Moral em concordata&lt;/i&gt; (1956) e &lt;i&gt;Moeda corrente do país&lt;/i&gt; (1957), foram mais alguns de seus sucessos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Suicidou-se aos 71 anos em São Paulo em 1977. Ele completaria cem anos em 2006 e foi homenageado pelo diretor Silnei Siqueira com uma nova montagem de &lt;i&gt;Moral em concordata&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fontes: Wikipedia; Net Saber.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-9124971155829880575?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZXOOoVrLapJgRcPG0jvn5J49N5I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZXOOoVrLapJgRcPG0jvn5J49N5I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZXOOoVrLapJgRcPG0jvn5J49N5I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZXOOoVrLapJgRcPG0jvn5J49N5I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/BfIq4oeaNOc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/9124971155829880575/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/abilio-pereira-de-almeida.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/9124971155829880575?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/9124971155829880575?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/BfIq4oeaNOc/abilio-pereira-de-almeida.html" title="Abílio Pereira de Almeida" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-8kiiLb823dM/Tj1XCoOInwI/AAAAAAAAP8w/dMGpEPnkacg/s72-c/abilio+p+almeida.jpeg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/abilio-pereira-de-almeida.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYAQH48cCp7ImA9WhdRFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-7875300277457114759</id><published>2011-08-06T11:47:00.001-03:00</published><updated>2011-08-06T11:49:01.078-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-06T11:49:01.078-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="teatro de revista" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="renata fronzi" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atriz" /><title>Renata Fronzi</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3q5UFB913Nk/Tj1TkLYOeWI/AAAAAAAAP8o/ts6eWJwobuA/s1600/Renata+Fronzi.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-3q5UFB913Nk/Tj1TkLYOeWI/AAAAAAAAP8o/ts6eWJwobuA/s1600/Renata+Fronzi.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Renata Fronzi (Renata Mirra Ana Maria Fronzi Ladeira), atriz, nasceu em Rosario, Argentina, em 01/08/1925, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro, RJ, em 15/04/2008. Os avós e os pais eram artistas italianos de teatro e Renata nasceu em uma excursão, quando os pais estavam na província de Santa Fé, na Argentina. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Começou sua vida artística estudando balé no Teatro Municipal de São Paulo. Estudou no famoso colégio italiano Dante Alighieri. Mas logo a família se mudou para Santos e para lá foi a menina. Era uma garota forte, atlética, mais do que bonita. Em Santos se encantou com a natação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em teatro participava, às vezes, das montagens do pai em clubes “doppo lavoro” . Foi aí que conheceu Heitor de Andrade, que era de Rádio e depois da Televisão Tupi. Era teatro amador o que fazia. Estava com 15 anos. Estreou profissionalmente na Companhia de Eva Todor, na peça “Sol de Primavera”. De personalidade muito alegre e risonha, ainda que tremesse de medo de entrar em cena, Renata divertia a todos. &lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os pais se transferiram para o Rio de Janeiro a convite do famoso &lt;a href="http://teatrobr.blogspot.com/2010/12/walter-pinto.html"&gt;Walter Pinto&lt;/a&gt;. Renata veio junto. Aí ela cantava, fazia esquete, dançava e se saia muito bem. Ficou estrela da Companhia de Revista. Depois excursionou para Buenos Aires, mas voltou, pois o pai falecera. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bsxA0761hHk/Tj1TqKA01DI/AAAAAAAAP8s/nZIOpxDJBx0/s1600/renatafronzi02.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-bsxA0761hHk/Tj1TqKA01DI/AAAAAAAAP8s/nZIOpxDJBx0/s320/renatafronzi02.jpg" width="239" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No Rio de Janeiro, de volta, conheceu o grande amor de sua vida, &lt;a href="http://cifrantiga2.blogspot.com/2008/01/csar-ladeira.html"&gt;César Ladeira&lt;/a&gt;, grande nome do cenário artístico nacional. Renata então entrou definitivamente para a televisão. Fez: “Teatrinho Trol", de Fábio Sabag. Sua carreira prosseguiu e ela entrou para o seriado “Família Trapo”, na TV Record de São Paulo, sucesso absoluto, na época. Era como se fosse um teatro, com público, televisionado. E era comédia. Renata estava no seu ambiente, fazendo o que gostava de fazer.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Depois, já na Globo fez: “Faça humor, não faça guerra”, “Chico City”, programa de Chico Anysio. E fez também novelas, como: “Minha doce namorada”, “O rei dos ciganos”. Aí veio “O Bronco”, outro seriado de humor, em São Paulo, ao lado de Ronald Golias. Não deixou, porém, de participar de coisas sérias, como a novela “O Semi Deus”, por exemplo, “Chega mais”, “Dulcineia vai a guerra”. Isso não só na Globo, como na TV Bandeirantes de São Paulo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Intercalou seu trabalho na televisão, com participações no cinema, e fazia também teatro. Voltou às novelas, foi dirigida por Henrique Martins, na novela “Jogo da Vida”, “Pão pão, beijo beijo” , “Transas e Caretas”, “Corpo a corpo”, e tantas outras.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Achou tempo de fazer mais de 30 filmes. Desses os que se lembra com mais ternura foram: “Treze cadeiras”, com Oscarito, “Carnaval em lá maior”, “Guerra no Samba”, “De pernas pro ar”, “Hoje o galo sou eu”, “Vai que é mole”, “Quero essa mulher assim mesmo”, “Ässim era a Atlântica”, etc...&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Renata Fronzi morreu aos 82 anos da síndrome de disfunção múltipla de  órgãos, que foi provocada pela diabetes, em 15 de abril de 2008, no  Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio  de Janeiro. Ela estava internada na unidade de terapia intensiva do  hospital desde 1 de abril de 2008.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Teledramaturgia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1999/2001 - Zorra Total&lt;br /&gt;
1995 - A Idade da Loba&lt;br /&gt;
1997 - Malhação&lt;br /&gt;
1994 - Quatro por Quatro&lt;br /&gt;
1994 - Memorial de Maria Moura&lt;br /&gt;
1991 - A História de Ana Raio e Zé Trovão&lt;br /&gt;
1990 - Mico Preto - Amelinha&lt;br /&gt;
1984 - Corpo a Corpo&lt;br /&gt;
1983 - Pão Pão, Beijo Beijo&lt;br /&gt;
1981 - Jogo da Vida&lt;br /&gt;
1980 - Chega Mais&lt;br /&gt;
1978 - Pecado Rasgado&lt;br /&gt;
1974 - Corrida do Ouro&lt;br /&gt;
1966/67 - O Rei dos Ciganos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Alguns filmes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salário Mínimo (1970).&lt;br /&gt;
Treze Cadeiras (1957)&lt;br /&gt;
Garotas e Samba (1957)&lt;br /&gt;
Vai que É Mole (1960)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Séries&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Família Trapo, Rede Record (1967-1970)&lt;br /&gt;
Bronco, Rede Bandeirantes (1987-1990)&lt;br /&gt;
Marido de Mulher Boa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes: Net Saber - Biografias; Wikipédia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-7875300277457114759?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AwWE_bBTv-CIuHgoNFvlj9G7_wc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AwWE_bBTv-CIuHgoNFvlj9G7_wc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AwWE_bBTv-CIuHgoNFvlj9G7_wc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AwWE_bBTv-CIuHgoNFvlj9G7_wc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/sRGlV-jcK54" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/7875300277457114759/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/renata-fronzi-renata-mirra-ana-maria.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/7875300277457114759?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/7875300277457114759?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/sRGlV-jcK54/renata-fronzi-renata-mirra-ana-maria.html" title="Renata Fronzi" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-3q5UFB913Nk/Tj1TkLYOeWI/AAAAAAAAP8o/ts6eWJwobuA/s72-c/Renata+Fronzi.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/08/renata-fronzi-renata-mirra-ana-maria.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMESHk5fCp7ImA9WhdSE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-4688302439592616464</id><published>2011-07-22T01:00:00.001-03:00</published><updated>2011-07-22T01:03:29.724-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-22T01:03:29.724-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="plinio marcos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="jornalista" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ator" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="diretor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="escritor" /><title>Plínio Marcos</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-u-6o1tEGuBw/Tij1Dmr-YdI/AAAAAAAAP2w/lUwiA-gkzyI/s1600/plinio+Marcos.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-u-6o1tEGuBw/Tij1Dmr-YdI/AAAAAAAAP2w/lUwiA-gkzyI/s200/plinio+Marcos.jpg" t$="true" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Plínio Marcos (Plínio Marcos de Barros), escritor, ator, diretor e jornalista, nasceu em Santos, SP, em 29/09/1935, e faleceu em São Paulo, SP, em 29/11/1999. Autor de inúmeras peças de teatro, escritas principalmente na época da ditadura militar, foi também ator, diretor e jornalista. &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
De família modesta, Plínio não gostava de estudar e terminou apenas o curso primário. Foi funileiro,&amp;nbsp;jogador de futebol, serviu na Aeronáutica e&amp;nbsp;jogou na Portuguesa Santista, mas foram as incursões ao mundo do circo, desde os 16 anos, que definiram seus caminhos. Atuou em rádio e também na televisão, em Santos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1958, por influência da escritora e jornalista Pagu, começou a se envolver com teatro amador em Santos. Nesse mesmo ano, impressionado pelo caso verídico de um jovem currado na cadeia, escreveu sua primeira peça teatral, &lt;i&gt;Barrela&lt;/i&gt;. Por sua linguagem crua, ela permaneceria proibida durante 21 anos após a primeira apresentação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1960, com 25 anos, foi para São Paulo, onde inicialmente trabalhou como camelô. Depois, trabalhou em teatro, como ator (apareceu no seriado &lt;i&gt;Falcão Negro&lt;/i&gt; da TV Tupi de São Paulo), administrador e faz-tudo, em grupos como o Arena, a companhia de Cacilda Becker e o teatro de Nydia Lícia. A partir de 1963, produziu textos para a TV de Vanguarda, programa da TV Tupi, onde também atuou como técnico. No ano do golpe militar, fez o roteiro do espetáculo &lt;i&gt;Nossa gente, nossa música&lt;/i&gt;. Em 1965, conseguiu encenar &lt;i&gt;Reportagem de um tempo mau&lt;/i&gt;, colagem de textos de vários autores, e que ficou apenas um dia em cartaz.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1968, participou como ator da telenovela &lt;i&gt;Beto Rockfeller&lt;/i&gt;, vivendo o cômico motorista Vitório. O personagem seria repetido no cinema e também na telenovela de 1973, &lt;i&gt;A volta de Beto Rockfeller&lt;/i&gt;, com menor sucesso. Ainda nos anos 1970, Plínio Marcos voltaria a investir no teatro, chegado ele mesmo a vender os ingressos na entrada das casas de espetáculo. Ao fim da peça, como a de &lt;i&gt;Jesus-Homem&lt;/i&gt;, ele subia ao palco e conversava pessoalmente com a plateia.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na década de 1980, apesar da censura do governo, que visava principalmente aos artistas, Plínio Marcos viveu sem fazer concessões, sendo intensamente produtivo e sempre norteado pela cultura popular. Escreveu nos jornais &lt;i&gt;Última Hora&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Diário da Noite&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Guaru News&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Folha de S. Paulo&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Folha da Tarde&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Diário do Povo&lt;/i&gt; (Campinas), e também na revista &lt;i&gt;Veja&lt;/i&gt;, além de colaborar com diversas publicações, como &lt;i&gt;Opinião&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;O Pasquim&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Versus&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Placar&lt;/i&gt; e outras.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Depois do fim da censura, Plínio continuou a escrever romances e peças de teatro, tanto adulto como infantil. Tornou-se palestrante, chegando a fazer 150 palestras-shows por ano, vestido de preto, portando um bastão encimado por uma cruz e com aura mística de leitor de tarô.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Plínio Marcos foi traduzido, publicado e encenado em francês, espanhol, inglês e alemão; estudado em teses de sociolinguística, semiologia, psicologia da religião, dramaturgia e filosofia, em universidades do Brasil e do exterior. Recebeu os principais prêmios nacionais em todas as atividades que abraçou em teatro, cinema, televisão e literatura, como ator, diretor, escritor e dramaturgo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Morreu aos 64 anos, na cidade de São Paulo, por falência múltipla dos órgãos em decorrência de um derrame cerebral.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Obras&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Teatro adulto&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Barrela, 1958&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Os fantoches, 1960&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jornada de um imbecil até o entendimento (1ª versão)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Enquanto os navios atracam, 1963&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando as máquinas param (1ª versão)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Chapéu sobre paralelepípedo para alguém chutar (2ª versão de Os fantoches)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Reportagem de um tempo mau, 1965&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dois perdidos numa noite suja, 1966&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dia virá (1ª versão de Jesus-homem), 1967&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Navalha na carne, 1967&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando as máquinas param (2ª versão de Enquanto os navios atracam), 1963&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Homens de papel, 1968&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jornada de um imbecil até o entendimento (3ª versão de Os fantoches)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O abajur lilás, 1969&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Oração de um pé-de-chinelo, 1969&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Balbina de Iansã (musical), 1970&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Feira livre (opereta), 1976&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Noel Rosa, o poeta da Vila e seus amores (musical), 1977&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jesus-homem, 1978 (2ª versão de Dia virá, 1967)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sob o signo da discoteque, 1979&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Querô, uma reportagem maldita, 1979&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Madame Blavatski, 1985&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Balada de um palhaço, 1986&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A mancha roxa, 1988&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A dança final, 1993&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O assassinato do anão do caralho grande, 1995&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O homem do caminho, 1996&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O bote da loba, 1997&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Chico Viola (inacabada), 1997&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Teatro infantil&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As aventuras do coelho Gabriel, 1965&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O coelho e a onça (história dos bichos brasileiros), 1998&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Assembléia dos ratos, 1989&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Seja você mesmo (inacabada)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Livros&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Navalha na carne (teatro), 1968&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Quando as máquinas param (teatro), 1971&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Histórias das quebradas do mundaréu (contos), 1973&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Barrela (teatro), (1976)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Uma reportagem maldita – Querô (romance), 1976&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Inútil canto e inútil pranto pelos anjos caídos (contos), 1977&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dois perdidos numa noite suja (teatro), 1978&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Oração para um pé-de-chinelo (teatro), s/data&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Jesus-homem (teatro), 1981&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Prisioneiro de uma canção (contos autobiográficos), 1982&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Novas histórias da Barra do Catimbó (contos), s/d&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Madame Blavatski (teatro), 1985&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A figurinha e os soldados da minha rua - histórias populares (relatos autobiográficos), 1986&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Canções e reflexões de um palhaço (textos curtos), 1987&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A mancha roxa (teatro), 1988&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Teatro maldito teatro (contém as peças Barrela, Dois Perdidos Numa Noite Suja e O Abajur Lilás), 1992&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A dança final (teatro), 1994&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ns trilha dos saltimbancos (conto), data imprecisa&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O assassinato do anão do caralho grande (noveleta policial e peça teatral), 1996&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Figurinha difícil - Pornografando e subvertendo (relatos autobiográficos), 1996&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O truque dos espelhos (contos autobiográficos), 1999&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fontes: Sítio oficial de Plínio Marcos, Wikipedia.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-4688302439592616464?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U6se2aTQs61_0kECOC5_c6FQwzU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U6se2aTQs61_0kECOC5_c6FQwzU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Agi_PMC7-v8/TijuJiXo4BI/AAAAAAAAP2s/71pMxs9TahQ/s1600/Juca_de_Oliveira.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-Agi_PMC7-v8/TijuJiXo4BI/AAAAAAAAP2s/71pMxs9TahQ/s200/Juca_de_Oliveira.jpg" t$="true" width="165" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Juca de Oliveira (José Juca de Oliveira Santos), ator e dramaturgo, nasceu em São Roque, SP, em 16/03/1935. Intérprete de marcantes intervenções, soube galvanizar a platéia com seu estilo eloqüente; tornou-se autor de costumes a partir dos anos 80, alcançando grande sucesso.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Após se formar&amp;nbsp;na Escola de Arte Dramática,&amp;nbsp;estreiou no Teatro Brasileiro de Comédia,&amp;nbsp;sob a direção de Flávio Rangel,&amp;nbsp;protagonizando&amp;nbsp;&lt;i&gt;A Semente&lt;/i&gt;, texto de Gianfrancesco Guarnieri&amp;nbsp;de&amp;nbsp;1961. No mesmo ano, em&amp;nbsp;&lt;i&gt;A Morte de uma Caixeiro Viajante&lt;/i&gt;, de Arthur Miller, obteve significativa premiação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No Arena participou de &lt;i&gt;A Mandrágora&lt;/i&gt;, de Maquiavel, em 1963, e &lt;i&gt;O Melhor Juiz&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;Rei&lt;/i&gt;, de Lope de Vega, no mesmo ano, duas encenações de Augusto Boal. Novamente com Flávio Rangel, integrou a equipe de &lt;i&gt;Depois da Queda&lt;/i&gt;, em 1964, outro texto de Arthur Miller protagonizado por Maria Della Costa e Paulo Autran. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Com &lt;i&gt;Dois na Gangorra&lt;/i&gt;, de William Gibson, e &lt;i&gt;A Cozinha&lt;/i&gt;, de Arnold Wesker, em 1968, bem-sucedida encenação de Antunes Filho, Juca alcançou expressivo reconhecimento como intérprete. O que o levou a protagonizar, em 1972, a criação de José Renato, Paulo Pontes e Milton Moraes &lt;i&gt;Um Edifício Chamado 200&lt;/i&gt;, direção de José Renato, em que ganhou o Prêmio Molière de melhor ator e, no ano seguinte, o monólogo &lt;i&gt;Corpo a Corpo&lt;/i&gt;, texto de Oduvaldo Vianna Filho conduzido por Antunes Filho.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1975 é dirigido por Antunes Filho, em &lt;i&gt;Ricardo III&lt;/i&gt;, de William Shakespeare; em 1977 atuou no Teatro Opinião, sob a direção de João das Neves, em &lt;i&gt;Dois Perdidos numa Noite Suja&lt;/i&gt;, de Plínio Marcos, e em 1978 volta a parceria com o encenador Flávio Rangel em &lt;i&gt;Investigação da Classe Dominante&lt;/i&gt;, adaptação livre do próprio Flávio do original de J. B. Priestley.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1979 lançou-se como autor, escrevendo e desempenhando &lt;i&gt;Baixa Sociedade&lt;/i&gt;. A bem-sucedida experiência volta a repetir-se pelos próximos anos, ao estrear, em 1982, &lt;i&gt;Motel Paradiso&lt;/i&gt;; em 1987, &lt;i&gt;Meno Male&lt;/i&gt;, Prêmio Governador do Estado de melhor autor; e &lt;i&gt;Qualquer Gato Vira-Lata Tem uma Vida Sexual Mais Saudável que a Nossa&lt;/i&gt;, de 1990; e &lt;i&gt;As Atrizes&lt;/i&gt;, de 1991; &lt;i&gt;Caixa 2,&lt;/i&gt; de 1997, montagem de extremo sucesso sob a direção de Fauzi Arap. Em todas essas criações, na dupla função de ator e autor, Juca pareceu ter reservado sempre um bom papel para si mesmo, alcançando larga comunicabilidade com as platéias. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Uma pausa para uma peça de casal surgiu em 1984, com &lt;i&gt;De Braços Abertos&lt;/i&gt;, texto sensível de Maria Adelaide Amaral que lhe valeu premiação. Sobre o trabalho de Juca e Irene Ravache, a crítica Barbara Heliodora atestou: "Dois atores de grande categoria, que dão largas à sua generosidade interpretativa e completam brilhantemente o complô para que se opere o milagre do teatro. (...) Só um altíssimo grau de profissionalismo por parte de todos os coniventes com esse brilhante e simpático espetáculo alcança esse rendimento".&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Uma comédia estrangeira surgiu no currículo de Juca, em 1991: &lt;i&gt;Procura-se um Tenor&lt;/i&gt;, de Ken Ludwig, direção de Bibi Ferreira; e um drama bem construído, &lt;i&gt;A Quarta Estação&lt;/i&gt;, onde dividiu o palco com Denise Fraga e direção de Fauzi Arap, em 1995. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na TV, Juca atuou em telenovelas, seriados e minisséries, com destaque para &lt;i&gt;As Pupilas do Senhor Reitor&lt;/i&gt;, em 1995, e &lt;i&gt;O Clone&lt;/i&gt;, em 2001. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apreciando a trajetória de Juca de Oliveira, assim caracterizou a crítica Ilka Marinho Zanotto: &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
"Ver Juca de Oliveira, ator, é obrigação de todo amante de teatro. Em cena é sempre uma força cósmica que galvaniza parceiros e espectadores, esbanjando os macetes da arte de representar com tal sinceridade que diálogos e gestos parecem brotar espontâneos e instantâneos. Juca de Oliveira, autor, vem perseguindo desde a excelente &lt;i&gt;Baixa Sociedade&lt;/i&gt; um tipo de comédia de costumes bem brasileira, com leves acentos melodramáticos, à maneira de Abílio Pereira de Almeida. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Patente a preocupação de apontar mazelas da sociedade atual, exemplificando-as em cena à minúcia, não faltando explícita a lição de moral com travo pessimista, como no caso de &lt;i&gt;Motel Paradiso&lt;/i&gt;. Sem procurar vanguardas, exercita seu instrumento de autor nos diálogos fluentes, nas situações bem armadas, na franca comunicabilidade, na construção de personagens com profundidade e coerência psicológicas".&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fontes: Enciclopédia Itaú Cultual - Teatro; Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4ajxURMWlrs/TijnzIrwGsI/AAAAAAAAP2o/Z8Vq1rXWl4M/s1600/antunes+filho.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-4ajxURMWlrs/TijnzIrwGsI/AAAAAAAAP2o/Z8Vq1rXWl4M/s1600/antunes+filho.jpg" t$="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Antunes Filho (José Alves Antunes Filho), dramaturgo e diretor de teatro, nasceu em São Paulo/SP, em 12 de dezembro de 1929). Pertence à primeira geração de personalidades do teatro brasileiro, sendo um dos discípulos do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). É conhecido também pela sua participação ativa no movimento de renovação cênica entre 1960 e 70, e por fazer parte do Centro de Pesquisas Teatrais (CPT). &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sua carreira no teatro começa, em 1952, como assistente de direção no Teatro Brasileiro de Comédia, onde auxilia em espetáculos dirigidos por Ziembinski, Adolfo Celi, Luciano Salce, Ruggero Jacobbi e Flaminio Bollini. A primeira peça que assina como diretor é a comédia &lt;em&gt;Week-End&lt;/em&gt;” de Noël Coward, em 1953, encenada no Teatro Íntimo Nicette Bruno. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1958, funda sua própria companhia, o Pequeno Teatro de Comédia, e dirige na estreia o espetáculo &lt;em&gt;O Diário de Anne Frank&lt;/em&gt;, com a atriz Dália Palma. Pelo trabalho, Antunes recebe o prêmio de melhor diretor pela Associação Brasileira de Críticos de Arte – APCA e pela Associação Carioca de Críticos Teatrais – ACCT. Em suas peças seguintes, o diretor continua a seguir a linha estética do realismo, como em &lt;em&gt;Alô... 36-5499&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Pic-Nic&lt;/em&gt;, ambas de 1959. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Após sua viagem à Itália, em 1960, onde faz estágio com Giorgio Strehler, no Piccolo Teatro de Milão, retorna ao País e dirige &lt;em&gt;As Feiticeiras de Salém&lt;/em&gt;, de Arthur Miller, e encerra as atividades do Pequeno Teatro de Comédia, em 1961, com a montagem de &lt;em&gt;Sem Entrada, sem Mais Nada&lt;/em&gt;, de Roberto Freire. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Seu primeiro contato com as obras de Nelson Rodrigues acontece em 1965, quando dirige &lt;em&gt;A Falecida&lt;/em&gt; para a Escola de Arte Dramática – EAD. Monta no mesmo ano &lt;em&gt;A Megera Domada&lt;/em&gt;, de William Shakespeare, que é a peça de estreia do Teatro da Esquina, grupo que funda com outros artistas do teatro. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Dois anos depois, seu primeiro fracasso. A montagem de &lt;em&gt;Júlio Cesar&lt;/em&gt; é mal recebida pelo público e pela crítica, sendo vaiada em uma apresentação no Teatro Municipal de São Paulo. Recupera o prestígio um ano depois com a peça &lt;em&gt;Black-Out&lt;/em&gt;, de Frederick Knott, com destaque para a interpretação de Eva Wilma. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Durante a década seguinte, desenvolve trabalhos que variam entre o monólogo – &lt;em&gt;Corpo a Corpo&lt;/em&gt;, com Juca de Oliveira – e as adaptações de obras já conhecidas – &lt;em&gt;Bonitinha mas Ordinária&lt;/em&gt; –, mas seu maior sucesso acontece em 1978 com a montagem de &lt;em&gt;Macunaíma&lt;/em&gt;, adaptação da obra de Mário de Andrade, espetáculo que se tornou referência de diversos artistas e percorreu o Brasil e o mundo, sendo encenado em mais de 20 países. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na década de 1980, Antunes dirige obras voltadas ao público jovem. Aproveita o fim da ditadura e monta diversos espetáculos em oficinas teatrais, tendo como base pesquisar o universo de um texto dramático e construir uma dramaturgia a partir dele. Começa assim uma nova fase em sua carreira, conseguindo subsídios para pesquisa do Serviço Social do Comércio – Sesc. Assim, cria o Centro de Pesquisa Teatral – CPT, escola de formação e grupo permanente. Ousa, em 1990, com o lançamento de &lt;em&gt;Nova Velha História&lt;/em&gt;, tendo como base os textos infantis dos Irmãos Grimm, construindo o texto em uma língua imaginária. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na década seguinte, dirige tragédias elogiadas pela crítica, como &lt;em&gt;Fragmentos Troianos&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Medeia&lt;/em&gt;, ambas adaptações de textos de Eurípides. Com &lt;em&gt;A Pedra do Reino&lt;/em&gt;, de 2006, recebe o Prêmio Bravo! de Melhor Espetáculo Teatral do Ano. Tem uma breve incursão no cinema no ano de 1968, em que dirige o filme &lt;em&gt;Compasso de Espera&lt;/em&gt;, com Stenio Garcia. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fontes: Enciclopédia Itaú Cultural de Teatro; Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-2625515915969044008?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8D81Hk0wgvQ/TijLY9efdVI/AAAAAAAAP2k/hYeIQDcLssA/s1600/nelson+rodrigues.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-8D81Hk0wgvQ/TijLY9efdVI/AAAAAAAAP2k/hYeIQDcLssA/s200/nelson+rodrigues.jpg" t$="true" width="147" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
"&lt;em&gt;Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura. Nunca fui outra coisa. Nasci menino, hei de morrer menino. E o buraco da fechadura é, realmente, a minha ótica de ficcionista. Sou (e sempre fui) um anjo pornográfico(desde menino).&lt;/em&gt;"&amp;nbsp;— Nelson Rodrigues&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nelson Rodrigues (Nelson Falcão Rodrigues), dramaturgo, jornalista e escritor, nasceu na cidade do Recife, PE, em 23/08/1912, e faleceu&amp;nbsp;no&amp;nbsp;Rio de Janeiro, RJ, em 21/12/1980). Oriundo da capital pernambucana e quinto de quatorze irmãos, Nelson Rodrigues mudou-se para o Rio de Janeiro ainda criança, onde viveria por toda sua vida. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Seu pai, o ex-deputado federal e jornalista Mário Rodrigues, perseguido politicamente, resolveu estabelecer-se na então capital federal em julho de 1916, empregando-se no jornal &lt;em&gt;Correio da Manhã&lt;/em&gt;, de propriedade de Edmundo Bittencourt.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Segundo o próprio Nelson em suas &lt;em&gt;Memórias&lt;/em&gt;, seu grande laboratório e inspiração foi a infância vivida na Zona Norte da cidade. Dos anos passados numa casa simples na rua Alegre, 135 (atual rua Almirante João Cândido Brasil), no bairro de Aldeia Campista, saíram para suas crônicas e peças teatrais as situações provocadas pela moral vigente na classe média dos primeiros anos do século XX e suas tensões morais e materiais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sua infância foi marcada por este clima e pela personalidade do garoto Nelson. Retraído, era um leitor compulsivo de livros românticos do século XIX. Nesta época ocorreu também para Nelson a descoberta do futebol, uma paixão que conservaria por toda a vida e que lhe marcaria o estilo literário.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na década de 1920, Mário Rodrigues fundou o jornal &lt;em&gt;A Manhã&lt;/em&gt;, após romper com Edmundo Bittencourt. Seria no jornal do pai que Nelson começaria sua carreira jornalística, na seção de polícia, com apenas treze anos de idade. Os relatos de crimes passionais e pactos de morte entre casais apaixonados incendiavam a imaginação do adolescente romântico, que utilizaria muitas das histórias reais que cobria em suas crônicas futuras. Neste período a família Rodrigues conseguiria atingir uma situação financeira confortável, mudando-se para o bairro de Copacabana, então um arrabalde luxuoso da orla carioca.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apesar da bonança, Mário Rodrigues perderia o controle acionário de &lt;em&gt;A Manhã&lt;/em&gt; para o sócio. Mas, em 1928, com o providencial auxílio financeiro do vice-presidente Fernando de Melo Viana, Mário fundou o diário &lt;em&gt;Crítica&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Como cronista esportivo, Nelson escreveu textos antológicos sobre o Fluminense Football Club, clube para o qual torcia fervorosamente. A maioria dos textos eram publicados no &lt;em&gt;Jornal dos Sports&lt;/em&gt;. Junto com seu irmão, o jornalista Mário Filho, Nelson foi fundamental para que os Fla-Flus tivessem conquistado o prestígio que conquistaram e se tornassem grandes clássicos do futebol brasileiro. Nelson Rodrigues criou e evocava personagens fictícios como Gravatinha e Sobrenatural de Almeida para elaborar textos a respeito dos acontecimentos esportivos relacionados ao clube do coração.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nelson seguiu os seus irmãos Mílton, Mário Filho e Roberto integrando a redação do novo jornal. Ali continuou a escrever na página de polícia, enquanto Mário Filho cuidava dos esportes e Roberto, um talentoso desenhista, fazia as ilustrações. &lt;em&gt;Crítica&lt;/em&gt; era um sucesso de vendas, misturando uma cobertura política apaixonada com o relato sensacionalista de crimes. Mas o jornal existiria por pouco tempo. Em 26 de dezembro de 1929, a primeira página de &lt;em&gt;Crítica&lt;/em&gt; trouxe o relato da separação do casal Sylvia Serafim e João Thibau, Jr. Ilustrada por Roberto e assinada pelo repórter Orestes Barbosa, a matéria provocou uma tragédia. Sylvia, a esposa que se desquitara do marido e cujo nome fora exposto na reportagem invadiu a redação de Crítica e atirou em Roberto com uma arma comprada naquele dia. Nelson testemunhou o crime e a agonia do irmão, que morreu dias depois.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mário Rodrigues, deprimido com a perda do filho, faleceu poucos meses depois. Sylvia, apoiada pelas sufragistas e por boa parte da imprensa concorrente de &lt;em&gt;Crítica&lt;/em&gt;, foi absolvida do crime. Finalmente, durante a Revolução de 30, a gráfica e a redação de &lt;em&gt;Crítica&lt;/em&gt; são empastelados e o jornal deixa de existir. Sem seu chefe e sem fonte de sustento, a família Rodrigues mergulha em decadência financeira.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Foram anos de fome e dificuldades para todos. Pouco afinados com o novo regime, os Rodrigues demorariam anos para se recuperarem dos prejuízos causados pela tuberculose.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ajudado por Mário Filho, amigo de Roberto Marinho, Nelson passa a trabalhar no jornal &lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt;, sem salário. Apenas em 1932 é que&amp;nbsp;seria efetivado como repórter no jornal. Pouco tempo depois,&amp;nbsp;descobriu-se tuberculoso. Para tratar-se, retira-se do Rio de Janeiro e passa longas temporadas em um sanatório na cidade de Campos do Jordão. Seu tratamento é custeado por Marinho, que conquistou a gratidão de Nelson pelo resto de sua vida. Recuperado,&amp;nbsp;volta ao Rio e assume a seção cultural de &lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt;, fazendo a crítica de ópera.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No &lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt;, foi editor do suplemento &lt;em&gt;O Globo Juvenil&lt;/em&gt;, além de editar Nelson roteirizou algumas história em quadrinhos para o suplemento, dentre elas uma versão de &lt;em&gt;O fantasma de Canterville&lt;/em&gt; de Oscar Wilde.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1940 casou-se com Elza Bretanha, sua colega de redação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A partir da década de 1940, Nelson divide-se entre o emprego em &lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt; e a elaboração de peças teatrais. Em 1941 escreve &lt;em&gt;A mulher sem pecado&lt;/em&gt;, que estreou sem sucesso. Pouco tempo depois assina a revolucionária &lt;em&gt;Vestido de noiva&lt;/em&gt;, peça dirigida por Zbigniew Ziembiński e que estreou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro com estrondoso sucesso.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O teatrólogo Nelson Rodrigues seria o criador de uma sintaxe toda particular e inédita nos palcos brasileiros. Suas personagens trouxeram para a ribalta expressões tipicamente cariocas e gírias da época, como "batata!" e "você é cacete, mesmo!". &lt;em&gt;Vestido de noiva&lt;/em&gt; é considerada até hoje como o marco inicial do moderno teatro brasileiro.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1945 abandona O Globo e passa a trabalhar nos Diários Associados. Em &lt;em&gt;O Jornal&lt;/em&gt;, um dos veículos de propriedade de Assis Chateaubriand, começa a escrever seu primeiro folhetim, Meu destino é pecar, assinado pelo pseudônimo "Susana Flag". O sucesso do folhetim alavancou as vendas de &lt;em&gt;O Jornal&lt;/em&gt; e estimulou Nelson a escrever sua terceira peça, &lt;em&gt;Álbum de família&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em fevereiro de 1946, o texto da peça foi submetido à Censura Federal e proibido. &lt;em&gt;Álbum de família&lt;/em&gt; só seria liberada em 1965. Em abril de 1948 estreou &lt;em&gt;Anjo negro&lt;/em&gt;, peça que possibilitou a Nelson adquirir uma casa no bairro do Andaraí e em 1949 Nelson lançou &lt;em&gt;Doroteia&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1950 passa a trabalhar no jornal de Samuel Wainer, a &lt;em&gt;Última Hora&lt;/em&gt;. No jornal, Nelson começa a escrever as crônicas de &lt;em&gt;A vida como ela é&lt;/em&gt;, seu maior sucesso jornalístico. Na década seguinte,&amp;nbsp;passa a trabalhar na recém-fundada TV Globo, participando da bancada da Grande Resenha Esportiva Facit, a primeira "mesa-redonda" sobre futebol da televisão brasileira e, em 1967, passa a publicar suas memórias no mesmo jornal &lt;em&gt;Correio da Manhã&lt;/em&gt; onde seu pai trabalhou cinquenta anos antes.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nos anos 70, consagrado como jornalista e teatrólogo, a saúde de Nélson começa a decair, por causa de problemas gastroenteorológicos e cardíacos de que era portador. O período coincide com os anos da ditadura militar, que Nelson sempre apoiou. Entretanto, seu filho Nelson Rodrigues Filho torna-se guerrilheiro e se passa para a clandestinidade. Neste período também aconteceu o fim de seu casamento com Elza e o início do relacionamento com Lúcia Cruz Lima, com quem teria uma filha, Daniela, nascida com problemas mentais. Depois do término do relacionamento com Lúcia, Nelson ainda manteria um rápido casamento com sua secretária Helena Maria, antes de reatar seu casamento com Elza.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nelson faleceu numa manhã de domingo, em 1980, aos 68 anos de idade, de complicações cardíacas e respiratórias. Foi enterrado no Cemitério São João Batista, em Botafogo. No fim da tarde daquele mesmo dia ele faria treze pontos na Loteria Esportiva, num "bolão" com seu irmão Augusto e alguns amigos de &lt;em&gt;O Globo&lt;/em&gt;. Dois meses depois, Elza atendia ao pedido do marido — de, ainda em vida, gravar o seu nome ao lado do dele na lápide de seu túmulo, sob a inscrição: "Unidos para além da vida e da morte. E é só".&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Obras&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O teatro entrou na vida de Nelson Rodrigues por acaso. Uma vez que se encontrava em dificuldades financeiras, achou no teatro uma possibilidade de sair da situação difícil em que estava. Assim, escreveu &lt;em&gt;A mulher sem pecado…&lt;/em&gt;, sua primeira peça. Segundo algumas fontes, Nelson tinha o romance como gênero literário predileto, e suas peças seguiram essa predileção, pois as mesmas são como romances em forma de texto teatral. Nelson é um originalíssimo realista. Não é à toa que foi considerado um novo Eça. De fato, a prosa de Nelson era realista e, tal como os realistas do século XIX, ele criticou a sociedade e suas instituições, sobretudo o casamento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Sendo esteticamente realista em pleno Modernismo, Nelson não deixou de inovar tal como fizeram os modernos. O autor transpôs a tragédia grega para o sociedade carioca do início do século XX, e dessa transposição surgiu a "tragédia carioca", com as mesmas regras daquela, mas com um tom contemporâneo. O erotismo está muito presente na obra de Nelson Rodrigues, o que lhe garante o título de realista. Nelson não hesitou em denunciar a sordidez da sociedade tal como o fez Eça de Queirós em suas obras. Esse erotismo realista de Nelson teve sua gênese em obras do século XIX, como &lt;em&gt;O Primo Basílio&lt;/em&gt;, e se desenvolveu grandemente na obra do autor pernambucano. Em síntese, Nelson foi um grande escritor, dramaturgo e cronista, e está imortalizado na literatura brasileira.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Acervo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O&amp;nbsp;Centro de Documentação da Funarte (Cedoc) possui amplo acervo sobre o dramaturgo, como fotos de peças, programas das produções teatrais, resenhas e comentários sobre espetáculos teatrais, entre eles &lt;em&gt;Vestido de Noiva&lt;/em&gt;, encenado pela primeira vez para um Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Boa parte dos registros fotográficos de peças do dramaturgo existentes no Cedoc foram feitos pelo Estúdio Foto Carlos, que, nas décadas de 40, 50, 60, 70 e 80 e foram digitalizadas graças ao projeto Brasil Memória das Artes, incluindo registros de raridades, como uma participação de Nelson Rodrigues como ator. No Portal da Funarte ainda é possível ver vídeos produzidos sobre o dramaturgo e sua obra.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Teatro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Nélson Rodrigues escreveu dezessete peças teatrais. Sua edição completa abrange quatro volumes, divididos segundo critérios do crítico Sábato Magaldi, que agrupou as obras de acordo com suas características, dividindo-as em três grupos: Peças psicológicas, Peças míticas e Tragédias cariocas. Assim, as peças seguem o plano de publicação:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Peças psicológicas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A mulher sem pecado&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Vestido de noiva&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Valsa nº 6&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Viúva, porém honesta&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Anti-Nélson Rodrigues&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Peças míticas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Álbum de família&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Anjo negro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Senhora dos Afogados&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Doroteia&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Tragédias Cariocas I&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A falecida&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Perdoa-me por me traíres&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Os Sete Gatinhos&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Boca de ouro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Tragédias Cariocas II&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O beijo no asfalto&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Bonitinha, mas ordinária ou Otto Lara Rezende&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Toda Nudez Será Castigada&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A serpente&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Estreias das peças&lt;/strong&gt; (todas no Rio de Janeiro)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A mulher sem pecado - 1941 - Direção: Rodolfo Mayer&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Vestido de noiva - 1943 - Direção: Zbigniew Ziembiński&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Álbum de família - 1946 - Direção: Kleber Santos&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Anjo negro - 1947 - Direção: Zbigniew Ziembiński&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Senhora dos Afogados - 1947 - Direção: Bibi Ferreira&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Doroteia - 1949 - Direção: Zbigniew Ziembiński&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Valsa nº 6 - 1951 - Direção: Milton Rodrigues&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A falecida - 1953 - Direção: José Maria Monteiro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Perdoa-me por me traíres - 1957 - Direção: Léo Júsi&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Viúva, porém honesta - 1957 - Direção: Willy Keller&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Os sete gatinhos - 1958 - Direção: Willy Keller&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Boca de ouro - 1959 - Direção: José Renato&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O beijo no asfalto - 1960 - Direção: Fernando Torres&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Bonitinha, mas ordinária - 1962 - Direção Martim Gonçalves&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Toda nudez será castigada - 1965 - Direção: Zbigniew Ziembiński&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Anti-Nélson Rodrigues - 1974 - Direção: Paulo César Pereio&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A serpente - 1978 - Direção: Marcos Flaksman&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Romances&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Meu destino é pecar - 1944&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Escravas do amor - 1944&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Minha vida - 1944&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Núpcias de fogo - 1948&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A mulher que amou demais - 1949&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O homem proibido - 1959&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A mentira - 1953&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Asfalto selvagem - 1959 (ou&amp;nbsp;Engraçadinha)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O casamento - 1966&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Contos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Cem contos escolhidos - A vida como ela é... - 1972&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Elas gostam de apanhar - 1974&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A vida como ela é — O homem fiel e outros contos - 1992&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A dama do lotação e outros contos e crônicas - 1992&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A coroa de orquídeas - 1992&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Crônicas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Memórias de Nélson Rodrigues - 1967&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O óbvio ululante: primeiras confissões - 1968&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A cabra vadia - 1970&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O reacionário: memórias e confissões - 1977&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Fla-Flu...e as multidões despertaram - 1987&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O remador de Ben-Hur - 1992&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A cabra vadia - Novas confissões - 1992&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A pátria sem chuteiras - Novas Crônicas de Futebol - 1992&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A menina sem estrela - memórias - 1992&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* À sombra das chuteiras imortais - Crônicas de Futebol - 1992&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A mulher do próximo - 1992&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Nélson Rodrigues, o Profeta Tricolor - 2002&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O Berro impresso nas Manchetes - 2007&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Telenovelas baseadas nas obras&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A morta sem espelho - TV Rio - 1963&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Sonho de amor - TV Rio - 1964&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O desconhecido - TV Rio - 1964&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O homem proibido - TV Globo - 1982&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Meu Destino É Pecar - TV Globo - 1984&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Engraçadinha... Seus Amores e Seus Pecados - TV Globo - 1995&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A Vida Como Ela É - TV Globo - 1996&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;strong&gt;Filmes baseados em suas obras&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Somos dois - 1950 - Direção: Milton Rodrigues&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Meu destino é pecar - 1952 - Direção: Manuel Pelufo&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Mulheres e milhões - 1961 - Direção: Jorge Ileli&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Boca de ouro - 1963 - Direção: Nelson Pereira dos Santos&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Meu nome é Pelé - 1963 - Direção: Carlos Hugo Christensen&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Bonitinha mas ordinária - 1963 - Direção: J.P. de Carvalho&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Asfalto selvagem - 1964 - Direção: J.B. Tanko&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A falecida - 1965 - Direção: Leon Hirzman&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O beijo - 1966 - Direção: Flávio Tambellini&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Engraçadinha depois dos trinta - 1966 - Direção: J.B. Tanko&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Toda nudez será castigada - 1973 - Direção: Arnaldo Jabor&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O casamento - 1975 - Direção: Arnaldo Jabor&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* A dama do lotação - 1978 - Direção: Neville d'Almeida&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Os sete gatinhos - 1980 - Direção: Neville d'Almeida&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* O beijo no asfalto - 1980 - Direção: Bruno Barreto&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Bonitinha mas Ordinária ou Otto Lara Rezende - 1981 - Direção: Braz Chediak&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Álbum de família - 1981 - Direção: Braz Chediak&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Engraçadinha - 1981 - Direção: Haroldo Marinho Barbosa&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Perdoa-me por me traíres - 1983 - Direção: Braz Chediak&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Boca de ouro - 1990 - Direção: Walter Avancini&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Traição - 1998 - Direcão: Arthur Fontes, Cláudio Torres e José Henrique Fonseca&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Gêmeas - 1999 - Direção: Andrucha Waddington&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Vestido de noiva - 2006 - Direção de Joffre Rodrigues&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* Bonitinha mas Ordinária ou Otto Lara Rezende - 2009&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fontes: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-8188915383411821985?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1fjg3JUTlz3l2cTWWUWoGVULSv4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1fjg3JUTlz3l2cTWWUWoGVULSv4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1fjg3JUTlz3l2cTWWUWoGVULSv4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1fjg3JUTlz3l2cTWWUWoGVULSv4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/mTZFLVzOOjQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/8188915383411821985/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/07/nelson-rodrigues.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/8188915383411821985?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/8188915383411821985?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/mTZFLVzOOjQ/nelson-rodrigues.html" title="Nelson Rodrigues" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-8D81Hk0wgvQ/TijLY9efdVI/AAAAAAAAP2k/hYeIQDcLssA/s72-c/nelson+rodrigues.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/07/nelson-rodrigues.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEYEQn8_eSp7ImA9WhdSEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-8655592580446111188</id><published>2011-07-21T19:08:00.001-03:00</published><updated>2011-07-21T19:08:23.141-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-21T19:08:23.141-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atriz" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tonia carrero" /><title>Tônia Carrero</title><content type="html">&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vXKhiz3KABM/TiiiqTm16WI/AAAAAAAAP2c/yTgZLiwZz_U/s1600/tonia+carrero.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-vXKhiz3KABM/TiiiqTm16WI/AAAAAAAAP2c/yTgZLiwZz_U/s200/tonia+carrero.jpg" width="146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Tônia Carrero&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;i&gt;“Ela fala pelos cotovelos!….Mas que cotovelos”, disse o escritor Rubem Braga no Degrau, bar do Leblon, sobre a mulher por quem era apaixonado, Tônia Carrero. Eles já tinham se tornado apenas amigos. Braga sussurrou isso a Paulo Mendes Campos, numa mesa boêmia. Ele, calado como sempre. Ela, desinibida, encantava como sempre.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Tônia Carrero (Maria Antonieta Portocarrero Thedim), atriz, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 23 de agosto de 1922. Após longos anos de carreira, é considerada uma das mais consagradas atrizes do Brasil, com marcantes interpretações em cinema, teatro e televisão.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Apesar de graduada em educação física, a formação de Tônia como atriz foi obtida em cursos em Paris, quando já era casada com o artista plástico Carlos Arthur Thiré, pai do ator e diretor Cecil Thiré. Ao voltar da França, protagonizou o filme &lt;i&gt;Querida Suzana&lt;/i&gt;. Foi a estrela da Companhia Cinematográfica Vera Cruz - São Bernardo do Campo - SP, tendo atuado em diversos filmes.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A estréia em teatro foi no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) em São Paulo, com a peça &lt;i&gt;Um Deus Dormiu Lá em Casa&lt;/i&gt;, onde teve como parceiro o ator Paulo Autran. Após a passagem pelo TBC formou, com seu marido na época, o italiano Adolfo Celi e com o amigo Paulo Autran, a Companhia Celi-Autran-Carrero que, nos anos 50 e 60 revolucionou a cena do teatro brasileiro ao constituir um repertório com peças de autores clássicos, como Shakespeare e Carlo Goldoni, e de vanguarda, como Sartre.&lt;/div&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1965, sem a presença de Adolfo Celi, que havia guiado e impulsionado a sua carreira, Tônia cria a sua própria empresa, a Companhia Tônia Carrero, que não é mais um conjunto estável, mas uma firma que viabilizará as esporádicas montagens protagonizadas pela estrela. Interpreta com graça, ao lado de Paulo Autran, &lt;i&gt;A Dama do Maxim's&lt;/i&gt;, de Georges Feydeau; agora dirigida por outro diretor italiano, Gianni Ratto, 1965. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1968, alcança um ponto alto em sua carreira, com a patética Neusa Suely, personagem principal de &lt;i&gt;Navalha na Carne&lt;/i&gt;, de Plínio Marcos. Sob a vigorosa direção de Fauzi Arap, artista que muito a influencia nessa fase, Tônia despe-se da sua proverbial beleza e elegância, para mergulhar fundo no sofrimento e nas humilhações de uma miserável prostituta, levando os prêmios Molière e Associação de Críticos Cariocas. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1970, volta a ser dirigida por Fauzi, experimentando, em companhia de Paulo Autran, um drástico insucesso em uma montagem de Macbeth, de William Shakespeare. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1971, ela interpreta a Nora de &lt;i&gt;Casa de Bonecas&lt;/i&gt;, de Henrik Ibsen, sob a direção do seu filho Cecil Thiré. Ainda com ele, em 1974, comemora seus 25 anos de teatro com o grande sucesso comercial de &lt;i&gt;Constantina&lt;/i&gt;, de Somerset Maugham. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Protagoniza &lt;i&gt;Doce Pássaro da Juventude&lt;/i&gt;, de Tennessee Williams, com direção de Flávio Rangel, 1976. Dirigida por Antunes Filho, faz a pesonagem Marta de &lt;i&gt;Quem Tem Medo de Virgínia Woolf?&lt;/i&gt;, de Edward Albee, 1978. Com direção de Adolfo Celi, em visita ao Rio de Janeiro, faz a comédia &lt;i&gt;Teu Nome É Mulher&lt;/i&gt;, de Marcel Mithois, 1979. Protagoniza &lt;i&gt;A Volta Por Cima&lt;/i&gt;, texto e direção de Domingos Oliveira, com direção do autor, 1982. Volta a contracenar com Paulo Autran, e sob a direção deste, no árduo texto de Marguerite Duras, &lt;i&gt;A Amante Inglesa&lt;/i&gt;. Interpreta em 1984, com êxito de bilheteria, o papel de Sarah Bernhardt, em &lt;i&gt;A Divina Sarah&lt;/i&gt;, de John Murrel, direção de João Bethencourt. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A partir de 1986, Tônia Carrero parece mudar radicalmente os rumos de sua carreira, deixando de investir em clássicos e textos de resultado garantido, para correr o risco na produção e na interpretação de textos modernos, com encenadores de linguagem investigativa. Sua interpretação surpreende público e crítica em &lt;i&gt;Quartett&lt;/i&gt;, de Heiner Müller, dirigida por Gerald Thomas, que ela conhece na Off-off Brodway, em Nova York, e traz para o Rio de Janeiro, recebendo o Molière de melhor atriz.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1989, sob a direção de Marcio Aurelio, comemora 40 anos de carreira encenando um solo: vivendo Zelda Fitzgerald em &lt;i&gt;Esta Valsa é Minha&lt;/i&gt;, de William Luce, Tônia mostra agilidade movimentando-se coreograficamente entre tapadeiras móveis no palco do Teatro Glória. Em 1990, reencontrando o parceiro de cena Paulo Autran, aventura-se em &lt;i&gt;Mundo, Vasto Mundo&lt;/i&gt;, uma coletânea de textos de Carlos Drummond de Andrade.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na década de 1990, atua novamente sob a direção do filho Cecil Thiré em Ela É Bárbara, de Barillet e Grédy. Em 1999, associa-se mais uma vez a um encenador mais jovem, Eduardo Wotzik, para realizar &lt;i&gt;Um Equilíbrio Delicado&lt;/i&gt;, de Edward Albee. Em 2000, está ao lado de Renato Borghi em &lt;i&gt;O Jardim das Cerejeiras&lt;/i&gt;, de Anton Tchekhov, direção de Élcio Nogueira.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Na TV, um dos seus personagens mais marcantes foi a sofisticada e encantadora Stella Fraga Simpson em &lt;i&gt;Água Viva&lt;/i&gt; (1980), de Gilberto Braga. Tônia viria a trabalhar novamente com o autor, em 1983, na novela &lt;i&gt;Louco Amor&lt;/i&gt;, dessa vez interpretando a não menos charmosa e chique Mouriel. Tanto em &lt;i&gt;Água Viva&lt;/i&gt; como &lt;i&gt;Louco Amor&lt;/i&gt;, Tônia perdeu o papel da vilã para Beatriz Segall e Tereza Rachel, respectivamente. Mesmo assim os dois personagens que interpretou foram um sucesso.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
É avó dos atores Miguel Thiré, Luísa Thiré e Carlos Thiré, que foi casado com a atriz Isabela Garcia, que é irmã da atriz Rosana Garcia. P&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;restes a completar 89 anos, 
tendo quase sete décadas dedicadas às artes, saiu de cena. 
Involuntariamente. Por motivos de saúde, uma das maiores estrelas do 
teatro e da TV brasileira, que viveu intensamente seu ofício, está 
reclusa em casa, no Jardim Botânico, zona sul do Rio.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Carreira no teatro&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1949 - Um Deus Dormiu Lá em Casa, de Guilherme Figueiredo, com direção de Adolfo Celi&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1950 - Amanhã, se Não Chover, de Henrique Pongetti, com direção de Ziembinski&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1953 - Uma Certa Cabana, de André Roussin (tradução de Brício de Abreu), com direção de Adolfo Celi&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1954 - Uma Mulher do Outro Mundo, de Noel Coward, com direção de Adolfo Celi&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1954 - Cândida, de Bernard Shaw, com direção de Ziembinski&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1956 - Otelo, de William Shakespeare, com direção de Adolfo Celi&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1956 - Entre Quatro Paredes, de Jean-Paul Sartre, com direção de Adolfo Celi&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1960 - Calúnia, de Lillian Hellman, com direção de Adolfo Celi&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1960 - Seis Personagens à Procura de um Autor, de Luigi Pirandello, com direção de Adolfo Celi&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1965 - A Dama do Maxim's, de Georges Feydeau, com direção de Gianni Ratto&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1968 - Navalha na Carne, de Plínio Marcos, com direção de Fauzi Arap&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1971 - Casa de Bonecas, de Henrik Ibsen, com direção de Cecil Thiré&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1976 - Doce Pássaro da Juventude, de Tennessee Williams, com direção de Flávio Rangel&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1978 - Quem Tem Medo de Virgínia Woolf?, de Edward Albee, com direção de Antunes Filho&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1984 - A Amante Inglesa, de Marguerite Duras, com direção de Paulo Autran&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1984 - A Divina Sarah, de John Murrell, com direção de João Bethencourt&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1986 - Quartett, de Heiner Müller, com direção de Gerald Thomas&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2003 - A Visita da Velha Senhora, de Friedrich Dürrenmatt , com direção de Moacyr Góes&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;No cinema&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2008 - Chega de Saudade&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2005 - Vinicius (documentário), com direção de Miguel Faria Jr&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1990 - O Gato de Botas Extraterrestre, com direção de Wilson Rodrigues&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1988 - Sonhos de Menina Moça, com direção de Tereza Trautman&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1988 - Fogo e Paixão, com direção de Isay Weinfeld e Márcio Kogan&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1988 - A bela Palomera, com direção de Ruy Guerra&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1977 - Gordos e Magros, com direção de Mário Carneiro&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1969 - Tempo de Violência, com direção de Hugo Kusnet&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1962 - Copacabana Palace, com direção de Steno&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1962 - Sócio de Alcova, com direção de George Cahan&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1962 - Esse Rio que Eu Amo, c/direção de Carlos Hugo Christensen&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1961 - Alias Gardelito, com direção de Lautaro Murua&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1955 - Mãos Sangrentas, com direção de Carlos Hugo Christensen&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1954 - É Proibido Beijar, com direção de Ugo Lombardi&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1952 - Apassionata, com direção de Fernando de Barros&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1952 - Tico-Tico no Fubá, com direção de Adolfo Celi&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1950 - Quando a Noite Acaba, com direção de Fernando de Barros&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1949 - Caminhos do Sul, com direção de Fernando de Barros&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1947 - Querida Suzana, com direção de Alberto Pieralisi&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Na televisão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2004 - Senhora do Destino .... Madame Berthe Legrand&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 2000 - Esplendor .... Mimi Melody&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1995 - Sangue do meu sangue .... Cecile Renon (SBT)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1993 - Cupido Electrônico .... D. Nenette (co-produção RTP)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1989 - Kananga do Japão .... Letícia Viana (Rede Manchete)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1987 - Sassaricando .... Rebeca&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1983 - Louco Amor .... Mouriel&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1981 - O Amor é Nosso .... Gilda&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1980 - Água-Viva .... Stella Fraga Simpson&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1979 - Cara a Cara (Rede Bandeirantes)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1972 - Uma Rosa com Amor .... Roberta Vermont&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1972 - O Primeiro Amor .... Maria do Carmo&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1971 - O Cafona .... Beatriz&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1970 - Pigmalião 70 .... Cristina Melo de Guimarães Cerdeira&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
* 1969 - Sangue do Meu Sangue .... Pola Renon (Rede Excelsior)&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Fontes: Wikipédia; Época; Enciclopédia Itaú Cultural.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-8655592580446111188?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JbLAeekrbG1-H6ZizhN3LTpT_cc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JbLAeekrbG1-H6ZizhN3LTpT_cc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JbLAeekrbG1-H6ZizhN3LTpT_cc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JbLAeekrbG1-H6ZizhN3LTpT_cc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/ZG69gsiInGg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/8655592580446111188/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/07/tonia-carrero.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/8655592580446111188?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/8655592580446111188?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/ZG69gsiInGg/tonia-carrero.html" title="Tônia Carrero" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-vXKhiz3KABM/TiiiqTm16WI/AAAAAAAAP2c/yTgZLiwZz_U/s72-c/tonia+carrero.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/07/tonia-carrero.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkACSH87fip7ImA9WhZXEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-5030213672276337599</id><published>2011-04-28T15:19:00.000-03:00</published><updated>2011-04-28T15:19:29.106-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-28T15:19:29.106-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ator" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="rubens de falco" /><title>Rubens de Falco</title><content type="html">&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Hhk1WgUiWWM/TbmveZA685I/AAAAAAAAPTg/tnjUIwFJFCY/s1600/rubens+de+falco.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-Hhk1WgUiWWM/TbmveZA685I/AAAAAAAAPTg/tnjUIwFJFCY/s200/rubens+de+falco.jpg" width="149" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Rubens de Falco&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rubens de Falco (Rubens de Falco da Costa), ator, nasceu em São Paulo, SP, em 19/10/1931, e faleceu na mesma cidade, em 22/02/2008. Mais conhecido pela interpretação do vilão Leôncio Almeida, na novela televisiva de sucesso internacional, &lt;i&gt;A Escrava Isaura&lt;/i&gt;, era neto de italianos e foi educado na cidade natal, começando a assistir espetáculos teatrais aos 14 anos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Iniciou sua carreira (1951) estreando a peça &lt;i&gt;Ralé&lt;/i&gt;, de Gorki, no Teatro Brasileiro de Comédia e &lt;i&gt;Antígona&lt;/i&gt;, de Sófocles, sob a direção de Adolfo Celli. Participou das atividades do grupo Os Jograis de São Paulo (1955), ao lado de nomes como Armando Bogus, Rui Afonso, Italo Rossi e Felipe Wagner.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Integrou o elenco de várias peças teatrais, inclusive da montagem original de &lt;i&gt;Os Ossos do Barão&lt;/i&gt; (1963), de Jorge Andrade, ainda no TBC. Seu reconhecimento definitivo de crítica e público veio quando começar a atuar na televisão, sendo freqüentemente escalado para papéis em telenovelas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estreou em &lt;i&gt;Maria Antonieta&lt;/i&gt; (1961) e atingiu o auge na primeira versão da novela &lt;i&gt;Escrava Isaura&lt;/i&gt; (1976), em que a atriz Lucélia Santos viveu a personagem título da novela, e ele ficou consagrado como o grande vilão da teledramaturgia brasileira.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outras participações marcantes em telenovelas de sucesso foram em &lt;i&gt;A Rainha Louca&lt;/i&gt; (1967), &lt;i&gt;A Última Valsa&lt;/i&gt; (1969), &lt;i&gt;O Grito&lt;/i&gt; (1975), &lt;i&gt;O Astro&lt;/i&gt; (1978), &lt;i&gt;A Sucessora&lt;/i&gt; (1978), &lt;i&gt;Gaivotas&lt;/i&gt; (1979) e interpretou o famoso Barão de Araruna na primeira versão da novela &lt;i&gt;Sinhá Moça&lt;/i&gt; (1986).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também trabalhou na segunda versão de &lt;i&gt;Escrava Isaura&lt;/i&gt;, na Rede Record (2004), então no papel de Comendador Almeida, o pai do vilão Leôncio. Participou também de &lt;i&gt;Brida&lt;/i&gt;, baseada na obra de Paulo Coelho, pela extinta TV Manchete.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além da Globo, ao longo da carreira autuou na redes de televisão Tupi, Excelsior, Bandeirantes, SBT e Record, participando de mais de 20 novelas e de algumas minisséries para TV, entre elas&lt;i&gt; Os Maias&lt;/i&gt; (1979), &lt;i&gt;Padre Cícero&lt;/i&gt; (1984), &lt;i&gt;Grande Sertão: Veredas&lt;/i&gt; (1985) e &lt;i&gt;Memorial de Maria Moura&lt;/i&gt; (1994), seu último trabalho no gênero.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No cinema estreou em uma pequena ponta no filme &lt;i&gt;Apassionata&lt;/i&gt; (1952), de Fernando de Barros, pela lendária Companhia Cinematográfica Vera Cruz. Esta estréia foi  seguida de participações em mais de 30 filmes, entre eles &lt;i&gt;Floradas na Serra&lt;/i&gt; (1954), &lt;i&gt;O capanga&lt;/i&gt; (1958), &lt;i&gt;Essa Gatinha é Minha&lt;/i&gt; (1966), &lt;i&gt;A Difícil Vida Fácil &lt;/i&gt;(1972),&lt;i&gt; Coronel Delmiro Gouveia&lt;/i&gt; (1978), &lt;i&gt;Pixote, a lei do mais fraco&lt;/i&gt; (1981) e &lt;i&gt;Monge e a Filha do Carrasco&lt;/i&gt; (1996). Seu último trabalho foi como o deputado Ernesto Alves em&lt;i&gt; Fim da linha&lt;/i&gt;, longa-metragem de Gustavo Steinberg com estréia nos cinemas depois de sua morte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Solteiro, sem filhos e sofrendo com os graves problemas de saúde, depois de uma parada cardíaca provocada por uma embolia, morreu aos 76 anos, no Centro Integrado de Atendimento ao Idoso - CIAI, no Morumbi, em São Paulo, mesmo local onde, cerca de dois anos atrás, fora hospitalizado para tratar de problemas decorrentes de um acidente vascular cerebral e do qual nunca mais havia se recuperado. O corpo do ator foi velado e enterrado no Cemitério da Consolação, em São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fontes: Wikipedia; http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/RubdFalc.html.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-5030213672276337599?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IOiflk89hVJ_PcSJui4gxNYdCTY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IOiflk89hVJ_PcSJui4gxNYdCTY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IOiflk89hVJ_PcSJui4gxNYdCTY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IOiflk89hVJ_PcSJui4gxNYdCTY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/hjH8umCIt0U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/5030213672276337599/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/04/rubens-de-falco.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/5030213672276337599?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/5030213672276337599?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/hjH8umCIt0U/rubens-de-falco.html" title="Rubens de Falco" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-Hhk1WgUiWWM/TbmveZA685I/AAAAAAAAPTg/tnjUIwFJFCY/s72-c/rubens+de+falco.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/04/rubens-de-falco.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0YEQX8_fCp7ImA9WhZQFE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-114905415387098440</id><published>2011-04-21T19:31:00.000-03:00</published><updated>2011-04-21T19:31:40.144-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-21T19:31:40.144-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fernando montenegro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atriz" /><title>Fernanda Montenegro</title><content type="html">&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5tuJrsnQ9Hg/TbCwG0jTVfI/AAAAAAAAPQU/IXtXc39FCCU/s1600/fernanda+montenegro.jpeg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-5tuJrsnQ9Hg/TbCwG0jTVfI/AAAAAAAAPQU/IXtXc39FCCU/s200/fernanda+montenegro.jpeg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fernanda Montenegro&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fernanda Montenegro (Arlette Pinheiro Esteves da Silva), atriz de teatro, cinema e televisão, nasceu no Rio de Janeiro em 16/10/1929. Descendente de portugueses e italianos, é filha de uma dona de casa e de um mecânico da Light. O nome "Fernanda" foi escolhido por ela, por ter uma sonoridade que remetia aos personagens de Balzac ou Proust. "Montenegro" veio de um médico homeopata que era amigo da família.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por volta dos 15 anos, ainda no colégio, Fernanda começou a trabalhar como locutora e atriz de rádio-teatro na Rádio Ministério da Educação e Cultura, onde passou a fazer traduções e adaptações de peças literárias para o formato de radionovelas. Para completar o orçamento, dava aulas de português para estrangeiros na mesma escola de idiomas em que aprendia inglês e francês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Iniciou sua carreira no ano de 1950, na peça "Alegres Canções nas Montanhas", ao lado daquele que seria seu marido por toda a vida, Fernando Torres.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua estréia em cinema se dá na produção de 1964 para a Tragédia Carioca de Nelson Rodrigues, "A Falecida", sob direção de Leon Hirszman.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de ter sido cinco vezes premiada com o Prêmio Molière, ter recebido três vezes o Prêmio Governador do Estado de São Paulo e de inúmeros outros prêmios em teatro e cinema, ganhou ainda o Urso de Prata de melhor atriz e concorreu ao Óscar de melhor atriz em 1999 e ao Globo de Ouro de Melhor atriz em filme dramático pelo filme "Central do Brasil" de Walter Salles. Recebeu também vários prêmios da crítica americana, no mesmo ano (Los Angeles Film Critics Award, National Board of Review Award).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em televisão participou de centenas de teleteatros na extinta TV Tupi, que na direção revezavam-se Fernando Torres, Sérgio Britto e Flávio Rangel, telenovelas na extinta TV Excelsior e na TV Rio e na Rede Record e dezenas de produções na Rede Globo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fontes: Wikipedia; Biografia UOL - Teatro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-114905415387098440?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5aAtcPVOfAcVbSgW96D0vdRJ_vQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5aAtcPVOfAcVbSgW96D0vdRJ_vQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5aAtcPVOfAcVbSgW96D0vdRJ_vQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5aAtcPVOfAcVbSgW96D0vdRJ_vQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/YR0ICbiK04I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/114905415387098440/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/04/fernanda-montenegro.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/114905415387098440?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/114905415387098440?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/YR0ICbiK04I/fernanda-montenegro.html" title="Fernanda Montenegro" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-5tuJrsnQ9Hg/TbCwG0jTVfI/AAAAAAAAPQU/IXtXc39FCCU/s72-c/fernanda+montenegro.jpeg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/04/fernanda-montenegro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkEGRHs7eCp7ImA9WhZREU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-8097989117486182491</id><published>2011-04-06T21:03:00.000-03:00</published><updated>2011-04-06T21:03:45.500-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-06T21:03:45.500-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="teatro de revista" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="teatrologo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="alvaro moreira" /><title>Álvaro Moreira</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--yOvLlnjXvA/TZzz5kCj0iI/AAAAAAAAPDE/hRbLRF5BMpg/s1600/alvaro_moreyra.gif" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/--yOvLlnjXvA/TZzz5kCj0iI/AAAAAAAAPDE/hRbLRF5BMpg/s1600/alvaro_moreyra.gif" /&gt;&lt;/a&gt;Álvaro  Moreira (Álvaro Moreira da Silva), poeta, jornalista, letrista e  teatrólogo, nasceu em Porto Alegre RS, em 23/11/1888, e faleceu no Rio  de Janeiro RJ, em 12/10/1964. Concluiu curso na Faculdade de Ciências e  Letras, de São Leopoldo RS, em 1907, lançando no ano seguinte seu  primeiro livro de poesias simbolistas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Transferiu- se nesse ano para o Rio de Janeiro, onde, em 1912, recebeu o  diploma de bacharel em direito. Realizou intensa atividade  jornalística, tendo dirigido as revistas &lt;i&gt;Para Todos&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Ilustração Brasileira&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Fon-Fon&lt;/i&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim da década de 1920 aproximou-se do teatro de revista, fundando em 1927, com &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/03/joraci-camargo.html"&gt;Joraci Camargo&lt;/a&gt; e outros, o Teatro de Brinquedo. Escreveu, entre outras, a peça &lt;i&gt;Adão, Eva e outros membros da família&lt;/i&gt;, ainda em 1927. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É autor de algumas letras, como &lt;i&gt;Mamãezinha que estás no céu&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;A menina quer saber&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Realejo&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Bahia&lt;/i&gt;, todas com música de &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/03/hekel-tavares.html"&gt;Hekel Tavares&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dirigiu a Companhia de Arte Dramática, em 1937. Em 1945 passou a  trabalhar como radialista na Rádio Globo e posteriormente, participou da  produção do programa Rio, Eu Gosto de Você, na TV-Rio. Foi membro da  Academia Brasileira de Letras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora.  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-8097989117486182491?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5LPqsG1gdMT5Iaa_kgers0qTqqU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5LPqsG1gdMT5Iaa_kgers0qTqqU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5LPqsG1gdMT5Iaa_kgers0qTqqU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5LPqsG1gdMT5Iaa_kgers0qTqqU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/pzUvwT9J6rI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/8097989117486182491/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/04/alvaro-moreira.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/8097989117486182491?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/8097989117486182491?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/pzUvwT9J6rI/alvaro-moreira.html" title="Álvaro Moreira" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/--yOvLlnjXvA/TZzz5kCj0iI/AAAAAAAAPDE/hRbLRF5BMpg/s72-c/alvaro_moreyra.gif" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/04/alvaro-moreira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUBR38yfCp7ImA9WhZSEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-9014185327992708113</id><published>2011-03-25T14:18:00.001-03:00</published><updated>2011-03-25T14:30:56.194-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-25T14:30:56.194-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ator" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comediante" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mazzaroppi" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mazzaropi" /><title>Mazzaropi</title><content type="html">&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-7EzEYq3pOPQ/TYzOOtOluQI/AAAAAAAAO2U/86zpnYcIR1k/s1600/mazzaroppi1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh4.googleusercontent.com/-7EzEYq3pOPQ/TYzOOtOluQI/AAAAAAAAO2U/86zpnYcIR1k/s320/mazzaroppi1.jpg" width="204" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Amácio Mazzaroppi&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mazzaropi (Amácio Mazzaroppi), cineasta, comediante, ator e cantor, nasceu no bairro da Barra Funda, em São Paulo, SP, em 1912, e faleceu na mesma cidade, em 13/6/1981. Estudou muito pouco e não chegou a terminar o curso ginasial. Quando adolescente, era fã da dupla de atores Genésio e Sebastião de Arruda. Com 15 anos de idade, assistindo a um espetáculo de circo, sem saber como, acabou indo parar nos bastidores e dali terminou trabalhando como pintor de letreiros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Iniciou a carreira artística apresentando-se em circos, pois logo trocou os pincéis por um personagem vestido de caipira. Foi para o interior e começou a apresentar monólogos cômico-dramáticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sucesso foi imediato, porém os rendimentos eram extremamente baixos. O salário de cerca de 25 mil-réis quase não dava para as despesas diárias. Quando formou sua própria companhia, a situação começou a mudar, tornou-se conhecido e todos os circos começaram a requerer a sua presença.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1946, iniciou-se na Rádio Tupi de São Paulo. Em 1950, estreou na TV, no Canal 6, Tupi do Rio de Janeiro. De 1959 a 1962, apresentou programa na TV Excelsior de São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1952, participou de seu primeiro filme. Foi convidado pelo autor de peças para o Teatro Brasileiro de Comédia, Abílio Pereira de Almeida, que ficara deslumbrado ao vê-lo atuar em um programa de televisão, para fazer um teste. Passou e Abílio Pereira dirigiu Mazzaropi no filme Sai da frente. Nascia naquele filme o personagem característico de Mazzaropi, o Jeca, um tipo caipira de andar desengonçado, fala mansa, usando roupas curtas e sujas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 28 anos de carreira fez 31 filmes, entre os quais Chofer de praça, Pedro Malazartes, O vendedor de lingüiças, O corinthiano, Casinha pequenina, Lamparina, uma sátira a Lampião, No paraíso das solteironas, Jeca Tatu, um de seus maiores sucessos, Uma pistola para Djeca, Betão Ronca Ferro, O grande xerife, Um caipira em Bariloche, Portugal... minha saudade, O jeca macumbeiro, Jeca e seu filho preto, O jeca contra o capeta, Um fofoqueiro no céu, A banda das velhas virgens e seu último filme O jeca e a égua milagrosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seus filmes apresentam muita música popular, inclusive sertaneja (e até mesmo um pouco do nascente rock brasileiro). Na década de 1960, gravou alguns discos com sucesso, como a marcha Nhá Carola (Petit), em dupla com Lolita Rodrigues (RGE), e o xótis O azar é festa (Ado Benatti e Zé do Rancho), pela RGE.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quase todas as atuações de Mazzaroppi como cantor em seus filmes estão reunidas nas coletâneas Os grandes sucessos de Mazzaroppi (RCA Camden, 1968) e Os grandes sucessos de Mazzaroppi, vol. 1 (Intermovies, 1995, em LP e CD, embora sem créditos dos autores das músicas). Jean e Paulo Garfunkel compuseram emsua homenagem a toada Mazzaroppi, gravada por Pena Branca e Xavantinho em 1990.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faleceu em 1981, no Hospital Albert Einstein, de câncer na medula, deixando como herança, além de seus filmes, uma produtora com tudo funcionando perfeitamente, estúdios, máquinas e filmes virgens, que foi tocada adiante por seus filhos adotivos, Péricles Batista e João Batista de Souza. Deixou parte de sua imensa herança para seus antigos funcionários.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fontes: Enciclopédia da Música Brasileira - Art Editora e Publifolha; Dicionário Cravo Albin da MPB.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-9014185327992708113?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aanmJDHzy8BdwDQ39GU9oGnY610/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aanmJDHzy8BdwDQ39GU9oGnY610/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aanmJDHzy8BdwDQ39GU9oGnY610/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aanmJDHzy8BdwDQ39GU9oGnY610/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/h2yPGeMhk8Y" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/9014185327992708113/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/mazzaropi.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/9014185327992708113?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/9014185327992708113?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/h2yPGeMhk8Y/mazzaropi.html" title="Mazzaropi" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh4.googleusercontent.com/-7EzEYq3pOPQ/TYzOOtOluQI/AAAAAAAAO2U/86zpnYcIR1k/s72-c/mazzaroppi1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/mazzaropi.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE8NSHs4cCp7ImA9WhZSEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-1704315529117570316</id><published>2011-03-25T14:08:00.000-03:00</published><updated>2011-03-25T14:08:19.538-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-25T14:08:19.538-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ú" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="abigail maia" /><title>Mário Lago</title><content type="html">&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-LQvAcn9sYv0/TYzL34sVU7I/AAAAAAAAO2Q/mGC7geS80WY/s1600/mario+lago.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://lh5.googleusercontent.com/-LQvAcn9sYv0/TYzL34sVU7I/AAAAAAAAO2Q/mGC7geS80WY/s200/mario+lago.jpg" width="153" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mário Lago&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mário Lago, compositor, ator, poeta, escritor e radialista, nasceu no  Rio de Janeiro RJ, em 26/11/1911 e faleceu em 31/5/2002. Filho único do  maestro Antônio Lago, foi aluno do Colégio Pedro II de 1923 a 1926, ano  em que publicou seu primeiro poema, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Revelação&lt;/span&gt;,  na revista Fon-Fon.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concluiu o ginasial no Curso Superior de  Preparatórios e bacharelou-se em direito em 1933, exercendo a advocacia  apenas por três meses. Nesse mesmo ano começou a escrever revistas para  teatro - &lt;em&gt;Figa de Guiné&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Grande estréia&lt;/em&gt;, ambas com Álvaro Pinto.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: justify; text-decoration: none;"&gt;Como letrista, estreou, em 1935, com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Menina, eu sei de uma coisa&lt;/span&gt; (com &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/custdio-mesquita_06.html"&gt;Custódio Mesquita&lt;/a&gt;), marcha gravada por &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/mrio-reis.html"&gt;Mário Reis&lt;/a&gt;, no ano seguinte. Com o mesmo parceiro fez o fox-canção &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/nada-alm.html"&gt;&lt;em&gt;Nada além&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, sucesso nacional, em 1938, na voz de &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/orlando-silva.html"&gt;Orlando Silva&lt;/a&gt;,  e uma série de músicas compostas especialmente para revistas encenadas  pela Companhia Casa de Caboclo e pela Companhia Tró-ló-ló.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 1938 a 1940, trabalhou como funcionário público, chegando a chefe de  seção de estatísticas sociais e culturais do Departamento de Estatística  do Estado do Rio de Janeiro; foi nomeado membro do conselho do  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mas não tomou posse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lançou-se como compositor com a valsa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/08/devolve.html"&gt;Devolve&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, gravada por &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/carlos-galhardo.html"&gt;Carlos Galhardo&lt;/a&gt; em 1940, ano em que apresentou também, em gravação da dupla Joel e Gaúcho, uma de sua mais famosas composições, &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/aurora.html"&gt;&lt;em&gt;Aurora&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (com &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/roberto-roberti.html"&gt;Roberto Roberti&lt;/a&gt;), sucesso no Carnaval do ano seguinte e que obteve mais tarde repercussão internacional, graças à interpretação de &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/03/carmen-miranda.html"&gt;Carmen Miranda&lt;/a&gt;, que a incorporou ao seu repertório básico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1942 estreou como artista de teatro na peça &lt;em&gt;O sábio&lt;/em&gt;, encenada pela Companhia Joraci Camargo. Compôs com &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/02/ataulfo-samba-com-sotaque-mineiro.html"&gt;Ataulfo Alves&lt;/a&gt; sambas famosos, como &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/05/ai-que-saudades-de-amlia.html"&gt;&lt;em&gt;Ai, que saudades da Amélia&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; (1942) e &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/05/atire-primeira-pedra.html"&gt;&lt;em&gt;Atire a primeira pedra&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;  (1944). Começou a trabalhar em rádio, em 1944, na Pan-Americana, de São  Paulo SP, passando desde então por diversas emissoras cariocas e  paulistas: Nacional, do Rio de Janeiro (de 1945 a 1948), Mayrink Veiga  (1948), Bandeirantes, de São Paulo (1949), e novamente Nacional (1950).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1953 compôs com &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/chocolate.html"&gt;Chocolate&lt;/a&gt; outro grande sucesso, &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/05/to-gostoso-seu-moo.html"&gt;&lt;em&gt;É tão gostoso, seu moço&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, gravado por Nora Ney. Foi responsável pela produção de vários programas e novelas, como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lendas do Mundo&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Romance Kolynos&lt;/span&gt; e a novela &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Presídio de mulheres&lt;/span&gt;, irradiada durante cinco anos. Em 1951 produziu na Rádio Nacional o programa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Doutor Infezulino&lt;/span&gt; e mais tarde criou a figura do "Jacó de uma palavra só", no programa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Largo da Harmonia&lt;/span&gt;, que se tornou bastante conhecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estreou na televisão no programa Câmera Um, na TV-Rio, em 1954. Como  ator, em 1966 foi contratado peia TV Globo, na qual trabalhou em várias  novelas, como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cuca legal,&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pecado capital,&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O casarão&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Brilhante&lt;/span&gt;,  numa carreira de mais de 30 anos. Publicou, em 1975, pela Editora  Civilização Brasileira, uma obra de pesquisa folclórica intitulada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Chico Nunes das Alagoas.&lt;/span&gt; Além de Orlando Silva e Carlos Galhardo, teve suas músicas gravadas por &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/03/francisco-alves.html"&gt;Francisco Alves&lt;/a&gt;, Ataulfo Alves, Nora Ney, Jorge Goulart e &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/deo.html"&gt;Deo&lt;/a&gt;.&lt;div style="background-color: transparent; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;
Publicou os livros: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Na rolança do tempo&lt;/span&gt; (1976) e no ano seguinte a seqüência, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bagaço de beira-estrada&lt;/span&gt;, ambos pela Editora Civilização Brasileira, Coleção Tempo e Contratempo, Rio de Janeiro; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Meia porção de sarapatel &lt;/span&gt;(1986), Editora Rebento. Em 1991, seus familiares publicaram o livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Segredos de família&lt;/span&gt;, homenagem aos seus 80 anos de idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1997 foi publicada sua biografia: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mário Lago - Boêmia e política&lt;/span&gt;,  de autoria de Mônica Veloso, Editora Fundação Getúlio Vargas, Rio de  Janeiro. No mesmo no, Gilberto Gil homenageou-o com o lançamento da  música &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O mar e o lag&lt;/span&gt;o (letra de 1985). Houve ainda a estréia do espetáculo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Causos e canções de Mário Lago&lt;/span&gt;, no Teatro Café Pequeno, no Rio de Janeiro, dirigido por Mário Lago Filho.&lt;div style="background-color: transparent; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;
Mário foi contratado e atuou por mais de 30 anos na Globo - em mais de  30 telenovelas -, e recebeu várias vezes o prêmio de Melhor Ator.&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;
Também  foi ator de cinema, em mais de 20 filmes. Representou no teatro até o  fim da sua longa vida - subiu pela última vez no palco em janeiro de  2002. Nunca deixou de compor - somou cerca de 200 músicas gravadas -,  nem saiu do Partido Comunista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua última entrevista ao Jornal do Brasil, declarou: "Vivi. Essa é a coisa principal que fiz".   &lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: transparent; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-decoration: none;"&gt;Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-1704315529117570316?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m8V-lAyHOqD6j-v-K_yd_QvHXMI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m8V-lAyHOqD6j-v-K_yd_QvHXMI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m8V-lAyHOqD6j-v-K_yd_QvHXMI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m8V-lAyHOqD6j-v-K_yd_QvHXMI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/Znv61KUFXgI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/1704315529117570316/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/mario-lago.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/1704315529117570316?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/1704315529117570316?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/Znv61KUFXgI/mario-lago.html" title="Mário Lago" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh5.googleusercontent.com/-LQvAcn9sYv0/TYzL34sVU7I/AAAAAAAAO2Q/mGC7geS80WY/s72-c/mario+lago.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/mario-lago.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YFRX05eip7ImA9WhZSEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-8338817497295860740</id><published>2011-03-25T13:38:00.000-03:00</published><updated>2011-03-25T13:38:34.322-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-25T13:38:34.322-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ator" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="poeta" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="diretor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="escritor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dramaturgo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="gianfrancesco guarnieri" /><title>Gianfrancesco Guarnieri</title><content type="html">&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-5mSRiKARmOs/TYzE4UuoCeI/AAAAAAAAO2M/8neRBlDEkwk/s1600/Gianfrancesco+Guarnieri.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://lh6.googleusercontent.com/-5mSRiKARmOs/TYzE4UuoCeI/AAAAAAAAO2M/8neRBlDEkwk/s320/Gianfrancesco+Guarnieri.jpg" width="208" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Gianfrancesco Guarnieri&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gianfrancesco Guarnieri (Gianfrancesco Sigfrido Benedetto Martinenghi de Guarnieri), ator, diretor, dramaturgo e poeta, nasceu em Milão, Itália, em 6/8/1934, e faleceu na cidade de São Paulo, SP, em 22/7/2006. Foi um artista de destaque no Teatro de Arena de São Paulo e sua mais importante obra foi &lt;i&gt;Eles Não Usam Black-Tie&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por conta do fascismo que tomava conta da Itália, seus pais, o maestro Edoardo Guarnieri e a harpista Elsa Martinenghi, decidiram vir para o Brasil em 1936 e se estabeleceram no Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No início dos anos 1950 a família se mudou para São Paulo. Líder estudantil desde a adolescência, Guarnieri começou a fazer teatro amador com Oduvaldo Vianna Filho (Vianinha) e um grupo de estudantes de São Paulo, e em 1955 criaram o Teatro Paulista do Estudante, com orientação de Ruggero Jacobbi. No ano seguinte, o TPE uniu-se ao Teatro de Arena, fundado e dirigido por José Renato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua peça de estréia, como dramaturgo, foi &lt;i&gt;Eles Não Usam Black-Tie&lt;/i&gt;, encenada em 1958 pelo Teatro de Arena. A direção foi de José Renato e o elenco contou com grandes talentos que começavam a despontar no teatro brasileiro, como o próprio Guarnieri (no papel de Tião), com a estreia profissional de Lelia Abramo (Romana), Miriam Mehler (Maria), Flavio Migliaccio (Chiquinho), Eugênio Kusnet, (Otávio), Francisco de Assis (Jesuíno), Henrique César (João), Celeste Lima (Teresinha), Riva Nimtz (Dalva) e Milton Gonçalves (Bráulio).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;A partir do final dos anos 50, passou a conciliar sua bem-sucedida  atividade no Teatro com uma presença cada vez maior na televisão e no  cinema. Virou, assim, um dos nossos melhores e mais populares atores&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Programada para encerrar o trabalho do grupo, que vivia uma crise financeira, alcançou sucesso imenso, sendo um dos marcos da renovação do teatro brasileiro da época. A peça, o autor e o elenco foram premiados pelo então governador de São Paulo, Jânio Quadros, e o Arena foi salvo da crise financeira que há tempos assolava o grupo. Paralelamente, o diretor Roberto Santos dava o pontapé inicial no Cinema Novo com o filme &lt;i&gt;O Grande Momento&lt;/i&gt;, protagonizado por Guarnieri e Miriam Pérsia, um clássico do nosso cinema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atento a isso, o diretor Sandro Polloni encomendou uma peça a Guarnieri para ser encenada pela companhia de Maria Della Costa, esposa de Sandro e de cuja companhia teatral ele era o diretor. Guarnieri saiu do Arena por um tempo para poder realizar esse trabalho com Maria Della Costa e em 1959 veio à luz &lt;i&gt;Gimba, Presidente dos Valentes&lt;/i&gt;. Era o primeiro trabalho de Guarnieri em palco italiano e a direção ficou a cargo de Flávio Rangel. Levava à cena de maneira pioneira a realidade dos morros cariocas, em forma de musical, inspirando-se em parte na sua própria experiência de vida. A encenação foi espetacular e a peça passou os meses seguintes excursionando pela Europa, sendo apresentada no Festival das Nações, na França.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Semente estreou em 1961 no TBC e também contou com a direção de Flávio Rangel. A peça, de cunho abertamente político e inteiramente fora dos padrões do TBC, abordava de forma contundente a militância comunista, criticando tanto os métodos da direita quanto da esquerda. Embora contasse com atores consagrados (como Leonardo Villar, Cleyde Yáconis, Stênio Garcia e Natália Timberg, além do próprio Guarnieri, entre outros), fosse uma montagem grandiosa e contasse com o aval da crítica, a peça teve problemas homéricos com a censura, o que acabou esfriando o interesse dos frequentadores do então chamado "Templo Burguês do Teatro Paulista" e a peça saiu rapidamente de cartaz. Nesse mesmo ano, ainda no TBC, Guarnieri participou de duas montagens de Flávio Rangel: &lt;i&gt;Almas Mortas&lt;/i&gt;, de Gogol e a primeira montagem de &lt;i&gt;A Escada&lt;/i&gt;, de Jorge Andrade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1962 ele volta para o Arena, não só como ator e autor, mas como sócio proprietário. José Renato se alternava entre vários trabalhos no Rio e em São Paulo, e o Teatro de Arena acabou se tornando uma sociedade entre Guarnieri, Augusto Boal, Paulo José, Juca de Oliveira e o cenógrafo Flávio Império. Juntos, eles participaram de várias peças nessa nova fase, como &lt;i&gt;A Mandrágora&lt;/i&gt;, de Maquiavel (1962) e &lt;i&gt;O Melhor Juiz&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;o Rei,&lt;/i&gt; de Lope de La Vega (1963).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;O Filho do Cão&lt;/i&gt;, de 1964, primeiro texto de Guarnieri desde &lt;i&gt;A Semente&lt;/i&gt;, tratava da questão do misticismo religioso e da reforma agrária já em um turbulento contexto político (ano do Golpe Militar). A partir desse momento, sua carreira, como a de todos os intelectuais ideologicamente filiados à esquerda, passou por momentos difíceis. Opta então por utilizar uma linguagem metafórica e alegórica que tomaria corpo em montagens como os musicais&lt;i&gt; Arena conta Zumbi&lt;/i&gt;, tendo como destaque a música &lt;i&gt;Upa Neguinho&lt;/i&gt; com parceria de Edu Lobo e &lt;i&gt;Arena conta Tiradentes&lt;/i&gt;, feitos em parceria com Augusto Boal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na década seguinte daria prosseguimento a esse estilo em peças como &lt;i&gt;Castro Alves Pede Passagem&lt;/i&gt; (1971) e principalmente &lt;i&gt;Um Grito Parado no Ar&lt;/i&gt; (1973) (que encenava as dificuldades da classe artística naquele período) e&lt;i&gt; Ponto de Partida&lt;/i&gt; (1976) (onde utilizava uma vila da Idade Média como pano de fundo para focalizar a repressão a partir da morte do jornalista Wladimir Herzog), pontos capitais do teatro brasileiro nos anos 70.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na década de 80, sua carreira como autor de teatro se tornaria cada vez mais esparsa, lançando poucos textos. Em 1988 escreveu &lt;i&gt;Pegando Fogo Lá Fora&lt;/i&gt;; em 1995 viria &lt;i&gt;A Canastra de Macário&lt;/i&gt;, que é o momento em que sua saúde lhe dá o primeiro susto, com um aneurisma na aorta. Em 1998 escreve com o filho Cláudio a peça &lt;i&gt;Anjo na Contramão&lt;/i&gt; e sua última peça foi &lt;i&gt;A Luta Secreta de Maria da Encarnação&lt;/i&gt;, realizada em 2001.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Subiu num palco pela última vez no dia 15 de agosto de 2005 (no mesmo Teatro Maria Della Costa onde 46 anos antes apresentara a peça "Gimba"). Fez o papel de Marcelo Belluomo na gravação da peça "Você tem medo do ridículo, Clark Gable?", de Analy Alvarez, com direção de Roberto Lage, para o programa Senta que lá vem comédia da TV Cultura. O programa contou com a participação das atrizes Arlete Montenegro, Sônia Guedes,André Latorre, Neuza Velasco e o ator Luiz Serra, e foi ao ar no dia 24 de setembro do mesmo ano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;No dia 2 de junho de 2006 gravava no Teatro Oficina a telenovela &lt;i&gt;Belíssima&lt;/i&gt;,  da Rede Globo, em que interpretava o personagem Pepe, e sentiu-se mal,  tendo sido internado no Hospital Sírio-Libanês, onde veio a falecer de  insuficiência renal crônica, cinquenta dias depois, no dia 22 de julho.  Foi enterrado no cemitério Jardim da Serra em cerimônia particular na  cidade de Mairiporã onde morava.&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de parceiro musical de compositores como Adoniran Barbosa, Carlos Lyra, Edu Lobo, Toquinho e Sérgio Ricardo, atuou, na TV, em novelas como &lt;i&gt;A Muralha&lt;/i&gt; (1968) e &lt;i&gt;Mulheres de Areia &lt;/i&gt;(1973-74), ambas de Ivani Ribeiro, &lt;i&gt;Éramos Seis&lt;/i&gt; (1977), &lt;i&gt;Jogo da Vida&lt;/i&gt; (1981-82),&lt;i&gt; Cambalacho&lt;/i&gt; (1986), &lt;i&gt;Rainha da Sucata&lt;/i&gt; (1990) e &lt;i&gt;A Próxima Vítima&lt;/i&gt; (1995), todas de Sílvio de Abreu, &lt;i&gt;Sol de Verão&lt;/i&gt; (1982-83), de Manoel Carlos, &lt;i&gt;Vereda Tropical&lt;/i&gt; (1984-85), de Carlos Lombardi, &lt;i&gt;Mandala&lt;/i&gt; (1987-88), de Dias Gomes e &lt;i&gt;Que Rei Sou Eu?&lt;/i&gt; (1989), de Cassiano Gabus Mendes, além de várias minisséries.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Wikipedia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-8338817497295860740?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wllD9nbYHw7HzLmoX0h_YLW4NY4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wllD9nbYHw7HzLmoX0h_YLW4NY4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wllD9nbYHw7HzLmoX0h_YLW4NY4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wllD9nbYHw7HzLmoX0h_YLW4NY4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/wbRNoDcpbJk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/8338817497295860740/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/gianfrancesco-guarnieri.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/8338817497295860740?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/8338817497295860740?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/wbRNoDcpbJk/gianfrancesco-guarnieri.html" title="Gianfrancesco Guarnieri" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh6.googleusercontent.com/-5mSRiKARmOs/TYzE4UuoCeI/AAAAAAAAO2M/8neRBlDEkwk/s72-c/Gianfrancesco+Guarnieri.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/gianfrancesco-guarnieri.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkAEQ3Y4fCp7ImA9WhZTGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-3798168422665714301</id><published>2011-03-23T22:03:00.002-03:00</published><updated>2011-03-23T22:05:02.834-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-23T22:05:02.834-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bibi ferreira" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atriz" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cantora" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="compositora" /><title>Bibi Ferreira</title><content type="html">&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-O0i9Gr1DU8A/TYqYG6nnLJI/AAAAAAAAO1w/-LbnR26n0kc/s1600/bibi.jpeg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://lh5.googleusercontent.com/-O0i9Gr1DU8A/TYqYG6nnLJI/AAAAAAAAO1w/-LbnR26n0kc/s200/bibi.jpeg" width="135" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Bibi Ferreira&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bibi Ferreira (Abigail Izquierdo Ferreira), atriz, cantora, compositora e diretora de teatro, nasceu em Salvador, Bahia, em 10/6/1922. Filha do grande ator de teatro  Procópio Ferreira e da bailarina espanhola Aída Izquierdo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fez sua estréia no teatro aos 24 dias de vida, na peça &lt;i&gt;Manhãs de Sol&lt;/i&gt;, de autoria de Oduvaldo Vianna, substituindo uma boneca que desaparecera pouco antes do início do espetáculo. Logo após os pais se separaram e Bibi passou a viver com a mãe, que foi trabalhar na Companhia Velasco, uma companhia de teatro de revista espanhola.&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu primeiro idioma, até os quatro anos, foi o espanhol. O idioma português e o grande amor pela ópera ela viria a aprender com o pai.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De volta ao Brasil, tornou-se a atriz mirim mais festejada do Rio de Janeiro. Entrou para o Corpo de Baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde permaneceu por longo tempo, até estrear na companhia do pai. Aos nove anos teve negada a matrícula no Colégio Sion, em Laranjeiras, por ser filha de um ator de teatro. Completou o curso secundário no Colégio Anglo Americano e aperfeiçoou os estudos de balé em Buenos Aires, no Teatro Colón.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua estréia profissional nos palcos aconteceu em 1941, quando interpretou Mirandolina, na peça &lt;i&gt;La locandiera.&lt;/i&gt; Em 1944, montou sua própria companhia teatral, reunindo alguns dos nomes mais importantes do teatro brasileiro, como &lt;a href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/cacilda-becker.html"&gt;Cacilda Becker&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/maria-della-costa.html"&gt;Maria Della Costa&lt;/a&gt; e a diretora Henriette Morineau. Pouco mais tarde, foi para Portugal, onde dirigiu peças durante quatro anos, com grande sucesso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na década de 60, vieram os sucessos dos musicais, como &lt;i&gt;Minha Querida Dama&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;My Fair Lady&lt;/i&gt;), estrelado por Bibi e Paulo Autran. Nessa época atuou também em musicais de teatro e televisão. Em 1960, iniciou a apresentação na TV Excelsior de São Paulo, de Brasil 60 (61, 62, 63, etc, conforme o ano), um programa ao vivo, que durante dois anos levou à televisão os maiores nomes do teatro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bibi Ferreira participou, atuando ou dirigindo, de alguns dos grandes espetáculos teatrais e musicais montados no Brasil. Em 1970, dirigiu &lt;i&gt;Brasileiro: Profissão Esperança&lt;/i&gt;, de Paulo Pontes (foi numa das versões desse espetáculo que pela primeira vez dirigiu a cantora &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/maria-bethnia.html"&gt;Maria Bethânia&lt;/a&gt;;&amp;nbsp; na outra versão dirigiu &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/clara-nunes.html"&gt;Clara Nunes&lt;/a&gt;); em 1972, atuou em &lt;i&gt;O Homem de La Mancha&lt;/i&gt; ao lado de &lt;a href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/paulo-autran.html"&gt;Paulo Autran&lt;/a&gt;, com tradução de Paulo Pontes e Flávio Rangel, além das versões de &lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/chico-buarque.html"&gt;Chico Buarque&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://cifrantiga2.blogspot.com/2011/01/rui-guerra.html"&gt;Ruy Guerra&lt;/a&gt;&amp;nbsp; para as canções; em 1975, participou de &lt;i&gt;Gota d'Água&lt;/i&gt;, de Chico Buarque e Paulo Pontes; em 1976, dirigiu Walmor Chagas, Marília Pêra, Marco Nanini e 50 artistas em &lt;i&gt;Deus lhe Pague&lt;/i&gt;, de Joracy Camargo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[editar] Década de 1980&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na década de 1980, dirigiu de textos comerciais a peças de dramaturgia sofisticada, de musicais de grande porte a dramas intimistas. Em 1980, dirigiu&lt;i&gt; Toalhas Quentes&lt;/i&gt;, de Marc Camoletti; em 1981,&lt;i&gt; Um Rubi no Umbigo&lt;/i&gt;, de Ferreira Gullar, e Calúnia, de Lillian Hellman. No mesmo ano, com sua produção e direção, estreou &lt;i&gt;O Melhor dos Pecados&lt;/i&gt;, de Sérgio Viotti, promovendo a volta aos palcos de Dulcina de Moraes, após vinte anos de ausência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1983 voltou aos palcos com Piaf, a &lt;i&gt;Vida de uma Estrela da Canção&lt;/i&gt;, espetáculo de grande sucesso de público e crítica. Por sua atuação recebeu os prêmios Mambembe e Molière, em 1984 e, no ano seguinte, da Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo (APETESP) e Governador do Estado. O espetáculo, que fez muitas viagens, permaneceu seis anos em cartaz e, em quatro anos, atingiu um milhão de espectadores, incluindo uma temporada em Portugal, com atores portugueses no elenco.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos anos 90, Bibi Ferreira reviveu seus maiores sucessos, remontando &lt;i&gt;Brasileiro, profissão: Esperanç&lt;/i&gt;a e fazendo um espetáculo em que cantava canções e contava histórias de Piaf. Em &lt;i&gt;Bibi in Concert&lt;/i&gt;, comemorou 50 anos de carreira e, depois de anos de temporada, fez o &lt;i&gt;Bibi in Concert 2&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1996 recebeu o Prêmio Sharp de Teatro. Encenou &lt;i&gt;Roque Santeiro&lt;/i&gt;, de Dias Gomes, em versão musical. Em 1999, dirigiu pela primeira vez uma ópera, Carmen de Georges Bizet.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ano de 2001, Bibi estréia no Rio de Janeiro o espetáculo &lt;i&gt;Bibi vive Amália&lt;/i&gt;, no qual contava e cantava a vida da grande fadista portuguesa Amália Rodrigues. No ano de 2003 foi homenageada pela escola de samba carioca Viradouro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2003 dirigiu Antônio Fagundes em &lt;i&gt;Sete Minutos&lt;/i&gt;. Em 2004, lançou CD e DVD do show &lt;i&gt;Bibi Canta Piaf&lt;/i&gt;, em que a artista interpretava a cantora francesa &lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;a href="http://cifrantiga3.blogspot.com/2006/04/edith-piaf.html"&gt;Edith Piaf&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Em outubro de 2005, Bibi Ferreira estreou o show &lt;i&gt;Bibi in Concert III - Pop&lt;/i&gt;, em São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2007 Bibi voltou ao teatro de prosa em &lt;i&gt;Às favas com os escrúpulos,&lt;/i&gt; de autoria de Juca de Oliveira e dirigida por Jô Soares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2009, em pleno Ano da França no Brasil, voltou ao palco do Maison de France para uma curtíssima temporada de &lt;i&gt;Bibi canta e conta Piaf&lt;/i&gt;, do alto dos 87 anos, quando cantou Piaf e La Marseillaise, além do Chant des partisans.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Wiklipedia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-3798168422665714301?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PWqSMPNHR6KEsiF-W_aBg8qAUTY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PWqSMPNHR6KEsiF-W_aBg8qAUTY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PWqSMPNHR6KEsiF-W_aBg8qAUTY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PWqSMPNHR6KEsiF-W_aBg8qAUTY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/2QG2fCP8AWg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/3798168422665714301/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/bibi-ferreira.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/3798168422665714301?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/3798168422665714301?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/2QG2fCP8AWg/bibi-ferreira.html" title="Bibi Ferreira" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh5.googleusercontent.com/-O0i9Gr1DU8A/TYqYG6nnLJI/AAAAAAAAO1w/-LbnR26n0kc/s72-c/bibi.jpeg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/bibi-ferreira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8BSH4-eyp7ImA9WhZTGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-7019899278849047229</id><published>2011-03-23T21:29:00.002-03:00</published><updated>2011-03-23T21:34:19.053-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-23T21:34:19.053-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="leila diniz" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atriz" /><title>Leila Diniz</title><content type="html">&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-omlC471anos/TYqPQyewruI/AAAAAAAAO1o/49hs34E5fXU/s1600/leila+d.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://lh6.googleusercontent.com/-omlC471anos/TYqPQyewruI/AAAAAAAAO1o/49hs34E5fXU/s200/leila+d.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Leila Diniz&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Leila Diniz (Leila Roque Diniz), atriz, nasceu em Niterói, RJ, em 25/3/1945, e faleceu em Nova Delhi, Índia, em 14/7/1972. Passou a maior parte de sua vida em Niterói. Depois formou-se em magistério e foi ser professora de jardim de infância num subúrbio carioca. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos dezessete anos de idade conheceu o seu primeiro amor: o cineasta Domingos Oliveira e casou-se com ele. O relacionamento durou apenas três anos. Foi nesse momento que surgiu a oportunidade de trabalhar como atriz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro estreou no teatro e logo depois passou a trabalhar na Globo fazendo telenovelas. Mais tarde, casou-se com o moçambicano e diretor de cinema, &lt;a href="http://cifrantiga2.blogspot.com/2011/01/rui-guerra.html"&gt;Rui Guerra&lt;/a&gt;, com quem teve uma filha, Janaína.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Participou de quatorze filmes (que quase não são exibidos), doze telenovelas e muitas peças teatrais. Ganhou na Austrália o premio de melhor atriz com o filme &lt;i&gt;Mãos Vazias&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Leila Diniz quebrou tabus de uma época em que a repressão dominava o Brasil, escandalizou ao exibir a sua gravidez de biquine sem nenhum pudor, e chocou o país inteiro ao proferir a frase: " Trepo de manhã, de tarde e de noite".&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era uma mulher a frente de seu tempo, ousada e que detestava convenções. Foi invejada e criticada pela sociedade machista das décadas de sessenta e setenta. Era mal-vista pela direita opressora, difamada pela esquerda ultra-radical e tida como vulgar pelas mulheres de sua época.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-QNkAQvPzNbg/TYqQVBjwt0I/AAAAAAAAO1s/w5kNt0et-Gg/s1600/Leila-Diniz.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/-QNkAQvPzNbg/TYqQVBjwt0I/AAAAAAAAO1s/w5kNt0et-Gg/s640/Leila-Diniz.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Além de ser jovem e bonita, Leila era uma mulher de atitude. Falava de sua vida pessoal sem nenhum tipo de vergonha ou constrangimento Concedeu diversas entrevistas marcantes à imprensa, mas a que causou um grande furor no país foi a entrevista que deu ao Pasquim em 1969. Nessa entrevista, ela a cada trecho falava palavrões que eram substituídos por asteriscos, e ainda disse:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Você pode muito bem amar uma pessoa e ir para cama com outra. Já aconteceu comigo".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos dias atuais, essa frase soaria mais que normal aos nossos ouvidos, mas é preciso lembrar que Leila a proferiu numa época em que se defendia cegamente a " a moral e os bons costumes".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O exemplar mais vendido do &lt;i&gt;Pasquim&lt;/i&gt; foi justamente esse onde houve a publicação da entrevista da atriz carioca. E foi também após essa publicação que foi instaurada a censura prévia à imprensa, mais conhecida como Decreto Leila Diniz. Perseguida pele polícia política, Leila ficou escondida na casa do colega de trabalho e apresentador &lt;a href="http://cifrantiga2.blogspot.com/2006/10/flvio-cavalcanti.html"&gt;Flávio Cavalcanti&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Morreu num desastre de&amp;nbsp; no dia 14 de julho de 1972, aos vinte e sete anos, no auge de sua fama, quando voltava de uma viagem a Austrália. Um primo e advogado se dirigiu à Nova Delhi, Índia, local do desastre, para tratar da morte da atriz. Acabou encontrando um diário onde continha diversas anotações e uma última frase, que provavelmente estava se referindo ao acidente: " Está acontecendo alguma coisa muito es..."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Leila Diniz, "A Mulher de Ipanema", defensora do amor livre e do prazer sexual é sempre lembrada como símbolo da revolução feminina ocorrida na década de sessenta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fontes: Wikipedia; Legado / Leila Diniz / Biografia.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-7019899278849047229?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wB3AzFjz-pUiCI5gw3ly8oKaHT4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wB3AzFjz-pUiCI5gw3ly8oKaHT4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wB3AzFjz-pUiCI5gw3ly8oKaHT4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wB3AzFjz-pUiCI5gw3ly8oKaHT4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/LmBN7GoUOkA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/7019899278849047229/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/leila-diniz.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/7019899278849047229?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/7019899278849047229?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/LmBN7GoUOkA/leila-diniz.html" title="Leila Diniz" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh6.googleusercontent.com/-omlC471anos/TYqPQyewruI/AAAAAAAAO1o/49hs34E5fXU/s72-c/leila+d.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/leila-diniz.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8NQH44fip7ImA9WhZTGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-2272758120666294405</id><published>2011-03-23T20:44:00.000-03:00</published><updated>2011-03-23T20:44:51.036-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-23T20:44:51.036-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="teatro de revista" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="maria della costa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atriz" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="teatro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vedete" /><title>Maria Della Costa</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-BSxet2mNcV8/TYqFyEJc-NI/AAAAAAAAO1k/t1nQKS7aqCk/s1600/Maria-Della-Costa-seu-teatro-sua-vida.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://lh3.googleusercontent.com/-BSxet2mNcV8/TYqFyEJc-NI/AAAAAAAAO1k/t1nQKS7aqCk/s200/Maria-Della-Costa-seu-teatro-sua-vida.jpg" width="143" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Maria Della Costa (Gentile Maria Marchioro Della Costa Poloni), atriz, modelo, produtora e empresária, nasceu em Flores da Cunha, RS, em 1/1/1926. Filha de agricultores originários da cidade italiana de Veneza, aos 14 anos, é lançada como modelo pelo empresário Justino Martins, da revista &lt;i&gt;Globo&lt;/i&gt; de Porto Alegre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já no Rio de Janeiro estréia como &lt;i&gt;show-girl&lt;/i&gt; no Cassino Copacabana. Em 1944, estréia no teatro em &lt;i&gt;A Moreninha&lt;/i&gt;, de Joaquim Manuel de Macedo. Em seguida vai para Portugal estudar arte dramática com a atriz Palmira Bastos, no Conservatório de Lisboa.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De volta ao Brasil, passa a fazer parte do grupo &lt;i&gt;Os Comediantes&lt;/i&gt; e participa de espetáculos como: &lt;i&gt;Rainha Morta&lt;/i&gt;, de Henry de Montherlant (1946); em 1947, &lt;i&gt;Terras do Sem Fim&lt;/i&gt;, de Jorge Amado; &lt;i&gt;Vestido de Noiva&lt;/i&gt;, de Nelson Rodrigues; e &lt;i&gt;Não Sou Eu&lt;/i&gt;, de Edgard da Rocha Miranda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Funda em 1948, junto com seu marido, o ator Sandro Polloni, o Teatro Popular de Arte, e estréia a peça &lt;i&gt;Anjo Negro&lt;/i&gt;, de Nelson Rodrigues, no Teatro Fênix, Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1954 inaugura sua própria casa de espetáculos, o Teatro Maria Della Costa, em São Paulo, projetado por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa. Sandro Polloni, à frente da casa, cria um repertório considerado um dos melhores do teatro brasileiro. Montagens como &lt;i&gt;Tobacco Road&lt;/i&gt;, de Erskine Caldwell e Jack Kirkland (1948), &lt;i&gt;A Prostituta Respeitosa&lt;/i&gt;, de Sartre (1948), &lt;i&gt;Com a Pulga Atrás da Orelha&lt;/i&gt;, de Feydeau (1955), &lt;i&gt;A Moratória&lt;/i&gt;, de Jorge Andrade (1955), &lt;i&gt;Rosa Tatuada&lt;/i&gt;, de Tennessee Williams (1956), e &lt;i&gt;A Alma Boa de Setsuan&lt;/i&gt;, de Brecht (1958), marcam essa fase.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Companhia segue por uma excursão pela Europa e em 1963 lotam por 45 dias casas de espetáculos em Buenos Aires. Ao visitar Nova York conhece o autor Arthur Miller e dele traz, para comemorar os dez anos de seu teatro (1964), a famosa peça &lt;i&gt;Depois da Queda&lt;/i&gt;, dirigida por Flávio Rangel. Com esse mesmo diretor faz também os espetáculos &lt;i&gt;Homens de Papel&lt;/i&gt;, de Plínio Marcos (1967), &lt;i&gt;Tudo no Jardim&lt;/i&gt;, de Edward Albee (1968), entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No cinema atuou em diversos filmes: &lt;i&gt;O Cavalo 13&lt;/i&gt; (1946) e &lt;i&gt;O Malandro e a Grã-fina&lt;/i&gt; (1947), ambos sob a direção de Luiz de Barros; &lt;i&gt;Inocência&lt;/i&gt; (1949); &lt;i&gt;Caminhos do Sul&lt;/i&gt; (1949); e &lt;i&gt;Moral em Concordata&lt;/i&gt; (1959). É dirigida pelo italiano Camillo Mastrocinque no premiado &lt;i&gt;Areião&lt;/i&gt; (1952), produção da Maristela Filmes. Já na televisão teve pouca participação: fez a novela &lt;i&gt;Beto Rockfeller&lt;/i&gt;, na TV Tupi, em 1968, e na TV Globo atuou em &lt;i&gt;Estúpido Cupido&lt;/i&gt; (1976) e &lt;i&gt;Te contei?&lt;/i&gt; (1978).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em São Paulo, no bairro da Bela Vista, foi fundado em 1954 um teatro que leva seu nome. Nos palcos do Teatro Maria Della Costa passaram os melhores atores e atrizes do teatro brasileiro, bem como importantes cenógrafos, como Gianni Ratto e Franco Zampari.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A atriz foi imortalizada em obras de alguns dos mais representativos nomes das artes plásticas do Brasil. Além de duas esculturas de Vitor Brecheret, foi retratada por Di Cavalcanti, Flávio de Carvalho, Djanira, Guanabarino e Noêmia Cavalcanti.  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1992, deixou os palcos para administrar seu hotel, o Coxixo, na cidade histórica de Paraty (RJ).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fontes: Wikipedia; UOL Biografia - Maria Della Costa. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-2272758120666294405?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z02wSo7TXxuAW1u0m3-Ge7PBCb0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z02wSo7TXxuAW1u0m3-Ge7PBCb0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z02wSo7TXxuAW1u0m3-Ge7PBCb0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z02wSo7TXxuAW1u0m3-Ge7PBCb0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/A6oBlFxbVkE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/2272758120666294405/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/maria-della-costa.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/2272758120666294405?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/2272758120666294405?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/A6oBlFxbVkE/maria-della-costa.html" title="Maria Della Costa" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh3.googleusercontent.com/-BSxet2mNcV8/TYqFyEJc-NI/AAAAAAAAO1k/t1nQKS7aqCk/s72-c/Maria-Della-Costa-seu-teatro-sua-vida.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/maria-della-costa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ENR3c_fCp7ImA9WhZTGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-3820546066403428051</id><published>2011-03-23T20:08:00.000-03:00</published><updated>2011-03-23T20:08:16.944-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-23T20:08:16.944-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="raul cortez" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ator" /><title>Raul Cortez</title><content type="html">&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-YGGb6s70PPM/TYp9R7qiE5I/AAAAAAAAO1g/1jTEchqBpo4/s1600/raul_cortez.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="https://lh4.googleusercontent.com/-YGGb6s70PPM/TYp9R7qiE5I/AAAAAAAAO1g/1jTEchqBpo4/s200/raul_cortez.jpg" width="141" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Raul Cortez&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Raul Cortez (Raul Christiano Machado Pinheiro de Amorim Cortez), ator, nasceu em São Paulo SP, em 28/8/1932, e faleceu na mesma cidade, em 18/7/2006. Descendente de espanhóis, Raul era o mais velho de seis irmãos: Rui Celso, Lúcia, Pedro, Regina e Jô Cortez.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem um impressionante currículo que inclui 66 peças teatrais, 20 telenovelas, seis minisséries, 28 filmes e vários prêmios, entre eles cinco Molière - a mais importante premiação do teatro brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ia ser advogado, mas aos 22 anos decidiu trocar os tribunais pelo palco. A estréia foi em 1955 na peça &lt;i&gt;Eurídice&lt;/i&gt;, contracenando com Cleyde Yaconis e Walmor Chagas, e no ano seguinte já fez o primeiro papel no cinema, em &lt;i&gt;O Pão que o Diabo Amassou&lt;/i&gt;. Em 1969 encarnou um travesti na peça &lt;i&gt;Os Monstros&lt;/i&gt; e em 1970 fez o primeiro nu do teatro brasileiro em &lt;i&gt;O Balcão&lt;/i&gt;, de Jean Genet.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na década seguinte recebeu vários prêmios, mas a consagração veio da mão da peça &lt;i&gt;Rasga Coração &lt;/i&gt;(1979), no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, escrita pelo mestre Oduvaldo Vianna Filho, na qual contracenou com Lucélia Santos, interpretando o amargurado funcionário público e ex-militante comunista Maguary Pistolão. A cena final, escrita por Vianinha, foi marcante: o funcionário público aparece nu amarrado por cordas nos pés e dependurado no ponto mais alto do palco.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após participar de algumas novelas nas TVs Excelsior, Bandeirantes e Tupi, Raul Cortez estreou na Rede Globo em 1980, com a novela de Gilberto Braga, &lt;i&gt;Água-Viva&lt;/i&gt;, na qual interpretou o cirurgião plástico Miguel Fragonard. Com este trabalho alcançou notoriedade e reconhecimento do público, tornando-se uma estrela da televisão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os mega-vilões Virgílio, de &lt;i&gt;Mulheres de Areia&lt;/i&gt; (1993), e Jeremias Berdinazzi, de &lt;i&gt;O Rei do Gado&lt;/i&gt; (1996), aumentaram a fama internacional, particularmente na Rússia, onde ambas as novelas atingiram enorme audiência nesse país. &lt;i&gt;Terra Nostra&lt;/i&gt;, a trama mais vendida da Rede Globo, o levou aos cinco continentes com outro italiano: Francesco Magliano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2005, foi preciso suspender a participação em &lt;i&gt;Senhora do Destino&lt;/i&gt;, devido ao avanço da doença que causaria a morte, mas tudo parecia relativamente resolvido, pois ainda retornaria às telas interpretando Antônio Carlos, na minissérie &lt;i&gt;JK&lt;/i&gt;, a biografia do ex-presidente Juscelino Kubitschek.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É considerado um dos maiores atores brasileiros de todos os tempos. Raul morreu às vésperas de completar cinquenta anos de carreira, em decorrência do agravamento de um câncer no pâncreas, contra o qual lutava há cerca de quatro anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de ser descendente de espanhóis, foram marcantes os personagens italianos em telenovelas como &lt;i&gt;O Rei do Gado&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Terra Nostra&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Esperança&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em dezembro de 2004, Cortez foi operado para a remoção de um tumor na região do pâncreas e do intestino delgado, seguindo-se um tratamento quimioterápico. Em 30 de junho de 2006, foi novamente internado e veio a falecer no dia 18 de julho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fontes: Wikipedia; Raul Cortez - UOL Educação.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-3820546066403428051?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F1lf5LpnmLxg1qQ7j8hesObZZfU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F1lf5LpnmLxg1qQ7j8hesObZZfU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F1lf5LpnmLxg1qQ7j8hesObZZfU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/F1lf5LpnmLxg1qQ7j8hesObZZfU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/URcPUS3EFOk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/3820546066403428051/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/raul-cortez.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/3820546066403428051?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/3820546066403428051?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/URcPUS3EFOk/raul-cortez.html" title="Raul Cortez" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh4.googleusercontent.com/-YGGb6s70PPM/TYp9R7qiE5I/AAAAAAAAO1g/1jTEchqBpo4/s72-c/raul_cortez.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/raul-cortez.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkMAQnc8fip7ImA9WhZTGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-5853960337736938658</id><published>2011-03-23T19:46:00.001-03:00</published><updated>2011-03-23T19:47:23.976-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-23T19:47:23.976-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bussunda" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comediante" /><title>Bussunda</title><content type="html">&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-pmbXfP213k8/TYp3p8zo_HI/AAAAAAAAO1c/D8bkiDYjXAc/s1600/bussunda.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-pmbXfP213k8/TYp3p8zo_HI/AAAAAAAAO1c/D8bkiDYjXAc/s1600/bussunda.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Bussunda&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bussunda (Cláudio Besserman Vianna), comediante, nasceu no Rio de Janeiro RJ, em 25/6/1962, e faleceu em Vaterstetten, Alemanha, em 17/6/2006. O apelido teria nascido na adolescência, com a mistura dos nomes Besserman e Sujismundo surgindo "Bessermundo" e mais tarde, "Bussunda". Já o próprio humorista dizia que o apelido era a mistura "das duas coisas que eu mais gosto".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filho de Luís Guilherme Vianna e Helena Besserman Vianna, era torcedor do Flamengo e, em 1989, casou-se com a apresentadora Angélica Nascimento, de quem teve uma filha, Júlia. Seu irmão Sérgio Besserman foi presidente do IBGE (por isso às vezes o IBGE era chamado no programa humorístico &lt;i&gt;Casseta &amp;amp; Planeta &lt;/i&gt;de "Instituto do Irmão do Bussunda").&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bussunda não tinha interesse pelos estudos. Quando adolescente,  chegou a ser reprovado com nota zero em todas as matérias. Ainda assim,  no vestibular ficou em penúltimo lugar para o segundo semestre do curso  de comunicação social da UFRJ. Como o mesmo disse: "Na  faculdade pública meus pais não podiam reclamar que pagavam mensalidade e  a faculdade ajudava no meu projeto de vida de não fazer nada. Não me  formei, mas foram ótimos anos."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começou sua carreira trabalhando como redator do jornal humorístico  &lt;i&gt;Casseta Popular&lt;/i&gt;. Fundado por Beto Silva, Marcelo Madureira e Hélio de la  Peña em 1978, o jornal fez sucesso no início da década de 1980 ao  combinar o humor escrachado com a crítica política e de comportamento.  Na época, ele ainda era estudante de jornalismo na UFRJ. Esse jornal  daria origem à revista &lt;i&gt;Casseta Popular&lt;/i&gt; e viria a se tornar um dos  embriões do&lt;i&gt; Casseta &amp;amp; Planeta&lt;/i&gt;.&amp;nbsp; Além do bom humor, uma de suas fortes características era zombar do  próprio fato de ser glutão, o que o levava a imitar personagens com  semelhante qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos anos 80 inicia suas participações na TV, primeiro como apresentador do programa  adolescente de debates Cabeça Feita (TVE Brasil), mais tarde (1988)  contratado como redator do programa TV Pirata, que era exibido na Rede  Globo. Ainda em 1988, Bussunda se tornou destaque natural do show &lt;i&gt;Eu vou  tirar você desse lugar&lt;/i&gt;, início da parceria musical da &lt;i&gt;Casseta Popular&lt;/i&gt;  com o &lt;i&gt;Planeta Diário&lt;/i&gt; (mais tarde, Banda Casseta &amp;amp; Planeta). A  parceria se estenderia aos programas &lt;i&gt;Doris para Maiores&lt;/i&gt; (1991) e &lt;i&gt;Casseta  &amp;amp; Planeta, Urgente!&lt;/i&gt; (1992 ).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde 1992,  era um dos protagonistas do programa humorístico &lt;i&gt;Casseta &amp;amp; Planeta,  Urgente!&lt;/i&gt;, exibido pela Rede Globo. Mesmo após a criação do programa,  Bussunda continuou a atuar como cronista e jornalista independente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com os mesmos companheiros de televisão escreveu onze livros, lançou três discos, encenou uma peça de teatro e protagonizou um filme em 2003, &lt;i&gt;A Taça do Mundo é Nossa &lt;/i&gt;(e &lt;i&gt;Seus Problemas Acabaram&lt;/i&gt;, lançado em 2006 postumamente). Ainda no cinema, fez uma participação especial no filme &lt;i&gt;Como ser solteiro &lt;/i&gt;e dublou o personagem principal da animação Shrek.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faleceu na Alemanha, com apenas 43 anos, enquanto realizava a cobertura da Copa do Mundo de 2006 para o &lt;i&gt;Casseta &amp;amp; Planeta&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Biografia baseada na Wikipedia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-5853960337736938658?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/shS1IJNj3GMKjFKiM2CQifh22QI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/shS1IJNj3GMKjFKiM2CQifh22QI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/shS1IJNj3GMKjFKiM2CQifh22QI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/shS1IJNj3GMKjFKiM2CQifh22QI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/4M3mDQrngEg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/5853960337736938658/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/bussunda.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/5853960337736938658?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/5853960337736938658?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/4M3mDQrngEg/bussunda.html" title="Bussunda" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh6.googleusercontent.com/-pmbXfP213k8/TYp3p8zo_HI/AAAAAAAAO1c/D8bkiDYjXAc/s72-c/bussunda.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/bussunda.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUAGQXoycCp7ImA9WhZTGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8949790360687764919.post-5201452372483814203</id><published>2011-03-23T19:01:00.001-03:00</published><updated>2011-03-23T19:02:00.498-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-23T19:02:00.498-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comediante" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="nair bello" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atriz" /><title>Nair Bello</title><content type="html">&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-BA1uEQRHm-U/TYptnCxxBbI/AAAAAAAAO1Y/AVYm01KO7ck/s1600/Nair+Bello.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh4.googleusercontent.com/-BA1uEQRHm-U/TYptnCxxBbI/AAAAAAAAO1Y/AVYm01KO7ck/s1600/Nair+Bello.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Nair Bello&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nair Bello (Nair Bello Sousa Francisco), atriz e comediante, nasceu em São Paulo SP, em 28/04/1931, e faleceu na mesma cidade, em 17/04/2007. Neta de italianos, começou a trabalhar como locutora na Rádio Excelsior quando tinha 18 anos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dois anos depois de seu início de carreira, estreou no cinema em &lt;i&gt;Liana, a Pecadora&lt;/i&gt; (1951), filme em que contracenou com sua grande amiga Hebe Camargo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O teatro a conheceria anos mais tarde, em 1976, em &lt;i&gt;Alegro Desbum&lt;/i&gt;, peça de Oduvaldo Vianna Filho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1953, Nair Bello se casou com Irineu de Sousa Francisco, com quem viria a ter os filhos Manuel (morto em 1975, aos vinte anos), José, Maria Aparecida e Ana Paula.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu grande sucesso acabou se dando com a TV. Nair começou como garota-propaganda e participou de diversas novelas e minisséries em 1958. Em 1960 participou como atriz coadjuvante no seriado infantil &lt;i&gt;A Turma dos Sete&lt;/i&gt;, na TV Record.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um de seus personagens de maior destaque foi Dona Santinha, a dona da pensão, que usava o seu tamanco para se defender dos trapaceiros. O quadro humorístico "Epitáfio e Santinha" foi uma criação de Renato Corte Real, em 1961, na TV Record, no programa Grande Show União, baseado na antiga história em quadrinhos Pafúncio e Maroca. Ela ficou no ar com Dona Santinha e com o também humorista Pagano Sobrinho, durante três anos, a partir de 1959/1960, na TV Record, indo depois para a TV Rio. Estrelou o seriado Dona Santa, exibido pela Bandeirantes entre 1981 e 1982, com grande sucesso, onde interpretava uma taxista que sustentava a família.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2005 foi convidada junto a Hebe Camargo e Lolita Rodrigues para uma entrevista no Programa do Jô e falaram sobre o tão temido hino à 'televisão brasileira' .&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu último trabalho foi pela Rede Globo, fazendo parte do programa Zorra Total, no papel de "Dona Santinha".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2002 ela foi operada devido a um edema pulmonar agudo causado pelo fumo. No mês de outubro de 2006 Nair Bello retirou um tumor maligno de um dos seios. Faleceu em 17 de abril de 2007 de falência múltipla dos órgãos, após ter passado vários meses em coma na UTI em decorrência de uma parada cardiorrespiratória. Foi sepultada no Cemitério do Araçá em São Paulo, Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em mais de 50 anos de carreira, Nair Bello participou de filmes e, na televisão, de várias novelas e minisséries. As personagens ítalo-paulistanas eram aquelas que desempenhava à perfeição.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fontes: Wikipedia; Biografia UOL. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;pub-0930248398780098&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8949790360687764919-5201452372483814203?l=teatrobr.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sqxxnJow2q5mJrQtB-xGlYQrVrQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sqxxnJow2q5mJrQtB-xGlYQrVrQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sqxxnJow2q5mJrQtB-xGlYQrVrQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sqxxnJow2q5mJrQtB-xGlYQrVrQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~4/ObnHhxftxMQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://teatrobr.blogspot.com/feeds/5201452372483814203/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/nair-bello.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/5201452372483814203?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8949790360687764919/posts/default/5201452372483814203?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/TeatroERevistaBrasileira/~3/ObnHhxftxMQ/nair-bello.html" title="Nair Bello" /><author><name>Everaldo J dos Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04061516569049916244</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/_EdHLYYNjf7s/TG89vl44ugI/AAAAAAAAL_E/CDs5rNHnNxA/S220/IMG_4347fuck.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh4.googleusercontent.com/-BA1uEQRHm-U/TYptnCxxBbI/AAAAAAAAO1Y/AVYm01KO7ck/s72-c/Nair+Bello.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://teatrobr.blogspot.com/2011/03/nair-bello.html</feedburner:origLink></entry></feed>

