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	<title>Tudo Mudou</title>
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	<description>Tudo Mudou, novamente</description>
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		<title>Investidores Europeus em Portugal para o Lisbon Investment Summit</title>
		<link>https://www.tudomudou.com/investidores-europeus-em-portugal-para-o-lisbon-investment-summit/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Machado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 14:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[É já amanhã o #LIS15 - Lisbon Investment Summit, de 4 a 5 de junho com a grande final do Lisbon Challenge, debates organizados pela Startup Europe e European Young Innovation Forum.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É já amanhã o <a href="http://www.lis-summit.com"><strong>#LIS15</strong></a> &#8211; Lisbon Investment Summit, de 4 a 5 de junho. Há novos oradores confirmados, como Gary Martin, da NASA, e Bruno Gutierres, da Airbus, que irão falar sobre o que existe em comum entre a aviação e os jogos. Também Nuno Sebastião, CEO da <strong>Feedzai</strong>, irá revelar como conseguiu levantar uma ronda de investimento de <strong>17,5 milhões de dólares</strong>. E Patrick Vlaskovits, Fundador do Superpowered Audio Engine e autor consagrado do New York Times, irá falar sobre Growth Hacking. Outros oradores incluem profissionais da Cisco USA, Ogilvy UK, Seedrs e muitos outros.</p>
<p>Estes são apenas alguns dos nomes que estarão naquele que é o maior evento em Portugal de investimento semente &amp; early stage, organizado pela Beta-i, em parceria com a IE Business School e a Caixa Capital. Para além da grande final do Lisbon Challenge, irá também incluir debates organizados pela Startup Europe e European Young Innovation Forum.</p>
<p>Accel Partners; Balderton Capital; Point Nine Capital; Early Bird Venture Capital; e Notion Capital são alguns dos grandes investidores de risco internacionais que se vão reunir em Lisboa. Estes, os mesmos que investiram na <strong>Dropbox; Groupon; ou Spotify, </strong>reúnem ativos de cerca de 14 mil milhões de dólares e vão assistir a apresentações de algumas das mais promissoras startups na Europa e fazer coinvestimentos com investidores locais. Também no evento estarão representantes de alguns dos principais promotores de empreendedorismo na Europa como a The Factory, NUMA; SeedCamp, Tetuan Valley; H-Farm; 500startups; European Young Innovators Forum; e Spain Startup.</p>
<p>Neste dia, serão também decididos os grandes vencedores do Lisbon Challenge, que vão poder apresentar o seu negócio a investidores em Lisboa, Londres e São Francisco. Receberão também prémios em produtos e serviços no valor superior a 300.000€, incluindo espaço para escritório, oferecido pela Câmara Municipal de Lisboa, para 5 startups. Também aqui, a Caixa Capital irá distinguir a startup mais promissora do Lisbon Challenge Spring’15 edition com um prémio de 50 mil euros em investimento. Essa startup irá qualificar-se para o Caixa Empreender Award 2016, onde poderá ainda receber um investimento adicional de 100.000€. O evento irá contar ainda com outros prémios, como o prémio IE “Futuro Empreendedor”: entrada gratuita para o programa de 3 semanas em empreendedorismo na IE Summer School (um programa no valor de 3,500€), para estudantes universitários de todas as áreas ou jovens profissionais com menos de 2 anos de experiência profissional.</p>
<p>Mais informação sobre todos os oradores em: <a href="http://www.lis-summit.com">http://www.lis-summit.com</a>.</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Vai Morrer Daqui a 2.000 Fins de Semana&#8221;</title>
		<link>https://www.tudomudou.com/vai-morrer-daqui-a-2-000-fins-de-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Machado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2015 16:03:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CollisionConf]]></category>
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		<category><![CDATA[Ryan Carson]]></category>
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					<description><![CDATA[Não existe grande magia aqui – time is money. A pergunta é se quer mesmo mais tempo e o que vai fazer com ele - acredito que isso deve arrepiar algumas pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>The 4 Day Week by Ryan Carson</p>
<p><em>Escrito em direto – desculpas pelos erros etc.</em></p>
<p>Estamos a viver uma era de transformação a uma velocidade alucinante, em grande parte o resultado de Moore’s Law e os avanços na tecnologia. Mas para um mundo em que tudo muda constantemente, ainda existem demasiados preconceitos que as empresas têm uma enorme resistência em alterar. Uma delas é o tempo que passamos no trabalho – e a presença não implica eficiência nem trás obrigatoriamente resultados.</p>
<p>Este tipo de apresentação não trás nada de novo, mas é importante para aqueles que estão interessados em melhorar a qualidade da sua vida. Não de todo um lugar para cépticos. Alias, Ryan começa a sua apresentação a perguntar quem na audiência é um <em>workaholic</em>, viciado no trabalho, e alguns levantam o braço com orgulho – ele recomenda que saiam e procurem uma outra apresentação mais produtiva – esses mesmos mantêm-se sentados, questionando-se porque raio decidiram participar&#8230;</p>
<p>Ryan acredita que existe algo muito errado com a cultura de startups nos Estados Unidos quando se vê a maioria de empreendedores a trabalhar 6-7 dias por semana, dedicando todos os seus ciclos cerebrais à empresa. Quando vim para a conferência e falava com o taxista Búlgaro há 2 anos e meio em Las Vegas, essa era a única critica de trabalhar os EUA – a tremenda pressão para atingir resultados – sempre – obrigando a maioria a convencer-se que o tempo é demasiado pouco.</p>
<p>Na sua <em>startup</em>, Treehouse, todos trabalham 4 dias por semana – nada mais, nada menos, e não depende na cargo de trabalho. Às 17:30 vão todos para casa. Não se trata de fingir nem é permitido ir para casas e terminar o trabalho às escondidas. O trabalho de <em>startups</em>, mais intelectual que manual é muito diferente ao trabalho industrial de produção – <em>manufacturing</em>. Mais uma hora no computador não lhe vai trazer mais $1000 em lucros.</p>
<p>Mas será possível um dia trabalharmos 4 dias por semana em vez de 5?</p>
<p>O desafio é que estamos sempre a ficar sem tempo. E Ryan não está a falar do quotidiano mas sim da eventualidade que estamos todos a ficar mais velhos e não podemos focar somente no trabalho. Uma coisa é certa – dinheiro não compra o tempo. Muitos até podem criar empresas que valem fortunas mas isso normalmente não lhes confere a qualidade de vida que todos procuramos.</p>
<p>O objetivo dos 4 dias é de trabalharmos de forma mais inteligente e com maior eficiência. A ironia é que é isto que estamos agora a ensinar aos nossos filhos no estudo – não vale a pena passarem horas sem fim à frente dos livros – melhor estudar durante 45 minutos e ir fazer algo divertido durante 15. O conceito do exercício também está a mudar com inúmeros programas a surgirem com resultados rápidos e verdadeiros. Meia hora intensa, com exercícios específicos que trabalham os músculos de múltiplas formas é muito mais eficiente que a hora e meia no ginásio a passear de máquina para máquina parando para observar o belo trabalho.</p>
<p>Não é uma questão de trabalhar secretamente de sexta a domingo. Estarmos cansados é mau planeamento e de certa forma preguiçoso. É uma questão de controlar as nossas vidas. Podemos pensar no que fazemos mas isso não é trabalhar – não é ver emails, responder a telefonemas.</p>
<p>Mas esta estratégia de trabalhar menos um dia por semana está também ajudar a reter os melhores colaboradores destas empresas. Eles não trabalham 10 horas em 4 dias mas sim as mesmas 8 horas mas com a vantagem de ter mais 50% de tempo livro no fim de semana.</p>
<p>Mas nada disto deveria ser questionável especialmente para quem tem consciência da qualidade do seu trabalho durante o dia. Eu por exemplo, levanto-me às 06:30 e estou no trabalho por volta das 08:30. O meu dia acaba às 20h00 aconteça o que acontecer e não me peçam para analisar números depois das 18:00 – o meu cérebro está já demasiado cansado para conseguir ter os resultados pretendidos.</p>
<p>Os clientes destas empresas não vão obviamente ficar sem suporte ou apoio de sexta a domingo – é uma questão de logística e de turnos mas ninguém trabalha mais que as 32 horas por semana. É uma regra sagrada. Eles não trabalham horas extras.</p>
<p>A eficiência também necessita de ferramentas – utilizam Asana para uma redução de email e Hipchat para comunicação interna. O que acho mais importante é a sua filosofia de deixar as pessoas trabalhar, ou seja de alertar para a falta de produtividade para quem é interrompida sistematicamente com emails, telefonemas e colegas que vêm colocar perguntas desnecessárias, ou pelo menos pouco urgentes.</p>
<p>Não existe grande magia aqui – <em>time is money</em>. A pergunta é se quer mesmo mais tempo e o que vai fazer com ele &#8211; acredito que isso deve arrepiar algumas pessoas.</p>
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		<title>Collision Arranca com Paddy Cosgrove e Tony Hsieh</title>
		<link>https://www.tudomudou.com/collision-arranca-com-paddy-cosgrove-e-tony-hsieh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Machado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2015 12:56:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CollisionConf]]></category>
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					<description><![CDATA[Este ano alem da Asia, Paddy e a sua equipa ataca o mercado americano com Collision que na sua segunda edição já conta com 10,000 participantes de 88 países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Escrito em direto – desculpas pelos erros etc.</em></p>
<p>Semelhante ao ano passado, a Collision Conference arrancou com Paddy Cosgrove, que em poucos anos tornou a Web Summit na mais importante e relevante conferência de tecnologia na Europa com mais de 22,000 participantes de 110 países. Este ano alem da Asia, Paddy e a sua equipa ataca o mercado americano com Collision que na sua segunda edição já conta com 10,000 participantes de 88 países.</p>
<p>Os Irlandeses estão por todo o lado. Até a voz que pede aos participantes para se sentarem, não tem um sotaque americano. A equipa é a mesma e não correm o risco de abdicar do controlo. Eles estão a redefinir o conceito da conferência – como se fosse uma startup aprender e adaptar-se constantemente com base do feedback dos seus clientes – participantes.</p>
<p>Os pormenores são importantes. Até as <em>lanyards,</em> fitas que seguram o crachá, foram feitos à medida, mais curtas, para ter a certeza que enquanto falamos com uma pessoa não temos que olhar para baixo para ver o nome. Funciona.</p>
<p>Paddy convidou para o palco a outra pessoa que fez com que Collision acontecesse em Las Vegas. Tony Hsieh é um dos primeiros investidores e CEO da Zappos desde praticamente o primeiro dia. A sua prévia experiência num startup seu que foi vendido à Microsoft por mais de 240 milhões de USD, levou-o a dedicar-se à cultura da empresa desde o inicio e os resultados foram incríveis e não será de estranhar que a cultura interna continua a ser o principal foco acreditando que se tratarem do seu pessoal tudo o resto acontece.</p>
<p>Hsieh já tinha levado a Zappos para Las Vegas e quando souberam que a Câmara Municipal iria mudar par outra localização, Tony Hsieh decidiu investir no Downtown Project, a norte de Las Vegas.</p>
<p>Ao contrario de todas as outras grandes empresas que criam todas as condições para os seus colaboradores não terem que sair do seu campus, Hsieh decidiu que o contrario teria um maior impacto. Os seus colaboradores têm que sair da empresa para irem interagir com a comunidade – o que ele chama a criação de colisões.</p>
<p>E é com base nestas colisões e aparentemente a experiência de Hsieh na organização das festas, que o reuniu com o Paddy para criarem esta conferência.</p>
<p>Downtown Las Vegas é muito diferente agora. Lembro-me de vir visitar Freemont street e ter medo de andar nas ruas – o oposto do Strip onde todos os principais casinos existem. Hoje, é incrível ver a transformação, algo que se sente quando estamos cá, algo que é continuo e está acontecer à nossa volta. É provavelmente a melhor forma de viver a criação de um ecossistema de baixo para cima. O poder das colisões &#8211; quando as pessoas e ideias se cruzam e o resultado é verdadeiramente diferente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Unbabel nos Top 10 Startups no Collision</title>
		<link>https://www.tudomudou.com/unbabel-nos-top-10-startups-no-collision/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Machado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2015 04:26:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CollisionConf]]></category>
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					<description><![CDATA[Unbabel é mais um dos startups portugueses em Las Vegas, no 4º lugar dos top 10 startups conforme a Mattermark. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mattermark organiza a informação disponível sobre as empresas para ajudar a quem quer fazer negócios com as mesmas. Para a Collision Conference, a decorrer em Las Vegas esta semana, a Mattermark organizou as startups que lá vão estar em ordem de importância utilizando o seu <a href="https://mattermark.com/first-official-company-rankings-update/" target="_blank">growth score</a> e olhem quem está em 4º lugar &#8211; os Portugueses Unbabel.</p>
<ol>
<li><a href="http://andyroid.net/">Andy OS</a>, Score: 1458.</li>
<li><a href="http://kontakt.io/">Kontakt.io</a>, Score: 1192.</li>
<li><a href="http://dramatize.com/">Dramatize</a>, Score: 1166.</li>
<li><a href="http://unbabel.com/">Unbabel</a>, Score: 1002.</li>
<li><a href="http://dissolve.com/">Dissolve</a>, Score: 999.</li>
<li><a href="https://branch.io/">Branch Metrics</a>, Score: 957.</li>
<li><a href="http://canary.is/">Canary</a>, Score: 933.</li>
<li><a href="http://drizly.com/">Drizly</a>, Score: 896.</li>
<li><a href="http://bey2ollak.com/">Bey2ollak</a>, Score: 866.</li>
<li><a href="http://sinch.com/">Sinch</a>, Score: 861.</li>
</ol>
<p>Leia mais em <a href="https://mattermark.com/top-10-startups-at-collision-2015/" target="_blank">Mattermark</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Portugueses Em Las Vegas</title>
		<link>https://www.tudomudou.com/portugueses-em-las-vegas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Machado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2015 15:24:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CollisionConf]]></category>
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					<description><![CDATA[Collision Conference volta este ano mas desta vez com Portugueses à mistura. ShakeIt, Quarkson, Sigma, FlowerPower, LostInReality e do Lisbon Challenge, os Clinkpic. Mais informação durante a semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tmudou.wpengine.com/wp-content/uploads/2015/05/Collision-Conference1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8320" src="http://tmudou.wpengine.com/wp-content/uploads/2015/05/Collision-Conference1.jpg" alt="Collision-Conference" width="600" height="315" srcset="https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/05/Collision-Conference1.jpg 600w, https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/05/Collision-Conference1-300x158.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2>5-6 Maio</h2>
<p>Collision Conference volta este ano mas desta vez com Portugueses à mistura. <a href="http://www.cloudguideapp.com" target="_blank">ShakeIt</a>, <a href="http://www.quarkson.com/" target="_blank">Quarkson</a>, <a href="http://www.sigma-commerce.com" target="_blank">Sigma</a>, <a href="http://www.flowerpowerapp.com" target="_blank">FlowerPower</a>, <a href="http://www.lostinreality.net/" target="_blank">LostInReality</a> e do <a href="http://www.lisbon-challenge.com/" target="_blank">Lisbon Challenge</a>, os <a href="http://www.clinkpic.com" target="_blank">Clinkpic</a>. Mais informação durante a semana.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Silicon Valley e o Mito do Emprego</title>
		<link>https://www.tudomudou.com/silicon-valley-e-o-mito-do-emprego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Machado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2015 09:12:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[UBER]]></category>
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					<description><![CDATA[“Facebook gerou 4,5 milhões de empregos em 2014” – que bom seria se fosse verdade. Um estudo encomendado que foi questionado por poucos - a sua veracidade, os pressupostos e as conclusões. PR?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“<em>Facebook gerou 4,5 milhões de empregos em 2014</em>” – que bom seria se fosse verdade. O que os diferentes jornais &#8211; que se limitaram a copiar ou utilizar o <em>press release </em>do Facebook &#8211; deveriam ter divulgado como fidedigno era &#8211; <em>“Facebook encomenda relatório para utilizar como PR”.</em></p>
<p>Sabe-se que o facto de Mark Zuckerberg ter publicado a 20 de janeiro no seu <em>timeline</em>: <em>“A new economic report found that Facebook created more than 4.5 million jobs and more than $225 billion of economic activity in 2014”</em> também não ajudou; algo que levou quase 100,000 almas a clicar no “<em>like</em>”, 4,500 a partilhar e mais de 7,000 comentários – impressionante se não estivéssemos a falar do fundador de uma rede de mais de 1,4 mil milhões de utilizadores: uma noticia sensacionalista numa altura em que um dos maiores problemas no mundo é o desemprego bem como a crise económica que se arrasta há mais de 5 anos.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8293" src="http://tmudou.wpengine.com/wp-content/uploads/2015/01/MarkZuckerberg.jpg" alt="Mark Zuckerberg" width="1050" height="346" srcset="https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/MarkZuckerberg.jpg 1050w, https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/MarkZuckerberg-300x99.jpg 300w, https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/MarkZuckerberg-768x253.jpg 768w" sizes="(max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /></p>
<p>Não é que o <em>Facebook</em> não seja útil para muitos – basta ler os comentários de quem vive em países como Ghana que recebeu há pouco tempo <em>“</em><em>network access to free basic internet services for education, health, jobs and communication</em>”, ou seja, acesso ao <em>Facebook</em> através do <em><a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=com.facebook.lite">Facebook lite</a></em>. Até porque muitos ainda veem o <em>Facebook</em> como uma plataforma que os ajudou a unir povos oprimidos por ditadores violentos, conseguindo dar voz a quem vivia aterrorizado, longe dos olhos do mundo.</p>
<p>Seja como for, o problema não reside na definição ou utilidade do <em>Facebook</em> – se é o bom ou mau, se leva ou não à perda de tempo ou se cria novas oportunidades – isso cabe a cada um decidir. A questão está ligada com o que se está a passar nos Estados Unidos e atualmente na Europa, como consequência da importação do conceito “<em>Silicon Valley</em>”.</p>
<p><strong>O “relatório”</strong></p>
<p>Assumindo que a maioria utilizou/publicou o <em>press release </em>sem sequer ler <a title="Deloitte: Facebook’s global economic impact" href="http://www2.deloitte.com/content/dam/Deloitte/uk/Documents/technology-media-telecommunications/deloitte-uk-global-economic-impact-of-facebook.pdf" target="_blank">o relatório</a>, devemos começar no inicio – o <em>disclaimer</em>, ou “<em>important notice</em>” da <em>Deloitte</em> que retira toda a responsabilidade do conteúdo ali escrito. Nada de novo. Mas quando começamos a ler que o “relatório” foi “<em>comissioned</em>” (pago) e preparado somente para <em>estimar</em> o impacto do <em>Facebook </em>na economia, começamos a ter algum contexto para o que se segue.</p>
<p>Lendo o restante relatório verificamos que o <em>estimar</em> foi largamente <em>amplificado</em> neste contexto, contando, obviamente, com o facto de que a maioria não o iria ler e que a imprensa se limitaria a publicar a notícia que gera mais impacto (<em>page views</em>) – “4,5 milhões de empregos em 12 meses “.</p>
<p>A <em>Deloitte</em> salvaguarda igualmente que o âmbito do estudo foi muito reduzido mediante a falta de tempo, as informações e explicações fornecidas pelo próprio cliente, o <em>Facebook</em>, mantendo alguns dos aspetos do estudo confidenciais. Por fim, a <em>Deloitte</em> explica não ser possível corroborar essa informação, muito menos a sua razoabilidade.</p>
<p><strong>As Conclusões</strong></p>
<p>Aparentemente, o <em>Facebook</em> é responsável por um impacto global equivalente ao PIB de Portugal, porém, na realidade, e conforme economistas independentes, os pressupostos utilizados são demasiado questionáveis &#8211; valorizando erradamente cada “<em>like</em>” e de forma excessivamente ténue, assumindo responsabilidade por 1/6 das vendas de <em>smartphones</em> do mundo.</p>
<p><em>“The results are meaningless,” </em>declarou Roger Noll<em>, </em>economista em Stanford<em>. “Facebook is an effect, not a cause, of the growth of Internet access and use.”</em></p>
<p>Todavia, não é só Mark Zuckerberg que acredita que o mundo revolve em torno do <em>Facebook</em>; Sheryl Sandberg, COO do <em>Facebook</em>, defende este estudo e este tipo de afirmações, acreditando que “<em>Facebook é um dos principais impulsionadores para a compra de telemóveis, especialmente no terceiro mundo</em>”. Pior, Sandberg acredita que a maioria das pessoas entra numa loja para comprar um dispositivo dizendo “<em>Eu quero Facebook</em>”.</p>
<p>Para justificar a conclusão que <em>Facebook</em> é responsável pela venda de 1/6 dos telemóveis no mundo, e aqui vamos assumir <em>smartphones</em> dado que estamos a falar de <em>Facebook</em> &#8211; uma app – Ana Aguilar, diretora da <em>Deloitte</em> responsável pelo “relatório”, cita um estudo Europeu em que 16% dos inqueridos dizem não conseguir viver sem <em>social media</em>. Ora <em>social media</em> não é <em>Facebook</em>.</p>
<p>“<em>The value of smartphones is that they help you read Facebook — in addition to other benefits — not vice versa</em>,” diz Tyler Cowen, professor de economia na <em>George Mason University</em>, concluindo que os cálculos do estudo têm um “<em>mau raciocínio</em>.” <em>Leia mais no </em><a href="http://blogs.wsj.com/digits/2015/01/20/facebook-touts-its-economic-impact-but-economists-question-numbers/"><em>The Wall Street Journal</em></a><em>.</em></p>
<p><strong>O Facebook de Hoje</strong></p>
<p>Na publicação <em>Dinheiro Vivo</em>, o parágrafo final do artigo “<a href="http://www.dinheirovivo.pt/economia/interior.aspx?content_id=4352523">Facebook Gerou 4,5 milhões de empregos em 2014</a>”, é tão vago quanto enganador. <em>“Facebook incentiva o crescimento económico, na medida em que facilita o acesso das empresas aos consumidores locais, nacionais e globais; ajuda-as a aumentar a notoriedade das suas marcas e a mais facilmente identificarem as pessoas que mais se interessam pelos seus produtos ou serviços; e apoia o empreendedorismo, ao facilitar a promoção.“</em></p>
<p>Alguns estranharão saber que no início do <em>Facebook</em>, altura em que na realidade as empresas até ganhavam com a sua presença na rede social, não existia o conceito do “<em>like</em>”, mas sim do fã. Mas o <em>Facebook</em> apercebeu-se que a palavra fã era demasiado forte, com conotações que não permitiam a massificação. As marcas tinham poucos fãs, comparando com os milhões de “<em>likes”</em> que agora detém &#8211; não se cria um modelo de negócios se as marcas principais, com dinheiro para investir, não tiverem uma &#8220;audiência&#8221; massiva, algo que o &#8220;<em>like</em>&#8221; trouxe à plataforma. Contudo, esses fãs eram, em grande parte, genuínos e de maior valor para a marca do que os que agora clicam no “<em>like</em>” sem grande reflexão, para não dizer nenhuma.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8296" src="http://tmudou.wpengine.com/wp-content/uploads/2015/01/FacebookLike.jpg" alt="Facebook Like" width="1050" height="255" srcset="https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/FacebookLike.jpg 1050w, https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/FacebookLike-300x73.jpg 300w, https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/FacebookLike-768x187.jpg 768w" sizes="(max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /></p>
<p>Atribuir um valor ao “<em>like</em>”, hoje em dia, é inútil, e só demonstra a verdadeira razão de encomendar tal estudo. Verificamos também que no <em>timeline,</em> os utilizadores veem conteúdo de forma casual, que normalmente não procurariam, porém a visibilidade do mesmo deveria ser mais ampla, evitando assim que as marcas tivessem que pagar para serem vistas por mais que os 6-10% que o Facebook permite.</p>
<p>Para ter acesso aos seus “<em>likers</em>”, as marcas são obrigadas a comprar o acesso aos mesmos, em formato de <em>boost </em>por exemplo<em>, </em>ou seja, pagam para ter acesso aos seus próprios seguidores e quem os segue. Ora, assumir que este formato resulta num “<em>crescimento económico</em>” por causa do <em>Facebook</em> e não pelo investimento das marcas, é enganoso. Podemos é assumir que, na realidade, o “<em>crescimento económico</em>” provém do investimento das marcas em publicidade, seja ele no <em>Facebook</em>, <em>social media</em>, <em>online</em> e/ou <em>offline</em> e não o inverso.</p>
<p><strong>O verdadeiro problema e a solução errada</strong></p>
<p>O formato <em>Silicon Valley</em> está desenhado para favorecer os investidores e os poucos fundadores que ganham neste jogo com probabilidades inferiores a um casino. Para Mark Zuckerberg e Travis Kalanick da Uber (avaliada em mais de $ 40 mil milhões de USD), o sistema funciona lindamente. Para todos os outros, o resultado é miserável e devastador em muitos casos.</p>
<p>Em Portugal, os investimentos estimulados por programas que visam diminuir o desemprego e aumentar o “<em>crescimento económico</em>” estão a fazer tudo menos isso, dado que a maioria dos investimentos direcionam-se para empresas de tecnologia, as que gerem menos emprego e para quem tem um tipo de competência específica. “Em 2013, o setor da Informação e comunicação foi o que mais se evidenciou nos gastos com o pessoal <em>per capita</em>, com cerca de 30 000 mil euros, bem acima da media nacional de 13 580 euros, embora tenha sido o que assegurou o menor volume de emprego (0,2% do total).” – <a href="http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_publicacoes&amp;PUBLICACOESpub_boui=223542478&amp;PUBLICACOESmodo=2">Instituto Nacional De Estatística publicado em 2014</a>.</p>
<p>Na sequência do elevado índice de desemprego, e tendo conhecimento de que a maioria dos empregos perdidos nunca voltarão a existir, os políticos defendem a necessidade de criar o próximo <em>hub</em> tecnológico em Lisboa, Porto, Paris, Londres (“<em>Silicon Roundabout</em>”), Munique, Berlim, Frankfurt, Madrid, Barcelona, Milão, Dublin, Estocolmo, Uusimaa, Amsterdão, Leuven, Edimburg, Viena – e a lista continua.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8294" src="http://tmudou.wpengine.com/wp-content/uploads/2015/01/SiliconRoundabout.jpg" alt="Silicon Roundabout" width="1050" height="346" srcset="https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/SiliconRoundabout.jpg 1050w, https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/SiliconRoundabout-300x99.jpg 300w, https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/SiliconRoundabout-768x253.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /></p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #808080;"><strong><em>Silicon Roundabout &#8211; Londres</em></strong></span></p>
<p>Em Portugal e no resto da Europa enfrentam-se diversos desafios, dois dos quais não serão resolvidos com a criação de <em>hubs</em> tecnológicos ou por tentar tornar-se no próximo <em>Silicon Valley</em>: um é a alta taxa de desemprego &#8211; com alguns países a atingir elevadíssimas e insustentáveis percentagens de desemprego jovem, especificamente a Itália, com 35,3%, Portugal, com 37,7%, e Espanha, com 54,3%, todas mostrando um aumento progressivo ao longo do tempo; o segundo desafio é a ênfase política colocada em soluções de curto-prazo que gerem o maior impacto em Relações Públicas. É o que é esperado, uma vez que os políticos estão conscientes de que o seu mandato no cargo será de curta duração como resultado das suas políticas – um círculo vicioso.</p>
<p>Só em termos comparativos, a <em>Eastman Kodak</em> tinha na altura 40,000 colaboradores, mas foi “<em>disruptada</em>”. A <em>Instagram</em>, por contraste, tinha 13 colaboradores quando foi comprada pelo <em>Facebook</em>. Note-se que não se trata de uma questão de estarmos contra a inovação e a evolução, mas termos consciência de que o investimento em <em>startups</em> não pode ser justificado através do objetivo de criação de emprego e crescimento económico. Poucos postos de emprego são criados e nunca se assistiu a uma discrepância tão grande entre pobres e ricos.</p>
<p><strong>Para Que Serve Este “Relatório”?</strong></p>
<p>Não é segredo nenhum que as relações entre as principais empresas de tecnologia de <em>Silicon Valley</em> e os reguladores na Europa estão cada vez mais degradadas. A concentração de poder da <em>Google</em>, a falta de pagamento de impostos (<em>sales tax</em>) da <em>Amazon</em> e o total desprezo da <em>Uber</em> pelas leis locais têm criado uma aversão a estas empresas, mas acima de tudo, ao que <em>Silicon Valley</em> significa presentemente.</p>
<p>A realidade, no entanto, é que nós, os utilizadores, queremos estes serviços, e as empresas que tanto criticam a <em>Google</em>, exigindo pagamento pela indexação dos seus conteúdos, também necessitam de todo o tráfego que o motor de busca envia para cada um dos seus sites.</p>
<p>Após anos de confrontos, os grandes da <em>tech</em> de <em>Silicon Valley</em> estão a perceber que vão ter que mostrar que não se limitam a tornar o utilizador no produto, ignorando as leis, a privacidade e a responsabilidade de pagar impostos, mas acima de tudo que respeitam a nova Comissão Europeia, empenhada em reforçar o investimento na tecnologia na Europa, bem como em travar alguns dos abusos que acreditam estarem a acontecer no seu terreno.</p>
<p>Travis Kalanick esteve presente na <em>DLD Conference</em> em Munique, na Alemanha, ciente de todos os “inimigos” que terá feito em praticamente todas os países Europeus. Ao mesmo tempo, publicou um <a href="http://blog.uber.com/europe-partnership">blog post</a> intitulado “<em>A New Partnership with Europe</em>” no qual refere que a <em>Uber</em> tem como objetivo adicionar 50,000 novos postos de emprego &#8211; eu diria mais “substituir”, ou pior, “diminuir”. Cada <em>Uber</em> vai certamente ter um impacto noutros empregos, nomeadamente taxistas – isto, independentemente de estarmos a favor ou contra estes serviços, de acreditarmos ou não na inovação, de existirem <em>lobbies</em> neste sector de transportes.</p>
<p>Trata-se de percebermos se, de facto, estas empresas estão a aumentar a empregabilidade e para onde vai o “crescimento económico”. É aqui que o “relatório” do <em>Facebook</em> serve os interesses da empresa que o encomendou &#8211; a falsa promessa de criação de milhões de empregos e crescimento económico. Uma forma de pressionar os reguladores. Mais emprego em torno de menos regulação, ou seja, deixem-nos fazer o que queremos e vão ter mais emprego. Caso contrário levarão o seu negócio para outro lado. Mas para onde?</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8295" src="http://tmudou.wpengine.com/wp-content/uploads/2015/01/Euregulators.jpg" alt="EC Regulators" width="1050" height="346" srcset="https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/Euregulators.jpg 1050w, https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/Euregulators-300x99.jpg 300w, https://www.tudomudou.com/wp-content/uploads/2015/01/Euregulators-768x253.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1050px) 100vw, 1050px" /></p>
<p>O vice presidente do <em>Facebook</em> também apresentou a sua visão na conferencia na Alemanha, avisando que a pressão da regulação na área da tecnologia irá certamente ser prejudicial para as empresas europeias.</p>
<p><em>“Success doesn’t come because of regulation or a lack of regulation. Success comes because you create an environment where you deliver successful companies. As a European entrepreneur, I hope that we can create that environment here in Europe so that the next companies like this are actually built here rather that in the U.S.” &#8211; so falta mesmo a sua definição do que é uma &#8220;empresa de sucesso&#8221;.</em></p>
<p>Até poderíamos aceitar este comentário caso os investidores Americanos não estivessem a investir nas <em>startups</em> Portuguesas, obrigando-as a criar a empresa em Inglaterra, Estados Unidos ou qualquer outro país que dê aos investidores as melhores condições fiscais. Alguns colaboradores ficam em Portugal &#8211; os programadores, simplesmente porque temos mão de obra bastante qualificada e provavelmente demasiada barata. Não parece ser a estratégia que a Europa necessita.</p>
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		<item>
		<title>Últimas Confirmações Para a Caixa Empreender</title>
		<link>https://www.tudomudou.com/ultimas-confirmacoes-para-a-caixa-empreender/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Machado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2015 19:10:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mike Butcher, da Techcrunch, irá discutir "The Future" com Stephan Morais da Caixa Capital. Veja quais os investidores nacionais e internacionais que vão estar presentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mike Butcher, da <a title="TechCrunch" href="http://techcrunch.com" target="_blank">TechCrunch</a>, irá discutir &#8220;The Future&#8221; com Stephan Morais da Caixa Capital.</p>
<p>Outros nomes confirmados para amanhã:</p>
<p><strong>Aceleradoras / Incubadoras</strong></p>
<p>Pedro Vilarinho (COTEC)<br />
Gonçalo Amorim (BGI)<br />
Pedro Rocha Vieira (Beta-i)<br />
Carlos Oliveira (Startup Braga)<br />
João Vasconcelos (Startup Lisboa)</p>
<p><strong>Investidores Nacionais</strong></p>
<p>José da Franca (Portugal Ventures)<br />
Joaquim Sérvulo Rodrigues (ES Ventures)<br />
Alexandre Barbosa (Faber Ventures)<br />
Hugo Gonçalves Pereira (Shilling Capital Partners)<br />
Paulo Andrez (EBAN)</p>
<p><strong>Investidores Internacionais</strong></p>
<p>Christina Takke (Forbion Capital Partners)<br />
Imran Akram (DN Capital)<br />
Benedikt Herles (e.ventures)<br />
Stéphane Verdood (Vesalius Biocapital)<br />
Oscar Farres (EIF)</p>
<p><em>Registe-se <a title="Comprar Bilhetes" href="https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-caixa-empreender-15077669716" target="_blank">aqui</a> e leia mais informações no site da <a title="Caixa Empreender Award" href="https://www.cgd.pt/Site/Caixa-Empreender/Noticias/Pages/2014-Caixa-Empreender-Award.aspx" target="_blank">Caixa Empreender Award</a>.</em></p>
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		<item>
		<title>€ 100k Para o Vencedor da Caixa Empreender Award</title>
		<link>https://www.tudomudou.com/e-100k-para-o-vencedor-da-caixa-empreender-award/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Machado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2015 12:06:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No dia 27 de Janeiro, o evento Caixa Empreender vai duplicar o investimento já entregue pela Caixa Capital num dos 7 startups, destacados pela Lisbon Challenge, BGI e Act by Cotec.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É já na terça-feira, 27 de Janeiro, o evento Caixa Empreender que aparentemente vai duplicar o investimento já entregue pela Caixa Capital. São 7 os startups que vão ter a oportunidade de fazer um <em>pitch</em>, novamente, para ganhar o prémio de €100.000,00 (<em>convertible note</em>).</p>
<p>As seguintes 7 <em>startups</em> foram escolhidas dos 3 programas de aceleração apoiadas pelo grupo CGD – <em><a title="Lisbon Challenge" href="http://www.lisbon-challenge.com" target="_blank">Lisbon Challenge</a></em>, <em><a title="BGI" href="http://bgi.pt/" target="_blank">BGI</a></em> e <em><a title="Act by Cotec" href="https://www.actbycotec.com/" target="_blank">Act by Cotec</a></em>.</p>
<ol>
<li><strong><a title="Magnifinance" href="http://www.magnifinance.com/" target="_blank">Magnifinance</a></strong> – Financial management platform for SMEs</li>
<li><strong><a title="Dodoc" href="http://dodoc.com/" target="_blank">Dodoc</a></strong> – Cloud based automatic document formatting platform</li>
<li><strong><a title="Lokkupp" href="http://lokkupp.com/" target="_blank">Lokkupp</a> </strong>– Mesh network based indoor location positioning service</li>
<li><strong><a title="Corpower Ocean" href="http://www.corpowerocean.com/" target="_blank">Corpower Ocean</a></strong> &#8211; Wave energy converter</li>
<li><strong><a title="Nurise" href="http://vimeo.com/114689266" target="_blank">Nurise</a></strong> – Brachytherapy dose monitoring device</li>
<li><strong><a title="Biomimetx" href="http://biomimetx.wix.com/biomimetx" target="_blank">Biomimetx</a></strong> – Anti-fouling biocide for use on marine vessels</li>
<li><strong><a title="Nanoinspire" href="http://youtu.be/Qiq-KLSx4nA?list=UU4_TCOaDCx_cdlVIKJGkRrQ" target="_blank">Nanoinspire</a></strong> – Cellular therapy for accelerated healing of chronic wounds</li>
</ol>
<p><strong>Caixa Empreender Evento</strong> – <em>registe-se <strong><a title="Comprar Bilhetes" href="https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-caixa-empreender-15077669716" target="_blank">aqui</a></strong></em></p>
<ul>
<li>14:00-14:30    Registo</li>
<li>14:30-14:40    Boas-vindas</li>
<li>14:40-15:50    Os 7 <em>pitches</em></li>
<li>15:50-16:30    Round table – aceleradoras e incubadoras</li>
<li>16:30-17:00    Coffee Break/Networking</li>
<li>17:00-17:40    Round table – Investidores nacionais</li>
<li>17:40-18:25    Round table – Investidores internacionais</li>
<li>18:25-18:45    Keynote</li>
<li>18:45-18:50    Mensagem da Comissão Europeia (vídeo)</li>
<li>18:50-19:00    Vencedor e fecho CGD / Caixa Capital</li>
</ul>
<p>Leia mais no site da <a title="Caixa Empreender Award" href="https://www.cgd.pt/Site/Caixa-Empreender/Noticias/Pages/2014-Caixa-Empreender-Award.aspx" target="_blank">Caixa Empreender Award</a>.</p>
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	]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Evento Portugal Tourism Challenges &#8211; 14 Março</title>
		<link>https://www.tudomudou.com/evento-portugal-tourism-challenges-14-marco/</link>
					<comments>https://www.tudomudou.com/evento-portugal-tourism-challenges-14-marco/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nuno Machado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2015 10:39:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Conferência irá realizar-se no dia 14 de Março de 2015 em Lisboa, e os primeiros oradores confirmados são Kash Bhattacharya, Fabrizio Di Martino e Stefanos Karagos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>A segunda edição do Portugal Tourism Challenges, evento organizado pelo Fórum Turismo 2.1 e a Marca Turismo, já tem data marcada.</div>
<div>
<p><strong> &#8211; <a title="Portugal Tourism Challenges – 12 de Abril" href="https://www.tudomudou.com/2014/04/01/portugal-tourism-challenges-12-de-abril/" target="_blank">a primeira edição: Portugal Tourism Challenges 2014</a></strong></p>
<p>Após uma 1ª Edição que se revelou um sucesso, o Portugal Tourism Challenges volta a reunir um conjunto de referências do Marketing Digital e Estratégias de Comunicação do setor do turismo.</p>
<p><strong>A Conferência irá realizar-se no dia 14 de Março de 2015 em Lisboa, e os primeiros oradores confirmados são </strong><strong>Kash Bhattacharya, </strong><strong>Fabrizio Di Martino e Stefanos Karagos.</strong></p>
<p>A segunda edição deste evento está agendada para o dia 14 de Março de 2015, em Lisboa. Uma vez mais é co-organização por Rodolfo Cardoso, do projeto Marca Turismo, e pelo Fórum Turismo 2.1. “A primeira edição foi um sucesso. Reunimos um painel bastante interesse de profissionais, rico em experiências na área do digital. Nesta segunda edição vamos procurar repetir esse sucesso e se possível superá-lo.”, explica Rodolfo Cardoso.</p>
<p>Nesta segunda edição estão já confirmados 3 oradores, com experiências profissionais distintas:</p>
</div>
<ul>
<li><strong>Kash Bhattacharya – Blogger Budget Traveller;</strong></li>
</ul>
<div>Descreve-se como “<em>Travel Blogger, Social Media professional, iAmbassador and Visit Britain Superblogger</em>. O seu último projecto ‘Must Love Festivals’, um blogue colaborativo com 15 outros bloggers a nível internacional, propõe-se a visitar os festivais – cerca de 40 – menos conhecidos a nível europeu.</div>
<ul>
<li><strong>Fabrizio Di Martino &#8211; Mobile &amp; Social Manager para a Europa no InterContinental Hotels Group</strong></li>
</ul>
<div>Responsável pela gestão da equipa de Mobile e Social, o seu foco é o aumento do Revenue, downloads de apps e social media engagement por toda a Europa para todas as marcas do grupo.</div>
<ul>
<li><strong>Stefanos Karagos – Fundador da XPLAIN</strong></li>
</ul>
<div>É habitualmente keynote speaker em várias conferências e forúns a nível mundial em áreas como tecnologia, Social Media e WoM (word of Mouth). A sua apresentação sobre Social Media ROI foi eleita como a 3ª apresentação na área de Business a nível mundial.“A importância do marketing digital no setor do turismo está, definitivamente, na agenda do dia. Procuramos assim, com o Portugal Tourism Challenges, continuar a fomentar o debate e partilha dos melhores exemplos a nível europeu.<strong>”, afirma Frédéric Frère, Presidente do Fórum Turismo 2.1.</strong>Para mais informações e bilhetes, visite online: <a title="Tourism Challenges" href="http://tourismchallenges.pt" target="_blank">Tourism Challenges 2015</a>.</div>
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		<title>Uma Brincadeira de Mau Gosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nuno Machado Lopes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2014 08:52:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Americano]]></category>
		<category><![CDATA[brincadeira]]></category>
		<category><![CDATA[Ebola]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
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		<category><![CDATA[passageiro]]></category>
		<category><![CDATA[US Airways]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma “brincadeira” que atrasou um avião 2 horas, levou o homem a ser detido e demonstrou ao mundo o que acontece quando temos a infelicidade de dizer algo inoportuno.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um passageiro constipado teve a infeliz ideia de dizer que era portador do vírus Ébola. Uma piada sem piada com consequências tão caricatas como assustadoras.</p>
<p>É que o senhor escolheu um avião da US Airways que preparava para levar os seus passageiros para a República Dominicana. Avião esse que ainda estava num aeroporto americano, onde assumem que tudo é um possível risco.</p>
<p>https://youtube.com/watch?v=LJhWVsx1U8c%3F</p>
<p>Ainda bem que a maioria dos passageiros tinha um smartphone para se entreterem a filmar não tendo assim que se preocuparem com a dimensão da situação – o que poderia ter acontecido&#8230;</p>
<p>Uma “brincadeira” que atrasou um avião 2 horas, levou o homem a ser detido e demonstrou ao mundo o que acontece quando temos a infelicidade de dizer algo inoportuno.</p>
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