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	<title>Trending Blog</title>
	
	<link>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog</link>
	<description>O blog do que é tendência na web</description>
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		<title>Saiba como a polícia identificou os crackers do caso Carolina Dieckmann</title>
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		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/geral/saiba-como-a-policia-identificou-os-crackers-do-caso-carolina-dieckmann/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 May 2012 23:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Zmoginski</dc:creator>
				<category><![CDATA[*Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Em conversa com a INFO, o inspetor Rodrigo Mello, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, conta como a polícia trabalhou para chegar aos cinco crackers que furtaram fotos de Carolina Dieckmann e tentaram extorquir a atriz. Na conversa abaixo, Mello critica a ausência de leis específicas contra cibercrimes, diz que obter logs de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2262" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/05/carolina-dieckmann-delegacia-245001.jpg" rel="lightbox[2232]"><img class="size-medium wp-image-2262" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/05/carolina-dieckmann-delegacia-245001-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Carolina, em dia de depoimento à polícia</p></div>
<p>Em conversa com a INFO, o inspetor Rodrigo Mello, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, conta como a polícia trabalhou para chegar aos cinco crackers que furtaram fotos de Carolina Dieckmann e tentaram extorquir a atriz.</p>
<p>Na conversa abaixo, Mello critica a ausência de leis específicas contra cibercrimes, diz que obter logs de acesso dos provedores é fundamental para identificar criminosos e nega que a polícia seja rápida e competente apenas quando há atenção da mídia sobre ela.</p>
<p><strong>Como vocês identificaram os crackers que furtaram as fotos de Carolina Dieckmann? </strong>No início de uma investigação, sempre trabalhamos com várias hipóteses. Nosso elemento principal foi o depoimento da vítima e a análise de seu computador pessoal. A partir daí, percebemos que as imagens haviam sido furtadas de seu e-mail e tentamos traçar um padrão de acesso de Carolina à sua conta.<span id="more-2232"></span></p>
<p>Então, notamos que havia vários acessos suspeitos, que não tinham o padrão de Carolina, ou seja, provavelmente eram logins feitos por terceiros, pelos criminosos. Nesta etapa, passamos a rastrear essas conexões suspeitas.</p>
<p><strong>Mas quem fez esses acessos certamente usou algum programa que mascara IPs&#8230;  </strong>Sim, eles fizeram isso. Ocorre que a polícia possui convênio com a maior parte das empresas que oferecem esses softwares para mascarar IP. Não importa se o cracker usar a solução X ou Y, se criar roteadores virtuais usando servidores na Islândia ou Finlândia&#8230; sempre há um rastro que podemos seguir.</p>
<p><strong>Servidores e empresas de software do exterior colaboram com a polícia brasileira? </strong>Se nós tivermos autorização judicial e cumprirmos os procedimentos internacionais, há boa vontade e colaboração. Há um consenso entre as companhias de telecom e software de que deve haver uma união contra o crime na web.</p>
<p><strong>Ao identificar o IP verdadeiro de quem acessou os e-mails de Carolina vocês puderam identificar a localização dos crackers? </strong>Nós levantamos informações de várias pontas, de quem acessou e-mail, de quem publicou as imagens em sites estrangeiros, levantamos todo tipo de dado disponível. Esse conjunto de informação permitiu chegar aos suspeitos do crime.</p>
<p><strong>Em reportagem veiculada no programa Fantástico, da TV Globo, aparecem mensagens trocadas pelos suspeitos no programa MSN Messenger, da Microsoft. Vocês tiveram ajuda da Microsoft na investigação? </strong>Não tivemos auxílio de nenhuma empresa. Todos os dados que conseguimos, nós os obtivemos dos provedores de acesso que intermediaram a conexão dos suspeitos. É importante frisar que os logs de acesso à web que conseguimos foram sempre obtidos com autorização judicial, cumprindo as exigências legais.</p>
<p><strong>Muitos usuários criticaram a ação da polícia, dizendo que a corporação foi rápida na investigação apenas por envolver uma personalidade pública, ao passo que o cidadão comum não disporia da mesma eficácia e dedicação dos policiais. </strong>Isso não é verdade. Temos hoje aqui no Rio uma equipe especializada em crimes cibernéticos. Há ao menos quatro policiais na nossa delegacia que são especialistas em TI, profissionais com título de mestrado ou doutorado. Nós trabalhamos para qualquer cidadão. Esta semana, por exemplo, solucionamos o caso de uma outra pessoa vítima de extorsão após ter fotos íntimas furtadas de seu PC. Este episódio, que envolve uma pessoa anônima, levou o mesmo tempo para ser solucionado que o caso Carolina Dieckmann.</p>
<p><strong>Qual a principal dificuldade que a polícia encontra hoje para punir esse tipo de crime? </strong>Nosso principal obstáculo é a falta de uma legislação específica para crimes cibernéticos. Furtar dados de terceiros e invadir uma rede segura não é considerado crime no Brasil. Após a investigação, os delegados observam se é possível enquadrar o cracker em crimes como estelionato, difamação ou extorsão, pois simplesmente não há no código penal artigos próprios para o crime digital. Isto nos impede de punir muitos crackers, o que é ruim para a segurança de todos os internautas.</p>
<p><strong>Os crimes online estão em ascensão no Brasil? </strong>Sem dúvidas, tanto os crimes cometidos online, como fraudes bancárias, como delitos cometidos com uso de engenharia social. Por exemplo, se o seu filho posta nas redes sociais os nomes dos coleguinhas, onde estuda ou para onde vai viajar, tudo isso serve de subsídio para um meliante que planeje um sequestro ou um assalto. Há também um grande número de “novos usuários” de internet, pessoas que não têm muita intimidade com tecnologia, que clicam em qualquer coisa e acabam vítimas de vírus e códigos maliciosos.</p>
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		<title>Criador do HootSuite diz a INFO como conseguiu US$ 30 milhões</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/TrendingBlog-INFO/~3/oXE4Btb3_UU/</link>
		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/mercado/criador-do-hootsuite-diz-a-info-como-conseguiu-us-30-milhoes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 00:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Zmoginski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[HootSuite]]></category>
		<category><![CDATA[Startup]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das empresas de tecnologia mais celebradas no Canadá depois da RIM, a Hootsuite conseguiu em abril levantar US$ 30 milhões de um fundo de investimento local. Pode não parecer muito num mercado em que apps são vendidos por US$ 1 bilhão, mas é. No Canadá, o aporte foi apontado como o maior em dez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2192" class="wp-caption alignleft" style="width: 397px"><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/05/Ryan-11.jpg" rel="lightbox[2172]"><img class="size-full wp-image-2192" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/05/Ryan-11.jpg" alt="" width="387" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Ryan, o criador do HootSuite</p></div>
<p>Uma das empresas de tecnologia mais celebradas no Canadá depois da RIM, a Hootsuite conseguiu em abril levantar US$ 30 milhões de um fundo de investimento local. Pode não parecer muito num mercado em que apps são vendidos por US$ 1 bilhão, mas é. No Canadá, o aporte foi apontado como o maior em dez anos para uma empresa de internet.</p>
<p>Criada em Vancouver em 2008, o HootSuite é uma ferramenta que reúne em uma única interface as contas de Facebook, Twitter, Google Plus, Orkut, Tumblr e LinkedIn, entre outras, permitindo ao usuário postar e consumir conteúdo de múltiplas redes em uma única tela, com um só login. Para as empresas, oferece ainda relatórios sobre o nível de engajamento de seus fãs e seguidores.</p>
<p>Por e-mail, o fundador e CEO do serviço Ryan Holmes conta como criou um serviço que já soma 3,5 milhões de usuários pelo mundo explorando a necessidade dos usuários (e empresas) manterem-se ativos em tantas redes sociais.</p>
<p><strong>Quantos usuários o HootSuite possui hoje no mundo? E no Brasil?</strong><br />
Nós levamos dois anos para atingir nosso primeiro milhão de usuários e depois só mais 12 meses para superarmos a marca dos três milhões de inscritos.  Hoje somamos 3,5 milhões de usuários no mundo e, se o ritmo de expansão não for alterado, vamos fechar 2012 na casa dos seis milhões de contas registradas. No Brasil, país onde estreamos uma versão localizada em português apenas em fevereiro deste ano, já temos 125 mil usuários.<span id="more-2172"></span></p>
<p><strong>Como vocês geram receita?</strong><br />
Nós exploramos o modelo freemium. Ou seja, nossos usuários se inscrevem inicialmente em contas gratuitas e, depois, parte deles opta por pagar. O plano gratuito (Basic) fornece todas as funções essenciais do painel HootSuite, como ferramentas para colaboração em equipe e relatórios analíticos.  Quem deseja recursos mais poderosos, pode pagar seis dólares por mês por uma conta Pro ou 20 dólares pelo serviço Enterprise.</p>
<p><strong>Quem opta pelas contas pagas?</strong><br />
Qualquer usuário pode optar por elas, mas, de um modo geral, são os clientes corporativos os que mais comumente aceitam pagar. Grandes organizações baseadas em equipes espalhadas por diferentes regiões geográficas têm muito a ganhar com a versão Enterprise que, além de tudo, gera relatórios avançados sobre seu impacto nas redes sociais e permite gerenciar centenas de contas em diferentes redes com uma só ferramenta, o HootSuite.</p>
<p><strong>Os usuários pagos representam qual percentual dos seus 3,5 milhões de usuários?</strong><br />
Nós não divulgamos nossas taxas de conversão, mas posso assegurar que ela é crescente. Quanto mais os usuários percebem a importância das mídias sociais para seus negócios e carreira, tendem a ver mais valor nos nossos produtos.</p>
<p><strong>Vocês têm outra forma de gerar receita além das contas pagas?</strong><br />
Organizamos o HootSuite University, um programa de certificação de mídia social que fornece treinamento não só para explorar a plataforma HootSuite, mas também para tirar o máximo de serviços como Twitter, Facebook, LinkedIn e Google+. É um programa muito popular entre agências de comunicação e publicidade.</p>
<p><strong>Como vocês decidem quando é hora de suportar uma nova rede social? Há planos de adicionar o Pinterest ao painel?</strong><br />
Nós monitoramos de perto as necessidades de nossos usuários e também as estatísticas sobre crescimento e queda das redes sociais mais populares. É um trabalho delicado pois não queremos perder a simplicidade de nosso painel e inserir recursos que não sejam realmente relevantes a nossos usuários.  Recentemente, por exemplo, decidimos ampliar os recursos disponíveis para atualizar o Tumblr via HootSuite.   Neste momento, analisamos uma forma de integrar o Pinterest ao nosso painel. Não é uma tarefa simples pois, no caso do Pinterest, a API pública é bastante limitada, então talvez a integração dessa rede ao nosso serviço possa demorar um pouco.</p>
<p><strong>Quando vocês decidem suportar um novo serviço, desenvolvem toda a solução sozinhos ou recebem ajuda dos desenvolvedores destas redes sociais?</strong><br />
Sempre que possível, buscamos o apoio dos desenvolvedores de cada rede. Já somos, por exemplo, um Desenvolvedor Preferencial para Facebook, Desenvolvedor Certificado LinkedIn, membro fundador do Programa Google+ Pages e parceiros para Tweets Promovidos no Twitter. Cada uma destas integrações fornece à nossa equipe vantagens para maximizar nossos recursos de desenvolvimento e reduzir a curva de aprendizado de nosso time.</p>
<p><strong>Com 125 mil usuários, o Brasil já é um mercado importante para vocês? Há planos de abrir um escritório local?</strong><br />
O brasileiro é muito social e, além de seu país ser a sexta maior economia do mundo, tem o segundo maior mercado para Twitter e o terceiro maior número de usuários de Facebook em todo o mundo. Só isso coloca o Brasil como uma prioridade para nós, justiçando ações como localizar o HootSuite em português ou planejar ações de marketing para o mercado local. Recentemente fizemos ações com a coruja símbolo de nosso produto jogando futebol ou usando adereços de Carnaval como forma de ganhar empatia com os brasileiros. Você sabia que o maior Hootup (encontro presencial de usuários do HootSuite) ocorreu em São Paulo? Embora atualmente não tenhamos planos de abrir um escritório no Brasil, estamos focados em crescer no seu país.</p>
<p><strong>Você não teme que os usuários se cansem de ter tantas redes para atualizar e abandonem o HootSuite?</strong><br />
As mídias sociais mudam o tempo todo, mas é um fato que a comunicação através delas tornou-se uma norma em todo o mundo e os usuários terão, inevitavelmente, que recorrer a um número de diferentes redes para recolher informações e interagir com pessoas diferentes. Vejo o HootSuite como um centro que suporta todas essas plataformas permitindo aos usuários não se sentirem sobrecarregados ao manter várias contas sociais. As empresas, especialmente, podem se beneficiar do painel HootSuite porque constantemente precisam estar ativas em diversas plataformas, gerar relatórios para medir seu engajamento e envolver seus fãs e seguidores onde quer que estejam.</p>
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		<item>
		<title>Nokia (finalmente) desafia duopólio Android/iPhone</title>
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		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/geral/nokia-finalmente-desafia-duopolio-androidiphone/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 23:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Zmoginski</dc:creator>
				<category><![CDATA[*Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia]]></category>

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		<description><![CDATA[É engraçado escrever que a Nokia vai desafiar um duopólio. Afinal, por muitos anos, ela própria foi o gigante a ser batido. Nocauteada por Apple e Samsung, a companhia nórdica demorou para sair das cordas. Ontem à noite, em breve encontro com jornalistas, a Nokia apresentou sua linha Lumia. É o primeiro grande lançamento da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/nokia-lumia-800-2.jpg" rel="lightbox[2101]"><img class="alignleft size-full wp-image-2141" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/nokia-lumia-800-2.jpg" alt="" width="448" height="404" /></a>É engraçado escrever que a Nokia vai desafiar um duopólio. Afinal, por muitos anos, ela própria foi o gigante a ser batido. Nocauteada por Apple e Samsung, a companhia nórdica demorou para sair das cordas.</p>
<p>Ontem à noite, em breve encontro com jornalistas, a Nokia apresentou sua linha Lumia. É o primeiro grande lançamento da empresa de smartphones com Windows Phone, sistema operacional que ainda não empolgou os consumidores.</p>
<p>Apesar das desconfianças, os Lumia são excelentes, em particular o modelo 800. Moldado em uma peça única de policarboneto, o celular é realmente bonito e sua configuração respeitabilíssima (tela de 3,7” AMOLED ClearBlack, câmera de 8 megapixels, memória interna de 16 GB, processador Qualcomm MSM8255 de 1,4 GHz).</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/reviews/hardware/smartphones/lumia-800.shtml"><strong>- Leia o review do Lumia 800 testado pelo INFOlab</strong></a></p>
<p>O preço não é dos melhores (R$ 1,7 mil), mas será vendido inicialmente em uma <a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/gadgets/smartphones/nokia-dara-xbox-360-e-kinect-para-quem-comprar-lumia-800/"><strong>promoção matadora</strong></a>: você compra o Lumia 800 e “ganha” um Xbox e um Kinect. Tentador mesmo para quem já tem um bom smartphone em mãos, não?</p>
<p>Já o modelo Lumia 710 não é tão bonito, nem tem um acabamento impressionante, mas mantém a boa configuração do irmão premium por um preço bem mais em conta, menos de mil reais.</p>
<p>Não tenho dúvidas que o hardware da Nokia é ótimo, mas não dá para saber se suas soluções de software (igualmente ótimos, diga-se) vai empolgar o público, já tão seduzido por Android e iOS.<span id="more-2101"></span></p>
<p>Há coisas super bacanas no Windows Phone, como a integração com games para Xbox e com a suíte Office. A solução em nuvem SkyDrive também é muito eficiente. Mas, pense, o smartphone não usa o popularíssimo Google Maps. Você terá que aprender a usar o Nokia Maps. E aprender a navegar no próprio Windows Phone, um sistema muito diferente da experiência Windows com a qual estamos acostumados no desktop.</p>
<p>Em mensagem gravada para jornalistas brasileiros, Stephen Elop, CEO da Nokia, diz que fazer sucesso no Brasil é fundamental para sua empresa. Não é um exagero. Afinal, prevê o IDC, 20 milhões de smartphones serão vendidos aqui só este não.</p>
<p>Será, sem dúvida, um caminho difícil para Nokia e Microsoft. Mas se eles morderem um naco do mercado farão um bem ao mercado. Será melhor para os consumidores (e para a indústria) se tivermos três players disputando para ver quem oferece mais inovação.</p>
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		<item>
		<title>O dia em que Zuckerberg demitiu Eric Schmidt</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/TrendingBlog-INFO/~3/vYcGINZSvzw/</link>
		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/geral/o-dia-em-que-zuckerberg-demitiu-eric-schmidt/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 23:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Zmoginski</dc:creator>
				<category><![CDATA[*Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[Diz uma técnica de RH que, se você quer saber o que há de errado numa empresa, deve conversar com seus funcionários insatisfeitos. Frustrados e convencidos de que seus chefes estão trilhando um caminho errado, eles relevam ao interlocutor que lhes dá atenção (e um certo apoio moral) ricos detalhes dos desmandos corporativos, falhas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/d.jpg" rel="lightbox[2051]"><img class="alignleft size-full wp-image-2081" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/d.jpg" alt="" width="440" height="436" /></a>Diz uma técnica de RH que, se você quer saber o que há de errado numa empresa, deve conversar com seus funcionários insatisfeitos. Frustrados e convencidos de que seus chefes estão trilhando um caminho errado, eles relevam ao interlocutor que lhes dá atenção (e um certo apoio moral) ricos detalhes dos desmandos corporativos, falhas de gestão e desvios de conduta que qualquer empresa se esforçaria para deixar restritos às salas fechadas.</p>
<p>James Whitaker é um caso exemplar deste tipo de personagem. Ex-engenheiro do Google, Whitaker deixou o gigante das buscas para trabalhar na Microsoft e passou a <strong><a href="http://blogs.msdn.com/b/jw_on_tech/archive/2012/03/13/why-i-left-google.aspx">desfiar um rosário de queixas</a></strong> conta o ex-empregador.</p>
<p>Segundo Whitaker, o tempo em que o Google era uma empresa inovadora e empregador dos sonhos para engenheiros criativos já acabou. Whitaker elogia Eric Schmidt, que como CEO do Google implementou medidas como dar 20% de tempo livre a cada funcionário, para que desenvolvessem projetos próprios e investiu no Google Labs, um espaço aberto para a criação de novas aplicações web.</p>
<p>Na narrativa de Whitaker, o Google entrou em parafuso quando se deu conta que o Facebook estava lhe roubando audiência, talentos e, sobretudo, receita publicitária. O sucesso da rede social teria pressionado os fundadores do Google a mudar sensivelmente a cultura da empresa, eliminar projetos deficitários e focar todos seus esforços em um único objetivo central: fazer o Google Plus crescer e, assim, barrar a expansão desenfreada do Facebook.</p>
<p>Eric Schmidt resistiu à mudança, argumentando que o coração pulsante do Google é a inovação e que dedicar esforços a criar produtos novos, mesmo que fora do escopo do Plus, seria uma missão fundamental da companhia.</p>
<p>O aparente imobilismo do Google no segmento de redes sociais, no entanto, tornou-se insustentável a medida em que Zuckerberg foi eleito homem do ano e sua rede social superava a marca dos 500 milhões de usuários (são quase 900 milhões hoje).</p>
<p>A resultante dessa equação foi o afastamento de Schimidt do centro do poder no Google, agora nas mãos de Page. Nada poderia ser pior, argumenta Whitaker, para quem Page age como um burocrata que só pensa na estratégia do Plus e em formas de vender mais e mais publicidade.</p>
<p>Há de se descontar a mágoa de todo ex-funcionário que perde seu espaço. Mas os argumentos de Whitaker são sólidos e coerentes com os recentes movimentos pragmáticos do Google, que melhoram seu desempenho no balanço trimestral&#8230; mas pioram suas perspectivas de inovação no futuro.</p>
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		<item>
		<title>A Enciclopédia Britânica jogou a toalha</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/TrendingBlog-INFO/~3/_jxeiUtyZdo/</link>
		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/geral/a-enciclopedia-britanica-jogou-a-toalha/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 00:17:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Zmoginski</dc:creator>
				<category><![CDATA[*Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Enciclopédia Brtiânica]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabou. Nunca mais um vendedor com camisa para dentro da calça e terno surrado baterá às portas das casas de família oferecendo a nova edição da tradicionalíssima Enciclopédia Britânica. Publicada desde 1768 em edições bienais impressas em Edimburgo, na Escócia, a Britânica jogou a toalha. A coleção completa custava o equivalente a 1400 dólares e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/article-2114646-1227B89A000005DC-390_636x431.jpg" rel="lightbox[1981]"><img class="alignleft size-medium wp-image-2001" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/article-2114646-1227B89A000005DC-390_636x431-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a>Acabou. Nunca mais um vendedor com camisa para dentro da calça e terno surrado baterá às portas das casas de família oferecendo a nova edição da tradicionalíssima Enciclopédia Britânica.</p>
<p>Publicada desde 1768 em edições bienais impressas em Edimburgo, na Escócia, a Britânica jogou a toalha. A coleção completa custava o equivalente a 1400 dólares e, agora, será vendida apenas em formato digital.</p>
<p>Uma assinatura completa da Britânica, que dá direito a navegar por todo conteúdo de texto e multimídia criado pelos experts da publicação, custará 70 dólares ao ano. Versões mais enxutas podem ser compradas por dois dólares no formado app para iOS ou Android.</p>
<p>A receita paga uma equipe de mais de uma centena de redatores e especialistas em temas tão diversos como biologia, política e astronomia.<br />
Sinal dos tempos? Eu não apostaria nisso. Em outras áreas, como o jornalismo, os competidores digitais das grandes revistas e jornais não conseguiram (ainda?) produzir conteúdos tão relevantes quanto as publicações impressas. O motivo pode ser simplesmente financeiro.<span id="more-1981"></span></p>
<p>É relativamente fácil gerar posts opinativos em blogs, mas muito difícil para os sites produzirem reportagens em profundidade, como enviar um correspondente para outro país ou sustentar uma investigação de corrupção no governo. Para isso, é preciso ter grana. Recursos de assinantes, se possível, que assegurem à publicação certa independência dos interesses do mercado publicitário.</p>
<p>No caso da Britânica, a competição foi crudelíssima. A enciclopédia passou os últimos anos acossada pelo sucesso (de crítica e de público) da Wikipedia. Gratuita e sem publicidade, a Wiki é o almoço grátis que todos dizem não existir. Sustentada por doações e apoiada por uma vibrante comunidade de redatores voluntários, a Wikipedia representa um modelo tão brilhante quanto difícil de ser reproduzido.</p>
<p>A conferir!</p>
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		<title>Apple terá mini iPad de 7´´, diz Samsung</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 23:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Zmoginski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos principais fornecedores da Apple é também seu pior inimigo. Esta semana, o jornal Korea Times revela que a Apple pagou à parceira sul-coreana nada menos que US$ 7,8 bilhões em licenciamento de tecnologias e compra de componentes para seus iGadgets. Como se sabe, a Samsung é fornecedora dos processadores que equipam o iPad [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/foto.jpg" rel="lightbox[1901]"><img class="alignleft size-medium wp-image-1931" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/foto-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a>Um dos principais fornecedores da Apple é também seu pior inimigo. Esta semana, o jornal <a href="http://www.koreatimes.co.kr/www/news/tech/2012/03/129_106677.html"><strong>Korea Times</strong> </a>revela que a Apple pagou à parceira sul-coreana nada menos que US$ 7,8 bilhões em licenciamento de tecnologias e compra de componentes para seus iGadgets.</p>
<p>Como se sabe, a Samsung é fornecedora dos processadores que equipam o iPad 2 e o iPhone 4S, além de vender telas LCD e placas de memória sólida (NAND flash) para o cliente de Cupertino.  O mesmo Korean Times, citando “fontes internas da Samsung” afirma que os contratos entre as partes preveem compras de US$ 11 bilhões de componentes da Samsung para a cadeia da Apple em 2012.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que é uma parceira comercial imprescindível para a cadeia produtiva da Apple, a Samsung é também seu pior rival. Ninguém melhor que a gigante sul-coreana conseguiu criar concorrentes dignos de enfrentar os iPhones e iPads. Que o digam os Galaxys todos.<span id="more-1901"></span></p>
<p>É essa relação tão íntima (autênticos frenemies) entre as partes que confere credibilidade à informação, vazada de dentro da Samsung na Coréia, de que a Apple revelará, no final deste ano, uma versão mini de seu tablet.  Um iPad de 7 polegadas já foi textualmente rejeitado por Steve Jobs, que em 2011 classificou a ideia de “incompatível com um produto para ser usado com toques sobre a tela”.</p>
<p>O sucesso estrondoso do Kindle Fire no mercado americano, no entanto, teria feito a Apple mudar de ideia.  Ao que tudo indica, a maçã vai mesmo apresentar um tablet mini para disputar os consumidores que preferem soluções ainda mais portáteis que um iPad, como os usuários do Fire ou do curioso Galaxy Note.</p>
<p>A tela do mini iPad seria de exatos 7.85´´ tamanho adequado para executar apps criados para iPad ou iPhone sem distorções de proporção.  Faz todo sentido.</p>
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		<title>Jobs não se importava com abusos na Foxconn, diz biógrafo</title>
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		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/apple/jobs-nao-se-importava-com-abusos-na-foxconn-diz-biografo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 15:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Zmoginski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>

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		<description><![CDATA[Em visita a São Paulo, o biógrafo de Steve Jobs, Walter Isaacson, disse que o fundador da Apple dava de ombros para as denúncias de abusos contra seus fornecedores na China. Durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Isaacson afirmou que seu biografado simplesmente ignorava as coisas que não lhe pareciam importantes. “Ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/IsaacsonWalter._V164348457_.jpg" rel="lightbox[1821]"><img class="alignleft size-medium wp-image-1841" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/IsaacsonWalter._V164348457_-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Em visita a São Paulo, o biógrafo de Steve Jobs, Walter Isaacson, disse que o fundador da Apple dava de ombros para as denúncias de abusos contra seus fornecedores na China. Durante entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Isaacson afirmou que seu biografado simplesmente ignorava as coisas que não lhe pareciam importantes. “Ele mantinha o foco apenas no que desejava”, disse.</p>
<p>Segundo Isaacson, a Foxconn era um dos dois temas que tirava Jobs do sério. O biógrafo conta que, certa vez confrontado com denúncias de super exploração na China, Jobs teria dito: “Estou tentando manter o foco em coisas importantes e vocês vêm me falar de fábricas na Ásia”. Outro tema sensível para o cofundador da Apple era filantropia. Isaacson conta que a família de Jobs fazia muitas doações a entidades filantrópicas, porém sem publicidade.</p>
<p>Sempre que questionado sobre filantropia, diz Isaacon, Steve Jobs se irritava. Provocado, Jobs teria dito numa reunião que ao inventar o iPad e criar o iBooks faria muito mais pela educação do que todos os dólares de Bill Gates gastos em programas sociais.<span id="more-1821"></span></p>
<p>O biógrafo defende a tese de que Jobs distorcia a realidade, eliminando de sua mente fatos incômodos. Esse traço de personalidade teria sido determinante no início dos anos 2000, quando Steve teve seu primeiro câncer diagnosticado. Jobs recusou-se a operar imediatamente e tentou um improvável tratamento à base de dieta vegetariana, um erro que certamente diminuiu seu tempo de vida.</p>
<p>Assim como sua doença, foi impossível ignorar os suicídios na Foxconn no médio prazo. No meio da crise de 2009, quando uma dezena de chineses se matou dentro das fábricas de iPhone, Jobs enviou Tim Cook, seu homem de confiança e futuro sucessor, para uma temporada em Shenzhen, na China. Cook entrevistou pessoalmente mil trabalhadores para tentar entender o que havia de tão ruim no trabalho daqueles operários.</p>
<p>O resultado desta ação foi um guia de boas práticas para os fornecedores da Apple. Ao que parece, no entanto, Cook segue Jobs e continua dando de ombros para os abusos na Ásia.</p>
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		<title>Novo iPad permite saber como será o iPhone 5</title>
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		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/geral/novo-ipad-permite-saber-como-sera-o-iphone-5/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Mar 2012 20:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Zmoginski</dc:creator>
				<category><![CDATA[*Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>

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		<description><![CDATA[A apresentação do Novo iPad dá algumas pistas preciosas sobre a atualização que a Apple desenvolve para a próxima geração do iPhone. Alguns upgrades, como o suporte a redes 4G LTE, são óbvios. Outros são mais difíceis de prever, como a melhoria na resolução da já ótima tela retina. Comecemos pelas features mais simples de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/ipjh.jpg" rel="lightbox[1721]"><img class="alignleft size-medium wp-image-1751" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/ipjh-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a></p>
<p>A apresentação do Novo iPad dá algumas pistas preciosas sobre a atualização que a Apple desenvolve para a próxima geração do iPhone.</p>
<p>Alguns upgrades, como o suporte a redes 4G LTE, são óbvios. Outros são mais difíceis de prever, como a melhoria na resolução da já ótima tela retina.</p>
<p>Comecemos pelas features mais simples de acertar.</p>
<p>1- <strong>Suporte ao 4G</strong> – Chega a ser vergonhoso que o iPhone 4S não se conecte sequer às redes 3G com HSPA+. Se no Brasil estas redes são incipientes, nos Estados Unidos e outros mercados desenvolvidos, como Japão, Coréia e norte da Europa, a falha de conectividade é imperdoável. Por isso, assim como o novo iPad, o próximo iPhone suportará estas redes.<span id="more-1721"></span></p>
<p><strong>2- Resolução de tela melhor</strong> &#8211; As características da tela do novo iPad superam  a qualidade da tela retina, usada no iPhone 4 e 4S. É possível que a Apple leve resolução similar (o novo iPad suporta imagens com 2048 x 1536) para seu novo smartphone, estabelecendo um padrão único de definição de imagens para quem cria conteúdos para devices com iOS (leia-se iPad e iPhone).</p>
<p><strong>3 &#8211; Espessura maior</strong> – A Apple não teve vergonha de apresentar o terceiro iPad mais gordinho (e pesado) que seu antecessor. Ela não terá pudor em fazer o mesmo se o benefício gerado para o usuário for uma bateria mais poderosa.</p>
<p><strong>4 &#8211; Maior autonomia –</strong> Queixa número um dos usuários do iPhone 4S, a bateria do smartphone derrete com uma velocidade constrangedora. A mesma tecnologia usada na nova bateria do iPad deverá ser aplicada ao iPhone 5 e assegurar mais autonomia aos usuários.</p>
<p><strong>5 &#8211; Processador A5X</strong> &#8211; Se seguir seu comportamento anterior, a Apple embarcará o mesmo processador do iPad em seu próximo iPhone. A companhia agiu assim ao revelar o iPhone 4S, que exibe o mesmo chip do iPad 2.  O novo processador será fundamental para dar sentido à nova bateria e resolução de tela.  Como se sabe, o A5SX tem dois núcleos de processamento e quatro núcleos para processamento gráfico. Um avanço e tanto em comparação ao A5 (usado no iPhone 4S).</p>
<p>Toda vez em que se fala de novo iPhone alguém levanta a bola de que a Apple aumentará o tamanho de sua tela. Ou criará uma versão mini, mais simples, para mercados emergentes. Estes boatos têm sido desmentidos a cada lançamento e eu não acredito que será diferente com o iPhone 5.</p>
<p>Embora Androids como o Galaxy Nexus e até o Galaxy Tab façam sucesso com suas telonas, é improvável que a Apple comprometa todo seu ecossistema de apps criando um novo tamanho de tela. Uma das fortalezas da companhia é ter só dois tamanhos de telas (uma para tablet e outra para smartphone) e um sistema móvel unificado, ao contrário das infinitas versões do Android.</p>
<p>Já o mini iPhone, bem, esse virou piada. Ao que tudo indica, a Apple vai mesmo é usar os modelos ultrapassados (como fez com o iPhone 4, 3GS e 3G) para apresentar uma alternativa de, digamos, menor custo aos consumidores.</p>
<p>Também não há indícios de que a companhia vá mexer em sua política de preços. Antes da revelação do novo iPad, muita gente especulou que a Apple reajustaria seus preços. Que nada.  Deve ocorrer o mesmo com o iPhone que, aliás, já está em um patamar bastante elevado.</p>
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		<title>Quem vai comprar o iG?</title>
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		<comments>http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/geral/quem-vai-comprar-o-ig/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 00:12:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Zmoginski</dc:creator>
				<category><![CDATA[*Geral]]></category>
		<category><![CDATA[iG]]></category>

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		<description><![CDATA[Março é o sexto mês de negociações entre os controladores da Oi, empresa proprietária do portal iG, e os candidatos a adquirí-la. Desde outubro, correm notícias – confirmadas este ano – de que a Oi se reúne com investidores para tratar da venda de seu portal de mídia. A telecom quer fazer caixa para reduzir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/ig-zin.jpg" rel="lightbox[1661]"><img class="alignleft size-medium wp-image-1681" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/ig-zin-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a></p>
<p>Março é o sexto mês de negociações entre os controladores da Oi, empresa proprietária do portal iG, e os candidatos a adquirí-la. Desde outubro, correm notícias – confirmadas este ano – de que a Oi se reúne com investidores para tratar da venda de seu portal de mídia.<br />
A telecom quer fazer caixa para reduzir sua (imensa) dívida. Como se sabe, a reestruturação da companhia deixou seus controladores atolados em débitos, a ponto de os passivos inibirem os investimentos na expansão da rede em 2009 e 2010, com modesta recuperação ano passado.<br />
Do outro lado do balcão, o grupo RBS, o Yahoo!, o UOL e o conglomerado português Ongoing procuraram a Oi. O nó górdio da negociação é que a Oi pede alto demais. Embora ninguém fale oficialmente sobre valores, dentro do iG corre a informação de que a Oi pede o equivalente a R$ 500 milhões por sua operação de internet.<br />
Para tornar seu ativo mais atraente, a Oi sangrou seu portal no fim do ano passado, impondo demissões às dezenas. A ideia era deixar o balanço mais atraente para os compradores.<span id="more-1661"></span><br />
Apropriar-se de uma empresa como o iG faria bem a todos interessados. O UOL, por exemplo, se consolidaria na liderança da internet brasileira, deixando o Terra bem para trás. Já o cada vez mais chinês Yahoo! e os portugueses do OnGoing ganhariam espaço no mercado brasileiro, que cresce em ritmo mais acelerado em suas respectivas operações nos Estados Unidos e em Portugal.<br />
Ao RBS, interessaria ter uma posição forte em todo o Brasil e não apenas no Sul, sua região de origem. Fontes ligadas à Oi dizem que a tele está muito próxima de fechar negócio e seus acionistas já sem paciência para estender ainda mais as negociações.<br />
Ao que tudo indica, a noiva mais desejada da internet pode anunciar seu casamento nas próximas semanas.</p>
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		<item>
		<title>“Não sou o rei da pirataria. Sou um bode expiatório”</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 16:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Zmoginski</dc:creator>
				<category><![CDATA[*Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O criador do MegaUpload, Kim Dotcom, concedeu, esta semana, sua primeira entrevista após sair da cadeia, em Auckland, na Nova Zelândia. Kim foi preso em meio a uma operação que envolveu o uso de helicópteros, carros táticos e dezenas de policiais. Acusado pelo FBI de promover a pirataria em massa e ficar milionário à custa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/gordo1.jpg" rel="lightbox[1591]"><img class="alignleft size-medium wp-image-1631" src="http://info.abril.com.br/noticias/blogs/trending-blog/files/2012/03/gordo1-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a>O criador do MegaUpload, Kim Dotcom, concedeu, esta semana, sua primeira entrevista após sair da cadeia, em Auckland, na Nova Zelândia. Kim foi preso em meio a uma operação que envolveu o uso de helicópteros, carros táticos e dezenas de policiais.</p>
<p>Acusado pelo FBI de promover a pirataria em massa e ficar milionário à custa do desrespeito às regras de proteção autoral, Kim defendeu-se das acusações e atacou gigantes da web, como o Google. O <a href="http://www.3news.co.nz/Kim-Dotcoms-first-TV-interview-Im-no-piracy-king/tabid/367/articleID/244830/Default.aspx"><strong>vídeo completo</strong></a> pode ser visto, em inglês, no site da emissora neozelandesa 3 News. Abaixo, os trechos mais importantes.</p>
<p><strong>Acusações do FBI</strong><br />
“Sou um bode expiatório. Tenho um passado hacker, não sou americano, não tenho US$ 50 bilhões na conta bancária. As acusações contra mim são insanas. Dizem que o Megaupload causou prejuízos de 500 bilhões aos estúdios. É totalmente bizarro isso, pois a indústria americana fatura por ano US$ 20 bilhões. Você realmente acredita que se os estúdios tivessem prejuízos bilionários ficariam sentados, sem nos processar?</p>
<p><span id="more-1591"></span></p>
<p><strong>Ataque ao Google</strong><br />
“A Viacom processou o Google por pirataria e o Google venceu baseado no fato de que ele não pode controlar o que seus usuários postam na web. Por que com o MegaUpload é diferente? Há diversos serviços na internet que fazem o mesmo que a gente, como o MediaFire, um site americano, hospedado dentro dos Estados Unidos, o RapidShare e até o SkyDrive, da Microsoft. Dizem que o Google entrará no mercado de compartilhamento, como o G Drive. Então, não sou criminoso. Todos estamos no mesmo negócio, que é oferecer soluções para armazenar arquivos”.</p>
<p><strong>Origem de sua fortuna</strong><br />
“Sou um inovador, criei um site que é popular e que as pessoas adoram. O MegaUpload solucionou um problema que os usuários tinham para enviar arquivos grandes uns para os outros. Você não precisa comprar um servidor para trocar arquivos legais, pode usar nossa infraestrutura.. e de graça. O dinheiro que ganhei é fruto do meu trabalho, da minha competência. Não sou um criminoso, não há nada ilegal no que faço”.</p>
<p><strong>Dias na cadeia</strong><br />
“O que mais me preocupou durante todo o tempo em que estive preso foi minha família, seu sofrimento com as notícias a meu respeito. Foi tudo uma grande surpresa para mim, pois ao longo de sete anos de MegaUpload fomos processados uma única vez e não por um estúdio. Temos acordo com 180 empresas, entre elas a Microsoft e vários estúdios. Estes parceiros têm acesso direto a nós e podem denunciar conteúdos ilegais hospedados no MegaUpload, que são prontamente removidos. Nós gastamos muito dinheiro com assessoria jurídica e sempre me disseram que nós estávamos seguros, dentro da lei. Então, esta prisão e as acusações de rei da pirataria foram uma grande surpresa”.</p>
<p><strong>Conteúdo ilegal</strong><br />
“Eu não posso monitorar o que meus usuários fazem. As leis de privacidade não permitem isso. Se alguém manda um e-mail por meio servidor, não posso bisbilhotá-lo. Também não posso abrir seus arquivos e checar o que ele anda fazendo. Este é o dilema de muitos outros serviços na web. Nós não somos responsáveis pelo conteúdo dos usuários. O que acontece neste momento é que o FBI está tentando proteger os estúdios e me usando como bode expiatório. O que os estúdios não entendem é que seu modelo de negócios não vai funcionar mais no mundo de hoje, com as pessoas conectadas”.</p>
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