<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4228818611046991520</id><updated>2024-09-05T17:46:59.271-07:00</updated><title type='text'>Tornar-se pessoa...</title><subtitle type='html'>nos percalços da existência...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://analisesminhas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://analisesminhas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Renata Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02021065619727760067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUA5OcC63oTgZd3x6Jh9yFE83zrd9zD1TXV8KjzeB-_5hjnxAVeRwa9aaAtDe8Ryy9Z_n3UCWsEZOdy1ALtUZPSNlMoZ8jpHCAvcEmyEz07VrG3duP7jVPnjZkTjh5RE/s1600/*'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4228818611046991520.post-234946868825415584</id><published>2015-01-19T12:10:00.003-08:00</published><updated>2015-01-19T12:17:27.133-08:00</updated><title type='text'>Poucos sabem o que desejam de fato</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Hoje, lendo e escrevendo o texto a seguir, me veio a constatação de que no último ano, este blog só foi atualizado em janeiro, o mês das férias escolares, o mês das minhas férias.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;As férias me proporcionam tempo para dedicar a algumas atividade que gosto, mas que a rotina me rouba. Quem escreve precisa de tempo livre, ócio produtivo já dizia Cioran.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Vamos ao tema!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Traçar planos, metas, objetivos, é de praxe para todas as pessoas. Cada um a seu modo, claro. Alguns fazem um mapa mental do que desejam. Outros (acredite!), fazem gráficos com as variáveis &quot;metas/anos&quot;. Independente do modo como fazem, sonhar é necessário, é quase que uma obrigação, é o combustível para a vida. Porém, o que poucas pessoas fazem é questionar-se: o que estou desejando é um desejo meu ou de outrem? Foi algo incutido em minha mente por sabe lá quem? Qual o grau de genuinidade do meu desejo? É talvez uma fuga do desejo real? A questão é: poucos sabem o que desejam de fato. Poucos conhecem sua mente ao ponto de separar o que é seu do que é do outro, do que é social. Nos afastamos dos nossos mais sinceros desejos pelo simples fato de sermos seres que possuem medo da felicidade. Ser feliz amedronta, afinal vivemos rodeados do infeliz, das manchetes de jornal que declaram, aos poucos, o fim da raça humana. Nos acostumamos com isso. Caminhar em direção ao oposto é estar fora dos padrões da &quot;normalidade&quot;. Viramos, então, normóticos. Assim, poucos sabem identificar se o que desejam é genuinamente honesto, é fruto das marcas da vida. Não importa a quantidade de dias, meses, anos, sendo fruto das marcas da vida, é honesto, sendo honesto será alcançado, independente de um planejamento prévio.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://analisesminhas.blogspot.com/feeds/234946868825415584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4228818611046991520/234946868825415584' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/234946868825415584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/234946868825415584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://analisesminhas.blogspot.com/2015/01/poucos-sabem-o-que-desejam-de-fato.html' title='Poucos sabem o que desejam de fato'/><author><name>Renata Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02021065619727760067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUA5OcC63oTgZd3x6Jh9yFE83zrd9zD1TXV8KjzeB-_5hjnxAVeRwa9aaAtDe8Ryy9Z_n3UCWsEZOdy1ALtUZPSNlMoZ8jpHCAvcEmyEz07VrG3duP7jVPnjZkTjh5RE/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4228818611046991520.post-8345475180212370443</id><published>2014-01-13T13:49:00.003-08:00</published><updated>2014-01-13T13:49:54.615-08:00</updated><title type='text'>A redação do relógio</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lembro-me como hoje de uma conversa que tive com meu professor de Redação, Osvaldo. Na ocasião era churrasco em comemoração ao término do ensino médio e eu, por motivos particulares, perguntava insistentemente a hora. De tanto perguntar, e consciente de que estava sendo irritante, disse: - Irei escrever uma redação sobre o relógio! Osvaldo, com sua paciência, respondeu: - É melhor escrever sobre o tempo...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Passaram-se quase 9 anos e nesta última semana me veio a necessidade de escrever sobre o tempo. A necessidade surgiu de uma conversa com um amigo, onde eu dizia para que ele tivesse paciência, as coisas têm seu tempo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No mesmo instante em que falei, fiquei reticente com minhas palavras. Esta frase, de tão clichê, não é bem interpretada. Talvez, quem a disse pela primeira vez não tivesse noção do equívoco que causaria. A frase &quot;cada coisa em seu tempo&quot;, parece dizer que as coisas têm um tempo próprio para acontecer. Porém, quem dá tempo às coisas, senão nós mesmos?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esse tempo refere-se à pessoa que está ouvindo a frase. As coisas tem o tempo dela, da pessoa. Ou seja, nossos projetos, sonhos, planos, têm o nosso tempo, o tempo que conseguimos persegui-los, o tempo de nossa liberdade. Falar assim parece esbarrar no idealismo, mas essa ideia está longe disso.&amp;nbsp; Em nossa existência, as questões sócio políticas são consideradas, mas este texto não pretende ser mais que uma memória e uma reflexão sobre nossa liberdade, deixo as discussões profundas para os filósofos...&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://analisesminhas.blogspot.com/feeds/8345475180212370443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4228818611046991520/8345475180212370443' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/8345475180212370443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/8345475180212370443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://analisesminhas.blogspot.com/2014/01/a-redacao-do-relogio.html' title='A redação do relógio'/><author><name>Renata Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02021065619727760067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUA5OcC63oTgZd3x6Jh9yFE83zrd9zD1TXV8KjzeB-_5hjnxAVeRwa9aaAtDe8Ryy9Z_n3UCWsEZOdy1ALtUZPSNlMoZ8jpHCAvcEmyEz07VrG3duP7jVPnjZkTjh5RE/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4228818611046991520.post-8622350108140575422</id><published>2014-01-12T05:45:00.000-08:00</published><updated>2014-01-12T05:45:24.092-08:00</updated><title type='text'>Reflexões de ano novo</title><content type='html'>&lt;span class=&quot;userContent&quot; data-ft=&quot;{&amp;quot;tn&amp;quot;:&amp;quot;K&amp;quot;}&quot;&gt;As palavras que colocarei aqui são fruto de alguns processos e pensamentos....&lt;br /&gt; Na verdade, evito sempre me posicionar em relação a alguma coisa por aqui, visto que nem sempre é bem interpretado. &lt;br /&gt; Esperei o momento certo para escrever e postar... &lt;br /&gt; Pode até parecer um tema batido, mas se ainda pensamos sobre ele, é porque ainda existe a necessidade de debate. Vejamos...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Em geral, com a chegada do n&lt;span class=&quot;text_exposed_hide&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;ovo
 ano, somos bombardeados por questionamentos sobre o que passou e o que 
conseguimos atingir, dentro das numerosas e homéricas metas traçadas. 
Tendo feita essa análise, geramos novas metas e necessidades (as vezes 
necessidades desnecessárias, como diria Wado).&lt;br /&gt; Nesse interim, algumas questões são esquecidas, embora sejam elas as mais importantes: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; De que adianta dinheiro, se as relações são compradas? &lt;br /&gt; De que adianta viagens, se você continua o mesmo? &lt;br /&gt; De que adianta sucesso profissional, se não consegue enxergar a importância das profissões que não são a sua? &lt;br /&gt; De que adianta viver na diversidade, se não tem compromisso com a defesa da igualdade? &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;
 Ainda quem reflete constantemente sobre estas questões, em algum 
momento se vê permeado pela falta de resposta para elas, percebe que 
comporta-se de forma robótica para o alcance das metas. &lt;br /&gt; Na verdade,
 o ser humano vem perdendo a capacidade de dar sentido às coisas, por 
isso tantas perguntas sem respostas. Por isso, a grande maioria, ao ler 
as perguntas acima identifica-se apenas com o que ela traz de meta. 
Alguns, infelizmente, ainda não conseguem compreender sua segunda parte 
e, menos ainda, ter a simplicidade de auto avaliar-se.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://analisesminhas.blogspot.com/feeds/8622350108140575422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4228818611046991520/8622350108140575422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/8622350108140575422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/8622350108140575422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://analisesminhas.blogspot.com/2014/01/reflexoes-de-ano-novo.html' title='Reflexões de ano novo'/><author><name>Renata Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02021065619727760067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUA5OcC63oTgZd3x6Jh9yFE83zrd9zD1TXV8KjzeB-_5hjnxAVeRwa9aaAtDe8Ryy9Z_n3UCWsEZOdy1ALtUZPSNlMoZ8jpHCAvcEmyEz07VrG3duP7jVPnjZkTjh5RE/s1600/*'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4228818611046991520.post-4436277012496161969</id><published>2011-06-13T05:50:00.000-07:00</published><updated>2011-06-13T06:07:35.591-07:00</updated><title type='text'>As cores das emoções</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estava lendo uma das inúmeras crônicas interessantes de Martha Medeiros quando apareceu no texto a expressão &quot;ser capturado&quot;. Inevitavelmente, embora o texto fizesse referência a outro tipo de captura, pensei que ao longo dos anos somos capturados por nossas próprias emoções.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um turbilhão de emoções. Emoções brancas, vermelhas, laranja, pretas. Emoções rasas, profundas, amargas. As vermelhas e laranja são as melhores, intensas e devem ser cultivadas. E as outras, o que fazer delas? Transformá-las em canção, em texto, arte, quem sabe, para que assim, deixem de ser brancas e pretas e passem a ser vermelhas e laranja.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lembro agora com saudade da última vez que deixei-me capturar pela emoção (dessas vermelhas e laranja) e, tenho dito, a vida passa a ter mais sentido, é mais festiva e a simples mudança de rotina transforma-se em aventura radical.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Calmaria eu recomendo para os que são espectadores da própria vida, para os que não querem ser capturados pelas próprias emoções, pelos mais íntimos desejos. Amargura, para os que acreditam que o mundo gira ao redor do próprio umbigo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Amor, tesão, paixão, para os que, assim como eu, esgotam as possibilidades!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://analisesminhas.blogspot.com/feeds/4436277012496161969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4228818611046991520/4436277012496161969' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/4436277012496161969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/4436277012496161969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://analisesminhas.blogspot.com/2011/06/estava-lendo-uma-das-inumeras-cronicas.html' title='As cores das emoções'/><author><name>Renata Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02021065619727760067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUA5OcC63oTgZd3x6Jh9yFE83zrd9zD1TXV8KjzeB-_5hjnxAVeRwa9aaAtDe8Ryy9Z_n3UCWsEZOdy1ALtUZPSNlMoZ8jpHCAvcEmyEz07VrG3duP7jVPnjZkTjh5RE/s1600/*'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4228818611046991520.post-167036378749769996</id><published>2010-06-24T07:32:00.000-07:00</published><updated>2010-06-24T07:56:33.835-07:00</updated><title type='text'>Desestruturando as estruturas</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Quando comecei a rascunhar o texto de hoje, percebi que estava iniciando-o da mesma maneira que o texto anterior, a partir de minha descrença em padrões comportamentais vigentes. Bem, mas este não é um assunto para hoje, depois quem sabe. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Comecemos: Eu sou muito desconfiada com livros de auto ajuda, embora algumas pessoas digam que eles realmente ajudam. Mas, um dia desses, folheando um deles, encontrei um conceito que ficou ecoando em minha mente por vários dias até que consegui sentar e explorá-lo mais. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Segundo o psiquiatra Roberto Shinyashiki os seres humanos necessitam de estruturas, estas são fontes de referências e são tão importantes que quando se alteram cria-se um novo jeito de organizar uma nova estrutura que possa nos dar referências concretas de vida. Talvez esse seja um dos grandes dilemas e motivo de crise exienciais do humano - viver em busca de alcançar as tão sonhadas referências. E se nao alcançadas, muda-se as referências ou elaboram outras. E por mais um tempo mantem-se estagnados nas novas referências que já tornaram-se velhas. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A falta de flexibilidade caracteriza o comportamento de muitos de nós, causando angústia, impossibilidade de criação, medo e desespero. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Quebrar esse padrão não parece ser fácil, mas talvez a consciência de que ele existe ajude-nos a encará-lo mais acertivamente. &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://analisesminhas.blogspot.com/feeds/167036378749769996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4228818611046991520/167036378749769996' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/167036378749769996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/167036378749769996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://analisesminhas.blogspot.com/2010/06/quando-comecei-rascunhar-o-texto-de.html' title='Desestruturando as estruturas'/><author><name>Renata Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02021065619727760067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUA5OcC63oTgZd3x6Jh9yFE83zrd9zD1TXV8KjzeB-_5hjnxAVeRwa9aaAtDe8Ryy9Z_n3UCWsEZOdy1ALtUZPSNlMoZ8jpHCAvcEmyEz07VrG3duP7jVPnjZkTjh5RE/s1600/*'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4228818611046991520.post-7233992936035272177</id><published>2010-04-29T05:48:00.000-07:00</published><updated>2010-04-29T06:34:08.794-07:00</updated><title type='text'>Afetividade Virtual</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeXQtj_ODd6DWHwHrrn_b24vOAW_0iTqNtsjAF6wSMUbI1znXw2I2LjeZIaD4d9w8ApR6KzxEAGer0WEDzRIKdsRQrZiZ6KHXmNahcENME51nLkdvC7Nk3J1pCLcZCVgeWY-hSli3Cy2YB/s1600/amor_virtual.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 124px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5465551993464803986&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeXQtj_ODd6DWHwHrrn_b24vOAW_0iTqNtsjAF6wSMUbI1znXw2I2LjeZIaD4d9w8ApR6KzxEAGer0WEDzRIKdsRQrZiZ6KHXmNahcENME51nLkdvC7Nk3J1pCLcZCVgeWY-hSli3Cy2YB/s200/amor_virtual.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Eu sempre fui (e ainda sou) muito descrente quando à seriedade e ao comprometimento das pessoas envolvidas em relacionamentos virtuais. Quando falo de relacionamentos virtuais nao estou me referindo apenas aos namoros e romances mantidos pela web, mas à todas as formas de sociabilidade que existem nesse novo espaço contemporâneo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Concordo com Bauman quando este afirma que diferentemente dos relacionamentos reais, é fácil entrar e sair dos relacionamentos virtuais; em comparação com a coisa autêntica, lenta, pesada e confusa que muitas vezes nos são apresentados e experienciados, estes parecem ser mais inteligentes e leves, fáceis de manusear, compreender e usar, sempre pode apertar a tecla de deletar!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Para mim, os motivos dessa substituição já estão mais que esclarecidos e respondidos pela simples frase acima. O que tem me chamado atenção mesmo é a influência da virtualidade na vida das pessoas. Escuto diariamente relatos que enfatizam coisas do tipo &quot;ahhh, nos falamos ontem a noite pelo msn e a briga foi feia&quot;, &quot;não quero cancelar meu orkut, tenho dó de perder os depoimentos que recebi&quot;, &quot;minha mãe é viciada em colheita feliz e por isso quase nao temos tempo de conversar quando ela chega em casa&quot; e por aí vai...quanta corporalidade sendo substituída por sinais e signos, quanto olho no olho sendo trocado por um lcd, quanta afetividade esquecida....&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Vivemos em uma época que, como diz Gaiarsa, a necessidade de envolvimento é gritante, se não estamos ligados nada acontece entre nós. Se este envolvimento é deixado de lado e torna-se enfatizado o envolvimento virtual, o que acontece? Essa resposta eu não tenho, não adianta sugerir uma consequência agora, é esperar e cantar com Belchior... &quot;e no ecritório em que trabalho e fico rico, quanto mais eu multiplico diminui o meu amor...&quot; &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://analisesminhas.blogspot.com/feeds/7233992936035272177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4228818611046991520/7233992936035272177' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/7233992936035272177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/7233992936035272177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://analisesminhas.blogspot.com/2010/04/afetividade-virtual.html' title='Afetividade Virtual'/><author><name>Renata Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02021065619727760067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUA5OcC63oTgZd3x6Jh9yFE83zrd9zD1TXV8KjzeB-_5hjnxAVeRwa9aaAtDe8Ryy9Z_n3UCWsEZOdy1ALtUZPSNlMoZ8jpHCAvcEmyEz07VrG3duP7jVPnjZkTjh5RE/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeXQtj_ODd6DWHwHrrn_b24vOAW_0iTqNtsjAF6wSMUbI1znXw2I2LjeZIaD4d9w8ApR6KzxEAGer0WEDzRIKdsRQrZiZ6KHXmNahcENME51nLkdvC7Nk3J1pCLcZCVgeWY-hSli3Cy2YB/s72-c/amor_virtual.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4228818611046991520.post-7047972284037845881</id><published>2010-04-24T16:03:00.000-07:00</published><updated>2010-06-24T08:19:51.067-07:00</updated><title type='text'>Mais Solidão, Menos Prozac</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIv7S03WkO1zwefCtnWQ0VDMlXIcwemQZ2308_ZyFnf7AI2Tfg0o-ZGKmUNKiH8zq1gmRdo63UY36yJwGNMwMbXeQk-1Hcpw3BZc0MC7nQX_FWveV8AafuNfYwnCZRez5VawwY0aID0eBS/s1600/prozac10c.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 120px; CURSOR: hand&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5486360218746753842&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIv7S03WkO1zwefCtnWQ0VDMlXIcwemQZ2308_ZyFnf7AI2Tfg0o-ZGKmUNKiH8zq1gmRdo63UY36yJwGNMwMbXeQk-1Hcpw3BZc0MC7nQX_FWveV8AafuNfYwnCZRez5VawwY0aID0eBS/s200/prozac10c.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Estava eu sexta feira a noite lendo &quot;Ensaios sobre o amor e a solidão&quot; quando tive a sensação de que tudo que o autor Flávio Gikovate disse gostaria eu de ter dito. Na verdade eu disse, mas não com a clareza que ele colocou. O tema do amor é recorrente, para mim, porque, ao meu ver, está intimamente ligado à liberdade. Muito embora, se me for pedido para definir liberdade não saberei fazê-lo. Liberdade e amor são realidades (ou criações humanas, nem sei) que por desequilibrarem-se quando juntas, estão causando o fenômeno solidão. E se você pensou que isso é negativo, engana-se! Acontece que cada vez mais as pessoas tem percebido o quanto é nocivo certos amores (a grande maioria) pela relação de dependência que causam e aí preferem estar sozinhos. Se é para estar acompanhado em um movimento simbiótico, é preferível o autismo como estilo de vida. Percebem que, na maioria das vezes, o que as uniu a seus pares foi o sentimento de inferioridade ainda mascarado, eventos fragilizadores que deixam o cupido fazer a festa. Ora, se o fenômeno amoroso é causador da destruição da pouca liberdade psíquica que nos resta vivendo nessa sociedade, para que continuar com ele? Nao seria mais interessante construir outras formas de relacionamento onde primeiramente fossem fortalecidos os laços individuais consigo mesmo? Diferente de Caio Fernando Abreu ao escrever &quot;estou me transformando em um ser humano meio viciado em solidão. Não sei mais falar, abraçar, dizer coisas simples como &quot;eu gosto de você&quot;.&quot;, este ser humano que agora emerge estaria mais apto para o amor, uma vez que primeiramente respeitou a construção tão árdua de sua individualidade. &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://analisesminhas.blogspot.com/feeds/7047972284037845881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4228818611046991520/7047972284037845881' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/7047972284037845881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/7047972284037845881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://analisesminhas.blogspot.com/2010/04/mais-solidao-menos-prozac.html' title='Mais Solidão, Menos Prozac'/><author><name>Renata Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02021065619727760067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUA5OcC63oTgZd3x6Jh9yFE83zrd9zD1TXV8KjzeB-_5hjnxAVeRwa9aaAtDe8Ryy9Z_n3UCWsEZOdy1ALtUZPSNlMoZ8jpHCAvcEmyEz07VrG3duP7jVPnjZkTjh5RE/s1600/*'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIv7S03WkO1zwefCtnWQ0VDMlXIcwemQZ2308_ZyFnf7AI2Tfg0o-ZGKmUNKiH8zq1gmRdo63UY36yJwGNMwMbXeQk-1Hcpw3BZc0MC7nQX_FWveV8AafuNfYwnCZRez5VawwY0aID0eBS/s72-c/prozac10c.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4228818611046991520.post-342261095838391069</id><published>2010-01-30T11:35:00.001-08:00</published><updated>2010-01-30T17:07:42.720-08:00</updated><title type='text'>Sobre o amor e suas reticências...</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Tão comum é, ao término de um relacionamento amoroso, os amantes (os que foram abandonados) se questionarem sobre sua capacidade de amar, a capacidade do outro, o motivo real do fim, a birra e o esperneio para uma possível volta, a autopunição marcada por sentimentos de culpa e desvalorização pessoal. O medo de ficar sozinho, a felicidade estampada no rosto de outros casais, os pensamentos obsessores sobre o ex (e a lembrança dos outros exs) incomodam incessantemente. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Lendo Rogers esta manhã entendi algo sobre o fim de relacionamentos que, talvez, sirva para todos aqueles que estejam passando pelas situações descritas acima. Entendi através de uma analogia feita pelo autor sobre as pessoas, o amor e o pôr-do-sol, porém em nenhum momento Rogers falou sobre o fim de relacionamentos, mas as palavras dele me trouxeram algumas idéias.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;De acordo com Rogers, as pessoas são tão belas quanto um pôr-do-sol quando as deixamos ser. De fato, talvez possamos apreciar um pôr-do-sol justamente por não podermos controla-lo, simplesmente olhamos com admiração sua evolução. Assim é o amar com possibilidades de crescimento. Uma pessoa amada compreensivamente desabrocha e desenvolve seu eu próprio e único. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O que acontece (agora é Renata falando) é que você leitor que se identificou desde o começo, amou sim, apenas não foi amado (ainda! e não tenha essa afirmação como depreciativa). E se você foi amado, pode não ter amado quem te amou. E é um direito seu, assim como é um direito do outro não te amar também. Desencontro, apenas. Não são todos os dias que admiramos o pôr-do-sol. E existe ainda outra possibilidade, foi amado por quem amou e não continuaram o amor porque em algum momento não souberam amar ao mesmo tempo. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://analisesminhas.blogspot.com/feeds/342261095838391069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4228818611046991520/342261095838391069' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/342261095838391069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/342261095838391069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://analisesminhas.blogspot.com/2010/01/sobre-o-amor-e-suas-reticencias.html' title='Sobre o amor e suas reticências...'/><author><name>Renata Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02021065619727760067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUA5OcC63oTgZd3x6Jh9yFE83zrd9zD1TXV8KjzeB-_5hjnxAVeRwa9aaAtDe8Ryy9Z_n3UCWsEZOdy1ALtUZPSNlMoZ8jpHCAvcEmyEz07VrG3duP7jVPnjZkTjh5RE/s1600/*'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4228818611046991520.post-4606217817700896883</id><published>2009-04-22T08:13:00.000-07:00</published><updated>2009-04-22T08:39:03.492-07:00</updated><title type='text'>Diabólicas Relações</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Segundo Rollo May, em seu livro &quot;A Coragem de Criar&quot;, o problema, a neurose e seus elementos é descrito pelo antônimo de simbólico, ou seja, diabólico, que significa &quot;separar&quot;. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Achei interessante a perspectiva de Rollo May sobre o significado da palavra diabólico em relação ao estudo das neuroses. Interessante porque em geral essa palavra é usada em assuntos de cunho religioso. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Fiquei, então, a pensar: Quantas relações diabólicas possuímos ? Quantas mantemos para a vida toda ? Algumas, em determinados momentos, são mascaradas pela mudança que nos proporciona. É preciso, claro, estar se reinventando. Acredito que essa reinvenção acontece do encontro entre as pessoas, o &lt;em&gt;eu&lt;/em&gt; e o &lt;em&gt;tu &lt;/em&gt;criando um &lt;em&gt;nós&lt;/em&gt; e assim um &lt;em&gt;novo eu&lt;/em&gt; e um &lt;em&gt;novo tu. &lt;/em&gt;Mas até que ponto essa reinvenção, chamada por nós popularmente de mudança, não está nos separando (voltando ao significado da palavra diabólico) de nós mesmos ? Estamos sendo mais humanos, demasiadamente humanos, tendo a coragem de sermos nós mesmos ? &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Acredito, também, que em algumas relações acontece uma destruição da forma original e potencial de nós mesmos, onde perdemos o sentido próprio.....&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;até que a mesma relação, em um de seus momentos não diabólicos, nos proporciona a saída do caos que ela representava para o processo dinâmico de tornar-se pessoa! &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://analisesminhas.blogspot.com/feeds/4606217817700896883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4228818611046991520/4606217817700896883' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/4606217817700896883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/4606217817700896883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://analisesminhas.blogspot.com/2009/04/diabolicas-relacoes.html' title='Diabólicas Relações'/><author><name>Renata Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02021065619727760067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUA5OcC63oTgZd3x6Jh9yFE83zrd9zD1TXV8KjzeB-_5hjnxAVeRwa9aaAtDe8Ryy9Z_n3UCWsEZOdy1ALtUZPSNlMoZ8jpHCAvcEmyEz07VrG3duP7jVPnjZkTjh5RE/s1600/*'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4228818611046991520.post-8722307154166352664</id><published>2009-01-27T13:18:00.000-08:00</published><updated>2009-01-27T13:38:01.594-08:00</updated><title type='text'>Memórias, Crônicas e Declarações de Amor</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Ontem, faltando alguns minutos para hoje, recebi uma mensagem no celular, me assustei pelo tardar da hora, mas ao pensar sobre ela e algumas coisas mais, não consegui deixar de escrever as linhas que seguem. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A mensagem foi de alguém que eu gostei muito, nada de paixão avassaladora, nem borboletas no estômago ou canções de recordação, mas era especial sim. Talvez ele esteja até lendo, não sei. Só sei que a mensagem, por fazer referência ao nosso afastamento, me trouxe recorações de alguns grandes amores, paixões de tirar o fôlego, o sono, a concentração, de liberar energia acumulada, choro imprevisível, insanidade latente. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Não pude, é claro, deixar de lembrar com carinho todas essas emoções que senti. E achei estranho. Foi a primeira vez que ri ao lembrar da espera por uma ligação, do chocolate que ganhei e das brigas que travei. Tentanto entender essa sensação nostálgica do que, na época, era desagradável, lembrei da personagem Maria Helena do Woody Allen ao dizer que o amor só é romântico quando não é possível concretizá-lo e me vi cheia de histórias para contar...&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Paralelo a isso, pensei: Qual limite entre amor romântico e falta de estrutura relacional ? É confuso escrever e lançar idéias sobre isso, mas, talvez, o ideal mesmo seja viver. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://analisesminhas.blogspot.com/feeds/8722307154166352664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/4228818611046991520/8722307154166352664' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/8722307154166352664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4228818611046991520/posts/default/8722307154166352664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://analisesminhas.blogspot.com/2009/01/memorias-cronicas-e-declaracoes-de-amor.html' title='Memórias, Crônicas e Declarações de Amor'/><author><name>Renata Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02021065619727760067</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcUA5OcC63oTgZd3x6Jh9yFE83zrd9zD1TXV8KjzeB-_5hjnxAVeRwa9aaAtDe8Ryy9Z_n3UCWsEZOdy1ALtUZPSNlMoZ8jpHCAvcEmyEz07VrG3duP7jVPnjZkTjh5RE/s1600/*'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>