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	<title>Contos eróticos</title>
	
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	<description>T. Dyas</description>
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		<title>Pequena Escrava</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 16:18:38 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Conto Erótico à 2]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F05%2F04%2Fpequena-escrava%2F' data-shr_title='Pequena+Escrava'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F05%2F04%2Fpequena-escrava%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F05%2F04%2Fpequena-escrava%2F' data-shr_title='Pequena+Escrava'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F05%2F04%2Fpequena-escrava%2F' data-shr_title='Pequena+Escrava'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/05/serenity07060_1b3d2e.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-552" title="serenity07060_1b3d2e" src="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/05/serenity07060_1b3d2e-206x300.jpg" alt="" width="206" height="300" /></a>Acordei naquele dia como de costume às seis e meia em ponto. Sai de casa para o trabalho como em um dia qualquer. Como sempre, quase sou atropelado, enlatado num metrô extremamente entupido, trepido em um ônibus que por fora é lindo, mas que por dentro o conforto é nulo, durante a jornada de trabalho stress e mais stress e como não fosse novidade, trabalhos em cima da hora para entregar. Enfim, estava sendo um dia completamente corriqueiro, se não fosse um detalhe. Meu telefone tocar aproximadamente ao meio dia de um número que nunca me passou pela cabeça que iria aparecer na minha bina.</p>
<p>- Vai fazer o que hoje à noite, Dyas?</p>
<p>- Hoje é meu aniversário? Você me telefonando, Dara? Ou aconteceu algo muito sério ou é uma grande pegadinha.</p>
<p>- Não me respondeu. O que vai fazer hoje à noite?</p>
<p>- Nada. Vou sair do serviço e ir para casa.</p>
<p>- Vem me comer. Estou precisando de um macho.</p>
<p>Aquelas palavra soaram como um gatilho avassalador na minha mente. Por um lado eu teria que entregar as tarefas naquele dia, por outro eu precisava de uma noite com aquela mulher. Conhecemos-nos em um barzinho BDSM. Batemos um bom papo, tomamos cerveja, trocamos telefones e vez ou outra eu a telefonava para tentar marcar um novo encontro. Dara, sempre ocupada, nunca tinha conseguido ir, sempre desmarcando horas antes devido sua profissão ter horários bem mais alternativos que o meu. Mesmo ela sendo ocupada, passávamos por umas boas duas horas conversando e conhecendo um ao outro. Dara era do tipo de mulher que gostava de apanhar. Se o sexo não tivesse uns bons tapas, ela preferia ter ficado em casa assistindo televisão. Uma loba, com seus quase trinta e nove anos, de corpo com grandes proporções. Alta, seios grandes, bunda grande, uma voz de mulher firme e segura e um sorriso de mulher decidida. Dara além de ostentar uma inteligência afrodisíaca carregava uma enorme gula por sexo, e como há muito não via um pau, sentia a fome de um vampiro recém-acordado.</p>
<p>Por um momento titubeei querendo dar mais atenção ao meu trabalho, mas aquele momento era único. Não saberia quando Dara teria tempo livre novamente, e como ela adorava ser subjulgada, eu teria o prazer de descontar todo o stress do dia naquela deliciosa vadia. Depois de ouvir por sua última súplica minha voz mudou na hora.</p>
<p>- Acha que eu vou te comer só porque você quer vadia?</p>
<p>Ela emudeceu nesse momento. Eu apenas ouvia a sua respiração forte como se quisesse me dizer algo, mas que tinha entendido o recado. Eu sentia que ela estava completamente diferente das vezes que conversamos. Sem muita pausa, continuei.</p>
<p>- Acha mesmo que eu vou te comer só porque você se acha no direito de ganhar uma rola?</p>
<p>- Nã&#8230; Não&#8230; – Gaguejando me respondeu.</p>
<p>- Não o que, vadia? Põe-te no teu lugar. Pra você eu sou senhor, quem manda sou eu, e o máximo que você pode fazer, é implorar e sonhar que eu um dia vá satisfazer as tuas vontades.</p>
<p>- Perdão senhor. Por favor, preciso de você. Preciso te ver. Permita-me lhe mostrar que posso ser uma boa vadia pra você, meu senhor.</p>
<p>- Seis horas. Você no teu carro. Na estação perto da tua casa.</p>
<p>Desliguei o telefone na cara dela e tentei esconder o sorriso que começava a me tomar a face. Uma transa com aquela mulher prometia e muito. Concentrei-me no serviço para que minha rola não me fizesse passar vergonha dentro do escritório. Quando percebi que o relógio estava se aproximando das quatro e meia, me arrumei e de fininho dei o fora de lá.</p>
<p>O relógio se aproximava das seis horas quando cheguei à estação. Meu celular vibrou logo em seguida com uma mensagem dela informando que estava para chegar e me pedindo para esperar em uma rua próxima. Ajeitei meu chapéu e esperei próximo a um poste fumando um cigarro. Ela chegou quase quinze minutos depois, me olhando e sorrindo. Eu de cara fechada entrei no carro, e minha primeira ação foi desferir-lhe um tapa no rosto dizendo:</p>
<p>- Se eu disse seis horas, são seis horas, puta.</p>
<p><a href="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/05/tumblr_lkrsdxMfIJ1qjv9ywo1_500.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-553" title="tumblr_lkrsdxMfIJ1qjv9ywo1_500" src="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/05/tumblr_lkrsdxMfIJ1qjv9ywo1_500-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>E logo em seguida beijei-lhe a boca. Ela pediu perdão pelo atraso, e prometeu me recompensar pelos minutos perdidos e por todas as vezes que não pudemos nos encontrar. Paramos em uma padaria próxima e comprou algumas cervejas. Continuamos o trajeto trocando poucas palavras, mas vez ou outra acabávamos com as mãos um na coxa do outro em algum semáforo fechado.</p>
<p>Em pouco tempo chegamos a um motel barato, porém bonito. Peguei a chave e começamos a andar por um longo corredor. Ela andava a passos curtos, tentando ajeitar algo dentro da bolsa, quando de súbito tomei-lhe pelos cabelos e segui a arrastando até a porta do quarto. Ela entendeu o recado, e sem reclamar caminhava no meu ritmo sem tentar se livrar. Abri a porta do quarto com ela me olhando com um sorriso de vadia na cara. Ainda pelos cabelos a joguei brutalmente pra dentro do quarto. Fechei a porta e ela se mostrava realizada com tudo aquilo. Tirei meu chapéu calmamente e coloquei em uma mesa próxima. A olhei e ela me fitava quase que me desafiando. Tirei seu sorriso do rosto em mais um tapa. Dessa vez forte, estralado. Forte o bastante a ponto de fazer seus cabelos voarem e cobrir parte do seu rosto. Antes que Dara se recobrasse do susto, a puxei mais uma vez pelos cabelos, e a puxando junto ao meu corpo comecei a lhe falar ao pé do ouvido com uma voz rouca beirando o ameaçador:</p>
<p>- Era isso que tu queria, não, vadia? Achava que eu não fosse capaz de te tratar do jeito que você merece.</p>
<p>O que era um sorriso safado na boca se tornou um rosto de temor. Ela me pedia desculpas por ter sido uma péssima puta, e me dizia que iria me recompensar. Eu não mudava o tom de voz. Dizia que eu era o dono dela, e que depois daquela noite ela aprenderia a ser a vadia que eu mereço. Numa puxada mais forte a coloquei de joelhos no chão. Ainda a segurando pelos cabelos, esfreguei sua cara na minha calça. A fiz sentir minha rola dura como aço enquanto perguntava se era aquilo que ela queria. Quando lhe dava um tempo, ela me olhava e dizia que sim. Dei-lhe mais uns três tapas na cara até que aprendesse a me chamar de senhor. Depois de domá-la do jeito que ela tinha tanto sonhado, comecei a subjugá-la da forma que ela tanto queria. Olhei pra cara dela, e ríspido disse:</p>
<p>- Abre.</p>
<p>- Mas eu devo meu senhor?</p>
<p>Com força dei-lhe outro tapa na cara:</p>
<p>- Você está aqui para me obedecer, não para perguntar. Abre!</p>
<p>- Desculpa senhor. Me perdoa.</p>
<p><a href="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/05/tumblr_m2emn79eEy1rrefw9o1_500.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-554" title="tumblr_m2emn79eEy1rrefw9o1_500" src="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/05/tumblr_m2emn79eEy1rrefw9o1_500-247x300.jpg" alt="" width="247" height="300" /></a>Dei-lhe ainda mais alguns tapas na cara antes que abrisse minha calça. A disse para nunca mais agir daquela maneira, e ser mais eficiente. Ela ainda com uma feição assustada começou a abrir minha calça devagar. Eu me mostrava insatisfeito com aquela demora e a desferia ainda mais tapas. Quando abriu minha calça, mandei tirar minha rola de dentro da cueca. Mais prestativa agora, tirou meu pau da sua prisão de pano me falando o quanto era bonito ver minha rola tão dura, mas dessa vez sempre me chamando de senhor. Sem lhe ser nem um pouco bondoso, ordenei que chupasse. Seus lábios tomaram a cabeça inchada do meu pau em uma sugada. Seguia um movimento de vai e vem lento, cadenciado. Deixei que provasse um pouco do meu caralho até que a puxei novamente pelos cabelos e com outro tapa lhe disse para chupar direito. Ela começou a aumentar o ritmo, mas ainda via muito do meu pau para fora de sua boca. Resolvi tomar controle da situação, e a puxando forte pelos cabelos a fiz engolir meu pau até que seu nariz encostasse ao meu corpo.</p>
<p>- Eu te disse pra me chupar direito, vadia! Parece que não entende puta! Chupa direito o meu caralho, porra!</p>
<p>Ela engasgava com a minha rola tocando sua garganta. Era uma delícia sentir seus dentes tocando a base do meu caralho e ouvir a puxada forte de ar quando eu liberava sua cabeça. Dara suava da cabeça aos pés. Ela já havia me confessado que quando sentia um tesão forte, ela vertia em suor e no momento, ela parecia que desidrataria mesmo com o ar condicionado ligado na temperatura mais baixa.</p>
<p>Livrei-me de toda a roupa que ainda sobrava no meu corpo e sentei-me na cama. Ela não tirava o pau da sua boca por um segundo sequer. Sentado na cama, me apoiei com as mãos, enquanto ela continuava aquele maravilhoso boquete que já bem instruída, engolia meu cacete sem precisar mais que eu a guiasse. Eu delirava enquanto ela mostrava o porquê merecia ser a minha vadia particular. Ela por dados momentos tirava a boca do meu pau e me lambia, passava a boca na cabeça do meu pau me olhando só pra provocar, e depois engolia com gosto ela inteira novamente. Numa das vezes que tirou meu pau por completo resolveu me pedir uma cerveja. Eu quase que me deixei levar pela sua arma sedutora de me pedir lambendo a cabeça da minha rola, mas consegui não sucumbir e lhe dei mais outro tapa na cara e falei para pegar a cerveja, que abrisse e que me entregasse. Ela levantou e voltou abrindo a cerveja me olhando, esperando que eu aprovasse o fato dela dar um gole. Estendi a mão para que ela me entregasse a latinha e ela o fez. Dei um severo gole seguido de um suspiro, e mandei que voltasse a me chupar. Ela ainda tentou relutar, me disse que estava com a boca seca, e eu, como um malvado mestre continuei com a ordem anterior. Ela ainda tentou insistir, o que me fez novamente levantar, a pegar pelos cabelos, a jogar no chão e dizer:</p>
<p>- Vadia. Vou resolver esse teu problema de boca seca, mas vou resolver com porra! Chupa vadia!</p>
<p><a href="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/05/tumblr_m3baekpjfG1qgtjhio1_500.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-555" title="tumblr_m3baekpjfG1qgtjhio1_500" src="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/05/tumblr_m3baekpjfG1qgtjhio1_500-300x261.jpg" alt="" width="300" height="261" /></a>E aos tapas cada vez mais fortes ela me chupava. A segurei pelos cabelos, peguei firme minha rola e lhe dei uma surra de pica dura na cara. Ela gemia cada vez mais alto, conforme a intensidade aumentava. Sentei novamente na cama ainda com seus cabelos enrolados na minha mão e comecei a bater uma punheta. Ela lambia a cabeça do meu pau para ajudar com que minha porra viesse com gosto. Quando senti que estava para chegar, coloquei minha mão na frente do meu pau. Queria dar a ela minha porra de concha, mas os jatos voaram de uma forma tão violenta que passavam pela minha mão e lhe molhava a boca, cabelo, rosto. Por fim o que sobrou em minha mão esfreguei na sua cara, lhe estapeei um pouco mais, a puxei com voracidade, beijei-lhe a boca e lhe permiti tomar uma cerveja. Aquela noite só estava em seu delicioso começo.</p>
<div class="shr-publisher-551"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F05%2F04%2Fpequena-escrava%2F' data-shr_title='Pequena+Escrava'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F05%2F04%2Fpequena-escrava%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F05%2F04%2Fpequena-escrava%2F' data-shr_title='Pequena+Escrava'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F05%2F04%2Fpequena-escrava%2F' data-shr_title='Pequena+Escrava'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://tifudyas.com/?ak_action=api_record_view&id=551&type=feed" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tifudyas/~4/8kNUgHGcSh8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Tesão proibido</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 17:02:13 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Conto Erótico Especial]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F03%2F11%2Ftesao-proibido%2F' data-shr_title='Tes%C3%A3o+proibido'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F03%2F11%2Ftesao-proibido%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F03%2F11%2Ftesao-proibido%2F' data-shr_title='Tes%C3%A3o+proibido'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F03%2F11%2Ftesao-proibido%2F' data-shr_title='Tes%C3%A3o+proibido'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/03/tumblr_lj3ht8UXlu1qzoaedo1_500.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-545" title="tumblr_lj3ht8UXlu1qzoaedo1_500" src="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/03/tumblr_lj3ht8UXlu1qzoaedo1_500-277x300.jpg" alt="" width="277" height="300" /></a>A tarde anunciava uma noite quente em temperatura. Eu já não aguentava estar em frente àquela tela trabalhando, perdendo líquido pelos poros e doido por uma gélida e refrescante cerveja. A concentração me falhava e a procrastinação insistia em receber meu foco total. Foi quando Ana apareceu no MSN. Como se já não fosse novidade, conheci Ana completamente bêbado. Pra falar a verdade, ela me conheceu assim. Eu mesmo mal me lembrava dela, mas mesmo me conhecendo dessa forma, acabamos saindo uma ou duas vezes.</p>
<p>Ana era uma mulher bem abençoada pela natureza, porém tida como fora dos padrões de beleza pelo seu rosto arredondado e formas avantajadas. Eu mesmo não concordava com o que um amigo meu que também a conheceu dizia: “Ela é gordinha, mas é gente boa”. A parte do &#8220;gente boa&#8221; era difícil não aceitar, mas o gordinha era impossível. Ana tinha no máximo 1,65 cm de altura, seios fartos e deliciosos, uma bunda simplesmente apetitosa, de lindos cabelos pretos encaracolados que batiam abaixo do meio das costas, mas ela insistia em deixá-los presos. Admito que desde o nosso primeiro encontro real, ela me excitou sem nem ao menos ter tocado meus lábios.</p>
<p>O nosso primeiro encontro real, já que o primeiro eu mal lembrava dela, foi marcado por cerveja, sinuca, beijos despretensiosos e encoxadas com segundas intenções camufladas em ajudas a tacadas. Era inevitável não viajar quando aquela boca macia encostava-se à minha. A imaginação voava ao toque de sua suave língua, e os abraços que a outros olhos aparentavam ser normais e que aos meus era uma oportunidade de sentir aquele corpo colado ao meu.</p>
<p>Naquela mesma noite acabamos trepando. Acho que o fato de eu tantas vezes roçar sua bunda com meu pau duro como aço acabou a convencendo de que o resto da noite poderia ser maravilhosa. Mal entramos no meu quarto, e os beijos quentes e sem trégua em minha boca ganhavam território, e do meu pescoço desciam pelo meu corpo até encontrar minha calça, que já apresentava um tamanho considerável dado à situação atual. Sem perder muito tempo e com uma destreza fenomenal, me abocanhou e começou um vai e vem delicioso com os lábios que me fez delirar. Quando conversamos depois daquela noite e comentei sobre o delicioso boquete que tinha me feito, ela se vangloriava e dizia que era o que ela sabia fazer de melhor. O problema é que ela sabia fazer tudo gostoso, não apenas chupar. Deixou-me louco em todas as posições. Conforme eu metia nela, sentia seu grelo massageando suavemente meu pau. Adorei ver aqueles seios saltando conforme eu a puxava no frango assado, ou conforme ela pulava no meu pau enquanto cavalgava. Eu dava tapas deliciosos naquela sua bunda suculenta, enquanto ela gemia de quatro pra mim, com aqueles lindos cabelos jogados de lado. No final daquela transa, dei-lhe um delicioso banho de porra nos seios enormes, deliciosos e de mamilos pontudos e duros. Depois de um breve descanso, acabamos tendo mais uma deliciosa foda no chuveiro.</p>
<p>Todas essas lembranças me tomavam a mente enquanto conversávamos sobre o que possivelmente poderíamos fazer naquela noite. Nossos caminhos estavam completamente separados, ela estava pensando em ir para um lugar, e eu outro, mas conforme o tempo passava e nossa conversa fluía, nossos destinos começaram a convergir, e no fim, combinamos de nos encontrar em qualquer barzinho para tomarmos uma e matar as saudades. Enquanto combinávamos, brinquei com ela dizendo para não colocar um certo vestido rosa que ela tinha. Ela, cínica, me perguntou o porquê, e eu, sincero como sempre, respondi na lata que ela ficava um verdadeiro tesão naquele vestido e que era bem capaz de não chegarmos a lugar algum se ela estivesse nele.<a href="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/03/tumblr_lf8hjcfZOg1qzzhs8o1_500.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-546" title="tumblr_lf8hjcfZOg1qzzhs8o1_500" src="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/03/tumblr_lf8hjcfZOg1qzzhs8o1_500-300x252.jpg" alt="" width="300" height="252" /></a></p>
<p>Depois de marcarmos lugar e horário decidimos desligar. Fui pro banho, e mesmo com a pica em riste depois de todas as lembranças me controlei para não me masturbar ali no chuveiro. Eu tentava tirar a visão daquela mulher deliciosa gozando com meu pau atolado até as bolas em sua buceta sentada ereta em cima de mim, apenas para sentir cada centímetro do meu membro cada vez mais fundo.</p>
<p>Menos de uma hora depois que tomei meu banho e me troquei estávamos nos encontrando. E para minha surpresa, lá estava ela, no vestido rosa colado exibindo toda sua monumental silhueta e de cabelos completamente soltos. Foi difícil esconder o estado da minha rola naquele momento.</p>
<p>A minha sorte foi usar uma calça larga, porém a cueca sofria para manter o elástico inteiro. A beijei no canto da boca, mesmo sabendo que a vontade dela também era a minha e pedi que escolhesse uma mesa, pois iria ao banheiro. Andei sem olhar para trás, enquanto ela pedia por uma mesa um pouco escondida dentro do barzinho. Depois de me olhar no espelho tentando me controlar, e ajeitando meu pau dentro da minha cueca de uma forma a qual não me incomodasse e nem causasse constrangimentos, retornei. Ela me chamou em um canto à meia luz. Eu mentalmente tentava calcular a probabilidade daquilo não terminar em algo extremamente proibido, e todas as minhas projeções apontavam para eu ter que procurar algum lugar para limpar meu gozo.</p>
<p>Pedimos por cervejas e fritas. Simplesmente detonamos aquelas iguarias lotadas de maionese e catchup. Pedimos também por algumas doses de bebidas quentes, e quando mal percebemos estávamos alegres. Alegres ao ponto da minha mão lhe acariciar as coxas sentindo a sua calcinha encostar levemente em meu dedo mindinho.</p>
<p>Ana ainda em transe com meus beijos que lhe perturbavam o pescoço e orelha, levantou-se e disse que precisava ir ao banheiro. Ao mesmo tempo me pediu que fechasse a conta, pois não poderia ficar mais tempo fora. Meio à contra gosto, aceitei a requisição e segui com o já conhecido ritual. Antes que ela pudesse voltar à conta já estava paga e eu estava próximo à saída. Ela ainda murmurou brava por eu não ter dividido a conta, mas pouco lhe dei atenção. No meio da rua, perto do bar, mas longe de olhares alheios, a joguei contra a parede e meus dedos encontraram sua calcinha, enquanto eu a beijava a boca vorazmente.</p>
<p>Ela retribuía minhas investidas com a língua contra sua boca como se quisesse se vingar do fato de eu tê-la deixado molhada. Depois de uns amassos extremamente avassaladores, Ana me puxou pela mão e me dizendo “Se controla menino!” me guiava à porta de sua casa, que era próxima do local onde estávamos.</p>
<p>Ana morava em um prédio que mais parecia uma república norte americana, apesar de morar ainda com os pais. No prédio não tinha elevador e nem porteiro. Era algo como “Se você tem a chave, entre”. Ficamos ainda um tempo ali na frente do prédio nos curtindo, até que ela me informou que deveria entrar. Eu como um solícito cavalheiro, me propus a acompanhá-la. Ela ainda tentou forjar uma leve resistência, mas não teve como, no final estávamos eu e ela nos beijando ardentemente no hall do prédio.</p>
<p><a href="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/03/tumblr_lqx92abpTQ1qdq0oso1_500.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-547" title="tumblr_lqx92abpTQ1qdq0oso1_500" src="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/03/tumblr_lqx92abpTQ1qdq0oso1_500-295x300.jpg" alt="" width="295" height="300" /></a>As coisas aqueciam de formas cada vez mais drásticas à medida que nossas mãos ganhavam liberdade naquele cubículo ao qual liberdade era uma palavra improferível, como também uma ideia inconcebível. Tanto as coisas realmente eram complicadas que, em um momento ao qual meus dedos dedilhavam sua calcinha, escutamos o barulho de uma chave na enorme porta de vidro em relevos aleatórios nos alertando para um comportamento no mínimo aceitável naqueles limites tão curtos. Eu ainda tentei por um momento desistir da ideia de possuí-la ali, outra pessoa poderia aparecer, mas meu tesão falou muito mais alto e enquanto eu lhe atacava beijando-lhe o pescoço e afastando sua calcinha com os dedos de uma mão para enfiar os dedos da outra, ainda arranjava um jeito de fazê-la sentir minha rola endurecida. Até hoje não sei se foi a sensação de perigo ou suas carícias pra lá de deliciosas que me fizeram abrir a calça ali mesmo e liberar meu pau que lhe pressionava o grelo mesmo por cima da calcinha.</p>
<p>A loucura naquele momento nos tomava. Eu podia sentir o meu pau pulsar de uma forma inédita até então. Ana gemia enquanto me abraçava me acariciando as costas, enquanto eu como um animal buscava toda parte de seu corpo sem a proteção de um tecido para beijar, morder, lamber. Estávamos realmente loucos de tesão naquele momento, perdidos em nossos pensamentos libidinosos.</p>
<p>Num dado momento Ana me afastou. Pensei que ela quisesse dar um fim àquilo, mas sem olhar para a minha cara levantou parte do vestido e se despiu da sua calcinha. Entendi prontamente o recado, e a jogando novamente contra a parede me ajeitei como pude e encaixei meu pau na entrada inundada de sua buceta enquanto lhe mordia o pescoço. O tesão naquele momento foi às alturas. Impossível se sentir indiferente à situação a qual estávamos. Eu queria senti-la inteira. A abraçava e beijava, enquanto meu pau tentava às duras penas por conta da posição ganhar mais território. Ainda tentei levantando uma de suas pernas para continuar aquele vai e vem, mas menos da metade dos meus vinte centímetros conseguiam penetrar àquela gruta deliciosa. Mesmo desconfortáveis a situação nos era deliciosa.</p>
<p>Ana sabia como tornar qualquer possibilidade prazerosa. Rebolava em pé na minha rola enquanto me puxava para lamber minha boca toda. Eu já nem mais me preocupava com quem poderia aparecer ou o que nos poderia ocorrer. Apenas queria sentir aquela pequena gozar na minha rola. Foi quando por um momento ela se desvencilhou dos meus braços. Pensei por um momento que ela tinha voltado a si e quisesse parar a brincadeira ali, mas me surpreendendo, me puxou pela mão e me levou a um canto perto da escada. Naquele momento minha noção sumiu. A puxando pelos cabelos a fiz ajoelhar na minha frente, e ela entendendo o recado me lambeu das bolas até a cabeça do meu pau. Depois disso me chupou com força, como se quisesse tirar meu sangue por sucção. Meu delírio só foi cortado depois que ela se levantou, e virando de costas para mim me ofereceu a buceta para comer ali. Levantei seu vestido a ponto que eu tivesse total visão da sua maravilhosa bunda à meia luz e meti minha rola até as bolas. Contínhamos nossos gemidos à duras penas. Nossos corpos se encontravam com vontade, mesmo que delicadamente sua bunda encostasse ao meu corpo. Eu podia ver meu pau brilhando cada vez que a bunda de Ana se afastava de mim. Visão essa que ainda permeia minhas lembranças. Ana apoiada com uma mão na parede e outra em seu joelho se jogava para traz na vontade de me engolir inteiro, delirando a cada estocada. Volta e meia rebolava, o que me fazia minha rola a penetrar ainda mais intensamente nos fazendo perder totalmente o controle.<a href="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/03/tumblr_lhbj7r5clT1qcqtv7o1_500.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-548" title="tumblr_lhbj7r5clT1qcqtv7o1_500" src="http://tifudyas.com/wp-content/uploads/2012/03/tumblr_lhbj7r5clT1qcqtv7o1_500-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
<p>O suor já escorria na minha testa quando meu pau começou a dar sinais que não resistiria muito e iria culminar em uma enorme esporrada. Continuei ainda estocando ao extremo, quase sangrando os lábios de tanto mordê-los. Minhas mãos a apertaram a cintura com força e nossos gemidos escapuliam um pouco mais alto. Quando não mais suportei segurar o inevitável, rapidamente tirei minha rola toda de sua buceta, e ela mostrando uma pro atividade tremenda, segurou firme minha rola, e segurando a calcinha dela próximo à cabeça inchada do meu pau, me masturbou rapidamente. Ela tinha um jeito todo especial de segurar meu pau. De mão delicada me acariciava buscando com que minha porra jorrasse da forma mais deliciosa possível. Não demorou em que finalmente eu chegasse ao ápice. Meus jatos encharcavam ainda mais sua calcinha, que já tinha sido afogada com o mel de Ana. Quando acabei, minhas pernas bambearam me fazendo quase perder o equilíbrio, mas logo depois me veio o choque de realidade, e comecei a guardar meu cacete dentro da calça, mesmo que ainda estivesse extremamente duro. Ana cuidava de esconder sua calcinha de uma forma a qual seus pais não pudessem ver, e que não sujasse o resto das coisas. Aos beijos, riamos do que tínhamos acabado de fazer enquanto acabávamos de nos arrumar. Depois que nossas respirações e batimentos cardíacos voltaram ao normal, pudemos nos despedir de forma descente, caminhei de costas até a enorme porta, enquanto Ana subia as escadas. Mais uma vez pude conferir aquela bunda deliciosa, agora sem a marca da calcinha. Sai pela porta depois que perdi total contato visual. Fui para casa com um belo sorriso estampado no rosto, e chegando ao meu lar, quando tirei minha roupa para tomar banho, o aroma de sua buceta ainda estava presente em meu corpo, o que me fez me masturbar ainda mais uma vez, gozando novamente motivado por lembranças deliciosas ainda frescas em minha mente.</p>
<div class="shr-publisher-542"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F03%2F11%2Ftesao-proibido%2F' data-shr_title='Tes%C3%A3o+proibido'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F03%2F11%2Ftesao-proibido%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F03%2F11%2Ftesao-proibido%2F' data-shr_title='Tes%C3%A3o+proibido'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2012%2F03%2F11%2Ftesao-proibido%2F' data-shr_title='Tes%C3%A3o+proibido'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://tifudyas.com/?ak_action=api_record_view&id=542&type=feed" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tifudyas/~4/UC7Nk-Cel8E" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Um chocolate para duas</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 15:00:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A noite já se anunciava quando sai do serviço. Depois de um dia estressante, nada melhor que uma boa cerveja gelada antes da longa viagem de pouco mais de oitenta quilômetros para poder relaxar. Pensando assim foi como que acabei caindo num shopping em busca de um bom lugar para<a href="http://www.tifudyas.com/2011/11/16/um-chocolate-para-duas/">&#160;&#160;[ Leia Mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F11%2F16%2Fum-chocolate-para-duas%2F' data-shr_title='Um+chocolate+para+duas'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F11%2F16%2Fum-chocolate-para-duas%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F11%2F16%2Fum-chocolate-para-duas%2F' data-shr_title='Um+chocolate+para+duas'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F11%2F16%2Fum-chocolate-para-duas%2F' data-shr_title='Um+chocolate+para+duas'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2011/11/tumblr_luhl53mcDV1r4ipg4o1_500.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-454" title="tumblr_luhl53mcDV1r4ipg4o1_500" src="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2011/11/tumblr_luhl53mcDV1r4ipg4o1_500-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>A noite já se anunciava quando sai do serviço. Depois de um dia estressante, nada melhor que uma boa cerveja gelada antes da longa viagem de pouco mais de oitenta quilômetros para poder relaxar. Pensando assim foi como que acabei caindo num shopping em busca de um bom lugar para descansar e desestressar.</p>
<p>Chegando à praça de alimentação pedi uma jarra de cerveja, uma porção de pastéis e sentei-me à uma mesa de fronte a uma loira, olhos escuros, muito bem vestida, com um celular na mão e que sorria de tempos em tempos de forma incrivelmente indecente. A observava curioso, querendo entender o que acontecia, enquanto esperava meus pastéis ficarem prontos. Depois de poucos segundos desencanei. Imaginei que a mesma estivesse entretida com o marido, ou com um ficante qualquer. Continuei observando o movimento, e como sempre em um shopping, a visão era esplendorosa. Quando dei por mim, meus quitutes estavam prontos.</p>
<p>Levantei-me e fui em direção ao balcão. Passei ao lado da loira estonteante que ainda mantinha pouco seus sorrisos extremamente excitantes no rosto. Pude perceber na volta que ela estava com um cliente do twitter aberto, o que me fez levar a acreditar que seus sorrisos pudessem ter sido causados por algo lido por lá. Chegando de volta à minha mesa, resolvi sacar o laptop de uma bolsa a tira-colo que carregava comigo. Depois de vários goles de cerveja e alguns pasteis, consegui uma conexão, e fui direto ao twitter para ver o que tinha de novo.</p>
<p>Aquela loira continuava me intrigando, com seus olhos voltados à tela, quando comecei a ligar os pontos e a observando, comecei a perceber que a cada tweet de alguém que sigo coincidia totalmente mais sorrisos dela. Foi quando resolvi mandar uma mensagem a ela:</p>
<p>- @loira_delicia Se está vendo um negro de chapéu e terno, dê um sorriso.</p>
<p>Depois de alguns segundos, a vi como se estivesse procurando por alguém. Quase estava admitindo a gafe, quando nossos olhares se cruzaram na praça de alimentação. Ela sorriu quase vermelha, e voltou a digitar em seu celular. Em menos de 30 segundos vejo em minha ela uma nova menção ao meu twitname:</p>
<p>- @t_dyas É você esse negão de chapéu na minha frente?</p>
<p>Eu a olhei por cima do laptop, e percebi que quando nossos olhares se cruzaram ela desviou. Foi a confirmação que eu precisava para saber que aquela loira deliciosa à minha frente era a Nanda, ou mais conhecida no mundo digital como loira_delicia. Fechei e guardei meu laptop, peguei as coisas que estavam na mesa e me aproximei dela:</p>
<p>- Quer pastéis, Nanda?</p>
<p>- Dyas&#8230; Não vou poder aceitar.</p>
<p>- Estão uma delícia, só pra lhe informar.</p>
<p>- Eu acredito que sim, mas estou aqui à espera de alguém. Na verdade do meu marido.</p>
<p>- Hmmm&#8230; Às escondidas estes pastéis costumam ficar ainda mais deliciosos.</p>
<p>Ela gargalhou na hora, e não conseguiu recusar minha companhia à mesa. Começamos a conversar sobre assuntos cotidianos, como tecnologia e comentar as pessoas que passavam ao nosso redor, mas sem largar os celulares conectado, o que nos é um vício em comum.</p>
<p>A conversa continuava normalmente, mas como já era de se esperar, acabamos caindo no assunto sexo. Mas não se tratava de dizer quais posições gostávamos, ou o jeito que queríamos, e sim as atualizações de tumblr e alguns tweets em especial que víamos passando por nossas telas. Ficávamos comentando sobre algumas fotos que dariam bons contos e bons posts, alguns comentários e alguns tuiteiros que se apresentavam em nossas timelines. Foi quando vimos um em especial de uma amiga em comum. A loira do perfil casal_pimenta dizia estar em um shopping em São Paulo. Pensei em perguntar qual, mas Nanda foi mais rápida, já dizendo onde e com quem estava. Achei que ela estaria do outro lado da cidade, mas para nossa surpresa, ela estava praticamente em nosso colo, do outro lado da praça de alimentação.</p>
<p>Nanda e eu começamos a chamá-la via twitter para aparecer na nossa mesa, e ela nos atendeu prontamente. Nanda já estava estonteante, com um vestido decotado e curto, sandália baixa e um sorriso que encantava a todos que passavam por perto. Tão linda quanto a loira que vinha em nossa direção trajando uma saia curta, uma sandália com um leve salto e uma blusinha também decotada. Ficamos petrificados ao ver aquela loira deliciosa vindo em nossa direção.</p>
<p>- Olha só que acaso do destino! &#8211; Disse àquela loira antes de nos cumprimentar com beijos no rosto.</p>
<p>- Pois é! Eu já achei uma grande coincidência ter encontrado a Nanda por aqui, agora você? Acho que a sorte sorriu pra mim hoje. &#8211; Disse sorrindo.</p>
<p>As risadas nos tomaram naquela mesa, pedi mais algumas cervejas e passamos a conversar, deixando nossos aparelhos de lado. Bruna, a loira do casal_delicia, nos contou que estava por lá em busca de novas lingeries. Deixei as duas conversando e apenas acompanhei o papo discretamente, e comentava algo só mesmo para não ficar calado. Admito que me senti um pouco intimidado por estar com aquelas duas ali na minha mesa.</p>
<p>Não demorou e mais uma vez o papo aqueceu. Começamos a falar dos blogs, quando uma pergunta me veio da Nanda como flecha:</p>
<p>- Quando é que você vai escrever um conto pra mim?</p>
<p>Olhei para ela, sorrindo, e antes que eu pudesse responder, Bruna também atira:</p>
<p>- Você escreve contos? Que tipo de conto?</p>
<p>Tomei mais um gole de cerveja, olhando nos olhos dela, enquanto Nanda disparava:</p>
<p>- Você nunca viu!? Eu parei pra ler uma vez e não consegui terminar de ler nenhum!</p>
<p>- É tão ruim assim, Nanda? &#8211; Falei rindo.</p>
<p>- Pelo contrário! Tive que descansar bastante depois de ler.</p>
<p>- Ai! Vocês dois estão me deixando curiosa! Agora quero ler! &#8211; Disse Bruna quase brigando conosco.</p>
<p>Nanda e eu gargalhamos com aquilo e deixando a cerveja agir, tirei meu chapéu, deixei em cima da mesa e olhando fixamente à Bruna falei:</p>
<p>- Tem certeza que vai querer ler aqui mesmo?</p>
<p>- É tão pesado assim?</p>
<p>- Nanda&#8230; Recomenda que ela leia por aqui?</p>
<p>- Olha&#8230; Eu realmente não acho muito bom não, viu? &#8211; Disse caindo na gargalhada.</p>
<p>- Gente! Agora estou morrendo de curiosidade! Me passa o endereço! Quero ler agora!</p>
<p>As duas estavam rindo, enquanto eu puxava meu celular e acessava a um dos contos do meu blog. Fiz questão que fosse um de ménage feminino, só pra aquecer ainda mais o clima ali, depois de falarmos de algemas, camisinhas, calcinhas comestíveis e afins. Sentei-me junto à Bruna e passei a mostrá-la o conto, que já era ilustrado com a imagem de duas línguas lambendo um pau intensamente duro. Bruna deixou escapar um “que delícia” de seus lábios, fazendo com que Nanda se interessasse na hora e sentasse bem próximo a nós dois. Fiquei no meio, deixando as duas lendo quietas ao conto que tinha escolhido.</p>
<p>O perfume das duas combinado me deixava louco, mas tentei não demonstrar a minha excitação, que já criava um enorme volume dentro da minha calça. As duas liam ao conto boquiabertas. Vez ou outra deixavam soltar um “Nossa” ou “Isso é muito bom”. Eu no meio só acompanhava o trecho que era lido, e deixava com que as duas simplesmente se perdessem naquelas linhas escritas com prazer.</p>
<p>As duas já se mostravam extremamente excitadas ao ler o texto que mal tinha chegado à metade, e eu ali no meio estava estourando de vontade de acabar pegando ao menos uma das duas ali. Resolvi ir ao banheiro para poder reorganizar as ideias, e tentar tirar a ideia da cabeça. Levantei-me e pedi licença às duas. O que eu não imaginava é que minha calça criaria um enorme volume, completamente visível às duas, que olharam assustadas e sorridentes ao fato de eu ter ficado sem jeito e ter começado a arrumar a calça. Nanda, brincalhona como sempre me perguntou:</p>
<p>- Vai precisar de ajuda lá, Dyas?</p>
<p>- Uma mãozinha sempre cai bem. &#8211; Respondi sorrindo e me virei para ir ao banheiro.</p>
<p>Depois do segundo passo, ouvi Bruna me pedindo para esperar, pois também ia para o mesmo caminho. Nanda continuou a brincar, dizendo que se a gente não convidasse, que nem era preciso voltar pra mesa. Gargalhamos mais uma vez, e eu e Bruna seguimos a um corredor onde ficavam os banheiros. Chegando ao corredor, realmente não sei se de propósito, Bruna parou na minha frente, e eu como estava completamente distraído acabei esbarrando nela. Me afastei um passo e pedi desculpas, afinal era completamente perceptível que eu ainda me mantinha com o pau tão duro quanto aço. Bruna sorriu, e em tom de brincadeira me disse que se fosse esbarrar novamente, que ficasse mais tempo encostado.</p>
<p>Chegando ao banheiro eu olhava para o espelho e desacreditava no que estava acontecendo. Passei um pouco d&#8217;água no rosto, me convenci de que eu poderia me dar muito bem, respirei fundo e saí do banheiro. No mesmo momento encontrei com a Bruna saindo do dela, e na mesa Nanda ainda estava fuçando pelas fotos dos meus contos. Quando chegamos, Bruna brincou com Nanda perguntando se ela<br />
ainda estava viva, e se abaixou para falar algo em seu ouvido. Nesse momento, pouco de espaço sobrou para que eu fosse à minha cadeira, me obrigando a passar me esfregando por ela. A peguei pela cintura de propósito, e encaixando suas nádegas no meu pau aprisionado na minha calça disse me mantendo ali atrás:</p>
<p>- Posso passar, Bruna?</p>
<p>Ela por um momento parou de falar com Nanda, jogou os cabelos de lados e me olhou com feição de felina. Ela sabia o que eu estava propondo, e naquele momento não se fazia de rogada. Nanda ficou meio sem entender o que estava acontecendo, e continuou brincando conosco, nos perguntando o que estava acontecendo. Bruna apenas sorriu para Nanda e disse que estava afim de chocolate sentando-se ao meu lado. Nanda por sua vez puxou a bolsa, dizendo que talvez tivesse um ali, mas Bruna a interrompendo disse que queria o chocolate que estava no meu bolso. Nanda mordeu os lábios, e mesmo sabendo do que se tratava, perguntou sobre qual chocolate ela dizia. Bruna, sem pudor algum mais, segurou meu pau por cima da calça, e mordendo os lábios olhando para Nanda disse:</p>
<p>- Esse aqui&#8230;</p>
<p>Nanda percebeu que a brincadeira tinha parado ali, e olhando para o volume da minha calça pressionado por Bruna retrucou:</p>
<p>- E você pretende engolir esse chocolate sozinha?</p>
<p>- Isso só depende do Dyas&#8230;</p>
<p>- Particularmente acho que tem chocolate para as duas&#8230;</p>
<p>A minha frase encerrou a nossa conversa ali. Depois que Bruna soltou minha calça, Nanda passou com a mão pela extensão toda do meu pau, e perguntou junto a nós dois se não seria legal se saíssemos de lá. Bruna não respondeu nada e começou a juntar suas coisas. Nanda se levantou também guardando suas coisas e eu me ajeitei. Saindo de lá fomos direto ao estacionamento. Tanto eu, quanto Bruna estávamos sem carro no momento. Nanda não respondeu nada, e guiando o caminho nos levou até seu carro. Quando chegamos, percebi a região deserta. Puxei Bruna pelo braço e a joguei em uma pilastra próxima, beijando sua boca e passando minha mão por entre suas coxas. Nanda que estava doida para participar da brincadeira me abraçou por trás, beijando minha orelha e segurando meu pau. Continuei subindo minha mão até encontrar a calcinha melada de Bruna, que gemeu ao toque dos meus dedos deixando minha boca de lado. Nesse momento, Nanda disse no meu ouvido:</p>
<p>- Vem&#8230; Vamos a um lugar onde todo mundo pode provar esse chocolate.</p>
<p>Larguei Bruna na hora, dei um longo beijo na Nanda e fui em direção ao carro que estava a poucos passos da gente. Percebi que não ouvia os passos das duas. Olhei para trás, e elas estavam se beijando deliciosamente. Cruzei os braços e admirei aquilo como uma verdadeira obra de arte. Depois de um tempo elas vieram à minha direção. Nanda foi para o assento do motorista, sentei-me ao lado dela, e Bruna foi logo atrás. Nanda disse que a casa dela era a menos de cinco minutos dali. Eu não me aguentava mais, e aproveitando o carro insulfilmado de Nanda, me livrei do aperto abrindo minha calça e deixando apenas a mostra o volume da minha cueca. Nanda quando percebeu que eu já estava um tanto quanto à vontade, largou soltou uma das mãos do volante e começou a usar meu pau como marcha. Bruna começou a ficar inquieta. Olhava a minha rola negra na mão de Nanda e mordia os lábios. Em pouco tempo chegamos ao apartamento de Nanda. Antes que eu pudesse sair do carro, Nanda se abaixou e lambeu a cabeça do meu pau como se estivesse me beijando. Me apoiei no banco do carro e apenas curti as carícias de Nanda.</p>
<p>Ouvi a porta do carro bater, e logo depois a porta do meu lado do carro se abriu. Era Bruna, assistindo a cena mais de perto e me beijar. Beijei aqueles labios deliciosos, sentindo sua mão massageando minhas bolas, enquanto Nanda chupava meu pau com avidez dentro do carro. Aquelas carícias estavam ótimas, mas Nanda interrompeu, pedindo que eu guardasse minha rola e que fôssemos logo ao apartamento.</p>
<p>Me recompus e segui as duas, que já estavam fora do carro. No elevador eu me controlava para não começar a bulinar as duas. Não seria muito bom para Nanda ser vista como a vadia do condomínio onde mora. A tensão estava alta dentro do elevador. De leve nos tocávamos, como que se fosse por total acaso. Quando chegamos ao apartamento, foi Bruna quem me atacou. Voraz, me jogou contra a parede, cheia de vontade, e me beijava, mordendo meus lábios com vontade, enquanto Nanda a mordia a nuca e beijava seu pescoço. Eu sentia a mão das duas tentado me livrar da calça, enquanto eu dedilhava a buceta de Bruna por baixo da saia, e com a outra mão apertava a bunda deliciosa de Nanda.</p>
<p>Não demorou para minha calça parar em meu tornozelo. Me punhetando, Bruna trocava beijos comigo e com a Nanda, que enchia a mão em seus seios fartos e apenas protegidos por uma fina blusinha e um também fino soutien. Com fome de rola, Bruna se agachou na minha frente e começou a me abocanhar. Primeiro chupou a cabeça, passando com a língua por toda a cabeça do meu pau que estava escondida por seus lábios. Nanda me beijava, e eu aproveitava para sentir o quão molhada ela poderia estar. Meus dedos passavam pelos grandes lábios da sua buceta, molhando sua calcinha ainda mais, e Bruna entre nós dois mamava o meu cacete, acariciando as pernas de Nanda.</p>
<p>Comecei a puxar o vestido da deliciosa loira que eu beijava, revelando um corpo forjado para a arte do sexo. Sem soutien, seus seios praticamente saltaram a minha boca quando joguei longe seu vestido. Bruna percebendo sua companheira com apenas uma peça de roupa a ajudou a se livrar do pequeno pedaço de pano que apenas tampava a frente de seu sexo. Com os dentes, Bruna foi descendo a calcinha de Nanda, e mesmo assim se preocupando bastante com meu pau, que não parava de punhatar um só minuto. Quando Nanda se viu livre de toda sua roupa, puxou Bruna e a beijou a boca, compartilhando do gosto do meu pau. Enquanto as duas se beijavam, eu prossegui tirando o resto da minha roupa. Nanda ajudava Bruna a se despir durante o beijo. Uma visão que merece ser guardada na cabeça por muito tempo.</p>
<p>Deixei as duas se divertindo e sentei-me em uma cadeira. Me senti um expectador de camarote de uma maravilhosa peça teatral que parecia ter ganhado todos os prêmios da ilha de Lesbos. As duas se beijavam com carinho e cuidado, trocando carícias, enquanto vez ou outra me olhavam nos olhos, como que se estivessem me convidando a participar da festinha particular. Apenas as encarei e passei a ponta dos meus dedos de baixo a cima no meu pau inchado de tesão.</p>
<p>As duas entenderam o recado, e vindo em minha direção começaram a beijar meu corpo. Na posição que ficaram, me facilitou masturbar as duas, enquanto me beijavam. Bruna foi a primeira a se agachar na minha frente. Segurou meu pau com firmeza e começou a me chupar. Nanda continuou me beijando, e descendo ficando ao lado de Bruna, começou a lamber as partes que a boca de Bruna deixava de fora. Com os seios se tocando, trocavam beijos e carícias usando meu pau como um delicioso obstáculo. Deliciosamente se revezavam quando o assunto era engolir meu pau que já estava com as veias todas à mostra e pulsantes. Elas não mediam esforços para deixar meu pau cada vez mais lubrificado de saliva. Eu sentia baba desde a cabeça do meu pau até as coxas.</p>
<p>Realmente depois daquilo tudo a retribuição deveria ser à altura. Levantei-me, e jogando Nanda no chão comecei a chupar seu grelo. Ela se contorcia conforme minha língua acariciava sua carne intumescida. Bruna para não ficar de fora da brincadeira sentou-se no rosto de Nanda, que gemia abafado enquanto chupava sua companheira de aventura. Meu pau latejava como nunca. Aquelas duas deusas sabiam como excitar de verdade um homem, e não estavam se preocupando em gastar munição comigo. Depois de muito beber do mel daquela buceta depilada e cheirosa, não me aguentei. Fiquei de joelhos, e com as pernas de Nanda nos meus ombros encaixei a cabeça da minha rola na entrada da sua buceta. Sem parar de dar atenção à Bruna, socava os dedos bem no fundo da buceta dela enquanto lambia seu grelo. Ao sentir a cabeça do meu pau prestes a invadi-la, começou um rebolado desconcertante, praticamente lambendo a cabeça do meu pau com seu grelo. Nanda estava dando uma real surra nos dois em questão de proporcionar prazer.</p>
<p>Aquele rebolado me dizia apenas uma coisa: “Me fode”. E atendi como um atencioso cafajeste. A puxando pelas coxas, deixei meu pau se enterrar até as bolas na sua pequena buceta. Nanda gemia e por um momento tirando a boca da buceta da Bruna, me olhou fixamente, enquanto enfiava com vigor dois dedos na buceta dela que pingava gozo e baba. Com as pernas nos meus ombros e minhas mãos em seus quadris, Nanda se entregava ao prazer enquanto Bruna rebolava na sua cara. Vendo sua amiga tremendo e gozando diversas vezes, Bruna decidiu ajudá-la, e deitando sobre seu corpo ainda oferecendo sua xota para Nanda desfrutar com a boca, começou a retribuir as lambidas de Nanda lhe lambendo o grelo que já era acariciado pela minha rola que entrava e saia com vontade. Vendo aquilo eu brincava tirando meu pau da buceta de Nanda e passando na boca da Bruna, deixando ela sentir o gosto da amiga.</p>
<p>A cada gozada de Nanda, um novo berro era ouvido. Nanda tremia, rebolava, queria mais. E eu e Bruna continuávamos a fazer Nanda atingir quilômetros do chão. Ela dava a aparência de não estar mais lá. Totalmente entregue e quase sem forças, tentava ainda vez ou outra dar uma lambida mais forte na buceta da Bruna, mas em vão. Ela já estava completamente entregue às delícias e prazeres que nós dois a proporcionávamos.</p>
<p>A buceta de Nanda já tinha causado uma enorme poça no chão, mas mesmo assim parecia me fazer um oral, apertando minha rola na sua buceta. Ela, mesmo quase sem forças, ainda buscava engolir minha pica usando a buceta. Mesmo sentindo que eu ia tirando vagarosamente minha rola de dentro do teu buraco quente e úmido, continuava rebolando tentando me colocar para dentro novamente. Quando minha rola saiu por completo da sua buceta, um fio do seu mel escorria pela cabeça inchada e lisa do meu cacete.</p>
<p>Bruna aproveitou o ensejo para novamente abocanhar a minha rola. Veio com a boca aberta e língua pra fora, faminta. Interrompi seu percurso com um dedo em seu queixo, fazendo-a olhar nos meus olhos, e com seu lábio inferior tocando a cabeça do meu pau ouviu atentamente ao que eu dizia:</p>
<p>- Não, vadia&#8230; Não quero tua boca&#8230; Tu vai engolir meu caralho mas de outra forma&#8230;</p>
<p>Levantei-me e fui em direção à sua bunda. Nanda me viu se aproximando e se ouriçou toda:</p>
<p>- Hmmm&#8230; Vem negão&#8230; Deixa eu molhar essa pica antes de você meter nessa cadela&#8230;</p>
<p>Atendi o pedido baixando minha rola até sua boca. Ela tirando uma das mãos debaixo de Bruna, segurou meu pau com firmeza e mamou forte a cabeça, me fazendo delirar. Depois de sugar a cabeça da minha rola como se quisesse me engolir inteiro, Nanda guiou minha rola até a entrada da buceta da Bruna, e lambendo o grelo dela, ajudava com a mão a minha pica invadir aquela gruta que fazia escorrer pelas pernas aquele mel com cheiro de volúpia. Quando minhas bolas encontraram o corpo de Bruna, Nanda encheu a boca com uma das minhas bolas. Gritei de tesão com aquilo. Comecei um movimento cadenciado, segurando firme na cintura da Bruna. Ela gemia alto, gostoso, me fazia sentir mais e mais vontade de socar tudo naquela deliciosa buceta. Nanda cooperava, retribuindo as gozadas que Bruna tinha lhe oferecido lambendo e chupando o grelo de Bruna com vontade.</p>
<p>Aquela cena me deixava com mais e mais tesão. Eu via a minha rola entrando e saindo da buceta da Bruna, e os olhos fechados de Nanda que lambia tudo o que estava presente ali. Não só o grelo de Bruna, como meu pau e o meu saco eram alvos daquela língua deliciosa. Eu sentia que a cada lambida de Nanda minha porra se manifestava mais forte para sair. Conforme eu me segurava, mais forte eu puxava Bruna pela cintura, que já berrava desesperada, gozando com a intensidade das estocadas, e dos dedos maliciosos de Nanda que a masturbavam enquanto meu corpo batia contra o dela.</p>
<p>Meu suor escorria pela testa. Eu mordia meus lábios a ponto de machucá-los, Bruna berrava e Nanda a dava cada vez mais motivos para berrar ainda mais alto. Chegou uma hora que o gozo me venceu, e tirando minha rola da buceta da Bruna, jorrei minha porra quente apontando para o rabo dela. Meu leite branco e viscoso escorria por entre as nádegas dela, passando pelos grandes lábios até encontrar a boca de Nanda, que sedenta não deixava escapar uma gota sequer. Respirei fundo e me joguei sentado em um sofá próximo dali. Assisti de camarote Nanda compartilhando minha porra com a Bruna em um beijo extremamente quente. As duas me olhavam como se estivessem saciadas, e sentaram-se ao sofá me deixando entre as duas. Trocávamos beijos e carícias ali. E mesmo depois de ter gozado tanto, eu ainda não observava aquele momento como missão cumprida.</p>
<div class="shr-publisher-438"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F11%2F16%2Fum-chocolate-para-duas%2F' data-shr_title='Um+chocolate+para+duas'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F11%2F16%2Fum-chocolate-para-duas%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F11%2F16%2Fum-chocolate-para-duas%2F' data-shr_title='Um+chocolate+para+duas'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F11%2F16%2Fum-chocolate-para-duas%2F' data-shr_title='Um+chocolate+para+duas'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://tifudyas.com/?ak_action=api_record_view&id=438&type=feed" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tifudyas/~4/0XBldThDq7s" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Grupo de estudos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 00:41:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sempre tive vontade de voltar a estudar. Fazer algo novo, ousar novas atitudes, sair um pouco da área a qual eu me encontrava e partir para coisas inusitadas. Foi assim que acabei prestando para medicina em uma grande faculdade do país. Realmente nunca foi a minha vocação, passei minha vida<a href="http://www.tifudyas.com/2011/09/07/grupo-de-estudos/">&#160;&#160;[ Leia Mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F09%2F07%2Fgrupo-de-estudos%2F' data-shr_title='Grupo+de+estudos'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F09%2F07%2Fgrupo-de-estudos%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F09%2F07%2Fgrupo-de-estudos%2F' data-shr_title='Grupo+de+estudos'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F09%2F07%2Fgrupo-de-estudos%2F' data-shr_title='Grupo+de+estudos'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2011/09/tumblr_le9oxoMlFF1qf1dmao1_500.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-456" title="tumblr_le9oxoMlFF1qf1dmao1_500" src="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2011/09/tumblr_le9oxoMlFF1qf1dmao1_500-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Sempre tive vontade de voltar a estudar. Fazer algo novo, ousar novas atitudes, sair um pouco da área a qual eu me encontrava e partir para coisas inusitadas. Foi assim que acabei prestando para medicina em uma grande faculdade do país. Realmente nunca foi a minha vocação, passei minha vida inteira mexendo com computadores e analisando problemas de lógica e fluxo, mas como as coisas estavam indo muito bem e eu já não precisava de muito esforço para ganhar dinheiro, resolvi fazer algo de útil com ele ao invés de gastar em casas noturnas e bebidas.</p>
<p>Confesso que desacreditei quando vi meu nome como terceiro da lista de aprovados. Não pensei que o conhecimento que eu tinha acumulado por todos esses anos tinha me trazido tamanho know-how. Joguei o jornal de lado e corri para a administração da faculdade para resolver a documentação e tudo mais o que eu necessitaria para começar os estudos. Por um momento estava crente que dessa vez meus instintos de cafajeste me abandonariam e eu poderia ser um cara completamente normal, mas como sempre, o universo conspira.</p>
<p>Quando cheguei próximo à administração percebi uma fila que com certeza iria demorar e muito para andar. Resolvi deixar para lá fazer a matrícula tão cedo e fui a um bar próximo. Sentei-me no balcão e pedi por uma gelada cerveja para poder refrescar o calor extremo que estava fazendo aquela hora. Comecei a beber tranquilamente olhando para o nada, quando ouço uma voz feminina de tom suave e levemente infantil ao meu lado pedindo por 3 pirulitos. Nesse momento meu rosto, como sempre virou-se involuntariamente, e dei de cara com uma mulher, de pele clara, cabelos escuros, rosto macio e belo, com um sorriso lindo. Por um momento me vi hipnotizado por ela, esquecendo minha cerveja aquecendo no balcão. Quando dei por mim estava a observando, enquanto corria em direção a duas amigas dela lhes entregado os doces. Depois que sumiu do meu raio de visão, voltei ao balcão e perguntei ao funcionário do bar se elas eram estudantes da faculdade, e ele me confirmou. Depois disso, passei a lhe fazer um vasto interrogatório de como era a vida por lá e reparei que não era nada fora do comum. As sextas regadas a cerveja, mulheres deliciosamente vestidas, ambiente sossegado, em suma, meu novo lar, mas agora com um nobre propósito.</p>
<p>Depois de uns dois meses as aulas começaram. Eu estava tão focado em resolver estudar que até tinha me esquecido da garota que vi no bar. De notebook na mochila, barba por fazer e roupa bem casual fui para o meu primeiro dia de aula. A faculdade parecia um enorme shopping center. Restaurantes, estacionamento amplo, salas muito bem decoradas e muita gente bonita. Eu estava me preparando para a primeira aula quando me lembrei de um simples detalhe, o trote. Quando menos percebi, eu parecia ter passado por um acidente de caminhão de tintas, e, como calouro, eu não poderia falar nada. Foi quando acabei vendo aquela garota do bar novamente. De sacanagem, resolvi revidar a zoeira que estavam me fazendo por lá e comecei a correr atrás de algumas pessoas para abraçá-las e distribuir a tinta que me jogavam. Foi quando ela não teve escapatória, e num abraço forte acabei sujando seu corpo e seus cabelos de tinta. Assim eu conheci Jéssica. Menina mulher, de olhos grandes e curiosos e um corpo feito para o pecado.</p>
<p>Ao passar do tempo nossa amizade foi se fortalecendo, com direito a baladas de finais de semana e vez ou outra viagens para o litoral, porém sem rolar nada. Estávamos bem interessados em continuar sendo realmente amigos e nada mais, até que num belo dia, enquanto trocávamos mensagens pelo celular durante uma das nossas aulas, ela acabou me fazendo uma confissão:</p>
<p>“Acho que preciso de um namorado&#8230;”</p>
<p>“Desistiu da vida de solteira sim, sozinha nunca?”</p>
<p>“Não é isso&#8230; É que são outras coisas”</p>
<p>“Precisando de alguém pra pagar o cinema ou o motel? Rs”</p>
<p>“Os dois&#8230;”</p>
<p>Ler aquela mensagem me fez ficar com um tesão louco, apesar de ter jurado a mim que não tentaria pegar ninguém da faculdade. Tentei deixar de lado aquela mensagem, mudar de assunto, mas não consegui:</p>
<p>“Anda com tanta fome assim pra ter que arrumar alguém fixo?”</p>
<p>“Vou te confessar. Na fome que eu ando, comeria até dois ao mesmo tempo!”</p>
<p>“Gulosa! Você nem tem cara disso! Rs”</p>
<p>“Está me chamando de santa?”</p>
<p>“Virgem&#8230; hahaha”</p>
<p>“Não apela&#8230; Mas na fome que eu tô, pegaria o primeiro que aparecesse na minha frente.”</p>
<p>“Cuidado com o que pede que pode se tornar realidade.”</p>
<p>“Ai Dyas&#8230; Sabe quando você começa a subir pelas paredes?”</p>
<p>Eu olhava incrédulo para o celular. Não conseguia acreditar que era a própria Jéssica que me escrevia aquilo. E ainda no dia ela estava muito provocante. De vestido curto e decotado, cabelos lisos soltos caindo por cima do decote, um batom leve vermelho, uma sandália com um leve salto. Eu a imaginava olhando para a tela e meu tesão aumentava cada vez mais. Fiquei sem mandar mensagens por um tempo, quando ela retornou:</p>
<p>“Do jeito que eu estou aqui, vou acabar é pegando o professor.”</p>
<p>“E porque não me pegar?”</p>
<p>Nessa hora ela que ficou um tempo sem responder. Imaginei que estivesse resolvendo a sua situação, e já estava guardando o celular no bolso quando ele vibrou novamente:</p>
<p>“Você não me aguenta”</p>
<p>Frases desse tipo costumam me causar uma única reação. E como eu já estava completamente excitado, aquele foi o gatilho pra me fazer sair de órbita. Disfarçadamente, segurei meu pau por cima da calça, tirei uma foto e mandei pra ela com a mesma frase que tinha me enviado. Depois disso, não recebi mais nenhuma mensagem. Eu passei a imaginar que tinha passado dos limites, pensei até em me desculpar, mas resolvi esperar que ela se pronunciasse. A aula acabou, e nada dela me mandar algo. Passei a arrumar minhas coisas, e como geralmente tenho bastante calma pra isso, acabo sendo o último a sair da sala. O abrir e fechar da porta pouco me preocupava, mesmo porque sempre um ou outro esquecia algo na sala. Estava terminando de juntar tudo e colocar na mochila, quando ouço a porta abrir, um perfume parecido com o de Jéssica invadindo a sala e segundos depois, uma mão passando pelo meu pau por cima da calça, que mesmo com o sentimento de culpa continuava duro como pedra.</p>
<p>- Você tem noção do que está fazendo Jéssica? Estamos na sala de aula, se alguém pega a gente&#8230;<br />
- Você que não tem noção do que fez, Dyas. Queria vir conferir se era de verdade o que me mostrou por foto, seu puto.</p>
<p>Eu suava frio e confesso que tentei ainda por alguns instantes escapar das garras dela, mas meu tesão começava a falar mais alto. Sala de aula, faculdade, o perigo de ser visto por alguém, a possibilidade de sermos expulsos. Era como se tudo aquilo fosse querosene para o meu fogo, que aumentou em proporções exponenciais quando ela se sentou no meu colo de frente para mim com as pernas abertas rebolando e roçando tua minúscula calcinha sobre a minha calça. Eu realmente ainda tentava manter um pouco a sanidade, e mesmo com tanto tesão ainda relutava em relação ao que estava acontecendo, mesmo retribuindo com a mesma vontade e calor seus beijos.</p>
<p>Conforme a intensidade aumentava, mais os pudores desapareciam. Em pouco tempo me rendi ao que estava ocorrendo, e minhas mãos já encontravam seus médios e macios seios, enquanto ela me mordia os lábios e buscava abrir a minha calça. Ela estava com fome, e tinha conseguido acordar a minha vontade de comer. Meu pau pulsava dentro da minha calça como se fosse aquela a primeira vez que eu fosse fazer sexo. Sem trocar nenhuma palavra, continuávamos o que parecia uma luta com ela sobre o meu colo. Vez ou outra seus cabelos eram enrolados na minha mão, o que rendia um suspiro profundo de dor e prazer. Ela não parava um minuto de se movimentar para conseguir livrar meu membro inchado de dentro de sua prisão de pano.</p>
<p>Jéssica conseguiu depois de um pouco de esforço abrir o zipper da minha calça fazendo com que o meu pau duro saltasse por entre as trilhas de ferro. Olhava boquiaberta para o meu cacete, enquanto me masturbava devagar com aquelas mãos pequenas e quentes. Por um momento ficamos ali dando um prazer superficial um ao outro. Suas mãos no meu cacete, e meus dedos passeando por baixo de sua calcinha abrindo os seus grandes lábios. Foi quando voltei a me lembrar de onde estávamos e em qual situação. De súbito a tirei de cima de mim, mas com a intenção de me recompor, fechar minha calça e sair dali, mas ela entendeu que eu queria um boquete, o que não era nenhuma mentira, e escorregando sinuosa como uma cobra entre minhas pernas, ajoelhou-se no chão, e segurando meu pau com firmeza começou a encaixá-lo em sua pequena, mas deliciosa boca.</p>
<p>Eu tentava dizer não, tentava não querer aquela saliva deliciosa escorrendo pelo meu pau molhando toda a minha calça, mas era impossível. Ela não me dava chance alguma de tentar escapar. Simplesmente me vi rendido entre seus lábios que subiam e desciam fazendo a carne inchada da minha rola desaparecer como mágica. O que era um rosto de moça de família, recatada e estudiosa, agora dava espaço a uma feição de vadia gulosa, uma fera esfomeada em busca de delimitar seu espaço e mostrar o seu domínio.</p>
<p>Ela me jogou na cadeira e continuou com aquelas deliciosas carícias. Eu apenas a observava, sentindo sua língua subindo de quase perto do meu saco até a cabeça, quando ouço o toque de mensagens do meu celular. Ignorei completamente o chamado, e continuei a assistir àquela pequena deusa me proporcionando um dos boquetes mais deliciosos que eu já tinha recebido. Ela também mal fez menção ao aparelho, e continuou sem piedade alguma a chupar com vontade e força. Em menos de três minutos, era o celular dela que viria a tocar. Outra mensagem que ignoramos pelo calor do momento. Sua boca estava mais preocupada em sugar ao máximo a minha rola grossa e dura, e me provar que sua fome era real.</p>
<p>Comecei a puxá-la por seus lisos cabelos, e conforme o tesão aumentava, mais forte os puxava. Ela gemia sentindo que quanto mais sua boca apertava meu pau, mais forte eu puxava seus cabelos. Eu estava pronto para jogá-la em cima da mesa, tirar aquela calcinha minúscula dela e chupá-la até que se acabasse em minha boca quando a porta da sala abre.</p>
<p>- Dyas, você viu a&#8230; Jéssica!?</p>
<p>Era Jorge que entrava sala a dentro me procurando. Entrou sem perceber o que estava havendo, e tomou um susto quando se deparou com Jéssica no chão, de pernas abertas, com o vestido batendo na cintura, olhando fixamente aos olhos dele sem tirar meu pau da boca. Jorge ficou atônito ao olhar aquilo. Tanto aos meus olhos, quanto aos dele, Jéssica não era do tipo de mulher sem vergonha alguma.</p>
<p>- O que foi, Jorginho? Nunca assistiu um pornô? &#8211; Disse Jéssica segurando meu pau passando pelos lábios.</p>
<p>- Desculpa&#8230; Desculpa, gente&#8230; Tô saindo&#8230; Espero vocês lá fora! Eu não sabia, juro&#8230; &#8211; Jorge não tirava o olho da cena, mesmo dando passos lentos para trás.</p>
<p>- Ah Jorginho&#8230; Fica&#8230; Vai ter chupada pra você também&#8230;</p>
<p>Nesse momento, Jéssica deu mais uma chupada forte no meu cacete e foi em direção à Jorge, que ficou simplesmente petrificado com a situação. Jéssica, mesmo mais baixa que ele, puxou o grandalhão de um metro e noventa e cinco de altura, e na ponta dos dedos beijava seu pescoço, descia pelo seu tórax, abdômen, até chegar à calça que já apresentava um volume desde o momento ao qual ele tinha visualizado a cena. Continuei na cadeira sentado, assistindo Jéssica brincar com o que agora era seu novo brinquedo. Com jeitinho, abriu o zipper da calça dele, e com uma fome que parecia não cessar nunca abocanhou a rola de Jorge, que se contorceu todo ao sentir a boca ávida de Jéssica apertando a sua cabeça.</p>
<p>Continuei sentado na cadeira apenas observando a cena. Da forma que ela estava me dava uma visão privilegiada da sua bunda. Jéssica era do tipo de mulher pequena, mas tinha uma bunda considerável. Redonda e bem feitinha, fazia a cabeça de muito marmanjo nas viagens que fazíamos ao litoral simplesmente explodir. Decidido a ficar de vouyer, cruzei os braços, enquanto Jéssica fazia o grandalhão do Jorge virar os olhos enquanto o chupava. Estava até pensando em ir embora, pois eu sabia dos desejos de Jéssica em relação à ele, e encararia tudo como se nada tivesse acontecido, mas com um jeitinho que mataria qualquer atriz pornô de inveja, ainda lambendo o pau do Jorge, Jéssica me chama, com olhos de tarada, me perguntando se não queria dar mais do meu “chocolate” para ela. A brincadeira estava começando a ficar boa.</p>
<p>De pé, fiquei ao lado dela. Quando me aproximei, ela segurou com firmeza meu caralho, me punhetando forte, enquanto abocanhava seu outro brinquedo. Agachada ali entre os dois, fazia bem seu papel de faminta, intercalando qual pau colocaria na boca e qual punhetaria. Perigo, faculdade, pudores, vergonhas, tudo tinha sumido ali naquele momento. O que existia era apenas uma mulher sedenta por sexo não importando com mais nada a não ser gozar intensamente. Ela se levantou entre nós dois, e fez questão de sentir os dois cacetes duros e quentes tocando seu corpo enquanto tirava seu vestido e jogava de lado. Com cara de tarada, acariciou as duas rolas que lhe contemplava, foi em direção à minha mesa, e jogando os cabelos para o lado se apoiando com as duas mãos perguntou:</p>
<p>- E aê? Quem será o primeiro a tentar matar minha fome?</p>
<p>O sorriso que ela nos soltou era tão maravilhoso quanto aquele traseiro delicioso que nos oferecia. Jorge quis me dar a preferência, mas como bom anfitrião, deixei que fosse na frente. Ele foi em direção à ela, pincelando seu rego com a cabeça do pau até chegar na sua xota, que já escorria de tanto tesão e vontade. Quando a cabeça do pau de Jorge invadiu sua buceta, Jéssica soltou um agudo gemido, massageando seus seios e se jogando para trás, para sentir inteiro o corpo diferente que não sentia há tanto tempo lhe possuindo. Jorge a segurou pela cintura, e também demonstrando fome, a puxava com vontade, fazendo seus corpos baterem com força. Parei ao lado dela, e enquanto era preenchida por Jorge, e ela me dedicou uma punheta com aquela mão macia e delicada. Cuspia na cabeça do bem pau para deixá-lo bem molhado, e gemendo não parava de subir e descer a mão habilidosa que já deve ter feito muitos caras por aí bem felizes.</p>
<p>Totalmente possuída por Jorge, Jéssica tremia, gemia, se jogava querendo mais, enquanto minha rola pulsava em sua mão, clamando pelos teus carinhos. Jéssica já se mostrava quase sem forças à cada gozada que dava por estar sendo possuída daquela forma que não se aguentou e saindo da rola de Jorge, ficou de quatro no chão. Aquilo foi o bastante para que Jorge a puxasse pelos cabelos e a fizesse engolir toda sua rola. Eu vi aquela bunda maravilhosa para cima e pensei em comer aquele rabinho antes de mais nada. Pincelei a cabeça do meu pau no seu cuzinho e ela se jogou pra frente, quase se engasgando com a rola de Jorge. Desesperada, parou o oral na hora com ele e suplicando disse:</p>
<p>- Faz de tudo comigo, mas por favor, não mete aí não&#8230; Dói demais!</p>
<p>Eu dei um sorriso safado, enchi a mão na sua bunda e disse:</p>
<p>- Por hoje vou te respeitar, putinha&#8230; Só por hoje, vadia&#8230;</p>
<p>Segurei firme minha rola e desci com ela pra entrada daquela buceta quente que já exalava um delicioso e doce cheiro, escorrendo tua baba por entre as pernas dela. Deixei minha rola escorregar devagar até que meu corpo encontrasse o dela. Ela gemia com a rola de Jorge na boca, enquanto rebolava sentindo meu cacete duro até as bolas naquela buceta quente. Jéssica não conseguia esconder o tesão que estava sentindo ali. Eu sem piedade alguma, puxava Jéssica com força, fazendo minhas bolas baterem na entrada da sua buceta, enquanto Jorge a puxava já pela nuca, a fazendo engasgar com a rola dele.</p>
<p>Jéssica não conseguia engolir sua saliva, e criou uma enorme poça no chão. Mesmo assim, a nossa única preocupação era gozar. E Jéssica já estava muito bem servida, e gemia abafado por conta da rola de Jorge que desaparecia por completo na sua boca. Sussurrando, eu e Jorge a chamávamos de puta, vadia, cadela, e ela retribuía nos mostrando o quão vagabunda poderia ser de verdade. Jorge tirou a rola da boca de Jéssica e sentou-se a uma das cadeiras que haviam lá. Jéssica entendeu o recado, e engatinhando saiu da minha rola, depois se levantou, caminhando lentamente até ele. Virou-se de costas, ajeitou o cacete na sua buceta e foi sentando devagar, sorrindo e passando com a mão pelos seus seios. De maquiagem borrada, combinava uma feição de felicidade e prazer. Jorge gemia sentindo aquele corpo quente se remexendo todo em seu colo. Cheguei ao lado dela, e Jéssica se mostrou desesperada querendo mais uma vez ter sua boca preenchida enquanto rebolava em um cacete. Se abaixou levemente, e enquanto Jorge a fazia subir e descer, Jéssica engolia meu pau, batendo uma punheta ao mesmo tempo.</p>
<p>Nós três pingávamos suor. Jéssica entre nós dois se mantinha na luta de conseguir seu precioso leite, de cabelos úmidos, maquiagem borrada, corpo sujo e molhado, gemendo e tremendo à cada intensa gozada. Jorge por um momento calou-se, segurou firme a cintura de Jéssica e a tirou de seu colo. Rapidamente a jogou no chão, e ela, de joelhos, ficou olhando para cima, enquanto Jorge batia uma punheta. Me aproximei, e novamente ela voltou a me oferecer uma punheta. Sua mão subia e descia rápido, na mesma intensidade que Jorge se masturbava. Vez ou outra lambia a cabeça da rola dura de Jorge, enquanto ele urrava sem parar com seu membro na mão.</p>
<p>Quando o primeiro jato de porra de Jorge acertou seu rosto, Jéssica largou meu pau imediatamente e focou sua atenção a ele. Jéssica segurou Jorge pela cintura e o abocanhou, deixando a porra escorrer pelo canto da boca, fazendo-a pingar em seus deliciosos seios. Jorge a puxava pela cabeça, e conforme gozava, a força diminuía. Jéssica só tirou o pau de Jorge da boca depois que tinha amolecido por completo. Percebi que por alguns segundos ela estava maravilhada pelo fato de ter feito o cara que ela curita chegar ao orgasmo e acabou me esquecendo. Bati com o pau no seu rosto para lembrar que eu estava lá, e ela no mesmo momento voltou a me chupar.</p>
<p>Era notório que eu também estava prestes a ter um orgasmo. Meu corpo tremia enquanto eu tentava me segurar, enquanto Jéssica chicoteava a cabeça do meu pau com a língua. Sem aguentar mais suas carícias, me entreguei ao resultado já esperado por nós dois. Jéssica estava com a minha rola por completo na sua boca quando comecei a gozar. A cada jato de porra, minha pica pulsava forte, minha respiração descompassava, meus batimentos cardíacos aumentavam, e Jéssica curtindo o leite, brincava passando a língua suja de porra pela cabeça da minha rola. Jorge estava sentado, acompanhando a cena e tentando tomar um fôlego. Quando percebeu que eu também tinha terminado, nos alertou:</p>
<p>- Gente, precisamos ir. Se entra alguém&#8230;</p>
<p>Jéssica puxou da sua bolsa um lenço e fez questão de limpar a rola dos dois antes de vestir sua roupa novamente. Nos vestimos relativamente rápido e saímos da sala tentando não deixar nada que nos incriminasse para trás. Apagamos a luz, e quando chegamos no corredor, o segurança da faculdade estava chegando para averiguar justamente a sala que estávamos. Jorge tomou um susto quando o viu, mas tanto eu quanto Jéssica agimos normalmente. Comecei a inventar que estávamos vendo alguns slides sobre um próximo trabalho, enquanto Jorge estava branco de medo do segurança descobrir algo. Quando ele chegou perto, fiquei com medo de Jorge desmaiar, mas o segurança simplesmente nos disse:</p>
<p>- Pessoal, melhor correr, senão ficarão trancados por aqui.</p>
<p>Saímos continuando a falar do tal trabalho imaginário, e quando chegamos do lado de fora, ríamos como loucos. Jorge ficou tenso pelo fato de quase ser descoberto, mas mesmo assim se rendeu às risadas. Brincadeiras como essa não mais aconteceram, mas trouxe Jorge um pouco pra mais perto de Jéssica. Os dois ficaram juntos por um bom tempo depois. Eu não consegui me formar. Com o tempo, percebi que realmente faculdades não eram a minha praia, e retornei à boa vida de cervejadas, festa e muito suor.</p>
<div class="shr-publisher-426"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F09%2F07%2Fgrupo-de-estudos%2F' data-shr_title='Grupo+de+estudos'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F09%2F07%2Fgrupo-de-estudos%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F09%2F07%2Fgrupo-de-estudos%2F' data-shr_title='Grupo+de+estudos'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F09%2F07%2Fgrupo-de-estudos%2F' data-shr_title='Grupo+de+estudos'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://tifudyas.com/?ak_action=api_record_view&id=426&type=feed" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tifudyas/~4/Khob7q3-alA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Perdido no Baile Funk</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 03:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tdyas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conto Erótico à 2]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu já estava para desligar o computador quando um novo e-mail apareceu na minha caixa de mensagens. Eu não daria a mínima, se o assunto não fosse um convite para uma festa de aniversário. Na realidade, a segunda festa de aniversário de um amigo meu, Augusto. Ele tinha o costume<a href="http://www.tifudyas.com/2011/03/14/perdido-no-baile-funk/">&#160;&#160;[ Leia Mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F03%2F14%2Fperdido-no-baile-funk%2F' data-shr_title='Perdido+no+Baile+Funk'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F03%2F14%2Fperdido-no-baile-funk%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F03%2F14%2Fperdido-no-baile-funk%2F' data-shr_title='Perdido+no+Baile+Funk'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F03%2F14%2Fperdido-no-baile-funk%2F' data-shr_title='Perdido+no+Baile+Funk'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2011/03/31434049.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-459" title="31434049" src="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2011/03/31434049-296x300.jpg" alt="" width="296" height="300" /></a>Eu já estava para desligar o computador quando um novo e-mail apareceu na minha caixa de mensagens. Eu não daria a mínima, se o assunto não fosse um convite para uma festa de aniversário. Na realidade, a segunda festa de aniversário de um amigo meu, Augusto. Ele tinha o costume de falsificar sua identidade com uma única finalidade, festas grátis. Como toda festa que o Augusto buscava utilizar esse tipo de artifício era do tipo de festa memorável, resolvi embarcar nessa, sem nem ao menos me preocupar com o local.</p>
<p>Já eram quase onze horas da noite quando resolvi sair de casa. Com o endereço anotado no GPS, fui seguindo as instruções até chegar a uma estrada de terra praticamente sem iluminação. Naquele momento pensei ser uma brincadeira do Augusto, mas decidi continuar seguindo as informações do aparelho. Meia hora depois cheguei ao local da festa. Uma enorme mansão escondida no meio do nada, com pessoas completamente diferentes, do tipo que frequentam lugares que eu nunca tive vontade de entrar.</p>
<p>Já que eu tinha andado tanto para chegar até lá, resolvi seguir adiante. Disse que eu estava indo à festa do Augusto ao cara da guarita logo enfrente aos enormes portões. Depois de todas as formalidades, um fato me deixou meio pé atrás, o fato de eu ter que deixar meu celular na porta. Exitei um pouco, mas acabei deixando. Prossegui com o meu conversível pela pequena estrada do jardim. Apesar das pessoas alí não parecerem gostar do mesmo tipo de música que eu, eu estava começando a gostar do lugar. Mulheres lindas, em vestidos ou saias curtas, decotes provocantes, maquiagens bem produzidas. Quando cheguei à frente da mansão e entreguei minha chave ao valet, pude perceber que nenhuma das mulheres ali estavam de calça ou short. Apesar da visão estar me agradando, a qualidade sonora me deixava no mínimo perturbado. Admito nunca ter sido muito fã dos samplers de atabaques e os vocais mal produzidos que o funk carioca me trazia, mas enfim, eu já estava lá, e não era por me sentir um peixe fora d&#8217;água que eu iria embora.</p>
<p>Não foi muito difícil do Augusto me encontrar por lá. Ele já meio alegre depois de tomar algumas, berrou meu nome pela primeira sala do lugar, onde tinham várias pessoas conversando e bebendo perto de um enorme bar. Ele ficou extremamente feliz em me ver por lá, ainda mais que ele também não era muito fã do tipo de música que tocava e não tinha conseguido fazer muitas amizades por lá. Começamos a conversar um pouco por ali, e por eu estar de terno e chapéu, comecei a chamar a atenção de muitas mulheres por lá. Eu apenas não sabia se positivamente.</p>
<p>Augusto me contava sobre como ficou sabendo da festa e como conseguiu os convites. Ele tinha conhecido um cara cheio de grana há um tempo atrás, que gostava de promover festas desse porte em uma de suas humildes casas. Os convites eram distribuidos para pouquissimas pessoas, o que fazia a festa ser extremamente privada, e tudo ali era completamente liberado. Eu realmente não me preocupava com quem estava a promovendo. Naquele momento o que me interessava era saber qual whisky eles estavam servindo ali.</p>
<p>O que me fez gostar muito da festa é que tinham várias garrafas de whiky por lá com mais de 30 anos, e para a minha maior surpresa, completamente free. Continuamos a conversar por ali perto do bar e bebendo tranquilamente, mesmo com as pessoas me vendo ali como uma pessoa completamente fora do mundo deles. Depois de umas quatro doses de whisky decidimos sair dali e ir para o salão principal, onde a música tocava mais alto. Naquele momento eu já não me preocupava mais com a qualidade musical, as mulheres me chamavam muito mais a atenção.</p>
<p>Quando cheguei ao salão, mal consegui acreditar no que eu estava vendo. Parecia uma enorme suruba em um grande salão, em uma dança sem regras ou pudores. Alguns casais chegavam a dançar realmente deitados no chão. Aquilo me fez passar a gostar um pouco mais do lugar, além, é claro, do bom whisky de graça. Na mesma hora voltei ao bar, pedi mais uma dose de whisky e também que guardassem meu paletó.</p>
<p>Enquanto eu terminava a minha dose e conversava com o Augusto, uma ninfeta aparentando ter saido há pouco tempo dos seus dezessete anos começou a me chamar a atenção ao se aproximar do balcão logo atrás do Augusto. Corpo de mulher, sorriso aparentemente ingênuo, mas um vestido completamente curto e provocante. A chegada dela me fez quase surdo às palavras de Augusto, e minha mente passou a viajar imaginando o que eu poderia fazer com aquela mulher se conseguisse tirá-la de lá.</p>
<p>Ela pegou duas latas de cerveja e voltou ao salão. Aquela pele da cor do pecado com seu belo par de coxas e seios fabulosos me fizeram sentir vontade de participar daquela dança aparentemente tribal. Eu não queria perdê-la de vista, terminei meu whisky em um gole só, ajeitei meu chapéu e fui em direção ao salão. Augusto mal entendeu o que acontecia, mas resolveu me seguir. Ele me questionava sobre o que eu tinha visto, sobre o que eu estava procurando, e eu sem falar nada, continuava a minha caminhada com a mente fixa naquela deliciosa mulher.</p>
<p>Não demorei a encontrá-la. Estava acabando de entregar uma cerveja à amiga quando a avistei. Olhei para Augusto com um sorriso de que a caçada iria começar, e ele entendeu o código, seguimos em direção às duas. Ele ainda tentou cair em cima da que eu estava de olho, mas como sempre eu dava o meu jeito de mudar a situação ao meu favor, em pouco tempo já estava conversando com ela de canto, enquanto Augusto se concentrava na amiga.</p>
<p>Em pouco tempo de conversa descobri que Roberta tinha completado dezoito anos há pouco tempo. Ela adorava funk e sempre que podia entrava em festas daquele tipo. Eu confessei a ela que era marinheiro de primeira viagem, o que a fez sentir ainda mais vontade de dançar. Nem sempre ela tinha a oportunidade de ensinar a um novato. A chuva a qual eu tinha entrado estava engrossando, mas com a ajuda do whisky, decidi me molhar um pouco e entrar de cabeça na brincadeira.</p>
<p>Roberta começou me puxando pelo pescoço e levando minha boca até próxima a dela, rebolando com o quadril junto ao meu e me olhando nos olhos. Apesar da pouca idade já demonstrava bastante experiência na arte de rebolar conforme as batidas dos atabaques. Eu apenas a acompanhava, e deixava com que se levasse em sua própria dança. Sorrindo, a desafiava a me fazer sentir excitado, como a maioria dos caras lá pareciam estar. Ela sempre mantendo uma feição séria, e passeando com a língua por entre os lábios, se abaixava na minha frente como se fosse me chupar, e logo após subia como se fosse me beijar. O jogo ali tinha começado, e eu só queria administrar o resultado.</p>
<p>Como estávamos próximos a uma parede, Roberta se virou e se apoiou com as duas mãos nela, jogando o cabelo de lado e como se estivesse levando a minha rola naquela posição, se jogava para trás, sempre me olhando nos olhos, mas desta vez sorrindo. Ela tinha uma bunda que realmente consegue deixar qualquer homem doido, e eu pude reparar que aquela posição fazia com que seu vestido subisse cada vez mais. Notando que em pouco tempo poderia já estar sem ele, voltou a me abraçar, e com uma das mãos reajustar o vestido.</p>
<p>Já acabou a aula? &#8211; Eu disse em seu ouvido.</p>
<p>Já acha que pode dançar direitinho? &#8211; Disse ela num tom de desafio.</p>
<p>Acho que quem precisa de umas aulas aqui é você.</p>
<p>Quando retruquei isso, a puxei com força. Pude sentir o suspiro que soltara quando sentiu meu corpo tão colado ao dela. Como insegurança nunca fez parte do meu pacote de vocábulos, em seu ouvido disse num tom calmo:</p>
<p>Te prepara para ter a noite que você nunca teve.</p>
<p>Ela respirou tão fundo que pude sentir seu peito inflando. Enquanto a maioria dos casais que estavam dançando por lá reproduziam as cenas mais impactantes, comecei a fazer uma dança diferente com ela. Aos poucos, a fazia rebolar contra o meu corpo, passeando com os lábios entreabertos pelo seu corpo, mas apenas a fazendo sentir a minha respiração. Não contente com isso, comecei a passear com minhas mãos pelo sei corpo, tocando em todas as partes que até então me eram permitidas. Num momento ela parou os movimentos e apenas sentiu minhas mãos passeando pelas suas costas completamente desnudas. Praticamente hipnotizada, apenas me acariciava de leve, e quando passei com os dedos pelos seus longos cabelos encaracolados, ela ne apertou um pouco mais.</p>
<p>Acho que a gente está passando dos limites&#8230; &#8211; Me disse ela no ouvido.</p>
<p>A gente ainda mal começou a dançar&#8230;</p>
<p>Só que do jeito que as coisas estão indo, o que a gente não vai fazer aqui é dançar&#8230;</p>
<p>Nesse momento eu sorri com o canto da boca, a joguei contra a parede, e sem falar nada, olhando nos seus olhos, toquei de leve seus lábios com os meus e comecei o que eu realmente chamo de dança.</p>
<p>Percebi que ela tinha se asusstado com a minha ação, mas não esboçou reação alguma quando meus dentes passaram por seu pescoço suavemente. Pra falar a verdade, pude sentir que suspirava ao sentir aquilo. Roberta poderia até saber ser provocante e dançar bem aquilo, mas em se tratando de excitar alguém, eu já era PhD. Continuei com os beijos pelo seu pescoço e baixando cada vez mais. Ela se assustava cada vez que eu acabava chegando perto do seu decote, por muitas vezes chegando a levantar a mão para me tirar, mas desistindo quando percebia que eu não iria chegar muito perto. Nosso jogo foi aquele, e quanto mais eu investia a enganando, mais ela se entregava e deixava minha boca chegar mais perto.</p>
<p>Não demorou muito para que eu sentisse seus braços arrepiados e sua respiração ofegante. O jogo enfim estava em minhas mãos, e quando ela menos percebeu, minha língua já tomava sua boca enquanto uma das minhas mãos se enchiam com um de seus seios. A única coisa que nos iluminava naquele canto que estavamos era uma luz estrobo que piscava suavemente, vez ou outra me dando a visão dela de olhos fechados enquanto rebolava contra o meu pau, já completamente duro pelo momento. Com uma das minhas mãos na sua bunda, eu a puxava contra meu corpo, para fazê-la sentir ainda mais meu membro duro com seus movimentos. Como eu ali estava para o pecado, a virei contra a parede novamente, a fazendo ficar praticamente de quatro pra mim, levantei um pouco seu vestido e dei um servido tapa na sua bunda. Ela já se mostrava completamente solta na minha mão, se jogando com vontade contra o meu corpo, querendo sentir cada vez mais o quanto minha rola estava dura.</p>
<p>Querendo ver o circo pegar fogo, voltei com ela de frente pra mim, mas dessa vez, não deixei com que ela chegasse mais tão perto do meu corpo. E acho que nem ela estava com tanta vontade assim, com uma das minhas mãos lhe tomando por baixo do curto vestido. Enquanto nos beijavamos, ela rebolava com a minha mão cheia pela sua buceta já encharcada protegida por uma fina calcinha. Rebolando, ela me beijava a boca com avidez, cheia de vontade, sentindo minha mão quente e safada a tomando naquele lugar que agora parecia um enorme filme pornô soft.</p>
<p>Roberta me abraçou forte e colocou a cabeça no meu ombro quando sentiu o momento ao qual afastei sua calcinha de lado e a penetrei com um dedo. Ainda rebolando, aproveitava meu dedo entrando e saindo da sua pequena xota, enquanto com o polegar eu lhe acariciava o grelo levemente. Mordendo a minha camisa como louca, teve o primeiro orgasmo na minha mão, o que a fez quase perder o chão no momento. Depois de se estremecer toda ali, tirou meus dedos rápido do meio das suas pernas, ajeitou o vestido e me abraçou, se apoiando com o corpo sobre o meu:</p>
<p>Seu louco! Nunca fiz nada desse tipo! A gente poderia ter sido expulsos, sabia?</p>
<p>Isso é ruim?</p>
<p>Ela sorriu, me deu um tapa leve no peito e me puxou pela mão. Fomos a um outro canto escuro, mas com um sofá que por sorte estava vazio. Ela se sentou e me puxou. Eu iria me sentar, mas ela me manteve de pé, e deu um beijo no meu pau por cima da calça. Eu olhei para baixo, e a leve luz estrobo me fez vê-la mordendo os lábios enquanto acariciava minha rola inteira por cima da calça. Minha vara pulava dentro da minha cueca, enquanto ela me mordia sentindo meu membro duro por baixo de tanto pano. Eu olhei para trás e pude perceber que ninguém estava prestando a mínima atenção no que fazíamos ali naquele canto. Comecei a abaixar o zipper da minha calça e ela me impediu, colocou minha mão do lado da minha coxa e me puxou ainda mais contra ela. Quase cai, mas me apoiei na parede. Ela por sua vez começou a acariciar as minhas bolas, enquanto eu sentia o zipper da minha calça abaixando devagar. Depois que teve acesso à minha cueca, começou a me babar inteiro, deixando minha cueca toda molhada de saliva. Naquele momento, a cada piscada da luz do estrobo, eu podia ver sua mão entre suas coxas e sua boca cheia na minha cueca.</p>
<p>Depois de muito sugar o corpo da minha rola por cima da cueca, ela olhou para o salão. Pelo visto deve ter percebido que ninguém estava prestando atenção no que fazíamos, enfim tirou meu pau de dentro da prisão de pano e encheu sua boca nele. Aquela boca quente e aveludada me fez simplesmente delirar de tesão. Apenas me apoiei com as mãos na parede, enquanto ela completamente gulosa me engolia com vontade, querendo retribuir o orgasmo que teve no meio do salão. Sua boca parecia querer engolir meu pau por completo, até o momento que a senti engasgar. Nessa hora, a puxei e a deixei de pé, a joguei contra a parede com os joelhos no sofá, levantei seu vestido, afastei sua calcinha e meu pau que há poucos segundos estava molhado de saliva agora estava molhado com o mel daquela deliciosa buceta. Ao ritmo daquela batida forte, eu estocava cada vez mais fundo meu cacete, a fazendo delirar naquele sofá.</p>
<p>Aquela vadia sabia como dançar. Sabia como rebolar em um caralho. Ela se jogava com vontade, e no momento já não se preocupava mais com o fato de poder acabar expulsa ou algo do tipo. Ela estava mais preocupada em me dar uma surra de bunda severa e com vontade, fazendo meu pau entrar e sair cada vez mais rápido.</p>
<p>A minha vontade de fuder aquela ninfeta aumentava cada vez mais, e a vontade se demonstrava cada vez mais recíproca. Ela jogava a bunda contra o meu pau com força. O atrito fazia meu pau ficar cada vez mais quente e cada vez mais duro. As onda de tesão me tomavam de tal forma que eu queria tomar aquela mulher de todos os jeitos possíveis. Sentei-me no sofá e a puxei rapidamente ao meu colo. Ela sentou-se de costas para mim, tampando o que podia com o curto vestido, e rebolando no meu colo, fazia meu pau arrombar cada vez mais aquela bucetinha apertada e quente. Eu a segurava pela cintura com força, e ela não se fazia de rogada, se apoiando nas minhas coxas e rebolando cada vez mais intensamente. Aquilo me deu vontade de abusar ainda mais, e com um safado dedo, comecei a massagear seu rabo. Ela se jogou um pouco pra frente, pra sentir melhor o que eu estava a lhe oferecer, e quando sentiu a ponta do dedo entrando, foi jogando a bunda em direção a ele. Aquela mulher além de deliciosa sabia como deixar um homem realmente louco. Com um dedo meu enfiado até o fim no seu rabo e minha rola na sua buceta, ela rebolava intensamente. Percebi que naquele momento, o que ela queria era ser vista. Jogava os cabelos de lado, rebolava, tirava meu pau quase inteiro da sua buceta, e depois, rebolando, sentava novamente escondendo todo meu caralho na sua gruta molhada e quente.</p>
<p>Depois de tudo aquilo, a gente ainda queria aprontar ainda mais. Tirei meu dedo do seu rabo, e pra ela parecia mais um convite para que outra coisa o preenchesse. Saiu do meu cacete, fazendo-o bater na minha barriga, e depois com cuidado o pegou com uma das mãos e encaixou no seu rabo. Meu pau entrou quente, rasgando cada prega do cuzinho da Roberta. Ela parecia não se incomodar nem um pouco, e ainda segurando meu pau, foi sentando cada vez mais intensamente, até que senti sua bunda deliciosa encostando no meu corpo. De costas, me beijanva a boca, rebolava intensamente. Nossa dança não era diferente das demais, com um porém, aquela deliciosa putinha estava gozando gostoso no meu cacete, e aquilo me deixava louco.</p>
<p>Comecei a massagear seus seios enquanto ela sentava gostoso no meu cacete. Eu já começava a sentir meu pau pulsar, mas mesmo assim não queria ser menos intenso. Ela se masturbava enquanto minha rola passava gostoso, enchendo seu cuzinho inteiro. As pessoas que nos viam não imaginavam o que estava acontecendo, a não ser a mesma dança que estavam fazendo por lá, e isso pareceu a instigar ainda mais. Ela saltou do meu pau e deitou no chão, pernas abertas, calcinha afastada pelos dedos, como se me chamasse para mais. Sem perder tempo, me joguei em cima dela e soquei minha vara até as bolas naquela bucetinha raspada e deliciosa. Suas unhas cravaram nas minhas costas. Ela de pernas afastadas e esticadas recebia meu cacete gozando a cada forte estocada que eu dava. Eu continuava sem o mínimo perdão daquela pequena, mas deliciosa ninfeta.</p>
<p>As coisas estavam tão intensas que meu gozo chegava com vontade. Eu segurava e continava a fuder aquela ninfeta sem pena alguma. Meu pau parecia um grande pistom em um motor completamente lubrificado. Ela pulsava com a buceta, meu pau pulsava na mesma intensidade, até que não aguentei mais e tirei meu pau rápido da sua buceta e me levantei, ela se ajoelhou na minha frente e terminou o serviço, me engolindo e fazendo com que eu gozasse praticamente na sua garganta. Os jatos não paravam de sair do meu cacete grosso e duro, e ela engolia a tudo, sem parar um só momento. Me punhetou até sentir meu pau começar a amolecer na sua boca.</p>
<p>Depois daquilo, Roberta se levantou, limpou o canto da boca, me deu um beijo e correu para o banheiro. Eu acabei de me ajeitar e fui procurar pelo Augusto. Ele ainda estava no mesmo canto pegando a amiga de Roberta. Completamente bêbado, me cumprimentou, sendo beijado no pescoço pela garota. Antes de conseguir arrastá-lo de lá para contar o que tinha acontecido, Roberta retorna, mexe no meu bolso, me dá um beijo no pescoço e puxa a amiga, fazendo-a correr para o banheiro. Eu olhei para a cara do Augusto sem entender muita coisa, coloquei a mão no bolso e senti um pano muito parecido com a calcinha dela. Fiquei quieto, e chamei Augusto para que pudessemos ir embora. Depois de um tempo, já em casa, fui vistoriar o que realmente tinha recebido. Roberta me deu sua calcinha, e junto um papel, com um número de telefone. Será que merece um telefonema?</p>
<div class="shr-publisher-415"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F03%2F14%2Fperdido-no-baile-funk%2F' data-shr_title='Perdido+no+Baile+Funk'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F03%2F14%2Fperdido-no-baile-funk%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F03%2F14%2Fperdido-no-baile-funk%2F' data-shr_title='Perdido+no+Baile+Funk'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F03%2F14%2Fperdido-no-baile-funk%2F' data-shr_title='Perdido+no+Baile+Funk'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://tifudyas.com/?ak_action=api_record_view&id=415&type=feed" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tifudyas/~4/kMj-npMBOnA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>O pecado mora em frente</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 02:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tdyas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conto Erótico à 2]]></category>
		<category><![CDATA[anal]]></category>
		<category><![CDATA[Loira]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedido de leitora]]></category>

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		<description><![CDATA[No relógio já marcavam vinte horas daquela sexta feira de tempo ameno. Eu andava mais rápido pelo saguão do prédio para alcançar o elevador cuja porta estava para fechar. Por sorte consegui apanhá-lo a tempo, não via a hora de chegar ao meu recanto de sossego. Eu, falando ao celular,<a href="http://www.tifudyas.com/2011/02/06/o-pecado-mora-em-frente/">&#160;&#160;[ Leia Mais ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F02%2F06%2Fo-pecado-mora-em-frente%2F' data-shr_title='O+pecado+mora+em+frente'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F02%2F06%2Fo-pecado-mora-em-frente%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F02%2F06%2Fo-pecado-mora-em-frente%2F' data-shr_title='O+pecado+mora+em+frente'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F02%2F06%2Fo-pecado-mora-em-frente%2F' data-shr_title='O+pecado+mora+em+frente'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2011/02/pecado-mora-em-frente.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-461" title="pecado-mora-em-frente" src="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2011/02/pecado-mora-em-frente-300x251.jpg" alt="" width="300" height="251" /></a>No relógio já marcavam vinte horas daquela sexta feira de tempo ameno. Eu andava mais rápido pelo saguão do prédio para alcançar o elevador cuja porta estava para fechar. Por sorte consegui apanhá-lo a tempo, não via a hora de chegar ao meu recanto de sossego. Eu, falando ao celular, mal percebi que o botão do meu andar já estava pressionado, e muito menos percebi quem estava naquele cubículo comigo. O elevador fez seu percurso pelos doze andares comigo combinando com mais uma da minha lista de contatos do celular o que faríamos na noite seguinte. Como mal me preocupei em saber quem era, continuei com o papo cheio de nuances quentes e deixando claro que a minha vontade com a deliciosa mulher ao qual eu falava era passarmos a noite inteira trepando como dois animais. A porta se abriu quase ao mesmo tempo ao qual eu desligava a chamada e guardava o celular no bolso. Nesse momento, de relance, pude perceber minha calada companhia. Eu já a tinha visto várias vezes no prédio, mas nem imaginava que morava logo à minha frente. Loira, de seios médios, um corpo simplesmente delicioso sendo acariciado pelo fino pano do vestido azul que trajava. Por um momento percebi o tempo passar mais devagar. Ela sem sequer me olhar, foi em direção à porta de seu apartamento. Parei um tempo e conferi o seu andar. A cada passo, seu vestido solto batendo no meio de suas coxas parecia querer subir e me mostrar além de suas belas pernas. Meu celular tocou me tirando daquele transe. Nesse momento, ela olhou para trás e por alguns segundos nossos olhares se cruzaram. Continuei a conversa no celular, dessa vez mais profissional, e me dirigi até meu apartamento.</p>
<p>Quando desliguei o telefone, já largado no sofá, com meu terno jogado de lado, fiquei um tempo olhando para o nada, me perguntando como ainda eu não tinha percebido o quão a minha vizinha da frente era deliciosa. Quantas vezes eu devo ter passado por ela sem ao menos perceber? Até pensei em levantar e bater à sua porta, puxar conversa, mas mais uma vez meu celular toca, e mais uma proposta de noitada me veio desse papo. Cansado, e animado por mais uma possibilidade de festa no sábado, me levantei e fui em direção ao banheiro, quando a campainha tocou. Fui atender e era ela. Minha vizinha, ainda trajando aquele vestido azul. Por um momento meus olhos se perderam meio ao decote delicioso que mostrava que ela não estava usando soutien. Eu, com um sorriso no rosto, falei:</p>
<p>- Olá, pois não?</p>
<p>- Oi! Desculpa chegar assim do nada. É que meu computador quebrou, e eu ouvi algumas pessoas falarem que você trabalha com isso, então queria saber se você pode me ajudar.</p>
<p>Cocei a cabeça, pensei por uns dois segundos. Eu trabalho sim com computadores, mas manutenção não é muito minha praia, porém porque eu negaria ajuda a uma vizinha tão deliciosa?</p>
<p>- Olha&#8230; Desculpa, mas manutenção não é muito minha praia, porém conheço outras pessoas que podem lhe ajudar. Quer entrar?</p>
<p>- Não, não. Não quero incomodar. Estou vendo que chegou do serviço agora. Posso ver isso depois. Meu nome é Thais, pode me chamar em casa quando conseguir.</p>
<p>- Ah Thais, eu faço questão de te ajudar. Entre e eu procuro pra você o número de um amigo meu. A propósito, meu nome é Dyas.</p>
<p>Falando isso, abri bem a porta e mostrei o quão sério era o convite. Ela sorriu, e passando pela porta disse:</p>
<p>- Muito prazer, Dyas! E muito obrigado mesmo, viu?</p>
<p>- Que é isso, Thais? Não tem do que agradecer! Por que não se senta? Vou buscar alguns cartões.</p>
<p>Notei que ela estava sem jeito. Talvez o impacto do meu apartamento ser completamente diferente de apartamentos de homens solteiros comuns deve tê-la chocado um pouco. Nas paredes algumas pinturas, uma televisão de tela grande, um sofá combinando com cortinas e tapete, um barzinho de canto. Quando retornei com o cartão da assistência técnica do meu amigo ela disse:</p>
<p>- Meus parabéns! Seu apartamento é lindo! Você é casado?</p>
<p>- Não! Fujo desse tipo de relacionamento. &#8211; Respondi rindo.</p>
<p>- Pergunto por que é raro homem solteiro ser tão organizado. &#8211; Disse ela rindo.</p>
<p>- Verdade! Mas como recebo muitas visitas aqui, melhor sempre manter tudo bem limpo. Aceita algo pra beber?</p>
<p>- Ai Dyas, obrigada! Você já está fazendo demais só com o cartão mesmo. Não quero incomodar.</p>
<p>- Você não incomoda. E outra, eu beberia sozinho se você não estivesse aqui. Me acompanha? Ganhei de um cliente uma garrafa de vodka envelhecida. Acho um desperdício bebê-la sozinho.</p>
<p>- Vodka? Adoro vodka! Mas só um copinho. Não quero dar vexame justo na primeira vez que conversamos!</p>
<p>Começamos a gargalhar, e fui buscar os copos e a garrafa. Ela ficou encantada com a coloração dourada da bebida, dentro de uma garrafa totalmente estilizada.</p>
<p>- Isso deve ter custado uma fortuna! &#8211; Disse ela.</p>
<p>- Nem me preocupo com isso. É um cliente que gosta muito dos meus serviços. Ele talvez esteja querendo me comprar, pra falar a verdade. Às vezes noto uns olhares meio estranhos dele pra cima de mim. &#8211; Disse eu gargalhando.</p>
<p>Ficamos ali naquele papo descompromissado por um tempo, bebendo aquela vodka que realmente era perfeita. Eu sem falar nada, mantinha sempre seu copo bem cheio, e ela depois de dois ou três goles já não se importava mais com a quantidade de bebida no copo. Na verdade, estávamos tão distraídos com o papo que não percebemos que a vodka estava começando a tomar nossos sentidos.</p>
<p>- Dyas&#8230; Seja sincero&#8230; Você é garoto de programa, não é? &#8211; Perguntou Thais gargalhando.</p>
<p>- Eu!? Garoto de programa? Não chego nem perto!</p>
<p>- E esse monte de mulher que te visita?</p>
<p>- Anda me espionando, é?</p>
<p>- Ah! Só sou um pouco curiosa. Apenas as vejo chegando à noite e indo embora cedo.</p>
<p>- E mesmo assim perguntou se eu era casado.</p>
<p>- Ah Dyas! Certas perguntas não se fazem assim tão na cara, né?</p>
<p>- E quais perguntas tua mente curiosa quer fazer para mim?</p>
<p>- Não faz isso senão fico com vergonha!</p>
<p>Sorrateiramente, cheguei mais perto, e passando uma de minhas mãos pela sua coxa, perguntei quase sussurrando em seu ouvido:</p>
<p>- Não tem mais nada mesmo que queira perguntar?</p>
<p>- Ai Dyas! A gente está indo longe demais! Melhor pararmos!</p>
<p>A minha mão de forma ingênua, porém safada, passeava pela sua coxa lisa por baixo do vestido. Ela fechava os olhos, mordendo os lábios e se entregando pouco a pouco. Quando minha mão tocou a sua calcinha, ela desesperadamente se levantou, se ajeitando.</p>
<p>- Não! Não posso Dyas! Já te incomodei demais, preciso ir pra casa. Essa vodka me deixou tontinha! Não podemos!</p>
<p>Ela começou a caminhar, tentando se desviar dos móveis. Eu levantei logo após, e por trás a abracei. Aquele perfume delicioso dela combinado ao suspiro que soltou sentindo meu corpo colado ao dela fez meu pau endurecer em segundos. Dei um suave beijo no seu pescoço à mostra por conta do cabelo preso e disse:</p>
<p>- Você não pode? Você não quer? Não é curiosa a ponto de saber o que faz com que tantas mulheres venham me visitar?</p>
<p>- Ai Dyas&#8230; Nos conhecemos agora! O que vai pensar de mim</p>
<p>- Eu vou pensar que sabe aproveitar um bom momento.</p>
<p>E assim comecei a acariciar seus seios e morder de leve sua orelha. Ela gemia baixinho, tentando evitar as minhas mãos, se contorcendo de leve, mas sem muito esforço. Gemendo, me pedia para parar com aquilo, que eu deixasse com que fosse embora, mas minhas mãos não paravam de massagear seus seios e minha boca não parava em seu pescoço. A situação quente fazia com que ela aos poucos se soltasse, e o que eram tentativas de escapar, se transformavam em leves reboladas no meu pau. Comecei a descer minha mão devagar pelo seu corpo, e quando senti o elástico da calcinha por baixo do vestido, ela se jogou de frente tentando escapar mais uma vez. Dessa vez, a puxei, com a minha mão em cheio entre suas pernas. Sentindo minha mão tomando sua buceta por completo como se estivesse a protegendo e com a força que a puxei, ela juntou novamente o corpo com o meu e jogou sua cabeça para traz, se apoiando no meu ombro. Começamos a nos beijar ali. Um beijo suave e carinhoso, enquanto minha mão buscava levantar seu vestido. Quando consegui passar minha mão por dentro da sua calcinha, ela me mordeu levemente o lábio e suspirou fundo, sentindo meu dedo tocando seu quente e molhado grelo. Com a calcinha entre nossas mãos, ela acompanhava meu ritmo, enquanto tocava os seios, gemendo de prazer e vontade, entregue aos meus braços. Depois de muito sentir aquele grelo pulsante, tirei meus dedos completamente encharcados da sua calcinha e os levei às nossas bocas. Ela lambia e chupava meus dedos como se estivesse me proporcionando um oral. Minha outra mão buscava seus seios por baixo do vestido. Quente pelo momento e pela vodka, ela mesma abaixou as finas alças de sua roupa, e se despiu em questão de segundos, ficando apenas de calcinha no meio da sala. Cheia de vontade, se virou de frente para mim, e me beijando como louca, começou a acariciar meu pau por cima da calça.</p>
<p>Eu me livrava da minha roupa como podia, e ela me ajudava, cheia de vontade e tesão. Minha calça foi parar perto da porta de saída, minha camisa jogada em cima de uma estante onde eu ostentava algumas coleções literárias. A vontade dela pareceu aumentar ainda mais quando viu meu pau escapando da cueca, babando e de cabeça completamente inchada e lisa. Quando ela viu a grossura e o tamanho enlouqueceu e começou a me beijar o corpo completamente descontrolada. O descontrole dela era tamanho que me desequilibrei e cai sentado no sofá. Ela veio felina para cima de mim e com ferocidade arrancou a minha cueca, me olhando nos olhos com cara de vampira começou a lamber a cabeça do meu pau segurando firme na base. Soltei seus cabelos, e ela os jogou para o lado, cobrindo minha coxa com os loiros e lisos fios. Habilidosa, me fazia gemer alto enquanto lambia e mordia de leve a cabeça da minha rola. Sua língua passeava pelo meu pau como se já soubesse cada terminação nervosa que eu gostava de sentir. Encarando-me, ela lambia das minhas bolas até a cabeça, chupava enquanto me masturbava, engolia minhas bolas e me batia uma punheta. Confesso que aquele boquete estava realmente me fazendo ver estrelas.</p>
<p>Eu sentia a baba dela escorrendo pela minha virilha. Ela não parava um momento de me chupar, apoiando aqueles peitos macios e deliciosos em cima da minha coxa. Vez ou outra ela brincava com os bicos dos seios na cabeça da minha rola e sorria, me provocando cada vez mais. Não me agüentei e a puxei pelo braço. Ela veio pra cima de mim e beijei-lhe a boca mais uma vez. A vadia deliciosa aproveitou o momento para me bater uma. Aquela mão lisa subindo e descendo na minha rola dura e ensopada me fazia morder seus lábios com tanta força que em um leve momento de lucidez imaginei tê-la machucado. Ela não parava de me masturbar, e a cada mordida, sorria, e subia e descia com a mão mais rápido. A joguei de lado e ela quicou no sofá. Ela jogou de lado seus cabelos já todos desgrenhados e sorriu. Eu fiquei de joelhos no sofá com a intenção de ir para cima dela. Ela parou meu movimento com um pé no meu peito, e passou a acariciar meus pelos. Puxei o pé dela e trouxe à minha boca. Comecei a beijá-lo de leve, olhando-a nos olhos. Ela gemia olhando não só para o meu rosto, como para o meu pau, que pulsava já quase seco. Ela com o outro pé começou a acariciar minha rola. Passou com o pé por toda sua extensão, ficou brincando com o polegar na cabeça dele, e quando soltei o outro pé, ela começou a me masturbar prendendo minha rola entre eles. Aqueles pés lisos e macios, indo e voltando tão delicadamente no meu pau me levava a loucura. Aquela mulher sabia como deixar um homem louco, e usava realmente todas as armas para tal.</p>
<p>Eu admito que mulher que tenta me enlouquecer completamente acaba despertando meu lado competitivo. Com vontade, tirei seus pés do meu pau, a deixando completamente aberta para mim. Minha fome naquele momento falava alto, e abocanhei sua buceta por cima da calcinha mesmo, sem cerimônias. Quando ela sentiu minha boca quente envolvendo toda a sua buceta encharcada soltou um gemido alto e ficou direcionando minha cabeça com as mãos. Com a ponta da minha língua sentia seu doce sabor e seu clítores duro. Ela rebolava na minha boca, mordendo os lábios e me chamando de puto e cachorro. Aquilo apenas aumentava ainda mais a minha vontade, e arrebentando um lado da sua pequena calcinha, me livrei daquele bloqueio e fui com a língua em cheio na entrada daquela xota maravilhosa toda depilada. Os gemidos dela se intensificavam conforme a vontade que eu utilizava minha língua. Os gemidos às vezes se abafavam por ela estar mordendo um dedo ou outro, sentindo minha língua girando no seu grelo.</p>
<p>Levantei-me por um momento e puxei a garrafa de vodka, que ainda estava pela metade. Joguei sobre seu corpo e fui lambendo todo o líquido. Despejava sobre seus seios, sua barriga, sua buceta e com a boca bem treinada e grande que tenho, não deixava escapar uma gota sequer. Aquilo a enlouquecia ainda mais. Ela se remexia por completo, sentindo minha boca quente tomando aquele líquido frio que caia em seu corpo. Quase gozando, sentia a vodka deslizando pelo seu grelo, enquanto eu a tomava praticamente na entrada da sua gruta. Enlouquecida, me jogou no chão. Quase derrubei a garrafa. Ela veio por cima, tomou a garrafa da minha mão e me devolveu o que eu estava fazendo com ela, com o rabo virado para a minha cara. Derramava vodka pelo meu pau e chupava intensamente, me fazendo pirar de prazer. Eu não podia deixar barato aquela buceta deliciosa na minha cara, e passei a chupá-la também. Minha língua ia e voltava naquela xota perfumada pelo cheiro natural misturando com a vodka.</p>
<p>Ela rebolava na minha boca e não parava de chupar meu pau. Naquele momento já tinha se esquecido da vodka, que deixara ao lado da minha coxa, e se concentrava em me sugar e bater uma. Seu rebolado era perfeito, e a cada rebolado que ela dava, eu tinha a visão do seu cuzinho rosa e com aparência de imaculado. Resolvi brincar um pouco com ela, e comecei a passar meu dedo por ele. Quando sentiu, parou com a punheta, mas sem tirar a boca do meu pau, parecendo estar aflita pelo o que poderia acontecer, porém não parou o rebolado. Aquele quadril se mexendo tão deliciosamente parecia um convite de boas vindas e um pedido para entrar. Empurrei meu dedo lentamente e então ela parou com tudo. Apertou meu pau com a mão e a boca e fazia movimentos leves para trás, como se quisesse mais que apenas a cabeça do meu dedo médio. Atendi, enfiando ainda mais. Quando meu dedo entrou pela metade naquele rabo apertado, comecei um movimento de vai e vem e mantive seu clítores na minha língua. Aquilo a fez imediatamente largar o meu pau, e de quatro em cima de mim, gemia e voltava a rebolar aos poucos. Em minutos, meu dedo já entrava e saia inteiro sem dificuldade.</p>
<p>Sentindo que não iria conseguir mais me chupar, sentou na minha cara e puxou a garrafa para ela. Sentada na minha cara com meu dedo enfiado até o talo no seu rabo e minha boca completamente cheia com sua buceta, ela bebia da vodka e se esbaldava com o mix de prazeres que eu lhe oferecia. Num momento, ela se segurou firme no sofá que estava ao lado, e tremendo me deu o prazer da sua primeira gozada. Ainda sentada na minha cara, rebolava com gosto enquanto meu dedo fudia seu rabo com vontade.</p>
<p>Depois disso se levantou quase caindo, não sei se pela vodka, ou pelo orgasmo tão intenso que tinha tido. O que eu percebi foi que a bebida me deu de presente uma vadia que eu iria comer a noite toda. Enquanto me levantava, ela bebia mais uns goles agora para matar a sede. Não tinha percebido com ela em cima de mim, mas já estava completamente suada, de cabelos completamente molhados. Ela sorria para mim com uma cara de tarada e, deixando a garrafa de lado, se pôs de quatro em cima do sofá e disse dando um tapa forte na bunda:</p>
<p>- Quero mais. Mas agora quero de verdade. Me enraba com esse rolão, negão? Vem comer tua loirinha vadia, vem?</p>
<p>Santa vodka! Tenho que agradecer muito meu cliente por ela. Eu não poderia negar aquele pedido, porém admito ter ficado perplexo. Aquele cuzinho agüentou meu dedo, não passava pela minha cabeça que poderia agüentar a minha rola. Cheguei perto dela e dei um tapa servido na bunda dela. Ela rebolava jogando os cabelos pra trás, e puxando as nádegas me mostrava o caminho daquele rabo, que piscava chamando por mim. Segurei meu pau e fui devagar, deixando a cabeça entrar de leve. Ela se segurava no sofá quase o rasgando. Eu sentia minha rola entrando com dificuldade, mas mesmo assim ela jogava a bunda pra trás querendo mais. Continuei enfiando e aos poucos via minha rola escura desaparecer naquela bundinha branca até que não tinha mais o que enfiar. Rebolando ainda mais, me chamava para dançar e eu fui acompanhando a dança, fazendo minha rola entrar e sair no seu rabo, que aos poucos já se acostumava com o gigante invasor.</p>
<p>Os movimentos se intensificavam cada vez mais. Nossos corpos já passavam a fazer barulho batendo um no outro. Gemidos? Acho que nos esquecemos deles, tamanho prazer estávamos tendo. Eu por comer aquele cuzinho tão apertado e delicioso. Ela por estar recebendo a minha rola do jeitinho que parecia gostar. Eu com as mãos na sua cintura a puxava forte, e ela não fazia por menos, jogando a bunda contra meu corpo. As piscadas daquele rabo, mais a velocidade que estávamos metendo, fez com que meu pau começasse a pulsar anunciando o primeiro gozo da noite. Antes que eu pudesse falar algo, eu já estava jorrando naquele rabo, e ela sentindo meu leite quente lhe invadindo, rebolava ordenhando minha pica tentando tirar até a última gota de porra da minha rola.</p>
<p>Quando tirei minha rola daquele cuzinho, o que era um botão rosa e tão delicado, tinha se transformado em um buraco com a grossura do meu pau. Ela ainda demorou a sair da posição, se refazendo um pouco do que tinha acontecido ali. Eu também estava cansado e propus um banho. Ela sorrindo apenas virou o rosto e com um leve movimento de cabeça aceitou minha proposta. Ela se levantou e a segurei pela mão. Ela caminhando um pouco lentamente me disse:</p>
<p>- Nossa! Que delícia isso tudo! Eu devia ter batido aqui antes!</p>
<p>- Ah querida. Apenas me esforço um pouco mais. Sou a favor de dar a uma mulher tudo o que ela merece e tem vontade.</p>
<p>- Nossa&#8230; Isso é ótimo! Mas você simplesmente acabou comigo. Nunca tinha sentido uma rola tão grossa e gostosa por trás&#8230; Adorei!</p>
<p>- Se quiser mais&#8230; – Falei rindo.</p>
<p>- Não! Agora não!  E ele não baixa? – Falou apontando ao meu pau.</p>
<p>- Baixa sim, mas acho que ainda não é a hora.</p>
<p>Quando chegamos ao banheiro, liguei o chuveiro e ela se jogou lá dentro. A visão dela no banho era completamente deliciosa. Só reparei que eu estava em transe a olhando quando ela me perguntou se eu não iria entrar. Sorri e entrei no Box. Ela, sorrindo, começou a me ensaboar, dando uma atenção especial ao meu pau, que carinhosamente punhetava com a mão cheia de espuma. Sentindo aquilo me dava vontade de mais, e retribuía os carinhos massageando seu clitóris. Gemíamos com a troca de favores embaixo do chuveiro, e eu sentia que a buceta dela se molhava completamente novamente. Lavei a espuma da minha rola e a puxei por uma perna. Ela se encaixou deliciosamente em mim, e depois de alguns movimentos, minha rola começou a entrar fácil naquela bucetinha quente. Estava delicioso sentir ela me abraçando e jogando os quadris pra cima de mim enquanto eu também me movimentava. A minha rola entrava gostoso, mas eu queria sentir muito mais daquela mulher.</p>
<p>Desliguei o chuveiro e a peguei no colo. A carreguei até o quarto, molhando todo o corredor do apartamento. A joguei na cama e fui colocando ela de lado, beijando sua boca. Deitei atrás dela, e posicionei novamente minha rola naquela gruta molhada deliciosa. Ela puxou minha mão e passou a chupar meus dedos, enquanto eu me mexia indo e voltando comendo com gosto aquela buceta tão gostosa. Nossos gemidos tomavam todo o quarto, e cada vez mais nos mexíamos com vontade.</p>
<p>Naquele momento eu queria apenas uma coisa, meter meu pau até as bolas na buceta daquela mulher deliciosa. Fui me deitando por cima dela, e mantendo suas pernas fechadas, continuei socando minha rola sem parar. Ela gemia, mordia meus travesseiros, se agarrava ao lençol. Meu pau brilhando entrava e saia daquela buceta molhada. Nossos corpos já estavam tão quentes que já não estávamos mais molhados do banho, e sim do mel daquela buceta que envolvia minha rola.</p>
<p>Querendo ver aquela vadia virar os olhos de tesão, tirei meu pau dela e a fiz deitar de frente pra mim. Coloquei suas pernas nos meus ombros, e com ela bem aberta, soquei minha rola até as bolas. Ela de olhos fechados se agarrava com força ao meu colchão. Às vezes vinha com as mãos no meu peito, outras mordia os dedos, mas não parava de gemer um só segundo. Sua buceta parecia chupar a minha rola, me apertando deliciosamente a cada estocada que eu dava.</p>
<p>Depois de um tempo, me jogou de lado e veio para cima de mim. Sentou com vontade na minha rola e começou a pular deliciosamente. Ela fez questão de sentar sem colocar os joelhos na cama, e ficar observando meu pau entrando e saindo da sua pequena buceta. Ela às vezes ficava apenas com a cabeça do meu pau dentro da sua buceta, e rebolava, sentando devagar. Sentando daquele jeito fazia com que meu pau parecesse um vulcão prestes a explodir. Mas não iria gozar ali, não com ela em cima de mim. Se eu fosse terminar com aquela buceta, acabaria do jeitinho que toda mulher gosta.</p>
<p>A tirei de cima de mim e a pus de quatro. Aquela bunda redonda deliciosa parecia um convite a fuder novamente seu cuzinho. Contive-me e posicionei minha rola na entrada daquela xota, não sem antes masturbá-la com a cabeça quente e grossa da minha rola. Se mexendo deliciosamente, gemia sentindo as carícias da minha rola. Eu depois de deixá-la com bastante vontade comecei a enfiar meu pau. Que delicia o gemido que aquela vadia soltou sentindo minha rola quente invadindo sua bucetinha naquela posição. Um gemido agudo, me olhando, cheia de desejo, aprovando minha pica entrando inteira dentro do seu buraco úmido e apertado.</p>
<p>As estocadas aumentavam de intensidade. Seus gemidos tinham o mesmo ritmo do meu corpo batendo ao dela. Minha rola pulsava cada vez mais. Minha porra vinha cavalgando meu caralho bem devagar, se preparando para jorrar naquela deliciosa puta. Eu já suava frio tentando segurar o meu gozo. Foi quando anunciei que não tinha mais como, que eu precisava gozar. Ela saiu desesperada da posição, e veio com o mesmo desespero para cima do meu pau, beijando, apertando, chupando. Eu fiquei de pé na cama e ela se ajoelhou na minha frente, me chupando sem parar. Ela punhetava o meu caralho mirando sua boca que estava aberta esperando seu presente.</p>
<p>Ela batia uma lambendo a cabeça do meu pau e me olhando. Eu ainda tentava segurar, e quanto mais eu segurava, mais rápido ela me masturbava, e vez ou outra sugava a cabeça na esperança da minha porra vir mais rápido. Ela me pedia para gozar na sua boca, pedia a minha porra na sua garganta, queria o meu leite de todo jeito. Até que não agüentei e o primeiro jato saiu. Encontrou sua boca de destino, e ela naquele momento enfiou minha rola na boca e com a mesma intensidade que me batia aquela punheta, ia e voltava com a cabeça. Eu não parava de jorrar, e chegou uma hora que ela não conseguiu segurar tudo e minha porra começou a escorrer pelo canto da sua boca, pingando nos seus seios e descendo por todo seu corpo. Ela só parou quando minha pica ficou completamente mole na sua boca. Ela me olhou nos olhos com uma carinha de dever cumprido, engoliu a porra que estava na sua boca e sorrindo me disse:</p>
<p>- Hmmm era essa a hora?</p>
<p>- Tinha como ficar duro depois dessa?</p>
<p>- Que delícia que consegui! Adoro conseguir fazer essas proezas!</p>
<p>- Mas nem por isso estou saciado.</p>
<p>- Uau! Eu também quero mais, mas preciso dar as caras em casa. Posso passar por aqui mais tarde e usar seu computador?</p>
<p>Nessa hora gargalhamos, e após os dois se recomporem, ela se vestiu e começou sua viagem até o outro lado do corredor. Viagem essa que ela vez ou outra faz para usar meu “computador”, seja para tarefas rápidas, como mandar um e-mail, ou então para mais demoradas como aprender a mexer em alguma ferramenta. Desculpas que ela dava em casa quando só queria vir chupar meu pau, ou quando queria fazer algo mais completo e simplesmente devastador.</p>
<div class="shr-publisher-213"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F02%2F06%2Fo-pecado-mora-em-frente%2F' data-shr_title='O+pecado+mora+em+frente'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F02%2F06%2Fo-pecado-mora-em-frente%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F02%2F06%2Fo-pecado-mora-em-frente%2F' data-shr_title='O+pecado+mora+em+frente'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F02%2F06%2Fo-pecado-mora-em-frente%2F' data-shr_title='O+pecado+mora+em+frente'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://tifudyas.com/?ak_action=api_record_view&id=213&type=feed" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tifudyas/~4/J1N7ejgaJa8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Doce Devassa</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 21:24:10 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F01%2F23%2Fdoce-devassa%2F' data-shr_title='Doce+Devassa'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F01%2F23%2Fdoce-devassa%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F01%2F23%2Fdoce-devassa%2F' data-shr_title='Doce+Devassa'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F01%2F23%2Fdoce-devassa%2F' data-shr_title='Doce+Devassa'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2011/01/docedevassa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-464" title="docedevassa" src="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2011/01/docedevassa-300x284.jpg" alt="" width="300" height="284" /></a>O trabalho sempre ocupou muito do meu tempo. Por diversas vezes minhas semanas se reduzem a apenas trabalho e mais trabalho, o que diminuía o tempo que eu tinha para ficar com uma namoradinha que tive épocas atrás. Soraya tinha uns dois anos a menos que eu, morena de lábios levemente carnudos, sempre de batom vermelho, corpo bem desenhado num formato de violão, rosto de menina de família, e todos me perguntavam o porquê de eu ainda estar com ela se trabalhava como produtor pornô e tinha as melhores atrizes doidas para sair comigo. A questão era que Soraya apesar da aparência de recatada, deixava inúmeras marcas roxas no meu corpo, em nossos encontros. Ela conseguia dar de dez a zero em qualquer uma das atrizes que estavam no set, e vez ou outra até depois de uma transa completamente insana com direito a jogá-la forte contra a parede, derrubar de quatro no chão e comer seu rabo com força, puxá-la pela cabeça fazendo-a engolir meu pau até as bolas e gozar na sua garganta, eu a perguntava se um dia ela não queria ir ao set e trabalhar em algum filme. A resposta me vinha como uma flexa:</p>
<p>- Porque eu sou de família, seu louco!</p>
<p>Tínhamos uma perfeita sintonia, e isso nos fazia ter uma tremenda confiança um no outro. Ciúmes rolavam, com certeza, afinal ninguém tem sangue de barata, porém conseguíamos nos abster em questão de segundos desses sentimentos fracos, nos focando no mais importante, apenas nós dois.</p>
<p>As noites com aquela morena pareciam nunca terminar. Transávamos tão intensamente e com vontade um pelo outro que mal percebíamos que o dia estava para raiar. Vez ou outra tínhamos que parar abruptamente porque eu deveria estar trabalhando no set. Algemas e vibradores não faltavam em nossas noites à sós. Ainda me lembro do dia que a amordacei, algemei, vendei, enfiei um vibrador na sua buceta e enterrei minha rola no rabo dela. Ela tentava sair, queria urrar e não conseguia, enquanto eu sem pena alguma daquela moça tão bonitinha socava sem pena minha rola inteira no seu rabo. Gostosas eram as noites que eu a libertava e ela deitava na cama esbaforida, de respiração arritmada, seios saltando conforme seus batimentos cardíacos, e tentando balbuciar que gozou.</p>
<p>Confesso que ela acabava sendo minha válvula de escape. Vendo tantas pessoas transando por dia me deixava com um tesão tão violento que nem se eu me masturbasse o dia inteiro passaria. Soraya era quem acabava sofrendo e muito na minha mão, mas um sofrimento gostoso, que nos fazia sentir uma enorme saudade um do outro quando não estávamos juntos. Matávamos a saudade por longas conversas por telefone, que quase sempre culminavam em um papo mais quente, e numa das noites, depois de uma gozada deliciosa que demos falando um com o outro, ela me confessou que um dia queria algo a mais nos nossos encontros. E esse algo a mais tinha que ser uma mulher. Na hora comecei a imaginar aquela mulher com cara de anjo gozando com a boca de outra mulher engolindo a sua buceta, enquanto eu gozava na sua boca. Quase acabei sentindo vontade de gozar outra vez, mas me contive e comecei a bolar alguma coisa.</p>
<p>Liguei para alguns contatos e acabei conhecendo o dono de um barzinho fetichista perto do centro da cidade. Não pensei duas vezes e no ato combinei com o cara o que eu queria fazer. Um baile de máscaras, mas o meu set de filmagem teria que estar todo lá, pois queria fazer algo realmente impressionante para Soraya. Dias depois, com tudo pronto e tudo o que eu queria em mente, chamei Soraya para aparecer em casa depois de conseguir uma folga do serviço. Ela apareceu em um micro vestido, linda como sempre, chegou me beijando como louca, mas não queria transar com ela ali, naquele momento. Pedi a ela que se sentasse no sofá e sai. Ela não entendeu nada, quis vir atrás, mas a impedi e pouco tempo depois retornei com uma caixa. Na caixa, um vestido de vinil preto, com uma máscara também preta e uma calcinha minúscula. Na hora ela me olhou com os olhos brilhando, e correu para se vestir. Quando chegou ao banheiro deu de cara com mais uma das minhas surpresas. Uma bota também de vinil que chegava até o meio da coxa com um salto agulha finíssimo. Eu ria com os berros de felicidade dela dentro do banheiro.</p>
<p>Mais uma vez ela quis vir pra cima e mostrar o quanto tinha gostado do presente. A impedi novamente e falei baixinho no ouvido dela que a noite só estava pra começar, e aquilo não era nem um por cento do que iríamos aprontar. Ela mordeu os lábios de tal forma que imaginei que se machucaria. Passei por trás dela e puxei uma coleira do meu bolso. Quando ela sentiu que eu a estava encoleirando, quase teve um orgasmo. Tentava me abraçar, me beijar, me puxar, e eu simplesmente evitando, falando que não. O tesão dela estava tão alto que ela não me ouvia de forma alguma, foi quando eu puxei a coleira quase a enforcando e disse:</p>
<p>- Não, sua cadela! Já disse que não! Você vai ter o que merece, mas não será aqui, nem agora!</p>
<p>Ela ainda relutou um pouco, mas dei-lhe um servido tapa na cara, fazendo-a parar na hora, e entender que ali eu era o seu mestre, seu dono. Tanto entendeu que na hora que retornou a si, proferiu olhando pra baixo com cara de triste e entrando no clima:</p>
<p>- Perdão, senhor. Isso não se repetirá. Juro que vou me comportar para o senhor.</p>
<p>Com um ar soberbo, olhei para ela, puxei a coleira e disse:</p>
<p>- É assim mesmo, vadia. Agora vamos. Temos uma noite inteira pela frente.</p>
<p>- Pra onde vamos senhor?</p>
<p>- Te devo satisfação? Você só pergunta quando eu permitir que você fale. Agora entra no carro. E você dirige! Tenho que dar uns telefonemas.</p>
<p>Ela acatou na hora, sentou-se no banco do motorista e foi dirigindo, preocupada por acabar sendo vista por algum conhecido naquelas vestes, enquanto eu, no banco de trás do carro fazia alguns telefonemas. Só de sacanagem, falava com as pessoas de uma forma mais calma e meiga, enquanto com ela eu era completamente ríspido indicando a direção para onde ela deveria dirigir.</p>
<p>Em pouco tempo chegamos ao lugar onde seria a nossa deliciosa festa. Ordenei que parasse no estacionamento e que colocasse a máscara. Ela acatou na hora, e saindo do carro me ofereceu a coleira para que eu pudesse guiá-la. Agora completamente obediente, caminhava de forma desconfiada pelo corredor escuro do lugar ao qual eu tinha a levado. Quando depois de uns poucos passos, nos deparamos com uma enorme porta de ferro. Dei três batidas e ela se abriu, revelando um salão com iluminado a velas, com algumas pessoas presas em jaulas, outras sendo espancadas amarradas a um tronco, e uma mulher, também morena, mas com uma pose extremamente autoritária, com dois homens lambendo as suas botas. Quando paramos no salão, essa mulher firmou os olhos em Soraya, se levantou do que parecia um trono e veio na nossa direção.</p>
<p>- Olá, meu senhor! Percebo que é realmente um homem de palavra. Trouxe uma escrava realmente muito boa!</p>
<p>- Eu tinha certeza que você iria gostar dela. E você, cadela? Gostou da Carla?</p>
<p>- Gostei sim senhor&#8230;</p>
<p>- É do jeito que você gosta, vadia?</p>
<p>- Sim, meu senhor! Vai me permitir ficar com ela, senhor?</p>
<p>- Você vai servir a nós dois, minha puta!</p>
<p>Carla era um mulherão. Alta, peituda, bunduda, também com cara de moça de família, mas olhar arrebatador. Carla era uma amiga muito especial que eu tinha feito em uma das locações que utilizei para uma filmagem, e que apesar de também não querer participar de um pornô, aparentava bastante fôlego para tal. E mesmo ouvindo suas mais loucas histórias, nunca nos encontramos na cama, mas vendo que as vontades tanto da Carla quanto da Soraya eram iguais, pensei em apresentá-las.</p>
<p>- Nosso quarto está pronto, Dyas. Que tal levarmos essa vassala para lá e dar a ela o que merece?</p>
<p>- Trouxe tudo o que te pedi?</p>
<p>- Sim, Dyas! Está tudo lá!</p>
<p>Apenas sorri para Carla e puxei Soraya pela coleira, levando-a por outro corredor, mas dessa vez iluminado por velas. A luz fraca permitia que apenas vultos fossem vistos. Viam-se grupos de diferentes formas, heteros, homos, bissexuais. Todos compartilhando de uma enorme orgia. Não haviam divisões definidas e visíveis, porém pareciam respeitar algum tipo de ordem. Carla vez ou outra chicoteava alguém pelo caminho, para mostrar que estávamos passando, e como lordes em um reino, os súditos apenas davam passagem, enquanto passávamos, eu e Carla imponentes, Soraya de cabeça baixa e acatando todas as nossas ordens.</p>
<p>Em pouco tempo chegamos ao quarto. A iluminação era provida de tochas, que nos levaram a uma luz mais forte que focava a cama, parecia um cenário medieval de tortura, com algemas, chicotes, mordaças e vendas. O que diferenciava a cena de algo ruim era o fato de estarem disponíveis vários brinquedos como vibradores, plugs, calcinhas de diferentes jeitos e tamanhos, extensores penianos. Soraya olhava àquilo tudo embasbacada. Olhei para o rosto dela e a vi parada, sem conseguir se mexer. Realmente não sou do tipo que aposta, mas se tivesse que, apostaria que aquela tinha sido a sua primeira gozada.</p>
<p>Entreguei a coleira para o controle de Carla, liguei as câmeras que estavam por lá e me sentei em um sofá. Carla, super segura de si sempre, juntou Soraya pela coleira e a puxou. Tirou sua máscara e falou ao pé do ouvido dela de uma forma que eu também ouvisse:</p>
<p>- Pedi a teu mestre uma nova escrava, e ele me trouxe. Em retribuição, hoje sou escrava dele, mas tu ainda é vadia minha e dele, entendeu?</p>
<p>Soraya apenas fez que sim com a cabeça. Carla a puxou e sem muitas delongas lhe deu um longo beijo nos lábios. Soraya retribuía, completamente entregue às emoções. Eu observava a cena sentado no sofá, com um cigarro aceso e de pernas cruzadas. O que mais me excitava naquele momento era o encontro de lábios tão doces que emolduravam rostos tão angelicais se encontrando com tanta volúpia e vontade. Aos poucos suas mãos começaram a explorar o corpo da outra. Vez ou outra Carla me olhava durante aqueles beijos das duas me convidando, mas eu apenas olhava, tragando lentamente meu cigarro.</p>
<p>Carla percebeu o que eu queria, e sentou Soraya na cama. Tirou seus seios de dentro do apertado, porém enorme decote e ofereceu para que ela chupasse. De onde eu estava tinha visão total de Carla de olhos fechados, enquanto Soraya lambia e chupava seus seios deliciosos. Nesse momento, Soraya também me chamava com os olhos para a cama, mas mesmo assim me mantive ali sentado, observando e fumando meu cigarro. Carla, completamente excitada no momento, puxou novamente Soraya, mas dessa vez pelos cabelos e a beijou novamente, mas dessa vez um curto beijo, para jogá-la na cama com violência e, abrindo a parte debaixo de sua roupa parecida com um maiô de vinil, e encaixou sua buceta na boca e Soraya, que nunca tinha feito nada nem próximo, mas com alguns segundos ali, já parecia mestra na arte de chupar uma mulher. Carla gemia alto, curtindo os agrados da minha escravinha deliciosa. Observando a cena, nem percebi que meu cigarro tinha acabado, deixei a bituca no cinzeiro que estava usando e me aproximei. Cruzei os braços ao lado das duas e fiquei ali perto, observando. As duas perceberam minha presença, e senti as duas procurando minha rola dura como pedra por cima da minha calça. Sentia a mão das duas me acariciando, mas mesmo com essa nova tarefa, Soraya não deixava de lamber a buceta de Carla, naquele momento eu a sentia se apoiando em mim para gozar do primeiro orgasmo. Nesse momento, Carla se jogou de lado, o que fez com que Soraya tivesse total acesso ao meu corpo. Soraya veio quente, cheia de vontade para chupar meu pau mesmo por cima da calça, mas Carla a deteve, a puxando pelos cabelos falando:</p>
<p>- Ele manda em mim, mas eu mando em você, vadia. Se você quer rola, vai ter que esperar! Senta ali no canto e fica quietinha!</p>
<p>Soraya no mesmo momento me olhou como se pedisse e muito minha aprovação para que continuasse, enquanto Soraya a puxava pelos cabelos sem deixar que encostasse os lábios sobre minha calça. Dei um sorriso de canto de boca, calmamente juntei tanto Carla quanto Soraya pelos cabelos e falando numa voz tênue, porém firme, disse:</p>
<p>- Minhas queridas&#8230; Sem brigar&#8230; &#8211; E conforme continuei, pausadamente, o meu tom de voz se tornou autoritário e cruel &#8211; Já disse que quem manda aqui sou eu! E agora eu quero vocês duas me chupando, quietinhas. Vocês ainda mal sabem o que lhes aguarda essa noite. Soraya! Minha calça. Abra-a!</p>
<p>Soraya, com um sorriso muito provocante, o fez. Abriu minha calça e começou a me lamber por cima da cueca que escurecia a cada lambida e chupada que ela dava, babando todo o tecido azul marinho que cobria minha rola extremamente dura pela situação. Enquanto ela brincava com os lábios, Carla me beijava o corpo. A cintura, a barriga, e ia se incumbindo de tirar a minha roupa durante suas carícias. Eu me sentia um rei entre as duas, que concentravam com vontade suas carícias pelo meu corpo. Depois de me despir por completo, Carla passou a me beijar a boca, enquanto Soraya não tinha tanto trabalho em tirar meu membro duro e inchado, que já tentava fugir desde o início daquelas carícias, da sua prisão de pano. Eu ainda me ocupava com a boca de Carla quando senti a língua quente de Soraya envolvendo a cabeça do meu pau de forma deliciosa. Não consegui conter os gemidos e muito menos o tesão do momento. Puxei os cabelos de Carla quase os arrancando e o beijo passou a ser incrivelmente mais quente. Mordidas, lambidas, chupadas. Carla ofegava ao meu ouvido enquanto minha boca passeava pelo seu corpo, brincando pelo pescoço com a língua, descendo até os seios, voltando aos seus lábios, enquanto Soraya não parava com a minha rola em sua boca. Ela mamava a cabeça me punhetando e acariciando as minhas bolas me deixando completamente louco.</p>
<p>Carla por um momento passou apenas a observar o trabalho de Soraya, que passou a me chupar nos olhando, como se estivesse convidando Carla para dividir o que naquele momento estava sendo seu brinquedo favorito. Carla me beijou nos lábios e foi descendo devagar se juntar à sua nova amiga. Eu passei a afagar seus cabelos, enquanto elas se empenhavam em deixar meu pau inteiro babado, da cabeça às bolas. Eu apenas curtia a visão daquelas duas línguas vermelhas passeando pelo corpo do meu pau, de vez em quando nossos olhares se cruzavam, o que conseguia me deixar ainda mais excitado. Os afagos nos cabelos começavam a ganhar força, e quando menos percebi, já estava as puxando forte pelos cabelos, o que as faziam chupar e babar ainda mais no meu caralho. Nesse momento já não mais sabíamos quem mandava em quem. As hierarquias acabaram se perdendo conforme nosso tesão foi aumentando. Tanto que Soraya já puxava Carla pelos cabelos a fazendo engolir minha rola o quanto conseguisse. Eu já não mais buscava comandar naquele momento. Na verdade, ninguém mais buscava saber quem liderava algo. Carla engolia minha rola aos comandos de Soraya. Soraya atendia ao meu puxão de cabelos e vinha me beijar com vontade. Carla tentava respirar com mais da metade da minha pica tomando tua boca, Soraya voltava para a minha pica e me lambia as bolas. Definitivamente elas iriam me fazer gozar ali, mas quem disse que eu queria gozar primeiro?</p>
<p>Em um momento de lucidez, decidi tomar o controle novamente e puxei as duas para cima. Começamos um delicioso beijo a três, com nossas mãos se encontrando no corpo do outro. Iniciei a despir Soraya, com a ajuda de Carla. Em pouco tempo estávamos os três completamente nús em pé perto daquela enorme cama. As carícias leves e delicadas até então pararam ali. Segurei Soraya pelo braço e a joguei de bruços na cama. Com a cabeça do meu pau pincelei a sua xota por completo e ela me deu a ordem:</p>
<p>- Mete, tesudo! Mete gostoso!</p>
<p>Dei um sorriso e com a mão bem aberta desci com gosto um tapa na sua bunda, e retruquei:</p>
<p>- É você quem manda aqui, vadia?</p>
<p>- Não senhor! Desculpa!</p>
<p>- Carla! O chicote! Ensina a essa vadia a ser uma escrava de verdade!</p>
<p>- Hmmmm&#8230; Posso mesmo, Dyas?</p>
<p>Nesse momento, sem falar uma palavra, a olhei sério. Percebendo que a partir dali quem mandaria de fato seria eu, abaixou a cabeça e me disse:</p>
<p>- Desculpa senhor! Vou pegar o chicote agora e ensinar a essa vadia a ser uma escrava obediente como estou sendo pro senhor!</p>
<p>Acompanhei Carla se dirigindo aos chicotes com os olhos, e logo após me dirigi a Soraya, que no mesmo momento desviou o olhar, com medo de outra bronca. Subi na cama, passando minha rola sobre o seu corpo e a algemando em correntes presas à cama, lhe disse no ouvido:</p>
<p>- Você sabe por que está merecendo isso, não?</p>
<p>- Sim senhor! Mereço tua punição por ter sido desobediente!</p>
<p>Carla, que segurava um chicote de tiras de couro, se manteve parada nos observando. Levantei-me e fui em direção a cabeceira da cama, onde estava a cabeça de Soraya coberta pelos cabelos que naquele momento já estavam completamente desarrumados e molhados. Olhei para Carla e ordenei:</p>
<p>- Puna essa vadia! Dê a ela o que ela merece!</p>
<p>Carla, como perfeita carrasca, me fez um sinal com a cabeça afirmando e a cada chicotada que dava, deixava a bunda de Soraya, que era branca e suave, com leves vergões vermelhos. Da cabeceira da cama eu observava a cena, de pau duro, próximo o bastante para sentir o calor da respiração de Soraya, mas longe para que ela me alcançasse com a boca. Soraya naquela posição me suplicava por algo em sua boca, que necessitava demais. Ordenei que Carla continuasse a fazer o que fazia e me aproximei de Soraya, batendo com meu pau no seu rosto:</p>
<p>- É isso aqui que quer, vadia?</p>
<p>- Sim senhor! Suplico! Me deixa te chupar! Preciso te chupar, meu mestre! Preciso te provar que sou tua vadia!</p>
<p>Ela tentava se livrar das algemas as puxando e soltava leves gemidos quando sentia minha rola passeando pela sua face, enquanto suas nádegas eram chicoteadas por Carla. Puxei Soraya pela cabeça e a fiz me engolir. E ela era mestra nisso. Engoliu minha rola até que minhas bolas batessem em seu queixo. Experiente, encaixou com vontade a cabeça do meu pau na garganta, e com a língua lambia as bolas. Quando senti aquilo, ordenei que Carla parasse na hora. Carla atendeu como sempre, e prestativa, me perguntou quais seriam suas novas ordens. Em poucas e tremidas palavras por conta do tesão que aquela puta me proporcionava, disse:</p>
<p>- Chupa essa vagabunda. Chupe ela agora!</p>
<p>Tínhamos combinado antes de tudo que Carla não faria isso. Até cheguei a imaginar que nossa brincadeira tinha chegado ao fim ali, mas para minha surpresa, Carla foi se colocando embaixo de Soraya em um 69 e começou a chupá-la violentamente, como se quisesse engolir a buceta dela. Soraya, que chupava meu pau sem parar, naquele momento se rendeu, e jogando o rosto para o lado, se livrou da minha pica e berrou. Depois daquele berro, ela não mais parou de gemer alto, e passou, sem minha permissão a chupar a buceta de Carla com a mesma intensidade. Eu iria ordenar que voltasse ao meu pau, mas a cena estava mais que perfeita. Aquelas duas se comendo tão gostoso me fez parar qualquer ação que eu fosse ter e simplesmente fiquei como expectador. Carla estava maldosa. Metia os dedos na buceta de Soraya com força enquanto lambia seu grelo, e Soraya, desesperada, não podia fazer nada a não ser gemer com a boca em cima da buceta de Carla. Eu passei a achar realmente injusta aquela situação, e decidi liberar Soraya da sua prisão. Mal soltei uma das suas mãos e ela passou a retribuir a maldade de Carla na mesma moeda. Com os dedos, fincava com vontade na buceta de Carla deixando-a completamente arregaçada. Aquilo estava se tornando aos meus olhos a briga mais deliciosa de se ver.</p>
<p>Como eu não poderia deixar de ser sacana naquele momento, peguei um vibrador, liguei na potencia máxima e o passei pelos lábios de Carla, que não conseguia se concentrar em dar o troco em Soraya. Com o pouco de forças que lhe restava no momento, segurou aquela rola de borracha do tamanho da minha rola, e começou a enfiar devagar na xota de Soraya que perdeu o controle na hora, e novamente estava em desvantagem. Podendo se concentrar mais, enfiando e tirando o cacete de borracha em Soraya, voltou a lamber seu grelo. Soraya urrava já quase sem sentidos. Eu continuava como mediador da brincadeira, e puxando pela cabeça, fazia Soraya voltar a chupar Carla. Ela se esforçava, e entre gemidos e berros, voltava às mesmas ações com os dedos e a língua. Como Soraya estava em uma posição privilegiada para fazer com que Carla sofresse suas investidas, sorrateira, deu um jeito de reverter as coisas a seu favor. Tirou o vibrador de Soraya, que pingava o mel delicioso da buceta dela e o enfiou no seu rabo. Foi o bastante para Soraya quase se desfalecer sobre o corpo de Carla.</p>
<p>Carla, maldosa como sempre, deixou apenas as bolas do cacete de borracha pra fora, e puxando a bunda de Soraya, encheu a boca na sua buceta. Naquele momento pensei que Soraya jogaria a toalha e deixaria se vencer por Carla, mas o que vi foi uma mulher completamente louca, e fez o mesmo que Carla, mas com os dedos. Gemidos e berros abafados tomavam todo o lugar. O cheiro de buceta exalava pelo quarto como flores em um campo vasto. Eu apenas assistia a luta, sem encostar em meu pau, que babava de vontade de estar participando daquele jogo, mas a curiosidade de saber quem faria a outra gozar mais rápido me fez ficar ali assistindo. E num instante vi as intensidades das carícias aumentando e aumentando até que como se tivesse ocorrido uma explosão, as duas foram parando aos poucos. Carla tirou devagar o consolo do rabo de Soraya, que apenas acariciava as coxas de Carla, e via ali, depois do gozo ao mesmo tempo, um sinal de trégua entre as duas. Eu ainda embasbacado pelo que tinha visto, continuei parado no mesmo lugar sem esboçar reação.</p>
<p>Soraya se jogou de lado na enorme cama, e procurando o rosto de Carla com os olhos, a olhou e sorrindo falou:</p>
<p>- Gozar com borracha e língua não dá, né, amiga?</p>
<p>- Concordo. Preciso de uma pica pra me acalmar. Ainda estou numa vontade.</p>
<p>- Eu iria falar o mesmo. Você não acha que fomos boazinhas demais até agora?</p>
<p>- Pois é. Acho que tem um produtorzinho pornô barato que está precisando de uma bela lição.</p>
<p>As duas nesse momento se voltaram a mim. Eu de rola dura, parado em frente as duas, apenas as chamei com os olhos. Soraya levantou e veio na minha direção. Beijou-me a boca, acariciou de leve o meu pau, e carinhosamente me puxou pela mão até a cama. Deitando na cama, comecei a beijar a boca de Carla, sentindo a boca de Soraya passando pela minha nuca, me fazendo arrepiar. Carla me beijava acariciando minha rola de leve como Soraya o tinha feito. Delicadas, me faziam carícias pelo corpo, me fazendo esquecer todo o papo que elas tinham tido. A troca de beijos estava realmente deliciosa. As duas me deixaram entre elas, passeando com as pernas sobre as minhas, acariciando meu pau bem de leve e me beijando suave e deliciosamente. Só fui perceber o plano malévolo das duas quando ouvi o click das algemas e o metal pré aquecido por Soraya nos meus pulsos. Sorrindo, as duas se entreolharam por cima de mim e se levantaram da cama. Quando Carla terminou de levantar, se deu conta que a cama possuía algemas para os pés também. De senhor, a mero brinquedo.</p>
<p>Soraya e Carla me vendo completamente algemado sorriam. Eu observava e sabia que seria incrivelmente torturado pelas duas. Foi quando começaram a se insinuar na minha frente, se tocando, trocando beijos, chupadas. Posso afirmar que as duas estavam sendo completamente cruéis com aquelas ações. Meu pau pulsava como nunca. As veias o tomavam completamente. A cabeça inchada dava a impressão que iria explodir, e a cada pulsada, ele babava, chegando a pingar no meu corpo. Naquele momento o que eu mais queria era gozar naquelas duas, e gozar muito.</p>
<p>- Soraya, agora começa o sofrimento do nosso amigo. Trouxe umas coisas aqui que simplesmente vai tirar dele essa fama de nunca pedir água.</p>
<p>- Hmmmm. Posso ver?</p>
<p>E com isso, Carla pegou uma sacola, escondida embaixo da cama. Era uma sacola pequena, e eu não conseguia nem imaginar o que tinha dentro. Elas se voltaram de costas pra mim e começaram a esvaziá-la. Em poucos segundos se voltaram a mim, com as mãos cheias de pequenas coisas e frascos. Carla foi a primeira a utilizar o que trazia. Pegou um grosso anel de borracha cuja espessura parecia ser quatro vezes menor que a do meu pau. Esticando bem, começou a passar pelo meu pau, soltando bem rente às minhas bolas. Eu via o meu pau dobrando de espessura a cada intensa pulsada que dava. Soraya, por sua vez, pegou um frasco, pingou algumas gotas no meu pau e as duas juntas foram espalhando aquele gel que aquecia a minha rola de forma impressionante.</p>
<p>- Hmmmm. Gel que esquenta? – Perguntei</p>
<p>Enquanto passava o gel junto com Soraya, Carla retrucou:</p>
<p>- Não, bobinho. Retardante de ejaculação. Tu vai pedir água, e vai pedir hoje, Dyas! Sempre disse pra você que a primeira vez que estivesse no quarto contigo eu iria te fazer sofrer, e não importa como, mas iria tirar esse seu mito de nunca pedir água.</p>
<p>Eu sorri como que se estivesse tirando sarro, foi quando Soraya complementou:</p>
<p>- E a idéia foi toda minha. Você deveria apagar as mensagens que envia do seu celular, sabia? Eu e a Carla já estamos tratando disso há um bom tempo. Você deveria parar de subestimar tanto o poder feminino, bobinho.</p>
<p>E acabando de dizer isso me deu três tapinhas na cara ainda melada com o gel que passava no meu pau. Nesse momento percebi que de nada adiantariam argumentos. As duas estavam preparadas a me dar uma real surra.</p>
<p>Ficando de quatro, com as bundas voltadas a mim, as duas se colocaram com as bocas próximas ao meu pau e passaram a assoprar. Aquele gel aquecia cada vez mais minha rola, me fazendo urrar e puxar as algemas com força, tentando escapar dali. Elas gargalhavam enquanto eu me contorcia todo, e continuavam aquela tortura estonteante. Quando perceberam que o gel tinha secado, começaram o que realmente eu chamo de crueldade. Derramaram outro gel, fazendo com que escorresse até as minhas bolas, e começaram a usar os seios para espalhar. Uma de cada vez, iam deixando minha rola brilhando com aquele líquido. Depois disso, as duas começaram a me lamber. Devagar, segurando minha rola, me davam um banho de língua que me fazia perder o ar. E conforme aquele novo gel agia, eu sentia uma sensação de gelado na minha rola. Halls preto realmente não era nada perto daquilo. Soraya utilizava vez ou outra seus dotes de garganta profunda e me engolia até o anel de borracha, enquanto Carla me lambia as bolas. O suor frio e arrepios me tomava o corpo.</p>
<p>Carla foi a primeira a se levantar, e de costas, encaixou meu cacete na sua buceta, que naquela hora já estava o dobro do que costumava ser. Sentando devagar e se apoiando nos meus joelhos, desceu gemendo alto até o anel tocar seu grelho. Eu sentia aquela buceta tão apertada quanto o anel e urrava de prazer. Soraya, malvada, chupava minhas bolas, puxando-as na sua boca. Carla subia e descia me dando total visão daquele rabo enorme e delicioso. Soraya, depois de muito lamber minhas bolas, simplesmente saiu de lá e sentou no meu rosto. O ar que me sobrava naquele momento acabara por completo, mas mesmo assim eu conseguia dar atenção àquela bucetinha deliciosa, lambendo aquele grelo que ela fazia questão de mexer gostoso na minha boca.</p>
<p>Não percebi quando Carla se virou de frente para Soraya, sem tirar minha rola de dentro dela. As duas se abraçaram em cima de mim e passaram a se beijar deliciosamente, enquanto rebolavam, uma na minha boca, outra na minha rola. Eu queria gozar, juro que queria. Meu pau duro daquela forma por tanto tempo me fazia sentir vontade de desmaiar, mas não conseguia gozar com tudo aquilo. Nós três gemíamos como loucos. Carla sentava com gosto no meu pau e rebolava, fazendo o anel coçar o seu grelo e meu pau pulsar ainda mais dentro dela. Soraya deixava bem aberta a buceta na minha boca, deixando apenas a pele lisa para minha língua desbravar.</p>
<p>Senti Carla gozando pela primeira vez. Sua buceta simplesmente se trancou no meu pau. Ela se apoiava em Soraya, que a ajudava, lambendo seus peitos, mas sem deixar o caminho aberto para a minha língua. Carla tremia de tesão. Se agarrava onde podia enquanto gozava no meu caralho. Depois daquela gozada foi a vez de Soraya experimentar o monstro que tinham criado. Naquele momento, com a boca livre, pude tentar dialogar e tentar sair ao menos daquelas algemas:</p>
<p>- Por que não me soltam e não me deixam brincar também?</p>
<p>- Por que você é nosso brinquedo, cachorro! E agora calado! Vou te comer gostoso agora! Já gosto desse seu pau. Grosso desse jeito ainda, vou ficar mais louca por você!</p>
<p>E falando isso, Soraya ajeitou meu cacete na sua buceta, e sem colocar os joelhos na cama, foi descendo e engolindo meu caralho todo. As algemas já criavam marcas fortes no meu pulso. Eu me agarrava nas correntes e urrava. Meus urros só foram brecados pela buceta de Carla, que já se colocava na minha boca e queria mais. Eu estava simplesmente perdido com as duas ali. Soraya pulava e rebolava no meu cacete de tal forma que me deixava louco.</p>
<p>As duas não estavam para brincadeira, e Soraya, a mulher que queria ser escrava, me provou até onde estavam querendo ir. Tirou o meu cacete da sua buceta, e permanecendo na mesma posição, encaixou o cuzinho na minha rola. Carla apenas rebolava na minha boca, não me deixando ver nada do que acontecia. Eu só sentia aquele buraco quente e apertado tentando ser preenchido de qualquer forma pelo totem que tinha se transformado o meu pau. Pude perceber por um momento que Soraya se apoiava em Carla. Senti que Soraya respirava fundo, como se preparando para algo. E, numa sentada apenas, engoliu meu caralho todo com o rabo. Aquela sensação fez com que gritássemos ao mesmo tempo, e eu, louco de tesão, segurei forte as algemas e puxei. Na puxada, elas se soltaram da cama. Urrando como um lobo faminto atrás de suas presas, completamente fora de mim, joguei Carla pro lado com violência, a fazendo quicar na cama. Tirei Soraya do meu colo a jogando para o mesmo lado de Carla, me libertei o mais rápido possível das algemas e me coloquei de pé na cama.</p>
<p>A minha feição no momento deveria ser a menos humana possível. Eu as via com medo, querendo se proteger, mas eu não mais controlava meus movimentos. Juntei Soraya, que estava mais próximo de mim pelos cabelos e comecei a fuder a sua boca literalmente a fazendo sua cabeça ir e voltar contra o meu pau rapidamente. Sentia Soraya engasgando e via Carla atônita com o que estava acontecendo. Quando meus olhos encontraram os olhos dela, joguei Soraya de lado e juntei Carla pelo braço. Tirei-a da cama e a joguei contra uma parede, de costas para mim. Encaixei minha rola na sua buceta e comecei a meter forte, fazendo o som de bate estaca ecoar pelo quarto.</p>
<p>Soraya ainda recuperava o fôlego, quando joguei Carla na cama ao lado dela, e com as pernas dela nos meus ombros, enfiei a rola com gosto até o anel sumir dentro da sua buceta.</p>
<p>- Chupa ela! – Disse aos berros</p>
<p>- Mas..</p>
<p>- Sem mais nem meio mais, vadia! Chupa essa vagabunda, porra! Tô mandando, caralho!</p>
<p>Soraya lentamente se colocou sobre Carla, lambendo o grelo dela bem devagar. A minha fúria não dava a mínima pista de quando iria terminar. Juntei Soraya pelos cabelos e esfreguei seu rosto na buceta de Carla que ainda recebia minha rola e disse:</p>
<p>- Chupa direito, vadia! Chupa essa puta! Você sempre quis brincar com o perigo? Então tá aí, puta! Agora me agüenta, vadia!</p>
<p>Ela tentava falar algo, mas não conseguia, até o momento que conseguiu virar o rosto um pouco e falar:</p>
<p>- Para Dyas! Estou com medo! É só uma brincadeira&#8230;</p>
<p>- Brincadeira? Vou te mostrar o que é só uma brincadeira, vadia!</p>
<p>Carla que berrava com minha rola atolada até as bolas na buceta deu um suspiro de alivio quando a sentiu saindo. Soraya tentava escapar. Já tinha saído da cama quando eu deixei a xota de Carla. Ela estava para juntar as roupas quando a puxei pelo cabelo e a joguei no chão, a fazendo cair de quatro. Quando ela pensou em fugir, a peguei pela cintura e a montei. Soquei minha rola na sua xota com vontade. Ela tentou fugir ainda por um bom tempo, mas se rendeu, e o que eram os pedidos para que eu parasse acabaram virando gritos e gemidos de prazer. A senti gozando umas duas vezes no meu caralho só naquela pegada. Eu sentia Soraya bambeando as pernas, mas mesmo assim eu não parava sequer um segundo, fazendo meu saco ir de encontro àquela buceta maravilhosa. Carla se masturbava como louca usando o vibrador na cama. Ela nos observava e socava forte o vibrador, gozando tudo o que tinha direito.</p>
<p>Decidi chamá-la para o chão, e ordenei que trouxesse o vibrador tirei meu pau e ordenei:</p>
<p>- Mete o vibro na buceta dessa vagabunda.</p>
<p>- Dyas! Não to mais agüentando. Sério! Você tá acabando comigo!</p>
<p>- Cala a boca, vadia! Vai, Carla! Mete a porra desse vibrador na buceta dessa vagabunda!</p>
<p>Carla nem quis argumentar. Socou o vibrador de novo inteiro na xota de Soraya, se deitou embaixo dela e voltou a chupá-la. Eu peguei Soraya pela cintura e só posicionei minha rola no seu cuzinho. Ela deu um pulo tentando escapar, e na fúria a puxei de volta. Na puxada, meu pau entrou quase a metade no rabo dela. Senti que tinham colocado meu pau em uma camara de pressão. Aquele rabo me apertou de tal forma que berramos muito alto. Ela berrava pra tirar, e eu continuava colocando. Coloquei até as bolas, com toda a maldade que eu poderia sentir no momento. Carla não parava com a boca na buceta dela e socava com gosto o vibrador na sua buceta. Na mesma vontade de Carla, eu socava minha rola, sem perdão algum no cuzinho de Soraya. Soraya berrava, pedia para parar, tentava escapar, e num berro alto e agudo, a senti simplesmente desmoronando sobre o corpo de Carla. Uma gozada tão intensa que a fez quase dormir ali. Tirei minha rola do seu rabo, puxei o vibrador da buceta dela, peguei Carla pelos cabelos, a joguei na cama, soquei o vibrador na sua xota e fiz o mesmo que tinha feito com Soraya.</p>
<p>Carla que até então estava sorrindo, fazendo Soraya sofrer, passou a tomar do mesmo remédio. Eu já sentia minha rola pulsando querendo jorrar, e isso me fez meter mais intensamente ainda. Soraya que viu a situação de Carla, tendo o rabo simplesmente dilacerado pela minha rola, ao invés de ajudar, tentando me tirar, se vingou. Posicionou-se embaixo de mim e começou a socar o vibrador na mesma violência. Senti que em tão pouco tempo tinha se recuperado da intensa gozada e percebi estar socando o vibrador nela e se masturbando ao mesmo tempo. Peguei outro vibrador que tinha ali perto e bati com ele na cara dela. Ela o pegou e sentada ali, foi enfiando na buceta e continuou socando o outro na Carla.</p>
<p>Eu senti que minha porra estava muito próxima e tirei meu cacete de dentro daquele rabo que agora tinha a circunferência do meu pau. Soraya continuou socando um vibrador nela tirou o outro da buceta e enfiou no rabo de Carla quando viu que eu estava subindo na cama. Enquanto ela se ocupava em encher os buracos de Carla, eu a puxava pela cabeça e a fazia chupar a minha rola. Com algumas bombadas, minha porra jorrou com força, quente e viscosa na boca de Soraya. Ela tentava engolir tudo, mas não conseguia. Minha porra escorria pelos seus seios, molhava seu rosto, pingava na bunda de Carla, e essa sentindo meu líquido, urrou gozando deliciosamente com a ajuda da amiga. Segurei ainda o que tinha pra jorrar, puxei Carla pelos cabelos e a fiz também tomar na boca. Soraya que não quis perder nem um pouquinho se juntou e tomava o que restava do meu cacete. Aos poucos meu pau ia amolecendo, e perdendo aquele vigor. Carla e Soraya trocavam minha porra aos beijos, enquanto eu estremecia, perdendo o equilíbrio e caindo no chão, junto com as duas. Os três nus acabaram adormecendo no chão mesmo.</p>
<p>Depois que acordamos, umas nove ou dez horas depois, olhamos um ao outro e rimos, e durante as juras de fazer tudo novamente, olhávamos a tudo o que as câmeras que eu tinha levado, registraram. Infelizmente não será um filme que ira às prateleiras, mas que merecia um Oscar pornô, isso merecia.</p>
<div class="shr-publisher-206"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F01%2F23%2Fdoce-devassa%2F' data-shr_title='Doce+Devassa'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F01%2F23%2Fdoce-devassa%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F01%2F23%2Fdoce-devassa%2F' data-shr_title='Doce+Devassa'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2011%2F01%2F23%2Fdoce-devassa%2F' data-shr_title='Doce+Devassa'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><img src="http://tifudyas.com/?ak_action=api_record_view&id=206&type=feed" alt="" /><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Tifudyas/~4/TNcPsX1Awds" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Insaciável Recatada</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 03:50:32 +0000</pubDate>
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<p>- Pois é, pessoal. Falei com o dono do hotel e ele me disse que apenas teria um quarto com duas camas. Por conta da temporada está tudo ocupado.</p>
<p>- Vamos tentar mais pra frente então.</p>
<p>- Ta louca, Sabrina? Eu não aguento mais uma hora de carro, nem você nem a Laís sabem dirigir, se pararem a gente com o Douglas dirigindo, capaz de ir todo mundo pra cadeia na melhor das hipóteses. Vamos ficar por aqui mesmo, vai&#8230; Tem duas camas no quarto. Cada casal vai pra sua e fica tudo certo.</p>
<p>- Ai saco. Vou morrer de vergonha com o Douglas. Ele ronca demais!</p>
<p>- Eu ronco!? Tá louca!?</p>
<p>- Ai Doug&#8230; Deixa quieto. Você não está muito em condições de discutir nada.</p>
<p>Enquanto Douglas e Sabrina discutiam, eu tentava acordar Laís para que fôssemos ao hotel. Eu já era namorado de Laís há uns três meses. Douglas e Sabrina estavam juntos há coisa de dois anos. Conhecemos-nos em um barzinho há duas semanas, e a empatia foi tão forte entre a gente que decidimos fazer uma viagem longa, São Paulo para Bahia de carro para curtir o fim de ano.</p>
<p>O interior de Minas Gerais estava tão lindo naquela época que decidimos parar por algumas cidades e conhecê-las. Em uma delas, Douglas acabou exagerando e muito na bebida e acabou sobrando pra mim à responsabilidade de levar o carro. Já morto de cansaço depois de dirigir algumas horas sem parar e sem dormir direito, decidi parar em um hotel de beira de estrada.</p>
<p>Depois de toda a discussão e eu ter conseguido acordar Laís, fomos para o hotel. Era algo simples, porém aconchegante. Eu não estava muito preocupado em relação ao que aquele hotel poderia oferecer. Apenas queria descansar um pouco e continuar a viagem. No quarto, duas camas um pouco maiores que uma cama de solteiro, mas menores que uma de casal. As camas eram bem próximas uma da outra, mas o corredor que formava não era estreito a ponto de se tornar um incômodo. Uma televisão um pouco antiga, cortinas pesadas, e por sorte, um banheiro dentro do quarto.</p>
<p>Laís quando viu a cama não pensou duas vezes e capotou. Sabrina obrigou Douglas ir tomar um banho e nisso ficamos sozinhos no quarto. Eu mesmo sendo amigo do casal não podia deixar de notar a beleza de Sabrina. Seios pequenos, lábios bem desenhados, cara de princesa, uma bunda enorme, cabelos pretos que emolduravam uma pele lisa e rosada. Lógico que eu não faria nada, afinal, além de ter me tornado super amigo do Douglas, eu estava com uma mulher que também não era de se jogar fora. Laís era ruiva de cabelos levemente encaracolados, olhos penetrantes sempre delineados a lápis, boca pequena e carnuda, olhos claros próximos ao verde, seios fartos, mas com pouca bunda. No momento que nos vimos sozinhos no quarto, começamos a conversar e comentar os locais que tínhamos passado, mas mesmo sendo uma conversa besta, aos poucos fui me sentindo atraído por ela. Aquele rosto de garota inocente parecia esconder segredos que deixariam qualquer um completamente envergonhado. Eu tentava me concentrar, mas a cada palavra que ela proferia, eu me excitava mais e mais, imaginando o que aquela mulher seria capaz de fazer. Por um momento acabamos ficando em silêncio e nos olhando sorrindo. Quando percebi que estávamos naquela situação, tentei desvirtuar e passei a olhar Laís dormindo e me preocupando com a demora do banho de Douglas. Depois que bati na porta pra saber se tudo estava bem, ele saiu meio molhado, meio seco, mas ainda um pouco alegre. Peguei uma toalha, minha roupa e decidi ir tomar um banho e esquecer as idéias que eu estava tendo.</p>
<p>No chuveiro, deixei a água cair um tempo sobre o meu corpo para poder relaxar um pouco. Foi quando depois de uns dois minutos que eu estava ali, apenas limpando a mente, escuto Sabrina tentando sussurrar algo com o Douglas. Minha curiosidade acabou batendo mais forte no momento e resolvi me concentrar no que diziam.</p>
<p>- Uma rapidinha só, Sá. Ele vai demorar no banho.</p>
<p>- Para Doug! Você é doente! A Laís tá ai do lado dormindo! E se ela acorda e pega a gente?</p>
<p>- Ah Sá&#8230; Vem cá&#8230; Tô morrendo de vontade de você&#8230;</p>
<p>Eu comecei a rir dentro do banheiro e continuei meu banho. Laís já tinha me confessado que sentia um leve tesão por mulheres e que a Sabrina fazia e muito o gosto dela. Tínhamos uma relação bem aberta, apesar de nunca termos ido a uma casa de swing. Não por vergonha, mas por falta de tempo. Víamos-nos pouco, e quando nos víamos queríamos mais curtir mesmo um ao outro. Ao que eu ouvia dentro do banheiro, Sabrina ainda tentava repelir Douglas e manter sua pose de santa, enquanto ele ainda investia e possivelmente com todas as suas armas. Depois de um tempo os sussurros acabaram cessando. Acabei meu banho, me troquei e iria chamar Sabrina para tomar banho, mas quando sai do banheiro, me deparei com Douglas ajoelhado no chão, com Sabrina seminua se segurando na parede enquanto a boca dele tomava por inteiro a buceta dela. Olhei a cena e tentei me concentrar, mas na hora meu pau formou volume na calça fina que eu utilizaria para dormir. Fechei a porta do banheiro, e mesmo com esse barulho Douglas não parou. Sabrina me olhou com os olhos quase fechados, mas não conseguia sair daquela situação. Acredito que pelo fato de agora ter um espectador, ela tenha se excitado ainda mais, mesmo porque não se fez de rogada e puxou seu namorado para que continuasse sem parar em nenhum momento o que ele estava fazendo.</p>
<p>Passei por eles e me sentei na cama onde Laís dormia. Fiquei assistindo a performance dos dois enquanto passava a mão pelo corpo de Laís. Quando menos percebi, estava massageando seus seios, o que a fez acordar sorridente e acariciando minha mão. A olhei sorrindo, sentado na cama e voltei minha cabeça aos outros dois. Laís se curvou e também viu a cena. Eu não conseguia esconder o quão excitado estava em assistir os dois. Minhas mãos não saiam do corpo de Laís, enquanto ela também parecia hipnotizada com a cena. Olhei para o meu colo e percebi que minha calça formava um volume completamente fora do normal. Sabrina continuava ali, se apoiando com um pé na cama, acariciando os cabelos de Douglas enquanto ele se deliciava entre suas pernas.</p>
<p>Num momento decidi me acomodar para continuar assistindo, e deitei-me ao lado de Laís. Ela se ajeitou sobre o meu braço com a cabeça no meu peito e acariciando o meu corpo, enquanto eu passava minhas mãos pelas suas costas. Não demorou a que sua mão descesse até a minha calça e começasse a me bater com suas mãos macias e leves uma punheta deliciosa. Sua mão subia e descia devagar por dentro da minha calça, acompanhando o rebolado de Sabrina na boca do seu namorado. Meus pensamentos ali voaram, e decidi mostrar que entraríamos na brincadeira por completo. Desci minha calça, fazendo saltar minha rola dura e cheia de veias a mostra, com a cabeça arroxeada completamente inchada e babando. Sabrina naquele momento não tirou os olhos da minha rola, e Laís continuava a punheta que fazia, agora subindo com a mão e acariciando bem minha glande e voltava me massageando as bolas.</p>
<p>Laís depois de um tempo me acariciando voltou seu rosto contra o meu, e me dando um leve beijo nos lábios me perguntou:</p>
<p>- Dy&#8230; Posso ir brincar também?</p>
<p>Eu dei um sorriso safado e respondi que poderia, mas só se eu pudesse também. Aceitamos os termos com um beijo extremamente libidinoso, e Laís, passando por cima de mim, se levantou, ajeitou os cabelos e foi em direção à Sabrina. Quando chegou perto, encheu uma de suas mãos com um de seus seios, e puxando seu rosto, a beijou nos lábios. Sabrina correspondeu ao beijo, também a acariciando os seios. Levantei-me também da cama e cutuquei o Douglas, que até então nem se tocava do que estava acontecendo. Ele olhou para cima e se deparou com as duas degladiando com suas línguas no ar. Nesse momento ele se levantou e parou do meu lado. Sem falar uma palavra sorrimos um ao outro, concordando que aquela noite tudo poderia acontecer.</p>
<p>Puxamos nossas namoradas e começamos a beijá-las. Sem cerimônia, puxei a mão de Sabrina para a minha rola, e Douglas fez o mesmo, puxando a mão de Laís para a dele. Laís me mordia a boca com vontade, completamente excitada pela situação, enquanto Sabrina volta e meia apertava a minha rola, como se estivesse gozando a cada subida e descida de mão que dava nela. Depois daquele beijo ardente, trocamos. Laís foi aos braços de Douglas e eu fiquei com Sabrina me beijando. Não demorou em que eu jogasse a Sabrina na cama, e abrindo suas pernas com violência, comecei a chupá-la. Sentir a boca de outro homem na mesma noite envolvendo seu grelo a deixou completamente louca, e urrando gozava horrores na minha boca, se contorcendo e pedindo mais. Douglas deixou Laís um tempo de lado e começou a beijar Sabrina. Laís, que não queria ficar fora da brincadeira, se abaixou também entre as pernas de Sabrina, e, me beijando, começamos a lamber o seu grelo. Sabrina parecia perdida com os três em cima dela, se debatendo, gemendo abafado na boca de Douglas, sentindo ora a minha língua, ora a língua de Laís na sua buceta.</p>
<p>Aquela situação parecia ter acordado um vulcão, e num momento Sabrina, aquela garota meiga com rosto de anjo, se transformava numa incrível e sedenta vampira em busca de toda a luxúria do mundo. Começou a afastar tanto a mim quanto Laís do meio de suas pernas, afastou o Douglas de seu rosto, se levantou e nos olhou com olhos profundos e um sorriso de canto de boca. Foi para cima do Douglas e tirou o resto de roupa que tinha, fez que iria chupá-lo e parou no meio do caminho. Voltou-se a mim caminhando com um rebolado excepcional tirando o resto de suas roupas. Chegou bem perto, se virou de costas para mim, e passou com o rego da sua bunda pelo meu pau inteiro. Virou-se e me deu um beijo nos lábios, foi descendo, beijando o meu corpo e segurou firme a minha rola. Nesse momento ela olhou para o lado e Douglas estava avançando em direção à Laís. Pude sentir o calor do ar de sua boca enquanto ela ordenava que Douglas ficasse quieto no canto dele na cabeça do meu pau. Depois dessa ordem, me olhou nos olhos, lambeu os lábios por completo, abaixou o que faltava das minhas calças e se levantou novamente. Depois daquele show, foi para cima de Laís, a puxou pelas alças da sua blusinha e a beijou nos lábios, a despindo pouco a pouco. Primeiro a parte de cima, deixando Laís com seus deliciosos seios à mostra, depois se abaixou, sem colocar os joelhos no chão dando uma visão deliciosa tanto pra mim, quanto ao Douglas da sua bunda deliciosa, e nos olhando sorrindo, foi livrando Laís de sua calça.</p>
<p>Laís sorria para Sabrina querendo que ela continuasse a brincadeira, entendendo completamente o que a amiga estava fazendo. Abriu as pernas e deixou o caminho livre para Sabrina, que sem tirar a calcinha de Laís, começou a lambê-la. Eu e Douglas ficamos paralisados olhando para as duas se deliciando. Meu pau pulsava como louco, enquanto eu observava as duas. Olhei para o lado e Douglas se masturbava loucamente. Dei risada e continuei assistindo a cena das duas. Sabrina deitou Laís na cama e continuou a chupá-la. Percebi que nesse momento as duas já estavam com as suas mentes completamente longe, mas mesmo assim queria guardar aquela visão. Laís deitada, rebolando na boca de Sabrina e chupando os dedos, enquanto Sabrina de quatro arrancando a sua calcinha e caindo de boca no seu grelo molhado.</p>
<p>Fui o primeiro a levantar. Cheguei perto das duas, e com um tapa firme na bunda da Sabrina avisei que tanto eu quanto o Douglas também estavam a fim de participar. Sem tirar a boca da buceta de Laís, puxou uma de suas nádegas com a mão e mostrou o caminho daquilo que ela queria. Pensei em simplesmente enfiar a minha rola até as bolas naquela bucetinha deliciosa, mas que tipo de apreciador seria eu sem nem ao menos provar o gosto daquele grelo? Encaixei minha boca na entrada daquela gruta deliciosa e comecei a chupá-la. Sabrina rebolava na minha boca, fazendo com que a minha língua passasse cada vez mais rápido pelo seu grelo inchado, duro e molhado. Enquanto eu a lambia, passando da sua xota para o seu cuzinho, batia forte na sua bunda deixando as marcas das minhas mãos naquela bunda enorme e deliciosa. Sabrina continuava comandando como um general toda a transa, dizendo:</p>
<p>- Chupa cachorro! Lambe minha buceta, seu filho da puta. Vai sua puta! Chupa meu macho! Sente a rola dele na tua boca! Quer minha língua na sua buceta, vadia? Pede puta!</p>
<p>Sabrina se mostrava completamente fora de controle e aquilo me excitava mais. Para falar a verdade, parecia estar excitando todo mundo naquele quarto. Sabrina naquela hora já tinha gozado umas cinco vezes, mas queria mais. Laís também não estava atrás, e tinha orgasmos atrás de orgasmos, tendo sua buceta completamente engolida por Sabrina e a boca tomada pela rola do Douglas. Resolvi tentar tomar o controle da brincadeira e montei na Sabrina, encaixando minha rola na sua buceta e deixando-a entrar devagar. Sem colocar os joelhos na cama, a segurei pela cintura e comecei a meter forte, puxando com vontade, a fazendo quase desabar em cima de Laís, mas mesmo assim se ajeitou e continuou recebendo minha pica como uma puta de verdade. Laís saiu daquela posição e se colocou embaixo de Sabrina como em um meia nove. Começou a chupar o grelo de Sabrina e de quebra lambendo meu pau, que entrava e saia deliciosamente daquele buraco quente e molhado. Douglas, por sua vez, puxou Sabrina pelos cabelos e conduziu sua boca até o seu pau, fazendo-a engolir sua rola até as bolas. Sabrina gemia, rebolava, engasgava. De maquiagem borrada, pele suada não só com seu próprio suor, mas com o de todos, cabelos desarrumados, escorrendo a baba da rola do Douglas pelo canto da boca, com a boca de Laís trabalhando sua buceta e com a minha rola entrando e saindo severamente dela, Sabrina não mostrava o mínimo sinal de fraqueza, e insaciável queria mais e mais.</p>
<p>Douglas depois daquele boquete puxou Laís pelas pernas e ajeitou seu pau na sua buceta. As duas começaram a se chupar mutuamente, lambendo tanto meu pau, quanto o pau do Douglas. Os movimentos pareciam nos deixar cada vez mais enlouquecidos e a minha vontade de dar um banho de porra naquelas duas aumentava mais e mais. Tirei meu pau da buceta de Sabrina por um momento e enfiei na boca da Laís. Ela mamava meu cacete inteiro, sentindo o gosto da buceta da sua amiga e delirando com o pau do Douglas entrando e saindo da sua buceta e a língua da Sabrina chicoteando seu grelo.</p>
<p>Meus pensamentos malévolos me tomavam a mente. Tirei minha rola da boca de Laís, depois dela deixar meu pau todo molhado de saliva e puxei o Douglas de canto. Comecei a cochichar no ouvido dele, perguntando algumas coisas. Laís e Sabrina que estavam se chupando acabaram parando e, deixando aflorar toda a curiosidade feminina, perguntaram o que a gente estava aprontando. Caindo na gargalhada e sem falar nada, puxamos cada qual suas namoradas e as colocamos de quatro uma ao lado da outra. Elas se entreolhavam sorrindo, mordendo os lábios e se beijando, enquanto eu e o Douglas nos colocamos atrás delas. Douglas, mais acostumado a comer o cuzinho de Sabrina, enfiou sua rola fazendo-a entrar devagar até desaparecer na sua bunda. Eu coloquei meu pau na entrada do rabo de Laís, e ela ofereceu, como sempre, um pouco de resistência, mas que depois de um tempo desapareceu, deixando minha rola se acomodar dentro do seu rabo.</p>
<p>Começamos a nos mexer, deixando aqueles cuzinhos bem laceados. As duas se contorciam, mas não deixavam de se beijar um só instante. Depois de sentir que a minha rola já passava com facilidade, comecei a aumentar a velocidade gradativamente. Douglas é quem judiava de Sabrina, metendo com força, fazendo o barulho dos corpos ecoarem pelo corpo todo. Sabrina berrava abafado beijando a boca de Laís. Eu imaginava que Sabrina iria pedir pra parar, mas parando de beijar Laís só pedia que fudesse seu rabo com mais força. Laís mal conseguia gemer, mordendo os lábios de olhos fechados, sentindo minha pica entrando e saindo devagar.</p>
<p>Olhei para o Douglas e passei um sinal que tínhamos combinado. No mesmo momento paramos de comer as duas e as puxamos deixando-as de pé. Douglas deitou-se na cama, deixando a rola em riste e no ouvido de Laís falei para ela sentar na rola dele. Ela toda sorridente foi saltitante, subindo nele, encaixando sua buceta e sentando com gosto. Sabrina iria para cima do namorado para poder ser chupada novamente, mas a puxei pelo braço e disse:</p>
<p>- Só assiste vadia. A próxima é você.</p>
<p>Ela parou me olhando, tentando entender, ou tentando não transparecer que já sabia o que iria acontecer. Aproximei-me dos dois e, empurrando levemente as costas de Laís, a deixei praticamente de quatro. Encaixei minha rola no seu rabo e a senti tremendo até o último fio de cabelo. Quando a cabeça da minha rola passou pelo seu cuzinho, ela deu um berro que eu imaginava que a polícia seria chamada. Urrando como louca sentindo ser invadida por dois ao mesmo tempo, Laís acabou gozando ferozmente em poucos minutos de foda a três, capotando em cima do Douglas e implorando para que parássemos. Depois que tirei minha rola do rabo de Laís, olhei para Sabrina, e ela desesperada e de olhos arregalados dizia que não iria agüentar aquilo, que não iria fazer, mas eu e Douglas a pegamos a força. Deitei na cama dessa vez, e Douglas foi a sentando no meu pau. Ela sentindo a minha pica entrando passou a lutar cada vez menos, gemendo e pedindo que não fizessem isso com ela.</p>
<p>Douglas era impiedoso. Ele não ajeitava e esperava que Sabrina se acostumasse. Ele simplesmente empurrou-a contra mim e foi enfiando no seu cu como se estivesse metendo na sua buceta. Sabrina me mordia sentindo a rola do seu namorado passando quente pelo seu rabo, entrando e saindo sem parar, e eu, para judiar ainda mais daquela deliciosa putinha, me mexia como podia, fazendo meu pau entrar e sair pela sua buceta. Laís, sentada na outra cama, se refazia do que tinha acontecido com a respiração pesada assistindo aquela cena que mais parecia uma tortura chinesa.</p>
<p>Sabrina também não agüentou o tranco, e mordendo a minha boca, estremeceu inteira, gozando intensamente, mas não queria parar. Conforme continuávamos metendo, Sabrina tinha orgasmos e mais orgasmos, um atrás do outro e cada um mais intenso que o outro. Eu sentia aquela buceta apertando mais e mais a minha rola e sentia meu gozo chegando rápido. Douglas também parecia estar próximo de gozar. Ele saiu rapidamente do rabo dela e começou a bater uma punheta rápida e violenta. Tirei Sabrina de cima de mim e puxando tanto a ela quanto a Laís, as joguei no chão, deixando-as de joelho. Eu e Douglas ficamos um tempo, punhetando sobre seus corpos, enquanto as duas se revezavam lambendo as cabeças das nossas rolas.</p>
<p>A porra de Douglas jorrou primeiro sobre o corpo de Sabrina. Laís se banqueteou sobre o corpo da amiga, lambendo seus seios e tomando toda a porra que Douglas expelia. Eu puxei Sabrina pelos cabelos e a fiz chupar o meu pau. Ela desesperada por porra na boca, me engolia depressa, acariciando as minhas bolas. Não agüentando mais, comecei a jorrar na sua boca, enquanto ela não parava com a língua na cabeça do meu pau. Deixava a minha porra escorrer pelos cantos da boca, e Laís, gulosa, continuava a limpar sua amiga, lambendo o canto da sua boca e por fim, as duas bocas se encontraram no meu pau. Eu ainda jorrava quando as duas voltaram a se beijar. Meu gozo quente esguichou ainda um pouco pelos seus rostos, fazendo-as brincar, passando a mão pelo rosto uma da outra e lambendo o que faltava do meu líquido.</p>
<p>Depois de tudo aquilo, ficamos um tempo tentando entender o que havia acontecido. Eu e Laís estávamos esbaforidos, respirando fundo e suspirando pelo momento. Douglas simplesmente capotou pelado na cama. Sabrina, voltando à sua feição de moça recatada, se cobrindo e rindo com um sorriso de orelha a orelha, olhou para nós dois, que nos acariciávamos como sempre depois de uma transa e disse:</p>
<p>- Não disse que esse cachorro iria me fazer passar vergonha?</p>
<p>Caímos na gargalhada ouvindo aquilo, fomos tomar um banho relaxante a três, ainda trocando alguns beijos e fomos para cama. Ainda demos um jeito de acordar o Douglas e dar um banho no coitado. No dia seguinte, acordamos cedo, arrumamos as nossas malas e saímos do quarto. Falei para as duas registrarem a nossa saída e fui com Douglas para o carro ajeitar tudo. Douglas, numa ressaca enorme, começou a me falar:</p>
<p>- Cara, não me leva a mal, mas tenho que te contar uma coisa. Tive um sonho muito estranho. Estava eu, você, a Sá, a Laís e&#8230;</p>
<p>- E deixa pra lá, cara. Se você não lembra, talvez não vá querer saber a verdade.</p>
<p>Nesse momento, as duas saltitantes nos abraçaram. Douglas ficou com uma cara de quem não entendia nada, entrou no carro e ficou calado. O silêncio só foi quebrado quando Sabrina, no ouvido de Douglas, sussurra:</p>
<p>- Amor&#8230; Eu quero fazer tudo outra vez&#8230;</p>
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		<title>Direto da redação</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 04:00:04 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Conto Erótico à 2]]></category>
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<p>Em uma das minhas sessões de internet recebi uma pergunta dela, sem maiores intenções. Diferente de qualquer pessoa, seu avatar me chamou muito a atenção, o que me fez segui-la e na seqüência passar meu MSN. Na hora ela me adicionou, e começamos a conversar. Já logo de cara, sem perda de tempo, disse que adoraria trepar com ela gostoso, sentir a sua buceta na minha língua, pegá-la de quatro, e ela não se fazia de rogada, sendo completamente recíproca às minhas vontades. Depois de horas conversando, tive que sair. Confesso que logo após aquele papo tive que me masturbar de um jeito muito intenso, nunca tinha me visto daquela forma.</p>
<p>No dia seguinte acabamos nos encontrando no MSN, para a minha surpresa. Imaginei que pelo fato de eu ser uma pessoa pública, ela iria se assustar e não mais falar comigo. Muito pelo contrário, aceitou o meu envio de webcam e me enviou a dela. Nesse dia o papo foi mais que delicioso. A conversa esquentava cada vez mais. A câmera que estava no meu rosto em questão de minutos já se encontrava mirando o meu colo, e ela tirou toda a roupa. Foi difícil conter o tesão vendo o corpo de mulher que aquele rosto de ninfeta escondia. Seios médios, cintura grande, uma mulher tesuda demais para simplesmente acabarmos em apenas um papo.</p>
<p>Não me aguentei vendo aquele corpo nu na webcam e tirei meu pau para fora. Ela se mostrou surpresa com o tamanho, e lambendo os lábios me via bater uma punheta enquanto a olhava tocando os seios. Não demorou para que desaparecesse e voltasse com um vibrador, quase do tamanho do meu pau. Ajeitou sua câmera em direção à sua cama e começou a enfiá-lo na bucetinha. Enquanto ela se insinuava com aquele vibrador, eu continuava minha punheta a vendo. A vontade de comer aquela mulher aumentava a cada bombada que eu dava e não saia da minha cabeça a possibilidade de fazer uma cobertura na cidade dela, só para foder aquela mulher gostoso.</p>
<p>Gozei gostoso vendo aquela deliciosa mulher enfiando o vibrador inteiro na buceta. Cheguei a melar até o meu pescoço de porra. Depois daquele dia não nos falamos mais. A emissora começou a exigir muito mais de mim, então meu tempo de internet começou a ficar bem escasso. Foi até o dia que vi um papel na minha mesa que me fez abrir um sorriso de orelha a orelha. Teríamos uma cobertura a fazer na cidade dela. Só podia ser obra do destino. Rapidamente peguei meu celular e a procurei no MSN. Para a minha sorte, ela estava online e mandei uma mensagem falando que eu estaria na cidade dela e passei meu celular. Logo na sequência recebo a resposta dela, me falando que era só ligar assim que eu chegasse e me passou também seu celular. Eu mais do que depressa anotei seu número e apenas aguardei o dia da viagem.</p>
<p>Estranhamente no dia da partida eu estava mais nervoso que o normal. Agitado, andava de lá para cá, chegando a chamar a atenção da minha equipe que perguntava se tudo estava bem. Eu apenas confirmava com a cabeça, cabeça essa que estava em chegar logo ao hotel e fazer aquela ligação. No vôo era complicado de segurar a minha excitação. Eu parecia um garoto adolescente prestes a perder a virgindade. O que aparecia na minha frente eu comia. As piadas rolavam soltas dentro do avião. Os caras da produção nunca tinham me visto daquele jeito.</p>
<p>Chegamos de manhã na cidade. Tivemos uma longa reunião para definir como faríamos a cobertura total do jogo que iríamos tratar, e eu afoito querendo que chegasse logo a noite para poder me encontrar com Mariana e matar toda aquela vontade que eu estava sentindo daquela mulher. A equipe resolveu dar uma parada para almoçar, e eu voltei ao meu quarto. Parado, olhando para a cama com a minha mala ainda por se desfazer, não pensei duas vezes. Passei a mão no telefone e fiz a ligação:</p>
<p>- Mariana?</p>
<p>- Oi!? Quem é?</p>
<p>- É o Dyas. Escuta. Não quer vir almoçar comigo? Estou no Ritz.</p>
<p>- Hmmmm&#8230; Pensei que você não iria me ligar. Estou aí em 15 minutos!</p>
<p>- Só perguntar no saguão qual meu andar. Você já está autorizada a subir aqui no meu quarto, viu!?</p>
<p>- Ótimo! Já estou chegando aí.</p>
<p>Sentei na cama e cocei a cabeça, preocupado. Eu era uma figura pública, não podia fazer coisas daquele tipo. Mas essa preocupação acabou assim que a recepção me informou sobre a chegada dela. Meu pau logo apertou a minha calça, antes mesmo da chegada de Mariana ao meu quarto. Quando entrou não me contive. Comecei a beijá-la intensamente, passando minha mão por baixo do seu vestido buscando enfiar meu dedo naquele rabo delicioso que só tinha visto por webcam.</p>
<p>Minha boca buscava seu pescoço com um perfume doce e sensual. Não me aguentei e fui me abaixando, beijando seu corpo e tirando sua minúscula calcinha, que foi parar longe depois que a atirei sem ver. Contra a parede, Mariana gemia com a minha boca entre as suas pernas. Ela se segurava na parede como podia, enquanto eu arrancava gemidos cada vez mais altos da sua boca com a minha língua que parecia uma enguia no seu grelo.</p>
<p>De pé, Mariana se contorcia com a primeira gozada do dia. Eu, ainda com a boca molhada pelo seu mel, voltei a beijá-la deliciosamente, enquanto ela me empurrava para a cama. Deitou-me e logo foi tirando a minha calça, beijando meu pau por cima dela. Mariana sabia seduzir um homem, e me olhando nos olhos, livrou meu pau da cueca e o lambeu a cabeça devagar, me fazendo estremecer por completo. Depois de muito me instigar, encheu sua boca com a minha rola, me chupando e batendo uma punheta ao mesmo tempo. Eu gemia deitado na cama, me segurando nos lençóis, enquanto ela se concentrava em deixar meu pau e minhas bolas mais babadas o possível.</p>
<p>Não me segurei. Eu queria fazer daquela mulher minha vadia particular. Levantei-me e ordenei que ficasse de joelhos. Ela atendeu, e assim comecei a bater com meu pau na sua cara, enquanto ela buscava minha rola com a língua. Depois de um tempo a deixei abocanhar novamente, e ela, como uma putinha bem treinada, me abocanhou novamente até que eu gozasse na sua boca. Minha porra saiu intensa, enchendo sua boca. E ela fez questão de deixar meu pau melado de porra, sem parar de me chupar depois que eu tinha gozado. Eu olhava para baixo e via seus olhos de vampira naquele rostinho de menina deixando meu pau molhado de saliva e porra.</p>
<p>Paramos por um tempo. Olhando-nos apenas, sem nenhuma palavra a ser proferida por nenhum dos dois. Deitados na cama, admirávamos um o corpo do outro, com dedos que passeavam por todos os cantos. Voltei a beijá-la e desci para suas coxas roliças e deliciosas. Quando estava perto de colocar minha boca na sua bucetinha lisa novamente, a fiz virar, e continuei beijando aquele corpo bronzeado e delicioso. Continuei a beijando subindo pelo seu corpo todo. Sua bunda, suas costas, sua nuca. Quando eu já tinha meu corpo todo sobre o dela, minha vara acabou posicionada com a cabeça para aquele rabinho apertado. No seu ouvido, pedi para comer aquele cuzinho, e ela sempre bem obediente aceitou, e relaxando deixou com que a minha rola entrasse devagar, sendo mascada por aquele cuzinho apertado e delicioso.</p>
<p>Comecei a bombar, gemendo deliciosamente no seu ouvido, e ela fazia o mesmo, segurando forte minha mão e apertando toda vez que minhas bolas encontravam a sua bunda. O tesão me tomava por completo, vendo aquela vadia de olhos fechados e boca entreaberta gemendo como louca na minha rola. Depois de um tempo parei meus intensos movimentos e a mandei ficar de quatro. Ela rapidamente se colocou sobre os joelhos, apoiando suas as mãos na cama. Enfiei de novo meu caralho inteiro naquele rabinho e enchendo aquela bunda maravilhosa de tapas a chamava de puta, vadia, cadela. Ela só gemia, me pedindo mais e mais. Minha rola queimava naquele rabo apertado, e não demorou até que começasse a pulsar novamente anunciando mais um banho de porra que aquela vadia deliciosa iria tomar.</p>
<p>Tirei meu pau e não precisei me masturbar muito. Em segundos aquela bunda maravilhosa já estava toda branca, escorrendo minha porra quente. Eu urrava dentro do quarto gozando mais uma vez deliciosamente. Ela gemia a cada jato quente que recebia o que me deixava mais louco. Aquela vadia além de deliciosa era muito safada. Eu agradecia a cada jato pelo que a internet podia fazer.</p>
<p>Depois daquilo precisávamos de um banho. Eu estava completamente encharcado de suor, enquanto ela não só de suor, como da minha porra que escorria por suas pernas. Sorridente, aceitou meu convite para irmos ao banheiro. Liguei o chuveiro e começamos a nos beijar novamente. Um beijo mais parecido com um beijo apaixonado de dois namorados, mas que não demorou a se tornar o mesmo beijo cheio de volúpia que tínhamos dado logo no momento que nos vimos.</p>
<p>Enquanto nossas bocas se encontravam, a água quente batia em nos nossos corpos, nos molhando completamente. Minhas mãos ajudavam a espalhar a água pelo seu corpo, o que acabou me deixando com tesão novamente. Meu pau cresceu entre suas pernas, o que a fazia respirar de forma mais pesada. Enquanto minha boca percorria a dela, ela brincava com as coxas acariciando o meu caralho duro.</p>
<p>Eu já tinha recebido um boquete delicioso, já tinha me deliciado naquele rabinho, agora me faltava somente experimentar aquela bucetinha quase sem pelos com aparência de semi-virgem. Desci meus dedos pelo seu corpo e parei com eles em seu grelo. A beijando sem parar, comecei a penetrá-la de leve, a sentindo tremendo com meus dedos a invadindo. Era uma delícia vê-la de olhos fechados, curtindo aquele movimento de vai e vem devagar, envolvente, instigante.</p>
<p>Enquanto meus dedos a penetravam, ela segurava minha rola com as duas mãos. Uma acariciando a cabeça do meu pau, outra acariciando as minhas bolas. Minha boca percorria pelo seu pescoço, descia para seus seios, e as únicas coisas que se ouvia naquele banheiro era a água caindo e seus gemidos agudos. Percebi que em pouco tempo ela tinha gozado com meus dedos. Estremeceu toda, mordendo os lábios, prendendo minha mão na sua buceta usando suas coxas. Com as mãos, me batia uma punheta descompassada, perdida no orgasmo que estava tendo.</p>
<p>Depois de ter gozado daquela forma tão deliciosa, imaginei que não iria querer mais. Muito pelo contrário. Com a respiração ofegante, tirou minha mão do meio de suas pernas e foi ajeitando meu cacete com todo cuidado na entrada da sua buceta. Fui me ajeitando, e com um pouco de esforço, mesmo naquela posição incômoda, minha rola entrou deliciosamente naquela xota quente e molhada. Gememos alto, reverberando pelo banheiro inteiro e ela começou a rebolar fazendo meu pau entrar e sair da sua buceta.</p>
<p>Eu delirava de prazer e tesão, enquanto ela, de olhos fechados e se apoiando em meus ombros fazia a sua deliciosa dança buscando mais um orgasmo. Não demorou até que conseguisse atingir mais um, esfregando seu grelo na minha pélvis. Eu segurava como podia o meu gozo com ela rebolando como louca, gemendo e me olhando nos olhos, me chamando de puto e falando que queria agora beber todo o leite do meu caralho.</p>
<p>Eu, mordendo os lábios, me segurava como podia, batendo na sua bunda e tentando acompanhar seus intensos movimentos. Foi quando, quase trocando as letras, anunciei que iria gozar. Ela rapidamente saiu daquela posição, se jogou no chão e em questão de segundos engoliu o meu cacete. Sua língua passava pela cabeça do meu pau, enquanto ela me batia uma punheta forte, me convidando para encher aquela boca com a minha porra.</p>
<p>Depois de uns dois minutos com ela me masturbando, mamando a cabeça do meu pau e me acariciando as bola, meus jatos de porra encheram a sua boca. O mais impressionante é que mesmo depois de tanto ter gozado, minha porra escorria pelo canto da boca dela, mesmo com ela engolindo tudo o que podia. Minhas pernas bambearam ali, e quase cai no chão exausto. Ela sorrindo deu mais uma lambida na cabeça do meu pau, que àquela hora estava quase todo murcho e subiu limpando o canto da boca botando pra dentro o resto de porra que sobrara escorrendo no seu queixo. Beijamos-nos novamente e terminamos aquele banho.</p>
<p>Estávamos prontos para mais uma quando meu celular tocou. Era o pessoal da produção perguntando onde eu estava, porque já era pra eu estar no estádio. Desesperado, comecei a me trocar, me desculpando com aquela mulher deliciosa pela pressa. Ela me disse que desculparia, mas só se eu voltasse para a cidade e a tratasse da mesma forma. Me senti realizado, e desde então, toda vez que apareço em sua cidade, telefono, chamando-a para almoçar novamente.</p>
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		<title>Noite de autógrafos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 02:11:42 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-fblike' data-shr_layout='button_count' data-shr_showfaces='false' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2010%2F08%2F22%2Fnoite-de-autografos%2F' data-shr_title='Noite+de+aut%C3%B3grafos'></a><a class='shareaholic-fbsend' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2010%2F08%2F22%2Fnoite-de-autografos%2F'></a><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2010%2F08%2F22%2Fnoite-de-autografos%2F' data-shr_title='Noite+de+aut%C3%B3grafos'></a><a class='shareaholic-tweetbutton' data-shr_count='horizontal' data-shr_href='http%3A%2F%2Fwww.tifudyas.com%2F2010%2F08%2F22%2Fnoite-de-autografos%2F' data-shr_title='Noite+de+aut%C3%B3grafos'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><a href="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2010/08/surfistinha.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-472" title="surfistinha" src="http://www.tifudyas.com/wp-content/uploads/2010/08/surfistinha-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" /></a>Noite de autógrafos e eu ali, na fila, esperando para que meu livro fosse agraciado por Raquel Pacheco, vulgo Bruna Surfistinha. A fila fazia uma volta pela livraria, e Bruna, como pude perceber, mal olhava para seus fãs, apenas assinava rápido para que pudesse sair de lá o mais rápido possível.</p>
<p>Minha vez estava chegando e a apreensão aumentava. Pela primeira vez ficaria frente a frente com uma pessoa que me excitava e muito, sem nem ao menos tê-la tocado. Quando cheguei a sua frente, ela perguntou meu nome e eu, prontamente respondi. Mal me olhou, simplesmente assinou meu exemplar e chamou o próximo.</p>
<p>Senti-me rebaixado no momento. Confesso que fiquei bem chateado com o descaso, a praguejando por alguns instantes, pensei até mesmo em jogar fora o livro. Mas me mantive por ali, entre algumas estantes, próximo à mesa onde ela autografava os livros, vendo alguns títulos de história medieval. Bruna continuava com a mesma postura, autografando sem parar os exemplares de seus fãs.</p>
<p>O tempo foi passando até que avisaram pelos alto-falantes da livraria que a sessão iria terminar. Bruna continuou assinando mais alguns livros, sem perceber a presença de qualquer pessoa por ali. Eu permaneci na livraria, ainda olhando alguns livros e contemplando a vista daquela mulher maravilhosa usando um vestido claro, extremamente apertado. Pouco tempo depois ela atendeu o celular e depois o deixou sobre mesa. Quando a sessão acabou, ela agradeceu a todos pela presença e partiu, deixando para traz o aparelho. Imaginei que alguém fosse buscar o mesmo para devolvê-lo à dona, mas passaram-se três minutos e o telefone continuava ali, esquecido. Bruna já estava na porta da livraria quando decidi fazer às vezes de sua equipe, o peguei de cima da mesa e fui rapidamente em direção a estrela da noite. Quando já estava próximo, ela entrou em um carro, que não demorou muito e saiu. Eu, determinado a devolver seu celular, peguei um taxi que estava logo atrás e pedi que seguisse o carro.</p>
<p>Pouco tempo depois, eu estava em frente a um barzinho no Jardins. Uma fila enorme enfrente a porta aguardava para entrar no local, onde poucos pareciam ter a honra de permanecer. Pensei por alguns momentos em deixar pra lá esse papo de dar uma de bom samaritano e voltar para casa, mas avistei Bruna conversando com algumas amigas na porta, o que me fez retornar a idéia e chamá-la sem parar. Uma de suas amigas notou que eu estava chamando e a cutucou. Ela ainda olhou meio sem entender, estava se virando quando percebeu que eu gesticulava com seu celular em minha mão. Imediatamente ela conferiu sua bolsa e notou a falta do mesmo ali dentro. Sorridente, caminhou até onde eu estava, me agradeceu pela gentileza e me perguntou se não era eu quem estava na livraria há poucos minutos atrás.</p>
<p>Começamos a conversar um pouco. Comentei que já tinha lido o livro umas três vezes, e parecia que melhorava a cada leitura. Ela me agradecia copiosamente e perguntou se eu não queria entrar no barzinho e participar da festa. Aceitei sem titubear sua proposta, em poucos segundos me vi em um salão com poucas, mas belas pessoas, bebida e comida a vontade, musica boa tocando, garçons e garçonetes sorridentes me serviam. Ela pediu para que eu me sentisse a vontade, pois a festa era apenas para seus amigos vips, e agora eu era seu convidado mais que especial.</p>
<p>Fiquei completamente embasbacado com a festa. Nem em meus sonhos estaria em uma festa como aquela. Bruna, sempre muito atenciosa comigo, me apresentou a todos que estavam por lá, que muito simpáticos, sorriam e me davam as boas vindas. Depois de ser apresentado para quase todos da festa, Bruna me puxou para uma mesa, onde estavam mais três amigas dela. Perguntou-me se eu queria beber algo em especial, mas respondi que estava apenas curtindo e muito aquele momento tão especial e que não precisava de mais nada. Nesse momento todos riram, ficamos por ali conversando, por muitas vezes interrompidos para que alguém desse os parabéns para Bruna Surfistinha, porém, ela não deixava de me dar atenção em nenhum momento.</p>
<p>A noite passava e eu já me sentia até mais íntimo de todos que estavam na mesa. As brincadeiras, sempre muito picantes, temperavam todo o clima naquela mesa. Bruna por algumas vezes se levantava e começava a rebolar com seu vestido deliciosamente apertado, se insinuando para o calouro da mesa, que no caso era eu, e dava risada. Não dava para segurar a excitação, então eu apenas sorria, vendo aquela cena deliciosa. Numa dessas brincadeiras, uma das garotas comenta caindo na gargalhada:</p>
<p>- Ah! Se fosse eu, eu batia!</p>
<p>Sorri olhando de canto, enquanto Bruna com as mãos para o alto e brincando com os cabelos rebolava bem perto de mim. Como já estávamos bem altos, deixei com que a bebida ordenasse, e minha mão se encheu em uma de suas nádegas, ficando um tempo maior que um mero tapa. Bruna ainda rebolava na minha mão enquanto todo mundo começava a berrar na mesa dizendo que ali não, senão deixaria todo mundo com vontade.</p>
<p>Eu e a Bruna caímos na gargalhada. Gargalhada essa que a fez sentar descuidada na cadeira, fazendo-a derrubar uma taça de vinho inteira na minha calça. Ela ficou toda sem jeito na hora, enquanto eu brincava, fazendo cara de nervoso, olhando para a cara dela e para a minha calça. O pessoal da mesa dava gargalhadas, e se não fosse pela música alta, seriam ouvidas por todo o salão. Bruna tampava o rosto, completamente envergonhada com o que tinha feito, e todo mundo da mesa começou a berrar que ela teria que limpar. A olhei com um sorriso muito sacana, e disse:</p>
<p>- Pois é, Bruna&#8230; Vai ter que limpar&#8230;</p>
<p>- Seu danadinho. Já está todo solto, né? Deixa você!</p>
<p>Ela pegou um guardanapo sobre a mesa, molhou de leve em um pouco de água e começou a passar sobre as minhas coxas. As risadas eram generalizadas na mesa, e Bruna ria sem parar, me limpando.</p>
<p>- Vocês me pagam! Vou me vingar de um por um!</p>
<p>- Ah Bruna! Você que sujou a calça do seu amigo! E não está limpando certo! Está tudo sujo ainda!</p>
<p>Eu gargalhava com a cena, vendo aquela mulher de poucos pudores, vermelha como um tomate limpando o vinho da minha calça. Depois de tirar o excesso sobre as minhas coxas, Bruna se ajeitou novamente na cadeira, e uma das mais saidinhas que estavam na mesa gritou que não tinha limpado tudo, e que se fosse fazer, que fizesse o serviço completo. Nesse momento, quem começou a ficar envergonhado fui eu. Ter a Bruna ali alisando as minhas coxas já tinha me deixado pra lá de excitado, e mais um pouco, ela acabaria sentindo o que aquela ação tão próxima tinha causado. Bruna tentou relutar, mas nesse momento todo mundo da mesa já estava insistindo que ela limpasse por completo a minha calça. Ela pegou novamente o guardanapo, e me olhando nos olhos disse quase séria:</p>
<p>- Se comporte, mocinho!</p>
<p>Ela foi passando carinhosamente o guardanapo por cima da minha calça, e tinha gente que se debruçava na mesa para gargalhar. Eu também ria, mas era um riso contido e envergonhado. Bruna se esforçava para tirar a mancha, mas a mesma parecia até que tinha se tornado parte integrante da minha calça. Eu tentava com todas as minhas forças não mostrar o quanto estava excitado, enquanto ela passava com o guardanapo por cima do meu pau. De repente, percebi que Bruna estava se concentrando e muito na parte mais dura da minha calça. Mantive-me rindo junto com o pessoal, e sentia o que pareciam carícias por cima da minha calça. Seria impossível que aquela mulher tivesse se excitado com a situação. Depois que terminou, se ajeitou novamente na cadeira e jogando o guardanapo na mesa disse:</p>
<p>- Pronto! Satisfeitos?</p>
<p>- Ah! Agora sim! Limpou tudo direitinho! Machucou, Bru? – Disse uma amiga dela.</p>
<p>- Pergunta isso pra ele! Se bem que pelo que percebi, ele deve ter adorado minha mão ali, não é, seu safado?</p>
<p>- Eu, Bruna? Que é isso! Acha que vou abusar de você? Eu só estou com um drops no bolso!</p>
<p>- Não se vende drops desse tamanho e desse formato, benzinho.</p>
<p>Caímos todos na gargalhada e depois voltamos a conversar normalmente. Mas vez ou outra, voltávamos ao assunto do “drops” na minha calça. A piada rendeu por um bom tempo, enquanto bebíamos e nos divertíamos. Certo tempo depois, senti um dos joelhos de Bruna batendo na minha perna. Achei que fosse por puro acidente, mas parecia que ela me acariciava com o joelho. Continuei conversando normalmente com todo mundo e quase parei quando senti uma mão sobre a minha perna. Nesse momento olhei para Bruna que me olhou com um pequeno sorriso e tomou mais um gole da sua bebida. Continuei conversando normalmente, me contendo para não deixar transparecer o que estava acontecendo. Bruna continuava bebendo e rindo normalmente, enquanto passava sua mão quente pela minha coxa. Quase me afoguei com o que estava bebendo quando percebi que sua mão subia um pouco mais. Sem perder a compostura, a olhei e ela, rindo, continuava a conversar com todos como se nada estivesse acontecendo. Fiquei quieto, apenas bebendo e acompanhando o que o pessoal falava. Na verdade, tentava me concentrar, enquanto sentia a mão de Bruna sobre o meu pau, apertando levemente, sentindo o que ela tinha feito enquanto limpava a minha calça.</p>
<p>Não sei se aquela excitação tinha sido causada pela bebida, ou pelo que ela tinha sentido desde o início. Na verdade, pouco me importava no momento. Eu só pensava em curtir aquelas carícias deliciosas que Bruna me proporcionava. Ela não parecia querer tirar a mão do meu pau. Acariciava-me, apertava, batia uma por cima da calça. Às vezes me olhava nos olhos, sorrindo com o contexto da conversa que estávamos tendo na mesa, mas eu percebia que ela sorria com um tom malvado, como se quisesse se vingar impetuosamente da brincadeira de limpar a minha calça.</p>
<p>Naquele momento percebi que eu teria que agir e logo. Bruna não queria apenas me proporcionar alguns momentos de prazer, ela queria me fazer perder o controle ali na mesa. Cuidadosamente peguei sua mão e tirei do meu pau, ajeitei minha calça, me levantei e disse a todos que iria ao banheiro, mas no final a fitei nos olhos, dizendo que o jogo apenas tinha começado. Enquanto me esquivava das cadeiras escutei que Bruna também tinha dito que iria ao banheiro. Mais um momento de risadas na mesa. Os dois indo ao banheiro juntos é porque alguma coisa tinha. Não a esperei e continuei meu caminho. Cheguei a um pequeno corredor que dava acesso tanto ao banheiro feminino e o banheiro masculino. Bruna apareceu poucos segundos depois, ajeitando seu vestido e me olhando.</p>
<p>Sem dizer uma palavra, a peguei forte pelo braço e a puxei. Ela quase caiu pela força que a puxei, e esmagando minha boca contra a dela, comecei a beijá-la intensamente. Ela tentava fugir, mas eu não lhe dava muitas alternativas, puxando-a com vontade contra o meu corpo. Sem parar de beijá-la a trouxe para o banheiro masculino e violentamente a joguei contra uma bancada onde ficavam as pias. Comecei a beijar-lhe o pescoço ávido e guloso, enquanto ela me chamava de louco e dizendo que poderia acabar com a festa se alguém a pegasse ali. Eu simplesmente a ignorava, voltando a beijá-la, lhe puxando os cabelos pela nuca e passando minha mão por entre suas pernas.</p>
<p>Ela ainda tentava se esquivar, fechava as pernas, desesperadamente tentava fugir da minha boca, mas eu estava disposto a dar o troco por tudo que aconteceu por baixo da mesa. Não demorou para que ela entrasse no jogo novamente e começasse a retribuir os meus beijos. Percebi que agora ela queria dar o troco e começou a buscar pela minha calça. Enquanto uma das minhas mãos se enchia com um de seus seios, a outra buscava pela sua calcinha, quando meus dedos a alcançaram, percebi que estava completamente molhada. O jogo começou a ficar interessante, quando ela abriu a minha calça, tirando meu pau pra fora, enquanto me beijava o pescoço. Nossas respirações pareciam desafiar uma a outra, ignorando o perigo de sermos pegos.</p>
<p>Meu pau já estava em suas mãos quando puxei uma alça de seu vestido e senti carne com carne seu seio na minha mão. Ela gemia baixo, me punhetando devagar e me olhando nos olhos.</p>
<p>- Você sabe que se formos pegos aqui, te expulso da minha festa.</p>
<p>- Você sabe que se você estiver de boca cheia vai ser difícil de falar alguma coisa.</p>
<p>- Pelo visto você gosta de um bom desafio, não é? Cuidado com meu veneno, mocinho.</p>
<p>- Você ainda não provou do meu veneno, Surfistinha. Vem aqui! Vou te tratar do jeitinho que te trato nos meus sonhos, vadia.</p>
<p>E a puxando pelos cabelos a trouxe para o chão. Ajoelhada, bati com a minha rola na sua cara, com seus lisos cabelos enrolados na minha mão. Ela me olhava com raiva, mas se via submissa aos meus desejos, rendida ao jeito com o qual eu lhe pegava. Ajeitei minha rola na sua boca e a dei para chupar. Disposta a me provar que seu veneno era poderoso, me abocanhou de uma forma que eu nunca tinha sido chupado antes, me sugando como se quisesse me engolir inteiro pelo meu pau. Com seus cabelos na minha mão, a conduzia inutilmente. Mais uma vez ela tinha tomado conta da situação, me olhando nos olhos e me chupando intensamente.</p>
<p>Percebi que se as coisas continuassem daquela forma eu perderia o jogo rápido. Bruna engolia o meu pau com maestria, batendo com o queixo nas minhas bolas e me olhando fixamente nos olhos. A puxei com força pelos cabelos, fazendo sua boca sair do meu pau. Com isso, um fio de baba se formou da minha rola para a sua boca, e ela, sorrindo, foi chupando até voltar a cabeça do meu pau, começou a lamber devagar, me mostrando que por mais que eu tentasse, o controle era dela.</p>
<p>Decidi então usar mais uma arma. Se tem uma coisa de que me orgulho é da minha boca e a forma com a qual a utilizo. Levantei-a novamente e voltei beijar seus lábios. Agora um beijo doce, leve, envolvente, sem aquele ardor todo do início. Levantei seu vestido e puxei sua calcinha, que caiu em seus pés, e com um dedo comecei a masturbá-la rapidamente. Meus lábios passando leve contra os dela e meus dedos lhe acariciando o grelo a faziam simplesmente perder os sentidos, senti que novamente tinha tomado o controle. Para não perdê-lo tão fácilmente, a coloquei sentada sobre a pia do banheiro, abri suas pernas e cai de boca naquela bucetinha molhada sem pelos. O som agudo de seus gemidos reverberavam pelas paredes do banheiro, o que me fazia mais e mais passar a minha língua por aquele grelo duro e quente.</p>
<p>Bruna tremia com a minha boca entre suas pernas. Suas mãos passavam pela minha cabeça e ela rebolava gostoso na minha cara. Eu me empolgava com aquela buceta tão cheirosa e deliciosa dela. A enchia com meus dedos, lambia, beijava. Ela se via perdida com o que minha boca causava em tão pouco tempo no seu corpo. Eu percebia que ela tentava me tirar, tentava se recuperar, tentava voltar a responder por ela, mas a forma como minha língua passava pelo seu sexo não lhe deixava escolha a não ser simplesmente gozar na minha boca. E não demorou para isso acontecer. Tremendo, quase caindo da bancada, sentia as ondas de orgasmo lhe tomando o corpo inteiro, gritando dentro do banheiro e tentando me empurrar. Minha língua impiedosa batia no seu grelo, fazendo-a tremer, gritar e gozar ainda mais.</p>
<p>Quando ela conseguiu me tirar do meio das suas pernas, me puxou desesperada, buscando a minha boca. Beijamo-nos melando nossos rostos de saliva e com seu mel delicioso. As línguas se cruzavam no ar como duas cobras em guerra, nossos braços se encontravam enquanto um buscava o corpo do outro. Enquanto nossas bocas se encontravam, eu a puxei ela cintura, encaixando minha rola na entrada da sua deliciosa buceta. Ela gemia abafado pela minha boca, sentindo a cabeça quente e inchada do meu pau encostando-se a seu grelo melado.</p>
<p>Ela mordeu forte meus lábios quando meu pau começou a penetrá-la. Senti que ela me apertava forte com a buceta, enquanto me puxava, me beijando como uma louca. Eu a pegava forte pela cintura, sentindo meu pau entrando cada vez mais na sua bucetinha. A cada centímetro que eu penetrava, a sentia rebolar mais e mais. Sim, mais uma vez lá estava Bruna tomando conta da situação e me deixando louco. Impossível não se deixar envolver por aquele jeito delicioso que ela acariciava meu pau usando toda a sua xota molhada.</p>
<p>No momento que percebeu que tinha o controle novamente, ela sorriu me olhando com a cara mais depravada do mundo, se apoiando nos meus ombros e rebolando cada vez mais intensamente. Eu tentava retribuir, mostrar que não estava abalado, mas aquilo era demais. Ela parecia sugar as minhas energias sem nem que eu ao menos tivesse gozado. Pra me provocar ainda mais, passava com a língua pelos lábios, os mordia, me perguntava se eu aguentava, dava risada com a minha cara de prazer e rendido.</p>
<p>Eu sentia que iria gozar ali e perder aquele jogo delicioso. Bruna sabe como domar um homem, sabe como tomar as rédeas e simplesmente acabar com qualquer homem que tente a derrubar, mas diferente de qualquer homem, eu não poderia simplesmente me entregar. Respirei fundo, a abracei forte pela cintura, a puxei sem tirar minha rola de dentro dela e a joguei contra a parede. Ela cruzou as pernas na minha cintura e me encarou sorrindo. Mordi seu pescoço e comecei a penetrá-la mais forte, mais fundo. Com essa consegui fazê-la se perder, mas acabei me perdendo junto. Como dois loucos rendidos, nos mexíamos na parede gelada do banheiro, fazendo nossos sexos se encontrarem de forma intensa e deliciosa.</p>
<p>Eu sentia sua buceta me molhando as bolas, a virilha, as coxas. Gemíamos querendo mais e mais. Já não éramos mais jogadores de um jogo quente e de conseqüência deliciosa. Éramos dois loucos transando em um banheiro masculino tentando atingir o mais intenso dos orgasmos. Depois de um tempo puxei Bruna novamente e a coloquei com os pés no chão. Senti suas pernas bambeando, e mesmo assim não lhe dei trégua. A virei de costas para mim, apoiei suas mãos contra a bancada da pia e comecei a pincelar minha rola no seu cuzinho. Ela apenas rebolava, me olhando com uma cara de prazer inesquecível aprovando que eu a invadisse por trás.</p>
<p>Quando a cabeça do meu pau entrou no seu rabo apertadinho ela quase caiu. Segurava-se como podia na bancada, enquanto eu me esforçava para socar minha rola inteira no seu rabo. Eu observava cada centímetro do meu pau tomando seu cuzinho e ouvia seus gemidos, ora mais altos, ora abafados por estar mordendo sua mão. Continuei a puxando até sentir minhas bolas batendo contra seu corpo. Naquele momento os dois perderam o jogo.</p>
<p>Eu, descontrolado, a puxei pelos cabelos. Ela gritava no banheiro. Nossos corpos se batendo ecoavam pelo banheiro. Ela se apoiava na bancada e tocava seu grelo sem parar, enquanto eu sem dó nem piedade socava minha rola com todas as forças no seu rabo. Meu pau ia e voltava cada vez mais rápido, cada vez com mais vontade, na mesma intensidade que eu sentia seus dedos, que vez ou outra escapavam do seu grelo e encontravam meu pau.</p>
<p>Eu não agüentava mais, e ao meu visto, ela também não. Tirei meu pau que pulsava acelerado como meu coração e comecei a punhetar em direção ao seu rabo. Bruna não parava com a sua mão, e se masturbava sem parar. Aos berros, comecei a jorrar minha porra quente e viscosa em direção ao seu cuzinho. No mesmo momento, Bruna também gritava, gemia. Balbuciávamos palavras indecifráveis, enquanto tínhamos aquele orgasmo simplesmente devastador. Depois de um tempo, íamos recuperando a consciência. Meu pau amolecia devagar na minha mão, e Bruna se tocava cada vez mais lentamente.</p>
<p>Ela levantou e começou a se ajeitar. Eu sorria enquanto colocava meu pau dentro da cueca. Ainda trocamos alguns beijos no banheiro, quando uma das pessoas que estavam na mesa junto com a gente entrou no banheiro desesperada:</p>
<p>- Bruna! Você precisa aparecer logo! O povo todo está perguntando de você!</p>
<p>- Como você sabia que eu estava aqui, Pri!?</p>
<p>- Sabe quanto tempo vocês estavam sumidos? Melhor ir lá pro salão, sua louca!</p>
<p>Começamos a gargalhar dentro do banheiro e acabamos de nos ajeitar. Ela me deu mais um beijo demorado, pegou sua calcinha ainda com seu delicioso cheiro, colocou no bolso da minha calça, e sorrindo me disse ao pé do meu ouvido:</p>
<p>- Acho que agora sim eu dei o autógrafo que você queria.</p>
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