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	<title>Telematika</title>
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	<description>Um Blog sobre Idéias, Produtos &#38; Soluções em Telemática</description>
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		<title>Testando o novo formato</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2015 19:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[oabrusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Proin elementum pharetra mauris sed semper. Cras lorem arcu, vulputate ut malesuada ut, tincidunt tempor lectus. Etiam adipiscing egestas ligula, ac fringilla lorem dignissim tempus. Donec scelerisque lorem elit, quis vestibulum sem sollicitudin ut. Morbi varius facilisis dui, quis molestie purus congue eu. Curabitur sed ipsum mi. Donec vel aliquet purus, id viverra turpis. Nunc...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Proin elementum pharetra mauris sed semper. Cras lorem arcu, vulputate ut malesuada ut, tincidunt tempor lectus. Etiam adipiscing egestas ligula, ac fringilla lorem dignissim tempus. Donec scelerisque lorem elit, quis vestibulum sem sollicitudin ut. Morbi varius facilisis dui, quis molestie purus congue eu. Curabitur sed ipsum mi. Donec vel aliquet purus, id viverra turpis.</p>
<p>Nunc eget magna sed purus eleifend aliquet. Quisque sed facilisis metus. Nunc tincidunt ipsum consequat, vulputate enim et, eleifend justo. Phasellus sit amet ipsum nunc. Phasellus posuere nisl nec mauris euismod placerat. Pellentesque malesuada metus ligula, eget auctor diam tincidunt ut. Vestibulum scelerisque turpis eget lacus tincidunt, eget dapibus lacus bibendum. Morbi lobortis lobortis mi feugiat vulputate. Nullam pellentesque laoreet mauris id mollis. Phasellus placerat odio sed posuere scelerisque. Vestibulum vitae nulla vel purus placerat consequat vel quis lectus. Sed molestie tellus dolor, vel laoreet libero malesuada eu. Aliquam erat lacus, venenatis eget commodo nec, rhoncus sed nibh. Nam tincidunt cursus nulla in auctor.</p>
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		<title>Novos usos para os telefones públicos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 15:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[oabrusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[No final da década de 90 o governo brasileiro estabeleceu regras para a universalização do serviço de telefonia pública. As operadoras de telefonia foram obrigadas a instalar telefones públicos na proporção de 8 para cada mil habitantes. Havia literalmente um telefone a cada esquina. O Plano Geral de Metas de Universalização chegou até mesmo a...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/orelhao.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-408" title="orelhao" src="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/orelhao.jpg" alt="" width="230" height="222" /></a>No final da década de 90 o governo brasileiro estabeleceu regras para a universalização do serviço de telefonia pública. As operadoras de telefonia foram obrigadas a instalar telefones públicos na proporção de 8 para cada mil habitantes. Havia literalmente um telefone a cada esquina. O Plano Geral de Metas de Universalização chegou até mesmo a estipular a presença de equipamentos em localidades remotas como vilas e aldeias situadas na região amazônica.</p>
<p>Com a popularização da telefonia celular, os telefones públicos foram vítimas da mobilidade. Mesmo com as tarifas dos orelhões sendo muito menores que a dos celulares (e com certeza com uma qualidade de voz melhor), a comodidade de se ligar aonde e quando quiser acabou vencendo. O próprio governo, provavelmente com um empurrão das operadoras celulares, modificou as próprias metas de universalização, reduzindo a relação entre aparelhos e habitantes. Adicionalmente, a necessidade de se ter um cartão telefônico para usar um telefone público acaba restringido ainda mais o seu uso.</p>
<p>Dessa forma, temos assistido uma gradual redução  da base instalada de telefones públicos. A idéia de escrever esse post partiu do fato de ficar preso no trânsito de Curitiba, logo atrás de um caminhão repleto de orelhões sucateados.</p>
<p>Como não há muito uso, temos ainda uma questão adicional que é a falta de manutenção dos aparelhos remanescente.</p>
<p>O fenômeno não é exclusivo aqui do Brasil. Em praticamente todos os países o problema se repete. Recentemente a mídia noticiou que cerca de sessenta cabines telefônicas inglesas (aquelas vermelhas com os dizeres “Telephone” logo abaixo do símbolo da realeza) foram colocadas a venda para colecionadores. Com a falta de uso, das 70 mil cabines existentes no passado, apenas 11 mil continuam operacionais.</p>
<p>O mesmo ocorre nos EUA. Lá porém já surgem algumas iniciativas para dar outras finalidades para os telefones públicos. Cidades como Nova York e Boston iniciaram a conversão de vários telefones para Wi-Fi hotspots, permitindo que seus habitantes  (e visitantes) se conectarem usando seus smartphones. Em outra iniciativa, a cidade de Nova York também pretende trocar os aparelhos por equipamentos com telas sensíveis ao toque para disponibilizar informações turísticas, dados sobre a região ao redor do equipamento (como listas de restaurantes e outros serviços).</p>
<p>Idéias como essas são muito interessantes:</p>
<ul>
<li>&#8211; Não podemos esquecer que existe uma infraestrutura criada para prestação do serviço de telefonia pública (de cabos aéreos ou subterrâneos até equipamentos nas centrais telefônicas), infraestrutura essa que pode ser reaproveitada para levar banda larga (via ADSL) que por sua vez pode ser utilizada das mais diversas formas, através de equipamentos específicos;</li>
<li>&#8211; Precisamos ser realistas com o fato de que com a crescente demanda de banda larga móvel, não será possível atender a todos. Maneiras de se conectar que independam da infraestrutura de telefonia celular devem ser consideradas;</li>
</ul>
<p>Elas se tornam ainda mais interessantes quando consideramos países aonde a inclusão digital é algo que faz parte das prioridades governamentais. A opção por transformar os atuais pontos de telefones públicos em hotspots Wi-fi é uma maneira inteligente e relativamente barata para fornecer acesso à Internet para comunidades.</p>
<p>Eu li recentemente no blog da Nadia Gasparotto (<a href="http://itweb.com.br/blog/telecom-e-voce/">http://itweb.com.br/blog/telecom-e-voce/</a>) sobre a consulta pública aberta sobre uma proposta da Anatel de uso de cartões de crédito e moedas para as chamadas originadas em telefones públicos. O que é sem dúvida uma boa idéia para lugares aonde os riscos de vandalismo e roubo sejam mínimos. Além de defender adoção de outros meios de pagamento, ela também prega a necessidade da renovação do uso dos telefones, lembrando que o país precisa estar preparado para receber os visitantes que logo chegarão para assistir os eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.</p>
<p>Faço coro com a Nádia. Aquele caminhão cheio de orelhões sucateados me lembrou da fortuna que foi gasta para colocar a infraestrutura de pé. Precisamos encontrar outros meios inteligentes de aproveitá-la.</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="http://itweb.com.br/blogs/a-renovacao-do-orelhao/">ITWeb: A renovação do orelhão (por Nádia Gasparotto)</a></p>
<p><a href="http://www.govtech.com/e-government/New-York-City-Puts-Wi-Fi-Hot-Spots-at-Payphones.html?utm_source=related&amp;utm_medium=direct&amp;utm_campaign=New-York-City-Puts-Wi-Fi-Hot-Spots-at-Payphones">GovTech.com: New York City Puts Wi-Fi Hot Spots at Payphones</a></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/05/tradicionais-cabines-telefonicas-britanicas-estao-venda.html">Globo.com: Tradicionais cabines telefônicas britânicas estão à venda</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Aplicações: Telemática &amp; Restaurantes</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Aug 2012 20:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[oabrusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>

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		<description><![CDATA[É usual comentarmos sobre a telemática nos veículos ou em aplicações como monitoramento de dados, controle remoto de equipamentos e assim por diante. Entretanto a telemática está presente em praticamente todos os lugares. Olhemos por exemplo o caso de restaurantes. Temos no mínimo o uso de leitoras de cartões de débito/crédito para o pagamento das...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_403" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Time-for-Lunch.jpg"><img class="size-medium wp-image-403" title="Time for Lunch" src="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Time-for-Lunch-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: www.freedigitalphotos.net</p></div>
<p>É usual comentarmos sobre a telemática nos veículos ou em aplicações como monitoramento de dados, controle remoto de equipamentos e assim por diante. Entretanto a telemática está presente em praticamente todos os lugares.</p>
<p>Olhemos por exemplo o caso de restaurantes. Temos no mínimo o uso de leitoras de cartões de débito/crédito para o pagamento das refeições (wireless ou não). Em alguns casos temos o uso de um sistema de coleta de dados, aonde o garçom utiliza um PDA (ou algo do gênero) para registrar o pedido na mesa. A escolha do prato é automaticamente encaminhada para a cozinha enquanto o responsável pelo bar já começa a separar as bebidas. Sem contar que os dados do pedido já são contabilizados no caixa.</p>
<p>Entretanto existem várias outras maneiras de termos um restaurante mais inteligente, além do já usual uso das redes sociais.</p>
<p>Uma das mais comuns começa antes de se chegar ao restaurante: a reserva de mesas de forma online. Uma pesquisa básica no Google mostrou 253 milhões de ocorrências para o conjunto de termos “restaurant online booking”. Convenhamos que é muito mais fácil se conectar (hoje em dia de qualquer lugar) e reservar do que ter que ligar várias vezes, normalmente somente no horário de atendimento. A reserva pode ser realizada através do site do restaurante ou ainda de aplicativos disponíveis para os smartphones. Sites como o Open Table (<a href="http://www.opentable.com/">www.opentable.com</a>) permite a reserva em múltiplos restaurantes (cerca de 25.000 estabelecimentos nos EUA).</p>
<p>Vários restaurantes nos EUA e Europa começaram a instalar tablets em suas mesas, de modo que os clientes conseguem escolher os pratos através de uma rica experiência interativa. Ou seja, ele é capaz de ver uma fotografia do prato (chega de surpresas), dar uma olhada nos ingredientes (importante para aqueles com alergias a determinados alimentos), verificar qual a bebida mais recomendada para acompanhar o prato escolhido, realizar pedidos especiais (como a troca de uma guarnição por outra) e assim por diante, sem entrar em contato com um garçom ou sommelier. O próprio pagamento pode ser feito através de leitores de cartão embutidos nos suportes dos equipamentos.</p>
<p>A possibilidade de se saber a aparência do que está se pedindo, é um fator ainda cada vez mais importante em uma sociedade que está se tornando cada vez mais visual. A tecnologia torna possível portanto a criação de um menu interativo e visual muito difícil de ser alcançado pelos meios  tradicionais, além de permitir uma flexibilidade tremenda na montagem do mesmo (permitindo assim um cardápio mais variável). Para os amantes de uma boa bebida, a simples possibilidade de navegar pela carta de vinhos ou cervejas do restaurante (com fotos dos rótulos e dados sobre safras e recomendações para acompanhamento da comida) já é uma experiência visual que vale a ida ao restaurante.</p>
<p>Existem é claro restaurantes que vão além do usual. É o caso do Inamo,  um restaurante londrino especializado em comida oriental. Desde 2008, os seus cliente são servidos em uma “mesa táctil”, através da qual é possível além de se escolher o prato, escolher a estampa da toalha de mesa, agendar um táxi para o horário de saída do restaurante, além de ser possível acompanhar a preparação da comida através de câmeras na Cozinha.  Alguns restaurantes com sistema de vallet parking, permitem ao cliente avisar quando está deixando a mesa, o que agiliza o processo de trazer o carro para a entrada do restaurante.</p>
<p>Quando o assunto é fast food, não somente o pedido é o pagamento é feito sem intervenção humana direta mas o ato de servir também. Na Ásia, servir automaticamente está se tornando uma regra e não a exceção.</p>
<p>Todo esse uso de tecnologia cria, é lógico, uma discussão bem interessante entre os adeptos da tecnologia e aqueles que levantam questões práticas relacionadas com emprego e o choque de gerações.</p>
<ul>
<li>Os restaurantes se voltam para a tecnologia com vários objetivos: se tornarem mais modernos e falados, melhorarem o atendimento  e reduzirem custos. A substituição do ser humano na coleta do pedido com certeza causará uma redução da mão de obra necessária para fazer um restaurante funcionar. E isso com certeza dará o que falar, especialmente aqui no Brasil. Para aqueles que não se lembram, os sistemas de self-service nos postos de gasolina aqui no Brasil foram abortados devido a pressão que ocorreu por causa da redução de postos de trabalho;</li>
<li>Existem muitas pessoas que ou são avessas à tecnologia ou pertencem a gerações que ainda não se acostumaram a elas. Há ainda muitas pessoas que não têm computadores por opção;</li>
<li>O fator humano é considerado por muitos como algo essencial em todo o cerimonial de se comer fora de casa. Transferir parte do papel do garçom para o próprio cliente seria estragar o momento.</li>
</ul>
<p>De qualquer forma a tecnologia chegou para ficar e a telemática será com certeza um dos principais atores nessa mudança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="http://www.latimes.com/business/money/la-fi-mo-restaurant-cell-phone-20120815,0,1669557.story">Los Angeles Times: L.A. restaurant pays customers to put away their phones</a></p>
<p><a href="http://articles.latimes.com/2010/apr/19/business/la-fi-food-paparazzi19-2010apr19">Los Angeles Times: Dinner is the theater as food paparazzi converge</a></p>
<p><a href="http://articles.latimes.com/2011/sep/16/business/la-fi-restaurant-tech-20110916">Los Angeles Times: Some restaurants serve up iPads for customers to place orders</a></p>
<p><a href="http://www.independent.co.uk/life-style/food-and-drink/features/restaurants-of-the-future-eat-like-a-geek-1931466.html">The Independent: Restaurants of the future: eat like a geek</a></p>
<p><a href="http://trendland.com/inamo-the-tactile-restaurant/">Trendland.com: Inamo : The Tactile Restaurant</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aplicação: Smartphones na redução no valor dos seguros de veículos</title>
		<link>http://telematika.com.br/aplicacao-smartphones-na-reducao-no-valor-dos-seguros-de-veiculos/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Aug 2012 22:31:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[oabrusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Insurance Telematics]]></category>
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		<description><![CDATA[No universo peculiar dos seguros de veículos, existe já há tempos o conceito de oferecer um seguro com um custo variável de acordo com o perfil do motorista, premiando aqueles com menor probabilidade de se envolver em acidentes. No Brasil, Isso é feito através do preenchimento da própria proposta de seguro, aonde se é obrigado...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Montagem-aviva.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-392" title="Montagem aviva" src="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Montagem-aviva.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a>No universo peculiar dos seguros de veículos, existe já há tempos o conceito de oferecer um seguro com um custo variável de acordo com o perfil do motorista, premiando aqueles com menor probabilidade de se envolver em acidentes.</p>
<p>No Brasil, Isso é feito através do preenchimento da própria proposta de seguro, aonde se é obrigado a identificar os motoristas do veículo, percentual do uso, tipo do uso e assim por diante. Com isso se oferece, por exemplo, seguros mais baratos para as mulheres  e mais caros para jovens. Uma outra maneira de mensurar o quão bem (ou mal) uma pessoa dirige é através do uso da tecnologia. Uma opção tecnológica que possui boa adesão em alguns países, entre os quais o Reino Unido, é o Pay-How-You-Drive (PHYD), uma das modalidades de UBI (Usage Based Insurance – Seguro baseado no uso).</p>
<p>O conceito é simples e se baseia na instalação de um equipamento no veículo que coleta dados relativos ao modos e hábitos de direção do motorista. Esse dados são transmitidos periodicamente para uma central que os compara com as condições de contratação da apólice. Um exemplo típico é o da seguradora Acorn (<a href="http://www.payhowyoudrive.co.uk/">www.payhowyoudrive.co.uk</a>):</p>
<ul>
<li>O segurado seleciona um plano baseado na quilometragem anual esperada (caso a quilometragem aumente é possível mudar a mesma durante a vigência do seguro);</li>
<li>A seguradora  monitora a quilometragem média, a quilometragem noturna e os excessos de velocidade;</li>
<li>No caso de infrações, o segurado acumula pontos que ao ultrapassarem um determinado limite levam ao cancelamento da apólice.</li>
</ul>
<p>A dificuldade de adoção desse modelo é de que o custo do equipamento + Instalação + operação é alto, quase nos mesmos patamares do desconto que pode ser oferecido ao cliente final.</p>
<p>Há alguns dias atrás a Aviva, uma das principais seguradoras britânicas, lançou um piloto de modelo interessante que pode ser o precursor de mudanças nesse mercado de PHYD. A empresa lançou um aplicativo para ser instalado no celular do motorista com o objetivo de coletar dados para traçar o perfil do mesmo:</p>
<ul>
<li>O motorista baixa o aplicativo gratuitamente (no momento apenas para os smartphones rodando Android 2.2(;</li>
<li>Ao iniciar uma jornada, o motorista deve pressionar o botão [LET’S GO]. Ao final ele deve pressionar o botão [STOP];</li>
<li>O celular deve ficar em um local sem obstrução;</li>
<li>O aplicativo usa o GPS do celular para coletar dados  que são usados para calcular velocidade, aceleração, frenagem, etc);</li>
<li>O motorista deve percorrer uma distância total de 200 milhas (somatória dos diversos trechos usando o aplicativo);</li>
<li>Ao final das 200 milhas, o aplicativo apresenta uma nota de 0-10 que será então  utilizada para se estipular um desconto que pode alcançar até 20% do valor do seguro;</li>
<li>O motorista não precisa continuar utilizado o aplicativo após a contratação do seguro.</li>
</ul>
<p>É claro que se trata de um modelo ainda simplista, com muitos pontos falhos e aplicação limitada:</p>
<ul>
<li>O usuário precisa se lembrar de registrar os trechos;</li>
<li>Nada impede de que uma pessoa usa o aplicativo para conseguir o desconto para outro motorista</li>
<li>Nada garante que o motorista dirija cuidadosamente durante as 200 milhas do teste e depois volte ao seus hábitos mais agressivos de direção;</li>
</ul>
<p>Porém trata-se de uma idéia original e que pode no futuro evoluir para uma solução que ajude a  popularizar o Pay-How-You-Drive.</p>
<p>Algumas possíveis melhorias:</p>
<ul>
<li>Com a gradual integração entre smartphones e veículos, o aplicativo rodando no veículo poderia descobrir se o veículo foi ligado ou desligado.  Como distinguir se a pessoa dona do celular é o motorista ou o passageiro é um detalhe que precisaria ser resolvido J.</li>
<li>Da mesma forma que os celulares estão sendo utilizados para realizar o pagamento de contas, a mesma tecnologia poderia ser utilizada para a identificação do motorista;</li>
</ul>
<p>Vamos esperar os resultados deste teste piloto</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="http://www.aviva.co.uk/ratemydrive/">Site Aviva</a></p>
<p><a href="https://www.payhowyoudrive.co.uk/index.php">Site Pay-How-you-Drive</a></p>
<p><a href="http://www.insurancetimes.co.uk/aviva-launches-private-car-smartphone-app/1398079.article">Insurancetimes.co.uk: Aviva launches private car smartphone app</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Recursos: Informações sobre e-Call na europa</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 18:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[oabrusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Online]]></category>
		<category><![CDATA[e-Call]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma interessante fonte de informações sobre eCall  é o portal da Society European Comission Information. Além de informações sobre o conceito em si, o site disponibiliza vários documentos sobre o assunto, como impacto no mercado, projetos piloto, resultados de consultas públicas em vários países, além de vários vídeos explicativos. É uma fonte interessante de informações...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/europe.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-388" title="europe" src="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/europe-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>Uma interessante fonte de informações sobre eCall  é o portal da  Society <a href="http://ec.europa.eu/information_society/index_en.htm">European Comission Information</a>. Além de informações sobre o conceito em si, o site disponibiliza vários documentos sobre o assunto, como impacto no mercado, projetos piloto, resultados de consultas públicas em vários países, além de vários vídeos explicativos.</p>
<p>É uma fonte interessante de informações para entender sobre o tema e os desafios na implantação de um sistema como esse.</p>
<p>Segue o link para a página sobre eCall:</p>
<p><a href="http://ec.europa.eu/information_society/activities/esafety/ecall/index_en.htm">European Comission Information &#8211; Activities: e-Call</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aplicações: Perspectivas de eCall no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 18:08:03 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
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		<category><![CDATA[GPRS]]></category>
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		<description><![CDATA[Soluções de eCall ou emergency Call (chamadas de emergência) têm sido exaustivamente discutidas e testadas nos últimos anos, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. Nesta última um sistema englobando todos os países do bloco deve ser colocado no ar em 2015 (grandes operações regionais já estão em funcionamentos em vários países). O conceito é...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/bandeira_do_brasil_ecall.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-384" title="bandeira_do_brasil_ecall" src="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/bandeira_do_brasil_ecall.jpg" alt="" width="265" height="229" /></a>Soluções de eCall ou emergency Call (chamadas de emergência) têm sido exaustivamente discutidas e testadas nos últimos anos, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. Nesta última um sistema englobando todos os países do bloco deve ser colocado no ar em 2015 (grandes operações regionais já estão em funcionamentos em vários países).</p>
<p>O conceito é bem simples: O veículo é equipado com um dispositivo que envia um sinal de posicionamento GNSS (GPS, Glonass, &#8230;) através de comunicação celular,  quando ocorre um acidente (usualmente um SMS). O sinal de socorro é enviado para uma central de emergência que direciona ambulância/bombeiros para o local indicado do acidente. A pronta resposta reduz o tempo de atendimento das vítimas, aumentando as chances de sobrevivência. O sinal de socorro também pode ser enviado através de um botão no painel do veículo.</p>
<p>O serviço de eCall já está sendo oferecido no Brasil? Até aonde eu pude verificar, existem algumas iniciativas pontuais como a da Volvo, que deseja oferecer a funcionalidade que já vêm embarcada nos veículos importados, porém elas têm esbarrados em dificuldades como a qualidade da infraestrutura de telecomunicações, interworking entre operadoras celulares, integração com serviços de emergências, &#8230;. Ou seja, a resposta infelizmente parece ser não (se alguém puder me passar alguma informação mais atualizada &#8230;).</p>
<p>Então qual a razão deste post em particular?</p>
<p>A resposta é a resolução 311 do CONTRAN publicada em 2009 que estabelece a obrigatoriedade da instalação de airbags frontais. A resolução define uma tabela gradual de implantação dos equipamentos nos veículos começando em janeiro de 2010 e alcançando a totalidade dos veículos comercializados em 2014.</p>
<p>Como o modo de operação mais básico dos sistemas de e-call é o monitoramento do estado do Airbag, , a resolução 311 ao instituir a obrigatoriedade do mesmo, acaba criando as condições necessárias para oferta generalizada desse serviço. Temos duas possíveis vertentes:</p>
<ul>
<li>Iniciativas privadas aonde as montadoras atuem junto com operadoras de telefonia celular e provedores de serviço;</li>
<li>Iniciativa governamental, por força de alguma lei ou resolução do próprio CONTRAN;</li>
</ul>
<p>É fato, porém que a simples disponibilidade dos equipamentos nos veículos não basta para tornar o ecall no Brasil uma realidade. Existem inúmeros aspectos que precisam ser muito bem estudados além de investimentos a serem feitos:</p>
<ul>
<li>Seria possível uma integração com os dispositivos antifurto que serão obrigatórios a partir de 2013? Lembrando que estes dispositivos já possuem um modem GPRS e GPS integrados.</li>
<li>Hoje os sistemas de ecall são bem mais sofisticados, monitorando vários outros sensores e equipamentos no veículo (além do Airbag). Hoje é possível até mesmo avaliar a gravidade do acidente através dos dados coletados;</li>
<li>A infraestrutura de telecomunicações precisa ser seriamente reavaliada, em especial devido aos problemas gritantes de qualidade;</li>
<li>Uma integração com os diversos serviços de emergência precisaria ser implementada;</li>
</ul>
<p>Em posts futuros eu pretendo comentar sobre as soluções de ecall atualmente em discussão em outros países. Fica o alerta para essa grande oportunidade de negócio e para salvar vidas.</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/RESOLUCAO_CONTRAN_311_09.pdf">Denatran: Resolução_Contran 311 de 2009</a></p>
<p><a href="http://gristecblog.wordpress.com/?p=5704&amp;preview=true%20target=_self">Blog Gristec: Nova lei dispara mercado de airbags</a></p>
<p><a href="http://telematicsnews.info/2011/09/08/europe-ecall-legislation-to-start-from-2015_s2081/">Telematicsnews: Europe: eCall Legislation to start from 2015</a></p>
<p><a href="http://correiobraziliense.vrum.com.br/app/301,19/2012/03/10/interna_noticias,45448/airbag-e-abs-lei-comeca-a-dar-resultados.shtml">Correio Braziliense: Airbag e ABS: Lei começa a dar resultado</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Evento: Telematics Update Brazil &amp; LATAM 2012</title>
		<link>http://telematika.com.br/evento-telematics-update-brazil-latam-2012/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Aug 2012 02:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[oabrusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos próximos dias 12 e 13 de setembro teremos a segunda edição do Telematics Update Brazil &#38; LATAM 2012. Trata-se de um interessante evento que é um misto de conferência, exposição e encontro de networking que reúne profissionais atuantes no segmento de Telemática voltada para veículos. Participam representantes de montadoras de veículos, fabricantes de equipamentos,...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Telematics-Update-2012.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-378" title="Telematics Update 2012" src="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Telematics-Update-2012.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Nos próximos dias 12 e 13 de setembro teremos a segunda edição do Telematics Update Brazil &amp; LATAM 2012. Trata-se de um interessante evento que é um misto de conferência, exposição e encontro de networking que reúne profissionais atuantes no segmento de Telemática voltada para veículos.</p>
<p>Participam representantes de montadoras de veículos, fabricantes de equipamentos, provedores de serviços, operadoras de telecomunicações além de profissionais como o seu amigo aqui. É uma excelente oportunidade para conhecer o status da telemática em outros países. O mais importante porém, é a possibilidade de expandir o seu network.</p>
<p>Os eventos da Telematics Update ocorrem anualmente em vários países e pode ser considerados como o ponto de encontro dos profissionais do segmento.</p>
<p>O custo é salgado, porém vale a pena, se considerarmos a quantidade de pessoas que pode-se conhecer de uma vez só.</p>
<p>Para maiores informações visite o site do evento.</p>
<p>http://www.telematicsupdate.com/latam/index.php</p>
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		<title>Grupo Insurance Telematics (LinkedIn)</title>
		<link>http://telematika.com.br/grupo-insurance-telematics-linkedin/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Aug 2012 00:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[oabrusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Recursos Online]]></category>
		<category><![CDATA[Insurance Telematics]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos segmentos de mercado que mais se beneficiam da telemática embarcada é a de seguros de veículos. Existem duas vertentes básicas: &#8211; Instalar no veículo um dispositivo que auxilie a recuperação do mesmo em caso de furto; &#8211; Utilizar a tecnologia para oferecer tipos de seguro baseados na interação que o motorista têm com...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Linkedin.png"><img class="alignleft size-full wp-image-374" title="Linkedin" src="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Linkedin.png" alt="" width="256" height="256" /></a>Um dos segmentos de mercado que mais se beneficiam da telemática embarcada é a de seguros de veículos. Existem duas vertentes básicas:</p>
<ul>
<li>&#8211; Instalar no veículo um dispositivo que auxilie a recuperação do mesmo em caso de furto;</li>
<li>&#8211; Utilizar a tecnologia para oferecer tipos de seguro baseados na interação que o motorista têm com o veículo;</li>
</ul>
<p>A rede social para profissionais LinkedIN hospeda um interessante grupo sobre o tema. O <em>Insurance Telematics</em> foi criado em 2009 e hoje conta com mais de 1000 membros e é um grupo extremamente ativo. Além da tradicional auto-propaganda realizada pelos participantes , há sempre várias discussões sérias em andamento.</p>
<p>Eu recomendo a adesão a esse grupo pois trata-se também, em minha opinião, da melhor maneira em saber o que acontece fora do Brasil.</p>
<p><a href="http://www.linkedin.com/groups/InsuranceTelematics-2523891?home=&amp;gid=2523891&amp;trk=anet_ug_hm">Insurance Telematics Group</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>2G será descontinuado nos EUA nos próximos anos. Qual o impacto no mundo M2M?</title>
		<link>http://telematika.com.br/2g-sera-descontinuado-nos-eua-nos-proximos-anos-qual-o-impacto-no-mundo-m2m/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 14:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[oabrusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[2G]]></category>
		<category><![CDATA[3G]]></category>
		<category><![CDATA[GPRS]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns dias atrás a AT&#38;T (EUA) divulgou oficialmente que pretende descontinuar a sua rede 2G até 2017. A razão é simples: a empresa está enfrentando problemas de escassez de banda em 3G e pretende utilizar a faixa destinada para 2G para expandir a capacidade de 3G/4G. Atualmente somete 12% da base instalada da empresa...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/2G-Shutdown.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-370" title="2G Shutdown" src="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/2G-Shutdown-300x285.jpg" alt="" width="300" height="285" /></a>Há alguns dias atrás a AT&amp;T (EUA) divulgou oficialmente que pretende descontinuar a sua rede 2G até 2017. A razão é simples: a empresa está enfrentando problemas de escassez de banda em 3G e pretende utilizar a faixa destinada para 2G para expandir a capacidade de 3G/4G. Atualmente somete 12% da base instalada da empresa compreende usuários em 2G.</p>
<p>A mesma intenção já havia sido apresentada no começo do ano pela T-Mobile (operadora celular da Deutsche Telekom nos EUA ). A idéia proposta pela T-Mobile seria utilizar de  60 a 75 por cento da banda de 2G para trafegar dados em 3G, deixando o restante para clientes que ainda persistissem em utilizar aparelhos 2G ou para comunicações M2M (Machine-to-Machine)</p>
<p>Até mesmos os fabricantes de equipamentos de infraestrutura (estações rádio base e centrais telefônicas celulares) já entraram nessa onda. No começo de Maio deste ano, a Nokia Siemens apresentou uma tecnologia que permite as operadoras migrarem aos poucos parte de sua capacidade em GSM (2G) para HSPA (3G).</p>
<p>A razão de todo esse movimento é a crise de espectro de frequências. Com a forte demanda de mercado por serviços de dados móveis, as operadoras dos EUA estão com dificuldades já que o espectro de frequências é limitado.</p>
<p>Para as pessoas que não estão familiarizadas com este papo todo de frequências e espectros, podemos usar a seguinte analogia. O espectro de frequências é como um prédio que foi construído em cima de uma ilha. Este prédio possui 20 andares que é o máximo que a ilha aguenta. Cada andar está alocado para um tipo de serviço de telecomunicações (um para rádio AM, outro para rádio FM, outro para TV analógica, outro para TV digital, outro para telefonia 2G, outro para 3G e assim por diante). A medida que muitas pessoas ou empresas começam a utilizar o serviço, começa-se a ocupar o andar da mesma. Quando muitas pessoas utilizam o serviço, o andar passa a ficar cheio e algumas pessoas não conseguem mais usufruir do mesmo. Colocar mais equipamentos e infraestrutura ajuda, porém há um limite para isso (na nossa analogia, aumentamos o andar até o tamanho da ilha). Pode-se chegar a um ponto no qual todo o andar estará ocupado.</p>
<p>É o que está acontecendo com a banda 3G em países desenvolvidos e o que acontecerá também com a 4G no futuro. O que as operadoras de telefonia celular notaram é que existe no nosso edifício um andar que teoricamente estaria ficando um pouco mais vazio. Aquele ocupado pelo 2G.</p>
<p>Toda essa explicação foi dada para levantar a seguinte questão: Com a migração das pessoas para o 3G, o 2G têm sido usado cada vez mais nas aplicações M2M, ou seja equipamentos enviando pequenos pacotes de dados, seja periodicamente (rastreadores, medidores de energia elétrica,&#8230;) ou por demanda (leitoras de cartões de crédito, alarmes residenciais,  &#8230;). Em mais de uma ocasião, eu ouvi de especialistas de que a 2G acabaria sendo o meio principal de comunicação para o negócio M2M de pequenos pacotes de dados.</p>
<p>A decisão das operadoras americanas, se levada adiante e for adotada no futuro também por aqui,  afetará vários tipos de negócio no longo prazo. Até aonde eu sei, um modem 2G não funcionaria em uma rede 3G (o contrário é verdadeiro). Quando eu penso que estamos (aqui no Brasil) trabalhando para termos rastreadores instalados de fábrica nos veículos, presos sendo monitorados, e os dados de consumo de energia elétrica, água e gás transmitidos diretamente para as concessionárias, todas usando GPRS, me parece que logo precisaremos de toda a banda 2G disponível. É claro que a substituição de equipamentos no campo ocorre na maioria das vezes a cada 3-5 anos,  e seria possível na maior parte dos casos realizar a troca dos equipamentos 2G por 3G (ou o que estiver disponível). Entretanto, eu não imagino que os planos de negócios da maioria das empresas esteja considerando reinvestir novamente em equipamentos em tão pouco tempo.</p>
<p>O fato é que o negócio M2M para as operadoras é muito pequeno se comparado com negócio de telefonia para o público em geral. Estrategicamente falando, é bastante compreensível a idéia de usar o espectro de frequências do 2G em 3G. Os efeitos colaterais porém preocupam um pouco.</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="http://gigaom.com/broadband/nokia-siemens-wants-to-shut-off-2g-one-frequency-at-a-time/">GigaOM.com: Nokia Siemens wants to shut off 2G one frequency at a time</a></p>
<p><a href="http://ihacked.ca/t-mobile-pounds-the-first-nail-in-2gs-coffin/">ihacked.ca: T-Mobile pounds the first nail in 2G’s coffin</a><br />
<a href="http://gigaom.com/broadband/is-att-sunsetting-its-2g-networks-as-well/">GigaOM.com: Is AT&amp;T sunsetting its 2G networks as well?</a><br />
<a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/rede-2g-fim-nos-eua-expansao-no-brasil-5721056">O Globo.com: Rede 2G: fim nos EUA, expansão no Brasil</a></p>
<p><a href="http://online.wsj.com/article/BT-CO-20120803-711712.html">Wall Street Jornal Online: AT&amp;T Plans to Shut Down 2G Wireless Network by 2017</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Jamming: Algumas ocorrências reais</title>
		<link>http://telematika.com.br/jamming-algumas-ocorrencias-reais/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 00:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[oabrusa]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Aplicações]]></category>
		<category><![CDATA[Jamming]]></category>
		<category><![CDATA[Navegação Satelital]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Os posts mais lidos deste blog têm sido aqueles relacionados a Jamming e a Spoofing, o que é bem compreensível, pois trata-se de uma ameaça que afeta todos os segmentos da Telemática. Nas últimas semanas eu acabei colecionando alguns relatos de ocorrência real de jamming, assim como preocupações sobre a possibilidade dele ser utilizado: &#8211;...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_364" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Interferência.jpg"><img class="size-medium wp-image-364" title="Interferência" src="http://telematika.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Interferência-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: www.freedigitalphotos.net</p></div>
<p>Os posts mais lidos deste blog têm sido aqueles relacionados a Jamming e a Spoofing, o que é bem compreensível, pois trata-se de uma ameaça que afeta todos os segmentos da Telemática.</p>
<p>Nas últimas semanas eu acabei colecionando alguns relatos de ocorrência real de jamming, assim como preocupações sobre a possibilidade dele ser utilizado:</p>
<ul>
<li>&#8211; Durante a primavera árabe, que culminou com as quedas de vários ditadores no Oriente Médio, ocorreram pelo menos dois momentos nos quais os sinais de satélite da rede Al Jazeera foram interrompidos. No começo de fevereiro de 2011, o governo do Egito utilizou do Jamming para interromper a recepção por uma semana. No final de fevereiro do mesmo ano o mesmo ocorreu na Líbia. Nesta ocasião, a emissora informou que foi possível localizar a fonte do jamming, no caso um edifício do serviço de inteligência líbio na cidade de Tripoli. No começo de 2012 foi a vez do governo do Irã ser acusado pela emissora de afetar o sinal de satélite da emissora.</li>
<li>&#8211; No final de abril deste ano, a Coréia do Norte começou utilizar o jamming de GPS afetando tanto o tráfego aéreo civil quando o de embarcações. Essa “guerra eletrônica” levou a mais de 500 relatos de aeronaves que sofreram panes em seus sistemas GPS, sendo que um helicóptero não tripulado caiu, provavelmente afetado pelo jamming. A fonte da interferência foi localizada em uma cidade situada na fronteira norte da Coréia do Norte. A Coréia do Sul já havia recentemente acusado a sua vizinha do norte de usar táticas semelhantes durante exercícios militares em 2010/2011;</li>
<li>&#8211; Durante as eleições de 2010 nas Filipinas, ocorreram grandes discussões sobre a possibilidade do uso de jammers. Pelo o que eu pude entender, se estreou na ocasião um sistema de urnas eletrônicas, similar ao que existe aqui no Brasil, sendo que os dados das mesmas eram enviados via GPRS para a central de consolidação. A agitação toda ocorreu após se descobrir a entrada por contrabando de um lote de 5.000 jammers às vésperas da eleição. Não encontrei nenhum relato que confirme problemas durante a eleição.</li>
</ul>
<p>Temos algumas características interessantes nestas três situações:</p>
<ul>
<li>&#8211; Cada uma trata de jamming contra uma aplicação diferente: TV via Satélite, GPS e GPRS =&gt; qualquer sinal de RF pode ser afetado ;</li>
<li>&#8211; Duas delas (o jamming contra GPS e TV) são iniciativas em grande escala =&gt; aplicações de grande escala são possíveis;</li>
<li>&#8211; A última apesar de aparentemente não ter ocorrido, mostrou que pequenos jammers poderiam, se usados de maneira coordenada, causar um estrago em grande escala</li>
</ul>
<p>Me parece que, de maneira similar ao que ocorre com as aplicações militares, teremos em breve sistemas civis de anti-jamming.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p><a href="http://www.globalpost.com/dispatch/news/regions/asia-pacific/south-korea/120502/north-korea-gps-jamming-electronic-signals-sou">GlobalPost.com: North Korea accused of using GPS to jam signals to commercial flights</a></p>
<p><a href="http://www.dailymail.co.uk/news/article-2142835/North-Korea-wages-cyber-war-south-military-blocks-GPS-disrupts-flights-shipping.html">Dailymail.com.uk: North Korea wages cyber war on the south as military blocks GPS and disrupts flights and shipping</a></p>
<p><a href="http://asw.newpacificinstitute.org/?p=11172">asw.newpacificinstitute.org: Did North Korean GPS Jamming Down a South Korean UAV Helicopter Drone?</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/africaandindianocean/libya/8339711/Libya-intelligence-agency-jamming-television-signals.html">Telegraph.co.uk:Libya: intelligence agency &#8216;jamming&#8217; television signals</a></p>
<p><a href="http://www.middle-east-online.com/english/?id=49922">Middle-east-online.com: Tehran vs. Doha: Iran jamming Qatar’s media arm Al-Jazeera</a></p>
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