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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135</atom:id><lastBuildDate>Thu, 16 Feb 2012 18:12:34 +0000</lastBuildDate><category>convergência</category><category>Sports Ilustrated</category><category>Internet</category><category>redação integrada</category><category>Negócios</category><category>jornalismo online</category><category>Mídia</category><category>tablet</category><title>Tecnoboteco</title><description>Recortes digitais interessantes para quem está conectado na comunicação e educação com novas tecnologias digitais e com a internet. 
 
Por Militão Ricardo - Jornalista, músico, consultor. Professor dos cursos de Jornalismo e Publicidade do Centro Universitário Metodista do Sul -  IPA e coordenador do MBA em Jornalismo Empresarial da Coletiva EAC-ESADE, em Porto Alegre, RS .</description><link>http://tecnologmidia.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>53</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Tecnoboteco" /><feedburner:info uri="tecnoboteco" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-4385692006257582982</guid><pubDate>Thu, 13 Oct 2011 14:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-13T07:42:34.863-07:00</atom:updated><title>Luli Radfahrer: "Os anarquistas estão chegando os anarquistas"</title><description>Transcrevo aqui artigo de Luli Radfahrer, publicado na Folha de São Paulo, sobre o uso que os ativistas sociais de Nova York estão fazendo dos equipamentos de vídeo portátil e da internet para informar ao mundo "sem intermediários" sobre os acontecimentos no seu acampamento numa praça da cidade, aonde se manifestam em protesto contra o sistema financeiro e a crise econômica daquele país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu creio que este movimento merece ser acompanhado por jornalistas e estudiosos do Jornalismo e da Comunicação Social. Não tenho bola de cristal para prever o futuro. Mas acho que esta situação tem potencial para revelar elementos que poderão nos dar pistas sobre o futuro do Jornalismo e da indústria do Jornalismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato de que a grande imprensa norte-americana, de tradição democrática, está tentando ignorar os movimentos que estão brotando espontaneamente pelo país a partir de NY, indica que existe uma divisão grave naquele país. Os grandes conglomerados financeiros e corporativos, o capital especulador e o sistema político parecem ter definitivamente rompido qualquer laço com a sociedade americana. Esta, parece estar mais uma vez se levantando e exigindo liberdade e respeito pela cidadania. Exigindo respeito pelos direitos básicos de vida, idéia em torno da qual aquela nação se constituiu a mais de 200 anos, oferecendo ao mundo um paradigma importante de organização política e proposta de vida em comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sabemos o que vai acontecer. Mas sugiro observar o comportamento da grande imorensa, ligada às corporações que são responáveis pela crise econômica norte-americana e que sufoca boa parte da população daquela nação. E também observar o sistema de informação que os manifestantes montaram utilizando câmeras portáveis, smartphones, notebooks, Pads e mais uma série de recursos disponíveis na internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato importante a ser observado e analisado, em resumo é: se a grande imprensa norte-americana está ignorando um fato, os manifestantes estão criando outra imprensa. Talvez sim ou talvez não, mas talvez esteja ali ganhando notoriedade perante todo o mundo uma nova imprensa: a imprensa cidadã do Século XXI!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma imprensa feita não por jornalistas funcionários de uma corporação. Mas  feita por cidadãos independentes, em rede. E fica a pergunta: que tipo de organização (empresarial?) de notícias surgirá (ou não) após estes espisódios - que, repito, não sei como terminarão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leiam o texto do Luli Radfahrer, transcrito abaixo, acompanhem os acontecimentos e reflitam:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Os anarquistas estão chegando os anarquistas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Luli Radfahrer&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luliradfahrer/988991-os-anarquistas-estao-chegando-os-anarquistas.shtml (12/10/2011) - 07h00&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ser lido sob o tom sombrio-apoteótico-inevitável desta versão da música do Jorge Ben&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles são discretos e silenciosos. Ninguém os viu chegar, não se sabe que cara têm, como se organizam, de onde tiram financiamento e apoio para sua estrutura. No entanto, moram bem perto dos homens. Não comutam, não atravessam fronteiras ou divisas muradas. Não voltam para seus guetos aonde podem ser trancafiados, isolados, esquecidos. Sua casa se camufla na paisagem de todas as outras casas. Podem estar, inclusive, perto de você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Invisíveis, misturam-se à estrutura que os acolhe e nutre, mas nunca levantam a voz. Como não se dá conta de sua existência, passam por burocratas enquanto executam regras herméticas. Suas atividades raramente são compreendidas, quanto mais monitoradas. Por isso estão serenos e seguros enquanto escolhem com carinho a hora e o tempo do seu precioso trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Bahrein, Iêmen, Egito e Estados Unidos os novos ativistas não são aqueles que protestam ou esbravejam frente às câmaras, mas a rede internacional de notícias que os capta e transmite, ao vivo, via Livestream e tantos outros canais. Perto dela, Al Jazeera é reacionária. CNN e BBC, alienadas. Reuters e AFP, esnobes. Manifestantes e polícia, atores. Repórteres sem fronteiras, idealistas. Todos amadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os grandes revolucionários dos países da Primavera Árabe e dos movimentos recentes em Wall Street não dão entrevistas, não ocupam espaço frente às câmaras beijando crianças na Líbia como Sean Penn nem têm delírios de onipotência como Julien Assange. Nada disso. São pacientes, assíduos e perseverantes. E discretos, acima de qualquer coisa. Praticam o que, por falta de um nome adequado, é chamado de Hacktivismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles não ameaçam nem impressionam ninguém. Seu biotipo não causa inveja em um PitBoy, suas armas não assustam um Zé Pequeno. Mas não se deixe enganar: eles são muito fortes e poderosos. Usam sistemas de encriptação como o Tor para contornar milhares de capangas fortemente armados das grandes muralhas de proteção e mostrar ao mundo o mundo que deve ser mostrado. Em especial para quem se cansou do simulacro azul das pílulas, de Adderall a Viagra, passando por Matrix.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca vi uma rebelião de inteligência como esta. Ao contrário do que falou Gil Scott Heron, ela é televisada. Mas por um canal diferente. Você poderá ficar em casa, poderá plugar-se na hora em que quiser. Os ativistas de Nova York garantem público e repercussão para reforçar a moral de cidades em que o movimento ainda é pequeno demais para ser coibido ou cooptado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A revolução pode ser acompanhada do sofá, tomando cerveja, mas não será patrocinada. Ganhará as telas do YouTube e Vimeo até que a TV não possa mais ignorá-la ou ridicularizá-la. Ela não tem sex appeal, não emagrece, não vende, não aparecerá na Caras nem na Angélica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem na grande mídia, pelo que parece. Desde que a Internet permitiu o acesso direto, meus jornais matinais são algumas agências de notícias. Nelas não há palavra sobre o movimento americano. Claro que não esperaria vê-lo na Bloomberg do prefeito de Nova York, mas o barulho de fundo deve incomodar a moça que fala da previsão do tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tempo este que é, no sentido Chinês, muito interessante. Praga sutil e discreta, camuflada em um inocente provérbio, se refere a turbulências imprevistas, de difícil controle, que perturbam a normalidade que deveria acompanhar o momento em que todos os desejos se transformam em realidade. Em vez dela, se vê no horizonte que os anarquistas estão chegando. Estão chegando os anarquistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos regimes fechados, práticos em controlar o acesso à informação, devem abanar a cabeça, desconsolados com a ironia da situação. Pois justo os terríveis Estados Unidos da América, especialistas em contra-inteligência e propaganda ideológica, não conseguem lidar com uma Tiananmenzinha dessas? Que mal exemplo se dá para o Egito desse jeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não se engane: há muita estratégia nesta ação aparentemente desesperada de uma minoria de 99%, a começar por seus slogans, websites e cinegrafistas. Pobres inocentes, definidos no Twitter com a sutileza literária de quem sofre pela morte de Johnny Cash, Steve Jobs e Bob Hope e se diz sem Cash (dinheiro), Jobs (emprego) e Hope (esperança, palavrinha também usada pela campanha do Obama). É muita sutileza para um endividado, não?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois se até a Al-Qaeda aprendeu a usar a mídia, tenha certeza que os estrategistas silenciosos sabem o que fazem quando organizam desde a captação, a conversão, a repercussão e a distribuição. Trazem consigo iPhones, câmeras de vídeo, tablets Android. Todos bem iluminados. E evitam qualquer relação com pessoas de temperamento sórdido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há um grande mérito em suas queixas e um enorme aprendizado em sua metodologia. A única pergunta que ainda não foi televisada é sua real proposta de mudar o sistema sem quebrá-lo. Incendiar a Bastilha, bem sabem muitos descamisados que saíram de universidades, não é tão difícil. O problema é evitar o terror que sucede o ancien régime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luli Radfahrer é Ph.D. em Comunicação Digital pela ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP, onde é professor há 18 anos. Trabalha com internet desde 1994 e já foi diretor de algumas das maiores agências de publicidade do país. Hoje é consultor em inovação digital, com clientes no Brasil, Estados Unidos, Europa e Oriente Médio. Mantém um blog com seu nome www.luli.com.br, em que discute e analisa as principais tendências da tecnologia. Escreve quinzenalmente no caderno Tec da Folha e na Folha.com.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E-mail: luli@luli.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-4385692006257582982?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/rr8-255cCd8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/rr8-255cCd8/luli-radfahrer-os-anarquistas-estao.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2011/10/luli-radfahrer-os-anarquistas-estao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-7072225228802358985</guid><pubDate>Thu, 12 May 2011 13:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-13T13:27:30.368-07:00</atom:updated><title>Livro: Mídias Sociais e as Eleições de 2010 [no Brasil]</title><description>Coletânea de textos de diversos autores com análises do uso das redes sociais e ferramentas da internet na campanha eleitoral de 2010 no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Ela pode ser visualizada no site &lt;a href="http://www.certoquesim.com.br"&gt;http://www.certoquesim.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este recurso é uma opção válida para empresas, uma vez que os custos de produção de uma pequena série em vídeo não são tão altos. A parte cara da publicidade em vídeo era a veiculação em TV aberta ou a cabo. As redes sociais de divulgação de vídeo, como o Youtube ou o Vimeo reduziram a zero o custo de levar o vídeo ao público. Claro que um esforço de assessoria de imprensa, e-mail marketing, twitter vão auxiliar  a trazer telespectadores para a web série. E isto tem custo. Mas nao se compara aos custos de TV tradicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A adoção da novidade depende mais agora da flexibilidade e espírito inovador dos publicitários e gerentes de marketing das empresas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-7945807653058769796?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/HacH_T0V61M" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/HacH_T0V61M/empresa-brasileira-lanca-web-serie-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2011/05/empresa-brasileira-lanca-web-serie-para.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-5626420875963645141</guid><pubDate>Fri, 15 Apr 2011 01:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-14T18:47:11.226-07:00</atom:updated><title>O que é Mashup?</title><description>Uma boa matéria explica de forma clara o que é, afinal um Mashup:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object width="425" height="349"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/osdiMWFGEBs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/osdiMWFGEBs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="349"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-5626420875963645141?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/Dx-wzDHYG5A" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/Dx-wzDHYG5A/o-que-e-mashup.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2011/04/o-que-e-mashup.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-1340314929668511285</guid><pubDate>Thu, 03 Mar 2011 19:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-03T11:05:34.621-08:00</atom:updated><title>New York Times e o Jornalismo Cidadão</title><description>O New York Times convidou seus leitores a colaborar com a editoria de Turismo, gravando editando e enviando um vídeo de apresentação das atrações turísticas da cidade de cada um. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://intransit.blogs.nytimes.com/2010/09/15/show-us-your-city/?nl=travel&amp;emc=tdb2"&gt;http://intransit.blogs.nytimes.com/2010/09/15/show-us-your-city/?nl=travel&amp;emc=tdb2&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jornal se comprometeu em avaliar o material e publicar em seu site. E coloca dois ótimos exemplos. Um passeio com degustação gratuita de vinhos em Nova Yorque e uma volta por Boulder, no Colorado. Dois leitores com ótima presença no vídeo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jornal inclusive colocou um rápido tutorial para orientar pessoas leigas sobre como gravar e editar (de forma simples) um vídeo caseiro. O tutorial é bem bom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fica para os meus alunos o tema para a reflexão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Jornalismo cidadão: como interagir com o leitor? Como cobrir pautas com a colaboração do leitor? Como filtrar e garantir a veracidade e qualidade da informação enviada pelo leitor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Discutam em grupo e entreguem as respostas por escrito, após debate com toda a turma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-1340314929668511285?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/h41xpgmVI1I" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/h41xpgmVI1I/new-york-times-e-o-jornalismo-cidadao.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2011/03/new-york-times-e-o-jornalismo-cidadao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-3632297923569209169</guid><pubDate>Sat, 21 Aug 2010 15:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-21T08:15:21.474-07:00</atom:updated><title>A história do Huffington Post</title><description>Matéria do Globo, reproduzida no Observatório de Imprensa, mostra a recente, mas instigante história do Huffington Post um jornal Online que se tornou um dos mais importantes cases de jornalismo cidadão. Hoje é mais  acessado na internet do que o New York Times. O Globo entrevistou a criadora do Post.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A observação mais importante do texto é a declaração de que "...nos jornais tradicionais o ciclo da notícia termina quando ela é publicada. No Huffington ele começa quando ela é publicada". A visão jornalística é diferente. O Post trabalha com interação, com comunicação em redes. Com dezemnas de blogueiros. E com moderação dos debates.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=603IMQ004#"&gt;Eis o link para o texto&lt;/a&gt;. Recomendo fortemente a leitura.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-3632297923569209169?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/1kdnqvvOZrs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/1kdnqvvOZrs/historia-do-huffington-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/08/historia-do-huffington-post.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-4592639992662149530</guid><pubDate>Wed, 28 Jul 2010 22:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-28T16:01:41.292-07:00</atom:updated><title>Wikileaks. O jornalismo do século XXI?</title><description>Wiki Leaks:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Subversão ou o jornalismo do século XXI?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interessante matéria publicada no Blog do Luis Nassif (publicada originalmente no Valor Econômico), que relata a vida de um ativista australiano Julian Assange, criador do Wikileaks (&lt;a href="www.wikileaks.org"&gt;www.wikileaks.org&lt;/a&gt;) responsável pela divulgação de segredos militares americanos no afeganistão - esquadrões da morte e outras coisas que não deveriam chegar à opinião pública, na visão do pentágono. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transparência é a palavra de ordem de Julian Assange. leia a matéria e pense a respeito: ele é um hacker? Fora-da-lei? Jornalista? Ativista da paz? É a circulaão da informação no século XXI. A tomada de consciência?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do Valor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.valoronline.com.br/?impresso/especial/195/6403587/o-libertario-da-nova-informacao"&gt;O libertário da nova informação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: Valor Econômico (28/7/2010)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Rodrigo Uchoa, de São Paulo&lt;br /&gt;
28/07/2010&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Julian Assange tinha vinte e poucos anos e os cabelos castanhos escuros quando se envolveu numa dura batalha com a ex-mulher pela guarda do filho dos dois. Um problema pessoal que acabou sendo transformado na primeira grande experiência do então jovem programador australiano contra a burocracia e as grandes instituições pouco transparentes. E a primeira experiência também de um ativismo que iria desembocar anos depois no WikiLeaks, o site classificado de "criminoso" por uns e de "heroico" por outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Revoltado com a falta de transparência da agência australiana de proteção aos menores, que não havia dado ouvidos a suas reclamações em relação à ex-mulher, Assange criou junto com sua mãe uma organização de pais. Passou a gravar escondido todas as audiências e reuniões com as autoridades. Na Justiça, apelou para o Ato de Liberdade de Informação da Austrália para conseguir acesso aos autos que deram base à decisão da agência - nem a isso os pais tinham direito, pois a burocracia tratava os autos como secretos até mesmo para os envolvidos. E, acima de tudo, começou a distribuir folhetos para assistentes sociais, incentivando-os a vazar informações da agência de proteção a menores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O caso em si acabou em um acordo quanto à custódia do garoto, mas marcou Assange profundamente de duas maneiras. De um lado, parece ter sido a semente para o ativismo contra a "conspiração" das grandes instituições; por outro lado, parece ter deixado marcas físicas mesmo: segundo a mãe de Assange, a adrenalina e o desgaste da campanha foram tamanhos que ela própria sofreu de um estresse pós-traumático e seu filho ficou de cabelos brancos - o visual pelo qual é amplamente reconhecido agora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
WikiLeaks ( www.wikileaks.org ) dominou os noticiários nos últimos dias com a divulgação de uma série de documentos oficiais americanos sobre as operações de guerra no Afeganistão. Os documentos dão conta de uma situação bem menos sob controle do que a Casa Branca vem querendo fazer parecer. Colocam também em dúvida o comprometimento do Paquistão, principal aliado dos EUA na região, em relação ao combate à milícia islâmica do Talibã. Alguns analistas chegaram a comparar a divulgação atual ao vazamento de documentos oficiais durante a Guerra do Vietnã, no início dos anos 70, num caso que também colocou em dúvida os rumos daquele conflito.&lt;br /&gt;
E a figura de cabelos brancos de Julian Assange foi trazida ao centro do furacão. O Pentágono diz que sua atuação coloca em risco a vida dos soldados no teatro de operações do Afeganistão e que a divulgação de documentos secretos foi criminosa. Assange disse que as ações criminosas vêm na verdade dos americanos. Ele deu como exemplo as operações da chamada Força-Tarefa 373 - que qualificou como "um esquadrão da morte" das forças especiais americanas -, encarregado de assassinar uma série de pessoas incluídas em uma lista arbitrária. "Mataram pelo menos sete crianças e outros inocentes", denunciou ele. E disse que algumas pessoas eram incluídas nessa lista "por recomendação de governos locais ou de outras autoridades com poucas provas e sem supervisão judicial".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é a primeira vez que o australiano se envolve em polêmicas por divulgar informações secretas. O WikiLeaks já desagradou bancos suíços, defensores da cientologia, oligarcas russos e ditadores africanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entender como ele chegou ao olho do furacão, vale observar a trajetória de Assange, que envolve bem mais do que sua batalha contra a agência de proteção a menores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascido em 1971, numa pequena cidade da costa nordeste da Austrália, ainda bem pequeno sua família iniciou uma vida itinerante. Não teve contato com o pai, e sua mãe se mudou de cidade em cidade após alguns relacionamentos com diretores de teatro e músicos. Ela acreditava que as escolas tradicionais serviam apenas para tolher a criatividade das pessoas e, por isso, fez o menino estudar em casa - mesmo que esporadicamente ele fosse a alguma escola. O próprio Assange diz que passou por quase 40 escolas e, mais tarde, por pelo menos seis faculdades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na adolescência, ele se encantou pelos computadores de uma loja do outro lado da rua onde morava. Em pouco tempo, aprendeu a escrever programas e, principalmente, a quebrar seus códigos. Talvez mais marcante do que seu primeiro computador tenha sido seu primeiro modem. Adotou o codinome de Mendax, retirado das odes de Horácio - "splendide mendax" (esplendorosamente falso, enganador para um bom motivo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eram necessários mais desafios para o jovem hacker. Ele se juntou a outros companheiros para formar um grupo chamado de Subversivos Internacionais. Os alvos se sucederam em diversos continentes, inclusive o alvo dos alvos para os hackers da época: o Departamento de Defesa dos EUA. Entraram furtivamente em todos os sistemas de computadores que quiseram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas foi aí também que apareceram os primeiros problemas com as autoridades: a polícia australiana apreendeu seu computador numa investigação sobre o furto de US$ 5 mil do Citibank. No fim das contas, ele não foi indiciado e teve seus equipamentos devolvidos. O próprio Assange descreveu o evento mais como um susto. Afirmou que não teve nenhum envolvimento com desvio de dinheiro e que seguia à risca as regras de ouro dos hackers nostálgicos: "Não danifique os sistemas que você invade; não mude dados; e, acima disso, compartilhe sempre as informações que conseguir".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passou então por uma fase bem mais tranquila. Apaixonou-se, casou-se com apenas 18 anos e teve um filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, entretanto, os Subversivos Internacionais foram pegos por uma investigação da Polícia Federal australiana, após terem invadido os sistemas da canadense Nortel. Assange passou apertado e achou que poderia mesmo ir para a cadeia. E, para piorar, foi mais ou menos na mesma época em que se viu envolvido pelo caso de custódia com a já então ex-mulher. Apesar dessa conjunção de problemas, do medo de ir para a cadeia, a Justiça australiana apenas lhe aplicou uma multa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida seguiu em frente e o não tão jovem Assange foi estudar física na Universidade de Melbourne. Não concluiu o curso e sua decepção com o que chamou de "conformismo" da academia foi imensa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partiu então para um projeto que vinha maturando havia algum tempo: o WikiLeaks.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A base intelectual do WikiLeaks pode ser identificada num manifesto escrito por ele que pregava a luta contra os segredos e conspirações "em detrimento da população". Não é uma questão de direita ou esquerda, de liberalismo ou socialismo. A luta é do indivíduo contra as acachapantes instituições criadas pelas sociedades, formadas por funcionários que não têm o bem comum em vista, e sim a perpetuação do próprio sistema, envolto em segredo e em cada vez mais burocracia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Acreditamos que a transparência em atividades governamentais leva à redução da corrupção e ao fortalecimento da democracia", afirma o WikiLeaks em sua declaração de objetivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modo como Assange iniciou a formatação do WikiLeaks também mostra um padrão que acabou sendo seguido por ele daí adiante: em 2006, começou a trabalhar como um louco, primeiramente sozinho, mas depois foi chamando quem quisesse colaborar para o desenvolvimento dos sistemas do site e dos projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, a partir de 2007, o site se tornou uma experiência descentralizada, do ponto de vista técnico. Não há um escritório central, onde um diretor possa ser encontrado atrás de uma mesa - o site é feito onde Assange está, seja lá qual for esse lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dissidentes chineses, ativistas da Holanda, provedores suecos, matemáticos e jornalistas de todo o mundo passaram a colaborar na checagem dos dados recebidos e, muitas vezes também, abrigando Assange em suas constantes movimentações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso contribuiu para a imagem heroica do "globetrotter" em constante fuga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O lado de constante fuga é algo identificado por muitos de seus colaboradores. Assange diz que teme estar sendo perseguido por onde anda e, por isso, carrega pouca coisa consigo - meias, cuecas e umas poucas camisas -, o que lhe daria maior liberdade de ir e vir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso cria um clima de paranoia também entre as pessoas mais próximas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assange conta que uma vez ficou meses abrigado na casa de uma colaboradora, temendo estar sendo perseguido por espiões americanos. O clima ficou tão pesado, disse ele, que ela saiu de casa e não mais voltou até que ele fosse embora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o começo do ano, ele não viaja aos Estados Unidos, temendo ser preso pela divulgação das imagens de video de um helicóptero militar americano em ação no Iraque, num incidente em que matou dois funcionários da agência de notícias Reuters.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o modelo de divulgação do site também se aprimorou com o tempo e passou a contar não apenas com colaboradores esparsos, ativistas interessados em ajudar apenas. Agora, atrai grandes grupos de mídia. O "New York Times" e o britânico "The Guardian", assim como a revista alemã "Der Spiegel" receberam com antecedência de quase um mês os relatórios sobre os documentos do conflito afegão, que estavam em formatos como KML, CSV e SQl.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intenção era que eles tivessem tempo de analisá-los, checá-los e apresentá-los de forma mais atraente e legível aos leitores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso seria necessário para que as informações importantes não ficassem simplesmente soterradas pela enorme quantidade de dados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não eram como documentos já divulgados, que diziam tudo por si mesmos, como o manual da igreja da Cientologia - popular na Califórnia entre alguns artistas de cinema -, o livro de normas de conduta da prisão americana de Guantánamo ou a relação dos afiliados ao Partido Nacional Britânico, de extrema-direita. Era preciso uma edição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia de editar havia sido colocada em prática no episódio da divulgação do video do helicóptero no Iraque. Assange passou dias dentro de uma casa em Reykjavík, capital da Islândia, decodificando e escolhendo cenas que mostrassem continuidade de fatos. O video pode ser visto em qualquer busca rápida no You Tube e continua causando impacto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns críticos do WikiLeaks dizem que o site já vem passando por uma "institucionalização" por causa dessa aproximação com a grande imprensa, o que lhe tiraria o caráter libertário e poderia colocar freios em seus próximos projetos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assange defende essa aproximação dizendo que consegue maior divulgação sem comprometer a identidade daqueles que fornecem os documentos, já que a sua rede de colaboradores em todo o mundo continua intacta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros dizem que o sistema de financiamento do site pode ser colocado em risco também por essa sua recente "institucionalização".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O financiamento vem sendo um desafio para Assange desde o lançamento do WikiLeaks.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inicialmente, baseou-se nas pequenas contribuições dos colaboradores. Com a maior exposição, as doações se multiplicaram. Depois da divulgação do video do helicóptero que matou os jornalistas no Iraque, Assange recebeu cerca de US$ 200 mil em doações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele comemorou dizendo que esse seria "um novo modelo de financiamento para o jornalismo".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que quer que seja - novo modelo de divulgação de informação, novo modelo de financiamento do jornalismo -, o WikiLeaks é um modelo que deve ficar marcado pela personalidade de Julian Assange. Resta saber se ganhará vida própria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-4592639992662149530?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/sgOX2PCLjlw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/sgOX2PCLjlw/wikileaks-o-jornalismo-do-seculo-xxi.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/07/wikileaks-o-jornalismo-do-seculo-xxi.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-6442309942072373293</guid><pubDate>Tue, 22 Jun 2010 21:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-22T14:24:29.693-07:00</atom:updated><title>Prestem atenção jornalistas! Cadê a qualidade?</title><description>A serenidade e a inteligência de Rodrigo Amarante, da banda Los Hermanos e do ótimo projeto Little Joy permitiram que ele travasse um diálogo civilizado, porém afiado, de impacto com um jornalista que procurava "inserir a resposta desejada na boca do entrevistado". Este é infelizmente um fato muito comum na imprensa atualmente no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A atividade do jornalista é difícil, estafante, normalmente mal remunerada em nosso país. Mas isto não pode ser motivo para jornalistas mal informados e sem capacidade de formular perguntas que remetam ao conteúdo do que está acontecendo ou sendo tratado no local. Não é possível um repórter entrevsitar alguém sem um mínimo de conhecimento sobre o entrevistado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por último o apetite pela polêmica vazia, o fabricar e insuflar questões irrelevantes. Isso sim é que desvaloriza o jornalismo. De que adianta ter jornalistas diplomados fazendo um trabalho desta qualidade? Vamos valorizar a formação universitária dos profissionias da imprensa!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este post é um convite ao trabalho, à reflexão, ao estudo e à pertinência das perguntas feitas por um jornalista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iypM6LKhB8o&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/iypM6LKhB8o&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-6442309942072373293?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/a6A7QfsnNM8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/a6A7QfsnNM8/prestem-atencao-jornalistas-cade.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/06/prestem-atencao-jornalistas-cade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-1161656434161467990</guid><pubDate>Wed, 16 Jun 2010 18:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-16T11:19:14.042-07:00</atom:updated><title>Sir Ken Robinson: "Precisamos revolucionar a Educação já!!!"</title><description>Esta palestra curta, mas contundente do educador britânico "Sir" Ken Robinson coloca questões centrais que se apresentam à educação dos nossos dias: o modelo industrial do sistema escolar não responde mais à demanda da sociedade e não consegue educar as novas gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É preciso mudar a estrutura do fazer pedagógico, com flexibilidade e integrar mais rapidamente os meios digitais de comunicação hipertextual, audiovisual e a internet. É uma necessidade de todo o mundo. No Brasil é mais urgente, pois a Educação nunca foi levada à toda a população em sua plenitude. E isto vai definir a qualidade de vida no nosso futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem legendas disponíveis em Inglês. É preciso selecionar num botão na parte debaixo da tela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object width="446" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SirKenRobinson_2010-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2010.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=865&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=sir_ken_robinson_bring_on_the_revolution;year=2010;theme=the_rise_of_collaboration;theme=a_taste_of_ted2010;theme=the_creative_spark;theme=new_on_ted_com;theme=master_storytellers;theme=how_the_mind_works;theme=whipsmart_comedy;theme=how_we_learn;event=TED2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/SirKenRobinson_2010-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/SirKenRobinson-2010.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=865&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=sir_ken_robinson_bring_on_the_revolution;year=2010;theme=the_rise_of_collaboration;theme=a_taste_of_ted2010;theme=the_creative_spark;theme=new_on_ted_com;theme=master_storytellers;theme=how_the_mind_works;theme=whipsmart_comedy;theme=how_we_learn;event=TED2010;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-1161656434161467990?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/lAi3nDnsItY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/lAi3nDnsItY/sir-ken-robinson-precisamos.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/06/sir-ken-robinson-precisamos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-1909707720005747817</guid><pubDate>Sun, 13 Jun 2010 22:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-13T15:39:10.575-07:00</atom:updated><title>Video Games: a nova fronteira da educação!</title><description>E agora professores: como unir entretenimento e educação? Videogames? Há muito o que fazer. No momento mais perguntas do que respostas. Um belo desafio pela frente. Vamos ao primeiro passo. Uma apresentação (em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;object width="640" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/rN0qRKjfX3s&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/rN0qRKjfX3s&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-1909707720005747817?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/VUQYhedL7qE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/VUQYhedL7qE/video-games-nova-fronteira-da-educacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/06/video-games-nova-fronteira-da-educacao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-3337362300624845162</guid><pubDate>Sat, 22 May 2010 05:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-21T22:51:56.736-07:00</atom:updated><title>Havia uma pedra no meio da infovia? No meio da infovia havia uma pedra?</title><description>O tempo passa, o mundo muda. Alguém ou alguma coisa que em certo tempo reinou plena de poder, passa a perder sua posição proeminente com a vinda dos anos e o correr do tempo. Algumas opções aparecem: mudar e se adaptar ao tempo, ou tentar enfrentar o único princípio da vida que não muda: a mudança constante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois vejam a que a Nestlé acaba de colocar na internet. Uma ação de comunicação que mistura músicas para download, interatividade, animação, Google maps e outras ferramentas disponíveis na web. Usa também mensagens SMS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Clique em &lt;a href="http://www.nestle-fast.com.br" "target=blank"&gt;http://www.nestle-fast.com.br&lt;/a&gt; para conhecer o site da campanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma boa verba publicitária deixou de ser investida na veiculação da campanha em mídias tradicionais, como jornal, TV e Rádio. Alguns dos principais jornais brasileiros estão enfrentando queda na sua circulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como reagiram estes veículos de mídia`nova campanha? Leiam &lt;a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/05/19/as-razoes-do-ataque-midiatico-a-campanha-da-nestle/" "target=blank"&gt;este artigo&lt;/a&gt; e reflitam: é possível congelar o tempo, ou "mudernidade nos olho dos outros é refresco?"&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Trabalho dirigido de Marketing Digital 2010/1&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Case: Campanha de Lançamento da linha nestlé Fast &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 - Examine o site da campanha da Nestlé na internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.nestle-fast.com.br" "a=href target Blank"&gt;http://www.nestle-fast.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
discuta com o grupo e responda estas questões:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 -  Quais as ferramentas de mídias digitais foram utilizadas na campanha?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3 - Quanto tempo em média o grupo precisou para navegar por todo o site?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4 - Qual é, na opinião do grupo, o potencial deste website interativo da Nestlé?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leiam agora os textos do &lt;a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/05/19/as-razoes-do-ataque-midiatico-a-campanha-da-nestle/ "=blank""&gt;blog do jornalista Luis Nassif&lt;/a&gt;, e do blog &lt;a href="http://www.comacomosolhos.com" "target=blank&gt;www.comacomosolhos.com&lt;/a&gt;, discutam e respondam:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5 - Qual a interpretação do grupo para a reação da grande imprensa em relação ao novo produto da Nestlé?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-3337362300624845162?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/UySdKNtLBlk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/UySdKNtLBlk/havia-uma-pedra-no-meio-da-infovia-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/05/havia-uma-pedra-no-meio-da-infovia-no.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-6179522296584958622</guid><pubDate>Mon, 10 May 2010 01:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-09T22:10:18.672-07:00</atom:updated><title>Europa inicia discussão importante sobre atualização da legislação sobre direitos autorais</title><description>Um grupo de entidades européias está trabalhando unido para uma atualização da legislação da Comunidade Européia sobre direitos autorais. O objetivo é tornar as  compatíveis com as necessidades do século XXI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as organizações que integram a iniciativa estão o Bureau Europeu das Associações de Bibliotecas, Informação Documentação, Associação Alemã de Bibliotecas e o Fórum Internacional de Gestores da Musica. A lista completa pode ser vista &lt;a href="https://www.copyright4creativity.eu/bin/view/Main/SignersList"&gt; clicando aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Juntas, as entidades lançaram a "&lt;a href="http://culturadigital.br/blog/2010/05/05/copyright-para-a-criatividade-uma-declaracao-para-a-europa/"&gt;Copyright para a Criatividade – Uma declaração para a Europa&lt;/a&gt;", onde fazem um declaração de princípios que deverão nortear seu trabalho de desenvolvimento de uma proposta de atualização da legislação européia para os direitos autorais. O link leva  a uma tradução da declaração, feita pelo José Murilo Carvalho Jr, do Ministério da cultura. O site original da declaração pode ser acessado &lt;a href="https://www.copyright4creativity.eu/bin/view/Main/Declaration"&gt;aqui&lt;/a&gt; (em inglês e francês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O site da Copyrights for Creativity pode ser acessado &lt;a href="https://www.copyright4creativity.eu/bin/view/Main/WebHome"&gt;aqui&lt;/a&gt; (em inglês).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Interessante observar a preocupação deste grupo de entidades com a compatibilização entre a proteção aos autores, a preservação da indústria editorial (em suas várias mídias) e ao mesmo tempo permitir a circulação do conhecimento, torná-lo gratuito em instâncias onde ele é aplicado para o desenvolvimento social, educação, preservação da democracia e outras finalizdades socialmente relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto da página inicial declara que o debate sobre direitos autorais tem sido muito focado na obediência das leis atuais que é necessário estabelecer uma agenda de políticas [públicas] construtivas que atendam às necessidades do século 21.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As entidades buscam um entendimento sereno e maduro sobre um assunto que tem sido tratado a algum tempo como caso de polícia pelo lobby das grandes corporações fonográficas e do software proprietário. É uma iniciativa importante e o grupo de entidades é representativo. A discussão adquire peso. Pode tornar-se uma boa fonte de subsídios para o estabelecimento de uma política saudável de direitos autorais, que preserve os autores e possibilite o acesso a muitas fontes de conhecimento preciosa para estudantes, comunidades e pessoas que pode se beneficiar muito com eles. E assim, toda a humanidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma escolha entre manter um sistema do século XX, que torna o conhecimento intelectual fechado, e que mantém escassos canais de distribuição em poucas mãos privadas, que lucram muito com este "conta-gotas", ou que abre a alternativa de circulação mais livre (embora regulada) do conhecimento humano para benefício de todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-6179522296584958622?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/ZIiMR_Kse9Q" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/ZIiMR_Kse9Q/europa-inicia-discussao-importante.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/05/europa-inicia-discussao-importante.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-8719047418582188554</guid><pubDate>Fri, 07 May 2010 18:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-07T11:53:49.780-07:00</atom:updated><title>11º Simpósio Internacional de Jornalismo Online</title><description>O 11º Simpósio Internacional de Jornalismo Online foi realizado na Universidade do Texas, em Austin, nos Estados Unidos nos dias 23 e 24 de Abril passado. Foi promovido pelo Knight Center for Journalism in the Americas. O centro é dirigido pelo experiente jornalista e professor brasileiro Rosental Calmon Alves.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O site do evento contém muita informação de qualidade sobre o momento atual e as perspectivas futuras para o jornalismo através das redes digitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale a pena conferir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://knightcenter.utexas.edu/events_article.php?page=9863 "target="blank" "&gt;http://knightcenter.utexas.edu/events_article.php?page=9863&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A página ofical do evento, em inglês, contém relatos dos assuntos tratados e vídeos com os palestrantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://online.journalism.utexas.edu/" "target="blank" "&gt;http://online.journalism.utexas.edu/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-8719047418582188554?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/AD_NnKd5OvI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/AD_NnKd5OvI/11-simposio-internacional-de-jornalismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/05/11-simposio-internacional-de-jornalismo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-4259298144589358226</guid><pubDate>Thu, 06 May 2010 17:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-06T10:58:26.281-07:00</atom:updated><title>Newsweek à venda!?</title><description>Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=588IMQ009  (6/5/10)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NEWSWEEK À VENDA&lt;br /&gt;
Sinal amarelo para as semanais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Luciano Martins Costa em 6/5/2010&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comentário para o programa radiofônico do OI, 6/5/2010&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notícia em todos os grandes jornais brasileiros, inclusive entre os diários especializados de economia e negócios, o anúncio de que o grupo que edita o Washington Post colocou à venda a revista Newsweek chama atenção não apenas pelo novo indício de crise no mercado de publicações, mas pelas análises que acompanham a notícia, falando sobre os riscos à sobrevivência das revistas semanais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na coluna "Toda Mídia", a edição de quinta-feira (6/5) da Folha de S.Paulo reproduz análise do New York Times segundo a qual "a era das revistas semanais se desfaz".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora ainda haja exemplos de vigor nesse setor do mercado editorial, como o caso da britânica The Economist, lembra o site do jornal americano, há sinais claros de que as revistas semanais já não conseguem retratar satisfatoriamente a complexidade e a fragmentação da sociedade contemporânea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Newsweek, a bola da vez, vinha acumulando perdas continuamente e já não conseguia competir com sua principal rival, a revista Time. Grandes prejuízos se acumulam desde 2007 e sua receita caiu 27% em 2009, com especial gravidade no último trimestre, quando a perda chegou a 30%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novos meios&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analistas citados pela imprensa observam que a publicação, criada em 1933, já tinha esgotado todos os recursos de gestão e marketing para reverter a situação, com uma política de corte de custos e mudanças na linha editorial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Newsweek tentou deixar de ser uma revista de notícias da semana para se enquadrar como uma publicação de opinião e análise, mas os leitores não compraram a idéia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das questões – levantada por uma jornalista do New York Times – lembra que, durante gerações, revistas semanais como Time e Newsweek definiam a agenda nacional em suas capas. Isso antes da internet e das revistas de amenidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida em que as conversações dos cidadãos vão se revelando mais intensas e variadas, se torna cada vez mais difícil resumir numa capa todos os assuntos que interessam, destaca a reportagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O argumento, reproduzido em parte pelos jornais brasileiros, pode ser aplicado também às revistas semanais que circulam no país. Com tanta informação disponível pelos novos meios, não faz sentido uma revista semanal tentar se impor como o denominador comum de todos os interesses.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-4259298144589358226?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/48qbBy1HOs4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/48qbBy1HOs4/newsweek-venda.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/05/newsweek-venda.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-3389404752960975702</guid><pubDate>Thu, 06 May 2010 12:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-06T06:05:26.254-07:00</atom:updated><title>Sinal 3G.com.br - Exemplo de Mashup</title><description>O site www.sinal3g.com.br é um bom exemplo de um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;mashup&lt;/span&gt; - publicação colaborativa digital que reúne informações dispersas pela internet utilizando recursos web 2.0, ou seja, disponíveis gratuitamente na rede. No caso ele utiliza o Google Maps. As pessoas inserem marcas no mapa e indicam a qualidade de sua conexão de internet 3G. Há um formulário de pesquisa, blog e e-mail de contato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um site que não está ligado a nenhuma operadora. Uma iniciativa particular aonde as pessoas podem dar informações sobre a qualidade dos serviços 3G que usam. Vem informação de todo o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href=http://www.sinal3g.com.br target="_blank"&gt;&lt;br /&gt; &lt;img border="0" title="Mapa Sinal3G" alt="Sinal3G" src=http://lh6.ggpht.com/_0xmUgnsNV88/S6wWgX4YLyI/AAAAAAAACUc/PUD729DBfpo/sinal3g_125.jpg /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-3389404752960975702?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/U6-k-0I_8Z4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/U6-k-0I_8Z4/sinal-3gcombr-exemplo-de-mashup.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_0xmUgnsNV88/S6wWgX4YLyI/AAAAAAAACUc/PUD729DBfpo/s72-c/sinal3g_125.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/05/sinal-3gcombr-exemplo-de-mashup.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-901644069897082045</guid><pubDate>Sat, 24 Apr 2010 05:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-23T22:45:29.003-07:00</atom:updated><title>A História da Internet</title><description>Em Inglês:&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9hIQjrMHTv4&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9hIQjrMHTv4&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-901644069897082045?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/9y8M0gHM7Iw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/9y8M0gHM7Iw/historia-da-internet.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/04/historia-da-internet.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-6042112943837341273</guid><pubDate>Sat, 24 Apr 2010 04:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-23T21:48:18.245-07:00</atom:updated><title>Como a Internet mudou a propaganda</title><description>Dica do aluno Ricardo Oliveira, do IPA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8lWcnK5Cbyc&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8lWcnK5Cbyc&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-6042112943837341273?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/HXH4aUKlZwQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/HXH4aUKlZwQ/como-internet-mudou-propaganda.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/04/como-internet-mudou-propaganda.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-1856615423072682110</guid><pubDate>Mon, 05 Apr 2010 13:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-05T06:07:34.581-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Negócios</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Internet</category><title>A ameaça da Internet sobre os jornais</title><description>Fonte: Blog do Luis Nassif: http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/03/26/sobrevivencia-dos-jornais-esta-ameacada-pela-internet/ (em 5/4/10)&lt;br /&gt;26/03/2010 - 16:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Blog de Paulo Roberto Stockler&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os jornais vão sobreviver na era da internet?, por Hal Varian&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os jornais estão contando com o iPad para “reinventar” a Web (tentando “cobrar” pelo mesmo conteúdo que hoje todo mundo tem de graça), Hal Varian, economista-chefe do Google, trouxe notícias não muito auspiciosas para a mídia impressa… A circulação dos jornais dos EUA, que vinha caindo desde 1990, desabou nos últimos 5 anos. Se o número de exemplares por domicílio era “maior que 1,2″ nos anos 50, na última década foi “menor que 0,6″.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a circulação em números absolutos não tenha caído, a população norte-americana cresceu e as receitas com anúncios estão, atualmente, no nível de… 1982. O número de jornais comprados por pessoa, nos EUA, é metade do que era na década de… 60. Hal Varian considera que a circulação seja um problema de médio/longo prazo, enquanto que a queda nas receitas é um problema de curtíssimo prazo. Muitos jornais praticamente não chegaram na era da internet, pois menos de 10% de suas receitas vêm do chamado “on-line”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já pelo lado das despesas, Varian acredita que “se os jornais abdicassem da impressão e da distribuição, cortariam seus custos, no mínimo, pela metade”. Dentro do “bolo publicitário”, a participação dos jornais, nos EUA, caiu de “mais de 36%” (em 1949) para “menos de 15%” (em 2009). Ainda que o PIB suba, e também a renda per capita, as receitas dos jornais, ultimamente, só decrescem… Para completar, a internet (42%) ultrapassou os jornais (33%) como “fonte de informação”, nos EUA, desde 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E um dos problemas econômicos, daqui para frente, é que o modelo de “subsídios cruzados” (cross subsidization) não funciona mais… Os jornais, na realidade, nunca ganharam dinheiro com “notícias brutas” (hardnews), mas através de editorias especializadas. Ocorre que, na internet, as pessoas preferem acessar os sites especializados nessas áreas, e Varian dá o exemplo do Yahoo! Finance, da Amazon, do Orbitz (para Viagens) e doZillow (para Imóveis). Mesmo o Google, o pai do AdSense, acha difícil “monetizar” notícias brutas (as únicas que sobraram para os jornais) – porque elas são, por princípio, uma commodity (sem valor agregado). O desespero da mídia impressa, portanto, é justificado: o que lhes dava dinheiro antes… não poderá mais ser monetizado…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no Brasil não é diferente (embora os jornalistas disfarcem)… No mês passado, o IVC divulgava as seguintes quedas, nos nossos periódicos (só no ano de 2009): O Dia (-31,7%), Diário de S. Paulo (-18,6%), Jornal da Tarde (-17,6%), Extra (-13,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), Diário Gaúcho(-12%), O Globo (-8,6%), Folha de S. Paulo (-5%), Super Notícia (-4,5) e Estado de Minas (-2%)… Sobrou até para o Google fazer a “lição de casa” dos jornais (e para Hal Varian, a dos jornalistas)…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-1856615423072682110?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/0HTbitGWlA4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/0HTbitGWlA4/ameaca-da-internet-sobre-os-jornais.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/04/ameaca-da-internet-sobre-os-jornais.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-475728171921261960</guid><pubDate>Mon, 05 Apr 2010 12:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-05T05:37:57.664-07:00</atom:updated><title>Passos simples para bom webdesign - slides de Matthew Smith</title><description>Em Inglês. Sem tradução, infelizmente. Palestra apresentada na Texas by Southwest 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="width:425px" id="__ss_3422225"&gt;&lt;strong style="display:block;margin:12px 0 4px"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/squaredeye/simple-steps-to-great-web-design" title="Simple Steps to Great Web Design"&gt;Simple Steps to Great Web Design&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=simple-steps-100313114331-phpapp02&amp;stripped_title=simple-steps-to-great-web-design" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=simple-steps-100313114331-phpapp02&amp;stripped_title=simple-steps-to-great-web-design" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="padding:5px 0 12px"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/squaredeye"&gt;Matthew Smith&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-475728171921261960?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/ttb52G23XEU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/ttb52G23XEU/passos-simples-para-bom-webdesign.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/04/passos-simples-para-bom-webdesign.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-4600704838515162331</guid><pubDate>Sun, 28 Mar 2010 04:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-27T21:29:11.438-07:00</atom:updated><title>O desafio da migração dos jornais impressos para a internet</title><description>Fonte: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/03/26/sobrevivencia-dos-jornais-esta-ameacada-pela-internet/#more-53220"&gt;http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/03/26/sobrevivencia-dos-jornais-esta-ameacada-pela-internet/#more-53220&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ameaça da Internet sobre os jornais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Blog de Paulo Roberto Stockler&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os jornais vão sobreviver na era da internet?, por Hal Varian&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os jornais estão contando com o iPad para “reinventar” a Web (tentando “cobrar” pelo mesmo conteúdo que hoje todo mundo tem de graça), Hal Varian, economista-chefe do Google, trouxe &lt;a href="http://googlepublicpolicy.blogspot.com/2010/03/newspaper-economics-online-and-offline.html"&gt;notícias não muito auspiciosas&lt;/a&gt; para a mídia impressa… A circulação dos jornais dos EUA, que vinha caindo desde 1990, desabou nos últimos 5 anos. Se o número de exemplares por domicílio era “maior que 1,2″ nos anos 50, na última década foi “menor que 0,6″.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a circulação em números absolutos não tenha caído, a população norte-americana cresceu e as receitas com anúncios estão, atualmente, no nível de… 1982. O número de jornais comprados por pessoa, nos EUA, é metade do que era na década de… 60. Hal Varian considera que a circulação seja um problema de médio/longo prazo, enquanto que a queda nas receitas é um problema de curtíssimo prazo. Muitos jornais praticamente não chegaram na era da internet, pois menos de 10% de suas receitas vêm do chamado “on-line”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já pelo lado das despesas, Varian acredita que “se os jornais abdicassem da impressão e da distribuição, cortariam seus custos, no mínimo, pela metade”. Dentro do “bolo publicitário”, a participação dos jornais, nos EUA, caiu de “mais de 36%” (em 1949) para “menos de 15%” (em 2009). Ainda que o PIB suba, e também a renda per capita, as receitas dos jornais, ultimamente, só decrescem… Para completar, a internet (42%) ultrapassou os jornais (33%) como “fonte de informação”, nos EUA, desde 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E um dos problemas econômicos, daqui para frente, é que o modelo de “subsídios cruzados” (cross subsidization) não funciona mais… Os jornais, na realidade, nunca ganharam dinheiro com “notícias brutas” (hardnews), mas através de editorias especializadas. Ocorre que, na internet, as pessoas preferem acessar os sites especializados nessas áreas, e Varian dá o exemplo do Yahoo! Finance, da Amazon, do Orbitz (para Viagens) e doZillow (para Imóveis). Mesmo o Google, o pai do AdSense, acha difícil “monetizar” notícias brutas (as únicas que sobraram para os jornais) – porque elas são, por princípio, uma commodity (sem valor agregado). O desespero da mídia impressa, portanto, é justificado: o que lhes dava dinheiro antes… não poderá mais ser monetizado…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no Brasil não é diferente (embora os jornalistas disfarcem)… No mês passado, o IVC divulgava as seguintes quedas, nos nossos periódicos (só no ano de 2009): O Dia (-31,7%), Diário de S. Paulo (-18,6%), Jornal da Tarde (-17,6%), Extra (-13,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), Diário Gaúcho(-12%), O Globo (-8,6%), Folha de S. Paulo (-5%), Super Notícia (-4,5) e Estado de Minas (-2%)… Sobrou até para o Google fazer a “lição de casa” dos jornais (e para Hal Varian, a dos jornalistas)…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-4600704838515162331?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/lnpw9qkB0x0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/lnpw9qkB0x0/o-desafio-da-migracao-dos-jornais.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/03/o-desafio-da-migracao-dos-jornais.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-5816230953363990132</guid><pubDate>Fri, 26 Mar 2010 17:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-26T10:42:44.652-07:00</atom:updated><title>Como a geração Y está reinventando o jeito de fazer negócios</title><description>Reportagem da revista &lt;a href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI81741-17152,00.html"&gt;Pequenas Empresas, Grandes Negócios&lt;/a&gt; sobre jovens que abriram seus próprios negócios ainda na faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descontando um pouco o otimismo que sempre impregna estes artigos, os exemplos são válidos e mostram que é possível iniciar um negócio próprio ainda na faculdade, quando se tem preparo na área gerencial.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-5816230953363990132?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/sfwAZRM0Vs0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/sfwAZRM0Vs0/como-geracao-y-esta-reinventando-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/03/como-geracao-y-esta-reinventando-o.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-7956619763067938145</guid><pubDate>Fri, 19 Mar 2010 19:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-10T13:32:12.905-08:00</atom:updated><title>Web Vídeo e a Publicidade: a convivência tranquila do Webisode e do Broadcast (NYT)</title><description>Este &lt;a href="http://www.nytimes.com/2010/03/19/business/media/19adco.html?nl=technology&amp;emc=techupdateema1"target="_blank"&gt;artigo do New York Times&lt;/a&gt; (em ingles) fala sobre o aproveitamento das possibilidades de divulgar vídeo pela internet para desenvolver campanhas de publicidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vez de antagonismo entre broadcast e webcast, o que tem sido observado é a convivência harmõnica entre os meios. As web séries são anunciadas na TV ou também veiculadas no meio tradicional. O importante é que a publicidade avança no aproveitamento mais inteligente dos novos meios digitais de comunicação em redes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao mesmo tempo presenciamos a fusão de elementos de publicidade e de jornalismo (como conhecidos no século XX). O site dos vídeos do Azeite Bertoli tem objetivo de veicular a marca e os produtos da empresa, mas utiliza informação jornalística, quando oferece informações turísticas sobre a Itália, produzidas pela equipe do Yahoo Travel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não faltam promoções, sorteios, os Blogs dos protagonistas da série (figuras de renome, como Mariza Tomei) e conexões para as mídias sociais (Facebook e Twitter).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O melhor de vários mundos do século XX, agora adquirindo nova configuração no início do Século XXI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns exemplos interessantes de mini-séries produzidas especialmente para a web são apresentados pelo NYT:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Azeite Bertoli apresenta uma série de episódios que mostram a cultura gastronômica italiana: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;10/3/2011&lt;/i&gt;: em março de 2011 a campanha não está mais acessível na internet. Será que a empresa teve algum problema legal? Qual a razão de não deixar o vídeo disponível para recuperação? A companhia e a marca perdem com isto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;object width="576" height="324"&gt;&lt;param name="movie" value="http://d.yimg.com/m/up/ypp/default/player.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="flashVars" value="vid=18448076&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed width="576" height="324" allowFullScreen="true" src="http://d.yimg.com/m/up/ypp/default/player.swf" type="application/x-shockwave-flash" flashvars="vid=18448076&amp;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &lt;a href="http://www.avclub.com/"target="_blank"&gt;AV Club&lt;/a&gt;, site norte-americano especializado em artes, cultura e entretenimento apresenta a série "Undercover", patrocinado pelo Starbucks Café - o VT comercial entra antes - (e em breve pela cerveja Budweiser). vinte e cinco bandas foram convidada spara tocar covers de sucessos dos anos 80 e 90 num pequeno estúdio montado na redação do site.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui a banda &lt;a href="http://www.avclub.com/articles/the-walkmen-cover-rem,38887/"&gt;The Walkmen faz um cover da REM&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe frameborder="no" width="480" height="270" scrolling="no" src="http://www.avclub.com/video_embed/?id=38887"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.avclub.com/articles/the-walkmen-cover-rem,38887/" target="_blank" title="The Walkmen cover R.E.M."&gt;The Walkmen cover R.E.M.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Retribution Gospel Choir faz interpreta uma cação dos Beach Boys:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe frameborder="no" width="480" height="270" scrolling="no" src="http://www.avclub.com/video_embed/?id=39033"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.avclub.com/articles/retribution-gospel-choir-covers-the-beach-boys,39033/" target="_blank" title="Retribution Gospel Choir covers The Beach Boys"&gt;Retribution Gospel Choir covers The Beach Boys&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os outros vídeos podem ser vistos &lt;a href="http://www.avclub.com/articles/the-walkmen-cover-rem,38887/" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &lt;b&gt;Principal Financial Group&lt;/b&gt; colocou em seu site uma série de vídeos sobre pessoas comuns, contando os problemas que enfrentaram e como estão vencendo estas dificuldades, poupando e organizando suas finanças. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.principal.com/planningcenter/jean-videos.htm?url=/https.media/corporate/americarebuilds/carolyn_final.flv&amp;title=CarolynVideo"target="_blank"&gt;Vejamos um exemplo:&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As empresas &lt;b&gt;American Express e Constellation Foods&lt;/b&gt; uniram-se para oferecer ao público "&lt;a href="http://pairings.com/index.html" target="_blank"&gt;Pairings&lt;/a&gt;", uma web série sobre vinhos, comida e música. Eis a &lt;a href="http://pairings.com/napa/index.html" target="_blank"&gt;série sobre o Vale do Napa&lt;/a&gt;, onde os melhores vinhos da Califórnia são produzidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Complementando os exemplos mostrados pelo New York Times, podemos mostrar a série Conexão Converse, produzida pela Estação Elétrica para a agência Global Comm, que desenvolveu a idéia para a marca de calçados no Brasil&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object width="320" height="265"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JxL7XqV44WI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JxL7XqV44WI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Daniel Bacchieri, diretor dos vídeos feitos para a Converse também lançou uma web série de humor, "Os Piores Caronas", disponível no Youtube, que vale a pena ser vista:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object width="320" height="265"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/K5Co2b6CEJI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/K5Co2b6CEJI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São exemplos das novas possibilidades criativas e comerciais (ou não) que surgem com a internet e que são progressivamente exploradas. Espaço aberto para a criatividade em mídia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ESTUDO DIRIGIDO &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Atividade:&lt;br /&gt;
1 – Todos devem ler o post no blog e examinar os sites se desejarem.&lt;br /&gt;
2 – Formar 5 grupos. Cada um analisa um case de webisode: 50 min.&lt;br /&gt;
Quais as ferramentas de mídia utilizadas?&lt;br /&gt;
Qual o conceito da campanha?&lt;br /&gt;
É jornalismo ou Publicidade?&lt;br /&gt;
3 – Apresentar as conclusões para a turma. 50 min&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-7956619763067938145?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/HaKXJ7dEcHI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/HaKXJ7dEcHI/web-video-e-publicidade-convivencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>13</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/03/web-video-e-publicidade-convivencia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-6340846122445438201</guid><pubDate>Fri, 19 Mar 2010 18:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-19T11:59:11.408-07:00</atom:updated><title>O mercado de aplicativos para Smartphones poderá superar vendas de CDs.</title><description>Aplicativos serão mais lucrativos que CDs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17 de março de 2010&lt;br /&gt;Por Rafael Cabral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: http://blogs.estadao.com.br/link/aplicativos-serao-mais-lucrativos-que-cds/  (19/3/2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aplicativos para dispositivos móveis, baixados mais de 7 bilhões de vezes em 2009, devem crescer para 50 bilhões de downloads em 2012, quando se tornarão um negócio maior que o de CDs. A projeção foi feita pela consultoria Chetan Sharma e integra uma pesquisa encomendada pela loja de aplicativos GetJar, que só fica atrás da App Store da Apple no número de programas oferecidos e usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o estudo, a economia de aplicativos deve crescer até os US$ 17,5 bilhões nos próximos dois anos, enquanto as gravadoras ganharão cerca de US$ 13,83 bilhões com a sua mídia física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, esse mercado não ficará restrito aos programas por assinatura ou aos downloads pagos: aplicativos gratuitos, pagos por anúncios, representarão 28% do total. Para sistemas operacionais como o Android, a consultoria acredita que esse modelo será a regra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o consumidor, o cenário não poderia ser melhor: não só os apps gratuitos se espalharão, como os pagos devem baixar 29% do seu preço (que hoje tem média de US$ 1,90). Com melhores sistemas operacionais, wireless se espalhando e o celular virando o computador de muitos países, o otimismo não parece exagerado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economia de Apps &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="View 2010 Mar - App Economy - GetJar - Plugg 2010 Brussels on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/28498971/2010-Mar-App-Economy-GetJar-Plugg-2010-Brussels" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;"&gt;2010 Mar - App Economy - GetJar - Plugg 2010 Brussels&lt;/a&gt; &lt;object id="doc_799827158438011" name="doc_799827158438011" height="500" width="100%" type="application/x-shockwave-flash" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" style="outline:none;" &gt;  &lt;param name="movie" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf"&gt;  &lt;param name="wmode" value="opaque"&gt;   &lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"&gt;   &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;   &lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;   &lt;param name="FlashVars" value="document_id=28498971&amp;access_key=key-1ab1gof5hzdg7k0hj77z&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow"&gt;   &lt;embed id="doc_799827158438011" name="doc_799827158438011" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=28498971&amp;access_key=key-1ab1gof5hzdg7k0hj77z&amp;page=1&amp;viewMode=slideshow" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="500" width="100%" wmode="opaque" bgcolor="#ffffff"&gt;&lt;/embed&gt;  &lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-6340846122445438201?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/BfxxnO7tHuY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/BfxxnO7tHuY/o-mercado-de-aplicativos-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/03/o-mercado-de-aplicativos-para.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-2289896238813384858</guid><pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-04T04:25:32.682-08:00</atom:updated><title>Luis Nassif fala sobre imprensa participativa, jornalismo cidadão, corrupção e o Brasil.</title><description>Nestes dois vídeos do final de 2009, o jornalista Luis Nassif fala sobre o envolvimento de grandes veículos de imprensa no Brasil com escândalos de corrupção política e econômica. E também sobre como uma comunidade de leitores de seu blog jornalístico constrói uma comunidade pensante, heterogênea e que consegue discutir e analisar coletivamente, em rede, os principais fatos da vida política, econômica e cultural do país. Uma comunidade que hoje já tem dez mil leitores cadastrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda parte Nassif fala sobre uma nova configuração da estrutura da imprensa, com o uso social da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um case muito importante de uma nova forma de praticar o jornalismo. Jornalismo participativo - jornalismo cidadão - um formato que emerge em todo o planeta, na era da informação, da sociedade em rede. Estes vídeos são recomendado aos estudantes  e profissionais de jornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="265"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3OdXij4Otsw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3OdXij4Otsw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="265"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_ZTE-ly82tw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_ZTE-ly82tw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-2289896238813384858?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/cAye6GgYAP0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/cAye6GgYAP0/luis-nassif-fala-sobre-imprensa.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/03/luis-nassif-fala-sobre-imprensa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6845020351929108135.post-9177929090278791356</guid><pubDate>Thu, 04 Mar 2010 11:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-04T03:54:31.613-08:00</atom:updated><title>Ferramentas Digitais para Jornalistas!</title><description>O &lt;a href="http://knightcenter.utexas.edu"&gt;Knight Center for Journalism in the Americas&lt;/a&gt;, é um centro de estudos sediado na Universidade do Texas e dirigido pelo Jornalista e professor brasileiro Rosental Alves. Entre outras atividades,  oferece cursos online para jornalistas, em Inglês, espanhol e português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente foi disponibilizado no website do Knight Center o livro "Ferramentas Digitais para Jornalismo". É gratuito, disponível para download em arquivo PDF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://knightcenter.utexas.edu/hdpp.php"&gt;Clique aqui para acessar a página dos livros.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;RSS&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6845020351929108135-9177929090278791356?l=tecnologmidia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tecnoboteco/~4/ohA9fow3dy4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Tecnoboteco/~3/ohA9fow3dy4/ferramentas-digitais-para-jornalistas.html</link><author>noreply@blogger.com (Militão Ricardo)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://tecnologmidia.blogspot.com/2010/03/ferramentas-digitais-para-jornalistas.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

