<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611</id><updated>2024-11-08T12:25:12.618-03:00</updated><category term="comportamento"/><category term="criatividade"/><category term="esquizofrenia"/><category term="Alzheimer"/><category term="H1N1"/><category term="córtex frontal"/><category term="depressão"/><category term="epilepsia"/><category term="genética"/><category term="vacina"/><category term="CAPS"/><category term="Direito"/><category term="H3N2"/><category term="Loucura"/><category term="Mar morto"/><category term="Medicina"/><category term="PET"/><category term="Publicações científicas"/><category term="RNM"/><category term="Saramago"/><category term="Van Gogh"/><category term="antidepressivos"/><category term="biologia"/><category term="biomarcadores"/><category term="coma"/><category term="consciência"/><category term="cérebro"/><category term="decisão"/><category term="doença mental"/><category term="doenças"/><category term="eletroconvulsoterapia"/><category term="estados mínimos de consciência"/><category term="evolução"/><category term="fMRI"/><category term="homossexualismo"/><category term="indústria farmacêutica"/><category term="infância"/><category term="insônia"/><category term="intoxicação por brometo"/><category term="jazz"/><category term="mal de Parkinson"/><category term="marketing"/><category term="núcleo acumbens"/><category term="periódicos"/><category term="privação de sono"/><category term="psicose"/><category term="religião"/><category term="transtorno bipolar"/><category term="ínsula"/><category term="ômega 3"/><title type='text'>The Strange Loop</title><subtitle type='html'>Psiquiatria, comportamento   &#xa;         e neurociência</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-2059635283868730964</id><published>2010-06-18T15:28:00.013-03:00</published><updated>2010-06-18T16:38:31.450-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CAPS"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doença mental"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Loucura"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saramago"/><title type='text'>A Loucura suspensa</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Após trinta dias de silêncio por motivos acadêmicos, o blog retorna hoje com uma pequena homenagem a José Saramago&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Victor Bigelli de Carvalho&lt;/span&gt;*&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Inspirado em “Intermitências da Morte”, Saramago  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo aconselha e recomenda às direções e às administrações hospitalares que, após uma análise rigorosa, caso por caso, da situação clínica dos doentes que se encontrem naquela situação e, confirmando-se a irreversibilidade dos respectivos processos mórbidos, sejam eles entregues aos cuidados das famílias, assumindo os estabelecimentos hospitalares a responsabilidade de assegurar aos enfermos, sem reserva, todos os tratamentos e exames que os seus médicos de cabeçeira ainda julguem necessários ou simplesmente aconselháveis....”&lt;br /&gt;Imaginem a situação: todas as pessoas de um país, incluindo os doentes graves e os moribundos, não morrem mais. A primeira vista trata-se de uma benção - a tão esperada vida eterna. Que país privilegiado! Todos saem às ruas para comemorar o fato jamais visto na histótia da humanidade. Políticos aproveitam a situação e declaram que somente em seu governo poderia acontecer tal milagre com seu querido povo. Basta pouco tempo para euforia inicial se transformar em preocupação. Multilados em acidentes de trânsito, velhos agonizantes, dementes de qualquer gênero –já que não morrem mais – acumulam-se aos montes. Donos de funerárias revoltam-se&lt;br /&gt;com o fato de lhes terem eliminado seu “ganha-pão”. Os hospitais ficam caóticos pois há lotação de pacientes com uma eterna, desagradável e moribunda vida. As famílias – compostas pelos mesmos que no passado recente saíram às ruas para glorificar o milagre ocorrido- lamentam, pois não há vagas nos hospitais para os novos doentes ou semi-defuntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipXV0pQ0jcDha57OLmm2TQ19n9Bu22aC5aXFCtH9GKBF2MbHyIttwPMDKgTa-UH07Pyy3Z-C7pAFnTzARYrgC-ar5LBUgvdMe3XVWaqef8_7CWN-be8B82-NqgdElCTFDQBedGXpxo372h/s1600/carencia.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 234px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipXV0pQ0jcDha57OLmm2TQ19n9Bu22aC5aXFCtH9GKBF2MbHyIttwPMDKgTa-UH07Pyy3Z-C7pAFnTzARYrgC-ar5LBUgvdMe3XVWaqef8_7CWN-be8B82-NqgdElCTFDQBedGXpxo372h/s320/carencia.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5484196348785423938&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;O que tem isso a ver com a Psiquiatria e a sua Reforma política? Vou me ater aqui aos chamados “loucos” porque costumam chamar mais atenção de nossa sociedade. Todos sabem que ao longo do tempo o conceito de doença mental se modificou. Partindo-se de uma lógica fantástica, mística e religiosa progrediu-se para uma visão mais baseada em modelos psicossociais, dinâmicos e agora também biológicos da doença mental. Passamos pelo útero, pelas bruxas, pelo Édipo, progredindo até os receptores dopaminérgicos cerebrais. Durante todo esse processo de evolução do conhecimento surgiu a necessidade de cuidar desses pacientes disfuncionais, alienados e que estavam a margem de nossa razão. Não podíamos mais julgá-los não merecedores de nosso convívio social devido a preconceitos fundamentados à partir de nossa ignorância. “Ora, são pessoas doentes e portanto devemos tratá-las”. Partindo-se deste princípio se criaram os primeiros hospitais e asilos psiquiátricos no mundo. Creio que esta atitude partia de uma boa intenção, baseada no auxílio ao doente, suporte ao sofrimento e alívio da dor pessoal, da sociedade e da familia que não tinham estrutura para lidar com esses pacientes, nem ao menos compreendiam por inteiro o que acontecia com estas mentes desvairadas. Visto que os recursos terapêuticos eram nulos naquela época, cuidar destes doentes, num asilo ou hospital específico, seria uma proposta mais humana – protegê-los de sua inadequação no mundo e poupá-los dos riscos inerentes da doença mental como a agressividade, a ausência de cuidados de higiene e o próprio suicídio. O problema é que com o tempo a proposta inicial se distorceu, criando espaço para que conflitos e interesses secundários aparecessem com maior clareza. Isto ocorreu em diversas esferas, quer seja política, econômica e/ou ideológica, persistindo até os dias de hoje. Alguns começaram a alegar que os loucos não são de fato doentes, mas simplesmente tem um contato diferente com a realidade (chegam até a afirmar que os mesmos são abençoados por isto). Outros, baseado em interesses pessoais de crescimento profissional e pessoal enxergam toda situação de conflito em relação ao tema como uma possibilidade de ganhar notoriedade e alavancar a carreira. Por fim, há aqueles que sempre observam na situação uma ótima possibilidade de aumentar seu patrimônio financeiro, fazendo com que os asilos funcionem mais como simples depósitos em que os doentes são submetidos a condições deploráveis do que instituições propriamente acolhedoras ou terapêuticas – erro mais de natureza humana que institucional em si. Não é de se surpreender que após este movimento inicial, observando-se a deturpação da proposta original, houvesse um contragolpe em relação a isto em que se questionasse a existência desses asilos, sua utilidade e a própria concepção de doente mental e da psiquiatria. Diriam: “Quem define o que é normal? O psiquiatra? Como, se nem sabemos ao certo o que é a Psiquiatria? Qual é tanto o poder que eles pensam que tem? Por que devemos privar uma pessoa de sua liberdade simplesmente por ser diferente?” Alguns percebem este fato, e contrariando a evolução do conhecimento científico dos transtornos mentais, começam a propagar a imagem falsa dos idealizadores daquelas instituições, acusando-os de desumanos e torturadores. Desta forma, famílias e pessoas - ignorantes do real problema e manipulados pela ilógica propaganda antimanicomial e antipsiquiátrica - acolhem esta idéia como verdadira e inicam um moviemento contra os ditos carrascos - ladrões da liberdade e apologistas da clausura. E assim, em vez de se reestruturar as instituições criadas (hospitais e asilos psiquiátricos), cuja idéia inicial foi de auxílio ao doente, opta-se por sua extinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjM9ONf4ChjDAANAd9Xjw4-JeCGfdnZbj5fXK_Ro358INHJ6Fn_y12QG1TjALwr3xI7cldMeJJXGc7yGCKAXM1s1OZekJvZ_VxVefKvswHTlEO52dINbw9o5B4j09UAoJ7LngRJfYgoapPn/s1600/1197062870.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjM9ONf4ChjDAANAd9Xjw4-JeCGfdnZbj5fXK_Ro358INHJ6Fn_y12QG1TjALwr3xI7cldMeJJXGc7yGCKAXM1s1OZekJvZ_VxVefKvswHTlEO52dINbw9o5B4j09UAoJ7LngRJfYgoapPn/s400/1197062870.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5484195786801900162&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É nesse contexto que provavelmente surgem as idéias basaglianas na Itália que depois influenciaram diversos países, inclusive o Brasil. Partindo deste ponto, se inicia a luta pela desinstitucionalização do doente mental. Em nosso país, demora um pouco, mas a sociedade se mobiliza, ao mesmo tempo em que se cria uma nova Constituição e o Sistema Único de Saúde. Após Conferências Nacionais de Saúde Mental e aprovação da Lei Federal 10216 inicia-se o fim do modelo hospitalocêntrico de política de Saúde Mental. Resultado: fecham-se hospitais, diminuem-se os leitos psiquiátricos disponíveis, pacientes são mandados de volta às suas famílias e às suas casas sem que seja criada uma estrutura adequada para isto, mesmo com a proposta dos CAPS, deixando nossos doentes à sorte. A continuação nós já conhecemos, mas alguns continuam a negar. A doença mental cresce no Brasil e no Mundo, e isto inclui os pacientes psicóticos crônicos graves (“loucos”). Temos dificuldades de dar suporte a eles. Apesar de todo desenvolviemnto técnico-científico, com maior confiabilidade no diagnóstico e com o desenvolvimento de diversas drogas psicotrópicas que nos auxiliam no tratamento, há ainda aqueles que negam a existência da doença psiquiátrica. Trata-se de um anacronismo, um culto a ignorância, esta que por sua vez é terreno fértil para o preconceito. Primeiro, não há graça em ser louco como algumas vezes a mídia quer demonstrar. Ninguém escolheria se sentir perseguido e ameaçado; ninguém gosta de ouvir vozes que te depreciam ou te mandam fazer coisas diferentes da sua vontade, principalmente quando isto pode envolver violência e sofrimento da família do doente e da própria sociedade. Digo mais, como cidadão você não se sentiria culpado ou irresponsável sabendo que para esses pacientes há esperança e não um destino fechado de vivências delirantes ameaçadoras? Se conforta com o fato destes doentes estarem marginalizados pela sociedade e pela estrutura assistencial, vivendo nas ruas conhecidos como mendigo, doidinho ou lelé? Não é porque o louco não compartilha de nossa razão, que não sofre ou não merece nosso engajamento. Infelizmente, como eles não tem esta lucidez, que é necessária ao enfrentamento e à luta, não podem se responsabilizar pela própria mudança de suas vidas. Na atual configuração da política de Saúde Mental brasileira, que não dispõe de profissionais ou hospitais qualificados, que ignora o fato de existirem doentes crônicos cujas famílias não conseguem manejar, que não dispõe de centros psiquiátricos estruturados para sua população, de forma alguma é prestado bom serviço de saúde. Torça para nunca ficar doente, e se ficar espere não ter nascido pobre. Se ainda porventura for rico e ficar doente, torça para que esta não seja a mental. A lei para a assistência psiquiátrica existe e pretende ser bonita no papel, mas na prática é desigual, insensata e excludente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, lembraremos do início deste texto para última reflexão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Havia muitos loucos naquele país, mas ninguém acreditava de fato que eram doentes. Acumulavam-se aos montes e os hospitais ficavam abarrotados, deixando de atender quem de fato era lúcido e realmente sofria e precisava. Acreditava-se, a contragosto dos psiquiatras, que estes pacientes não melhorariam, nem piorariam, ficando como que suspensos. Suspensos da razão, da realidade, da esperança e de suas vidas. Portanto, o governo aconselhou e recomendou às direções e às administrações hospitalares que, após uma análise rigorosa, caso por caso, da situação clínica dos doentes que se encontravam naquela situação e, confirmando-se a irreversibilidade dos respectivos processos mórbidos, fossem eles entregues aos cuidados das famílias, como sempre bastante estruturadas, assumindo os estabelecimentos hospitalares a&lt;br /&gt;responsabilidade de assegurar aos enfermos, sem reserva, todos os tratamentos e exames que os seus médicos de cabeçeira ainda julgassem necessários ou simplesmente aconselháveis...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*o Dr. &lt;span&gt;Victor Bigelli de Carvalho é médico residente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/2059635283868730964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/06/loucura-suspensa.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/2059635283868730964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/2059635283868730964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/06/loucura-suspensa.html' title='A Loucura suspensa'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipXV0pQ0jcDha57OLmm2TQ19n9Bu22aC5aXFCtH9GKBF2MbHyIttwPMDKgTa-UH07Pyy3Z-C7pAFnTzARYrgC-ar5LBUgvdMe3XVWaqef8_7CWN-be8B82-NqgdElCTFDQBedGXpxo372h/s72-c/carencia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-8099725123062669197</id><published>2010-05-18T09:11:00.027-03:00</published><updated>2010-05-19T11:17:35.390-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fMRI"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medicina"/><title type='text'>Detector de mentiras via fMRI: pronto para o tribunal?</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;TEXT-ALIGN: right&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;FONT-STYLE: italic;font-size:85%;&quot; &gt;&quot;A civilização se refugia em verdades que não passam de ilusões. O homem só se torna senhor de si ao se libertar delas e abraçar as próprias mentiras&quot;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;FONT-WEIGHT: bold;font-size:85%;&quot; &gt;(&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;FONT-WEIGHT: bold;font-size:85%;&quot; &gt;Nietzche)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;FONT-STYLE: italic;font-size:85%;&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Muito em breve, por 5.000 dólares, um computador fará a varredura de seu cérebro por vários minutos enquanto você responde a questões simples do tipo: onde vc mora? Estamos em 2010? E outras bobagens do dia a dia. Depois fará questões mais picantes como: você trai a sua esposa? Já pensou em botar fogo no Butantan? Ao final do processo, este mesmo computador irá gerar uma série de imagens do seu cérebro e através delas alguém (provavelmente um médico) dirá se você estava dizendo a verdade ou não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Após a febre do polígrafo no século passado, usado até em prisioneiros de guerra, temos agora um novo candidato a detector de mentiras. A ressonância magnética funcional (fMRI).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8qkOOQWwQtMUBWHHbIngkYl5bdhnQIbjfWEluHxU84-mGUSdIyDstdXLHcTPS0-iXP3A35OVw7BBHHbZgYsxQYZeMINzSZOHUeH7ZYoz2Igpp3xlIZc9AxeyNFbsOAEiiLq1sw4fnOO9w/s1600/lie_detector.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5472748508960872370&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 322px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8qkOOQWwQtMUBWHHbIngkYl5bdhnQIbjfWEluHxU84-mGUSdIyDstdXLHcTPS0-iXP3A35OVw7BBHHbZgYsxQYZeMINzSZOHUeH7ZYoz2Igpp3xlIZc9AxeyNFbsOAEiiLq1sw4fnOO9w/s400/lie_detector.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Detecção de mentira feita pelo Polígrafo, tido como uma pseudociência entre a comunidade científica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;TEXT-ALIGN: left&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O início de 2010, no setor jurídico americano, foi marcado por uma polêmica. O advogado David Levin tentou, pela primeira vez na história, introduzir como prova o resultado do teste de detecção de mentira via fMRI no caso de Cynette Wilson, uma executiva americana que reclama que passou a ser discriminada na empresa onde trabalha (não recebia mais serviços), após denunciar um dos funcionários por assédio sexual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Esta tentativa nos Estados Unidos foi rejeitada pelo juiz, sob a alegação de que avaliar a credibilidade das testemunhas é papel do júri e não de um perito ou exame. O juiz sequer quis saber o quão confiável é a de detecção de mentira via fMRI.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Uma questão pertinente é a de que, num tribunal, o julgamento correto para determinar se alguém está mentido ou não cabe, sem dúvida, ao campo do Direito. Quem julga, técnicamente falando, são as pessoas qualificadas para tal (apesar do juri popular ser composto por leigos). Alguns alegam que o que ocorre é que em cerca de 50% das vezes o júri se engana. Assim sendo, qualquer teste para detectar mentiras com sensibilidade maior que 50% seria mais confiável do que o júri.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;E o teste via fMRI é mais confiável do que isso? Ao que tudo indica sim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Vários estudos apontam que em 90% das vezes, o teste de detecção de mentiras via fMRI, acusa corretamente o mentiroso. Os resultados são tão promissores que duas empresas americanas, a &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;FONT-WEIGHT: bold;font-family:verdana;&quot; &gt;Cephos Corporation&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; em Tyngsboro, Massachusetts, e a &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;FONT-WEIGHT: bold;font-family:verdana;&quot; &gt;No Lie MRI&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; em San Diego, Califórnia, já estão comercializando o teste no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, mesmo que o teste seja confiável, especialistas questionam se os resultados desse tipo de &quot;leitura da mente&quot; devem ser admissíveis em tribunal. No códido do Processo Penal Brasileiro e na Quinta Emenda da Constituição Americana consta um princípio que diz que ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; Outra questão é que o Direito prescinde desta &quot;validade&quot; científica exigida pela Medicina. Quem, por exemplo, analisou a acurácia de júris populares para determinar seus viéses e validar seus resultados?&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A Medicina moderna se embasa na veracidade científica, o Direito na verdade da Lei. A Jusfilosofia neste caso, deve se encarregar do debate.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Em relação a questão técnica do teste (esta sim, cabe aos pesquisadores, médicos e aos donos de empresas que comercializam o exame), o estudo de Mark George do NIH (National Institute of Health) publicado em 2009 no &lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=&quot; rft_val_fmt=&quot;info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=&quot; rft_id=&quot;info%3Apmid%2F19844599&amp;amp;rfr_id=&quot; atitle=&quot;Replication+of+Functional+MRI+Detection+of+Deception.&amp;amp;rft.issn=&quot; date=&quot;2009&amp;amp;rft.volume=&quot; issue=&quot;&amp;amp;rft.spage=&quot; epage=&quot;11&amp;amp;rft.artnum=&quot; au=&quot;George+MS&amp;amp;rfe_dat=&quot; included=&quot;1;bpr3.tags=&quot;&gt;&lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt;The open forensic science journal &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;acabou por corroborar os achados dos estudos anteriores, dando mais peso aos resultados. George e seus colegas analisaram 30 pacientes que foram confrontados com perguntas corriqueiras e um paradigma: eles deveriam escolher entre furtar um relógio ou anel antes irem para a fMRI. Durante o scan eram orientados a mentir se fossem perguntados sobre o que tinham furtado. Os autores conseguiram identificar corretamente 86% dos sujeitos que mentiam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMAS7F8Ryfi1QP7CMoYQY5SX9ORAGsey7eMUkzCO_KzJgxw_OKZelL1DRz8WBvfV99bu-A_XlOQYERdcZgpaB2QD3CHbBH81MtCMtK6tZfSKHycteUp6ELZe5UlVr_zADv8lExbkais2R_/s1600/lie+fmri.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5472610199764262722&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 290px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 283px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMAS7F8Ryfi1QP7CMoYQY5SX9ORAGsey7eMUkzCO_KzJgxw_OKZelL1DRz8WBvfV99bu-A_XlOQYERdcZgpaB2QD3CHbBH81MtCMtK6tZfSKHycteUp6ELZe5UlVr_zADv8lExbkais2R_/s400/lie+fmri.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:0;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Áreas azuis se ativam quando algo verdadeiro é respondido e áreas vermelhas quando a mentira vem á tona.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;FONT-WEIGHT: bold&quot;&gt;&lt;br /&gt;Fonte&lt;/span&gt;: http://noliemri.com/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Mas porque essa áreas se ativam? Essa pergunta tão elementar está longe de ser respondida.&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O que existe são especulações rudimentares. Certezas, poucas&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Inúmeros neurocientistas ainda tendem a ter dúvidas sobre a confiabilidade da fMRI na detecção de mentiras, mas muitos concordam que a técnica vale a pena ser estudada. Algumas questões técnicas, inclusive no campo da psiquiatria, sobre a fMRI e seu potêncial em desvendar mentiras e verdades devem ser melhor compreendidas e debatidas:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Acreditar na mentira (pseudólogos) muda o padrão de ativação cerebral?&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Estar psicótico e dizer (e acreditar) que viu algo que ninguém mais viu ativa os mesmo circuitos?&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Estar num estado dissociativo e dizer uma mentira, altera a validade do teste?&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Como psicopatas reagem ao detector via fMRI? Eles ativam as mesmas áreas da verdade e mentira que as pessoas comuns? Duvido...&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Bem, mas a verdade é que ninguém testou isso, ainda. E como saber então, se não podemos voluntariamente enganar a fMRI?&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Quem nunca mentiu, que faça o primeiro comentário...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; FLOAT: left; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img style=&quot;BORDER-RIGHT: 0pt; BORDER-TOP: 0pt; BORDER-LEFT: 0pt; BORDER-BOTTOM: 0pt&quot; alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=&quot; rft_val_fmt=&quot;info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=&quot; rft_id=&quot;info%3Apmid%2F19844599&amp;amp;rfr_id=&quot; atitle=&quot;Replication+of+Functional+MRI+Detection+of+Deception.&amp;amp;rft.issn=&quot; date=&quot;2009&amp;amp;rft.volume=&quot; issue=&quot;&amp;amp;rft.spage=&quot; epage=&quot;11&amp;amp;rft.artnum=&quot; au=&quot;George+MS&amp;amp;rfe_dat=&quot; included=&quot;1;bpr3.tags=&quot;&gt;Kozel FA, Laken SJ, Johnson KA, Boren B, Mapes KS, Morgan PS, &amp;amp; George MS (2009). Replication of Functional MRI Detection of Deception. &lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt;The open forensic science journal, 2&lt;/span&gt;, 6-11 PMID: &lt;a href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19844599&quot; rev=&quot;review&quot;&gt;19844599&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/8099725123062669197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/05/detector-de-mentiras-via-fmri-pronto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/8099725123062669197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/8099725123062669197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/05/detector-de-mentiras-via-fmri-pronto.html' title='Detector de mentiras via fMRI: pronto para o tribunal?'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8qkOOQWwQtMUBWHHbIngkYl5bdhnQIbjfWEluHxU84-mGUSdIyDstdXLHcTPS0-iXP3A35OVw7BBHHbZgYsxQYZeMINzSZOHUeH7ZYoz2Igpp3xlIZc9AxeyNFbsOAEiiLq1sw4fnOO9w/s72-c/lie_detector.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-5504178107702328836</id><published>2010-05-11T12:02:00.028-03:00</published><updated>2010-05-11T23:19:42.326-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="antidepressivos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="indústria farmacêutica"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="marketing"/><title type='text'>Antidepressivos em 2009: como eles se saíram?</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Cada vez mais prescritos, os antidepressivos figuram entre os psicotrópicos mais vendidos no mundo. Dos 10 remédios psiquiátricos mais prescritos nos Estados Unidos, 6 são antidepressivos, 3 são benzodiazepínicos e 1 é antipsicótico. Cada comprimido colorido no gráfico abaixo indica nada mais do que 1 milhão de prescrições do medicamento! Mais incrível ainda é que, só em 2009, os médicos americanos fizeram mais prescrições psiquiátricas do que o número de habitantes dos Estados Unidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvJKFeeiikgbHOkWjHzPw2jJBA7d0SDmbw37cGzArtYk5vh2QED2eU_CFlxXAvFL1BwjTfqYNNcvl8Q-BntQ3OQ4EEi03152g36z-e05BTbeRVLMgYO4kzo643Sza4Q_OqaiZsD3abxQxM/s1600/transparency.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 254px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvJKFeeiikgbHOkWjHzPw2jJBA7d0SDmbw37cGzArtYk5vh2QED2eU_CFlxXAvFL1BwjTfqYNNcvl8Q-BntQ3OQ4EEi03152g36z-e05BTbeRVLMgYO4kzo643Sza4Q_OqaiZsD3abxQxM/s400/transparency.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5470100458469915458&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-family:verdana;&quot; &gt;Fonte&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;: http://www.good.is&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Vamos aos campeões de prescrição em 2009, com seus nomes de marca comercializados nos EUA:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;1&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; lugar (&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;1&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; lugar em 2008)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Xanax&lt;/span&gt; (Alprazolam) Benzodiazepínico. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;2&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: rgb(255, 0, 0); font-family: verdana;&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; lugar &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;3&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana; color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; lugar em 2008)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Lexapro&lt;/span&gt; (Escitalopram) Antidepressivo.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;3&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; lugar&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; (&lt;/span&gt;5&lt;em style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; lugar em 2008)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Ativan&lt;/span&gt; (Lorazepam) Benzodiazepínico.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;4&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana; color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; lugar&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;2&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana; color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; lugar em 2008)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Zoloft&lt;/span&gt; (Sertralina)  Antidepressivo.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;ul style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;5&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana; color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; lugar&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;4&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana; color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; lugar em 2008)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Prozac&lt;/span&gt; (Fluoxetina) Antidepressivo.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;6&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana; color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; lugar&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;fora da lista&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; em 2008)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Desyrel&lt;/span&gt; (Trazodona) Antidepressivo.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;7&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: rgb(255, 0, 0); font-family: verdana;&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; lugar&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; (&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;16&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana; color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; lugar em 2008)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Cymbalta&lt;/span&gt; (Duloxetina) Antidepressivo.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;8&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; lugar&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; (&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;13&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; lugar em 2008)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Seroquel&lt;/span&gt; (Quetiapina) Antipsicótico*.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;9&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;color: rgb(255, 0, 0); font-family: verdana;&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; lugar&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;6&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana; color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt; lugar em 2008)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);font-family:verdana;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Efexor&lt;/span&gt; (Venlafaxina) Antidepressivo.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;10&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; lugar&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; (&lt;/span&gt;9&lt;em style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;º&lt;/em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; lugar em 2008)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;: &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Valium&lt;/span&gt; (Diazepam) Benzodiazepínico.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;*&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;apesar de ser um antipsicótico o Seroquel está aprovado pelo FDA para o tratamento do transtorno bipolar em suas fases de depressão e euforia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Mas como um rémedio cai de posição em prescrições em apenas um ano? Peguemos como exemplo o Efexor que caiu da 6ª para a 9ª posicão, e o Zoloft que caiu da 2ª para a 4ª. O que isso significa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, significa o óbvio, que menos médicos (porque a prescrição de antidepressivos não é feita só por psiquiatras, mas também por neurologistas, ginecologistas, clínicos gerais e por aí vai) estão prescrevendo esses remédios. Mas por quê? Eles eram bons o ano passado! Será que eles deixaram de ser bons remédios? Será que perderam sua eficácia? Isso não me parece muito lógico. O mais provável é que surgiram no mercado medicamentos mais modernos, avançados, fruto das últimas descobertas sobre a mente humana e a farmacogenética, que substituíram essas prescrições. Isso sim é o mais provável...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Certo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Errado. Mas é o que a maioria do público leigo pensa. Se é novo e é moderno, logo é melhor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Vários estudos mostram que a eficácia entre os diferentes tipos de antidepressivos é simplesmente a mesma. Alguns podem alegar que os novos tem menos efeitos colaterias e por isso passaram a ser mais prescritos, mas na verdade esse argumento era válido até alguns anos atrás, não é mais. Entre os antidepressivos presentes na lista dos mais vendidos nos últimos anos, não há nenhum tricíclico (aqueles antigos que davam boca seca, tontura e sono) que apesar de muito eficazes causam mais efeitos colaterais que os inibidores de recaptação de serotonina ou noradrenalina, os &quot;Prozac like&quot; e seus derivados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Outro motivo pelo qual a prescrição de uma medicação (uma marca) diminui é a quebra de patente. Outros laboratórios passam a produzir o sal daquela substância e a vendê-lo a um preço menor, consequentemente o rémedio de marca (referência) perde uma fatia do mercado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O ano de 2009 foi também marcado pela &lt;a href=&quot;http://www.nytimes.com/2010/01/12/health/12mind.html?scp=1&amp;amp;sq=antidepressants&amp;amp;st=cse&quot;&gt;confirmação de que os antidepressivos parecem não ser superiores ao placebo &lt;/a&gt;no tratamento de depressões leves e moderadas. Na verdade, mesmo nas depressões graves o efeito superior ao placebo ocorre não por um aumento de eficácia do antidepressivo, mas por uma perda de eficácia do placebo á medida que a depressão cresce em gravidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Na meta-análise de Kirsch publicada em fevereiro de 2008, 47 ensaios clínicos foram identificados nos dados obtidos a partir do FDA. Naquele ano, Kirsch e seus colegas analisaram os estudos que avaliavam a eficácia dos 6 antidepressivos mais prescritos nos EUA (ﬂuoxetina, venlafaxina, nefazodona, paroxetina, sertralina e citalopram).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Como a figura abaixo mostra, a eficácia dos antidepressivos estudados não se alterou em função da gravidade inicial, ao passo que a eficácia do placebo diminuiu como aumentou da severidade inicial da depressão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi8lQA5-muJS-h9IuHCxpXe3NUsMQQ3F6_86HIbYgt_-BoJ5kcnNgfqEN57RmlIx7qW3qV_naOoP02-Q7So5eVSJFohVCREZU6wOYPD9bX3LmqqfpPvVixMt9v_ekM1Tu94_RcIZbNTacXC/s1600/fetchObject.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 291px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi8lQA5-muJS-h9IuHCxpXe3NUsMQQ3F6_86HIbYgt_-BoJ5kcnNgfqEN57RmlIx7qW3qV_naOoP02-Q7So5eVSJFohVCREZU6wOYPD9bX3LmqqfpPvVixMt9v_ekM1Tu94_RcIZbNTacXC/s400/fetchObject.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5470113183313851874&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;  &gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Fonte&lt;/span&gt;: Kirsch I, et al. (2008) PLoS Med 5(2): e45.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Voltando as prescrições, como então o Seroquel ganhou 5 posições (subiu da 13ª para a 8ª posição) na tabela e o Cymbalta ganhou nove (pulou da 16ª  para a 7ª posição) em apenas um ano? Se não são melhores que os outros por que vendem mais?&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Bem, são remédios sem quebra de patente (ainda), mas cujas vendas aumentaram exorbitantemente no último ano. Como isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Resposta: Marketing! Isso mesmo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A indústria farmacêutica investiu nada menos do 4,5 bilhões de dólares no marketing de seus produtos psiquiátricos, para fazer você acreditar que os remédios que eles produzem são os melhores, mais modernos e funcionam para várias coisas. Não só melhoram a depressão como curam dores, algias crônicas. Não só tratam psicose como também servem como antidepressivos e estabilizadores de humor. Uma verdadeira panacéia. E assim como você que é leigo, muito médico acredita mais no que lhe é dito (pela indústria) do que no que ele vê na prática clínica. Resultado: as variações de vendas flutuam de acordo com o investimento da empresa em marketing. Investiu mais, vende mais. Simples assim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Veredito final dos antidepressivos em 2009: ganharam muito em vendas, mas perderam muito em credibilidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border: 0pt none;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=PLoS+medicine&amp;amp;rft_id=info%3Apmid%2F18303940&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Initial+severity+and+antidepressant+benefits%3A+a+meta-analysis+of+data+submitted+to+the+Food+and+Drug+Administration.&amp;amp;rft.issn=1549-1277&amp;amp;rft.date=2008&amp;amp;rft.volume=5&amp;amp;rft.issue=2&amp;amp;rft.spage=&amp;amp;rft.epage=&amp;amp;rft.artnum=&amp;amp;rft.au=Kirsch+I&amp;amp;rft.au=Deacon+BJ&amp;amp;rft.au=Huedo-Medina+TB&amp;amp;rft.au=Scoboria+A&amp;amp;rft.au=Moore+TJ&amp;amp;rft.au=Johnson+BT&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Clinical+Research%2CPsychology%2CHealth%2CNeuroscience%2CPsychiatry%2C+Public+Health%2C+Medical+Ethics&quot;&gt;Kirsch I, Deacon BJ, Huedo-Medina TB, Scoboria A, Moore TJ, &amp;amp; Johnson BT (2008). Initial severity and antidepressant benefits: a meta-analysis of data submitted to the Food and Drug Administration. &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;PLoS medicine, 5&lt;/span&gt; (2) PMID: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18303940&quot;&gt;18303940&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/5504178107702328836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/05/antidepressivos-em-2009-como-eles-se.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/5504178107702328836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/5504178107702328836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/05/antidepressivos-em-2009-como-eles-se.html' title='Antidepressivos em 2009: como eles se saíram?'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvJKFeeiikgbHOkWjHzPw2jJBA7d0SDmbw37cGzArtYk5vh2QED2eU_CFlxXAvFL1BwjTfqYNNcvl8Q-BntQ3OQ4EEi03152g36z-e05BTbeRVLMgYO4kzo643Sza4Q_OqaiZsD3abxQxM/s72-c/transparency.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-3089472941803452778</id><published>2010-05-07T11:49:00.028-03:00</published><updated>2010-05-18T18:15:53.842-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="intoxicação por brometo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mar morto"/><title type='text'>Os Segredos (e perigos) do Mar Morto</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnoWougMBZfNnVjAcuVSGgZfACSOpDj4LIECNcSiYD398d0FV8PBjrNUdxE1_YtqhrcVtjlXhNvMOAwpdCcYAt_Y2rArCMXSH2huLGIXHsZ1i8ehznnwO9eMIxIPONm7fU8X185TT6TssQ/s1600/mar+morto+2.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 265px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnoWougMBZfNnVjAcuVSGgZfACSOpDj4LIECNcSiYD398d0FV8PBjrNUdxE1_YtqhrcVtjlXhNvMOAwpdCcYAt_Y2rArCMXSH2huLGIXHsZ1i8ehznnwO9eMIxIPONm7fU8X185TT6TssQ/s320/mar+morto+2.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5468678955948477570&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O Mar Morto é o lago terminal do sistema do rio Jordão, localizado na Jordânia Rift Valley, parte da Fenda Sírio-Africana. É mais baixo lago do mundo (414 m abaixo do nível do mar) e está localizado em um ambiente extremamente árido com uma precipitação anual de 50-100 mm. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;É também um lagos mais salgados do mundo, com 33,7%  de salinidade, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;cerca de 8,6 vezes mais salgado que o oceano. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Apenas o Lago Assal (Djibouti), Garabogazköl e  alguns lagos hipersalinos dos vales secos de McMurdo na Antártida (como &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Don_Juan_Pond&quot;&gt;Don Juan Pond&lt;/a&gt;)  têm uma maior salinidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Isto o torna um ambiente extremamente hostil, onde os animais não conseguem prosperar, daí o seu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A área do Mar Morto tornou-se  um importante centro de investigação e tratamento de saúde por várias razões. O rico conteúdo mineral da água, o teor muito baixo de pólen e outros alérgenos na atmosfera, e a baixa radiação ultravioleta do local tornam a região um atrativo para naturalistas em busca de tratamentos alternativos para doenças crônicas como o reumatismo. Por exemplo, pessoas que sofrem de problemas respiratórios e de doenças como fibrose cística parecem se beneficiar do aumento da pressão atmosférica do lugar. Os portadores de afecções dermatológicas, como psoríase, também se beneficiam da capacidade de tomar sol por longos períodos de tempo já que a exposição aos raios UV do sol são reduzidos (devido à sua posição abaixo do nível do mar).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;No início do século 20 o Mar Morto começou a atrair o interesse de químicos que descobriram que o mar era um depósito natural de potássio, bromo e outros tipos de sais. Devido à popularidade, interesse terapêutico e &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;à&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;s propriedades &quot;curativas&quot; desses sais, várias empresas passaram a explorar as matérias-primas do lugar para a produção de produtos com supostas atividades medicinais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Mas o que isso tem a ver com psiquiatria? Muito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Até meados do século 20, quando foi retirado da composição de vários produtos médicos, o brometo era considerado responsável por cerca de 5-10% das internações em hospitais psiquiátricos nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O brometo tem propriedades sedativas e anticonvulsivantes. Sua meia-vida é longa (10 a 12 dias!) e em níveis elevados, substitui o cloreto nos mecanismos de condução neuronal, na estabilização da membrana, prejudicando a transmissão de impulsos nervosos. Como o brometo é identificado como cloreto na grande maioria dos kits de laboratório, os pacientes com intoxicação por brometo, muitas vezes, apresentam hipercloremia associado a um ânion gap negativo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;a style=&quot;font-family: verdana;&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqKyicohy4CJLN04szX7scBAZWkN22CjhEpYO7WgIiDgoUwGZmq1iiZFGGF0ssg7hPPRxGPdwJzKV45M2A7DwHaPy8baE2KwMAOhVEpFKAGNEoL0VXU0rEPnAOQbF0qARHiqoqMu2uJsuD/s1600/31083f3.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 307px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqKyicohy4CJLN04szX7scBAZWkN22CjhEpYO7WgIiDgoUwGZmq1iiZFGGF0ssg7hPPRxGPdwJzKV45M2A7DwHaPy8baE2KwMAOhVEpFKAGNEoL0VXU0rEPnAOQbF0qARHiqoqMu2uJsuD/s400/31083f3.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5468672128591078530&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-family:verdana;&quot; &gt;Fonte&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;: Pimentel et al. Quim. Nova, Vol. 29, No. 5, 1138-1149, 2006.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A intoxicação por brometo apresenta-se clinicamente como um quadro neuropsiquiátrico caracterizado por alteração de comportamento, agitação, labilidade emocional, alucinações, fala pastosa, convulsões e coma. Cerca de 35% dos pacientes também apresentam lesões dermatológicas, basicamente erupções acneiformes grosseiras, placas granulomatosas e, eventualmente, úlceras (o tórax e face são o locais de preferência).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-family:verdana;&quot; &gt;The American Journal of Medicine&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; de março de 2010 traz um relato de caso de um paciente de 57 anos que chegou ao hospital com mal-estar geral, desorganização do pensamento,  humor lábil e fala arrastada. Ele negou consumo de drogas ou qualquer  medicação. Os exames iniciais revelaram nível de cloreto elevado (&gt;175 mEq/L) e um ânion gap negativo (-55 mEq/L). Devido a estes  valores laboratoriais anormais, alguém muito sagaz de plantão suspeitou  de &quot;bromismo&quot; (intoxicação por brometo). Testes adicionais confirmaram  um nível sérico muito elevado de brometo (32 mEq/L).&lt;/span&gt; &lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center; font-family: verdana;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDrT9kZrjHf-ZG1c53asbXQvhvSb2uX8vUPOKjnT0zH8Pp3ztHg3gKfN9ZQ10ifaVBa5csKTShwnW2Tltp52QU_N3xE8_FjFMBagyOXDy1A9HNQHb35hE6ShmEHOuO0cAdgRUxHO1qyhe7/s1600/brometo.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 370px; height: 334px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDrT9kZrjHf-ZG1c53asbXQvhvSb2uX8vUPOKjnT0zH8Pp3ztHg3gKfN9ZQ10ifaVBa5csKTShwnW2Tltp52QU_N3xE8_FjFMBagyOXDy1A9HNQHb35hE6ShmEHOuO0cAdgRUxHO1qyhe7/s400/brometo.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5468670416440016722&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;A figura mostra os níveis séricos de Na+, Cl- e Br+ durante a evolução clínica.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;  &gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Fonte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;: &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;The American Journal of Medicine&lt;/span&gt;, Vol 123, No 3, March 2010&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Uma anamnese mais detalhada revelou que o paciente comprava sal do Mar Morto pela internet e o consumia em grandes  quantidades com o objetivo de rejuvenescer. Ele melhorou com hidratação profusa com soro fisiológico e uso furosemida e recebeu alta após cinco dias no hospital.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border: 0pt none;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=The+American+journal+of+medicine&amp;amp;rft_id=info%3Apmid%2F20193810&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Bromide+toxicity+from+consumption+of+dead+sea+salt.&amp;amp;rft.issn=0002-9343&amp;amp;rft.date=2010&amp;amp;rft.volume=123&amp;amp;rft.issue=3&amp;amp;rft.spage=&amp;amp;rft.epage=2&amp;amp;rft.artnum=&amp;amp;rft.au=Taylor+BR&amp;amp;rft.au=Sosa+R&amp;amp;rft.au=Stone+WJ&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Biology%2CGeosciences%2CHealth%2CPsychiatry%2C+Public+Health%2C+Chemical+Biology&quot;&gt;Taylor BR, Sosa R, &amp;amp; Stone WJ (2010). Bromide toxicity from consumption of dead sea salt. &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;The American journal of medicine, 123&lt;/span&gt; (3) PMID: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20193810&quot;&gt;20193810&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/3089472941803452778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/05/os-segredos-e-perigos-do-mar-morto.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/3089472941803452778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/3089472941803452778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/05/os-segredos-e-perigos-do-mar-morto.html' title='Os Segredos (e perigos) do Mar Morto'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnoWougMBZfNnVjAcuVSGgZfACSOpDj4LIECNcSiYD398d0FV8PBjrNUdxE1_YtqhrcVtjlXhNvMOAwpdCcYAt_Y2rArCMXSH2huLGIXHsZ1i8ehznnwO9eMIxIPONm7fU8X185TT6TssQ/s72-c/mar+morto+2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-8777561081374502986</id><published>2010-05-03T11:34:00.040-03:00</published><updated>2010-05-04T12:12:49.449-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="esquizofrenia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="H1N1"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="H3N2"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vacina"/><title type='text'>Gripe na gestação e risco de esquizofrenia para a prole</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Já foi comentado neste e em vários outros blogs que mulheres gestantes são o alvo principal do vírus influenza H1N1, havendo maior morbimortalidade neste grupo. Daí a importância de que todas as grávidas se vacinem (&lt;span style=&quot;FONT-WEIGHT: bold&quot;&gt;a taxa de vacinação em gestantes no Brasil já ultrapassou pouco mais de 60%&lt;/span&gt;, era de 50% até duas semanas atrás), até porque a cada gestante morta, duas vidas se esvaecem. Nada pode ser pior do que isto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Mas e as gestantes que adoecem com a gripe e não morrem? O que acontece com elas?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Bem, elas provavelmente se curam após a infecção controlada e seguem suas vidas normalmente...certo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Nem sempre. Apesar das mães saírem ilesas é possível que seus filhos tenham um maior risco de apresentarem problemas relacionados ao desenvolvimento cerebral por conta da infecção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Um estudo recém publicado no &lt;em&gt;Biological Psychiatry &lt;/em&gt;agora em maio de 2010 mostra a influência da infecção por gripe, durante a gestação, no desenvolvimento cerebral de macacos Rhesus (&lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt;Macaca mulatta&lt;/span&gt;). Os filhotes de 12 fêmeas comprovadamente infectadas com vírus da gripe (influenza &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;H3N2&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;, inoculados via nasal na décima sétima semana de gestação) foram comparados com 7 filhotes de fêmeas que tiveram gestação sem intercorrências. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Diversas aéreas cerebrais foram estudadas e mensuradas (substância branca e cinzenta) por exames de imagem sofisticados durante o primeiro ano de vida do macaco (que corresponde aos cinco primeiros anos de vida em humanos).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;FONT-FAMILY: verdana; TEXT-ALIGN: left&quot;&gt;Apesar de os 12 filhotes de mães infectadas com o H3N2 na gestação terem tido peso e tamanho normais ao nascer e um desenvolvimento motor e comportamental normais até o primeiro ano de vida, seus cérebros cresceram consideravelmente menos do que os dos macacos filhos de mães saudáveis. Mais ainda, o &quot;filhos da gripe&quot; apresentaram alargamento dos ventrículos laterais do cérebro (achado comum na esquizofrenia) que se correlacionou positivamente com os níveis de IgG materna (resposta imunológica da mãe ao H3N2).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfyErlPP7zGYo_v9o50N97GbP9SxzPLJgr-8CiOCEt7WiH0vO5b5qtwQgCnySxPqF6FiPrVUljPpHY-ZjB2VrK69gZYUYqSxD4g8KriiTp3ZmyTcx41Onbs4fwh6fJBsb7RCbX-gHVZ26Z/s1600/0.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5467122966970647442&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 380px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 309px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfyErlPP7zGYo_v9o50N97GbP9SxzPLJgr-8CiOCEt7WiH0vO5b5qtwQgCnySxPqF6FiPrVUljPpHY-ZjB2VrK69gZYUYqSxD4g8KriiTp3ZmyTcx41Onbs4fwh6fJBsb7RCbX-gHVZ26Z/s400/0.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;font-size:85%;&quot;&gt;A figura mostra o quanto menor (em %) foi a quantidade de massa cinzenta nas diferentes áreas cerebrais dos filhotes de mães infectadas por H3N2 na gestação&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;FONT-WEIGHT: bold&quot;&gt;Fonte&lt;/span&gt;: Short, S.J.; et al. BIOL PSYCHIATRY 2010;67:965–973&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Os achados da existência de alterações biológicas nos cérebros de macacos Rhesus &lt;em&gt;&lt;/em&gt;filhos de mães infectadas por vírus influenza H3N2 da gripe estabelecem uma base concreta para os defensores da relação entre epidemias virais e aumento de casos de esquizofrenia na população. É obvio que esta relação não pode ser estabelecida de forma definitiva, pois nem toda alteração cerebral é igual a esquizofrenia ou qualquer outra doença mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;A idéia de que infecções por vírus da gripe possam ter consequências negativas no desenvolvimento cerebral e possam ter relação com o surgimento de doenças mentais nos filhos não é nova. Diversos estudos epidemiológicos nos anos 80, mostraram um aumento na incidência de esquizofrenia nas décadas subsquentes às epidemias de gripe em 1918, 1954, 1957 e 1959.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; style=&quot;FONT-WEIGHT: bold&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDUpkI5jt_Hpa-Vw6lt4DQYYuRnFOjeCiLKuw4nVwPJ1enn-VV19jhhO9XcHHpM50g_hSMJKXVNtzHmtLM0WH0HGy-MKLyO6P-RO49VQPK266EdiELdlI1RR-RZJKQsCu5lc1nDxcoABhv/s1600/RM1+1939.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5467199900015526610&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 354px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDUpkI5jt_Hpa-Vw6lt4DQYYuRnFOjeCiLKuw4nVwPJ1enn-VV19jhhO9XcHHpM50g_hSMJKXVNtzHmtLM0WH0HGy-MKLyO6P-RO49VQPK266EdiELdlI1RR-RZJKQsCu5lc1nDxcoABhv/s400/RM1+1939.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;FONT-WEIGHT: bold&quot;&gt;Fonte&lt;/span&gt;: British Journal of Psychiatry (1992), 160, 461- 466&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;A figura acima mostra a variação da média de nascimentos de pessoas que desenvolveram esquizofrenia nos meses pós epidemia de gripe segundo o estudo de 1992, coordenado pelo Prof. Robin Murray, do Maudsley Institute of Psychiatry, que correlacionou os casos de esquizofrenia admitidos em hospitais Londrinos entre 1970 e 1979 com as epidemias de gripe que ocorreram entre 1939 e 1960. Os autores estabeleceram uma relação de que&lt;br /&gt;para cada mil mortes por influenza haveria um aumento de 1,4% no número de nascimentos, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;nos 2 a 3 meses subsequentes á epidemia de gripe, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;de pessoas que desenvolveriam esquizofenia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época e mesmo ainda hoje (o renomado &lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt;Schizophrenia Bulletin &lt;/span&gt;vol. 36 de 2010&lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt; &lt;/span&gt;publicou um artigo questionando a validade do estudo da pandemia de 1957) o assunto permanece controverso. Os achados de Short e colegas publicados esse mês no &lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt;Biological Psychiatry&lt;/span&gt;, entretanto, fornecem um substrato biológico signicativo para esta possível associação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moral da história: vacine-se enquanto o inverno não chega!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; FLOAT: left; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img style=&quot;BORDER-RIGHT: 0pt; BORDER-TOP: 0pt; BORDER-LEFT: 0pt; BORDER-BOTTOM: 0pt&quot; alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=&quot; tags=&quot;Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot; rfe_dat=&quot;bpr3.included=&quot; au=&quot;Gilmore+JH&amp;amp;rft.au=&quot; au=&quot;Styner+M&amp;amp;rft.au=&quot; au=&quot;Karasin+AI&amp;amp;rft.au=&quot; au=&quot;Short+SJ&amp;amp;rft.au=&quot; epage=&quot;73&amp;amp;rft.artnum=&quot; issue=&quot;10&amp;amp;rft.spage=&quot; date=&quot;2010&amp;amp;rft.volume=&quot; atitle=&quot;Maternal+influenza+infection+during+pregnancy+impacts+postnatal+brain+development+in+the+rhesus+monkey.&amp;amp;rft.issn=&quot; rft_id=&quot;info%3Apmid%2F20079486&amp;amp;rfr_id=&quot; rft_val_fmt=&quot;info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=&quot;&gt;Short SJ, Lubach GR, Karasin AI, Olsen CW, Styner M, Knickmeyer RC, Gilmore JH, &amp;amp; Coe CL (2010). Maternal influenza infection during pregnancy impacts postnatal brain development in the rhesus monkey. &lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt;Biological psychiatry, 67&lt;/span&gt; (10), 965-73 PMID: &lt;a href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20079486&quot; rev=&quot;review&quot;&gt;20079486&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; FLOAT: left; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img style=&quot;BORDER-RIGHT: 0pt; BORDER-TOP: 0pt; BORDER-LEFT: 0pt; BORDER-BOTTOM: 0pt&quot; alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=&quot; tags=&quot;Clinical+Research%2CHealth%2CNeuroscience%2CEpidemiology%2C+Psychiatry&quot; au=&quot;Sham+PC&amp;amp;rft.au=&quot; atitle=&quot;Schizophrenia+following+pre-natal+exposure+to+influenza+epidemics+between+1939+and+1960.&amp;amp;rft.issn=&quot; rft_val_fmt=&quot;info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=&quot; rfe_dat=&quot;bpr3.included=&quot; au=&quot;Hare+EH&amp;amp;rft.au=&quot; au=&quot;Takei+N&amp;amp;rft.au=&quot; epage=&quot;6&amp;amp;rft.artnum=&quot; issue=&quot;&amp;amp;rft.spage=&quot; date=&quot;1992&amp;amp;rft.volume=&quot; rft_id=&quot;info%3Apmid%2F1294066&amp;amp;rfr_id=&quot;&gt;Sham PC, O&#39;Callaghan E, Takei N, Murray GK, Hare EH, &amp;amp; Murray RM (1992). Schizophrenia following pre-natal exposure to influenza epidemics between 1939 and 1960. &lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt;The British journal of psychiatry : the journal of mental science, 160&lt;/span&gt;, 461-6 PMID: &lt;a href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1294066&quot; rev=&quot;review&quot;&gt;1294066&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/8777561081374502986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/05/gripe-na-gestacao-e-risco-de.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/8777561081374502986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/8777561081374502986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/05/gripe-na-gestacao-e-risco-de.html' title='Gripe na gestação e risco de esquizofrenia para a prole'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfyErlPP7zGYo_v9o50N97GbP9SxzPLJgr-8CiOCEt7WiH0vO5b5qtwQgCnySxPqF6FiPrVUljPpHY-ZjB2VrK69gZYUYqSxD4g8KriiTp3ZmyTcx41Onbs4fwh6fJBsb7RCbX-gHVZ26Z/s72-c/0.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-7009617602954267051</id><published>2010-04-30T19:41:00.005-03:00</published><updated>2010-04-30T21:32:49.094-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="homossexualismo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religião"/><title type='text'>“And Tango Makes Three”</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-family:verdana;&quot; &gt;&quot;Não  julgueis, para que não sejais julgados.&quot; (Mateus 7:1)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Roy e Silo são dois pinguins de barbicha (&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;Pygoscelis antarctica&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;), do sexo masculino, que vivem no aquário do zoológico  do Central Park em Nova York. Em 1999, seus tratadores perceberam que  ambos tentavam, em vão, chocar uma rocha ao invés de um ovo. Pouco tempo  depois, um ovo abandonado por um outro casal de pinguins foi entregue  aos dois pelos tratadores. Roy e Silo foram bem sucedidos e a cria,  chamada &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;Tango&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;, cresceu  saudável. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZCN4VwlBMsCJEhwm6C19bzzEScWt3CWRX90pwFm34Jz-YL7Nbh_CIBck-sMrspNj-bUc7SSjwJf4lDpQ-Zk_ovpaSBJaoCPwPl3h7FoemqfReVbNKxTv3r5ND2fl4shMDP6O4YmKftBur/s1600/610x.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 310px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZCN4VwlBMsCJEhwm6C19bzzEScWt3CWRX90pwFm34Jz-YL7Nbh_CIBck-sMrspNj-bUc7SSjwJf4lDpQ-Zk_ovpaSBJaoCPwPl3h7FoemqfReVbNKxTv3r5ND2fl4shMDP6O4YmKftBur/s400/610x.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5466084953302802210&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A  união de Roy e Silo virou livro infantil, “And Tango Makes Three”,  escrito por Peter Parnell e Justin Richardson e publicado em 2005. Os  autores narram os 6 anos de convivência dos pinguins incluindo a criação  de &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-family:verdana;&quot; &gt;Tango&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;. O livro não só gerou polêmica obviamente, como foi banido das escolas em vários estados  norte-americanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id=&quot;tx&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Essa semana o Superior Tribunal de Justiça reconheceu &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;tx&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;em decisão inédita&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;tx&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;, o direito &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;tx&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;a adoção de crianças por  casais gays. Para o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;tx&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;padre &lt;/span&gt;&lt;strong style=&quot;font-weight: normal; font-family: verdana;&quot;&gt;Luiz  Antônio Bento,&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; assessor da comissão para vida e família da  CNBB  (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) a decisão &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;tx&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;tira da criança a possibilidade de  crescer em um ambiente familiar formado por pai e mãe.&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A Igreja Católica Romana se posiciona da seguinte maneira quanto ao homossexualismo: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;afasta_texto&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;afasta_texto&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt;&quot;(A pessoa homossexual) não deve ser discriminada em razão dessa  mórbida tendência, mas advertida &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt;energicamente&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt; para que jamais freqüente  ambientes que lhe sirvam de ocasião próxima de pecado.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;afasta_texto&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;afasta_texto&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;&quot; class=&quot;afasta_texto&quot; &gt;&quot;Por outro lado, a prática homossexual, ou  seja, manter relações sexuais com pessoas do mesmo sexo, constitui um  pecado abominável aos olhos de Deus, daqueles que a Igreja classifica  como &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;pecados que clamam a Deus por vingança&lt;/span&gt;&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;&quot; class=&quot;afasta_texto&quot; &gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;&quot; class=&quot;afasta_texto&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Segundo o professor Luiz Mott&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;, do departamento de Antropologia da Universidade Federal  da Bahia&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;,  a  homofobia é uma &quot;epidemia nacional&quot;. Ele assevera  que o Brasil  esconde  uma desconcertante realidade: &quot;é o campeão mundial  em  assassinatos de  homossexuais, sendo que a cada três dias um  homossexual é   barbaramente assassinado, vítima da homofobia&quot;.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Congregação para a Doutrina da Fé, nas Considerações sobre os projetos  de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais (2003),  relembra que:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt;“Como a experiência confirma, a falta da bipolaridade  sexual cria obstáculos ao desenvolvimento normal das crianças  eventualmente inseridas no interior dessas uniões. Falta-lhes, de fato, a  experiência da maternidade ou paternidade. Inserir crianças nas uniões  homossexuais através da adoção significa, na realidade, praticar a  violência sobre essas crianças, no sentido que se aproveita do seu  estado de fraqueza para introduzi-las em ambientes que não favorecem o  seu pleno desenvolvimento humano. Não há dúvida que uma tal prática  seria gravemente imoral e por-se-ia em aberta contradição com o  princípio reconhecido também pela Convenção internacional da ONU sobre os direitos da criança, segundo o  qual, o interesse superior a tutelar é sempre o da criança, que é a  parte mais fraca e indefesa”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhnWNywa0mJ8BrJkZOTUkDkfJ9jZ2q3Ydsbp7VrUfmVyZ-AP4HJQY3kZWrv1CcEgqFrHTYA1w201gPJ6uDAinfw01-MMyHnlE_RDG4b6cB_y_3FNsXJSEoWrUAR6PN-2_wibG5kGW2DNFGs/s1600/penguin-hate.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 331px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhnWNywa0mJ8BrJkZOTUkDkfJ9jZ2q3Ydsbp7VrUfmVyZ-AP4HJQY3kZWrv1CcEgqFrHTYA1w201gPJ6uDAinfw01-MMyHnlE_RDG4b6cB_y_3FNsXJSEoWrUAR6PN-2_wibG5kGW2DNFGs/s400/penguin-hate.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5466085240536834882&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A mesma Igreja Católica na figura do bispo alemão Joseph Ratzinger, atualmente o papa Bento XVI, encobriu  um sacerdote americano que abusou de aproximadamente 200 meninos surdos entre 1950 e 1974, em uma escola para crianças surdas de Wisconsin. O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, rebateu dizendo que a pedofilia não é exclusividade da Igreja Católica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Acontece que as crianças aprendem com os adultos, normalmente e  primeiramente dentro de seus lares, as maneiras de reagirem à vida e  viverem em sociedade. As noções de direito e respeito aos outros, a  própria auto-estima, as maneiras de resolver conflitos, frustrações ou  de conquistar objetivos, tolerar perdas, enfim, todas formas de se  portar diante da existência são profundamente influenciadas durante a  idade precoce. É assim que muitas crianças abusadas, violentadas ou  negligenciadas na infância se tornam agressoras na idade adulta &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;(&lt;/span&gt;Ballone GJ, Ortolani IV - &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;Violência Doméstica)&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;E o periódico &quot;O Parasita&quot; dos alunos da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP dá prêmios a quem joga fezes em homossexuais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Para os mais curiosos sobre a influência da religião no comportamento humano, sugiro o post &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;font-family: verdana;&quot; href=&quot;http://epiphenom.fieldofscience.com/2010/04/why-religion-can-lead-to-racism.html&quot;&gt;&quot;Why religion can lead to racism&quot;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;, do excelente Blog &quot;Epiphenom&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/7009617602954267051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/and-tango-makes-three_30.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/7009617602954267051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/7009617602954267051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/and-tango-makes-three_30.html' title='“And Tango Makes Three”'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZCN4VwlBMsCJEhwm6C19bzzEScWt3CWRX90pwFm34Jz-YL7Nbh_CIBck-sMrspNj-bUc7SSjwJf4lDpQ-Zk_ovpaSBJaoCPwPl3h7FoemqfReVbNKxTv3r5ND2fl4shMDP6O4YmKftBur/s72-c/610x.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-1113685120231130257</id><published>2010-04-27T08:46:00.026-03:00</published><updated>2010-04-28T08:32:30.710-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="biologia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="doenças"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="genética"/><title type='text'>A planta surda e o rato autista</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMLHLwnXwUgGBlhfFGzDiBq8vamQ6QtyPDtaN7AT_OXtcPLzgje6bJXhwoh8uT72VaFIqMWq47P-Y1PZyWPdMQH5Pi-f-QnM59i8b0SvuyoBpvqiuJzFnMKXYv_4Q7-71f446DCmOl1gPd/s1600/yeast.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5464943588869488130&quot; style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 200px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 193px&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMLHLwnXwUgGBlhfFGzDiBq8vamQ6QtyPDtaN7AT_OXtcPLzgje6bJXhwoh8uT72VaFIqMWq47P-Y1PZyWPdMQH5Pi-f-QnM59i8b0SvuyoBpvqiuJzFnMKXYv_4Q7-71f446DCmOl1gPd/s200/yeast.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Plantas surdas, leveduras sanguinárias, ratos autistas e vermes com câncer de mama. Bem que esses poderiam ser os novos capítulos de uma versão moderna de &quot;Alice no País das Maravilhas&quot;. Mas não são. Na verdade, são a união da biologia clássica com a medicina moderna por Marcotte e seus colegas, da Universidade do Texas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Os pesquisadores americanos acabam de publicar no periódico &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=&quot; rft_val_fmt=&quot;info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=&quot; rft_id=&quot;info%3Adoi%2F10.1073%2Fpnas.0910200107&amp;amp;rfr_id=&quot; atitle=&quot;Systematic+discovery+of+nonobvious+human+disease+models+through+orthologous+phenotypes&amp;amp;rft.issn=&quot; date=&quot;2010&amp;amp;rft.volume=&quot; issue=&quot;14&amp;amp;rft.spage=&quot; epage=&quot;6549&amp;amp;rft.artnum=&quot; au=&quot;Wallingford%2C+J.&amp;amp;rft.au=&quot; rfe_dat=&quot;bpr3.included=&quot; tags=&quot;Biology%2CNeuroscience%2CMolecular+Neuroscience%2C+Molecular+Biology&quot;&gt;&lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt;Proceedings of the National Academy of Sciences&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;, os resultados de suas pesquisas com &quot;Fenologs&quot;, a expressão de fenótipos distintos por clusters ortólogos de genes entre diferentes espécies.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Basicamente os pesquisadores descobriram &quot;clusters&quot; de genes (genes que trabalham em grupo) idênticos entre espécies muito distantes e que codificam funçoes biológicas completamente diferentes. Nas leveduras, por exemplo, existe um cluster de 5 genes que codifica a capacidade de fixação da parede celular desses fungos. Estes genes estão intimimente ligados à produção de vasos sanguíneos (angiogênese) em humanos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Em plantas da espécie &lt;em&gt;Arabidopsis thaliana mostarda&lt;/em&gt; os cientistas descobriram 48 módulos de genes compartilhados pelas plantas e pessoas. A mutação de alguns desses genes, que nas plantas são responsáveis pelo crescimento vertical, causam surdez e sintomas de uma síndrome chamada Waardenburg, em humanos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Os autores também descobriram que vermes nematóides carregam genes relacionados ao câncer de mama em humanos. Surpreendentemente, é o mesmo conjunto de genes em vermes responsáveis por determinar quantos filhotes machos uma fêmea pode gestar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As maiores semelhanças de expressão dos &quot;Fenologs&quot; (entre as espécies estudadas: leveduras, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;em&gt;Arabidopsis thaliana, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;camundongos e humanos) ocorreram com os camundongos. Doenças como catarata, obesidade e &quot;isolamento social&quot; em camungodos, apresentam os mesmos &quot;fenologs&quot; em humanos, com expressão das mesmas doenças (o isolamento social corresponde ao autismo nos humanos).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Muitos desses genes estão trabalhando juntos nesses mesmos módulos há mais de um bilhão de anos, mas em diferentes funções em diferentes organismos. Mutações a parte, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;à&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; medida que os organismos foram evoluindo, novas funções biológicas necessárias foram desenvolvidas por genes que antes faziam outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;TEXT-ALIGN: center&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5TCiyc03goy9L11P0K35lu0yRi4FiLvdRZ6RUGtsZvHD_4g1Wm_B3rABFxWevpnHLjRewYt89TgPdi_jKVXhEK0IuZ1c_oGL9VZKysR7Yl1deNSNMH-2sehDc5OJkwcy1Roj65Oiz_J9e/s1600/fenoblog.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5464916122896822594&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 199px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh5TCiyc03goy9L11P0K35lu0yRi4FiLvdRZ6RUGtsZvHD_4g1Wm_B3rABFxWevpnHLjRewYt89TgPdi_jKVXhEK0IuZ1c_oGL9VZKysR7Yl1deNSNMH-2sehDc5OJkwcy1Roj65Oiz_J9e/s400/fenoblog.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;&gt;Modelo esquemático da expressão dos &quot;fenologs&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Fonte: &lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=&quot; rft_val_fmt=&quot;info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=&quot; rft_id=&quot;info%3Adoi%2F10.1073%2Fpnas.0910200107&amp;amp;rfr_id=&quot; atitle=&quot;Systematic+discovery+of+nonobvious+human+disease+models+through+orthologous+phenotypes&amp;amp;rft.issn=&quot; date=&quot;2010&amp;amp;rft.volume=&quot; issue=&quot;14&amp;amp;rft.spage=&quot; epage=&quot;6549&amp;amp;rft.artnum=&quot; au=&quot;Wallingford%2C+J.&amp;amp;rft.au=&quot; rfe_dat=&quot;bpr3.included=&quot; tags=&quot;Biology%2CNeuroscience%2CMolecular+Neuroscience%2C+Molecular+Biology&quot;&gt;&lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt;Proceedings of the National Academy of Sciences, 107&lt;/span&gt; (14)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;TEXT-ALIGN: left&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;A implicação desses achados é tremenda: novos genes em espécies primitivas, antes desconhecidos, podem ser associados a doenças em humanos e funções biológicas podem ser inibidas os estimuladas através do conhecimento de genes de outras espécies. Marcotte e seus colegas descobriram que os genes da levedura faziam angiogênese procurando uma maneira de inibir o crescimento de vasos sanguíneos em tumores, nos seres humanos, para impedir o avanço do câncer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Cerca de 150 anos de pesquisa confirmando amplamente os insights de Darwin.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Espantoso...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Espanto comparado ao dos estudantes de medicina quando descobrem, na embriologia, que a pele e o cérebro derivam do mesmo folheto embrionário, a ectoderme.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; FLOAT: left; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img style=&quot;BORDER-RIGHT: 0pt; BORDER-TOP: 0pt; BORDER-LEFT: 0pt; BORDER-BOTTOM: 0pt&quot; alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=&quot; rft_val_fmt=&quot;info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=&quot; rft_id=&quot;info%3Adoi%2F10.1073%2Fpnas.0910200107&amp;amp;rfr_id=&quot; atitle=&quot;Systematic+discovery+of+nonobvious+human+disease+models+through+orthologous+phenotypes&amp;amp;rft.issn=&quot; date=&quot;2010&amp;amp;rft.volume=&quot; issue=&quot;14&amp;amp;rft.spage=&quot; epage=&quot;6549&amp;amp;rft.artnum=&quot; au=&quot;Wallingford%2C+J.&amp;amp;rft.au=&quot; rfe_dat=&quot;bpr3.included=&quot; tags=&quot;Biology%2CNeuroscience%2CMolecular+Neuroscience%2C+Molecular+Biology&quot;&gt;McGary, K., Park, T., Woods, J., Cha, H., Wallingford, J., &amp;amp; Marcotte, E. (2010). Systematic discovery of nonobvious human disease models through orthologous phenotypes &lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt;Proceedings of the National Academy of Sciences, 107&lt;/span&gt; (14), 6544-6549 DOI: &lt;a href=&quot;http://dx.doi.org/10.1073/pnas.0910200107&quot; rev=&quot;review&quot;&gt;10.1073/pnas.0910200107&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/1113685120231130257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/planta-surda-e-o-rato-autista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/1113685120231130257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/1113685120231130257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/planta-surda-e-o-rato-autista.html' title='A planta surda e o rato autista'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMLHLwnXwUgGBlhfFGzDiBq8vamQ6QtyPDtaN7AT_OXtcPLzgje6bJXhwoh8uT72VaFIqMWq47P-Y1PZyWPdMQH5Pi-f-QnM59i8b0SvuyoBpvqiuJzFnMKXYv_4Q7-71f446DCmOl1gPd/s72-c/yeast.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-6612746811248135657</id><published>2010-04-23T09:02:00.028-03:00</published><updated>2010-04-24T12:20:01.451-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="H1N1"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vacina"/><title type='text'>A Revolta da Vacina (1904/2010)</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Desde as últimas semanas uma enxurrada de jornais, blogs e revistas científicas, e o próprio Ministério da Saúde tentam desalarmar a população sobre um possível efeito deletério da vacina contra o vírus da gripe H1N1. Por ignorância de alguns e arrogância de outros, o email (SPAM) que circula pelo Brasil, quiça pelo mundo, perpetua o medo e a desinformação sobre a vacina. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O fato é que os dados do Ministério da Saúde, liberados na semana passada, revelam que somente &lt;strong&gt;50% das gestantes&lt;/strong&gt; (principal grupo de risco e grupo com maior mortalidade) procuraram os postos de saúde para tomar a vacina. Muitos desinformados, e aqui incluo médicos (ginecologistas inclusive), divulgam que a vacina é de risco para o feto, outro absurdo. Alguns populares mostram-se, nitidamente, revoltados contra essa conspiração de pessoas que &quot;injetam&quot; vírus indiscriminadamente, como que inoculando uma sentença de desgraças e mau agouro na população. Para quem não se lembra, dadas as proporções, isso não é novidade no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Em 1904, Oswaldo Cruz, propôs um projeto de vacinação obrigatório contra a varíola, doença que assolava o Rio de Janeiro e a maioria das cidades brasileiras. Para erradicar a doença, o sanitarista convenceu o Congresso a aprovar a Lei da Vacina Obrigatória que permitia que brigadas sanitárias, acompanhadas por policiais, entrassem nas casas para aplicar a vacina à força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Resultado: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&quot;Jornais da oposição criticavam a ação do governo e falavam de supostos perigos causados pela vacina. Além disso, o boato de que a vacina teria de ser aplicada nas &quot;partes íntimas&quot; do corpo (as mulheres teriam que se despir diante dos vacinadores) agravou a ira da população, que se rebelou. Os acontecimentos, que tiveram início no dia 10 de novembro de 1904, com uma manifestação estudantil, cresceram consideravelmente no dia 12, quando a passeata de manifestantes dirigia-se ao Palácio do Catete, sede do Governo Federal. A população estava alarmada. No domingo, dia 13, o centro do Rio de Janeiro transforma-se em campo de batalha: era a rejeição popular à vacina contra a varíola que ficou conhecida como a Revolta da Vacina, mas que foi muito além do que isto.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A reação popular levou o governo a suspender a obrigatoriedade da vacina e a declarar estado de sítio em 16 de novembro. A rebelião foi contida, deixando 50 mortos e 110 feridos. Centenas de pessoas foram presas e, muitas delas, deportadas para o Acre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&quot;Ao reassumir o controle da situação, o processo de vacinação foi reiniciado, tendo a varíola, em pouco tempo, sido erradicada da capital.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Revoltas à parte, vamos aos fatos. A revista &lt;em&gt;Nature &lt;/em&gt;deste mês de abril traz o resultado dos estudos que avaliaram mortalidade, anos de vida perdidos pela infecção e o impacto do início da vacinação contra o H1N1 na Austrália. Os gráficos falam por si, mas claramente o início da vacinação na Austrália diminuiu incidência dos casos de gripe por H1N1.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYUNc1fZ7wKd1W90a3Us5EM3C3n3UBr520-UhO72zj_kg2sRZlrmbaNBuIjXwgEwpEZjy2BzcAKR9qyX3_bLyoi5_uKoNheex371t1D6H4cc4uxVsCdFjCutOWCylWN7q4UGx4-_ImXmCP/s1600/H1N1+3.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 429px; height: 380px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYUNc1fZ7wKd1W90a3Us5EM3C3n3UBr520-UhO72zj_kg2sRZlrmbaNBuIjXwgEwpEZjy2BzcAKR9qyX3_bLyoi5_uKoNheex371t1D6H4cc4uxVsCdFjCutOWCylWN7q4UGx4-_ImXmCP/s400/H1N1+3.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5463339954036134802&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div  style=&quot;text-align: center;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Fonte: &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Nature&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;journalnumber&quot;&gt;464&lt;/span&gt;,         1112-1113          (2010)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O grafico de barras acima revela que a mortaliadde estimada pelo vírus H1N1 é semelhante ao da gripe comum (atingindo porém pessoas mais jovens e gestantes, pelos dados da OMS). Entretanto, o impacto da epidemia de 2009 é bem explicitado pela quantidade de anos de vida perdidos pela infecção (uma medida de mortalidade prematura), superior aos dos outros tipos de gripe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVFvm-o4b2Ut7DSKNBhRbBz2lm9rWcayDc9sGU2l2LybXT2wDe-8sV-TeTtdOu9e3wMzmecojZgwieZ9dd3c-ABOalud0sIewiHQKPMPRZwHzvbxHFv_qQFTt73gSiQSRoZLc2ZdhnjbT8/s1600/H1N1+1.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 344px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVFvm-o4b2Ut7DSKNBhRbBz2lm9rWcayDc9sGU2l2LybXT2wDe-8sV-TeTtdOu9e3wMzmecojZgwieZ9dd3c-ABOalud0sIewiHQKPMPRZwHzvbxHFv_qQFTt73gSiQSRoZLc2ZdhnjbT8/s400/H1N1+1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5463343347736428466&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Fonte: &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Nature&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;journalnumber&quot;&gt;464&lt;/span&gt;,         1112-1113          (2010)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O início da vacinação na Australia reduziu sensivelmente a incidência de casos novos de H1N1, porém nota-se claramente no gráfico acima que a vacinação começou ao final da epidemia de 2009, tendo pouco impacto na mortalidade deste ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Vistos os fatos vamos aos esclarecimentos, retirados do site do Ministério da Saúde, no portal do cidadão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O mercúrio presente na vacina causa autismo em crianças?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Não. A concentração de mercúrio é de 25 microgramas por dose de 0,5ml e é usada para evitar crescimento de fungos ou bactérias, no caso de a vacina ser contaminada acidentalmente na hora da punção repetida no frasco multi-dose. Esse mesmo conservante é utilizado rotineiramente em outras vacinas, como na Tetravalente indicada contra Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite e na Tríplice Viral, vacina contra Caxumba, Rubéola e Sarampo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O timerosal, conservante antiséptico presente na vacina, pode causar autismo em crianças com disfunção mitocondrial e em adultos com disfunção hematoencefálica?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Estudos realizados em todo o mundo demonstram que o timerosal, desde 1930, tem sido amplamente utilizado como conservante e numa série de produtos biológicos, incluindo muitas vacinas. O uso nas vacinas tem por finalidade evitar o crescimento de bactérias ou fungos, quando esta é contaminada acidentalmente, como no caso de punção repetida no frasco multidose. Vacinas com estes tipos de conservantes já são utilizadas desde 1930. Algumas delas são: DPT, Tetravalente,Febre Amarela, Dupla Viral, Triviral. Em 2004, o Instituto de Medicina dos Estados Unidos convocou um comitê de Revisão de Segurança em Imunização examinou a hipótese de que as vacinas, contendo timerosal, estariam causalmente associadas ao autismo e comprovou que as provas disponíveis rejeitam a existência de nexo de causalidade entre vacinas contendo timerosal e autismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A vacina contém esqualeno, substância que afeta o sistema imunológico do indivíduo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Os adjuvantes são substâncias que estimulam a resposta imunitária, permitindo reduzir a quantidade de material viral utilizado em cada dose e conferir proteção de longa duração. São produtos entre os quais se incluem certos sais de alumínio e emulsões (esqualeno e seus derivados) que são utilizados na composição de vacinas. E não causam danos ao ser humano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A vacina contém células cancerígenas de animais que podem causar câncer em humanos?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Não. Isso é boato irresponsável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Indústrias farmacêuticas receberam imunidade judicial quanto a ações ocasionadas por efeitos da vacina, como morte e invalidez?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Não temos essa informação. Vale registrar que o Ministério da Saúde, Agência Vigilância Sanitária e os laboratórios produtores detentores do registro são responsáveis por registrar, acompanhar e avaliar os casos de eventos adversos associados à vacinação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não há comprovação de que somente uma dose da vacina seja efetiva?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Errado. Estudos comprovam que a vacina é efetiva com uma dose única. As crianças entre 6 meses e menores de 2 anos devem tomar duas meias doses da vacina contra a Influenza H1N1, sendo que a segunda meia dose da vacina é aplicada 30 dias depois da primeira meia dose, para estarem protegidas do vírus da Influenza H1N1.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A gripe pandêmica foi uma criação da indústria financeira, uma vez que surgiu em plena crise mundial. Ela foi criada só para favorecer os laboratórios farmacêuticos, que vão ganhar mais dinheiro com a fabricação e venda de remédio e vacinas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A situação epidemiológica da gripe no mundo e no país é monitorada de forma sistemática e real. O Brasil utiliza de Sistema de Vigilância Sentinela de Influenza desde 2000. Atualmente com 62 unidades de saúde responsáveis pela coleta de amostras e organização de dados epidemiológicos agregados por semana epidemiológica. O monitoramento por este sistema identificou em 2009 que, desde o surgimento da pandemia, aproximadamente 70% dos vírus respiratórios que causavam síndrome gripal era o vírus influenza pandêmica (H1N1) 2009. Em alguns países este percentual chegou até 100%. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Há evidências de má formação fetal em gestantes que tomaram a vacina?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A vacina contra o vírus influenza pandêmico (H1N1) 2009 é segura e indicada para a gestante em qualquer idade gestacional. Na vacinação realizada no hemisfério norte não houve nenhum registro de má formação fetal relacionada a vacina. Esta indicação foi ratificada pela Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia - Febrasgo. Até o momento, não há relato de ocorrência de nenhum prejuízo sequer para a mãe e/ou para o feto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border: 0pt none;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Nature&amp;amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1038%2F4641112a&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Portrait+of+a+year-old+pandemic&amp;amp;rft.issn=0028-0836&amp;amp;rft.date=2010&amp;amp;rft.volume=464&amp;amp;rft.issue=7292&amp;amp;rft.spage=1112&amp;amp;rft.epage=1113&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Fdoifinder%2F10.1038%2F4641112a&amp;amp;rft.au=Butler%2C+D.&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;&gt;Butler, D. (2010). Portrait of a year-old pandemic &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Nature, 464&lt;/span&gt; (7292), 1112-1113 DOI: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://dx.doi.org/10.1038/4641112a&quot;&gt;10.1038/4641112a&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEpqUh71VAnpbYCLDzwdpQYTZ4DR52QVez19FyLOKIwEwJjqJxkcSYxw4RJ-CqLt0bUso4rcQej6q05mr9vJifl4Poe-zhv_MI2UbU7BUD-xZvQkw6gvNLLvrmarf87aH7AV__J4eGVvOx/s1600/seloblog2+4.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 200px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEpqUh71VAnpbYCLDzwdpQYTZ4DR52QVez19FyLOKIwEwJjqJxkcSYxw4RJ-CqLt0bUso4rcQej6q05mr9vJifl4Poe-zhv_MI2UbU7BUD-xZvQkw6gvNLLvrmarf87aH7AV__J4eGVvOx/s200/seloblog2+4.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5463723759162515378&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/6612746811248135657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/revolta-da-vacina-19042010.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/6612746811248135657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/6612746811248135657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/revolta-da-vacina-19042010.html' title='A Revolta da Vacina (1904/2010)'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYUNc1fZ7wKd1W90a3Us5EM3C3n3UBr520-UhO72zj_kg2sRZlrmbaNBuIjXwgEwpEZjy2BzcAKR9qyX3_bLyoi5_uKoNheex371t1D6H4cc4uxVsCdFjCutOWCylWN7q4UGx4-_ImXmCP/s72-c/H1N1+3.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-2106654749164380859</id><published>2010-04-19T12:34:00.021-03:00</published><updated>2010-04-21T15:04:46.684-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="epilepsia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Van Gogh"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ômega 3"/><title type='text'>Van Gogh, ômega-3 e epilepsia</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;As especulações a cerca de qual doença mental teria acometido o famoso pintor Vincent Van Gogh são inúmeras. Ele recebeu mais de 30 diferentes diagnósticos de médicos que, mesmo após a sua morte, ainda tentam decifrar sua patologia e sua genialidade como artista. Muitos, senão a grande maioria das pessoas, acreditam que Van Gogh era portador de transtorno bipolar devido ao seu histórico de episódios depressivos (2 episódios bem documentados antes do 27 anos), associados aos seus rompantes de comportamento (supostamente episódios de euforia). Entretando, no meio acadêmico a teoria com maior embasamento técnico era a de que Van Gogh tinha epilepsia do lobo temporal. Vários especialistas, incluindo os próprios médicos de Van Gogh (Felix Rey, um dos primeiros médicos que o atendeu, tinha amplos conhecimentos de epilepsia e dos problemas mentais associados a ela) além do famoso neurologista francês Henri Gastaut, corroboram esta hipótese.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Basicamente três grandes elementos sustentam a teoria da epilepsia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;1) Alterações de humor e sintomas psicóticos (possível psicose pós-ictal) que se manisfestavam após &quot;crises&quot; onde Van Gogh dizia-se num estado de sonho, no qual não sabia exatamente o que se passava ao seu redor (possíveis crises parciais complexas) ou quando recobrava a consciência após ser encontrado desmaiado (possíveis crises secundariamente generalizadas).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;2) Traços de personalidade caracterizados por hiperreligiosidade, viscosidade e hiperemocionalidade, sabidamente comuns em pacientes com epilepsia do lobo temporal. Gastaut, mais tarde, descreveria a síndrome de Gastaut-Geschwind, que nada mais é do que a transformação da personalidade pela epilepsia do lobo temporal, que ocorre em alguns pacientes com este tipo de epilepsia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;3) &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-family:verdana;&quot; &gt;Artemisia absinthium&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;. A bebida mais consumida na França entre os frequentadores do meio artístico na época era o Absinto. Composto de extrato de óleos (cânfora e thujone) e grande concentração de álcool, o absinto daquela época era bem mais nocivo do que o absinto que conhecemos hoje*. Sabidamente uma bebida epileptogênica, o abstinto pode ter precipitado ou agravado as crises de Van Gogh, que fazia uso regular dela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Recentemente, alguns autores (Hughes JR, 2005) questionaram a hipótese da epilepsia alegando que, na verdade, ninguém nunca presenciou ou descreveu uma crise epiléptica típica em Van Gogh. Mais ainda,  Scorza e Cavalheiro (pesquisadores brasileiros), levantaram a possibilidade de que Van Gogh pudesse ter desenvolvido seu quadro de desmaios em função de uma desnutrição causada pela má alimentação e o alcoolismo. De fato, podemos supor que as dificuldades financeiras de Van Gogh não lhe proporcionavam banquetes fartos. Fato curioso pórem, levantado pelos mesmos autores numa recente carta aos editores da Epilepsy and Behavior, é que o consumo de peixe (refeição também comum na França daquela época) poderia ter salvado Van Gogh. O ômega-3, um ácido graxo essencial abundante nos peixes, tem propriedades neuroproteroras (aumenta o limiar convulsivo em animais, por exemplo) e antidepressivas, demonstradas em alguns estudos clínicos. Se Van Gogh tivesse vendido alguns poucos quadros em vida, poderia ter se dado ao luxo de saborear semanalmente um ou outro prato com salmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que isso realmente teria evitado a evolução de sua possível epilepsia?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Vários estudos tentaram demonstrar os efeitos antiepilépticos do ômega-3 em pacientes com epilepsia crônica ou refratária. Yuen e Sander (outro brasileiro) em 2005, fizeram um estudo duplo-cego, controlado com placebo e suplementação da dieta com doses altas de ômega-3, em 58 pacientes com epilepsia. Os resultados mostraram que, apesar de haver uma melhora inicial no controle de crises no grupo que tomava ômega-3, após 6 semanas não havia diferença de melhora entre grupo placebo e grupo com suplementação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5mv2zIQMHMpsz1G9tzSb4TIuZ0F8kF4eOIVuiW2KnXWySb3LFKKXL72_BqKUoWY_c8eWMong_xC4r6D-P-YTE6rr6U7puuRXhNxTRDLpVzdFrLKAtLah-sRzyvhLrE39q-EdpVt04hqcy/s1600/omega+3+%281%29.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 248px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5mv2zIQMHMpsz1G9tzSb4TIuZ0F8kF4eOIVuiW2KnXWySb3LFKKXL72_BqKUoWY_c8eWMong_xC4r6D-P-YTE6rr6U7puuRXhNxTRDLpVzdFrLKAtLah-sRzyvhLrE39q-EdpVt04hqcy/s400/omega+3+%281%29.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5462576692363977714&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Em outro estudo de Bromfield e Dworetzky, que avaliou 21 pacientes com epilepsia refratária, em 2008, a suplementação com PUFA (polyunsaturated fatty acids) também não conseguiu se mostrar superior ao placebo durante as 16 semanas do estudo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgbRlNSuVr78LBsncgmrnjoqOgjaAR5pDu426cpcIUmem1DgQ6pTnhXuROxv8oZpbO0asFUtnpyQ7rG0NCAHbmEA2YgRU6S7p5Nt577EiHYnsa4Y50bVbuYN7v2qRLja6YkzdgSHEVFfFIZ/s1600/omega+3+%282%29.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 212px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgbRlNSuVr78LBsncgmrnjoqOgjaAR5pDu426cpcIUmem1DgQ6pTnhXuROxv8oZpbO0asFUtnpyQ7rG0NCAHbmEA2YgRU6S7p5Nt577EiHYnsa4Y50bVbuYN7v2qRLja6YkzdgSHEVFfFIZ/s400/omega+3+%282%29.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5462576903797245186&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Mesmo que Van Gogh frequentasse o mercado de peixes, dificilmente deixaria de ter epilepsia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;*se imaginava que a concentração de Thujone (substância epileptogênica) no abstinto antigo era de 260 mg por litro (algo absurdamente alto) quando na verdade parece não ser superior a 6mg/L. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;font-family:verdana;&quot; &gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border: 0pt none;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Epilepsy+%26+behavior+%3A+E%26B&amp;amp;rft_id=info%3Apmid%2F20042371&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Did+Vincent+van+Gogh+eat+fish%3F&amp;amp;rft.issn=1525-5050&amp;amp;rft.date=2010&amp;amp;rft.volume=17&amp;amp;rft.issue=2&amp;amp;rft.spage=304&amp;amp;rft.epage=&amp;amp;rft.artnum=&amp;amp;rft.au=Scorza+FA&amp;amp;rft.au=Cavalheiro+EA&amp;amp;rft.au=Arida+RM&amp;amp;rft.au=Hughes+JR&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Scorza FA, Cavalheiro EA, Arida RM, &amp;amp; Hughes JR (2010). Did Vincent van Gogh eat fish? &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Epilepsy &amp;amp; behavior : E&amp;amp;B, 17&lt;/span&gt; (2) PMID: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20042371&quot;&gt;20042371&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;font-family:verdana;&quot; &gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border: 0pt none;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Epilepsy+%26+behavior+%3A+E%26B&amp;amp;rft_id=info%3Apmid%2F18086463&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=A+randomized+trial+of+polyunsaturated+fatty+acids+for+refractory+epilepsy.&amp;amp;rft.issn=1525-5050&amp;amp;rft.date=2008&amp;amp;rft.volume=12&amp;amp;rft.issue=1&amp;amp;rft.spage=187&amp;amp;rft.epage=90&amp;amp;rft.artnum=&amp;amp;rft.au=Bromfield+E&amp;amp;rft.au=Dworetzky+B&amp;amp;rft.au=Hurwitz+S&amp;amp;rft.au=Eluri+Z&amp;amp;rft.au=Lane+L&amp;amp;rft.au=Replansky+S&amp;amp;rft.au=Mostofsky+D&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Bromfield E, Dworetzky B, Hurwitz S, Eluri Z, Lane L, Replansky S, &amp;amp; Mostofsky D (2008). A randomized trial of polyunsaturated fatty acids for refractory epilepsy. &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Epilepsy &amp;amp; behavior : E&amp;amp;B, 12&lt;/span&gt; (1), 187-90 PMID: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18086463&quot;&gt;18086463&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;font-family:verdana;&quot; &gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border: 0pt none;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Epilepsy+%26+behavior+%3A+E%26B&amp;amp;rft_id=info%3Apmid%2F16006194&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Omega-3+fatty+acid+supplementation+in+patients+with+chronic+epilepsy%3A+a+randomized+trial.&amp;amp;rft.issn=1525-5050&amp;amp;rft.date=2005&amp;amp;rft.volume=7&amp;amp;rft.issue=2&amp;amp;rft.spage=253&amp;amp;rft.epage=8&amp;amp;rft.artnum=&amp;amp;rft.au=Yuen+AW&amp;amp;rft.au=Sander+JW&amp;amp;rft.au=Fluegel+D&amp;amp;rft.au=Patsalos+PN&amp;amp;rft.au=Bell+GS&amp;amp;rft.au=Johnson+T&amp;amp;rft.au=Koepp+MJ&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Yuen AW, Sander JW, Fluegel D, Patsalos PN, Bell GS, Johnson T, &amp;amp; Koepp MJ (2005). Omega-3 fatty acid supplementation in patients with chronic epilepsy: a randomized trial. &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Epilepsy &amp;amp; behavior : E&amp;amp;B, 7&lt;/span&gt; (2), 253-8 PMID: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16006194&quot;&gt;16006194&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/2106654749164380859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/van-gogh-omega-3-e-epilepsia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/2106654749164380859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/2106654749164380859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/van-gogh-omega-3-e-epilepsia.html' title='Van Gogh, ômega-3 e epilepsia'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5mv2zIQMHMpsz1G9tzSb4TIuZ0F8kF4eOIVuiW2KnXWySb3LFKKXL72_BqKUoWY_c8eWMong_xC4r6D-P-YTE6rr6U7puuRXhNxTRDLpVzdFrLKAtLah-sRzyvhLrE39q-EdpVt04hqcy/s72-c/omega+3+%281%29.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-3473188951712209683</id><published>2010-04-15T07:55:00.024-03:00</published><updated>2010-04-15T18:20:02.372-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alzheimer"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="biomarcadores"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PET"/><title type='text'>Pittsburgh compound B: uma evolução da neuroimagem em Alzheimer</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Os estudos de neuroimagem funcional, apesar de não definirem o diagnóstico de Alzheimer ou de qualquer outro tipo de demência (o diagnóstico é sempre clínico), nos fornecem informações úteis sobre áreas cerebrais específicas que estão hipofuncionantes (metabolismo reduzido), neste tipo de doença. Para alguns tipos raros de demência ou demências de difícil diagnóstico (como a demência fronto-temporal em sua fases iniciais), essa informação pode revelar pistas importantes para o diagnóstico precoce.&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, em uma entrevista ao &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;font-family: verdana;&quot; href=&quot;http://thecarlatreport.com/&quot;&gt;The Carlat Psychiatry Report&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; (edição de abril), Scott Small, professor associado do departamento de Neurologia da Columbia University, revelou que, as pesquisas mais recentes em neuroimagem funcional para o diagnóstico de Alzheimer se concentram em um traçador de PET chamado Pittsburgh compound B (PIB). O PIB carrega uma enorme vantagem sobre outros traçadores comuns (que em geral marcam glicose) usados em neuroimagem. Ele se liga especificamente em compostos com &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;ß-&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;amilóide, um marcador histopatológico específico da doença de Alzheimer. O acúmulo de &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;ß-&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;amilóide no cérebro é um dos eventos histopatólogicos sabidamente reponsáveis pelo desenvolvimento desta doença e tal acúmulo ocorre em áreas especificas do cérebro como o córtex frontal, parietal e o corpo estriado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJPjNt8S53wiT0Pjr2RIE_gj6eHq0d5-NH-Ixp1OgYcIP0nb_NOeq7sFYdfh_TJqM5n54a2YLY8qjUGUeO_Y9wQrSqxrmk5dNL-1RdfTURc1wrbvRYgYasH4kd27k90P4ulUTzDpnRMW93/s1600/Pittsburgh_compound_B.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 85px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJPjNt8S53wiT0Pjr2RIE_gj6eHq0d5-NH-Ixp1OgYcIP0nb_NOeq7sFYdfh_TJqM5n54a2YLY8qjUGUeO_Y9wQrSqxrmk5dNL-1RdfTURc1wrbvRYgYasH4kd27k90P4ulUTzDpnRMW93/s320/Pittsburgh_compound_B.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5460329890297789266&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;PIB e sua estrutura química (C&lt;/span&gt;&lt;sub style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;14&lt;/sub&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;H&lt;/span&gt;&lt;sub style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;12&lt;/sub&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;N&lt;/span&gt;&lt;sub style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;2&lt;/sub&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;OS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O PIB é um análogo fluorescente da Tioflavina T e foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh em colaboração com a Universidade de Uppsala, na Suécia. Os pesquisadores suecos apelidaram o composto de &quot;PIB&quot; em homenagem aos americanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2004, William E. Klunk e Henry  Engler, junto com colaboradores suecos, publicaram os primeiros resultados do uso do PIB em humanos, no periódico &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;font-family: verdana;&quot; href=&quot;http://www3.interscience.wiley.com/journal/76507645/home&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Annals of Neurology&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;. O estudo comparou as imagens de 16 pacientes com Alzheimer e 9 controles (6 idosos e 3 jovens) em duas situações: após injeção do PIB e de &lt;/span&gt;&lt;sup style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;18&lt;/sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;FDG (glicose marcada), como radiotraçadores. O PIB conseguiu, com sucesso, marcar as regiões de depósito de &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;ß-&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;amilóide nos pacientes e controles de maneira a distinguí-los.&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Entretanto, como todo e qualquer método diagnóstico, há limitações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_Xklqk04p8m_v618Ul6s5cU8It7V7ocsH29R_Crdq0iT62ksLt_BxVonyHWETySI3h6ynNPFgh-NrXxa3t6JDZY6IzZRnldxA8nTqpZvKkLArfiyenKuKVk4CSnLYq6RAEVhe1Ih_6Q2I/s1600/PiB_PET_Images_AD.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 259px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_Xklqk04p8m_v618Ul6s5cU8It7V7ocsH29R_Crdq0iT62ksLt_BxVonyHWETySI3h6ynNPFgh-NrXxa3t6JDZY6IzZRnldxA8nTqpZvKkLArfiyenKuKVk4CSnLYq6RAEVhe1Ih_6Q2I/s320/PiB_PET_Images_AD.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5460342047562384514&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Um dos pacientes idosos do grupo controle apresentou um padrão de distibruição do PIB compatível com Alzheimer apesar de, clinicamente, não ter a doença (um falso positivo ou amilódide positivo assintomático). No grupo caso, 3 pacientes com Alzheimer leve (MEEM entre 28 e 29), apresentaram distribuição do PIB semelhante ao das pessoas saudáveis, o que pode mostrar insensibilidade do método ou que o diagnóstico clínico de Alzheimer nesses pacientes, não seria confirmado na análise &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-family:verdana;&quot; &gt;postmortem.&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A imagem ao lado mostra uma comparação do PET com PIB em um paciente com Alzheimer &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;versus&lt;/span&gt; um controle saudável. As imagens em vermelho revelam a ligação do PIB com as placas de &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;ß-&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;amilóide.&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O estudo mostrou ainda que existe uma correlação inversa entre o PET usando PIB e &lt;/span&gt;&lt;sup style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;18&lt;/sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;FDG (que normalmente mostra uma redução de metabolismo no córtex temporo-parietal).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A demência de Alzheimer ainda não possui marcadores biológicos inequívocos, sendo o diagnóstico de probabilidade sempre clínico (o de certeza é sempre anatomopatológico). Entretanto, uma série de marcadores candidatos como APOE4, &lt;/span&gt;&lt;a class=&quot;bookmark&quot; id=&quot;OLE_LINK29&quot; title=&quot;OLE_LINK29&quot; name=&quot;OLE_LINK29&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;beta-amilóide 42 (Aß42), Tau total e fosfo-tau, podem  ajudam a identificar a doença em seu estágio inicial.&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; Os estudos de neuroiamgem caminham na mesma direção...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border: 0pt none;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Annals+of+Neurology&amp;amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1002%2Fana.20009&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Imaging+brain+amyloid+in+Alzheimer%27s+disease+with+Pittsburgh+Compound-B&amp;amp;rft.issn=0364-5134&amp;amp;rft.date=2004&amp;amp;rft.volume=55&amp;amp;rft.issue=3&amp;amp;rft.spage=306&amp;amp;rft.epage=319&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fdoi.wiley.com%2F10.1002%2Fana.20009&amp;amp;rft.au=Klunk%2C+W.&amp;amp;rft.au=Engler%2C+H.&amp;amp;rft.au=Nordberg%2C+A.&amp;amp;rft.au=Wang%2C+Y.&amp;amp;rft.au=Blomqvist%2C+G.&amp;amp;rft.au=Holt%2C+D.&amp;amp;rft.au=Bergstrom%2C+M.&amp;amp;rft.au=Savitcheva%2C+I.&amp;amp;rft.au=Huang%2C+G.&amp;amp;rft.au=Estrada%2C+S.&amp;amp;rft.au=Ausen%2C+B.&amp;amp;rft.au=Debnath%2C+M.&amp;amp;rft.au=Barletta%2C+J.&amp;amp;rft.au=Price%2C+J.&amp;amp;rft.au=Sandell%2C+J.&amp;amp;rft.au=Lopresti%2C+B.&amp;amp;rft.au=Wall%2C+A.&amp;amp;rft.au=Koivisto%2C+P.&amp;amp;rft.au=Antoni%2C+G.&amp;amp;rft.au=Mathis%2C+C.&amp;amp;rft.au=Langstrom%2C+B.&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;&gt;Klunk, W., Engler, H., Nordberg, A., Wang, Y., Blomqvist, G., Holt, D., Bergstrom, M., Savitcheva, I., Huang, G., Estrada, S., Ausen, B., Debnath, M., Barletta, J., Price, J., Sandell, J., Lopresti, B., Wall, A., Koivisto, P., Antoni, G., Mathis, C., &amp;amp; Langstrom, B. (2004). Imaging brain amyloid in Alzheimer&#39;s disease with Pittsburgh Compound-B &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Annals of Neurology, 55&lt;/span&gt; (3), 306-319 DOI: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://dx.doi.org/10.1002/ana.20009&quot;&gt;10.1002/ana.20009&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/3473188951712209683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/pittsburg-compound-b-uma-evolucao-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/3473188951712209683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/3473188951712209683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/pittsburg-compound-b-uma-evolucao-da.html' title='Pittsburgh compound B: uma evolução da neuroimagem em Alzheimer'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJPjNt8S53wiT0Pjr2RIE_gj6eHq0d5-NH-Ixp1OgYcIP0nb_NOeq7sFYdfh_TJqM5n54a2YLY8qjUGUeO_Y9wQrSqxrmk5dNL-1RdfTURc1wrbvRYgYasH4kd27k90P4ulUTzDpnRMW93/s72-c/Pittsburgh_compound_B.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-2456214161760296884</id><published>2010-04-13T23:23:00.033-03:00</published><updated>2010-04-22T12:13:17.863-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="depressão"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="eletroconvulsoterapia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="epilepsia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="esquizofrenia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mal de Parkinson"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="transtorno bipolar"/><title type='text'>Eletroconvulsoterapia: eficaz no tratamento do status epilepticus</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-9XPgiudGdQenFU2C058KlNgltB2xoC8RbTA_fdh7ry6YlE6qzHiGA8aXnverB03vAb8E8NXgsPxsyCQY_VjBSM58HbR_3IlDFMEyyPn3N1ikizwDCTeO3GuPjlKqXoDhQJadq9YepjQZ/s1600/imagem.JPG&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A Eletroconvulsoterapia (ECT) tem diversas indicações de uso em psiquiatria. Ao contrário do que a grande maioria do público leigo imagina a ECT continua sendo utilizada na prática médica atual (no Brasil e nos grandes centros de medicina no mundo), mostrando-se tão ou mais eficaz do que qualquer novo psicofármaco recém descoberto. Obviamente, o método de aplicação deste procedimento evoluiu muito nas últimas décadas, sendo, no grandes centros universitários, sempre realizado em ambiente hospitalar, sob anestesia e supervisão de um médico psiquiatra e um anestesista. As indicações mais comuns para o uso da ECT são os quadros de humor (depressão e transtorno bipolar) graves ou refratários e os quadros psicóticos primários (basicamente a esquizofenia), também graves ou refratários. Nos quadros catatônicos, secundários a doença mental (excluindo-se aqui a catatonia de origem conversiva/dissociativa), a ECT é o tratamento de primeira escolha, em geral associado ao uso de benzodiazepínicos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Ao contrário também do que muitos imaginam, o uso da ECT não é nocivo ou danoso ao cérebro, tão pouco deixa &quot;sequelas&quot;, como muitos pregam por aí. Efeitos colaterais ocorrem e são, na grande maioria das vezes, relacionados a um déficit mnéstico recente, que se reverte após a interrupção das aplicações. Com certeza a ECT tem menos efeitos colaterais do que a grande maioria dos antidepressivos e antipsicóticos vendidos no mercado (desde os mais antigos até os mais &quot;modernos&quot;). O risco do procedimento todo (aplicação+anestesia) é comparável ao de uma pequena cirurgia, as intercorrências clínicas durante e após a aplicação são raras (quando todos os procedimentos de avaliação pré-ECT foram executados). Para se ter uma dimensão, nos últimos 30 anos, o serviço de ECT do &lt;a href=&quot;http://www.hcnet.usp.br/ipq/&quot;&gt;Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP &lt;/a&gt;realizou cerca de 125 ECTs por semana, ou seja, nada mais do que 210 mil sessões de ECT. O número de intercorrências fatais foi NULA. Isso mesmo, zero! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Outras indicações, menos conhecidas, porém não menos importantes, incluem os quadros neuropsiquiátricos. Basicamente entenda-se aqui a epilepsia e o mal de Parkinson. Pacientes com epilepsia refratária (mais comumente a epilepsia do lobo temporal com ou sem esclerose mesial), por mais paradoxal que pareça, têm sua frequência de crises reduzidas com o uso da ECT. Pacientes com mal de Parkinson que são pouco reponsivos ao tratamento farmacológico, apresentam melhora significativa dos sintomas motores após sessões de ECT.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A edição de abril do periódico &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.springer.com/medicine/internal/journal/12028&quot;&gt;Neurocritical Care&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, traz um artigo dos autores Kamel e Cornes, da Universidade da Califórnia em São Francisco, mostrando a eficácia da ECT em pacientes com estado de mal epiléptico (status epilepticus). O artigo relata uma série curta de três casos com suspeita de encefalite viral que evoluíram com status epilepticus refratário. Todos os três pacientes receberam doses maciças de fenitoína, fenobarbital, pentobarbital, levetiracetam e ketamina, sem resposta. Todos os pacientes, com certeza em UTI, permaneceram por mais de 30 dias em status epilepticus, uma condição sabidamente grave e letal. A ECT foi iniciada após o consentimento da família, sob anestesia. Dois dos três pacientes saíram do estado de mal após as aplicações de ECT. Uma paciente (o caso 2 do estudo) evoluiu para óbito após complicações clínicas (falência renal e pneumonia multi-resistente) não relacionadas a ECT.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqt4LG_5WTSLDERUWivF2cCk6LYruUHmwgKUnluru7q6NYYRz0BAGxdm-trchjNg5YsYX7HBCz04O-f9AiI0ym0bn2FRyl-Nk5m0F8dxMhlQcSwWMoQiMNpWHIWAMfbpfUZ6xvkOmHCWzt/s1600/status.gif&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5459975591384049026&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; HEIGHT: 345px; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqt4LG_5WTSLDERUWivF2cCk6LYruUHmwgKUnluru7q6NYYRz0BAGxdm-trchjNg5YsYX7HBCz04O-f9AiI0ym0bn2FRyl-Nk5m0F8dxMhlQcSwWMoQiMNpWHIWAMfbpfUZ6xvkOmHCWzt/s400/status.gif&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;/a&gt;&lt;p align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;&gt;A figura acima mostra a evolução do traçado do EEG do caso 1. A figura &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt; mostram o status focal. A figura &lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt; mostra a crise generalizada induzida pelo ECT. A figura &lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt; mostra a remissão do status após o ECT.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O interessante nesta série de casos foi a maneira como a ECT foi aplicada. Nomalmente a sessões são únicas e aplicadas de 2 a 3 vezes por semana (dose de ataque). Os autores em questão realizaram múltiplas sessões de ECT num mesmo dia, durante um período de 5 dias. O paciente 1, por exemplo, recebeu 4 ciclos de ECT (com 3 a 4 aplicações no mesmo ciclo) em 5 dias. Um ciclo de ECT consistiu em uma série de aplicações num curto espaço de tempo (cerca de 3 aplicações em 1 hora). Outro dado relevante foi a carga utilizada, 509mC em média, bem acima dos 100 a 150mC usados habitualmente. Obviamente, isso faz algum sentido, pois para provocar uma crise generalizada em um cérebro em status, sob efeitos de várias drogas antiepilépticas, além da inibição própria do SNC que tenta abortar o status, é necessário uma carga maior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;A eletroconvulsoterapia, quando bem indicada, salva vidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;PADDING-RIGHT: 5px; PADDING-LEFT: 5px; FLOAT: left; PADDING-BOTTOM: 5px; PADDING-TOP: 5px&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img style=&quot;BORDER-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; BORDER-LEFT: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px&quot; alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=&quot; included=&quot;1;bpr3.tags=&quot; au=&quot;Josephson%2C+S.&amp;amp;rfe_dat=&quot; epage=&quot;210&amp;amp;rft.artnum=&quot; issue=&quot;2&amp;amp;rft.spage=&quot; date=&quot;2009&amp;amp;rft.volume=&quot; atitle=&quot;Electroconvulsive+Therapy+for+Refractory+Status+Epilepticus%3A+A+Case+Series&amp;amp;rft.issn=&quot; rft_id=&quot;info%3Adoi%2F10.1007%2Fs12028-009-9288-7&amp;amp;rfr_id=&quot; rft_val_fmt=&quot;info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=&quot; included=&quot;1;bpr3.tags=&quot; au=&quot;Josephson+SA&amp;amp;rfe_dat=&quot; au=&quot;Hegde+M&amp;amp;rft.au=&quot; au=&quot;Kamel+H&amp;amp;rft.au=&quot; epage=&quot;10&amp;amp;rft.artnum=&quot; issue=&quot;2&amp;amp;rft.spage=&quot; date=&quot;2010&amp;amp;rft.volume=&quot; atitle=&quot;Electroconvulsive+therapy+for+refractory+status+epilepticus%3A+a+case+series.&amp;amp;rft.issn=&quot; rft_id=&quot;info%3Apmid%2F19809802&amp;amp;rfr_id=&quot; rft_val_fmt=&quot;info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=&quot;&gt;Kamel H, Cornes SB, Hegde M, Hall SE, &amp;amp; Josephson SA (2010). Electroconvulsive therapy for refractory status epilepticus: a case series. &lt;span style=&quot;FONT-STYLE: italic&quot;&gt;Neurocritical care, 12&lt;/span&gt; (2), 204-10 PMID: &lt;a href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19809802&quot; rev=&quot;review&quot;&gt;19809802&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://dx.doi.org/10.1007/s12028-009-9288-7&quot; rev=&quot;review&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/2456214161760296884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/eletroconvulsoterapia-eficaz-no.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/2456214161760296884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/2456214161760296884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/eletroconvulsoterapia-eficaz-no.html' title='Eletroconvulsoterapia: eficaz no tratamento do status epilepticus'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqt4LG_5WTSLDERUWivF2cCk6LYruUHmwgKUnluru7q6NYYRz0BAGxdm-trchjNg5YsYX7HBCz04O-f9AiI0ym0bn2FRyl-Nk5m0F8dxMhlQcSwWMoQiMNpWHIWAMfbpfUZ6xvkOmHCWzt/s72-c/status.gif" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-3743921412905280085</id><published>2010-04-12T13:16:00.024-03:00</published><updated>2010-04-13T19:41:20.121-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="criatividade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="depressão"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insônia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="privação de sono"/><title type='text'>Privação de sono e seu efeito no humor</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Insônia é um sintoma que pode ser definido como dificuldade em iniciar e/ou manter o sono, presença de sono não reparador, ou seja, insuficiente para manter uma boa qualidade de alerta e bem-estar físico e mental durante o dia, com o comprometimento conseqüente do desempenho nas atividades diurnas. Cerca de 10 a 20% da população mundial sofre com algum tipo de insônia (assim como o autor deste blog). Esses valores variam, obviamente, de acordo com diferentes tipos de estudos, podendo-se encontrar prevalências de insônia em até 30% das pessoas, como sugere um estudo feito em Mannheim, na Alemanha (Hohagen e cols, 1994).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyY9-4incmDlNDZNRlTUf12KoZY90VSVl4x4dCqYHgPiLNC4Cyx7ipYbUZCWYqQWAj9ot7CWs1huHEeVWPchKtuUL16PLgVTOy0-fQjOg1M5gKh5e3prMJ_0E-jyys55sw7SAnyCShJ_FY/s1600/insomniavariation.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyY9-4incmDlNDZNRlTUf12KoZY90VSVl4x4dCqYHgPiLNC4Cyx7ipYbUZCWYqQWAj9ot7CWs1huHEeVWPchKtuUL16PLgVTOy0-fQjOg1M5gKh5e3prMJ_0E-jyys55sw7SAnyCShJ_FY/s400/insomniavariation.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5459689491804051922&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Variação da insônia por faixa etária&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt;Idosos, pessoas com doenças crônicas (inclusive os roncadores crônicos que também perpetuam a insônia nos conjugês) e portadores de algum transtorno mental são os que mais sofrem deste mal que não só causa desconforto, como pode trazer consequências negativas à saúde. Diversos estudos apontam que as pessoas que dormem mal apresentam maior sonolência diurna, menor capacidade de atenção, dificuldades de memória e concentração. Em última análise, as pessoas que dormem mal tendem a viver menos do que as pessoas que tem um sono regrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dormir obviamente é fundamental e um sono adequado permite a consolidação de informações relevantes, adquiridas durante o dia, na forma de memória. Sonhar também é primordial. Nos sonhos, as nossas memórias são remixadas e reformuladas. Nos últimos anos, os cientistas descobriram que o sono REM (fase do sono onde ocorrem os sonhos) não é apenas essencial para a formação de memórias de longo prazo: ele também pode ser um componente essencial da criatividade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Curiosamente existe um lado positivo na insônia. A privação de sono, realizada sob orientação médica, melhora de maneira rápida e sensível o humor, esteja a pessoa deprimida ou não. A eficácia da privação de sono no tratamento da depressão está documentada em mais de 75 publicações científicas que, nos últimos 40 anos, avaliaram mais de 1.700 pacientes. Os achados são robustos, isto é, consistentes. Apesar disso, mesmo no meio médico, poucos tem conhecimento do fato e, raramente, usam a privação de sono como método de acelerar a resposta a antidepressivos, por exemplo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Uma revisão dos estudos de neuroimagem funcional em pacientes deprimidos submetidos á privação de sono, feita por Christian Gillin e cols, do departamento de psiquiatria da USCD, mostrou que existe uma hiperativação do cíngulo anterior e do córtex pré-frontal nos pacientes deprimidos, que se reverte após a privação do sono. O estudo de Gillin revisa 7 artigos publicados em 5 diferentes centros de pesquisa, usando PET ou SPECT como método de estudo do funcionamento cerebral. Em três desses &quot;papers&quot; a magnitude da reversão da hiperativação cortical se correlacionou com a magnitude da melhora clínica observada.&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Se esse achados tem base em alterações fisiopatológicas ou etiopatogênicas da depressão, isso já é difícil de definir (pra não dizer impossível), mas criam espaço, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;pelo menos,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; para novos estudos de psicofármacos mais rapidamente eficazes, por exemplo.&lt;/span&gt; &lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org/&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border: 0pt none;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Depression+and+Anxiety&amp;amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1002%2Fda.1045&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Sleep+deprivation+as+a+model+experimental+antidepressant+treatment%3A+Findings+from+functional+brain+imaging&amp;amp;rft.issn=1091-4269&amp;amp;rft.date=2001&amp;amp;rft.volume=14&amp;amp;rft.issue=1&amp;amp;rft.spage=37&amp;amp;rft.epage=49&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fdoi.wiley.com%2F10.1002%2Fda.1045&amp;amp;rft.au=Gillin%2C+J.&amp;amp;rft.au=Buchsbaum%2C+M.&amp;amp;rft.au=Wu%2C+J.&amp;amp;rft.au=Clark%2C+C.&amp;amp;rft.au=Bunney%2C+W.&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;&gt;Gillin, J., Buchsbaum, M., Wu, J., Clark, C., &amp;amp; Bunney, W. (2001). Sleep deprivation as a model experimental antidepressant treatment: Findings from functional brain imaging &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Depression and Anxiety, 14&lt;/span&gt; (1), 37-49 DOI: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://dx.doi.org/10.1002/da.1045&quot;&gt;10.1002/da.1045&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/3743921412905280085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/privacao-de-sono-e-seu-efeito-no-humor.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/3743921412905280085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/3743921412905280085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/privacao-de-sono-e-seu-efeito-no-humor.html' title='Privação de sono e seu efeito no humor'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyY9-4incmDlNDZNRlTUf12KoZY90VSVl4x4dCqYHgPiLNC4Cyx7ipYbUZCWYqQWAj9ot7CWs1huHEeVWPchKtuUL16PLgVTOy0-fQjOg1M5gKh5e3prMJ_0E-jyys55sw7SAnyCShJ_FY/s72-c/insomniavariation.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-3373572979924765389</id><published>2010-04-08T13:52:00.023-03:00</published><updated>2010-04-12T20:12:19.555-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="criatividade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="esquizofrenia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="genética"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="psicose"/><title type='text'>Loucura e arte: um elo comum?</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-family:verdana;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;A genialidade do ballet de Vaslav Nijinski &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-family:verdana;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;dotado de uma técnica extraordinária e por isso chamado o deus da dança&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;), da pintura de Vincent Van Gogh, das esculturas de &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Camille Claudel,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; dos modelos matemáticos e jogos criados por&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-family:verdana;&quot; &gt; &lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;John Nash e das obras de Arthur Bispo do Rosário, são e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;font-family:verdana;&quot; &gt;xemplos clássicos da consangüinidade entre psicose (seja ela esquizofrênica ou não) e criatividade. Diversos outros personagens poderiam ser citados aqui como exemplos da associação entre uma extrema capacidade criativa e a presença, no decorrer de suas vidas, de sintomas psicóticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas qual a relação entre loucura e arte? A associação entre essas duas situações é fruto do acaso, algo que ocorre por um capricho, ou há uma ligação mais íntima e desconhecida entre elas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gene NRG1, que codifica a proteína &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Neuregulin 1&lt;/span&gt;, é um candidato promissor na susceptibilidade ao desenvolvimento da esquizofrenia e apresenta um papel fundamental no desenvolvimento e plasticidade no sistema nervoso central. O NRG1, localizado no cromossomo 8, apresenta-se quase sempre, como um possível fator de risco ao desenvolvomento de sintomas psicóticos nos estudos de associação genética em psiquiatria (esse sim, uma acho replicado em diversos estudos, ou seja, algo mais consistente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj83TLi32hKm4wKgnc9inTFIvgBbOMQ38sfQyx-uH7oqhRozZzGWnAy2uQwKO9IJk9I4EGaCgp5QFm9IgzTxXKhbvazCH2jMGy-63ti0LhFSNwK8uxJS6HTT1WZ2f_PaOJedmsEqRoyoMWi/s1600/T:T+e+sintomas+psic%C3%B3ticos.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5458102649817664530&quot; style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 265px; cursor: pointer; height: 179px;&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj83TLi32hKm4wKgnc9inTFIvgBbOMQ38sfQyx-uH7oqhRozZzGWnAy2uQwKO9IJk9I4EGaCgp5QFm9IgzTxXKhbvazCH2jMGy-63ti0LhFSNwK8uxJS6HTT1WZ2f_PaOJedmsEqRoyoMWi/s320/T:T+e+sintomas+psic%C3%B3ticos.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;font-family:verdana;&quot; &gt;A presença de dois alelos do NRG1 (genótipo T/T) aumenta o risco de um indivíduo apresentar sintomas psicóticos em algum momento de sua vida, bem como se associa com hipoativação do córtex pré-frontal, achado comum nos estudos de neuroimagem funcional em pessoas com esquizofrenia, segundo &lt;a href=&quot;http://www.nature.com/neuro/journal/v9/n12/abs/nn1795.html&quot;&gt;estudo publicado&lt;/a&gt; por Jeremy Hall, da Universidade de Edinburgh, na Nature Neuroscience em 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, o pesquisador Szabolcs Kéri, da Universidade Semmelweis &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;font-family:verdana;&quot; &gt;em Budapest, publicou um &lt;a href=&quot;http://www3.interscience.wiley.com/journal/122498592/abstract?CRETRY=1&amp;amp;SRETRY=0&quot;&gt;estudo&lt;/a&gt; na Psychological Science, que associa o mesmo genótipo T/T (do gene &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;font-family:verdana;&quot; &gt;NRG1/&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;font-family:verdana;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Neuregulin 1) &lt;/span&gt;com um aumento da capacidade criativa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Szabolcs comparou o genótipo de 200 pessoas sem transtorno mental para o NRG1 e aplicou testes padronizados para avaliar criatividade (originalidade, fluência e flexibilidade). Também analisou a influência do QI, educação, status sócio-econômico, sexo, idade e a presença de traços esquizotípicos de personalidade como possíveis viéses para os resultados.&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;As pessoas com genótipo T/T foram significativamente mais criativas do que as pessoas com genótipo C/T (segundo grupo mais criativo) e C/C (grupo menos criativo), independentemente de qualquer outra variável.&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;O que isso sugere? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Se os autores estiverem corretos, os achados sugerem que o mesmo gene que nos torna exímios criadores, inovadores, capazes de perceber nuances e detalhes nas coisas mais simples, que não chamam a atenção de pessoas &quot;comuns&quot;, também podem nos tornar delirantes, percebendo sinais de que conspiram contra nós, encontrando evidências de que &quot;o mundo nos observa&quot; para nos prejudicar, evidências essas que, na verdade, não são compartilhadas. O limite entre uma coisa e outra é muito tênue...&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:130%;&quot;  &gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;font-size:100%;&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:130%;&quot;  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;doi&quot; style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border:0;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Psychological+science+%3A+a+journal+of+the+American+Psychological+Society+%2F+APS&amp;amp;rft_id=info%3Apmid%2F19594860&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Genes+for+psychosis+and+creativity%3A+a+promoter+polymorphism+of+the+neuregulin+1+gene+is+related+to+creativity+in+people+with+high+intellectual+achievement.&amp;amp;rft.issn=0956-7976&amp;amp;rft.date=2009&amp;amp;rft.volume=20&amp;amp;rft.issue=9&amp;amp;rft.spage=1070&amp;amp;rft.epage=3&amp;amp;rft.artnum=&amp;amp;rft.au=K%C3%A9ri+S&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;&gt;Kéri S (2009). Genes for psychosis and creativity: a promoter polymorphism of the neuregulin 1 gene is related to creativity in people with high intellectual achievement. &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Psychological science : a journal of the American Psychological Society / APS, 20&lt;/span&gt; (9), 1070-3 PMID: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19594860&quot;&gt;19594860&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border:0;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Nature+Neuroscience&amp;amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1038%2Fnn1795&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=A+neuregulin+1+variant+associated+with+abnormal+cortical+function+and+psychotic+symptoms&amp;amp;rft.issn=1097-6256&amp;amp;rft.date=2006&amp;amp;rft.volume=9&amp;amp;rft.issue=12&amp;amp;rft.spage=1477&amp;amp;rft.epage=1478&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Fdoifinder%2F10.1038%2Fnn1795&amp;amp;rft.au=Hall%2C+J.&amp;amp;rft.au=Whalley%2C+H.&amp;amp;rft.au=Job%2C+D.&amp;amp;rft.au=Baig%2C+B.&amp;amp;rft.au=McIntosh%2C+A.&amp;amp;rft.au=Evans%2C+K.&amp;amp;rft.au=Thomson%2C+P.&amp;amp;rft.au=Porteous%2C+D.&amp;amp;rft.au=Cunningham-Owens%2C+D.&amp;amp;rft.au=Johnstone%2C+E.&amp;amp;rft.au=Lawrie%2C+S.&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;&gt;Hall, J., Whalley, H., Job, D., Baig, B., McIntosh, A., Evans, K., Thomson, P., Porteous, D., Cunningham-Owens, D., Johnstone, E., &amp;amp; Lawrie, S. (2006). A neuregulin 1 variant associated with abnormal cortical function and psychotic symptoms &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Nature Neuroscience, 9&lt;/span&gt; (12), 1477-1478 DOI: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://dx.doi.org/10.1038/nn1795&quot;&gt;10.1038/nn1795&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;doi&quot; style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/3373572979924765389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/loucura-e-arte-um-elo-comum.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/3373572979924765389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/3373572979924765389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/loucura-e-arte-um-elo-comum.html' title='Loucura e arte: um elo comum?'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj83TLi32hKm4wKgnc9inTFIvgBbOMQ38sfQyx-uH7oqhRozZzGWnAy2uQwKO9IJk9I4EGaCgp5QFm9IgzTxXKhbvazCH2jMGy-63ti0LhFSNwK8uxJS6HTT1WZ2f_PaOJedmsEqRoyoMWi/s72-c/T:T+e+sintomas+psic%C3%B3ticos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-1189640177412658153</id><published>2010-04-05T14:56:00.019-03:00</published><updated>2010-04-12T20:15:13.343-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="córtex frontal"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="decisão"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="núcleo acumbens"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ínsula"/><title type='text'>Matrix Rewired: como você decide?</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O dia está chuvoso e &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Morpheus_%28The_Matrix%29&quot;&gt;Morpheus&lt;/a&gt; oferece a você duas opções: tomando a pílula vermelha você experimentará uma série de reações e em seguida conhecerá o que é a Matrix e saberá a verdade sobre as coisas. Se tomar a pílula azul irá adormecer num sono profundo e, quando despertar, não se lembrá de nada do que aconteceu neste dia. Qual pílula você tomaria?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhhl76eVtGyAD2z4z8O9Akum9Tn1baGd0je-Og9W4hEfqtSZe4qgMQSoCD9tfim3KhE_FG6BIujODxo_FScjPGX9UbApBKR6b12_8gimSrtn9tYu-W_5h8jySMJFMZRxptEZhfv_mYsyBJ6/s1600/red-pill-or-blue-pill.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5456715324572264546&quot; style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; width: 322px; cursor: pointer; height: 157px; text-align: center;&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhhl76eVtGyAD2z4z8O9Akum9Tn1baGd0je-Og9W4hEfqtSZe4qgMQSoCD9tfim3KhE_FG6BIujODxo_FScjPGX9UbApBKR6b12_8gimSrtn9tYu-W_5h8jySMJFMZRxptEZhfv_mYsyBJ6/s320/red-pill-or-blue-pill.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Sem dúvida, os segundos de hesitação anteriores á sua resposta servirão como pano de fundo para o embate entre os prós e contras de cada uma das opções. Alguns dirão que seria o embate entre o lado racional e o emocional do cerébro, sendo o primeiro o responsável pela tomada da decisão baseada na lógica e na razão, e o segundo pelos atos impensados, impulsivos. Mas como tomar a decisão correta? Estamos sempre tomando as decisões racionalmente?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Para Jonah Lehrer, neurocientista e escritor, não. Em seu brilhante e didático livro &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;font-family: verdana;&quot; href=&quot;http://jonahlehrer.com/books&quot;&gt;&quot;How We Decide&quot;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; Jonah percorre os principais circuitos e estruturas cerebrais envolvidos na gênese do processo de decisão. Para ele, o processo decisório envolve, de maneira resumida, uma série de &quot;conversas&quot; entre estruturas lógicas como o Córtex Pré-Frontal (CPF); estruturas ativadas pelo desejo (também parte do sistema de recompensa) como o Nucleo Acumbens (NAc); estruturas emocionais como a amígdala e estruturas que se ativam na presença de sentimentos aversivos gerados por uma situação ou objeto, como a ínsula. Uma outra estrutura chamada Córtex Cingulado Anterior (CCA) articula essa &quot;conversa&quot; monitorando ao mesmo tempo a consciência e as funções internas do corpo. Na grande maioria das vezes, acabamos por tomar uma decisão sem sabermos exatamente o por quê da escolha, mas jugalmos quase sempre termos escolhido racionalmente. Isto significa que damos, muitas vezes, um significado &quot;racional&quot; a decisões tomadas intuitivamente, justificando assim nosso ato. Talvez isso nos faça entender melhor a resposta do Oráculo a Neo, no filme Matrix, quando ele insistentemente perguntava: Qual caminho escolher? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;- &quot;Vc já escolheu. Deve somente entender por que fez essa escolha&quot;. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Voltemos as pílulas. Tomar a pílula vermelha lhe parece mais interessante pois você, como bom curioso, deseja saber o que se esconde atrás da Matrix. Nesse momento, seu NAc se ativa vívidamente, favorecendo esta escolha. Entretanto, tomar a pílula vermelha implica em ter uma série de reações adversas e desagrádaveis. A percepção disto ativa a ínsula que imediatamente inibe o desejo gerado pelo Nac. A ínsula é muito poderosa em inibir desejos, quando percebe que algo muito desagrável pode ocorrer em consequência de uma escolha. Você volta a ficar na dúvida. Pensa então na pílula azul, que simplesmente não lhe confere nenhum risco, mas também não lhe dá nada além da mesmice. Seu CPF, ainda inseguro tenta, racionamelnte, definir qual a melhor opção. Eis que Morpheus revela, subitamente, que os efeitos colaterais da pílula vermelha são efêmeros e toleráveis. Essa informação simplesmente desativa a ínsula que, por sua vez, libera a ativação do NAc. A pílula vermelha torna-se irresistível....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.cell.com/neuron/abstract/S0896-6273%2806%2900904-4#&quot;&gt;Knutson e Loewenstein em 2007&lt;/a&gt; demonstraram, por exemplo, que as relações entre PFC, NAc e ínsula conseguem predizer quando uma pessoa irá decidir por comprar algo, antes mesmo da decisão ser tomada. Em um experimento com 26 estudantes do ensino médio, apresentaram uma série de diferentes objetos a serem desejados (estímulo que ativa NAc)&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;e em seguida mostraram os preços dos mesmos (estímulo que ativa ínsula).&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Basicamente, os autores comprovaram que, a escolha de comprar ou não um produto não é meramente uma relação lógica tipo custo-benefício, mas sim uma relação de &quot;prazer x dor&quot;, baseada no cérebro emocional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border:0;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Neuron&amp;amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1016%2Fj.neuron.2006.11.010&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Neural+Predictors+of+Purchases&amp;amp;rft.issn=08966273&amp;amp;rft.date=2007&amp;amp;rft.volume=53&amp;amp;rft.issue=1&amp;amp;rft.spage=147&amp;amp;rft.epage=156&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Flinkinghub.elsevier.com%2Fretrieve%2Fpii%2FS0896627306009044&amp;amp;rft.au=Knutson%2C+B.&amp;amp;rft.au=Rick%2C+S.&amp;amp;rft.au=Wimmer%2C+G.&amp;amp;rft.au=Prelec%2C+D.&amp;amp;rft.au=Loewenstein%2C+G.&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;&gt;Knutson, B., Rick, S., Wimmer, G., Prelec, D., &amp;amp; Loewenstein, G. (2007). Neural Predictors of Purchases &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Neuron, 53&lt;/span&gt; (1), 147-156 DOI: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://dx.doi.org/10.1016/j.neuron.2006.11.010&quot;&gt;10.1016/j.neuron.2006.11.010&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/1189640177412658153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/matrix-rewired-como-voce-decide.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/1189640177412658153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/1189640177412658153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/matrix-rewired-como-voce-decide.html' title='Matrix Rewired: como você decide?'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhhl76eVtGyAD2z4z8O9Akum9Tn1baGd0je-Og9W4hEfqtSZe4qgMQSoCD9tfim3KhE_FG6BIujODxo_FScjPGX9UbApBKR6b12_8gimSrtn9tYu-W_5h8jySMJFMZRxptEZhfv_mYsyBJ6/s72-c/red-pill-or-blue-pill.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-139059941696689184</id><published>2010-04-02T16:18:00.015-03:00</published><updated>2010-04-12T22:02:40.493-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="periódicos"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Publicações científicas"/><title type='text'>Publicações científicas: &quot;uma verdade inconveniente&quot;</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A comunidade médico-científica está infestada de periódicos e revistas sobre as mais diversas doenças, abordando temas infinitos que vão desde a genética do prurido até a influência da religião na capacidade intelectual das pessoas. Até aí, nada de anormal. Cada um pesquisa o que quer e publica (ou tenta) onde bem entender. Nada mais justo e democrático. Como regra geral, pesquisadores tentam publicar seus achados em periódicos com um alto &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Fator_de_impacto&quot;&gt;fator de impacto&lt;/a&gt; pois, quanto maior o fator de impacto, maior a credibilidade da revista, melhor para o seu currículo e maior a chance de alguém ler o que você publicou. Certo? Nem sempre.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Quem, atualmente, lê um periódico do início ao fim? Ou melhor: quem atualmente lê algum periódico?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style=&quot;font-family: verdana;&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDdpot-QcXEoHHmFOeRhDnIHgKPGegaMotXA4y85huViSHPfdMj-HyrjZPDBLtmgwsThEza6jewUEWCk6j0XoK3mUz0ox8O5DWmMcTz0lBv6QlwxyNwOzOcQvICn1UeG2ge4r18x6yJMgW/s1600/desenho-de-menino-lendo-atentamente-um-livro_011.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 182px; height: 202px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDdpot-QcXEoHHmFOeRhDnIHgKPGegaMotXA4y85huViSHPfdMj-HyrjZPDBLtmgwsThEza6jewUEWCk6j0XoK3mUz0ox8O5DWmMcTz0lBv6QlwxyNwOzOcQvICn1UeG2ge4r18x6yJMgW/s320/desenho-de-menino-lendo-atentamente-um-livro_011.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5455718714292606482&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style=&quot;font-family: verdana;&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDdpot-QcXEoHHmFOeRhDnIHgKPGegaMotXA4y85huViSHPfdMj-HyrjZPDBLtmgwsThEza6jewUEWCk6j0XoK3mUz0ox8O5DWmMcTz0lBv6QlwxyNwOzOcQvICn1UeG2ge4r18x6yJMgW/s1600/desenho-de-menino-lendo-atentamente-um-livro_011.jpg&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Posso responder, sem pensar muito, que poucos. E mais, especulo ainda que o número de pessoas que o faz é inversamente proporcional á sua faixa etária. Os motivos são simples:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; color: rgb(102, 0, 204); font-family: verdana;&quot;&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a style=&quot;color: rgb(51, 0, 153);&quot; href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed&quot;&gt;PubMed&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 0, 153);&quot;&gt;! O PubMed é um banco de dados que possibilita a pesquisa bibliográfica  em mais de 17 milhões de referências de artigos médicos , publicados em cerca de 5.000 revistas científicas, criado pela U.S. National Library of Medicine (NLM®). Basicamente, apenas digitando as palavras-chave do tema que me interessa posso achar todos os artigos publicados em periódicos indexados sobre aquele tema, seja o &quot;paper&quot; publicado ontem ou há 30 anos. Fantástico! A riqueza e importância dessa ferramenta são indiscutíveis. Sendo assim, basta que minha pesquisa seja publicada em uma revista indexada, para que ela &quot;nasça&quot; para a comunidade científica.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 0, 153);&quot;&gt;É impossivel ler 5.000 periódicos/mês, na verdade, com tantos periódicos é dificil selecionar quais ler ou não ler. Daí a importância de uma ferramenta como o PubMed que consegue selecionar, com exatidão, os &quot;papers&quot; específicos da sua área de interesse.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Mas o que está por trás disto? Não é difícil imaginar que algumas limitações decorram de todo este progresso. Aqui vão alguns &quot;insights&quot;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 153); text-align: justify; font-family: verdana;&quot;&gt;&lt;li&gt;É pouco provável que um pesquisador que lê somente temas da sua área consiga ter acesso a novas perspectivas de pesquisa, eventualmente descobertas, em outras áreas.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 153); text-align: justify; font-family: verdana;&quot;&gt;&lt;li&gt;A leitura pura e simples de um artigo, frequentemente, gera conclusões precipitadas. Para isso praticamente toda boa revista indexada (e aí servem como modelos a &lt;a href=&quot;http://www.nature.com/nature/index.html&quot;&gt;Nature&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.sciencemag.org/&quot;&gt;Science&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://content.nejm.org/&quot;&gt;NEJM&lt;/a&gt;) possui um corpo editorial que, a cada exemplar, contextualiza e comenta os artigos publicados, exaltando suas virtudes e limitações.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 153); text-align: justify; font-family: verdana;&quot;&gt;&lt;li&gt;A proliferação de pesquisadores, publicações e, consequentemente, de periódicos traz um grande problema. Nem tudo o que se publica é verdade. Talvez, muito pouco do que se publique seja, de fato, verdadeiro.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 153); text-align: justify; font-family: verdana;&quot;&gt;&lt;li&gt;Informações científicas publicadas em revistas indexadas ganham, para o publico leigo, status automático de verdade absoluta, gerando, ás vezes, alarde ou euforia na mídia.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Em 2005, John Ioannidis do Departamento de Medicina da Universidade de Tufts (uma universidade renomada em Boston), publicou um &lt;a href=&quot;http://www.plosmedicine.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pmed.0020124&quot;&gt;intrigante trabalho&lt;/a&gt; mostrando, através de análise metodológica, que a grande maioria dos achados atuais em pesquisa médica são falsos. Isto significa que, os resultados encontrados em uma determinada pesquisa, acabam nunca sendo replicados em outra semelhante. Os estudos de neuroimagem funcional e associação de genes em psiquiatria são exemplos claros disto, sendo motivo de &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;font-family: verdana;&quot; href=&quot;http://neuroskeptic.blogspot.com/2010/03/can-we-rely-on-fmri.html&quot;&gt;debates fervorosos&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; na comunidade científica, recentemente. A questão é que a probabilidade de um resultado, de uma determinada pesquisa, ser verdadeiro, depende da probabilidade prévia da hipótese testada ser verdadeira, do &quot;poder&quot; estatístico do estudo e do nível de significância estatístico adotado. Acontece que este último quesito, acaba sendo o único levado em consideração para a aceitação da veracidade de um achado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Talvez devêssemos nos preocupar mais com o que lemos e mais ainda com a maneira como lemos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border:0;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=PLoS+Medicine&amp;amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pmed.0020124&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Why+Most+Published+Research+Findings+Are+False&amp;amp;rft.issn=1549-1277&amp;amp;rft.date=2005&amp;amp;rft.volume=2&amp;amp;rft.issue=8&amp;amp;rft.spage=0&amp;amp;rft.epage=&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fwww.plosmedicine.org%2Farticle%2Finfo%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pmed.0020124&amp;amp;rft.au=Ioannidis%2C+J.&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;&gt;Ioannidis, J. (2005). Why Most Published Research Findings Are False &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;PLoS Medicine, 2&lt;/span&gt; (8) DOI: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://dx.doi.org/10.1371/journal.pmed.0020124&quot;&gt;10.1371/journal.pmed.0020124&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/139059941696689184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/publicacoes-cientificas-uma-verdade.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/139059941696689184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/139059941696689184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/04/publicacoes-cientificas-uma-verdade.html' title='Publicações científicas: &quot;uma verdade inconveniente&quot;'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhDdpot-QcXEoHHmFOeRhDnIHgKPGegaMotXA4y85huViSHPfdMj-HyrjZPDBLtmgwsThEza6jewUEWCk6j0XoK3mUz0ox8O5DWmMcTz0lBv6QlwxyNwOzOcQvICn1UeG2ge4r18x6yJMgW/s72-c/desenho-de-menino-lendo-atentamente-um-livro_011.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-6493123343372023291</id><published>2010-03-30T09:50:00.041-03:00</published><updated>2010-04-12T21:59:56.707-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Alzheimer"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cérebro"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="evolução"/><title type='text'>Alzheimer: o preço da evolução?</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O Mal de Alzheimer é uma doença neurogenerativa que afeta cada vez mais pessoas à medida que a população humana envelhece. O envelhecimento em si é o principal fator de risco para desenvolver essa doença. Estima-se que &lt;strong&gt;metade&lt;/strong&gt; da população americana com 85 anos ou mais apresente sintomas inequívocos de Alzheimer. Basicamente, a pessoa que desenvolve Alzheimer passar a perder ao longo dos anos, além da memória, as funções cognitivas ditas &quot;superiores&quot;, muitas das quais nos conferem habilidades que nos diferenciam como espécie. Daí surge a pergunta: alguma outra espécie animal apresenta neurodenegeração? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDlMmXz3m17PZWRsr0KBLLXcGupOhEVODSyoqFHLQeyyPCn4wKEAItd13XI6XmpW9vXS1Zo4FzsZTkgIgQtAwEBHfr7i3jFCNQrEJNnqkiEY8b_eDfbNmaCAIxPWVy8ohYu9xWLTSXJOfS/s1600/evolucao_do_cerebro.jpg&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5454495343675157922&quot; style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; width: 320px; cursor: pointer; height: 240px; text-align: center;&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDlMmXz3m17PZWRsr0KBLLXcGupOhEVODSyoqFHLQeyyPCn4wKEAItd13XI6XmpW9vXS1Zo4FzsZTkgIgQtAwEBHfr7i3jFCNQrEJNnqkiEY8b_eDfbNmaCAIxPWVy8ohYu9xWLTSXJOfS/s320/evolucao_do_cerebro.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Para Bruce Yankner, professor de patologia e neurologia da Harvard Medical School, a reposta é não. Segundo ele, mesmo os animais considerados mais inteligentes na cadeia evolutiva, como macacos, baleias, corvos e corujas, não apresentam os prejuízos graves decorrentes da degeneração cerebral. Este é um privilégio nosso. Há uma explicação para isso?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;A edição da revista &lt;a href=&quot;http://www.nature.com/nature/index.html&quot;&gt;Nature&lt;/a&gt; deste mês traz um &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.nature.com/nature/journal/v464/n7288/full/nature08983.html&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;artigo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; de autoria de Bishop e do próprio Yankner que, entre outras coisas, compara a conservação da expressão gênica cerebral durante o envelhecimento entre diferentes espécies. Apesar de haver clara evidência de conservação da expressão e sinalização de diversos genes entre as espécies, os achados mostram que há mudança na expressão gênica cerebral, durante o envelheciemento, entre camundongos, macacos e humanos. Enquanto os camundongos envelhecem há uma supra-regulação dos genes ligados ao funcionamento cerebral, nos seres humanos ocorre o inverso. Genes importantes na manutenção da proteção e plasticidade neuronal, sinapse e função mitocondrial (fundamental na manutenção do equilíbrio do estresse oxidativo que, alterado, inicía a cascata de reações que levam às lesões características do Alzheimer) estão hipofuncionantes nos humanos. Comparativamente, parece que essa hipoativação dos genes protetores é uma exclusividade do tecido cerebral. Outros sistemas como o muscular, sanguíneo e renal preservam uma expressão genética supra-regulada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirvmDho_H8Pf0VyqvobqM87AmuwAn1YQdtYpUnivcK7gTeTXV-a-4GsqtbkJTr-7UqoAcPMgzU0aE1OYCFXtY3T4ahGDgRsphQ3dGArNR9qWh7WHrkJF4kU32CIET2z_pOdLg1PdoXb5P3/s1600/nature08983-f2_2.jpg&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5454447715518027186&quot; style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; width: 320px; height: 180px; text-align: center;&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirvmDho_H8Pf0VyqvobqM87AmuwAn1YQdtYpUnivcK7gTeTXV-a-4GsqtbkJTr-7UqoAcPMgzU0aE1OYCFXtY3T4ahGDgRsphQ3dGArNR9qWh7WHrkJF4kU32CIET2z_pOdLg1PdoXb5P3/s320/nature08983-f2_2.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; &lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: Bishop, NA; Lu, T; Yankner, BA. Nature 464&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Para Yankner, a ausência de evidências de processos neurodegenerativos nos primatas, sugere claramente que o desenvolvimeto cerebral em tamanho e complexidade em nossa espécie possa representar um fator de risco para a degeneração. Um cerébro mais complexo consome mais energia (e os neurônios normalmente já usam mais energia do que outras células) e esse consumo envolve acúmulo de metais e radicais livres que causariam dano genético progressivo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;O fato é que o crânio do homem atual, Homo Sapiens Sapiens, ronda os 1400 cc, e levando em conta a relação entre massa corporal e massa encefálica é o maior cérebro do mundo animal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Se não sabemos o por quê o cerébro degenera tão frequentemente após a oitava década de vida, sabemos que esta degeneração é exclusiva da espécie humana. Se este não for o preço da Evolução é, no mínimo, o preço da evolução da medicina até o momento...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border:0;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Nature&amp;amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1038%2Fnature08983&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Neural+mechanisms+of+ageing+and+cognitive+decline&amp;amp;rft.issn=0028-0836&amp;amp;rft.date=2010&amp;amp;rft.volume=464&amp;amp;rft.issue=7288&amp;amp;rft.spage=529&amp;amp;rft.epage=535&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fwww.nature.com%2Fdoifinder%2F10.1038%2Fnature08983&amp;amp;rft.au=Bishop%2C+N.&amp;amp;rft.au=Lu%2C+T.&amp;amp;rft.au=Yankner%2C+B.&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;&gt;Bishop, N., Lu, T., &amp;amp; Yankner, B. (2010). Neural mechanisms of ageing and cognitive decline &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Nature, 464&lt;/span&gt; (7288), 529-535 DOI: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://dx.doi.org/10.1038/nature08983&quot;&gt;10.1038/nature08983&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/6493123343372023291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/03/alzheimer-o-preco-da-evolucao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/6493123343372023291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/6493123343372023291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/03/alzheimer-o-preco-da-evolucao.html' title='Alzheimer: o preço da evolução?'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiDlMmXz3m17PZWRsr0KBLLXcGupOhEVODSyoqFHLQeyyPCn4wKEAItd13XI6XmpW9vXS1Zo4FzsZTkgIgQtAwEBHfr7i3jFCNQrEJNnqkiEY8b_eDfbNmaCAIxPWVy8ohYu9xWLTSXJOfS/s72-c/evolucao_do_cerebro.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-6197445665044627843</id><published>2010-03-28T14:05:00.020-03:00</published><updated>2010-04-12T21:57:28.707-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="criatividade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="córtex frontal"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="infância"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="jazz"/><title type='text'>Criatividade infantil e o córtex frontal</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Você está no ensino médio (antigo colegial) e descobre que por algum motivo amanhã não haverá aula. O que voçê faria neste dia livre? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora imagine a mesma situação, mas suponha que você tenha apenas 7 anos de idade. Faria algo diferente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi exatamente isso que os psicólogos &lt;a href=&quot;http://psycnet.apa.org/index.cfm?fa=search.displayRecord&amp;amp;uid=2010-03735-008&quot;&gt;Zabelina e Robinson&lt;/a&gt; solicitaram a 76 alunos do ensino médio dos Estados Unidos. Um primeiro grupo de alunos deveria escrever por escrito o que fariam neste dia sem aula e um segundo grupo deveria fazer o mesmo, porém imaginando se tivessem 7 anos. O resultado revelou que os alunos que imaginaram ter 7 anos foram muito mais criativos dos que os outros. Que as crianças são criativas e os adultos menos, isso não é novidade. A pergunta é: por que isso acontece? Como um artista consegue preservar sua criatividade ao longo dos anos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inibição da criatividade certamente tem base na maturação e crescimento do córtex frontal, mas sofre também a influência da assimilação das normas, regras e comportamentos sociais que aprendemos serem &quot;adequados&quot; para uma pessoa madura. O resultado é que, á medida que as crianças crescem e se tornam adultas, passam a inibir seus impulsos e pensamentos fora das normas e padrões comuns. Poderíamos imaginar que os adultos então são menos ou nada criativos (em comparação com as crianças) pois perdem essa capacidade ao longo da fase de crescimento. Na prática não é isso que ocorre. O estudo de Zabelina mostra que, quando solicitado, podemos &quot;ativar&quot; nosso lado criativo (obviamente se tivermos algo de valor para expressar) imaginando mentalmente sermos crianças. Fazendo isso, podemos supor que estaríamos desinibindo mentalmente nosso córtex frontal, liberando nossa criatividade. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Em 2008, &lt;a href=&quot;http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0001679#s4&quot;&gt;Charles Limb e Allen Braun&lt;/a&gt; mostraram em um  estudo de neuromiagem funcional, que músicos tocando Jazz desinibiam o  córtex pré-frontal ao serem solicitados a improvisarem a sequência da  música que ouviam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJJ4c8XHjPUUUD7bqrxMu6L4epoeOMT-h9oGWrApBo_EQ7znKojs4-ERpxRgSz1u1g8btuu6-rN7CMWmep7KnqwEfehHhOO667g3ovO6KbnXz2THRHZKkqi-nly9lF_VZmxnzO3TXR11mz/s1600/2743228726_308f861a7e.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 186px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJJ4c8XHjPUUUD7bqrxMu6L4epoeOMT-h9oGWrApBo_EQ7znKojs4-ERpxRgSz1u1g8btuu6-rN7CMWmep7KnqwEfehHhOO667g3ovO6KbnXz2THRHZKkqi-nly9lF_VZmxnzO3TXR11mz/s320/2743228726_308f861a7e.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5453766982757990274&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRHMVNkEVGeRtXjKS5OeS2Hmk0Cq2O-id56BFTSbWPd5kMJbqZm4F9Aow1wXrownktq0ZOTzQvyG-0A9DnOxFTo21_d6tN9jyYejN3x6PhFwKqWJpcJL8bCHIKlBIPVgy-EGelNcn9Tljo/s1600/jazz3.JPG&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Um exemplo prático disso ocorre diariamente em reuniões executivas, as chamadas reuniões de &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;font-family: verdana;&quot; href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Brainstorming&quot;&gt;&quot;brainstorming&quot;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;, literalmente uma tempestade cerebral de idéias criativas. Essa técnica, de autoria do publicitário americano Alex Osborn, pede que escrevamos todas as possíveis idéias sobre um determinado tema sem deliberação.&lt;br /&gt;A criatividade está em todos nós (alguns mais outros menos criativos), basta saber onde encontrá-la. Talvez pensar como criança seja um bom começo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRHMVNkEVGeRtXjKS5OeS2Hmk0Cq2O-id56BFTSbWPd5kMJbqZm4F9Aow1wXrownktq0ZOTzQvyG-0A9DnOxFTo21_d6tN9jyYejN3x6PhFwKqWJpcJL8bCHIKlBIPVgy-EGelNcn9Tljo/s1600/jazz3.JPG&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-family: verdana;&quot; id=&quot;rdcSource&quot;&gt;     &lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border:0;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=Psychology+of+Aesthetics%2C+Creativity%2C+and+the+Arts&amp;amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1037%2Fa0015644&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Child%E2%80%99s+play%3A+Facilitating+the+originality+of+creative+output+by+a+priming+manipulation.&amp;amp;rft.issn=1931-390X&amp;amp;rft.date=2010&amp;amp;rft.volume=4&amp;amp;rft.issue=1&amp;amp;rft.spage=57&amp;amp;rft.epage=65&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fdoi.apa.org%2Fgetdoi.cfm%3Fdoi%3D10.1037%2Fa0015644&amp;amp;rft.au=Zabelina%2C+D.&amp;amp;rft.au=Robinson%2C+M.&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;&gt;Zabelina, D., &amp;amp; Robinson, M. (2010). Child’s play: Facilitating the originality of creative output by a priming manipulation. &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;Psychology of Aesthetics, Creativity, and the Arts, 4&lt;/span&gt; (1), 57-65 DOI: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://dx.doi.org/10.1037/a0015644&quot;&gt;10.1037/a0015644&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border:0;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=PloS+one&amp;amp;rft_id=info%3Apmid%2F18301756&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Neural+substrates+of+spontaneous+musical+performance%3A+an+FMRI+study+of+jazz+improvisation.&amp;amp;rft.issn=&amp;amp;rft.date=2008&amp;amp;rft.volume=3&amp;amp;rft.issue=2&amp;amp;rft.spage=&amp;amp;rft.epage=&amp;amp;rft.artnum=&amp;amp;rft.au=Limb+CJ&amp;amp;rft.au=Braun+AR&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;&gt;Limb CJ, &amp;amp; Braun AR (2008). Neural substrates of spontaneous musical performance: an FMRI study of jazz improvisation. &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;PloS one, 3&lt;/span&gt; (2) PMID: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18301756&quot;&gt;18301756&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;citation_doi&quot;  style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/6197445665044627843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/03/criatividade-infantil-e-o-cortex.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/6197445665044627843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/6197445665044627843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/03/criatividade-infantil-e-o-cortex.html' title='Criatividade infantil e o córtex frontal'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJJ4c8XHjPUUUD7bqrxMu6L4epoeOMT-h9oGWrApBo_EQ7znKojs4-ERpxRgSz1u1g8btuu6-rN7CMWmep7KnqwEfehHhOO667g3ovO6KbnXz2THRHZKkqi-nly9lF_VZmxnzO3TXR11mz/s72-c/2743228726_308f861a7e.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6152390140258488611.post-1982110549929928722</id><published>2010-03-26T18:53:00.031-03:00</published><updated>2010-04-12T21:54:56.014-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="coma"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consciência"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estados mínimos de consciência"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="RNM"/><title type='text'>Os limites da Consciência...ou da fMRI</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjahGk0OOYE7FzIAV9eqU9jZvJ2mpl4guYYjSXzaAGJ-z0JwyKJLX5qvOxY5QF8UkPsefp55bZoIczU0ZSKOtlcrgpCu7UAgArbyruuq1A5LvZZmqDV3yPaj6jgr9oB2ghkqO9lfwzlTeLk/s1600/07f1.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 259px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjahGk0OOYE7FzIAV9eqU9jZvJ2mpl4guYYjSXzaAGJ-z0JwyKJLX5qvOxY5QF8UkPsefp55bZoIczU0ZSKOtlcrgpCu7UAgArbyruuq1A5LvZZmqDV3yPaj6jgr9oB2ghkqO9lfwzlTeLk/s320/07f1.gif&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5453157431063476738&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;Em fevereiro deste ano &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;font-family: verdana;&quot; href=&quot;http://content.nejm.org/cgi/content/short/362/7/579&quot;&gt;Monti, Vanhaudenhuyse&lt;/a&gt;&lt;a style=&quot;font-family: verdana;&quot; href=&quot;http://content.nejm.org/cgi/content/short/362/7/579&quot;&gt;, et al&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; publicaram no The New England Journal of Medicine um artigo provocativo intitulado Willful Modulation of Brain Activity in Disorders of Consciousness&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; que analisou a existência de atividade cerebral em pacientes com graves danos neurológicos e que se apresentavam em estado vegetativo ou em estado mínimo de consciência. O estudo avaliou 54 pacientes nessas condições dos quais 5 apresentaram ativação cerebral na ressonância magnética funcional (fMRI) quando solicitados verbalmente a imaginarem tarefas do tipo &quot;imagine-se jogando tenis&quot; ou &quot;imagine-se passeando pela sua cidade&quot;. O mais intrigante entretanto foi que as mesmas tarefas solicitadas para um grupo de pessoas saudáveis ativaram exatamente as mesmas áreas cerebrais.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt; Um ponto nevrálgico do estudo é a maneira como as tarefas imaginativas foram comparadas com uma tarefa controle. A palavra &quot;relax&quot; foi usada para definir o período de repouso mental (controle). Mas quem fica sem pensar ou imaginar nada em repouso? Além disso sabemos que a ativação cerebral não é prova suficiente para o comportamento associado. Podemos supor, por exemplo, que as ativações encontradas sejam respostas automáticas e inconscientes. Como os próprios autores colocaram: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;&quot; &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;&quot; &gt;            &quot;Recent evidence suggests that single words can, under certain circumstances, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;&quot; &gt;elicit wholly automatic neural responses in the absence of conscious awareness.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;&quot; &gt; However, such responses last for a few seconds at most and, unsurprisingly, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 153);font-family:verdana;&quot; &gt;occur in regions of the brain that are associated with word processing&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&quot;Jumping to the conclusions&quot; os autores referem que os achados de ativação cerebral nestes pacientes refletem &quot;algum grau de consciência e cognição&quot;.  Assim sendo, uma parcela (sim, pequena!) daqueles pacientes ditos em coma ou em estado vegetativo pode estar consciente. A partir daí podemos imaginar que aquele nosso avô querido ou aquela tia distante que estava em estado vegetativo poderia, na verdade, estar sofrendo ou em desespero por estar consciente de sua condição e de sua impotência perante ela. Obviamente esta é uma interpretação dos resultados reducionista e perigosa. A mente como propriedade emergente do cerébro não pode ser reduzida a um par de hipocampos ativados ou a ativações elicitadas por tarefas imaginativas do tipo &quot;imagine-se jogando tenis&quot;. A ativação cortical não nos fornece qualquer evidência de fluxo de pensamentos, memória, auto-consciência, reflexão, representação e em última instância de vida mental sob o aspecto qualitativo.  Nos falta aqui a &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Fenomenologia&quot;&gt;Fenomenolgia&lt;/a&gt;. Como dizia Descartes: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Cogito Ergo Sum!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;float: left; padding: 5px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.researchblogging.org&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;ResearchBlogging.org&quot; src=&quot;http://www.researchblogging.org/public/citation_icons/rb2_mid.png&quot; style=&quot;border:0;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Z3988&quot; title=&quot;ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=New+England+Journal+of+Medicine&amp;amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1056%2FNEJMoa0905370&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Willful+Modulation+of+Brain+Activity+in+Disorders+of+Consciousness&amp;amp;rft.issn=0028-4793&amp;amp;rft.date=2010&amp;amp;rft.volume=362&amp;amp;rft.issue=7&amp;amp;rft.spage=579&amp;amp;rft.epage=589&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fcontent.nejm.org%2Fcgi%2Fdoi%2F10.1056%2FNEJMoa0905370&amp;amp;rft.au=Monti%2C+M.&amp;amp;rft.au=Vanhaudenhuyse%2C+A.&amp;amp;rft.au=Coleman%2C+M.&amp;amp;rft.au=Boly%2C+M.&amp;amp;rft.au=Pickard%2C+J.&amp;amp;rft.au=Tshibanda%2C+L.&amp;amp;rft.au=Owen%2C+A.&amp;amp;rft.au=Laureys%2C+S.&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Neuroscience%2CCognitive+Neuroscience%2C+Molecular+Neuroscience%2C+Affective+Neuroscience%2C+Behavioral+Neuroscience&quot;&gt;Monti, M., Vanhaudenhuyse, A., Coleman, M., Boly, M., Pickard, J., Tshibanda, L., Owen, A., &amp;amp; Laureys, S. (2010). Willful Modulation of Brain Activity in Disorders of Consciousness &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;New England Journal of Medicine, 362&lt;/span&gt; (7), 579-589 DOI: &lt;a rev=&quot;review&quot; href=&quot;http://dx.doi.org/10.1056/NEJMoa0905370&quot;&gt;10.1056/NEJMoa0905370&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20130250?dopt=Abstract&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;!-- HIGHWIRE ID=&quot;362:7:648:1&quot; --&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://galluccineto.blogspot.com/feeds/1982110549929928722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/03/os-limites-da-conscienciaou-da-fmri.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/1982110549929928722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6152390140258488611/posts/default/1982110549929928722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://galluccineto.blogspot.com/2010/03/os-limites-da-conscienciaou-da-fmri.html' title='Os limites da Consciência...ou da fMRI'/><author><name>Gallucci-Neto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04673574471156504475</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzq70smHdga4kT89sRC4JHCuxryA9Pre5aLfz-7N8GuG76Y3h12ann2Zyafo4qY7vxWy4NZplHKzjxYQHGdzcJ8baXaYXkgWud1r4WWiJlQtE8Urb42TzlEMm3l6L56nQ/s220/Gallucci+Lattes.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjahGk0OOYE7FzIAV9eqU9jZvJ2mpl4guYYjSXzaAGJ-z0JwyKJLX5qvOxY5QF8UkPsefp55bZoIczU0ZSKOtlcrgpCu7UAgArbyruuq1A5LvZZmqDV3yPaj6jgr9oB2ghkqO9lfwzlTeLk/s72-c/07f1.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>