<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372</id><updated>2024-08-28T13:49:27.761-07:00</updated><category term="Tipos de Câncer"/><category term="O que é o Câncer?"/><title type='text'>TUDO SOBRE O CÂNCER</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-5609455044627152137</id><published>2011-06-02T14:19:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T14:20:23.239-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O que é o Câncer?"/><title type='text'>O que é o Câncer?</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Câncer é a proliferação descontrolada de células anormais do organismo. As células normais do corpo vivem, se dividem e morrem de forma controlada. As células cancerosas são diferentes, não obedecem a esses controles e se dividem sem parar. Além disso, não morrem como as células normais e continuam a se proliferar e a produzir mais células anormais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Essa divisão descontrolada das células é provocada por danos no DNA, o material genético presente em todas as nossas células e que comanda todas as suas atividades, inclusive as ordens para a célula se dividir. Na maior parte das vezes, o próprio DNA detecta e conserta seus erros. Nas células cancerosas, porém, o mecanismo de reparo não funciona. Esses defeitos no mecanismo de reparo podem ser herdados e estão na origem dos cânceres hereditários. Na maioria dos casos, porém, o DNA se altera por causa da exposição a fatores ambientais, entre eles, o fumo, sol, alguns vírus e alimentação.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As células cancerosas geralmente formam um tumor, uma massa de células com crescimento anormal. Existem exceções, como as leucemias, em que as células doentes estão presentes no sangue e percorrem o corpo todo. Freqüentemente, as células cancerosas se desprendem do tumor, viajam para outra parte do corpo onde passam a crescer e a substituir o tecido sadio, num processo chamado metástase.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nem todos os tumores são cancerosos. Os chamados tumores benignos não têm a capacidade de se espalhar para outras partes do corpo, mas merecem atenção e podem exigir tratamento, dependendo do local onde aparecem.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Diferentes tipos de câncer têm comportamentos diferentes, exigem tratamentos diferentes até mesmo quando se trata de câncer do mesmo órgão. Há cânceres de próstata extremamente agressivos, de progressão rápida e outros menos agressivos, de desenvolvimento lento. Por isso, o tratamento é específico para cada caso.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;COMO OCORRE O CÂNCER?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O câncer não aparece de uma hora para outra, é uma doença de desenvolvimento lento, que às vezes leva 20, 30, 40 anos para se manifestar. Lembre-se: é a partir de uma única célula que acumula mutações que o tumor se desenvolve. É por isso que hoje conhecemos muito mais gente com câncer do que nossos avós e bisavós. Até 1950, a doença era relativamente rara até porque eram poucos os seres humanos que chegavam aos 50, 60 anos de vida. No Brasil da década de 30, por exemplo, a expectativa de vida girava em torno dos 35 anos e o brasileiro morria de infecção, de diarréia, de pneumonia. As vacinas e antibióticos prolongaram nossa existência, mas também permitiram que vivêssemos o bastante para que o câncer se desenvolva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso estilo de vida também tem sua parcela de culpa no grande número de casos da doença. Se o tabaco fosse sumariamente banido do planeta, os casos de câncer cairiam 35% - isso sem falar na redução drástica dos casos de enfarte, derrame e efizema. Nossa dieta rica em carnes vermelha e pobre em fibras vegetais também é parte do problema, bem como nossas prolongadas exposições ao sol tropical.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mais importante, porém, é ter em mente que nunca antes em nossa história tivemos tanto sucesso no tratamento do câncer. Se você ou alguém próximo recebeu diagnóstico de câncer, as chances de cura e de uma excelente qualidade de vida nunca foram tão grandes. Especialmente, se você estiver nas mãos de uma equipe especializada e multidisciplinar como a do Hospital A. C. Camargo. Aqui você vai ter acesso ao que há de mais moderno em técnicas de diagnóstico, acompanhamento e tratamento, com equipes de clínicos, radiologistas, cirurgiões, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos e de reabilitação, todos empenhados em sua recuperação integral.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;PREVENÇÃO E FATORES DE RISCO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;Fator de risco é qualquer coisa que aumente a chance de alguém ter determinada doença. No caso do câncer, alguns podem ser evitados pela mudança de hábitos - deixar de fumar, beber moderadamente, usar filtro solar, ter uma dieta equilibrada - outros não. Entre estes últimos, estão o histórico familiar e a idade - o risco de desenvolver câncer aumenta com a idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se uma pessoa estiver freqüentemente exposta a fatores de risco, ela tem maior chance de desenvolver câncer. Mas muita gente se expõe a um ou mais fatores de risco e não desenvolve câncer; enquanto outros, que nunca foram expostos, têm a doença. Isso ocorre porque há inúmeros fatores associados ao aparecimento de um tumor. Entre os fatores de risco para diferentes tipos de câncer estão:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fumo (cigarros, charutos, cachimbo): câncer de pulmão, boca, laringe, bexiga, rins, esôfago e pâncreas. Sem o consumo de tabaco, os casos de câncer cairiam 35%!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exposição ao sol sem proteção: câncer de pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Idade, alterações hormonais (como idade da primeira menstruação, número de gestações, idade do início da menopausa), obesidade, vida sedentária e, segundo alguns estudos, consumo de bebidas alcoólicas: estão entre os fatores de risco para o câncer de mama. Filhas e irmãs de pacientes com câncer de mama também precisam ter atenção redobrada - e começar os exames preventivos mais cedo, já que correm maior risco de desenvolver a doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Idade: é o principal fator de risco para o câncer de próstata. Não se sabe ao certo por quê, mas o risco é maior entre homens negros e afro-descendentes. Uma dieta rica em gorduras também parece aumentar o risco de surgimento do câncer. Filhos e irmãos de pacientes com câncer de próstata também precisam ter atenção redobrada - e começar os exames preventivos mais cedo, já que correm maior risco de desenvolver a doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somados, fumo, hábitos alimentares, vida sedentária, infecções (por HPV, por exemplo) e exposição à radiação solar ou a produtos químicos são responsáveis por 75% dos casos de câncer. Segundo algumas pesquisas, 30% das mortes por câncer estão relacionadas a maus hábitos alimentares (consumo excessivo de carnes vermelhas e falta de fibras) e falta de exercícios físicos na idade adulta.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;DIAGNÓSTICO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;Sintomas são indicações de que algo está errado no organismo. Tosse e rouquidão podem ser sintomas de uma gripe. Tosse e rouquidão que se prolongam por semanas podem ser sinais de câncer no pulmão. Na maioria das vezes, sintomas não são suficientes para o médico diagnosticar esta ou aquela doença, daí a necessidade de se fazer exames de sangue, imagem ou até mesmo uma biópsia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O câncer é uma dessas doenças que podem causar todo tipo de sintomas, dependendo do local onde aparece, do seu tamanho e se afeta outros órgãos ou tecidos próximos. À medida que um tumor cresce, ele vai pressionando tecidos vizinhos, vasos sanguíneos e nervos, dando origem a alguns sintomas. Dependendo do órgão ou do local, esses sintomas podem ser percebidos bem no comecinho da doença, como é o caso de alguns tumores cerebrais, que afetam os movimentos, ou a visão. Outros, como os de ovário, por exemplo, podem crescer bastante antes de produzir sintomas e levar a paciente ao médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O câncer pode provocar os mais variados sintomas, como febre, cansaço e perda de peso - porque suas células produzem substâncias que alteram o metabolismo ou porque elas consomem boa parte da energia do organismo ou ainda porque interferem com o sistema imunológico e ele reage com esses sintomas. Outros cânceres - como o de pâncreas - podem liberar substâncias que provocam a formação de coágulos que entopem veias das pernas ou outras que agem como hormônios e alteram os níveis de cálcio do corpo, afetando o funcionamento dos nervos e músculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A detecção precoce do câncer aumenta em muito as chances de sucesso do tratamento, já que é mais fácil tratar o tumor ainda pequeno, quando dificilmente teve chance de se espalhar para outras partes do corpo. É o caso, por exemplo, do melanoma, a forma mais grave de câncer de pele. Se ele ainda não penetrou nas camadas mais profundas da pele, sua remoção cirúrgica permite uma taxa de quase 100% de sobrevida após 5 anos. Esse índice cai drasticamente se o melanoma é descoberto e tratado quando já se espalhou para outras partes do corpo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por desconhecimento ou medo do diagnóstico, muita gente ignora os primeiros sintomas do câncer e adiam a consulta ao médico. Um caroço no seio pode, sim, ser apenas um cisto que vai desaparecer naturalmente com o tempo; mas também pode não ser. Daí a importância de consultar o médico. Sinais como febre, cansaço, dores nas articulações podem ser causados por uma série de problemas, câncer inclusive. Por isso, ir ao médico e checar do que se trata é fundamental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante conhecer os sintomas mais gerais do câncer, sempre tendo em mente que o aparecimento deles não significa que a pessoa tem a doença. Você vai perceber que eles são comuns a vários tipos de problemas de saúde e só um médico, com o auxílio de exames, pode diagnosticar ou descartar a doença. Uma das características do câncer é a longa duração destes sintomas. Conheça alguns deles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perda de peso sem explicação. A perda de 5 quilos ou mais pode ser sinal de câncer de estômago, pâncreas, pulmão ou esôfago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Febre. A febre pode ser um sinal da doença, principalmente nos casos de leucemia ou linfoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cansaço. Esse sintoma pode aparecer nos casos de leucemia ou, se o câncer causa perda de sangue, como ocorre com alguns tumores de estômago e intestino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dor. Ela pode ser sintoma de estágios iniciais de alguns cânceres, como os de ossos e testículos. Geralmente, porém, ela é sintoma de estágios mais avançados da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alterações da pele. Além do câncer de pele, outros tumores podem provocar alterações na pele, como excesso de pigmentação, icterícia (que deixa a pele amarelada), aparecimento de manchas avermelhadas, coceira e até crescimento excessivo de pêlos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há sintomas mais específicos do aparecimento de um câncer, mas eles também são comuns a outras doenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudanças de hábitos intestinais ou urinários. Prisão de ventre crônica, diarréia que não passa ou até mesmo mudança no tamanho das fezes podem ser sinal de câncer de intestino. A presença de sangue na urina, de dor ao urinar e mudanças de hábito (ir mais vezes ao banheiro ou menos) podem ser sinais de câncer de bexiga ou próstata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feridas que não cicatrizam. Alguns cânceres de pele sangram e parecem feridas que não fecham. Feridas na boca que não cicatrizam merecem uma visita ao médico (especialmente em quem fuma e consome bebida alcoólica). Lesões no pênis ou vagina podem ser tanto sinal de uma infecção, como de câncer em estágio inicial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sangramentos. Traços de sangue no catarro podem indicar câncer de pulmão. Nas fezes, câncer de cólon ou de reto. Sangramento vaginal pode indicar câncer de colo do útero. No bico do seio, pode indicar câncer de mama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nódulos ou caroços. O aparecimento de nódulos ou caroços nos seios, testículos, nódulos linfáticos (nas virilhas, axilas, pescoço, etc) e outras partes do corpo pode indicar a presença de um tumor. Mas só um exame detalhado pode dizer se é mesmo câncer e em que estágio se encontra o tumor. O aparecimento de um caroço, de qualquer tamanho, por menor que seja, exige uma visita ao médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Indigestão ou dificuldade para engolir. Esses são sinais de câncer de esôfago, estômago ou garganta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudanças em pintas ou verrugas. Alterações de tamanho, cor ou forma precisam ser checadas pelo médico, pois podem ser sinal de câncer de pele, especialmente em pessoas de pele muito clara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tosse e rouquidão. Tosse que não passa pode ser sinal de câncer de pulmão e a rouquidão, de câncer de de laringe ou tireóide.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A confirmação ou não do diagnóstico depende de uma série de exames laboratoriais, de imagem e basicamente de uma biópsia (a remoção e análise microscópica de uma amostra de tecido), que vai indicar ou não a presença de células anormais. Esses exames vão também fornecer ao médico o estadiamento da doença, isto é, em que estágio está o câncer, se ele se espalhou ou não para outros órgãos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;ESTADIAMENTO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;Saber em que estágio está o câncer é fundamental para o planejamento do tratamento. Assim, o paciente e seu médico podem discutir alternativas terapêuticas e a equipe que cuida do caso pode ter uma perspectiva mais definida das possibilidades de recuperação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema mais utilizado para isso é chamado de TNM, onde o T indica o tamanho do tumor e se ele se espalhou para outras partes do corpo; o N indica o quanto ele se espalhou para os nódulos linfáticos mais próximos e o M se já há metástase para outros órgãos mais distantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente, cada letra é acompanhada por um número. Um tumor T1N0M0 é um tumor pequeno, que não atingiu os nódulos linfáticos próximos e nem se espalhou pelo corpo. Essa classificação dá origem a outra, que vai de 0 a 4. E quanto menor o número, menos o câncer cresceu e se espalhou.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;TRATAMENTO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;As opções de tratamento vão depender do tipo de câncer, do estágio da doença, idade do paciente, seu estado geral de saúde e, sim, suas preferências. É fundamental que o paciente discuta suas opções com o médico, faça perguntas e até consulte outro especialista, em busca de uma segunda opinião. É importante se tratar num centro especializado, que têm médicos e profissionais com larga experiência no tratamento do câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Basicamente o câncer é tratado com cirurgia, radioterapia ou quimioterapia. É importante o estadiamento da doença, já que cânceres em estágios iniciais respondem a terapias diferentes das utilizadas em cânceres de estágio avançado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Radioterapia. É usada para tratar câncer localizado, tanto para reduzir um tumor antes da cirurgia como para eliminar eventuais células cancerosas após a cirurgia. Atualmente, a radioterapia é uma técnica de alta precisão, que atinge de forma eficaz as células doentes e afeta minimamente outros órgãos e tecidos normais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quimioterapia. Diferente da radioterapia, os medicamentos usados na quimioterapia podem atingir qualquer parte do corpo, através da corrente sanguínea. Na maioria das vezes, é utilizada uma combinação de drogas - administradas por via oral ou injetadas - em ciclos, que se seguem a períodos de recuperação, ao longo de seis meses, em média. Após as cirurgias, ela reduz bastante o risco de reaparecimento do câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imunoterapia. São terapias que usam a habilidade do próprio organismo de combater a doença, já que há fortes indícios de que o nosso sistema de defesa tem papel importante na resposta ao câncer. Ela pode ser usada de forma combinada com radioterapia e quimioterapia.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;TERAPIAS ALTERNATIVAS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;Elas não fazem parte do tratamento-padrão de câncer e podem incluir a administração de complexos alimentares, vitaminas, ervas e massagens com objetivos curativos, etc. A maioria das terapias não tem benefício comprovado. Além disso, algumas ervas e complementos podem trazer danos ao paciente que se trata de câncer. Por isso, é importante discutir qualquer terapia alternativa com o médico ou equipe que acompanha o tratamento antes de aderir a uma destas opções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo do tratamento é a remissão do tumor, período em que a doença responde ao tratamento ou fica sob controle. Remissão total é a ausência de sintomas e sinais do câncer. Durante o tratamento, quando o tumor é reduzido mas não desaparece, diz-se que há uma remissão parcial. Remissões podem durar de semanas a vários anos. E remissões completas podem se prolongar por anos e ser consideradas curas.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/5609455044627152137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/o-que-e-o-cancer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/5609455044627152137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/5609455044627152137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/o-que-e-o-cancer.html' title='O que é o Câncer?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-5842122743354379422</id><published>2011-06-02T14:03:00.001-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.809-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer de Pulmão</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Inspira, expira, inspira...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Os pulmões são dois órgãos esponjosos localizados no peito. O direito tem 3 partes, chamadas lobos e o esquerdo, 2&amp;nbsp;- ele é menor porque o coração também fica desse lado do corpo. Sua função é trazer oxigênio do ar para o organismo e expelir gás carbônico. Os pulmões são protegidos por um envoltório, a pleura, que permite que eles se movam durante a respiração. É a traquéia que leva o ar até os pulmões. Ela se divide em dois ramos, chamados&lt;strong&gt;brônquios&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e, por sua vez, cada um deles se divide em ramos menores, os&amp;nbsp;&lt;strong&gt;bronquíolos&lt;/strong&gt;. Ao final dos bronquíolos estão pequeninos sacos de ar, os&amp;nbsp;&lt;strong&gt;alvéolos&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;A maioria dos cânceres de pulmão tem início no revestimento dos brônquios e leva anos para se desenvolver. Primeiro, surgem lesões pré-cancerosas no pulmão, que não podem ser detectadas por raios-X e não causam sintomas. Essas alterações, porém, podem ser detectadas por análise de células que revestem as vias respiratórias dos fumantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;À medida que essas áreas pré-cancerosas se tornam cancerosas, elas passam a produzir substâncias capazes de produzir novos vasos sanguíneos (angiogênese) nas proximidades. São esses novos vasos sanguíneos que vão fornecer nutrientes para as células cancerosas e possibilitar a formação do tumor. Finalmente, o câncer cresce o bastante para ser detectado pelo raio-x. Assim que se forma, as células cancerosas podem se desprender do tumor, viajar pelo organismo e formar outros tumores em outras partes do corpo, um processo chamado metástase. O câncer de pulmão é hoje um dos mais mortais porque costuma se espalhar antes de ser diagnosticado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Só nos Estados Unidos são registrados 170 mil novos casos de câncer de pulmão por ano, um número que no Brasil está em torno dos 27 mil, uma estatística que muitos acreditam ser subestimada. Só nos EUA, cerca de 160 mil pessoas vão morrer de câncer de pulmão este ano, enquanto por aqui as estimativas são de cerca de 15 mil. Cerca de 60% dos pacientes morrem ao longo dos primeiros 12 meses após o diagnóstico e 75% após 2 anos – e esses números permanecem inalterados há 10 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Tipos de câncer de pulmão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Há dois tipos principais de câncer de pulmão, que exigem tratamentos diferentes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- &amp;nbsp;Câncer de pulmão de células pequenas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- &amp;nbsp;Câncer de pulmão de não-células pequenas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Se o câncer tem características de ambos é chamado de câncer misto de células grandes e pequenas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Cerca de 85% dos cânceres de pulmão são do tipo não-pequenas células, que se divide em três subtipos, de acordo com a forma e características das células:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Carcinoma epidermóide ou de células escamosas:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;representa entre 25% e 30% dos cânceres de pulmão. Estão associados ao fumo e tendem a aparecer perto dos brônquios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Adenocarcinoma:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;responde por 40% dos cânceres de pulmão e geralmente surge na parte periférica do pulmão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Carcinoma de células grandes:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;representam entre 10% e 15% dos casos, pode aparecer em qualquer parte do pulmão e tende a crescer e se disseminar depressa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Cerca de 15% dos casos de câncer de pulmão são do tipo de célula pequena. Ele geralmente começa nos brônquios, perto do centro do peito. Embora essas células cancerosas sejam pequenas, elas se multiplicam rapidamente e formam tumores grandes que se espalham por várias partes do corpo. Isso significa que o tratamento do carcinoma pulmonar de células pequenas precisa incluir drogas capazes de matar células cancerosas em várias partes do organismo. Esse é basicamente um câncer de fumantes, raríssimo em pessoas que nunca fumaram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Como a maioria dos cânceres de pulmão em estágio inicial não apresenta sintomas, apenas uma pequena parcela de casos de câncer de pulmão é diagnosticado do início. Geralmente, a doença é descoberta por acaso, quando o paciente está sendo examinado por outro motivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Screening&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Screening é o uso de testes para diagnosticar uma doença em pessoas que não apresentam sintomas. Como o câncer de pulmão costuma se disseminar para outros órgãos antes de ser diagnosticado, um teste desses poderia salvar muitas vidas. Durante anos, raios-X de tórax e análise microscópica de escarro têm sido avaliados, mas nenhum dos dois é capaz de detectar câncer de pulmão em estágio inicial a ponto de aumentar as chances de cura. Recentemente, uma nova técnica chamada tomografia computadorizada espiral se mostrou promissora para diagnosticar câncer de pulmão inicial em fumantes e ex-fumantes. O problema é que esse sistema encontra várias lesões que nada têm a ver com câncer, o que resulta em exames e cirurgias desnecessários. Para verificar se esse método oferece alguma vantagem, alguns países estão conduzindo uma pesquisa ampla.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Sintomas e sinais de câncer de pulmão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Embora a maioria dos casos de câncer de pulmão não apresente sintomas antes de se espalhar, é bom estar atento a alguns sintomas e relatá-los a seu médico. Geralmente esses problemas e sintomas são causados por outros fatores que não o câncer, mas se for um tumor, a detecção precoce pode ajudar o paciente a viver mais e aliviar sintomas. Os mais comuns são:&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Tosse que não passa&lt;br /&gt;
- Dor no peito, que geralmente piora quando se respira fundo&lt;br /&gt;
- Rouquidão&lt;br /&gt;
- Perda de peso sem motivo&lt;br /&gt;
- Perda de apetite&lt;br /&gt;
- Presença de sangue no catarro&lt;br /&gt;
- Falta de fôlego&lt;br /&gt;
- Bronquites e pneumonias recorrentes (isto é, que voltam)&lt;br /&gt;
- Respiração pesada e difícil (como a dos asmáticos)&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-indent: -18pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Quando o câncer de pulmão se espalha para outros órgãos ele pode causar:&lt;br /&gt;
- Dor nos ossos&lt;br /&gt;
- Fraqueza ou dormência de braços e pernas&lt;br /&gt;
-&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Tontura ou convulsões&lt;br /&gt;
- Icterícia (que deixa a pele e os olhos com um tom amarelado)&lt;br /&gt;
- Aparecimento de nódulos na superfície do corpo, causados pela disseminação do câncer para a pele ou gânglios linfáticos na região do pescoço e peito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Exames&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Diante da suspeita de câncer de pulmão, seu médico poderá pedir uma série de exames.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Diagnóstico por imagem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Raios-X de tórax:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;é o primeiro que o médico pede para checar se há presença de manchas ou massas tumorais. Se o raio-x é normal, você provavelmente não tem a doença. Se houver alguma formação suspeita, sue médico pedirá outros exames.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Tomografia computadorizada:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;São múltiplas imagens de raios-X, produzidas enquanto a máquina gira em torno do paciente, combinadas por computador, para produzir uma imagem detalhada de uma parte do organismo. Geralmente, depois que as primeiras imagens são feitas, um contraste radiativo é injetado no paciente para definir melhor as estruturas do corpo. Em seguida, nova série de tomadas é feita. O exame é mais demorado que o raio-x convencional e o paciente tem de ficar imóvel numa mesa por cerca de meia hora ou mais. Algumas pessoas ficam um pouco aflitas por causa da sensação de confinamento dentro do equipamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Algumas pessoas também são alérgicas ao contraste injetado e podem ter urticárias, uma sensação de calor ou, muito raramente, queda de pressão e dificuldade para respirar.&amp;nbsp;É bom informar ao médico se você já teve reação alérgica a algum contraste, porque há medicamentos que podem evitar o problema.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;A tomografia fornece informação precisa sobre tamanho, forma e localização do tumor e pode ajudar a identificar gânglios linfáticos aumentados, já invadidos pela doença. Ela é utilizada também para localizar tumores secundários (metástases) nas glândulas suprarenais, cérebro e outros órgãos internos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Ressonância magnética (MRI):&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;A ressonância usa ondas de rádio e ímãs fortes em vez de raios-X. A energia das ondas de rádio é absorvida e depois liberada num padrão dado pelo tipo de tecido do corpo e certas doenças. Um computador analisa os dados e os transforma em imagens detalhadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;O exame dura cerca de uma hora e o paciente fica deitado dentro de um tubo – o que é incômodo para quem sofre de claustrofobia. Além disso, a máquina faz um ruído que irrita algumas pessoas. As imagens da ressonância é particularmente útil para detectar se o câncer de pulmão se espalhou para o cérebro ou coluna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Tomografia por emissão de positrons (PET):&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;Esse exame usa uma forma radioativa de glicose que é absorvida em grande quantidade pelas células cancerosas e é detectada por uma câmera especial. É um exame importante para casos de câncer de pulmão em estágios iniciais, pode mostrar se a doença atingiu os gânglios linfáticos e definir se uma mancha que apareceu nos raios-X é câncer ou não. Também é útil quando o médico suspeita que o câncer já se espalhou, mas não sabe para quais órgãos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Cintilografia óssea:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;neste exame, uma pequena quantidade de um composto radioativo (geralmente difosfonato de tecnécio) é injetada no paciente e essa substância se acumula em áreas dos ossos anormais por vários motivos, entre eles metástase. O exame é feito rotineiramente em pacientes com carcinoma de células pequenas. Nos portadores de câncer de pulmão de não pequenas células ele só é feito quando o médico suspeita de comprometimento dos ossos, mas outros exames não conseguem mostrar a metástase.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Análise de tecidos e células&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Alguns destes exames são usados para confirmar ou não se a massa de células detectada nos exames por imagem é um câncer de pulmão, de que tipo de câncer se trata e o quanto ele se espalhou.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Citologia do escarro:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;uma amostra de escarro (geralmente obtida pela manhã) é examinada ao microscópio para verificar a presença de células cancerosas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Biópsia por agulha:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;com a ajuda de um fluoroscópio (aparelho semelhante ao de raios-X, mas que mostra imagem numa tela, em vez de chapa) ou de tomografia, o médico insere uma agulha na direção do tumor e aspira uma amostra de tecido. Depois, a mostra é analisada ao microscópio para ver se há células cancerosas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Fibrobroncoscopia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;neste exame o paciente é sedado e um tubo flexível, com fibras ópticas, o broncoscópio, é introduzido na boca até atingir os brônquios. Ali, a área da lesão suspeita é lavada e uma pequena escova é passada no local. As amostras são analisadas mais tarde em microscópio. Ele ajuda a detectar tumores e pode retirar amostras de tecido ou de secreções pulmonares para posterior análise.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Ultrassom endobronquial:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;nesta técnica, um emissor e receptor de ultra-som é colocado na ponta do broncoscópio. Isso ajuda a avaliar o tamanho do tumor e a identificar gânglios linfáticos aumentados. Uma agulha fina, guiada pelo ultra-som, também pode ser utilizada para obter amostras dos nódulos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Ultrassom endoscópico de esôfago:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;neste caso, o esofagoscópio (tubo usado para examinar o esôfago) recebe um emissor e receptor de ultra-som em sua ponta. O esôfago fica perto de alguns gânglios linfáticos do peito para os quais o câncer de pulmão pode se espalhar. O exame ajuda a identificá-los e permite a inserção de uma agulha fina para obter amostras de tecido desses nódulos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Mediastinoscopia e mediastinostomia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;para os dois procedimentos o paciente recebe anestesia geral. Na mediastinoscopia, uma pequena incisão (corte) é feita no pescoço e um tubo oco, com luz, é inserido atrás do esterno. Usando equipamento especial através desse tubo, o especialista pode obter amostras dos gânglios linfáticos do mediastino (ao longo da traquéia e dos brônquios). A análise microscópica das amostras mostra se há células cancerosas presentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Na mediastinostomia, o cirurgião faz uma pequena incisão no peito ao lado do osso esterno, permitindo que ele alcance nódulos linfáticos inacessíveis através da mediastinoscopia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Toracocentese e toracoscopia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;ambos os procedimentos são realizados para verificar se há acúmulo de líquido ao redor dos pulmões, na pleura, já que isto pode causar infecções e problemas cardíacos. Na toracocentese, uma agulha é introduzida entre as costelas para drenar o líquido – que posteriormente é analisado ao microscópio para ver se contém células cancerosas. O método é usado para remover líquido também, já que seu acúmulo impede que os pulmões se encham de ar. Há testes químicos também que ajudam a distinguir se o acúmulo de líquido é causado por tumor maligno ou outra doença.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Na toracoscopia, um tubo conectado a uma câmera de vídeo é usado para observar o espaço entre os pulmões e a cavidade torácica e para remover amostras de tecido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Exames de sangue:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;um hemograma completo mostra se a contagem de suas células sanguíneas está normal ou se você está com anemia, por exemplo. Exames de sangue regulares são importantes para quem faz quimioterapia, já que esse tratamento afeta temporariamente as células da medula que dão origem às células do sangue.Há exames que revelam alterações químicas, indicando que o câncer se espalhou para o fígado ou ossos. Níveis elevados no sangue de uma substância chamada lactato dehidrogenase (LDH) geralmente indicam que não são boas as chances de cura e sobrevivência no longo prazo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Fator de risco é qualquer elemento ou comportamento que aumente a chance de alguém desenvolver a doença. No caso do câncer de pulmão, há fatores de risco que podem ser evitados&amp;nbsp;- como o fumo&amp;nbsp;- e outros sobre os quais não há controle, como a idade do paciente e seu histórico familiar. Vários fatores podem aumentar o risco de câncer de pulmão:&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Fumo:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é o principal fator de risco, responsável por 9 a cada 10 casos. Quanto mais cigarros a pessoa fuma por dia e por quanto mais tempo mantém o hábito, maior o risco de desenvolver câncer de pulmão. Quando o fumante deixa o cigarro antes do câncer aparecer, o tecido pulmonar volta ao normal aos poucos. Parar de fumar reduz o risco de aparecimento de câncer em qualquer idade. Os chamados cigarros light – com teores mais baixos de alcatrão. não fazem “menos mal”. Cigarros contêm mais de 4.700 substâncias tóxicas, algumas delas carcinogênicas. Quando a fumaça é aspirada (tragada), essas substâncias penetram nas células. A exposição prolongada a esses agentes (por décadas de fumo ativo ou passivo) aumenta a chance de algumas delas provocarem mutações do DNA das células por onde passam. O mesmo vale para o charuto e cachimbo, que também aumentam o risco de câncer de pulmão. Pessoas que não fumam, mas convivem com fumantes – os chamados fumantes passivos – também têm risco aumentado. Não-fumantes casados com fumantes correm risco 30% maior de ter câncer de pulmão que os casados com não-fumantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- &amp;nbsp;&lt;strong&gt;Amianto:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;pessoas que trabalham com amianto correm risco maior de ter câncer de pulmão, e se forem fumantes o risco cresce ainda mais. Trabalhadores que lidam com amianto podem desenvolver um câncer do revestimento dos pulmões, chamado mesotelioma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Radônio:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é um gás radiativo produzido pela quebra natural do urânio e, em algumas regiões, aparece em níveis acima do normal no solo. O gás é incolor, não tem cheiro nem gosto e pode se acumular em casas ou ambientes fechados, aumentando o risco de câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Agentes cancerígenos no local de trabalho:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;são substâncias que aumentam o risco da doença e podem ser empregadas em alguns processos industriais. Pessoas que têm contato com elas no ambiente de trabalho precisam ter equipamentos especiais e tomar cuidado para não se expor a:&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- &amp;nbsp;urânio&lt;br /&gt;
- &amp;nbsp;berilo&lt;br /&gt;
- cloreto de vinila (usado na fabricação de PVC)&lt;br /&gt;
- cromo&lt;br /&gt;
- carvão&lt;br /&gt;
- gás mostarda&lt;br /&gt;
- compostos resultantes da queima de diesel&lt;br /&gt;
- benzina&lt;br /&gt;
- &amp;nbsp;cloroéteres&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Maconha:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;cigarros de maconha contêm mais alcatrão do que os cigarros comuns; e várias das substâncias cancerígenas presentes no tabaco aparecem também na maconha. Há indícios de que a maconha pode causar câncer de boca e garganta, mas como a droga é ilegal não se pode fazer estudos amplos sobre o tema.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Radioterapia na região do tórax:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;pessoas submetidas à radioterapia para tratamento de câncer correm maior risco de ter câncer de pulmão, especialmente se forem fumantes. Mas mulheres não-fumantes que fizeram radioterapia para tratamento de câncer de mama após cirurgia não correm risco maior.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Doenças:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;como silicose e berilose, provocadas pela inalação de certos minerais, também aumentam as chances de aparecimento de câncer do pulmão.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Histórico familiar e pessoal:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;se você já teve câncer de pulmão, corre maior risco de ter outro. Irmãos e filhos de pessoas que tiveram câncer de pulmão correm risco levemente maior de desenvolver a doença.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Alimentação:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Algumas pesquisas indicam que uma dieta pobre em frutas, legumes e verduras pode aumentar o risco de surgimento de câncer de pulmão em fumantes. A hipótese é de que substâncias presentes nesses vegetais protejam os pulmões.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Poluição:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;Acredita-se que a poluição do ar aumente levemente o risco de câncer de pulmão, mas esse risco é consideravelmente menor que o oferecido pelo cigarro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Nos últimos anos, cientistas fizeram grandes progressos e descobriram como os fatores de risco produzem certas alterações no DNA das células pulmonares, transformando-as em células cancerosas. DNA é o material genético que contém as informações para praticamente tudo que nossas células fazem. Um dos objetivos das pesquisas é desenvolver testes capazes de detectar essas mudanças do DNA e detectar o câncer de pulmão em seus estágios iniciais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Como evitar a doença:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;A melhor maneira de prevenir o câncer de pulmão é não fumar e evitar o contato com fumantes. Se você é fumante, procure um serviço especializado que pode ajudá-lo a deixar o vício, com adesivos, chicletes e até medicamentos. Uma dieta rica em vegetais também é recomendável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Algumas pessoas, porém, desenvolvem câncer de pulmão sem se expor a nenhum dos fatores de risco. Portanto, não é possível prevenir todos os cânceres de pulmão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Nos casos de tratamento de câncer de pulmão, as opções são cirurgia, quimioterapia e radioterapia, às vezes combinadas, dependendo do tipo e do estágio da doença. O médico deverá explicar as opções, os efeitos colaterais e as suas chances de sobrevivência à doença. Ouvir uma segunda opinião, e consultar outro especialista costuma ser uma boa idéia, que dá mais confiança ao paciente quanto à escolha da terapia.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Cirurgia:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;ela é usada para remover o tumor e parte do tecido a seu redor. Se a cirurgia remove apenas parte do lobo pulmonar ela é chamada de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;ressecção em cunha&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(ou ressecção limitada). Se o lobo inteiro é retirado, ela é chamada&lt;strong&gt;&amp;nbsp;lobectomia.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Se o pulmão inteiro é removido, a cirurgia é chamada&lt;strong&gt;&amp;nbsp;pneumectomia.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Os nódulos linfáticos também são removidos para ver se o câncer se espalhou.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;As novas técnicas cirúrgicas&amp;nbsp;- com cortes menores e, muitas vezes evitando o corte de músculos&amp;nbsp;- e melhores analgésicos reduziram bastante a dor no pós-operatório, mas ela existe. Em alguns casos, especialmente de câncer em estágio inicial, o especialista pode optar pela&amp;nbsp;&lt;strong&gt;videotoracoscopia&lt;/strong&gt;, em que o processo é acompanhado por uma câmera e apenas pequenas incisões são feitas para remoção do tecido, o que agiliza a recuperação no pós-operatório.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Doentes que não têm outros problemas pulmonares (como enfisema ou bronquite crônica, comuns em fumantes) geralmente retomam as atividades normais em pouco tempo. Os demais podem ter problemas respiratórios permanentes.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Pessoas que não podem fazer essas operações por causa de outros problemas médicos ou porque o câncer já se espalhou bastante podem recorrer a outras técnicas cirúrgicas para aliviar seus sintomas.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Radioterapia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;é o tratamento com raios de alta energia que matam as células cancerosas ou fazem o tumor encolher. A fonte pode ser externa ou interna (braquiterapia), em que o material radiativo é colocado diretamente no tumor ou perto dele. No caso do câncer de pulmão geralmente se usa a radiação de fonte externa.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vezes, a radioterapia é o principal tratamento para pacientes de câncer de pulmão, especialmente daqueles que não podem ser submetidos à cirurgia. Para os demais, a radioterapia pode ser usada após a cirurgia para matar áreas cancerosas que não puderam ser identificadas e removidas na operação. Ela também pode ser empregada para aliviar sintomas como dor, sangramentos, problemas na deglutição (para engolir) ou causados pela disseminação do tumor no cérebro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Os efeitos colaterais incluem problemas na pele, náusea, vômitos e cansaço, que geralmente desaparecem em pouco tempo. A radioterapia na região do tórax pode danificar o pulmão e causar problemas na respiração e deglutição. Os efeitos da radioterapia no cérebro em geral aparecem um ou dois anos após o tratamento e podem incluir perda de memória, dores de cabeça, problemas de raciocínio e perda do desejo sexual. Vale lembrar que os equipamentos usados hoje em dia são bastante precisos e podem reduzir bastante o risco de aparecimento desses efeitos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quimioterapia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;é o tratamento com uma ou mais drogas injetáveis ou administradas por via oral, que caem na corrente sanguínea e atingem o corpo todo, o que torna a terapia bastante útil nos casos em que há metástase, isto é, quando o câncer se espalhou para outros órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;A quimio mata as células cancerosas, mas também as normais, causando efeitos colaterais, que dependem do tipo de drogas usadas no tratamento, a dose e a duração da terapia. Os efeitos mais comuns são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&amp;nbsp; Perda de apetite&lt;br /&gt;
-&amp;nbsp; Perda temporária dos cabelos&lt;br /&gt;
-&amp;nbsp; Aparecimento de lesões na boca&lt;br /&gt;
- &amp;nbsp;Diarréia&lt;br /&gt;
- &amp;nbsp;Maior suscetibilidade a infecções, por causa da redução no número de glóbulos brancos&lt;br /&gt;
-&amp;nbsp; Aparecimento de hematomas após pancadas leves ou de sangramentos em cortes&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; pequenos por causa da queda na quantidade de plaquetas no sangue&lt;br /&gt;
-&amp;nbsp; Cansaço ou falta de fôlego, causado pela diminuição no número de glóbulos vermelhos&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns quimioterápicos afetam os nervos e podem causar dormência nos dedos das mãos e pés e às vezes provocam fraqueza nas pernas e braços. A maioria dos efeitos colaterais desaparece com o fim do tratamento.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma nova droga disponível para os pacientes em que a quimioterapia não funcionou, o cloridrato de erlotinibe (nome comercial Tarceva), um comprimido que impede que a célula cancerosa se divida e prolifere. O medicamento, já aprovado nos Estados Unidos e Europa para tratamento de câncer de pulmão de não-células pequenas, deve ser liberado em breve também no Brasil. Entre seus efeitos colaterais estão diarréia, acne, problemas de visão, cansaço, vômitos e perda de apetite.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra droga nova indicada para a doença é o bevacizumabe (nome comercial Avastin), que pertence a uma nova classe de medicamentos, os chamados antiangiogênicos, remédios que impedem a formação de novos vasos sanguíneos e, assim, que nutrientes cheguem ao tumor. Um dos efeitos colaterais é provocar sangramentos, o que impede seu uso por pacientes que tossem sangue ou que têm metástase no cérebro.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobrevida&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;A taxa de sobrevida após 5 anos indica a porcentagem de pacientes de câncer de pulmão que vive pelo menos 5 anos após o diagnóstico. Claro que muitos doentes vivem mais que 5 anos. E este índice não inclui pacientes que morrem por outras causas, como enfarte, por exemplo. Esses números representam um panorama geral, mas cada caso é único e as estatísticas não podem prever especificamente o que vai ocorrer com o seu caso. Só a equipe que atende cada paciente pode tirar suas dúvidas sobre suas chances de cura e sobrevida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;border-collapse: collapse; margin-bottom: auto; margin-left: -0.4pt; margin-right: auto; margin-top: auto;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(212, 208, 200); border-bottom-style: initial; border-bottom-width: initial; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: rgb(212, 208, 200); border-right-style: initial; border-right-width: initial; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0.5pt; padding-right: 0.5pt; padding-top: 0cm; width: 100.5pt;&quot; width=&quot;134&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Estágio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(212, 208, 200); border-bottom-style: initial; border-bottom-width: initial; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: rgb(212, 208, 200); border-right-style: initial; border-right-width: initial; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0.5pt; padding-right: 0.5pt; padding-top: 0cm; width: 228pt;&quot; width=&quot;304&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Taxa de sobrevida após 5 anos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(212, 208, 200); border-bottom-style: initial; border-bottom-width: initial; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: rgb(212, 208, 200); border-right-style: initial; border-right-width: initial; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0.5pt; padding-right: 0.5pt; padding-top: 0cm; width: 100.5pt;&quot; width=&quot;134&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;I&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(212, 208, 200); border-bottom-style: initial; border-bottom-width: initial; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: rgb(212, 208, 200); border-right-style: initial; border-right-width: initial; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0.5pt; padding-right: 0.5pt; padding-top: 0cm; width: 228pt;&quot; width=&quot;304&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;47%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(212, 208, 200); border-bottom-style: initial; border-bottom-width: initial; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: rgb(212, 208, 200); border-right-style: initial; border-right-width: initial; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0.5pt; padding-right: 0.5pt; padding-top: 0cm; width: 100.5pt;&quot; width=&quot;134&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;II&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(212, 208, 200); border-bottom-style: initial; border-bottom-width: initial; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: rgb(212, 208, 200); border-right-style: initial; border-right-width: initial; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0.5pt; padding-right: 0.5pt; padding-top: 0cm; width: 228pt;&quot; width=&quot;304&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;26%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(212, 208, 200); border-bottom-style: initial; border-bottom-width: initial; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: rgb(212, 208, 200); border-right-style: initial; border-right-width: initial; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0.5pt; padding-right: 0.5pt; padding-top: 0cm; width: 100.5pt;&quot; width=&quot;134&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;III&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(212, 208, 200); border-bottom-style: initial; border-bottom-width: initial; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: rgb(212, 208, 200); border-right-style: initial; border-right-width: initial; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0.5pt; padding-right: 0.5pt; padding-top: 0cm; width: 228pt;&quot; width=&quot;304&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;8%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(212, 208, 200); border-bottom-style: initial; border-bottom-width: initial; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: rgb(212, 208, 200); border-right-style: initial; border-right-width: initial; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0.5pt; padding-right: 0.5pt; padding-top: 0cm; width: 100.5pt;&quot; width=&quot;134&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;IV&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: rgb(212, 208, 200); border-bottom-style: initial; border-bottom-width: initial; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: rgb(212, 208, 200); border-right-style: initial; border-right-width: initial; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 0.5pt; padding-right: 0.5pt; padding-top: 0cm; width: 228pt;&quot; width=&quot;304&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;2%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Seguimento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Após o final do tratamento do câncer do pulmão há necessidade de acompanhamento periódico com o oncologista, com a finalidade de pesquisar uma possível recorrência do tumor, ou mesmo o aparecimento de outros tumores. O acompanhamento consiste em consulta médica onde são pesquisados alguns sintomas e sinais, além de exames radiológicos solicitados pelo oncologista conforme a necessidade de cada caso. Nos primeiros dois anos o acompanhamento é feito a cada três meses, do segundo ao quinto ano, a cada seis meses e anualmente depois do quinto ano do término do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estadiamento&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estadiamento é o processo de descobrir quanto o câncer se espalhou e isso determina tanto o tratamento quanto as suas chances de recuperação. Os estágios da doença são indicados por algarismos romanos, que vão de zero a IV (4) e quanto maior o número, mais grave a fase da doença. Os sistemas de estadiamento para carcinoma pulmonar de células pequenas e de não células pequenas são diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do câncer de pulmão de não células pequenas o sistema usado é o chamado AJCC, utiliza algarismos romanos de 0 a IV (0 a 4) e alguns estágios são divididos em A e B. Em geral, quanto menor o número, menor a chance de o câncer ter se espalhado. Quanto maior o número, mais grave a doença.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/5842122743354379422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-pulmao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/5842122743354379422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/5842122743354379422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-pulmao.html' title='Câncer de Pulmão'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-293836241624450735</id><published>2011-06-02T14:01:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.809-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer de Próstata</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;A próstata é uma glândula do tamanho de uma noz que só os homens têm. Fica logo abaixo da bexiga e na frente do reto e a uretra, o canal que transporta urina passa através dela. A próstata contém pequeninas glândulas especializadas que produzem parte do líquido seminal ou sêmen, que protege e nutre os espermatozóides.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hormônios masculinos fazem com que a próstata se desenvolva no feto e ela vai crescendo à medida que um menino se torna adulto. Se o nível de hormônios masculinos for baixo, a glândula não vai atingir suas dimensões totais. Em homens mais velhos, freqüentemente à parte da glândula em torno da uretra cresce continuamente, causando a hiperplasia prostática benigna (HPB), que causa dificuldades no ato de urinar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a próstata seja constituída por vários tipos de células, a maioria dos cânceres de próstata tem origem nas células das glândulas que produzem líquido seminal. Eles são chamados de adenocarcinomas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na maioria das vezes, o câncer de próstata tem desenvolvimento lento e alguns estudos mostram que cerca de 80% dos homens de 80 anos, que morreram por outros motivos, tinham câncer de próstata e nem eles nem seus médicos desconfiavam. Em alguns casos, porém, ele cresce e se espalha depressa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns especialistas acreditam que o câncer de próstata começa com pequenas mudanças no tamanho e forma das células das glândulas da próstata. Essa alteração, conhecida como neoplasia intraepitelial prostática (PIN), podem ser de baixo grau (quase normais) ou de alto grau (anormais). Biópsia de próstata com PIN de alto grau indica grande chance de haver células cancerosas e exige novo exame.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este ano, cerca de 47 mil brasileiros receberão diagnóstico da doença, comparados a mais de 230 mil americanos. No Brasil, o câncer de próstata é a segunda causa de morte por câncer entre homens, ficando atrás apenas do câncer de pulmão. Nos EUA, é a terceira causa de morte por câncer, atrás do de pulmão e colorretal. Nos estados Unidos, as estatísticas indicam que 1 a cada 6 homens vai ter câncer de próstata, mas apenas 1 em cada 34 vai morrer por causa da doença. A taxa de mortalidade da doença está em queda, em parte porque está sendo diagnosticada precocemente.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Biópsia:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;a biópsia é o único procedimento capaz de confirmar a presença de um câncer. O principal método utilizado nos casos de próstata é a core biópsia ou punção por agulha grossa. Em boa parte das vezes, o exame é feito com auxílio de uma ultrassonografia transretal, que ajuda a guiar o médico na inserção de uma agulha pela parede do reto até a próstata, removendo uma pequena amostra de tecido. Alguns especialistas preferem realizar a biópsia através da pele entre o reto e o escroto. O procedimento é rápido (dura cerca de 15 minutos). Como o câncer pode estar em apenas uma pequena área da próstata, a biópsia pode remover apenas tecido saudável, no que os especialistas chama de &quot;falso negativo&quot;. Por isso, se o médico tem fortes suspeitas de um tumor, o exame pode ser repetido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cintilografia óssea:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;este exame é feito quando há suspeita de que o câncer atingiu os ossos. Uma pequena quantidade de um composto radioativo (geralmente difosfonato de tecnécio) é injetada no paciente e essa substância se acumula em áreas dos ossos, com anormalidades, que podem ser causadas por metástase (a disseminação do câncer), artrite ou outras doenças dos ossos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tomografia computadorizada:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;São múltiplas imagens de raios-X, produzidas enquanto a máquina gira em torno do paciente, combinadas por computador, para produzir uma imagem detalhada de uma parte do organismo. Geralmente, depois que as primeiras imagens são feitas, um contraste radioativo é injetado no paciente para definir melhor as estruturas do corpo. Em seguida, nova série de tomadas é feita. O exame pode revelar se o câncer de próstata se espalhou para os gânglios linfáticos da pelve. O exame é mais demorado que o raio-x convencional e o paciente tem de ficar imóvel numa mesa por cerca de meia hora ou mais. Algumas pessoas ficam um pouco aflitas por causa da sensação de confinamento dentro do equipamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ressonância magnética (MRI):&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;A ressonância usa ondas de rádio e ímãs fortes em vez de raios-X. A energia das ondas de rádio é absorvida e depois liberada num padrão dado pelo tipo de tecido do corpo e certas doenças. Um computador analisa os dados e os transforma em imagens detalhadas. No caso de câncer de próstata, ele ajuda a ver se a doença atingiu as vesículas seminais e a bexiga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame dura cerca de uma hora e o paciente fica deitado dentro de um tubo, o que é incômodo para quem sofre de claustrofobia. Além disso, a máquina faz um ruído que irrita algumas pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Radioimunocintilografia (ProstaScint):&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Como a cintilografia óssea, a radioimunocintilografia usa pequenas quantidades de material radioativo para ver se o câncer não está mais restrito à próstata, com a vantagem de que este exame identifica se a doença atingiu gânglios linfáticos e outros órgãos. Ele também identifica o câncer de outros problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Biópsia de gânglio linfático:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;o exame é feito para checar se o câncer atingiu gânglios linfáticos. Se isto ocorreu, a cirurgia pode não ser a melhor opção de tratamento e o médico vai procurar alternativa. Há vários tipos de biópsia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
biópsia cirúrgica: o médico pode remover os gânglios linfáticos através de uma pequena incisão, durante a cirurgia para retirada da próstata. Os nódulos são analisados ao microscópio ainda durante a cirurgia e o resultado do exame ajuda o médico a decidir se é necessário remover mais tecido ou não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
laparoscopia: pequenas incisões são feitas no abdômen, através das quais câmera e equipamentos especiais são inseridos. O médico pode observar os nódulos linfáticos e removê-los. A vantagem é que a recuperação é rápida (1 ou 2 dias) e o paciente não fica com cicatrizes. O método pode ser usado quando médico e paciente optam por radioterapia em vez de cirurgia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
biópsia por aspiração com agulha fina (BAAF): o médico também pode obter amostra do tecido dos gânglios linfáticos usando uma agulha fina e tomografia para guiá-lo. O método não é muito utilizado em câncer de próstata.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;O câncer de próstata pode ser diagnosticado precocemente pela combinação de um exame de sangue, que avalia os níveis de PSA (do inglês prostate-specific antigen, antígeno prostático específico), e pelo exame de toque retal. Como a próstata fica logo na frente do reto, o exame permite que o médico sinta se há nódulos ou tecidos endurecidos, indicativos da existência de câncer, provavelmente em estágio inicial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bom lembrar que esses exames não têm 100% de precisão e que a realização de novos testes vai depender de vários fatores, entre eles sua idade e estado geral de saúde. Pacientes jovens com câncer de próstata que não é diagnosticado precocemente podem ter reduzida sua expectativa de vida, enquanto que em pacientes idosos com saúde já abalada o câncer de próstata pode nem ser um problema sério, já que seu crescimento é lento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A recomendação-padrão é que homens saudáveis façam exames anuais de PSA e toque retal a partir dos 50 anos. Homens com risco maior (aqueles que têm parentes que tiveram câncer de próstata jovens) devem começar os exames mais cedo, aos 40 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exame de PSA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PSA é uma substância produzida normalmente pela próstata, em grande parte presente no sêmen e uma pequena quantidade no sangue. Na maioria dos homens, os níveis de PSA estão abaixo dos 4 ng/numberamel (nanogramas por mililitro), mas o câncer de próstata pode aumentar essa taxa. Se o nível de PSA está entre 4ng/numberamel e 10 ng/numberamel, há 1 chance em 4 de câncer de próstata. Se o PSA está acima de 10 ng/numberamel as chances de ter câncer vão subindo à medida em que aumentam os níveis de PSA. No entanto, há homens com PSA abaixo de 4ng/numberamel que têm câncer de próstata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros fatores também podem desencadear aumento nos níveis de PSA, entre eles, ter HPB ou infecção na próstata, tomar certos medicamentos e envelhecimento. Homens com PSA elevado precisam fazer outros exames para ver se realmente têm câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PSA também é útil após o diagnóstico de câncer de próstata, para determinar o tipo de tratamento. Níveis muito altos podem indicar que o câncer já se espalhou e algumas formas de tratamento não são eficazes nestes casos, havendo alternativas melhores. O teste de PSA também pode ser usado para verificar se o tratamento está funcionando ou se o câncer voltou. Nos casos avançados da doença, a maneira como os valores do PSA se alteram pode ser mais importante do que os índices propriamente ditos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exame de toque retal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É realizado na tentativa de identificar áreas irregulares ou endurecidas na próstata. É justamente na área da glândula que pode ser alcançada pelo reto que começa a maioria dos cânceres de próstata. O exame é rápido, não dói, embora cause um certo desconforto. O toque retal é menos preciso que o exame de PSA, mas às vezes é capaz de detectar tumores em homens com PSA normal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sinais e sintomas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seus estágios iniciais, o câncer de próstata não costuma apresentar sintomas. Dificuldade para urinar pode ser sintoma de câncer, mas também de hiperplasia benigna. É recomendável consultar um urologista se o paciente apresentar os seguintes sintomas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- urinar pouco de cada vez&lt;br /&gt;
- urinar com freqüência, especialmente durante a noite, obrigando-o a se levantar várias vezes para ir ao banheiro.&lt;br /&gt;
- dificuldade para urinar&lt;br /&gt;
- dor ou sensação de ardor ao urinar&lt;br /&gt;
- presença de sangue na urina ou sêmen&lt;br /&gt;
- ejaculação dolorosa&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Pacientes com câncer de próstata podem ter de escolher entre uma série de diferentes tratamentos, cada uma com riscos, efeitos colaterais e conseqüências diversas para a sua vida. É preciso ter calma, assimilar bem as informações do médico, tirar dúvidas que dá mais segurança quanto às escolhas terapêuticas. O melhor tratamento para cada caso depende de uma série de fatores, como idade, estado geral de saúde. Seus sentimentos em relação aos efeitos colaterais de cada terapia, o estadiamento da doença e a chance de cada tratamento de curar o câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cirurgia, radioterapia e terapia hormonal são as opções mais comuns. A quimio pode ser usada em alguns casos e, em outros, médico e paciente podem optar por apenas acompanhar a evolução da doença, sem nenhuma forma ativa de tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Esperar para ver&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como alguns tipos de câncer de próstata crescem devagar, certos pacientes podem nunca precisar de tratamento, especialmente quando eles são idosos ou têm outros problemas de saúde. Nestes casos, o médico pode optar por acompanhar a doença e, literalmente, esperar para ver. O especialista vai acompanhar a doença através do teste de PSA e toque retal, sem recomendar cirurgia ou radioterapia, especialmente se o câncer não causa sintomas, tem crescimento lento e está restrito a uma área da próstata. Se o crescimento do tumor se acelerar, médico e paciente discutem a forma de tratamento. Esta não é opção para homens jovens, com boa saúde e câncer de crescimento rápido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cirurgia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as vantagens da laparoscopia estão menor sangramento e dor, menos tempo de hospitalização e recuperação mais rápida. Em alguns centros médicos americanos, robôs-cirurgiões são usados no procedimento, acelerando ainda mais a recuperação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ressecção transuretral da próstata: é utilizada para aliviar sintomas, como dificuldade para urinar, em homens que não podem fazer outros tipos de cirurgia ou até mesmo nos que sofrem de hiperplasia benigna. Ela não remove todo o câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riscos e efeitos colaterais da prostatectomia radical&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os riscos são os mesmos das grandes cirurgias e dependem, em grande parte, do estado geral de saúde do paciente, sua idade e da experiência do cirurgião. Eles envolvem desde o aparecimento de coágulos nas pernas, hemorragias, infecções até enfartes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os principais efeitos colaterais da prostatectomia radical são a incontinência urinária (perda do controle da bexiga) e impotência, que também podem surgir como conseqüência de outros tratamentos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Incontinência urinária: significa a perda de controle sobre o ato de urinar o que, além de conseqüências físicas, tem impacto emocional. O controle da bexiga volta para muitos homens depois de semanas ou meses da cirurgia, mas os médicos não têm como prever se e quando isso acontecerá. Os riscos de incontinência são menores quando a cirurgia é realizada em grandes centros, com médicos especializados na remoção da próstata. Casos de incontinências devem ser relatados ao médico, que vai sugerir meios de ajudar o paciente como exercícios que fortalecem a bexiga, administração de medicamentos ou mesmo cirurgia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Impotência: os nervos que controlam a ereção podem ser afetados pela cirurgia, radioterapia ou outros tratamentos. Num período de 3 meses a 1 ano após a cirurgia é provável que o paciente não consiga ter uma ereção sem ajuda de medicamentos ou outro tipo de terapia. Depois disso, alguns vão ter vida sexual normal e outros continuarão a ter problemas, O risco de impotência depende de sua idade e do tipo de cirurgia. Quanto mais jovem o paciente, maiores as chances de recuperar a capacidade de ter ereção. Mas será um orgasmo &quot;seco&quot;, já que o organismo não produz sêmen sem a próstata. O paciente deve conversar com seu médico sobre impotência, já que existem remédios, equipamentos e implantes que podem ajudá-lo em sua vida sexual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esterilidade: a prostatectomia radical secciona os canais entre os testículos (onde são feitos os espermatozóides) e a uretra, o que significa que o paciente se torna incapaz de ter filhos, o que não costuma ser problema para quem tem câncer de próstata, que atinge homens de mais idade. Pacientes mais jovens, porém, devem discutir a possibilidade de recorrer a uma clínica de fertilidade e armazenar esperma antes da cirurgia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Radioterapia: é o tratamento com raios de alta energia que matam as células cancerosas ou fazem o tumor encolher. A fonte pode ser externa ou interna (braquiterapia), em que o material radiativo é colocado diretamente no tumor ou perto dele. Ela é usada às vezes no câncer de próstata que não atingiu outros órgãos ou se espalhou apenas para tecidos próximos e parece funcionar tão bem quanto a cirurgia em certos casos. Se a doença estiver em estágio mais avançado, ela pode ser empregada para encolher o tumor e aliviar a dor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Radioterapia externa ou radioterapia por fonte externa: O tratamento dura apenas alguns minutos e é feito várias vezes por semana. Os efeitos colaterais incluem diarréia - às vezes com sangue nas fezes, irritação intestinal, micção freqüente, ardor ao urinar, sangue na urina ou sensação constante de que a bexiga está cheia. A incontinência urinária é menos comum que na cirurgia, mas existem casos e algumas pesquisas indicam que esses casos aumentam ao longo do tempo. Os casos de impotência aparecem um ano ou mais após o tratamento - 50% deles reagem bem a medicamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Braquiterapia ou radioterapia por fonte interna: utiliza sementes radiativas do tamanho de um grão de arroz que são colocadas diretamente na próstata. Podem ser temporárias (altas doses) e permanentes (com doses mais baixas de radiação). A primeira exige internação por alguns dias e consiste na aplicação de material radiativo por período e 5 a 15 minutos, depois dos quais as sementinhas são retiradas. O procedimento é repetido por alguns dias, durante os quais o paciente fica internado e se recomenda que evite o contato com mulheres grávidas e crianças pequenas. Nos implantes definitivos, recomenda-se que o paciente não tenha contato prolongado com grávidas e crianças pequenas nos dois primeiros meses do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criocirurgia ou crioablação: é a introdução de sondas que produzem temperaturas muito baixas e congelam as células cancerosas. As sondas são posicionadas através de incisões entre o ânus e o escroto e gases frios criam pequenas bolas de gele que provocam o congelamento dos tecidos doentes. A criocirurgia é uma opção para os casos em que o câncer ainda está restrito à próstata em pacientes que não são candidatos à cirurgia ou radioterapia: Um cateter também é colocado para que, quando a próstata inche, a urina não fique retida na bexiga. O cateter é retirado depois de alguns dias e o paciente sente um certo desconforto na região em que as sondas foram introduzidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hormonioterapia ou Privação androgênica: seu objetivo é baixar os níveis de hormônios masculinos (andrógenos) como a testosterona, já que eles estimulam o crescimento das células cancerosas. A hormonioterapia não substitui os tratamentos destinados a curar o câncer, apenas encolhe o tumor ou reduz seu ritmo de crescimento. Às vezes ela é usada antes da cirurgia ou radioterapia para encolher o tumor. Ela é empregada também nos casos em que cirurgia e radioterapia não são boas opções para o paciente, quando o câncer se espalha ou ainda quando volta após um primeiro tratamento. Além disso, a hormonioterapia alivia sintomas e alguns médicos acreditam que ela funciona melhor se iniciada logo que o câncer atinge um estágio avançado, mas não há consenso quanto a isso. Como quase todos os cânceres de próstata se tornam resistentes a essa terapia, os médicos podem interrompê-la temporariamente e retomá-la posteriormente. Há vários métodos usados na hormonioterapia, entre eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Orquiectomia ou castração cirúrgica: é a remoção dos testículos, principal fonte de hormônios masculinos. O procedimento é simples, mas é permanente e provoca a perda definitiva do desejo sexual, daí a dificuldade de muitos pacientes em aceitá-la. Além disso, ela tem vários efeitos colaterais sérios, entre eles ondas de calor, crescimento das mamas, osteoporose, fraqueza, perda de massa muscular, anemia, cansaço, baixos níveis de colesterol bom, depressão e aumento do peso. Vários deles têm tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terapia com análogo de LHRH ou castração química: são drogas injetáveis que reduzem os níveis de hormônios como na orquiectomia, administradas mensalmente, ou a cada três meses. Essas drogas são chamadas análogos ou agonistas do receptor do hormônio liberador do hormônio luteinizante. Muitos homens preferem essa terapia à alternativa cirúrgica. Os efeitos colaterais, porém, são os mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antiandrogênicos: são drogas que bloqueiam a capacidade do corpo de usar androgênicos. Mesmo depois da remoção dos testículos ou durante o tratamento com LHRH, as glândulas adrenais (ou supra-renais) continuam a produzir uma pequena quantidade de androgênios. Antiandrogênicos podem ser usados com a orquiectomia ou análogos de LHRH para bloquear os hormônios masculinos. Entre seus efeitos colaterais estão diarréia, náusea, problemas no fígado e cansaço. Também parecem causar menos problemas para a vida sexual do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quimioterapia: é o tratamento com uma ou mais drogas injetáveis ou administradas por via oral, que caem na corrente sanguínea e atingem o corpo todo, destruindo as células cancerosas. Até pouco tempo atrás, a quimio não funcionava bem em pacientes com câncer de próstata, mas novas drogas têm se mostrado eficazes para aliviar os sintomas de doentes em estágio avançado. A quimioterapia é usada às vezes quando o câncer não está mais restrito à próstata e a hormonioterapia não dá resultados. A quimio não cura o câncer, mas reduz o ritmo de crescimento do tumor, a dor e podem prolongar a vida. Ela destrói células cancerosas, mas também mata células sadias, o que produz certos efeitos colaterais, entre eles náusea, vômitos, perda de apetite, queda de cabelos e lesões na boca. Além disso, o paciente fica sujeito a maior risco de infecções (por queda na quantidade de glóbulos brancos), risco maior de sangramentos e hematomas (por diminuição no número de plaquetas) e cansaço (por falta de glóbulos vermelhos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tratamento da dor e outros sintomas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter qualidade de vida durante e depois do tratamento também são metas importantes. A equipe médica deve ser informada de dores e outros sintomas que incomodem o doente. A radioterapia e drogas radiofarmacêuticas também podem ser utilizadas para tratar a dor provocada pelo câncer que atingiu os ossos. São substâncias com elementos radiativos que, injetadas, se acumulam nas partes dos ossos com células cancerosas. Esse procedimento é eficaz em 80% dos pacientes com câncer que atingiu os ossos, para alívio dos sintomas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro grupo de drogas que pode ajudar esses pacientes é o dos bisfosfonatos, que aliviam a dor, podem retardar o crescimento das células cancerosas e fortalecer os ossos de pacientes submetidos à hormonioterapia. Alguns pacientes, porém, sofrem efeitos colaterais graves, a morte de parte do osso da mandíbula, provocando infecções e perda de dentes. Por isso, médicos recomendam um check-up dentário completo antes de iniciar esse tipo de terapia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os corticosteróides também podem aliviar as dores nos ossos, bem como outros analgésicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estadiamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saber em que estágio está o câncer é fundamental para o planejamento do tratamento, para que o paciente e seu médico possam discutir alternativas terapêuticas e para que a equipe que cuida do caso tenha uma perspectiva mais definida das possibilidades de recuperação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estadiamento do câncer de próstata tem como base o quanto às células da amostra se assemelham às células normais. Aquelas muito diferentes das normais podem indicar um câncer agressivo, que cresce depressa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sistema mais usado para estadiamento do câncer de próstata é chamado de escala de Gleason. Amostras de duas áreas da próstata são analisadas e graduadas de 1 a 5 e os resultados produzem o grau de Gleason, que vai de 2 a 10. Quanto menor o valor, mais as células das amostras se assemelham a células normais da próstata. Quanto maior o valor, mais provável que o câncer cresça rapidamente. Em alguns casos, as células não parecem cancerosas, mas também não parecem normais, o que significa que novas biópsias serão feitas posteriormente. Baseado nos resultados do toque retal, do PSA e da escala de Gleason, o médico fará o estadiamento do câncer de próstata, podendo, ainda, pedir novos exames, dependendo da presença de outros sintomas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática, existem dois sistemas de estadiamento do câncer de próstata. O estágio clínico é a estimativa da extensão da doença, dada pelo exame físico, exames de laboratório e outros. Após a cirurgia, e análise do tecido removido, o estadiamento pode mudar. Esta análise determina o estágio patológico da doença. Os estágios da doença são indicados por algarismos romanos, que vão de zero a IV (4) e quanto maior o número, mais grave a fase da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estádio I:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O tumor ainda está confinado à próstata, sem comprometimento dos nódulos linfáticos e outros órgãos. Foi encontrado durante ressecção transuretral. Baixo grau de Gleason. Menos de 5% do tecido da biópsia contém câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estádio II:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O tumor ainda está confinado à próstata, sem comprometimento dos nódulos linfáticos e outros órgãos. E há uma das seguintes condições:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tumor foi encontrado durante ressecção transuretral.Tem grau de Gleason igual ou acima de 5 ou mais de 5% do tecido de biópsia contém câncer. Ou foi percebido por causa de PSA alto, não pode ser sentido por toque retal nem visto por ultrassom transretal e foi diagnosticado por biópsia por agulha.&lt;br /&gt;
- Ou pode ser sentido por toque retal ou visto por ultrassom transretal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estádio II:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O tumor se espalhou e pode ter atingido as vesículas seminais, mas não alcançou os gânglios linfáticos ou outros órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estádio IV:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Uma ou mais das seguintes condições estão presentes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- O câncer se espalhou para tecidos próximos à próstata (que não as vesículas seminais), como os músculos que controlam no controle da urina, o reto ou a parede da pelve.&lt;br /&gt;
- O câncer atingiu os gânglios linfáticos.&lt;br /&gt;
- O câncer se espalhou para partes mais distantes do corpo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sobrevida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A taxa de sobrevida indica a porcentagem de pacientes de câncer de próstata que vive no mínimo 5 anos após o diagnóstico. Esses números representam um panorama geral, mas cada caso é único e as estatísticas não podem prever especificamente o que vai ocorrer com o seu caso. Só a equipe que atende cada paciente pode tirar suas dúvidas sobre suas chances de cura e sobrevida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos Estados Unidos, 99% dos homens com câncer de próstata sobrevivem pelo menos 5 anos, pois atualmente cerca de 90% dos casos são diagnosticados quando o tumor ainda está restrito à próstata ou só atingiu tecidos próximos. Para aqueles cujo câncer já atingiu partes distantes do corpo, essa taxa está em torno dos 34%. Os avanços nas técnicas de diagnóstico e tratamento vêm provocando uma queda de 3,5% ao ano nas taxas de mortalidade por câncer de próstata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/293836241624450735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-prostata.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/293836241624450735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/293836241624450735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-prostata.html' title='Câncer de Próstata'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-453595880836934882</id><published>2011-06-02T13:42:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.810-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer de Pele : Não Melanoma</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Pele, o maior órgão do corpo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não costumamos pensar na pele como um órgão, mas é isso o que ela é: o maior órgão de nosso corpo, responsável pela troca de calor e água com o ambiente, encarregado de proteger os órgãos internos contra bactérias e de captar e enviar para o cérebro informações sobre calor, frio, dor e tato. A pele tem três camadas, a epiderme (mais externa), a derme e o tecido subcutâneo, mais profundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A epiderme é bem fina e, por sua vez, tem três camadas: a superior, formada por células chamadas queratinócitos, a média e a mais interna, formada pelas chamadas células basais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As células basais dão origem aos queratinócitos também chamadas células escamosas, que produzem queratina e impermeabilizam a pele e, aos melanócitos, células que produzem melanina, o pigmento marrom que dá cor à pele e cuja função é proteger as camadas mais profundas da pele contra os efeitos nocivos da radiação solar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Negros e brancos possuem a mesma quantidade de melanócitos, mas as pessoas de pele escura produzem mais melanina, especialmente uma chamada eumelanina, mais eficiente na proteção contra os raios ultravioletas (UV) do sol. É por isso que negros e afro-descendentes têm menor risco de desenvolver câncer de pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A derme, a camada intermediária da pele, é mais espessa que a epiderme e abriga as glândulas sebáceas, folículos pilosos (as raízes dos pêlos), vasos sanguíneos e nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tecido subcutâneo às vezes chamado de hipoderme é responsável pela retenção do calor do corpo e funciona como um &quot;colchonete&quot;, que absorve impactos e protege os órgãos internos contra choques e pancadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipos de câncer de pele&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum e representa mais da metade dos diagnósticos de câncer. São mais de um milhão de novos casos por ano nos Estados Unidos e cerca de 120 mil novos casos no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há dois tipos básicos de câncer de pele, os não-melanoma, geralmente das células basais ou das escamosas, e os melanomas, que têm origem nos melanócitos, as células produtoras de melanina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os não-melanoma representam 95% do total dos casos de câncer de pele e os dois tipos mais comuns são o basocelular (carcinoma de células basais) e o espinocelular (carcinoma de células escamosas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O carcinoma basocelular ou de células basais tem origem nas células basais da epiderme e representam 75% dos casos de câncer de pele. É mais comum em pessoas de meia-idade e idosos e geralmente aparece em áreas muito expostas ao sol, como o rosto e o pescoço. Como o hábito de tomar sol e ir à praia por longos períodos se popularizou nas últimas décadas, esse tipo de câncer tem aparecido em pessoas cada vez mais jovens. O carcinoma basocelular se desenvolve lentamente e dificilmente se espalha para outras áreas do corpo, mas exige tratamento mesmo assim. E, entre 35% e 50% das pessoas que tiveram esse câncer de pele vão ter outro num prazo de 5 anos após o diagnóstico. Isso significa que quem já teve câncer de pele tem de fazer um acompanhamento permanente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O carcinoma espinocelular ou de células escamosas tem origem na camada mais externa da epiderme e responde por 20% do total de casos. Geralmente aparece no rosto, orelha, lábios, pescoço e no dorso da mão. Pode também surgir de cicatrizes antigas ou feridas crônicas da pele em qualquer parte do corpo e até nos órgãos genitais. Carcinomas espinocelulares têm risco maior que o basocelular de invadir o tecido gorduroso, atingir os linfonodos (gânglios linfáticos) e outros órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há vários outros tipos de câncer não-melanoma, mas são bem mais raros e representam apenas 1% do total.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Lesões cancerizáveis da pele&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos tumores de pele são benignos, dificilmente se transformam em câncer, mas é um sinal de que alguma coisa está errada em sua pele e você deve procurar um especialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queratose actínica: são lesões pré-cancerosas provocadas pelo efeito cumulativo da exposição aos raios ultravioleta. Caracteriza-se pelo aparecimento de pequenas lesões ásperas, avermelhadas ou cor da pele, no rosto, orelhas, dorso da mão, braços e até na cabeça de homens calvos. É mais comum em pessoas de meia-idade e pele clara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São classificadas histologicamente em cinco tipos: hipertrófica, atrófica, bowenóide, acantolítica e pigmentada. Pode apresentar transformação desenvolvendo o carcinoma espinocelular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carcinoma espinocelular in situ ou doença de Bowen: é o estágio inicial do câncer de pele de células escamosas. In situ significa que o câncer ainda está restrito ao local onde se originou e se caracteriza pelo aparecimento de manchas rosadas na pele, também provocadas pela exposição ao sol. Clinicamente, caracteriza-se por área eritematosa coberta por crostas, com lesões bem definidas com bordas irregulares. A maioria dos pacientes são idosos e, em um terço deles as lesões são múltiplas. A cirurgia é o tratamento de escolha, com melhores índices de cura, porém a radioterapia, crioterapia e quimioterapia também são empregadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leucoplasia oral: é caracterizada por mancha ou placa branca localizada na mucosa oral ou língua. As lesões são desencadeadas por trauma mecânico (próteses dentárias) ou trauma químico (fumo). A transformação maligna é rara, mas toda lesão leucoplásica na cavidade oral deve ser biopsiada. O tratamento consiste no afastamento do mecanismo de trauma, seja ele mecânico ou químico, e avaliação periódica. Cirurgicamente, podemos realizar biópsia excisional para lesões pequenas e a crioterapia ou eletrocoagulação para lesões maiores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carcinoma in situ da mucosa oral: ou papilomatose oral florida. O diagnóstico histológico é obrigatório. No tratamento cirúrgico das formas localizadas podemos utilizar a crioterapia ou curetagem e eletrocoagulação. O uso do etretinato sistêmico também é realizado com boas respostas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queratoacantoma: assemelha-se clínica e histopatologicamente ao carcinoma espinocelular. Localiza-se de preferência em áreas descobertas como face, antebraço, dorso das mãos e pescoço. Existem formas solitárias ou múltiplas. Há fase de crescimento rápido (4 a 8 semanas), período estacionário e involução espontânea (4 a 6 meses). A exérese total da lesão é importante para o diagnóstico e o exame histopatológico é imperativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Por ser um câncer que compromete inicialmente a pele, o diagnóstico precoce pode ser feito na maioria dos casos apenas com exame físico, dispensando a necessidade de exames sofisticados. O diagnóstico precoce é a chave para o tratamento de qualquer tipo de câncer, e também para o câncer de pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Várias são as características que podem levar a suspeitar de um câncer de pele: qualquer lesão de pele que apresente características semelhantes às descritas aqui devem ser analisadas por um profissional especializado, para seu correto diagnóstico e tratamento. A auto-medicação não é recomendada, pois aquilo que serviu para o seu vizinho pode não ser o melhor para você, e pior, pode ainda atrapalhar o seu tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;São sinais característicos do câncer de pele:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lesão em forma de nódulo de coloração rósea, avermelhada ou escura, de crescimento lento, porém progressivo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer pinta na pele de crescimento progressivo, que apresente prurido (coceira), sangramento freqüente, ou mudança nas suas características (coloração, tamanho, consistência, etc.);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer ferida que não cicatrize espontaneamente em 4 semanas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer mancha de nascimento que mude de cor, espessura, ou tamanho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avaliação médica, o exame físico minucioso e os métodos diagnósticos auxiliares (biópsia de pele, dermatoscopia) devem ser realizados quando necessário. A Dermatoscopia é um método usado para diagnosticar lesões de pele, incluindo nevos e outras lesões benignas, carcinomas e o melanoma cutâneo e, também, para indicar ou contra-indicar cirurgias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dermatoscópio é um aparelho que emite luz halógena e amplia a lesão a ser examinada em 10 vezes. Podemos assim identificar estruturas e atribuir notas às lesões, classificando-as em benignas, suspeitas ou malignas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Grupos de Risco para o Desenvolvimento de Câncer de Pele:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vários são os sinais que devem alertar os médicos e pacientes quanto a possibilidade de um indivíduo vir a apresentar um câncer de pele:&lt;br /&gt;
- Pessoas com história pessoal de câncer de pele.&lt;br /&gt;
- Pessoas que possuem familiares que já tiveram câncer de pele.&lt;br /&gt;
- Pessoas de pele clara, olhos azuis ou verdes, cabelos loiros ou ruivos.&lt;br /&gt;
- Pessoas com a imunidade reduzida, por doença ou por medicamentos.&lt;br /&gt;
- Pessoas albinas ou portadoras de algumas doenças que predispõem ao câncer de pele.&lt;br /&gt;
- Pessoas que já se expuseram ou se expõem ao sol excessivamente.&lt;br /&gt;
- Pessoas expostas prolongadamente a raios X, raios ultravioleta, arsênico, ou outros produtos químicos.&lt;br /&gt;
- Pessoas que possuem uma quantidade grande de pintas.&lt;br /&gt;
- Pessoas que possuem cicatrizes há muitos anos, as quais apresentam ulcerações freqüentes.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;A maioria dos cânceres de pele é causada pela radiação UV, mas há outros fatores que aumentam o risco do câncer de pele não-melanoma. Estes são alguns dos fatores de risco:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Já ter tido câncer de pele:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;a chance de ter outro é maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exposição prolongada ao sol:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;expor-se a sol forte sem proteção de filtros (no mínimo fator 15) envelhece a pele e aumenta enormemente o risco de câncer no futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ter pele clara:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O risco é bem maior entre pessoas brancas (loiras e ruivas) do que entre as negras ou afro-descendentes, o que não significa que negros não têm câncer de pele, só que é mais raro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Homens:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;eles correm risco 2 vezes maior de ter carcinoma basocelular e 3 vezes maior de ter carcinoma espinocelular, provavelmente porque passam mais tempo ao ar livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Produtos químicos:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Trabalhadores que lidam com arsênico (usado em alguns pesticidas), carvão, parafina, alcatrão e alguns óleos também correm risco maior de desenvolver câncer de pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Radioterapia:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Pessoas que fizeram tratamento com radioterapia têm maiores chances de desenvolver carcinomas de pele, principalmente crianças submetidas à radioterapia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Problemas de pele graves:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;cicatrizes crônicas de queimaduras, áreas da pele sobre infecções ósseas sérias e certas doenças da pele aumentam o risco de câncer não-melanoma, embora o risco seja pequeno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Psoríase:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Portadores da doença que tenham sido tratados com psoralen e radiação ultravioleta podem ter risco aumentado para câncer de pele não-melanoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Xeroderma pigmentoso:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é uma doença genética rara. Os doentes, também conhecidos como &quot;Filhos da Lua&quot; têm um dano no DNA que impede o reparo da pele atingida pelos raios do sol e de algumas fontes de iluminação artificial (emissões de radiação ultravioleta). Os portadores podem ter vários cânceres de pele, começando já na infância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Imunossuprimidos:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Pessoas submetidas a transplantes e que tomam drogas para evitar a rejeição correm maior risco de ter câncer de pele, que, nestes casos, crescem mais depressa e podem até ser fatais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Infecções:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;há indícios de que alguns cânceres de pele podem estar associados a infecções por Papilomavírus (HPV), um grupo de vírus que causa verrugas genitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cigarro:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;O fumo é fator de risco para vários tipos de câncer, entre eles o carcinoma espinocelular de lábio e boca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como evitar a doença:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filtro solar e chapéu são as melhores armas para prevenir o câncer de pele. O ideal é tomar sol na praia ou piscina, antes das 10 horas, ou à tarde, depois das 15 horas, sempre usando filtro solar (fator 15 no mínimo), chapéu e óculos escuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cuidado deve ser redobrado com as crianças, porque a exposição exagerada ao sol nos primeiros 20 anos de vida é decisiva para o aparecimento de câncer de pele na meia-idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso de filtro solar, especialmente para os pacientes de alto risco (pele clara, olhos claros), não vale apenas para a praia, ele deve ser usado no dia-a-dia também, principalmente no rosto e nos braços, em passeios, caminhadas, ao fazer exercícios ou compras ao ar livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A recomendação vale também para aqueles dias de mormaço ou nublados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Use óculos escuros com lentes de boa qualidade. Eles ajudam a proteger a pele delicada da região dos olhos.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Cirurgias simples, que removem o tumor, costumam curar completamente os carcinomas basocelulares e os espinocelulares. Em alguns casos de carcinomas espinocelulares, o especialista pode indicar radioterapia ou quimioterapia após a cirurgia, já que ele apresenta um risco levemente maior de se espalhar para outros órgãos. A escolha do tratamento vai depender do tamanho e tipo do câncer e de sua localização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estadiamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estadiamento de todos os carcinomas de pele, exceto pálpebra, vulva e pênis, segue a mesma padronização. Os estágios da doença são indicados por algarismos romanos, que vão de zero a IV (4) e quanto maior o número, mais grave a fase da doença. Como é muito raro que o carcinoma basocelular se espalhe, geralmente os médicos nem fazem o estadiamento, só quando o tumor é grande.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Classificação clínica TNM:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
T - tumor primário;&lt;br /&gt;
Tx - tumor primário, não pode ser avaliado;&lt;br /&gt;
T0 - não há evidência de tumor primário;&lt;br /&gt;
Tis - carcinoma in situ;&lt;br /&gt;
T1 - tumor de até 2 cm na sua maior dimensão;&lt;br /&gt;
T2 - tumor maior que 2 cm até 5 cm na sua maior dimensão;&lt;br /&gt;
T3 - tumor maior que 5 cm na sua maior dimensão;&lt;br /&gt;
T4 - tumor que invade as estruturas extradérmicas profundas, como cartilagem, músculo esquelético ou osso;&lt;br /&gt;
N - linfonodos regionais;&lt;br /&gt;
Nx - linfonodos regionais que não podem ser acessados;&lt;br /&gt;
N0 - ausência de metástases em linfonodo regional;&lt;br /&gt;
N1 - metástase em linfonodo regional;&lt;br /&gt;
M - metástase à distância;&lt;br /&gt;
M0 - ausência de metástase à distância;&lt;br /&gt;
M1 - metástase à distância;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obs, a presença de metástase em linfonodos não pertencentes à cadeia de drenagem primária é classificada como M1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cirurgia:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;o tumor é retirado junto com um pouquinho de pele normal ao seu redor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Criocirurgia:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;nitrogênio líquido é usado para congelar e matar as células doentes e, após o tratamento, o local apresenta bolhas e forma &quot;casca&quot;, levando algumas semanas para cicatrizar. A área da pele pode ficar descolorida após a terapia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cirurgia micrográfica de Mohs:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é um procedimento delicado que exige prática e perícia do cirurgião, mais utilizado em centros especializados no tratamento oncológico. O médico remove uma camada da pele que pode ter sido invadida pelo câncer e mapeia sua localização. Ele examina a amostra ao microscópio imediatamente e, se houver tecido canceroso, remove mais um pouquinho de pele e volta a examiná-lo ao microscópio. O processo é demorado, mas permite o máximo controle histopatológico e preservação do tecido (pele) normal ao redor do tumor. Apesar de muito difundido na dermatologia, é de pouca aceitação pelos cirurgiões que preferem a excisão cirúrgica com mapeamento intra-operatório das margens por patologia de congelação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cirurgia de linfonodo (gânglios linfáticos):&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Se gânglios linfáticos próximos ao tumor estão crescendo, pode ser sinal de que o câncer atingiu esses nódulos. Nesse caso, eles são removidos cirurgicamente e analisados ao microscópio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Reconstrução:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;nos casos em que o tumor é grande, às vezes é necessário fazer um enxerto ou retalho de pele para ajudar na cicatrização e recuperar a aparência da região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quimioterapia:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é o uso de medicamentos para matar células cancerosas. Ela pode ser tópica, quando a droga é colocada diretamente sobre a pele, em vez de administrada por via oral ou injetada. Como a medicação só atinge as células superficiais, é usada para tratar lesões pré-cancerosas, o que deixa a pele avermelhada e sensível, inclusive ao sol, por algumas semanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Drogas como o Interferon também podem ser injetadas diretamente no câncer, uma estratégia usada quando a cirurgia não é possível. A quimioterapia sistêmica (injetada na veia ou administrada por via oral) é utilizada quando o carcinoma espinocelular se espalhou para outros órgãos. Isso pode retardar o avanço da doença e aliviar alguns sintomas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A quimioterapia mata as células cancerosas, mas também as normais, o que produz alguns efeitos colaterais, entre eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- náusea e vômito&lt;br /&gt;
- perda de apetite&lt;br /&gt;
- feridas na boca&lt;br /&gt;
- maior risco de infecções (porque diminui o número de glóbulos brancos)&lt;br /&gt;
- risco de sangramento ou hematoma por causa de pequenos cortes ou pancadas (por causa da redução na quantidade de plaquetas no sangue)&lt;br /&gt;
- cansaço (por causa do menor número de glóbulos vermelhos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos sintomas desaparece com o fim do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Radioterapia:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é o tratamento com raios de alta energia que matam as células cancerosas ou fazem o tumor encolher.Ela pode ser a primeira escolha do especialista se o tumor for muito grande ou estiver em área que dificulte a remoção cirúrgica. Pode ser opção também para pessoas de idade, nas quais seria melhor evitar a cirurgia. A radioterapia também pode ser empregada como terapia adicional (adjuvante) para atingir células cancerosas que podem ter escapado da cirurgia. Isso também reduz o risco de o câncer voltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os efeitos colaterais da radioterapia incluem irritação, vermelhidão e ressecamento da pele. Depois de muitos anos, a área da pele irradiada pode desenvolver novos cânceres, por isso a radiação não é muito usada no tratamento de câncer de pele de jovens.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/453595880836934882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-pele-nao-melanoma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/453595880836934882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/453595880836934882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-pele-nao-melanoma.html' title='Câncer de Pele : Não Melanoma'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-4497518237918681061</id><published>2011-06-02T13:40:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.810-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer de Pele : Melanoma</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Pele, o maior órgão do corpo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Não costumamos pensar na pele como um órgão, mas é isso o que ela é: o maior órgão de nosso corpo, responsável pela troca de calor e água com o ambiente, encarregada de proteger os órgãos internos contra bactérias e de captar e enviar para o cérebro informações sobre calor, frio, dor e tato. A pele tem três camadas, a epiderme (mais externa), a derme e o tecido subcutâneo, mais profundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;epiderme&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é bem fina e, por sua vez, tem três camadas: a superior, formada por células chamadas queratinócitos, a média e a mais interna, formada pelas chamadas células basais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;As células basais dão origem aos queratinócitos também chamados células escamosas, que produzem queratina e impermeabilizam a pele. Nesta região&amp;nbsp;existem também os&amp;nbsp;melanócitos, células que produzem melanina, o pigmento marrom que dá cor à pele e cuja função é proteger as camadas mais profundas da pele contra os efeitos nocivos da radiação solar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Negros e brancos possuem a mesma quantidade de melanócitos, mas as pessoas de pele escura produzem mais melanina, especialmente uma chamada eumelanina, muito eficiente na proteção contra os raios ultravioleta (UV) do sol. É por isso que negros e afro-descendentes têm menor risco de desenvolver câncer de pele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;derme&lt;/strong&gt;, a camada intermediária da pele, é mais espessa que a epiderme e abriga as glândulas sudoríparas, folículos pilosos (as raízes dos pêlos), vasos sanguíneos e nervos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;O&amp;nbsp;&lt;strong&gt;tecido subcutâneo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;às vezes chamado de hipoderme é responsável pela retenção do calor do corpo e funciona como um “colchonete”, que absorve impactos e protege os órgãos internos contra choques e pancadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Tipos de câncer de pele&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum e representa mais da metade dos diagnósticos de câncer. São mais de um milhão de novos casos por ano nos Estados Unidos e cerca de 120 mil novos casos no Brasil. Desse total, cerca de 5% são melanomas, os principais responsáveis por mortes por câncer de pele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Há dois tipos básicos de câncer de pele, os não-melanoma, geralmente das células basais ou das escamosas, e os melanomas, que têm origem nos melanócitos, as células produtoras de melanina. Na maioria das vezes, melanomas aparecem em pessoas de pele clara, no tronco nos homens, ou, em membros inferiores nas mulheres – embora possam surgir em outras partes do corpo também. Apesar de mais comuns em pessoas de pele clara, negros e seus descendentes não estão livres da doença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Descoberto em seus estágios iniciais, o melanoma é quase sempre curável. Porém, se diagnosticado tardiamente, tende a se espalhar para outras partes do corpo em um processo chamado metástase. Ele é bem mais raro que os carcinomas baso e espinocelular, mas é uma doença bem mais grave.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;É recomendável checar a sua pele pelo menos uma vez por mês usando um espelho. É uma forma de você conhecer o padrão de suas pintas, sardas, verrugas e perceber se ocorrer alguma mudança. Fique atento ao aparecimento de novos sinais na pele, ou crescimento dos que já existem. Pontos da pele que apresentam mudança de cor, forma ou tamanho exigem uma consulta ao médico. Qualquer ferimento, caroço, mancha, marca ou mudança na aparência da pele ou sua textura pode ser sinal de câncer de pele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Pintas ou sinais normais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Um pinta sem suspeita de malignidade é geralmente marrom ou preta, de coloração uniforme, chata ou levemente elevada em relação ao restante da pele. Pode ser redonda ou oval e costumam ser menores que a borracha da extremidade de um lápis. Elas podem estar na pele já no nascimento ou aparecer depois e são “estáveis”, mantêm tamanho, forma e cor por muitos anos – elas podem clarear nas pessoas idosas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Pintas ou sinais anormais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Aparelhos chamados dermatoscópios, existentes nos consultórios, podem dizer a diferença entre pintas suspeitas ou não, mas existem algumas características que caracterizam as pintas preocupantes. E podem ser classificadas em uma regra chamada ABCD:&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
- A&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;ssimétricas: a metade da pinta não “casa” com a outra metade&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- B&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;ordas irregulares: elas são dentadas, chanfradas, com sulcos&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- C&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;or: a coloração não é a mesma em toda pinta,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;há diferentes tons de marrom, preto e, às vezes,&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;azul,&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; vermelho ou branco.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- D&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;iâmetro: a pinta tem mais de 0,5 cm&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;(embora médicos diagnostiquem melanomas bem menores)&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Alguns melanomas fogem dessa descrição e o melhor é procurar um especialista se você suspeitar de algo diferente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Em caso de suspeita de melanoma, seu médico irá perguntar quando a mudança em sua pele surgiu, se ela aumentou de tamanho ou mudou de aparência, se alguém mais em sua família teve câncer de pele e sobre a sua exposição aos fatores de risco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;O especialista deverá também observar tamanho, forma, cor, textura da lesão, se ela sangra ou descama. Ele vai checar se há outras manchas e pintas suspeitas e verificar se há inchaço dos linfonodos (gânglios linfáticos), do pescoço, axilas, virilha, que pode indicar que o melanoma se espalhou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;A confirmação ou não do diagnóstico de câncer de pele é feito através de uma biópsia, a retirada de uma amostra de tecido que vai ser analisada ao microscópio. Existem vários tipos de biópsia, sempre feitas com anestesia e a opção vai depender do tamanho da lesão e de sua localização no corpo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Nos casos de suspeita de melanoma, os especialistas geralmente removem todo tumor durante a biópsia, método chamado biópsia excisional ou biópsia de excisão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Em alguns casos raros, o melanoma se espalha (metástase) para linfonodos (gânglios linfáticos), pulmões, cérebro ou outros órgãos enquanto a lesão na pele ainda é muito pequena. Quando isso ocorre, o melanoma metastático pode ser confundido com um câncer que teve início nesses órgãos. Por exemplo, descobre-se um câncer que parece ser de pulmão, mas que na verdade é um melanoma que atingiu o pulmão. Nesses casos, as amostras da biópsia são examinadas para ver se trata de melanoma, porque diferentes tipos de câncer exigem diferentes tratamentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Não se sabe ao certo o que causa o melanoma, mas há fatores de risco conhecidos associados à doença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;-&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Exposição prolongada ao sol:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;expor-se ao sol, principalmente sem proteção de filtros (no mínimo fator 15), favorece o envelhecimento precoce da pele e aumenta enormemente o risco de câncer no futuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Ter pele clara:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;O risco é bem maior entre pessoas brancas (loiras e ruivas) do que entre as negras – o que não significa que negros não têm câncer de pele, só que é mais raro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Ter sofrido grave queimadura de sol:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;na infância ou adolescência, aumentam o risco de aparecimento da doença mais tarde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Já ter tido melanoma:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;aumenta enormemente o risco de ter outro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Pintas:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;Uma pinta (nevus) é um tumor benigno, mas alguns tipos de pintas aumentam o risco de uma pessoa desenvolver melanoma. Pessoas com muitas pintas, especialmente as grandes, devem consultar um especialista regularmente e ter cuidado redobrado quando expostas ao sol.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Histórico familiar:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;cerca de 10% dos pacientes com melanoma têm um parente próximo (pai, mãe, irmãos, filhos) com a doença. Pode ser porque a família tem o hábito de passar muito tempo ao ar livre, porque são todos de pele muito clara ou ambos. Membros dessas famílias devem consultar o especialista regularmente (pelo menos uma vez por ano), aprender a observar a própria pele e ter cuidado redobrado quando expostos ao sol.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;O melanoma familial, como é chamado,&amp;nbsp;pode ocorrer também por um defeito hereditário, principalmente quando ocorre mais de um melanoma em um indivíduo ou em parentes de primeiro grau.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Xeroderma pigmentoso:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;é uma doença genética rara. Os doentes, também conhecido como “Filhos da Lua” não tem a capacidade de reparar os danos no DNA danificado pela ação dos raios de sol e de algumas fontes de iluminação artificial (emissões de radiação ultra-violeta). Os portadores podem ter vários cânceres de pele, começando já na infância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Idade:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;Melanomas são mais comuns em adultos, mas também podem surgir em pessoas jovens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Imunossuprimidos:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;Pessoas submetidas a transplantes e que tomam drogas para evitar a rejeição do novo órgão correm maior risco de ter melanomas e outros cânceres de pele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Como evitar a doença:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Filtro solar e chapéu são as melhores armas para prevenir o câncer de pele. O ideal é evitar o sol, mas, caso vá se expor, que seja antes das 10 horas, ou à tarde, depois das 16 horas, sempre usando filtro solar (fator 15, no mínimo), chapéu e óculos escuros. Use também um protetor labial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- O cuidado deve ser redobrado com as crianças, porque a exposição exagerada ao sol nos primeiros 20 anos de vida é decisiva para o aparecimento de câncer de pele na meia-idade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Uso de filtro solar não vale apenas para a praia, ele deve ser usado no dia-a-dia também, principalmente em áreas do corpo expostas durante passeios, caminhadas, ao fazer exercícios ou em compras ao ar livre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- A recomendação vale também para aqueles dias de mormaço ou nublados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- Use óculos escuros – com lentes de boa qualidade. Eles ajudam a proteger a pele delicada da região dos olhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Procure um departamento especializado em oncogenética ou oncologia cutânea se:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font: normal normal normal 7pt/normal &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;- &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Você já teve melanoma&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font: normal normal normal 7pt/normal &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;-&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Se mais de uma pessoa de um lado da sua família tive melanoma&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font: normal normal normal 7pt/normal &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;- &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Você teve melanoma quando jovem&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font: normal normal normal 7pt/normal &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Você tem um tipo de pinta chamada nevus displásico ou atípico&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Há indícios de que algumas famílias com alta incidência de melanoma são portadoras de uma mutação genética.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Nos casos de melanoma, a escolha do tratamento vai depender basicamente da espessura do tumor e de seu estadiamento. Fatores prognósticos relacionados ao tratamento incluem ressecção cirúrgica, mas como não existe um tratamento padrão para os pacientes portadores de metástases disseminadas, a existência de protocolos nos quais esses indivíduos possam ser alocados deve sempre ser verificada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Excisão simples:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;melanomas finos podem ser tratados com uma pequena cirurgia para sua remoção. O câncer é retirado juntamente com uma pequena porção de tecido sadio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Ampliação de margens:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;se a biópsia retirou uma amostra de tecido e confirmou a existência de melanoma, a pele será retirada e examinada, para verificar se não restou tecido canceroso na região.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Amputação:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;Se o melanoma estiver nos dedos da mão ou pés, o especialista pode optar pela amputação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Dissecção de linfonodo ou Linfadenectomia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;o especialista vai checar se os gânglios linfáticos próximos ao melanoma foram ou não atingidos pelo câncer, mesmo quando não se apresentam inchados ou endurecidos. Se isso ocorrer, eles são removidos. A remoção dos gânglios pode causar problemas permanentes, entre eles o linfedema. É que os gânglios linfáticos ajudam a drenar fluidos das pernas e braços e sem eles, esses líquidos tendem a se acumular. Por isso, gânglios linfáticos só são removidos se houver a real necessidade. Esta cirurgia pode ser realizada também após a biópsia de linfonodo sentinela. Se houver células cancerosas neste gânglio, os demais nódulos da área são retirados. Se não houver, não há necessidade de remover os demais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Cirurgia para melanoma metastático:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;quando o melanoma atinge órgãos distantes, como pulmão, fígado, cérebro, os médicos partem do pressuposto que ele não pode mais ser curado por cirurgia. Mesmo assim, ela pode ser indicada para ajudar o paciente a viver mais ou ter mais qualidade de vida. Em um seleto grupo de pacientes, a cirurgia pode ser considerada curativa, principalmente quando ocorre um tempo razoável (maior que um ano) entre o tratamento do melanoma na pele e o aparecimento de uma ou poucas metástases.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Quimioterapia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;é o uso de medicamentos, por via oral ou injetados, para matar células cancerosas em todo o organismo. A quimioterapia é muito útil quando o câncer se espalhou. A quimioterapia mata as células cancerosas, mas também as normais, podendo, eventualmente, produzir alguns efeitos colaterais, entre eles:&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- náusea e vômito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;-&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;perda de apetite&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;-&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;feridas na boca&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;-&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;maior risco de infecções&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;(porque diminui o número de glóbulos brancos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0pt; margin-left: 18pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;-&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;risco de sangramento ou hematoma por causa&amp;nbsp;d&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;e pequenos cortes ou pancadas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;(por causa da redução na quantidade de plaquetas no sangue)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;- cansaço (por causa do menor número de glóbulos vermelhos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;A maioria dos sintomas desaparece com o fim do tratamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Há vários tipos de quimioterapia que podem ser usados no tratamento do melanoma de estádio IV. Embora ela não funcione tão bem em casos de melanoma quanto em outros tipos de câncer, ela pode melhorar a qualidade de vida e prolongar a vida do paciente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Imunoterapia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;: ela ajuda o sistema de defesa do paciente a combater o câncer e pode ser usada em paciente com melanoma avançado:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Imunoterapia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;com os interferons, que são substâncias que o organismo produz para combater infecções. Um deles, o interferon-alfa2b, pode ser usado, mas são necessários altas doses e muitos doentes não suportam os efeitos colaterais, que incluem febre, calafrios, dores, fadiga extrema e danos ao fígado e coração. Essa terapia só pode ser conduzida por oncologistas especializados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Vacina terapêutica:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;a lógica é semelhante à das vacinas comuns. Células enfraquecidas de melanoma ou substâncias obtidas a partir dessas células são injetadas no paciente para estimular o sistema imunológico a combater as células cancerosas. É difícil “produzir” essas vacinas, que podem ser usadas em pacientes com melanomas em estágio IV. Essa terapia ainda está sendo pesquisada e seus benefícios, avaliados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Radioterapia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;é o tratamento com raios de alta energia que matam as células cancerosas ou fazem o tumor encolher. Ela geralmente não é usada para tratar o melanoma, mas pode ser usada no tratamento do tumor que reaparece, tanto na pele como nos gânglios linfáticos, se ele não pode ser retirado cirurgicamente. Ela também pode ser utilizada para tratar metástases cerebrais ou aliviar dores provocadas por metástases ósseas. Nesses casos, a radioterapia não é usada para curar o câncer, mas para aliviar os sintomas. Tem papel importante também no controle da doença para evitar a volta do tumor após cirurgia de retirada de linfonodos. Em casos especiais em que a probabilidade de o câncer se instalar novamente no local dos gânglios é alta, é possível acrescentar a radioterapia, que diminui o risco deste retorno. Este tratamento, no entanto, cobra um preço – por todos os seus efeitos colaterais - e seu custo e benefício devem ser bem discutidos entre o médico e o paciente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Bioquimioterapia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;esta opção de tratamento é reservada a pacientes jovens e que apresentem condição de desempenho mais preservada. Deve ser apresentada de maneira equilibrada tendo em vista a toxicidade envolvida e a ausência de dados definitivos sobre a eficácia do tratamento.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estadiamento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Estadiamento é o processo de classificar o quanto o câncer se espalhou e isso determina tanto o tratamento quando as suas chances de recuperação. Os estádios da doença são indicados por algarismos romanos, que vão de zero a IV (4) e quanto maior o número, mais grave a fase da doença.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Há dois tipos de estadiamento para melanomas. O&amp;nbsp;&lt;strong&gt;estádio (estágio)&amp;nbsp;clínico&lt;/strong&gt;, que se baseia nos resultados de exames físicos, biópsia, raios-X, tomografias, e o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;estádio patológico&lt;/strong&gt;, que usa todos esses dados mais os obtidos pelas biópsias da pele, dos linfonodos ou outros órgãos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Quanto mais fino o melanoma, menor o risco de ele se espalhar. A espessura do melanoma também determina a escolha do tratamento. Uma das maneiras de medir a espessura do melanoma é o uso de uma pequena régua especial e o resultado é chamado&amp;nbsp;&lt;strong&gt;medida de Breslow&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Outro sistema avalia a profundidade do melanoma em relação às camadas da pele. É o chamado&amp;nbsp;&lt;strong&gt;nível de Clark&lt;/strong&gt;, que usa uma escala de I a V (1 a 5) e descreve quais camadas da pele estão comprometidas pela doença, sendo o I o menor e V o melanoma mais profundo.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Metástases&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Uma série de exames podem ser utilizados para verificar se há metástase, se o câncer já se espalhou e que órgãos foram atingidos:&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Biópsia Aspirativa com Agulha Fina (BAAF):&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;é utilizada quando se suspeita de metástase do melanoma para pulmão, fígado ou linfonodos. O exame causa pouco desconforto e remove pequenas amostras de tecido para análise.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Biópsia cirúrgica de linfonodo:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;é a remoção de um nódulo linfático aumentado através de uma pequena incisão. Ela é usada quando se acredita que o melanoma atingiu os gânglios, mas o BAAF não encontra células cancerosas.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Biópsia do linfonodo sentinela:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;é o método-padrão para saber se o câncer atingiu linfonodos em pacientes com melanoma e quando os linfonodos não parecem clinicamente aumentados. Uma substância radioativa é injetada no melanoma ou na cicatriz da biópsia prévia e uma hora depois os linfonodos são examinados para ver qual deles é o primeiro a drenar a região do melanoma. Durante a cirurgia, novamente uma substância é injetada na lesão, um contraste azul, para que também vá para o primeiro nódulo a receber a drenagem linfática do tumor, que é o chamado linfonodo sentinela. &amp;nbsp;É feita também a biópsia deste linfonodo, chamado sentinela, e encaminhada para estudo anátomo-patológico com cortes seriados&lt;em&gt;,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;na tentativa de se identificar a presença de micrometástases.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Raios-X:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;podem ser pedidos para ver se o melanoma atingiu os pulmões.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Tomografia computadorizada:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;se houver suspeita de que a doença se espalhou para o fígado ou outros órgãos, a equipe médica pode pedir uma tomografia, que nada mais é do que múltiplas imagens de raios-X combinadas por computador, para produzir uma imagem detalhada de várias secções do organismo. O exame demora cerca de 30 minutos, durante os quais o paciente tem de permanecer imóvel sobre uma mesa. Normalmente a tomografia é usada para casos mais preocupantes, como aqueles que tiveram metástase para linfonodos, ou se há algum sintoma que possa indicar uma possível metástase para outros órgãos.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Ressonância magnética (MRI):&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;ele é semelhante à tomografia, mas usa ondas magnéticas e ímãs fortes para produzir uma imagem. É usada principalmente para suspeita de metástases cerebrais.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Tomografia por emissão de pósitrons (PET):&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons) é uma técnica de imagem que revela as alterações do metabolismo celular por todo o corpo. Ela permite a detecção precoce de mínimas lesões tumorais ou novos focos da doença. Consiste na injeção de uma pequena quantidade de radiofármaco (glicose marcada pelo material radioativo Flúor 18 FDG), que após sua distribuição pelo corpo, gera informações únicas, que nenhum outro exame de imagens consegue. A CT (Tomografia Computadorizada) utiliza-se dos recursos de Raios-X e tecnologia computacional para produzir imagens diagnósticas detalhadas que determinam, com precisão, a localização e a forma das lesões num determinado órgão.&amp;nbsp;Assim como a tomografia, o PET é indicado para casos mais preocupantes.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobrevida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
A taxa de sobrevida após 5 anos indica a porcentagem de pacientes que vivem pelo menos 5 anos após o diagnóstico. Claro que muitos doentes vivem mais que 5 anos. E este índice não inclui pacientes que morrem por outras causas no período analisado, como enfarte, por exemplo. Esses números representam um panorama geral, mas cada caso é único e as estatísticas não podem prever especificamente o que vai ocorrer em cada caso em particular. Só a equipe que atende o paciente pode tirar as dúvidas relacionadas a chances de cura e sobrevida.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table border=&quot;1&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;border-bottom-color: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-width: medium; border-collapse: collapse; border-left-color: initial; border-left-style: none; border-left-width: medium; border-right-color: initial; border-right-style: none; border-right-width: medium; border-top-color: initial; border-top-style: none; border-top-width: medium;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: solid; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: solid; border-top-width: 1pt; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 77.4pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;103&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Estádio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: solid; border-top-width: 1pt; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 90pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;120&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Sobrevida em 5 anos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: windowtext; border-top-style: solid; border-top-width: 1pt; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 264.8pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Características da doença&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: solid; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 77.4pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;103&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;IA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 90pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;120&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;95,3%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 264.8pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;melanoma com 1mm ou menos não ulcerado e Clark II ou III (&lt;em&gt;ver mais no item ‘Diagnóstico’&lt;/em&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: solid; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 77.4pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;103&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;IB&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 90pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;120&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;90,9%&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 264.8pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;melanoma com 1mm ou menos ulcerado, ou Clark IV ou V, ou melanoma com espessura entre 1,01 e 2mm sem ulceração&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: solid; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 77.4pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;103&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;IIA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 90pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;120&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;78,7%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 264.8pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Melanoma com espessura entre 1,01 e 2 mm com ulceração ou melanoma entre 2,01 e 4 mm sem ulceração&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: solid; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 77.4pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;103&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;IIB&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 90pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;120&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;67,4%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 264.8pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Melanoma entre 2,01 e 4mm com ulceração ou melanoma maior que 4mm sem ulceração&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: solid; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 77.4pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;103&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;IIC&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 90pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;120&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;45,1%&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 264.8pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Melanoma maior que 4mm com ulceração&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: solid; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 77.4pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;103&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;IIIA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 90pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;120&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;69,5%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 264.8pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Melanoma inicial sem ulceração, e linfonodo sentinela com micrometástases em até 3 linfonodos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: solid; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 77.4pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;103&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;IIIB&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 90pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;120&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;59%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 264.8pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Melanoma inicial com ulceração e linfonodo&amp;nbsp;sentinela com micrometástases em até 3 linfonodos, ou melanoma inicial sem ulceração com até 3 linfonodos comprometidos pelo tumor e detectados pela palpação, ou 4 ou mais linfonodos comprometidos ou confluentes, ou metástase em trânsito ou satelitose sem linfonodos comprometidos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: solid; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 77.4pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;103&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;IIIC&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 90pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;120&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;26,7%&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 264.8pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Melanoma inicial ulcerado com até 3&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; linfonodos comprometidos pelo tumor e&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; detectados pela palpação ou metástase em trânsito ou satelitose com&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; linfonodos comprometidos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: windowtext; border-left-style: solid; border-left-width: 1pt; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 77.4pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;103&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;IV&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 90pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;120&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;18,8%&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: transparent; border-bottom-color: windowtext; border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1pt; border-left-color: rgb(212, 208, 200); border-left-style: initial; border-left-width: initial; border-right-color: windowtext; border-right-style: solid; border-right-width: 1pt; border-top-color: rgb(212, 208, 200); border-top-style: initial; border-top-width: initial; padding-bottom: 0cm; padding-left: 5.4pt; padding-right: 5.4pt; padding-top: 0cm; width: 264.8pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Metástase à distância&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Fonte: UICC/AJCC 2002 American Joint Commission on Cancer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-size: 8.5pt;&quot;&gt;Para mais esclarecimentos, pergunte ao seu médico e veja em seu exame anátomo-patológico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/4497518237918681061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-pele-melanoma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/4497518237918681061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/4497518237918681061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-pele-melanoma.html' title='Câncer de Pele : Melanoma'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-4152286100591005684</id><published>2011-06-02T13:38:00.001-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.810-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer de Ovário</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O câncer de ovário é silencioso, demora a apresentar sintomas e pode crescer bastante antes de ser detectado. Ele é o mais letal dos cânceres ginecológicos. O motivo é que em 75% dos casos ele só é descoberto em estágio avançado, o que reduz bastante a chance de sucesso do tratamento. O maior fator de risco que se conhece é o histórico familiar: 10% dos casos têm um componente genético. Dos outros 90% não se conhece totalmente as causas.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;É importante ressaltar que o aparecimento de cistos no ovário não costuma ter relação com câncer de ovário. Esses cistos são pequeninas bolsas contendo líquido que nem sempre causam sintomas e na maioria das vezes desaparecem sozinhos. Muitas vezes fazem parte da ovulação. Porém, quando são grandes ou tem características suspeitas exigem cirurgia para esclarecer a dúvida.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Os ovários são dois órgãos que se ligam pelas trompas de Falópio ao útero, um de cada lado. O câncer de ovário mais comum é o que começa nas suas células epiteliais, ou seja, as células que o revestem. Ele é difícil de diagnosticar por causa de sua localização: os ovários são pequenos (têm cerca de 3 cm) e estão numa região do abdome onde o tumor tem espaço para crescer sem interferir em outros órgãos. Há casos em que o tumor cresce até atingir um grande tamanho antes produzir sintomas e ser detectado.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O câncer de ovário é mais comum em mulheres acima dos 55 anos e o fator de risco mais importante é o histórico familiar.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Como a doença não provoca sintomas em seus estágios iniciais, normalmente quando ela é descoberta já se encontra em estágio avançado.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Os sintomas são comuns a várias doenças e podem ser confundidos com outros problemas.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Entre eles estão:&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- dor abdominal ou na região pélvica;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- aumento de volume abdominal;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- azia;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- aumento da frequência urinária;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- dor lombar (dor nas costas);&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- prisão de ventre;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- nausea;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- sangramento.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A visita anual ao ginecologista aumenta a chance de detectar o problema. Durante o exame físico, de toque e palpação do abdome, o especialista pode detectar alguma anormalidade, mas para que isso ocorra, o tumor já deve ter crescido bastante. Exames de ultrassom transabdominal e transvaginal podem ajudar a diagnosticar a doença mesmo em estágios iniciais.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Quando há uma forte suspeita de câncer de ovário, o médico pode pedir exames adicionais como tomografia computadorizada, colonoscopia (para avaliar a parte interna no intestino grosso), CA 125 (que é um marcador tumoral que pode estar aumentado no câncer de ovário) e outros, sempre individualizando caso a caso.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A confirmação do diagnóstico é feita pela biópsia (análise do tecido suspeito) obtida pela cirurgia.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Ainda não existe nenhum método totalmente eficaz no diagnóstico do câncer de ovário. A história, exame físico, ultra-som e marcador tumoral CA-125 é o que dispomos inicialmente para tentar um diagnóstico precoce.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Pesquisadores do mundo inteiro estão em busca de marcadores sanguíneos, que possam indicar a presença do tumor antes mesmo dele causar sintomas.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Ainda valem as recomendações da boa saúde: Alimentação rica em fibras, frutas, legumes e verduras, pobre em carnes vermelhas e gorduras, prática de exercícios físicos, parar de fumar e não exagerar no consumo de bebidas alcoólicas.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Confirmado o diagnóstico, o tratamento vai depender do estadiamento da doença, isto é, do estágio em que ela se encontra. O procedimento básico de diagnóstico e tratamento é a cirurgia. Sua extensão vai depender das dimensões do tumor e da presença de comprometimento de outros órgãos. Ela pode se limitar à remoção dos dois ovários e trompas, útero e gânglios linfáticos. Pode ser ainda necessária a retirada de outros órgãos, como segmentos do intestino, além de eventuais implantes.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Também se utiliza a quimioterapia na maioria dos casos, que pode ser uma combinação de várias drogas administradas por via endovenosa. Para algumas pacientes é recomendada a quimioterapia intra-peritonial, que consiste em infundir na cavidade abdominal a medicação por meio de um catéter.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;As chances de sucesso do tratamento dependem dos seguintes fatores:&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- estágio do cancer;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- tipo de tumor;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- idade da paciente;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- estado geral de saúde;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- tipo de cirurgia realizada;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;- resposta ao tratamento de quimioterapia.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/4152286100591005684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-ovario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/4152286100591005684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/4152286100591005684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-ovario.html' title='Câncer de Ovário'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-8753660701205576249</id><published>2011-06-02T13:34:00.001-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.810-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer de Mama</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;A mama é constituída por estruturas produtoras de leite (lóbulos), ductos, que são pequenos canais que ligam os lóbulos ao mamilo; gordura, tecido conjuntivo, vasos sanguíneos e vasos linfáticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vasos linfáticos são semelhantes aos vasos sanguíneos, só que em vez de sangue, transportam linfa, um líquido que contém células do sistema de defesa, gordura e proteínas. Ao longo dos vasos linfáticos há pequenos órgãos em forma de feijões, ou gânglios ou nódulos linfáticos ou ainda linfonodos, que armazenam glóbulos brancos chamados linfócitos. A maioria dos vasos linfáticos da mama leva a gânglios linfáticos situados nas axilas, denominados nódulos ou gânglios axilares. Se as células cancerosas atingirem esses gânglios, a probabilidade de que a doença se espalhe para outros órgãos é maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos cânceres de mama começa nos ductos (carcinomas ductais), alguns têm início nos lóbulos (carcinoma lobular) e os demais nos outros tecidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Saiba Mais:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que causa o câncer de mama?&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
O câncer de mama é causado por alterações genéticas, estas alterações podem ser estimuladas por fatores ambientais como: tabagismo, uso de hormônios ( TRH – terapia de reposição hormonal), inicio da menstruarão em idade muito jovem, menopausa em idade mais tardia, menor numero de gravidez e gravidez em idade cada vez mais tardia, excesso de peso e ingestão de bebida alcoólica ou também por fatores genéticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais os principais tipos de câncer de mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Carcinoma ductal in situ – consiste em um câncer de mama em fase inicial, que a principio, não teria capacidade de desenvolver metástase&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Carcinoma ductal invasivo – é o tipo mais comum de câncer de mama. Apresenta capacidade de desenvolver metástase&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Carcinoma lobular invasivo – é o segundo tipo mais comum de câncer de mama e está relacionado ao risco de desenvolvimento de câncer de mama na outra mama e também ao câncer de ovário. Apresenta a possibilidade de desenvolver metástase.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais são os tipos de lesões pré-cancerígenas?&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;As lesões mamárias que predispõem a câncer de mama são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Carcinoma Lobular in situ ou Neoplasia Lobular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hiperplasia ductal atípica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hiperplasia lobular atípica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Homem pode ter câncer de mama?&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;Sim. O desenvolvimento do câncer de mama em homens está relacionado à presença de histórico de câncer na família, síndromes de predisposição genética, radioterapia em região torácica, dentre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img align=&quot;middle&quot; alt=&quot;Perguntas Freqüentes&quot; src=&quot;http://www.hcanc.org.br/images/tipos-cancer/barra-faq.png&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Qual a idade mais comum para o desenvolvimento de câncer de mama?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O câncer de mama ocorre predominantemente em mulheres depois da menopausa, no entanto, o surgimento do câncer de mama pode ocorrer em mulheres jovens antes mesmo de completarem os 40 anos de idade (idade em que se é recomendada o início da realização da mamografia anualmente). Os tumores que ocorrem em mulheres jovens tendem a ser mais agressivos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Há câncer de mama durante a gestação?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Pode haver. Representa um número baixo dos casos, mas pode haver. Seu diagnóstico muitas vezes é dificultado pelas alterações que ocorrem na mama gravídica (aumento de volume). É definido como câncer de mama durante a gestação quando ocorre durante ela ou até 12 meses após o parto. O tratamento pode se iniciar ainda na gestação, com medicações quimioterápicas que não afetam o bebê, ou mesmo com a cirurgia que pode ser realizada neste mesmo período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;É possível ser mãe mesmo após o diagnóstico de um câncer de mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A gestação após o tratamento do câncer de mama é possível. Quanto mais jovem a paciente que trata o câncer de mama, mais provavelmente esta mesma mulher retornará às funções ovarianas (ciclos menstruais) após o tratamento. Porém deve-se evitar gestação nos primeiros dois anos após o tratamento (pelo risco de retorno da doença na mãe). Atualmente existem opções que podem ser discutidas com seu médico em caso de desejo de preservação de fertilidade antes do início do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Anticoncepcional pode causar câncer de mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Infelizmente ainda não se tem resposta se o uso dos anticoncepcionais pode ou não ser fator de risco para câncer de mama. Acredita-se que seu uso por mais de 10 anos antes da primeira gestação seria ruim, mas por outro lado poderia estar protegendo contra o câncer de ovário. Os anticoncepcionais têm sofrido muita modificação, dosagens menores, associações diferentes e ainda não se tem resultados do seu efeito após todas estas modificações. O ideal é sempre conversar com o médico para que todos os prós e contras sejam esclarecidos.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer reposição hormonal (TRH - terapia de reposição hormonal) causa câncer de mama? Há algum risco ao usar hormônio natural de planta (isoflavona)?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mulheres têm vivido cada vez mais inseridas no mercado de trabalho e estas são algumas das causas de buscarem qualidade de vida após a menopausa (após parar de menstruar). A TRH pode trazer benefícios cardiovasculares e físicos a algumas mulheres. Seu uso deve ser orientado por um médico apto e deve-se conversar com a paciente sobre os risco e benefícios desta medicação. Quando se iniciou o uso indiscriminado de reposição hormonal nos EUA (mesmo para pacientes sem sintomas) começou a se observar números mais elevados de diagnósticos de câncer de mama. Portanto, o uso da reposição hormonal deve ser restrito às pacientes que tenham necessidade dela sob supervisão do médico, sendo que o risco de câncer de mama para as mulheres que tomam esta medicação é maior que para aquelas que não tomam, e que o uso por mais de 5 anos deve ser evitado.&lt;br /&gt;
As isoflavonas são hormônios de menor potência, mas que devem ser igualmente supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quando a mulher teve câncer de mama, pode usar reposição hormonal?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não. Deve-se conversar com o médico para que os sintomas da menopausa sejam aliviados com outra droga que não seja hormonal, já que a maioria dos tumores da mama podem responder aos hormônios, ou seja, se alimentam deles para crescer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como identificar a depressão?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Uma reação normal a um problema grave de saúde é entregar-se à tristeza e à depressão. É preciso ficar atento aos primeiros sinais de que você está deprimida para tratar logo o problema e não deixar que atrapalhe a postura otimista durante o tratamento. Sintomas de alerta: falta de esperança e achar que não há sentido na vida, desânimo para realizar atividades que antes eram prazerosas, desinteresse de ficar com família e amigos, perda de apetite, vontade constante de chorar, problemas de sono (pouco ou em excesso), entre outros. Esses problemas devem ser rapidamente contados ao médico, que vai prescrever o tipo de tratamento adequado para tratar a depressão.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como lidar com a perda da mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
É algo extremamente complexo para a mulher. As mamas têm inúmeros significados que envolvem sexualidade, maternidade, sensualidade, feminilidade. Todos estes aspectos são levados em conta quando se fala em retirada das mamas. Mesmo com todo o avanço da medicina, a retirada total da mama ainda pode ser necessária. A cirurgia plástica pode ser de grande valor para amenizar a dor da perda. A reconstrução, principalmente quando imediata pode trazer conforto e diminuição da sensação de mutilação. Caso a reconstrução não seja possível, lojas especializadas em artigos médicos oferecem próteses externas (que são usadas no soutien) que cumprem muito bem o papel de diminuir a sensação de perda e oferecem a possibilidade de re-inclusão social para a paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Os cabelos sempre caem com a quimioterapia? Como lidar com a perda dos cabelos?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A maioria das medicações quimioterápicas usada para o tratamento do câncer de mama atua sobre as células que se reproduzem com mais rapidez e as do bulbo capilar são exemplos disso. Algumas, entretanto, não deixam cair os fios, mas cada caso tem uma droga que se aplica com maior eficácia. Independentemente disso, é importante lembrar que os fios voltarão a crescer com o fim do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Usar desodorantes antitranspirantes e/ou os soutiens com arame causam câncer de mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Esse mito se espalhou rapidamente via internet, mas não é verdade. O câncer de mama não tem relação com trauma, tipo de soutien ou desodorantes. O que muitas vezes ocorre é que as mulheres que sofrem um trauma qualquer na mama, ao apalparem o local da batida percebem nódulos (bolinhas ou caroços) que nunca haviam percebido, mas que já estavam lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exercícios podem prevenir câncer de mama?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Trabalhos demonstram que a prática moderada de atividade física é um fator importante na prevenção de câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Após o diagnóstico de câncer de mama, é possível praticar exercícios?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sim, deve, porém só pratique exercícios após orientação médica – apesar da importância da atividade física, ela só deve ter início com o aval do médico. Ele irá estabelecer uma rotina progressiva de exercícios, especialmente elaborada para cada necessidade. O paciente que esteve ou está em tratamento pode ter redução da função cardíaca pelo uso de alguns quimioterápicos ou outras medicações, o que torna perigosa a prática de exercícios sem a devida avaliação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como devem ser os hábitos de alguém que já tratou o câncer de mama?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
• Deixar de fumar – o tabaco (tabagismo) pode fazer com que o antigo câncer retorne ou facilitar o surgimento da doença em outro órgão.&lt;br /&gt;
• Reduzir o consumo de álcool – as bebidas alcoólicas (alcoolismo) também podem levar ao surgimento de câncer.&lt;br /&gt;
• Adotar uma alimentação saudável – é muito importante ter uma dieta em que prevaleçam os alimentos de origem vegetal.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como deve ser realizado o auto-exame das mamas?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O auto-exame deve ser realizado 1 vez por mês, a partir dos 20 anos de idade, sempre após 1 semana do início da menstruação. O exame pode ser feito em pé ou deitada e tem como objetivo principal o autoconhecimento do corpo pela mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Dor nas mamas pode ser câncer?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Na verdade, o que mais preocupa o médico e que deve ser investigado são os nódulos (caroços ou bolinhas) que podem aparecer nas mamas. As dores costumam ser sinal de alterações benignas, causadas pelas oscilações hormonais nas mulheres e depende muito da sensibilidade pessoal de cada um. As mamas mais densas, mamas jovens, com bastante tecido glandular, são as que costumam doer mais e antigamente eram chamadas mamas displásicas. Este termo hoje não é mais empregado. O termo utilizado é&amp;nbsp; Alterações Fibrocísticas Benignas das Mamas, mamas que apresentam grande quantidade de tecido glandular, que podem apresentar pequenos cistos (bolinhas de água) e pequenos nódulos espalhados pelas mamas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que são papilomas?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os papilomas são estruturas semelhantes a “cogumelos” que nascem dentro do ducto da mama (como que pequenos pólipos dentro do tubo que leva o leite ao mamilo). Pode causar sangramentos e por este motivo é freqüentemente necessária a sua retirada para que seja assegurado que não se trata de câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais os sinais que merecem atenção e a orientação de um médico?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os sinais que merecem investigação, que não necessariamente significam câncer, mas que o médico é que deve realizar a investigação, ou o tratamento antes de dar um diagnóstico são: inchaço na mama, principalmente, se for somente em uma delas, vermelhidão (pele mais vermelha), secreção pelo mamilo (principalmente se for espontânea e de cor avermelhada), retração do mamilo (mamilo que fica para dentro, invertido), nódulo (caroço) palpável, coceira na mama ou no mamilo, feridas na pele da mama ou no mamilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Há como saber se um dia o câncer de mama irá se desenvolver no organismo?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Infelizmente não há como prever qual a mulher que terá um câncer, todas estão sob risco. Mas há algumas lesões nas mamas que, quando diagnosticadas, chamam a atenção do médico para o fato de aquela mulher ter um risco maior que outra mulher da mesma idade. São as chamadas lesões de alto risco para câncer. O médico deve ser consultado para que a lesão encontrada seja correlacionada ao risco pessoal de se ter um câncer e caso este risco seja muito elevado pode-se até haver a indicação de tratamento preventivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quando ocorre a cirurgia dos gânglios da axila, há inchaço dos braços?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Provavelmente não. As cirurgias axilares atuais são mais conservadoras. Os gânglios (linfonodos) são responsáveis pela imunidade local e pela drenagem dos líquidos excedentes do braço. Quando se realiza a retirada destes gânglios alguns cuidados são necessários para que não haja acúmulo de líquidos (linfedema) e o braço não fique inchado, portanto é necessário seguir&amp;nbsp; as orientações do médico. Sabe-se que quanto menor a cirurgia, por exemplo, a retirada de um único gânglio (linfonodo sentinela) menor é a chance de ocorrer este inchaço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Silicone causa câncer de mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não, silicone não causa câncer de mama. O que acontece é que toda cirurgia traz cicatrizes nas mamas que podem dificultar a visualização de pequenas imagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quem amamenta está livre de ter câncer de mama?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não. A amamentação é mais um dos fatores que protegem a mulher do câncer de mama, mas nenhum dos ditos fatores de proteção atuam de forma isolada, é a somatória de vários fatores de proteção de um lado, contra a somatória dos fatores de risco do outro que definem o risco real.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Ao entrar na menopausa posso ainda desenvolver câncer de mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sim. Na verdade, o risco começa a aumentar após os 40 anos. Nódulos que aparecem após a menopausa são ainda mais suspeitos. É necessário procurar um mastologista para avaliar o caso.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;O uso de exames preventivos aumentou bastante o número de casos de câncer identificados antes de causar sintomas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais os sintomas do câncer de mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de um caroço. Nódulos que são indolores, duros e irregulares têm mais chances de ser malignos, mas há tumores que são macios e arredondados. Portanto, é importante ir ao médico. Outros sinais de câncer de mama incluem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;•&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Inchaço em parte do seio&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Irritação da pele ou aparecimento de irregularidades na pele, como covinhas ou franzidos, ou que fazem a pele se assemelhar à casca de uma laranja&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Dor no mamilo ou inversão do mamilo (para dentro)&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Vermelhidão ou descamação do mamilo ou pele da mama&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Saída de secreção (que não leite) pelo mamilo&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Dor no mamilo ou inversão do mamilo (para dentro)&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Um caroço nas axilas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais os sintomas do câncer de mama no homem?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
De forma semelhante ao câncer de mama feminino, este tumor no homem é assintomático na sua fase inicial. O sintoma mais comum é o aparecimento e rápido crescimento de um nódulo (caroço) na mama. Outros sintomas podem ser: retração ou edema da pele, secreção pelo mamilo e dor que só aparecerá em fases mais avançadas da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exames de Rastreamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Consistem em modalidade de exames de imagem que tem a finalidade de detectar um tumor em fase inicial antes de ser percebido pelo médico ou pela própria paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal exame de rastreamento para câncer de mama é a mamografia e que em alguns casos poderá ser complementada por ultrassonografia ou ressonância magnética de mamas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A recomendação da Sociedade Brasileira de Mastologia é que as mulheres iniciem a mamografia a partir dos 40 anos e com periodicidade anual. Em algumas circunstâncias a idade deverá ser antecipada bem como a frequência de acordo a indicação medica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como é feito o diagnostico das lesões pré-cancerígenas?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O diagnóstico destas lesões é feito com base em alterações na mamografia ou ultrassonografia, por meio de algum tipo de biopsia -&amp;nbsp; biopsia de agulha grossa ou mamotomia associada ou não a biopsia cirúrgica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que significa BI-RADS?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O sistema BI-RADS (Breast Image Reporting and Data System) é o nome de um sistema de padronização de laudos de exames de imagem de mama podendo ser aplicado a alterações na mamografia, ultrassonografia e ressonância magnética. De uma forma geral cada classificação significa:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Categoria zero – exame não conseguiu caracterizar alterações – necessita de outros exames complementares&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Categoria 1 – significa exame normal – recomendado controle em 1 ano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Categoria 2 – significa presença de alterações benignas – sem risco de câncer - - recomendado controle em 12 meses&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Categoria 3 - significa alterações provavelmente benignas – risco de câncer de 3%&amp;nbsp; - recomendado controle em 6&amp;nbsp; meses&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Categoria 4 - significa alterações suspeita para malignidade – risco de câncer de 20%&amp;nbsp; - necessita de realização de biópsia e avaliação anatomopatológica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Categoria 5 - significa alterações provavelmente maligna– risco de câncer de 95% - indicado ressecção cirúrgica podendo ser realizado alguma modalidade de biopsia pré-operatória&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Categoria 6 – significa lesão já biopsiada e com diagnostico de câncer - pode ser usada para classificação dos achados de uma mamografia de monitoramento após quimioterapia neoadjuvante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais os tipos de biopsias disponíveis?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As biopsias mamárias são indicadas quando temos alguma alteração no exame clinico ou quando encontramos alterações nos exames de imagem. Os principais tipos são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Punção aspirativa de agulha fina (PAAF)&amp;nbsp; - utilizada principalmente para a aspiração de cistos podendo ser utilizada para avaliação de nódulos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp; Biopsia de agulha grossa ou core biopsy – utilizada principalmente para nódulos sólidos maiores de 5 mm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mamotomia – utilizada principalmente para áreas de microcalcificações. Permite a colocação de clipe metálico na mama&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp; Biopsia cirúrgica – consiste na realização de ressecção por meio de cirurgia. È utilizada quando a lesão é&amp;nbsp; suspeita de câncer (BIRADS 5), quando as outras modalidades de biopsias forem inconclusivas ou quando se tem área de microcalcificação muito extensa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais os diagnósticos que podemos ter após a realização de uma biopsia de mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Após a realização de uma biopsia de mama podemos ter genericamente 3 diagnósticos:&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lesão benigna&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lesão pré-cancerígena&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Lesão cancerígena&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estou com o diagnóstico de câncer de mama e agora o que devo fazer?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Após uma biópsia comprovando o diagnostico de câncer de mama as pacientes deverão procurar tratamento médico especializado no qual o médico irá efetuar uma avaliação global da paciente, através da historia clinica, exame físico, podendo ser complementado com exames de imagem (Rx de tórax, cintilografia óssea, ultrassom de abdômen e pelve) ou outros a depender do estadiamento.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que é estadiamento tumoral?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Consiste em um método de classificar o grau de extensão do tumor. È feito baseado no tamanho do tumor aferido pelo exame físico e baseados nos exames de imagem. Se refere a 3 variáveis (TNM):&lt;br /&gt;
T – se refere ao tamanho do tumor na mama&lt;br /&gt;
N –se refere ao acometimento metastático dos gânglios da axila&lt;br /&gt;
M – se refere ao acometimento metastático de outros órgãos&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Não se sabe exatamente o que causa o câncer de mama, mas há alguns fatores de risco associados à doença. Fator de risco é qualquer coisa que aumente as chances de aparecimento de uma doença. Alguns podem ser controlados (como fumo, hábitos alimentares) e outros não, como idade e histórico familiar. Mas a exposição a um ou mais fatores de risco não significa que a mulher vá necessariamente ter câncer de mama; apenas que corre maior risco de ter a doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto mais cedo o câncer de mama é diagnosticado, maiores as chances de o tratamento ser bem-sucedido. O objetivo dos exames preventivos é encontrar o câncer antes mesmo dele causar sintomas. O tamanho do tumor e sua capacidade de se espalhar são os fatores mais importantes para o prognóstico da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como posso prevenir o câncer de mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
As principais formas de prevenção do câncer de mama estão relacionadas a mudança no habito de vida como: controle do peso, pratica de atividade física, evitar ingestão de bebidas alcoólicas e tabagismo, evitar uso de TRH por mais de 5 anos.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
A mamografia previne câncer de mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A mamografia é o exame mais importante para o diagnóstico precoce do câncer de mama. No entanto, ela não previne o seu aparecimento, apenas proporciona a possibilidade de um diagnóstico em fase inicial.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Tratamento Localizado xs Tratamento Sistêmico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo do tratamento localizado é tratar o tumor sem afetar o resto do organismo, como no caso da cirurgia e da radiação. Já o tratamento sistêmico é administrado por via oral ou injetado e atinge todo o corpo, como nos casos da quimioterapia, hormonioterapia e imunoterapia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As células do tumor podem se desprender e viajar para outras partes do corpo já nos estágios iniciais do câncer, podendo dar origem a outros tumores. Por isso, muitas vezes, mesmo quando não parece haver mais sinal de câncer após a cirurgia é usada a chamada terapia adjuvante, que mata essas células. Algumas pessoas recebem quimioterapia antes da cirurgia para encolher o tumor, na chamada terapia neoadjuvante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como é realizado o tratamento para o câncer de mama?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O tratamento do câncer de mama é primordialmente cirúrgico podendo ser&lt;br /&gt;
complementado com radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Qual o tratamento para o câncer de mama no homem?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em linhas gerais, segue o mesmo tratamento para o câncer de mama na mulher. Geralmente a cirurgia consiste na realização de mastectomia com pesquisa de linfonodo sentinela ou esvaziamento axilar. Pode ser necessário a complementação com radioterapia e quimioterapia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais os tipos de cirurgias mamárias?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
1 - Cirurgia Conservadora ou quadrantectomia - cirurgia que consiste em retirada parcial da mama. Todos estes casos devem ser complementados por radioterapia. Está indicada para pacientes com:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a - tumores em fase inicial&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; b - mamas de volume adequado e que o resultado estético final seja satisfatório&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;2- Mastectomia: cirurgia que consiste em retirada total da mama.&amp;nbsp; É&amp;nbsp; reservada para pacientes que:&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a - apresentam tumores avançados (lesões de grande tamanho ou com envolvimento da pele)&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; b - pacientes que já foram submetidos a tratamento com radioterapia em região mamária ou torácica anteriormente&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; c - por opção da paciente como uma tentativa de evitar tratamento com Radioterapia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais os tipos de cirurgia axilar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pesquisa de Linfonodo Sentinela (LS) - consiste na retirada de um ou mais&amp;nbsp; gânglios da axila que seriam os primeiros a serem acometidos por células tumorais que escaparam do tumor da mama e migraram para os gânglios axilares.&amp;nbsp; Para a execução deste procedimento é realizada a injeção de uma substância na mama na véspera da cirurgia. Na hora da cirurgia o cirurgião identifica este gânglio e envia para o patologista que o examina na hora. Neste momento o patologista poderá dizer o grau de comprometimento, conforme:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Linfonodo sentinela&amp;nbsp; comprometido: o cirurgião irá proceder ao esvaziamento dos gânglios da axila neste mesmo momento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Linfonodo sentinela não comprometido: o cirurgião irá finalizar o procedimento cirúrgico naquele momento e aguardar o resultado definitivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No resultado definitivo, que demora alguns dias e consiste de estudos minuciosos, poderemos ter os seguintes laudos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Linfonodo Sentinela livre de metástase - significa que está verdadeiramente livre de metástase e o procedimento cirúrgico se finalizou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Linfonodo Sentinela comprometido - este diagnóstico implica em uma nova cirurgia para proceder ao esvaziamento dos gânglios da axila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Linfadenectomia Axilar (Esvaziamento axilar) - A linfadenectomia axilar consiste na retirada de vários gânglios da axila e habitualmente tem indicação de princípio para pacientes que apresentam:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - tumores avançados (lesões de grande tamanho ou com envolvimento da pele).&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - comprometimento dos gânglios axilares&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - linfonodo sentinela comprometido por metástase&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quando é indicada a reconstrução mamária?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para as pacientes que necessitam fazer Mastectomia. A reconstrução mamária poderá ser realizada de forma imediata ou tardia de acordo com o caráter da doença e discussão entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quem poderá fazer uma reconstrução na hora da cirurgia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A reconstrução mamária imediata, ou seja, aquela que ocorre na hora da cirurgia, pode ser indicada para pacientes que apresentam tumores em fase inicial e que não será necessário uso de radioterapia pós-operatória&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Para quem é recomendável fazer reconstrução tardia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A reconstrução mamaria tardia fica reservada para os casos em que a paciente apresenta tumores agressivos, avançados, com comprometimento extenso de pele e que deverá fazer radioterapia após a cirurgia. Neste caso, a reconstrução poderá ser feita quando a pele estiver recuperada dos efeitos da radioterapia e conforme indicação médica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais os tipos de reconstrução disponível?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Reconstrução com uso de prótese de silicone&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Prótese expansão –&amp;nbsp; está indicada para cirurgias de mastectomia no qual se retira muita pele inviabilizando a colocação de uma prótese definitiva. A prótese expansora consiste em uma prótese com revestimento externo de silicone que é implantada na hora da cirurgia, de forma vazia sendo preenchida com soro gradativamente depois da cirurgia até atingir o volume desejado. Deve ser substituída por uma prótese definitiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Prótese definitiva&amp;nbsp; – consiste na prótese convencional, totalmente preenchida por gel de silicone coesivo. É indicada para casos em que a retirada de pele foi pouca, mantendo um envelope cutâneo capaz de acomodar seu volume&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Reconstrução com tecidos autólogos (tecidos da própria paciente)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Músculo grande dorsal – consiste na reconstrução mamária com retirada de músculos da região das costas que deverão ser transportados para a região da mama. Normalmente é necessária a colocação de prótese de silicone para complementar o volume. É indicado em casos de grande retirada de pele e para as pacientes que deverão realizar radioterapia pós-operatória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; TRAM – consiste na reconstrução mamária com utilização de pele e musculatura do abdômen. Normalmente dispensa a necessidade de prótese de silicone associada. É indicado em casos de grande retirada de pele e para as pacientes que deverão realizar radioterapia pós-operatória&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que é radioterapia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A radioterapia consiste em uma forma de tratamento localizado que visa destruir células tumorais, empregando feixe de radiações ionizantes, e diminuir a chance da doença voltar no local operado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quem deverá fazer radioterapia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A radioterapia é indicada para todo paciente com câncer de mama que faz uma quadrantectomia (ressecção parcial da mama)&amp;nbsp; ou para os que fazem mastectomia e que apresentam tumor com mais de 5 cm ou gânglios na axila comprometidos por células tumorais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que é quimioterapia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A quimioterapia consiste em uma forma de tratamento sistêmico, ou seja, para todo o corpo, e visa tratar alguma célula que eventualmente saiu da mama (metástase). São administrados de forma endovenosa e podem ter alguns efeitos colaterais como náusea, vômitos, diarréia, queda de cabelo, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Quem deverá fazer quimioterapia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A necessidade de quimioterapia será decidida pelo médico oncologista clínico após o término do tratamento cirúrgico e será baseado no tamanho do tumor, presença de gânglios axilares comprometidos, idade e condições clínicas gerais dos pacientes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que é hormonioterapia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A hormonioterapia consiste em uma forma de tratamento sistêmico através da administração diária de comprimido por um período de 5 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quem deverá utilizar hormonioterapia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Deverá ser utilizado pelas pacientes que apresentam tumores de mama que apresentam receptores hormonais positivos. Estes receptores são identificados no laudo da biopsia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Após terminada toda a fase de tratamento com cirurgia, quimioterapia e radioterapia como deverá ser o acompanhamento e com qual frequência é necessário retornar ao médico?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Após esta longa jornada de tratamento, visitas frequentes ao hospital é chegada a hora de tentar retornar às atividade habituais. Em relação ao acompanhamento médico, este deverá ser feito a cada 3 meses no primeiro ano, a cada 4 meses no segundo ano, semestralmente do 3º ao 5º ano e a partir&amp;nbsp; do 5º ano anualmente.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que&amp;nbsp; é&amp;nbsp; e para quem está indicada a cirurgia de redução de risco?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A cirurgia de redução de risco, conhecida como adenomastectomia profilática, consiste na retirada da glândula mamaria, com preservação da aréola e mamilo e colocação de prótese de silicone e está indicada para pacientes que apresentam mutação genética nos genes BRCA1 e BRCA2 e em alguns casos de pacientes de alto risco e com lesões precursoras ou marcadoras de câncer de mama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quando deverá ser realizada a adenomastectomia profilática?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A cirurgia deverá ser efetuada após discussão com mastologista, geneticista e psícologo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais os riscos da cirurgia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Os principais riscos da cirurgia são: necrose e perda de sensibilidade do mamilo e areóla, necrose da pele, infecção, extrusão da prótese de silicone.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/8753660701205576249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-mama.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/8753660701205576249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/8753660701205576249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-mama.html' title='Câncer de Mama'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-4229426671128838227</id><published>2011-06-02T13:29:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.810-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer Infantil</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que é&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O câncer infantil é raro&amp;nbsp;- atinge uma a cada 600 crianças e adolescentes até os 15 anos. Nas crianças, as células cancerosas têm origem de células embrionárias primitivas, que muitas vezes crescem e se multiplicam mais depressa que nos adultos. Nos últimos 30 anos, o tratamento do câncer infantil deu um salto impressionante e, em média, nos centros especializados, como o Hospital do Câncer, entre 70% e 80% delas ficam curadas, ou seja, vivem mais de 5 anos (e muitas vezes bem mais que isso) após o diagnóstico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em meados dos anos 70, segundo dados do Hospital, apenas 20% das crianças com retinoblastoma (um câncer da retina do olho) podiam ser consideradas curadas, um índice que hoje está em 92%. Nas leucemias linfocíticas agudas essa taxa era de 20%, mas atualmente chega a 86%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos EUA, onde as crianças gozam de condições de saúde melhores que as brasileiras, o câncer é a principal causa de morte por doença em crianças e adolescentes com menos de 15 anos, com cerca de 1.600 mortes por ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os tipos de câncer que atingem as crianças também são muito diferentes dos que acometem os adultos. As leucemias são os cânceres mais comuns em crianças, atingindo com mais freqüência à faixa etária dos 2 aos 5 anos de idade. Cânceres de do sistema nervoso central vêm em seguida e, em terceiro lugar, os linfomas, que são cânceres do sistema linfático. Os tumores sólidos abdominais (tumor de Wilms e neuroblastoma) constituem uma parcela semelhante à dos linfomas. Completam a lista dos cânceres mais comuns em crianças os ósseos, os sarcomas de partes moles (sendo o rabdomiossarcoma o mais freqüente), de olho, os de células germinativas e os das glândulas supra-renais ou adrenais. Nos adultos, os mais comuns são os de pele, próstata, mama, pulmão e colorretais. O estágio de crescimento e desenvolvimento dos tumores é outra diferença importante entre adultos e crianças, pois a imaturidade do organismo das crianças tem importantes conseqüências para o tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Muitos cânceres pediátricos ocorrem em crianças bem pequenas e os pais se perguntam o por quê. Alguns casos são resultado da predisposição genética, mas ao contrário do que ocorre com os adultos, o câncer infantil não está associado a fatores como dieta, falta de exercícios físicos e, muito menos, ao uso de cigarro e álcool. A causa da maioria dos casos de câncer pediátrico ainda é desconhecida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Os tipos de câncer mais comuns na infância e adolescência são:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A leucemia linfocítica (ou linfóide) aguda - LLA é o câncer mais comum na infância e representa 30% do total de casos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tumor de Wilms pode afetar um rim ou ambos e é mais comum entre crianças na faixa dos 2 a 3 anos de idade. Representa de 5% a 10% dos tumores infantis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O neuroblastoma é o tumor sólido extracraniano (isto é, fora do cérebro) mais comum nas crianças, geralmente diagnosticado durante os dois primeiros anos de vida. Ele pode aparecer em qualquer parte do corpo, mas é mais comum nas supra-renais e mediastino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O retinoblastoma é um câncer que tem origem nas células que formam parte da retina, cujo sinal mais comum é o brilho ocular chamado de &quot;reflexo do olho de gato&quot;. Existem duas formas da doença, a hereditária e a esporádica. Costuma aparecer em crianças entre 2 e 3 anos de idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rabdomiossarcoma é o câncer de partes moles mais comum em crianças. O tumor tem origem nas mesmas células embrionárias que dão origem à musculatura estriada esquelética ou voluntária, ou seja, músculos que se prendem aos ossos ou a outros músculos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os tumores de sistema nervoso central (encéfalo e medula espinhal) são os tumores malignos sólidos mais comuns em crianças, ficando atrás apenas das leucemias e linfomas. Adultos tendem a ter câncer em diferentes partes do cérebro, geralmente nos hemisférios cerebrais. Tumores da medula espinhal são menos comuns que os de encéfalo tanto em adultos como nas crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os tumores ósseos primários são raros: o mais comum é que o câncer dos ossos seja resultado de outro tumor que se espalhou e atingiu o osso. A despeito de raros, são o sexto em incidência em crianças, sendo mais freqüentes na adolescência. Os mais comuns são o osteossarcoma e o Sarcoma de Ewing.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O linfoma de Hodgkin anteriormente chamado de doença de Hodgkin, é um câncer do sistema linfático (que inclui gânglios, timo e outros órgãos do sistema de defesa do organismo). O linfoma de Hodgkin pode atingir crianças e adultos, mas é mais comum em dois grupos, jovens adultos (dos 15 aos 40 anos, geralmente dos 25 aos 30 anos) e pessoas acima dos 55 anos. É raro antes dos 5 anos de idade, mas entre 10% e 15% dos casos ocorrem em adolescentes e crianças com menos de 16 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os linfomas não-Hodgkin também têm origem no sistema linfático e são mais comuns que os linfomas de Hodgkin nas crianças, sendo o terceiro câncer mais comum entre crianças.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fatores de Risco e&amp;nbsp;Prevenção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O câncer infantil costuma ser difícil de reconhecer quando em seu estágio inicial, pois sua manifestação clínica confunde-se com grande parte das doenças comuns da infância. Além das consultas regulares ao pediatra, os pais devem estar atentos para o aparecimento de sinais e sintomas que não desaparecem, como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- surgimento de nódulos ou caroços;&lt;br /&gt;
- palidez e falta de energia inexplicáveis;&lt;br /&gt;
-&amp;nbsp;aparecimento de hematomas sem motivo;&lt;br /&gt;
- sangramentos freqüentes (por nariz, anus, vias urinárias)&lt;br /&gt;
- dor localizada persistente;&lt;br /&gt;
- coxeadura (mancar) sem razão aparente;&lt;br /&gt;
- febres sem explicação;&lt;br /&gt;
- aumento de volume abdominal&lt;br /&gt;
- dor abdominal prolongada&lt;br /&gt;
- dores de cabeça freqüentes, muitas vezes acompanhada por vômitos;&lt;br /&gt;
- mudanças nos olhos ou na visão;&lt;br /&gt;
- perda de peso rápida e excessiva.&lt;br /&gt;
- virilização em meninas ou puberdade precoce&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;O câncer infantil pode ser tratado com cirurgia, radioterapia e quimioterapia ou pela combinação de duas ou mais dessas terapias. Apesar das exceções, o câncer infantil costuma responder bem à quimioterapia, porque tem crescimento rápido. É importante que o tratamento seja feito em centros especializados, porque tanto a criança com câncer quanto sua família tem necessidades especiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Centros especializados, como o do Hospital do Câncer A. C.Camargo, contam com oncopediatras, especialistas em cirurgia e radioterapia, enfermeiras treinadas para lidar com crianças. Essas equipes incluem ainda psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas e pessoal especializado em cuidados paliativos e no acompanhamento da criança após o tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As taxas de sobrevida após 5 anos pós o diagnóstico variam de acordo com o tipo de câncer da criança, mas no total estão em torno de 80%. Os pacientes com leucemias linfocíticas têm índices próximos de 80%. Portadores de tumor de Wilms e linfoma de Hodgkin têm chance de cura entre 80/90%, e os linfomas não Hodgkin também têm prognóstico favorável, mesmo em doenças avançadas. Os portadores de neuroblastoma avançado e leucemia mielóide têm chances bem mais escassas. Os tumores de sistema nervoso central são múltiplos, e o prognóstico depende muito do tipo e estádio do tumor. Os sarcomas também têm apresentações variadas e diversos subtipos, com prognósticos bastante favoráveis para alguns deles, em função do subtipo e do se grau de extensão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A taxa de sobrevida após 5 anos do diagnóstico se refere à porcentagem de pacientes que vivem pelo menos 5 anos. Muitos vivem bem mais que isso. Sobreviventes de câncer infantil podem ficar com seqüelas do tratamento, que incluem comprometimento do funcionamento de alguns órgãos, aparecimento de novos tumores anos depois da terapia e problemas no desempenho de tarefas mentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/4229426671128838227/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-infantil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/4229426671128838227'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/4229426671128838227'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-infantil.html' title='Câncer Infantil'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-5531152549681497860</id><published>2011-06-02T13:28:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.811-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer de Estômago</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que é&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estômago é um dos vários órgãos do abdome onde o câncer pode se desenvolver. Ele é o órgão da digestão. Depois de mastigada e engolida, a comida passa por um tubo, o esôfago, e cai no estômago, um órgão em forma de saco onde os alimentos são misturados aos sucos gástricos para dar início à digestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estômago tem cinco camadas e isso é importante porque à medida que o câncer penetra mais profundamente nelas, o prognóstico do paciente fica pior. De dentro para fora, temos primeiro a mucosa, a camada mais interna, onde são produzidos o ácido hidroclorídrico e os sucos gástricos. A camada seguinte é a submucosa, um tecido de sustentação. Ela é envolta pela muscular, camada de músculos que movem e misturam os conteúdos estomacais. As duas seguintes são a subserosa e a serosa (a mais externa), que funciona como um envoltório do estômago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipos de câncer&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na maioria das vezes, o câncer de estômago tem início na mucosa e, provavelmente, cresce lentamente ao longo dos anos. Antes que o câncer se instale, ocorrem mudanças no revestimento interno do estômago, que raramente produzem sintomas e costumam passar despercebidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O câncer de estômago (ou câncer gástrico) pode se espalhar de várias maneiras, crescendo e invadindo as paredes estomacais e, mais tarde, atingindo órgãos próximos. Ele também pode se espalhar para os gânglios linfáticos e deles para o sistema linfático. Em estágios mais avançados, as células cancerosas podem passar para a corrente sanguínea e produzir metástases (novos tumores) em órgãos como fígado, pulmões e ossos. Quando isso ocorre, as possibilidades de cura diminuem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos cânceres de estômago tem origem na mucosa e é chamado de adenocarcinoma, e o termo &quot;câncer de estômago&quot; é praticamente sinônimo desse tipo de câncer. Linfomas gástricos, leiomiossarcomas, tumores estromais gástricos (Gist) e tumores carcinóides também ocorrem no estômago, mas são bem mais raros e não vão ser abordados nesta seção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O câncer de estômago é muito comum no Brasil e em algumas cidades, como Belém, Campinas e Fortaleza, ele chega a ser o câncer de maior incidência. Pelas estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), este ano devem surgir 23.200 novos casos de câncer de estômago no Brasil, 14.970 entre os homens e 8.230 entre as mulheres. Nos Estados Unidos, estão previstos 22.280 novos casos, lembrando que a população desse país é quase o dobro da nossa. Lá, até os anos 50, o câncer de estômago era a principal causa de mortes por câncer, mas a incidência caiu muito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo especialistas, isso se deve em parte ao uso de geladeiras, que substituíram formas tradicionais de preservar alimentos, como o salgamento e a defumação. Outro fator pode ser a disseminação do uso de antibióticos para tratar infecções infantis (que ocorreu também nos últimos 50 anos) e que podem matar uma bactéria chamada Helicobacter pylori, uma das principais causas da doença. No Brasil, acredita-se que 70% da população sejam portadores desse micro-organismo.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;O câncer de estômago raramente produz sintomas em seus estágios iniciais, o que dificulta seu diagnóstico precoce.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sinais e sintomas da doença incluem:&lt;br /&gt;
- azia ou queimação no estômago persistentes&lt;br /&gt;
- dor de estômago&lt;br /&gt;
- sensação constante de indigestão ou de estar com o estômago cheio após ingerir pequena quantidade de comida&lt;br /&gt;
- diarréia ou prisão de ventre&lt;br /&gt;
- inchaço do abdôme após as refeições&lt;br /&gt;
- perda de apetite&lt;br /&gt;
- náusea&lt;br /&gt;
- vômitos, com ou sem presença de sangue&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos desses sintomas podem ser causados por uma série de problemas que nada têm a ver com o câncer. Mas se eles não passam e são constantes, o ideal é procurar um médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exames&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o médico suspeitar de qualquer anormalidade depois de uma conversa com o paciente e de um exame físico completo, ele deverá pedir alguns exames para descartar ou comprovar suas suspeitas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Endoscopia: neste exame, um tubo fino e flexível, com luz na ponta, é introduzido pela garganta do paciente (que é sedado), permitindo que o médico observe o revestimento interno do esôfago, estômago e o trecho inicial do intestino delgado. O procedimento permite também que o médico retire amostras de eventuais lesões para análise ao microscópio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Radiografia de estômago: o paciente bebe um líquido contendo bário, que define o revestimento do esôfago, estômago e a porção inicial do intestino delgado e vários chapas de raio-X são feitas. Em alguns casos, o paciente engole cristais de bicarbonato de sódio, que produz ar no estômago,permitindo que mesmo anormalidades pequeninas sejam detectadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ultra-som: ele utiliza ondas sonoras para produzir imagens dos órgãos internos. Pode ser feito com introdução da sonda no estômago, através da boca, para mostrar até onde o câncer se espalhou no interior do estômago ou em órgãos próximos e gânglios linfáticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomografia computadorizada: São múltiplas imagens de raios-X, produzidas enquanto a máquina gira em torno do paciente, combinadas por computador, para produzir uma imagem detalhada de uma parte do organismo. Geralmente, depois que as primeiras imagens são feitas, um contraste radioativo é injetado no paciente para definir melhor as estruturas do corpo. Em seguida, nova série de tomadas é feita. O exame é mais demorado que o raio-X convencional e o paciente tem de ficar imóvel numa mesa por cerca de meia hora ou mais. No caso de câncer de estômago ela pode ser usada tanto para guiar o médico para fazer uma biópsia como para mostrar se o câncer se espalhou para outros órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomografia por emissão de posítrons (PET): Esse exame usa uma forma radioativa de glicose que é absorvida em grande quantidade pelas células cancerosas e é detectada por uma câmera especial. É muito útil quando o médico suspeita que o câncer já se espalhou, mas não sabe para quais órgãos. Ele pode ajudar também no estadiamento do câncer (isto é, a determinar em qual estágio se encontra a doença).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ressonância magnética (MRI): A ressonância usa ondas de rádio e ímãs fortes em vez de raios-X. A energia das ondas de rádio é absorvida e depois liberada num padrão dado pelo tipo de tecido do corpo e certas doenças. Um computador analisa os dados e os transforma em imagens detalhadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame dura cerca de uma hora e o paciente fica deitado dentro de um tubo - o que é incômodo para quem sofre de claustrofobia. Além disso, a máquina faz um ruído que irrita algumas pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Raio-X de tórax: é usado para ver se o câncer atingiu os pulmões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Laparoscopia: Um tubo flexível e fino é introduzido no abdôme do paciente por meio de uma incisão lateral, produzindo imagens do interior do organismo para uma tela de vídeo (monitor). O médico pode fazer este exame antes da cirurgia, para checar se todo o câncer pode ser removido e verificar pontos para onde o câncer pode ter se espalhado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exames de laboratório: podem incluir hemograma completo, para verificar a contagem de glóbulos vermelhos e ver se há anemia, e exame de sangue oculto nas fezes.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fatores de Risco e Prevenção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fator de risco é qualquer condição que aumente o risco de uma pessoa desenvolver determinada doença. Alguns desses fatores podem ser controlados ou evitados, como hábito de fumar, por exemplo. Outros, como a idade e histórico familiar, não. Estar exposto a um fator de risco, porém, não significa que uma pessoa vai, necessariamente, ter uma doença, mas que suas chances e risco são maiores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cientistas descobriram vários fatores que aumentam o risco de uma pessoa ter câncer de estômago. Os principais são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infecção por H. pylori: Para muitos especialistas, a infecção causada pela bactéria Helicobacter pylori pode ser a principal causa do câncer de estômago. No longo prazo, essa infecção pode provocar inflamação (gastrite) e danos às células da mucosa estomacal, uma possível transformação pré-cancerosa. A H. pylori também está associada ao aparecimento de alguns tipos de linfomas gástricos. Mas a maioria dos portadores dessa bactéria nunca desenvolve câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação: dietas ricas em alimentos defumados, peixes e carnes salgadas e vegetais em conserva estão associadas a maior risco de câncer de estômago. Por outro lado, dietas ricas em cereais integrais, frutas e legumes ricos em vitaminas A e C parecem reduzir o risco de surgimento da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fumo e álcool: o cigarro dobra o risco de aparecimento de câncer de estômago. Alguns estudos associam o consumo de bebidas alcoólicas ao câncer de estômago, mas não há comprovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obesidade: excesso de peso está associado a vários tipos de câncer, inclusive o de estômago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cirurgia prévia de estômago: câncer de estômago é mais comum em pessoas que tiveram parte do estômago removida para tratar outras doenças, como úlceras, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anemia perniciosa: o estômago das pessoas que sofrem desta doença não produz uma proteína em quantidade suficiente para o organismo absorver a vitamina B12 dos alimentos. Isso leva à anemoa (baixa quantidade de glóbulos vermelhos). Portadores de anemia perniciosa correm risco levemente maior de desenvolver câncer de estômago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doença de Menetrier: é um tipo raro de gastrite, em que as paredes do estômago formam pregas volumosas, glândulas grandes e quistos. Uma parcela considerável dos doentes (cerca de 10%) desenvolve câncer de estômago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gênero: o câncer de estômago é duas vezes mais comum em homens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Etnias: Asiáticos e seus descendentes parecem mais propensos a desenvolver a doença. Afrodescendentes e latinos também apresentam maior incidência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Idade: a incidência da doença é maior após os 50 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sangue tipo A: não se sabe ao certo por que, mas pessoas com sangue tipo A correm maior risco de ter câncer de estômago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico familiar: pessoas com vários parentes próximos que tiveram câncer de estômago têm mais probabilidades de desenvolver a doença. Certas famílias são portadoras de uma mutação genética que aumenta bastante o risco de seus membros terem câncer colorretal e um risco levemente maior para câncer de estômago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pólipos estomacais: pólipos são pequenas massas de células, semelhantes a cogumelos, que se formam no revestimento do estômago. A maioria não representa maior chance de aparecimento de câncer, mas um tipo, os pólipos adenomatosos, às vezes podem se transformar em células anormais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geografia: o câncer de estômago é mais comum no Japão e China, América Latina, Sul da Europa e Leste europeu. A incidência da doença é menor na América do Norte, África e Sudeste asiático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vírus Epstein-Barr: é o vírus da mononucleose infecciosa, que é encontrado no câncer de estômago de alguns pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora muitos fatores estejam associados ao câncer de estômago, não se sabe ao certo como eles atuam na transformação das células do estômago. Cientistas pesquisam por que certas alterações ocorrem na mucosa estomacal e qual o papel exato da H. pylori nesse processo. Outro foco dos estudos procura entender como certas mutações genéticas fazem com que células normais do estômago passem a se proliferar e se transformam em células de câncer. A maioria dessas mutações não é hereditária, mas ocorre ao longo da vida da pessoa. São poucos os casos de câncer de estômago com fator hereditário envolvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Prevenção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação: O uso da refrigeração na conservação dos alimentos e o menor consumo de defumados, peixes e carnes salgados e vegetais em conserva (como pickles) ajudaram bastante a reduzir a incidência de câncer de estômago nos últimos 60 anos. Uma dieta rica em fibras, com cereais integrais, frutas, legumes e verduras frescas, também podem reduzir as chances de aparecimento da doença. A recomendação é de pelo menos 5 porções diárias de verduras, legumes e frutas, pouca carne vermelha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cigarros e bebidas: Ambos aumentam o risco de câncer de estômago e a recomendação dos médicos é para que os fumantes procurem um serviço especializado para deixar o cigarro. O consumo de bebidas alcoólicas também deve ser limitado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infecção por H. pylori: ainda não está claro se portadores de infecções crônicas por H. pylori devem fazer tratamento para evitar o aparecimento de câncer de estômago. Estudos iniciais indicam que pacientes tratados com antibióticos para combater a H. pylori reduzem o risco de surgimento de câncer. Existem várias maneiras de testar se uma pessoa tem ou não a H. pylori. Um deles é um simples exame de sangue, que busca anticorpos para a doença. O outro, a endoscopia, que procura por lesões no estômago (úlceras) provocadas pela bactéria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aspirina e outros remédios: o uso de medicamentos à base de ácido acetil salicílico (AAS) pode reduzir o risco de câncer de estômago e colorretal. Mas algumas pessoas não toleram o AAS, que nelas causa sangramento. Os especialistas consideram a redução do risco de câncer de estômago como um benefício a mais para pacientes que tomam aspirina regularmente por ordens médicas, por exemplo, para a artrite. Não há recomendação para que pessoas saudáveis tomem aspirina para evitar o câncer de estômago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;A escolha do tratamento para câncer de estômago depende de uma série de fatores, entre eles o estágio da doença, idade do paciente, suas condições gerais de saúde e seus desejos pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As opções para o câncer de estômago são basicamente: cirurgia, quimioterapia e radioterapia, mas muitas vezes duas ou as três abordagens são usadas. A recuperação do paciente é o objetivo da equipe que atende o paciente, mas é importante que o paciente saiba se a meta é a cura ou o alívio dos sintomas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cirurgia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dependendo do tipo e estágio do câncer, a cirurgia pode ser usada para remover o câncer e a parte do estômago onde está localizado, tentando preservar o máximo possível do órgão. A cirurgia é a única maneira de curar o câncer de estômago e é a opção para pacientes com estágios 0, I, II ou III. Mesmo se não houver possibilidade de remoção de todo o câncer (porque já se espalhou bastante), a cirurgia é necessária para evitar hemorragias provocadas pelo tumor ou impedir que ele bloqueie o órgão. É a chamada cirurgia paliativa, que alivia ou previne sintomas, mas não cura a doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há três tipos principais de cirurgia para câncer de estômago:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ressecção endoscópica: ressecção é a remoção cirúrgica do tumor ou de parte do órgão onde se instalou. Neste método, o tumor é retirado por endoscopia. O procedimento só pode ser utilizado em cânceres de estômago em estágio iniciais, quando o risco de a doença atingir gânglios linfáticos é bem baixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gastrectomia parcial ou subtotal: é a abordagem usada quando o câncer está na parte mais baixa do estômago, próxima ao intestino, e consiste na remoção de parte do estômago e, muitas vezes, de parte do intestino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gastrectomia total: é o procedimento cirúrgico usado quando o câncer está no meio ou na parte superior do estômago e consiste na remoção completa do órgão. O médico, então, utiliza uma parte do intestino para construir um novo ?estômago?, pequeno. Isso significa que o paciente só poderá comer pouco de cada vez ? mais ou menos como as pessoas que grampeiam o estômago para emagrecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a cirurgia for feita para curar o câncer, os gânglios linfáticos e parte do tecido gorduroso (omento) ao redor do estômago são removidos também. E se o câncer atingiu o baço, esse órgão também é removido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gastrectomias são cirurgias complexas e extensas, que podem ter conseqüências sérias, incluindo hemorragias, formação de coágulos e danos, durante a cirurgia, para órgãos próximos, como pâncreas e vesícula. Raramente, as novas conexões entre as extremidades do estômago e do esôfago, ou do estômago e do intestino delgado, se rompem. Essas ocorrências, que podem ser fatais, são bem mais raras hoje em dia e apenas 1% a 2% dos pacientes morrem após esta cirurgia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a recuperação, outras complicações podem ocorrer. Entre elas, azia, dor abdominal, especialmente depois de comer, e deficiências de certas vitaminas. Se parte considerável do estômago é retirada, o paciente terá de tomar suplemento de vitamina B12 injetável, que será absorvida exclusivamente nesse órgão. Além disso, a dieta do paciente muda radicalmente, já que ele passa a comer porções menores de cada vez e com mais freqüência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quimioterapia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o uso de medicamentos, administrados por via oral ou injetados, que caem na corrente sanguínea e se espalham por todo o organismo. É usada para matar células cancerosas em todo o corpo e, por isso, muito útil quando o câncer se espalha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser, assim, o principal tratamento nos casos em que o câncer de estômago atingiu órgãos distantes e vem sendo estudada como opção após a cirurgia, já que ajuda a aliviar alguns sintomas em alguns pacientes, especialmente aqueles em que a doença atingiu outros órgãos. Há evidências também de que a quimio combinada com radioterapia pode retardar a recidiva (volta) do câncer e prolongar a vida dos pacientes com a forma avançada da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A quimioterapia mata as células cancerosas, mas também atinge as células normais, o que produz uma série de efeitos colaterais, entre eles:&lt;br /&gt;
- Perda de apetite;&lt;br /&gt;
- Perda temporária dos cabelos;&lt;br /&gt;
- Aparecimento de lesões na boca;&lt;br /&gt;
- Diarréia;&lt;br /&gt;
- Maior suscetibilidade a infecções, por causa da redução no número de glóbulos brancos;&lt;br /&gt;
- Aparecimento de hematomas após pancadas leves ou de sangramentos em cortes pequenos por causa da queda na quantidade de plaquetas no sangue;&lt;br /&gt;
- Cansaço ou falta de fôlego, causado pela diminuição no número de glóbulos vermelhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Radioterapia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o tratamento com raios de alta energia usado para tratar câncer localizado, tanto para reduzir um tumor antes da cirurgia como para eliminar eventuais células cancerosas após a cirurgia. Após a cirurgia, a radiação pode matar pequenas áreas cancerosas que não foram vistas. Além disso, pode ser empregada para aliviar alguns sintomas de câncer de estômago (em estágio avançado) como sangramentos, problemas com alimentação ou dor. Os efeitos colaterais incluem cansaço, náusea, vômitos e diarréia, mas geralmente desaparecem algumas semanas após a interrupção do tratamento. A radioterapia potencializa os efeitos colaterais da quimioterapia. Alguns medicamentos, porém, podem aliviar esses sintomas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estadiamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estadiamento é o processo que avalia o quanto o câncer se espalhou e é fundamental para a escolha de tratamento e para o prognóstico de cada paciente. Ele usa dados dos testes clínicos e do tecido removido na cirurgia e posteriormente é analisado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do câncer de estômago, o sistema mais usado é o TNM - onde T indica características do tumor (o quanto cresceu no estômago e órgãos próximos), N diz respeito à doença ter atingido ou não os gânglios linfáticos (nódulos do sistema imunológico que contêm células que combatem infecções e o câncer) e M indica metástase (o alastramento da doença para órgãos distantes).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois que o estádio T, N e M do câncer de estômago são determinados, essa informação é combinada e expressa em estágios indicados por algarismos romanos (de zero a IV).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sobrevida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O índice de sobrevida após 5 anos indica a porcentagem de pacientes que vivem pelo menos 5 anos após o tratamento. Muitos pacientes vivem mais tempo, mas esse índice fornece uma base para discussão do prognóstico de cada paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sobrevida será pior para os pacientes com tumores mais avançados. No estágio zero chega a ser maior que 95% e no estágio IV é menor que 15%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/5531152549681497860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-estomago.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/5531152549681497860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/5531152549681497860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-estomago.html' title='Câncer de Estômago'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-4356870010652596279</id><published>2011-06-02T13:26:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.811-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer de Esôfago</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O esôfago&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O esôfago é um tubo muscular que leva o alimento e líquidos da boca para o estômago. O esôfago normal de um adulto tem entre 23 e 25 cm de comprimento e entre 2 e 3 cm de largura. A parede do esôfago tem várias camadas e, geralmente, o câncer desse órgão começa na mais interna e cresce em direção a mais externa. A camada que reveste o interior do esôfago é chamada de mucosa e tem duas partes, o epitélio e a lâmina própria. O epitélio é formado por células chatas e finas, chamadas células escamosas. A lâmina própria é uma fina camada de tecido conectivo que fica logo abaixo do epitélio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A camada seguinte é a submucosa, que em algumas partes do esôfago contém glândulas secretoras de muco. Abaixo dela, está uma camada grossa de músculos, chamada muscularis propria. É ela que se contrai coordenada e ritmadamente para empurrar a comida ao longo do esôfago da garganta para o estômago. A camada mais externa é composta por tecido conectivo e é chamada de adventitia ou adventícia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A parte de cima do órgão tem uma área muscular bem no seu início que relaxa para abrir o esôfago quando ele detecta a presença de líquido ou alimento seguindo em sua direção. É o esfíncter esofágico superior. A parte inferior, onde ele se conecta ao estômago, é chamada de junção gastroesofágica ou junção GE. Ela também possui uma área muscular especial, denominada esfíncter esofágico inferior, que controla o movimento do alimento do esôfago para o estômago e impede que os sucos gástricos e enzimas digestivas penetrem no esôfago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tipos de câncer&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há dois tipos principais de câncer de esôfago, o carcinoma epidermóide escamoso ou espinocelular (CEC) e o adenocarcinoma. Como todo o esôfago é normalmente revestido por células escamosas, o carcinoma epidermóide ou espinocelular pode ocorrer em qualquer ponto ao longo do órgão. Em décadas anteriores o CEC representava cerca de 96% dos casos de câncer de esôfago no Brasil e no mundo. Mais recentemente o quadro tem se modificado com o aumento do número de adenocarcinomas, chegando a representar cerca de 50% do total em alguns paises ocidentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os adenocarcinomas têm origem no tecido glandular e tem crescido em frequência. Antes de o adenocarcinoma se desenvolver, as células glandulares precisam substituir as escamosas, como ocorre no esôfago de Barrett. Acomete na maioria das vezes a parte inferior do esôfago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, o câncer de esôfago está entre os dez mais incidentes segundo dados obtidos dos Registros de Base Populacional (Ministério da Saúde 2005). Espera-se ocorrer cerca de 10.590 casos novos deste tumor, e a estimativa por 100.000 habitantes é de 8,14 para homens e 2,45 para mulheres, observando-se maior freqüência na região sul, com previsão de até 22,57 casos novos por 100.000 habitantes (Ministério da Saúde 2005). Esses dados colocam o câncer de esôfago como um dos mais letais e de pior prognóstico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Na consulta, o médico irá fazer uma série de perguntas sobre a história do paciente para checar sintomas e fatores de risco. O exame físico fornece informações sobre sinais do câncer de esôfago e outras doenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esofagografia com bário: os cânceres de esôfago crescem da parede do órgão para a abertura interna. O contraste com bário pode mostrar irregularidades na superfície normalmente lisa da parede esofágica. A forma líquida do bário é usada para revestir a parede do esôfago antes que o raio-X seja feito. Esofagografia com bário é o primeiro teste diagnóstico feito em pessoas com dificuldades para engolir e pode identificar os cânceres avançados ou em estágio inicial. Nas chapas, os cânceres em estágio inicial aparecem como pequenas protuberâncias arredondadas ou como uma área achatada mais elevada, chamada placa. Nessas áreas, o bário se concentra de forma irregular. Cânceres avançados aparecem como grandes áreas irregulares que causam estreitamente do esôfago. A esofagografia com bário, porém, não pode mostrar o quanto o câncer avançou para fora do esôfago. O contraste de bário também pode ser usado para diagnosticar uma das mais sérias complicações do câncer de esôfago, a fístula traqueoesofágica, que ocorre quando o tumor destrói o tecido entre o esôfago e a traquéia, criando um orifício que conecta os dois órgãos, um do sistema digestivo, outro do respiratório. Isso provoca tosse e engasgos e pode ser solucionado com cirurgia ou endoscopia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Endoscopia digestiva alta: é o procedimento que envolve o uso de endoscópio, um tubo flexível com luz e câmera na ponta, que é introduzido pela boca do paciente sedado até o esôfago e estômago, permitindo que o médico observe o interior desses órgãos. A endoscopia também permite a retirada de uma amostra para posterior análise microscópica (biópsia), que determina se o tecido é mesmo canceroso e de que tipo de câncer se trata: adenocarcinoma ou carcinoma epidermóide. Se o tumor está bloqueando a entrada (chamada lume) do esôfago, ela pode ser alargada durante o procedimento. A endoscopia também fornece informação sobre o tamanho e a disseminação do tumor e se ele pode ou não ser completamente removido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomografia computadorizada: São múltiplas imagens de raios-X, produzidas enquanto a máquina gira em torno do paciente, combinadas por computador, para produzir uma imagem detalhada de uma parte do organismo. Geralmente, depois que as primeiras imagens são feitas, um contraste é injetado no paciente para definir melhor as estruturas do corpo. Em seguida, nova série de tomadas é feita. O exame é mais demorado que o raio-X convencional e o paciente tem de ficar imóvel numa mesa por cerca de meia hora ou mais. A tomografia mostra o esôfago claramente e confirma sua localização. Além disso, permite visualizar os órgãos próximos, os nódulos linfáticos (estruturas do tamanho de um feijão que reúnem células do sistema imunológico e ajudam a combater infecções) e ver se o câncer atingiu órgãos distantes. A tomografia ajuda a determinar também se a cirurgia é ou não a melhor opção de tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ecoendoscopia ou ultrassonografia endoscópica: segundo alguns estudos recentes, esse exame pode até ser mais preciso que a tomografia e a endoscopia para determinar o tamanho e o estádio do câncer de esôfago, isto é, o quanto ele se espalhou para os tecidos próximos. Um endoscópio com uma pequena sonda de ultrassom na ponta envia ondas sonoras que penetram nos tecidos e voltam para a sonda, onde são captadas e transformadas em imagens. A ecoendoscopia ajuda a determinar quanto do tecido próximo ao esôfago (incluindo gânglios linfáticos) foi afetado pelo câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Broncoscopia: o procedimento é semelhante à endoscopia digestiva, mas aqui o médico observa a traquéia e os brônquios, para verificar se o câncer atingiu esses órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomografia por emissão de pósitrons (PET): Esse exame usa uma forma radioativa de glicose que é absorvida em grande quantidade pelas células cancerosas e é detectada por uma câmera especial. É muito útil quando o médico suspeita que o câncer se espalhou, e, pode ajudar também no estadiamento do câncer (isto é, a determinar em qual estádio se encontra a doença). É um dos exames mais modernos para detecção e estadiamento de tumores e suas metástases. Disponíveis em poucos centros especializados no Brasil e no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toracoscopia e laparoscopia: esses procedimentos permitem que o médico visualize os nódulos linfáticos e outros órgãos próximos ao esôfago no interior do peito (toracoscopia) ou abdome (laparoscopia) através de um tubo com luz e câmera na ponta. O especialista pode introduzir instrumentos por esse tubo e remover nódulos linfáticos e amostras de tecido para biópsia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Biópsia: durante a endoscopia ou outro procedimento, o médico vai remover uma amostra de tecido que será examinada por um patologista. Cabe a ele determinar se o tecido contém ou não células cancerosas e, em caso positivo, de que tipo de câncer se trata.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fatores de Risco e Prevenção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um fator de risco é qualquer condição que aumente as chances de uma pessoa ter uma determinada doença. Diferentes cânceres têm diferentes fatores de risco. Exposição prolongada ao sol sem filtro solar, por exemplo, aumenta o risco de câncer de pele. Fumar aumenta o risco de câncer pulmão, cólon e vários outros. Cientistas determinaram vários fatores de risco para o câncer de esôfago, alguns para o carcinoma epidermóide outros para o adenocarcinoma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Idade: A incidência de câncer de esôfago aumenta com a idade. Praticamente metade dos doentes tem mais de 70 anos e 75% do total está na faixa dos 55 aos 85 anos. A probabilidade de a doença atingir pessoas com menos de 40 anos é de 1 em 100.000.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sexo: homens têm risco 3 vezes maior de ter câncer de esôfago que as mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Etnia: Nos EUA, afrodescendentes têm 50% mais de risco de desenvolver câncer de esôfago do que a população branca. A maioria dos afro-americanos desenvolve a forma epidermóide, enquanto os adenocarcinomas são mais comuns entre os brancos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doença do refluxo gastroesofágico (DRGE): O estômago contém ácidos e enzimas digestivas fortes produzidas pelas células do seu próprio epitélio, além da presença de bile proveniente do duodeno. Em algumas pessoas, porém, o conteúdo gástrico ácido e/ou biliar (duodenal) escapa do estômago e entra no esôfago, produzindo a chamada doença do refluxo gastroesofágico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em muitos casos, a doença do refluxo causa sintomas como azia ou uma sensação de queimação que irradia do meio do peito, enquanto em outros, pode não causar sintomas. Se o refluxo continua por muito tempo, o ácido e/ou a bile podem danificar o revestimento da parte inferior do esôfago, fazendo com que células glandulares anormais substituam as células escamosas que normalmente revestem o esôfago. Essas células glandulares se assemelham às do estômago e são mais resistentes aos sucos gástricos. Essa condição é chamada de esôfago de Barrett e aumenta enormemente (entre 30 e 100 vezes) o risco de uma pessoa desenvolver câncer de esôfago. Com ou sem diagnóstico de esôfago de Barrett, a doença do refluxo gastroesofágico também aumenta o risco de adenocarcinoma do esôfago. Uma pesquisa recente realizada nos EUA mostrou que 44% dos americanos sofrem de azia pelo menos uma vez por mês e cerca de 30% dos casos de câncer de esôfago estão associados a RGE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esôfago de Barrett: essa condição é associada ao refluxo de longo prazo de fluidos do estômago e do duodeno na parte inferior do esôfago. O esôfago de Barrett é associado ao adenocarcinoma porque as células anormais do esôfago de Barrett podem progredir para se tornar displasia, uma condição pré-cancerosa. A displasia é caracterizada por graus, sendo a displasia de alto grau, ou nível, a mais anormal. Pessoas com esôfago de Barrett correm risco de cerca de 50 vezes maior de desenvolver câncer de esôfago do que a população normal. Embora o risco exato não seja conhecido, pesquisadores estimam que seja apenas de 1 em 200 por ano. Esses pacientes, portanto, precisam ser acompanhados atentamente por seus médicos. É importante lembrar que a maioria das pessoas que sofrem de esôfago de Barrett não desenvolve câncer de esôfago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fumo: O consumo de tabaco, sob a forma de cigarros, charutos, cachimbos e fumo mascado, é um dos principais fatores de risco para o câncer de esôfago. Quanto mais tempo a pessoa fuma, maior o risco. O risco para adenocarcinoma de esôfago dobra para quem fuma um maço de cigarros por dia. Mais da metade dos carcinomas epidermóides de esôfago estão associados ao fumo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álcool: O consumo prolongado e intenso de bebidas alcoólicas é um importante fator de risco para o câncer de esôfago, especialmente o epidermóide. Quando associado ao fumo, o álcool tem efeito potencializador para o desenvolvimento de câncer de esôfago e outros tumores aero-digestivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obesidade: Excesso de peso e obesidade são fatores de risco comprovados, particularmente para o adenocarcinoma de esôfago. O risco de morte por câncer de esôfago é maior em homens obesos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação: Uma dieta pobre em frutas e vegetais e insuficiente em certos minerais e vitaminas (particularmente vitaminas A, C e riboflavina ou vitamina B2) podem aumentar o risco de câncer de esôfago. Comer demais, o que leva à obesidade, aumenta o risco de adenocarcinoma. Certas substâncias presentes na dieta podem explicar a alta incidência da doença em determinadas partes do mundo. Cerca de 15% dos casos de câncer de esôfago estão associados a uma dieta pobre em frutas e vegetais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Líquidos muito quentes: a ingestão de bebidas muito quentes (chá, café, chimarrão) pode aumentar o risco de carcinoma epidermóide.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exposição ocupacional: a exposição a solventes usados na lavagem a seco pode aumentar bastante o risco de câncer de esôfago. Trabalhadores de lavanderias a seco têm maior incidência da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ingestão de soda cáustica ou lixívia: a soda ou lixívia é um produto químico usado para limpeza industrial e doméstica. É um agente corrosivo, isto é, que pode queimar e destruir células. Crianças que acidentalmente ingerem produtos de limpeza têm risco maior de desenvolver câncer de esôfago quando adultas, em média, 40 anos após a ingestão dessas substâncias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acalásia ou acalasia: nesta doença, o esfíncter inferior do esôfago não relaxa adequadamente para permitir que alimentos e líquidos passem para o estômago. A causa da doença é provavelmente um defeito nas células nervosas na região inferior do esôfago, que impede o relaxamento do esfíncter e, assim, dificulta a deglutição (o ato de engolir). O esôfago acima do esfíncter se dilata e passa a reter a comida. Não se sabe ao certo por que a acalásia é um fator de risco, mas cerca de 6% dos pacientes desenvolvem carcinoma epidermóide de esôfago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tilose: é uma doença hereditária rara que provoca o crescimento excessivo da camada superior da pele nas palmas das mãos e solas dos pés. Acredita-se que uma mutação no cromossomo 17 seja responsável pela tilose, bem como pelo maior risco de câncer de esôfago. Portadores da doença têm alto risco de desenvolver carcinoma epidermóide e exigem acompanhamento precoce e regular, por um especialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rede esofágica ou síndrome de Plummer-Vinson ou síndrome de Paterson-Kelly: são protuberâncias anormais de tecido que crescem para dentro do esôfago e podem interferir na deglutição. Essas síndromes estão associadas também à anemia, anomalias da língua, unhas, baço e outros órgãos. Um em cada 10 pacientes desenvolve carcinoma epidermóide de esôfago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Detecção precoce para grupos de risco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não existem testes de detecção precoce ou screening que sirvam para a população em geral, mas pessoas com alto risco de desenvolver câncer de esôfago, como portadores de esôfago de Barrett, tabagistas, etilistas e antecedentes de tumores aero-digestivos, cujos fatores de risco são os mesmos, devem ser acompanhados mais atentamente para garantir que qualquer alteração seja detectada precocemente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas pertencentes aos grupos de alto risco devem ser submetidas à endoscopia (exame em que um endoscópio, um tubo flexível com luz na ponta é introduzido no esôfago para observá-lo) e à biópsias regularmente. Em especial, nos casos de Barrett quando há displasia (aparecimento de células pré-cancerosas), as endoscopias e biópsias devem se tornar mais freqüentes, pelo menos uma vez por ano. Se a displasia é de alto grau (isto é, se as células parecem bastante anormais), há motivo de preocupação. Muitos, mas nem todos, médicos recomendam cirurgia para remoção da área com esôfago de Barrett, a não ser que o estado de saúde do paciente esteja comprometido e ele não pareça capaz de resistir ao procedimento. A cirurgia é recomendada por causa do alto risco de já existir adenocarcinoma (embora não tenha sido detectado) ou de ele se desenvolver em alguns anos. O prognóstico para esses pacientes é relativamente bom. Essa estratégia de monitoramento pode detectar o câncer precocemente e aumentar as chances de sucesso do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sinais e sintomas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na maioria das vezes, o câncer de esôfago é descoberto por causa dos sintomas que produz. O diagnóstico em pacientes assintomáticos é raro e geralmente acontece por acaso, quando o paciente faz exames por outros problemas médicos. Infelizmente, a maior parte dos cânceres de esôfago só causa sintomas se estiverem avançados, quando a cura é menos provável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Disfagia: o sintoma mais comum do câncer de esôfago é a dificuldade para engolir ou disfagia, com a sensação de que a comida está entalada na garganta ou no peito. Freqüentemente, nos casos de câncer, a abertura do esôfago é reduzida pela metade. Assim, a disfagia costuma ser um sintoma tardio, que surge quando o câncer já é grande e tem poucas chances de ser curado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a deglutição se torna difícil, as pessoas mudam seus hábitos alimentares sem perceber. Pão e carne, por exemplo, costumam ?entalar?. Passam a mastigar mais os alimentos e passam a ingerir comidas pastosas, mais molinhas, que passam pelo esôfago mais facilmente. Algumas pessoas adoram uma dieta pastosa ou líquida. Com o tempo, nem líquidos passam pelo esôfago. Na tentativa de ajudar os alimentos a passar pelo esôfago, o organismo produz mais saliva e alguns pacientes se queixam do excesso de muco e saliva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dor: Em casos raros, pacientes podem sentir dor no peito ou desconforto, sob a forma de pressão ou queimação. Mas, como esses sintomas são associados a uma azia, geralmente passam despercebidos. A deglutição dolorosa é sintoma de um tumor grande que bloqueia a abertura do esôfago. A dor pode se manifestar alguns segundos após a deglutição, quando o alimento ou líquido alcança o tumor e não consegue passar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perda de peso: Cerca de metade dos pacientes com câncer de esôfago se queixam de perda de peso, provocada pelo fato de não conseguirem engolir alimentos e nutrientes suficientes para manter seu peso. No início da doença, isso pode passar despercebido. O câncer também pode provocar perda de apetite e afetar o metabolismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros sintomas: Rouquidão, soluços, pneumonia e altos níveis de cálcio no sangue geralmente são sinais de câncer de esôfago avançado. Algumas vezes, o câncer sangra e se houver sangue suficiente, as fezes podem se tornar escuras, praticamente negras. Isso pode ocorrer com outros cânceres e com algumas doenças benignas e nem sempre indica câncer de esôfago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O médico deve ser consultado imediatamente por um especialista se o paciente apresentar qualquer um dos seguintes sintomas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Disfagia, a sensação de que a comida fica entalada na garganta ou no peito;&lt;br /&gt;
- Perda de peso significativa, sem dieta ou motivo aparente;&lt;br /&gt;
- Evitar alimentos sólidos por causa da dificuldade para engolir;&lt;br /&gt;
- Soluços e disfagia juntos.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Depois de diagnosticado e estadiado, a equipe médica irá discutir as opções de tratamento com o paciente, em que vão ser levados em consideração dois fatores, o estado geral de saúde do doente e o estádiamento do câncer. Geralmente, os médicos recomendam que o paciente procure um especialista em cirurgia de câncer de esôfago, que é uma forma de obter mais informações e de o paciente ficar mais seguro em relação ao tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As opções para o tratamento de câncer de esôfago incluem cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Outros procedimentos, como colocação de stent mecânico ou terapia fotodinâmica são usados como paliativos, isto é, recursos para aliviar sintomas, como a dor, mas que não se destinam a curar a doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Cirurgia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Dependendo do estádio do câncer, a cirurgia pode ser usada para remover o câncer e parte do tecido vizinho. Ela também pode ser combinada a outros tratamentos, como a quimioterapia e a radioterapia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A esofagectomia é o procedimento cirúrgico que envolve a remoção da parte do esôfago contendo o câncer, uma pequena porção do estômago e, na maioria dos casos, a criação de um &quot;novo esôfago&quot;, através de uma nova conexão entre a parte superior do que restou do esôfago com parte do estômago. Os gânglios linfáticos próximos também são retirados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A extensão da ressecção vai depender do estádio do tumor, sua localização e da experiência do cirurgião. Para tumores no terço distal do esôfago ou junção gastroesofágica, são removidas a parte do esôfago com o tumor mais 8 ou 10 cm acima e a parte superior ou, em alguns casos, o estômago. Dependendo da abordagem cirúrgica, o estômago pode ser conectado ao esôfago na altura do peito ou mesmo no pescoço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o tumor estiver na parte superior ou média do esôfago, a maior parte do órgão terá de ser removida. Neste caso o estômago será levado para cima e conectado ao esôfago na altura do pescoço. Se o estômago não puder ser utilizado, o cirurgião poderá substituir a parte removida do esôfago com parte do intestino delgado ou grosso, um procedimento minucioso, já que a irrigação sanguínea desses órgãos é delicada e precisa ser preservada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como em outros tumores a cirurgia do câncer de esôfago envolve a remoção extensa dos linfonodos (linfadenectomia) abdominais e torácicos (mediastinais), e em algumas situações, até os cervicais, para garantir um estadiamento completo e dar ao paciente a melhor chance de cura, desde que os pacientes tenham condições clínicas adequadas e o estadiamento do tumor não seja muito avançado (nessas situações a chance de cura é diminuída). Portanto, recomenda-se que a equipe seja habituada com esse tipo de cirurgia respeitando os critérios de radicalidade oncológica (relacionadas ao tratamento específico do câncer).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cirurgia radical (com ressecção completa do tumor e remoção dos linfonodos) é a modalidade terapêutica que dá melhores possibilidades de cura ao paciente, nos casos indicados. Infelizmente, a maioria dos cânceres de esôfago não é diagnosticada precocemente para que a cirurgia seja uma opção curativa. Assim, é importante que o paciente entenda qual o objetivo do tratamento, se é curar a doença ou aliviar os sintomas (paliação). Em muitas vezes pode ser associada com tratamentos complementares antes (neoadjuvantes) ou após (adjuvantes) o tratamento cirúrgico, como a radioterapia e a quimioterapia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Radioterapia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A radioterapia usa a radiação de alta energia para matar as células cancerosas e pode ser de fonte externa ou interna (braquiterapia). No caso dos tumores de esôfago, a mais usada é a radioterapia de fonte externa, que muitas vezes é o tratamento primário (principal) da doença, especialmente quando o estado de saúde do paciente impede a realização de cirurgia. Na opinião de alguns médicos, a radio combinada com a quimioterapia pode ser tão eficaz quanto a cirurgia em casos selecionados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após cirurgia, a radioterapia é usada para matar minúsculos depósitos de células cancerosas que não podem ser vistos nem removidos durante a cirurgia. Ela também pode ser usada para aliviar os sintomas do câncer de esôfago tais como dor, sangramentos, dificuldade para engolir e sintomas causados pelo câncer de esôfago quando há metástases.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sozinha, a radioterapia não cura o câncer de esôfago, mas é bastante eficaz no alívio da disfagia em pelo menos 70% dos pacientes, que têm um alívio temporário do problema. Na maioria das vezes, porém, a radioterapia é usada juntamente com a cirurgia e/ou quimioterapia. Combinada com a quimioterapia, a radioterapia pode ser curativa para alguns pacientes e oferecer alívio de sintomas e prolongar a vida de outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A braquiterapia pode ser útil para ajudar pacientes com dificuldades para engolir. Na braquiterapia, sementes radioativas são colocadas diretamente na área do tumor através de um endoscópio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os efeitos colaterais da radioterapia incluem problemas de pele, digestivos, diarréia e cansaço. O maior problema para os pacientes é ter dor ao engolir, já que a radioterapia mata as células normais do revestimento do esôfago, mas o problema desaparece com o fim do tratamento e a reposição natural dessas células. Radiação na região do tórax também pode provocar danos pulmonares e dificuldades respiratórias. Por isso é importante conversar com o médico antes e depois do tratamento sobre os meios de reduzir os efeitos colaterais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quimioterapia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A quimioterapia envolve o uso de drogas, injetadas por via endovenosa ou administradas por via oral, que caem na corrente sanguínea e atingem todas as áreas do corpo, tornando-a útil nos casos em que o câncer se espalhou para outros órgãos. Dependendo do tipo e estadiamento do câncer de esôfago, a quimioterapia pode ser administrada como tratamento primário (principal), antes (neoadjuvante) ou depois (adjuvante) da cirurgia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A quimioterapia não cura o câncer de esôfago a não ser combinada com a radioterapia e, em alguns casos, com a cirurgia. Há 3 situações em que a quimioterapia é usada:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terapia paliativa: o objetivo é controlar sintomas como a disfagia e a dor. Pode ser usada em combinação com outros tratamentos com o objetivo de curar a doença ou sozinha quando a cura não é possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quimioterapia neoadjuvante ou pré-operatória: o objetivo é reduzir o tumor e possivelmente permitir uma remoção cirúrgica mais completa do câncer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quimiorradioterapia:&amp;nbsp; juntas, quimioterapia e radioterapia, são capazes de encolher o tumor e às vezes são usadas antes da cirurgia para facilitar a operação. Muitos especialistas acreditam que a quimiorradioterapia aumenta as chances de cura, mas isso ainda não é consenso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A quimioterapia mata as células cancerosas, mas também atinge as células normais, o que pode produzir uma série de efeitos colaterais, entre eles:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Perda de apetite;&lt;br /&gt;
- Perda temporária dos cabelos;&lt;br /&gt;
- Aparecimento de lesões na boca;&lt;br /&gt;
- Diarréia;&lt;br /&gt;
- Maior suscetibilidade a infecções, por causa da redução no número;&lt;br /&gt;
- De glóbulos brancos;&lt;br /&gt;
- Aparecimento de hematomas após pancadas leves ou de sangramentos em cortes pequenos por causa da queda na quantidade de plaquetas no sangue;&lt;br /&gt;
- Cansaço ou falta de fôlego, causado pela diminuição no número de glóbulos vermelhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria dos efeitos desaparece com o fim do tratamento. Há medicamentos e estratégias para lidar com os efeitos colaterais e até evitá-los.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Terapia com laser e eletrocoagulação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Utiliza-se fontes diferentes de energia para destruir células tumorais. Normalmente utilizadas para abrir a passagem aos alimentos nos tumores que dificultam a deglutição, em tratamentos paliativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Próteses esofágicas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Utilizadas para dilatar e manter aberta a passagem de alimentos em tumores esofágicos que dificultam a deglutição de alimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras formas de terapia têm sido testadas em estudos clínicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estadiamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Estadiamento é o processo de determinar se e o quanto o câncer se espalhou. O tratamento e o prognóstico (as chances de sobrevivência) do paciente com câncer de esôfago dependem, em grande parte, do estadiamento. Esse processo combina as informações obtidas com os exames por imagem descritos acima e os resultados de biópsias e endoscopias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso do câncer de esôfago o sistema mais usado é o TNM - onde T indica características do tumor (o quanto o tumor cresceu no próprio esôfago e em órgãos vizinhos), N diz respeito à doença ter atingido ou não os gânglios linfáticos (nódulos do sistema imunológico que contêm células que combatem infecções e o câncer) e, M indica metástase à distância (o alastramento da doença para órgãos distantes).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estádios T&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tis: carcinoma in situ (o tumor está restrito ao epitélio, a camada mais interna do esôfago)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
T1: o tumor invadiu a lâmina própria (a segunda camada) ou a submucosa (a terceira) as células cancerosas atingem a camada seguinte à mucosa, chamada lamina própria ou submucosa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
T2: o tumor invadiu a muscularis propria (a quarta camada)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
T3: o tumor invadiu a adventícia (quinta camada, a mais externa)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
T4: o tumor invadiu as estruturas próximas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estádios N&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
N0: o câncer não atingiu gânglios linfáticos próximos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
N1: o câncer atingiu gânglios linfáticos próximos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estádios M&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
M0: não há metástase para órgãos distantes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
M1a: metástase para gânglios linfáticos distantes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
M1b: metástase para órgãos distantes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As informações sobre o tumor, os gânglios linfáticos e metástase são então combinadas para determinar o estádio da doença. Esses estádios vão de zero a 4 e são indicados por algarismos romanos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estádio 0 (Tis, N0, M0): é o estádio mais inicial, chamado carcinoma in situ, indicando que o câncer está restrito ao epitélio (a camada mais interna do esôfago) e não invadiu o tecido conectivo abaixo dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O câncer não atingiu os gânglios linfáticos nem outros órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estádio I (T1, N0, M0): o câncer de esôfago não está apenas no epitélio, mas alcançou também a lâmina própria ou a submucosa. O tumor não atingiu os gânglios linfáticos nem outros órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estádio II: há 2 subestádios, IIA e IIB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estádio IIA (T2 ou 3, N0, M0): o câncer invadiu a muscularis propria e pode ter alcançado a adventícia, o tecido conectivo que cobre o exterior do esôfago. O câncer não atingiu os gânglios linfáticos nem outros órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estádio IIB (T1 ou 2, N1, M0): o câncer pode ter invadido a lâmina própria, a submucosa e a muscularis propria, mas não a adventícia. No entanto, o tumor alcançou os gânglios linfáticos próximos ao esôfago, mas não se espalhou para órgãos distantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estádio III (T3, N1, M0; OU T4, N0 ou N1, M0): o câncer atingiu a adventícia e os gânglios linfáticos próximos OU se espalhou da adventícia para órgãos próximos como a traquéia e pode ou não ter atingido os gânglios linfáticos. O câncer não alcançou gânglios linfáticos ou órgãos distantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estádio IV: há 2 subestádios, IVA e IVB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estádio IVA (qualquer T, qualquer N, M1a): o câncer atingiu gânglios linfáticos distantes. Se o câncer de esôfago está na parte superior do peito, ele se espalhou para os nódulos linfáticos do pescoço. Se o câncer de esôfago está na parte inferior do esôfago, ele se espalhou para os nódulos linfáticos do abdôme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estádio IVB (qualquer T, qualquer N, M1b): o câncer se espalhou para nódulos linfáticos distantes ou para órgãos distantes, como fígado, ossos ou cérebro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só devem ser realizadas em centros de pesquisa especializados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sobrevida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A taxa de sobrevida após determinado período e, na maioria das vezes, diz respeito ao número de pacientes que sobrevivem pelo menos 5 anos após o diagnóstico. Essas taxas são usadas para produzir um padrão a partir do qual se pode discutir prognósticos e a melhor escolha do tratamento. Obviamente, com a implementação de novas terapias, aprimoramento das já existentes e com o diagnóstico cada vez mais precoce dos tumores, há uma tendência de resultados cada vez melhores em centros de grande experiência, em que as equipes são treinadas e direcionadas ao tratamento oncológico, levando a maiores chances de sobrevivência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/4356870010652596279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-esofago.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/4356870010652596279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/4356870010652596279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-esofago.html' title='Câncer de Esôfago'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-1817700493354894752</id><published>2011-06-02T13:24:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.811-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer de Endométrio</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O endométrio está localizado no interior do útero.&amp;nbsp;Essa camada interna denominada endométrio é composta&amp;nbsp;por células glandulares que frequentemente descamam,&amp;nbsp;resultando na menstruação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menstruação marca o período reprodutivo da mulher, iniciando na menarca e finalizando na menopausa, após o qual encontraremos o endométrio atrófico (mais sujeito a transformação neoplásica).&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Neoplasia de Endométrio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
É considerada a neoplasia ginecológica mais comum nos Estados Unidos, aproximadamente 39.000 casos novos foram diagnosticados em 2007 e são responsáveis por cerca de 7.400 óbitos. As mulheres têm um risco de 2,6 % de desenvolverem neoplasia de endométrio durante a vida, correspondendo a cerca de 6% de todas as neoplasias na mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil é a 5ª. neoplasia mais freqüente entre as mulheres e a 2ª. dentre as causas ginecológicas (dados do ministério da saúde de 1981 a 1985). Felizmente, a maioria dos diagnósticos é realizado no estágio inicial podendo ser alcançada a cura por meio de cirurgia adequada e tratamentos complementares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A taxa de sobrevida, em 5 anos, na neoplasia localizada é de 96%, regional 67% &amp;nbsp;e metastática 23%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há 2 tipos de neoplasia de endométrio com diferença na carcinogênese,&amp;nbsp;epidemiologia e fator prognóstico:&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- tipo 1 - carcinoma endometrial relacionada ao estrógeno, geralmente são neoplasias de baixo grau de malignidade, originadas de hiperplasia atípica. Os pacientes têm como fatores de risco: obesidade, nuliparidade, excesso de estrógeno exógeno ou endógeno, hipertensão arterial, diabetes.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- tipo 2 - geralmente não relacionado ao estímulo estrogênico e não originado de hiperplasia endometrial. São neoplasias de alto grau de malignidade e tipos histológicos desfavoráveis (seroso papilar e células claras) que atingem pacientes com idade mais avançada que as pacientes com neoplasia de endométrio tipo 1&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O diagnóstico da neoplasia de endométrio é histológico.&amp;nbsp;A amostra de tecido endometrial pode ser obtida por meio da curetagem ou histeroscopia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Tipos histológicos&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
- adenocarcinoma endometrioide&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- adenocarcinoma seroso papilar&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- carcinoma celulas claras&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- adenocarcinoma misto&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- adenocarcinoma mucinoso&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- carcinoma de células escamosas&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- carcinomas indiferenciados&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O principal sintoma é o sangramento uterino anormal, ocorrendo em aproximadamente 90% dos casos. Cerca de 5 a 20% das mulheres pós menopausa,&amp;nbsp;com sangramento uterino, apresentarão neoplasia de endométrio. Pacientes na pré ou peri menopausa com sangramento uterino anormal também deverão ser avaliadas para neoplasia de endométrio.&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Fatores de risco para neoplasia de endométrio&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
- Terapia estrogênica&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Estrógeno endógeno&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Anovulação crônica&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Uso de tamoxifeno&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Obesidade&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Hipertensão arterial&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Idade: geralmente ocorre em mulheres na pós-menopausa e 25 % dos casos são&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; diagnosticados em mulheres na pré-menopausa.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Prédisposiçao hereditária ou genética&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Famílias&amp;nbsp;&lt;strong&gt;hnpcc&amp;nbsp;(&lt;span&gt;hereditary nonpolyposis colorectal cancer):&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;chances de&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; desenvolver neoplasia extra colônica e, dentre as neoplasias, a mais comum é&amp;nbsp;a&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; neoplasia de endométrio.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Nuliparidade&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Menarca precoce, menopausa tardia.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Dieta - rica em fitoestrogêno&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Uso de álcool—está relacionado com nível elevado de estrógeno&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- Atividade física&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O tratamento inicial é cirúrgico, sendo feito um completo estadiamento.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
A cirurgia consta de histerectomia radical total associada a linfadenectomia pélvica e retroperitoneal, omentectomia, associado ao lavado peritoneal e biopsias de áreas peritoneal suspeita para neoplasia.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
É muito importante e fundamental a participação do patologista no momento operatório, pois indicará o local da neoplasia no útero e avaliará se há comprometimento cervical, o grau de infiltração da neoplasia no miométrio e o grau de diferenciação da neoplasia. Com essas informações obterá melhor avaliação da extensão da linfadenectomia.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Após a paciente ser devidamente estadiada pela cirurgia, avalia–se a necessidade&amp;nbsp;ou não de tratamento complementar, que poderá ser realizado com radioterapia e ou quimioterapia.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Baixo risco:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;pacientes com baixo risco encaixam-se nesses critérios:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- grau histológico 1 ou 2&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- neoplasia limitada ao endométrio (estágio 1) ou invasão de menos da metade do&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; miométrio (estágio 1b)&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Risco intermediário:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- neoplasia grau 1 ou 2, sendo que a neoplasia estende-se além da metade do miométrio&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;- n&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;eoplasia&amp;nbsp;grau 3 limitada ao endométrio (estágio 1 c) ou invadindo menos da metade do miométrio (estágio 1b)&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Alto risco:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- neoplasia&amp;nbsp;grau 3 com invasão de mais da metade do miométrio (estágio 1c, grau 3)&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;- estágio 2a ou mais, independentemente do grau&lt;br /&gt;
-&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp;pacientes com comprometimento linfovascular, envolvimento do segmento inferior do&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; útero, tipo histológico seroso papilar ou células claras tem um elevado risco para&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; doença metastatica e recorrência da doença&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/1817700493354894752/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-endometrio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/1817700493354894752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/1817700493354894752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-de-endometrio.html' title='Câncer de Endométrio'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-7033030935805165429</id><published>2011-06-02T13:22:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.811-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer do Colo do Útero</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Câncer colorretal é o que tem início no cólon ou reto, órgãos do sistema digestivo, onde os alimentos são processados para gerar energia e os resíduos são eliminados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de mastigada e engolida, a comida segue para o estômago, onde é parcialmente digerida. Dali ela segue para o intestino delgado, que tem esse nome por causa de seu diâmetro. O processamento da comida prossegue no intestino delgado, onde se dá a absorção da maior parte dos nutrientes. O câncer de intestino delgado é raro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O intestino delgado se une ao intestino grosso, com cerca de 1,5 m de comprimento e até 7 cm de diâmetro. A primeira parte do intestino grosso é chamada de cólon, é onde se dá a absorção da água e nutrientes da comida e onde se acumulam os alimentos que não são digeridos e resíduos. Esses rejeitos (as fezes) passam do cólon para o reto (os últimos 20 cm do intestino grosso) e dali para fora do corpo através do ânus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cólon se divide em quatro regiões e o câncer pode começar em qualquer uma delas ou no reto, produzindo diferentes sintomas. A parede desses órgãos é composta por várias camadas de tecidos e o câncer geralmente começa na mais interna, avançando para algumas das outras ou para todas. Sabemos que a maioria dos cânceres colorretais começa como um pólipo, um crescimento anormal de células que parece uma bolinha. Pólipos chamados de adenomas podem se tornar cancerosos, por isso a remoção preventiva dos pólipos pode evitar a doença. Mais de 95% dos cânceres colorretais são adenocarcinomas, tumores das células que revestem internamente o cólon e o reto. Os demais são bem mais raros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos Estados Unidos, as estimativas são de cerca de 147mil novos casos de câncer colorretal por ano, com cerca de 55 mil mortes. No Brasil, as estimativas são de pouco mais de 11 mil casos entre homens e perto de 14 mil entre mulheres. A taxa de mortalidade do câncer colorretal vem caindo nos últimos anos, graças à detecção precoce e aperfeiçoamento do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Sintomas e Sinais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A maioria das pessoas com câncer de cólon não apresenta sintomas, que só aparecem em estágios mais avançados da doença. Os sintomas de câncer colorretal incluem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mudança de hábito intestinal, como diarréia, prisão de ventre, redução no tamanho das fezes por mais de alguns dias sensação de que o intestino não se esvaziou depois de ir ao banheiro sangramento pelo ânus ou presença de sangue nas fezes (que, no entanto, parecem normais) cólicas ou dores de estômago constantes cansaço e fraqueza&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exames&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se houver suspeita de câncer colorretal, o médico pedirá alguns exames para verificar se existe um tumor e se ele se espalhou. Alguns desses exames são os mesmos usados para prevenção:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retossigmoidoscopia flexível: O sigmodoscópio é um tubo, da grossura de um dedo, com iluminação, que é introduzido pelo ânus até a parte esquerda do cólon, permitindo sua observação e a detecção de pólipos. O exame pode ser desconfortável, mas não causa dor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enema opaco com duplo contraste: um contraste (bário) é usado para preencher o cólon. Depois de retirado, ar é bombeado para provocar a dilatação do cólon, permitindo que se faça uma imagem de raios-X de eventuais lesões. O exame é desconfortável e o paciente precisa tomar laxantes na véspera.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colonoscopia: O colonoscópio é uma versão mais longa do sigmoidoscópio. Ele não apenas permite que o médico visualize todo cólon, como também possibilita a retirada de eventuais pólipos, para exame microscópico. Se o especialista perceber qualquer outra anormalidade, o equipamento permite a retirada de amostra de tecido durante o exame. A maioria dos hospitais faz uma sedação do paciente para o procedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exames de sangue: eles são usados para verificar, entre outros, a contagem de glóbulos vermelhos, já que pacientes de câncer colorretal podem desenvolver anemia por causa do sangramento provocado pelo tumor. Exames de sangue também são empregados para checar a função hepática, já que o câncer colorretal pode se espalhar para o fígado. Nos pacientes com câncer colorretal, exames de sangue também servem para conferir o andamento do tratamento, como por exemplo o CEA, um marcador tumoral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Biópsia: é o exame microscópico de uma amostra de tecido para verificar a presença de células cancerosas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ultrassonografia: através de emissão de ecos, ajuda a visualizar as áreas de interesse do organismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomografia computadorizada: São múltiplas imagens de raios-X, produzidas enquanto a máquina gira em torno do paciente, combinadas por computador, para produzir uma imagem detalhada de uma parte do organismo. Geralmente, depois que as primeiras imagens são feitas, um contraste é injetado no paciente para definir melhor as estruturas do corpo. Em seguida, nova série de tomadas é feita. O exame é mais demorado que o raio-X convencional e o paciente tem de ficar imóvel numa mesa por cerca de meia hora ou mais. Algumas pessoas ficam um pouco aflitas por causa da sensação de confinamento dentro do equipamento. A tomografia fornece informação precisa sobre tamanho, forma e localização do tumor. Ela é utilizada também para localizar tumores secundários (metástases) em outros órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colonoscopia virtual: é uma nova forma de utilização da tomografia. Depois que os intestinos são completamente esvaziados, o cólon é cheio com ar, o que causa certo desconforto, e uma tomografia é feita para se visualizar o interior do cólon. Se o médico identificar alguma anomalia será necessário fazer uma colonoscopia posteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ressonância nuclear magnética (MRI): A ressonância usa ondas de rádio e ímãs fortes em vez de raios-X. A energia das ondas de rádio é absorvida e depois liberada num padrão dado pelo tipo de tecido do corpo e certas doenças. Um computador analisa os dados e os transforma em imagens detalhadas. O exame dura cerca de uma hora e o paciente fica deitado dentro de um tubo, o que é incômodo para quem sofre de claustrofobia. Além disso, a máquina faz um ruído que irrita algumas pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomografia por emissão de pósitrons (PET): Esse exame usa uma forma radioativa de glicose que é absorvida em grande quantidade pelas células cancerosas e é detectada por uma câmera especial. É muito útil para se verificar se o câncer já se espalhou, mas não se sabe para quais órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fatores de Risco e Prevenção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não se sabe ao certo a causa precisa da maioria dos casos de câncer colorretal, mas conhecemos alguns fatores de risco. Fator de risco é qualquer coisa que aumente a chance de alguém ter determinada doença. No caso do câncer, alguns podem ser evitados pela mudança de hábitos (deixar de fumar, usar filtro solar, ter uma dieta equilibrada) outros não. Entre estes últimos, estão: a idade (o risco de desenvolver câncer aumenta com a idade), sexo e histórico familiar. Vários fatores aumentam o risco de uma pessoa ter câncer colorretal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Idade: as chances de ter câncer colorretal é maior na faixa dos 50 aos 70 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter tido câncer colorretal: mesmo se um câncer foi completamente removido, novos tumores podem aparecer em outras áreas do cólon ou reto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter pólipos: alguns tipos de pólipo aumentam o risco de câncer, especialmente se eles são grandes ou aparecem em grande número.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico de doença intestinal: Portadores de doença de Crohn e colite ulcerativa têm maior risco de ter câncer, porque essas duas doenças produzem inflamações prolongadas do cólon e podem provocar úlceras em seu revestimento. Essas pessoas devem começar a fazer exames preventivos quando jovens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico familiar de câncer colorretal: pessoas com parentes próximos que tiveram a doença têm maior risco, principalmente se os parentes tiveram a doença antes dos 50 anos. O médico deve orientar essas pessoas sobre a freqüência com que devem fazer exames preventivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Síndromes familiais: síndrome é um grupo de sinais e sintomas que pode caracterizar uma doença. Pessoas de algumas famílias podem apresentar centenas de pólipos e, geralmente, o câncer se desenvolve em um ou mais desses pólipos. Nesses casos, é aconselhável procurar um serviço especializado e iniciar os exames preventivos mais cedo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grupos étnicos: por exemplo, judeus ashkenazi (de famílias do Leste europeu) têm incidência maior de câncer de cólon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação: pesquisas recentes apontam o consumo excessivo de carne vermelha como um dos grandes fatores de risco para o câncer de cólon. E não basta substituí-la por frango: o ideal é acrescentar bastante peixe à dieta. Recomenda-se também uma alimentação pobre em gorduras e rica em fibras: cereais, frutas, legumes e verduras. Deve-se evitar também carnes processadas, como patês, salsichas, mortadelas, presuntos, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vida sedentária: pessoas que não têm atividade física regular, pelo menos meia hora diária de exercícios, correm maior risco de desenvolver a doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obesidade: pessoas com excesso de peso também correm maior risco de ter câncer colorretal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fumo: estudos recentes mostram que os fumantes têm risco entre 30% e 40% maior que os não-fumantes de morrer de câncer colorretal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álcool: o uso excessivo de bebidas alcoólicas tem sido associado ao câncer colorretal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como evitar a doença&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Embora não se conheça exatamente as causas do câncer colorretal, há algumas medidas que podem ser adotadas para reduzir o risco de aparecimento da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rastreamento: é o uso de testes e exames para diagnosticar uma doença em pessoas que não apresentam sintomas. Nos Estados Unidos, onde é registrada uma das maiores incidências da doença, recomenda-se que, a partir dos 50 anos, as pessoas com risco médio de desenvolver câncer colorretal façam pelo menos um dos seguintes exames (que são detalhados mais abaixo):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- exame de sangue oculto nas fezes uma vez por ano&lt;br /&gt;
- sigmoidoscopia flexível a cada 5 anos&lt;br /&gt;
- exame de sangue oculto nas fezes mais sigmoidoscopia flexível a cada 5 anos&lt;br /&gt;
- enema opaco com duplo contraste a cada 5 anos&lt;br /&gt;
- colonoscopia a cada 10 anos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas com histórico familiar de câncer colorretal devem consultar seus médicos sobre esses testes e outros que podem identificar a doença em seus estágios iniciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dieta e exercícios: a recomendação é de que as pessoas consumam pelo menos 5 porções diárias de vegetais (frutas, legumes e verduras) e reduzam o consumo de gorduras (carnes vermelhas, frituras, etc) Praticar exercícios também é importante: pelo menos 30 minutos por dia, no mínimo 5 dias por semana.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Os três principais tratamentos do câncer colorretal são cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Mais recentemente, alguns centros vêm usando os chamados anticorpos monoclonais. Dependendo do caso, o médico pode indicar tratamentos combinados. Não hesite em procurar uma segunda opinião, que pode lhe dar mais segurança sobre a opção escolhida. As chances de cura são bem maiores se a equipe que cuida do paciente for especializada em câncer colorretal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cirurgia: é o principal tratamento para o câncer colorretal e geralmente envolve a remoção de partes normais do órgão de cada lado do câncer, além dos gânglios linfáticos próximos. As duas extremidades do cólon são então unidas. No caso do câncer de cólon, geralmente a colostomia (abertura no abdome para permitir a eliminação de fezes) não é necessária, embora algumas vezes uma colostomia temporária seja feita. Algumas vezes, câncer de cólon em estádio bem inicial pode ser removido por meio da colonoscopia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se pode fazer a remoção do tecido canceroso por laparoscopia, em que um tubo com iluminação e equipamentos especiais são introduzidos no organismo por meio de pequenas incisões. A vantagem é que os pacientes se recuperam bem mais depressa que nas cirurgias convencionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cirurgia também é o tratamento principal para o câncer de reto, embora nestes casos o paciente possa primeiro ser submetido a quimioterapia e radioterapia, dependendo da avaliação médica. Há vários tipos de cirurgia para esses casos. Algumas dessas intervenções (polipectomia, excisão local e ressecção local) podem ser feitas através do ânus, sem necessidade de cortar a pele, mas somente quando se trata de câncer de estádio I, muito pequeno e localizado perto do ânus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para cânceres retais de estádios II e III podem ser realizadas outras cirurgias, como a ressecção anterior do reto, para os casos em que o câncer se localiza na parte mais alta do reto, onde ele se conecta ao cólon. Nos casos em que o câncer se localiza na parte mais baixa do reto, perto de onde ele se conecta ao ânus, pode ser indicada a ressecção abdômino-perineal, após a qual a colostomia definitiva será necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o câncer retal está se espalhando para outros órgãos pélvicos, pode ser necessária uma exenteração pélvica, em que o cirurgião remove o reto e órgãos próximos, como bexiga, próstata ou útero, caso tenham sido atingidos pela doença. A colostomia pode ser necessária após a cirurgia e, em caso de remoção da bexiga, também uma derivação urinária (abertura para coletar a urina). Profissionais treinados podem ensinar os pacientes como lidar com a colostomia e uma derivação urinária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Radioterapia: é o tratamento com raios de alta energia usado para tratar câncer localizado, tanto para reduzir um tumor antes da cirurgia como para eliminar eventuais células cancerosas após a cirurgia. Pode ser de fonte externa ou interna, quando o material radiativo é colocado diretamente no tumor e áreas próximas. Pode também ser empregada para aliviar sintomas de câncer em estádio avançado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A radiação de fonte externa é a mais usada em pacientes com câncer retal e, geralmente, o doente faz 5 sessões por semana por várias semanas. Cada sessão dura poucos minutos. Não se usa Radioterapia para câncer de cólon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os efeitos colaterais mais comuns da radioterapia são irritações da pele, náuseas, diarréia, irritação da bexiga ou do reto, cansaço e problemas sexuais nos homens. Esses efeitos geralmente desaparecem com o fim do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quimioterapia: é uso de drogas anticâncer administradas por via oral ou via venosa. Os medicamentos caem na corrente sanguínea atingindo o câncer que atingiu órgãos distantes. A quimioterapia pode aumentar a sobrevida de pacientes em alguns estádios de câncer colorretal e aliviar os sintomas dos pacientes em estádios avançados da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em alguns casos, os quimioterápicos podem ser injetados em uma artéria que leva ao órgão onde está o tumor, na chamada quimioterapia regional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A quimioterapia atinge as células cancerosas, mas também as normais, causando efeitos colaterais, que dependem do tipo de droga usada no tratamento, da dose e da duração da terapia. Os efeitos mais comuns são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Perda de apetite&lt;br /&gt;
- Perda temporária dos cabelos&lt;br /&gt;
- Aparecimento de lesões na boca&lt;br /&gt;
- Diarréia&lt;br /&gt;
- Maior suscetibilidade a infecções, por causa da redução&lt;br /&gt;
no número de glóbulos brancos&lt;br /&gt;
- Aparecimento de hematomas após pancadas leves ou de&lt;br /&gt;
sangramentos em cortes pequenos por causa da queda na&lt;br /&gt;
quantidade de plaquetas no sangue&lt;br /&gt;
- Cansaço ou falta de fôlego, causado pela diminuição no&lt;br /&gt;
número de glóbulos vermelhos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em associação com a quimioterapia, outras medicações são utilizadas para minimizar os efeitos colaterais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anticorpos monoclonais: são proteínas feitas pelo homem que atacam partes das células cancerosas que as tornam diferentes das normais. Por isso, essa terapia tem menos efeitos colaterais que a quimioterapia tradicional. Essas drogas, porém, costumam ser muito caras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estadiamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Saber em que estádio está o câncer é fundamental para o planejamento do tratamento, para que o paciente e seu médico possam discutir alternativas terapêuticas e para que a equipe que cuida do caso tenha uma perspectiva mais definida das possibilidades de recuperação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há mais de um sistema de estadiamento de câncer colorretal, alguns utilizam letras e outros números, mas todos descrevem a disseminação do câncer pelas várias camadas da parede do cólon ou reto e levam em consideração se o câncer já se espalhou para os linfáticos ou para outros órgãos ou não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estádios são geralmente indicados por algarismos romanos de I a IV (1 a 4). Em geral, quanto menor o número, menos o câncer se espalhou. Número mais alto, como o IV (4), indicam um estágio mais sério da doença. Muitas vezes, só depois da cirurgia o médico pode estadiar a doença com segurança e discutir os próximos passos do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sobrevida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A taxa de sobrevida após 5 anos indica a porcentagem de pacientes que vivem pelo menos 5 anos após o diagnóstico. E muitos doentes vivem mais que 5 anos. Esses números representam um panorama geral, mas cada caso é único e as estatísticas não podem prever especificamente o que vai ocorrer com cada caso. Só a equipe que atende cada paciente pode tirar suas dúvidas sobre suas chances de cura e sobrevida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nove entre dez pacientes que recebem diagnóstico precoce de câncer colorretal vivem mais de 5 anos. Se a doença se espalhou para gânglios linfáticos ou outros órgãos, a taxa de sobrevida após 5 anos cai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estágio Taxa de sobrevida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
I Mais de 90%&lt;br /&gt;
IIA 85%&lt;br /&gt;
IIB 72%&lt;br /&gt;
IIIA 83%&lt;br /&gt;
IIIB 64%&lt;br /&gt;
IIIC 44%&lt;br /&gt;
IV 8%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Taxas de sobrevida câncer específica (SCE) em 5 anos em pacientes portadores de câncer colorretal submetidos a tratamento com intenção curativa, Hospital do Câncer A. C. Camargo (1991 a 2004).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localização Categoria SCE 5 anos (%)&lt;br /&gt;
Cólon N=168 Estádio I 100,0&lt;br /&gt;
Cólon N=168 Estádio II 89,0&lt;br /&gt;
Cólon N=168 Estádio II 79,5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reto N=255 Estádio I 97,8&lt;br /&gt;
Reto N=255 Estádio II 79,0&lt;br /&gt;
Reto N=255 Estádio II 64,9&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/7033030935805165429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-do-colo-do-utero.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/7033030935805165429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/7033030935805165429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-do-colo-do-utero.html' title='Câncer do Colo do Útero'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-489507862108928372.post-7997212474026272764</id><published>2011-06-02T13:14:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T14:07:04.812-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipos de Câncer"/><title type='text'>Câncer Colorretal</title><content type='html'>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: justify; width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Câncer colorretal é o que tem início no cólon ou reto, órgãos do sistema digestivo, onde os alimentos são processados para gerar energia e os resíduos são eliminados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de mastigada e engolida, a comida segue para o estômago, onde é parcialmente digerida. Dali ela segue para o intestino delgado, que tem esse nome por causa de seu diâmetro. O processamento da comida prossegue no intestino delgado, onde se dá a absorção da maior parte dos nutrientes. O câncer de intestino delgado é raro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O intestino delgado se une ao intestino grosso, com cerca de 1,5 m de comprimento e até 7 cm de diâmetro. A primeira parte do intestino grosso é chamada de cólon, é onde se dá a absorção da água e nutrientes da comida e onde se acumulam os alimentos que não são digeridos e resíduos. Esses rejeitos (as fezes) passam do cólon para o reto (os últimos 20 cm do intestino grosso) e dali para fora do corpo através do ânus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cólon se divide em quatro regiões e o câncer pode começar em qualquer uma delas ou no reto, produzindo diferentes sintomas. A parede desses órgãos é composta por várias camadas de tecidos e o câncer geralmente começa na mais interna, avançando para algumas das outras ou para todas. Sabemos que a maioria dos cânceres colorretais começa como um pólipo, um crescimento anormal de células que parece uma bolinha. Pólipos chamados de adenomas podem se tornar cancerosos, por isso a remoção preventiva dos pólipos pode evitar a doença. Mais de 95% dos cânceres colorretais são adenocarcinomas, tumores das células que revestem internamente o cólon e o reto. Os demais são bem mais raros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos Estados Unidos, as estimativas são de cerca de 147mil novos casos de câncer colorretal por ano, com cerca de 55 mil mortes. No Brasil, as estimativas são de pouco mais de 11 mil casos entre homens e perto de 14 mil entre mulheres. A taxa de mortalidade do câncer colorretal vem caindo nos últimos anos, graças à detecção precoce e aperfeiçoamento do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Sintomas e Sinais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A maioria das pessoas com câncer de cólon não apresenta sintomas, que só aparecem em estágios mais avançados da doença. Os sintomas de câncer colorretal incluem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mudança de hábito intestinal, como diarréia, prisão de ventre, redução no tamanho das fezes por mais de alguns dias sensação de que o intestino não se esvaziou depois de ir ao banheiro sangramento pelo ânus ou presença de sangue nas fezes (que, no entanto, parecem normais) cólicas ou dores de estômago constantes cansaço e fraqueza&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Exames&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se houver suspeita de câncer colorretal, o médico pedirá alguns exames para verificar se existe um tumor e se ele se espalhou. Alguns desses exames são os mesmos usados para prevenção:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retossigmoidoscopia flexível: O sigmodoscópio é um tubo, da grossura de um dedo, com iluminação, que é introduzido pelo ânus até a parte esquerda do cólon, permitindo sua observação e a detecção de pólipos. O exame pode ser desconfortável, mas não causa dor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enema opaco com duplo contraste: um contraste (bário) é usado para preencher o cólon. Depois de retirado, ar é bombeado para provocar a dilatação do cólon, permitindo que se faça uma imagem de raios-X de eventuais lesões. O exame é desconfortável e o paciente precisa tomar laxantes na véspera.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colonoscopia: O colonoscópio é uma versão mais longa do sigmoidoscópio. Ele não apenas permite que o médico visualize todo cólon, como também possibilita a retirada de eventuais pólipos, para exame microscópico. Se o especialista perceber qualquer outra anormalidade, o equipamento permite a retirada de amostra de tecido durante o exame. A maioria dos hospitais faz uma sedação do paciente para o procedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exames de sangue: eles são usados para verificar, entre outros, a contagem de glóbulos vermelhos, já que pacientes de câncer colorretal podem desenvolver anemia por causa do sangramento provocado pelo tumor. Exames de sangue também são empregados para checar a função hepática, já que o câncer colorretal pode se espalhar para o fígado. Nos pacientes com câncer colorretal, exames de sangue também servem para conferir o andamento do tratamento, como por exemplo o CEA, um marcador tumoral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Biópsia: é o exame microscópico de uma amostra de tecido para verificar a presença de células cancerosas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ultrassonografia: através de emissão de ecos, ajuda a visualizar as áreas de interesse do organismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomografia computadorizada: São múltiplas imagens de raios-X, produzidas enquanto a máquina gira em torno do paciente, combinadas por computador, para produzir uma imagem detalhada de uma parte do organismo. Geralmente, depois que as primeiras imagens são feitas, um contraste é injetado no paciente para definir melhor as estruturas do corpo. Em seguida, nova série de tomadas é feita. O exame é mais demorado que o raio-X convencional e o paciente tem de ficar imóvel numa mesa por cerca de meia hora ou mais. Algumas pessoas ficam um pouco aflitas por causa da sensação de confinamento dentro do equipamento. A tomografia fornece informação precisa sobre tamanho, forma e localização do tumor. Ela é utilizada também para localizar tumores secundários (metástases) em outros órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colonoscopia virtual: é uma nova forma de utilização da tomografia. Depois que os intestinos são completamente esvaziados, o cólon é cheio com ar, o que causa certo desconforto, e uma tomografia é feita para se visualizar o interior do cólon. Se o médico identificar alguma anomalia será necessário fazer uma colonoscopia posteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ressonância nuclear magnética (MRI): A ressonância usa ondas de rádio e ímãs fortes em vez de raios-X. A energia das ondas de rádio é absorvida e depois liberada num padrão dado pelo tipo de tecido do corpo e certas doenças. Um computador analisa os dados e os transforma em imagens detalhadas. O exame dura cerca de uma hora e o paciente fica deitado dentro de um tubo, o que é incômodo para quem sofre de claustrofobia. Além disso, a máquina faz um ruído que irrita algumas pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomografia por emissão de pósitrons (PET): Esse exame usa uma forma radioativa de glicose que é absorvida em grande quantidade pelas células cancerosas e é detectada por uma câmera especial. É muito útil para se verificar se o câncer já se espalhou, mas não se sabe para quais órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fatores de Risco e Prevenção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não se sabe ao certo a causa precisa da maioria dos casos de câncer colorretal, mas conhecemos alguns fatores de risco. Fator de risco é qualquer coisa que aumente a chance de alguém ter determinada doença. No caso do câncer, alguns podem ser evitados pela mudança de hábitos (deixar de fumar, usar filtro solar, ter uma dieta equilibrada) outros não. Entre estes últimos, estão: a idade (o risco de desenvolver câncer aumenta com a idade), sexo e histórico familiar. Vários fatores aumentam o risco de uma pessoa ter câncer colorretal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Idade: as chances de ter câncer colorretal é maior na faixa dos 50 aos 70 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter tido câncer colorretal: mesmo se um câncer foi completamente removido, novos tumores podem aparecer em outras áreas do cólon ou reto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter pólipos: alguns tipos de pólipo aumentam o risco de câncer, especialmente se eles são grandes ou aparecem em grande número.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico de doença intestinal: Portadores de doença de Crohn e colite ulcerativa têm maior risco de ter câncer, porque essas duas doenças produzem inflamações prolongadas do cólon e podem provocar úlceras em seu revestimento. Essas pessoas devem começar a fazer exames preventivos quando jovens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico familiar de câncer colorretal: pessoas com parentes próximos que tiveram a doença têm maior risco, principalmente se os parentes tiveram a doença antes dos 50 anos. O médico deve orientar essas pessoas sobre a freqüência com que devem fazer exames preventivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Síndromes familiais: síndrome é um grupo de sinais e sintomas que pode caracterizar uma doença. Pessoas de algumas famílias podem apresentar centenas de pólipos e, geralmente, o câncer se desenvolve em um ou mais desses pólipos. Nesses casos, é aconselhável procurar um serviço especializado e iniciar os exames preventivos mais cedo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grupos étnicos: por exemplo, judeus ashkenazi (de famílias do Leste europeu) têm incidência maior de câncer de cólon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação: pesquisas recentes apontam o consumo excessivo de carne vermelha como um dos grandes fatores de risco para o câncer de cólon. E não basta substituí-la por frango: o ideal é acrescentar bastante peixe à dieta. Recomenda-se também uma alimentação pobre em gorduras e rica em fibras: cereais, frutas, legumes e verduras. Deve-se evitar também carnes processadas, como patês, salsichas, mortadelas, presuntos, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vida sedentária: pessoas que não têm atividade física regular, pelo menos meia hora diária de exercícios, correm maior risco de desenvolver a doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obesidade: pessoas com excesso de peso também correm maior risco de ter câncer colorretal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fumo: estudos recentes mostram que os fumantes têm risco entre 30% e 40% maior que os não-fumantes de morrer de câncer colorretal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Álcool: o uso excessivo de bebidas alcoólicas tem sido associado ao câncer colorretal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como evitar a doença&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Embora não se conheça exatamente as causas do câncer colorretal, há algumas medidas que podem ser adotadas para reduzir o risco de aparecimento da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rastreamento: é o uso de testes e exames para diagnosticar uma doença em pessoas que não apresentam sintomas. Nos Estados Unidos, onde é registrada uma das maiores incidências da doença, recomenda-se que, a partir dos 50 anos, as pessoas com risco médio de desenvolver câncer colorretal façam pelo menos um dos seguintes exames (que são detalhados mais abaixo):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- exame de sangue oculto nas fezes uma vez por ano&lt;br /&gt;
- sigmoidoscopia flexível a cada 5 anos&lt;br /&gt;
- exame de sangue oculto nas fezes mais sigmoidoscopia flexível a cada 5 anos&lt;br /&gt;
- enema opaco com duplo contraste a cada 5 anos&lt;br /&gt;
- colonoscopia a cada 10 anos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas com histórico familiar de câncer colorretal devem consultar seus médicos sobre esses testes e outros que podem identificar a doença em seus estágios iniciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dieta e exercícios: a recomendação é de que as pessoas consumam pelo menos 5 porções diárias de vegetais (frutas, legumes e verduras) e reduzam o consumo de gorduras (carnes vermelhas, frituras, etc) Praticar exercícios também é importante: pelo menos 30 minutos por dia, no mínimo 5 dias por semana.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;contentText&quot; style=&quot;color: #444444; font-family: Tahoma; font-size: 11px;&quot;&gt;Os três principais tratamentos do câncer colorretal são cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Mais recentemente, alguns centros vêm usando os chamados anticorpos monoclonais. Dependendo do caso, o médico pode indicar tratamentos combinados. Não hesite em procurar uma segunda opinião, que pode lhe dar mais segurança sobre a opção escolhida. As chances de cura são bem maiores se a equipe que cuida do paciente for especializada em câncer colorretal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cirurgia: é o principal tratamento para o câncer colorretal e geralmente envolve a remoção de partes normais do órgão de cada lado do câncer, além dos gânglios linfáticos próximos. As duas extremidades do cólon são então unidas. No caso do câncer de cólon, geralmente a colostomia (abertura no abdome para permitir a eliminação de fezes) não é necessária, embora algumas vezes uma colostomia temporária seja feita. Algumas vezes, câncer de cólon em estádio bem inicial pode ser removido por meio da colonoscopia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também se pode fazer a remoção do tecido canceroso por laparoscopia, em que um tubo com iluminação e equipamentos especiais são introduzidos no organismo por meio de pequenas incisões. A vantagem é que os pacientes se recuperam bem mais depressa que nas cirurgias convencionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cirurgia também é o tratamento principal para o câncer de reto, embora nestes casos o paciente possa primeiro ser submetido a quimioterapia e radioterapia, dependendo da avaliação médica. Há vários tipos de cirurgia para esses casos. Algumas dessas intervenções (polipectomia, excisão local e ressecção local) podem ser feitas através do ânus, sem necessidade de cortar a pele, mas somente quando se trata de câncer de estádio I, muito pequeno e localizado perto do ânus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para cânceres retais de estádios II e III podem ser realizadas outras cirurgias, como a ressecção anterior do reto, para os casos em que o câncer se localiza na parte mais alta do reto, onde ele se conecta ao cólon. Nos casos em que o câncer se localiza na parte mais baixa do reto, perto de onde ele se conecta ao ânus, pode ser indicada a ressecção abdômino-perineal, após a qual a colostomia definitiva será necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o câncer retal está se espalhando para outros órgãos pélvicos, pode ser necessária uma exenteração pélvica, em que o cirurgião remove o reto e órgãos próximos, como bexiga, próstata ou útero, caso tenham sido atingidos pela doença. A colostomia pode ser necessária após a cirurgia e, em caso de remoção da bexiga, também uma derivação urinária (abertura para coletar a urina). Profissionais treinados podem ensinar os pacientes como lidar com a colostomia e uma derivação urinária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Radioterapia: é o tratamento com raios de alta energia usado para tratar câncer localizado, tanto para reduzir um tumor antes da cirurgia como para eliminar eventuais células cancerosas após a cirurgia. Pode ser de fonte externa ou interna, quando o material radiativo é colocado diretamente no tumor e áreas próximas. Pode também ser empregada para aliviar sintomas de câncer em estádio avançado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A radiação de fonte externa é a mais usada em pacientes com câncer retal e, geralmente, o doente faz 5 sessões por semana por várias semanas. Cada sessão dura poucos minutos. Não se usa Radioterapia para câncer de cólon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os efeitos colaterais mais comuns da radioterapia são irritações da pele, náuseas, diarréia, irritação da bexiga ou do reto, cansaço e problemas sexuais nos homens. Esses efeitos geralmente desaparecem com o fim do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quimioterapia: é uso de drogas anticâncer administradas por via oral ou via venosa. Os medicamentos caem na corrente sanguínea atingindo o câncer que atingiu órgãos distantes. A quimioterapia pode aumentar a sobrevida de pacientes em alguns estádios de câncer colorretal e aliviar os sintomas dos pacientes em estádios avançados da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em alguns casos, os quimioterápicos podem ser injetados em uma artéria que leva ao órgão onde está o tumor, na chamada quimioterapia regional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A quimioterapia atinge as células cancerosas, mas também as normais, causando efeitos colaterais, que dependem do tipo de droga usada no tratamento, da dose e da duração da terapia. Os efeitos mais comuns são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Perda de apetite&lt;br /&gt;
- Perda temporária dos cabelos&lt;br /&gt;
- Aparecimento de lesões na boca&lt;br /&gt;
- Diarréia&lt;br /&gt;
- Maior suscetibilidade a infecções, por causa da redução&lt;br /&gt;
no número de glóbulos brancos&lt;br /&gt;
- Aparecimento de hematomas após pancadas leves ou de&lt;br /&gt;
sangramentos em cortes pequenos por causa da queda na&lt;br /&gt;
quantidade de plaquetas no sangue&lt;br /&gt;
- Cansaço ou falta de fôlego, causado pela diminuição no&lt;br /&gt;
número de glóbulos vermelhos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em associação com a quimioterapia, outras medicações são utilizadas para minimizar os efeitos colaterais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anticorpos monoclonais: são proteínas feitas pelo homem que atacam partes das células cancerosas que as tornam diferentes das normais. Por isso, essa terapia tem menos efeitos colaterais que a quimioterapia tradicional. Essas drogas, porém, costumam ser muito caras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estadiamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Saber em que estádio está o câncer é fundamental para o planejamento do tratamento, para que o paciente e seu médico possam discutir alternativas terapêuticas e para que a equipe que cuida do caso tenha uma perspectiva mais definida das possibilidades de recuperação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há mais de um sistema de estadiamento de câncer colorretal, alguns utilizam letras e outros números, mas todos descrevem a disseminação do câncer pelas várias camadas da parede do cólon ou reto e levam em consideração se o câncer já se espalhou para os linfáticos ou para outros órgãos ou não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estádios são geralmente indicados por algarismos romanos de I a IV (1 a 4). Em geral, quanto menor o número, menos o câncer se espalhou. Número mais alto, como o IV (4), indicam um estágio mais sério da doença. Muitas vezes, só depois da cirurgia o médico pode estadiar a doença com segurança e discutir os próximos passos do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Sobrevida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A taxa de sobrevida após 5 anos indica a porcentagem de pacientes que vivem pelo menos 5 anos após o diagnóstico. E muitos doentes vivem mais que 5 anos. Esses números representam um panorama geral, mas cada caso é único e as estatísticas não podem prever especificamente o que vai ocorrer com cada caso. Só a equipe que atende cada paciente pode tirar suas dúvidas sobre suas chances de cura e sobrevida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nove entre dez pacientes que recebem diagnóstico precoce de câncer colorretal vivem mais de 5 anos. Se a doença se espalhou para gânglios linfáticos ou outros órgãos, a taxa de sobrevida após 5 anos cai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Estágio Taxa de sobrevida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
I Mais de 90%&lt;br /&gt;
IIA 85%&lt;br /&gt;
IIB 72%&lt;br /&gt;
IIIA 83%&lt;br /&gt;
IIIB 64%&lt;br /&gt;
IIIC 44%&lt;br /&gt;
IV 8%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Taxas de sobrevida câncer específica (SCE) em 5 anos em pacientes portadores de câncer colorretal submetidos a tratamento com intenção curativa, Hospital do Câncer A. C. Camargo (1991 a 2004).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Localização Categoria SCE 5 anos (%)&lt;br /&gt;
Cólon N=168 Estádio I 100,0&lt;br /&gt;
Cólon N=168 Estádio II 89,0&lt;br /&gt;
Cólon N=168 Estádio II 79,5&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reto N=255 Estádio I 97,8&lt;br /&gt;
Reto N=255 Estádio II 79,0&lt;br /&gt;
Reto N=255 Estádio II 64,9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/feeds/7997212474026272764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-colorretal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/7997212474026272764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/489507862108928372/posts/default/7997212474026272764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tudosobreoncologia.blogspot.com/2011/06/cancer-colorretal.html' title='Câncer Colorretal'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>