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	<description>Melhores dicas da internet</description>
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		<title>O que é 4G?</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2012 04:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Érico Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conhecida como quarta geração, o 4G é uma tecnologia que permite velocidades bem maiores que as atuais, tanto em voz quanto em dados. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Conhecida como quarta geração, o 4G é uma tecnologia que permite velocidades bem maiores que as atuais, tanto em voz quanto em dados. O termo 4G virou um sinônimo para LTE (Long Term Evolution), que pode ser traduzido como Evolução de Longo Prazo. Atualmente, é o mais moderno padrão da tecnologia de redes de celular. A vantagem sobre outros padrões que concorriam para suceder o 3G no Brasil é que ele pode ganhar pequenas atualizações na rede para alcançar velocidades cada vez mais altas, próximas à banda larga fixa, ao longo do tempo.</p>
<p><strong>Legal, mas onde encontro essa tecnologia?</strong></p>
<p>A Claro foi a pioneira em trazer o 4G para o Brasil que tem o dobro de capacidade e permitirá aos clientes atingir uma velocidade nominal de até 100 Mbps, ou seja, você vai poder assistir streaming de filmes, séries, desenhos e documentários sem a necessidade de fazer download para o celular ou tablet e, com a mesma qualidade de uma TV.</p>
<p>Visite o site da Claro e saiba mais! <a title="4G Claro" href="http://4g.claro.com.br?utm_source=BooBox_Escala&amp;utm_medium=Post_data&amp;utm_content=4G&amp;utm_campaign=4G" target="_blank">4g.Claro.com.br</a> <img class="wp-image-1248 alignnone" title="claro" src="http://www.topdicas.com.br/wp-content/uploads/2012/10/claro.png" alt="" width="50" height="50" srcset="http://www.topdicas.com.br/wp-content/uploads/2012/10/claro.png 400w, http://www.topdicas.com.br/wp-content/uploads/2012/10/claro-150x150.png 150w, http://www.topdicas.com.br/wp-content/uploads/2012/10/claro-300x300.png 300w" sizes="(max-width: 50px) 100vw, 50px" /></p>
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		<title>História da Proibição da Maconha</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 03:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Érico Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[A proibição da cannabis pode ter mais a ver com interesses morais, políticos e econômicos do que com argumentos científicos. Saiba mais sobre os efeitos dela e sua influência na história da civilização.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><div>
<p>Por que a maconha é proibida? Porque faz mal à saúde. Será mesmo? Então, por que o bacon não é proibido? Ou as anfetaminas? E, diga-se de passagem, nenhum mal sério à saúde foi comprovado para o uso esporádico de maconha. A guerra contra essa planta foi motivada muito mais por fatores raciais, econômicos, políticos e morais do que por argumentos científicos. E algumas dessas razões são inconfessáveis. Tem a ver com o preconceito contra árabes, chineses, mexicanos e negros, usuários freqüentes de maconha no começo do século XX. Deve muito aos interesses de indústrias poderosas dos anos 20, que vendiam tecidos sintéticos e papel e queriam se livrar de um concorrente, o cânhamo. Tem raízes também na bem-sucedida estratégia de dominação dos Estados Unidos sobre o planeta. E, é claro, guarda relação com o moralismo judaico-cristão (e principalmente protestante-puritano), que não aceita a idéia do prazer sem merecimento – pelo mesmo motivo, no passado, condenou-se a masturbação.</p>
<p>Não é fácil falar desse assunto – admito que levei um dia inteiro para compor o parágrafo acima. O tema é tão carregado de ideologia e as pessoas têm convicções tão profundas sobre ele que qualquer convite ao debate, qualquer insinuação de que estamos lidando mal com o problema já é interpretada como “apologia às drogas” e, portanto, punível com cadeia. O fato é que, apesar da desinformação dominante, sabe-se muito sobre a maconha. Ela é cultivada há milênios e centenas de pesquisas já foram feitas sobre o assunto. O que tentei fazer foi condensar nestas páginas o conhecimento que a humanidade reuniu sobre a droga nos milênios em que convive com ela.</p>
<p><span id="more-1240"></span></p>
<p><strong>Por que é proibido?</strong></p>
<p>“O corpo esmagado da menina jazia espalhado na calçada um dia depois de mergulhar do quinto andar de um prédio de apartamentos em Chicago. Todos disseram que ela tinha se suicidado, mas, na verdade, foi homicídio. O assassino foi um narcótico conhecido na América como marijuana e na história como haxixe. Usado na forma de cigarros, ele é uma novidade nos Estados Unidos e é tão perigoso quanto uma cascavel.” Começa assim a matéria “Marijuana: assassina de jovens”, publicada em 1937 na revista American Magazine. A cena nunca aconteceu. O texto era assinado por um funcionário do governo chamado _______________. Se a maconha, hoje, é ilegal em praticamente todo o mundo, não é exagero dizer que o maior responsável foi ele.</p>
<p>Nas primeiras décadas do século XX, a maconha era liberada, embora muita gente a visse com maus olhos. Aqui no Brasil, maconha era “coisa de negro”, fumada nos terreiros de candomblé para facilitar a incorporação e nos confins do país por agricultores depois do trabalho. Na Europa, ela era associada aos imigrantes árabes e indianos e aos incômodos intelectuais boêmios. Nos Estados Unidos, quem fumava eram os cada vez mais numerosos mexicanos – meio milhão deles cruzaram o Rio Grande entre 1915 e 1930 em busca de trabalho. Muitos não acharam. Ou seja, em boa parte do Ocidente, fumar maconha era relegado a classes marginalizadas e visto com antipatia pela classe média branca.</p>
<p>Pouca gente sabia, entretanto, que a mesma planta que fornecia fumo às classes baixas tinha enorme importância econômica. Dezenas de remédios – de xaropes para tosse a pílulas para dormir – continham cannabis. Quase toda a produção de papel usava como matéria-prima a fibra do cânhamo, retirada do caule do pé de maconha. A indústria de tecidos também dependia da cannabis – o tecido de cânhamo era muito difundido, especialmente para fazer cordas, velas de barco, redes de pesca e outros produtos que exigissem um material muito resistente. A Ford estava desenvolvendo combustíveis e plásticos feitos a partir do óleo da semente de maconha. As plantações de cânhamo tomavam áreas imensas na Europa e nos Estados Unidos.</p>
<p>Em 1920, sob pressão de grupos religiosos protestantes, os Estados Unidos decretaram a proibição da produção e da comercialização de bebidas alcoólicas. Era a Lei Seca, que durou até 1933. Foi aí que Henry Anslinger surgiu na vida pública americana – reprimindo o tráfico de rum que vinha das Bahamas. Foi aí, também, que a maconha entrou na vida de muita gente – e não só dos mexicanos. “A proibição do álcool foi o estopim para o ‘boom’ da maconha”, afirma o historiador inglês Richard Davenport-Hines, especialista na história dos narcóticos, em seu livro The Pursuit of Oblivion (A busca do esquecimento, ainda sem versão para o Brasil). “Na medida em que ficou mais difícil obter bebidas alcoólicas e elas ficaram mais caras e piores, pequenos cafés que vendiam maconha começaram a proliferar”, escreveu.</p>
<p>Anslinger foi promovido a chefe da Divisão de Controle Estrangeiro do Comitê de Proibição e sua tarefa era cuidar do contrabando de bebidas. Foi nessa época que ele percebeu o clima de antipatia contra a maconha que tomava a nação. Clima esse que só piorou com a quebra da Bolsa, em 1929, que afundou a nação numa recessão. No sul do país, corria o boato de que a droga dava força sobre-humana aos mexicanos, o que seria uma vantagem injusta na disputa pelos escassos empregos. A isso se somavam insinuações de que a droga induzia ao sexo promíscuo (muitos mexicanos talvez tivessem mais parceiros que um americano puritano médio, mas isso não tem nada a ver com a maconha) e ao crime (com a crise, a criminalidade aumentou entre os mexicanos pobres, mas a maconha é inocente disso). Baseados nesses boatos, vários Estados começaram a proibir a substância. Nessa época, a maconha virou a droga de escolha dos músicos de jazz, que afirmavam ficar mais criativos depois de fumar.</p>
<p>Anslinger agarrou-se firme à bandeira proibicionista, batalhou para divulgar os mitos antimaconha e, em 1930, quando o governo, preocupado com a cocaína e o ópio, criou o FBN (Federal Bureau of Narcotics, um escritório nos moldes do FBI para lidar com drogas), ele articulou para chefiá-lo. De repente, de um cargo burocrático obscuro, Anslinger passou a ser o responsável pela política de drogas do país. E quanto mais substâncias fossem proibidas, mais poder ele teria.</p>
<p>Mas é improvável que a cruzada fosse motivada apenas pela sede de poder. Outros interesses devem ter pesado. Anslinger era casado com a sobrinha de Andrew Mellon, dono da gigante petrolífera Gulf Oil e um dos principais investidores da igualmente gigante Du Pont. “A Du Pont foi uma das maiores responsáveis por orquestrar a destruição da indústria do cânhamo”, afirma o escritor Jack Herer, em seu livro The Emperor Wears No Clothes (O imperador está nu, ainda sem tradução). Nos anos 20, a empresa estava desenvolvendo vários produtos a partir do petróleo: aditivos para combustíveis, plásticos, fibras sintéticas como o náilon e processos químicos para a fabricação de papel feito de madeira. Esses produtos tinham uma coisa em comum: disputavam o mercado com o cânhamo.</p>
<p>Seria um empurrão considerável para a nascente indústria de sintéticos se as imensas lavouras de cannabis fossem destruídas, tirando a fibra do cânhamo e o óleo da semente do mercado. “A maconha foi proibida por interesses econômicos, especialmente para abrir o mercado das fibras naturais para o náilon”, afirma o jurista Wálter Maierovitch, especialista em tráfico de entorpecentes e ex-secretário nacional antidrogas.</p>
<p>Anslinger tinha um aliado poderoso na guerra contra a maconha: William Randolph Hearst, dono de uma imensa rede de jornais. Hearst era a pessoa mais influente dos Estados Unidos. Milionário, comandava suas empresas de um castelo monumental na Califórnia, onde recebia artistas de Hollywood para passear pelo zoológico particular ou dar braçadas na piscina coberta adornada com estátuas gregas. Foi nele que Orson Welles se inspirou para criar o protagonista do filme Cidadão Kane. Hearst sabidamente odiava mexicanos. Parte desse ódio talvez se devesse ao fato de que, durante a Revolução Mexicana de 1910, as tropas de Pancho Villa (que, aliás, faziam uso freqüente de maconha) desapropriaram uma enorme propriedade sua. Sim, Hearst era dono de terras e as usava para plantar eucaliptos e outras árvores para produzir papel. Ou seja, ele também tinha interesse em que a maconha americana fosse destruída – levando com ela a indústria de papel de cânhamo.</p>
<p>Hearst iniciou, nos anos 30, uma intensa campanha contra a maconha. Seus jornais passaram a publicar seguidas matérias sobre a droga, às vezes afirmando que a maconha fazia os mexicanos estuprarem mulheres brancas, outras noticiando que 60% dos crimes eram cometidos sob efeito da droga (um número tirado sabe-se lá de onde). Nessa época, surgiu a história de que o fumo mata neurônios, um mito repetido até hoje. Foi Hearst que, se não inventou, ao menos popularizou o nome marijuana (ele queria uma palavra que soasse bem hispânica, para permitir a associação direta entre a droga e os mexicanos). Anslinger era presença constante nos jornais de Hearst, onde contava suas histórias de terror. A opinião pública ficou apavorada. Em 1937, Anslinger foi ao Congresso dizer que, sob o efeito da maconha, “algumas pessoas embarcam numa raiva delirante e cometem crimes violentos”.</p>
<p>Os deputados votaram pela proibição do cultivo, da venda e do uso da cannabis, sem levar em conta as pesquisas que afirmavam que a substância era segura. Proibiu-se não apenas a droga, mas a planta. O homem simplesmente cassou o direito da espécie Cannabis sativa de existir.</p>
<p>Anslinger também atuou internacionalmente. Criou uma rede de espiões e passou a freqüentar as reuniões da Liga das Nações, antecessora da ONU, propondo tratados cada vez mais duros para reprimir o tráfico internacional. Também começou a encontrar líderes de vários países e a levar a eles os mesmos argumentos aterrorizantes que funcionaram com os americanos. Não foi difícil convencer os governos – já na década de 20 o Brasil adotava leis federais antimaconha. A Europa também embarcou na onda proibicionista.</p>
<p>“A proibição das drogas serve aos governos porque é uma forma de controle social das minorias”, diz o cientista político Thiago Rodrigues, pesquisador do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos. Funciona assim: maconha é coisa de mexicano, mexicanos são uma classe incômoda. “Como não é possível proibir alguém de ser mexicano, proíbe-se algo que seja típico dessa etnia”, diz Thiago. Assim, é possível manter sob controle todos os mexicanos – eles estarão sempre ameaçados de cadeia. Por isso a proibição da maconha fez tanto sucesso no mundo. O governo brasileiro achou ótimo mais esse instrumento para manter os negros sob controle. Os europeus também adoraram poder enquadrar seus imigrantes.</p>
<p>A proibição foi virando uma forma de controle internacional por parte dos Estados Unidos, especialmente depois de 1961, quando uma convenção da ONU determinou que as drogas são ruins para a saúde e o bem-estar da humanidade e, portanto, eram necessárias ações coordenadas e universais para reprimir seu uso. “Isso abriu espaço para intervenções militares americanas”, diz Maierovitch. “Virou um pretexto oportuno para que os americanos possam entrar em outros países e exercer os seus interesses econômicos.”</p>
<p>Estava erguida uma estrutura mundial interessada em manter as drogas na ilegalidade, a maconha entre elas. Um ano depois, em 1962, o presidente John Kennedy demitiu Anslinger – depois de nada menos que 32 anos à frente do FBN. Um grupo formado para analisar os efeitos da droga concluiu que os riscos da maconha estavam sendo exagerados e que a tese de que ela levava a drogas mais pesadas era furada. Mas não veio a descriminalização. Pelo contrário. O presidente Richard Nixon endureceu mais a lei, declarou “guerra às drogas” e criou o DEA (em português, Escritório de Coação das Drogas), um órgão ainda mais poderoso que o FBN, porque, além de definir políticas, tem poder de polícia.</p>
<p><strong>Maconha faz mal?</strong></p>
<p>Taí uma pergunta que vem sendo feita faz tempo. Depois de mais de um século de pesquisas, a resposta mais honesta é: faz, mas muito pouco e só para casos extremos. O uso moderado não faz mal. A preocupação da ciência com esse assunto começou em 1894, quando a Índia fazia parte do Império Britânico. Havia, então, a desconfiança de que o bhang, uma bebida à base de maconha muito comum na Índia, causava demência. Grupos religiosos britânicos reivindicavam sua proibição. Formou-se a Comissão Indiana de Drogas da Cannabis, que passou dois anos investigando o tema. O relatório final desaconselhou a proibição: “O bhang é quase sempre inofensivo quando usado com moderação e, em alguns casos, é benéfico. O abuso do bhang é menos prejudicial que o abuso do álcool”.</p>
<p>Em 1944, um dos mais populares prefeitos de Nova York, Fiorello La Guardia, encomendou outra pesquisa. Em meio à histeria antimaconha de Anslinger, La Guardia resolveu conferir quais os reais riscos da tal droga assassina. Os cientistas escolhidos por ele fizeram testes com presidiários (algo comum na época) e concluíram: “O uso prolongado da droga não leva à degeneração física, mental ou moral”. O trabalho passou despercebido no meio da barulheira proibicionista de Anslinger.</p>
<p>A partir dos anos 60, várias pesquisas parecidas foram encomendadas por outros governos. Relatórios produzidos na Inglaterra, no Canadá e nos Estados Unidos aconselharam um afrouxamento nas leis. Nenhuma dessas pesquisas foi suficiente para forçar uma mudança. Mas a experiência mais reveladora sobre a maconha e suas conseqüências foi realizada fora do laboratório. Em 1976, a Holanda decidiu parar de prender usuários de maconha desde que eles comprassem a droga em cafés autorizados. Resultado: o índice de usuários continua comparável aos de outros países da Europa. O de jovens dependentes de heroína caiu – estima-se que, ao tirar a maconha da mão dos traficantes, os holandeses separaram essa droga das mais pesadas e, assim, dificultaram o acesso a elas.</p>
<p>Nos últimos anos, os possíveis males da maconha foram cuidadosamente escrutinados – às vezes por pesquisadores competentes, às vezes por gente mais interessada em convencer os outros da sua opinião. Veja abaixo um resumo do que se sabe:</p>
<p><strong>Câncer</strong><br />
Não se provou nenhuma relação direta entre fumar maconha e câncer de pulmão, traquéia, boca e outros associados ao cigarro. Isso não quer dizer que não haja. Por muito tempo, os riscos do cigarro foram negligenciados e só nas últimas duas décadas ficou claro que havia uma bomba-relógio armada – porque os danos só se manifestam depois de décadas de uso contínuo. Há o temor de que uma bomba semelhante esteja para explodir no caso da maconha, cujo uso se popularizou a partir dos anos 60. O que se sabe é que o cigarro de maconha tem praticamente a mesma composição de um cigarro comum – a única diferença significativa é o princípio ativo. No cigarro é a nicotina, na maconha o tetrahidrocanabinol, ou THC. Também é verdade que o fumante de maconha tem comportamentos mais arriscados que o de cigarro: traga mais profundamente, não usa filtro e segura a fumaça por mais tempo no pulmão (o que, aliás, segundo os cientistas, não aumenta os efeitos da droga).</p>
<p>Em compensação, boa parte dos maconheiros fuma muito menos e pára ou reduz o consumo depois dos 30 anos (parar cedo é sabidamente uma forma de diminuir drasticamente o risco de câncer). Em resumo: o usuário eventual de maconha, que é o mais comum, não precisa se preocupar com um aumento grande do risco de câncer. Quem fuma mais de um baseado por dia há mais de 15 anos deve pensar em parar.</p>
<p><strong>Dependência</strong><br />
Algo entre 6% e 12% dos usuários, dependendo da pesquisa, desenvolve um uso compulsivo da maconha (menos que a metade das taxas para álcool e tabaco). A questão é: será que a maconha é a causa da dependência ou apenas uma válvula de escape. “Dependência de maconha não é problema da substância, mas da pessoa”, afirma o psiquiatra Dartiu Xavier, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Escola Paulista de Medicina. Segundo Dartiu, há um perfil claro do dependente de maconha: em geral, ele é jovem, quase sempre ansioso e eventualmente depressivo. Pessoas que não se encaixam nisso não desenvolvem o vício. “E as que se encaixam podem tanto ficar dependentes de maconha quanto de sexo, de jogo, de internet”, diz.</p>
<p>Muitos especialistas apontam para o fato de que a maconha está ficando mais perigosa – na medida em que fica mais potente. Ao longo dos últimos 40 anos, foi feito um melhoramento genético, cruzando plantas com alto teor de THC. Surgiram variedades como o skunk. No último ano, foram apreendidos carregamentos de maconha alterada geneticamente no Leste europeu – a engenharia genética é usada para aumentar a potência, o que poderia aumentar o potencial de dependência. Segundo o farmacólogo Leslie Iversen, autor do ótimo The Science of Marijuana (A ciência da maconha, sem tradução para o português) e consultor para esse tema da Câmara dos Lordes (o Senado inglês), esses temores são exagerados e o aumento da concentração de THC não foi tão grande assim.</p>
<p>Para além dessa discussão, o fato é que, para quem é dependente, maconha faz muito mal. Isso é especialmente verdade para crianças e adolescentes. “O sujeito com 15 anos não está com a personalidade formada. O uso exagerado de maconha pode ser muito danoso a ele”, diz Dartiu. O maior risco para adolescentes que fumam maconha é a síndrome amotivacional, nome que se dá à completa perda de interesse que a droga causa em algumas pessoas. A síndrome amotivacional é muito mais freqüente em jovens e realmente atrapalha a vida – é quase certeza de bomba na escola e de crise na família.</p>
<p><strong>Danos cerebrais</strong><br />
“Maconha mata neurônios.” Essa frase, repetida há décadas, não passa de mito. Bilhões de dólares foram investidos para comprovar que o THC destrói tecido cerebral – às vezes com pesquisas que ministravam doses de elefante em ratinhos -, mas nada foi encontrado.</p>
<p>Muitas experiências foram feitas em busca de danos nas capacidades cognitivas do usuário de maconha. A maior preocupação é com a memória. Sabe-se que o usuário de maconha, quando fuma, fica com a memória de curto prazo prejudicada. São bem comuns os relatos de pessoas que têm idéias que parecem geniais durante o “barato”, mas não conseguem lembrar-se de nada no momento seguinte. Isso acontece porque a memória de curto prazo funciona mal sob o efeito de maconha e, sem ela, as memórias de longo prazo não são fixadas (é por causa desse “desligamento” da memória que o usuário perde a noção do tempo). Mas esse dano não é permanente. Basta ficar sem fumar que tudo volta a funcionar normalmente. O mesmo vale para o raciocínio, que fica mais lento quando o usuário fuma muito freqüentemente.</p>
<p>Há pesquisas com usuários “pesados” e antigos, aqueles que fumam vários baseados por dia há mais de 15 anos, que mostraram que eles se saem um pouco pior em alguns testes, principalmente nos de memória e de atenção. As diferenças, no entanto, são sutis. Na comparação com o álcool, a maconha leva grande vantagem: beber muito provoca danos cerebrais irreparáveis e destrói a memória.</p>
<p><strong>Coração</strong><br />
O uso de maconha dilata os vasos sangüíneos e, para compensar, acelera os batimentos cardíacos. Isso não oferece risco para a maioria dos usuários, mas a droga deve ser evitada por quem sofre do coração.</p>
<p><strong>Infertilidade</strong><br />
Pesquisas mostraram que o usuário freqüente tem o número de espermatozóides reduzido. Ninguém conseguiu provar que isso possa causar infertilidade, muito menos impotência. Também está claro que os espermatozóides voltam ao normal quando se pára de fumar.</p>
<p><strong>Depressão imunológica</strong><br />
Nos anos 70, descobriu-se que o THC afeta os glóbulos brancos, células de defesa do corpo. No entanto, nenhuma pesquisa encontrou relação entre o uso de maconha e a incidência de infecções.</p>
<p><strong>Loucura</strong><br />
No passado, acreditava-se que maconha causava demência. Isso não se confirmou, mas sabe-se que a droga pode precipitar crises em quem já tem doenças psiquiátricas.</p>
<p><strong>Gravidez</strong><br />
Algumas pesquisas apontaram uma tendência de filhos de mães que usaram muita maconha durante a gravidez de nascer com menor peso. Outras não confirmaram a suspeita. De qualquer maneira, é melhor evitar qualquer droga psicoativa durante a gestação. Sem dúvida, a mais perigosa delas é o álcool.</p>
<p><strong>Maconha faz bem?</strong></p>
<p>No geral, não. A maioria das pessoas não gosta dos efeitos e as afirmações de que a erva, por ser “natural”, faz bem, não passam de besteira. Outros adoram e relatam que ela ajuda a aumentar a criatividade, a relaxar, a melhorar o humor, a diminuir a ansiedade. É inevitável: cada um é um.</p>
<p>O uso medicinal da maconha é tão antigo quanto a maconha. Hoje há muitas pesquisas com a cannabis para usá-la como remédio. Segundo o farmacólogo inglês Iversen, não há dúvidas de que ela seja um remédio útil para muitos e fundamental para alguns, mas há um certo exagero sobre seus potenciais. Em outras palavras: a maconha não é a salvação da humanidade. Um dos maiores desafios dos laboratórios é tentar separar o efeito medicinal da droga do efeito psicoativo – ou seja, criar uma maconha que não dê “barato”. Muitos pesquisadores estão chegando à conclusão de que isso é impossível: aparentemente, as mesmas propriedades químicas que alteram a percepção do cérebro são responsáveis pelo caráter curativo. Esse fato é uma das limitações da maconha como medicamento, já que muitas pessoas não gostam do efeito mental. No Brasil, assim como em boa parte do mundo, o uso médico da cannabis é proibido e milhares de pessoas usam o remédio ilegalmente. Conheça alguns dos usos:</p>
<p><strong>Câncer</strong><br />
Pessoas tratadas com quimioterapia muitas vezes têm enjôos terríveis, eventualmente tão terríveis que elas preferem a doença ao remédio. Há medicamentos para reduzir esse enjôo e eles são eficientes. No entanto, alguns pacientes não respondem a nenhum remédio legal e respondem maravilhosamente à maconha. Era o caso do brilhante escritor e paleontólogo Stephen Jay Gould, que, no mês passado, finalmente, perdeu uma batalha de 20 anos contra o câncer (veja mais sobre ele na página 23). Gould nunca tinha usado drogas psicoativas – ele detestava a idéia de que interferissem no funcionamento do cérebro. Veja o que ele disse: “A maconha funcionou como uma mágica. Eu não gostava do ‘efeito colateral’ que era o borrão mental. Mas a alegria cristalina de não ter náusea – e de não experimentar o pavor nos dias que antecediam o tratamento – foi o maior incentivo em todos os meus anos de quimioterapia”.</p>
<p><strong>Aids</strong><br />
Maconha dá fome. Qualquer um que fuma sabe disso (aliás, esse é um de seus inconvenientes: ela engorda). Nenhum remédio é tão eficiente para restaurar o peso de portadores do HIV quanto a maconha. E isso pode prolongar muito a vida: acredita-se que manter o peso seja o principal requisito para que um soropositivo não desenvolva a doença. O problema: a cannabis tem uma ação ainda pouco compreendida no sistema imunológico. Sabe-se que isso não representa perigo para pessoas saudáveis, mas pode ser um risco para doentes de Aids.</p>
<p><strong>Esclerose múltipla</strong><br />
Essa doença degenerativa do sistema nervoso é terrivelmente incômoda e fatal. Os doentes sentem fortes espasmos musculares, muita dor e suas bexigas e intestinos funcionam muito mal. Acredita-se que ela seja causada por uma má função do sistema imunológico, que faz com que as células de defesa ataquem os neurônios. A maconha alivia todos os sintomas. Ninguém entende bem por que ela é tão eficiente, mas especula-se que tenha a ver com seu pouco compreendido efeito no sistema imunológico.</p>
<p><strong>Dor</strong><br />
A cannabis é um analgésico usado em várias ocasiões. Os relatos de alívio das cólicas menstruais são os mais promissores.</p>
<p><strong>Glaucoma</strong><br />
Essa doença caracteriza-se pelo aumento da pressão do líquido dentro do olho e pode levar à cegueira. Maconha baixa a pressão intraocular. O problema é que, para ser um remédio eficiente, a pessoa tem que fumar a cada três ou quatro horas, o que não é prático e, com certeza, é nocivo (essa dose de maconha deixaria o paciente eternamente “chapado”). Há estudos promissores com colírios feitos à base de maconha, que agiriam diretamente no olho, sem afetar o cérebro.</p>
<p><strong>Ansiedade</strong><br />
Maconha é um remédio leve e pouco agressivo contra a ansiedade. Isso, no entanto, depende do paciente. Algumas pessoas melhoram após fumar; outras, principalmente as pouco habituadas à droga, têm o efeito oposto. Também há relatos de sucesso no tratamento de depressão e insônia, casos em que os remédios disponíveis no mercado, embora sejam mais eficientes, são também bem mais agressivos e têm maior potencial de dependência.</p>
<p><strong>Dependência</strong><br />
Dois psiquiatras brasileiros, Dartiu Xavier e Eliseu Labigalini, fizeram uma experiência interessante. Incentivaram dependentes de crack a fumar maconha no processo de largar o vício. Resultado: 68% deles abandonaram o crack e, depois, pararam espontaneamente com a maconha, um índice altíssimo. Segundo eles, a maconha é um remédio feito sob medida para combater a dependência de crack e cocaína, porque estimula o apetite e combate a ansiedade, dois problemas sérios para cocainômanos. Dartiu e Eliseu pretendem continuar as pesquisas, mas estão com problemas para conseguir financiamento – dificilmente um órgão público investirá num trabalho que aposte nos benefícios da maconha.</p>
<p><strong>O passado</strong></p>
<p>O primeiro registro do contato entre o Homo sapiens e a Cannabis sativa é de 6 000 anos atrás. Trata-se da marca de uma corda de cânhamo impressa em cacos de barro, na China. O emprego da fibra, não só em cordas mas também em vários tecidos e, depois, na fabricação de papel, é um dos mais antigos usos da maconha. Graças a ele, a planta, original da região ao norte do Afeganistão, nos pés do Himalaia, tornou-se a primeira cultivada pelo homem com usos não alimentícios e espalhou-se por toda a Ásia e depois pela Europa e África.</p>
<p>Mas há um uso da maconha que pode ser tão antigo quanto o da fibra do cânhamo: o medicinal. Os chineses conhecem há pelo menos 2 000 anos o poder curativo da droga, como prova o Pen-Ts’ao Ching, considerado a primeira farmacopéia conhecida do mundo (farmacopéia é um livro que reúne fórmulas e receitas de medicamentos). O livro recomenda o uso da maconha contra prisão-de-ventre, malária, reumatismo e dores menstruais. Também na Índia, a erva já há milênios é parte integral da medicina ayurvédica, usada no tratamento de dezenas de doenças. Sem falar que ela ocupa um lugar de destaque na religião hindu. Pela mitologia, maconha era a comida favorita do deus Shiva, que, por isso, viveria o tempo todo “chapado”. Tomar bhang seria uma forma de entrar em comunhão com Shiva.</p>
<p>O Hinduísmo não é a única religião a dar destaque para a cannabis. Para os budistas da tradição Mahayana, Buda passou seis anos comendo apenas uma semente de maconha por dia. Sua iluminação teria sido atingida após esse período de quase-jejum. Da Índia, a maconha migrou para a Mesopotâmia, ainda em tempos pré-cristãos, e de lá para o Oriente Médio. Portanto, ela já estava presente na região quando começou a expansão do Império Árabe. Com a proibição do álcool entre o povo de Maomé, iniciou-se uma acalorada discussão sobre se a maconha deveria ser banida também. Por séculos, consumiu-se cannabis abundantemente nas terras muçulmanas até que, na Idade Média, muitos islâmicos abandonaram o hábito. A exceção foram os sufi, membros de uma corrente considerada mais mística e esotérica do Islã, que, até bem recentemente, consideravam a cannabis fundamental em seus ritos.</p>
<p>Os gregos usaram velas e cordas de cânhamo nos seus navios, assim como, depois, os romanos. Sabe-se que o Império Romano tinha pelo menos conhecimento dos poderes psicoativos da maconha. O historiador latino Tácito, que viveu no século I d.C., relata que os citas, um povo da atual Turquia, tinham o costume de armar uma tenda, acender uma fogueira e queimar grande quantidade de maconha. Daí ficavam lá dentro, numa versão psicodélica do banho turco.</p>
<p>Graças ao contato com os árabes, grande parte da África conheceu a erva e incorporou-a aos seus ritos e à sua medicina – dos países muçulmanos acima do Saara até os zulus da África do Sul. A Europa toda também passou a plantar maconha e usava extensivamente a fibra do cânhamo, mas há raríssimos registros do seu uso como psicoativo naquele continente. Pode ser que isso se deva ao clima. O THC é uma resina produzida pela planta para proteger suas folhas e flores do sol forte. Na fria Europa, é possível que tenha se desenvolvido uma variação da Cannabis sativa com menos THC, já que não havia tanto sol para ameaçar o arbusto.</p>
<p>O fato é que, na Renascença, a maconha se transformou no principal produto agrícola da Europa. E sua importância não foi só econômica: a planta teve uma grande participação na mudança de mentalidade que ocorreu no século XV. Os primeiros livros depois da revolução de Gutemberg foram impressos em papel de cânhamo. As pinturas dos gênios da arte eram feitas em telas de cânhamo (canvas, a palavra usada em várias línguas para designar “tela”, é uma corruptela holandesa do latim cannabis). E as grandes navegações foram impulsionadas por velas de cânhamo – segundo o autor americano Rowan Robinson, autor de O Grande Livro da Cannabis, havia 80 toneladas de cânhamo, contando o velame e as cordas, no barco comandado por Cristóvão Colombo em 1496. Ou seja, a América foi descoberta graças à maconha. Irônico.</p>
<p>Sobre as luzes da Renascença caíram as sombras da Inquisição – um período em que a Igreja ganhou muita força e passou a exercer o papel de polícia, julgando hereges em seu tribunal e condenando bruxas à fogueira. “As bruxas nada mais eram do que as curandeiras tradicionais, principalmente as de origem celta, que utilizavam plantas para tratar as pessoas, às vezes plantas com poderes psicoativos”, diz o historiador Henrique Carneiro, especialista em drogas da Universidade Federal de Ouro Preto. Não há registros de que maconheiros tenham sido queimados no século XVI – inclusive porque o uso psicoativo da maconha era incomum na Europa -, mas é certo que cristalizou-se naquela época uma antipatia cristã por plantas que alteram o estado de consciência. “O Cristianismo afirmou seu caráter de religião imperial e, sob seus domínios, a única droga permitida é o álcool, associado com o sangue de Cristo”, diz Henrique.</p>
<p>Em 1798, as tropas de Napoleão conquistaram o Egito. Até hoje não estão muito claras as razões pelas quais o imperador francês se aventurou no norte da África (vaidade, talvez). Mas pode ser que o principal motivo fosse a intenção de destruir as plantações de maconha, que abasteciam de cânhamo a poderosa Marinha da Inglaterra. O fato é que coube a Napoleão promulgar a primeira lei do mundo moderno proibindo a maconha. Os egípcios eram fumantes de haxixe, a resina extraída da folha e da flor da maconha constituída de THC concentrado. Mas a proibição saiu pela culatra. Os egípcios ignoraram a lei e continuaram fumando como sempre fizeram. Em compensação, os europeus ouviram falar da droga e ela rapidamente virou moda na Europa, principalmente entre os intelectuais. “O haxixe está substituindo o champagne”, disse o escritor Théophile Gautier em 1845, depois da conquista da Argélia, que, na época, era outro grande consumidor de THC.</p>
<p>No Brasil, a planta chegou cedo, talvez ainda no século XVI, trazida pelos escravos (o nome “maconha” vem do idioma quimbundo, de Angola. Mas, até o século XIX, era mais usual chamar a erva de fumo-de-angola ou de diamba, nome também quimbundo). Por séculos, a droga foi tolerada no país, provavelmente fumada em rituais de candomblé (teria sido o presidente Getúlio Vargas que negociou a retirada da maconha dos terreiros, em troca da legalização da religião). Em 1830, o Brasil fez sua primeira lei restringindo a planta. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro tornou ilegal a venda e o uso da droga na cidade e determinou que “os contraventores serão multados, a saber: o vendedor em 20 000 réis, e os escravos e demais pessoas, que dele usarem, em três dias de cadeia.” Note que, naquela primeira lei proibicionista, a pena para o uso era mais rigorosa que a do traficante. Há uma razão para isso. Ao contrário do que acontece hoje, o vendedor vinha da classe média branca e o usuário era quase sempre negro e escravo.</p>
<p><strong>O presente</strong></p>
<p>Segundo dados da ONU, 147 milhões de pessoas fumam maconha no mundo, o que faz dela a terceira droga psicoativa mais consumida do mundo, depois do tabaco e do álcool. A droga é proibida em boa parte do mundo, mas, desde que a Holanda começou a tolerá-la, na década de 70, alguns outros países europeus seguiram os passos da descriminalização. Itália e Espanha há tempos aceitam pequenas quantidades da erva – embora a Espanha esteja abandonando a posição branda e haja projetos de lei, na Itália, no mesmo sentido. O Reino Unido acabou de anunciar que descriminalizou o uso da maconha – a partir do ano que vem, a droga será apreendida e o portador receberá apenas uma advertência verbal. Os ingleses esperam, assim, poder concentrar seus esforços na repressão de drogas mais pesadas.</p>
<p>No ano passado, Portugal endureceu as penas para o tráfico, mas descriminalizou o usuário de qualquer droga, desde que ele seja encontrado com quantidades pequenas. Porte de drogas virou uma infração administrativa, como parar em lugar proibido.</p>
<p>Nos últimos anos, os Estados Unidos também mudaram sua forma de lidar com as drogas. Dentro da tendência mundial de ver a questão mais como um problema de saúde do que criminal, o país, em vez de botar na cadeia, obriga o usuário a se tratar numa clínica para dependentes. “Essa idéia é completamente equivocada”, afirma o psiquiatra Dartiu Xavier, refletindo a opinião de muitos especialistas. “Primeiro porque nem todo usuário é dependente. Segundo, porque um tratamento não funciona se é compulsório – a pessoa tem que querer parar”, diz. No sistema americano, quem recusa o tratamento ou o abandona vai para a cadeia. Portanto, não é uma descriminalização. “Chamo esse sistema de ‘solidariedade autoritária’”, diz o jurista Maierovitch. O Brasil planeja adotar o mesmo modelo.</p>
<p><strong>O futuro</strong></p>
<p>Há possibilidades de uma mudança no tratamento à maconha? “No Brasil, não é fácil”, diz Maierovitch, que, enquanto era secretário nacional antidrogas do governo de Fernando Henrique Cardoso, planejou a descriminalização. “A lei hoje em vigor em Portugal foi feita em conjunto conosco, com o apoio do presidente”, afirma. A idéia é que ela fosse colocada em prática ao mesmo tempo nos dois países. Segundo Maierovitch, Fernando Henrique mudou de idéia depois. O jurista afirma que há uma enorme influência americana na política de drogas brasileira. O fato é que essa questão mais tira do que dá votos e assusta os políticos – e não só aqui no Brasil. O deputado federal Fernando Gabeira, hoje no Partido dos Trabalhadores, é um dos poucos identificados com a causa da descriminalização. “Pretendo, como um primeiro passo, tentar a legalização da maconha para uso médico”, diz. Mas suas idéias estão longe de ser unanimidade mesmo dentro do seu partido.</p>
<p>No remoto caso de uma legalização da compra e da venda, haveria dois modelos possíveis. Um seria o monopólio estatal, com o governo plantando e fornecendo as drogas, para permitir um controle maior. A outra possibilidade seria o governo estabelecer as regras (composição química exigida, proibição para menores de idade, proibição para fumar e dirigir), cobrar impostos (que seriam altíssimos, inclusive para evitar que o preço caia muito com o fim do tráfico ilegal) e a iniciativa privada assumir o lucrativo negócio. Não há no horizonte nenhum sinal de que isso esteja para acontecer. Mas a Super apurou, em consulta ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, que a Souza Cruz registrou, em 1997, a marca Marley – fica para o leitor imaginar que produto a empresa de tabaco pretende comercializar com o nome do ídolo do reggae.</p>
<p><strong>Frases</strong></p>
<p><em>“A popularidade da maconha explodiu em 1920, quando o álcool foi proibido”</em></p>
<p><em>“O consumo moderado de maconha não provoca nenhum dano sério à saúde”</em></p>
<p><em>“Das cordas às velas, havia 80 toneladas de cânhamo no navio de Colombo”</em></p>
<p><strong>Para saber mais</strong></p>
<p><strong>Na livraria</strong></p>
<p><em>O Grande Livro da Cannabis</em>, Rowan Robinson, Jorge Zahar, 1999</p>
<p><em>A Maconha</em>, Fernando Gabeira, Publifolha, 2000</p>
<p><em>Science of Marijuana</em>, Leslie L. Iversen, Oxford, Ingleterra, 2000</p>
<p><em>The Pursuit of Oblivion: A Global History of Narcotics 1500-2000</em>, Richard Davenport-Hines, Weidenfeld &amp; Nicolson, Ingleterra, 2001</p>
<p><em>Diamba Sarabamba</em>, Anthony Henman e Osvaldo Pessoa Jr. (organizações), Ground, 1986</p>
<p><em>Plantas de los Dioses</em>, Richard Evans Schultes e Albert Hofmann, Fondo de Cultura Económica, México, 1982</p>
<p><em>The Emperor Wears no Clothes</em>, Jack Herer, Green Planet Company, Inglaterra, 1994</p>
<p><em>Green Gold the Tree of Life</em>, Chris Bennett, Lynn e Osbum, Judy Osbum, Access, EUA, 1995</p>
<p><em>Amores e Sonhos da Flora</em>, Henrrique Carneiro, Xamã, 2002</p>
<p>Fonte: <a title="A verdade sobre a maconha" href="http://super.abril.com.br/superarquivo/2002/conteudo_120586.shtml" target="_blank">Super Interessante</a></p>
</div>
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		<title>Final do BBB11</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 20:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lílian Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[BBB - Big Brother Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje é a grande final do BBB11. Mais um ano se passou, mais uma edição emocionou e comoveu com suas histórias particulares. Muitas pessoas consideram este BBB fraco e inferior a muitos outros. Mas será que foi mesmo? Neste BBB, na verdade, não houve um herói, alguém que arrebatasse o coração dos telespectadores, alguém por [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Hoje é a grande final do BBB11. Mais um ano se passou, mais uma edição emocionou e comoveu com suas histórias particulares. Muitas pessoas consideram este BBB fraco e inferior a muitos outros. Mas será que foi mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Neste BBB, na verdade, não houve um herói, alguém que arrebatasse o coração dos telespectadores, alguém por quem torcer com afinco. Ao invés disso houve muitos personagens com seus altos e baixos, o que fez com vários &#8220;favoritos&#8221; alternassem durante o programa.</p>
<p style="text-align: justify;">No início Mau Mau, que enfrentou Diogo, outro favorito, no paredão mais apertado da edição. Os próprios brothers consideraram como uma final antecipada e na época poderia até significar. Só que no dia a dia na casa, as histórias foram acontecendo e mudando o rumo das coisas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando Mau Mau voltou, deixou seu favoritismo subir à cabeça. E somado a isso o fato de Maria correr atrás dele desesperadamente fez com que o participante se tornasse arrogante. De sua boca saiam palavrars como honra, hombridade e afins, mas as atitudes não combinavam muito. Diogo também se perdeu no jogo com seu modo infantil e mania de irritar e provocar os companheiros. Aos poucos passou a ser visto pelo público de outra forma e não demorou muito para ser eliminado.<br />
<span id="more-1234"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Já Rodrigão, o último do trio de amigos que já se considerava na final, conseguiu manter o favoritismo por muito tempo. Não teve atitudes que fossem contra sua pessoa, mas por iss mesmo foi considerado um samambaia. Quando Adriana entrou na casa o rapaz também a tratou de forma que o público não gostou muito. Até aí Rodrigão havia perdidos alguns pontos, mas não tinha se comprometido muito.</p>
<p style="text-align: justify;">A história central do BBB11 foi em volta de Maria e tudo o que se sucedeu em decorrência disso. Maria que corria atrás de Mau Mau e os brothers em volta dando palpites foram se posicionando no jogo. E como sempre o público protege os rejeitados e pune os opressores, os que se foram ficando ao lado de Maurício começaram a ser eliminados. Havia ainda alguns que ficaram em cima do muro e foram elimnados por sua falta de atitude &#8211; o famoso efeito samambaia &#8211; ou por serem considerados &#8220;vilões&#8221;, como Talula.</p>
<p style="text-align: justify;">Até que Maria, cansada de se sentir humilhada por seu &#8220;amado&#8221; resolveu voltar para o plano B: o &#8220;filé&#8221; Wesley, com quem teve um affair antes do retorno de Mau Mau. Quando a sister finalmente resolveu ceder às investidas do médico, a casa terminou de se partir. Ali, naquele momento, os brothers se dividiram de vez. Não havia mais muro. Ou estavam a favor de Maria e Wesley ou estavam contra e ao lado de Mau Mau. Foi assim que o público se revoltou e eliminou Jaqueline e Paulinha, logo depois de ver a saída do próprio Maurício. Rodrigão conseguiu terminar de perder seus poucos pontos de favorito que ainda tinha e, para surpresa de todos, saiu da casa antes mesmo que Diana.</p>
<p style="text-align: justify;">Na reta final, Daniel o grande favorito por ser o melhor amigo da queridinha Maria, por sempre tê-la apoiado, por ser o mais engraçado, entre outras coisas, conseguiu um feito inédito. O brother era o favorito da vez pelos motivos acima, mas dessa vez a final estava muito perto. Faltava apenas uma semana. Nada mais podia acontecer que mudasse novamente o favorito. Mas será que nada mais podia acontecer mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">Daniel, de repente, talvez tomado pelo ciúme, começa a se colocar contra sua amiga sem a menor fundamentação e resolve atacá-la, falar mal dela e de seu namorado Wesley. E tudo pelas costas. Diana foi sua confidente nesta época e alguém que ajudava na verborragia. Conclusão: Daniel conseguiu perder 1,5 milhão de reais em 4 dias. Nem na bolsa de valores se perde uma quantia deste tamanho tão rápido assim. Daniel ainda contou com a sorte ao conseguir ser líder e se classificar pra final, pois senão, corria o risco de ser até eliminado  por Diana.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, há poucas horas da final, Daniel aparece em 3° lugar em todas as enquetes. Wesley e Maria dividem as enquetes e alternam a primeira colocação, porém Maria tem uma leve vantagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que até hoje somente duas mulheres ganharam o programa e assim mesmo porque eram as particpantes pobrinhas da edição.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que essa noite teremos a primeira campeã mulher por &#8220;merecimento&#8221;?</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Dicas para dar banho em seu cão</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Feb 2011 13:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lílian Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais domésticos]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[banho]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[cão]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando você dá banho em seu cão, é aquela bagunça? Deixa-o sem tomar banho por várias semanas porque dá trabalho demais? Bom, saiba que você não está sozinho. Alguns cães simplesmente detestam banho. Basta dizer a palavra &#8220;banho&#8221; para que estes cães corram e se escondam &#8211; aí, toda a família precisa &#8220;caçá-lo&#8221;. Existem outros [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Quando você dá banho em seu cão, é aquela bagunça? Deixa-o sem tomar banho por várias semanas porque dá trabalho demais?</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, saiba que você não está sozinho.<br />
Alguns cães simplesmente detestam banho. Basta dizer a palavra &#8220;banho&#8221; para que estes cães corram e se escondam &#8211; aí, toda a família precisa &#8220;caçá-lo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem outros desafios também.<br />
Cães de porte grande dão mais trabalho justamente pelo seu tamanho. Cães de pelo espesso são sempre mais difíceis de banhar porque é bem difícil limpar entre os pelos, chegar até a pele. Em algumas épocas do ano, faz frio demais para dar banho no cão fora de casa &#8211; mas, para alguns cães, o banho é bagunçado demais para se dar dentro de casa. Profissionais são uma boa opção, dependendo do seu orçamento (coisa nada fácil ultimamente).<br />
<span id="more-1056"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se dar banho em seu cão se tornou um desafio pra você, ou se você quer economizar dinheiro e não levá-lo mais ao pet shop, seguem algumas dicas:</p>
<p style="text-align: justify;">1. Nunca dê banho no seu cão fora de casa se estiver muito frio. Principalmente se forem filhotes, pois eles tem problemas para regular sua temperatura. Aliás, os filhotes devem ter pelo menos quatro semanas para receber seu primeiro banho (mas, sério, nem precisa, só se eles estiverem realmente emporcalhados!).</p>
<p style="text-align: justify;">2. Antes de dar banho, escove o cão e tire seus nós. Senão, a água deixará os nós ainda mais difíceis de desfazer &#8211; aí, só uma tesoura resolverá o problema. Se o pelo do seu cão estiver embaraçado e com tinta, alacatrão ou qualquer outra coisa grudenta, corte-o com tesoura ou lave a área com óleo vegetal ou mineral e deixe por 24h (mas converse com alguém experiente para melhores instruções).</p>
<p style="text-align: justify;">3. Prepare o cão. Coloque bolas de algodão nos ouvidos do cão: lembre-se de serem do tamanho ideal (pequenas demais podem entrar no canal auditivo e causar o maior sofrimento). E não se esqueça de retirá-las deṕois!</p>
<p style="text-align: justify;">O que eu faço em casa? Bom, como a Suzie odeia água e, consequentemente, banho, eu não a chamo: eu a pego mesmo. Afinal, ela deve sempre vir quando chamada e quando vier, algo incrivelmente bom deve acontecer, e não algo que ela odeie &#8211; senão, eu perco totalmente o &#8220;recall&#8221; e ela não mais virá quando chamada. Coloco o algodão nas orelhas, e começo a dar banho pelo bumbum (menos assustador), com água morna, no chuveiro. Passo shampoo e condicionador e pronto. A seco com duas toalhas e ainda a levo pra passear no sol. Isso eu costumo fazer a cada mês ou mês e meio, mais porque temos a Lê em casa do que por cheiro: ela não tem cheiro. Se estiver frio, dou banho seco: um paninho umedecido com álcool e cravo. Escovo-a e passo esse paninho e pronto: tá limpa, linda e cheirosa =)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mas, com que periodicidade devemos dar banho nos cães?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Depende do cão e de alguns fatores também: tipo de pelo e comprimento, a frequência com que fica sujo, onde ele vive (se dentro ou fora de casa a maior parte do tempo), muda e problemas de pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns cães precisam de banho apenas umas duas vezes ao ano, enquanto outros precisam que eles sejam semanais. É bom escovar o cão cerca de duas vezes na semana, independente do tipo de pelagem. Dar banho no cão mensalmente ou a cada dois meses parece ser razoável, mas alguns cães precisam de limpezas mais frequentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma regra boa é dar banho no cão apenas quando seu pelo estiver sujo ou quando ele estiver com cheiro forte.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.tutomania.com.br/saiba-mais/dicas-para-dar-banho-em-seu-cao" target="_blank">Tutomania</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>10 erros na hora de pintar os cabelos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 15:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lílian Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
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		<description><![CDATA[Ruiva, loira ou morena? Em poucos minutos, você pode transformar o visual com as tinturas para os cabelos. Hoje em dia, as colorações estão menos agressivas e bem mais práticas de serem utilizadas. As formulações mais avançadas contêm, até mesmo, substâncias de hidratação, proporcionando não apenas uma cor intensa, mas também uma ação de tratamento. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;"><img class="size-medium wp-image-1066 alignleft" title="cabelos-pintar-180208" src="http://www.topdicas.com.br/wp-content/uploads/2010/12/cabelos-pintar-180208-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="http://www.topdicas.com.br/wp-content/uploads/2010/12/cabelos-pintar-180208-200x300.jpg 200w, http://www.topdicas.com.br/wp-content/uploads/2010/12/cabelos-pintar-180208.jpg 267w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" />Ruiva, loira ou morena? Em poucos minutos, você pode transformar o visual com as tinturas para os cabelos. Hoje em dia, as colorações estão menos agressivas e bem mais práticas de serem utilizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">As formulações mais avançadas contêm, até mesmo, substâncias de hidratação, proporcionando não apenas uma cor intensa, mas também uma ação de tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A dermatologista Ligia Kogos explica que existem até formulações elaboradas com pigmentos naturais. Funcionam como tonalizantes e são uma opção para cabelos danificados. “Mas as colorações são produtos químicos e, por isso, é imprescindível fazer a prova de toque, além de seguir as instruções de aplicação da embalagem&#8221;, explica Ligia.</p>
<p style="text-align: justify;">Escolher a cor e o tom que cai bem também é outro dilema. Muitas vezes nem sempre a cor da moda fica bem. Para não errar, um dos conselhos do cabeleireiro Wanderley Nunes é escolher tonalidades não muito distantes da sua cor natural. “Um tom que contrasta com sua pele pode realçar ou apagar o rosto. Por isso, atenção! Fique longe daquele que não combina com você”, diz.<br />
<span id="more-1065"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Confira os 10 erros que as mulheres cometem quando pintam o cabelo, segundo o cabeleireiro Wanderley Nunes:</p>
<p style="text-align: justify;">1) Problemas emocionais &#8211; pintar o cabelo significa mudança. E para isso a pessoa tem que estar preparada para isso. E não simplesmente decidir e pronto.</p>
<p style="text-align: justify;">2) Maria vai com as outras &#8211; mudar a cor dos cabelos apenas por causa do entusiasmo das amigas é um erro. Cuidado.</p>
<p style="text-align: justify;">3) Do contra &#8211; passar a cor que o namorado ou o marido mais detesta. Se a pessoa pinta o cabelo com uma cor que o companheiro não gosta, corre o risco de ficar dias escutando que não ficou bom.</p>
<p style="text-align: justify;">4) Falta de pesquisa &#8211; entrar no primeiro salão que vê pela frente sem fazer uma pesquisa, esse é um dos erros mais cometidos pelas mulheres. É preciso procurar um salão que tenha qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">5) Sem dinheiro &#8211; para manter os cabelos bonitos e sempre tingidos é preciso ter dinheiro para passar tinta todo mês e ainda é preciso tempo para que não saia mal feito.</p>
<p style="text-align: justify;">6) Referências erradas &#8211; às vezes a mulher olha a foto de determinada pessoa e quer o cabelo como o dela, mas não repara nas características. Conclusão: o resultado não fica bom.</p>
<p style="text-align: justify;">7) Sem combinação &#8211; para escolher a cor é preciso fazer uma pesquisa. Se você escolhe determinada cor e usa roupas que não combinam, você se sentirá a mulher mais feia.</p>
<p style="text-align: justify;">8) Cores fortes &#8211; utilizar cores fortes que se tornam irreversíveis. A cores preta e vermelha são complicadas para sair do cabelo.</p>
<p style="text-align: justify;">9) Chique &#8211; nem sempre a cor fica boa na pessoa. O que é chique para uma pode não ser para outra. Tome cuidado para não ficar vulgar.</p>
<p style="text-align: justify;">10) Sem opinião &#8211; não assumir se gostou ou não. Deixar que a opinião de outras pessoas faça com que ela se arrependa. Independente da cor que utilizou, se gostou ou não, a pessoa deve sempre admitir.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: MBPress</p>
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		<title>Resumo da Segunda Semana no BBB11</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 22:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lílian Almeida]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após a eliminação de Ariadna, uma nova semana começa na casa mais vigiada do Brasil. Muitos espectadores acham que a saída da transexual, por ser considerada a figura mais polêmica do jogo, fez com que o BBB11 esfriasse mais um pouco. Nesta semana o escolhido pelo público para ser o sabotador foi Diego, que ficou [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Após a eliminação de Ariadna, uma nova semana começa na casa mais vigiada do Brasil. Muitos espectadores acham que a saída da transexual, por ser considerada a figura mais polêmica do jogo, fez com que o BBB11 esfriasse mais um pouco. Nesta semana o escolhido pelo público para ser o sabotador foi Diego, que ficou entre tapas e beijos com Michele. A missão Diego era trancar qualquer uma das despensas da casa sem que ninguém percebesse. Mas Diego, atrapalhado como ele só, tentou, tentou e deu muita bandeira até conseguir o feito. Logo que os outros brothers descobriram que estavam sem despensa, começaram a investigar e lembrar de movimentos suspeitos. Não demorou muito e Diego foi desmascarado. Ou seja, nesta semana o sabotador não conseguiu concluir sua missão com sucesso e deixou de ganhar o prêmio de R$ 10 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Vida que segue, chega 5a feira e como sempre, dia de muitas expectativas para a prova do líder. Desta vez é de resistência e os participantes devem ficar sentados dentro de umas casinhas separados em Lado A e Lado B. Logo no início da disputa, Cristiano sugere que os brothers mais fracos, os que acham que não terão condições de vencer, deixem a disputa para dar mais espaço para os que ficarem se cansarem menos. Como parte desta estratégia o próprio Cristiano, seguido por Michelly, Paula e Janaína deixam logo a prova. E coincidência ou resultado da idéia, após 12h, Natália, que pertencia ao grupo de Cristiano, vence a prova e se torna a nova líder. O curioso é que durante a prova, Diogo contou todos os detalhes de sua missão como sabotador. Enquanto isso, no twitter, Boninho comentou o caso em uma série de posts. “Adoro ver o Diogo se enforcando, o pior é que o sabotador vai continuar! Assim ele vai ganhar bons votos! Nem precisou pressionar, Diogo se entregou! Sabotador, perdeu”. Diante de questionamentos sobre se o baiano podia revelar os detalhes aos colegas, Boninho respondeu: “Pode contar TUDO! Isso é muito bom! Fazer o próprio laço da forca”.<br />
<span id="more-1229"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Na 6a feira pela noite, os brothers tiveram uma grande surpresa: Maurício atendeu o BigFone e teve que obedecer à ordem que o mandava indicar alguém para o Quarto Surpresa. O participante, então, escolheu Michelly. Ninguém sabia o que aguardava a sister e ficaram todos muito assutados e especulando bastante. Natália, a nova líder, e muito amiga de Michelly, não gostou da atitude de Maurício que tentou se explicar em vão. Mas eles mal sabiam que Michelly só teria que passar 17 horas em um quarto todo dourado, recebendo apenas alimetação básica. Os participante imaginaram várias consequencias e por isso a apreensão de todos, principalmente de Natália.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas seguindo o jogo, e como a prova do líder só terminou na manhã de 6a feira, a prova do Anjo foi realizada no sábado. Na disputa, os brothers deveriam correr atrás de desodorantes e ver suas mensagens. Algumas os auto-eliminavam e outras davam o direito de escolher alguém pra eliminar. Ao final, apenas Talula e Jaqueline permaneciam no jogo. Como os desodorantes tinham acabado, elas correram pelo jardim para pegar outros. Porém, depois de algumas rodadas, Talula teve que trazer alguém de volta para o jogo e o escolhido foi Daniel. Sortudo, o pernambucano eliminou Talula e, depois, Jaqueline, sagrando-se o segundo Anjo do BBB 11. E para o castigo do monstro, o brother escolheu Talula e Jaqueline, que tiveram que dar abraços de graça nos outros participantes toda vez que uma música tocasse.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas horas depois, Michelly é liberada do Quarto Surpresa e é recebida por todos seus companheiros, principalmente por Diogo, com quem tinha terminado o romance. Mas parece que o afastamento fez a saudade aflorar e os dois voltaram às boas.</p>
<p style="text-align: justify;">No domingo, clássico dia de formação de paredão, Daniel dá o colar do anjo para Talula e Natália primeiro imuniza Igor, já que ao ganhar a prova recebeu o direito de imunizar alguém de seu grupo. Após isso, acaba por indicar Maurício ao paredão, o que não causa espanto em ninguém já que os dois vinham se estranhando desde o episódio no qual o brother atendeu o Big Fone e indicou Michelly para o castigo do confinamento dentro do confinamento. Na votação pela casa houve empate entre Diogo e Michelly, sendo que cada um recebeu 4 votos. Desta forma, a líder Natália teve que dar seu voto de minerva e assim escolheu Diogo para ir ao paredão. Assim, estava formado o 2° paredão do BBB11, o primeiro duplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os brothers, que já eram unidos ficaram ainda mais ju7ntos depois de serem escolhidos para a berlinda. Diogo e Maurício juraram amizade e chegaram a comentar que esta era uma final antecipada. Final antecipada ou não, o fato é que um dos dois tinha que ser eliminado na 3a feira. E o público parecia não saber quem mandar para fora da casa. A votação oscilava o tempo todo e a diferença era mínima. Boninho mandava mensagens no twitter dando pistas do que estava acontecendo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando chega a 3a feira, o anúncio é dado: Maurício é quem deveria deixar o programa com apenas 50,81% dos votos. Uma diferença mínima que os brothers atribuíram por serem pessoas de bem no paredão. No palco, Maurício em conversa com Bial, diz que não sabe como será o futuro com Maria, com quem teve um romance na casa. O brother diz apenas que vai deixar a vida levá-lo&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>10 conselhos para acertar no nome de seu bebê</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 13:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lílian Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Utilidades]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[conselhos]]></category>
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		<category><![CDATA[identidade]]></category>
		<category><![CDATA[nome]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando nos apresentamos a alguém, o nome costuma ser a primeira informação que fornecemos: Prazer, sou a&#8230; . É o primeiro dado na hora de fazer qualquer documento ou preencher qualquer ficha. Com ele somos reconhecidos na lista de chamada da escola, é por ele que nos chamam e provavelmente ele que vai determinar os [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Quando nos apresentamos a alguém, o nome costuma ser a primeira informação que fornecemos: Prazer, sou a&#8230; . É o primeiro dado na hora de fazer qualquer documento ou preencher qualquer ficha. Com ele somos reconhecidos na lista de chamada da escola, é por ele que nos chamam e provavelmente ele que vai determinar os apelidos que teremos. O nome é a assinatura que garante a nossa palavra. Se pronunciamos errado ou, pior, esquecemos ou confundimos o nome de alguém, ficamos mortas de vergonha.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é à toa que é preciso pensar muito bem no nome que será dado ao bebê. A singela palavrinha que você tem poucos meses para escolher é a primeira propriedade que o seu filhote vai receber. Se a identidade dele para o resto da vida, motivo de orgulho e reconhecimento ou de piada e desgosto, caso a escolha seja infeliz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dez conselhos para acertar o nome do seu filho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um bom nome é aquele que tem uma sonoridade bonita, é fácil de escrever, pronunciar e lembrar. Ou seja: na dúvida, fique com o simples. Tenha em mente que o bem-estar da criança é o mais importante e não satisfazer um capricho dos pais. Pense se ela vai se sentir confortável vida afora sendo chamada assim.<br />
<span id="more-1054"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para testar a escolha, escreva o nome, chame em voz alta, imagine diálogos onde ele aparece, combine com os sobrenomes da sua família&#8230; A decisão final você pode deixar para tomar quando o bebê nascer, olhando o rostinho dele vai que combina com Renata e não com Fernanda? Até a hora do registro, dá para mudar de idéia. Boa sorte!</p>
<p style="text-align: justify;">1. Há quem diga que o nome é como um talismã, capaz de determinar a sorte de quem o carrega. Acreditando ou não, sempre vale investigar o significado do nome antes de escolher, nem que seja para efeito de desempate entre os candidatos. Às vezes, é uma bobagem. Carolina, por exemplo, significa pequena fazendeira . Em outras, pode representar algo que você aprecia, como Letícia, cuja origem latina quer dizer alegria.</p>
<p style="text-align: justify;">2. A popularização da numerologia é responsável pela grafia inusitada que muitos nomes receberam nos últimos tempos. Vogais e consoantes são acrescentadas para melhorar a sorte no amor, nas finanças e na saúde. Mas, antes de transformar uma Michele em Mychellee, pense sobre as dificuldades que isso pode trazer ao longo da vida de aprender a escrever o nome a vê-lo corretamente grafado nos documentos.</p>
<p style="text-align: justify;">3. E por falar em modismos, pense bem antes de escolher um nome em outro idioma. Primeiro, é bom que ele seja escrito corretamente, como na forma original o inglês Jéssica, por exemplo, tem algumas dezenas de variações por puro engano. Leve em consideração que nem sempre a pronúncia em português vai soar como o original. Por último, veja se ele combina com o sobrenome: Zahara da Silva é meio esquisito&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">4. O nome pode sugerir a origem, o contexto cultural, a época e até o lugar em que a criança nasceu. Davi e Sara são pistas de uma ascendência judaica, por exemplo. Costume antigo, outros nomes lembram o mês em que o bebê nasceu, caso de Júlio (julho) e Augusto (agosto). Reflita sobre as marcas que você quer (ou não) que seu filhote carregue.</p>
<p style="text-align: justify;">5. Cuidado com as armadilhas das homenagens. As junções de nomes de pais, avós, do que a mãe mais gosta com o preferido do pai podem soar estranho. Nem todas as Maritônias e Jocicléias ficam satisfeitas em ser chamadas assim. Pense se o motivo da escolha não é apenas vaidade pessoal. O bem-estar da criança deve vir em primeiro lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">6. Ainda na categoria homenagens, os artistas, atletas, líderes políticos e personagens de livros, novelas e filmes são sempre uma fonte de inspiração. Mas é preciso ter bom senso. No futuro, sua filha roqueira pode detestar o nome de Sandy. Ou o seu pequeno Cauã Reymond pode se tornar o centro das piadas da turminha. Seus filhos podem ainda não concordar com as idéias do líder cujo nome ele herdou. Já pensou?</p>
<p style="text-align: justify;">7. Chamar o bebê de Júnior ou Neto pode dar uma boa idéia de continuidade e de homenagem ao futuro papai ou avô. Mas pode, também, inibir a individualidade da criança. Para alguns garotos, carregar o nome do antepassado em especial quando se trata de alguém ilustre pode ser um grande peso. Que tal uma identidade única?</p>
<p style="text-align: justify;">8. E por falar em originalidade, ela é bem-vinda mas sem exageros. A linha que separa o bonito do esquisito é muito sutil quando se trata de nomes inventados. Pense que o nome precisa sobreviver a décadas. Ou seja, daqui a 50 anos, seu filho vai continuar a carregá-lo, para bem ou mal. Como Kanayuanda e Kalayê vão soar no futuro? Detalhe: pesquisas americanas mostram que nomes muito exóticos são mal-vistos em seleções de emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">9. É da nossa cultura diminuir os nomes ou dar apelidos às pessoas. Leve isso em consideração também: um nome muito grande, complicado ou estranho talvez seja pouco usado, porque será mais fácil chamar pelo apelido. Pior quando o nome dá origem a apelidos nada bonitos. Pense em todas as possibilidades!</p>
<p style="text-align: justify;">10. No caso de nomes compostos, sempre soa melhor escolher um básico como Maria ou Luís para somá-lo a outro mais forte. Misturas como Eduarda Vitória ou Rafael Ricardo não costumam funcionar e um dos nomes acaba aposentado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conheça os nomes mais populares do Brasil</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2006, esses foram os nomes mais registrados nos cartórios brasileiros. A lista mostra que os clássicos, antes sumidos do ranking dos dez mais nos anos 90, são os preferidos atualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">
Conheça o significado deles:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meninas</strong><br />
Maria Significa: Senhora e soberana<br />
Ana Significa: Cheia de graça<br />
Julia Significa: Cheia de energia<br />
Giovanna Significa: Jovem<br />
Mariana Significa: Junção de Maria e Ana<br />
Leticia Significa: Alegria<br />
Yasmin Significa: Flor de jasmim<br />
Beatriz Significa: Aquela que faz aos outros felizes<br />
Bianca Significa: Alva, clara<br />
Gabriela Significa: Enviada de Deus</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meninos</strong><br />
João Significa: Deus é gracioso<br />
Gabriel Significa: Enviado de Deus<br />
Pedro Significa: Pedra, rocha<br />
Matheus Significa: Homem de Deus<br />
Vinicius Significa: Aquele que cultiva uva<br />
Lucas Significa: Luminoso<br />
Luiz Significa: Lutador<br />
Guilherme Significa: O protetor<br />
Rafael Significa: Curado por Deus<br />
Davi Significa: O amado</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.tutomania.com.br/saiba-mais/10-conselhos-para-acertar-no-nome-de-seu-bebe" target="_blank">Tutomania</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Resumo da Primeira Semana no BBB11</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 21:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lílian Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[BBB - Big Brother Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ariadna]]></category>
		<category><![CDATA[BBB]]></category>
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		<category><![CDATA[Big Brother Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[resumo da semana]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um ano começa e desde 2002, sinônimo de ano novo é Big Brother novo. Em todo início de BBB as expectativas já começam logo pela escolha dos participantes que são trancafiados a 7 chaves em um hotel e afastado do convívio com as pessoas como forma de preservação. Assim, eles ficam afastados de informações [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Mais um ano começa e desde 2002, sinônimo de ano novo é Big Brother novo. Em todo início de BBB as expectativas já começam logo pela escolha dos participantes que são trancafiados a 7 chaves em um hotel e afastado do convívio com as pessoas como forma de preservação. Assim, eles ficam afastados de informações e não são previamente expostos.</p>
<p style="text-align: justify;">Este ano uma polêmica já surgiu logo após a apresentação dos concorrentes. Como já anunciado em um post anterior, um dos participantes deste Big Brother Brasil seria transexual. Seu nome: Ariadna. A produção do reality show confirmou e seus amigos também, porém, a própria Ariadna entrou na casa e manteve o segredo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta primeira semana nada de extraordinário aconteceu. O programa começou morno, os brothers foram se conhecendo, clima de romance e paquera no ar, tudo muito natural, como era de se esperar. A diferença foi na expectativa sobre se Ariadna iria ou não revelar seu segredo para os outros companheiros de confinamento. Pois bem, o tempo foi passando e nada acontecia. Na verdade, Diego, um brother desavisado chegou a dar um selinho em Ariadna.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo surge o primeiro líder da casa: Cristiano. A liderança foi conquistada em uma prova confusa e com algumas trapalhadas da produção do programa. Foi interessante assitir a prova dando boas gargalhadas. No dia seguinte Natália conquista o primeiro anjo e também um automóvel. Para  o castigo do monstro ela escolhe Michelly e Diogo para cuidarem de um abacaxi como se fosse filho.<br />
<span id="more-1224"></span></p>
<p style="text-align: justify;">E como nas outras edições, desta vez também há Big Fone. O primeiro corajoso a atendê-lo foi Rodrigão que como missão deveria indicar alguém ao paredão. Alias, Rodrigão também foi escolhido pelo público como &#8220;O Sabotador&#8221;. Para ganhar R$10 mil ele devria atrapalhar sua equipe na prova da comida sem que ninguém desconfiasse de nada, o que conseguiu realizar com sucesso. E levou o prêmio.</p>
<p style="text-align: justify;">Chega domingo e a hora da formação do primeiro paredão do ano. Natália como anjo, imuniza Rodrigão, que por sua vez indica Lucival ao paredão por ordem do Big Fone. Cris manda Ariadna para a berlinda e Janaína é votada por outros 6 participantes. Assim, está formado o primeiro paredão do Big Brother Brasil 11: Ariadna x Janaína x Lucival.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir daí as opiniões se dividem em função de Ariadna. Porém o fato dela não revelar seu segredo, que estava sendo comentado entre outros brothers desconfiados, culminou em sua saída do programa. Os espectadores, ao que parece, não gostaram que ela escondesse o jogo e a eliminaram com 49% do votos. Por sua vez, Lucival teve 27% e Janaína 24%.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que o programa perderá muita coisa com a saída desta participante que prometia tanta polêmica? Só o tempo irá dizer.</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Jogue Pac-man no Google</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 07:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Érico Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
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		<category><![CDATA[jogue pac-man]]></category>
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		<category><![CDATA[pac-man]]></category>
		<category><![CDATA[pac-man no google]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você não entrou no Google em 21 e 22 de maio de 2010 e não conseguiu jogar Pac-man,  ainda pode jogar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Bom a maioria de vocês deve ter visto ou ficou sabendo que em 21 de Maio de 2010  o Google para homenagear os 30 anos do jogo Pac-man colocou em sua página inicial o jogo em seu logotipo.</p>
<p>Para jogar bastava clicar em Inser coin que estava no lugar do botão &#8220;Estou com sorte&#8221;.</p>
<p>Foi um grande sucesso e provocou prejuízos em empresas pelo mundo todo (em vez de trabalhar o pessoal ficava jogando). E ficou no ar por dois dias (21 e 22 de maio de 2010).</p>
<p>Agora o que talvez você não saiba é que ao clicar em Inserte coin uma segunda vez era possível duas pessoas jogarem ao mesmo tempo. Um  jogador utilizando as teclas WASD (utilizadas em muitos jogos, como por exemplo WOW) e o outro nas setas do teclado.<br />
<span id="more-1209"></span> Se você não entrou no Google em 21 e 22 de maio de 2010 e não conseguiu jogar Pac-man,  ainda pode jogar. O jogo foi mantido no seguinte endereço: <a href="http://www.google.com/pacman/">http://www.google.com/pacman/</a></p>
<p>Bom jogo a todos!</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Dicas para parecer mais magra</title>
		<link>http://www.topdicas.com.br/2011/01/15/dicas-para-parecer-mais-magra/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 20:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Lílian Almeida]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[magra]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
		<category><![CDATA[roupas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem disse que para se vestir bem é preciso ter o corpo daquelas modelos altas, lindas e ainda por cima magras? O que vale mesmo na hora de se arrumar são algumas dicas do que as mulheres podem usar. Também é preciso ficar atualizada sobre os mitos e as verdades a respeito do que favorece [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Quem disse que para se vestir bem é preciso ter o corpo daquelas modelos altas, lindas e ainda por cima magras?</p>
<p style="text-align: justify;">O que vale mesmo na hora de se arrumar são algumas dicas do que as mulheres podem usar. Também é preciso ficar atualizada sobre os mitos e as verdades a respeito do que favorece ou não a silhueta. Veja algumas dicas da loja Palank Fashion para parecer mais magra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobreposições</strong><br />
Super na moda, as sobreposições podem disfarçar os quilos a mais. Ficam bem interessantes aquelas em que se usa uma peça rendada por baixo e, por cima, uma blusa cache-coeur. Trespassada, ela oferece profundidade ao decote e suas linhas transversais dão a ilusão de emagrecimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Drapeados</strong><br />
É um mito dizer que drapées não ficam bem em quem está um pouco acima do peso. Quando o drapeado for enviesado ele dá uma sensação visual de alongamento, podendo ser usado sem medo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Listras</strong><br />
As listras estão nas coleções de inverno, ao lado das estampas gráficas. Elas ficam ótimas quando transversais ou verticais. Dessa forma a silhueta fica mais afinada. Disfarçam inclusive cinturas mais amplas.<br />
<span id="more-1198"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Babados e jabôs</strong><br />
São permitidos! Os jabôs, por serem verticais, alongam o decote e valorizam o colo. Babados muito grandes devem ser evitados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Blusê</strong><br />
Ao contrário do que dizem, o efeito blusê, franzido embaixo, na barra, disfarça os quilos a mais, desde que não haja muita sobra de tecido. Quando cortado em viés dá a sensação de encompridar a figura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Modelagem</strong><br />
Enganam-se aqueles que pensam que a modelagem para pessoas acima do peso ideal tem que ser reta ou ampla demais. A modelagem basque, suavemente acinturada afina a silhueta, especialmente nos paletós e casacos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Decotes</strong><br />
É sempre interessante ressaltar o colo e alongar o pescoço. Sendo assim, os decotes em V são bem-vindos, sempre. Outro decote que destaca essas partes do corpo são aqueles degagée, isto é, aqueles amplos, que desabam pelo colo. Devem ser sempre de tecidos leves e molinhos como malha de algodão e jersey.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mix de estampas</strong><br />
Elas podem ser usadas sim, desde que combinadas, lado a lado, em recortes verticais. As mais miúdas disfarçam as medidas maiores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Recortes</strong><br />
Recortes verticais, especialmente em vestidos, casacos e paletós alongam a silhueta, dão um efeito emagrecedor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Truques</strong><br />
Camisas são ótimas opções de top. A linha do abotoamento, vertical, cria uma ilusão de alongamento. Usadas com paletós ou jaquetas abertas, malhas de decote em V ficam ainda mais emagrecedoras visualmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Colares longos estão na ordem da estação e são excelentes na arte de iludir o olhar. Utilizados com peças de decote redondo ou canoa, eles encompridam a silhueta. O mesmo efeito têm os écharpes e cachecóis, usados abertos ou enrolados no pescoço e com as pontas caídas na frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: mulher.terra.com.br</p>
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