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	<title>Terra Oca</title>
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	<description>Segredos da Terra Oca</description>
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		<title>A Terra Oca &#8211; Raymond Bernard</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 07:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TerraOca]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Terra Oca &#8211; Raymond Bernard Anunciado como: A MAIOR DESCOBERTA GEOGRÁFICA DA HISTÓRIA FEITA PELO ALMIRANTE RICHARD E. BYRD NA MISTERIOSA TERRA ALÉM]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>A Terra Oca &#8211; Raymond Bernard</strong></h1>
<p>Anunciado como: <strong>A MAIOR DESCOBERTA GEOGRÁFICA DA HISTÓRIA FEITA PELO ALMIRANTE RICHARD E. BYRD NA MISTERIOSA TERRA ALÉM DOS PÓLOS &#8211; A VERDADEIRA ORIGEM DOS DISCOS VOADORES</strong></p>
<p>Este livro surgiu como a confirmação de uma história que, já desde a antiguidade, foi contada por inúmeras pessoas com crédito o suficiente para perdurar por séculos como uma possibilidade real. Desde os antigos costumes gregos do Hades, nórticos sobre o Svartalfheim, passando pelo Sheol Judaico, o Inferno Cristão e pela obra de Julio Verne, muitas pessoas sempre tiveram certeza de que o planeta que habitamos não era exatamente uma pedra flutuando no espaço. No fim do século XVII, Edmond Halley começou a dar um embasamento científico sobre a possibilidade dos mundos subterrâneos do planeta serem reais. Ele afirmou que a terra era na verdade uma casca oca de espessura aproximada de 800 Km e no seu interior haveria outro par de cascas, um dentro do outro, finalizando com um núcleo no centro de tudo. Cada casca oca seria separada por uma atmosfera própria e teriam rotações em velocidades próprias; ele considerou que cada camada de terra, que em sua visão se assemelhava a uma enorme boneca russa esférica, seria luminosa e possivelmente habitada.</p>
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		<title>Cidades Intraterrenas</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 05:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TerraOca]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo o conhecimento oculto, existem no seio da Terra 3 reinos internos denominados de Agharta, Badagas e Duat. Várias cidades se interligam entre si]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o conhecimento oculto, existem no seio da Terra 3 reinos internos denominados de Agharta, Badagas e Duat. Várias cidades se interligam entre si nesses reinos subterrâneos referidos  por vários autores como Francis Bacon, Thomas Moore, Tomaso Campanella, Bulwer Lytton, James Hilton, Alice Baley, René Guénon e outros.</p>
<p>Helena Petrova Blavastky, a grande teosofista russa, refere-se a Shamballa como a Capital ou o Centro do Mundo e o explorador polonês Ferdinand Ossendovski refere-se ao reino de Agartha habitado por milhões de indivíduos governados por um soberano, Rigden Jyepo.</p>
<p>Ossendovski, faz referências a Agartha no seu livro Bestas, Homens e Deuses, mostrando que o povo oriental crê em tal facto, especialmente os hindus, tibetanos, mongóis e chineses. Diz-se mesmo que em determinados momentos toda a natureza se cala na superfície  para louvar o Rei do Mundo em suas manifestações no plano físico. No final do século XIX, o marquês Saint-Yves D&#8217;Alveydre viajou pela Índia e arredores e ouviu relatos semelhantes, que registrou na sua obra Missão da Índia.</p>
<p>Das várias cidades internas,   Telos   será uma das mais importantes com 1.500.000 habitantes remanescentes da Lemúria (antigo continente desaparecido), situada sob os montes Shasta, na Califórnia. Depois existe    Posid, com 1.300.000 habitantes remanescentes de Atlântida, localizada abaixo das planíceis de Mato Grosso no Brasil. Na serra do Roncador situa-se Létha e outras mais sob o grande Continente sul americano. Uma outra será Shonshe, refúgio da cultura Uighur que fica nos Himalaias e sua entrada é protegida por um Monastério, e  Shingwa  fica localizada na fronteira da Mongólia com a China e uma pequena cidade secundária no Monte Lassen.</p>
<p>Telos significa “Comunicação com o Espírito”, tem forma de domo e é formada por cinco níveis. O primeiro nível concentra o comércio, educação e administração, além de um Templo em forma de pirâmide com capacidade para 50.000 indivíduos.  A Ascenção é o objectivo principal da Comunidade onde não há dissenções religiosas de nenhuma espécie e sim compreensão da Unidade para os vários Planos da Eternidade.</p>
<p>Toda a população em Telos é vegetariana desde há 12.000 anos e ali não existem doenças ou violência devido a isso, contrariamente à população da superfície. A longevidade é uma característica dessa civilização avançada onde o envelhecimento dos corpos físicos é retardado podendo viver vários séculos pela sua condição genética, apesar de não serem imortais, pois isso só é possivel no plano do espírito e não da matéria perecivel que é sempre passível de transformação em qualquer dimensão.</p>
<p>Em Telos não existe dinheiro e todas as necessidades básicas de seus habitantes são supridas, não havendo a chamada luta de classes ou pela sobrevivência nem tão pouco as desigualdades sociais tão comuns na Sociedade humana.</p>
<p>As ligações entre as várias cidades intraterrenas são feitas por imensos túneis por onde circulam veículos velozes, tipo Metro, que atravessam todo o globo interno, havendo outros veículos (os chamados Ovnis) que saiem para a superfície por aberturas nas montanhas e calotas polares por onde adentrou Richard Byrd nas suas viagens ao Polo Norte e Polo Sul, tendo contactado uma civilização mais avançada no interior da Terra onde esteve durante 20 dias, como descreve no seu Diário que conservou secreto até à sua morte em 1957, pois esteve impedido pelo governo de seu país de dizer ao mundo tudo o que vira e sabia.</p>
<p>Acredita-se por fim que muitos desses intraterrenos  se encontram actualmente na superfície do Planeta no sentido de ajudar a humanidade a desenvolver-se a vários níveis e fundir os dois mundos (interno e externo) para uma Sociedade mais perfeita, evoluida e avançada, sem guerras,  sem violência, sem injustiças e  desigualdades socias, de mais respeito pela Natureza e pela vida dos animais.</p>
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		<title>Entradas para Terra Oca</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 05:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[TerraOca]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existem vários túneis que podem nos levar ao reino subterrâneo de AGARTHA e três dessas entradas ficam no Brasil. Alguns buracos dão diretamente em]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Existem vários túneis que podem nos levar ao reino subterrâneo de AGARTHA e três dessas entradas ficam no Brasil. Alguns buracos dão diretamente em cidades subterrâneas,o que facilita Bastante a vida do turista explorador. Poucas pessoas no planeta conhecem as entradas e conspiram para que não saibamos que elas existem. Mais isso acabou.Veja aqui qual é a melhor rota para visitar esse submundo.</p>
<p>. Caverna Kentucky Mommouth, no Kentucky, Estados Unidos.</p>
<p>. Monte Shasta, na Califórnia, EUA. Esta entrada dá diretamente na cidade subterrânea de Telos, onde vive um milhão de agarthianos.</p>
<p>. Manaus. Amazonas, Brasil. O site não especifica onde fica a entrada.</p>
<p>Felizmente, Manaus não é uma cidade tão grande.</p>
<p>. Mato Grosso, Brasil. O local exato também não é especificado. Mas alguns conspirólogos garantem que é na Serra do Roncador, onde o explorador inglês Percy Harrison Fawcett desapareceu em 1925. A rota leva à cidade de Posid, fundada por descendentes dos atlantes. Um milhão e 300 mil pessoas viveriam em Posid. Um milhão, trezentos mil e um, se contarmos o Fawcett.</p>
<p>. Cataratas do Iguaçu, Brasil.</p>
<p>. Monte Epomeo, Itália.</p>
<p>. Montanhas do Himalaia, Tibet. Esta entrada dana cidade de Shonshe. É guardada por monges hindus.</p>
<p>. Fronteira entre a China e a Mongólia. Entrada não especificada. Dá direto na cidade de Shingwa.</p>
<p>. Rama, Índia. Debaixo desta cidade há uma Rama subterrânea, muito mais antiga que a similar da superfície.</p>
<p>. Pirâmide de Gizé, Egito.</p>
<p>. Minas do Rei Salomão, África.</p>
<p>. Ambos os pólos.</p>
<p>A cidade de São Tomé das Letras, em Minas Gerais, famosa por suas cavernas, não é mencionada na lista, o que é uma injustiça. Vários freqüentadores de São Tomé têm certeza de que a cidade é uma porta de entrada para o mundo subterrâneo.</p>
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		<title>Civilização Intraterrena</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 05:26:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estaríamos sós neste planeta ou outros povos o co-habitariam, explorando as imensas riquezas que ele dispõe? Muito se pergunta sobre a origem dos UFOs.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estaríamos sós neste planeta ou outros povos o co-habitariam, explorando as imensas riquezas que ele dispõe? Muito se pergunta sobre a origem dos UFOs. Quanto a isso, uma parcela considerável dos ufólogos entende que a maioria das naves avistadas são provenientes daqui da Terra, e não do espaço exterior. Se elas se originam daqui, excluindo as aeronaves militares e civis, só nos resta os veículos utilizados por outros seres já estabelecidos no planeta. Lembremos o caso do povo Dropa, que teria habitado terras hoje dentro do território chinês e que, segundo se conta, seria originário de um planeta distante mas se viu forçado a pousar na Terra devido a avarias e problemas técnicos em sua nave-mãe. Outro povo estranho, de fisiologia e morfologia singulares e idioma incompreensível, habita determinada região do altiplano boliviano.</p>
<p>Fora esses dois casos não há sobre a face da Terra outros povos que não se filiem a linhagem humana, a não ser que estejam camuflados em bases instaladas tanto nos oceanos como no subsolo, sendo que, em ambos os casos, satélites já conseguiram registrar alguns desses locais, e muitos deles já foram visitados por órgãos governamentais. Relatos de várias partes do globo referem-se a cidades no meio de matas e no alto de montanhas, como o famoso Monte Shasta, em Cascade Range, no norte da Califórnia, nos Estados Unidos. Local sagrado para os índios, de tempos em tempos são avistadas luzes em seu cume, além de homens flutuando que desaparecem no meio da neve. O governo norte-americano já conseguiu fotografar tal cidade sobre o Monte Shasta, mas ao que se saiba não teria entrado em contato com aquela comunidade.</p>
<p>Na Mongólia, segundo as tradições esotéricas, existem acessos a cidades no interior da terra, entre elas Shamballa, onde viveria o Rei do Mundo. Assim como no Tibet, território controlado pela China. Aqui em nosso país, temos realizado o mapeamento de várias delas, sendo que a maioria se concentra na região Sudeste, embora em praticamente todo o vasto território brasileiro se mencionem estranhos habitantes do subterrâneo, como na Ilha de Marajó, no Amazonas e em Mato Grosso. Neste último, por exemplo, não faltam relatos dando conta de diversas entradas para cidades subterrâneas. Uma delas chama particularmente a atenção, pois se situa em área indígena. Próxima a entrada, está um lago curioso onde literalmente não há vida. Técnicos do Governo Federal já tentaram povoá-lo, inserindo larvas de peixes, que não sobreviveram. Análises efetuadas da água não revelaram nada de especial.</p>
<p>Na época das chuvas ele não transborda, como se dispusesse de algum sistema de escoamento. Próximo a esse curioso lago há uma caverna que os índios locais evitam, guardando o maior respeito. Afirmam que lá dentro há gente, e que não é bom mexer com eles. Os poucos que se arriscaram a explorá-la contam que após o segundo salão já não há necessidade de lanternas ou qualquer outro tipo de iluminação, pois a caverna teria iluminação própria. Uma equipe de televisão esteve lá para fazer uma reportagem, filmou o tal lago e adentrou a caverna, mas antes de percorrer o segundo salão, o índio que a acompanhava parou de repente e aconselhou que retornassem dali, haja vista que mais adiante vivia gente que ele não queria ver. Precatada, a equipe de televisão desistiu.</p>
<p>A Serra da Mantiqueira, que engloba os Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, é um dos grandes ninhos dessas comunidades. Na chamada Ana Rasa, uma caverna existente na Pedra do Baú [Imponente bloco de granito com uma base de 540 m de comprimento por 40 m de largura, e uma altura de 340 m], no município de São Bento do Sapucaí, a 185 km de São Paulo, tanto em seu interior como no exterior já se encontraram estranhas marcas de pisadas em forma de casco. Alguns a comparam, numa tentativa de definição rudimentar, a pequenas panelas. Estranhos seres já foram observados entrando e saindo daquela caverna. O Vale do Ribeira, região sul do Estado de São Paulo, é outra área rica em manifestações inusitadas, tais como sondas, seres estranhos e naves.</p>
<p>Caverna do Diabo  Na Serra de André Lopes, na Rodovia SP-165, que liga os municípios de Eldorado a Iporanga, fica a famosa Caverna do Diabo ou Gruta da Tapajem [Local misterioso ou obscuro, em tupi guarani], com seus oito mil metros de galerias e salões. Descoberta em 1891 pelo explorador alemão Richard Krone, durante mais de 70 anos não foi explorada, até que em 1965, a equipe do Clube Alpina Paulista varou a montanha de lado a lado. Outrora fazia parte de uma fazenda e era utilizada por seus proprietários como depósito de cana-de-açúcar. Frequentemente o que era guardado ali amanhecia mexido, e de tal maneira que um só homem não teria condições de fazê-lo. Atribuíram aquilo ao diabo, daí terem-na batizado com esse nome.</p>
<p>Posteriormente, o governo do Estado criou ali uma área de preservação ambiental e ecoturismo, o Parque Estadual Jacupiranga. Para tanto, empreiteiras foram contratadas para serviços de terraplanagem e asfaltamento. Na década de 70, quando essas empreiteiras ainda se encontravam lá, havia uma grande fenda no fundo de uma grota, onde hoje é o estacionamento. Durante a noite, os trabalhadores observavam que daquela fenda emanava uma estranha luz. Certa vez, alguns deles, por curiosidade e brincadeira, aliás um tanto sádica, resolveram descer um gato numa cesta pendurada num cabo de aço. Porém, num certo ponto, sentiram um forte tranco. Ao puxarem de volta o cabo, notaram que o mesmo havia sido cortado, como se uma ferramenta tivesse sido utilizada na tarefa. Bem, o governo, ao saber desse acontecimento, surpreendentemente desperdiçou uma excelente oportunidade de pesquisa e ordenou que aterrassem o tal buraco, o que foi feito prontamente. Muitas pessoas no interior dessa caverna sentiram toques nas costas, ouviram passos e outras manifestações. Hoje, a Caverna do Diabo tem apenas 10% da sua área aberta a visitação pública.</p>
<p>Um biólogo que trabalha no local nos contou que quando veio trabalhar no parque, era um cético em relação a essas histórias, mencionando um desafio que se firmou entre os trabalhadores, no qual ganharia boa quantia em dinheiro aquele que tivesse a coragem de pernoitar na caverna, mas até então ninguém havia topado. Certa noite, buscando um local tranquilo para leitura, ele resolveu permanecer no interior da caverna. Após algum tempo, notou alguns passos próximos a ele. Embora a caverna tenha holofotes instalados, acendeu a lanterna e mesmo assim não viu ninguém por perto. Ouviu o barulho novamente e se sentiu incomodado, achando que alguém o observava. Pensou até que fosse brincadeira de algum funcionário, mas após nova verificação, notou que não havia ninguém além dele. Sentiu então algo tocando em seu braço, e, não vendo ninguém, disparou célere para fora da caverna. Outro fato inusitado ocorreu quando da preparação de uma nova galeria para visitação pública. Cimentaram uma passarela, fixaram bancos, instalaram holofotes, mas ao tentarem ligá-los, perceberam que eles não acendiam. Os técnicos, após minuciosas inspeções, certificaram-se de que nada havia de errado, levando os encarregados pela obra a depreenderem que os habitantes da Caverna do Diabo não desejavam a ocupação de mais aquela galeria, e revolveram simplesmente abandonar aquele trecho.</p>
<p>Manifestações ufológicas  Próximo a esse parque fica Iporanga, chamada de a Capital das Cavernas, já que concentra grande número delas, 280 catalogadas pela Associação Brasileira de Espeleologia. Por toda a região considerada perigosa pelos ufólogos que lá pesquisaram, além dos integrantes do Núcleo Tron há inúmeros relatos de naves, sondas e outras manifestações. Habitantes dos vilarejos e cidades vizinhas evitam transitar pelas estradas a noite, temendo que possam se deparar com algo. Alguns já observaram os seres que habitam o subterrâneo daquela região. Certa vez, andando pela estrada que liga Iporanga a Apiaí, um morador topou com uma esfera pouco maior do que um metro de diâmetro e notou em seu interior dois seres pequeninos. Por sorte não acabou abduzido para nunca mais retornar, como foi o caso de Dona Antonia, que em seu sítio vinha sendo assediada por esferas luminosas.</p>
<p>Numa tarde, ela e sua netinha caminhavam colhendo gravetos e lenha para o jantar. De repente, a neta deixou de ouvir sua avó, vendo-se completamente sozinha. A polícia foi acionada e cães vasculharam a região, mas nada encontraram. Como o solo era fofo, no local ficaram as pegadas da neta e da avó, só que as dessa iam até certo ponto e subitamente desapareciam. Era como se a velha tivesse sido puxada para cima, admitiu um dos policiais que investigaram o caso. Um caseiro de um condomínio próximo ao centro de Iporanga, na estrada para Barra do Turvo, antes de sumir também chegou a dizer que esferas luminosas o assediavam, até que acabou abduzido e nunca mais foi visto.</p>
<p>Nos municípios de Iguape, Peruíbe e no interior de São Paulo, vive o arredio Povo Serpente, de aparência humana e que se utiliza de diversos tipos de naves, principalmente as de forma esférica. Caiçaras dizem que são altos e loiros, e suas mulheres, lindíssimas. Projetam hologramas de animais selvagens como forma de afastar os curiosos que se aproximam demais de uma das entradas de sua base ou cidade subterrânea. A exemplo do Monte Shasta, alguns caiçaras e guardas do parque já observaram parte de sua cidade, que fica visível sob condições especiais. Há outros locais utilizados por eles que denominamos de equipamentos, pois interferem no funcionamento de motores, bússolas e relógios, mas essa já é uma outra história.</p>
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		<title>Shambalah</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 05:06:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No budismo tibetano, Shambhala é um reino mítico oculto algures na cordilheira do Himalaia ou na Ásia central, próximo da Sibéria. É mencionado no]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No budismo tibetano, Shambhala é um reino mítico oculto algures na cordilheira do Himalaia ou na Ásia central, próximo da Sibéria. É mencionado no Kalachakra Tantra [1] e nos textos da cultura Zhang Zhung, que antecedeu o Budismo no Tibete ocidental. A religião Bön o chama de Olmolungring [2].</p>
<p>Shambhala significa em sânscrito &#8220;um lugar de paz, felicidade, tranqüilidade&#8221;, e acredita-se que seus habitantes sejam todos iluminados. A linha Tantra afirma que um dos reis de Shambhala, Suchandra, recebeu de Buda o Kalachakra Tantra, e que este ensinamento é lá preservado. Segundo esta tradição, quando o Bem tiver desaparecido de sobre a Terra, o 25º rei de Shambhala aparecerá para combater o Mal e introduzir o mundo em uma nova Idade de Ouro. Na Índia, essa doutrina desapareceu a partir do advento do Islã, porém no Tibete continua viva.</p>
<p>Shambhala também é associada ao império histórico Sriwijaya, onde o mestre Atisha estudou sob Dharmakirti e recebeu a iniciação Kalachakra. Também é considerada a capital do Reino de Agartha, constituído, segundo as cosmologias do taoismo, hinduísmo e budismo, por oito cidades etéricas.</p>
<p>Inspiração para a criação literária do inglês James Hilton Lost Horizon (1925), passa a ser também conhecida e referida como Shangri-la[3]</p>
<p>Entre os hinduístas o nome é mencionado nos Puranas como sendo o lugar de onde surgirá o avatar Kalki, que libertará a Terra das forças disruptivas e restabelecerá a Lei Divina [4]</p>
<p>Como outros conceitos religiosos, Shambhala possui um significado oculto e um manifesto. A forma manifesta tem Shambhala como um local físico, embora só podendo ser penetrado por indivíduos cujo bom karma o permite. Estaria em algum ponto do Himalaia ou deserto de Gobi, ladeada pela China a leste, Sibéria ao norte, Tibete e Índia ao sul, Khotan a oeste [5]. A interpretação oculta diz que não é um lugar terreno, mas sim interior, comparável à Terra Pura do Budismo, de caráter mental e moral, ou a um estado de iluminação a que toda pessoa pode aspirar e alcançar [6].</p>
<p>Segundo os ensinamentos escritos e orais do Kalachakra, transmitidos ao explorador Andrew Tomas por Khamtul Jhamyang Thondup, do Conselho de Assuntos Religiosos e Culturais do Dalai Lama (em exílio na Índia desde a ocupação chinesa comunista de 1950 no Tibete), a aparência de Shambhala variaria segundo a natureza espiritual do observador: &#8220;por exemplo, certa ribeira, pura e simplesmente a mesma, pode ser vista pelos deuses como um rio de néctar, como um rio de água pelos homens, como uma mistura de pus e sangue pelos fantasmas esfomeados, e por outras criaturas como um elemento no qual se vive&#8221;[7].</p>
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		<title>Agartha</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 04:32:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Agartha ou Agarta, por vezes chamada de Agharta, seria um reino situado dentro da Terra, e, neste sentido, a crença em sua existência estaria]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Agartha ou Agarta, por vezes chamada de Agharta, seria um reino situado dentro da Terra, e, neste sentido, a crença em sua existência estaria associada às teorias da Terra Oca e à cidade sagrada de Shambhala.</p>
<p>Shambhala, não necessariamente entendida como um reino subterrâneo, no imaginário do budismo e do hinduísmo, dentre outros, acha-se associada ao axis mundi, ou eixo primordial mitológico de um povo ou cultura, sendo uma das oito cidades sagradas localizadas em quarta dimensão, como entende a tradição ocultista, baseada principalmente em textos do hinduismo, budismo e taoismo.</p>
<p>A partir desse reino mítico, um monarca chamado Melki-Tsedeq, ou Melquisedeque, governaria o mundo. Este misterioso personagem é citado na Bíblia (Gên. 14:18-20 e Heb 6:17-20 e 7:1-3). No Budismo tibetano crê-se que haveria canais de ligação entre Shambhala e o reino budista (no exílio na Índia desde a ocupação chinesa comunista de 1950) dos Dalai Lama.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cheap Necklace</title>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Suspendisse potenti. Aenean cursus aliquet arcu sed cursus. Aliquam gravida condimentum quam, cursus volutpat justo venenatis ut. Sed lorem lorem, molestie id libero ac, euismod accumsan enim. Class aptent taciti sociosqu ad litora torquent per conubia nostra, per inceptos himenaeos. In fringilla sapien justo, ac rutrum turpis ultrices sed. Morbi mattis lacus purus, ut luctus odio pharetra quis. Duis et justo semper, venenatis metus ac, rutrum nulla. Quisque erat sapien, hendrerit quis purus sit amet, sagittis aliquet libero. In elementum sapien sit amet magna dictum, eu consectetur neque volutpat. Ut at augue vel felis feugiat pellentesque feugiat in tellus. Pellentesque porta mattis neque volutpat tincidunt. Donec finibus molestie ultrices. Integer ultricies augue aliquet lectus pharetra interdum. Proin ultricies metus ac risus elementum, et ultrices nisi volutpat. Ut molestie mauris dui, a elementum quam imperdiet nec.</p>
<p>Sed imperdiet erat augue, eget ullamcorper risus sagittis eu. Vestibulum aliquam nisl sit amet felis semper venenatis. Vestibulum ante ipsum primis in faucibus orci luctus et ultrices posuere cubilia Curae; Integer a ante neque. Integer tempus faucibus quam, a efficitur turpis tempus elementum. Vestibulum vel sagittis lacus. Curabitur nec eros eu nisi convallis mattis.</p>
<p>Curabitur hendrerit auctor sodales. Cras egestas at sapien sed congue. Praesent nec est porttitor, efficitur leo pellentesque, suscipit sem. Aliquam commodo, mi ut vestibulum tristique, augue est scelerisque nisl, sed egestas felis purus vitae sapien. Curabitur vehicula dui in arcu fermentum, consequat vehicula nulla imperdiet. Ut et euismod enim, eu pulvinar quam. Etiam id lectus ac turpis interdum rhoncus eu non eros. Nam sagittis neque nec lectus sollicitudin molestie. Curabitur in posuere ligula. Maecenas ac finibus dui. Donec finibus metus ac sodales consectetur. In sodales rhoncus quam, sit amet sollicitudin velit molestie a. Maecenas tristique sapien vitae dui tempor, nec elementum ipsum venenatis. Curabitur efficitur dui quam. Nulla porttitor non lorem vel lacinia.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Cras sed eros iaculis, iaculis erat sit amet, commodo risus. Vivamus eu facilisis nisi. Etiam volutpat faucibus turpis. Integer luctus velit id mi blandit maximus sed ac dui. Sed dictum elit quis scelerisque mattis. Nunc malesuada suscipit mi ac dapibus. Etiam vel felis pellentesque, ultricies ex eu, posuere enim. Vivamus sed finibus tortor, quis posuere mauris. Maecenas vulputate semper ante, a bibendum ex auctor vel. Morbi in malesuada quam. Integer a tortor semper, dapibus risus quis, porta neque. Morbi mattis dapibus erat, vel posuere dui ultrices eget. Vivamus eget lacinia orci. Nullam suscipit efficitur dapibus. In velit ligula, sodales a nulla in, lobortis iaculis nibh.</p>
<p>In a dolor ut lacus laoreet sagittis et non ante. Phasellus ac facilisis risus. Morbi turpis leo, ultrices sed enim id, rhoncus aliquam diam. Phasellus sed lobortis ipsum. Aenean a diam lacus. Aliquam id metus id arcu convallis commodo. Cras volutpat tortor velit, ut iaculis mauris imperdiet nec. Maecenas ac feugiat felis. Mauris et nisl non nibh fermentum bibendum ut eget arcu.</p>
<p><a href="http://demo.themegrill.com/colornews/wp-content/uploads/sites/37/2015/07/prom-dress-326966_1280.jpg"><img class="aligncenter wp-image-274 size-full" src="http://demo.themegrill.com/colornews/wp-content/uploads/sites/37/2015/07/prom-dress-326966_1280.jpg" alt="prom-dress-326966_1280" width="853" height="1280" /></a></p>
<p>Aliquam vitae arcu malesuada, vestibulum urna sit amet, scelerisque sapien. Integer mattis ante a orci ornare placerat. Donec eu hendrerit neque. Cras tempor nibh non felis accumsan ultrices. Vivamus a aliquet augue. Pellentesque eget mauris imperdiet, rutrum erat a, varius elit. Aenean egestas risus vel nisi tristique suscipit. Nunc sem ligula, finibus eu libero eu, vulputate eleifend elit. Nulla molestie, erat scelerisque interdum laoreet, justo nibh venenatis neque, nec pretium ipsum elit in nisl. Mauris pellentesque auctor velit, sit amet viverra nulla interdum vel. Aliquam vitae lorem sed quam euismod feugiat a eget urna. Donec vitae arcu gravida, suscipit est et, fermentum ex.</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Suspendisse quis nibh vel mauris cursus feugiat. Sed quis erat id urna lobortis pulvinar. Fusce iaculis nunc tortor, a bibendum nibh hendrerit in. Praesent molestie justo mauris, ac fringilla lacus venenatis sed. Donec placerat pretium tortor, sed iaculis mauris. Cras pulvinar ex quis finibus pulvinar. Aliquam vel lectus nec felis placerat dignissim. Pellentesque dictum nulla sit amet sem sagittis porta. Aenean consectetur quis sapien non dictum. Suspendisse a arcu ut leo pellentesque dapibus.</p>
<p>Aliquam et metus vel leo mollis aliquet ac in dui. Etiam consequat est neque, eget euismod dolor hendrerit ac. Vivamus risus dui, cursus non metus vel, efficitur molestie dolor. Praesent nec justo volutpat, rutrum quam et, vestibulum enim. Aliquam iaculis placerat vehicula. Nulla eget nisl ac ex rutrum vehicula. Suspendisse condimentum sit amet orci sit amet commodo. Pellentesque pretium libero non faucibus mollis. Aenean mollis, justo non ultricies vestibulum, risus erat viverra dui, id hendrerit nisl turpis a risus. Donec ac elit at erat interdum finibus. Suspendisse mi enim, bibendum in turpis id, tincidunt tempor est.</p>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 09:50:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Cras pharetra eget nunc et congue. Vestibulum a tincidunt risus. Vestibulum varius tincidunt ipsum, non aliquam mi vulputate et. Morbi dapibus est sit amet nulla pellentesque, rhoncus eleifend nibh mattis. Fusce at imperdiet elit. Interdum et malesuada fames ac ante ipsum primis in faucibus. Mauris eu vehicula est, id sodales urna. Curabitur ut lorem a metus consectetur iaculis eu et felis. Quisque nec finibus purus. Vestibulum aliquam, metus eu fringilla imperdiet, lorem neque congue felis, quis tincidunt massa ante ut urna.</p>
<p><a href="http://demo.themegrill.com/colornews/wp-content/uploads/sites/37/2015/07/child-776607_1280.jpg"><img class="aligncenter wp-image-270 size-full" src="http://demo.themegrill.com/colornews/wp-content/uploads/sites/37/2015/07/child-776607_1280.jpg" alt="child-776607_1280" width="1280" height="853" /></a></p>
<p>Nunc a metus laoreet, ornare neque nec, pellentesque tortor. Donec vitae porta quam. Cum sociis natoque penatibus et magnis dis parturient montes, nascetur ridiculus mus. Mauris orci tortor, tempor sed suscipit in, dignissim in purus. Nulla id magna dolor. Proin suscipit congue pretium. In vel mattis magna. Aenean aliquam, arcu quis aliquet dignissim, eros est tristique sapien, vitae cursus tellus mauris eget nulla. Etiam ornare quis ligula ac finibus. Sed dignissim eros quis nibh efficitur aliquet. Phasellus tortor ligula, sollicitudin sit amet velit nec, varius vehicula odio. Etiam vel vehicula felis, ac semper nisl. Suspendisse ut ex fringilla metus consequat commodo. Ut orci urna, fringilla sed arcu a, placerat iaculis nibh. Donec auctor libero quis enim dapibus hendrerit. Praesent sit amet tellus felis.</p>
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