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<title>Tipos Digitais</title>
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<title>Amazon traz o Kindle Paperwhite ao Brasil</title>
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<description>O Kindle Paperwhite WiFi custa R$ 479 no Brasil e pode chegar a US$ 119 nos EUA O braço tupiniquim da Amazon anuncia hoje a chegada ao Brasil do Kindle Paperwhite, o e-reader dedicado top de linha da gigante de Seattle. Ele será oferecido a partir de hoje, 19/3, nos modelos Wi-Fi e Wi-Fi + 3G ao preço de R$ 479 e R$ 699 respectivamente. Os leitores estarão à venda na Pontofrio.com.br (só na loja online), na Livraria da Vila e nos quiosques de shoppings de São Paulo e Rio de Janeiro. O novo Kindle é bem mais caro que...</description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="photo-wrap photo-xid-6a00e5521eec178834017d421152d3970c photo-full " id="photo-xid-6a00e5521eec178834017d421152d3970c" style="float: right; margin: 10px 10px 10px 10px; width: 240px;"><a class="asset-img-link" href="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017d421152d3970c-pi"><img alt="Paperwhite" border="0" class="asset  asset-image at-xid-6a00e5521eec178834017d421152d3970c" src="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017d421152d3970c-800wi" title="Paperwhite" /></a>
<div class="photo-caption caption-xid-6a00e5521eec178834017d421152d3970c" id="caption-xid-6a00e5521eec178834017d421152d3970c">O Kindle Paperwhite WiFi custa R$ 479 no Brasil e pode chegar a US$ 119 nos EUA</div>
</div>
O braço tupiniquim da Amazon anuncia hoje a chegada ao
Brasil do Kindle Paperwhite, o e-reader dedicado top de linha da gigante de
Seattle. Ele será oferecido a partir de hoje, 19/3, nos modelos Wi-Fi e Wi-Fi +
3G ao preço de R$ 479 e R$ 699 respectivamente. Os leitores estarão à venda na
<a href="http://www.pontofrio.com.br" target="_blank">Pontofrio.com.br</a> (só na loja online), na Livraria da Vila e nos quiosques de shoppings de São Paulo
e Rio de Janeiro.
<p>O novo Kindle é bem mais caro que o atual modelo à venda no
Brasil por R$ 299, mas as vantagens são grandes. Vamos a elas:</p>

<ul>
<li>O Paperwhite possui touch screen, ou seja, adeus
teclas de navegação</li>
<li>O Paperwhite possui 62% mais pixels e um
contraste 25% maior. A diferença é facilmente notável e quem já se acostumou
com o e-reader mais novo sente que o texto do Kindle básico deixa a desejar.</li>
<li>O Paperwhite possui iluminação própria e
dispensa luz externa. Ainda assim, manteve as principalis vantagens das telas
de e-Ink: não cansa os olhos e pode ser lido sob o sol. A iluminação é
automática de acordo com o ambiente, ou seja, se você apagar a luz sua
intensidade aumenta permitindo a leitura.</li>
<li>O Paperwhite possui um modelo com 3G que permite
o acesso à loja da Amazon e o download de e-books de praticamente qualquer lugar
do mundo &#0160;– são mais de 100 países. E, o mais importante, a conexão
é gratuita, pois já está inclusa no preço do aparelho. Por isso o preço mais
salgado.</li>
</ul>
<p>O novo Kindle chega para brigar pesado com o Kobo Glo,
vendido por R$ 449 pela Livraria Cultura e que também possui iluminação
própria. Com uma diferença de apenas R$ 30, a decisão final dos consumidores será
balizada mais pelas diferenças das duas plataformas e pelo conforto da tela do
que pelo preço. (Leia&#0160; <a href="http://www.tiposdigitais.com/2012/12/kindle-ou-kobo.html">Kindle ou Kobo,
eis as questões</a>)</p>
<p>Ainda sobre o preço, vale lembrar que os modelos de
Paperwhite oferecidos aqui por R$ 479 e R$ 699 custa US$ 139 e US$ 199 nos EUA.
Ou, convertendo, cerca de R$ 288 e R$ 398. Nos EUA, ainda se pode optar pela
versão com publicidade no protetor de tela e no menu (não incomodam em nada) e
conseguir os preços reduzidos de US$ 119 e US$ 179. Ou seja, continua valendo a
pena pedir para o cunhado que vai a Nova Iorque ou Miami trazer um Kindle para
você – especialmente se ele passar direto pela alfândega.</p>
<p>Agora só falta chegar os tablets mais completos e com tela
colorida da Kobo e da Amazon no Brasil. A Kobo possui o <a href="http://www.kobo.com/koboarc">Arc</a>. A Amazon possui o <a href="http://www.amazon.com/Kindle-Fire-HD/dp/B0083PWAPW">Fire</a>. Quem
chegará primeiro no Brasil?</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TiposDigitais/~4/JjST6wNKTBE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>


<category>e-bookstores</category>
<category>e-readers</category>
<category>Estratégia digital</category>

<dc:creator>Carlo Carrenho</dc:creator>
<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 00:01:00 -0300</pubDate>

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<item>
<title>Apps de leitura: estas nossas desconhecidas</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/TiposDigitais/~3/stn9kucMqoo/apps-de-leitura-estas-nossas-desconhecidas.html</link>
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<description>Quando se pensa em Amazon no Brasil, o Kindle é a primeira coisa que vem à mente. Quando se comenta os livros digitais na Livraria Cultura, o leitores dedicados da Kobo são a primeira coisa que alguém lembra. Talvez no caso da Saraiva, o consumidor até se lembre de seus aplicativos, mas aposto que primeiro vai se perguntar em que leitores e-Ink é possível ler os livros comprados na loja brasileira. Em outras palavras, os aplicativos de leitura estão esquecidos aqui no Brasil. Eu sempre dou entrevistas e participo de painéis de discussão sobre livros digitais. Não me lembro de...</description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se pensa em Amazon no Brasil, o Kindle é a primeira
coisa que vem à mente. Quando se comenta os livros digitais na Livraria Cultura,
o leitores dedicados da Kobo são a primeira coisa que alguém lembra. Talvez no caso
da Saraiva, o consumidor até se lembre de seus aplicativos, mas aposto que
primeiro vai se perguntar em que leitores e-Ink é possível ler os livros
comprados na loja brasileira. Em outras palavras, os aplicativos de leitura estão
esquecidos aqui no Brasil.</p>
<p>Eu sempre dou entrevistas e participo de painéis de
discussão sobre livros digitais. Não me lembro de uma só vez em que se discutiu
os aplicativos da Amazon e da Kobo. Às vezes compara-se a tela e-Ink dos
leitores dedicados com as telas de retina dos tablets, como aconteceu na última
Campus Party no Anhembi, mas os aplicativos ficam à margem. E ler no iPad tem se
tornado sinônimo de compra de e-books na iBookstore.</p>
<p>Não é à toa, portanto, que Apple seja líder de mercado no
Brasil na venda de e-books, pois aproveita sua base instalada de quase 3
milhões de dispositivos iOS no país. Vale aqui relembrar o tamanho da base de
dispositivos Android e iOS no Brasil, estimada no post <a href="http://www.tiposdigitais.com/2013/02/a-apple-e-seus-quase-3-milh%C3%B5es-de-iphones-e-ipads-no-brasil.html" target="_blank">A
Apple e seus quase 3 milhões de iPhones e iPads no Brasil</a>:</p>
<p>&#0160;</p>
<div>
<table align="center" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" width="281">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="149">
<p style="text-align: center;"><strong>Aparelho</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="132">
<p><strong>Unidades (mi)</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149">
<p style="text-align: center;">iPhones</p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="132">
<p>1,78</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="149">
<p>iPads</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p style="text-align: center;">1,06</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149">
<p style="text-align: center;">Smatphones Android</p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="132">
<p>8,29</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="149">
<p style="text-align: center;">Tablets Android</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p style="text-align: center;">2,64</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="149">
<p><strong>Total</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p style="text-align: center;"><strong>13,77</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&#0160;</p>

Com quase 14 milhões de smartphones ou tablets com sistemas
iOS e Android, é realmente uma surpresa que as e-bookstores não promovam seus aplicativos
para tais aparelhos.
<p>Mais paradoxal ainda é que o aplicativo de leitura da Apple,
o <a href="https://itunes.apple.com/se/app/ibooks/id364709193" target="_blank">iBooks</a>, é um
dos mais limitados entre os que existem à disposição no ecossistema iOS. O <a href="https://itunes.apple.com/us/app/kobo-books/id301259483" target="_blank">aplicativo da Kobo</a>,
por exemplo, é totalmente integrado às mídias sociais, especialmente o
Facebook, e ainda é possível se conectar a amigos, visualizar estatísticas e
ganhar prêmios dentro de uma plataforma social própria, a Reading Life. E ainda
existe o Kobo Pulse, um indicador no pé da página que fica maior e mais
brilhante se o leitor está lendo um trecho com mais comentários ou atividades
dos leitores acima da média.</p>
<p>O aplicativo da Amazon, o <a href="https://itunes.apple.com/us/app/kindle-read-books-ebooks-magazines/id302584613" target="_blank">Kindle
para iOS</a>, também me parece superior ao iBooks. De maneira geral, ele é
bastante estável, rápido e fácil de usar. Mas para ficar em apenas uma vantagem
isolada, última versão do Kindle para iOS, a 3.6, permite marcação de texto com
várias cores, permitindo ao leitor categorizar suas marcações. Esta ferramenta,
aliás, é uma espécie de marco, pois pela primeira vez a Amazon oferece algo que
só funcionará nos aplicativos e não nos leitores Kindle dedicados, como bem
apontou Nate Hoffelder em seu blog <a href="http://www.the-digital-reader.com/2013/02/14/new-update-to-kindle-for-ios-suggests-amazon-now-values-apps-over-hardware/#.USAynqVmTTq" target="_blank">The
Digital Reader</a>. Já o <a href="https://itunes.apple.com/us/app/saraiva-digital-reader/id388188706" target="_blank">aplicativo
da Saraiva</a> deixa a desejar mesmo se comparado ao iBooks, mas nada impede
que a empresa brasileira invista um pouco mais e turbine seu Saraiva Reader.</p>
<p>
<a class="asset-img-link" href="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017c36ec282c970b-pi" style="display: inline;"><img alt="Marcacao" border="0" class="asset  asset-image at-xid-6a00e5521eec178834017c36ec282c970b" src="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017c36ec282c970b-800wi" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="Marcacao" /></a><br /><br /></p>
<p>Vale aqui lembrar uma discussão importante: será que os
leitores dedicados terão uma penetração relevante no mercado brasileiro? Ou
será que a grande maioria dos consumidores não vai optar pelos tablets? Nos
EUA, já há indícios e pesquisas apontando a queda da venda de leitores de
e-Ink. Além disso, enquanto o Kindle e o Sony Reader surgiram antes do iPhone e
do iPad na terra do Tio Sam, aqui no Brasil os leitores dedicados estão
chegando depois de mais de 2 milhões de tablets já estarem espalhados país
afora. Ou seja, por aqui não houve nem haverá um período de monopólio dos leitores
e-Ink.</p>
<p>Outro detalhe: a questão econômica. Para valer a pena ter um
aparelho exclusivamente para a leitura de e-books, o consumidor tem que ser o
que os americanos chamam de heavy reader. Ou seja, tem de comprar e ler muitos
livros. Infelizmente, o número deste tipo de leitor é baixíssimo no Brasil,
país onde, segundo a pesquisa <a href="http://www.prolivro.org.br/ipl/publier4.0/texto.asp?id=48" target="_blank">Retratos da
Leitura de 2011</a>, apenas 50% da população leu pelo menos um livro ao longo
de três meses e onde a média de livros lidos por trimestre é 1,85 – que cai
para 0,82 se considerarmos livros inteiros.</p>
<p>Por esses motivos, eu acredito que o aparelho de leitura do
brasileiro será o tablet e, em segundo lugar, o smartphone. Os e-readers
dedicados têm um papel de marketing importante, ao conquistar espaço nas
livrarias e aparecerem na mão de formadores de opinião. Aquele primo nerd
sempre vai ter um Kindle ou Kobo, mas o resto da família vai usar aparelhos
multifuncionais para a leitura. Vale dizer que executivos como Michael
Serbinis, CEO da Kobo, e David Naggar, diretor da Amazon, têm uma opinião
diferente da minha e acreditam em um papel mais importante dos leitores
dedicados no Brasil, segundo conversas que eu tive com eles.</p>
<p>Ainda assim, diante deste cenário, eu não sei o que a Amazon
e a Kobo estão esperando para promoverem mais seus respectivos aplicativos. Deveriam
fazer pop-ups nos sites, out-doors, comprar páginas de revista e patrocinar
trios elétricos focando nos 14 milhões de usuários de aparelhos com iOS e
Android. Deveriam ser explícitos. “Kobo, o melhor app de leitura para quem tem
iPad” seria uma boa chamada. Ou então: “Kindle, o melhor jeito de ler em seu
iPhone”. A Saraiva, por sua vez, que talvez tão acertadamente talvez perdeu
tempo nem dinheiro para desenvolver um dispositivo próprio, poderia agora
investir em uma plataforma moderna e com recursos bem brasileiros, que os
gringos demorariam a imitar. Por que não uma integração com o <a href="http://www.skoob.com.br/" target="_blank">Skoob</a>? Ou com as resenhas da Folha e do
Globo? E as três empresas e mesmo outras, como Google e Iba, deveriam encontrar
formas de ter seus aplicativos já embarcados nos tablets e smartphones Android,
mas sempre com grande visibilidade.</p>
<p>E um detalhe da tabela acima: enquanto os aparelhos com iOS
não chegam a 3 milhões no país, os aparelhos Android são quase 11 milhões! E há
mais que o dobro de tablets Android do que de iPads! E este público de Android
não pode comprar nada na Apple, mas talvez poucos saibam que podem ler e-books
da Kobo/Cultura, Amazon e Saraiva em seus aparelhos!</p>
<p>Enfim, acho que é hora de esquecer o charme dos leitores
dedicados e promover os aplicativos de leitura para iOS e, principalmente, para
Android. Enquanto ninguém fizer isso, a Apple vai nadar de braçada sem equipe
local, vendendo em dólar no cartão internacional e ainda provocando <a href="http://www.tiposdigitais.com/2012/10/apfelstrudel-de-iof.html" target="_blank">incidência
de IOF</a>.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TiposDigitais/~4/stn9kucMqoo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>


<category>e-bookstores</category>
<category>e-readers</category>
<category>Estratégia digital</category>
<category>Mercado digital</category>

<dc:creator>Carlo Carrenho</dc:creator>
<pubDate>Sun, 17 Feb 2013 00:37:47 -0300</pubDate>

<feedburner:origLink>http://www.tiposdigitais.com/2013/02/apps-de-leitura-estas-nossas-desconhecidas.html</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>A Apple e seus quase 3 milhões de iPhones e iPads no Brasil</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/TiposDigitais/~3/pnq4l2AIGV4/a-apple-e-seus-quase-3-milh%C3%B5es-de-iphones-e-ipads-no-brasil.html</link>
<guid isPermaLink="false">http://www.tiposdigitais.com/2013/02/a-apple-e-seus-quase-3-milh%C3%B5es-de-iphones-e-ipads-no-brasil.html</guid>
<description>Não restam dúvidas que a Apple é a e-bookstore que mais vende e-books no Brasil atualmente. A jornalista petropolitana Raquel Cozer foi a primeira a afirmar isto com todas as letras em sua coluna da Folha de S.Paulo e, atualmente, basta uma conversa informal com editores ou mesmo com concorrentes da Apple para se constatar que a empresa da maçã mordida está de fato devorando o mercado. E isto sem possuir equipe local e vendendo em dólares, o que obriga seus consumidores a usarem um cartão de crédito internacional e a pagarem 6,35% de IOF. Realmente é uma performance fantástica....</description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
<a class="asset-img-link" href="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017d411b64b6970c-pi" style="float: right;"><img alt="Bild" border="0" class="asset  asset-image at-xid-6a00e5521eec178834017d411b64b6970c" src="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017d411b64b6970c-800wi" style="margin: 0px 0px 5px 5px;" title="Bild" /></a>Não restam dúvidas que a Apple é a e-bookstore que mais
vende e-books no Brasil atualmente. A jornalista petropolitana Raquel Cozer foi
a primeira a afirmar isto com todas as letras em <a href="http://abibliotecaderaquel.blogfolha.uol.com.br/2012/12/15/painel-das-letras-a-primeirona/" target="_blank">sua
coluna da Folha de S.Paulo</a> e, atualmente, basta uma conversa informal com
editores ou mesmo com concorrentes da Apple para se constatar que a empresa da
maçã mordida está de fato devorando o mercado. E isto sem possuir equipe local
e vendendo em dólares, o que obriga seus consumidores a usarem um cartão de
crédito internacional e a <a href="http://www.tiposdigitais.com/2012/10/apfelstrudel-de-iof.html" target="_blank">pagarem 6,35% de IOF</a>. Realmente é uma performance
fantástica.</p>
<p>Mas por que a Apple está na frente da Amazon, Google, Kobo e
da Saraiva, entre outros?
</p>

<p>Simples: em primeiro lugar, porque a base de iPhones e iPads
estabelecida no Brasil é imensa se comparada ao número de leitores próprios das
demais lojas; em segundo lugar porque o consumidor brasileiro já está
acostumado com a simplicidade à prova de erros do sistema de pagamento da
gigante de Cupertino graças a experiências anteriores na compra de música e
aplicativos.</p>
<p>E qual o número de iPhones e iPads no Brasil?</p>
<p>Aí a coisa complica, pois se é simples entender o motivo do
sucesso da Apple, difícil é saber o tamanho da base de equipamentos com iOS no
Brasil. Mas com alguma paciência e com a ajuda literal da Google, é possível
chegar a uma boa estimativa.</p>
<p><strong>Quantos iPhones existem
no Brasil?</strong></p>
<p>Comecemos com o número de iPhones. Segundo a pesquisa <a href="http://www.thinkwithgoogle.com/mobileplanet/pt-br/" target="_blank">Our Mobile Planet</a>,
feita pela Ipsos em parceria com a Google, entre outros, a penetração de
smartphones no Brasil era de 14% na população acima de 16 anos em março de
2012. Segundo o <a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/caracteristicas_da_populacao/caracteristicas_da_populacao_tab_zip_xls.shtm" target="_blank">Censo
de 2010</a>, esta fatia da população brasileira era 158,5 milhões. Ou seja,
haveria 22,2 milhões de smartphones no Brasil. Estes números foram, a grosso
modo, corroborados por uma <a href="http://www.ibope.com.br/pt-br/noticias/paginas/estudo-aponta-quando-e-o-que-os-brasileiros-fazem-na-internet-pelo-smartphone.aspx" target="_blank">pesquisa
da Nielsen Ibope</a> de maio de 2012 que apontou que 13% da população total brasileira
possuía um smartphone, ou seja, o número de smartphones no Brasil seria de 24,8
milhões.</p>
<p>A pesquisa Our Mobile Planet também traz a participação de
cada sistema operacional, como mostra o gráfico abaixo:</p>
<p>&#0160;
<a class="asset-img-link" href="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017d411b6195970c-pi" style="display: inline;"><img alt="Sistemas" border="0" class="asset  asset-image at-xid-6a00e5521eec178834017d411b6195970c image-full" src="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017d411b6195970c-800wi" title="Sistemas" /></a></p>
<p><br />Segundo a pesquisa, portanto, 6% dos smartphones no Brasil
são iPhones, pois utilizam iOS. Além disso, 24% dos pesquisados não declararam
que sistema usavam. Então, se considerarmos que a proporção nestes 24% se
mantenha em relação aos sistemas declarados, teríamos 8% de iPhones no Brasil,
ou seja, 1,8 milhão de iPhones. E o número de smartphones com Android seria de
8,3 milhões.</p>
<p><strong>Quantos iPads existem no Brasil?</strong></p>
<p>Agora, para estimarmos o número de iPads, vamos partir de
uma <a href="http://br.idclatin.com/releases/news.aspx?id=1439" target="_blank">pesquisa da IDC</a>,
que aponta que 2,9 milhões de tablets teriam sido vendidos no Brasil em 2012 e
que, pelo menos no terceiro trimestre do ano passado, 80% deste tablets tinham
sistema operacional Android. Em 2011, <a href="http://www2.valoronline.com.br/empresas/2533800/brasil-deve-registrar-800-mil-tablets-vendidos-em-2011-aponta-idc" target="_blank">teriam
sido vendidos 800 mil tablets no Brasil</a>.</p>
<p>Como as vendas de tablets com sistemas outros que iOS e
Android são baixíssimas, vamos ignorá-las. Para efeito de simplificação, vamos desconsiderar
o ano de 2010, quando iPad foi introduzido e suas vendas ainda se aceleravam.
Em 2012, podemos usar como premissa que a participação dos tablets Android foi
de 80%, uma vez que ela deve ter aumentado no último trimestre, quando as
vendas forma maiores, e deve ter sido menor no primeiro semestre, quando as
vendas totais eram menores. Assim, 580 mil iPads e 2,32 milhões de tablets
Androids teriam sido vendidos em 2012. Em 2011, parece razoável aplicar 60% de
participação ao iOS e 40% ao Android. Com isso, teríamos 480 mil iPads vendidos
contra 320 mil tablets Android. No total, haveria então 1,06 milhão de iPads ativados
no Brasil e 2,64 milhões de tablets Android em uso [enfatizo aqui que este
cálculo é apenas uma estimativa].</p>
<p>Uma terceira pesquisa permite que validemos estas
estimativas, pelo menos nos números totais. Segundo a empresa Flurry, conhecida
por seus relatórios baseados em dados oriundos de milhares de desenvolvedores
que usam suas ferramentas analíticas, o Brasil possuía em Outubro de 2012 <a href="http://blog.flurry.com/bid/91911/Electric-Technology-Apps-and-The-New-Global-Village" target="_blank">uma
base de 14 milhões de aparelhos com sistemas Android ou iOS ativados</a>. Se
somarmos os números de smartphones e tablets com sistemas Android e iOS
estimados acima, chegamos ao número de 13,77 milhões de aparelhos ativados no
Brasil, o que é aproximadamente igual à pesquisa da Flurry. Veja abaixo:</p>
<p>&#0160;</p>
<div>

<table align="center" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0" width="281">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="149">
<p style="text-align: center;"><strong>Aparelho</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="132">
<p><strong>Unidades (mi)</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149">
<p style="text-align: center;">iPhones</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p style="text-align: center;">1,78</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149">
<p style="text-align: center;">iPads</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p style="text-align: center;">1,06</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149">
<p style="text-align: center;">Smatphones Android</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p style="text-align: center;">8,29</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="149">
<p style="text-align: center;">Tablets Android</p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p style="text-align: center;">2,64</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" valign="top" width="149">
<p><strong>Total</strong></p>
</td>
<td valign="top" width="132">
<p style="text-align: center;"><strong>13,77</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>&#0160;</p>
<p>Portanto, com uma base de aproximadamente 2,84 milhões de
aparelhos iOS no Brasil, não é difícil entender o sucesso inicial da
iBookstore. No entanto, existe um detalhe que parece estar esquecido não apenas
pelos leitores brasileiros como pelos próprios varejistas digitais concorrentes
da Apple: seus aplicativos para iOS e Android. Este é o tema do próximo post
deste blog, <a href="%20http://www.tiposdigitais.com/2013/02/apps-de-leitura-estas-nossas-desconhecidas.html" target="_blank">Apps de leitura: estas nossas desconhecidas</a>.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TiposDigitais/~4/pnq4l2AIGV4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>


<category>e-bookstores</category>
<category>e-readers</category>
<category>Estratégia digital</category>
<category>Mercado digital</category>

<dc:creator>Carlo Carrenho</dc:creator>
<pubDate>Sun, 17 Feb 2013 00:37:33 -0300</pubDate>

<feedburner:origLink>http://www.tiposdigitais.com/2013/02/a-apple-e-seus-quase-3-milh%C3%B5es-de-iphones-e-ipads-no-brasil.html</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>E-books responderão por 2,63 por cento do mercado em 2013</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/TiposDigitais/~3/kQX42dflN5A/o-tamanho-do-mercado-de-ebooks-no-brasil.html</link>
<guid isPermaLink="false">http://www.tiposdigitais.com/2013/01/o-tamanho-do-mercado-de-ebooks-no-brasil.html</guid>
<description>Em uma matéria publicada n’O Estado de S.Paulo na última semana, a competente jornalista Maria Fernanda Rodrigues publicou alguns dados bastante reveladores obtidos em uma entrevista com Robert Feith, o presidente do conselho da poderosa DLD (Distribuidora de Livros Digitais) que agrega e distribui de forma exclusiva os e-books da Objetiva, Record, Planeta, Rocco, L&amp;PM, Novo Conceito e Sextante. Vamos aos dados: A DLD vendeu 50 mil exemplares digitais em dezembro de 2012 As vendas de e-books cresceram 110% em dezembro se comparadas a novembro de 2012 O crescimento das vendas de e-books foi de 900% entre dezembro de 2012...</description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,vendas-aumentam-no-primeiro-natal-digital-,982130,0.htm" target="_blank">matéria publicada</a> n’<em>O Estado de S.Paulo</em> na última
semana, a competente jornalista Maria Fernanda Rodrigues publicou alguns dados bastante
reveladores obtidos em uma entrevista com Robert Feith, o presidente do
conselho da poderosa DLD (Distribuidora de Livros Digitais) que agrega e distribui de forma
exclusiva os e-books da Objetiva, Record, Planeta, Rocco, L&amp;PM, Novo
Conceito e Sextante. Vamos aos dados:&#0160;</p>
<ul>
<li>A DLD vendeu 50 mil exemplares digitais em
dezembro de 2012</li>
<li>As vendas de e-books cresceram 110% em dezembro
se comparadas a novembro de 2012</li>
<li>O crescimento das vendas de e-books foi de 900%
entre dezembro de 2012 e dezembro de 2011. (“A venda dos e-books cresceu
exatamente dez vezes...”, declarou Feith).</li>
<li>A expectativa da DLD é que o crescimento seja de
250 a 300% em 2012</li>
</ul>
<p>Estes dados são bastante interessantes e já permitem algumas
conclusões, mas falta uma variável fundamental para que se possa extrapolar
estes números para o mercado total: o <em>market share</em> da DLD. Em busca deste
número, conversei informalmente com algumas e-bookstores e a participação dos
títulos da DLD em suas vendas varia bastante, de 20 a 45%. Diante destes dados
e considerando a relevância do catálogo da DLD e seu tamanho – entre 1.900 e 2.000
títulos –, é possível arriscar um chute – ou <em>guesstimate</em>, como dizem os gringos
– que a DLD é hoje responsável por um terço das vendas de livros digitais. Ou
seja, o mercado teria vendido 150 mil e-books em dezembro de 2012 se a DLD
vendeu 50 mil e-exemplares.
</p>

<p>E quanto isto representa do mercado? É possível fazer um
cálculo aproximado, utilizando-se a última pesquisa de Produção e Vendas do
Mercado Editorial Brasileiro publicada pela Câmara Brasileira e elaborada pela
FIPE, e que se refere ao ano de 2011. Vejamos os dados apurados:</p>
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="232">
<tbody>
<tr>
<td valign="bottom" width="131">
<p><strong>Subsetor</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" width="101">
<p><strong>Exemplares</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" width="131">
<p>Didáticos</p>
</td>
<td valign="bottom" width="101">
<p>60.602.520</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" width="131">
<p>Obras
  Gerais</p>
</td>
<td valign="bottom" width="101">
<p>101.212.635</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" width="131">
<p>Religiosos</p>
</td>
<td valign="bottom" width="101">
<p>87.797.318</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" width="131">
<p>CTP</p>
</td>
<td valign="bottom" width="101">
<p>34.371.908</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" width="131">
<p>TOTAL</p>
</td>
<td valign="bottom" width="101">
<p>283.984.382</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No caso do mercado digital, não faria sentido considerar nem
didáticos e nem religiosos, cuja participação ainda é irrelevante. Já CTP é um
setor que já começa a encontrar representatividade, até porque a Editora
Saraiva possui o maior catálogo digital no Brasil com 2.800 títulos. Portanto, nossa
base de comparação seria a soma de exemplares de Obras Gerais com CTP, que é 135.584.543
de exemplares ao ano ou 11.298.712 de exemplares ao mês em média.</p>
<p>Agora, teoricamente, bastaria pegar nossa estimativa de 150
mil livros digitais vendidos em dezembro no Brasil e compará-la com a média
mensal de 2011, já tomando a licença poética de que não haveria crescimento em
2012, uma vez que não temos números de vendas para o ano passado. Mas há um
problema: a sazonalidade. Dezembro é o pior mês do ano para se aplicar uma
média baseada em vendas anuais, uma vez que é o mês de maior vendas. Para
minimizar a sazonalidade, vou aplicar uma técnica utilizada pelo varejo que é
considerar um ano de 13 meses, onde as vendas de dezembro seriam equivalentes a
dois meses. Neste caso, nossa estimativa de venda de livros físicos em dezembro
de 2012 baseada na pesquisa da CBL seria de 20.859.160 exemplares. E os 150 mil
exemplares digitais equivaleriam a 0,72% do total de vendas físicas e digitais
de dezembro de 2012. E, convenhamos, 0,72% é um número surpreendente.</p>
<p>O mais interessante, no entanto, seria saber não o número
de dezembro, mas o número de 2012. Como o presidente da DLD apresentou as taxas
de crescimento do mês passado em relação a novembro de 2012 e a dezembro de 2011,
conseguimos fazer uma regressão exponencial que nos trará a curva de
crescimento do mercado brasileiro, ainda que esta tenha um desvio padrão alto em
virtude das poucas variáveis presentes. A curva está abaixo e já está extrapolada para
estimar todo o mercado brasileiro, ou seja, os números da DLD foram
multiplicados por três:</p>
<p>
<a class="asset-img-link" href="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017c35d22ba5970b-pi" style="float: left;"><img alt="Curva2012" border="0" class="asset  asset-image at-xid-6a00e5521eec178834017c35d22ba5970b image-full" src="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017c35d22ba5970b-800wi" style="margin: 0px 5px 5px 0px;" title="Curva2012" /></a></p>
<br />
<p>&#0160;</p>
<p>Para calcularmos as vendas do ano, basta aplicar a fórmula
da regressão e somar os resultados de vendas estimadas em cada mês, o que nos
traz um resultado de 632.546 e-books vendidos no Brasil em 2012. Comparado com
o total de exemplares físicos vendidos anualmente (2011) dos setores de CTP e
Obras Gerais (135.584.543), o mercado digital brasileiro em 2012 teria sido responsável
por 0,47% dos exemplares vendidos. (É importante realçar que estas porcentagens
consideram apenas livros das áreas de CTP e Obras Gerais).</p>
<p>E para 2013? É possível estimar alguma coisa? Bem, baseando-se
ainda nos números e previsões da DLD divulgados por Robert Feith e na premissa
de que a DLD possui 33,33% do mercado brasileiro e continuará assim, é possível
fazer a mesma regressão exponencial para o ano que vem. Como Feith espera um
crescimento entre 200 e 300% ao final do ano, em dezembro de 2013, apliquei a
média de 250% sobre as vendas de dezembro de 2012. As vendas estimadas da
DLD no úlitmo mês deste ano seriam então 175,000 exemplares e foram extrapoladas para 525.000
exemplares vendidos pelo mercado como um todo. Vamos ao gráfico:</p>
<p>
<a class="asset-img-link" href="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017c35d23cad970b-pi" style="float: left;"><img alt="Curva2013" border="0" class="asset  asset-image at-xid-6a00e5521eec178834017c35d23cad970b image-full" src="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017c35d23cad970b-800wi" style="margin: 0px 5px 5px 0px;" title="Curva2013" /></a></p>
<br />
<p>&#0160;</p>
<p>O total de exemplares vendidos em 2012, com base no gráfico,
seria de 3.572.074. Se compararmos mais uma vez com as vendas totais de 2011 de
livros físicos das categorias CTP e Obras Gerais, o mercado digital em 2013 equivalerá a 2,63%.</p>
<p>Resumindo, baseando-se nos números da DLD divulgados pelo
jornal <em>O Estado de S.Paulo</em>, utilizando-se as estimativas de vendas da pesquisa
da CBL de 2011, considerando-se que a DLD representa um terço do mercado, isolando-se
apenas os setores de CTP e Obras Gerais, e considerando-se uma forte
sazonalidade no mês de dezembro (as vendas seriam o dobro dos outros meses),
chegamos aos seguintes números do mercado de livros digitais brasileiros:</p>
<ul>
<li>Em dezembro de 2012 o número de e-books vendidos
equivaleu a 0,72% do número de exemplares físicos vendidos para os subsetores
de CTP e Obras Gerais.</li>
<li>No ano de 2012, as vendas de exemplares digitais
foi 0,47% das vendas de exemplares físicos nos subsetores em que existe presença
digital, i.e. CTP e Obras Gerais.</li>
<li>Em 2013, baseando-se nas expectativas de
crescimento da DLD, o mercado de ebooks brasileiro deve ser responsável por 2,63%
dos livros vendidos no Brasil nas categorias já mencionadas.</li>
</ul>
<p>&#0160;</p>
<p><strong>[Discussão]</strong></p>
<p>Uma questão que ainda é difícil abordar é quanto as vendas
digitais vão canibalizar as vendas físicas no Brasil. Ou seja, estes 3,5
milhões de livros digitais que serão vendidos em 2013 serão uma venda adicional?
Ou Simplesmente substituirão as vendas físicas? Ou será um pouco de cada? Qual sua
opinião? Deixe seu comentário abaixo.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TiposDigitais/~4/kQX42dflN5A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>


<category>Estratégia digital</category>
<category>Mercado digital</category>

<dc:creator>Carlo Carrenho</dc:creator>
<pubDate>Wed, 16 Jan 2013 00:06:02 -0200</pubDate>

<feedburner:origLink>http://www.tiposdigitais.com/2013/01/o-tamanho-do-mercado-de-ebooks-no-brasil.html</feedburner:origLink></item>
<item>
<title>Kobinho chega ao Brasil a R$ 289</title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/TiposDigitais/~3/FA2Mt6_JMyA/kobinho-chega-ao-brasil.html</link>
<guid isPermaLink="false">http://www.tiposdigitais.com/2013/01/kobinho-chega-ao-brasil.html</guid>
<description>Para desespero dos consumidores, a guerra de preços ainda não começou no comércio de livros digitais, e a percepção geral é que os e-books ainda são muito caros. Na briga dos e-Readers, no entanto, a guerra de preços começou de verdade na última madrugada, quando a Livraria Cultura colocou em pré-venda mais dois modelos de leitores da família Kobo: o KoboMini e o KoboGlo, a R$ 289 e R$ 449 respectivamente. Com isso, a join venture Kobo/Cultura passa a oferecer um leitor mais barato que o Kindle de 4ª geração da Amazon, à venda no Brasil por R$ 299. E...</description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
<a class="asset-img-link" href="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017d3ffd9428970c-pi" style="float: left;"><img alt="Kobominismall" border="0" class="asset  asset-image at-xid-6a00e5521eec178834017d3ffd9428970c" src="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017d3ffd9428970c-800wi" style="margin: 0px 5px 5px 0px;" title="Kobominismall" /></a>Para desespero dos consumidores, a guerra de preços ainda não começou no comércio de livros digitais, e a percepção geral é que os e-books ainda são muito caros. Na briga dos e-Readers, no entanto, a guerra de preços começou de verdade na última madrugada, quando a Livraria Cultura colocou em pré-venda mais dois modelos de leitores da família Kobo: o KoboMini e o KoboGlo, a R$ 289 e R$ 449 respectivamente. Com isso, a <em>join venture</em> Kobo/Cultura passa a oferecer um leitor mais barato que o Kindle de 4ª geração da Amazon, à venda no Brasil por R$ 299. E o melhor, o Mini possui touch screen, ao contrário do Kindle oferecido pela Ponto Frio e pela Livraria da Vila. Tendo isto em vista e considerando apenas as características técnicas dos e-Readers oferecidos no Brasil, a relação custo-benefício do Mini é difícil de ser batida. Mas é claro que o consumidor deve considerar também as diferenças entre as plataformas da Kobo e da Amazon, já abordadas aqui no post <a href="http://www.tiposdigitais.com/2012/12/kindle-ou-kobo.html" target="_blank">Kindle ou Kobo, eis as questões</a>.
</p>

<p>Os aparelhos estarão à venda nas lojas da Cultura e para pronta entrega no site da rede a partir do próximo dia 22 de janeiro, mas já é possível encomendá-los no site <a href="http://www.livrariacultura.com.br" target="_blank">www.livrariacultura.com.br</a>. Reproduzo aqui o quadro com as diferenças entre os três modelos da Kobo, mas basicamente o Mini é menor e não possui expansão de memória, enquanto o Glo é basicamente igual ao Touch, mas possui luz para leitura no escuro:</p>
<p>&#0160;</p>
<p>
<a class="asset-img-link" href="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017d3ffd85aa970c-pi" style="float: center;"><img alt="Kobos" border="0" class="asset  asset-image at-xid-6a00e5521eec178834017d3ffd85aa970c image-full" src="http://carrenho.typepad.com/.a/6a00e5521eec178834017d3ffd85aa970c-800wi" style="margin: 0px auto 5px; display: block;" title="Kobos" /></a></p>
<p>&#0160;</p>
<p>Resta agora saber qual será a atitude da Amazon. Normalmente, a empresa ou seus algoritmos, reagiriam imediatamente e o Kindle já estaria com um novo preço reduzido. Mas no Brasil, isto é mais complicado por que as vendas são feitas por terceiros. Ainda assim, não surpreenderia se a Ponto Frio e a Livraria da Vila começarem a oferecer algum desconto nos próximos dias, oferecendo o Kindle por algo como R$ 288, por exemplo.</p>
<p>Outra coisa que deve acontecer é que a Amazon deve acelerar a vinda de seus outro modelos de Kindle para o Brasil. Se não a família toda, pelo menos o Paperwhite. Vale lembrar que este modelo de última geração do Kindle teve uma demanda além da esperada pela Amazon nos EUA, e por várias semanas em dezembro não havia disponibilidade do mesmo para pronta entrega. Desde o final do mês passado, no entanto, o Paperwhite já pode ser comprado com envio imediato (o que no caso da Amazon quer dizer algumas horas apenas) e a oferta para o mercado norte-americano parece regularizada. Sendo assim, é bem plausível que a Amazon traga o Paperwhite para o Brasil nas próximas semanas ou meses para fazer frente com o KoboGlo. Como a Amazon não divulga planos futuros, é esperar para ver.</p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/TiposDigitais/~4/FA2Mt6_JMyA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>


<category>e-bookstores</category>
<category>e-readers</category>
<category>Estratégia digital</category>
<category>Mercado digital</category>

<dc:creator>Carlo Carrenho</dc:creator>
<pubDate>Tue, 15 Jan 2013 12:19:27 -0200</pubDate>

<feedburner:origLink>http://www.tiposdigitais.com/2013/01/kobinho-chega-ao-brasil.html</feedburner:origLink></item>

</channel>
</rss><!-- ph=1 -->
