<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959</id><updated>2024-09-05T23:39:57.449-03:00</updated><category term="religiao"/><category term="ciencias e universo"/><category term="Evolução"/><category term="Humanismo"/><category term="Politica"/><category term="VIDEOS"/><category term="Historia"/><category term="LIVRE ARBITRIO"/><category term="Piramides"/><category term="Poemas"/><category term="Humor"/><title type='text'>Existe um Deus ?</title><subtitle type='html'>Aos especialistas em lógica não escapou que onisciência e a onipotência&#xa;são incompatíveis entre si. Se Deus é onisciente, ele já tem de saber&#xa;que vai intervir para mudar o curso da história usando sua onipotência.&#xa;Mas isso significa que ele não pode mudar de ideia sobre a intervenção, o&#xa;que significa que ele não é onipotente.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>238</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-1308164860965301988</id><published>2012-10-07T13:53:00.000-03:00</published><updated>2012-10-07T13:53:10.123-03:00</updated><title type='text'>Ciência e fé: realidades paralelas. </title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot; itemprop=&quot;name&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;h3&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: x-small; font-style: italic;&quot;&gt;O que irrita os cientistas, ao menos os que são ateus, é a insistência dos que têm fé em crer em algo inacessível.&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No perene 
debate entre a ciência e a religião, algo que costuma irritar os 
cientistas, ao menos aqueles que se consideram ateus, é a insistência 
dos que têm fé em acreditar numa realidade paralela, inacessível à 
razão. Vejamos isso num diálogo fictício entre um cientista ateu e uma 
pessoa de fé bem versada nos avanços da ciência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Cientista: &quot;Uma
 causa sobrenatural não faz sentido: se for sobrenatural, isto é, além 
dos limites do espaço e do tempo, das leis da natureza, do material, 
como podemos saber da sua existência?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Afinal, o que 
existe tem de ser detectado. Caso contrário, essa existência é uma 
fabricação, uma fantasia. Pior ainda, se essa causa se manifestar 
naturalmente, através de uma &#39;visão&#39; ou de um fenômeno qualquer, vira 
uma causa natural, que pode ser estudada pelos métodos da ciência. Ou 
seja, se algum deus existe, é impossível saber da sua existência de 
forma concreta. E não existe outra forma de saber&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pessoa de fé: &quot;A coisa não é assim tão simples, preto ou branco, existe ou não existe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Entendo que, 
dentro do método científico, algo precisa ser detectável para que se 
comprove que é real. Ninguém sabia da existência de Urano até sua 
detecção por William Herschel em 1781. Mas, antes da detecção, Urano 
existia ou não? Claro que sim, mesmo que não soubéssemos disso. A 
ciência não pode determinar com firmeza o que não existe, apenas o que 
existe&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Cientista: &quot;Mas
 você não pode, não deveria, comparar Deus a um objeto celeste. Pelo que
 entendo, Sua existência não passa pelas leis da natureza. Se passasse, 
Deus seria um fenômeno natural e deixaria de ter essa transcendência de 
que vocês tanto gostam e que ajuda a crença. Se Deus se &#39;esconde&#39; numa 
realidade paralela, jamais fará parte do cânone da ciência&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pessoa de fé: 
&quot;Sem dúvida, Deus jamais fará parte do cânone da ciência. Esse é o seu 
problema, tudo tem de ser parte desse cânone. E eu já não penso assim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Existem coisas 
que estão além da ciência, coisas que a ciência não tem como e nem 
deveria tentar explicar. A ciência tem um método bastante claro de 
estudo, separando o objeto a ser estudado do todo. Esse método supõe que
 a separação pode ser feita. Isso funciona muito bem no laboratório, ou 
quando um astrônomo observa uma galáxia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mas como 
explicar, por exemplo, o Universo como um todo, a questão da origem de 
tudo? Como olhar para o Universo como um objeto de estudo, se não 
podemos sair dele?&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Cientista: 
&quot;Esse é o problema mais complicado, que os filósofos gostam de chamar de
 Primeira Causa, e os físicos, de &#39;condições iniciais&#39;. Verdade, temos 
sempre de supor um contexto para oferecer uma explicação. Não temos 
ainda uma lei que explique como selecionar uma condição inicial dentre 
as várias possíveis. Mas nem por isso devemos supor que a explicação é 
sobrenatural, obra de uma entidade que não podemos saber se existe. Que 
tipo de explicação é essa?&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pessoa de fé: &quot;Essa é a explicação pela fé, além da ciência&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Cientista: &quot;Eu prefiro continuar tentando entender do meu jeito&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Pessoa de fé: &quot;Boa sorte, que Deus te inspire&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Cientista: &quot;Eu prefiro me inspirar sozinho mesmo&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;text_footer&quot; style=&quot;background-color: white; font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;b&gt;MARCELO GLEISER&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(FSP - 7/10/12)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/1308164860965301988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/10/ciencia-e-fe-realidades-paralelas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/1308164860965301988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/1308164860965301988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/10/ciencia-e-fe-realidades-paralelas.html' title='Ciência e fé: realidades paralelas. '/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-386849670882257053</id><published>2012-08-29T19:00:00.001-03:00</published><updated>2012-08-29T19:00:22.312-03:00</updated><title type='text'>Ateu ganha direito de usar escorredor de macarrão em foto oficial</title><content type='html'>&lt;h4 class=&quot;tituloPost&quot;&gt;
    &lt;br /&gt;
   &lt;/h4&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;&quot; src=&quot;http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2011/07/102_1418-blog-ateu.jpg&quot; /&gt;Um &lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;ateu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; ganhou na Justiça da&lt;strong&gt; Áustria&lt;/strong&gt; o direito de aparecer na foto da carteira de motorista usando um &lt;span style=&quot;background-color: navy; font-family: Tahoma;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;escorredor de macarrão na cabeça como um &quot;símbolo religioso&quot;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Niko
 Alm fez o pedido depois de tomar conhecimento que a cobertura na 
cabeça&amp;nbsp;em fotografias só é permitida em caso de necessidade religiosa. 
Então, &lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;ele&lt;/span&gt;&amp;nbsp;disse ser seguidor da &lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #ccffcc;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff9900;&quot;&gt;&quot;religião&quot;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;massafari&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;uma mistura de massa com rastafari - em inglês funciona melhor: pastafari&lt;/em&gt;) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O austríaco, que teve que comprovar ser psicologicamente apto para dirigir, afirma frequentar a &lt;span style=&quot;color: navy; font-family: Tahoma;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Igreja do Monstro de Espaguete Voador&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pedido demorou três anos para ser aprovado, informou o &quot;Huffington Post&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, Niko quer que as autoridades austríacas &lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: navy; font-family: Tahoma;&quot;&gt;reconheçam oficialmente o massafarianismo como uma religião&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;cntr&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;&quot; src=&quot;http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2011/07/102_1418-blog-ateu2.jpg&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;lft&quot;&gt;
A
 &quot;seita&quot; macarrônica nasceu nos EUA como uma resposta ao governo Bush, 
que proibiar o ensino da teoria da evolução das espécies nas escolas 
públicas. Então, um sujeito criou o monstro, que dá origem à Terra e a 
todos os seus habitantes irracionais e racionais - incluindo os anões.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/386849670882257053/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/08/ateu-ganha-direito-de-usar-escorredor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/386849670882257053'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/386849670882257053'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/08/ateu-ganha-direito-de-usar-escorredor.html' title='Ateu ganha direito de usar escorredor de macarrão em foto oficial'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-8271248005374600592</id><published>2012-07-23T19:06:00.003-03:00</published><updated>2012-07-23T19:06:31.974-03:00</updated><title type='text'>COMO TUDO FOI CRIADO? A ORIGEM DE TODAS AS COISAS</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: verdana,Arial,Helvetica; font-size: x-small;&quot;&gt;

 

&lt;center&gt;
&lt;div style=&quot;margin-top: 10px;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;/center&gt;

&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;8&quot; height=&quot;100&quot; id=&quot;table9&quot; style=&quot;width: 100px;&quot;&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td&gt;
  &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;

  
  
 &lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;
  
  
 &lt;br /&gt;.
 
 
 
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;

 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/span&gt;

 


&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Questionamento do cristão: &lt;br /&gt;
“&lt;span style=&quot;color: navy;&quot;&gt;Irmão &lt;br /&gt;
Se Deus não existe como tudo foi criado? Para que o ser humano construa um 
simples relógio é necessário inteligência. Ao vermos a natureza, como ela 
funciona, toda sua beleza e perfeição não é possível crermos na teoria de 
Darwin, que após 140 anos não provou nada. &lt;br /&gt;
Cada um tem a liberdade de crer no que quer e nem o próprio Deus interfere em 
nossas opções, mas como posso crêr que tudo ao nosso redor surgiu do Big Bang?
&lt;br /&gt;
Se isso foi possível quero crêr que se eu jogar uma bomba em um ferro velho, 
passado o impacto surgirá um Boeing 747 todo aparelhado e pronto para voar. &lt;br /&gt;
Não desrespeito a crença de vocês mas gostaria de dizer que a Deus tudo e 
possível, porém a sabedoria do homem e loucura para Deus. &lt;br /&gt;
No aguardo de um retorno e desde já agradecido&lt;/span&gt;,” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Resposta do ateu&lt;/b&gt;: &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;“Eu sempre fiz também uma pergunta: &lt;b&gt;De onde não pode vir o 
simples pode vir o complexo&lt;/b&gt;? &lt;br /&gt;
Se um ser da complexidade do homem não pode ser obra do acaso, poderia um 
perfeito, onipotente e onisciente ser? &lt;br /&gt;
Parece mais viável o que a arqueologia mostra: elementos simples, com pequenas 
mutações, foram se tornando mais complexos, e surgiram os organismos 
aperfeiçoados de hoje. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A teoria de Darwin está cada vez mais atual&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; sob as lentes dos 
microscópios, onde os vírus e bactérias se aperfeiçoam constantemente, e no 
acúmulo dos fósseis de eras remotas, que informam a gradação dos seres vivos no 
decorrer de milhões de anos. &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;. 
Depois disso, será possível esperar que as estrelas venham a cair pela terra 
como a figueira quando abalada por vento forte deixa cair seus figos verdes? O 
Sol não é uma grande estrela, mas tem um milhão e meio de vezes o tamanho da 
Terra. Imagine uma porção de grandes estrelas caindo sobre nós! Ou são elas 
apenas aquelas minúsculas bolinhas luminosas como se acreditava nos dias de 
Jesus? &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A palavra de deus é que me fez ateu.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grande explosão pode ser confirmada por um raciocínio lógico: se a análise por 
telescópio revela que o universo está em expansão, um dia tudo inevitavelmente 
estava muito mais próximo. A grande explosão não transformou tudo em coisas 
perfeitas. Foram as reações químicas que resultaram em componentes capazes de se 
desenvolverem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como acima exposto, a arqueologia e a microscopia dão provas de que organismo 
simples evoluem para organismos complexos. &lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;b&gt;Se parece 
difícil essas coisas terem começado do nada, mais impossível é do nada surgir um 
ser perfeito e onisciente com esse que o mundo imagina existir&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/8271248005374600592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/07/como-tudo-foi-criado-origem-de-todas-as.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/8271248005374600592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/8271248005374600592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/07/como-tudo-foi-criado-origem-de-todas-as.html' title='COMO TUDO FOI CRIADO? A ORIGEM DE TODAS AS COISAS'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-4939524474883297490</id><published>2012-07-06T16:34:00.001-03:00</published><updated>2012-07-06T20:26:44.191-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religiao"/><title type='text'>Como a fé resiste à descrença</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasTitulo&quot; style=&quot;color: #996600; font-family: Georgia; font-size: 27px; font-weight: bold; line-height: 30px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;img height=&quot;5&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/veja_online_2006/imagens/fio_assinatura.gif&quot; width=&quot;223&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
André Petry&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;CENTER&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;clear: left; float: left; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/imagens/religiao1.jpg&quot; width=&quot;249&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: justify;&quot;&gt;
Desde que se espalhou a notícia extraída do censo demográfico do IBGE de
 2000, Nova Ibiá, vilarejo de 7 000 habitantes no interior da Bahia, 
ganhou um estigma e uma obsessão. Como os números do censo mostravam que
 59,85% dos seus habitantes diziam não ter religião alguma, Nova Ibiá 
passou a conviver com o estigma de ser a cidade mais atéia do Brasil. Em
 nenhuma outra, em ponto algum do país, tanta gente dizia não ter 
filiação religiosa. A segunda cidade com a maior tropa de sem-religião 
era Pitimbu, no interior da Paraíba, mas com números mais modestos – 
42,44%. Desde então, a obsessão de Nova Ibiá é livrar-se do estigma do 
ateísmo. &quot;Conheço dois ou três ateus, e só. Isso não é verdade&quot;, diz 
Raimundo Santana, bispo da Igreja Batista, atualmente ocupado em 
preparar os festejos do ano que vem, quando sua igreja completará 100 
anos na região. &quot;Não acredito nisso, nunca ninguém aqui me disse que não
 tem religião&quot;, reforça Albervan da Silva Cruz, o primeiro padre a 
residir em Nova Ibiá. &quot;A cidade mais atéia? Não é verdade&quot;, sentencia o 
prefeito José Murilo Nunes de Souza, de 41 anos, com a autoridade de 
quem confessa, meio a contragosto, que se criou católico, mas não tem 
religião.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;Os
 porta-vozes de Nova Ibiá, um povoado que fica nos confins da falida 
zona cacaueira da Bahia, estão em harmoniosa sintonia com a maioria dos 
brasileiros. No maior país católico do planeta, no país do sincretismo 
religioso, no país onde católicos têm benzedeira e evangélicos vão a 
sessões espíritas, no país que alega, num misto de gracejo e esperança, 
ser a terra natal de Deus, o Todo-Poderoso, quase nada é pior do que ser
 ateu. Uma pesquisa encomendada por VEJA, realizada pela CNT/Sensus, 
mostra que 84% dos brasileiros votariam em um negro para presidente da 
República, 57% dariam o voto a uma mulher, 32% aceitariam votar em um 
homossexual, mas – perdendo de capote – apenas 13% votariam em um 
candidato ateu&amp;nbsp;&lt;i&gt;(&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/p_070.shtml#quadro1&quot; style=&quot;color: #333333; text-decoration: none;&quot;&gt;veja quadro&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;.
 Pior que isso só o capeta. O levantamento mostra que, entre os grupos 
populacionais que se convencionou chamar de minorias – racial, sexual ou
 de gênero –, a minoria mais rejeitada é a religiosa, ou a 
anti-religiosa. No Brasil de São Frei Galvão, portanto, ser temente a 
Deus é mais do que uma marca nacional – chega a ser, informa a pesquisa,
 um imperativo social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;Às
 vésperas do Natal, quando 2,1 bilhões de cristãos vão comemorar os 2 
007 anos do nascimento de Jesus Cristo, os católicos brasileiros seguem 
diminuindo ano após ano, como vem acontecendo desde 1940, mas ainda 
formam uma estupenda multidão: são quase 74% da população brasileira – o
 que equivale a mais de 130 milhões de fiéis. Com alguns disciplinados e
 praticantes e muitos displicentes e relapsos, os católicos do Brasil, 
com seu número espetacular, mostram o vigor da crença divina, a pujança 
da fé, a robustez de Deus – uma potência curiosamente dotada de todas as
 qualidades inversas às da humanidade, que é criada (e Deus é incriado),
 que é limitada (e Deus é ilimitado) e que é mortal (e Deus é imortal). 
Os números da fé no Brasil talvez sirvam como explicação para dois 
fenômenos. Explicam a resistência da religiosidade em um mundo marcado 
pela descrença e, ao mesmo tempo, o notável preconceito da maioria dos 
brasileiros em relação aos ateus. Faz sentido rejeitar alguém apenas 
porque não acredita em Deus?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&quot;Faz
 todo o sentido&quot;, afirma a historiadora Eliane Moura Silva, professora 
da Universidade Estadual de Campinas e especialista em religião, ela 
própria uma atéia. &quot;O brasileiro ainda entende o ateu como alguém sem 
caráter, sem ética, sem moral.&quot; É um entendimento que parece espalhar-se
 de modo mais ou menos homogêneo por todas as classes sociais. 
Recentemente, a historiadora deu duas aulas sobre ateísmo na Casa do 
Saber, instituição criada para eliminar lacunas intelectuais dos 
endinheirados de São Paulo, e a platéia teve uma reação adversa, quase 
hostil, às idéias ateístas. Antes, a neurocientista Silvia Helena 
Cardoso, doutora em psicobiologia pela Universidade da Califórnia, em 
Los Angeles, publicou um artigo num jornal de Campinas discutindo se os 
santos seriam esquizofrênicos, dada a freqüência com que tinham visões –
 ou alucinações. Recebeu tantas ameaças que resolveu abandonar o 
assunto. O professor Antônio Flávio Pierucci, da Universidade de São 
Paulo, especialista em sociologia da religião, explica o fenômeno: &quot;Os 
brasileiros não estão habituados a se confrontar com a realidade do 
ateu&quot;. É o que leva os políticos – antes, durante e depois da eleição – a
 sempre dizer que ninguém é mais temente a Deus do que eles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; width: 300px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasCredito&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 10px; line-height: 12px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;revistasCredito&quot;&gt;Fotos Gregorio Borgia, Ali Jarekji / Reuters, Steve Cole / Getty Images / Royalty Free&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;197&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/imagens/religiao4.jpg&quot; vspace=&quot;1&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegendaCor&quot; style=&quot;color: #996600; font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;DO SANGUE E DA FÉ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;revistasLegenda&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Católicos se reúnem na Praça de São Pedro, em Roma&lt;i&gt;(acima)&lt;/i&gt;,
 e muçulmanos se encontram em Meca, na Arábia Saudita: os ateus nasceram
 junto com a primeira religião e, hoje, denunciam que, por trás da 
crença em Deus, há um rastro de violência e barbárie&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasCredito&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 10px; line-height: 12px;&quot;&gt;Reuters&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;197&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/imagens/religiao5.jpg&quot; vspace=&quot;1&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;Em
 maio passado, o instituto Datafolha fez uma pesquisa sobre 
religiosidade por ocasião da visita ao país do papa Bento XVI. A 
pesquisa relevou a dimensão impressionante da fé brasileira: 97% 
disseram acreditar na existência de Deus, 93% informaram crer que Jesus 
Cristo ressuscitou depois de morrer crucificado e 86% concordaram que 
Maria deu à luz sendo virgem. Com números tão possantes, não há dúvida 
de que o Brasil figura entre os países mais crédulos do mundo – e isso 
abre um paradoxo. São cada vez mais abundantes as descobertas 
científicas sobre a origem do universo e das espécies. Se a credulidade 
não se abala diante disso, é lícito questionar que talvez nenhuma prova 
científica, por mais sólida e contundente, seja capaz de reduzir a pó o 
teísmo, a crença no divino&lt;i&gt;&amp;nbsp;(&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/p_078.shtml&quot; style=&quot;color: #333333; text-decoration: none;&quot;&gt;veja reportagem&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&quot;O último deus desaparecerá com o último dos homens&quot;, diz o filósofo francês Michel Onfray, em seu&amp;nbsp;&lt;i&gt;Tratado de Ateologia&lt;/i&gt;,
 sucesso retumbante com mais de 200.000 exemplares vendidos na França. 
E, ateu convicto, ele alfineta: &quot;E com o último dos homens desaparecerão
 o temor, o medo, a angústia, essas máquinas de criar divindades&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;Antes
 que o último homem se vá, percebem-se aqui e ali sinais de que a 
religião, em que pese seu vigor, começa a perder público – no Brasil, 
inclusive. De 1940 a 1970, a turma dos brasileiros sem religião ficou 
praticamente do mesmo tamanho, atolada em menos de 1% da população. Nas 
últimas três décadas, saltou de 1,6% para 7,3%&amp;nbsp;&lt;i&gt;(&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/popup_religiao01.html&quot; style=&quot;color: #333333; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;veja gráficos e mapa&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;.
 Os sem-religião já são o terceiro maior grupo, atrás de católicos e de 
evangélicos. Pelos dados do último censo, os sem-religião eram 12,5 
milhões, mais que um Portugal inteiro. Não são todos ateus, é claro. 
Entre eles, há agnósticos, secularistas, céticos e até quem acredita em 
Deus, mas não pratica nenhuma religião. O IBGE não pergunta aos 
entrevistados se são ateus ou não. Calcula-se, no entanto, que os ateus 
sejam uns 2%. Nos Estados Unidos, eles oscilam nessa faixa, mas os 
sem-religião de lá chegam aos 15%. No mundo, os ateus são uns 4%. São 
poucos, sobretudo se comparados aos bilhões de cristãos, muçulmanos e 
judeus, para ficar apenas nas três grandes religiões monoteístas, mas é 
uma massa crescente, principalmente nos países desenvolvidos. Na 
Espanha, Alemanha e Inglaterra, menos da metade da população acredita em
 Deus. Na França, os crentes não chegam a 30%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;Entre
 os brasileiros sem religião, a maior curiosidade está na Bahia de Todos
 os Santos, terra onde frei Henrique de Coimbra rezou a mítica primeira 
missa, em 26 de abril de 1500. A Bahia, que abriga Nova Ibiá e seu 
esquadrão de sem-religião, é o terceiro estado com o maior contingente 
de brasileiros sem filiação religiosa. E Salvador, entre as capitais, é a
 campeã nacional: 18% dos soteropolitanos não têm religião. 
Considerando-se o país todo, os sem-religião são mais numerosos entre os
 homens e entre os brasileiros com menos de 55 anos. Não se sabe de onde
 eles vêm. É provável que venham do rebanho de católicos desgarrados. O 
Rio de Janeiro, por exemplo, é o estado menos católico do país e, 
simultaneamente, tem o maior pelotão de sem-religião. Também é certo que
 boa parte dos católicos está virando neopentecostal. Nas duas últimas 
décadas, à queda acentuada de católicos correspondeu uma alta igualmente
 acentuada de evangélicos – em especial da Igreja Universal do Reino de 
Deus, que, sendo uma voraz sugadora de fiéis e dízimos, se transformou 
em potência divina e comercial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;A
 raiz do fenômeno que irriga o crescimento de evangélicos e de 
sem-religião faz parte da mesma genealogia: os laços étnicos e culturais
 de boa parte dos brasileiros estão se desfazendo como resultado da 
modernidade – do que a modernidade traz de positivo, como o aumento da 
escolarização e a crescente profissionalização de certas camadas 
sociais, e do que traz de negativo, como a desestruturação das famílias e
 a favelização das metrópoles. &quot;É a religião atuando como solvente&quot;, diz
 o professor Flávio Pierucci, da USP. Seus números apóiam sua percepção.
 Um laço étnico que se desfaz: entre os adeptos do candomblé, credo de 
origem africana, 40% são brancos. Outro: nos cultos afro-brasileiros há 
cerca de 100.000 negros, e nos cultos evangélicos os negros já são 1,7 
milhão. Mais um: os brasileiros que trocam o catolicismo pelo 
neopentecostalismo estão dissolvendo um laço cultural e histórico, 
substituindo a religião fundadora do Brasil, herança que vem do fundo do
 passado colonial, por uma novidade na cena religiosa do país. É aí, 
nesse processo de dissolução, que crescem os ateus e os sem-religião.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;Por
 razões distintas, o ateísmo também é crescente lá fora. Nos Estados 
Unidos, o embate entre religiosos e sem-fé ficou mais intenso depois dos
 atentados de 11 de setembro de 2001, praticados por dezenove 
muçulmanos, e da eleição do presidente George W. Bush, o astro da 
direita cristã que se julga interlocutor de Deus. Com os cristãos 
conservadores exercendo notável influência em tribunais e escolas, os 
Estados Unidos são um caso único entre os países ricos e democráticos. 
Nenhum outro tem grau tão elevado de religiosidade – e de radicalismo. 
Em 2001, os mais fanáticos líderes religiosos americanos, em vez de 
condenar os atentados, disseram que eram uma punição contra um país que 
aceitava o aborto e o homossexualismo... Nesse ambiente, a literatura 
sobre o ateísmo tem feito barulho e sucesso, como é o caso do biólogo 
inglês Richard Dawkins, autor de&amp;nbsp;&lt;i&gt;Deus, um Delírio,&lt;/i&gt;do jornalista inglês Christopher Hitchens, que mora em Washington e escreveu&amp;nbsp;&lt;i&gt;Deus Não É Grande,&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e do filósofo americano Sam Harris, autor de&amp;nbsp;&lt;i&gt;Carta a uma Nação Cristã,&amp;nbsp;&lt;/i&gt;um manifesto cortante em defesa do ateísmo&amp;nbsp;&lt;i&gt;(&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/p_084.shtml&quot; style=&quot;color: #333333; text-decoration: none;&quot;&gt;veja entrevista&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;Ainda
 que sua história seja pouco conhecida, o ateísmo nasceu junto com a 
primeira religião, mas só entrou no cardápio das idéias abertamente 
debatidas com o advento do iluminismo, no século XVIII. Assim como os 
crentes, que se dividem em uma miríade de correntes e denominações, os 
ateus de hoje divergem em muitos pontos, mas há alguns consensos. Um 
deles é que a moralidade não depende das religiões, e, portanto, um ateu
 pode ser ético e bom. A favor da tese está a neurociência, cujas 
descobertas já provaram que até os chimpanzés têm noções morais, 
sentimentos de empatia e solidariedade – e não rezam nem crêem em Deus. 
Outro ponto em que todos os autores sobre ateísmo concordam é que as 
religiões produziram (e ainda produzem) notável rastro de sangue. Além 
dos exemplos clássicos das Cruzadas dos cristãos ou da expansão islâmica
 à base da espada, há exemplos contemporâneos. Na Irlanda do Norte, 
protestantes lutam contra católicos. Na Caxemira, são muçulmanos contra 
hindus. No Sudão, cristãos contra muçulmanos, que também se confrontam 
na Etiópia, na Costa do Marfim, nas Filipinas... Crentes de diferentes 
religiões ou denominações guerreiam no Irã, no Iraque, no Cáucaso, no 
Sri Lanka, no Líbano, na Índia, no Afeganistão...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;É
 evidente que a moralidade não é mesmo resultado da religião, mas também
 não é resultado de sua ausência. Adolf Hitler (1889-1945), que planejou
 dizimar um povo inteiro, se dizia religioso. Josef Stalin (1879-1953), 
cujas vítimas fatais podem chegar a 20 milhões de soviéticos, se dizia 
ateu. Os religiosos também concordam que a fé já provocou guerras e 
violência. Em outubro passado, o papa Bento XVI, num encontro em Nápoles
 com lideranças multiconfessionais, conclamou a todos para &quot;reiterar que
 a religião nunca poderia ser um veículo do ódio&quot;. Mas também se sabe 
que as religiões já contribuíram para a paz e desempenham um valoroso 
trabalho missionário nas áreas mais miseráveis do planeta. Ninguém pode 
afirmar que os deuses, os livros sagrados e as preces são uma criação do
 homem, sem nenhuma intervenção divina. Também ninguém pode garantir o 
contrário. Sendo assim, enquanto a idéia de Deus, a imagem do menino 
Jesus na manjedoura ou o espírito do Natal servirem para confortar e 
congregar milhares, milhões, bilhões de seres humanos, é bom que a fé 
possa seguir contribuindo para levar paz a homens e mulheres. Incluindo 
os moradores da pequena Nova Ibiá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://bardoateu.blogspot.com.br/search?updated-max=2012-05-23T08:00:00-07:00&amp;amp;max-results=7&amp;amp;start=13&amp;amp;by-date=false&quot; name=&quot;quadro1&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;CENTER&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;643&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/imagens/religiao6.gif&quot; width=&quot;226&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;CENTER&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;CENTER&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;CENTER&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;359&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/imagens/religiao7.gif&quot; width=&quot;439&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table bgcolor=&quot;#EEEEEE&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;9&quot; style=&quot;color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div class=&quot;revistasTituloBox&quot; style=&quot;color: #996600; font-family: Georgia; font-size: 18px; font-weight: bold; line-height: 20px;&quot;&gt;
ONDE FORAM PARAR OS&lt;br /&gt;
ATEUS DE NOVA IBIÁ?&lt;/div&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;2&quot; style=&quot;color: #333333; font-size: 11px; line-height: 14px; width: 300px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasCredito&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 10px; line-height: 12px;&quot;&gt;Fotos Xando Pereira, Steve Cole/Getty Images/Royalty Free&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;192&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/imagens/religiao2.jpg&quot; vspace=&quot;1&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegendaCor&quot; style=&quot;color: #996600; font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;SEM PADRE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;revistasLegenda&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Sem a presença do padre, católicos fazem a leitura da Bíblia: convite para recrutar mais fiéis&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;N&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;o
 caminho para Nova Ibiá, a cidade baiana onde 60% da população diz não 
ter nenhuma religião, há uma igreja abandonada. Cercada por um mato alto
 e paredes descascando, a Igreja Nossa Senhora de Lourdes, onde se 
celebrava uma missa mensal, não abre mais as portas. Lília Lisboa, que 
cuidava do prédio, mudou-se para Salvador e ninguém se interessou em 
tomar conta do templo. Quinze quilômetros à frente, já no centro de Nova
 Ibiá, diante da praça central, fica a modesta Igreja de São José, o 
principal templo católico do vilarejo. Ali, numa noite de segunda-feira,
 dezoito pessoas escutavam a leitura da&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;background-color: transparent; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;Bíblia&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;sob a luz tênue de uma vela grande e oito velas pequenas. Não havia padre no altar. A leitura da&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;background-color: transparent; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;Bíblia&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;era
 feita por uma beata, sentada no primeiro banco de madeira. À entrada da
 igreja, um cartaz conclamava: &quot;Toda a igreja está feliz com sua vinda. 
Quando voltar, traga um convidado&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;Apresentada
 assim, com igreja abandonada e campanha de recrutamento de fiéis, Nova 
Ibiá parece fazer jus à fama de a cidade mais atéia do Brasil. Mas há 
algo que não se encaixa. Tudo em Nova Ibiá recende a religião. O 
município não tem agência bancária, médico, hospital nem juiz, mas tem 
três lan houses – e nada menos que doze igrejas. São três católicas e 
nove templos evangélicos, além de um terreiro de candomblé. &quot;Também&quot;, 
diz o prefeito, José Murilo de Souza, &quot;é mais fácil abrir uma igreja do 
que um comércio.&quot; Na Igreja de São José, cujo santo é o padroeiro do 
povoado, as missas de domingo reúnem 150 fiéis. Dobrando a esquina, a 
Igreja Batista de Nova Ibiá, fundada em 1908, recebe 400 pessoas nos 
dias mais concorridos – uma enormidade para um vilarejo de 7 000 
habitantes. O altar é um móvel de compensado, custou 180 reais logo ali,
 na Paloma Móveis, mas o sistema de som, para não perder um único 
aleluia, é coisa de 25 000 reais. &quot;Aqui, ou é crente ou é católico&quot;, diz
 o bispo Raimundo Santana, negro corpulento de 51 anos, casado, quatro 
filhos, todos batistas e um já missionário, que há 28 anos comanda a 
Igreja Batista de Nova Ibiá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;2&quot; cellspacing=&quot;2&quot; style=&quot;color: #333333; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: center; width: 255px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/imagens/religiao3.jpg&quot; vspace=&quot;1&quot; width=&quot;255&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;revistasLegendaCor&quot; style=&quot;color: #996600; font-family: Georgia; font-weight: bold;&quot;&gt;COM O BISPO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;revistasLegenda&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O bispo Raimundo, em seu templo: o altar é de compensado, custou 180 reais, mas o som é de primeira&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;Onde
 estão os ateus, os agnósticos, os sem-religião de Nova Ibiá? Há algo 
que não se encaixa. Em 1991, o censo do IBGE descobriu que havia 6,35% 
de pessoas sem religião na cidadezinha e que 83,35% da população dizia 
ser católica. Em 2000, no novo censo, a realidade havia virado de 
ponta-cabeça: 59,85% afirmavam não ter religião e apenas 16,02% 
diziam-se católicos. Tamanha mudança só se justificaria com uma rebelião
 de católicos, mas ninguém tem notícia de um movimento dessa natureza. 
Ao contrário. Até fevereiro do ano passado, o padre não morava em Nova 
Ibiá. Ia à cidade de vez em quando, para celebrar a missa, e partia. 
Agora, o padre Albervan da Silva Cruz mora na cidade e reza muita missa.
 Na Igreja Matriz, há missa no domingo, na terça, na primeira sexta de 
cada mês e, de quinze em quinze dias, no sábado. Na Igreja de São Roque,
 a missa é na quinta. Na Igreja de São Francisco, na zona rural, a missa
 é rezada duas vezes por mês, sempre aos domingos. Aos 30 anos, o padre 
Albervan é o primeiro pároco de Nova Ibiá, e Nova Ibiá é a primeira 
paróquia do padre Albervan. Ali, ele já fez dez casamentos e dá aula de 
filosofia para quinze turmas da 5ª à 8ª série da escola pública local.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;O
 cenário religioso de Nova Ibiá é um retrato em miniatura da realidade 
brasileira: os evangélicos crescem, enquanto os católicos lutam para que
 seu rebanho não se disperse – ainda assim, a queda vertiginosa de 
83,35% para 16,02% de católicos em nove anos é inexplicável. O padre, 
rival dos evangélicos, tem uma explicação conspiratória. Diz que ouviu 
falar que os pesquisadores do IBGE eram protestantes e, quando um 
católico dizia ser católico, mas não praticante, eles cravavam &quot;sem 
religião&quot; por conta própria. &quot;Não sei se é verdade&quot;, afirma. É 
improbabilíssimo que seja, mas é certo que os evangélicos estão ganhando
 terreno. De 1991 para 2000, saltaram de 9,69% para 23,65%. O pulo, 
conforme o bispo Raimundo Santana, deu-se em 1998, quando a Igreja 
Batista resolveu &quot;renovar-se&quot;, ou seja, passou a acreditar em dons 
espirituais e curas divinas. &quot;Eu mesmo não acreditava, mas hoje 
acredito&quot;, diz ele. &quot;Depois da renovação, a igreja cresceu muito.&quot; De 
dízimo, ela recolhe entre 3 000 e 4 000 reais mensais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;revistasCorpo&quot; style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 13px; line-height: 16px;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;342&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/261207/imagens/religiao9.gif&quot; style=&quot;text-align: right;&quot; width=&quot;165&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent;&quot;&gt;O comerciante Idevaldo 
Prazeres da Silva, de 50 anos, é um dos convertidos. Era católico, há 
nove anos virou evangélico, tem um irmão pastor e está lendo a&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;background-color: transparent;&quot;&gt;Bíblia&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent;&quot;&gt;pela
 quarta vez. Veste uma camiseta na qual se lê: &quot;Em Deus tenho posto 
minha confiança&quot;. Da loja de material de construção de Idevaldo da 
Silva, sobe-se uma ladeira para chegar à casa do único ateu identificado
 de Nova Ibiá. Ateu? Não, ele diz que não, que é católico há anos e 
perdeu a conta do tempo que freqüenta a igreja. Com a barba por fazer, 
mãos levemente trêmulas, o ateu enrustido – ou o católico caluniado – 
diz que só conhece gente de fé em Nova Ibiá. O bispo Raimundo Santana, 
com sua experiência de quase três décadas pregando, garante que há 
outros dois ateus no vilarejo, mas não os identifica. Porque um está 
indo a um centro espírita e abandonando o ateísmo. O outro está dando os
 primeiros passos para aderir à igreja do bispo. Ele não quer estragar 
essa peregrinação rumo à fé revelando quem são. Acredita que em breve 
Nova Ibiá não terá nem ateus nem materialistas – e explica, com sua 
metafísica peculiar, a diferença entre um e outro: &quot;Ateu não acredita em
 nada, materialista só acredita no que pega e vê&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;RIGHT&quot; class=&quot;revistasNotaRodape&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;RIGHT&quot; class=&quot;revistasNotaRodape&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirj3gkSepUrBmpf2fVwZbQz21ZS-_9GUJrz4t1E0I7rjhuCaHQqLlqbG3NMeyK01W9QtlB6aJOZp1JnpjJGwEzlQ95hI1JcNtYJSNpek7w2E6d7A-bUWFaVxT_cvsiqCakAiLLX9PDyG2R/s1600/os+sem+f%C3%A9.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirj3gkSepUrBmpf2fVwZbQz21ZS-_9GUJrz4t1E0I7rjhuCaHQqLlqbG3NMeyK01W9QtlB6aJOZp1JnpjJGwEzlQ95hI1JcNtYJSNpek7w2E6d7A-bUWFaVxT_cvsiqCakAiLLX9PDyG2R/s640/os+sem+f%C3%A9.jpg&quot; width=&quot;564&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;revistasNotaRodape&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;RIGHT&quot; class=&quot;revistasNotaRodape&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;RIGHT&quot; class=&quot;revistasNotaRodape&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 11px; line-height: 14px;&quot;&gt;
(Todos os livros mencionados nesta reportagem estão publicados no Brasil.)&lt;br /&gt;
Fonte: &amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Revista Veja&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;height: 20px; width: 150px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/4939524474883297490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/07/como-fe-resiste-descrenca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/4939524474883297490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/4939524474883297490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/07/como-fe-resiste-descrenca.html' title='Como a fé resiste à descrença'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirj3gkSepUrBmpf2fVwZbQz21ZS-_9GUJrz4t1E0I7rjhuCaHQqLlqbG3NMeyK01W9QtlB6aJOZp1JnpjJGwEzlQ95hI1JcNtYJSNpek7w2E6d7A-bUWFaVxT_cvsiqCakAiLLX9PDyG2R/s72-c/os+sem+f%C3%A9.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-4212424852422809003</id><published>2012-07-06T16:30:00.001-03:00</published><updated>2012-07-06T20:26:58.145-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religiao"/><title type='text'>Historicidade de Cristo Contestada Pela Comunidade Acadêmica</title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt;


&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;height: 20px; width: 150px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a href=&quot;http://debatadesvendeedivulgue.com/blog/wp-content/uploads/JesusNeverExisted_Capa001.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://debatadesvendeedivulgue.com/blog/wp-content/uploads/JesusNeverExisted_Capa001.jpg&quot; style=&quot;border: 0px; height: 162px; max-width: 576px; text-align: right; width: 118px;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://debatadesvendeedivulgue.com/ddd2/?p=2916&quot;&gt;http://debatadesvendeedivulgue.com/ddd2/?p=2916&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;meta&quot; style=&quot;background-color: #fff9ed; color: #444444; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;date&quot; style=&quot;color: #888888; font-style: italic; margin-bottom: 5px;&quot;&gt;
02/05/2011&lt;/div&gt;
Por&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://debatadesvendeedivulgue.com/ddd2/?author=1&quot; style=&quot;color: #205b87; outline: none; text-decoration: none;&quot; title=&quot;Posts de IvoSGReis&quot;&gt;IvoSGReis&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;entry&quot; style=&quot;background-color: #fff9ed; color: #444444; font-size: 14px; line-height: 18px;&quot;&gt;
&lt;h2 style=&quot;color: #501e1e; font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 22px; font-weight: normal; line-height: 24px; margin: 5px 0px 0px; padding: 0px;&quot;&gt;



&lt;a href=&quot;http://debatadesvendeedivulgue.com/blog/?p=1540&quot; rel=&quot;bookmark&quot; style=&quot;color: #cc0000; outline: none; text-decoration: none;&quot; title=&quot;Link Permanente: Historicidade de Cristo em Xeque na Comunidade Acadêmica&quot;&gt;Historicidade de Cristo em Xeque na Comunidade Acadêmica&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;
E quanto à historicidade de Cristo, muitos foram os que, nos círculos 
acadêmicos ou fora deles,&amp;nbsp;se pronunciaram contrários, escreveram livros,
 ensaios e até sofreram perseguições em suas vidas, por terem a coragem 
de assumir publicamente suas posturas. Dentre alguns dos mais notórios 
que se manifestaram contra a historicidade de Cristo, segue, abaixo, uma
 relação cronológica, extraida do site&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.jesusneverexisted.com/scholars-portuguese.htm&quot; style=&quot;color: #cc0000; outline: none; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_self&quot;&gt;Jesus Never Existed&amp;nbsp;&lt;/a&gt;,
 na qual e segundo minhas fontes, poderia eu ainda, se quisesse, fazer 
inúmeras outras inserções, como, por exemplo e para citar só um nome,&amp;nbsp;&lt;b&gt;Bart D. Ehrman&lt;/b&gt;, uma lamentável ausência na lista, com 3 excelentes livros sobre o assunto (&quot;&lt;i&gt;Evangelhos
 Perdidos: As Batalhas pela Escritura e os Cristianismos que não 
Chegamos a Conhecer (2003)&quot;; &quot; O Que Jesus Disse e o que Jesus Não 
Disse: Quem mudou a Bíblia e por quê?&quot; (2006); &quot;Pedro, Paulo e Maria 
Madalena: A verdade e a lenda sobre os seguidores de Jesus (2006)&lt;/i&gt;&quot;.
 Só não o fiz por respeitar a autoria e manter os créditos ao artigo 
original, aqui reproduzido, na íntegra, e apenas reformatado nos grifos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;entry&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: maroon;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;img align=&quot;left&quot; alt=&quot;&quot; border=&quot;1&quot; src=&quot;http://debatadesvendeedivulgue.com/blog/wp-content/uploads/OFimEstaPerto_DF.jpg&quot; style=&quot;border: 0px; height: 389px; max-width: 576px; width: 135px;&quot; /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: darkorange;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Quantum
 nobis prodeste haec fabula Christi&quot;! (&quot;Quanto nos é útil esta FÁBULA de
 Cristo&quot;!)&quot; A fábula de Cristo é de tal modo lucrativa para a Igreja, 
que seria loucura advertir os ignorantes de seu erro&quot; – Papa Leão X.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: darkorange;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;“Não creria nos Evangelhos, se a tanto não me visse obrigado pela autoridade da Igreja”. ( Santo Agostinho)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;border-left-color: rgb(153, 153, 153); border-left-style: dashed; border-left-width: 1px; font-style: italic; line-height: normal; margin: 1em 2em; padding-left: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;
Não, nós, os irreligiosos, não somos insanos e nem estamos sozinhos. 
Além de vários cientistas, pensadores, historiadores, teólogos, 
filósofos e escritores, como Nietzsche, Einstein, Strauss, Emílio Bossi,
 Ernest Renan, José Saramago, Bertrand Russell, Richard Dawkins…, vários
 outros também não criam no &quot;Deus&quot; dos Cristãos, nem em Jesus Cristo e 
muito menos na Bíblia e nos Evangelhos, não os considerando &quot;livros 
sagrados&quot;.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;Veja a matéria e a lista (clique e/ou arraste na barra lateral para rolar as páginas)&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
—————————————————————————————————————-:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 style=&quot;color: #501e1e; font-family: Georgia, Times, serif; font-size: 18px; font-weight: normal; line-height: 20px; margin: 5px 0px 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;



&lt;a href=&quot;http://pt.scribd.com/doc/14184187/Lista-de-Personalidades-Contrarias-a-Historicidade-de-Cristo&quot; style=&quot;color: #cc0000; outline: none; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;b&gt;Lista de Personalidades Contrárias à Historicidade de Cristo&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;blockquote style=&quot;border-left-color: rgb(153, 153, 153); border-left-style: dashed; border-left-width: 1px; font-style: italic; line-height: normal; margin: 1em 2em; padding-left: 1em;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Demolindo o Mito de Jesus – Uma História&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;Por mais de duzentos anos, uma minoria de corajosos
 pesquisadores têm ousado questionar a historicidade de Jesus. Apesar 
dos riscos de ataque físico, ruína profissional e ostracismo, eles 
duvidaram seriamente da veracidade da saga dos evangelhos, descascaram 
as camadas de fraude e engano e finalmente desafiaram a própria 
existência do homem-deus.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Hermann Samuel Reimarus&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(1694-1768).1778, Sobre a Intenção de 
Jesus e Seu Ensinamento. Pensador iluminista e professor de línguas 
orientais do Ginásio de Hamburgo, sua extensa obra — publicada após sua 
morte — rejeita a “religião revelada” e defende um deísmo naturalista. 
Reimarus acusou os escritores dos evangelhos de fraude proposital e 
inumeráveis contradições.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Francois Marie Arouet (Voltaire)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(1694-1778) A mais influente 
figura do Iluminismo, foi educado num colégio jesuíta e ainda assim 
concluiu “O cristianismo é a religião mais ridícula, absurda e sangrenta
 que jamais infectou o mundo… O verdadeiro Deus não pode ter sido dado à
 luz por uma garota, nem sido morto num cadafalso e nem ser comido numa 
porção de hóstia.” Preso, exilado, seus livros banidos e queimados, a 
grande popularidade de Voltaire na França assegurou-lhe um descanso 
final no Panteão, em Paris. Extremistas religiosos roubaram seus restos 
mortais e os atiraram numa pilha de lixo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Count Constantine Volney&lt;/b&gt;, 1787, As Ruínas; ou, Meditação sobre as
 revoluções dos impérios (Ruína dos Impérios). Pesquisador napoleônico, 
viu com seus próprios olhos evidências de precursores egípcios do 
cristianismo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Edward Evanson&lt;/b&gt;, 1792, A Dissonância dos Quatro Evangelistas 
Geralmente Recebidos e a Evidência de suas Respectivas Autenticidades. 
Racionalista inglês que contestou a autoria apostólica do Quarto 
Evangelho e denunciou como espúrias várias epístolas Paulinas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Charles François Dupuis&lt;/b&gt;, 1794, Origem de todos os Cultos ou a 
Religião Universal. Interpretação astrológico-mítica do Cristianismo (e 
de toda religião). “Um grande erro é mais facilmente propagado que uma 
grande verdade, porque é mais fácil crer que raciocinar e porque as 
pessoas preferem o maravilhoso do romance à simplicidade da História.” 
Dupuis destruiu a maior parte de seu próprio trabalho por causa das 
violentas reações que causou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Thomas Pa&lt;/b&gt;ine, 1795, A Idade da Razão. Panfleteiro que fez o 
primeiro apelo à independência dos Estados Unidos (Bom Senso, 1776; 
Direitos do Homem,1791) Paine derramou sátiras virulentas nas 
contradições e atrocidades da Bíblia. Como muitos revolucionários 
americanos, Paine era deísta:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Eu não creio na fé professada pela igreja judaica, pela igreja romana, 
pela igreja grega, pela igreja turca, pela igreja protestante ou por 
qualquer outra de que tenha notícia… Cada uma destas igrejas acusa a 
outra de descrença; e de minha parte eu descreio de todas.” – A Idade da
 Razão&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Robert Taylor&lt;/b&gt;, 1828, Sintagma de Provas da Religião Cristã; 1829,
 Diegesis. Taylor foi aprisionado por afirmar as origens míticas do 
cristianismo. “Os primeiros cristãos entendiam as palavras como nada 
mais que a personificação do princípio da razão, da bondade, ou daquele 
princípio, seja qual for, que pode ser mais benéfico à humanidade 
durante o curso de uma vida.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Godfrey Higgins&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(1771-1834). 1836, Anacalipse – Uma Tentativa de 
Remover o Véu da Ísis Saíta ou um Inquérito da Origem das Línguas, 
Nações e Religiões. Pioneiro inglês da arqueologia e maçom.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Bruno Bauer&lt;/b&gt;, 1841, Crítica da História Evangélica dos Sinóticos. 
1877, Cristo e os Césares. A Formação da Cristandade entre os Romanos 
Helenizados. O iconoclasta original. Bauer contestou a autenticidade de 
todas epístolas paulinas (nas quais viu a influência de pensadores 
estóicos, como Sêneca) e identificou o papel de Fílon no cristianismo 
emergente. Bauer rejeitou a historicidade do próprio Jesus. &quot;Tudo que se
 sabe sobre Jesus pertence ao reino da fábula.” Como resultado, em 1842,
 Bauer foi ridicularizado e removido de sua cátedra de Novo Testamento 
em Tübingen.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Ralph Waldo Emerson&lt;/b&gt;, 1841, Ensaios. Inicialmente cristão 
trinitário e posteriormente ministro unitário, defendeu que Jesus era um
 “verdadeiro profeta”, mas que o cristianismo institucionalizado era um 
“despotismo oriental”: “Nossas escolas dominicais, igrejas e ordens 
monásticas são jugos sobre nossos pescoços.&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Mitchell Logan&lt;/b&gt;, 1842, A Mitologia Cristã Revelada. “A opinião predominante, embora infundada e absurda, é sempre a rainha das nações.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Ferdinand Christian Baur&lt;/b&gt;, 1845, Paulo, o Apóstolo de Jesus 
Cristo. Estudioso alemão que identificou como “inautênticas” não apenas 
as epístolas pastorais, mas também Colossenses, Efésios, Filêmon e 
Filipenses (deixando apenas as quatro principais epístolas paulinas 
consideradas genuínas). Baur foi o fundador da assim chamada “Escola de 
Tübingen”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;David Friedrich Strauss&lt;/b&gt;, 1860, A Vida de Jesus Examinada 
Criticamente. Vigário luterano que se tornou estudioso, expôs 
magistralmente os milagres evangélicos como mito e, no processo, reduziu
 Jesus a um homem comum, o que lhe custou sua carreira.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Ernest Renan&lt;/b&gt;, 1863, Vida de Jesus. Educado como padre católico, 
escreveu uma biografia romanceada do homem-deus, sob a influência dos 
críticos alemães. Custou-lhe seu emprego.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Robert Ingersoll&lt;/b&gt;, 1872, Os Deuses. Extraordinário orador de 
Illinois, seus discursos atacavam a religião cristã. “Sempre me pareceu 
que um ser vindo de outro mundo, com uma mensagem de infinita 
importância para a humanidade, deveria pelo menos ter escrito tal 
mensagem de seu próprio punho. Não é admirável que nenhuma palavra foi 
jamais escrita por Cristo?”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Kersey Graves&lt;/b&gt;, 1875, Os Dezesseis Salvadores Crucificados da 
Humanidade. Quacre da Pensilvânia que viu um fundo pagão através das 
invenções cristãs, embora raramente citasse fontes para suas conclusões 
avançadas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Allard Pierson&lt;/b&gt;, 1879, O Sermão da Montanha e outros Fragmentos 
Sinóticos. Historiador de arte, literatura e teologia que identificou o 
Sermão da Montanha como uma coleção de aforismos da literatura sapiençal
 judaica. Esta publicação foi o começo da Crítica Radical Holandesa. Não
 apenas a autenticidade das epístolas paulinas, mas a própria existência
 histórica de Jesus foi trazida à baila.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Bronson C. Keeler&lt;/b&gt;, 1881, Pequena História da Bíblia. Uma exposição clássica das fraudes cristãs.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Abraham Dirk Loman&lt;/b&gt;, 1882, &quot;Quaestiones Paulinae,&quot; in Theologisch 
Tijdschrift. Professor de teologia em Amsterdã que declarou que todas as
 epístolas paulinas datam do segundo século. Loman explicou que o 
cristianismo era a fusão do pensamento judaico ao helenístico-romano. Ao
 perder a visão, Loman acabou enxergando através das trevas da história 
da igreja.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Thomas William Doane&lt;/b&gt;, 1882, Os Mitos Bíblicos e seus Paralelos em
 Outras Religiões. Desatualizado, mas uma revelação clássica dos 
antecessores pagãos dos mitos e milagres bíblicos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Samuel Adrianus Naber&lt;/b&gt;, 1886, Verisimilia. Laceram conditionem 
Novi Testamenti exemplis illustrarunt et ab origine repetierunt. 
Classicista que viu mitos gregos escondidos dentro das escrituras 
cristãs.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Gerald Massey&lt;/b&gt;, 1886, O Jesus Histórico e o Cristo Mítico. 1907, 
Antigo Egito-A Luz do Mundo. Outro clássico da pena de um inimigo 
precoce do clero. Esse egiptologista britânico escreveu seis volumes 
sobre a religião do antigo Egito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Edwin Johnson&lt;/b&gt;, 1887, Antiqua mater. Um Estudo das Origens 
Cristãs. Teólogo radical inglês, identificou os primeiros cristãos como 
os primeiros cristãos como os “crestianos”, seguidores de um bom 
(Chrestos, em grego) Deus que havia se apossado do mito de Dionísio 
Eleutério (“Dionísio, o Libertador”) para produzir um homem-deus 
altruísta que se sacrificou. Denunciou que os doze apóstolos eram uma 
completa invenção.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Rudolf Steck&lt;/b&gt;, 1888, A Epístola aos Gálatas investigada quanto à 
sua pureza e uma Observação Crítica das Principais Epístolas Paulinas. 
Estudioso radical suíço que classificou todas as epístolas paulinas como
 falsas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Franz Hartman&lt;/b&gt;, 1889, A Vida de Johoshua: Profeta de Nazaré.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Willem Christiaan van Manen&lt;/b&gt;, 1896, Paulus. Professor em Leiden e 
mais famoso dos Radicais Holandeses, um clérigo que não acreditava na 
ressurreição física de Jesus Cristo. Depois de resistir à conclusão por 
vários anos, van Manen admitiu que nenhuma das epístolas paulinas era 
genuína e que os Atos dos Apóstolos se baseiam nas obras de Josefo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Joseph McCabe&lt;/b&gt;, 1897, Porque Deixei a Igreja. 1907, A Bíblia na 
Europa: Investigação da Contribuição da Religião Cristã à Civilização. 
1914, As Origens da Moral Evangélica. Monge franciscano que se tornou 
evangélico e depois ateu. McCabe, prolífico autor, destroçou muitas 
partes da lenda cristã – &quot;Não há uma &quot;figura de Jesus&quot; nos Evangelhos. 
Há uma dúzia de figuras&quot; – mas continuou a admitir a plausibilidade de 
um fundador histórico, apesar disso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Albert Schweitzer&lt;/b&gt;, 1901, O Mistério do Reino de Deus. 1906, A 
Busca pelo Jesus Histórico. O famoso teólogo e missionário alemão (35 
Anos nos Camarões) ridicularizou o Jesus humanitário dos liberais e 
teve, ao mesmo tempo, coragem para reconhecer o trabalho dos Radicais 
Holandeses. Sua conclusão pessimista foi a de que o super-herói foi um 
fanático apocalíptico que morreu desapontado. Autor da célebre frase: 
&quot;aqueles que buscam um Jesus histórico apenas encontram um reflexo de si
 mesmos.&quot;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Wilhelm Wrede&lt;/b&gt;, 1901, O Segredo Messiânico. Demonstrou como, no 
evangelho de Marcos, uma falsa história foi criada pelas crenças dos 
primeiros cristãos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;George Robert Stowe Mead&lt;/b&gt;, 1903, Jesus Viveu em 100 a.C.? Uma discussão das histórias judaicas sobre Yeshu que leva Jesus para uma época mais antiga.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Thomas Whittaker&lt;/b&gt;, 1904, Origens da Cristandade. Declarou que Jesus era um mito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;William Benjamin Smith&lt;/b&gt;, 1906, O Jesus Pré-Cristão. 1911, Os 
Ensinamentos Pré-Cristãos do Jesus Pagão. Defende a existência de um 
culto a um Jesus pré-cristão na ilha de Chipre.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Albert Kalthoff&lt;/b&gt;, 1907, Ascensão do Cristianismo. Outro radical 
alemão que identificou o Cristianismo como uma psicose de massas. Cristo
 era essencialmente o princípio transcedental da comunidade cristã que 
buscava uma reforma social apocalíptica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Gerardus Bolland&lt;/b&gt;, 1907, O Josué Evangélico. Filósofo em Leiden, 
identificou a origem do cristianismo no antigo gnosticismo judaico. O 
super-astro do Novo Testamento é o “filho de Num” do Velho Testamento, o
 homem a quem Moisés renomeou como Josué. A virgem nada mais é que um 
símbolo do povo de Israel. De Alexandria, os &quot;Netzerim&quot; levaram seu 
evangelho até a Palestina.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em 1907, o&amp;nbsp;&lt;b&gt;Papa Pio X&lt;/b&gt;&amp;nbsp;condenou os Modernistas que estavam 
“atuando dentro dos limites da Igreja”. Um juramento anti-Modernista foi
 introduzido em 1910.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Prosper Alfaric&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(1886-1955) Professor francês de teologia, 
abalado pela posição de Pio X, renunciou à sua fé e deixou a Igreja em 
1909 para trabalhar em prol do racionalismo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Mangasar Magurditch Mangasarian&lt;/b&gt;, 1909, A Verdade Sobre Jesus? Ele É um Mito? Perspicaz ministro presbiteriano que enxergou o mito por trás da farsa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Karl Kautsky&lt;/b&gt;, 1909, As Fundações do Cristianismo. Teórico 
socialista que interpretou o cristianismo como uma manifestação da luta 
de classes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;John E. Remsburg&lt;/b&gt;, 1909, O Cristo: Uma revisão crítica e análise 
de Sua existência. Afirmou que os evangelhos estavam cheios de 
contradições, duvidou que Jesus tenha existido e afirmou que o Cristo 
sobrenatural é apenas certamente um dogma cristão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Arthur Drews&lt;/b&gt;, 1910, Die Christusmythe (O Mito de Cristo). 1910, 
Die Petruslegende (A Lenda de Pedro). 1924, Die Entstehung des 
Christentums aus dem Gnostizismus (A Emergência do Cristianismo a partir
 do Gnosticismo). Eminente filósofo que foi o maior expoente da Alemanha
 na argumentação em favor do caráter mitológico de Cristo. Segundo 
Drews, os evangelhos historicizaram um Jesus mítico pré-existente cujo 
caráter foi derivado dos profetas e da literatura sapiençal judaica. A 
Paixão foi baseada em especulações de Platão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;John Robertson&lt;/b&gt;, 1910, Christianismo e Mitologia. 1911, Cristos 
Pagãos. Estudos em Hagiografia Comparativa. 1917, O Problema de Jesus. 
Robertson chamou atenção para a universalidade de muitos dos elemtnos da
 biografia de Jesus e para a existência de rituais de crucifixão no 
mundo antigo. Identificou Jesus/Josué com um antigo deus efraimita em 
forma de cordeiro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Gustaaf Adolf van den Bergh van Eysinga&lt;/b&gt;, 1912, Visões Radicais 
sobre o Novo Testamento. 1918, Cristandade Pré-Cristã. O surgimento do 
Evangelho no mundo helenístico. Teólogo e último dos “radicais 
holandeses” a ter uma cátedra universitária.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Alexander Hi&lt;/b&gt;slop, 1916, As Duas Babilônias. Exaustiva exposição dos rituais e parafernálias pagãs do Catolicismo Romano.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Edward Carpenter&lt;/b&gt;, 1920, Credos Pagãos e Cristãos. Elaborou uma descrição das origens pagãs do Cristianismo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Rudolf Bultmann&lt;/b&gt;, 1921, A História da Tradição Sinótica. 1941, 
Novo Testamento e Mitologia. Teólogo luteraon e professor da 
Universidade de Marburgo, Bultmann foi o expoente da “crítica formal” e 
fez muito para desmistificar os evangelhos. Identificou as narrativas 
sobre Jesus como teologia expressa em linguagem mítica. Observou também 
que o Novo Testamento não é a história de Jesus, mas o registro da 
crença dos primeiros cristãos. Argumentou que a busca por um Jesus 
histórico era infrutífera: “Nós não podemos saber praticamente nada a 
respeito da vida ou da personalidade de Jesus.” (Jesus e a Palavra,&amp;nbsp;&lt;img alt=&quot;8)&quot; class=&quot;wp-smiley&quot; src=&quot;http://debatadesvendeedivulgue.com/ddd2/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif&quot; style=&quot;border: 0px; height: auto; max-width: 576px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;James Frazer&lt;/b&gt;, 1922, O Ramo Dourado. Interpretação antropológica 
do progresso do homem a partir da magia, através da religião, até a 
ciência. O Cristianismo é um fenômeno cultural.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;P. L. Couchoud&lt;/b&gt;, 1924, O Mistério de Jesus.1939, A Criação de 
Cristo. Couchoud era adepto da historicidade de Pedro, mas não de Jesus,
 e defendeu que a Paixão foi modelada a partir da morte de Estêvão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Georg Brandes&lt;/b&gt;, 1926, Jesus – Um Mito. Identificou o Apocalipse como a parte mais antiga do Novo Testamento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Joseph Wheless&lt;/b&gt;, 1926, Palavra de Deus? Uma Exposição das Fábulas e
 Mitologia da Bíblia e das Falácias da Teologia. 1930, Falsificações no 
Cristianismo. Advogado americano, criado no “Cinturão da Bíblia”, 
destroçou as fantasias bíblicas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Henri Delafosse&lt;/b&gt;, 1927, As Cartas de Inácio de Antióquia. 1928, 
&quot;Os Escritos de São Paulo&quot; em Cristianismo. Epístolas de Inácio são 
denunciadas como falsificações tardias.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;L. Gordon Rylands&lt;/b&gt;, 1927, A Evolução do Cristianismo. 1935, Jesus Viveu?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Edouard Dujardin&lt;/b&gt;, 1938, Antiga História do Deus Jesus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;John J. Jackson&lt;/b&gt;, 1938, Cristianismo Antes de Cristo, Chamou atenção para precedentes egípcios das crenças cristãs.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Alvin Boyd Kuhn&lt;/b&gt;, 1944, Quem É o Rei da Glória? 1970, Renascimento
 para o Cristianismo. Jesus não foi uma pessoa, mas um símbolo da alma 
humana que existe em cada ser humano.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Herbert Cutner&lt;/b&gt;, 1950, Jesus: Deus, Homem ou Mito? Natureza mítica
 de Jesus e o sumário do contínuo debate entre os mitologistas e os 
historicizantes. A hipótese mítica é uma tradição contínua, não nova. 
Cristo teve origens pagãs.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Georges Las Vergnas&lt;/b&gt;, 1956, Porque Deixei a Igreja Romana.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Georges Ory&lt;/b&gt;, 1961, Uma Análise das Origens de Cristo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Guy Fau&lt;/b&gt;, 1967, A Fábula de Jesus Cristo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;John Allegro&lt;/b&gt;, 1970, O Cogumelo Sagrado e a Cruz. 1979, Os 
Manuscritos do Mar Morto e o Mito de Cristo. Jesus não foi mais que um 
cogumelo mágico e a sua vida, a interpretação alegórica de um estado 
alterado de consciência. Não foi preso, mas sofreu descrédito e teve sua
 carreira arruinada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;George Albert Wells&lt;/b&gt;, 1975, Jesus Existiu? 1988, A Evidência 
Histórica de Jesus. 1996, A Lenda de Jesus. 1998, Jesus Mito. 2004, 
Podemos Confiar no Novo Testamento? Considerações sobre a Confiabilidade
 dos Mais Antigos Testemunhos Cristãos. O Cristianismo surgiu da 
literatura sapiençal judaica. Em seus livros mais tardios, admite a 
possibilidade de influência de um pregador real.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Max Rieser&lt;/b&gt;, 1979, O Verdadeiro Fundador do Cristianismo e a 
Filosofia Helenística. O Cristianismo começou com os judeus da Diáspora e
 depois, retroativamente, ambientado na Palestina de antes de 70. O 
Cristianismo chegou por último à Palestina, e não primeiro – eis porque 
achados arqueológicos cristãos aparecem em Roma, mas não na Judéia, até o
 século IV.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Abelard Reuchlin&lt;/b&gt;, 1979, A Verdadeira Autoria do Novo Testamento. 
Teoria de Conspiração do melhor tipo: o aristocrata romano Arius 
Calpurnius Pisus (alias, “Flavius Josephus”) conspirou para ganhar o 
controle de todo o Império Romano através da invenção de uma religião 
inteiramente nova.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Hermann Detering&lt;/b&gt;, 1992, Cartas de Paulo sem Paulo?: As cartas de 
Paulo segundo os críticos radicais holandeses. Ministro religioso 
holandês adepto da antiga tradição dos radicais. Nem Jesus nem Paulo 
existiram.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Gary Courtney&lt;/b&gt;, 1992, 2004 Et tu, Judas? Então Caiu Jesus! A 
Paixão de Cristo é essencialmente a história de César sob um disfarce 
judaico, mesclada ao culto da morte/ressurreição de Átis. Fãs judaicos 
de César assimilaram o “salvador da humanidade” ao “servo sofredor” de 
Isaías.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Michael Kalopoulos&lt;/b&gt;, 1995, A Grande Mentira. Historiador grego que
 descobriu paralelos notavelmente semelhantes entre os textos bíblicos e
 a mitologia grega. Denunciou a natureza astuta, mentirosa e autoritária
 da religião.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Gerd Lüdemann&lt;/b&gt;, 1998, A Grande Ilusão: E o que Jesus Realmente 
Disse e Fez. 2002, Paulo: O Fundador do Cristianismo. 2004, A 
Resurreição de Cristo: Uma Investigação Histórica. Depois de 25 anos de 
estudo, o professor alemão concluiu que Paulo, não Jesus, iniciou o 
Cristianismo. Lüdemann foi expulso da faculdade de teologia da 
Universidade de Göttingen pour ousar dizer que a Ressurreição foi um 
“pio auto-engano”. Demais para a liberdade acadêmica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Alvar Ellegard&lt;/b&gt;, 1999, Jesus, Cem Anos Antes de Cristo. O 
Cristianismo visto como originário da Igreja Essênia de Deus, com Jesus 
sendo um protótipo do Mestre da Virtude.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;D. Murdock&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(“Acharya S”) 1999, A Conspiração Cristã: A Maior 
Mentira Que Já Foi Vendida. 2004, Sóis de Deus: Krishna, Buda e Cristo 
Revelados. Adiciona uma dimensão astro-teológica à demolição do mito 
cristão. Murdds a astro-theological dimension to christ-myth demolition.
 Murdock identifica Jesus Cristo como uma divindade composta usada para 
unificar o Império Romano.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Earl Doherty&lt;/b&gt;, 1999, O Enigma de Jesus. O Cristianismo Primitivo 
Começou com um Cristo Mítico? Poderosa afirmação de como o Cristianismo 
começou como uma seita mística judaica, sem necessidade de Jesus!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Timothy Freke, Peter Gandy&lt;/b&gt;, 1999, Os Mistérios de Jesus. 2001, 
Jesus e a Deusa Perdida: Os Ensinamentos Secretos dos Cristãos 
Originais. Examina a relação próxima entre a história de Jesus e a de 
Osíris/Dionísio. Jesus e Maria Madalena são figuras míticas baseadas na 
dualidade Deus/Deusa do paganismo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Harold Liedner&lt;/b&gt;, 2000, A Criação do Mito Cristão. Anacronismos e 
erros geográficos dos evangelhos denunciados. O Cristianismo é uma das 
fraudes mais bem-sucedidas da História.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Robert Price&lt;/b&gt;, 2000, Deconstruindo Jesus. 2003 O Incrível 
Encolhimento do Filho do Homem: Quão Confiável é a Tradição Evangélica? 
Ex-ministro e estudioso reputado, mostra como Jesus é o amálgama de 
diversos profetas do primeiro século, redentores de cultos de mistério e
 “aions” gnósticos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Hal Childs&lt;/b&gt;, 2000, O Mito do Jesus Histórico e a Evolução da Consciência. O ataque de um psicoterapeuta ao deus-homem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Michael Hoffman&lt;/b&gt;, 2000, Filósofo e teórico da “morte do ego” que descartou a existência de um Jesus histórico.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Burton Mack&lt;/b&gt;, 2001, O Mito Cristão: Origens, Lógica e Legado. Formação social da criação do mito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Luigi Cascioli&lt;/b&gt;, 2001, A Fábula de Cristo. Indicia o Papado por lucrar com uma fraude!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Frank R. Zindler&lt;/b&gt;, 2003, O Jesus que os Judeus Nunca Conheceram: 
Sepher Toldoth Yeshu e a Busca por um Jesus Histórico em Fontes 
Judaicas. Sem evidências em fontes Judaicas que corroborem o Messias 
espectral.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Daniel Unterbrink&lt;/b&gt;, 2004, Judas, o Galileu. Carne e Sangue de 
Jesus. Paralelos entre o líder da revolta fiscal de 6 AD e o fantasma 
dos Evangelhos explorados em detalhe. “Judas é Jesus”. Bem, pelo menos 
em parte, sem dúvida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Tom Harpur&lt;/b&gt;, 2005, O Cristo Pagão: Recuperando a Luz Perdida. 
Estudioso canadense do Novo Testamento e ex-padre anglicano que reafirma
 as idéias de Kuhn, Higgins e Massey. Jesus é um mito e as idéias 
originais do Cristianismo se originaram no Egito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Francesco Carotta&lt;/b&gt;, 2005, Jesus Era César: Sobre a Origem Juliana 
do Cristianismo. Exaustiva lista de paralelos. Estranhamento afirma que 
César era Jesus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Joseph Atwill&lt;/b&gt;, 2005, O Messias de César: A Conspiração Romana 
para Inventar Jesus. Outra análise das similaridades entre Josefo e os 
Evangelhos. Atwil argumenta que os conquistadores da Judéia, Vespasiano,
 Tito e Domiciano, usaram judeus helenizados para manufaturar os textos 
“Cristãos” para estabelecer uma alternativa pacífica ao judaísmo 
militante. Jesus foi Tito? Não creio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Michel Onfray&lt;/b&gt;, 2005, Tratado de Ateologia Filósofo francês que 
defende o ateísmo positivo, desmistifica a existência histórica de 
Jesus, entre outras coisas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Kenneth Humphreys&lt;/u&gt;, 2005, Jesus Não Existiu. O livro deste 
site. Reúne as mais convincentes exposições sobre o suposto super-herói 
messiânico; O autor ambienta sua exegese dentro do contexto 
sócio-histórico de uma religião maligna em evolução&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Jay Raskin&lt;/b&gt;, 2006, A Evolução de Cristo e dos Cristianismos. 
Acadêmico e ativo cineasta, Raskin olha além da cortina de fumaça 
oficial de Eusébio e encontra um Cristianismo fragmentário e um Cristo 
composto a partir de vários personagens históricos e literários. 
Especula que a camada mais antiga da criação do mito foi uma peça 
escrita por uma mulher chamada Maria. Talvez.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Thomas L. Thompson&lt;/b&gt;, 2006, O Mito do Messias. Teólogo, deão e 
historiador da Escola de Compenhague que concluiu que tanto Jesus como 
Davi são amálgamas de temas mitológicos do Oriente Médio originados na 
Idade do Bronze.&lt;/div&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: orange;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jesusneverexisted.com/scholars-portuguese.html&quot; style=&quot;color: #cc0000; outline: none; text-decoration: none;&quot;&gt;Jesus Never Existed&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Fontes secundárias&lt;/b&gt;:&lt;span style=&quot;color: darkorange;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: orange;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Bart_D._Ehrman&quot; style=&quot;color: #cc0000; outline: none; text-decoration: none;&quot;&gt;Wikipédia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, artigos da página&lt;span style=&quot;color: orange;&quot;&gt;&quot;&lt;a href=&quot;http://debatadesvendeedivulgue.com/blog/?page_id=34&quot; style=&quot;color: #cc0000; outline: none; text-decoration: none;&quot;&gt;Religião&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&quot;, do blog&amp;nbsp;&lt;b&gt;Debata Desvende e Divulgue!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/4212424852422809003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/07/historicidade-de-cristo-contestada-pela.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/4212424852422809003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/4212424852422809003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/07/historicidade-de-cristo-contestada-pela.html' title='Historicidade de Cristo Contestada Pela Comunidade Acadêmica'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-5796678852736199478</id><published>2012-07-06T16:19:00.001-03:00</published><updated>2012-07-06T20:27:12.659-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religiao"/><title type='text'>Os números do CENSO sobre religião</title><content type='html'>&lt;h4&gt;

&lt;/h4&gt;
&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;
&lt;div&gt;
&lt;h4&gt;


&lt;/h4&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h4&gt;

&lt;/h4&gt;
&lt;div class=&quot;materia-titulo&quot; style=&quot;font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; margin: 0px 0px 2.5em; outline: 0px; padding: 0px; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;h1 class=&quot;entry-title&quot; style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.06em; line-height: 12px; margin: 0px; outline: 0px none; padding: 0px;&quot;&gt;







&lt;/h1&gt;
&lt;h4&gt;

http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/06/numero-de-evangelicos-aumenta-61-em-10-anos-aponta-ibge.html&lt;/h4&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: arial,helvetica,freesans,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 15px; line-height: 21px;&quot;&gt;Os católicos diminuíram 1,3% entre 2000 e 2010, segundo o Censo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: arial,helvetica,freesans,sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;&quot;&gt;Mas o país segue de maioria católica, com 123,2 milhões de pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
O número de evangélicos no Brasil aumentou 61,45% em 10 anos, segundo 
dados do Censo Demográfico divulgado nesta sexta-feira (29) pelo 
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000, cerca 
de 26,2 milhões se disseram evangélicos, ou 15,4% da população. Em 2010,
 eles passaram a ser 42,3 milhões, ou 22,2% dos brasileiros. Em 1991, o 
percentual de evangélicos era de 9% e, em 1980, de 6,6%.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
Mesmo com o crescimento de evangélicos, o país ainda segue com maioria 
católica. Segundo o IBGE, o número de católicos foi de 123,3 milhões em 
2010, cerca de 64,6% da população. No levantamento feito em 2000, eles 
eram 124,9 milhões, ou 73,6% dos brasileiros. A queda foi de 1,3%.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;tabela-materia componente_materia&quot; style=&quot;background-color: transparent; float: left; font-family: inherit; font-size: 12px; line-height: 12px; margin: 0px 20px 40px 0px !important; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: transparent; border-collapse: collapse; border-spacing: 0px; display: block; font-family: inherit; font-size: 12px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; width: 350px;&quot;&gt;&lt;thead style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;th colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #f0f0f0; border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; text-align: left; vertical-align: top;&quot;&gt;Número de brasileiros em cada religião/Censo 2010&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;&lt;tbody style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;th style=&quot;background-color: #f0f0f0; border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; text-align: left; vertical-align: top;&quot;&gt;Religião&lt;/th&gt;&lt;th style=&quot;background-color: #f0f0f0; border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; text-align: left; vertical-align: top;&quot;&gt;População&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Católica apostólica romana&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;123.280.172&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Evangélicas&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;42.275.440&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Espírita&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;3.848.876&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Umbanda, candomblé e religiões afrobrasileiras&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;588.797&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Outras religiões&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;5.185.065&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Sem religião&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;15.335.510&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;th colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #f0f0f0; border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; text-align: left; vertical-align: top;&quot;&gt;Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE)&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
A queda do percentual de católicos é histórica, de acordo com o 
instituto. Até 1970, em quase 100 anos, a queda foi de 7,9 pontos 
percentuais: o número de católicos em 1872 (ano do primeiro Censo) 
representava 99,7% da população e passou a 91,8% em 1970.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
O Nordeste ainda mantém o maior percentual de católicos, com 72,2% em 
2010. Apesar de ser a região do país com maior concentração do grupo 
religioso, a população nordestina católica sofreu queda. Em 2000, o 
percentual era de 79,9%. No Sul, o IBGE também identificou redução do 
percentual de católicos, saindo de 77,4% para 70,1% nos censos de 2000 e
 de 2010, respectivamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
A maior redução foi registrada pelo instituto no Norte, passando de 71,3% da população em 2000 para 60,6% em 2010.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;tabela-materia componente_materia&quot; style=&quot;background-color: transparent; float: left; font-family: inherit; font-size: 12px; line-height: 12px; margin: 0px 20px 40px 0px !important; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: transparent; border-collapse: collapse; border-spacing: 0px; display: block; font-family: inherit; font-size: 12px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-align: justify; width: 350px;&quot;&gt;&lt;thead style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;th colspan=&quot;3&quot; style=&quot;background-color: #f0f0f0; border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; text-align: left; vertical-align: top;&quot;&gt;Brasileiros, por sexo, em cada religião/Censo 2010&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;&lt;tbody style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;th style=&quot;background-color: #f0f0f0; border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; text-align: left; vertical-align: top;&quot;&gt;Religião&lt;/th&gt;&lt;th style=&quot;background-color: #f0f0f0; border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; text-align: left; vertical-align: top;&quot;&gt;Homens&lt;/th&gt;&lt;th style=&quot;background-color: #f0f0f0; border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; text-align: left; vertical-align: top;&quot;&gt;Mulheres&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Católica apostólica romana&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;61.180.316&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;62.099.856&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Evangélicas&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;18.782.831&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;23.492.609&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Espírita&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;1.581.701&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;2.267.176&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Umbanda, candomblé e religiões afrobrasileiras&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;269.488&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;319.310&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Outras religiões&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;2.364.696&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;1.122.524&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;Sem religião&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;9.082.507&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; vertical-align: top;&quot;&gt;6.253.004&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;th colspan=&quot;3&quot; style=&quot;background-color: #f0f0f0; border: 1px solid rgb(221, 221, 221) !important; color: #595959; font-family: Arial; font-size: 11px; letter-spacing: 0px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 10px; text-align: left; vertical-align: top;&quot;&gt;Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE)&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
O IBGE registrou que, ao mesmo tempo em que o número de católicos caiu 
no Norte e no Nordeste, o número de evangélicos cresceu com maior volume
 nas duas regiões. A representatividade no Norte saiu de 19,8% (2000) 
para 28,5% (2010). No Nordeste, o aumento de evangélicos foi menor, 
saindo de 10,3% para 16,4%, se comparados os Censos de 2000 e de 2010, 
respectivamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
No estado do Rio de Janeiro, o percentual de católicos é 45,8% da 
população em 2010, o menor do país, segundo o IBGE. No estado também foi
 registrada a maior concentração de espíritas com 4%; seguido de São 
Paulo, com 3,3%; Minas Gerais, com 2,1%; e Espírito Santo, com 1%.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
No Piauí, o percentual de católicos foi o maior, com 85,1% da população 
do estado. A proporção de evangélicos foi maior em Rondônia, com 33,8%. A
 menor foi registrada no Piauí, com 9,7%.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
O IBGE registrou que 15 milhões de pessoas se declararam sem religião no
 Censo de 2010, o que representa 8% dos brasileiros. Em 2000 eram 12,5 
milhões, o equivalente a 7,3% da população.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em; text-align: justify;&quot;&gt;
O Censo 2010 também apontou que 31,5% dos espíritas têm nível superior 
completo, apenas 1,8% das pessoas não têm instrução e 15% têm ensino 
fundamental incompleto. Outros 1,4% dos espíritas não são alfabetizados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em; outline: 0px; padding: 0px 0px 1.5em;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: 1.26em; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em;&quot;&gt;Os
 católicos têm 6,8% das pessoas sem instrução e 39,8% com ensino 
fundamental incompleto. No grupo dos que se declaram sem religião o 
percentual de pessoas sem instrução é de 6,7% e outros 39,2% têm ensino 
fundamental incompleto. Entre os evangélicos o percentual chega a 6,2% 
(sem instrução) e a 42,3% (com ensino fundamental incompleto)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;materia-titulo&quot; style=&quot;font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; margin: 0px 0px 2.5em; outline: 0px; padding: 0px; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;h1 class=&quot;entry-title&quot; style=&quot;background-color: transparent; color: #333333; font-family: inherit; letter-spacing: -0.06em; line-height: 12px; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;


&amp;nbsp;




&lt;span style=&quot;background-color: transparent; font-family: inherit; font-size: x-small; letter-spacing: -0.02em; line-height: 1.45em;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://goo.gl/sDaK2&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/06/numero-de-evangelicos-aumenta-61-em-10-anos-aponta-ibge.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/5796678852736199478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/07/os-numeros-do-censo-sobre-religiao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/5796678852736199478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/5796678852736199478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/07/os-numeros-do-censo-sobre-religiao.html' title='Os números do CENSO sobre religião'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-6357239633635307129</id><published>2012-07-06T16:18:00.000-03:00</published><updated>2012-07-06T16:18:15.792-03:00</updated><title type='text'>FAÇO DELA AS MINHAS PALAVRAS</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;(...)
 Bom, eu não conheço todos os padres do mundo para dizer se são mentes 
fechadas, pedófilos ou pederastas, mas sei que os padres e pastores que 
conheci não eram tão diferentes disso. E&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;se
 colocar na balança, o que a Igreja Evangélica faz hoje em dia (lavagem 
mental, exploração, extorsão, etc) não é tão violento quanto aos 
castigos que a Igreja Católica impunha em épocas passadas e que só não 
mais os impõe por não ter oportunidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;Sinceramente, não
 serei eu quem chegará para religiosos para dizer que estão errados, 
pelo menos não enquanto não puder provar isso, mesmo por uma questão de 
respeito. Mas, a partir do momento em que a crença dessas pessoas 
influenciar a minha vida e trouxer atrasos para uma sociedade que cresce
 desenfreadamente com os anos, terei que dizer o que penso, é o mínimo 
que posso fazer, enquanto não possuir meios de chegar aonde quero: 
Passeatas e exigências bem sucedidas...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;Contudo, fico 
feliz que o movimento dos ateus tem se expandido, mesmo que seja por 
facebook ou mesmo em outros estados do país... Se não fosse por aqueles 
que questionaram os meios e as ideias da época, até hoje morreríamos de 
gripe, tuberculose e lepra... Então, relembrando a história da 
humanidade e do próprio comportamento desses líderes religiosos eu só 
consigo me perguntar o seguinte: &quot;Para que ainda existem esses cultos, 
esse fanatismo e essa crença infundada em algo que as pessoas não veem e
 não podem tocar quando nós mesmos temos a capacidade de avançar por 
mérito próprio, criar curas, construir monumentos? Essas igrejas bem 
adornadas a ouro e marfim não foram esculpidas por anjos, mas por nós. 
Então, quem faz as coisas? Quem as transforma seja para o melhor ou para
 o pior? Quem cria as tecnologias necessárias para que as comunicações 
sejam mais rápidas, para que em solos inférteis nasça algum tipo de 
planta e para que haja eletricidade, telecomunicação?&quot; - Somos nós. 
Todos nós somos senhores de nossas vidas, sem precisar desse ser 
invisível, imutável e muitas vezes sádico para nos julgar, para nos 
enviar para lugares de seu desejo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;Deus para mim é 
como o monstro do armário que nossos pais, durante a infância usavam de 
seus caracteres sombrios para nos assustar e segurar a nossa vontade de 
fazer o que não queriam que fizéssemos. deus é um limite do qual não 
precisamos. Sendo responsáveis e conscientes de nossas ações, nós mesmos
 podemos ser o freio quando preciso, e a mola de impulso para alcançar o
 que simplesmente parece inalcançável.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;Deus não desceu 
dos céus ou de qualquer tipo de paraíso onde ele se esconde para ensinar
 o que é moral e ética. Pense bem, foram homens que escreveram sobre 
isso, foram homens que descreveram deus e homens redigiram a Bíblia, 
foram homens que construíram enormes palacetes chamados Igrejas, foram 
homens que criaram pecados, roupas, e também o que é certo. Então, 
pensando bem (em minha reflexão), quem é deus? Deus é a minha 
consciência, o que é certo e errado para mim, deus está em mim, mas não 
da mesma forma como está em religiosos, porque deus é meu cérebro, deus 
sou eu e meus princípios. Eu sou o meu deus, e quem cria o meu céu 
quando faço coisas boas e meu inferno quando faço coisas ruins é apenas 
EU e minha mente, meus conceitos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;

&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif;&quot;&gt;Luciana Martins Cascardo &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/6357239633635307129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/07/faco-dela-as-minhas-palavras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6357239633635307129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6357239633635307129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/07/faco-dela-as-minhas-palavras.html' title='FAÇO DELA AS MINHAS PALAVRAS'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-2695969535129972145</id><published>2012-05-01T12:57:00.003-03:00</published><updated>2012-05-01T12:57:40.197-03:00</updated><title type='text'>A intolerância religiosa, por Drauzio Varella.</title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot; itemprop=&quot;name&quot;&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;


&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

&lt;em style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;O fervor religioso é uma arma assustadora, disposta a disparar contra os que pensam de modo diverso&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;SOU ATEU&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e mereço o mesmo respeito que tenho pelos religiosos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

A humanidade inteira segue uma religião ou crê em algum ser ou fenômeno 
transcendental que dê sentido à existência. Os que não sentem 
necessidade de teorias para explicar a que viemos e para onde iremos são
 tão poucos que parecem extraterrestres.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Dono de um cérebro com capacidade de processamento de dados incomparável
 na escala animal, ao que tudo indica só o homem faz conjecturas sobre o
 destino depois da morte. A possibilidade de que a última batida do 
coração decrete o fim do espetáculo é aterradora. Do medo e do 
inconformismo gerado por ela, nasce a tendência a acreditar que somos 
eternos, caso único entre os seres vivos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Todos os povos que deixaram registros manifestaram a crença de que 
sobreviveriam à decomposição de seus corpos. Para atender esse desejo, o
 imaginário humano criou uma infinidade de deuses e paraísos celestiais.
 Jamais faltaram, entretanto, mulheres e homens avessos a interferências
 mágicas em assuntos terrenos. Perseguidos e assassinados no passado, 
para eles a vida eterna não faz sentido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Não se trata de opção ideológica: o ateu não acredita simplesmente 
porque não consegue. O mesmo mecanismo intelectual que leva alguém a 
crer leva outro a desacreditar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Os religiosos que têm dificuldade para entender como alguém pode 
discordar de sua cosmovisão devem pensar que eles também são ateus 
quando confrontados com crenças alheias.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Que sentido tem para um protestante a reverência que o hindu faz diante 
da estátua de uma vaca dourada? Ou a oração do muçulmano voltado para 
Meca? Ou o espírita que afirma ser a reencarnação de Alexandre, o 
Grande? Para hindus, muçulmanos e espíritas esse cristão não seria ateu?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Na realidade, a religião do próximo não passa de um amontoado de 
falsidades e superstições. Não é o que pensa o evangélico na 
encruzilhada quando vê as velas e o galo preto? Ou o judeu quando 
encontra um católico ajoelhado aos pés da virgem imaculada que teria 
dado à luz ao filho do Senhor? Ou o politeísta ao ouvir que não há 
milhares, mas um único Deus?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Quantas tragédias foram desencadeadas pela intolerância dos que não 
admitem princípios religiosos diferentes dos seus? Quantos acusados de 
hereges ou infiéis perderam a vida?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

O ateu desperta a ira dos fanáticos, porque aceitá-lo como ser pensante 
obriga-os a questionar suas próprias convicções. Não é outra a razão que
 os fez apropriar-se indevidamente das melhores qualidades humanas e 
atribuir as demais às tentações do Diabo. Generosidade, solidariedade, 
compaixão e amor ao próximo constituem reserva de mercado dos tementes a
 Deus, embora em nome Dele sejam cometidas as piores atrocidades.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Os pastores milagreiros da TV que tomam dinheiro dos pobres são 
tolerados porque o fazem em nome de Cristo. O menino que explode com a 
bomba no supermercado desperta admiração entre seus pares porque 
obedeceria aos desígnios do Profeta. Fossem ateus, seriam considerados 
mensageiros de Satanás.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Ajudamos um estranho caído na rua, damos gorjetas em restaurantes aos 
quais nunca voltaremos e fazemos doações para crianças desconhecidas, 
não para agradar a Deus, mas porque cooperação mútua e altruísmo 
recíproco fazem parte do repertório comportamental não apenas do homem, 
mas de gorilas, hienas, leoas, formigas e muitos outros, como 
demonstraram os etologistas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

O fervor religioso é uma arma assustadora, sempre disposta a disparar 
contra os que pensam de modo diverso. Em vez de unir, ele divide a 
sociedade -quando não semeia o ódio que leva às perseguições e aos 
massacres.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Para o crente, os ateus são desprezíveis, desprovidos de princípios 
morais, materialistas, incapazes de um gesto de compaixão, preconceito 
que explica por que tantos fingem crer no que julgam absurdo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Fui educado para respeitar as crenças de todos, por mais bizarras que a 
mim pareçam. Se a religião ajuda uma pessoa a enfrentar suas 
contradições existenciais, seja bem-vinda, desde que não a torne 
intolerante, autoritária ou violenta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

Quanto aos religiosos, leitor, não os considero iluminados nem crédulos,
 superiores ou inferiores, os anos me ensinaram a julgar os homens por 
suas ações, não pelas convicções que apregoam.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Arial; font-size: 14px; font: inherit; line-height: 20px; margin-bottom: 20px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;

(Folha de SP, 21/04/12)&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/2695969535129972145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/05/intolerancia-religiosa-por-drauzio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/2695969535129972145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/2695969535129972145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/05/intolerancia-religiosa-por-drauzio.html' title='A intolerância religiosa, por Drauzio Varella.'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-8136538657927285861</id><published>2012-05-01T12:54:00.001-03:00</published><updated>2012-05-01T12:54:52.955-03:00</updated><title type='text'>Milagreiro Valdemiro procurou um hospital para curar seu joelho.</title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot; itemprop=&quot;name&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;


&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;O milagreiro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;Valdemiro Santiago&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;&amp;nbsp;(foto),
 48, chefe da Igreja Mundial, se submeteu no dia 21 de novembro a uma 
cirurgia no Hospital Albert Einstein em São Paulo para resolver um 
problema no joelho.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;A
 informação é do Globo de hoje, mas um dia depois da operação um leitor 
anônimo postou neste blog que na rua Carneiro Leão, onde fica a sede da 
Mundial, em São Paulo, já corria a notícia da intervenção no joelho de 
Valdemiro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;“Você [Valdemiro] cura portadores do vírus da Aids, mas não consegue curar o seu próprio joelho”, escreveu o leitor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;Para
 não ser acusado do crime de charlatanismo, Valdemiro afirma 
constantemente que quem cura não é ele, mas Deus. O “ungido”, conforme 
dizem seus fiéis, além de viabilizar a cura de Aids, faz paralítico 
andar, cego enxergar, pessoa com câncer terminal ficar boa, defunto 
levantar, etc. Em dois ou três programas na TV, Valdemiro faz mais 
milagres do que Jesus em toda a Bíblia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;Recentemente,
 em um dos seus programas, provavelmente antes da operação de seu 
joelho, Valdemiro disse que o “médico é importante, mas quem dá a última
 palavra é Deus”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;Em
 seu caso, contudo, quem deu a última palavra foi um dos dois melhores 
hospitais do Brasil (ou outro é o Sírio Libanês), com excelentes equipes
 médicas e equipamentos de tecnologia avançada. É também um dos 
hospitais mais caros.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;A
 Mundial, com 4.500 templos, é a igreja pentecostal que mais tem 
crescido no Brasil graças aos “milagres” de Valdemiro. O Globo, na 
reportagem de hoje, diz que a construção de um templo para 150 mil fiéis
 pela Mundial mostra que a denominação ameaça a hegemonia da Igreja 
Universal, que possui cerca de 5.000 templos.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;O
 jornal informou que Valdemiro mora em um condomínio de luxo em 
Alphaville, na região da Grande São Paulo e perto da rodovia Castelo 
Branco. Ali, os congestionamentos de trânsito se agravaram neste ano, 
mas isso não é problema para Valdemiro. Ele tem um helicóptero. Para 
viagens longas, usa um avião.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;Valdemiro
 tem vida de milionário, mas disse recentemente que isso não se deve à 
Mundial. “Hoje, tenho o fogão que quiser. Como o que quiser, moro onde 
quiser, mas não dependo dez centavos da igreja, nenhuma moeda da 
igreja.” Com a sua mulher, a Francileia, 46, e outro sócio, ele é dono 
de uma empresa de comunicação e de uma gravadora de CDs.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;Além
 da abundância de milagres que diz proporcionar, o seu diferencial em 
relação a Edir Macedo, o chefe da Universal, é a criatividade para 
arrecadar dízimo.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;Ele
 já inventou do trízimo (10% para o Pai, 10% para o Filho e 10% para o 
Espírito Santo). Na loja de sua igreja, já houve meias ungidas vendidas a
 R$ 153 o par, martelinho sagrado de R$ 1.000, entre outras enganações 
respaldadas pela Constituição que garante ao brasileiro a liberdade de 
acreditar no que quiser. E é o que tem sido uma brecha para charlatães.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;

&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjgfVBbIQ794L450OHQo64Af921MynYlKVrQ7SDyDcnQHeoOuj6O6NuCERF3YWHOv66BpEaqpOAinhwEWF9VexvPQfdjaYvIUyBAOpU_mHmhBx_dnLtd57aMDrxDTL7fUONOvxf9t9BM2E/s1600/valdemiro.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjgfVBbIQ794L450OHQo64Af921MynYlKVrQ7SDyDcnQHeoOuj6O6NuCERF3YWHOv66BpEaqpOAinhwEWF9VexvPQfdjaYvIUyBAOpU_mHmhBx_dnLtd57aMDrxDTL7fUONOvxf9t9BM2E/s1600/valdemiro.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
(texto de Paulo Lopes)&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;

&lt;a href=&quot;http://www.paulopes.com.br/2011/12/milagreiro-valdemiro-procurou-um.html&quot;&gt;http://www.paulopes.com.br/2011/12/milagreiro-valdemiro-procurou-um.html&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;

&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Trebuchet, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/8136538657927285861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/05/milagreiro-valdemiro-procurou-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/8136538657927285861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/8136538657927285861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/05/milagreiro-valdemiro-procurou-um.html' title='Milagreiro Valdemiro procurou um hospital para curar seu joelho.'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjgfVBbIQ794L450OHQo64Af921MynYlKVrQ7SDyDcnQHeoOuj6O6NuCERF3YWHOv66BpEaqpOAinhwEWF9VexvPQfdjaYvIUyBAOpU_mHmhBx_dnLtd57aMDrxDTL7fUONOvxf9t9BM2E/s72-c/valdemiro.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-5839022119928149039</id><published>2012-03-27T21:12:00.000-03:00</published><updated>2012-03-27T21:16:36.682-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="VIDEOS"/><title type='text'>a biblia e seus brilhantes  concelhos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/xaiDzynEFQg?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/5839022119928149039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/03/biblia-e-seus-brilhantes-concelhos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/5839022119928149039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/5839022119928149039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/03/biblia-e-seus-brilhantes-concelhos.html' title='a biblia e seus brilhantes  concelhos'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-7744836135384565489</id><published>2012-03-27T20:58:00.003-03:00</published><updated>2012-03-27T20:58:37.441-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religiao"/><title type='text'>POR QUE SOMOS RELIGIOSOS &amp; ACREDITAMOS EM DEUS?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;WordSection1&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://livrespensadores.org/wp-content/uploads/2011/07/images1.jpg&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;aligncenter size-full wp-image-8936&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;http://livrespensadores.org/wp-content/uploads/2011/07/images1.jpg&quot; title=&quot;images&quot; width=&quot;224&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 14pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&amp;nbsp;É mais fácil ter fé do que raciocinar em busca da verdade.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection2&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Todos nós somos ateus ou infiéis, inclusive você. 
Se você não acredita no conceito da existência de um deus de outra 
cultura, por exemplo: deuses indígenas, orientais ou antigos deuses 
perdidos na história, certamente você será considerado ateu ou infiel, 
independente de sua crença.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection5&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Por que somos religiosos? Por que há tantos deuses?
 Em qual você deve acreditar? Por que você deveria acreditar? Por que 
temos fé? Por que queremos endeusar alguém? Por que alguns querem 
assumir a liderança como um deus? Por que tememos deus? Você concluirá 
que sua crença sempre será fundamentada na época e na cultura que você 
está submetido, bem como ter fé e seguir uma religião é um sentimento 
biológico de seres que vivem em grupo.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection7&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A religiosidade é um comportamento inerente ao ser 
humano. É instintivo e transmitido de geração a geração independente da 
cultura regional. Acredito que com o aprofundamento de pesquisas 
genéticas chegaremos a confirmar a associação desse comportamento a um 
gene específico do DNA humano. A religiosidade remonta aos primórdios do
 surgimento do ser humano social quando o grupo necessitava de um líder 
forte para garantir a sobrevivência e perpetuação da espécie, por meio 
de um instinto básico de organização.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection9&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Tal comportamento pode ser observado em animais que
 vivem em grupo: lobos, leões, chimpanzés, etc. Então o animal humano 
não poderia ser diferente. O líder normalmente é o membro mais forte. Os
 demais permanecem submissos frente à liderança.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection12&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O membro alfa, o líder ou o pai ficava no poder até
 ser destituído por outro com melhores condições de perpetuação da 
espécie e proteção do grupo. A disputa muitas vezes era seguida de luta e
 acarretava a morte do antigo líder. As armas empregadas na disputa para
 a maioria das espécies eram seus dentes e garras, consequentemente o 
ferimento se assemelhava àquele produzido no abate para alimentação. A 
conclusão da disputa induz a um princípio de canibalismo.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection14&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
No caso do ser humano, mesmo após um longo período 
de desenvolvimento da espécie, a destituição do líder com consequentes 
resquícios de canibalismo e cerimoniais de sacrifícios ainda podem ser 
observados. Algo semelhante com a expressão conhecida: “esse pão é a 
minha carne e esse vinho é meu sangue”, empregado nos rituais da 
religião cristã.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection15&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Pode-se observar em alguns animais como os 
chimpanzés rituais representativos da destituição do líder quando o 
bando caça e mata sistematicamente um membro de outra espécie de macaco.
 Esse comportamento nos indica um processo instintivo que mesmo sem 
necessidade de trocar efetivamente o líder, o bando mantém um ritual 
metódico.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection16&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Ainda no caso dos chimpanzés, a carne do macaco 
capturado no ritual é distribuída para todos os membros do grupo, 
incluindo as fêmeas e os filhotes. O ritual é notadamente 
descaracterizado de necessidades alimentares. Esse comportamento parece 
indicar uma forma de dividir a culpa pela destituição do líder. Assim, a
 nova liderança seria estabelecida com consentimento do grupo 
assegurando sua organização e sobrevivência.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection18&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A vida em grupo gera características de 
comportamentos sociais que são transmitidas de geração a geração 
assemelhando-se a características hereditárias. Tabus são criados e 
seguidos como princípio básico de legislação do grupo. Uma minoria mais 
forte se sobressai para que o grupo tenha uma organização coordenada. Os
 demais são condicionados naturalmente a aceitar a liderança. Esse 
condicionamento é o princípio do que entendemos como “fé”.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection20&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Submetido às perversidades da natureza, o ser 
humano sentia a necessidade de se proteger frente a seus medos, 
fraquezas, erros, limitações e falta de conhecimento. Uma liderança 
forte e naturalmente aceita como a de um pai se fazia necessária. Mas o 
pai físico não era eterno. Ele era normal e também sucumbia à natureza. À
 medida que a população foi aumentando, ficava cada vez mais difícil 
disponibilizar uma liderança física única e eficaz.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection22&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
O ser humano precisava então de um pai que não 
errasse; que estivesse sempre disponível; que não morresse; que 
concedesse privilégios; que soubesse de tudo; que sempre perdoasse; que 
fosse único e atendesse a todos globalmente. Ou seja, o ser humano 
precisava de um pai perfeito que não existia fisicamente. Daí a 
concepção de um ser espiritual, inicialmente concebido como um símbolo 
do desconhecido ou totens, evoluindo até a idéia de uma figura meramente
 humana denominada deus. Deus é uma necessidade instintiva e ilusória. É
 uma criação conceitual do ser humano e não uma entidade real. O 
conceito existe em todas as sociedades de seres humanos, sejam elas 
ocidentais, orientais, ou isoladas em tribos primitivas.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection23&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A concepção natural da religiosidade e a criação do conceito de deus são causadas por:&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection25&quot;&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;Instinto de organização grupal.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;Sofrimento natural e social.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;Necessidade de se proteger frente aos medos, fraquezas, erros, limitações e falta de conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;Necessidades e desejos além da capacidade individual.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;Necessidade de perdão aos desvios de conduta moral.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;Medo da morte.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;Incapacidade de planejar a própria vida.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection25&quot; style=&quot;text-indent: -24px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection27&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Ao longo do processo evolutivo, a civilização 
passou a ter mais conhecimento sobre questões até então incompreendidas 
tratando-as de forma mais consciente e menos mística por meio de regras 
sociais estabelecidas em leis e administradas pelo novo líder: o estado.
 Contudo, o estado não teve e nem tem atualmente interesse em modernizar
 o comportamento religioso, preservando a fé, ou melhor, a submissão, 
conseguindo com isso controlar a população. As questões interpretadas 
como além do conhecimento continuam cedendo espaço para continuidade do 
comportamento religioso hereditário seguindo o mesmo princípio dos 
antepassados, porém de forma simbólica representada por “&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;estórias”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
 referentes ao relacionamento de antigos líderes e seus fiéis 
seguidores. Conceitos e dogmas são estabelecidos em escrituras e 
recitações atribuídas como sagradas. Nesses registros, continua-se 
observando o mesmo padrão de comportamento entre o líder e seu grupo: 
rituais de sacrifício, formulação de tabus, ressentimento pela 
destituição ou morte do líder e a submissão do grupo representada pelo 
sentimento de fé. Cada seita, ou cada seguidor formula seu próprio 
conceito.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
No caso da religião monoteísta ocidental, a &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;conceituação de existência&lt;/span&gt;
 atribuída a “deus” é incoerente. Os principais atributos de deus como 
onipotência, onisciência, onipresença e benevolência, indicando que tudo
 foi criado por ele e que ele é a causa primordial, leva a crer que deus
 seja a perfeição. Sendo assim, não faz sentido haver falhas em seu 
processo ou em suas criaturas. Mas as falhas existem.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Seguem algumas falhas observáveis mesmo no pequeno âmbito do conhecimento humano:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpFirst&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O
 sofrimento de suas criaturas não poderia existir: morte acidental ou 
natural, envelhecimento, doenças, fome, purgatório, inferno, etc.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O
 mal natural não poderia existir: cataclismo, criatura que come as 
outras (animal ou vegetal), incidentes prejudiciais a quaisquer seres, 
etc.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O
 mal social não poderia existir: escravização, ambição, ganância, 
brigas, assassinatos, estupro, roubo, discriminação, quaisquer atitudes e
 sentimentos que afetem a integridade física ou moral de outros seres, 
etc.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A prestação de contas de suas criaturas não poderia existir: temer o criador, pagar dízimos, implorar perdão, etc.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Necessidades e desejos não poderiam existir: cobiça, inveja, vontade, orações solicitando favores.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Qualquer forma de evolução não poderia existir. A evolução não é coerente com a perfeição. As criaturas seriam&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;perfeitas.
 Não haveria mutações para adaptação ao meio ambiente. Não haveria 
combinação genética para aperfeiçoamento dos seres; etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection31&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Todas essas falhas não poderiam existir. Como 
existem, significa que a vida segue uma linha de evolução e seleção 
natural, conduzida sem interferência divina. A vida surgiu e segue suas 
próprias leis naturais ao acaso, indiferente à presença de um projetista
 criador.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection33&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Para tentar resolver a questão das “falhas”, os 
religiosos apresentam justificativas obviamente baseadas em suposições 
dentro do ponto de vista de um ser humano. A argumentação recai na 
atribuição de atitudes humanas a deus como: julgar, legislar, executar, 
punir, beneficiar e brincar com suas criaturas, em especial, com os 
humanos. São atitudes exclusivamente humanas concebidas dentro do nosso 
limite de interpretação sem fundamentação convincente. Sendo assim, foi o
 homem religioso que criou “&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;um conceito de deus”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; a sua imagem e semelhança, esquecendo totalmente de outras formas de vida.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection36&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A necessidade de ter uma causa primordial ou um 
criador de tudo, incluindo o universo, não pode ser considerada uma 
argumentação válida para justificar a existência de deus. Além de 
matéria e energia, o universo possui a entidade “tempo”. Antes da 
existência do universo consequentemente o tempo não existia, sendo assim
 não há como existir um antes ou depois para projetar ou criar alguma 
coisa. Não há como existir causa/efeito. Dessa forma, não há como 
existir um deus (causa) com objetivo de criação do universo (efeito). O 
universo, o tempo e as leis naturais seguem seu curso sem uma causa ou 
necessidade de um criador, caso contrário o próprio criador deveria 
também ser submetido a uma causa/efeito antecedente. Apesar de tudo, se 
considerarmos que a própria existência do universo seja uma 
justificativa para que tenha havido alguma causa, essa estará muito 
longe de qualquer pretensão humana.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Concebido como &lt;b&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;conceito&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
 e não se enquadrando como entidade real ou fato observável, a 
metodologia científica de observação de fatos, questionamentos de causa /
 efeito, formulação de hipóteses, comprovação filosófica e histórica 
resulta na &lt;b&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;NÃO EXISTÊNCIA de deus&lt;/span&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection37&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Contudo, &lt;b&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;o conceito de deus existe&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;,
 embora a partir de argumentos falsos. Porém é um conceito bem 
interessante para ser aplicado visando “outros objetivos”. Alguns 
oportunistas descobriram que a religiosidade poderia ser sistematizada 
gerando riqueza e poder para os mesmos, bem como servir de ferramenta 
para subjugar os membros de seu grupo, facilitando a imposição dos 
governantes.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection39&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Surgiram então as religiões dogmáticas 
institucionalizadas. Os dogmas são redigidos em livros ditos “sagrados” 
como a bíblia, tora ou alcorão formatando um sistema de conduta 
obrigatória baseado em tabus, fábulas e mitos, e quase nunca, em fatos. O
 conteúdo desses livros em si serve como prova incontestável dos 
conceitos de cada religião. A maioria dos seguidores acredita que neles 
se encontra a verdade absoluta para explicar a totalidade de suas vidas 
sem ser necessário questionar a lógica ou veracidade histórica. Porém, 
com a evolução da ciência, a interpretação literal desses livros evolui 
proporcionalmente, mas o instinto religioso ainda permanece.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection43&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Os judeus favorecidos que seguiam o judaísmo 
afirmavam que eles eram os únicos escolhidos por deus. Converter-se ao 
judaísmo não era fácil. Além da etnia necessária, poucos conseguiam se 
submeter aos dogmas de uma religião tão elitizada. Outros oportunistas 
aproveitaram a citação das escrituras sagradas dos judeus sobre um 
messias que viria nos salvar de mais um pecado genérico cometido pela 
humanidade. A partir daí, inventaram novas seitas como o cristianismo e 
islamismo, criando uma oportunidade para que os judeus de classes menos 
favorecidas, dissidentes e nãos judeus também entrassem no desejado 
reino do céu. Essas novas seitas encontraram um ambiente altamente 
favorável para uma rápida proliferação. O público-alvo era muito mais 
numeroso que a classe elitizada dos judeus, e por ser uma classe menos 
privilegiada com menos conhecimento, eram mais propensos a aceitarem 
quaisquer dogmas sem buscarem a comprovação de fatos.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection45&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Surgiram em seguida as consequências do competitivo
 mercado das religiões: cruzadas, guerras santas, inquisição, 
terrorismo, discriminação étnica religiosa, etc.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection47&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Focando o caso do Cristianismo, Jesus o Cristo, foi definido como o &lt;b&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;messias&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.
 A base da concepção religiosa segue o mesmo princípio psíquico 
instintivo: necessidade de um líder não físico e total submissão do 
grupo. Muitas pessoas se proclamaram ou foram proclamadas messias na 
época. O mais famoso seria aquele que representasse a perfeição. Dessa 
forma não seria físico, mas sim uma vontade imaginária de um líder 
perfeito. A concepção de sua destituição por morte, o senso de culpa 
gerado e o respeito pela memória do líder criaria um vínculo instintivo 
natural perfeito nos seguidores. Com a possibilidade de concessão de 
milagres e vida após a morte, qualquer um que ouvisse a estória seria 
convertido num fiel seguidor.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection49&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A propagação da estória foi muito rápida e 
convincente. Servia a vários propósitos tanto pessoais como ferramenta 
para o estado organizar e controlar a população. Esse é o motivo pelo 
qual o cristianismo tornou-se uma instituição tão forte.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection51&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Propósitos do cristianismo:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpFirst&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Assegurar
 uma ligação egoísta entre seres humanos e sua semelhança com deus. 
Jesus, o filho de deus, seria a comprovação de uma interface entre deus e
 os humanos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Sucumbir
 o medo da morte. A estória da ressurreição de Jesus preenche a 
esperança humana de vida após a morte e reencontro com os entes mortos 
queridos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Proporcionar
 uma ilusão de realização de vida. Até mesmo os pobres, os fracos e os 
oprimidos têm um lugar garantido no paraíso, desde que sejam seguidores 
da religião.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Proporcionar uma facilidade de superar dificuldades e necessidades por meio de milagres.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Symbol;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Submissão
 total dos crentes devido ao pecado de matar o suposto filho de Deus. 
Seguindo o mesmo princípio pecado original de Adão e Eva. Povo submisso,
 presta os serviços necessários, paga mais impostos, luta nas guerras e 
não se rebela.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
As instituições religiosas tiveram seu valor no 
desenvolvimento humano em uma época passada. Elas podem evoluir quando 
fizerem as pazes com a ciência e se desligarem totalmente do estado. Na 
ocasião, as escrituras sagradas precisavam tentar explicar aspectos além
 da religiosidade sem contar com recursos tecnológicos e descobertas 
científicas hoje disponíveis. As normas de conduta social serviram de 
base para a organização social quando os estados ainda não estavam bem 
definidos com uma legislação humanitária.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection55&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Atualmente, o conteúdo extrarreligioso dessas 
escrituras encontra-se totalmente defasado e contraditório. O instinto 
básico de organização grupal está consolidado em leis da constituição de
 cada nação. As regras são claras, democráticas e dotadas de líderes 
capazes de administrá-las. Todos os fenômenos perceptíveis possuem 
explicação científica e são difundidos para toda população.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection57&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Uma nova redação, ou uma nova “reforma”, poderia 
acabar com as questões polêmicas que geram tanto descrédito para as 
instituições religiosas como o criacionismo e o fundamentalismo 
arraigado à política de estado. Apesar de ser difícil modificar nossos 
comportamentos instintivos, com esclarecimentos racionais, um processo 
evolutivo poderia ser desencadeado e uma nova missão para a religião 
poderia ser traçada visando exclusivamente o bem-estar social, a 
liberdade, o relacionamento harmonioso e o desenvolvimento do ser 
humano. Seria um processo natural, sem medo, sem repressões psicológicas
 que consequentemente seria seguido por toda humanidade sem competições 
nem restrições à liberdade. Seria uma RELIGIÃO MODERNA CLASSE MUNDIAL.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;WordSection61&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
A busca pelo espiritual ou qualquer outra forma de 
manifestação extrafísica vai convergir os resultados a uma conclusão 
interessante: raciocínio e conhecimento. Essa é única forma que temos de
 ir além de nosso corpo alcançando aquilo que conceituamos como espírito
 e alma.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Consequentemente se você possuir &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;acesso a informações&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt; liberdade de pensamento&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;,
 apesar da sua religiosidade instintiva, a fé cega em religiões 
dogmáticas e a idéia de deus conceitual serão sucumbidas. O conhecimento
 é citado na religião ocidental atual como o maior inimigo da fé. Ter fé
 significa: “total submissão sem questionamentos”. Conforme Sócrates 
concluiu: “Uma vida sem questionamentos não vale a pena ser vivida”. 
Infelizmente, ao abrirmos mãos desse nosso direito, estaremos perdendo:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpFirst&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;ü&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A admiração pela vida real e natural;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;ü&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A contemplação e o fascínio de nossa percepção e nossos sentimentos;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;ü&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A capacidade de impedir o mal;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;ü&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O
 prazer do sucesso em encontrar soluções para os problemas e desafios em
 busca do bem, do racional, da consciência, da perfeição e 
autorrealiazação;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;ü&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Enfim, a essência da própria vida.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpFirst&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;A Bíblia Sagrada – Antigo e Novo testamento.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Alcorão Sagrado.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Alex Key – The third basic instinct.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Alfredo Bernacchi – Jesus nunca existiu; A Bíblia do Ateu; Ateu Graças a Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Augusto Pasquoto – Deus no século XXI.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Bart Ehrman – O problema com deus; Quem Jesus foi e quem Jesus não foi.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Bertrand Russel – Ensaios céticos; No que acredito; Porque não sou cristão.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Bud – And man created god in his own image.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Carl Sagan – Variedades da experiência científica.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Chris Impey – Universo Vivo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Christopher Hitchens – God is not great; The portable atheist.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Clifford Geertz&amp;nbsp; – The Interpretation Of Cultures; Anthropological Reflections on Philosophical Topics&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Daniel Denett – Quebrando o encanto; Brainstorms; Tipos de mentes.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Daniel Pals – Seven Theories of Religion.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Darwin – Origem das Espécies.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;David Hume – Diálogos sobre religião natural.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Desmond Morris – O Macaco Nu.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Émile Durkheim – The Elementary Forms of Religious Life&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Edward Burnett Tylor – Primitive Culture.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Evans-Pritchard – Theories of Primitive Religion. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Friedrich Engels – Karl Marx – On Religion.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;G.M.Jackson – How to prove god does not exist.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Gaarder / Hellern – O livro das religiões.&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Greg Vanden Berge – Did Jesus really exist?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Guy Harrison – 50 Reasons people give for believing in a god.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Hans Kung – O princípio de todas as coisas.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Ian Stewart – Será que deus joga dados?&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;John Bowker – Deus uma breve história.&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;John Hayward – The book of religions.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Jonathan Hill – As grandes questões sobre a fé.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Jorge Blaschke – Além de Osho.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;José Menezes – Religião: surgimento e legitimação.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Karl Kautsky – Origens do Cristianismo.&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Kenneth Humphreys – Jesus never existed.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Lou Marinoff – Pergunte a Platão; Mais Platão menos Prozac; Caminho do Meio.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Luc Ferry – Aprendendo a Viver; Depois da Religião; Tentação do cristianismo.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Marcelo Gleiser – Criação Imperfeita.&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Max Weber – Sociology of Religion.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Michel Onfray – Tratado de Ateologia.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Mircea Eliade – O Sagrado e o Profano – A Essência das Religiões; Origens – História e Sentido na Religião.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Morris / Maisto – Introdução à psicologia.&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Nicholas Wade – The faith instinct.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Nietzsche – Assim falou Zaratustra; Para além do bem e do mal; O anticristo.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;O livro de ouro da Psicanálise – Ediouro.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Osho – Religiosidade é diferente de religião; Deus que nunca existiu; Coleção DVD.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Paolo D’Arcais – Deus existe?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Pedro Marangoni – O infinito não tem pressa.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;R.D.Hood – Science is a religion.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Richard Dawkins – O Relojoeiro Cego; O Gene Egoísta; Deus um delírio; O capelão do diabo; O maior espetáculo da terra.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Robert Wright – O animal moral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Rodney Stark / William Bainbridge – Uma teoria da religião.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Rubem Alves – Coleção completa DVD filosofia de vida.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Rudolf Otto – Naturalism And Religion&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Sam Harris – A morte da fé; Letter to christian nation; Lying.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Sam Parnia – O que acontece quando morremos?&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Santiago Camacho – Biografia não autorizada do Vaticano.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Seneca – Sobre a brevidade da vida.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Sigmund Freud – Totem e o Tabu; Moisés e o Monoteísmo; O futuro de uma ilusão e o Mal estar da Civilização.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Sir James George Frazer – O Ramo de Ouro.&lt;/div&gt;
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&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;Stephen Hawking – The Grand Design; A brief history of time; The illustrated theory of everything.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Stephen Law – Filosofia.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Steven Pinker – Tábula Rasa.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Tripicchio – Teorias da Mente.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Valdemar Angerami – Psicologia e religião.&lt;/div&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;William Arntz / Betsy Chasse – Quem somos nós.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;padding-left: 30px; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;font-family: Wingdings;&quot;&gt;Ø&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot;&gt;William James – Varieties of Religious Experience; The will to believe; Meaning of truth.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/7744836135384565489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/03/por-que-somos-religiosos-acreditamos-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/7744836135384565489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/7744836135384565489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/03/por-que-somos-religiosos-acreditamos-em.html' title='POR QUE SOMOS RELIGIOSOS &amp; ACREDITAMOS EM DEUS?'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-6090533088932480309</id><published>2012-03-15T22:04:00.002-03:00</published><updated>2012-03-18T23:32:37.942-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ciencias e universo"/><title type='text'>Cientista afirma ter encontrado sinais de vida extraterrestre em meteorito</title><content type='html'>&lt;h1&gt;

&lt;/h1&gt;
&lt;h2 class=&quot;subtitle&quot;&gt;

Artigo passará por revisão de 100 especialistas e mais de 5.000 cientistas&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;img-article&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;Candidato a alienígena: a imagem mostra o filamento encontrado por Richard Hoover dentro do meteorito. Segundo a análise feita em um microscópio eletrônico, presença de compostos orgânicos podem indicar que se trata de uma bactéria fossilizada&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/assets/pictures/31317/filamento-20110306-size-598.jpg?1299441327&quot; title=&quot;Candidato a alienígena: a imagem mostra o filamento encontrado por Richard Hoover dentro do meteorito. Segundo a análise feita em um microscópio eletrônico, presença de compostos orgânicos podem indicar que se trata de uma bactéria fossilizada&quot; width=&quot;598&quot; /&gt;

        
        
          
            
              Candidato a alienígena: a imagem mostra o filamento 
encontrado por Richard Hoover dentro do meteorito. Segundo a análise 
feita em um microscópio eletrônico, presença de compostos orgânicos 
podem indicar que se trata de uma bactéria fossilizada
            

            
              (Journal of cosmology)
            
          &lt;/div&gt;
O pesquisador Richard Hoover, coordenador de um grupo de astrobiologia 
da Nasa, anunciou ter encontrado fósseis de vida extraterrestre em 
fragmentos de meteoritos. A descoberta está relatada em um artigo 
publicado no periódico &lt;i&gt;Journal of Cosmology&lt;/i&gt;, com acesso online 
livre. Segundo a revista, foram convidados 100 especialistas e 5.000 
cientistas&amp;nbsp;para revisar o artigo&amp;nbsp;&quot;por causa da natureza controversa da 
descoberta&quot;.&lt;br /&gt;
O&amp;nbsp;anúncio cria expectativa na comunidade científica porque&amp;nbsp;Hoover é um 
bem reputado cientista da Nasa e trabalha há muitos anos analisando 
material contido em meteoritos.&amp;nbsp;Ele estudou fragmentos de vários tipos 
de meteoritos condritos carbonáceos, que podem conter níveis importantes
 de água e material orgânico.&amp;nbsp;Nos fragmentos ele alega ter encontrado 
formas com aspecto de bactéria, que acredita terem se originado fora da 
Terra e não após a queda do meteorito no planeta.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;info-img-articles&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;author&quot; style=&quot;width: 210px;&quot;&gt;
Journal of cosmology&lt;/div&gt;
&lt;img alt=&quot;Prima do E.T: a bactéria Titanospirillum velox, que pode viver em ambientes hostis à vida&quot; height=&quot;124&quot; src=&quot;http://veja.abril.com.br/assets/pictures/31319/bacteria-titanospirillum-velox-20110306-size-220.jpg&quot; title=&quot;Prima do E.T: a bactéria Titanospirillum velox, que pode viver em ambientes hostis à vida&quot; width=&quot;220&quot; /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;gray&quot; style=&quot;width: 210px;&quot;&gt;
Prima do E.T: a bactéria&amp;nbsp;&lt;i&gt;Titanospirillum velox&lt;/i&gt;, que pode viver em ambientes hostis à vida&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
O principal argumento de Hoover é que os filamentos fossilizados 
possuem os mesmos compostos orgânicos, como carbono e enxofre, 
localizados nas mesmas posições de uma bactéria gigante&amp;nbsp;terrestre, a&amp;nbsp;&lt;i&gt;Titanospirillum velox&lt;/i&gt;&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;Trata-se
 de&amp;nbsp;uma bactéria extremófila, ou seja, que vive em ambientes bastante 
hostis à vida. Boa parte da pesquisa da Nasa sobre astrobiologia se 
baseia no estudo das formas de vida extremófilas, as principais 
candidatas a serem encontradas em outros planetas.&lt;br /&gt;
&quot;Estas bactérias fossilizadas não são contaminantes terrestres 
(bactérias terrestres que possam ter contaminado o meteorito). São 
restos fossilizados de organismos vivos que existiram em corpos celestes
 similares aos deste meteoro, como cometas e luas&quot;, afirmou Hoover.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Confirmação - &lt;/b&gt;Estudos afirmando que os meteoritos 
podem conter micróbios extraterrestres não são novos e já despertaram 
grandes debates sobre como poderia existir vida no espaço e como e onde a
 vida poderia ter se originado no universo. Vários outros meteoritos 
encontrados pela Nasa continham traços do que poderia ser vida 
extraterrestre, mas nunca houve confirmação.&amp;nbsp;Em dezembro do ano passado,
 a Nasa anunciou a descoberta de uma &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/nasa-descobre-bacteria-que-se-alimenta-de-arsenio&quot;&gt;bactéria terrestre que se comporta como extraterrestre&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/6090533088932480309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/03/cientista-afirma-ter-encontrado-sinais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6090533088932480309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6090533088932480309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/03/cientista-afirma-ter-encontrado-sinais.html' title='Cientista afirma ter encontrado sinais de vida extraterrestre em meteorito'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-8847516100372136661</id><published>2012-02-22T21:46:00.001-02:00</published><updated>2012-02-22T21:47:16.749-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religiao"/><title type='text'>AS FALHAS DA CRIAÇÃO DIVINA</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgL5LhDhyZOICSpEKNcoTKQmSlONVsfHLNhXWmAq_FoUmoBWKmZQms5BCUCP8_whOgRaEbGNDbYy-hA7SFBX3WJ2qyDDIiOeg2TZW0KSwuuFuqVYggKJ0MIiNPIRDUOrNiPYgSXQRsESDeY/s1600/cuidando-do-mundo_3497_1024x768.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgL5LhDhyZOICSpEKNcoTKQmSlONVsfHLNhXWmAq_FoUmoBWKmZQms5BCUCP8_whOgRaEbGNDbYy-hA7SFBX3WJ2qyDDIiOeg2TZW0KSwuuFuqVYggKJ0MIiNPIRDUOrNiPYgSXQRsESDeY/s320/cuidando-do-mundo_3497_1024x768.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&amp;nbsp; o que sera isso ?&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;A TERRA ANTES DO SOL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Por que deus fez a Terra primeiro e só 
fez o Sol no dia seguinte? (Gênesis, 1: 9-16)&lt;br /&gt;
Porque os criadores de deus não sabiam que a Terra não é o centro do universo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O escriba que fez o primeiro capítulo 
do Gênesis disse que Yavé formou a Terra no terceiro dia da criação, e só no 
quarto dia criou o Sol, a Lua, e depois as estrelas.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Um planeta que 
gira em torno de uma estrela não poderia ter sido feito antes dela.&amp;nbsp; Mas, 
como disse um antigo cristão, tudo é possível para aquele que crê.&amp;nbsp; Para os 
hebreus, a Terra era o centro do universo. Assim, seu deus teria criado primeiro 
a Terra, e depois o Sol e a Lua, os &quot;dois grandes luminares&quot; para iluminar a 
Terra.&amp;nbsp; Por incrível que pareça, hoje quando sabemos que isso é um engano, 
ainda há bilhões de pessoas que aceitam cegamente esse conto como verdade.
&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;OS VEGETAIS.&amp;nbsp; ANTES OU DEPOIS DO 
HOMEM?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;No conto que abrange o capítulo 1 e os 
três primeiros versículos do capítulo 2 de Gênesis, a Terra já teria produzido 
os vegetais antes da existência do Sol, e os animais teriam sido criados no 
quinto e no sexto dia, sendo o homem e a mulher os últimos, estes parecidos com 
o criador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O que segue é o mesmo conto da criação 
exposto por outro escriba, o qual parece não ter aprendido a estória dos sete 
dias.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esse informou que seu deus fez a Terra e os céus, depois &lt;b&gt;o 
homem, depois os vegetais, depois os animais&lt;/b&gt;, só depois de tudo, tomou uma 
costela do homem e fez a mulher.&amp;nbsp; &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&quot;&lt;i&gt;Eis as origens dos céus e da terra, 
quando foram criados. No dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus não 
havia ainda nenhuma planta do campo na terra, pois nenhuma erva do campo tinha 
ainda brotado; porque o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, nem 
havia homem para lavrar a terra. Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda 
a face da terra.&amp;nbsp; E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e 
soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente.&amp;nbsp; 
Então plantou o Senhor Deus um jardim, da banda do oriente, no Éden; e pôs ali o 
homem que tinha formado.&amp;nbsp; E o Senhor Deus fez brotar da terra toda 
qualidade de árvores agradáveis à vista e boas para comida, bem como a árvore da 
vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal&lt;/i&gt;.&quot; (Gênesis, 
2: 4-9).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&quot;&lt;i&gt;Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; 
far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea.&amp;nbsp; Da terra formou, pois, o 
Senhor Deus todos 
os animais o campo e todas as aves do céu, e os trouxe ao homem, para 
ver como 
lhes chamaria; e tudo o que o homem chamou a todo ser vivente, isso foi o
 seu 
nome.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Assim o homem deu nomes a todos os animais domésticos, às aves 
do céu e a todos os animais do campo; mas para o homem não se achava 
ajudadora 
idônea.&amp;nbsp; Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e 
este 
adormeceu; tomou-lhe, então, uma das costelas, e fechou a carne em seu 
lugar; e 
da costela que o senhor Deus lhe tomara, formou a mulher e a trouxe ao 
homem&quot;&lt;/i&gt; 
(Gênesis, 2: 18-22).&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin: 0 15px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;b&gt;Que contradição&lt;/b&gt;!&amp;nbsp; Logo 
após dizer que os vegetais foram criados antes dos animais e o home foi o último 
deles, o mesmo livro chamado de &quot;A VERDADE&quot; diz que o deus fez o homem, depois 
os vegetais, e posteriormente os outros animais, entre os quais o homem não 
encontrou uma companhia, o levou o criador a tirar uma de suas costelas e fazer 
a mulher.&amp;nbsp;&amp;nbsp; E deus nem fez os micróbios!&amp;nbsp; Claro, os seus 
criadores não sabiam da existência dos seres microscópicos.&amp;nbsp;&amp;nbsp; E os crentes nem percebem isso!&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/8847516100372136661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/02/as-falhas-da-criacao-divina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/8847516100372136661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/8847516100372136661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/02/as-falhas-da-criacao-divina.html' title='AS FALHAS DA CRIAÇÃO DIVINA'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgL5LhDhyZOICSpEKNcoTKQmSlONVsfHLNhXWmAq_FoUmoBWKmZQms5BCUCP8_whOgRaEbGNDbYy-hA7SFBX3WJ2qyDDIiOeg2TZW0KSwuuFuqVYggKJ0MIiNPIRDUOrNiPYgSXQRsESDeY/s72-c/cuidando-do-mundo_3497_1024x768.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-3021874886645223210</id><published>2012-01-26T20:11:00.000-02:00</published><updated>2012-03-18T23:32:53.537-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religiao"/><title type='text'>Se Ateísmo fosse religião, seria a quarta maior do mundo, afirma estudioso</title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt;


&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana,sans-serif; line-height: 1.4; text-align: justify;&quot;&gt;Se
 o ateísmo fosse uma religião, seria a quarta maior do mundo, cuja 
totalidade de “fiéis” fica entre 500 milhões a 750 milhões, afirma o 
sociólogo americano e estudioso das religiões Phil Zuckerman. &amp;nbsp;De acordo
 com seus cálculos, o cristianismo é a maior religião, com 2 bilhões de 
seguidores. Em seguida vêm o islã (1,2 bilhão) e hinduísmo (900 
milhões).&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: Verdana,sans-serif; line-height: 1.4; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; line-height: 1.4;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEib-hLgFrmNoh2-8_NoBUOwQ3iXhWwoxI16eTPlpNDL_XGjwCfeW6RGjnoA-bXcaNKFAECtGCF0JpgE5-e3bozFGOvM2TMiuxumi4T2P1QH4JKpJXmx38AGXS-rcCZAEJY0Pm-c_dpEcY85/s1600/pa%25C3%25ADses-ateus.JPG&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEib-hLgFrmNoh2-8_NoBUOwQ3iXhWwoxI16eTPlpNDL_XGjwCfeW6RGjnoA-bXcaNKFAECtGCF0JpgE5-e3bozFGOvM2TMiuxumi4T2P1QH4JKpJXmx38AGXS-rcCZAEJY0Pm-c_dpEcY85/s1600/pa%25C3%25ADses-ateus.JPG&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; line-height: 25px;&quot;&gt;Zuckerman
 examinou durante seis meses dados estatísticos nacionais e 
internacionais de vários países para estimar a população de ateus. O que
 ele conseguiu, para cada país, foi uma variação percentual que em 
alguns casos é grande por causa das diferentes metodologias dos 
levantamentos.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; line-height: 25px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; line-height: 25px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; line-height: 25px;&quot;&gt;Ainda
 assim ele montou um ranking dos países com as maiores percentagens de 
ateus. Zuckerman detalha esses dados no livro &quot;Sociedade sem Deus - O 
que as nações menos religiosas podem nos dizer a respeito da satisfação&quot;
 (&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.amazon.com/Society-without-God-Religious-Contentment/dp/0814797237?ie=UTF8&amp;amp;tag=wwwdebunkingc-20&amp;amp;link_code=btl&amp;amp;camp=213689&amp;amp;creative=392969&quot; style=&quot;background-color: white; color: #0094ff; line-height: 25px; text-decoration: none;&quot;&gt;Society without God: What the Least Religious Nations Can Tell Us About Contentment&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; line-height: 25px;&quot;&gt;).&lt;/span&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; line-height: 25px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; line-height: 25px;&quot;&gt;Quando
 ele esteve no Brasil em 2008, comentou que a Dinamarca e a Suécia 
provam que sociedades relativamente não religiosas podem ser honestas e 
boas. &quot;Eu quis que os meus conterrâneos norte-americanos soubessem 
disso.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; line-height: 25px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;background-color: white; line-height: 25px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Com informação do site do&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.atheistalliance.org/index.php&quot; style=&quot;color: #0094ff; text-decoration: none;&quot;&gt;Atheist Alliance International&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e do arquivo do blog Paulopes.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;,Trebuchet,sans-serif; font-size: 16px; text-align: left;&quot;&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.paulopes.com.br/2011/06/ateismo-e-quarta-maior-religiao-do.html#ixzz1ibsgzo63&quot; style=&quot;color: #003399; text-decoration: none;&quot;&gt;http://www.paulopes.com.br/2011/06/ateismo-e-quarta-maior-religiao-do.html#ixzz1ibsgzo63&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/3021874886645223210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/01/se-ateismo-fosse-religiao-seria-quarta.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/3021874886645223210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/3021874886645223210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/01/se-ateismo-fosse-religiao-seria-quarta.html' title='Se Ateísmo fosse religião, seria a quarta maior do mundo, afirma estudioso'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEib-hLgFrmNoh2-8_NoBUOwQ3iXhWwoxI16eTPlpNDL_XGjwCfeW6RGjnoA-bXcaNKFAECtGCF0JpgE5-e3bozFGOvM2TMiuxumi4T2P1QH4JKpJXmx38AGXS-rcCZAEJY0Pm-c_dpEcY85/s72-c/pa%25C3%25ADses-ateus.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-8262740115914861339</id><published>2012-01-22T14:11:00.001-02:00</published><updated>2012-03-18T23:33:13.156-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ciencias e universo"/><title type='text'>Esperando a Nave-Mãe</title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;post-title&quot;&gt;


      &lt;/h3&gt;
&lt;div class=&quot;post-body jq-cont&quot;&gt;
&lt;div&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDn4cjKEWfBEMka637A3sS40XWq2jXgEmUHZjPREY_gIjlTt93S41PPNhBUJlBtTcAmISBC4jOcLpFeiWJpbnzn_kGU9zuljlKnF2sw_mR0fWR7gbQI-Ai1kCL7vIe-uqxaEJEIsNumyI/s1600/ufo.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Lembrem-se: as vagas são limitadas...&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5623455484176384450&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDn4cjKEWfBEMka637A3sS40XWq2jXgEmUHZjPREY_gIjlTt93S41PPNhBUJlBtTcAmISBC4jOcLpFeiWJpbnzn_kGU9zuljlKnF2sw_mR0fWR7gbQI-Ai1kCL7vIe-uqxaEJEIsNumyI/s400/ufo.jpg&quot; style=&quot;cursor: hand; cursor: pointer; height: 300px; width: 400px;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;i&gt;Conto  pessoal, da série “Festa estranha”, &lt;a href=&quot;http://textosparareflexao.blogspot.com/2011/06/festa-estranha-vizinhanca.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;com depoimentos de Rafael Arrais acerca de  suas experiências espiritualistas&lt;/a&gt;. Baseado (ou não) em fatos reais. Os nomes  usados são fictícios (exceto para pessoas públicas).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
« &lt;a href=&quot;http://textosparareflexao.blogspot.com/2011/06/fotografando-auras.html&quot;&gt;&lt;i&gt;Este conto é uma continuação direta de “Fotografando  auras”&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Quando  subi a escada de madeira que dava na sobreloja do endereço 
que Inês havia me  passado – a tal “casa esotérica” onde encontraria 
Carla e poderia iniciar meu “desenvolvimento  na paranormalidade” – 
confesso que não estava nem um pouco assustado... Esse  sempre foi o meu
 trunfo e minha maldição ao lidar com assuntos “do outro mundo”:  minha 
curiosidade sempre foi muito maior do que meu temor ante o assunto.&lt;br /&gt;
Mas,  quando cheguei na pequena sala de espera, que mais parecia de 
um consultório  ondontológico, tive uma decepção e um temor. A decepção 
foi ter encontrado  apenas um garoto mais ou menos da minha idade 
sentado numa cadeira – esperava encontrar  algumas “esotéricas 
bonitinhas”, não nego. O temor foi devido ao ar de assombro  com que o 
jovem me encarou, ele parecia estar com tanto medo de mim, ou de “sei  
lá o que” que envolvia estar naquele ambiente, que eu mesmo acabei 
absorvendo  um pouco daquele medo para mim.&lt;br /&gt;
Quando  ia me dirigir a ele para perguntar sobre Carla, ela abriu uma
 porta que dava  para a única outra sala da sobreloja, e me convidou a 
entrar. Carla era bem  mais jovem e bonita do que Inês, mas nesse caso 
isso era algo estranho para mim  – como poderia “ela ser a guru, e a 
outra a assistente”? Como podem ver, eu não  tinha muita experiência no 
ramo, somente muitos anos depois descobri que em  assuntos espirituais a
 idade não é garantia nem documento de nada.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;pulled-wrapper&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;pull pulled&quot;&gt;deveríamos estar preparados  para deixar a Terra de um dia para o outro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
Mas, ao  menos nesse caso, tanto Inês quanto Carla pareciam estar igualmente “confusas”...  Minha conversa com Carla foi tão &lt;i&gt;estranha&lt;/i&gt; que eu hoje mal lembro &lt;i&gt;exatamente&lt;/i&gt; sobre o que conversamos. Tudo que me lembro foi que ela eventualmente me  alertou para “a chegada das naves” e para como “&lt;span class=&quot;pull&quot;&gt;deveríamos estar preparados  para deixar a Terra de um dia para o outro&lt;/span&gt;”.
 Aquilo me deixou tão confuso que  tudo que pude fazer foi concordar com
 a maior parte do que ela me disse, e  tentar compreender melhor se 
aquilo fazia algum sentido posteriormente, lendo o  livro que ela me 
indicou...
De  saída, passei numa livraria próxima onde o livro estava à venda. 
Chama “Projeto  Evacuação Mundial” e foi escrito por Ergom Abraham, que 
normalmente é referido  como “professor Ergom”, apesar se eu não saber 
até hoje o que exatamente ele  ensina. Por sorte, o livro é tão &lt;i&gt;fantástico  e absurdo&lt;/i&gt;,
 que resolvi guardá-lo para a posteridade, do contrário não  poderia 
trazer a vocês tantos detalhes sobre ele agora. Ele está aqui do meu  
lado, vou citar algumas passagens:&lt;br /&gt;
“Este  livro é carinhosamente dedicado a Todos os Membros da 
“L.I.V.R.E.” – Legião Intergaláctica  dos Voluntários Reais Espaciais, 
presentes no Planeta (trecho da Dedicatória, o  primeiro que se lê no 
livro)”.&lt;br /&gt;
“De &lt;i&gt;Jesus&lt;/i&gt; o &lt;i&gt;Cristo&lt;/i&gt;:&lt;br /&gt;
Deve  haver paz na Terra. Deve haver fim às guerras e ao ódio entre 
irmãos. Os  milhões que vêm de outros mundos, de galáxias distantes para
 ajudar a trazer  Paz à Terra, têm meu firme apoio e respaldo para todos
 os seus esforços [...]  Eu sou Sananda e esta é minha mensagem ao mundo
 (trecho do Prólogo, onde temos  o comunicado do comandante espacial 
Sananda, ou seja, Jesus Cristo)”.&lt;br /&gt;
“Vários  milhões de voluntários universais caminham sobre a Terra: 
estão cheios de luz,  completos em sua dedicação e consagração ao 
Governo Celestial, à Hierarquia  Solar e a Confederação Intergaláctica, 
na salvaguarda do planeta. Os mais  elevados Concílios Celestiais 
decretaram  que aqueles eleitos sejam pessoalmente recolhidos a Terra, 
temporariamente  postos em uma frequência superior dentro de nosso 
território, para ali serem  preparados física e espiritualmente para as 
missões e operações a serem  efetuadas (trecho de uma das mensagens de 
Ashtar, o comandante da Nave-Mãe que  virá a Terra buscar “os 
eleitos”)”.&lt;br /&gt;
“Com  quase um ano de antecipação, fui informada de que 
regressaríamos das reuniões  com o Comando, com “algo para levar e usar”
 [...] Algumas trarão colares,  outros anéis, broches, porém todos com 
pedras de cristal engastadas. O que  importa nesses objetos não é a 
forma, mas sim o fato de que sejam levados e, de  algum modo, colocados 
sobre o corpo (depoimento da &lt;i&gt;médium&lt;/i&gt; Eve Carney, onde alerta 
sobre os “presentes” que os  extraterrestres lhes darão, estranhamente 
seriam presentes um tanto quanto “terrenos”)”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos  resumir rapidamente do que se trata o livro: Os tempos “estão 
chegados”, uma “nova  era” se aproxima e ela não trará a princípio boas 
notícias para nosso planeta.  Grandes desastres naturais e guerras 
causadas pela ignorância humana vão  transformar a Terra em um inferno. 
Porém, alguns “eleitos” e “iniciados nos  mistérios do Comando Ashtar” 
serão selecionados para escaparam do apocalipse  terreno na Nave-Mãe do 
Comandante Ashtar e outras naves de sua frota. A esses  seres “evoluídos
 espiritualmente” espera-se que a esperança da raça humana  persista, e 
que possam povoar outros mundos, ou talvez este mesmo, quando  
retornarem para arrumar a bagunça que os “não eleitos” tiverem causado a
 Terra.&lt;br /&gt;
Antes  que me perguntem: sim, a Nave-Mãe viria &lt;i&gt;fisicamente&lt;/i&gt; ao planeta. E o “arrebatamento” seria também físico – nada de um intercâmbio de  espíritos desencarnados, &lt;a href=&quot;http://www.espirito.org.br/portal/publicacoes/esp-ciencia/003/capela.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;conforme relatos espíritas nos trazem&lt;/a&gt;, seria um evento  puramente FÍSICO.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;pulled-wrapper&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;pull pulled&quot;&gt;não posso afirmar a priori que o Comandante Ashtar e sua Nave-Mãe não existam&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
Agora o  que eu achei do assunto? Bem, &lt;span class=&quot;pull&quot;&gt;não posso afirmar &lt;i&gt;a priori &lt;/i&gt;que o Comandante Ashtar e sua Nave-Mãe não existam&lt;/span&gt;,
 pois a  ausência da evidência não é a evidência da ausência. Além 
disso, como os alienígenas  se comunicam através de contatos com médiuns
 na Terra, e como eu acredito que a  mediunidade exista, não poderia 
negar &lt;i&gt;a  priori&lt;/i&gt; a possibilidade desse tipo de contato. Dito isso, existem obviamente  vários problemas graves com a teoria de Ergom:
&lt;b&gt;A.&lt;/b&gt; Se a “evacuação  mundial” será física, e não 
espiritual, porque até hoje nenhum seguidor de  Ashtar nos trouxe uma 
prova física de sua existência? Não precisava ser uma de  suas naves a 
descer em frente à Casa Branca nem nada desse tipo, bastaria um  
artefato, um desses “colares” e “broches” que seriam entregues, contendo
 quem  sabe um tipo de cristal inexistente na Terra. Mas não há nenhum 
tipo de  evidência física.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;B.&lt;/b&gt; Se “os  tempos são chegados” e é preciso que as 
pessoas tenham fé na vinda da Nave-Mãe,  para que sejam salvas, porque 
então não trazer uma evidência física? Esse tipo  de coisa traria muito 
mais seguidores, muitos mais “candidatos à salvação”, do  que apenas 
mensagens mediúnicas publicadas em livros esotéricos.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;C.&lt;/b&gt; Porque  diabos Jesus Cristo, ou o Comandante 
Sananda, sendo o regente interplanetário  deste setor da galáxia 
(incluindo a Terra), iria simplesmente enviar uma nave  para resgatar 
alguns poucos eleitos? Porque não enviar uma nave que pudesse  trazer a 
tecnologia necessária para salvar a Terra das catástrofes vindouras?  
Porque não descer ele mesmo nessa nave, ou quem sabe o Comandante 
Ashtar, para  que pudessem instruir nossos governos ao que deveria ser 
feito para salvar o  planeta? Porque, enfim, deixar bilhões morrerem 
(incluindo os animais que não  tem nada a ver com a história), para 
salvar alguns milhares?&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;D.&lt;/b&gt; Porque  toda essa história se parece tanto com a 
crença bíblica de Céu e Inferno? Há no  livro inúmeras referências ao 
“apocalipse bíblico” e as “muitas moradas”  relatadas por Jesus... Mas, 
se toda essa história é apenas uma “versão  futurista” do mito do fim do
 mundo, caímos de volta na fragilidade de muitas de  suas afirmações. Eu
 poderia me estender sobre isso aqui, mas creio que basta  lembrar de 
uma coisa: “Como poderemos ser nalguma felizes no Céu sabendo que  boa 
parte dos seres da Terra, incluindo amigos próximos e familiares, 
estarão  ardendo em um Lago de Enxofre?”.&lt;br /&gt;
A minha ideia de Céu não se parece com um Reino de  Ócio nem com um 
“planeta novo a nossa espera”... O Céu se faz quando todos os  seres se 
amam e auxiliam mutuamente. No Céu &lt;a href=&quot;http://textosparareflexao.blogspot.com/2009/07/ha-vagas-no-ceu.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;só poderemos entrar de mãos dadas&lt;/a&gt;,
  e se nalgum dia chegarmos lá antes de nossos irmãos, tudo o que 
desejaríamos  seria retornar e ajudar os que aqui ficaram – pois isso 
seria a atitude natural  de um ser amoroso.&lt;br /&gt;
Então, eu sinto muito, Ergom, e eu sinto muito,  Comandante Ashtar, 
mas se quiserem pousar sua Nave-Mãe e “salvar seus eleitos”,  que sejam 
bem vindos. Mas eu, eu ficarei. Ficarei para ajudar o planeta... E  acho
 que isso resume o que tinha para dizer acerca do “Projeto Evacuação 
Mundial”.&lt;br /&gt;
Nunca mais voltei aquela “casa esotérica”, mas tem  uma coisa que não
 me foge a memória... O garoto, o pobre garoto... Será que ele  vive até
 hoje angustiado, esperando pela Nave-Mãe que não chega? Será que ele &lt;i&gt;realmente&lt;/i&gt; se acha um paranormal?&lt;br /&gt;
Também não me perguntem o que o Comando Ashtar tem a ver com as 
fotografias Kirlian, até hoje não descobri... Felizmente, no entanto, 
nem todas as minhas festas estranhas foram tão sem sentido.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/8262740115914861339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/01/esperando-nave-mae.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/8262740115914861339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/8262740115914861339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/01/esperando-nave-mae.html' title='Esperando a Nave-Mãe'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDn4cjKEWfBEMka637A3sS40XWq2jXgEmUHZjPREY_gIjlTt93S41PPNhBUJlBtTcAmISBC4jOcLpFeiWJpbnzn_kGU9zuljlKnF2sw_mR0fWR7gbQI-Ai1kCL7vIe-uqxaEJEIsNumyI/s72-c/ufo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-6888689279279052171</id><published>2012-01-22T14:01:00.005-02:00</published><updated>2012-03-18T23:33:26.123-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ciencias e universo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religiao"/><title type='text'>Isto não é o nada, parte 2</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1652293058939179959&quot; name=&quot;4353071967295295825&quot;&gt;&lt;/a&gt;
     
      &lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title&quot;&gt;


       &lt;a href=&quot;http://textosparareflexao.blogspot.com/2010/11/isto-nao-e-o-nada-parte-2.html&quot; title=&quot;Abrir somente este post&quot;&gt;&lt;br /&gt;
        &lt;/a&gt;
      &lt;/h3&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUIxAqV8j_bPR9JFhbOcXk7WV20UmHGtRrvA9AS4fZz5f71zZVHJ_gA2MTs3y4x_aFceAv6VoC4-K89TxSj1OoYOp5KDtDdF2pYl7szn_tC3sSzCiWjIvZs09V3KxSoZJq7HY97fY-zDI/s1600/SilentWorld_michael_kenna_11.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5539130229384386370&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUIxAqV8j_bPR9JFhbOcXk7WV20UmHGtRrvA9AS4fZz5f71zZVHJ_gA2MTs3y4x_aFceAv6VoC4-K89TxSj1OoYOp5KDtDdF2pYl7szn_tC3sSzCiWjIvZs09V3KxSoZJq7HY97fY-zDI/s320/SilentWorld_michael_kenna_11.jpg&quot; style=&quot;cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0 10px 10px 0; width: 295px;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;

&lt;br /&gt;
Está na hora de eu dar minha opinião  sobre tudo isso... Apesar de 
admirar o pensamento de todos os autores citados  acima – incluindo dos 
que discordo –, penso que ainda há uma forma de resumir  estas questões 
da unificação fundamental, do surgimento da vida e do paradoxo  de ainda
 não termos encontrado nenhum sinal de vida inteligente neste Cosmos  
tão grande. &lt;br /&gt;
Este é o problema, o paradoxo, e também a  solução – ele é grande, &lt;i&gt;muito&lt;/i&gt;
 grande,  talvez não muito diferente, na prática, do infinito. Quando os
 cientistas  descobriram a radiação de fundo cósmica, uma das maiores 
comprovações  experimentais da teoria do Big Bang, também se depararam 
com um grande  problema: como explicar como ela era tão homogênea?&lt;br /&gt;
Isto foi resolvido pela teoria do físico  Alan Guth. A sua idéia é 
que, na aurora do tempo, o espaço inflou com uma  velocidade 
absurdamente grande. Dois pontos que, inicialmente, eram vizinhos,  
durante a expansão ultra-rápida se distanciaram mais rapidamente do que a
  velocidade da luz. Para que o mecanismo funcionasse e pudesse explicar
 a  geometria cósmica e a homogeneidade da matéria, e expansão tinha de 
ser  exponencialmente rápida. Por isso, sua teoria ficou conhecida como &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Infla%C3%A7%C3%A3o_c%C3%B3smica&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Inflação  Cósmica&lt;/a&gt;. Atualmente esta teoria é aceita pela grande maioria dos cientistas.&lt;br /&gt;
Uma das conseqüências da Inflação é o  conceito de &lt;i&gt;horizonte cósmico&lt;/i&gt;...
  Sabemos que nada material viaja mais rápido do que a luz, entretanto, 
durante a  Inflação, o próprio tecido do espaço-tempo “inflou” de forma 
mais rápida do que  a luz! Isso significa que existe um horizonte até 
onde podemos enxergar o  universo – e além dele há o “universo 
desconhecido”, além do alcance da luz do  nosso lado, do nosso 
horizonte, como uma América que jamais poderá ser  alcançada por 
Colombo.&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiYzO3hZmvlkr7XRccZ0pvk5_LjHvexbLqkqz1_NQrZgfy2TujVZ8uaAX3v-sXtCyaCOsMwarHkFNXEuanD-kDaVYEKPuOJbmt2mQyd5YSOTjnMrnoEqh7ttoiFyznmjyUuxTyVShJNGMg/s1600/SilentWorld_michael_kenna_61.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5539130350466898450&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiYzO3hZmvlkr7XRccZ0pvk5_LjHvexbLqkqz1_NQrZgfy2TujVZ8uaAX3v-sXtCyaCOsMwarHkFNXEuanD-kDaVYEKPuOJbmt2mQyd5YSOTjnMrnoEqh7ttoiFyznmjyUuxTyVShJNGMg/s320/SilentWorld_michael_kenna_61.jpg&quot; style=&quot;cursor: hand; cursor: pointer; float: right; height: 320px; margin: 0 0 10px 10px; width: 317px;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;

Diante dessas informações, eu muitas  vezes me pergunto, ou melhor, 
me vejo fazendo a seguinte pergunta aos  cientistas: “Meus caros, que 
parte do infinito vocês não entenderam?”&lt;br /&gt;
Os cientistas procuram por agulhas no  palheiro cósmico, e ao não encontrá-las ficam &lt;i&gt;algo&lt;/i&gt;
 inquietos e angustiados... Para os que seguem a bíblia, como  Heeren, 
isso só pode significar que Deus escolheu mesmo apenas aquele povo  
perdido num deserto da terceira pedra do Sol, na periferia de uma dentre
  trilhões de galáxias; Para os céticos desiludidos com a busca pela 
unificação  na ciência, ou pela busca da “vida abundante” no Cosmos, 
isso só pode  significar que somos um raríssimo acidente em meio a um 
universo caótico e  hostil; Ainda para outros, talvez mais moderados, 
isso tão somente significa  que o Cosmos é grande, realmente grande – 
mas &lt;i&gt;quão&lt;/i&gt; grande?&lt;br /&gt;
É aí que o infinito entra para bagunçar  com todas as teorias e 
crenças de tantas mentes brilhantes. O infinito não se  equaciona, está 
além da matemática e talvez mesmo além de nossa  racionalidade... Mesmo 
assim, ainda é possível tentar vislumbrá-lo pela lógica,  tal qual 
arriscou o grande Benedito Espinosa.&lt;br /&gt;
Em sua “Ética” (Ed. Autêntica), Espinosa  analisa a questão da criação, do “&lt;a href=&quot;http://textosparareflexao.blogspot.com/2009/11/reflexoes-sobre-o-nada-parte-2.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;porque existe algo e não nada?&lt;/a&gt;”.
 Podem  acusá-lo de ser mais um “sonhador da unidade fundamental de 
todas as coisas” –  tal qual o faz Marcelo Gleiser com certa propriedade
 –, mas apenas acusar não  basta: é preciso resolver a questão, é 
preciso encarar ao infinito face a face.  E até hoje, que me desculpem 
os seguidores da bíblia e cientistas céticos,  dentre todas as teorias 
acima citadas, somente ele avançou efetivamente nesta  questão.&lt;br /&gt;
Se algo não surge do nada, nem mesmo  flutuações quânticas no vácuo, 
nem mesmo um espaço vazio ou um pensamento,  então há que existir algo 
de incriado, algo de eterno. Espinosa o chamou de  Substância, “a 
Substância que não poderia criar a si mesma”... Ora, como sabemos  que 
espaço e tempo estão intimamente conectados, falar em eternidade é falar
 em  infinito.&lt;br /&gt;
Comparativamente, o núcleo de um átomo em  relação à órbita de seus 
elétrons corresponderia a um pequeno inseto no centro  de um estádio de 
futebol, uma mosca no meio do Maracanã. O &lt;i&gt;resto&lt;/i&gt; é espaço vazio,
 ou preenchido por alguma parte dos 96% de  matéria ou energia escura 
que não interagem com a luz e, portanto, jamais foram  detectados pela 
ciência – postula-se sua existência pela observação do  movimento das 
galáxias, na media em que falta &lt;i&gt;bastante&lt;/i&gt; matéria para explicá-lo.&lt;br /&gt;
Seguindo nesse pensamento, sabemos que  apenas em nosso horizonte 
cósmico existem mais estrelas (sóis como o nosso,  cheias de planetas à 
volta) do que grãos de areia em todas as praias da Terra!  E mesmo que 
nem uma única forma de vida exista em torno desses trilhões e  trilhões 
de sóis, lembrem-se de que estamos falando apenas de nosso horizonte,  
de até onde nossa luz pode chegar. No “universo desconhecido” temos  
praticamente um infinito de possibilidades. É muito difícil afirmar 
qualquer  coisa do tipo “não existe vida fora da Terra” ante à tal 
infinito.&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiALD2QIt8DJP-GWQ-bUC6N8HN8eCoiZhT5FLaFqwDUJlokVkCIIq_JzsozQfMnvl047_b1xFKJ5aQgH4Qgy7ENLOtaZtNdMJ7pLeNhqVzcFDXjFnfX5LJt7myowaUYqV1jK5f4WKDgglQ/s1600/SilentWorld_michael_kenna.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5539130430536492322&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiALD2QIt8DJP-GWQ-bUC6N8HN8eCoiZhT5FLaFqwDUJlokVkCIIq_JzsozQfMnvl047_b1xFKJ5aQgH4Qgy7ENLOtaZtNdMJ7pLeNhqVzcFDXjFnfX5LJt7myowaUYqV1jK5f4WKDgglQ/s320/SilentWorld_michael_kenna.jpg&quot; style=&quot;cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0 10px 10px 0; width: 238px;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;

Procuramos por agulhas num palheiro  cósmico, mas não devemos 
esmorecer se a busca tem se mostrado árdua... Não  devemos esmorecer 
ante o infinito, pois ele é tudo o que há, ele é a Substância  que 
abarca a todos nós. Procuramos por versões conscientes dessa Substância,
  mas por vezes esquecemos que também somos formados por ela, que também
 estamos &lt;i&gt;encharcados&lt;/i&gt; desse mar por todos os  lados.&lt;br /&gt;
Por mais rara que seja a vida na Terra,  ela não se compara à 
raridade da simples existência de tudo o que há. Como os  4% da matéria 
que interage com a luz, ou como a ínfima quantidade de elementos  
pesados que possibilitam a vida como a conhecemos em meio a um oceano de
 hélio  e hidrogênio, somos tão raros quanto a própria Substância. E 
mesmo que sejamos  poucos na Terra, nos confins de nosso horizonte 
cósmico e além, certamente  seremos muitos – tantos quanto às estrelas 
em meio ao infinito.&lt;br /&gt;
Da próxima vez que se angustiarem com a  escuridão da noite, com a 
idéia do nada e da morte vindoura, lembrem-se de que  também temos 
tantos neurônios em nosso cérebro quanto estrelas no céu,  lembrem-se de
 tudo isso que nos lembramos, e pensamos, e sentimos, e intuímos.  
Lembrem-se e afirmem para si mesmos:&lt;br /&gt;
Isto não é o nada.&lt;br /&gt;
***&lt;br /&gt;
Crédito das imagens: Silent World</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/6888689279279052171/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/01/isto-nao-e-o-nada-parte-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6888689279279052171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6888689279279052171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2012/01/isto-nao-e-o-nada-parte-2.html' title='Isto não é o nada, parte 2'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUIxAqV8j_bPR9JFhbOcXk7WV20UmHGtRrvA9AS4fZz5f71zZVHJ_gA2MTs3y4x_aFceAv6VoC4-K89TxSj1OoYOp5KDtDdF2pYl7szn_tC3sSzCiWjIvZs09V3KxSoZJq7HY97fY-zDI/s72-c/SilentWorld_michael_kenna_11.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-6646869696024699466</id><published>2011-12-05T18:50:00.001-02:00</published><updated>2012-04-10T22:18:12.498-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religiao"/><title type='text'>Quem escreveu a Bíblia?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;A história de Deus foi escrita pelos 
homens. Mas quem é o autor do livro mais influente de todos os tempos? 
As respostas são surpreendentes - e vão mudar sua maneira de ver as 
Escrituras&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por José Francisco Botelho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fonte&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://super.abril.com.br/religiao/quem-escreveu-biblia-447888.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://super.abril.com.br/religiao/quem-escreveu-biblia-447888.shtml&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgfB0htFYbiuuuNXq4D9Divp4A0mJhB-moQe9WHqkvV_wcTtPuc26X38jYnwjjBGiKjir4cJfu-9pwyOLYg8GKxC8sH5eCdQlQJQYv6e4GB5zlo1hQ7uDP5ArDaUU6WzLPtbtSUJvbcSRw7/s1600/quemescreveuB%25C3%25ADblia.JPG&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgfB0htFYbiuuuNXq4D9Divp4A0mJhB-moQe9WHqkvV_wcTtPuc26X38jYnwjjBGiKjir4cJfu-9pwyOLYg8GKxC8sH5eCdQlQJQYv6e4GB5zlo1hQ7uDP5ArDaUU6WzLPtbtSUJvbcSRw7/s320/quemescreveuB%25C3%25ADblia.JPG&quot; width=&quot;243&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Em algum lugar do Oriente Médio, por volta do século 10 a.C., uma pessoa
 decidiu escrever um livro. Pegou uma pena, nanquim e folhas de papiro 
(uma planta importada do Egito) e começou a contar uma história mágica, 
diferente de tudo o que já havia sido escrito. Era tão forte, mas tão 
forte, que virou uma obsessão. Durante os 1 000 anos seguintes, outras 
pessoas continuariam reescrevendo, rasurando e compilando aquele texto, 
que viria a se tornar o maior best seller de todos os tempos: a Bíblia. 
Ela apresentou uma teoria para o surgimento do homem, trouxe os 
fundamentos do judaísmo e do cristianismo, influenciou o surgimento do 
islã, mudou a história da arte – sem a Bíblia, não existiriam os 
afrescos de Michelangelo nem os quadros de Leonardo da Vinci – e nos 
legou noções básicas da vida moderna, como os direitos humanos e o 
livre-arbítrio. Mas quem escreveu, afinal, o livro mais importante que a
 humanidade já viu? Quem eram e o que pensavam essas pessoas? Como 
criaram o enredo, e quem ditou a voz e o estilo de Deus? O que está na 
Bíblia deve ser levado ao pé da letra, o que até hoje provoca conflitos 
armados? A resposta tradicional você já conhece: segundo a tradição 
judaico-cristã, o autor da Bíblia é o próprio Todo-Poderoso. E ponto 
final. Mas a verdade é um pouco mais complexa que isso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A própria Igreja admite que a revelação divina só veio até nós por meio 
de mãos humanas. A palavra do Senhor é sagrada, mas foi escrita por 
reles mortais. Como não sobraram vestígios nem evidências concretas da 
maioria deles, a chave para encontrá-los está na própria Bíblia. Mas ela
 não é um simples livro: imagine as Escrituras como uma biblioteca 
inteira, que guarda textos montados pelo tempo, pela história e pela fé.
 Aliás, o termo “Bíblia”, que usamos no singular, vem do plural grego ta
 biblia ta hagia – “os livros sagrados”. A tradição religiosa sempre 
sustentou que cada livro bíblico foi escrito por um autor claramente 
identificável. Os 5 primeiros livros do Antigo Testamento (que no 
judaísmo se chamam Torá e no catolicismo Pentateuco) teriam sido 
escritos pelo profeta Moisés por volta de 1200 a.C. Os Salmos seriam 
obra do rei Davi, o autor de Juízes seria o profeta Samuel, e assim por 
diante. Hoje, a maioria dos estudiosos acredita que os livros sagrados 
foram um trabalho coletivo. E há uma boa explicação para isso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As histórias da Bíblia derivam de lendas surgidas na chamada Terra de 
Canaã, que hoje corresponde a Líbano, Palestina, Israel e pedaços da 
Jordânia, do Egito e da Síria. Durante séculos acreditou-se que Canaã 
fora dominada pelos hebreus. Mas descobertas recentes da arqueologia 
revelam que, na maior parte do tempo, Canaã não foi um Estado, mas uma 
terra sem fronteiras habitada por diversos povos – os hebreus eram 
apenas uma entre muitas tribos que andavam por ali. Por isso, sua 
cultura e seus escritos foram fortemente influenciadas por vizinhos como
 os cananeus, que viviam ali desde o ano 5000 a.C. E eles não foram os 
únicos a influenciar as histórias do livro sagrado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As raízes da árvore bíblica também remontam aos sumérios, antigos 
habitantes do atual Iraque, que no 3o milênio a.C. escreveram a Epopéia 
de Gilgamesh. Essa história, protagonizada pelo semideus Gilgamesh, 
menciona uma enchente que devasta o mundo (e da qual algumas pessoas se 
salvam construindo um barco). Notou semelhanças com a Bíblia e seus 
textos sobre o dilúvio, a arca de Noé, o fato de Cristo ser humano e 
divino ao mesmo tempo? Não é mera coincidência. “A Bíblia era uma obra 
aberta, com influências de muitas culturas”, afirma o especialista em 
história antiga Anderson Zalewsky Vargas, da UFRGS.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Foi entre os séculos 10 e 9 a.C. que os escritores hebreus começaram a 
colocar essa sopa multicultural no papel. Isso aconteceu após o reinado 
de Davi, que teria unificado as tribos hebraicas num pequeno e frágil 
reino por volta do ano 1000 a.C. A primeira versão das Escrituras foi 
redigida nessa época e corresponde à maior parte do que hoje são o 
Gênesis e o Êxodo. Nesses livros, o tema principal é a relação passional
 (e às vezes conflituosa) entre Deus e os homens. Só que, logo no começo
 da Beeblia, já existiu uma divergência sobre o papel do homem e do 
Senhor na história toda. Isso porque o personagem principal, Deus, é 
tratado por dois nomes diferentes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em alguns trechos ele é chamado pelo nome próprio, Yahweh – traduzido em
 português como Javé ou Jeová. É um tratamento informal, como se o autor
 fosse íntimo de Deus. Em outros pontos, o Todo-Poderoso é chamado de 
Elohim, um título respeitoso e distante (que pode ser traduzido 
simplesmente como “Deus”). Como se explica isso? Para os 
fundamentalistas, não tem conversa: Moisés escreveu tudo sozinho e usou 
os dois nomes simplesmente porque quis. Só que um trecho desse texto 
narra a morte do próprio Moisés. Isso indica que ele não é o único 
autor. Os historiadores e a maioria dos religiosos aceitam outra teoria:
 esses textos tiveram pelo menos outros dois editores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Acredita-se que os trechos que falam de Javé sejam os mais antigos, 
escritos numa época em que a religiosidade era menos formal. Eles contêm
 uma passagem reveladora: antes da criação do mundo, “Yahweh não 
derramara chuva sobre a terra, e nem havia homem para lavrar o solo”. 
Essa frase, “não havia homem para lavrar o solo”, indica que, na 
primeira versão da Bíblia, o homem não era apenas mais uma criação de 
Deus – ele desempenha um papel ativo e fundamental na história toda. 
“Nesse relato, o homem é co-criador do mundo”, diz o teólogo Humberto 
Gonçalves, do Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos, no Rio Grande do 
Sul.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pelo nome que usa para se referir a Deus (Javé), o autor desses trechos 
foi apelidado de Javista. Já o outro autor, que teria vivido por volta 
de 850 a.C., é apelidado de Eloísta. Mais sisudo e religioso, ele compôs
 uma narrativa bastante diferente. Ao contrário do Deus-Javé, que fez o 
mundo num único dia, o Deus-Elohim levou 6 (e descansou no 7o). Nessa 
história, a criação é um ato exclusivo de Deus, e o homem surge apenas 
no 6o dia, junto aos animais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tempos mais tarde, os dois relatos foram misturados por editores 
anônimos – e a narrativa do Eloísta, mais comportada, foi parar no 
início das Escrituras. Começando por aquela frase incrivelmente simples e
 poderosa, notória até entre quem nunca leu a Bíblia: “E, no início, 
Deus criou o céu e a terra...”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPkePYtW8PDynMKefqA8SSTT7Y4P7lhJi2oNZYzEJDc1bbtV-FatPOhMlXw1C1U3VHZ_wkjkrUDNilHwo0z_y8l9nnm4AGY6ZJnvUAAuifIhAujE00ceWHCNOk9jHsgS1LqqquZZ9zIXke/s1600/Persepolis_ahriman.jpg&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPkePYtW8PDynMKefqA8SSTT7Y4P7lhJi2oNZYzEJDc1bbtV-FatPOhMlXw1C1U3VHZ_wkjkrUDNilHwo0z_y8l9nnm4AGY6ZJnvUAAuifIhAujE00ceWHCNOk9jHsgS1LqqquZZ9zIXke/s200/Persepolis_ahriman.jpg&quot; width=&quot;127&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Ahura Mazda x Arimã&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Em 589 a.C., Jerusalém foi arrasada pelos babilônios, e grande parte da 
população foi aprisionada e levada para o atual Iraque. Décadas depois, 
os hebreus foram libertados por Ciro, senhor do Império Persa – um 
conquistador “esclarecido”, que tinha tolerância religiosa. Aos poucos, 
os hebreus retornaram a Canaã – mas com sua fé transformada. Agora os 
sacerdotes judaicos rejeitavam o politeísmo e diziam que Javé era o 
único e absoluto deus do Universo. “O monoteísmo pode ter surgido pelo 
contato com os persas – a religião deles, o masdeísmo, pregava a 
existência de um deus bondoso, Ahura Mazda, em constante combate contra 
um deus maligno, Arimã. Essa noção se reflete até na idéia cristã de um 
combate entre Deus e o Diabo”, afirma Zalewsky, da UFRGS.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A versão final do Pentateuco surgiu por volta de 389 a.C. Nessa época, 
um religioso chamado Esdras liderou um grupo de sacerdotes que mudaram 
radicalmente o judaísmo – a começar por suas escrituras. Eles editaram 
os livros anteriores e escreveram a maior parte dos livros Deuteronômio,
 Números, Levítico e também um dos pontos altos da Bíblia: os 10 
Mandamentos. Além de afirmar o monoteísmo sem sombra de dúvidas (“amarás
 a Deus acima de todas as coisas” é o primeiro mandamento), a reforma 
conduzida por Esdras impunha leis religiosas bem rígidas, como a 
proibição do casamento entre hebreus e não-hebreus. Algumas das leis 
encontradas no Levítico se assemelham à ética moderna dos direitos 
humanos: “Se um estrangeiro vier morar convosco, não o maltrates. Ama-o 
como se fosse um de vós”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Outras passagens, no entanto, descrevem um Senhor belicoso, vingativo e 
sanguinário, que ordena o extermínio de cidades inteiras – mulheres e 
crianças incluídas. “Se a religião prega a compaixão, por que os textos 
sagrados têm tanto ódio?”, pergunta a historiadora americana Karen 
Armstrong, autora de um novo e provocativo estudo sobre a Bíblia. Para 
os especialistas, a violência do Antigo Testamento é fruto dos séculos 
de guerras com os assírios e os babilônios. Os autores do livro sagrado 
foram influenciados por essa atmosfera de ódio, e daí surgiram as 
histórias em que Deus se mostra bastante violento e até cruel. Os 
redatores da Bíblia estavam extravasando sua angústia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por volta do ano 200 a.C., o cânone (conjunto de livros sagrados) 
hebraico já estava finalizado e começou a se alastrar pelo Oriente 
Médio. A primeira tradução completa do Antigo Testamento é dessa época. 
Ela foi feita a mando do rei Ptolomeu 2o em Alexandria, no Egito, grande
 centro cultural da época. Segundo uma lenda, essa tradução (de hebraico
 para grego) foi realizada por 72 sábios judeus. Por isso, o texto é 
conhecido como Septuaginta. Além da tradução grega, também surgiram 
versões do Antigo Testamento no idioma aramaico – que era uma espécie de
 língua franca do Oriente Médio naquela época.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dois séculos mais tarde, a Bíblia em aramaico estava bombando: ela era a
 mais lida na Judéia, na Samária e na Galiléia (províncias que formam os
 atuais territórios de Israel e da Palestina). Foi aí que um jovem 
judeu, grande personagem desta história, começou a se destacar. Como 
Sócrates, Buda e outros pensadores que mudaram o mundo, Jesus de Nazaré 
nada deixou por escrito – os primeiros textos sobre ele foram produzidos
 décadas após sua morte.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E o cristianismo já nasceu perseguido: por se recusarem a cultuar os 
deuses oficiais, os cristãos eram considerados subversivos pelo Império 
Romano, que dominava boa parte do Oriente Médio desde o século 1 a.C. 
Foi nesse clima de medo que os cristãos passaram a colocar no papel as 
histórias de Jesus, que circulavam em aramaico e também em coiné – um 
dialeto grego falado pelos mais pobres. “Os cristãos queriam compreender
 suas origens e debater seus problemas de identidade”, diz o teólogo 
Paulo Nogueira, da Universidade Metodista de São Paulo. Para fazer isso,
 criaram um novo gênero literário: o evangelho. Esse termo, que vem do 
grego evangélion (“boa-nova”), é um tipo de narrativa religiosa contando
 os milagres, os ensinamentos e a vida do Messias.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A maioria dos evangelhos escritos nos séculos 1 e 2 desapareceu. Naquela
 época, um “livro” era um amontoado de papiros avulsos, enrolados em 
forma de pergaminho, podendo ser facilmente extraviados e perdidos. Mas 
alguns evangelhos foram copiados e recopiados à mão, por membros da 
Igreja. Até que, por volta do século 4, tomaram o formato de códice – um
 conjunto de folhas de couro encadernadas, ancestral do livro moderno. O
 problema é que, a essa altura do campeonato, gerações e gerações de 
copiadores já haviam introduzido alterações nos textos originais – seja 
por descuido, seja de propósito. “Muitos erros foram feitos nas cópias, 
erros que às vezes mudaram o sentido dos textos. Em certos casos, tais 
erros foram também propositais, de acordo com a teologia do escrivão”, 
afirma o padre e teólogo Luigi Schiavo, da Universidade Católica de 
Goiás. Quer ver um exemplo?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgywkkUVq6nB-GaYnJvXD3JfdwGJMXkOt9K6PstqNIlcoBwenbxE_Lu9vOtkYhzrVe9_HgcgcEC7wHYjUR8yvt0dnLpnRR9pFPlE4nf7efl9bf18nUshJGCjbVXF_q7VSWbTU2cPpQHz8pc/s1600/Maria-Madalena-150x150.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgywkkUVq6nB-GaYnJvXD3JfdwGJMXkOt9K6PstqNIlcoBwenbxE_Lu9vOtkYhzrVe9_HgcgcEC7wHYjUR8yvt0dnLpnRR9pFPlE4nf7efl9bf18nUshJGCjbVXF_q7VSWbTU2cPpQHz8pc/s1600/Maria-Madalena-150x150.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Sabe aquela famosa cena em que Jesus salva uma adúltera prestes a ser 
apedrejada? De acordo com especialistas, esse trecho foi inserido no 
Evangelho de João por algum escriba, por volta do século 3. Isso porque,
 na época, o cristianismo estava cortando seu cordão umbilical com o 
judaísmo. E apedrejar adúlteras é uma das leis que os 
sacerdotes-escritores judeus haviam colocado no Pentateuco. A introdução
 da cena em que Jesus salva a adúltera passa a idéia de que os 
ensinamentos de Cristo haviam superado a Torá – e, portanto, os cristãos
 já não precisavam respeitar ao pé da letra todos os ensinamentos 
judeus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A julgar pelo último livro da Bíblia cristã, o Apocalipse (que descreve o
 fim do mundo), o receio de ter suas narrativas “editadas” era comum 
entre os autores do Novo Testamento. No versículo 18, lê-se uma terrível
 ameaça: “Se alguém fizer acréscimos às páginas deste livro, Deus o 
castigará com as pragas descritas aqui”. Essa ameaça reflete bem o clima
 dos primeiros séculos do cristianismo: uma verdadeira baderna 
teológica, com montes de seitas defendendo idéias diferentes sobre Deus e
 o Messias. A seita dos docetas, por exemplo, acreditava que Jesus não 
teve um corpo físico. Ele seria um espírito, e sua crucificação e morte 
não passariam – literalmente – de ilusão de ótica. Já os ebionistas 
acreditavam que Jesus não nascera Filho de Deus, mas fora adotado, já 
adulto, pelo Senhor. A primeira tentativa de organizar esse caos das 
Escrituras ocorreu por volta de 142 – e o responsável não foi um 
clérigo, mas um rico comerciante de navios chamado Marcião.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Bíblia segundo Marcião&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ele nasceu na atual Turquia, foi para Roma, converteu-se ao 
cristianismo, virou um teólogo influente e resolveu montar sua própria 
seleção de textos sagrados. A Bíblia de Marcião era bem diferente da que
 conhecemos hoje. Isso porque ele simpatizava com uma seita cristã hoje 
desaparecida, o gnosticismo. Para os gnósticos, o Deus do Velho 
Testamento não era o mesmo que enviara Jesus – na verdade, as duas 
divindades seriam inimigas mortais. O Deus hebraico era monstruoso e 
sanguinário, e controlava apenas o mundo material. Já o universo 
espiritual seria dominado por um Deus bondoso, o pai de Jesus. A Bíblia 
editada por Marcião continha apenas o Evangelho de João, 11 cartas de 
Paulo e nenhuma página do Velho Testamento. Se as idéias de Marcião 
tivessem triunfado, hoje as histórias de Adão e Eva no paraíso, a arca 
de Noé e a travessia do mar Vermelho não fariam parte da cultura 
ocidental. Mas, por volta de 170, o gnosticismo foi declarado proibido 
pelas autoridades eclesiásticas, e o primeiro editor da Bíblia cristã 
acabou excomungado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Roma, até então pior inimiga dos cristãos, ia se rendendo à nova fé. Em 
313, o imperador romano Constantino se aliou à Igreja. Ele pretendia 
usar a força crescente da nova religião para fortalecer seu império. 
Para isso, no entanto, precisava de uma fé una e sólida. A pressão de 
Constantino levou os mais influentes bispos cristãos a se reunirem no 
Concílio de Nicéia, em 325, para colocar ordem na casa de Deus. Ali, 
surgiu o cânone do cristianismo – a lista oficial de livros que, segundo
 a Igreja, realmente haviam sido inspirados por Deus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“A escolha também era política. Um grupo afirmou seu poder e autoridade 
sobre os outros”, diz o padre Luigi. Esse grupo era o dos cristãos 
apostólicos, que ganharam poder ao se aliar com o Império Romano. Os 
apostólicos eram, por assim dizer, o “partido do governo”. E por isso 
definiram o que iria entrar, ou ser eliminado, das Escrituras.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Eles escolheram os evangelhos de Marcos, Mateus, Lucas e João para 
representar a biografia oficial de Cristo, enquanto as invenções dos 
docetas, dos ebionistas e de outras seitas foram excluídas, e seus 
autores declarados hereges. Os textos excluídos do cânone ganharam o 
nome de “apócrifos” – palavra que vem do grego apocrypha, “o que foi 
ocultado”. A maioria dos apócrifos se perdeu – afinal de contas, os 
escribas da Igreja não estavam interessados em recopiá-los para a 
posteridade. Mas, com o surgimento da arqueologia, no século 19, pedaços
 desses textos foram encontrados nas areias do Oriente Médio. É o caso 
de um polêmico texto encontrado em 1886 no Egito. Ele é assinado por uma
 certa “Maria” que muitos acreditam ser a Madalena, discípula de Jesus, 
presente em vários trechos do Novo Testamento. O evangelho atribuído a 
ela é bem feminista: Madalena é descrita como uma figura tão importante 
quanto Pedro e os outros apóstolos. Nos primórdios do cristianismo, as 
mulheres eram aceitas no clero – e eram, inclusive, consideradas capazes
 de fazer profecias. Foi só no século 3 que o sacerdócio virou monopólio
 masculino, o que explicaria a censura da apóstola e seu testemunho. 
Aliás, tudo indica que Madalena não foi prostituta – idéia que teria 
surgido por um erro na interpretação do livro sagrado. No ano 591, o 
papa Gregório fez um sermão dizendo que Madalena e outra mulher, também 
citada nas Escrituras e essa sim ex-pecadora, na verdade seriam a mesma 
pessoa (em 1967, o Vaticano desfez o equívoco, limpando a reputação de 
Maria).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na evolução da Bíblia, foram aparecendo vários trechos machistas – e 
suspeitos. É o caso de uma passagem atribuída ao apóstolo Paulo: “A 
mulher aprenda (...) com toda a sujeição. Não permito à mulher que 
ensine, nem que tenha domínio sobre o homem (...) porque Adão foi 
formado primeiro, e depois Eva”. É provável que Paulo jamais tenha 
escrito essas palavras – porque, na época em que ele viveu, o 
cristianismo não pregava a submissão da mulher. Acredita-se que essa 
parte tenha sido adicionada por algum escriba por volta do século 2.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCLWfzFbr6a0LGJ8tfuZHg11lGLf8bwHS_O5osCZ3zFj_PchidymYOw_ZeiehDmEeBBS3QJ7mly9JARBVMBa_kJkv3Q3KNZ1Oxi-stb5_FnJKxtNL422tQUiXTk0TSc7d7nZrcCRI94aN-/s1600/A-constantino.jpg&quot; style=&quot;clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCLWfzFbr6a0LGJ8tfuZHg11lGLf8bwHS_O5osCZ3zFj_PchidymYOw_ZeiehDmEeBBS3QJ7mly9JARBVMBa_kJkv3Q3KNZ1Oxi-stb5_FnJKxtNL422tQUiXTk0TSc7d7nZrcCRI94aN-/s200/A-constantino.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Constantino&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
Após a conversão do imperador Constantino, o eixo do cristianismo se 
deslocou do Oriente Médio para Roma. Só que, para completar a 
romanização da fé, faltava um passo: traduzir a palavra de Deus para o 
latim. A missão coube ao teólogo Eusebius Hyeronimus, que mais tarde 
viria a ser canonizado com o nome de são Jerônimo. Sob ordens do papa 
Damaso, ele viajou a Jerusalém em 406 para aprender hebraico e traduzir o
 Antigo e o Novo Testamento. Não foi nada fácil: o trabalho durou 17 
anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: right; margin-left: 1em; text-align: right;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEzNH0ntIr5O6DrP16yL2j1sv6wY643WIEWG3YOi9LeKMKaesivmreiQnYoWcZuBBGZIilkTAtP-DQH0VNe3KYxE9shuBHc85dAQjvbQ_l97SR0N4l-C1iY2KeQ7SbsF88hOrOB1savVoq/s1600/biblia-vulgata.jpg&quot; style=&quot;clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEzNH0ntIr5O6DrP16yL2j1sv6wY643WIEWG3YOi9LeKMKaesivmreiQnYoWcZuBBGZIilkTAtP-DQH0VNe3KYxE9shuBHc85dAQjvbQ_l97SR0N4l-C1iY2KeQ7SbsF88hOrOB1savVoq/s200/biblia-vulgata.jpg&quot; width=&quot;140&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Vulgata&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Daí saiu a Vulgata, a Bíblia latina, que até hoje é o texto oficial da 
Igreja Católica. Essa é a Bíblia que todo mundo conhece. “A Vulgata foi o
 alicerce da Igreja no Ocidente”, explica o padre Luigi. Ela é tão 
influente, mas tão influente, que até seus erros de tradução se tornaram
 clássicos. Ao traduzir uma passagem do Êxodo que descreve o semblante 
do profeta Moisés, são Jerônimo escreveu em latim: cornuta esse facies 
sua, ou seja, “sua face tinha chifres”. Esse detalhe esquisito foi 
levado a sério por artistas como Michelangelo – sua famosa escultura 
representando Moisés, hoje exposta no Vaticano, está ornada com dois 
belos corninhos. Tudo porque Jerônimo tropeçou na palavra hebraica 
karan, que pode significar tanto “chifre” quanto “raio de luz”. A 
tradução correta está na Septuaginta: o profeta tinha o rosto iluminado,
 e não chifrudo. Apesar de erros como esse, a Vulgata reinou absoluta ao
 longo da Idade Média – durante séculos, não houve outras traduções.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O único jeito de disseminar o livro sagrado era copiá-lo à mão, tarefa 
realizada pelos monges copistas. Eles raramente saíam dos mosteiros e 
passavam a vida copiando e catalogando manuscritos antigos. Só que, às 
vezes, também se metiam a fazer o papel de autores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Após a queda do Império Romano, grande parte da literatura da 
Antiguidade grega e romana se perdeu – foi graças ao trabalho dos monges
 copistas que livros como a Ilíada e a Odisséia chegaram até nós. Mas 
alguns deles eram meio malandros: costumavam interpolar textos nas 
Escrituras Sagradas para agradar a reis e imperadores. No século 15, por
 exemplo, monges espanhóis trocaram o termo “babilônios” por “infiéis” 
no texto do Antigo Testamento – um truque para atacar os muçulmanos, que
 disputavam com os espanhóis a posse da península Ibérica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Escrituras em série&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tudo isso mudou após a invenção da imprensa, em 1455. Agora ninguém mais
 dependia dos copistas para multiplicar os exemplares da Bíblia. Por 
isso, o grande foco de mudanças no texto sagrado passou a ser outro: as 
traduções.Em 1522, o pastor Martinho Lutero usou a imprensa para 
divulgar em massa sua tradução da Bíblia, que tinha feito direto do 
hebraico e do grego para o alemão. Era a primeira vez que o texto 
sagrado era vertido numa língua moderna – e a nova versão trouxe várias 
mudanças, que provocavam a Igreja (veja quadro na pág. 65). Logo depois 
um britânico, William Tyndale, ousou traduzir a Bíblia para o inglês. No
 Novo Testamento, ele traduziu a palavra ecclesia por “congregação”, em 
vez de “igreja”, o termo preferido pelas traduções católicas. A mudança 
nessa palavrinha era um desafio ao poder dos papas: como era 
protestante, Tyndale tinha suas diferenças com a Igreja. Resultado? Ele 
foi queimado como herege em 1536. Mas até hoje seu trabalho é referência
 para as versões inglesas do livro sagrado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Bíblia chegou ao nosso idioma em 1753 – quando foi publicada sua 
primeira tradução completa para o português, feita pelo protestante João
 Ferreira de Almeida. Hoje, a tradução considerada oficial é a feita 
pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e lançada em 2001.
 Ela é considerada mais simples e coloquial que as traduções anteriores.
 De lá para cá, a Bíblia ganhou o mundo e as línguas. Já foi vertida 
para mais de 300 idiomas e continua um dos livros mais influentes do 
mundo: todos os anos, são publicadas 11 milhões de cópias do texto 
integral, e 14 milhões só do Novo Testamento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Depois de tantos séculos de versões e contra-versões, ainda não há 
consenso sobre a forma certa de traduzi-la. Alguns buscam traduções mais
 próximas do sentido e da época original – como as passagens traduzidas 
do hebraico pelo lingüista David Rosenberg na obra O Livro de J, de 
1990. Outros acham que a Bíblia deve ser modernizada para atrair 
leitores. O lingüista Eugene Nida, que verteu a Bíblia na década de 
1960, chegou ao extremo de traduzir a palavra “sestércios”, a antiga 
moeda romana, por “dólares”. Em 2008, duas versões igualmente ousadas 
estão agitando as Escrituras: a Green Bible (“Bíblia Verde”, ainda sem 
versão em português), que destaca 1 000 passagens relacionadas à 
ecologia – como o momento em que Jó fala sobre os animais –, e a Bible 
Illuminated (‘Bíblia Iluminada”, em inglês), com design ultramoderno e 
fotos de celebridades como Nelson Mandela e Angelina Jolie.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Bíblia se transforma, mas uma coisa não muda: cada pessoa, ou grupo de
 pessoas, a interpreta de uma maneira diferente – às vezes, com 
propósitos equivocados. Em pleno século 21, pastores fundamentalistas 
tentam proibir o ensino da Teoria da Evolução nas escolas dos EUA, sendo
 que a própria Igreja aceita as teorias de Darwin desde a década de 
1950. Líderes como o pastor Jerry Falwell defendem o retorno da 
escravidão e o apedrejamento de adúlteros, e no Oriente Médio rabinos 
extremistas usam trechos da Torá para justificar a ocupação de terras 
árabes. Por quê? Porque está na Bíblia, dizem os radicais. Não é nada 
disso. Hoje, os principais estudiosos afirmam que a Bíblia não deve ser 
lida como um manual de regras literais – e sim como o relato da jornada,
 tortuosa e cheia de percalços, do ser humano em busca de Deus. Porque 
esse é, afinal, o verdadeiro sentido dessa árvore de histórias regada há
 3 mil anos por centenas de mãos, cabeças e corações humanos: a crença 
num sentido transcendente da existência.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Top 5 pragas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
I. Quando os hebreus eram escravos no Egito, o Senhor enviou 10 pragas 
contra os opressores do povo escolhido. A primeira delas foi transformar
 toda a água do país em sangue (Êxodo 7:21).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
II. Como o faraó não libertava os hebreus, o Senhor radicalizou: matou, 
numa só noite, todos os primogênitos do Egito. “E houve grande clamor no
 país, pois não havia casa onde não houvesse um morto” (Êxodo 12:30).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
III. Desgostoso com os pecados de Sodoma e Gomorra, Deus destruiu as 
duas cidades com uma chuvarada de fogo e enxofre (Gênesis 19:24).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
IV. Para punir as deso­bediências do rei Davi, o Senhor enviou uma 
doença não identificada, que matou 70 mil homens e 200 mil mulheres e 
crianças (2 Samuel, 24: 1-13).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
V. Quando a nação dos filisteus roubou a arca da Aliança, onde estavam 
guardados os 10 Mandamentos, o Senhor os castigou com um surto de 
hemorróidas letais. “Os intestinos lhes saíam para fora e apodreciam” (1
 Samuel 5:9) .&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Os possíveis autores&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
1200 a.C. - Moisés&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo uma lenda judaica, a Torá (obra precursora da Bíblia) teria sido
 escrita por ele. Mas há controvérsias, pois existe um trecho da Torá 
que diz: “Moisés morreu e foi sepultado pelo Senhor próximo a Fegor”. 
Ora, se Moisés é o autor do texto, como ele poderia ter relatado a 
própria morte?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
1000 a.C. - Javista&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Viveu na corte do rei Davi, no antigo reino de Israel, e era um 
aristocrata. Ou, quem sabe, uma aristocrata: para o crítico Harold 
Bloom, Javista era mulher. Isso porque os personagens femininos da 
Bíblia (Eva e Sara, por exemplo) são muito mais elaborados que os 
masculinos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Século 4 a.C. - Esdras&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Líder religioso que reformou o judaísmo e possível editor do Pentateuco 
(5 primeiros livros da Bíblia). Vários trechos bíblicos editados por ele
 pregam a violência: “Derrubareis todos os altares dos povos que ides 
expropriar, queimareis as casas, e mudareis os nomes desses lugares”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Século 1 - Paulo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nunca viu Cristo pessoalmente, mas foi o primeiro a escrever sobre ele. 
Nascido na Turquia, Paulo viajou e fundou igrejas pelo Oriente Médio. 
Ele escrevia cartas para essas igrejas, contando a incrível aventura de 
um tal Jesus – que foi crucificado e ressuscitou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Século 1 - Maria Madalena&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Estava entre os discípulos favoritos de Jesus – e, diferentemente do que
 o Vaticano sustentou durante séculos, nunca foi prostituta. Pelo 
contrário: tinha influência no cristianismo e é a suposta autora do 
Apócrifo de Maria, um livro em que fala sobre sua relação pessoal com 
Jesus e divulga os ensinamentos dele.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Século 1 - João&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Escreveu o 4o evangelho do Novo Testamento (João) e o Livro do 
Apocalipse, o último da Bíblia. Para ele, Jesus não é apenas um messias –
 é um ser sobrenatural, a própria encarnação de Deus. Essa interpretação
 mística marca a ruptura definitiva entre judaísmo e fé cristã.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Século 5 - Jerônimo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nascido no território da atual Hungria, este padre foi enviado a 
Jerusalém com uma missão importantíssima: traduzir a Bíblia do grego 
para o latim. Cometeu alguns erros, como dizer que o profeta Moisés 
tinha chifres (uma confusão com a palavra hebraica karan, que na verdade
 significa “raio de luz”).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Século 16 - William Tyndale&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Possuir trechos da Bíblia em qualquer idioma que não fosse o latim era 
crime. O professor Tyndale não quis nem saber, traduziu tudo para o 
inglês, e acabou na fogueira. Mas seu trabalho foi incrivelmente 
influente: é a base da chamada “Bíblia do Rei James”, até hoje a 
tradução mais lida nos países de língua inglesa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Top 5 matanças&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
I. Um grupo de meninos malcriados zombou da calvície do profeta Eliseu. 
Pra quê! Na hora, dois ursos famintos saíram de um bosque e comeram as 
crianças (2 Reis 2:24).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
II. Cercado por um exército de filisteus, o herói Sansão apanhou a 
mandíbula de um jumento morto. Usando o osso como arma, ele massacrou 
mil inimigos (Juízes, 15:16).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
III. O profeta Elias convidou os sacerdotes do deus Baal para uma 
competição de orações. Era uma armadilha: Elias incitou o povo, que 
linchou os pagãos (1 Reis 18:40).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
VI. Os judeus haviam perdido a fé e começaram a adorar um bezerro de 
ouro. Moisés ficou furioso e mandou sacerdotes levitas matar 3 mil 
infiéis (Êxodo 32:19).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
V. A nação dos amalequitas disputava o território de Canaã com os 
judeus. O Senhor ordena que todos os amalequitas sejam chacinados (1 
Samuel 15:18).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Top 5 satanagens&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
I. Após a destruição de Sodoma, os únicos sobreviventes eram Ló e suas 
duas filhas. As filhas de Lot embebedaram o pai e tiveram com ele a 
noite mais incestuosa da Bíblia (Gênesis 19:31).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
II. O Cântico dos Cânticos, atribuído ao rei Salomão, é altamente 
erótico. Um dos trechos: “Teu corpo é como a palmeira, e teus seios, 
como cachos de uvas” (Cânticos 7:7).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
III. Os anjos do Senhor tiveram chamegos ilícitos com mulheres mortais. 
“Vendo os Filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, 
tomaram-nas como mulheres, tantas quanto desejaram” (Gênesis 6:2).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
IV. A Bíblia diz que os antigos egípcios eram muito bem-dotados. Após a 
fuga para Canaã, a judia Ooliba tem saudades dos tempos em que se 
prostituía no Egito. Tudo porque “seus amantes (...) ejaculavam como 
cavalos” (Ezequiel 23:20).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
V. O hebreu Onã casou com a viúva de seu irmão, mas não conseguia fazer 
sexo com ela – preferia o prazer solitário. Do nome dele vem o termo 
“onanismo”, que significa masturbação (Gênesis 38:9).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;As história da história&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Como o livro sagrado evoluiu ao longo dos tempos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tanach - Século 5 a.C.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É a Bíblia judaica, e tem 3 livros: Torá (palavra hebraica que significa
 “lei”), Nebiim (“profetas”) e Ketuvim (“escritos”). É parecida com a 
Bíblia atual, pois os católicos copiaram seus escritos. Contém as 
sementes do monoteísmo e da ética religiosa, mas também pregações de 
violência. A primeira das bíblias tem trechos ambíguos e misteriosos – 
algumas passagens dão a entender que Javé não é o único deus do 
Universo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Septuaginta - Século 3 a.C.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Oriente Médio era dominado pelos gregos e pelos macedônios. Muitos 
judeus viviam em cidades de cultura grega, como Alexandria, e desejavam 
adaptar sua religião aos novos tempos. Diz a lenda que Ptolomeu, rei do 
Egito, reuniu um grupo de 72 sábios judeus para traduzir a Tanach – e 
fizeram tudo em 72 dias. Por isso, o resultado é conhecido como 
Septuaginta. Inclui textos que não constam da Tanach.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Novo Testamento - Século 1&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A língua do Antigo Testamento é o hebraico, mas o Novo Testamento foi 
escrito num dialeto grego chamado coiné. Contém os relatos sobre vida, 
milagres, morte e ressurreição de Jesus – os evangelhos. Em alguns 
trechos, vai deixando evidente a divergência entre cristianismo e 
judaísmo. É o caso, por exemplo, do Evangelho de João, em que Jesus é 
descrito como uma encarnação de Deus (coisa na qual os judeus não 
acreditavam).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Católica - Século 4&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Seus autores decidiram incluir 7 livros que os judeus não reconheciam. 
São os chamados Deuterocanônicos: Tobias, Judite, Sabedoria, 
Eclesiástico, Baruque, Macabeus 1 e 2 (mais trechos dos livros Daniel e 
Ester). A Bíblia católica bate na tecla do monoteísmo: a palavra 
hebraica Elohim, usada na Tanach para designar a divindade, é o plural 
de El, um deus cananeu. Mas foi traduzida no singular e virou “Senhor”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ortodoxa - Por volta do século 4&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É baseada na Septuaginta, mas também inclui livros considerados 
apócrifos por católicos e protestantes: Esdras 1, Macabeus 3 e 4 e o 
Salmo 151. A tradução é mais exata (nesta Bíblia, Moisés nunca teve 
chifres, um erro de tradução introduzido pela Bíblia latina), e os 
escritos não são levados ao pé da letra: para os ortodoxos, o que conta 
são as interpretações do texto bíblico, feitas por teólogos ao longo dos
 séculos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Protestante - Século 16&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ao traduzir a Bíblia para o alemão, Martinho Lutero excluiu os livros 
Deuterocanônicos e mudou algumas coisas. Um exemplo é a palavra grega 
metanoia, que na Bíblia católica significa “fazer penitência” – uma 
referência à confissão dos pecados, um dos sacramentos católicos. Já 
Lutero traduziu metanoia como “reviravolta”. Para ele, confessar os 
pecados era inútil. O importante era transformar a vida pela fé.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Top 5 milagres&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
I. O maior de todos os milagres divinos foi o primeiro: a Criação do 
mundo, pelo poder da palavra. “E Deus disse: que haja luz. E houve luz” 
(Gênesis 1:3).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
II. Para dar-lhe uma amostra de seus poderes, o Senhor leva Ezequiel a 
um campo cheio de esqueletos – e os traz de volta à vida. “O vento do 
Senhor soprou neles, e viveram” (Ezequiel, 37; 1-28).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
III. Graças à benção divina, o herói Sansão tinha a força de muitos 
homens. Certa vez, foi atacado por um leão. “O espírito do Senhor 
deu-lhe poder, e Sansão destroçou a fera com as próprias mãos, como se 
matasse um cabrito” (Juízes 14:6).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
IV. Josué liderava uma batalha contra os amalequitas, mas o Sol estava 
se pondo. Como não queria lutar no escuro, o hebreu pediu ajuda divina –
 e o Sol ficou no céu (Josué 10:13).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
V. Para fugir do Egito, os hebreus precisavam atravessar o mar Vermelho.
 E não tinham navios. Moisés ergueu seu bastão e as águas do mar se 
dividiram. Após a passagem dos hebreus, o profeta deixou que as ondas se
 fechassem sobre os exércitos do faraó (Êxodo 14; 21-30).&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/6646869696024699466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/12/quem-escreveu-biblia.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6646869696024699466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6646869696024699466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/12/quem-escreveu-biblia.html' title='Quem escreveu a Bíblia?'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgfB0htFYbiuuuNXq4D9Divp4A0mJhB-moQe9WHqkvV_wcTtPuc26X38jYnwjjBGiKjir4cJfu-9pwyOLYg8GKxC8sH5eCdQlQJQYv6e4GB5zlo1hQ7uDP5ArDaUU6WzLPtbtSUJvbcSRw7/s72-c/quemescreveuB%25C3%25ADblia.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-4144032305246826137</id><published>2011-11-28T23:18:00.001-02:00</published><updated>2011-11-28T23:20:07.629-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="VIDEOS"/><title type='text'>videos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/4144032305246826137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/11/videos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/4144032305246826137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/4144032305246826137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/11/videos.html' title='videos'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-4572351734351016771</id><published>2011-11-27T15:36:00.001-02:00</published><updated>2011-11-27T15:39:06.390-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ciencias e universo"/><title type='text'>E se não houve um principio?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLQthb_o_OAaJKviBo1a-7lwZ_FxR7MCdHvC17hBx9Ox_H88QjI9sA8WBdG_CJc8qhciFPtBrh9ZaWt2qxY5JryXjNsPf6JaBFmft63w-CfbfgwxMnMIKU_9I3jsIOjhAuY3PaEijBTUwz/s1600/biocosmos.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLQthb_o_OAaJKviBo1a-7lwZ_FxR7MCdHvC17hBx9Ox_H88QjI9sA8WBdG_CJc8qhciFPtBrh9ZaWt2qxY5JryXjNsPf6JaBFmft63w-CfbfgwxMnMIKU_9I3jsIOjhAuY3PaEijBTUwz/s400/biocosmos.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
O Big Bang não é a única noção da origem
 do cosmo compatível com a física atual. A chamada cosmologia quântica 
de laços (“loop quantum cosmology”) está acumulando argumentos a favor 
de uma segunda possibilidade: que nosso universo tenha surgido do 
colapso de um universo preexistente. A teoria chegou agora ao ponto de 
maturidade necessária para fazer previsões que podem ser submetidas a 
testes experimentais. Caso se confirme, o Big Bang teria sido na 
realidade um Big Bounce – um grande rebote -, e o cosmo não viria de um 
ponto de infinita densidade, mas de uma sucessão de expansões e 
contrações talvez eterna, sem princípio nem fim.&lt;span id=&quot;more-1811&quot;&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A cosmologia quântica de laços tem a 
capacidade, pelo menos em princípio, de iluminar aquelas regiões do 
passado onde nem sequer alcança a grande teoria atual do espaço, o tempo
 e a gravidade, que é a relatividade geral de Einstein. As equações de 
Einstein se desfazem na origem do universo, que por isso constitui uma 
“singularidade” matemática, um ponto de densidade infinita que não pode 
ser explicado pela teoria da relatividade de Albert Einstein.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A relatividade geral é um dos dois 
pilares sobre os quais se baseia a física atual. Outro é a mecânica 
quântica. Em traços gerais, a primeira descreve as grandes escalas – o 
comportamento de planetas, estrelas, galáxias e suas interações 
gravitacionais -, e a segunda atua no mundo subatômico. As duas são 
teorias de enorme capacidade de previsão, que superaram as provas 
experimentais mais exigentes a que foram submetidas em seus respectivos 
âmbitos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas são incompatíveis entre si, e os 
físicos testaram duas grandes aproximações teóricas para superar essa 
discrepância, isto é, para agrupar a relatividade e a mecânica quântica 
sob um âmbito mais profundo, capaz de acolhê-las sem contradições. Uma 
delas é a teoria de cordas, e outra a gravidade quântica de laços, na 
qual se baseia a nova cosmologia do grande rebote.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A gravidade quântica de laços foi 
desenvolvida por Abhay Ashtekar, Lee Smolin, Carlo Rovelli e outros 
físicos desde a década de 1980. Sua principal qualidade é que o espaço 
não é um contínuo em pequena escala: assim como a matéria e a energia, o
 espaço é formado por quantias indivisíveis se o examinarmos muito de 
perto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Cada um desses pacotes de espaço mede 
apenas cerca de 10^-35 (10 elevado a menos 35) metros quadrados, uma 
magnitude não apreciável nas escalas habituais, mas suficiente para 
evitar os paradoxos matemáticos da “singularidade”: espaço zero implica 
uma densidade e uma gravidade infinitas na origem do universo, mas se o 
espaço não pode chegar jamais a ser zero a gravidade também não tem que 
ser infinita ali. Isso permite que as equações da gravidade quântica de 
laços explorem as regiões do passado que eram proibidas para a 
relatividade de Einstein.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quando Ashtekar e sua equipe 
desenvolveram há dois anos simulações detalhadas por computador do 
universo descrito pelas equações da gravidade quântica de laços – quer 
dizer, desenvolveram a cosmologia quântica de laços -, ocorreu algo 
inesperado. “Fiquei emocionado”, diz Ashtekar no último número da 
revista “New Scientist”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O físico estava observando a simulação 
correr para trás no tempo, com o universo se tornando cada vez menor e 
denso em energia enquanto se aproximava o momento do Big Bang. Isso era o
 esperado. Mas, em vez de desmoronar em um ponto de densidade infinita –
 a singularidade do Big Bang -, a simulação do cosmo rebateu e começou a
 se expandir de novo. Se as equações estavam corretas, nosso universo 
não vinha da explosão de um ponto, mas do rebote de um universo anterior
 no processo de compressão: um Big Bounce.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A cosmologia quântica de laços não pinta
 um universo eterno salvo por oscilações de tamanho que poderíamos 
chamar de “convencionais” em nenhum sentido tranqüilizador. Se a teoria 
estiver correta – o que falta verificar -, o universo anterior ao nosso 
teria se contraído até alcançar uma densidade monstruosa, de 5×10^96 (5 
vezes 10 elevado a 96) quilos por metro cúbico – a chamada densidade de 
Planck -, antes de rebater e dar lugar à atual fase de expansão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nenhuma civilização poderia sobreviver a
 coisa semelhante. O que torna essa teoria notável é sua capacidade de 
evitar os infinitos da singularidade, ou para esquivar-se dos paradoxos 
matemáticos derivados do espaço zero. No que se refere à metafísica, um 
Big Bounce não parece muito diferente de um Big Bang de pleno direito.&lt;br /&gt;
E só a gravidade poderia deter e reverter a atual expansão do cosmo para
 dar lugar a um novo ciclo cósmico. A matéria do universo não parece ser
 suficiente para isso, e a maioria dos modelos continua prevendo uma 
expansão acelerada e irreversível.
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nosso cosmo vai rebotar?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Que o universo inverta ou não sua 
tendência atual, para iniciar uma compressão que possa conduzir ao 
próximo rebote, depende criticamente de dois mistérios profundos: a 
matéria escura e a energia escura, que constituem 95% do que existe.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A matéria normal consiste em estrelas e –
 sobretudo – gás incandescente situado entre as galáxias que formam cada
 cúmulo galáctico. Mas a soma das galáxias com o gás não dá massa 
suficiente para manter o cúmulo unido pela atração gravitacional entre 
suas partes. Daí a necessidade teórica da matéria escura – 20% do 
universo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O outro mistério, a energia escura que 
forma os 75% restantes do cosmo, têm a mais curiosa das histórias na 
física teórica. Segundo a relatividade geral – a teoria da gravidade que
 Albert Einstein descobriu em 1916 depois de dez anos de luta 
intelectual -, os objetos deformam o espaço e o tempo – o espaço-tempo –
 de seu entorno, como uma bola de basquete deforma uma cama elástica. Se
 houver outra bola rolando pelas proximidades, a deformação fará que 
caia em espiral em direção à primeira – e vice-versa. Essas danças 
geométricas dos objetos em queda livre pelas curvaturas do espaço-tempo 
são a gravidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas a relatividade geral tinha um 
problema grave que Einstein não pôde ignorar: se os acúmulos de galáxias
 deformam a cama elástica do espaço-tempo, o universo deveria desmoronar
 para baixo. Como em 1916 o universo era estático, Einstein inventou uma
 força ou pressão repulsiva – imaginem um ventilador situado embaixo da 
cama elástica – que viria compensar as deformações causadas pelas bolas.
 Ele a chamou de constante cosmológica e escolheu sua magnitude de 
maneira arbitrária e cuidadosa para que o universo pudesse continuar 
sendo estático em grande escala.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O artifício de Einstein equivale a pedir
 que uma bola fique parada sobre o aro da cesta – não é uma metáfora: a 
equação é exatamente a mesma. É quase certo que a bola entrará ou sairá,
 e o segundo equivale à expansão cósmica que observamos. A energia 
escura – o motor dessa expansão acelerada – parece ser justamente essa 
constante cosmológica inventada por Einstein, só que sem o artifício da 
cesta. A constante foi descartada por pelo físico alemão – “o maior erro
 de minha carreira”, disse – quando se descobriu a expansão do universo,
 mas foi recuperada em tempos recentes ao se saber que esta era 
acelerada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2008/12/31/ult581u2976.jhtm&quot;&gt;El Pais&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/4572351734351016771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/11/e-se-nao-houve-um-principio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/4572351734351016771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/4572351734351016771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/11/e-se-nao-houve-um-principio.html' title='E se não houve um principio?'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLQthb_o_OAaJKviBo1a-7lwZ_FxR7MCdHvC17hBx9Ox_H88QjI9sA8WBdG_CJc8qhciFPtBrh9ZaWt2qxY5JryXjNsPf6JaBFmft63w-CfbfgwxMnMIKU_9I3jsIOjhAuY3PaEijBTUwz/s72-c/biocosmos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-5140859080337488261</id><published>2011-11-27T15:29:00.001-02:00</published><updated>2011-11-27T15:31:41.270-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ciencias e universo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Evolução"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Politica"/><title type='text'>Jornalistas x Ciência: A arte de desinformar</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;alignleft&quot; height=&quot;214&quot; src=&quot;http://ceticismo.net/wp-content/uploads/jornalistas_burros.jpg&quot; style=&quot;margin: 4px;&quot; width=&quot;187&quot; /&gt;O
 Brasil tem um problema sério com seu jornalismo. Eles deveriam ser um 
veículo de informação, mas agem no sentido inverso. Quando o &lt;a href=&quot;http://ceticismo.net/2009/06/19/stf-derruba-a-obrigatoriedade-do-diploma-de-jornalista/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;STF derrubou a obrigatoriedade do diploma de jornalista&lt;/a&gt;,
 muitos chiaram. Não sei porque. Por que precisamos de jornalistas? Para
 darem uma informação, uma notícia? Qualquer um pode fazer isso. Um belo
 exemplo do “qualquer um pode fazer isso” é a costumeira publicação de 
besteiras que as revistas &lt;b&gt;Veja&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Isto É &lt;/b&gt;proporcionam.
 É lamentável que tais veículos tidos como “de informação” consigam 
transmitir, não só pouco conhecimento, como divulgar bobagens e 
incorreções, como foi o caso onde a &lt;b&gt;Isto É&lt;/b&gt; divulgou um 
avanço da ciência onde pesquisadores “criaram” uma proteína humana em 
uma simulação das condições climáticas de Titã, a maior dos satélites 
naturais de Saturno. Peguem refrigerante e pipoca, pois vamos mostrar um
 verdadeiro festival de idiotices.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tudo começa com uma manchete. O que 
seria dos jornais sem as manchetes? Principalmente, sem os exageros 
inerentes? Acho que ninguém leria (se bem que a maioria só lê o título 
mesmo). Assim, a pseudo-reportagem da &lt;b&gt;Isto É&lt;/b&gt; começa de modo bombástico: &lt;a href=&quot;http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2078/os-domadores-de-titacientistas-brasileiros-criam-proteina-humana-em-laboratorio-151075-1.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Os domadores de Titã&lt;/a&gt;.
 Algo que parece ter saído direto da mitologia grega, como os nomes dos 
corpos celestes envolvidos. Examinando a “notícia”, eu me peguei 
brincando de Jogo dos &lt;b&gt;Vários Erros&lt;/b&gt;. Leiam e vamos ver quantos de vocês são capazes de encontrar.&lt;span id=&quot;more-4568&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Leram? Beleza, vamos começar:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Rex, vamos passear?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Cientistas brasileiros criam
 proteína humana em laboratório que simula as duras e extremas condições
 ambientais da maior lua de Saturno.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O subtítulo, à guisa de resumo, falam que cientistas brasileiros &lt;b&gt;criaram&lt;/b&gt;
 uma proteína humana (prestem atenção a esta “humana”). Criaram? Do 
zero? Inventaram uma ou puseram comidinha pra filhotinha e esta cresceu?
 Será que o certo não seria &lt;b&gt;sintetizaram&lt;/b&gt;? Seria. Mas a 
frase estranha é apenas um subtítulo. Com certeza eles explicarão melhor
 embaixo. E, em segundo lugar, chamam Titã de “lua”, quando o mais certo
 seria chamá-lo de satélite natural; se bem que para os leigos, é 
&amp;lt;b&amp;gt;lua&amp;lt;/b&amp;gt; e acabou. Deveríamos dar um desconto nessa? Vocês
 é que sabem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;Fúria de Titãs&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Destaque para o Brasil na 
edição da semana passada da revista americana “New Scientist”, umas das 
bíblias da comunidade científica mundial: dois pesquisadores da Unicamp,
 capitaneando uma equipe de químicos e biólogos, concluíram com sucesso 
uma experiência inédita e revolucionária no campo da astronomia. Mais: 
por meio dela agora se impõe com dados científicos a plausibilidade da 
hipótese de existência de formas elementares de vida onde tal fenômeno 
parecia inimaginável: na lua Titã, a maior do sistema solar e que orbita
 o planeta Saturno – sua superfície é de aproximadamente 56.850.000 km² e
 se distancia da Terra em interminável 1,2 bilhão de quilômetros&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Adorei o ufanismo no início da frase. &lt;b&gt;BRASIL-IL-IL!&lt;/b&gt; Sinto como se o Galvão Bueno estivesse escrevendo isso, o que explicaria muitas coisas. Em seguida, chamam a &lt;i&gt;New Scientist&lt;/i&gt; de “bíblia da comunidade científica”. Sei lá, mas isso não soa correto. A &lt;i&gt;New Scientist&lt;/i&gt; – como a &lt;i&gt;Nature&lt;/i&gt; e a &lt;i&gt;Science&lt;/i&gt;
 – não é uma “bíblia” ou verdade absoluta. É uma publicação 
científicaque, apesar de não possuir revisão por pares, é respeitada. 
Revisão por pares é o tipo de revisão que acontece quando você encaminha
 um artigo a uma determinada publicação. Outros cientistas examinarão 
seu texto, verão seus métodos de pesquisa (devidamente descritos tim-tim
 por tim-tim), e analisaram os resultados tentando encontrar alguma 
brecha. Se houver, eles devolvem e pedem para esclarecer ou mesmo 
reescrever certas partes. Eu nunca vi uma publicação que não tenha sido 
rejeitada de início, com solicitação para exame e clarificação de 
determinados trechos. Mas jornalistas não sabem isso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A seguir, o jornalista diz que químicos e
 biólogos “concluíram com sucesso uma experiência inédita e 
revolucionária no campo da astronomia”. Isso teria a ver com órbitas 
planetárias? Sim, porque astronomia cuida somente disso: dos corpos 
celestes. Não confundir com astrobiologia ou astroquímica; mas vamos 
considerar que tudo isso esteja no cerne da Astronomia, como um todo 
(serei bonzinho dessa vez). A propósito, não vou nem mencionar a falta 
de concordância da palavra “interminável” (que por sinal tem fim em 1,2 
bilhão de quilômetros).&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Respondem pelo experimento 
os pesquisadores Sérgio Pilling e Diana Andrade, que lograram reproduzir
 em laboratório o inóspito ambiente de Titã e, a partir daí, nele obter 
uma das principais proteínas imprescindíveis à vida, a adenina – ela 
mesma, a letra A das bases que compõem o DNA humano e que dá “leitura” 
genética somente quando se combina com a proteína timina.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Do jeito que o texto é colocado, parece 
que reproduziram todo o ecossistema de Titã, o que não foi o caso. O que
 a equipe de pesquisadores fez foi desenvolver o experimento de Stanley 
Miller e Harold Urey, que, na década de 1950, &lt;a href=&quot;http://ceticismo.net/2008/10/20/de-frascos-com-50-anos-novos-indicios-da-origem-da-vida/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;desenvolveram o experimento que é considerado um marco histórico nas pesquisas a respeito da origem da vida&lt;/a&gt;,
 a Sopa Orgânica. Ao disparar descargas elétricas sobre uma mistura de 
hidrogênio, água, amônia e metano, com que procuravam simular condições 
semelhantes à atmosfera primitiva da Terra, Milley e Urey conseguiram 
fazer surgir espontaneamente dois aminoácidos indispensáveis à vida: a 
glicina e a alanina.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na referida experiência, a equipe usou o &lt;a href=&quot;http://www.lnls.br/lnls/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?tpl=home&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Laboratório Nacional de Luz Síncroton&lt;/a&gt;,
 em Campinas, para simular o efeito da radiação solar na faixa dos raios
 X na atmosfera de Titã. “Durante três dias, bombardeamos uma mistura de
 nitrogênio, metano (cerca de 5%) e um pouco de água com raios X e 
ultravioleta, que são radiações eletromagnéticas que estão em toda a 
parte nos céus. Assim, o que temos é um exemplo da atmosfera de Titã, 
junto com interações de emissões eletromagnéticas na faixa do 
ultravioleta e dos raios-X. Isso é muito pouco para chamar de “condições
 climáticas”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;alignright&quot; src=&quot;http://ceticismo.net/wp-content/uploads/adenina.jpg&quot; style=&quot;margin: 4px;&quot; /&gt;Agora vem o verdadeiro genocídio científico, começando por chamar a adenina de &lt;b&gt;proteína&lt;/b&gt;.
 Proteínas são macromoléculas, ou seja, polímeros. Polímeros são 
moléculas de grande massa molecular, estabelecendo ligações com diversas
 unidades iguais (monômeros), de modo quase infinito. Proteínas são 
formadas por aminoácidos, através de ligações peptídicas. Para saber 
mais sobre proteínas, acesse &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://www.enq.ufsc.br/labs/probio/disc_eng_bioq/trabalhos_pos2003/const_microorg/proteinas.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.
 A adenina é uma base nitrogenada da classe das purinas. Na imagem ao 
lado, podemos ver uma representação da sua fórmula estrutural em duas 
dimensões, onde notamos que é tão somente um composto heterocíclico 
nitrogenado, e não um polímero. O pior é que dizem que a adenina é uma 
proteína &lt;b&gt;HUMANA!&lt;/b&gt; Pelas calcinhas de Hera, quer dizer 
que somente existe adenina nos seres humanos? Provável, porque os 
irresponsáveis que escreveram isso ainda continuaram no estupro 
científico alegando que a adenina é a letra &lt;b&gt;A&lt;/b&gt; do &lt;b&gt;DNA&lt;/b&gt;. Argh! Isso fará o leigo perguntar: “O que são as letras &lt;b&gt;D&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;N&lt;/b&gt;?”. Quando falam isso parece que só seres humanos possuem DNA.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Resumidamente (e MUITO resumidamente), o
 DNA é um encadeamento de diversos nucleotídeos. Cada nucleotídeo é 
formado por diversas bases nitrogenadas (leia mais &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://ceticismo.net/2009/09/04/pesquisadores-determinam-variabilidade-genetica-entre-dois-homens/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;). Essas bases nitrogenadas são: Adenina, Guanina, Citosina e Timina (ou &lt;b&gt;A, G, C e T&lt;/b&gt;).
 A Adenina e a Guanina são purinas, enquanto que a Citosina e a Timina 
são pirimidinas. Quando se dá a hélice dupla, os compostos de uma das 
“fitas”, que seriam a sequência de bases, estabelecem ligações de 
hidrogênio, que errôneamente chamam de Ponte de Hidrogênio. As ligações 
de hidrogênio são interações fracas, o que explica a sua grande 
importância em sistemas bioquímicos e mesmo na química. Elas são 
extremamente importantes por serem responsáveis pela ligação de cadeias 
peptídicas em proteínas e por ligarem pares de bases nas gigantescas 
moléculas contendo ácidos nucléicos, que é o que estamos discutindo 
aqui.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Purinas estabelecem pontes de hidrogênio
 com timinas, mas não com outras purinas; no caso da adenina, ela 
somente estabelecerá este tipo de ligação com a timina, enquanto que a 
guanina estabelecerá ligações de hidrogênio com a citosina. Dizer que a 
adenina se “combina” com a timina é uma &lt;b&gt;ATROCIDADE&lt;/b&gt;, 
algo que faz um químico colocar as mãos entre as pernas e dizer 
“UUUUUUUFFFFFFFFFF”. Combinação infere em uma reação química. Se existe 
reação química (ou, como alguns idiotas nos colégios estão chamando: 
transformação química), então haverá a produção de novos componentes. 
Não há. Adenina continuará sendo adenina, timina continuará sendo timina
 e jornalista da &lt;b&gt;Isto É&lt;/b&gt; continuará sendo imbecil.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O jornalismo científico brasileiro é um 
lixo! Publica-se qualquer besteira sem o menor critério, sem a menor 
responsabilidade. Um outro exemplo que ilustra isso foi postado pelo 
Carlos Hotta do &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://scienceblogs.com.br/brontossauros/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Brontossauros no meu Jardim&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;,
 onde ele mostra a indignação que todos nós, cientistas e amantes do 
conhecimento, temos quando vemos estas arbitrariedades. Em sua postagem &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://scienceblogs.com.br/brontossauros/2009/04/revista_veja_fail_ao_quadrado.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Revista Veja #FAIL ao quadrado!&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, ele mostra a irresponsabilidade da &lt;b&gt;Veja&lt;/b&gt; (curiosamente, da mesma editora que publica a &lt;b&gt;Isto É&lt;/b&gt;) ao não ficar só informando errado, mas se sentindo no arrogante direito a não informar direito, soltando a seguinte pérola:&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
(…) Por não ser uma revista 
científica, VEJA pode sim representar os genes como bolinhas. 
Cometeríamos erro se tivéssemos trocado os genes pelo DNA ou coisas do 
gênero. As imagens publicadas foram obtidas em bancos de imagens e estão
 identificadas da mesma forma como aparecem em VEJA.&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aqui vemos o total compromisso da &lt;b&gt;Veja&lt;/b&gt; &lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;Multiuso&lt;/span&gt; (extensivo à &lt;b&gt;Isto É&lt;/b&gt;)
 em apenas o lucro, e não informar. Não se sentem na obrigação de 
informar direito, então qual obrigação os prende em publicar outras 
notícias com acurácia e seriedade? É uma vergonha que isso exista nesse 
país, pois, ao meu ver, deveriam responder processo por alienação 
cultural. Realmente, são revistas independentes. Elas não dependem de 
veracidade em suas redações para fazer sucesso. Dependem de uma 
população de pseudoleitores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para você, que quer saber exatamente o que a &lt;i&gt;New Scientist&lt;/i&gt; trouxe, e que os vendedores de jornal ignoraram, o link é &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;http://www.newscientist.com/article/dn17380-solar-xrays-may-create-dna-building-blocks-on-titan.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ESTE&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, e quando alguém o olhar com superioridade, citando a &lt;b&gt;Veja&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;Isto É&lt;/b&gt;, como fonte de informação, pode rir à vontade que eu deixo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Andre:ceticismo.net &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/5140859080337488261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/11/jornalistas-x-ciencia-arte-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/5140859080337488261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/5140859080337488261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/11/jornalistas-x-ciencia-arte-de.html' title='Jornalistas x Ciência: A arte de desinformar'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-3479374375418098110</id><published>2011-11-23T18:42:00.001-02:00</published><updated>2012-04-10T22:19:29.071-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Humor"/><title type='text'>A palavra mais rica da língua portuguesa:</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjH1wK-Uylb-qbOh3VO4ElihJ1V0yBU27bpHWWQUOww39LrL5dWCW5vFkuHgNVmGxDkewVtxMiK3lg9ZLi44FXEObqRX7-XBYBDnKv9Uv6_QsxF1ag3fO9FN4-NRRHD3OnWAR1PCXuUrA12/s1600/OgAAAHV1oEx1-EynIdm64L24lo1wkroUZxYapZy7SAZUH6421dQFTcEU19Y2bo0AcN0WF3AfcMd3sqFW4pQBICwjd7EAm1T1UGpE9MYDtbBfhAL2OPSQchyBX5uv.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjH1wK-Uylb-qbOh3VO4ElihJ1V0yBU27bpHWWQUOww39LrL5dWCW5vFkuHgNVmGxDkewVtxMiK3lg9ZLi44FXEObqRX7-XBYBDnKv9Uv6_QsxF1ag3fO9FN4-NRRHD3OnWAR1PCXuUrA12/s320/OgAAAHV1oEx1-EynIdm64L24lo1wkroUZxYapZy7SAZUH6421dQFTcEU19Y2bo0AcN0WF3AfcMd3sqFW4pQBICwjd7EAm1T1UGpE9MYDtbBfhAL2OPSQchyBX5uv.jpg&quot; width=&quot;242&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; QUE MERDAAA&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;M E R D A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; font-size: 18pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;(Nem o Aurélio definiu tão bem)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-size: 18pt;&quot;&gt;A palavra mais rica da língua portuguesa é a palavra MERDA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;Esta versátil palavra pode mesmo ser considerada um coringa da língua portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&amp;nbsp; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;Vejam os exemplos a seguir:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;1) Como indicação geográfica 1: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Onde fica essa MERDA?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;2) Como indicação geográfica 2: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Vá a MERDA!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;3) Como indicação geográfica 3: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;17:00h - vou embora dessa MERDA.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;4) Como substantivo qualificativo: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Você é um MERDA!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;5) Como auxiliar quantitativo: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Trabalho pra caramba e não ganho MERDA nenhuma!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;6) Como indicador de especialização profissional: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Ele só faz MERDA.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-size: 18pt;&quot;&gt;7) Como indicativo de MBA: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Ele faz muita MERDA.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;8) Como sinônimo de covarde: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Seu MERDA!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-size: 18pt;&quot;&gt;9) Como questionamento dirigido: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Fez MERDA, né?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;10) Como indicador visual: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Não se enxerga MERDA nenhuma!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-size: 18pt;&quot;&gt;11) Como elemento de indicação do caminho a ser percorrido: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Por &amp;nbsp;que você não vai a MERDA?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;12) Como especulação de conhecimento e surpresa: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Que MERDA é essa?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;13) Como constatação da situação financeira de um indivíduo: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Ele &amp;nbsp;está na MERDA...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;14) Como indicador de ressentimento natalino: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Não ganhei MERDA nenhuma de presente!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-size: 18pt;&quot;&gt;15) Como indicador de admiração: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Puta MERDA!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;16) Como indicador de rejeição: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Puta MERDA!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;17) Como indicador de espécie: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O que esse MERDA pensa que é?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-size: 18pt;&quot;&gt;18) Como indicador de continuidade: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tô na mesma MERDA de sempre.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;19) Como indicador de desordem: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tá tudo uma MERDA!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-size: 18pt;&quot;&gt;20) Como constatação científica dos resultados da alquimia: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tudo o que ele toca vira MERDA!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;21) Como resultado aplicativo: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Deu MERDA.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-size: 18pt;&quot;&gt;22) Como indicador de performance esportiva: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Cruzeiro não está jogando MERDA nenhuma!!!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;23) Como constatação negativa: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Que MERDA!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-size: 18pt;&quot;&gt;24) Como classificação literária: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Êita textinho de MERDA!!!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-size: 18pt;&quot;&gt;25) Como situação de &#39;orgulho/metidez&#39; : &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Ela se acha e não tem &#39;MERDA NENHUMA!&#39;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt; font-weight: bold;&quot;&gt;E A ÚLTIMA E MAIS CLARA APLICAÇÃO...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; 
&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Times New Roman; font-size: 18pt;&quot;&gt;26) Como indicativo de ocupação: &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Para você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA nenhuma!!!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/3479374375418098110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/11/palavra-mais-rica-da-lingua-portuguesa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/3479374375418098110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/3479374375418098110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/11/palavra-mais-rica-da-lingua-portuguesa.html' title='A palavra mais rica da língua portuguesa:'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjH1wK-Uylb-qbOh3VO4ElihJ1V0yBU27bpHWWQUOww39LrL5dWCW5vFkuHgNVmGxDkewVtxMiK3lg9ZLi44FXEObqRX7-XBYBDnKv9Uv6_QsxF1ag3fO9FN4-NRRHD3OnWAR1PCXuUrA12/s72-c/OgAAAHV1oEx1-EynIdm64L24lo1wkroUZxYapZy7SAZUH6421dQFTcEU19Y2bo0AcN0WF3AfcMd3sqFW4pQBICwjd7EAm1T1UGpE9MYDtbBfhAL2OPSQchyBX5uv.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-6655290938156316147</id><published>2011-11-13T20:19:00.001-02:00</published><updated>2012-03-18T23:34:05.717-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religiao"/><title type='text'>A maior invenção da indústria da fé</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigdpKko9qJhq7BIMSiQWa2fdE2dyONbaIYxG6mnTdPM0fRt3DeaVUBIug2UVT8FUM44bfZAdr-2GZYsH1ug5IURFrDuotIW94VU1sytJkuNroqcXOzlGKa8rvPs46pNqJyoYbOitpumGlH/s1600/contribuicao.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;332&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigdpKko9qJhq7BIMSiQWa2fdE2dyONbaIYxG6mnTdPM0fRt3DeaVUBIug2UVT8FUM44bfZAdr-2GZYsH1ug5IURFrDuotIW94VU1sytJkuNroqcXOzlGKa8rvPs46pNqJyoYbOitpumGlH/s400/contribuicao.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Quando confrontados com um defensor do cristianismo, imediatamente 
aponte que a existência de Jesus não foi provada. Quando os defensores 
cristãos argumentam, usualmente apelam mais para as emoções do que para a
 razão, e tentarão te deixar embaraçado ao negar a historicidade de 
Jesus. A resposta habitual é qualquer coisa do gênero de “Negar a 
existência de Jesus não é tão tolo como negar a existência de Júlio 
César ou da Rainha Isabel?”. Uma variação popular desta resposta, usada 
especialmente contra os Judeus é “Negar a existência de Jesus não é como
 negar o Holocausto?”. Então aponte que há amplas fontes históricas que 
confirmam a existência de Júlio César, da Rainha Isabel ou de qualquer 
outro que for nomeado, enquanto que não existe evidência correspondente 
para Jesus.
&lt;br /&gt;
Para se ser perfeitamente direto, arranje um tempo para fazer alguma 
investigação sobre as personagens históricas mencionadas pelos 
defensores do cristianismo e apresente fortes evidências da sua 
existência. Ao mesmo tempo desafie os defensores cristãos a mostrar 
evidência similar da existência de Jesus. Aponte que embora a existência
 de Júlio César ou da Rainha Isabel, etc. seja universalmente aceita, o 
mesmo já não acontece com Jesus.&lt;br /&gt;
No Extremo Oriente, onde as maiores religiões são o Budismo, o 
Xintoísmo, o Taoísmo e o Confucionismo, Jesus é considerado como mais 
uma personagem da mitologia religiosa ocidental, a par com &lt;i&gt;Thor&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Zeus&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Osíris&lt;/i&gt;.
 A maioria dos Hindus não acredita em Jesus, mas os que acreditam 
consideram que ele é uma das muitas encarnações do deus hindu &lt;i&gt;Vishnu&lt;/i&gt;.
 Os muçulmanos certamente acreditam em Jesus, mas rejeitam a história do
 Novo Testamento e consideram que ele foi um profeta que anunciou a 
vinda de Maomé. Eles negam explicitamente que ele tenha sido 
crucificado.&lt;br /&gt;
Em resumo, não há uma história de Jesus que seja uniformemente aceite
 pelo mundo inteiro. É este fato que põe Jesus num nível diferente para 
personalidades históricas estabelecidas. Se os defensores do 
cristianismo usarem o “argumento do Holocausto”, aponte que o Holocausto
 está bem documentado e que existem numerosos relatos de testemunhas 
oculares. Aponte que a maior parte das pessoas que negam o Holocausto 
eram semeadores de ódio anti-semítico com credênciais fraudulentas.&lt;br /&gt;
Por outro lado, milhões de pessoas honestas na Ásia, que fazem a 
maioria da população mundial, não conseguiram ser convencidos pela 
história cristã de Jesus na medida que não há nenhuma evidência 
constrangedora da sua autenticidade. Os defensores do cristianismo 
insistirão que a história de Jesus é um fato bem estabelecido e irão 
argumentar que existe “muitas evidências que comprovam isso”. Insista em
 ver essas evidências e se recuse a ouvir enquanto eles não 
apresentarem.&lt;br /&gt;
Se Jesus não foi uma personagem histórica, de onde veio toda a 
história do Novo Testamento em primeiro lugar? O nome Hebreu para os 
Cristãos sempre foi &lt;i&gt;Notzrim&lt;/i&gt;. Este nome é derivado da palavra hebraica &lt;i&gt;neitzer&lt;/i&gt;, que significa broto ou rebento – um claro símbolo Messiânico. Já havia pessoas chamadas Notzrim no tempo do Rabbi &lt;i&gt;Yehoshua ben Perachyah&lt;/i&gt; (100 A.E.C.).&lt;br /&gt;
Apesar de os modernos Cristãos afirmarem que o Cristianismo só 
começou no primeiro século depois de Cristo, é claro que os Cristãos do 
primeiro século em Israel se consideravam como sendo a continuação do 
movimento Notzri, que existia à cerca de 150 anos. Um dos mais notáveis 
Notzrim foi &lt;i&gt;Yeishu ben Pandeira&lt;/i&gt;, também conhecido como &lt;i&gt;Yeishu ha-Notzri&lt;/i&gt;.
 Os estudiosos do Talmude sempre mantiveram que a história de Jesus 
começou com Yeishu. O nome Hebreu para Jesus sempre foi Yeishu, e o 
Hebreu para “Jesus de Nazaré” sempre foi “Yeishu ha-Notzri” (o nome 
Yeishu é um diminutivo do nome &lt;i&gt;Yeishua&lt;/i&gt;, e não de Yehoshua.) É 
importante notar que Yeishu ha-Notzri não é um Jesus histórico, uma vez 
que o Cristianismo moderno nega alguma conexão entre Jesus e Yeishu e, 
além do mais, partes do mito de Jesus são baseadas em outras personagens
 históricas além de Yeishu.&lt;br /&gt;
Sabemos pouco sobre Yeishu ha-Notzri. Todos os trabalhos modernos que
 o mencionam são baseados em informação retirada do Tosefta e do 
Baraitas – escritos feitos ao mesmo tempo do Mishna mas não contidos 
neste. Porque a informação histórica respeitante a Yeishu é tão danosa 
para o Cristianismo, muitos autores Cristãos (e também muitos Judeus) 
tentaram desacreditar esta informação e inventaram muitos argumentos 
engenhosos para a explicarem. Muitos dos seus argumentos são baseados em
 mal entendidos e citações erróneas do Baraitas, e para se ter uma 
imagem exata de Yeishu devem-se ignorar os autores cristãos e examinar o
 Baraitas diretamente.&lt;br /&gt;
A insuficiente informação contida no Baraitas é a seguinte: o Rabi 
Yehoshua ben Perachyah, num dado momento, repeliu Yeishu. As pessoas 
pensavam que Yeishu era um feiticeiro, considerando que ele tinha levado
 os Judeus a desencaminharem-se. Como resultado de acusações feitas 
contra ele (os detalhes das quais não são conhecidos, mas provavelmente 
envolveriam alta traição), Yeishu foi apedrejado e o seu corpo foi 
pendurado na véspera da Passagem. Antes disto, ele foi exibido durante 
40 dias com um arauto que ia à sua frente anunciando que ele iria ser 
apedrejado e chamando por gente para avançar e o defenderem. Todavia, 
nada foi trazido em seu favor. Yeishu tinha cinco discípulos: &lt;i&gt;Mattai&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Naqai&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Neitzer&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Buni&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Todah&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
No Tosefta e no Baraitas, o nome do pai de Yeishu é Pandeira ou &lt;i&gt;Panteiri&lt;/i&gt;. Estes são formas Hebreu-Aramaicas de um nome Grego. Em Hebreu, a terceira consoante do nome é escrito com um &lt;i&gt;dalet&lt;/i&gt; ou com um &lt;i&gt;tet&lt;/i&gt;. Comparando com outras palavras Gregas transliteradas para Hebreu mostra que o original Grego devia ter tido um &lt;i&gt;delta&lt;/i&gt; como sua terceira consoante, e assim a única possibilidade para o nome Grego do pai é &lt;i&gt;Panderos&lt;/i&gt;.
 Como os nomes Gregos eram comuns entre os Judeus durante a época dos 
Macabeus, não é necessário assumir que ele era Grego, como alguns 
autores fizeram.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/6655290938156316147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/11/maior-invencao-da-industria-da-fe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6655290938156316147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6655290938156316147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/11/maior-invencao-da-industria-da-fe.html' title='A maior invenção da indústria da fé'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigdpKko9qJhq7BIMSiQWa2fdE2dyONbaIYxG6mnTdPM0fRt3DeaVUBIug2UVT8FUM44bfZAdr-2GZYsH1ug5IURFrDuotIW94VU1sytJkuNroqcXOzlGKa8rvPs46pNqJyoYbOitpumGlH/s72-c/contribuicao.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-6501046820325379602</id><published>2011-10-29T00:36:00.000-02:00</published><updated>2011-10-29T00:36:58.094-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religiao"/><title type='text'>As 12 passagens mais aterrorizantes da Bíblia</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Lucida Grande&#39;,Verdana,Helvetica,Arial,Geneva,sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;size-medium wp-image-17527 alignleft&quot; height=&quot;252&quot; src=&quot;http://bulevoador.haaan.com/wp-content/uploads/2010/09/sangue-300x252.jpg&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; float: left; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot; title=&quot;sangue&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Para
 nós, ateus, é praticamente um consenso que o livro sagrado dos 
cristãos&amp;nbsp;seja uma&amp;nbsp;obra escrita e editada&amp;nbsp;por diferentes homens, de 
diferentes lugares e épocas com as&amp;nbsp;ainda mais diferentes intenções. Uma 
leitura metafórica&amp;nbsp; de partes da Bíblia (principalmente a criação do 
mundo e da humanidade no Genesis) é feita mesmo por uma parte 
significativa de cristãos mais esclarecidos. Porém, infelizmente, muito 
deles ainda encaram os textos bíblicos como literais e, pior, os 
repassam assim para suas crianças, como a “verdade absoluta”, de&amp;nbsp; forma 
completamente acrítica. Selecionei algun&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;s
 dos versículos mais tenebrosos do Antigo Testamento e apesar da análise
 carregada de humor, eu realmente espero, pelo menos, incentivar uma 
reflexão sobre os limites&amp;nbsp;desse&amp;nbsp;livro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span id=&quot;more-17520&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 60px; padding-right: 10px; padding-top: 10px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;* Salmo 137-9 -&amp;nbsp; Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas pedras.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Suspeito
 que muitos cristãos irão dizer que estou descontextualizando o verso 
acima. Queria dizer, primeiro, que não, não estou. Lendo o capítulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1652293058939179959&quot; name=&quot;more&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;
 você verá que o autor&amp;nbsp;se perde em lamentações pois está longe de sua 
terra natal e , desesperado, diz o absurdo aí em cima. E , segundo, o 
que raios seria um contexto adequado ou não para esse tipo de frase?&amp;nbsp;O 
único que consigo pensar deveria sair de algum livro de Stephen King. 
Por falar num dos grandes nomes da literatura&amp;nbsp;de&amp;nbsp;terror e 
paranormalidade, você ja assistiu/leu O Iluminado, leitor? É um 
clássico. Recomendo. Também tem a ver com maltrato de crianças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 60px; padding-right: 10px; padding-top: 10px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;*
 Malaquias 2 – 3 . Eis que reprovarei a vossa semente, e espalharei 
esterco sobre os vossos rostos, o esterco das vossas festas solenes; e 
para junto deste sereis levados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Bem,
 essa é só mais uma da inúmeras ameaças do deus de Israel contra o seu 
povo. Nesse caso, ele esta se referindo especificamente aos sacerdotes 
porque, provavelmente, fizeram alguma estátua para adorar no lugar dele 
mesmo, o deus invisível. E aí o senhor ficou bravo e castigou todo 
mundo. Então&amp;nbsp;todo mundo&amp;nbsp;se arrependeu e voltou a adorar somente Yaveh. 
Para logo em seguida fazer alguma outra escultura para chamar de “meu 
deus”… Bem, vocês conhecem a velha história do velho testamento, certo? 
Mas, digamos que esse verso é meio nojento. Nada contra o pessoal da 
cropofilia (tolerância, gente, tolerância) mas, né, a maioria das 
pessoas acha isso um tanto repulsivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 60px; padding-right: 10px; padding-top: 10px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;*
 Oseias 13-16 Samaria virá a ser deserta, porque se rebelou contra o seu
 Deus; cairão à espada, seus filhos serão despedaçados, e as suas 
grávidas serão fendidas pelo meio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Alguns
 leitores ja devem ter notado que um dos meus diretores de cinema 
preferido é Quentin Tarantino. No seu sanguinário Kill Bill Vol. 1 
ele&amp;nbsp;destina a protagonista, Beatrix Kiddo, para desmembrar exatos 88 
guerreiros. Mas mesmo um dos cineastas mais polemicos de hoje colocou 
personagem principal, grávida, para morrer com um misericordioso tiro na
 cabeça. Tá certo que ela foi espancada antes mas , caso tivessem 
partido ela ao meio, poxa, teria sido algo bem mais terrível.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: underline;&quot;&gt;Extra&lt;/span&gt;:
 no mesmo capítulo ainda temos o versiculo 8. Tão cruel quanto o 16. E 
advinha porque o deus de Israel estava tão nervoso? Uma dica: tem a ver 
com bezerros feitos de metais fundidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 60px; padding-right: 10px; padding-top: 10px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;*
 Deuteronômio – 28-26 E o teu cadáver servirá de comida a todas as aves 
dos céus, e aos animais da terra; e ninguém os espantará.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Sabe
 um dos aspectos da Bíblia que mais me incomoda, justamente por 
continuar presente em grande parte das congregações atuais? Essa 
espiritualidade do terror. Ou seja, o recurso recorrente ao medo, ao ser
 “temente” a deus.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: underline;&quot;&gt;Extra&lt;/span&gt;: versículo 30:&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;Desposar-te-ás com uma mulher, porém outro homem dormirá com ela&lt;/i&gt;. Eu não entendi direito: depois que você praticamente virou alpiste o pior que pode acontecer é … ser traido pela esposa(o)?&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: underline;&quot;&gt;E ainda tem mais&lt;/span&gt;: verso 53 do mesmo capítulo -&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;E
 comerás o fruto do teu ventre, a carne de teus filhos e de tuas filhas,
 que te der o SENHOR teu Deus, no cerco e no aperto com que os teus 
inimigos te apertarão&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 60px; padding-right: 10px; padding-top: 10px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;*I
 Samuel 15 – 3. Vai, pois, agora e fere a Amaleque; e destrói totalmente
 a tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até à
 mulher, desde os meninos até aos de peito, desde os bois até às 
ovelhas, e desde os camelos até aos jumentos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Genocídios
 e a chamada “limpeza étnica” são temas recorrentes no Velho Testamento.
 Grande parte dos cristão costuma dizer que, naquela época, esses 
acontecimentos estavam justificados não apenas por causa da vontade de 
deus, mas pela infidelidade e “perigo” (muitas vezes, inventado ou 
imaginário)&amp;nbsp;dos povos “inimigos”. Acho que não preciso dizer que esse 
tipo de justificativa para guerras e ataques continuou sendo usada e que
 não estou falando apenas das cruzadas.&amp;nbsp;O mais terrível ainda está por 
vir: nos versículos seguintes&amp;nbsp;Jeová&amp;nbsp;se diz arrependido de ter colocado 
Saul como comandante do massacre&amp;nbsp;citado pois ele, vejam, poupou alguns 
animais para oferecer em sacrifício ao próprio deus e, assim, 
desobedeceu a&amp;nbsp;ordem dada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: initial; background-origin: initial; background-position: 0% 0%; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 60px; padding-right: 10px; padding-top: 10px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;*II&amp;nbsp;Reis
 2 – 23,24.&amp;nbsp; Então subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns 
meninos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo; 
sobe, calvo!E, virando-se ele para trás, os viu, e os amaldiçoou no nome
 do SENHOR; então duas ursas saíram do bosque, e despedaçaram quarenta e
 dois daqueles meninos.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://bulevoador.haaan.com/wp-content/uploads/2010/10/Bible_Bloody-300x186.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://bulevoador.haaan.com/wp-content/uploads/2010/10/Bible_Bloody-300x186.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://bulevoador.haaan.com/wp-content/uploads/2010/10/Bible_Bloody-300x186.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://bulevoador.haaan.com/wp-content/uploads/2010/10/Bible_Bloody-300x186.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Alguns
 dos leitores podem ja conhecer esses versículos pois eles são famosos 
por sua , digamos, desproporção. Eu mesma, devo dizer, não consigo 
segurar bem a risada que essa passagem me provoca porque é muito 
exagerada.&amp;nbsp;Penso tambem na escolha dos animais: ursas.&amp;nbsp;Por que ursas, 
gente? &amp;nbsp;Para finalizar, eu quero deixar uma ultima reflexão, uma certa 
provocação, na verdade: ultimamente se tem debatido bastante o conteudo 
que poderia ser considerado adequado para crianças. Fale-se da violência
 exagerada de jogos de video game e desenhos animados, mas se esquecem 
que a bíblia é não apenas tão violenta ou mais como tambem&amp;nbsp;é 
privilegiada&amp;nbsp;enquanto “livro religioso” ou “verdade de um povo”. É claro
 que eu não isento o entretenimento infantil de possiveis 
riscos&amp;nbsp;que&amp;nbsp;possa oferecer,&amp;nbsp;mas acho que deve se manter uma supervisão 
constante&amp;nbsp;e consciente&amp;nbsp;com relação àquilo que&amp;nbsp;é passado para os mais 
novos, entendem?&amp;nbsp;Sem nenhum tipo de concessão, seja&amp;nbsp;para&amp;nbsp;o campo da 
“diversão”&amp;nbsp;ou da “religião”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;A influência da bíblia na postura de vida das pessoas ainda é essencial para o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;fortalecimento
 do humanismo secular. Tenho consciência de que a bíblia, como obra 
vasta e diversa, tem muitas passagens belas e inspiradoras, mas, 
infelizmente, elas são convenientemente esquecidas pela maioria dos 
religiosas em detrimento de outras passagens menos…. edificantes. Por 
mais exagerados que os versículos selecionados sejam, muitas vezes eles 
não só se justificam por estarem na “palavra de deus” como tambem 
legitimam ações iguais ou piores que aquelas neles retratadas. E é 
justamente essa a reflexão que eu pretendo colocar com esses textos. 
Agora, preparem seus estomagos porque ainda falta muito sangue e horror 
para vermos!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 18px;&quot;&gt;*&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;
 Levíticos 20 – 13: Quando também um homem se deitar com outro homem 
como com mulher ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu 
sangue é sobre eles.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;A
 bíblia é um livro, no geral, homofóbico e intolerante. Essa é apenas 
uma das passagens que reitera esse tipo de atitute. No mesmo livro, 
capítulo 18-22, temos mais uma das varias mostras do já bem conhecido 
preconceito religioso contra os gays.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;*
 Jeremias 5-6: Por isso um leão do bosque os feriu, um lobo dos desertos
 os assolará; um leopardo vigia contra as suas cidades; qualquer que 
sair delas será despedaçado; porque as suas transgressões se avolumam, 
multiplicaram-se as suas apostasias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Lobo,
 Leão, Leopardo, Ursas. Deus disse no Genesis que o homem deveria 
submeter os animais mas deus não acha um problema usar um verdadeiro 
circo para castigar as “falhas” humanas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;* Eclesiásticos 25 -26:&amp;nbsp; Toda malícia é leve, comparada com a malícia de uma mulher; que a sorte dos pecadores caia sobre ela!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;A
 tradição bíblica tambem é bem machista, isso está claro. Ainda pretendo
 escrever como nós mulheres somos duplamente estigmatizadas: tanto pela 
figura da Eva-manipuladora e mentirosa, quanto pela figura de Lilith; 
personagem mais apagada da tradição cristã, ela foi a primeira mulher 
que, maligna, acabou debandando por lado de Satanás.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: underline;&quot;&gt;Extra&lt;/span&gt;:
 Eclesiásticos 25-33:&amp;nbsp; Foi pela mulher que começou o pecado, e é por 
causa dela que todos morremos. Conclusão: mulher não presta, leitores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;*Jeremias
 19 – 9 Na angústia e na miséria a que a reduzirão os inimigos que lhe 
odeiam a vida, ver-se-á mesmo compelida a comer a carne de seus filhos e
 de suas filhas; e eles se devorarão uns aos outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Já
 notou que quando deus fica irritado ele perde totalmente o controle? 
Gente, que horror! Não é suficiente um genocídio, tem que ser um 
verdadeiro inferno mesmo. As pessoas se devorando, que tragédia. Vocês&amp;nbsp; 
leram os livros da série Hannibal? Parecem contos de fada perto disso. O
 Livro de Jeremais, especificamente, é bem sanguinário, não acharam?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;*Oseias
 9 – 11:&amp;nbsp; A glória de Efraim desaparecerá como uma ave: não haverá mais 
nascimento, nem gravidez e nem sequer concepção! 12 -&amp;nbsp; E mesmo os filhos
 que conseguirem criar, eu os privarei deles antes que se tornem homens.
 E ai deles, quando eu os abandonar! 14 -&amp;nbsp; Dai-lhes Senhor… – que lhes 
dareis? Dai-lhes entranhas que abortem e seios secos!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Leitores!!
 Vejam só que deus não é contra o aborto. Nem pensar! Ele é Pró-Escolha…
 Pró-Escolha dele!&amp;nbsp; E a raiva continua absolutamente desproporcional. 
Nessas alturas da série eu ja nem tenho palavras para isso. Mas acho que
 deixo um dica para as mulheres que precisarem&amp;nbsp; interromper uma 
gravidez: só dizer que é integrante da tribo de Efraim e que precisa 
cumprir os mandamentos de deus. Quem sabe funciona?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;*
 Oséias 10 – 14 O tumulto da guerra vai elevar-se em tuas cidades, e 
todas as tuas fortalezas vão ser destruídas, assim como Salmã destruiu a
 dinastia de Jeroboão, no dia do combate em que a mãe foi esmagada com 
seus filhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Para
 terminar, amigos, uma guerra sangrenta, mulheres morrendo, crianças 
sendo esmagadas, sabe, o de sempre. Tenho intenção de fazer uma série só
 sobre o Novo Testamento, futuramente. Se engana quem pensa que, nos 
evangelhos, o tom e a temática mudam completamente. Na verdade, se 
mantêm em muitos aspectos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;&quot;&gt;Autora:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;line-height: 18px;&quot;&gt;Rayssa Gon (&lt;a href=&quot;http://bulevoador.haaan.com/&quot;&gt;BuleVoador&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/6501046820325379602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/10/as-12-passagens-mais-aterrorizantes-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6501046820325379602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/6501046820325379602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/10/as-12-passagens-mais-aterrorizantes-da.html' title='As 12 passagens mais aterrorizantes da Bíblia'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-8823769846825046538</id><published>2011-10-29T00:27:00.000-02:00</published><updated>2011-10-29T00:27:17.906-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ciencias e universo"/><title type='text'>Cientistas acham outros universos, mas nada de Deus até agora</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;


&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIHpu96_R0fx64TnlW-6RUYgL1e6bm6DIv91qXepknNJ4cecauqLgn8Dy848eQUOGs2hnMZIWQU8v7lJv9EDO3v-3rnjNPjGGo7iKVnZxYzOyBeGIbtt27TpBdkX1xXrqEdAFcP4pwvNHE/s1600/UniversosParalelos.jpg&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIHpu96_R0fx64TnlW-6RUYgL1e6bm6DIv91qXepknNJ4cecauqLgn8Dy848eQUOGs2hnMZIWQU8v7lJv9EDO3v-3rnjNPjGGo7iKVnZxYzOyBeGIbtt27TpBdkX1xXrqEdAFcP4pwvNHE/s1600/UniversosParalelos.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Esta notícia é espetacular. Cientistas estão investigando indícios da existência de outros universos além do nosso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Na
 teoria, isso seria impossível. Universos são, vamos dizer assim,  
“encapsulados por suas próprias leis da física”. Não dá pra olhar algo  
fora do universo. Isso fazia com que só pudéssemos ficar com  
conjecturas,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;mas sem nunca poder saber realmente se existissem esses  universos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Mas
 tem gente que pensa fora da caixa, como os doutores Hiranya  Peiris, 
Daniek Mortlock, Matthew Johnson e Stephen Fenney. A idéia, de  maneira 
bem simplificada, é a seguinte: Se algum universo já esbarrou no  nosso,
 ele &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;more&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;provavelmente
 amassou a lataria. Ou seja, apareceria alguma  coisa na radiação 
cósmica de fundo, que é praticamente a única coisa que  existe em todo o
 universo e que nos permite fazer afirmações sobre ele —  como a de que 
ele tem cerca de 13 bilhões e 750 milhões de anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Estudando preliminarmente a radiação de fundo com base nos dados do &lt;a href=&quot;http://www.bbc.co.uk/news/10501154&quot;&gt;telescópio Plank&lt;/a&gt;, que mapeou a radiação vinda de todo o universo, um grupo de cientistas &lt;a href=&quot;http://arxiv.org/PS_cache/arxiv/pdf/1012/1012.1995v3.pdf&quot;&gt;publicou um estudo&lt;/a&gt; onde encontraram &lt;strong&gt;quatro&lt;/strong&gt; marcas que indicam que o nosso universo já foi atropelado algumas vezes na sua infância.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;more-35919&quot;&gt;&lt;/span&gt;Recomendo que vejam mais a respeito dessa notícia&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://meiobit.com/89153/cientistas-acham-indicaes-de-outros-universos/&quot;&gt;no texto do Cardoso no MeioBit&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Agora…
 não é estranho que cientistas conseguem achar universos além  do nosso e
 até agora necas de pitibiriba de Deus? A gente não deu conta  de saber 
de tudo que aconteceu neste nosso e já achamos &lt;strong&gt;quatro&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;outros
  universos. Como que por que cargas d’água não se consegue achar Deus  
através da ciência? Só uma coisa pode explicar o que acontece: Deus &lt;b&gt;provavelmente&amp;nbsp;&lt;/b&gt;não existe. Agora que você já sabe, pare de me acordar domingo de manhã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Esse
 tipo de coisa faz a gente enxergar o universo de outra maneira.  Nos 
mostra quão estúpidos os humanos podem ser ao pensar que existe um  
criador de todas as coisas com pensamento e comportamento humanos,  
preocupado com o que acontece no nosso planeta, que nada mais é do que  
uma partícula num vasto universo… que nem é único! Existem pelo menos  
mais quatro! Porra véio! Acham mesmo que com esse tipo de conhecimento  
eu vou me preocupar em ir numa igreja dar dinheiro pra pastor? Religião é
  tão… &lt;strong&gt;egocêntrica&lt;/strong&gt; quando você para pra pensar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Fontes:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-14372387&quot;&gt;BBC&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://meiobit.com/89153/cientistas-acham-indicaes-de-outros-universos/&quot;&gt;MeioBit&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://obruxodesantos.haaan.com/?p=542&quot;&gt;O Bruxo de Santos&lt;/a&gt;,&lt;a href=&quot;http://ateusdobrasil.com.br/&quot;&gt;Ateus do brasil&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/8823769846825046538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/10/cientistas-acham-outros-universos-mas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/8823769846825046538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/8823769846825046538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/10/cientistas-acham-outros-universos-mas.html' title='Cientistas acham outros universos, mas nada de Deus até agora'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIHpu96_R0fx64TnlW-6RUYgL1e6bm6DIv91qXepknNJ4cecauqLgn8Dy848eQUOGs2hnMZIWQU8v7lJv9EDO3v-3rnjNPjGGo7iKVnZxYzOyBeGIbtt27TpBdkX1xXrqEdAFcP4pwvNHE/s72-c/UniversosParalelos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1652293058939179959.post-2433134112913262252</id><published>2011-10-29T00:24:00.003-02:00</published><updated>2011-10-29T00:27:28.891-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="religiao"/><title type='text'>Prazer, sou um ateu...</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
Como as pessoas acham que sabem o que é
 um ateu, e criam diversos preconceitos, colocarei aqui algumas idéias 
que se deve ter sobre os Ateus:&lt;br /&gt;
- Um ateu não é inimigo da religião, ele só não acredita em deus.&lt;br /&gt;
-
 Um ateu não acredita em demonios ou em qualquer outra coisa tida como 
negativa pelos religiosos, nós só não acreditamos em deus&lt;br /&gt;
- Um ateu 
não é uma pessoa que não acredita em nada. Nós acreditamos em todas as 
coisas, todo o consenso, além de diversos valores morais, a unica 
diferença é que não acreditamos em deus.&lt;br /&gt;
- Um ateu não vai te bater, 
não vai te maltratar, ele vai até querer seu bem, isso não tem nada a 
ver com ateismo, nós só não acreditamos em deus.&lt;br /&gt;
- Um ateu ve sentido
 na vida sim, acredita no próximo, tem preocupações como qualquer um, a 
diferença é que não acreditamos em deus.&lt;br /&gt;
- Um ateu, por não acreditar
 em deus, não acredita em vida após a morte, mas isso não quer dizer que
 ele não de valor a vida, muito pelo contrário, ele valoriza muito a 
vida por causa exatamente desse fatos, pois não acreditamos em deus.&lt;br /&gt;
-
 Um ateu é igual a qualquer outra pessoa, ele estuda, se apaixona, se 
arrepende, sorri, chora, vive igual a qualquer um, ele só não acredita 
em deus.&lt;br /&gt;
- Um ateu luta por seus direitos, pois ele sofre, e muito 
com o preconceito dos outros, preconceito não por ele ser uma pessoa má,
 não por não fazerem nada pela sociedade, não por nenhum motivo 
razoável, mas pelo unico fato de não acreditarem em deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, 
um ateu é uma pessoa comum, igual a qualquer outra, só que ela não 
acredita em deus. Se você não consegue enxergar um mundo sem a presença 
de deus, nós poderemos mostrar como é, basta apenas você nos ouvir, 
afinal, não iremos tentar te converter ou te convencer a nada, só lhe 
mostraremos que vivemos sem a presença do seu deus nas nossas vidas. Se 
vivemos bem ou mal, deixe que nós mesmo julgaremos isso, e tente viver 
em paz conosco. Você poderá aprender muito com os ateus, assim como os 
ateus aprendem com os religiosos. Que tal vc começar a tentar isso hoje 
mesmo?</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lcburiozi.blogspot.com/feeds/2433134112913262252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/10/prazer-sou-um-ateu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/2433134112913262252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1652293058939179959/posts/default/2433134112913262252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lcburiozi.blogspot.com/2011/10/prazer-sou-um-ateu.html' title='Prazer, sou um ateu...'/><author><name>ATEU EU ? TODOS SOMOS !</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16147916582647615693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhkpuOl2uw4-SLoplGkoYnzZC8xx_Whp0XlQz4YhLHa5H7unApf46DoWiSFP8Thpip_ZfciCJ43aKaghpzs3EHws4qGM3E2s6m2PDkCkYwrLoMdHzbstb-266Q-1ZI/s220/1kvhfjakdhhe5y8b00wwvvsrgoi1hb8_NATIONALGEOGRAPHIC.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>