<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876</atom:id><lastBuildDate>Wed, 06 Nov 2024 02:43:30 +0000</lastBuildDate><category>Avulso</category><category>Curtos</category><category>Devaneio</category><category>momento poético</category><category>Aventura</category><category>Reflexivo</category><category>TFC</category><category>Livro</category><category>Crônica</category><category>Drama</category><category>Poesia</category><category>crítica</category><category>metáfora</category><category>Conto</category><category>saudade</category><category>Poema</category><category>Desafio</category><category>morte</category><category>Megan</category><category>Poema Dramático</category><category>Poema Épico</category><category>longo</category><category>pareceria</category><category>prosa poética</category><category>sem rima</category><category>treinamento</category><category>Amigos</category><category>Amor</category><category>Borboleta Inrtrépida</category><category>Circo</category><category>Comemorativo</category><category>Consumismo</category><category>Descrição</category><category>Haley</category><category>Kimi</category><category>Lance</category><category>Lindsay</category><category>Mico de circo</category><category>Murillo</category><category>Novidade</category><category>Vocabulário</category><category>Aviso</category><category>Emprestados</category><category>Escritor</category><category>Hunter Ghost</category><category>Jimmy I</category><category>Jimmy II</category><category>John</category><category>Louis</category><category>Mundo Mágico</category><category>Míriam</category><category>Personagens</category><category>Pós-guerra</category><category>Samantha</category><category>Sorriso</category><category>Zorah</category><category>esquecido</category><category>poema lírico</category><category>poesia lírica</category><category>solidão</category><category>trilha sonora</category><category>trocadilhos</category><title>The faerie chronicles</title><description>Papéis avulsos, em branco, riscados / &#xa;Devaneios forjados e sorrisos cravados / &#xa;Em papéis avulsos,de poesia de conto / &#xa;Pensamentos lançados, uma vírgula, um ponto.</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Ciano)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>59</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-383077538054955649</guid><pubDate>Wed, 04 Mar 2015 03:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-03-04T00:17:53.457-03:00</atom:updated><title>Quarta Feira</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
Nasceu no dia quatro de abril de dois mil e quatro, era um domingo, mas se chamava Quarta-Feira, resolveu vir ao mundo na quarta parte do dia, que na verdade é a primeira, quatro da matina, no meio de uma feira.&lt;br /&gt;
Seu pai era filho do peixeiro, dezessete anos, de um cavanhaque fino, juvenil; que supria um amor pela filha do vendedor de temperos, uma menina sardenta, de dezesseis, pura e doce, mesmo em meio uma família apimentada.&lt;br /&gt;
O peixeiro vendia do outro lado da cidade na feira de segunda feira, e o moço dos temperos ia para um bairro festeiro vender nas feiras de domingo, mas a única feira que se viam, cara a cara, filha do Seu Zé Pimenta, filho da Dona Sardinha, era a feira de quarta feira, e daí proveio o nome, da menina que ninava ao som de ofertas de fruta, e roubava bananas da barraca do Tião das Pratas, Ouros, Nanicas, e Da Terra.&lt;br /&gt;
Cresceu bela como a mãe, e forte como o pai, usava roupa de esporte, mesmo não fazendo nada se não manusear a peixeira, e encher saquinhos com pó colorido e de cheiro forte. Quarta-Feira era pequena, mas já sabia bem as manhas e artimanhas da feira.&lt;br /&gt;
-Óia seu moço! Pra um saboroso almoço, leve um pouco de tainha, mais pimenta e sal a gosto! E pra senhora, que não pode com a demora, alfavaca pra sacola e uma anchova, por favor! E adivinhem, nosso preço é uma pechincha, tem até peixin que incha, pra fazer vosso sushi, e pra quem leva um tempero e um pescado, não irá sem um regalo, vem de brinde o meu beijin.&lt;br /&gt;
-E esse beijin eu levo donde? - O menino da barraca da esquina se achegou no balcão, ele mal ligava para o cheiro forte do pescado, misturado com o tempero esparramado, só pensava em olhar no fundo do olho da menina bonita, quarta-feira.&lt;br /&gt;
-Não leva em lugar nenhum - O pai interveio, tirou a menina de cima do banquinho, e apontou a peixeira pro menino - Moleque atrevido, volta a vender seu pastel barato, e enche a cara de caldo de cana, mas daqui dessa barraca não vai tirar lasca de nada, nem de tubarão com pimenta, nem de sardinha com salsa, e muito menos da menina Quarta-Feira!&lt;br /&gt;
-Pai! - Relutou, envergonhada, e lançou um olhar dócil para o menino, que entendeu o recado e voltou sem reclamar para a barraca da família&lt;br /&gt;
-Não te quero proseando com menino nenhum dessa feira, nem de nenhuma outra, Quarta-Feira! Isso ficou claro?&lt;br /&gt;
-Nem de pastel eu gosto, já lhe falei - Ela bufou e continuou a cantarolar - Meu senhor volte aqui, que eu posso lhe ajudar, prove um pouco do pescado pra encantar seu paladar!&lt;br /&gt;
O pai a olhou por cima do ombro, desconfiado, Quarta-Feira era menina forte, jamais aceitaria tão facilmente uma afronta, mesmo que não suprisse interesse algum no pivete. Juliano era afiado feito peixeira, mas mole feito alforreca. Deixou passar. A mãe, doce feito stevia, e aguda feito sal, viu de cara onde aquela história ia parar, deu um sorriso disfarçado, alisou o cabelo coloral, como se na carícia entregasse a mente da filha uma prece para que não fizesse o mesmo que a mãe fez, Quarta-Feira.&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2015/03/quarta-feira.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-8511096305216608375</guid><pubDate>Sun, 23 Jun 2013 00:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-03-04T00:13:38.870-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poema</category><title>Apenas para nunca mais esquecer</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #e06666;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Texto de um amigo, Fernando Petri.
&lt;span style=&quot;color: #e06666;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjBYaV0EeXMLZ_fsLMzTNIOJww_w07qJ7jgKYwQbBrj3e-jA4zJQsJ_vUHulnS9_Q46gMXIlmWQrpXbNpx9dqn2GUWDwDU8Gp9RNGqa3_uUoZ_eiR-ZpF2AAgD231M_wwU97_YqBOVbEFs/s1600/Perfume.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjBYaV0EeXMLZ_fsLMzTNIOJww_w07qJ7jgKYwQbBrj3e-jA4zJQsJ_vUHulnS9_Q46gMXIlmWQrpXbNpx9dqn2GUWDwDU8Gp9RNGqa3_uUoZ_eiR-ZpF2AAgD231M_wwU97_YqBOVbEFs/s640/Perfume.png&quot; height=&quot;640&quot; width=&quot;622&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #6aa84f;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/06/apenas-para-nunca-mais-esquecer.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjBYaV0EeXMLZ_fsLMzTNIOJww_w07qJ7jgKYwQbBrj3e-jA4zJQsJ_vUHulnS9_Q46gMXIlmWQrpXbNpx9dqn2GUWDwDU8Gp9RNGqa3_uUoZ_eiR-ZpF2AAgD231M_wwU97_YqBOVbEFs/s72-c/Perfume.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-3614382687463496282</guid><pubDate>Wed, 22 May 2013 02:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-03-04T00:13:51.691-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Conto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Descrição</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">longo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">treinamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vocabulário</category><title>Chame como quiser.</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-ca0c-89f8-66b7-9aec07a05f69&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.15; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-ca0c-89f8-66b7-9aec07a05f69&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Vocês são detestáveis, por que leem até agora? Por que não viram os olhos ou deixa-me em paz em meus pensamentos? Hã? Por que não leem seus livros mortais, suas páginas amarelas cravadas nas mãos? Por que não param de olhar no profundo de minhas feridas e não saem? Não tem o que ler? Não tem para onde fugir? Pois então guardem-se, protejam-se com seus guarda-chuvas de pudor, das fúrias das palavras que vomitarei, que cuspirei como brados, como fogo, pois quem invade minha mente em chamas, sai chamuscado ou morto. Se sai.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.15; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-ca0c-89f8-66b7-9aec07a05f69&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Na vida tive apenas dois grados, a cachaça e a morte, com a cachaça tive filhas, sorri um bocado com os poucos dentes que me restavam, com a cachaça joguei conversa fora e sentei na sarjeta para escrever na terra com os dedos ossudos de velho, com a cachaça tornei-me vermelho sem precisar nascer índio, com a cachaça torturei meus dias maus e fiz meus sol nascer hexagonal, com a cachaça sonhei e fui feliz... Já com a morte jogava damas. Se foram essas minhas únicas boas coisas o resto foi apenas desgosto e o maior destes são meus pensamentos, onde vocês estão enclausurados agora. Em minha mente havia fogo, poderia dizer que dentro de minha cabeça ficava o inferno, o lago de enxofre, o hades e o tártaro, que no trono de minha consciência sentava-se “O próprio” e comandava meus desejos e medos mais internos para que me assombrassem nas noites frias que passei em minha cabana no deserto. Para não sentir o fogo de minha cabeça, queimava-me então o restante, bebia a cachaça e tudo passava.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.15; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-ca0c-89f8-66b7-9aec07a05f69&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Pelas manhãs trotava em cima de um jumento até as cidades próximas, onde aliviava minhas necessidades físicas nos milharais dos bons senhores que me recebiam com chumbo, comprava mais garrafas de cachaça nos bares, para o restante da viajem e para onde era essa viajem? Nem eu, nem Deus e nem mais “O próprio” sabia... Meu destino ficava um tanto entre onde Judas perdeu as botas e onde ele não perdeu. Botava o chapéu sobre os cabelos poucos que restavam para cobrir o fogareiro que chamava de crânio e enfrentava o sol quente para buscar o recanto para a minha ossada, lugar bom e qualquer de cair morto, pois não morria desde que decidira entrar nessa peregrinação, meu sono era pesado, mas a morte se recusava a me deixar dormir pois tinha preguiça de ir a onde eu estava, ou tinha medo de enfrentar o tinhoso que morava em minha cabeça, não só ele, mas todas as almas dos pobres coitados que ela levava para que o tal do “O próprio” cuidasse.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-ca0c-89f8-66b7-9aec07a05f69&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Mas foi chegando perto da virada da meia noite, de esquina com a quinta feira que eu resolvi bater as botas por mim mesmo, roçei couro velho com couro velho e bati duas ou três vezes as botas esfarrapadas que eu calçava, para a minha infelicidade deu certo e eu dei urros de alegria, sorridente, me esquecendo apenas de que morto não bebe cachaça, por isso hoje vos digo isso, a minha mente é um inferno, um inferno vivo dentro de um morto, meus pensamentos escrevem aos que querem ouvir, e sai chamuscado quem não consegue ficar. Se outrora quiser ouvir de minhas histórias, das quais muitas tenho, escreva-me, se não quiser, siga em frente, porém saiba, que quando a morte vier a te pegar e te levar pro inferno, que é o lugar que todos que não são padres nem santos vão, você estará de volta aqui, querendo ou não, enclausurado no inferno dos meus pensamentos e dessa vez, sem saída para todo o sempre.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/05/chame-como-quiser.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-6361791336126974091</guid><pubDate>Wed, 22 May 2013 01:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-21T22:59:05.896-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">metáfora</category><title>tempestades atemporais.</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9f5-b651-0554-9f7ef82fc924&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9f5-b651-0554-9f7ef82fc924&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Se na herança dos dias internos houver um momento belo que se salve, a eterna pergunta que se lança terá enfim sua resposta...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9f5-b651-0554-9f7ef82fc924&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Mas afinal, vai chover ontem?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/05/tempestades-atemporais.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-4594303783542398215</guid><pubDate>Wed, 22 May 2013 01:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-21T22:48:20.180-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">metáfora</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">morte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexivo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">saudade</category><title>Não tenho saudades de casa.</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9e9-b310-21ef-53e273f8b939&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.15; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9e9-b310-21ef-53e273f8b939&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;-Eu já estive aqui alguma vez? - Ela disse e depois disso nunca mais quis voltar para casa. Para a sua casa.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9e9-b310-21ef-53e273f8b939&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9e9-b310-21ef-53e273f8b939&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;E por fim os médicos desistiram de reanimá-la&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/05/nao-tenho-saudades-de-casa.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-453528889226108173</guid><pubDate>Wed, 22 May 2013 01:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-21T22:40:12.920-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">metáfora</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">morte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexivo</category><title>Alguma coisa acontece no meu coração.</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9e3-bd79-ea43-a0763700a8e0&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Quando ele esteve lá, naquele carro, naqueles trilhos, queria apenas sentir o frio na barriga e o calafrio na espinha, queria apenas sentir-se de ponta cabeça, andar de costas, o vento, o tempo... Quando ele esteve lá, saltando daquela altura, sem saber o que lhe esperava abaixo, sem ver o que lhe esperava abaixo, além das nuvens, além de seus pés que não tocavam nada, se não ar. Quando ele esteve lá, a pedindo em noivado, sem se preocupar com as palavras que poderiam ser ditas, sem se importar com a porcentagem, a sorte ou o azar, nem quando esteve lá, naquele altar. Quando ele esteve lá, montado naquela motocicleta, atravessando fronteiras e pilotando sem rumo, buscando apenas um lugar manso para o seu coração, quando esteve lá, naquela beira de estrada, onde o sol tocava a terra seca e desértica, foi quando esteve lá, na beira da chuva, na entrada do bar, foi quando esteve lá, no início dos fogos, na saída do hospital, foi quando esteve lá, fora da angústia, quando se entregou a tudo, menos ao que o consumia, quando esqueceu do resto, das dores, do choro, da lástima, da novela, foi quando saiu de lá, daquele pequeno instante que o aturdia... Foi quando ele esteve lá, na vida, vivendo, sentindo, lutando, que foi quando ele esteve... Pois quando se está em algum lugar, se é alguma coisa.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/05/alguma-coisa-acontece-no-meu-coracao.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-2058775482078369250</guid><pubDate>Wed, 22 May 2013 01:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-05-21T22:20:40.887-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Drama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexivo</category><title>Embora foi, deixou pra trás... Vende-se um par de asas usados.</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9cf-3348-9e88-a76fb833d230&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.15; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9cf-3348-9e88-a76fb833d230&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;Lembro-me de quando ele tinha apenas cinco anos, ele mesmo se ninava, cantarolava baixinho, com a voz fraca e rouca as óperas que provavelmente naquele mesmo instante a mãe cantava no palco, ele ainda tinha medo de dormir sozinho, dormia na cama dos pais, onde apenas o pai jazia, já longe dali, em mundos onde as coisas pareciam ser mais fáceis e as respostas para o filho mais simples.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;line-height: 1.15; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt;&quot;&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9cf-3348-9e88-a76fb833d230&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;-Por que ela foi embora? - Ele perguntou certa vez.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b id=&quot;docs-internal-guid-4112ae72-c9cf-3348-9e88-a76fb833d230&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;-Por que passarinhos não podem cantar em gaiolas e ainda serem felizes...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/05/embora-foi-deixou-pra-tras-vende-se-um.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-2572115020073862229</guid><pubDate>Thu, 28 Mar 2013 16:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-28T13:45:30.538-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desafio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><title>Infância</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Adoro beber chá; detesto estudar funções; gasto histeria
idiota jogando; legal mesmo: nunca olhar para Quitéria; resta somente tentar
usurpar vocês.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Xico Zélio.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/03/infancia.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-5356688094434220154</guid><pubDate>Thu, 28 Mar 2013 00:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-27T21:34:54.704-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aventura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Conto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desafio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><title>Nós vamo invadir sua praia! - Primeira parte</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Como assim não posso levar meu filho mais cedo?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Aquele dia estava sendo um
inferno no jardim de infância, Becky parecia ter acabado de limpar um pavilhão
de exposição de carros monstro após uma explosão simultânea de óleo, e que após
isso estivera na linha de frente em uma terceira guerra mundial... Ela
costumava ser meiga, porém aquele dia seria difícil convencê-la de liberar
qualquer um; enquanto conversava com um dos pais as crianças gritavam na porta
atrás dela, os óculos estavam tortos e embaçados e uma mecha do cabelo pendia
sobre o rosto, se movendo de acordo com sua respiração enfurecida, pelo vidro
da porta era possível ver crianças flutuando, um deles estava sobre a mesa apontando
uma pistola de desintegração para os colegas de turma enquanto vasculhava a
bolsa de couro falso da professora – Achei! – Ele gritou com a chupeta no canto
da boca abafando o grito, ergueu o que procurava e as crianças caíram ao chão
uma a uma.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Eu já disse, não posso liberá-lo agora! Pelo menos não
AGORA! – Houveram mais alguns gritos quando o raio laser voltou a ser apontado
para a criançada – Estou com um pequeno probleminha lá dentro e... Eu não posso
parar tudo agora... E-eu, preciso realmente voltar lá, sinto muito – Ela abriu
a porta, o garotinho escondeu a arma dentro da bolsa, chorou como se fosse a vítima,
ela parecia não saber por onde começar, pegou os potes de tinta do chão, tentou
limpar o excesso da bagunça, ouviu mais berros, mais choro, todos chamavam “professora”
ao mesmo tempo, ouviu o rugido do motor, socos, tapas, mais berros, a borracha
dos pneus queimando no asfalto, pontapés, as tintas voltaram ao chão, mais
choro, e os vidros se estilhaçaram sobre o para choque daquele mustang 68
vermelho e branco.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Entra aí! – O carro pousou sobre um grupo de mesinhas
coloridas, o para brisas estava enfeitado com um varal de desenhos à guache, as
crianças ficaram espremidas num canto, atônitas, Becky estava sobre elas, as
protegendo, o suposto pai saltou do carro e puxou a criança agarrada a bolsa de
couro falso e a lançou pela janela para o banco do passageiro.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Você não pode fazer isso! Quem é você? Isso é sequestro! –
Becky berrou, o pequenino abaixou o vidro da janela do passageiro e fez o gesto
obsceno com o dedo para a professora. Os pneus cantaram novamente e a marcha ré
foi ativada, o carro rolou as cadeiras e mesinhas para o jardim do colégio numa
manobra rápida e se lançou contra os arbustos que separavam o jardim da rua,
Becky correu à secretária, sacou o telefone vermelho e discou para a delegacia.
– Foi um sequestro! Ele invadiu o jardim de infância e levou uma criança em seu
mustang! – Ela gritou sem respirar entre as palavras. A policial pediu para que
ela se acalmasse, que dissesse onde estava e que tudo ficaria bem.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/03/nos-vamo-invadir-sua-praia-primeira.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-1487048895369734228</guid><pubDate>Tue, 26 Mar 2013 22:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-26T20:07:09.186-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desafio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Drama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">morte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">saudade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">solidão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">treinamento</category><title>Chamas que ardem, chamas que apagam...</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Suas mãos se agitavam, na
cadeira, tremiam, velhas, ossudas e pintadas de sardas escuras... Balbuciava,
olhava o nada, meio cego, ou talvez com os olhos já não mais materiais, não
levantou-se, não uniu-se ao grupo de idosos que recepcionavam as crianças, nem
sequer olhou para trás, desligou-se, sentado de frente para uma janela imensa
que dava ao jardim, lugar que não frequentava havia semanas, a colcha de
retalhos sobre as pernas tremia, suava, chorava, babava? O que quer que fosse estava
úmido e pálido; dormindo? Não... Estava atento, não se sabe a o que, mas
estava...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Elas
poderiam ter escolhido qualquer um ali, a senhora de cabelos alaranjados, que distribuía
balas, o velho ranzinza cujo desafio entre as crianças era fazê-lo rir, um ex-militante
com dezenas de histórias para contar... Tantos ali tão interessantes, tão mais
atraentes aos olhos astutos de criança, mas não...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Aqui está seu remédio – A enfermeira se apoiou na cadeira
de rodas do velho, ele não tirou os olhos da janela, virou o copinho plástico,
engoliu seco e forçado, depois voltou a balbuciar, os paços pesados do menino
seguido por seu colega ruivo e avoado, ecoaram em seus ouvidos que já ouviam de
forma distorcida, as imagens piscaram em suas retinas, os paços das crianças tornaram-se
o trotar dos cavalos arrancando a relva do pequeno bosque, o velho chalé na
montanha e os cavalos selvagens, búfalos e alces que o circulavam, a aurora
invadindo seu lar pela janela, sua amada preparava-lhe o chá de ervas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Podemos fazer algumas perguntas para vo... O senhor –
Corrigiu-se o menino pela grosseria, o senhor tinha um sorriso de canto de lábio,
vendo sua esposa servir-lhe uma xícara do chá, sentia o sabor, o aroma, ainda
esquentava-lhe os dedos e o interior... A fumaça aconchegara-lhe o rosto porém
dissipou-se e levou consigo as lembranças, o velho inclinou a cabeça e os olhos
enxergaram os meninos embaçados.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-O que querem? Não vêem que estou fora do grupo que
pretendem entrevistar?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Mas o senhor está na mesma sala que os outros...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Mas não no mesmo ambiente, entenda... Ali há pessoas mais
interessantes...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Mas me parece que o senhor é tão interessante quanto...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Você não sabe o que diz garoto, não tenho nada a contar... Você
não sabe, você não sabe se tenho e...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Seus olhos dizem que tem...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Eu... – O velho foi pego de surpresa, tornou a olhar para o
crepúsculo avisando o início da noite, ele lembrou-se da cena, o bafo quente
tomou seu corpo, a fuligem, o cheiro de fumaça, o chalé tomado por chamas... Sua
armadura estava chamuscada pelo último sopro de um dragão com o qual lutara
desde jovem, quando finalmente cravara-lhe a espada em seu peito escamoso, o
dragão matara sua princesa amada... – Eu não tenho nada a dizer...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Você foi um herói não foi?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Não! Eu não fui! – Lacrimejou.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Minha mãe me disse que o senhor era um grande herói... Minha
mãe me disse que salvou muitos, que era um guerreiro...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Não... – O velho empurrou a porta de vidro a sua frente,
foi ao jardim, o vento estava forte e gélido, a tosse invadiu seus pulmões,
fora advertido a não sair, mas desobedecera, queria respirar um ar puro... O
menino seguiu-o sem muito pensar, o ruivo não notou, não estava interessado,
permaneceu na sala... Para ele era só um velho ranzinza e com cheiro de remédios,
mas o menino não se importava com seu cheiro forte, nem com sua forma de fugir
de tudo o que ele dizia, ele sabia que ele fora um dia, ele o admirava e queria
ser como ele... – Eu não pude salvá-la... – O velho disse antes que o menino se
colocasse a sua frente.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Você fez o que pode... Minha mãe disse que não desistiu,
que tentou tirá-la de lá... Ela disse que você salvou muita gente...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Não...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Você tem medalhas, eu já as vi, já te vi no jornal também...
Eu quero ser como você quando crescer... Mamãe me deu uma farda no natal
passado! Sabia?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Para! Eu não sou exemplo para ninguém! Eu a deixei morrer!&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-A vovó tem orgulho de você vovô... Onde quer que ela
esteja... – O menino abraçou-o e voltou para a sala de estar do asilo para
idosos... O velho inclinou-se e chorou... Lembrou-se exatamente da cena,
salvara tantos aquela noite, mas não conseguira salvar sua amada das chamas, o
caminhão chegou tarde demais, moravam num chalé num local de difícil
acesso, ela adorava aquele lugar... Os olhos não quiseram mais ver, quiseram
apagar aquilo tudo, ele não pode salvar quem mais amava... Abandonou a farda,
se isolou, estava morrendo, por dentro, por fora... A chama matará sua esposa,
e a falta dela matou o esposo... A chama apagou-se naquela mesma noite, no dia
seguinte, entre lágrimas de orgulho e tristeza o menino foi aplaudido por seu trabalho
em homenagem aos bombeiros, em especial ao seu avô, seu maior super herói...&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/03/chamas-que-ardem-chamas-que-apagam.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-696856748931603520</guid><pubDate>Tue, 26 Mar 2013 22:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-26T19:24:06.144-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">metáfora</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">prosa poética</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexivo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">saudade</category><title>-Mamãe?</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Mamãe? – Rompi o véu que me envolvia, que me envolvera
durante tanto tempo, que me guardara, que me polira e transformara... Reneguei
aquele meu pequeno mundinho, solitário, guardado por mamãe, cuidado e
acariciado... Fugi por um instante do aconchego, do escuro, do barulho do vazio
e das risadas longínquas de mamãe, da voz de papai, das músicas que
embalavam-me... Dos sons do meu coração, dos sons do coração dela... Rompi com
minha pequena visão, busquei a luz no final do túnel... Rompi o véu que me
guardava, o véu que me educava. – Mamãe? – Eu gritei quando saí... Mas não
havia mais ninguém, não havia nada além de luz, não havia nada além de imensos
olhos, não havia nada além de sons, não mais corações, mas titaques, mas
barulhos de maquinários; não estava mais quente, agora era tudo frio... Havia
dezenas de olhares, todos sorriam, falavam coisas que eu não conseguia
entender, me passavam de lugar para lugar, me molharam, me envolveram num novo
véu – Mamãe? – Eu tentava chamar, mas ninguém me ouvia... – Mamãe? – Eu buscava
com o olhar, eu ansiava voltar para onde eu estivera, anelado, cuidado,
exortado... – Mamãe? – Fui passado por todos... Até estar ali, ao lado do toque
de seu coração, anelado por seus braços, ao ouvir a voz de papai, ao sentir o
calor de mamãe... Mas agora, já era hora de partir... Rompi o véu que me
envolvia, durante tanto tempo, que me guardara, que me polira, que me
transformara e educara... – Mamãe? – Eu disse, mas não mais a achei, agora
tinha eu que ser mamãe, tinha eu meu próprio véu... A família.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/03/mamae.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-8681639745989726166</guid><pubDate>Tue, 26 Mar 2013 00:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-25T21:06:12.533-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amigos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crítica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Emprestados</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">momento poético</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poema</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poesia</category><title>Frustração - Momento Poético</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: EN-US;&quot;&gt;Ao abrir uma embalagem&lt;br /&gt;
de algum delicioso alimento&lt;br /&gt;
sei que o último pedaço &lt;br /&gt;
tem que ser o melhor momento. &lt;br /&gt;
Delicio-me a cada mordida&lt;br /&gt;
a expectativa crescendo em mim&lt;br /&gt;
gostoso, cremoso recheio&lt;br /&gt;
é você que deixei para o fim.&lt;br /&gt;
Ritual de encerramento&lt;br /&gt;
chegou a hora da felicidade,&lt;br /&gt;
mas então percebo que o alimento&lt;br /&gt;
não é como dizem na embalagem.&lt;br /&gt;
Preparação desnecessária, &lt;br /&gt;
a verdade vem à tona&lt;br /&gt;
meu paladar detectou&lt;br /&gt;
que esse recheio é de acetona.&lt;br /&gt;
Mas que brochada decepcionante&lt;br /&gt;
saber que tudo pioraria&lt;br /&gt;
pois o sabor do último pedaço&lt;br /&gt;
é o que fica o resto do dia. &lt;br /&gt;
&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;&lt;br /&gt;
&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Calibri; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: EN-US;&quot;&gt;Por Karina Ribeiro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/03/frustracao-momento-poetico.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-3019574902677226761</guid><pubDate>Tue, 19 Feb 2013 23:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-02-19T20:02:25.147-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desafio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Drama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">esquecido</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">metáfora</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">morte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">prosa poética</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexivo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">saudade</category><title>Sou Dante... </title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Minhas asas estão velhas, entorpecidas... Ainda eu as tenho,
mas já não posso mais voar; como se estivesse preso em minha própria gravidade,
em minha própria solidão sólida... Estou preso nessa estrela já não sei há
quanto tempo, parei de contar depois do terceiro milênio, Meus cabelos antes
negros e tão longos quanto à vastidão do universo já caem, tornam-se alvos,
meus olhos antes astutos como os de uma águia estão cegando-se pouco a pouco,
meus lábios antes prontos a tudo dizer, agora estão secos, estão sedentos, já não
agüento ouvir mais minha voz respondida por meus ecos, quero uma voz doce e
suave na ponta do ouvido, quero uma voz grave e penetrante apitando em meu cérebro,
mas de tanto pouco usar minha audição é como se eu a tivesse perdido, minha
pele, antes pálida, agora é queimada, é frágil, de tanto tempo sentado sobre a
luz forte desta estrela, minhas mãos antes prontas para atacar com espadas
afiadas, hoje fraquejam, tremem... Aquele pequeno beija-flor antes em meus
ombros, hoje já não canta, hoje já não voa... Hoje já não vive mais... Já eu...
Sou permanente, sou duradouro... Eu sou Dante, mas nem se quer queria ser...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Deito-me encolhido, apertando-me, dormindo abraçado a mim
mesmo, protegendo-me do frio que me anseia, mesmo sobre o calor da estrela que
me carrega, sou para ela como um piolho em cabeça humana, sou para ela apenas
uma chaga que impede sua luz de brilhar por completo, sou como um cisco em seu
olho, uma poeira em sua celha. Minha fome eu já não sinto mais, minha sede é
saciada por minhas lágrimas, mas e meu amor? Dizem que anjos não sentem, e
realmente não deveriam, pois sentir é apenas um atraso, sentir é ora sentir
amor, alegria, mas em todo o resto do tempo sentir ódio e tristeza, mas eu não
dei ouvidos ao que me disseram, eu invejei os humanos, quis ser como um deles,
quis sentir e ser sentido, não apenas mais um ser sem sentido, sem sentidos,
sem sorrisos... Quis ser amado, por mais que eu já fosse... Mas eu nunca havia
percebido, nunca havia notado que era mais querido em meu emprego por mim
julgado medíocre e tedioso, pois agora sei o que é sentir tédio, sei o que é
ser medíocre, pequeno, castigado, ser uma chaga sem cura e ao mesmo tempo tê-la
dentro de você... Saber que sou eu meu próprio medo, meu próprio receio, meu próprio
companheiro e minha própria ausência...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Certa vez ouvi uma conversa com um deles, um dos humanos,
foi pedido que saísse de sua tenda, que olhasse o céu, que contasse as
estrelas, mas era impossível saber ao certo quantas haviam, eram muitas, tão
distantes que não se pode ver todas em uma só vista, eram pequenas luzes,
pequenos furos na lona que chamam de céus, assim eles pensam... Mas é ainda
maior, ainda mais longínquo, cada uma em sua infinita solidão, iluminando a si
mesma, e o que quer que seja iluminado... São apenas lamparinas solitárias,
belas... Porém também ouvi certa vez, que da tristeza se tira a poesia mais
bela, sendo assim, estrelas são tristes, e eu agora, sou parte de uma...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Minha luz ainda deve brilhar, mas sou tão pequeno nessa
estrela, que ela se perde em todo o brilho que me rodeia, minha força estava em
algo que um dia eu desdenhei, a família... Meu poder, talvez nunca tenha
existido, mas não deveria importar, o amor é o maior poder que se pode
conseguir, minhas posses, são minhas pernas para correr, meus olhos para ver,
minhas mãos para sentir, mas nada disso possuo mais, nada disso posso ter, por
mais que estejam aqui, grudados, são apenas partes e não mais partes de mim, eu
deveria ser Dante, o permanente, o duradouro, mas agora sou estrela... Eu
deveria ser eterno, mas minha vida já não brilha mais... Eu deveria ser anjo,
mas anjos não sentem, anjos não choram, anjos não morrem... Eu deveria ter
casa, mas agora minha casa é aqui, em mim mesmo, em meu castigo, em minha
morte, em minha estrela...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Eu deveria ser livre como um beija flor, mas hoje já não
canto, já não vôo, hoje já não vivo mais... Deixei de ser Dante, de ser eterno,
duradouro, permanente...&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2013/02/sou-dante.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-8192477355210382379</guid><pubDate>Thu, 18 Oct 2012 22:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-10-18T19:43:20.176-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crítica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">momento poético</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poema</category><title>Rede (A era da comunicação) - Momento Poético</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cada digito, cada centavo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cada pacote já desgastado&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cada download e cada Post&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cada amigo que se descobre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cada pessoa, cada visita&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cada contagem que se exorbita&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cada mensagem e Cata-Boom&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cada código que forma um&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cada projeto, cada suspeito&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cadê o tal? Cadê o sujeito?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cada inimigo, cada kbyte&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Cada macaco fazendo arte&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
É cada qual, como quiser&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
E cada um, faz o que quer&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
É cada qual, já no seu galho&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Comunicar-se? Só por atalho&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
É um por si, ninguém por mim&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
É tudo teu, por que é assim?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/10/rede-era-da-comunicacao-momento-poetico.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-6481629577841138135</guid><pubDate>Fri, 03 Aug 2012 01:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-08-02T22:47:59.680-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">momento poético</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poema</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poesia</category><title>Momento Poético - O amor</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;Passei um tempo sem atualizar por que estava dando mais atenção a outros projetos... Assim como o próprio livro do The Faerie! Mas vou fazer mais contos para cá também... Por enquanto fiquem com um poeminha que acabei de fazer ^^&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O amor é a peça obsoleta desse quebra-cabeças que chamamos de mundo&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;É o véu que cobre a marca, a doença, a ferida e a indolência desse povo imundo&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;É verbo, o futuro, o passado, o agora, a ação...&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Cada nota simultânea que compõe essa canção...&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Como o sol que brilha e aquece as almas geladas de um povo sem fé&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Como a vida que brota, se enrosca, floresce assim o amor é...&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Mas se de fato é obsoleto&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Como a roupa que compro&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;E amanhã não almejo&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O amor perde-se na memória de quem o pôde ter e sentir&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Assim como nós, que vamos e vemos nos deixar de existir&lt;br /&gt;
E por fim acenando antes de sumir&lt;br /&gt;
O amor é saudoso e vai a sorrir&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/08/momento-poetico-o-amor.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-7770880253935863509</guid><pubDate>Thu, 26 Jul 2012 02:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-07-25T23:22:06.803-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comemorativo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Escritor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">momento poético</category><title>Momento Poético - Dia Nacional do Escritor</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;E um feliz dia nacional do escritor para todos nós, os domadores de palavras... A todos nós &quot;atores&quot; de escrita, mentirosos, talvez, ou apenas grandes imaginadores...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Menti para você&lt;br /&gt;
Quando sorria por qualquer motivo&lt;br /&gt;
Mas você deveria saber&lt;br /&gt;
O poeta forja seu sorriso&lt;br /&gt;
E diz belas palavras&lt;br /&gt;
Que nunca sentiu&lt;br /&gt;
Diz que ri mesmo que chora&lt;br /&gt;
Mesmo que nunca sorriu...&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;O escritor é como mulher&lt;br /&gt;
Adora cuidar de várias vidas&lt;br /&gt;
É como larápio&lt;br /&gt;
Engana a todos com suas emoções forjadas&lt;br /&gt;
É como incógnita&lt;br /&gt;
Pois nunca se sabe se o que se escreve é o que sente, ou o que o personagem sente&lt;br /&gt;
É como pai&lt;br /&gt;
Pois cada personagem é um filho teu&lt;br /&gt;
É como um conselheiro&lt;br /&gt;
Pois ajuda cada personagem a chegar em seu objetivo&lt;br /&gt;
É como amigo&lt;br /&gt;
Pois por mais que aquele seja o vilão mais repugnante, mesmo assim ele o ama&lt;br /&gt;
É como revolucionário&lt;br /&gt;
Pois como os que saem as ruas para protestar, o escritor protesta em suas palavras&lt;br /&gt;
É como um cientista&lt;br /&gt;
Pois cria em seu laboratório mental tudo que conseguir&lt;br /&gt;
É como diretor, cineasta&lt;br /&gt;
Pois diz o que cada um deve fazer em cada cena&lt;br /&gt;
É como professor&lt;br /&gt;
Pois sempre deixa uma mensagem em cada um de seus escritos&lt;br /&gt;
É como escritor...&lt;br /&gt;
Que faz de tantas coisas tão diferentes uma só...&lt;br /&gt;
Mas acima de tudo, o Escritor é como Criança...&lt;br /&gt;
Pois como toda a criança, faz da criatividade sua rotina&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/07/momento-poetico-dia-nacional-do-escritor.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-1046767033843617940</guid><pubDate>Sun, 17 Jun 2012 03:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-06-17T00:08:39.757-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">momento poético</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pareceria</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poesia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sorriso</category><title>Momento Poético - O riso</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;É&amp;nbsp;reciproco&amp;nbsp;o riso?&lt;br /&gt;
é sarcástico este?&lt;br /&gt;
forjado o sorriso?&lt;br /&gt;
ou sincero deste?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
desenhado por ti mesmo&lt;br /&gt;
com traços fortes&lt;br /&gt;
escondendo seu segredo&lt;br /&gt;
para a sua própria sorte&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Parceria com Raiany Pires)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/06/momento-poetico-o-riso.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-7015321738534325510</guid><pubDate>Wed, 06 Jun 2012 20:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-06-06T18:39:00.509-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crítica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">momento poético</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pareceria</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poema Dramático</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sem rima</category><title>Momento Poético - Soldado de papel</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;Corri, temendo que a chuva molhasse meus anseios&lt;br /&gt;
e que dissolvesse minhas emoções de papel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fugi, como vai o vento&lt;br /&gt;
e jamais voltará da mesma maneira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caí, como as flores que pendem da árvore&lt;br /&gt;
antes de abrir&lt;br /&gt;
antes de amar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feito em parceria com Raiany Pires&lt;/div&gt;</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/06/momento-poetico-soldado-de-papel.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-766660293106256277</guid><pubDate>Thu, 31 May 2012 22:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-31T19:43:03.888-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Consumismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crítica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Drama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">momento poético</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poesia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexivo</category><title>Momento Poético - Consumo consome o consumidor</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;Meu celular ficou fora de área&lt;br /&gt;
minha casa está pra alugar&lt;br /&gt;
Ninguém reconhece minha cara&lt;br /&gt;
meu nome não está em nenhum lugar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minhas riquezas se extinguiram&lt;br /&gt;
Minha identidade não existe mais&lt;br /&gt;
Meu códio de barras está perdido&lt;br /&gt;
Minha validade termina, não volta jamais&lt;/div&gt;</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/05/momento-poetico-consumo-consome-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-7671600242885700189</guid><pubDate>Tue, 29 May 2012 23:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-29T20:53:16.909-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amor</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">longo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">metáfora</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">momento poético</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poema Dramático</category><title>Momento Poético - Camila</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&quot;Deixa eu colher mais um dos teus beijos&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Em tua boca vestida de vermelho&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Encontrar nas tuas curvas esconderijo&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Ser pra ti espelho&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Para ver-te todas as manhãs&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;E poder contemplar a volúpia no brilho dos teus olhos&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Morder com ternura tuas maçãs&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;E sorrir de novo ao ver tuas feições&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Teu sorriso reluzir por minhas promessas vãs&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Ao ouvir de novo as minhas canções&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Que escrevi&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Perco-me nas linhas de teu rosto...&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Ao sentir teu cheiro ainda em minha roupa&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Ver brotar em seus cabelos a flor, o gosto&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Em teu mel que exala e encanta, atrai minha boca&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Serpenteia tua pele sobre a minha&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;No desatino de ouvir músicas de amor a cada olhar&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;De ter borboletas no estômago, a cada esquina&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Lembrar de tuas palavras e de tua maneira de amar&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;E saber que serei feliz toda vez que voltar&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Da rotina, do trabalho, te encontrar&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Vestindo as roupas minhas, sorrindo, a dançar&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Sozinha, na esperança minha, de contigo estar&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;E dançar, e cantar, e fazer família&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;E beijar-te mil vezes até que teu sabor doce seja meu&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;E poder afirmar para o mundo que tu me pertences&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;E eu pertenço a ti, sou teu, completamente teu&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Para hoje, Para o agora, Para sempre&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;No teu frasco de perfume de Vanilla&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px; margin-bottom: 1.35em; text-align: -webkit-auto;&quot;&gt;Camila...&quot;&lt;/div&gt;&lt;br class=&quot;Apple-interchange-newline&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/05/momento-poetico-camila.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-1886635912845294162</guid><pubDate>Tue, 29 May 2012 19:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-11-25T23:04:16.260-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">crítica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Drama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pós-guerra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexivo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">saudade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trilha sonora</category><title>O Filho Pródigo</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=5-EmcOli28U&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ouça a trilha sonora da crônica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Pai? Estou chegando... – Ele disse analisando a paisagem pela janela do ônibus e guardou o celular no bolso sem tirar os olhos de lá, apenas recostou a cabeça sobre a janela e viu a nuvem de areia ser levantada enquanto o ônibus se locomovia, o céu estava alaranjado, o sol escaldante, já não havia plantas em lugar algum, toda a sua pequena cidade parecia um deserto... Ele via o resultado da guerra em que participou, e deixou escorrer pelo rosto a lágrima que segurou durante todos os anos que esteve na batalha... O ônibus chegou perto do vilarejo e freou bruscamente, o rapaz desceu com cautela enquanto algumas crianças, cinco ou seis o esperavam na porta, todas sorridentes, nem ao menos o conheciam, mas o tinham como lenda... Ele foi acompanhado pelas crianças saltitantes o puxando pela mão, enquanto adentrava a pequena vila de poucas casas, todos o esperavam ansiosos e choravam pela família, por ter esperado tanto pelo filho pródigo, as crianças riam alegres em finalmente ver o tal homem que seus pais lhe falavam, um exemplo, o único ali que foi para a guerra, as pessoas comentavam e abriam caminho em direção a antiga casa do rapaz, tinham orgulho dele, mas ele mau entendia o que significava todos aqueles olhares, de todos aqueles sorrisos, e continuou analisando-os assustado, tentando entender o que acontecia, o rapaz colocou sua grande mochila nas costas e seguiu pelo caminho feito de pessoas até sua velha casa de madeira, o pai o aguardava sentado sobre sua cadeira de balanço, os anos haviam lhe feito ficar com a vista cansada, chegando a ser quase cego, mas o homem soube que a sua frente estava o jovem filho, ergueu-se e apalpou o rosto do rapaz, e sorriu em prantos&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Samuel... – Ele cambaleou soltando a bengala, mas o filho segurou-o o abraçando. Os dois não puderam conter a emoção e sem muitas palavras sorrirem, olharam-se e abraçaram-se&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-E a mãe? – Ele esperava encontrar alguém na janela ou perto da porta&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
-Tua mãe Samuel... – Ele enxugou o rosto do filho com os polegares – Não aguentou esperar... Mas teu irmão... Vem logo atrás não é?&amp;nbsp; Você conseguiu resgatar o Sandro não é? Você... Você o tirou das mãos dos inimigos não é? – O pai disse sorridente, mas sem responder Samuel apenas entregou-lhe o quepe do irmão caçula e sacou do bolso um papel dobrado diversas vezes e o desdobrando leu:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
“Se estiver lendo, quer dizer que eu morri aqui, sem ao menos poder despedir-me de todos vocês... Mas saibam que eu morrerei feliz, pois sei que fui amado, e que todos os momentos bons que pude viver trago comigo em meu peito, e lembro-me que os melhores momentos foram sempre ao lado de vocês, Rosa, minha querida esposa e meus filhos Fernando e Augusto, com meu irmão Samuel e os meus amados pais, José e Maria... Amei-os, mas minha hora chegou, morri por minha pátria e espero que ao menos um sorriso possa ter trazido... A vitória de nosso país“&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Samuel analisou toda a paisagem ao seu redor, e chorou novamente, haviam perdido a guerra, haviam perdido tudo, as crianças, as flores, a esperança. O pai desolado o abraçou forte, ambos choraram, as lembranças voltaram a cabeça de Samuel, ele e o irmão caçula brincando naquela vila, as árvores, as pessoas ricas de sorrisos, a fartura, a beleza dos rios, das plantas e animais... Tudo perdido na guerra, todas as lembranças queimadas, destruídas; depois observou as famílias pobres; doentes; a escassez, notou que não só perdeu a guerra, perdeu seu jardim e todo o resto com ele... Perdeu sua vida, tirou vidas, e a de seu próprio irmão.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/05/filho-prodigo.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-7015634504785545776</guid><pubDate>Tue, 29 May 2012 00:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-29T20:52:20.440-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Crônica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Drama</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reflexivo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">saudade</category><title>Saudade</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;Estava sentado em um canto ensolarado do pátio observando o movimento e as despedidas dramáticas que ali faziam, foi quando ao fundo vi um rosto conhecido a se aproximar, Anna estava com seu previsível vestido rosado, longo e florido, uma sandália marrom com laços coloridos, o cabelo, loiro, era trançado, pendendo sobre o ombro esquerdo, vinha abraçada com um caderno encapado com EVA lilás com babados cor de rosa feitos de crepom ao redor e no rosto tinha estampado um belo sorriso, mas parecia que por dentro não tinha a alegria estonteante e resplandecente que sua face esboçava; a garota parou a minha frente como uma estátua grega, forçou ainda mais o sorriso e continuou parada, sem nada dizer... Era engraçado, notar que a menina que sempre puxou assunto, hoje, esperava que eu me pronuncia-se&lt;br /&gt;
-Olá Anna...&lt;br /&gt;
-Oi... - Ela movia os lábios, mas nada além do &quot;Oi&quot; foi dito&lt;br /&gt;
-Está tudo bem? - Eu coloquei a mão sobre seu ombro&lt;br /&gt;
-Bem... - Ela sentou-se ao meu lado e como sempre, com sua sinceridade, prosseguiu - Não.. Você sabe, esse clima de despedida... Final de ano... Me deixa meio deprimida - Ela sorriu com os olhos molhados&lt;br /&gt;
-Entendo...&lt;br /&gt;
-Eu vou morrer de saudade... E você? - Me olhou sorridente, esperando a resposta já manjada&lt;br /&gt;
-Não... - Anna apenas mudou o semblante, parou de forjar o sorriso e franziu as sobrancelhas - Como eu posso sentir saudade de algo que logo voltará? Sinto saudade daquilo que se vai para não mais voltar...&lt;br /&gt;
-Não vai sentir nem um pouco de falta? - Os olhos de Anna começaram a encher de lágrimas&lt;br /&gt;
-Não sinto falta do sol, pois ele se vai, a lua vem e faz sua parte... Mas sei que logo, no dia seguinte, pela manhã ele surgirá outra vez...&lt;br /&gt;
-E se não surgir? - Ela inclinou a cabeça e não pode conter-se&lt;br /&gt;
-Mesmo assim não sentirei sua falta, pois sei que ele está aqui, e minha vida ainda irá girar eternamente ao seu redor...&lt;br /&gt;
-Assina meu caderno? - Ela secou o rosto e sorriu fugindo da pergunta &quot;Por que você está chorando?&quot;, deu-me sua caneta e colocou o caderno no meu colo&lt;br /&gt;
-Assino aqui por cordialidade, mas por carinho assino seu coração, para que de mim sinta saudade...&lt;br /&gt;
-Isso é um adeus?&lt;br /&gt;
-Talvez um adeus - Eu a devolvi o caderno - Talvez um até breve... - Após isso ela beijou o rosto e da mesma forma que veio, foi embora; por dentro chorando, sorrindo por fora... &amp;nbsp;Depois lembro dela ter aberto o caderno enquanto andava e parou subitamente de andar ao ler minha mensagem, voltou-se para trás me procurando, mas eu já havia ido embora...&lt;/div&gt;</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/05/saudade.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-612927800440411025</guid><pubDate>Wed, 23 May 2012 18:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-23T15:35:21.919-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">momento poético</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poesia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sem rima</category><title>Momento Poético - Pontuação</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;Retórica?!&lt;br /&gt;
pois responda-me!&lt;br /&gt;
afirmo?&lt;br /&gt;
duvido!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/05/momento-poetico-pontuacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-4589508124018480243</guid><pubDate>Wed, 23 May 2012 18:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-29T20:54:41.179-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">metáfora</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">momento poético</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poesia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">trocadilhos</category><title>Momento Poético - Ciência do saber</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;Ciência do saber&lt;br /&gt;
estando ciente&lt;br /&gt;
que é sabido&lt;br /&gt;
que o saber é ciência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabiás sabem&lt;br /&gt;
que o sábio é&lt;br /&gt;
que o sábio tem&lt;br /&gt;
que o sábio quer&lt;/div&gt;</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/05/momento-poetico-ciencia-do-saber.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2537732160392241876.post-2641291041024351096</guid><pubDate>Wed, 23 May 2012 18:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-23T15:34:44.090-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Avulso</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Curtos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Devaneio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">momento poético</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poema Épico</category><title>Momento Poético - Dormindo em aula</title><description>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;Deita sobre os braços&lt;br /&gt;
foge da teoria&lt;br /&gt;
amarra nos sonhos seus laços&lt;br /&gt;
em busca da alegria&lt;/div&gt;</description><link>http://thefaeriechronicles.blogspot.com/2012/05/momento-poetico-dormindo-em-aula.html</link><author>noreply@blogger.com (Ciano)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>