<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8864554714962179613</id><updated>2024-09-22T01:24:08.656+01:00</updated><category term="1. Capítulo"/><category term="2. Capítulo"/><category term="3. Capítulo"/><category term="4. Capítulo"/><category term="5. Capítulo"/><category term="6. Capítulo"/><category term="7. Capítulo"/><category term="8. Capítulo"/><category term="9. Capítulo"/><category term="X Capítulo"/><title type='text'>Tiokuela</title><subtitle type='html'>José Carlos Oliveira-Doutor/PH.D.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tiokuela.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Jose Carlos de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06429667234682126954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJyOTgV_rBeDv5uH4gY2Gw9yOWB65-vwadzWUGEmmhYZxpOTbBDBGsXJejFz_uezHpzDZzMGYL5z84jgKXcNpnlcervMgBjcaPUBM8J65j8Kc4rv9JeVn50GJzGrbmuwk/s220/jco.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8864554714962179613.post-1491842639770277266</id><published>2012-01-03T17:13:00.000+00:00</published><updated>2012-01-05T14:45:52.462+00:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="1. Capítulo"/><title type='text'>O País Tradicional e a Pequena Exploração Agrícola  Autónoma</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQT1z4RHbwK5gml_qhjrWrXpIVibmM9iVCDeJHyWvbSXqfmgSLilnMJxkJB7YEwHQLdsHOllqJ22JiyIPjlO4-qYtKYhm_TRHhfaiiypwQOsqmcH3v3zlIlximPj1PfUfQiSMrcPhkCv4/s1600/2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQT1z4RHbwK5gml_qhjrWrXpIVibmM9iVCDeJHyWvbSXqfmgSLilnMJxkJB7YEwHQLdsHOllqJ22JiyIPjlO4-qYtKYhm_TRHhfaiiypwQOsqmcH3v3zlIlximPj1PfUfQiSMrcPhkCv4/s1600/2.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Portugal agrícola anos 20&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Convém desde já frisar que o autor viveu em Angola até 1975, embora tivesse vindo a Portugal em 1952 (com 13 anos) em 1958 (com 19 anos) e diversas vezes de 1963 a 1975,o que em termos de registo de memória facilita a sua compreensão quanto ao tema que hoje aborda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vínhamos dizendo no nosso boletim de Julho que o pequeno empresário agricultor obtinha a sua formação através do contacto com os membros da geração que o antecediam e que incluía uma polivalência essencial à sobrevivência de uma pequena empresa. Aprendia a construir alguns instrumentos mais simples, o que implicava uma menor dependência em relação aos serviços prestados pelos especialistas dos diferentes ofícios e acrescentava &amp;nbsp;a arte de lavrar a terra e as técnicas essenciais à preservação do solo e ao equilíbrio dos ecossistemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação à floresta tomava conhecimento prático não só no que dizia respeito ao corte das madeiras mas, também do desbaste para a produção de adubos orgânicos e energia. A este conjunto &amp;nbsp;de artes juntava o domínio da pecuária onde o agricultor deveria de conhecer todas as técnicas necessárias à gestão de uma pequena &amp;nbsp;da pecuária, não só no que diz respeito à produção, criação e abate mas também no que se referia à preparação das carnes e peles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este empresário agricultor completava o seu profundo saber tradicional com o domínio das técnicas de transporte, quer utilizasse animais ou carros de tracção animal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No inicio do século XX, na sociedade tradicional portuguesa, o modelo de empresa era essencialmente o da pequena exploração agrícola, sendo importante fazer desde já uma distinção entre o gestor e a cultura organizacional predominante no Norte ( minifúndio) e&amp;nbsp;o outro gestor e a cultura organizacional no sul (latifúndio). O primeiro caso era caracterizado sobretudo, pela escassez de contactos, ou melhor o pequeno empresário agricultor, que adquiria a formação &amp;nbsp;fornecida pelos contactos com os membos da geração anterior. A aprendizagem era um tanto complexa uma vez que exigia do agricultor uma polivalência que lhe assegurasse a sobrevivência da pequena empresa adquirindo conhecimentos nas mais variadas áreas, usufruindo assim de uma certa independência relativamente aos especialistas dos diferentes ofícios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda a actividade familiar repousava na expansão da propriedade, sendo esta considerada a base da subsistência, era o maior bem, de tal modo que eram até realizados e combinados casamentos de “interesse” que proporcionassem a expansão da propriedade agrícola, havendo que distinguir entre o agricultor denominado “rico” e o agricultor “remediado” ( que mesmo tendo algumas posses, &amp;nbsp; tinha necessidade &amp;nbsp;de trabalhar para terceiros). Para além destes devera mencionar-se o agricultor “pobre” , que era “proprietário” de um casebre e dez palmos de terra. As relações de trabalho subordinado, geralmente, recebia como compensação, por exemplo, vinho, toucinho, pão, etc. e raramente dinheiro. Existiam porém, casos em que os trabalhadores prescindiam da compensação, tratando-se neste caso não de relações de trabalho mas de inter ajuda. Em contraponto ao sul do país encontravam-se as grandes propriedades agrícolas. Os proprietários ao contrário dos pequenos agricultores encontravam-se afastados da condução &amp;nbsp;directa da exploração já q&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt;eu viviam nas vila e nas principais cidades e até mesmo na capital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão da produção acabava por ficar a cargo dos denominados “feitores” ou “caseiros” que eram escolhidos em função da sua experiência e sobretudo da sua lealdade para com os patrões. Apear de possuírem alguma experiência, estes gestores intermédios não detinham a mesma polivalência que os pequenos agricultores autónomos, necessitando assim, de alguma especialização m determinadas áreas tendo também a seu cargo certos trabalhadores ditos proletários ou agricultores mais pobres encarregues de tarefas específicas. Para assegurar a sua subsistência eram sujeitos a uma disciplina algo desumana, de forma a garantir o seu salário. As relações que exigiam esta disciplina eram consideradas bastante diferentes das relações de inter ajuda já mencionadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poderíamos também encontrar, nesta altura algumas oficinas e pequenas unidades industriais nas vilas e cidades, bem como em algumas aldeias de maior dimensão, devido à proximidade de locais favoráveis ao comércio sendo de destacar a proximidade dos rios que lhes garantissem energia hídrica. Estas oficinas e unidades industriais permitiam o abastecimento regional e nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A organização destas pequenas empresas era semelhante à das pequenas e médias empresas agrícolas, vendiam nos mercados e feiras locais devido à deficiente rede de transportes existente na altura. No entanto, com desenvolvimento progressivo dessa mesma estrutura, alargaram-se os horizontes do mercado potencial, permitindo então, aos empresários chegar até à capital de outros centros urbanos do país, ou mesmo até centros de negócios no estrangeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desenvolvimento progressivo destas pequenas unidades industriais iriam acentuar a necessidade de recrutar trabalhadores com melhores habilitações, vindo posteriormente a ser apelidados de “colarinhos brancos”, por ocuparem lugares de prestigiados embora mal pagos e eram recrutados em consequência da troca de favores. Em indústrias de maiores dimensões estes “colarinhos brancos” eram colocados em escalões mais elevados e relativamente bem pagos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais tarde, durante a 1ª Guerra Mundial surgiu &amp;nbsp;a primeira fase da nova revolução industrial a partir da expansão do mercado relativamente a alguns produtos ainda a facilidades de exportação promovidas pela conclusão da rede de caminhos de ferro e pela construção de pontes que possibilitavam o escoamento de grande parte da exportações portuguesas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Saudações Rotarias&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;_GoBack&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;AR BERKLEY&#39;;&quot;&gt;José Carlos Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;AR BERKLEY&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tiokuela.blogspot.com/feeds/1491842639770277266/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2012/01/o-pais-tradicional-e-pequena-exploracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/1491842639770277266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/1491842639770277266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2012/01/o-pais-tradicional-e-pequena-exploracao.html' title='O País Tradicional e a Pequena Exploração Agrícola  Autónoma'/><author><name>Jose Carlos de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06429667234682126954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJyOTgV_rBeDv5uH4gY2Gw9yOWB65-vwadzWUGEmmhYZxpOTbBDBGsXJejFz_uezHpzDZzMGYL5z84jgKXcNpnlcervMgBjcaPUBM8J65j8Kc4rv9JeVn50GJzGrbmuwk/s220/jco.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQT1z4RHbwK5gml_qhjrWrXpIVibmM9iVCDeJHyWvbSXqfmgSLilnMJxkJB7YEwHQLdsHOllqJ22JiyIPjlO4-qYtKYhm_TRHhfaiiypwQOsqmcH3v3zlIlximPj1PfUfQiSMrcPhkCv4/s72-c/2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8864554714962179613.post-8945585021656798147</id><published>2012-01-02T14:17:00.000+00:00</published><updated>2012-01-05T14:46:00.371+00:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="2. Capítulo"/><title type='text'>Capítulo 2</title><content type='html'>&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgsHkR-zhOPUKwH4eUrV5N2Awgp0BGkXjtWVFMGDTJKWPUB32KCOywCoR2bkJK9yzF_1i6mYzuRElpZnZkSTDJ8_8Q9-Fn7D3BY5LynqZXBkKr5v7MbC-BJpAOgQX4lK9bNG9x5yU1lf88/s1600/3.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;281&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgsHkR-zhOPUKwH4eUrV5N2Awgp0BGkXjtWVFMGDTJKWPUB32KCOywCoR2bkJK9yzF_1i6mYzuRElpZnZkSTDJ8_8Q9-Fn7D3BY5LynqZXBkKr5v7MbC-BJpAOgQX4lK9bNG9x5yU1lf88/s400/3.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;A Indústria Portuguesa do inicio dos anos 30 do seculo XX&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No capitulo anterior acabamos dizendo que a 1ª Grande Guerra fez imergir uma nova faceta da revolução industrial que sofisticou a expansão das relações mercantis, com a inovação de um novo modelo de transporte continental “ o caminho de ferro”; e naturalmente as infra-estruturas arquitectónicas inerentes aos acidentes de terreno, as grandes pontes, possibilitando assim às maiores companhias nacionais e multinacionais o rápido escoamento para os portos de embarque e desembarque.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tornou-se necessária a emergência de uma nova classe de empresários para aproveitar as novas condições do mercado interno e externo. Foi um período em que os mercados tudo absorviam. Os fabricantes não necessitavam de se preocupar com a qualidade, as colónias lá estavam para garantir o que de pior se fabricava. Esta elite só estava preocupada em garantir a sua afirmação social bem como a de seus filhos, em vez de assegurar a renovação, os processos tecnológicos e a pesquisa de mercados alternativos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tal como no resto da Europa e da América, a insuficiente mão de obra masculina criava sérias dificuldades, o seu custo tornava-se incompatível, a mais qualificada partia para a América e Norte da Europa e a indiscriminada preparava-se para a grande aventura de África.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Algumas das novas empresas industriais começavam a recorrer à mão-de-obra feminina. Note-se que a grande maioria de homens ou mulheres, recrutados pelas novas unidades fabris, eram geralmente camponeses e procuravam emprego certo. Em algumas regiões este fenómeno esteve na base do êxodo rural e da consequente proletarização dos migrantes internos. As relações nas empresas sociais industriais assemelhavam-se às grandes empresas agrícolas, o que significava o abandono do sistema de inter-ajuda e respeito mútuo, tradicional na sociedade rural. O desenvolvimento destas empresas veio exigir aumento dos empregados no sector terciário que passaram a ser recrutados entre os jovens que completavam o primeiro ciclo dos liceus (o antigo quinto ano).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nesta primeira fase da renovação industrial, quer a agricultura quer o sector terciário sofreram grandes alterações e um ramo se distinguiu na selecção do pessoal recrutado, a banca comercial e consequentemente a área dos seguros, sem esquecer a implementação de serviços necessários à moderna inovação de transportes, o automóvel.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Foi na primeira metade do século XX que as empresas industriais de grande dimensão se expandiram, a coberto de pautas aduaneiras preferenciais para os artigos coloniais por elas fabricados. Estávamos então no rescaldo da 2ª Grande Guerra, e este fenómeno arrastou a economia portuguesa que se viu novamente forçada a tentar acompanhar o desenvolvimento da economia mundial, embora sem grande sucesso, diga-se de passagem. A política paternalista do Estado Novo, era levada a cabo por um escasso número de empresários o que não impedia o Estado de não estar atento à instrução escolar pós liceal. Esta situação precipitou uma nova vaga de técnicos, os licenciados pelas universidades de Lisboa e Porto. Tornou-se evidente a selecção do trigo do joio. Apesar do esforço, era notória a escassez de diplomados universitários (entenda-se que a política do Estado Novo continuava a forçar a emigração tanto legal como clandestina, e tinha as suas razões). Até aos anos sessenta o sector dos recursos&amp;nbsp;humanos, dentro das empresas e dos organismos estatais, era uma secção gerida por alguém de confiança da administração, sem grandes habilitações literárias. Só a partir dos finais dos anos cinquenta, (havia motivos políticos para este estado de coisas), se começaram a recrutar profissionais com cursos superiores da área das ciências sociais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Foi nesta época, a meados do século XX que em Portugal se operou um fenómeno no meio empresarial privado e do estado importado dos EUA: o Movimento Rotário. Podemos de grosso modo visioná-lo assim: “Um homem, humanisticamente bem preparado, teve uma ideia, montou uma engrenagem humana, organizou os elementos adequados e necessários, e pôs em marcha uma organização sem distinção de cor ou credo em prol do bem da humanidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nenhum ser humano de bom senso, digo eu, deixará de perceber a sua relativa precariedade, mas isso é próprio do homem. Curiosamente, esta nova cultura empresarial atravessou uma grande dificuldade: a desconfiança com que o Estado Novo olhava este tipo de associações. Porém, não devemos cair na crítica fácil. A complexidade das relações internacionais em que o Escol português se via então envolvido, dificilmente permitiria “aventuras”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ainda haveria de passar muita água por debaixo das pontes até que o cordão umbilical “ultramarino” se quebrasse, e apesar das tremendas dificuldades passadas pela sociedade portuguesa de então, “o tempo e o vento”, viria a preparar uma nova cultura organizacional nas empresas e, desta feita virada para os destinos da Europa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Saudações Rotarias&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;_GoBack&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;AR BERKLEY&#39;;&quot;&gt;José Carlos Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;AR BERKLEY&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tiokuela.blogspot.com/feeds/8945585021656798147/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2012/01/capitulo-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/8945585021656798147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/8945585021656798147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2012/01/capitulo-2.html' title='Capítulo 2'/><author><name>Jose Carlos de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06429667234682126954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJyOTgV_rBeDv5uH4gY2Gw9yOWB65-vwadzWUGEmmhYZxpOTbBDBGsXJejFz_uezHpzDZzMGYL5z84jgKXcNpnlcervMgBjcaPUBM8J65j8Kc4rv9JeVn50GJzGrbmuwk/s220/jco.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgsHkR-zhOPUKwH4eUrV5N2Awgp0BGkXjtWVFMGDTJKWPUB32KCOywCoR2bkJK9yzF_1i6mYzuRElpZnZkSTDJ8_8Q9-Fn7D3BY5LynqZXBkKr5v7MbC-BJpAOgQX4lK9bNG9x5yU1lf88/s72-c/3.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8864554714962179613.post-4039827089306415698</id><published>2012-01-01T14:24:00.000+00:00</published><updated>2012-01-05T14:47:21.175+00:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="3. Capítulo"/><title type='text'>O “club” e o seu significado</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzl033Nh7TuMXUVtOoi37pxySUAwZY5l8O2QsZlcKS7606mrBb-riWuSxR_igIWLVps4IoiyjjVrAFvfdU4PKPpoKsMDo6UkJAQ5oCgql9wE0zSkJpHh7wbILcgDUrq80it2g0QS2Q0fA/s1600/4.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;360&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzl033Nh7TuMXUVtOoi37pxySUAwZY5l8O2QsZlcKS7606mrBb-riWuSxR_igIWLVps4IoiyjjVrAFvfdU4PKPpoKsMDo6UkJAQ5oCgql9wE0zSkJpHh7wbILcgDUrq80it2g0QS2Q0fA/s400/4.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Este texto &amp;nbsp;foi compilado da Internet, programa Google&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No dia 1 de Dezembro de 1907, no Campo da Quinta Nova, em Carcavelos, o Sport Lisboa e o Sporting defrontaram-se para o Campeonato de Lisboa. Ninguém poderia adivinhar que seria um dia para a memória do país.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os jogos entre os eternos rivais lisboetas já viram, entretanto, gente assassinada e gente a morrer de aflição; foram interrompidos ao soco e à navalhada; tiveram um brinco perdido num pontapé violento e num golo soberbo; tiveram uma equipa a entrar em campo só com dez jogadores, e a ganhar apesar disso, tiveram um árbitro expulso por expulsar um jogador; tiveram marechais e coronéis, presidentes do conselho e da República; geraram manifestações políticas e movimentos cívicos, tiveram desistências e abandonos, multidões ávidas e jogadores únicos, alegrias e tristezas, lágrimas e sorrisos, opulência e miséria como tudo o que é profundamente humano...&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas esta introdução serve de paradigma &amp;nbsp;ao conceito de “Club”? Finalizamos o capítulo anterior com a emergência de um elemento novo na sociedade portuguesa em meados do século vinte: o movimento rotário. Sobre ele demos uma imagem, agora vamos inseri-lo no contexto da época.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Novamente, e por uma questão de referência às fontes o autor esclarece que o presente capítulo tem como base um texto publicado por João Pereira Neto (1983) “A Classe Média Portuguesa num Contexto de Mudança” e claro está que a minha observação directa e participante ao longo de cerca de 25 anos (intermitentemente), 1º no Rotary Club do Entroncamento como sócio fundador e agora no Rotary Club de Caldas da Rainha permitiram uma certa equação pessoal e autoridade face ao tema.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No que se refere à sistematização convém identificar antes do mais o período entre o pós 2ª grande guerra e o inicio da guerra colonial (1961), para de seguida avançarmos no marco que foi o 25 de Abril de 1974, data em que ocorreu a mudança de regime. Nessa altura a maior parte da empresas portuguesas apresentava uma cultura organizacional muito parecida com a da sociedade tradicional de predominância agrícola, em resultado de uma evolução lenta e inadequada às mudanças ocorridas nos restantes países europeus durante os anos sessenta. No que concerne ao sector terciário, a situação diferia dos restantes sectores devido ao prestígio tradicional do “colarinho branco” que permitia o ingresso no sector público e privado de jovens com habilitações secundárias e superiores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O autor aproveita mais uma vez, para a eventualidade de se virem a verificar criticas e rectificações que este estudo virá a estar na base de pesquisa futura a desenvolver dentro do âmbito da cultura organizacional dos Rotary Clus em Portugal. Convirá referir que o clube era o prolongamento da própria casa, a sala de reunião comum, onde de vez em quando se levavam convidados estranhos à causa mas do mesmo nível social.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É interessante transcrever o que a Enciclopédia Verbo nos diz sobre o vocábulo Club e entre outras definições diz o seguinte: “...Veio depois, a designar a quota que se pagava para pertencer às assembleias constituídas por vínculos sociais ou interesses similares…Os clubes modernos nasceram na Inglaterra na época isabelina. A criação do Clube deve ter influenciado o aparecimento da maçonaria. Ou pelo menos a sua reestruturação no século XVIII. Sabe-se que o poeta Tomás Hocclve , ou Occlve (séc XIV-XV) pertencia a um dining club… É enorme a influência dos Clubes na vida histórica e cultural inglesa… Robespierre tomou o comando das operações (Revolução Francesa) criando &amp;nbsp;o Cordeliers com Danton à frente. Também o abade de Sant Pierre, Montesquieu e o duque &amp;nbsp;de Noirmontiers haviam fundado o Clube de L’Entresol, de que saiu a Academia das Ciências Morais e Politicas…&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5E7rvb-qyvvHe7a3tLvhQO45QnsYJe7BIQFFDtVYUTH4evQHFxMGXp4LeZUn_yU1bRERSaqi_s7HXHTJL7hJQSzNxB5bu2FvTZ1aHL4lBRLcbo2f0D1KeFYKgEU7QZqcHfacnsG3MXaM/s1600/4_1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5E7rvb-qyvvHe7a3tLvhQO45QnsYJe7BIQFFDtVYUTH4evQHFxMGXp4LeZUn_yU1bRERSaqi_s7HXHTJL7hJQSzNxB5bu2FvTZ1aHL4lBRLcbo2f0D1KeFYKgEU7QZqcHfacnsG3MXaM/s400/4_1.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Há mais de 100 anos que as reuniões dos Rotary Clubs Rotary, se iniciam com o tocar de um sino.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A imagem acima retrata os primeiros membros em reunião já formal do “Rotary Club”, nela podemos identificar à esquerda Paul Harris.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Uma vez gizado o conceito, debrucemo-nos agora para a sua contextualização em Portugal. Tdos os clubes tinham o seu tipo socioprofissional de associados e estes só pertenciam a um embora houvessem excepções. Todas as terras, em especial as cidades tinham os seus clubes e o seu número correspondia ao número de classes localmente existentes, sendo que o clube de referencia (de maior prestígio) era simplesmente designado pelo termo “Clube”, que como atrás referimos denotava a sua origem inglesa e que por similitude com os “casinos espanhóis” incorporava os membros das profissões liberais, os mais influentes membros das forças armadas, os maiores industriais e proprietários rurais bem como membros das famílias aristocráticas até funcionários públicos das categorias mais elevadas. Uma nota: a maior ambição de um membro das classes mais baixas era ser aceite ( por voto secreto) como um igual, pelos membros de um “Clube”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A esta associação seguia-se o “Grémio ou o Ginásio”, que na nossa vizinha Espanha albergava os industriais e comerciantes mais importantes, alguns sargentos casados com senhoras da sociedade local e também os mais graduados empregados “colarinhos brancos”da zona. E assim se iam formando Clubes representativos das associações de classe. Depois destes clubes cabia a vez da associação campesina, dos assalariados, dos pescadores que muito se orgulhavam de pertencer à “Filarmónica” ( a que pertenceu o avô do autor que como presidente da Banda Filarmónica de Torres Novas, recorrendo muita vez &amp;nbsp;“ao bolso” da mulher para acudir à “sua Filarmónica”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Resta-me acrescentar que a Classe Média portuguesa, era francamente conservadora, muito pouco interessada em mudanças que afectassem o seu prestígio que não era abalado pelas tensões existentes na sociedade portuguesa devido à sua base patrimonial, embora aqui e ali já se fizessem sentir os efeitos do desenvolvimento &amp;nbsp;que nas zonas mais industrializadas conduziram à emergência de uma nova classe média. Por estes motivos os empresários “mais avisados” &amp;nbsp;começaram a sentir &amp;nbsp;necessidade de mudança e ser eles a proporem às suas organizações mudanças no sentido de correrem os menores riscos e consequentemente prepararem-se para aceitar o novo modelo de trabalho nas suas organizações…&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Saudações Rotarias&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;_GoBack&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;AR BERKLEY&#39;;&quot;&gt;José Carlos Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;AR BERKLEY&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tiokuela.blogspot.com/feeds/4039827089306415698/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2012/01/o-club-e-o-seu-significado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/4039827089306415698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/4039827089306415698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2012/01/o-club-e-o-seu-significado.html' title='O “club” e o seu significado'/><author><name>Jose Carlos de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06429667234682126954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJyOTgV_rBeDv5uH4gY2Gw9yOWB65-vwadzWUGEmmhYZxpOTbBDBGsXJejFz_uezHpzDZzMGYL5z84jgKXcNpnlcervMgBjcaPUBM8J65j8Kc4rv9JeVn50GJzGrbmuwk/s220/jco.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjzl033Nh7TuMXUVtOoi37pxySUAwZY5l8O2QsZlcKS7606mrBb-riWuSxR_igIWLVps4IoiyjjVrAFvfdU4PKPpoKsMDo6UkJAQ5oCgql9wE0zSkJpHh7wbILcgDUrq80it2g0QS2Q0fA/s72-c/4.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8864554714962179613.post-5412743255177774534</id><published>2011-12-31T14:25:00.000+00:00</published><updated>2012-01-05T14:46:16.840+00:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="4. Capítulo"/><title type='text'>O Rotary  Club por Dentro</title><content type='html'>&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjw1kPijQaSJSHGm3Xpu1fbNz1Vix6-fRtXnaRMep7VD39Z_iCwQxTVYSrhzT4LLs0pmyGJaPGZhhg-uLJ4n0slmoTmuV4klwSLVeaRh69Ni5HQ1n6aE-MUGBJoUAy0wf1t6s8slnJ2Cn8/s1600/5.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;332&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjw1kPijQaSJSHGm3Xpu1fbNz1Vix6-fRtXnaRMep7VD39Z_iCwQxTVYSrhzT4LLs0pmyGJaPGZhhg-uLJ4n0slmoTmuV4klwSLVeaRh69Ni5HQ1n6aE-MUGBJoUAy0wf1t6s8slnJ2Cn8/s400/5.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Rotary Club das Caldas da Rainha anos 50&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Foram poucos, muito poucos, aqueles que o 25 de Abril não apanhou desprevenidos, houve até quem escapasse por uma unha negra. Nesse dia eu estava em Lisboa, de &amp;nbsp;passagem para a Alemanha com a finalidade de comprar o último grito em máquinas de bordar electrónicas. Só consegui embarcar depois do dia 10 de Maio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Era o fim dos “ botas de elástico…” que queria dizer o fim dos “velhos do Restelo” Já tinham desaparecido há décadas os “manga de alpaca”. Tratava-se de &amp;nbsp;mangas postiças usadas pelos funcionários administrativos, e guarda livros para pouparem o fatos. Tempos em que se comprava o primeiro fato quando se ia “às sortes” (prestar provas para incorporação no serviço militar). Era &amp;nbsp;gente zelosa mas rotineira, serviam de pouco.~&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os armazenistas pouca &amp;nbsp;noção tinham da eficácia &amp;nbsp;dos contabilistas. Era o tempo das contas rápidas de cabeça. Olhava-se &amp;nbsp;para o burro observando-lhe os dentes e estabelecia-se o preço. Os porcos eram comprados a olho na feira semanal. Os comerciantes batidos ofereciam um tanto por determinado lote de tecidos. Entretanto &amp;nbsp;o sistema Ruf dava os primeiros passos nas contas do Deve e do Haver. Foi muito útil á evolução da contabilidade o advento da máquina de escrever. As pequenas e médias empresas iam copiando o que podiam das grandes empresas, para se modernizarem. Foi grande a revolução no sistema contabilístico. Ainda estava para chegar a contabilidade mecanizada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Apesar de todos estes avanços, os patrões (leia-se empresários) quando solicitavam algum dado relevante era só para conferirem as suas previsões empíricas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Foi este tipo de lideres que preencheu a democratização dos clubes rotários. Homens novos, sangue novo, uma vez convidados para assistir a uma reunião de rotary, ficavam francamente maravilhados com o a ideia do estimular e fomentar o ideal de servir com &amp;nbsp;base em todo o empreendimento digno. Daí a ser convidado a ingressar no prestigiado club &amp;nbsp;era um passo. Significava que o visado tinha um perfil empreendedor e essencial-mente passava a prestar um serviço à comunidade em vez de fazer do seu próprio ego, norma e processo do seu trabalho.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Servir através da profissão era coisa em que nunca tinha pensado, sentia-se agora um homem nobre.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O servir profissionalmente é o permanente desafio que se coloca a um rotário, é ate a característica principal que o define. &amp;nbsp;Rotary&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Estavam então reunidas todas as condições para o advento &amp;nbsp;do homem novo que aí vinha. Havia que aproveitar as transformações, apesar das incertezas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os associados dos clubes rotários tratam-se por companheiros, com vontade &amp;nbsp;pioneira num empreendimento que exige coragem, inspiração por um ideal comum, com a finalidade de tomarem decisões colegiais através de afincado &amp;nbsp;trabalho &amp;nbsp;para o bem da sua comunidade.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Saudações Rotarias&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=8864554714962179613&quot; name=&quot;_GoBack&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;AR BERKLEY&#39;;&quot;&gt;José Carlos Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;AR BERKLEY&#39;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tiokuela.blogspot.com/feeds/5412743255177774534/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/o-rotary-club-por-dentro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/5412743255177774534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/5412743255177774534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/o-rotary-club-por-dentro.html' title='O Rotary  Club por Dentro'/><author><name>Jose Carlos de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06429667234682126954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJyOTgV_rBeDv5uH4gY2Gw9yOWB65-vwadzWUGEmmhYZxpOTbBDBGsXJejFz_uezHpzDZzMGYL5z84jgKXcNpnlcervMgBjcaPUBM8J65j8Kc4rv9JeVn50GJzGrbmuwk/s220/jco.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjw1kPijQaSJSHGm3Xpu1fbNz1Vix6-fRtXnaRMep7VD39Z_iCwQxTVYSrhzT4LLs0pmyGJaPGZhhg-uLJ4n0slmoTmuV4klwSLVeaRh69Ni5HQ1n6aE-MUGBJoUAy0wf1t6s8slnJ2Cn8/s72-c/5.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8864554714962179613.post-1253927437724525268</id><published>2011-12-30T14:33:00.000+00:00</published><updated>2012-01-05T14:46:31.271+00:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="5. Capítulo"/><title type='text'>Era uma vez um Presidente Indicado</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjB5qGFpRCrb9aDMGepw7us0ZsJbMahSFijV5GUpHow3H-o8FG9X2fnPNtsT6_NTUUqSZI-hoMCW0OD_bGe59tHaEzMy3t6RMk9LKXPP2dA869W4wQXj-KZousObul_152xooyLY8AIdWY/s1600/6.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjB5qGFpRCrb9aDMGepw7us0ZsJbMahSFijV5GUpHow3H-o8FG9X2fnPNtsT6_NTUUqSZI-hoMCW0OD_bGe59tHaEzMy3t6RMk9LKXPP2dA869W4wQXj-KZousObul_152xooyLY8AIdWY/s1600/6.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não venho procurar unanimidade, (sempre que fui escolhido, fosse para o que fosse, quase nunca foi por unanimidade) venho opinar, uma vez que sinto estar a dobrar o Cabo das Tormentas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Companheiro Presidente Indicado, note &amp;nbsp;bem o que lhe vou dizer:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
1º Se não notou ainda, chamo agora a sua atenção para a excelente frase de Goethe com que principia sempre a série de artigos “Tradição e Renovação” deste ano. &amp;nbsp;Todos sabem que sem o trabalho da Abelha não existe mel.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pode o companheiro &amp;nbsp;alegar que não tem talento para exercer o cargo. A maior parte de nós não tem. &amp;nbsp;O conceito de sucesso inerente ao cargo, pode ser traduzido pela sabedoria política da arte do diálogo, que tem como objectivo o respeito mutuo, ou então… Quem dialoga, não apenas ouve, mas interpreta, insinua, influência, por vezes impõe e até deturpa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;Não é necessário vir para Rotary para aprender algo sobre a filosofia do Respeito. Será que esquecemos o Respeito que devemos ao nosso Pai e à nossa Mãe? Ainda hoje é corrente dizer-se que quem dá o pão (houve tempo em que se dizia “Pau”) dá a criação . Era &amp;nbsp;o nosso Pai. &amp;nbsp;Da nossa Mãe podemos dizer o mesmo. Nossa Mãe não foi a que nos pariu, foi a que nos criou. Felizes daqueles que numa só &amp;nbsp;Mãe tiveram as duas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Você, como Presidente indicado vai ter de aprender que não passa de uma criança aos olhos dos veteranos. Antes de atingir o patamar de presidente eleito continuará como subalterno. Depois, antes de aceder aos “&lt;i&gt;Montes Golan&lt;/i&gt; ”, deverá praticar (ser iniciado) como secretário, para vir a colocar-se na posição de começar a presidência do seu clube. O espírito do nosso Clube tem similitudes com os outros “Rotary Clubs”, onde se exerce o culto da nossa tradição nacional. Rotary Internacional tem um cuidado muito especial com esse princípio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O companheiro vive da sua profissão e para a sua profissão. &amp;nbsp;É através dela que exercerá o seu espaço de Presidente dentro do clube. Não é por acaso que nos classificamos em Rotary através das nossas profissões. Será por aí que deverá ser útil dentro de Rotary. Ande, explore o valor da sua profissão. Quantas vezes teve de chegar a meio de uma Tarefa e &amp;nbsp;cheio de pena &amp;nbsp;voltou atrás? &amp;nbsp;Não, não perdeu o seu tempo, nem o trabalho estava mal feito. O que aconteceu é que o caminho não era aquele. &amp;nbsp;Nada melhor que exercer a sua presidência comparando-a com o que sempre gostou de ser: Um homem maduro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não se prepare para desilusões, prepare-se para se desviar dos obstáculos imprevisíveis. Mas como? Dou-lhe &amp;nbsp;dois exemplos:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dizem os valentes transmontanos, quando afirmam: “&lt;i&gt;para lá do Marão mandam os que lá estão&lt;/i&gt;”, e, apesar disso, logo a seguir recomendam: “&lt;i&gt;quando o pau é desigual mais vale fugir do que ficar mal.&lt;/i&gt;”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por outro lado, experimente comportar-se como o rio, não tente vencer a montanha, simplesmente finja que não a vê, contorne-a.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vai estar (pensa o companheiro) um pouco só no “Deserto”. &amp;nbsp; Está bem. Ainda assim, continuo a acreditar na colaboração, na cooperação, apesar de não ignorar que a nossa vida é uma luta constante, com bastantes confrontos e alguns conflitos.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Saudações Rotarias&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=8864554714962179613&quot; name=&quot;_GoBack&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;AR BERKLEY&#39;;&quot;&gt;José Carlos Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;AR BERKLEY&#39;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tiokuela.blogspot.com/feeds/1253927437724525268/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/era-uma-vez-um-presidente-indicado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/1253927437724525268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/1253927437724525268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/era-uma-vez-um-presidente-indicado.html' title='Era uma vez um Presidente Indicado'/><author><name>Jose Carlos de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06429667234682126954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJyOTgV_rBeDv5uH4gY2Gw9yOWB65-vwadzWUGEmmhYZxpOTbBDBGsXJejFz_uezHpzDZzMGYL5z84jgKXcNpnlcervMgBjcaPUBM8J65j8Kc4rv9JeVn50GJzGrbmuwk/s220/jco.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjB5qGFpRCrb9aDMGepw7us0ZsJbMahSFijV5GUpHow3H-o8FG9X2fnPNtsT6_NTUUqSZI-hoMCW0OD_bGe59tHaEzMy3t6RMk9LKXPP2dA869W4wQXj-KZousObul_152xooyLY8AIdWY/s72-c/6.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8864554714962179613.post-2098995225462650797</id><published>2011-12-29T14:39:00.000+00:00</published><updated>2012-01-05T14:44:39.065+00:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="6. Capítulo"/><title type='text'>Olá Secretário, Muito se engana quem cuida</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9R76xlNHQvB1g9jNRnopFJFkAJ75nsI-NrXanvrWx68wICVgPczxGaFO-UkSpzJSoORL_iv1iOw_6h7z-e8mkdnSDhe6zMw2JUiUPi1bSSDPtWTz0FilSDSbzVmnQscs_N2rFo7qLITI/s1600/7.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;296&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9R76xlNHQvB1g9jNRnopFJFkAJ75nsI-NrXanvrWx68wICVgPczxGaFO-UkSpzJSoORL_iv1iOw_6h7z-e8mkdnSDhe6zMw2JUiUPi1bSSDPtWTz0FilSDSbzVmnQscs_N2rFo7qLITI/s400/7.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Mário Soares assina documento de adesão à CE&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como nota de abertura desta conversa aqui ficam algumas dicas acerca do termo genérico “Secretário” e das suas funções. Etimologicamente a palavra “secretário” significa a pessoa a quem são confiados os segredos e confidências de um superior.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A profissão de secretário existe desde a Dinastia Macedônica. Neste período, os profissionais atuavam tanto no exército de Alexandre Magno como também eram os responsáveis pelo registro dos feitos em batalha. Nesta época o profissional acompanhava líderes, altos coman-dos da sociedade. Sua maior característica: a fidelidade, a cautela no tratamento de informáções.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;Dominando a escrita, o secretário tinha acesso ao conhecimento. E este necessitava de uma multiplicidade destes, pois atuava tanto como assessor como gestor para seus superio-res. Seu perfil era de alguém com habilidades diversas como idiomas, literatura e história.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os escribas foram os primeiros secretários “de facto” da história, pois não atuavam em exércitos. Estes formavam uma profissão especializada, com conhecimentos em matemática, contabilidade, processos administrativos, entre outros. Entre as diversas habilidades, uma ca-racterística era de suma importância: a confiabilidade. O estudo da origem da profissão serve para conhecer as habilidades inerentes ao profissional. Apesar do passar dos anos, o secretário ainda é tido como aquele no qual se pode confiar. Além disso, através deste estu-do é possível tentar compreender o presente, como o domínio das mulheres no mercado de trabalho ou o preconceito contra o profissional.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nicolau Maquiavel, na sua obra “O principe” diz-nos que “… E a primeira conjectura que se faz da inteligência de um senhor resulta da observação dos homens que o cercam; quando são capazes e fiéis, sempre se pode reputá-lo sábio, porque soube reconhecê-los competentes e conservá-los…”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Posto este preambulo devo dizer que um fraco secretário. Teria sido um pouco melhor se não tivesse que me apoquentar com um trabalho que durava há vinte anos. Bem, isso não importa, porque se trata de um rosário de um louco. O que é facto é que fui ajudado pelo meu presidente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Atribuições do secretário:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Diz o manual do secretário que a sua principal atribuição é ajudar o clube a funcionar eficaz-mente, especialmente por ajudar o seu presidente a ampliar ou a manter estável o quado social do seu clube. Cabe ao secretário implementar os projectos que estão na forja do ano em curso. Apoiar lideres capazes de servir o seu clube, recebendo deles injformações do conselho director, das comissões do clube, dos sócios, do governador assistente, do Rotary Internacional e da Rotary Fundacion, tudo isto para beneficio do clube.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É recomendável que o secretário analise as tendências das actividades realizadas pelo clube de modo a identificar os pontos fortes e fracos deste e a comunicar tal conhecimento aos outros líderes do clube, visando a tomada de medidaspertinentes. teho consciência que fiz muito pouco, e o que fiz, oi falando e escrevendo umas ezes falando e escrevendo a sério e outras a brincar de coisas que irritaram alguns alegraram outros e ainda entristeceram outros, ou muito simplesmente puseram outros a dormitar. Tenho consciência que fiz muito pouco, e o pouco que fiz, foi es-crevendo ou falando a sério e outras tantas a brincar de coisas que irritaram alguns, ale-graram outros ou ainda entristeceram os restantes. Enfim, muito simplesmente puseram outros a dormitar durante as reuniões.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Muito se engana quem cuida&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Saudações Rotarias&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;_GoBack&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;AR BERKLEY&#39;;&quot;&gt;José Carlos Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;AR BERKLEY&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tiokuela.blogspot.com/feeds/2098995225462650797/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/ola-secretario-muito-se-engana-quem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/2098995225462650797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/2098995225462650797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/ola-secretario-muito-se-engana-quem.html' title='Olá Secretário, Muito se engana quem cuida'/><author><name>Jose Carlos de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06429667234682126954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJyOTgV_rBeDv5uH4gY2Gw9yOWB65-vwadzWUGEmmhYZxpOTbBDBGsXJejFz_uezHpzDZzMGYL5z84jgKXcNpnlcervMgBjcaPUBM8J65j8Kc4rv9JeVn50GJzGrbmuwk/s220/jco.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9R76xlNHQvB1g9jNRnopFJFkAJ75nsI-NrXanvrWx68wICVgPczxGaFO-UkSpzJSoORL_iv1iOw_6h7z-e8mkdnSDhe6zMw2JUiUPi1bSSDPtWTz0FilSDSbzVmnQscs_N2rFo7qLITI/s72-c/7.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8864554714962179613.post-3117896849734540499</id><published>2011-12-28T14:49:00.000+00:00</published><updated>2012-01-05T14:52:42.389+00:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="7. Capítulo"/><title type='text'>PROCURA-SE TESOUREIRO, De preferência “Bem Vivo”</title><content type='html'>&lt;i&gt;Solicita-se a quem não se encontre nestas condições o favor de não responder&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEighQ9wRq1SkFqfIGxRCMezs-fWOoB14jRCAMOX_5n-ZHIx7JLyoUsmeyIsJ8TBoN1zdFI8Hb-j-qdwx_ObjeuZrmfJCsveWqolU8HA19v9mCzBO15h5o_l7jy9pHMXbTsD5atQfCbJZwU/s1600/8.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEighQ9wRq1SkFqfIGxRCMezs-fWOoB14jRCAMOX_5n-ZHIx7JLyoUsmeyIsJ8TBoN1zdFI8Hb-j-qdwx_ObjeuZrmfJCsveWqolU8HA19v9mCzBO15h5o_l7jy9pHMXbTsD5atQfCbJZwU/s320/8.jpg&quot; width=&quot;242&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Reconheço que não é a forma mais ortodoxa de solicitar a um companheiro, que integre um Conselho Director como tesoureiro. Basta ter consciência, enquanto presidente, do trabalho exigido ao Tesoureiro do clube durante o ano, para saber que não é fácil encontrar alguém que esteja disposto a exercer o cargo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Enquanto companheiro Presidente em exercício, sei que estou a aprender, por isso, procurei para meu Tesoureiro alguém com traquejo justificado. Uma coisa é certa, um Tesoureiro não faz o seu lugar com “Blà Blá”. O cargo é trabalhoso. Por exemplo, tem em mente incentivar os seus companheiros a cooperarem em campanhas de angariação de fundos, para as iniciativas do seu ano rotário, procura lembrar a necessidade permanente de encontrar patrocinadores que desejem colaborar nas iniciativas do plano anual. Procura que o Conselho Director tome consciência da estabilidade económica através de uma forma muito especial de lembrar aos companheiros em dívida (e está a fazê-lo) que actualizem as suas cotizações do modo a garantir o normal funcionamento do orçamento apresentado em colabo-ração com o Conselho Director, tendo em atenção as orientações deste órgão, de acordo com as reais possibilidades da tesouraria.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sim, tudo isto é muito bonito, mas onde está o tempo e disposição, se este mesmo tesoureiro passa o dia todo à volta dos problemas dos seus próprios clientes? Tomáramos nós que ele vá apresentando as contas em dia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quem, melhor do que ele, sabe o que é um orçamento de tesouraria? Então alguém ligou importância quando ao fim de seis meses ele apresentou as suas preocupações de tesouraria traduzidas em números?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Companheiros, &amp;nbsp;tanto quanto sei, o conceito dos primeiros &lt;b&gt;&lt;i&gt;Orçamentos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; que se têm notícia eram os chamados &lt;i&gt;&lt;b&gt;orçamentos tradicionais&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, que se importavam apenas com o gasto (&lt;i&gt;&lt;b&gt;ênfase no gasto&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;). Eram meros documentos de previsão de receita e autorização de despesas, sem nenhum vínculo com um sistema de planejamento empresarial. Simplesmente fazia-se uma estimativa de quanto se ia arrecadar, e decidia-se o que comprar, sem nenhuma prioridade ou senso distributivo &amp;nbsp;dos recursos óbtidos. Este conceito evoluiu ao &amp;nbsp;longo da história para um conceito de &lt;b&gt;&lt;i&gt;Orçamento-Programa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, segundo o qual o Orçamento não era apenas um mero documento de previsão da arrecadação e autorização do gasto, mas um documento legal que devia conter programas e ações vinculados a um processo de planejamento das contas, com objectivos e metas, a alcançar no exercício do ano a que diz respeito. &amp;nbsp;O nosso tesoureiro, melhor do que ninguém sabe, pelas contas que apresenta, se devemos corrigir as falhas, as distorções e alguns “abusos”. Ele é, enfim, um pilar primacial de toda a organização pública ou privada do nosso clube.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-style: italic; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;margin-top: 5.0pt; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Saudações&amp;nbsp; Rotárias&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;margin-top: 5.0pt; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT-BR&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;AR BERKLEY&amp;quot;; font-size: 11.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;José Carlos de Oliveira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-style: italic; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-style: italic; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-style: italic; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-style: italic; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tiokuela.blogspot.com/feeds/3117896849734540499/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/procura-se-tesoureiro-de-preferencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/3117896849734540499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/3117896849734540499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/procura-se-tesoureiro-de-preferencia.html' title='PROCURA-SE TESOUREIRO, De preferência “Bem Vivo”'/><author><name>Jose Carlos de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06429667234682126954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJyOTgV_rBeDv5uH4gY2Gw9yOWB65-vwadzWUGEmmhYZxpOTbBDBGsXJejFz_uezHpzDZzMGYL5z84jgKXcNpnlcervMgBjcaPUBM8J65j8Kc4rv9JeVn50GJzGrbmuwk/s220/jco.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEighQ9wRq1SkFqfIGxRCMezs-fWOoB14jRCAMOX_5n-ZHIx7JLyoUsmeyIsJ8TBoN1zdFI8Hb-j-qdwx_ObjeuZrmfJCsveWqolU8HA19v9mCzBO15h5o_l7jy9pHMXbTsD5atQfCbJZwU/s72-c/8.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8864554714962179613.post-2784515596907996584</id><published>2011-12-27T14:53:00.000+00:00</published><updated>2012-01-05T15:01:05.005+00:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="8. Capítulo"/><title type='text'>Para que servem as Avenidas de Serviços e as Comissões Permanentes do Clube ?</title><content type='html'>&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjS_mTx3Qx6FMm9GgGX6XDFdCZdyiOEST4Jk7toZL8K1RsuFjqayVYFuBEpgkxk3ItdsGyHVwaWMapldvcficLgkHnnMIELOpnfP4asS-Gj0JsCL2Zhs8RaPfdbxcGVSsoojIhe8Fe_AfE/s1600/9.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;274&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjS_mTx3Qx6FMm9GgGX6XDFdCZdyiOEST4Jk7toZL8K1RsuFjqayVYFuBEpgkxk3ItdsGyHVwaWMapldvcficLgkHnnMIELOpnfP4asS-Gj0JsCL2Zhs8RaPfdbxcGVSsoojIhe8Fe_AfE/s400/9.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;É tudo uma questão de equilibrio&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Este texto é inteiramente dirigido ao Secre¬tário em exercício, Presidente eleito, pense o que entender e faça o uso que quiser do que se segue.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quando, em 1984 entrei para o Rotary Club do Entroncamento como sócio fundador, foi-nos facultado um Manual de Procedimentos, que todos, de uma forma geral, mandamos fotocopiar. No que dizia respeito às Avenidas de Serviço, percebemos de imediato que, se quiséssemos levar à letra as respectivas tare¬fas, tínhamos muito trabalho pela frente. De lá para cá, regra geral, o espírito do conceito manteve-se.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As ideias que se seguem não vêm da minha cabeça, fui bebê-las ao poço de Jacob. Nesse poço, todos podemos ir beber, desde que descubramos a “água” necessária &lt;b&gt;&lt;i&gt;a cada responsabilidade atribuída a cada avenida de serviço, deverá ser claramente definid&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;a&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A chave para se aplicar o conceito de responsabilidade está na definição da tarefa que é preciso levar a cabo. Logo ao inicio o sucesso da tarefa que foi incumbida a determinado companheiro deverá ter em conta o tipo de autoridade que temos de delegar para que a faina seja cumprida. O nosso companheiro deverá então ser designado como único decisor responsável para essa tarefa. Este princípio simples deveria aplicar-se a todas as avenidas de serviços.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Será conveniente que o nosso companheiro/a vá fornecendo ao Conselho Director a melhor informação disponível. Se surgirem problemas num projecto do clube, sabemos exactamen-te a que avenida nos devemos dirigir para os resolver. Quando atribuímos aos nossos com-panheiros de confiança a responsabilidade por uma determinada tarefa de serviço, tornamo-los responsáveis pela autoridade que lhes delegámos. Esperamos que eles se mantenham acessíveis, mantendo-nos regularmente ao corrente dos seus progressos e consultando-nos acerca das suas responsabilidades.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Responsabilização não significa que deleguemos autoridade para logo a seguir irmos buscá-la. Significa simplesmente que o Presidente deve ser informado das decisões que os nossos companheiros de serviço vão considerando, à medida que enfrentam as tarefas atribuídas, vão tendo oportunidade de influenciar decisões que lhes pareçam acertadas especial-mente se elas afectarem directamente a estrutura de serviço, para que, caso haja problemas, o clube possa tomar parte na sua resolução.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Assim o Conselho Director faz um contrato simples e directo com os nossos companheiros que, nesse ano assumiram cargos de confiança.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Comissões de clube&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Antes do mais e segundo as recomendações do Manual de Procedimento (edição 1998) as actividades das comissões devem estender-se por mais de um ano, é recomendável nomear seus membros para mandatos de três anos, sempre que possível, de modo a favorecer a continuidade dos trabalhos. Todo presidente de comissão deve ter experiência anterior como membro da referida comissão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ao nomear os presidentes de comissões, considere as seguintes características:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Boa capacidade de discernimento&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Qualidades de liderança&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Interesse no trabalho da comissão&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Conhecimento sobre o trabalho&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Conhecimento sobre o Rotary&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entusiasmo&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Criatividade&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Devem planear, promover e implementar actividades e projectos que visam o alcance das metas anuais da presidência. Se as comissões não forem eficazes, não serão capazes de cum-prir a contento suas atribuições. É necessário, portanto, que o Presidente em exercício vigie o andamento dos trabalhos e forneça o incentivo e a liderança necessários ao seu sucesso, sabendo o Presidente Eleito que deve Indicar as comissões até 31 de Março, o mais tardar e é de toda a conveniência treinar os presidentes das comissões do clube assegurando a continuidade dos trabalhos anteriormente em curso ( aqueles a que deu a sua anuência), tendo em conta se a estrutura actual das comissões permitirá o alcance das metas definidas para o próximo ano, sabendo-se que o Presidente será responsável por supervisionar cada comissão de modo a contribuir para que estas alcancem as metas estabelecidas para o ano.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A eficácia das Comissões Permanentes depende muito da sua elasticidade para sugerir ou-tros membros do clube levando em consideração suas aptidões profissionais, interesses e talentos, tendo o cuidado de limitar o número de membros ao necessário para que a comis-são cumpra suas funções.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É da inteira responsabilidade do Presidente do club apoiar as comissões, maximizar seu potencial e promover contínua eficácia, avaliando regularmente a situação de cada comissão. Coordenando, sempre que necessário, o trabalho das comissões motivando as comissões a aceitar novos desafios. respeitando as decisões tomadas pelas comissões, desde que estas sejam razoáveis e fundamentadas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;Bem prega Frei Tomaz…&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Saudações&amp;nbsp; Rotárias&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;AR BERKLEY&amp;quot;;&quot;&gt;José Carlos de Oliveira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;AR BERKLEY&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;AR BERKLEY&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;AR BERKLEY&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tiokuela.blogspot.com/feeds/2784515596907996584/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/para-que-servem-as-avenidas-de-servicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/2784515596907996584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/2784515596907996584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/para-que-servem-as-avenidas-de-servicos.html' title='Para que servem as Avenidas de Serviços e as Comissões Permanentes do Clube ?'/><author><name>Jose Carlos de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06429667234682126954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJyOTgV_rBeDv5uH4gY2Gw9yOWB65-vwadzWUGEmmhYZxpOTbBDBGsXJejFz_uezHpzDZzMGYL5z84jgKXcNpnlcervMgBjcaPUBM8J65j8Kc4rv9JeVn50GJzGrbmuwk/s220/jco.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjS_mTx3Qx6FMm9GgGX6XDFdCZdyiOEST4Jk7toZL8K1RsuFjqayVYFuBEpgkxk3ItdsGyHVwaWMapldvcficLgkHnnMIELOpnfP4asS-Gj0JsCL2Zhs8RaPfdbxcGVSsoojIhe8Fe_AfE/s72-c/9.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8864554714962179613.post-8489175448763158582</id><published>2011-12-26T15:02:00.000+00:00</published><updated>2012-01-05T15:08:41.830+00:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="9. Capítulo"/><title type='text'>A Sabedoria Do Saber Ser Companheiro</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmdqE4lpafOxkd-RNt6QC4P8hevQUa8C4JPQbHYnm406LFkrSIibMR74ZVG_IzMysFyuoPNIN2MQmSVF_9sHVieUhA7xmA_GB5NgEEdWqJTKYahZ2ZVcvLvEymm-fZ_9DzdipKUGRjpAo/s1600/10.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;264&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmdqE4lpafOxkd-RNt6QC4P8hevQUa8C4JPQbHYnm406LFkrSIibMR74ZVG_IzMysFyuoPNIN2MQmSVF_9sHVieUhA7xmA_GB5NgEEdWqJTKYahZ2ZVcvLvEymm-fZ_9DzdipKUGRjpAo/s400/10.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O companheirismo pressupõe o acto da reciprocidade. Trata-se de saber que se pode contar com alguém. Como agora é comum, fiz uma busca pela Internet e encontrei noções que posso resumir no seguinte:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A ética da reciprocidade é um princípio &lt;u&gt;moral&lt;/u&gt; geral, que se encontra em praticamente todas as &lt;u&gt;religiões&lt;/u&gt; e &lt;u&gt;culturas&lt;/u&gt;, frequentemente como regra fundamental. Este facto, sugere que &amp;nbsp;a ética da reciprocidade pode estar relacionada com aspectos inatos da &lt;u&gt;natureza humana&lt;/u&gt;. Segundo Confúcio está próxima da humildade e fica perto da disciplina moral, da simplicidade de carácter a que a lealdade não é alheia. Tudo isto pode parecer demasiadamente complicado, para o nosso procedimento actualmente tão apressado que não dá tempo a consultar o “coração” (como fonte das nossas emoções). Desta forma cometeríamos menos erros o que nos levaria a um patamar de generosidade recíproca.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O suporte histórico do conhecimento ocidental leva-nos a formulações que se podem encontrar na história dos povos judaico-cristãos: &quot;O que é odioso para ti, não o faças ao próximo&quot;. Porém na cultura ocidental, a fórmula mais conhecida é a que foi formulada pela figura de &lt;u&gt;&amp;nbsp;Jesus, no Sermão da Montanha&lt;/u&gt;: &quot;Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles&quot; (Mt. 7, 12). Esta regra tradicional é também apelidada de regra de ouro. Parece simples, não é ? A Ideia pode parecer simples, mas proceder em conformidade torna-se &amp;nbsp;difícil. Ser companheiro em Rotary &amp;nbsp;não é só coabitar na mesma “casa”. Não é só o grau imediatamente inferior ao de aprendiz no rito francês. Para se ser companheiro é necessário cumprir uma regra de ouro: ser-se digno de uma sã amizade colectiva. É preciso ter a coragem de estar ao lado do companheiro que perde. Nessas alturas podemos ser muito úteis aos nossos compagnons de route aliviando-lhe algum sofrimento momentâneo, por alguma incompreensão que possa ter gerado no seio do seu Clube &amp;nbsp;Rotário Durante as reuniões semanais nos clubs de rotary podemos muito bem “dar cabo das nossas tarefas” conversando, usando a nossa confiança recíproca, procurando az tolerância tendo a paciência de escutar o outro na sua verdade ou suposta mentira, no seu discernimento ou na sua loucura, seu bom humor ou até na sua “chatice”. Enfim, no seu modo próprio de ser e ver o mundo e a vida. E, obviamente, se eu e o outro somos tolerantes, temos uma boa oportunidade de sustentarmos uma sólida amizade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os companheiros em rotary &amp;nbsp;devem ser tolerantes, esquecendo as brigas, as rabugices que às vezes chegam a ser nojentas e asquerosas. É preciso saber conviver com o outro e sua diferença. &amp;nbsp;Conheço companheiros que gostam de mandar, explorar, pregar, ensinar e até estar sempre a orientar os outros. Isso pode impedir a ligação em termos de verdadeira amizade. Também acontece o mesmo com aqueles que ficam satisfeitos em entrar e sair das reuniões &amp;nbsp;sempre mudos, não sabem ou &amp;nbsp;não desejam ter amigos. Não obstante, reforçando o já dito, alguém que possui a capacidade para o diálogo, a tolerância, o bom senso, o senso de respeito ao outro como ele é, na sua &amp;nbsp;postura, demonstra ter Sabedoria para bem viver a existência consigo mesmo e com o próximo. Acredito que está é uma saudável forma de companheirismo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Fim&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Bem prega Frei Tomaz&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Faz o que ele diz: não faças o que ele faz&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 7.5pt; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Saudações&amp;nbsp; Rotárias&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 7.5pt; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;AR BERKLEY&amp;quot;;&quot;&gt;José
Carlos de Olive&lt;b&gt;ira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tiokuela.blogspot.com/feeds/8489175448763158582/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/sabedoria-do-saber-ser-companheiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/8489175448763158582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/8489175448763158582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/sabedoria-do-saber-ser-companheiro.html' title='A Sabedoria Do Saber Ser Companheiro'/><author><name>Jose Carlos de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06429667234682126954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJyOTgV_rBeDv5uH4gY2Gw9yOWB65-vwadzWUGEmmhYZxpOTbBDBGsXJejFz_uezHpzDZzMGYL5z84jgKXcNpnlcervMgBjcaPUBM8J65j8Kc4rv9JeVn50GJzGrbmuwk/s220/jco.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhmdqE4lpafOxkd-RNt6QC4P8hevQUa8C4JPQbHYnm406LFkrSIibMR74ZVG_IzMysFyuoPNIN2MQmSVF_9sHVieUhA7xmA_GB5NgEEdWqJTKYahZ2ZVcvLvEymm-fZ_9DzdipKUGRjpAo/s72-c/10.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8864554714962179613.post-3645484929322614177</id><published>2011-12-25T15:09:00.000+00:00</published><updated>2012-01-05T15:19:14.028+00:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="X Capítulo"/><title type='text'>O Homem Do Leme e o Porto de Destino</title><content type='html'>&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRR75mB8hN1Yzzg34UDJFYHNmKUhnbVNwdkeJSMzM8O1I5GdRiMY1EdVx5j9IAmjhoF9omZ2bGSHiYeK99yDHFG3nqnEXK81P5MWiHA9XncKCKQrSOwhyXejwmbPSWoya1APsOlSHtpQI/s1600/11.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRR75mB8hN1Yzzg34UDJFYHNmKUhnbVNwdkeJSMzM8O1I5GdRiMY1EdVx5j9IAmjhoF9omZ2bGSHiYeK99yDHFG3nqnEXK81P5MWiHA9XncKCKQrSOwhyXejwmbPSWoya1APsOlSHtpQI/s1600/11.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;O homem do leme, avenida de Montevideu, foz do Porto&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em Junho falemos da nossa memória individual. Conforme vamos envelhecendo, a memória vai diminuindo em espaço e referências. Alguns têm dificuldade em aceitar esse “encurtar da vida”, outros, mais felizes, recordam certos momentos das suas vidas com muita ternura e saudade.Existem ainda aqueles que “passam a vida a envinagrar a vida”, que acordam mal-humoradose se deitam do mesmo jeito. São aqueles que dizem com demasiada frequência “hoje acordei mal disposto, não me digam nada”. Enfim, aquilo a que se chama memória está implícito em todas as formas da actividade psíquica: percepção,associação de ideias, raciocínio, etc. Em cada uma delas intervém a acção das experiências passadas. Todo o ser vivo é modificado pelas suas próprias reacções.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;Assim, pode associar-se a própria vida a uma espécie de memória continua e ao primeiro tempo de uma recordação de um hábito a que alguns chamam fixação. Para muitos, a marca fisiológica que daí provem seria o simples vestígio da impressão. Esta impressão vai-se atenuando, mas ainda deixará um resíduo vibratório que condições favoráveis permitem reavivar mais tarde.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tenho sido um privilegiado, guardo bastantes momentos felizes na memória, Isso&amp;nbsp;aconteceu-me, com alguma frequência, nestes últimos anos da minha vida. Oiço dizer que todos os homens nascem iguais, no sentido em que todos temos certos direitos inalienáveis, tais como o direito à vida, à liberdade e à luta para alcançar a felicidade.O bom senso diz-nos que os homens não são realmente iguais, o que se afirma é que somos iguais nos aspectos básicos. Essa igualdade não é um presente grátis ou uma doação, é, isso sim, um empréstimo (como se de uma dádiva se tratasse). É uma oportunidade que exprime de modo admirável o direito que o homem tem de procurar a felicidade, lutando pelo seu espaço, porém surge uma pergunta: então e os talentos? Os talentos não são distribuídos por igual, como por exemplo nascer no mesmo berço de ouro, nascer dotado de inteligência fora do comum, recebido o mesmo grau de instrução, etc.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;A realidade diz-nos que as pessoas diferem quanto às qualidades intrínsecas e, ainda mais, quanto ao meio ambiente em que se desenvolvem, especialmente o seu estado de adulto face à instrução e educação que receberam. A formação da personalidade é instigada na maioria das sociedades no seio da família. Foi Sigmund Freud que apontou a importância da aprendizagem nos primeiros cinco anos de vida, são os mais decisivos no que diz respeito às atitudes fundamentais. Pela mesma ordem de razões, a &lt;b&gt;Família Rotariana&lt;/b&gt; a que me encontro vinculado veio contribuir para a minha formação de ser agora um &lt;b&gt;Velho Lobo do Mar&lt;/b&gt; que resumo assim:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;i&gt;Nesta hora tardia da vida, penso nos meus tempos de menino.Com os meus amigos da praia aprendi a pescar, fui melhorando e aperfeiçoando a escolha do fio a utilizar, as escolhas dos anzóis, o jeito de colocar as iscas e, especialmente, a hora de lançar a linha ao mar. Retive todos os conhecimentos que fui adquirindo na &lt;b&gt;Faina da Pesca&lt;/b&gt;, sabendo que os melhores peixes se escondem em águas profundas; por isso, só um bom pescador consegue pescá-los.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Com este conhecimento, podemos acrescentar: devemos aprender a pescar, melhorando e aperfeiçoando nossas técnicas. Devemos reter todos os conhecimentos adquiridos no decorrer de nossa vida mortal e utilizá-los em nossas pescas diárias”...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A minha presidência, por tudo o que deixei escrito, não deixando de ser uma vulgar presidência, não deixou também de se caracterizar pelas minhas qualidades e defeitos.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Fim &amp;nbsp;da investigação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;Saudações&amp;nbsp;
Rotárias&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;AR BERKLEY&#39;; font-size: 11.5pt; line-height: 115%;&quot;&gt;José Carlos de Oliveira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tiokuela.blogspot.com/feeds/3645484929322614177/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/o-homem-do-leme-e-o-porto-de-destino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/3645484929322614177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8864554714962179613/posts/default/3645484929322614177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tiokuela.blogspot.com/2011/12/o-homem-do-leme-e-o-porto-de-destino.html' title='O Homem Do Leme e o Porto de Destino'/><author><name>Jose Carlos de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06429667234682126954</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJyOTgV_rBeDv5uH4gY2Gw9yOWB65-vwadzWUGEmmhYZxpOTbBDBGsXJejFz_uezHpzDZzMGYL5z84jgKXcNpnlcervMgBjcaPUBM8J65j8Kc4rv9JeVn50GJzGrbmuwk/s220/jco.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRR75mB8hN1Yzzg34UDJFYHNmKUhnbVNwdkeJSMzM8O1I5GdRiMY1EdVx5j9IAmjhoF9omZ2bGSHiYeK99yDHFG3nqnEXK81P5MWiHA9XncKCKQrSOwhyXejwmbPSWoya1APsOlSHtpQI/s72-c/11.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>