<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751</id><updated>2024-12-18T19:22:56.684-08:00</updated><category term="História"/><category term="O que aconteceu neste dia"/><category term="Pré-História"/><category term="Geografia"/><category term="Continentes"/><category term="História do Brasil"/><category term="Especial"/><title type='text'>TUTANCAMON</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>134</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-5474758373883326601</id><published>2017-06-06T04:23:00.001-07:00</published><updated>2017-06-06T04:23:01.608-07:00</updated><title type='text'>Pesquisadores dizem que ateus geralmente são mais inteligentes que pessoas religiosas</title><content type='html'>&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;thumbnail teste&quot; style=&quot;box-sizing: border-box; text-align: center; color: rgb(33, 33, 33); font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, &amp;quot;Segoe UI&amp;quot;, Roboto, Oxygen, Ubuntu, Cantarell, &amp;quot;Fira Sans&amp;quot;, &amp;quot;Droid Sans&amp;quot;, &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, sans-serif; font-size: 14px; background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://hypescience.com/wp-content/uploads/2017/06/ateus-inteligencia-religiao.jpg&quot; style=&quot;box-sizing: border-box; background-color: transparent; color: rgb(189, 133, 63); text-decoration-line: none;&quot;&gt;&lt;img width=&quot;838&quot; height=&quot;486&quot; src=&quot;http://hypescience.com/wp-content/uploads/2017/06/ateus-inteligencia-religiao-838x486.jpg&quot; class=&quot;attachment-large size-large wp-post-image&quot; alt=&quot;&quot; original=&quot;http://hypescience.com/wp-content/uploads/2017/06/ateus-inteligencia-religiao.jpg&quot; srcset=&quot;http://hypescience.com/wp-content/uploads/2017/06/ateus-inteligencia-religiao-838x486.jpg 838w, http://hypescience.com/wp-content/uploads/2017/06/ateus-inteligencia-religiao-600x348.jpg 600w, http://hypescience.com/wp-content/uploads/2017/06/ateus-inteligencia-religiao-768x445.jpg 768w, http://hypescience.com/wp-content/uploads/2017/06/ateus-inteligencia-religiao.jpg 940w&quot; sizes=&quot;(max-width: 838px) 100vw, 838px&quot; data-wpex-post-id=&quot;174318&quot; style=&quot;box-sizing: border-box; border: 0px; height: auto; max-width: 100%; width: 340px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Pesquisadores realizaram uma meta-análise de 63 estudos e notaram uma correlação: os ateus tendem a ser mais inteligentes do que as pessoas religiosas.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;A associação parece mais forte entre estudantes universitários e o público em geral do que entre os que são mais jovens que a idade da faculdade. A associação também foi mais forte para crenças religiosas, e não o comportamento religioso.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Não está claro por que essa tendência existe, mas Edward Dutton, pesquisador do Ulster Institute for Social Research, no Reino Unido, e Dimitri Van der Linden, professor de psicologia na Erasmus University Rotterdam, em Holanda, têm uma ideia: a religião é um instinto, e as pessoas que podem superar os instintos são mais inteligentes do que as que dependem delas.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Como as crenças religiosas evoluíram&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;O estudo foi publicado na revista Evolutionary Psychological Science.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;b&gt;Não é uma questão de racionalidade&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;A dupla começou o estudo se perguntando se talvez as pessoas não religiosas eram mais racionais do que seus colegas religiosos e, portanto, mais capazes de argumentar que não há um Deus.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Com o tempo, os cientistas encontraram evidências de que a inteligência está positivamente associada a certos tipos de viés. Por exemplo, um estudo de 2012 publicado no Journal of Personality and Social Psychology mostrou que os estudantes universitários geralmente respondem questões de lógica de forma errada, mas não percebem.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;O chamado “ponto cego parcial” acontece quando as pessoas não conseguem detectar certos vieses, ou falhas, dentro de seus próprios pensamentos. Por exemplo, responda essa pergunta: “Um taco e uma bola custam US$ 1,10 no total. O taco custa US$ 1,00 a mais do que a bola. Quanto custa a bola?”. A questão não é intuitiva (a resposta não é 10 centavos), mas exige que você reavalie a primeira solução que surge em sua mente. Se fizer isso, você vai chegar a resposta certa: a bola custa 5 centavos e o taco custa US$ 1,05.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Se as pessoas inteligentes têm menos probabilidades de perceber seu próprio viés, isso significa que são menos racionais em alguns aspectos, de acordo com os pesquisadores.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Então, por que a inteligência é associada ao ateísmo? A resposta pode ser que a religião é um instinto, e é preciso inteligência para superar esse instinto.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;b&gt;Instinto versus inteligência&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;A teoria de que a religião é um instinto é uma versão modificada de uma ideia desenvolvida por Satoshi Kanazawa, um psicólogo evolucionista da London School of Economics, que não esteve envolvido no novo estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Chamada de Hipótese de Interação na Savana – QI, a teoria de Kanazawa tenta explicar as diferenças no comportamento e atitudes entre pessoas inteligentes e menos inteligentes.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Somos adaptados psicologicamente para resolver problemas recorrentes enfrentados por nossos antepassados caçadores-coletores na savana africana (hipótese da savana). A inteligência geral (que é medida pelos testes de QI) evoluiu para nos ajudar a lidar com problemas não recorrentes para os quais não tínhamos adaptações psicológicas evoluídas (hipótese do QI).&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Os pressupostos implicam que pessoas inteligentes devem ser melhores do que pessoas não inteligentes em lidar com “novidades evolutivas”- situações que não existiam no ambiente ancestral.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Dutton e Van der Linden modificaram esta teoria, sugerindo que a novidade evolutiva é algo que se opõe aos instintos evoluídos.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;b&gt;Ressalvas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;A abordagem é interessante, mas poderia ser melhor se os pesquisadores explicassem exatamente o que entendem por “instinto religioso”, conforme explica Nathan Cofnas, doutorando em filosofia na Universidade de Oxford, no Reino Unido. “Sem conhecer a natureza precisa desse ‘instinto religioso’, não podemos descartar a possibilidade de que o ateísmo, ou pelo menos algumas formas de ateísmo, se aproveitem do mesmo instinto”, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Por exemplo, o autor Christopher Hitchens pensava no comunismo como uma religião; da mesma forma, movimentos seculares, como o veganismo, atraem muitos dos mesmos impulsos e possivelmente “instintos” que as religiões tradicionais.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;“Eu acho enganador usar o termo ‘religião’ como um insulto para o que você não gosta”, complementa Cofnas.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Ateísmo pode substituir a religião: estudo mostra o porquê&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;b&gt;Estresse&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Os pesquisadores também examinaram o vínculo entre instinto e estresse, enfatizando que as pessoas tendem a operar instintivamente durante momentos estressantes, por exemplo, voltando-se para a religião durante uma experiência de quase-morte.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Os pesquisadores argumentam que a inteligência ajuda as pessoas a se elevarem acima desses instintos em tempos de estresse.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;“Se a religião é, de fato, um instinto, então, aumentará em momentos de estresse, quando as pessoas tendem a agir de forma instintiva, e há provas claras disso”, disse Dutton.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Além da inteligência, pessoas que são capazes de superar seus instintos provavelmente são melhores solucionadoras de problemas – por exemplo, evitando partir para um ataque físico durante uma discussão. [LiveScience]&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://hypescience.com/pesquisadores-dizem-que-ateus-geralmente-sao-mais-inteligentes-que-pessoas-religiosas/&quot;&gt;Clique aqui para ver página original&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/5474758373883326601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2017/06/pesquisadores-dizem-que-ateus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/5474758373883326601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/5474758373883326601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2017/06/pesquisadores-dizem-que-ateus.html' title='Pesquisadores dizem que ateus geralmente são mais inteligentes que pessoas religiosas'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-850159560063591725</id><published>2013-09-26T18:35:00.001-07:00</published><updated>2013-09-26T18:35:12.916-07:00</updated><title type='text'>SERRA DA CAPIVARA, A ORIGEM DO HOMEM AMERICANO</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;HISTÓRIA&lt;/strong&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Serra da Capivara localiza-se na cidade de São Raimundo Nonato, no estado do Piauí, Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
É um sítio arqueológico dirigido com amor e carinho pela Sra. Niêde Guidon, arqueóloga.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Na serra da capivara existem mais de 300 (trezentos) sítios arqueológicos em exploração e estudo, mas, para visitações públicas só estão abertos 48 (quarenta e oito) sítios.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Tivemos, eu e minha esposa visitando alguns sítios.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Cada um é mais maravilhoso que outro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;O trabalho desenvolvido pela sra. Neide não fica devendo nada a qualquer parque europeu ou americano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os sítios estão simplesmente seguros e o acesso é fácil com escadas adequadas, plataformas e apoio da equipe que trabalha no parque.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
É bom lembrar que no parque da serra da capivara só entra se tiver acompanhado de um guia devidamente reconhecido pela administração.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Uma providência excelente para não haver destruição de um lugar maravilhoso e tombado como patrimônio da humanidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A serra da capivara retrata em seus sítios pinturas ruprestes datadas de milhares de anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Não se sabe exatamente a data, pois as pinturas foram feitas com um tipo de mineral que não é possível a identificação de sua data de origem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Supoê-se que existem humanos ali a cerca de 12 (doze) mil anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, alguns anos atrás e já confirmados pelas universidades americanas, foram achados uma fogueira datada de 50.000 (cinqüenta mil) anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Isto quer dizer, se existia fogueira, existia o homem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Portanto o homem esta ali presente a cerca de 50.000 (cinqüenta mil) anos, só que infelizmente não foram achados ossos ou esqueletos datados deste tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas aqui podemos deduzir que a origem do homem americano é de pelo menos 50.000 (cinqüenta mil) anos, mesmo não tendo provas mais concretas em nenhum lugar das Américas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ossos e esqueletos mais velhos datados na serra da capivara são de 12.000 (doze mil) anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os desenhos encontrados na serra não foram identificados o significado deles.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Pode ser uma forma de comunicação, de linguagem, de arte ou só um passa tempo dos aborígines da época.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nas paredes existem algumas coisas intrigantes, tais como:-&lt;/div&gt;
&lt;ol style=&quot;margin: 10px 0px 10px 30px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;4 (quatro) emas do mesmo tamanho sempre apontando para o norte. Isto aparece em vários sítios vide foto abaixo.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Nas pinturas aparecem várias vezes uns desenhos com pessoas com um tipo de capuz na cabeça, usados na áfrica (lá eles emitam seres do espaço), dançando um ritual para alguém superior.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Também aparecem vários desenhos de animais diversos, os mais evidentes e recinhecidos são as capivaras.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Em alguns lugares são pintados pessoas em fila indiana com um comandante a frente conversando (supostamente) com as pessoas.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;A tintura usada é um marrom forte, mas existem algumas pinturas feitas com um mineral branco.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Todos os sítios tem desenhos de homens e animais, só em um sítio aparece um triângulo com um ponto no vértice superior. Este desenho é interessantíssimo, pois no esoterismo tem uma ligação com a santíssima trindade e deus pai, ou o olho de deus. Pode ser até isto, mas não existem indícios de religiosidade dos moradores da época.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Bom é um lugar que deve ser visitado, e ser preservado da melhor forma possível.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Não adianta ser patrimônio da humanidade se o nosso govêrno não ajuda em nada as condições de manutenção do parque.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As verbas são reduzidas e existem sempre os atravessadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Eu e minha esposa adoramos o local.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Num dos sitios, Toca da Invenção, tem um verso escrito por um indígena que retrata o que é a serra da capivara, simplesmente lindo e emocionante.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;POEMA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;TOCA DA INVENÇÃO&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;HOMBU&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;HOMBU NA NOSSA LINGUAGEM QUER DIZER, VENHA VER, VENHA COMIGO,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;VAMOS ENTRAR EM NOSSA TERRA, A VASTA IPROTI, ONDE OS OLHOS DE ABREM PARA SORVER O SOL E A BELEZA, PARA APRECIAR O QUE O MEU POVO KENPÉI-YÊ, DEIXOU DESENHADO NAS PEDRAS PARA LEMBRAR PARA SEMPRE O NOSSO RASTRO.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;MEU NOME É TANIK.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;SEREI SEU GUIA, POIS SOU A ÚLTIMA LEMBRANÇA DO POVO QUE AQUI VIVEU HÁ MUITO, MUITO TEMPO.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;QUANDO OLHO PARA TRÁZ, VEJO AINDA COMO CHEGAMOS NUMA PRAIA DISTANTE DAQUI E VIEMOS CAMINHANDO E CAMINHANDO.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;COMO LEVADOS POR UM VENTO QUE PROMETIA UMA TERRA BONITA, E AQUI PARAMOS, AQUI MESMO, NO LUGAR CHAMADO PEDRA FURADA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;HOMBU! VEJAM DA LEMBRANÇA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;ENTÃO TUDO ERA DIFERENTE.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;RIOS LARGOS E CAUDALOSOS ABRIAM SEUS CURSOS NAS FLORESTAS FARTAS QUE COBRIAM ESTAS SERRAS E PLANÍCIES.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;OS QUE AQUI CHEGARAM EXCLAMAVAM, MARAVILHOSOS!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;IPROTI – ABRAM BEM OS OLHOS, E ESSE FICOU O NOME DESTA TERRA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;HOJE ELA SECOU, MAS GUARDA NOSSA HISTÓRIA NA SUA BELEZA, A HISTÓRIA DE KANPÉ-YÊ, QUE QUER DIZER, NA NOSSA LÍNGUA, O POVO DA PEDRA BONITA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;FICOU SÓ MESMO A LEMBRANÇA, POIS O MEU POVO TAMBÉM SECOU … MORREU NA FRENTE DE HOMENS BRABOS COM ARMAS PODEROSAS.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;TANIK&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;FOTOS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1750-01.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
4 EMAS EM DIREÇÃO NORTE&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 20px; padding: 0px; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1750-02.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
FILA A ESQUERDA ABAIXO E UM COMANDANTE&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 20px; padding: 0px; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1750-03.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
NA CONSTRUÇÃO A PROVA DA FOGUEIRA DE 50.000 ANOS&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 20px; padding: 0px; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1750-04.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
PEDRA FURADA&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 20px; padding: 0px; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1750-05.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
RITUAL E PINTURAS BRANCA&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 20px; padding: 0px; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1750-06.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
RITUAL DE DANÇA A DIREITA COM O CAPUZ&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 20px; padding: 0px; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1750-07.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
PASSARELAS NOS SÍTIOS&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 20px; padding: 0px; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 20px; padding: 0px; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: center; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1750-08.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A IMAGEM DO TRIÂNGULO NO CENTRO&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/850159560063591725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/serra-da-capivara-origem-do-homem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/850159560063591725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/850159560063591725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/serra-da-capivara-origem-do-homem.html' title='SERRA DA CAPIVARA, A ORIGEM DO HOMEM AMERICANO'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-5630816010935068459</id><published>2013-09-26T18:33:00.001-07:00</published><updated>2013-09-26T18:33:26.496-07:00</updated><title type='text'>EM BUSCA DA CIVILIZAÇÃO PERDIDA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; width: 570px; word-spacing: 0px;&quot;&gt;&lt;tbody style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;por Sabina Vanderlei&lt;/em&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: left;&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Estudos arqueológicos recentes apontam incríveis semelhanças entre as antigas civilizações de diferentes partes do mundo. Apesar destas culturas terem sido datadas de diferentes épocas, estudiosos observaram semelhanças entre todas essas construções, como por exemplo:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Há pirâmides construídas no Egito, no México, no Peru e na França.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Todas essas civilizações adoravam seus reis como deuses;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Suas religiões eram focalizadas na busca pela imortalidade da alma humana;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Os sacerdotes eram brilhantes e sofisticados astrônomos e dominavam conceitos elevados de matemática;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Eles escolheram lugares para habitar que acreditavam ser uma imagem oculta do paraíso; e&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Todos esses monumentos possuem correlações com os astros no céu.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Essas civilizações tentavam alcançar o céu, alinhavam seus monumentos com as estrelas e o sol. Eles viveram em épocas diferentes, em lugares diferentes, mas as semelhanças são impressionantes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Elas não existem mais, mas seus templos ainda vivem e todos os antigos conhecimentos sobre a vida e a morte estão ocultos nessas paredes de pedra. São pistas que nos levam a uma época em que em a principal preocupação era a busca da imortalidade.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/h1&gt;
&lt;h4 style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
CAMBOJA&lt;/h4&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; width: 570px; word-spacing: 0px;&quot;&gt;&lt;tbody style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: left;&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Os antigos habitantes iam ao&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Templo de Angkor Wat&lt;/em&gt;, no Camboja, para buscar luz espiritual. Este templo foi construído usando medidas criadas pelos próprios sacerdotes, chamada de cúbito. As dimensões da fachada estão relacionadas com ciclos de tempo importantes para as crenças indianas. A medida do caminho que leva ao centro do templo, em cúbito, por exemplo, equivale ao número de anos da primeira era da cosmologia hindu (1728 anos). O local fornece também à segunda, terceira e quarta era, sendo tudo expresso em medidas. Há painéis extensos nas paredes do templo contendo hieróglifos que exibem cenas da mitologia e que também fazem referência às estrelas do céu.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Os antigos sacerdotes eram fantásticos observadores dos céus. Eles já sabiam que a Terra girava em torno do seu próprio eixo. Sabiam que durante uma noite as estrelas giram em torno do pólo norte do céu, mas a posição deste não é fixa no céu, ele percorre um círculo lento em torno de um ponto fixo durante 26 mil anos (este círculo é chamado de&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;precessão&lt;/em&gt;), ou 1 grau a cada 72 anos. Os antigos podiam medir e codificavam isso no alinhamento dos templos em relação às estrelas do céu.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Existem 72 templos em Angkor. O caminho que leva à&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Angkor Wat&lt;/em&gt;&amp;nbsp;tem um desvio de 3/4 do leste, e 3/4 de 72 é 54, número este que é repetido em toda Angkor. Este desvio anunciava que faltavam 3 dias para o Equinócio da Primavera. Somente no equinócio, quando a duração do dia é a mesma que a da noite, o sol alinhava-se com a torre central do templo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Observando-se&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Angkor&lt;/em&gt;&amp;nbsp;de cima, percebemos o formato de um dragão, com cabeça, corpo e uma longa cauda. Olhando-se para cima, percebemos a constelação de Draco. Mas os arqueólogos já haviam datado a construção deste templo por volta do ano 1150 a.C. No entanto, os cientistas usaram um computador para “voltar no tempo” e perceberam que a constelação de Draco foi vista no céu na mesma posição de&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Angkor&lt;/em&gt;&amp;nbsp;pela última vez em 10500 a.C. A constelação de Draco fica diretamente oposta à constelação de Orion no céu.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/h1&gt;
&lt;h4 style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
EGITO:&lt;/h4&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; width: 570px; word-spacing: 0px;&quot;&gt;&lt;tbody style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: left;&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Símbolos de astros e deuses desenhados no teto da&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Câmara mortuária de Seth I&lt;/em&gt;, no Egito, indicam que para os egípcios a jornada pós vida era feita entre os astros.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Pirâmides gigantescas erguidas 1500 anos antes das primeiras tumbas serem construídas no vale dos reis foram locais onde os egípcios expressavam seus conhecimentos astronômicos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
No interior da pirâmide do Faraó Unas, supostamente a mais antiga, há um dos textos mais antigos, escrito há mais de 4300 anos, para o deus Osíris:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “Oh Rei Osíris&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;em style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px 0px 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Você se foi, mas retornará.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px 0px 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Você adormeceu, mas acordará.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px 0px 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Você morreu, mas viverá.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px 0px 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A tumba estará aberta para você.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px 0px 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As portas do sarcófago foram afastadas para você.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px 0px 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As portas do céu estão completamente abertas para você.”&lt;/div&gt;
&lt;/em&gt;&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/em&gt;Este texto reflete a viagem de Osíris para o céu, para o Dulat. Os egípcios representavam o Dulat com uma estrela dentro de um círculo e acreditavam que se tratava de uma região através das quais as almas deveriam viajar após a morte. O Dulat é governado pelo deus Osíris e ficaria próximo à constelação de Orion.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
As paredes dentro desta câmara mortuária são repletas de hieróglifos e historiadores acreditam que são encantamentos mágicos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
As Três&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pirâmides de Gizeh&lt;/em&gt;, no Egito, foram construídas por Kufu, filho de Snéfero. Seus arquitetos eram de uma escola de elite de sacerdotes e acreditavam que a terra egípcia era mágica, cósmica; seus faraós eram os representantes dos cosmos aqui na Terra. O Egito, segundo eles, era imagem da Terra cósmica, a Terra de Osíris.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Há diversos textos nas paredes das pirâmides que desperta a atenção de inúmeros historiadores. Eles dizem que haveria um Nilo no céu, que se supõe ser a Via Láctea. As passagens internas da pirâmide revelam um complexo sistema de engenharia ainda desconhecido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
O padrão das três pirâmides de&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Gizeh&lt;/em&gt;&amp;nbsp;eram o das três estrelas do cinturão de Orion, ou seja, o Egito era uma terra cósmica, um espelho do céu.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Na Pirâmide de&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Kufu&lt;/em&gt;, há uma câmara chamada de “Câmara da Rainha” com um poço. Calculando-se o ângulo deste poço com o céu, achamos como alvo a Estrela de Sirius, identificada com a Deusa Isis, a figura materna dos egípcios e mulher de Osíris. No alto da pirâmide, há a câmara do rei cujo poço aponta para as estrelas do cinturão de Orion exatamente como elas estavam em 10500 a.C..&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Os faraós freqüentavam as pirâmides em vida para se prepararem para a viagem que fariam após a morte para o Dulat. As pirâmides não eram apenas túmulos, mas sim uma espécie de simulador de vôo da viagem que o faraó faria para o paraíso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
No Egito há uma série de referências à Idade do Ouro, cujo deus mais evidente é Osíris. O seu templo foi construído supostamente há cerca de 3300 anos atrás. A mitologia conta que ele desceu do céu para governar o Egito na primeira era. Foi assassinado por 72 conspiradores, renasceu como deus-astro Orion, governado lá no céu pós-vida. Seu filho, Hórus, representado por uma cabeça de falcão, vingou seu crime restaurando o reinado do pai na Terra. Os faraós que reinaram depois se equipavam para juntarem-se a Osíris na pós-vida lá no céu e se tornarem imortais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Os construtores das pirâmides de&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Gizeh&lt;/em&gt;&amp;nbsp;já conheciam muito bem a distribuição das estrelas. Elas representam as três estrelas do cinturão de Orion e formam uma diagonal de 45o em relação ao eixo Norte-Sul. Essas estrelas foram vistas pela última vez nessa exata posição em 10500 a.C., quando encontravam-se no ponto mais baixo do ciclo precessional da primeira era.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Os arqueólogos afirmam que tais fatos são muito mais que meras coincidências. Os antigos projetaram um esquema que retratava a primeira era, ou seja, o faraó queria voltar à Idade do Ouro de Osíris.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Existem outros hieróglifos num templo no alto Egito que falam de uma ilha rodeada por um vasto oceano onde viviam deuses. Essa ilha foi inundada por uma enchente, mas 7 “deuses construtores” sobreviveram e escolheram ficar no Egito. Eles viajaram por esta terra construindo montes sagrados que seriam os fundamentos de tempos futuros e o objetivo era recriar o antigo mundo dos deuses.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
A construção da&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Esfinge&lt;/em&gt;&amp;nbsp;foi recentemente datada de 2500 a.C., provavelmente construída na 4a dinastia. No entanto, nenhum texto comprova isso. Há desenhos curiosos no corpo da&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Esfinge&lt;/em&gt;&amp;nbsp;que, provavelmente, foram esculpidos pelo tempo, por exposição às chuvas pesadas. Mas em 2500 a.C. o clima do Egito já era muito seco, o que torna impossível essa chuva.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
A Esfinge está perfeitamente alinhada com o leste. Seus olhos miram o sol nascente do Equinócio da Primavera. Em 10500 a.C. o olhar da Esfinge fitava a constelação de Leão no amanhecer do Equinócio da Primavera, o que nunca mais aconteceu. Em 2500 a.C. ela fitava a constelação de touro, mas seu corpo é de um leão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Por enquanto, podemos concluir que, no amanhecer do Equinócio de Primavera de 10500 a.C. havia:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
- ao norte o&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Templo de Angkor&lt;/em&gt;&amp;nbsp;alinhado com a constelação de Draco;&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;- a leste a&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Esfinge&lt;/em&gt;&amp;nbsp;alinhada com a constelação de Leão; e&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;- ao sul as&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pirâmides de Gizeh&lt;/em&gt;&amp;nbsp;alinhada com a constelação Orion.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
O que os antigos pretendiam dizer com esses alinhamentos? O que eles significam? Por que foram feitos?&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/h1&gt;
&lt;h4 style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
MÉXICO&lt;/h4&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; width: 570px; word-spacing: 0px;&quot;&gt;&lt;tbody style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: left;&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
As&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pirâmides em Chichen Itza&lt;/em&gt;, construídas pelos Maias no México, foram provavelmente construídas há 1500 anos, segundo historiadores modernos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Existem 4 escadarias com 91 degraus cada. Multiplicando-se 4 por 91 obtemos 364, acrescentando-se um da plataforma do topo, chegamos ao número 365, que equivale ao número de dias do ano solar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
O eixo principal que atravessa a pirâmide de sudeste a noroeste tem como focos o nascer do sol do solstício de verão e o pôr-do-sol do solstício de inverno.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
O sol nasce em diferentes posições no horizonte a cada manhã. No curso de um ano ele avança e se afasta na linha do horizonte. O ponto central entre esses extremos é o Equinócio, que é quando os dias e as noites têm a mesma duração e o sol nasce exatamente no leste.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Nos solstícios de primavera e de outono pode-se ver um jogo de luz e sombras provocando a ilusão de uma serpente gigantesca subindo pela pirâmide. Segundo a Mitologia Maia, as&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pirâmides em Chichen Itza&lt;/em&gt;foram construídas pelo Deus Serpente e todo o seu culto girava em torno da astronomia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Há uma outra construção em forma de caracol que era o principal observatório astronômico dos sacerdotes maias. Existem portas e janelas para observar o sol, as estrelas e os planetas em posições particulares. Assim eles calculavam um calendário astronômico muito preciso. Eles previram um eclipse solar que ocorreu em 1991 na cidade do México. Eles tinham um medo mortal: acreditavam que o fim do mundo estava escrito nos céus, por isso estudavam-no. Previram um suposto cataclismo para 23 de dezembro de 2012. Será que eles acertarão de novo?&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/h1&gt;
&lt;h4 style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: transparent; color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: medium; font-style: normal; font-variant: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
OUTROS LUGARES MISTERIOSOS:&lt;/h4&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;color: black; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify; text-transform: none; width: 570px;&quot;&gt;&lt;tbody style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: left;&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Também percebemos referências às estrelas do céu através de misteriosas linhas desenhadas no solo de&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Nazca&lt;/em&gt;, no Peru. Um gigantesco desenho de uma aranha, por exemplo, retrata o exato modelo da constelação de Orion. Nesta mesma cidade existem ruínas de pirâmides que estão bastante destruídas pelo tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Em Callanish, na Escócia, Círculo de Pedras foram alinhados com o céu, formando um excelente observatório astronômico. Eles são alinhados com o nascer do sol e da lua durante todo o ano.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Em Stonehenge, no sul da Bretanha, pedras marcam as quatro estações do ano e evidências astronômicas (alinhamentos com sol e lua) datam sua construção de 10500 a.C.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Em Carnac, na França, existem Pedras enfileiradas que atraem estudiosos e curiosos do mundo inteiro. Astrônomos e matemáticos teorizam que este local já era um observatório muito antes das pedras serem colocadas ali.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Estes antigos habitantes de Carnac já conheciam o cálculo da latitude e longitude, do diâmetro da Terra, conheciam trigonomia esférica e outros cálculos de matemática avançada e retratavam isso através das pedras.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Próximo a estas pedras há um local de elevação de terra e pedra em forma de uma pirâmide que esconde um cemitério. Misteriosos desenhos feitos nas paredes de granito revelam indicações astronômicas. A passagem do cemitério aponta para o nascer do sol no solstício de inverno.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Uma grande Pirâmide&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;ao norte do México&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;tem o cumprimento da base exatamente igual à&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pirâmide de Gizeh&lt;/em&gt;, no Egito&lt;/span&gt;. Suas passagens subterrâneas são semelhantes com as passagens da&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pirâmide-Cemitério&lt;/em&gt;&amp;nbsp;de Carnac&lt;/span&gt;, na França e com as&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pirâmide de&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Gizeh&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;O túnel e a pirâmide estão alinhados com as estrelas da Plêiade, que só acontecia duas vezes por ano.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Há uma rede de números repetidos no local que refletem a circunferência da Terra, o seu raio e o verdadeiro eixo Norte-Sul. Isso sugere uma astronomia de alta precisão, que seus construtores tinham medidas de espaço e tempo muito precisas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Laventa&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;é a mais antiga civilização do México. Era muito avançada, sua escrita ainda não foi decifrada e seus habitantes eram excelentes astrônomos. Havia pirâmides no local, mas a indústria petrolífera as destruiu. Também existem gigantescos rostos de pedras com feições humanas muito peculiares, pois refletem uma mistura de raças. Segunda as crenças desses habitantes, deuses povoaram esses locais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Na&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Ilha de Páscoa&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;, existem quase mil estátuas de pedras, algumas inacabadas, com várias toneladas cada uma. Elas estão de frente para o sol nascente em dias específicos do ano, tendo como alvo estrelas significativas. Trata-se de uma outra tentativa de ligar o céu e a Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Esta ilha é o ponto mais remoto desabitado da Terra, distante 3200 km de qualquer outro lugar. Ela também é chamada por um nome que, na língua dos antigos, significa o “umbigo do mundo”. Esta ilha fica a&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;144° a oeste de&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Angkor&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e a 144° a leste das&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pirâmides de Gizeh&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e ambos estão separados um do outro por 72° de longitude.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Na&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Ilha de Yonaguni&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;, na China, há uma estrutura no fundo do mar cujo cumprimento da base é exatamente igual ao cumprimento da base da&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Pirâmide de&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Gizeh&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;. Existem valas que vão do leste a oeste. Estudiosos acreditam que sua construção data de mais de 9 mil anos e ela repousa sobre o antigo Trópico de Câncer, apontando para o sul.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Antigos habitantes de&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Cusco&lt;/span&gt;&amp;nbsp;(que significa “umbigo”), no Peru, acreditavam que a Terra sofreria inúmeros cataclismos, que ela morreria e renasceria inúmeras vezes. Eles estudavam os astros cuidadosamente, pois temiam o cataclismo. Eles também acreditavam que as almas tornavam-se estrelas após a morte.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Há um templo central na cidade de Cusco que era o berço da religião e da astronomia. Eles também adoravam o sol (Inca significa “filho do sol”). Aliás, todo esse local foi adaptado para marcar o nascer e o por do sol. Os pilares laterais do templo marcam os extremos do sol no horizonte. Hoje em dia o sol está desalinhado porque houve mudança no eixo da Terra, mas cálculos mostram que o último alinhamento foi em 10500 a.C..&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Os arqueólogos acreditam que a correlação entre todas essas construções tem um propósito. Os antigos acreditavam que o cataclismo que ocorreu causando o fim da era glacial era obra dos deuses, porque o cometa que se colidiu com a Terra vinha do céu. Eles supostamente sabiam que sua raça iria extinguir-se e por isso eles tentaram deixar seu legado para futuras civilizações.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Acrescentam que essas civilizações supostamente sabiam de algo que não sabemos. Os sobreviventes do grande cataclismo percorreram grandes distâncias para manter vivo esse conhecimento espiritual. Eles sabiam da missão da humanidade aqui na Terra e preocupavam-se em não perderem-se em ambições materiais, para que possamos nos equipar para a imortalidade. Todo esse conhecimento está escondido nos mitos, nos monumentos e na astronomia e ainda pode ser resgatado.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/h1&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/5630816010935068459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/em-busca-da-civilizacao-perdida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/5630816010935068459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/5630816010935068459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/em-busca-da-civilizacao-perdida.html' title='EM BUSCA DA CIVILIZAÇÃO PERDIDA'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-4017980280608833299</id><published>2013-09-26T18:31:00.000-07:00</published><updated>2013-09-26T18:31:11.947-07:00</updated><title type='text'>CALENDÁRIO MAIA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Mais que um calendário, os Maias possuíam um sistema de calendários circular cujo ciclo completo era de 52 anos solares e que sincronizava dois outros, a saber: o calendário Tzol’kin de 260 dias e o calendário Haab de 365 dias e 1/5. O Calendário Maia prevê o final do ciclo atual no ano de 2012, quando tudo se extinguirá para o início de uma nova era.&lt;/strong&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
Conceito de tempo e sua importância&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
A grande importância dada pelos maias à medição do tempo decorre da concepção que tinham de que tempo e espaço, em verdade, tratam-se de uma só coisa e que flui não linearmente, como na convenção européia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos. O conceito chama-se Najt e é representado graficamente por uma espiral.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Os maias acreditavam que, conhecendo o passado e transportando as ocorrências para idêntico dia do ciclo futuro, os acontecimentos basicamente se repetiriam, podendo-se assim, prever o futuro e exercer poder sobre ele.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Por esta razão, a adivinhação era a mais importante função da religião dos maias. Tanto é assim, que a palavra maia usada para designar seus sacerdotes, tem origem na expressão guardião dos dias.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
O calendário maia com ciclo equivalente a um ano solar era chamado Haab, e tinha ordinariamente 18 meses de 20 dias (mais cinco dias sem nome), seu uso era mais afeto às atividades agrícolas, notadamente na prescrição das datas de plantio, colheita, tratos culturais e previsão dos fenômenos meteorológicos. Era o calendário das coisas e das plantas. Já o calendário Tzol’kin que possuía treze meses de vinte dias, com ciclo completo de 260 dias, era usado para as funções religiosas em função do qual se marcavam as cerimônias religiosas, se fazia a adivinhação das pessoas e se encontravam as datas propícias para seus atos civis.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Assim que nascia uma criança, os maias as apresentavam aos sacerdotes que, em função do dia do nascimento, adivinhavam a futura personalidade da criança, seus traços marcantes, suas propensões, habilidades e dificuldades, analogamente ao horóscopo mesopotâmicOrigem&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Estudiosos defendem que a observação da repetição cíclica das estações do ano e seus eventos climáticos, dos ciclos vegetativos e reprodutivos das plantas e dos animais sincronizados à repetição do curso dos astros na abóbada celeste, é que acabou inspirando os Maias à criação de seus calendários.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
É, pois reconhecido que muito da matemática e astronomia dos maias se desenvolveu sob a necessidade de sistematizar os calendários com os principais eventos no qual o desenvolvimento da escrita tinha o papel preponderante de registrar tanto as datas como os eventos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
O mês de vinte dias é um tanto mais natural e adequado na cultura maia, já que a sua matemática usava a numeração na base vinte, que corresponde à soma dos dedos humanos das mãos e dos pés.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Não é por outra razão que a cada katum (período de 20 anos), data auspiciosa como nossa década, os maias erigiam uma estela, monumento lítico belissimamente decorado, no qual registravam as datas e principais eventos, que poderiam ser interpretados no futuro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Como qualquer outra civilização antiga, os maias sacralizavam os conhecimentos de astronomia, matemática e escrita, sendo estas de função dos sacerdotes e letrados cujos registros se cristalizaram no sistema de calendários, desde muito cedo aperfeiçoados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Se a duração ciclo completo do haab (365 dias + 1/5) era demarcada ao compasso do ano solar, a duração do ciclo completo do Tzol’kin (260 dias) corresponde à duração de um ciclo biológico humano desde a concepção até o nascimento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Por isto, o haab regia a agricultura e as coisas, e por isto mesmo o tzol’kin regia a vida das pessoas, a partir de seu aniversário, fornecendo-lhes preceitos e presságios.&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
Calendário do Tzol’kin&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Alguns acreditam que os maias identificaram o aspecto energético e espiritual do tempo de cada dia e codificaram isso em seus calendários. O que temos, com efeito, é que, a par do arranjo dos ciclos, os maias tentaram consolidar os principais eventos de tais dias.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Há quem diga que os maias definiam o tempo como uma energia real ou força que existe em todo o universo, cuja freqüência seria 13:20&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Treze referir-se-ia às 13 lunações anuais (13 x 28 = 364) onde o mês lunar tem 28 dias, que, coincidentemente multiplicado por 20 (base) resulta em 260 dias, período algo próximo ao ciclo ovariano da reprodução humana.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Entretanto, modernas interpretações místicas tecem correlação de tais aspectos com tons galácticos ou poderes da criação e radiopulsos que vem do centro da galáxia, sendo certo, porém que o conceito de rádiopulso não foi encontrado em nenhum registro arqueológico maia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Tzolk’in calendar: named days and associated glyphs (in sequence)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1799-01.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1799-02.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
Teorias esotéricas&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Alguns teóricos esotéricos afirmam que o número Vinte refere-se às 20 freqüências solares, que representam o ciclo de possibilidades de transformação que cada um desses radiopulsos pode sofrer nos espectros de freqüência. A união dessas energias cria um padrão de pulsação radiante que contém um tipo específico de informação para cada dia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Afirmam que os 13 Tons e os 20 Selos se combinam, criando a matriz de 260 unidades coincidente com o calendário sagrado Tzolkin.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Dizem que este calendário é um índice que combina nossos níveis tridimensionais de freqüências com as freqüências da quarta dimensão. Ele nada tem a ver com começo ou fim.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Cada dia, que é chamado de Kin na língua maia, tem uma configuração energética específica, carregada de informações e ressonâncias. Um Kin é o padrão planetário de tempo, que corresponde à duração de uma única rotação do eixo terrestre, um dia e uma noite. Dependendo da energia que recebemos do centro da galáxia e do sol, cada kin, soa de modo distinto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Existem 260 kins no calendário sagrado Maia. E um deles influencia o destino de cada pessoa, pois ele codifica o aspecto energético e espiritual do dia em que nascemos. Este kin é a nossa assinatura galáctica. Segundo a antiga ciência maia, saber qual é nosso kin nos possibilita um conhecimento maior de nós mesmos e mostra o caminho para a integridade, a harmonia da mente e do espírito, proporcionando a paz interior através do reconhecimento de nossas potencialidades e dos desafios que devemos trabalhar para nossa evolução. Mostra como podemos agir de acordo com nossa essência, o que multiplica as chances de sermos bem sucedidos nas atitudes que tomamos em todos os aspectos de nossa vida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Enfim, é o resgate e justificativa de algumas crenças que, embora reformuladas e retocadas, pululavam na primitiva religião dos maias!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;OS 5 GRANDES CICLOS SAGRADOS MAIAS E O RAIO SINCRONIZADOR GALÁTICO&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;E O DISPARO DAS 7 PROFECIAS MAIAS&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;OS CINCO CICLOS SAGRADOS APARECEM NA FOMOSA RODA CALENDÁRIA MAIA&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;4 CICLOS REPRESENTADOS PELOS 4 HIERÓGRIFOS LATERAIS E O QUINTO E ÚLTIMO AO CENTRO DA RODA, O CHAMADO SOL CENTRAL. PORQUE OS MAIAS FARIAM UM CALENDÁRIO COM UM FINAL? UM CALENDÁRIO QUE NÃO CONTINUA?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1799-03.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 30px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
O SEGREDO DECIFRADO&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/narrativas1799-04.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
ESTAMOS NO ÚLTIMO CICLO MAIA O QUINTO SOL E ADENTRANDO A MANHÃ GALATICA&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;O ÚLTIMO CICLO QUE ESTÁ ENTRE 1999 E 2012.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;bgsound loop=&quot;infinite&quot; src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/themes/projetovegaufo/midis/iwanttom.mid&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/bgsound&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;relacionados&quot; style=&quot;margin: 60px 0px 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;crp_related&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Fonte:- yahoo grupo&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/4017980280608833299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/calendario-maia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/4017980280608833299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/4017980280608833299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/calendario-maia.html' title='CALENDÁRIO MAIA'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-3532808752002300547</id><published>2013-09-26T18:26:00.001-07:00</published><updated>2013-09-26T18:26:19.999-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-align: justify; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
A CIÊNCIA CONFIRMA A PROFECIA MAIA&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
tradução: Isaac Lutti&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Realização das detalhadas profecias que a antiga cultura Maia para o período correspondente entre os anos 1992 e 2012 do nosso calendário gera um grande mistério e uma pergunta inquietante: Encontramo-nos realmente vivendo o final de una era cósmica e veremos dentro de quatro anos o amanhecer bem diferente do que conhecemos?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os cientistas não sabem o que está acontecendo com o Sol. No dia 20 de janeiro de 2005, uma surpreendente tempestade solar alcançou a Terra com sua máxima radiação 15 minutos após as explosões. Normalmente, demorariam 2 horas para chegar aqui. Segundo Richard Mewaldt, do Califórnia Institute of Technology, foi a mais violenta e mais misteriosa dos últimos 50 anos.&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os cientistas acreditavam que as tempestades se formavam na coroa solar pelas ondas de choque associadas a erupções do plasma. Entretanto, neste caso parece haver se originado estranhamente no interior do astro rei, segundo afirmou o professor Robert Lin, da Universidade da Califórnia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os astrônomos ficaram perplexos. O professor Lin – principal pesquisador do satélite Reuven Ramaty High Energy Solar Spectroscopic Imager (RHESSI)– expressou sua conclusão com uma frase muito simples: “Isso significa que realmente não sabemos como o Sol funciona”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Resumindo: O inusitado fenômeno de 20 de janeiro de 2005 acabou com os modelos de estudos da nossa ciência sobre o assunto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
E porque o Sol produziu uma atividade tão intensa e anômala neste momento? O pico máximo de atividade da nossa estrela – no seu ciclo principal de 11 anos – aconteceu no ano 2000.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em 2004 os físicos solares observaram uma ausência total das manchas, onde isso sempre anuncia a proximidade de alguma atividade no Sol.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Essa atividade mínima deveria ocorrer entre 2005 e 2006, uns quatro anos antes da máxima, prevista para o ano 2010 ou 2011, precisamente nas vésperas da data para a qual os antigos Maias profetizaram o final da era correspondente ao “Quinto Sol” e o começo de outro ciclo cósmico, chamado “Sexto Sol”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Maias sabiam de algo que nossa ciência atual ignora? Os textos sagrados poderiam ajudar os cientistas a entender o comportamento do astro rei?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
E sobre tudo, por que motivo eles prestavam tanta atenção na atividade solar dos nossos dias naquela época?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O Calendário Maia termina de repente no sábado 23 de dezembro de 2012, 5.125 anos depois de se iniciar a era do “Quinto Sol”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo as profecias, a causa física desse término é que o Sol receberia um raio oriundo do centro da galáxia e emitiria una imensa “chama radioativa” que transmitiria a radiação a Terra e conseqüentemente a todo o sistema solar. Este evento acontece antes do começo de um novo ciclo cósmico.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo os dados Maias, já houve cinco ciclos de 5.125 anos, completando uma série de 25.625 anos, período muito próximo ao da “precessão dos equinócios”, conhecido como “Ano Platônico” ou “Grande ano Egípcio”, correspondente a um ciclo completo formado por 12 eras astrológicas (25.920 anos).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo os Maias, a cada ciclo de 5.125 anos finaliza o prazo de uma humanidade (raça) na terra – primeiro a destruição, seguida pela regeneração que traz o ciclo seguinte, o “Sol”. No começo são feitas sincronizações da “respiração” de todas as estrelas, planetas e seres.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
No dia 11 de agosto de 3.113 a.C. os Maias fixaram o nascimento do “Quinto Sol” – A era atual – cujo final será em 2012. A era da água acabou com o Dilúvio, a seguinte foi com o dilúvio de fogo e a nossa chamada de “Era do Movimento”, chegará ao fim com violentos terremotos, erupções vulcânicas e furacões devastadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A mitologia de várias culturas antigas fala de inundações catastróficas que aconteceram há uns 12.000 anos e de misteriosas chuvas de fogo, há cerca de 5.000 anos, onde pesquisadores como Maurice Cotterell associam a um grande cometa que cruzou a atmosfera terrestre.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A profecia Maia também descreve os 20 anos anteriores ao primeiro dia do “Sexto Sol” com certo detalhe. Este ciclo menor, denominado Katum, já chegou a quase dois terços da sua duração total. Ele nos permite verificar até que ponto da atualidade foi cumprido suas profecias e conseqüentemente, decidir se seus acertos merecem suficiente credibilidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O último Katum – denominado por eles “o tempo do não tempo” teve início no ano de 1992 do nosso calendário, logo após a um eclipse do Sol que eles profetizaram para o dia 11 de julho de 1991 e que aconteceu realmente. No entendimento dos Maias, se trata de um período de transição, caracterizado por grandes mudanças cósmicas, telúricas e históricas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em setembro de 1994 foram detectadas fortes perturbações no campo magnético terrestre, com alterações importantes como a orientação migratória das aves e cetáceos e inclusive o funcionamento da aviação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em 1996, a sonda espacial Soho descobre que o Sol não apresenta vários, mas somente um campo magnético homogeneizado. Em 1997 aconteceram violentas tempestades magnéticas no Sol e em 1998 a NASA detectou a emissão de um potente fluxo de energia vindo do centro da galáxia onda ninguém soube explicar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Outra data importante da profecia Maia foi o eclipse total do Sol em 11 de agosto de 1999 que aconteceu exatamente como eles falaram. Segundo o Chilam Balam (livro sagrado Maia) após sete anos do início do último Katum (1999) começa uma era de escuridão e os desastres na terra (terremotos, furações e erupções vulcânicas) aumentariam consideravelmente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
No dia 15 de agosto de 1999, 1 mês após o mencionado eclipse, aconteceu uma misteriosa explosão vindo do espaço e por causa disso algumas estrelas ficaram em eclipse durante horas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As radiações das ondas de radio, raios gama e raios X multiplicaram sua intensidade em 120%.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os astrônomos Richard Berendzen e Bob Hjellming, do Observatório Radio astronômico do Novo México (EE UU), qualificaram esse fenômeno como um enigma “digno de uma investigação minuciosa”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O raio e a chama radioativa&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Diante desses acontecimentos podemos se perguntar: Poderia ser essa misteriosa e inexplicável radiação de 1999 o raio proveniente do centro da galáxia que segundo os Maias, alcançaria o Sol antes do ano 2012 resultando nos fenômenos sísmicos aqui na Terra? Podemos se perguntar também sobre a “chama radioativa” que segundo os Maias, o Sol emitiria após receber esse “raio”. A Igualmente enigmática e anômala explosão solar de 20 de janeiro de 2005 que deixou perplexos e sem respostas os cientistas pode ser esse acontecimento?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O eclipse de 11 de agosto de 1999 que antecedeu a forte radiação vinda do espaço no dia 15 de setembro de 2005 inaugurou um período de cataclismos naturais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
No dia 7 desse mesmo mês houve um terremoto de 5.9° (escala Richer) na Grécia, com 218 mortos. Dia 8, inundações catastróficas na China com milhares de mortos. Dia 17, um terremoto de 7,4º na Turquia com 15.000 mortos. Dia 20, um terremoto de 7,6º em Taiwan com 2.000 mortos. Dia 22, uma cadeia de terremotos entre 2º e 5,2º em todo o planeta. Um terremoto em Oaxaca (México), seguido de grandes incêndios devidos a explosões de gás com mais de 100 mortos e dia 10 de outubro as chuvas produziram 300 mortos e 500.000 afetados também no México.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Não se trata de uma lista exaustiva de catástrofes, são somente alguns fenômenos que aconteceram nos dois meses posteriores ao eclipse de agosto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esses dados também falam sobre o grande aumento dos sismos, erupções vulcânicas e meteoros violentos. A comparação da intensidade e da quantidade que esses fenômenos aconteceram nos anos anteriores revela que houve um grande crescimento desses fatos no período que os Maias denominaram de “o tempo do não tempo”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Depois a potente e anômala radiação emitida pelo Sol no dia 20 de janeiro de 2004 cresceram o número de erupções vulcânicas. Durante esse ano foi registrado 31 erupções significativas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Existem outras confirmações&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A partir de 1999 se incrementariam as guerras e a destruição. O eclipse teve sua sombra sobre o oriente médio mais precisamente sobre o Irã, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Índia, todas sendo áreas de conflitos sérios. Próximo de 2012 uma onda de calor aumentaria a temperatura do planeta produzindo mudanças climáticas, geológicas e sociais sem precedentes com uma rapidez assombrosa. E estamos dentro dessa dinâmica. O acelerado derretimento da camada glacial em todo o mundo e a aparição de zonas verdes na Antártida é um feito confirmado cientificamente. Os cientistas também anunciaram as mudanças que estão acontecendo no Sol.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As profecias Maias falam da aparição de um cometa com alta probabilidade de impacto com a terra. Curiosamente, também no Apocalipse de São João se profetiza a chegada desse cometa chamado “Ajenjo” como o sinal do “Final dos Tempos”. Outra coincidência interessante é que o dia 11 de agosto de 1999, não só teve o eclipse total do milênio, mas teve também a formação de uma configuração astrológica muito rara: A grande luz cósmica formada pelos signos de Touro, Leão, Escorpião e Aquário, pelo Sol, pela Lua e três planetas (ANO/ZERO, 102)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esta Cruz também é dita no Apocalipse porque evoca os “quatro moradores do Trono”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O primeiro é descrito como “semelhante a um leão (Leo). O segundo semelhante a um touro (Tauro), o terceiro “com semblante humano” (Aquário) e o quarto semelhante com uma águia (Escorpio).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Estamos diante de um simbolismo complexo que encaixa as profecias Maias do começo do “Sexto Sol”, uma nova era que segundo sua predição acabará com o “tempo do medo” e uma humanidade renovada pelo cosmo construirá uma civilização superior que a atual.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Com toda essa expectativa é inevitável não lembrar a mestres como o Sri Aurobindo que junto com sua companheira Madre e seu discípulo Satprem promoveram uma transformação fisiológica convencidos de que um ser humano superior deve produzir “o despertar” do corpo das células até o átomo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Uma evolução programada&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Aurobindo ensinou que aconteceria um “pouso de luz superior nas partes mais baixas da natureza” onde favoreceria o acesso do ser humano a um nível de consciência mais elevado do que o atual.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Poderia essa mudança ser ativada ou favorecida por esse grande evento cósmico que foi anunciado pelas profecias Maias? Pode esse salto vibracional do universo, transmitido pelo universo ao Sol e do Sol para a Terra estar impulsionando a “grande transformação” que segundo os Maias chegará definitivamente ao nosso planeta no sábado 23 de dezembro de 2012?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Todas as profecias afirmam veementes a respeito de um salto qualitativo na evolução da consciência humana. A mudança cósmica criará as condições, mas a mudança interior só pode ser feita por uma decisão livre e com um trabalho individual de cada um dos humanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
No final desse último Katum, o Céu nos coloca ante uma encruzilhada: autodestruição ou transformação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Encontramo-nos numa espécie de “terra de ninguém”. Estamos numa fase definitiva onde já não pertencemos a nenhuma era. E provavelmente daqui a quatro anos, quando “a porta cósmica” se abrir estaremos numa era renovada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em qualquer dos casos nos parece evidente que os acontecimentos estão de acordo com as profecias Maias o suficiente para que possamos estudá-las seriamente sem prejudicar tudo o que sabemos do mundo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A evolução biológica e psicoespiritual respondem a uma programação cósmica inteligente?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esta é sem dúvida o grande mistério da humanidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/3532808752002300547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/a-ciencia-confirma-profecia-maia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/3532808752002300547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/3532808752002300547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/a-ciencia-confirma-profecia-maia.html' title=''/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-7508967991155566850</id><published>2013-09-26T18:19:00.003-07:00</published><updated>2013-09-26T18:19:39.461-07:00</updated><title type='text'>OS MAIAS</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1594-01.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Embora muitos continuem imersos na imensa escuridão do mito do progresso científico e da superioridade tecnológica da civilização moderna, uma pequena massa que paira sobre ela observa atenta os passos dados em direção contrária.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
O reconhecimento de valores intrínsecos nas filosofias e práticas orientais – a ioga, a meditação, os arranjos florais, as artes marciais e assim por diante – faz emergir as primeiras rachaduras nessa redoma escura. O que dizer então do conhecimento e ciência de civilizações antigas?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Se a modernidade recorre ao conhecimento antigo ainda empregado em civilizações contemporâneas para tentar sanar sua crise, dando a mão à palmatória quanto a sua grande supremacia, será que tem ela algo também a reconhecer nas civilizações as quais intitulou primitivas?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Voltemos nossa atenção no momento para os Maias. O quanto é enigmática aos olhares atuais, é que narciso acha feio o que não é espelho, na concepção progressista, são um dos fluxos de civilização que lutavam contra as adversidades ambientais para atingir nosso nível de materialismo e de ciência.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1594-02.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Uma civilização intrigante em seu todo. Desde sua origem, desenvolvimento e desmaterialização, isso mesmo, eles desapareceram aos nossos olhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Lendo os textos maias tardios chega-se a conclusão que o lugar ou o processo de origem desta civilização descrito é de natureza mandálica, celestial e cósmica. E se descreve não necessariamente um lugar geográfico mas um processo de vir a ser, um ponto de entrada para outro mundo? Mas o que são esses mundos?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Descrevem eles antigos estágios de vida neste planeta? Ou descrevem passagens cósmicas que simultaneamente ocorrem aqui e/ou em outro lugar?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Mais de milhares de anos depois do auge das construções das pirâmides no Egito, cuja civilização pode ser justificadamente comparada à dos Maias, estes surgem em cena.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;float: left; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 2px; margin-right: 8px; margin-top: 2px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1594-03.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Várias coisas nos impressionam nas majestosas ruínas maias, principalmente seu isolamento. Mesmo com relação à civilização mexicana, intimamente ligada a ela, o estilo artístico Maia é singular. Isolados nas selvas das Américas Central e Sul, os Maias mostram-se tão arredios quanto distantes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Se o tempo em que estiveram aqui empregaram na construção de um calendário, concentraram todos seus esforços em termos de ciência para o registro do tempo, não teriam eles uma finalidade mais nobre?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Surge a suspeita de que o calendário é mais do que um calendário. Será esse sistema numérico tão apurado seria também um meio de registrar calibrações harmônicas que se relacionam não apenas com posições espaços-temporais, mas com qualidades ressonantes do ser e da experiência, cuja natureza nossa predisposição materialista impede de ver?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Eles construíram uma série de monumentos onde registraram de uma forma muito precisa as correlações entre o padrão harmônico galáctico e o calendário solar terrestre.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
O ciclo atual de 5.125 anos – 3.113 a.C. a 2012 d.C. – é uma calibração exata do fractal galáctico, age literalmente como uma lente focalizando um feixe de radiação, por meio do qual a informação de fontes galácticas é sincronizada para a Terra, através do Sol.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Como os calendários Maias estão relacionados com o mistério de suas origens e com o enigma do abandono de suas cidades principais por volta de 830 d.C.? E para onde eles foram depois? Certamente que alguns ficaram.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Entretanto, há uma clara interrupção antes do reinício da civilização maia em fins do século X, que é como se essa ruptura tivesse sido consciente e deliberada. Não apenas é profunda a ruptura entre o assim chamado Novo Império Maia e os maias pré-830 d.C., mas na época em que os espanhóis chegaram, foi como se toda a compreensão do passado tivesse sido esquecida. E, contudo, o calendário permaneceu. Uma pista – para quem?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
A razão de se resgatar essa informação é uma só: auxiliar no alinhamento com o todo, o que conduz à ação consciente com a comunidade de inteligência galáctica.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/7508967991155566850/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/os-maias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/7508967991155566850'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/7508967991155566850'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/os-maias.html' title='OS MAIAS'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-4882998787499425968</id><published>2013-09-26T18:18:00.003-07:00</published><updated>2013-09-26T18:18:42.710-07:00</updated><title type='text'>AS RUÍNAS DO GRANDE ZIMBABWE</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1585-01.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1585-02.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Lugares misteriosos&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
por Carol Beck&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Existe um lugar ocupado por persistentes quinhentas impressionantes estruturas. A maioria delas tem a forma cônica. O lugar apresenta uma extensão de aproximadamente 385 kMc, no Zimbábue, no mais alto planalto da África do Sul. Estas estranhas construções foram feitas de pedra, divididas e separadas em blocos e colocadas juntas com algum desconhecido método e sem usar argamassa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Em 1868, o viajante e explorador alemão Adam Renders se perdeu numa profunda floresta do sul da África e acidentalmente se deparou com as extraordinárias ruínas, perto do Lago Vitória. Tentando sair de lá, ele se moveu ao longo das paredes por algum tempo, tendo a impressão de que estava andando em círculos. No momento ele não sabia que tinha encontrado as Grandes Ruínas de Zimbábue.&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;No começo, Renders não prestou muita atenção nas desconhecidas ruínas. Porém, ele contou sua estranha história para o explorador e aventureiro, Karl Mauch, que três anos mais tarde, chegaria à costa oriental da África do Sul. Ele era um dos primeiros homens a encontrar ouro na região. Ele pensou que os vestígios poderiam pertencer à legendária terra, Ophir, famosa por suas minas de ouro e governada por um dos vassalos da Rainha de Sheba (Sabá).&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;Adam Renders, que descobriu o lugar, talvez não tivesse teorias sobre suas origens. Mas ele estava sempre pensando sobre o assunto. A teoria de Karl Mauch era uma de muitas. Nenhuma delas apresentou provas convincentes. Infelizmente, sua teoria conectando as ruínas biblicamente com Ophir e as minas do Rei Salomão definitivamente trouxe desastrosas conseqüências para a região.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;float: left; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 2px; margin-right: 8px; margin-top: 2px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1585-03.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
O lugar tem sido exposto à pilhagem e devastação. Os portugueses chegaram no Zimbábue no meio do século dezoito. Junto com eles chegaram novas teorias e sugestões. Alguns acreditavam que os vestígios foram construídos por uma raça branca perdida, há 1100 a.C tinham uma proposta astronômica, outros sugeriam que o quebra-cabeça das ruínas tinha sido construído por uma raça pré-histórica parecida com os construtores do Stonehenge. Desnecessário dizer que essas teorias são consideradas absurdas.&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;Baseadas em crônicas de João de Barro, do século dezesseis, os locais se referem às ruínas de Zimbábue. Ninguém sabe quando e quem as fez. As pessoas do local não sabem nem ler e escrever, o que torna difícil encontrar qualquer registro histórico. Entretanto elas estão convencidas que as estruturas são trabalho do Diabo.&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;Um dos visitantes das Grandes Ruínas de Zimbábue foi o etnólogo e arqueólogo alemão, Leo Frobenius que seguiu fazendo comentários sobre elas: “Nenhuma argamassa foi empregada,mas a pedra foi revestida e esquadrinhada por um Martelo. Também relíquias tinham sido descobertas,incluindo estátuas de Astarte ou Vênus em forma de falcão;símbolos fálicos de várias dimensões; bolas, jóias,etc…”&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;Tem sido teorizado que as construções vieram do norte da África, mas não contém inscrições, que possa soluciona uma mínima parte do grande mistério que ronda as ruínas. Contudo, muitos artefatos foram desenterrados como jóias e braceletes da Arábia, objetos trabalhados na Índia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;float: left; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 2px; margin-right: 8px; margin-top: 2px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1585-04.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Na cidadela, haviam sido encontrados alguns pássaros de pedra sabão, colocados em cinco pesados pedestais de pedra. Um número de achados que nos remetem a antiga civilização Egípcia e a América Pré-Colombiana. O que as Ruínas de Zimbábue têm em comum com as civilizações acima citadas? O falcão, um dos primeiros animais venerados no Egito, diziam que era personificação do deus Hórus, que fez o céu. Hórus, era venerado ao longo do delta do Nilo. Seu culto se propagou por todo o Egito, ele era uma manifestação de deus vivo. As estátuas de pássaros encontradas no Zimbábue nos levam a similaridades para a estátua do deus cabeça de falcão, Hórus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
As similaridades nessas construções são claramente visíveis. O arqueólogo francês e jornalista Robert Charroux escreveu: “No meio das ruínas, mas em bom estado de preservação, nós encontramos, como em Machu Picchu, no Peru, altas torres ovais como silos, sem fendas nas paredes, só poderiam ser habitadas por homens voadores… Em Machu Picchu eles de fato chamaram: o domicílio dos homens voadores.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
A questão aparece: Para que propósitos foram construídos aqueles monumentos bizarros, sem portas, janelas ou qualquer outra abertura? Quem construiu as paredes elípticas e as torres cônicas (trinta e três pés de grossura). Habilidoso o suficiente para colocar juntos, as paredes e as torres que são claramente um sinal evidente de poder, desconhecido e ordenado assentamento. São impressionantes monumentos dos seus criadores. As similares torres cônicas, são chamadas de nuraghi, também podem ser encontradas na Sardinia (Sardenha), em Shetland, nas ilhas Orkney, Escócia e em muitos lugares ao redor do mundo. Quem foram os desconhecidos que construíram aquelas estruturas?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1585-05.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
O Zimbabue [Zimbabwe] antiga Rodésia, é um país da África do Sul. O próprio nome do país está relacionado com seus monumentos históricos, as mundialmente famosas ruínas do Great Zimbabwe, paredes e torres de pedra que serviram de residência aos reis africanos que dominaram a região no passado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
O nome original é Dzimbabew: DZIMBA= Casa, IBWE= Pedra, significa Casa de Pedra. A origem desta nação remonta ao século XIV, quando uma tribo Bantu fixou-se no local. Ali se desenvolvia a civilização dos Makaranga à qual se integraram os nativos locais, o povo Chona. Mais tarde foi chamado Império do Monomotapa, ou, ainda, Mwanamutapa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Havia muitas Zimbabwe, que eram locais de deliberação dos governantes e sacerdotes que ali se aconselhavam com os espíritos dos mortos. Cada clá tinha sua Casa de Pedra e o Grande Zimbabwe era a sede política e religiosa do Império entre os séculos XII e XIII.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Nas ruínas, distinguem-se três importantes construções: um templo oval cercado por uma muralha de 2,5 km com 9m de altura e 4,5m de largura; no interior da muralha erguem-se duas torres, a maior, com 10m de altura; e mais, uma fortaleza e casas. A pesquisa arqueológica e histórica também encontrou objetos de ouro, cobre, bronze, jóias, marfim e gemas preciosas, alguns destes, oriundos da Índia e da China, esculturas de pedra e desenhos. Havia 58 cidades de pedra espalhadas por todo o império. Os Monomotapa haviam alcançado uma sofisticada técnica de construção em pedra e os objetos de origem estrangeira indica que havia intercâmbio com povos muito distantes.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/4882998787499425968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/as-ruinas-do-grande-zimbabwe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/4882998787499425968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/4882998787499425968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/as-ruinas-do-grande-zimbabwe.html' title='AS RUÍNAS DO GRANDE ZIMBABWE'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-4967303961599624861</id><published>2013-09-26T18:11:00.003-07:00</published><updated>2013-09-26T18:11:25.552-07:00</updated><title type='text'>CIVILIZAÇÃO SUMÉRIA E OS CÉUS</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;A Suméria foi a mais antiga civilização humana, segundo a arqueologia. Localizava-se onde hoje é o Iraque (antiga Mesopotâmia) e teve início entre 3.500 e 3000 A.C.Futuramente vou escrever com mais detalhes sobre esta civilização, mas agora o foco é na sua Astronomia.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Os Sumérios geralmente são considerados os inventores da astronomia. Já foram encontradas centenas de inscrições sobre suas observações celestes, e o que se pode notar é que o conhecimento que possuíam era avançadíssimo para quem vivia na Terra há 5.000 anos atrás.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Eles tinham escritos específicos sobre o sistema solar, o que nos leva a crer na possibilidade de que os Sumérios conheciam todos os planetas do nosso sistema, sua ordem correta ao redor do sol, bem como seu tamanho e talvez até a cor de cada um. Eles chamavam Urano e Netuno de planetas gêmeos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1611-01.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Ali, mais para a esquerda, vemos o Sol, e mais 11 corpos a sua volta. Interessante isto, já que Urano, Netuno e Plutão só foram “descobertos” em 1781, 1846 e 1930 respectivamente (e os Sumérios não tinham telescópios).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Então juntando tudo temos o Sol, a Lua, e mais os nove planetas em nosso sistema solar, certo? ERRADO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Ali na figura, ao redor do Sol, existe um corpo celeste a mais. Sim, isso mesmo, tem mais um planeta ali! Veja no detalhe.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1611-02.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Mas que planeta será este?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
De acordo com os escritos sumérios, é Nibiru, o 12º planeta (eles também denominavam “planetas” o sol e a lua em sua astronomia). E deixaram escritos sobre este planeta em tabuinhas de argila.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Nibiru significa “O Planeta da Travessia”, e recebeu este nome porque sua órbita é diferente, fazendo com que ele cruze pelas órbitas dos demais planetas do sistema solar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Abaixo dois textos sumérios que falam sobre ele:&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;O grande planeta:&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;A sua aparência, vermelho escuro.&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;O céu ele divide ao meio&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;E permanece como Nibiru.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Planeta do deus Marduk:&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;Ao seu aparecimento: Mercúrio&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;Subindo trinta graus do arco celestial: Júpiter&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;Quando colocado no local da batalha celeste: Nibiru&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Segundo o escritor e pesquisador da civilização suméria Zecharia Sitchin, a órbita do 12º planeta é de 3.600 anos. Cada vez que ele se aproxima e passa perto da Terra, causa uma série de eventos, como resultado da influência de seu forte campo gravitacional, já que Nibiru tem um tamanho aproximado ao de Júpiter. Segundo Sitchin, numa das vezes que o 12° planeta passou por aqui, aconteceu o dilúvio relatado na Bíblia. Esta história teve origem na Suméria, onde o Noé original se chamava Ziuzudra. Veja uma ilustração que mostra a provável órbita do planeta:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1611-03.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Alguns símbolos foram associados à Nibiru: Uma cruz, um globo alado e uma estrela de 8 raios. Mas o principal era o globo alado, como podemos ver a seguir.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
E agora na versão egípcia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1611-04.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia1611-05.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Os arqueólogos dizem que este símbolo representa o Sol. Mas talvez essa não seja bem a verdade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Os egípcios deviam conhecer Nibiru, assim como os sumérios, pois seu império durou milênios. Tempo suficiente para poder testemunhar pelo menos uma das passagens deste planeta por aqui.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Pelo que parece os sumérios, há 5000 anos atrás, já conheciam todos os planetas do nosso sistema solar. Então, o mais provável é que eles estejam certos também em relação à Nibiru. E a questão é:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Quando ele vai se aproximar novamente? Será que já está se aproximando e nós (o povo) não sabemos? O que eu sei é que nosso planeta tem andado muito estranho ultimamente, e talvez isso não seja somente resultado do aquecimento global.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
E mais, segundo os sumérios, Nibiru é habitado. Eles diziam que os deuses moravam lá e vinham para terra quando o planeta se aproximava. Os chamavam de Anunnaki, que significa “aqueles que do céu a terra vieram”. Eles teriam criado o homem como o conhecemos hoje, e acham que a Terra e nós mesmos somos sua propriedade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Então, se Nibiru aparecer, além de problemas de ordem física em nosso planeta (lembram do dilúvio?), muito provavelmente teremos que lidar com alguns visitantes que talvez se mostrem muito indesejados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
Música:- Whenineed&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;bgsound loop=&quot;infinite&quot; src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/themes/projetovegaufo/midis/whenineed.mid&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/bgsound&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;relacionados&quot; style=&quot;margin: 60px 0px 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;crp_related&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Vicente Chagas&lt;br style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;Maio/2010.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/4967303961599624861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/civilizacao-sumeria-e-os-ceus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/4967303961599624861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/4967303961599624861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/civilizacao-sumeria-e-os-ceus.html' title='CIVILIZAÇÃO SUMÉRIA E OS CÉUS'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-7785683728315013881</id><published>2013-09-26T18:03:00.000-07:00</published><updated>2013-09-26T18:03:05.128-07:00</updated><title type='text'>TERRA – 75.000 A.C. PARA 11.000 A.C.</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-align: justify; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/?p=1394#1&quot; style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;- Era Glacial II&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/?p=1394#2&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;- Adão e Eva&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/?p=1394#3&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;- Adão Eva e o Incidente da maça&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/?p=1394#4&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;- A Fraternidade da Serpente&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/?p=1394#5&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;- O Casamento de Inanna&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/?p=1394#6&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;- Marduk e o conhecimento de Atlântida&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/?p=1394#7&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;- O Dilúvio e a Arta de Noé&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/?p=1394#8&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/?p=1394#8&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;- Complementos Históricos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Era Glacial II.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Como o mundo funciona? Há muitos pontos de vista… Segundo os cientistas atuais: Há 2 milhões de anos, a Terra vem atravessando fases de aquecimento e resfriamento constantes. Os períodos gelados (chamados de eras glaciais) duram em média 100 mil anos e são intercalados por eras temperadas (chamadas de interglaciais), como a que vivemos atualmente. Sabe-se muito pouco sobre cada um desses períodos e muitas das respostas que procuramos podem estar na coluna glacial com 3,19 quilômetros de profundidade, retirada há poucos anos por pesquisadores da região da Antártica. Os períodos interglaciais costumam durar 10 mil anos, embora o atual já se estenda por 12 mil. Mas não é preciso tirar os casacos do armário. Segundo estes pesquisadores, essa fase tem características parecidas com as de outro período temperado, que aconteceu há três glaciações, e que foi bem mais longo: 28 mil anos de clima hospitaleiro. Enjoy your life!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h3 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Terra – 75.000 a.C. para 11.000 a.C.&lt;/h3&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;1&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
ERA GLACIAL II&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra01.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Outra Idade do Gelo aconteceu por volta de 75.000 a.C. Uma vez mais, a humanidade regrediu à sobrevivência do mais forte, embora algumas culturas se saíssem melhor que outras tendo atingido um grau maior de progresso evolutivo. Foi assim com um grupo em particular: o Homem Cro-Magnon, como vocês os chamam.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Cro-Magnon “I” tornou-se o espécime referência do Cro-Magnon, e é o mais recente e definitivo humano moderno da Europa Ocidental. Dentre todos os outros, este grupo sobreviveu intacto para continuar evoluindo. Aqueles que morreram, eventualmente encarnaram neste grupo, o qual lhes proporcionou uma aceleração evolutiva, pois quando eles morreram estavam menos avançados em sua evolução física que os Cro-Magnons.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra02.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Por volta de 50.000 a.C. um importante evento aconteceu. A terra estava esquentando e a evolução estava em pleno ritmo. Enki e Ninhunsarg receberam uma ordem da Hierarquia Espiritual Planetária e dos Sirianos Crísticos para, uma vez mais, melhorar os corpos humanos. Desta vez foi principalmente para o propósito da evolução espiritual, em vez da física e mental.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O que acontecia ao redor do planeta, era o seguinte, os impérios de Yu, Rama, Lemúria, Atlantis, Egito, e o novo império Maia estavam enviando representantes para uma reunião na Atlântida, para determinar o melhor modo de destruir os dinossauros e outros grandes animais que estavam atacando a população humana. A solução deles causaria o fim da população dos grandes animais e a morte de muitas pessoas. Isto estava conforme o Plano Divino da Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A morte destes grandes animais livraria as últimas almas de Sirianos Terrestres ainda usando corpos de animais, e permitiria que eles passassem para o próximo passo no Plano Divino deles: a introdução da semente Crística para a evolução espiritual. Isto lhes daria 52.000 anos (dez ciclos de 5200 anos), para evoluir espiritualmente até chegarem a Guardiões da Terra, capazes de administrar o planeta. Durante este tempo eles seriam seres plenamente conscientes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra03.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Hierarquia Espiritual, os Sirianos Crísticos, a Federação Galáctica, os Sirianos “A” e o Conselho Nibiruano reuniriam mais uma vez todos os ciclos para avaliar o progresso e fazer os ajustes necessários para a continuação da evolução.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Atlantes tinham armado a energia dos cristais (através da ajuda de Marduk que tinha lhes dado a tecnologia) e estavam em vias de executar os planos de Marduk para a dominação mundial. Mas isto nunca viria a acontecer.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Lemúria estava se esforçando para manter sua forma Lyriana/Siriana de governo e manter relações pacíficas com os Atlantes. Muitos Lemurianos já tinham migrado da Atlântida para outras partes do planeta. Muitos tinham ouvido e tinham acreditado nas profecias sobre a iminente destruição da Lemúria. Algumas áreas em particular eram aquelas hoje conhecidas como a América do Sul, México, América Noroeste e Europa Central.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Depois da morte dos dinossauros, ou da maioria deles, de qualquer forma a transferência das almas dos Sirianos Terrestres estava completa. Tinha levado muito tempo, devido à fragmentação de algumas das almas. Muitos destes Sirianos Terrestres não queriam se transferir; assim eles fragmentaram a si mesmos, o que lhes permitiria experimentar a vida em um corpo humano enquanto ainda estivessem em um corpo animal. Isto lhes deu a oportunidade de provar a vida em um corpo humano antes de fazer o salto final. Eles não estavam totalmente convencidos de que aquela vida em um corpo humano era uma vida privilegiada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esse aperfeiçoamento do corpo humano pronto para a evolução espiritual, foi chamado pelos nibiruanos de aperfeiçoamento Crístico.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra04.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;1&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;2&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Adão e Eva&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;“O homem é, sem dúvida alguma, formada fisicamente pelo barro da Terra; mas os seus criadores e construtores foram muitos. Os primeiros Dhyânis, que receberam a missão de “criar” o homem à sua imagem, podiam tão somente projetar as próprias sombras a fim de que, como em um modelo delicado, sobre elas trabalhassem os Espíritos da Natureza.”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Adão e Eva (Adapa e Lilith)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Amélius, líder dos Sirianos Etéricos, liderou o processo de evolução da espécie humana neste momento, nascendo ele mesmo como Adão (Adapa). Adapa nasceu como Humano, Réptil, Felino, e com linhagem sanguínea Cariana.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Não, Adão não foi o primeiro homem e Eva não foi à primeira mulher humana, porém foram os primeiros que tinham realmente possibilidades de evolução, com as doze hélices do DNA ativas e funcionando.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra05.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Assim, Enki e Ninhursag geraram em seus laboratórios e com o seu próprio material genético corpos humanos voltados ao propósito da evolução, não apenas física e mental, mas espiritual.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Isto foi realizado por Enki, que doou o esperma para fertilizar um ovo concedido por Nin. Este ovo fertilizado foi então inserido no útero de Ninhursag. Em pouco tempo, Nin deu à luz a Adapa (Amelius).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra06.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ele era um bebê humano perfeito, e através dele seria realizada eventualmente a integração das duas raças principais do jogo da polaridade. Isto significa que a humanidade carregaria o DNA Reptiliano e Humano. Quando nós finalmente nos aceitamos e nos amamos, nós amamos todos os nossos aspectos Reptilianos e Humanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os DNA Felino e Cariano foram adicionados ao aperfeiçoamento Crístico para prover um impulso adicional de energia de Amor destas duas raças que já tinham realizado esta integração da Luz e das Trevas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki e Nin transbordaram Adapa de amor, da mesma forma que quaisquer pais amorosos fariam. Enki lhe ensinou tudo o que ele sabia, e Enki era, e ainda é, extremamente bem instruído.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando Adapa tinha dois anos, foi tirado esperma dele e fertilizado, para o nascimento de sua outra metade. Os nibiruanos a chamaram de Lilith. Vocês a chamam de Eva e por vezes de Amélia ou Madalena. A mãe dela foi Ninhursag. Ambos eram seres plenamente conscientes, como foram os filhos deles. Lilith cresceu com Adapa, brincando no Jardim do Éden. (combinação de E. Din.)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A coisa mais importante sobre este aperfeiçoamento é que ele pavimentaria o caminho para a evolução espiritual dos Sirianos Terrestres, agora finalmente habitando apenas corpos humanos. Também foram criados Adões para as raças vermelhas, amarelas e morenas no planeta e colocados nos locais escolhidos pela Hierarquia Espiritual. Adapa e Lilith ficaram com seus pais no Item ou como vocês o chamam, o Jardim do Éden.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Amelius/Adapa, como todo mundo encarnado no plano terrestre, concordou em esquecer quem ele era quando encarnou. Mas ele começou a lembrar novamente, da mesma maneira que vocês têm lembrado. Ele e Lilith foram unidos um ao outro conforme a Lei pleidiana. LiLith era parente de Adapa, pois ela veio do esperma dele.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O Deus Bíblico no Jardim do Éden não era ninguém mais que Enlil. A cobra, ou serpente, no Jardim do Éden, era Enki. A serpente é o símbolo de Enki.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra07.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;2&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;3&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Adão e Eva e o incidente da Maçã.&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
..”o Querubim colocado à porta do Jardim do Éden após a “ Queda” sugeriu aos veneráveis intérpretes a idéia de que o castigo se relacionava com a ciência proibida ou Conhecimento divino; conhecimento que geralmente acarreta outra “Queda”, a dos deuses ou de “Deus” na estima do homem”…&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra08.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;margin: 10px 0px 10px 30px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Lilith (Eva) não entregou a Adão (Adapa) uma maçã para comer. Isto foi escrito na Bíblia pelos patronos da igreja para imprimir na humanidade o fato de que a mulher, e o pecado da mulher, provocaram a queda do homem. Tudo isso foi feito com a ajuda de Marduk!&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Na ocasião em que isto aconteceu, as igrejas estavam tentando anular o sistema matriarcal, que era mundial na época. A “Deusa” deveria ser anulada e reprimida. Da mesma forma que a suposta crucificação de Cristo, o incidente da maçã nunca aconteceu, mas foi escrito pelos patronos da igreja apoiados pelo “Deus único” Marduk para imprimir na humanidade a idéia de pecado. Os patronos da igreja seriam então os únicos que poderiam perdoar a humanidade do pecado, através do Sangue de Cristo.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Anu alerta a todos com muita veemência: não há nenhum pecado! Jesus Cristo foi, e ainda está sendo, convenientemente usado pelas igrejas para controlar a humanidade. Jesus era um bem-viajado e bem-treinado rabino judeu que voltou à sua Terra natal para disseminar o conhecimento que ele havia recebido. Seus ensinamentos mais importantes foram sobre a compaixão. Ele deu à humanidade de então o que muitos na hierarquia espiritual do planeta estão reativando agora – a Fórmula de 13ª Dimensão da Compaixão. Isso é fundamental para a evolução espiritual de todos.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As igrejas ensinaram que se as pessoas não recebessem absolvição pelos seus pecados, elas iriam para o Inferno. A tradição oral judia também trazia a história do incidente da maçã, mas era um fruto, não necessariamente uma maçã. Isto foi inserido na tradição oral deles por volta de 2000 a.C. por Marduk.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Árvore do Bem e do Mal (conhecimento), era um símbolo para a nova escola que Enki tinha criado para ensinar o antigo conhecimento para Adão, Eva e seus descendentes. Esta Escola era conhecida como a Fraternidade da Serpente. A maçã era o símbolo do conhecimento que era ensinado na Escola.&lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra09.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style=&quot;margin: 10px 0px 10px 30px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Enlil não estava furioso com Adapa e Lilith como diz na bíblia. Ao contrário, ele estava bravo com Enki porque ele tinha instruído os filhos de Adapa e Lilith. Ele estava preocupado que as futuras gerações deles se autodestruíssem. Enlil sentia que tanto conhecimento nas mãos de pessoas que careciam de maturidade espiritual poderia conduzir à destruição desta nova raça por suas próprias mãos. E havia fartura ao redor para encorajar a destruição, na forma dos Reptilianos e Marduk. Marduk os usaria para favorecer os planos dele e de sua avó para a dominação da Terra pelos Repitilianos.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Olhe seu mundo hoje, e você entenderá como ele se sentia. Isto seria comparado a colocar uma banana de dinamite nas mãos de uma criança e lhe dar um fósforo. Foi escrito que Enlil repugnou a humanidade. Não foi assim. E Enlil também não expulsou Adão e Eva do Jardim do Éden.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Ele estava encarregado de realizar o Plano Divino dos Sirianos Terrestres, esta nova raça que deve ser a guardiã do planeta Terra. O desejo dele era salvá-los da destruição nas mãos dos Reptilianos, assim eles poderiam completar sua evolução e poderiam assumir o comando como os herdeiros e guardiães da Terra. Isto então os libertaria e libertaria os Nibiruanos/Pleiadianos do papel de pais.&lt;/li&gt;
&lt;li style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;Há muitos interesses envolvidos nisso e vocês devem antes de tudo abrir os olhos! E procurar escolher melhor os seus Deuses, os seus Conhecimentos e buscar a emancipação verdadeira e não a dependência de um conhecimento que não os libertará, apenas os fará uma engrenagem na grande máquina tecnológica reptiliana, que reivindica toda a sua força pessoal para si mesma.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra10.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;3&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;4&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Fraternidade da Serpente.&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
ABRINDO AS PÁGINAS DO MÍSTERIO, HÁ MUITOS CONCEITOS QUE NEM SE QUER SUSPEITÁVAMOS QUE EXISTIRAM OU QUE AINDA EXISTEM. MUITAS ESCOLAS DE MISTÉRIOS VIERAM E SE FORAM E A MAIORIA DA HUMANIDADE RECENTE NEM SE QUER TEVE UM RAIO DE LUZ, UM INSGHT, UM PEQUENO FLASH DE ONDE PODERIA ESTAR SENDO DISTRUIBUÍDA ESSA SUBSTÂNCIA VALIOSA CHAMADA CONHECIMENTO…&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra11.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki criou a Fraternidade da Serpente para iniciar o treinamento espiritual de Adapa e seus descendentes. Ela era uma escola – uma das precursoras das Escolas de Mistérios, e, também, posteriormente das Lojas Maçônicas. O uso da maçã como um símbolo começou com Enki e persistiu até os seus dias atuais. Como mencionamos, Enlil não aprovava completamente esta educação espiritual dos descendentes de Adapa, então ele e Enki entraram em atrito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki estava lhes ensinando Leis universais, geometria sagrada e as muitas técnicas para manipular energia, junto com seus ensinamentos espirituais. Enlil estava ciente de que o Plano Divino pedia lentidão e que a evolução espiritual deveria estar à frente da evolução tecnológica – isto impediria que os humanos se matassem com sua própria tecnologia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enlil como herdeiro natural da Terra, representa sempre a concordância com a hierarquia espiritual dos Felinos. Enki, como aquele que reivindica o trono, está sempre dando aos humanos motivos para estar ao seu lado. Anu diz que o seu filho Enki realmente ama a humanidade, mas a tecnologia doada por suas Escolas de Mistérios durante todo o período histórico recente geraram um desequilíbrio perverso para a humanidade entre o desenvolvimento tecnológico e o desenvolvimento espiritual.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Naquele momento da primeira Escola, a Fraternidade da Serpente, foi possível chegar a um acordo entre os dois irmãos, através da à intervenção e ajuda da Federação Galáctica, a Hierarquia Espiritual e outros. Foi decidido que Adapa e seus filhos seriam transferidos para seu próprio local, fora daqueles limites do Éden. Até este tempo, eles tinham sido cuidados pelos pleiadianos, especialmente Enki e Ninhursag, seus pais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esta mudança faria com que sua sobrevivência fosse a principal prioridade deles, desta forma atrasando sua evolução tecnológica e permitindo que sua evolução espiritual permanecesse sempre um passo à frente desta evolução tecnológica. Ou seja, Adapa e Lilith foram expulsos do paraíso efetivamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Irmandade da Serpente continuaria, mas só alguns poucos seriam treinados em cada geração. Este foi o começo do sacerdócio no planeta terra. Infelizmente, a Irmandade da Serpente se corrompeu, pois os sacerdotes, diante do poder do conhecimento,tornaram-se famintos por esse poder. E esse tem sido o dilema de todas as Escolas Esotéricas, o equilíbrio entre o poder, o amor e a sabedoria. Algo que não foi resolvido até os dias atuais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Inanna, também, ajudou muito na instrução/educação da humanidade. Para os projetos para a Terra, a sua família e os Annunákis requeriam de um fluxo fixo e renovado de trabalhadores. Como Anu e Antu tinham instruído a Inanna nas artes do amor e da reprodução, seu trabalho era educar aos astronautas e aos Lulus quanto às freqüências mais eficazes da experiência sexual. Ela ficou muito feliz! Para este fim, construiu fabulosos templos e dava origem a cerimônias e ritos maravilhosos. Modificou os ritos tradicionais tântricos das Plêiades para que se ajustassem aos objetivos de sua família na Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra12.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Inanna conta que para si, isso foi pura diversão! Alguns poderiam chamar de orgias às suas cerimônias, mas ela as chamava de “minhas criações artísticas”. A palavra orgia reflete a atitude triste da cultura contemporânea terrestre para a união mais sagrada com o Primeiro Criador. A experiência sexual é muito mais que uma fricção; é a chave do poder do ser humano, é a secreção de todos os sistemas hormonais que elevam as energias e unem dois seres em uma união sagrada. O respeito por esta experiência produz bebês mais saudáveis e magnetiza uma alma similar à freqüência que se gera e emite.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As habilidades telepáticas dos Lulus os converteram em gênios. Esses primeiros tempos foram na verdade grandiosos. Também lhes foi ensinado a nunca questionar nada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
À medida que os Lulus se multiplicavam, os Annunákis e os membros da família de Anu começaram a copular com eles. O nível de interesse sexual saiu do controle e isto transtornou a Enlil, mais uma vez. Ele nunca esteve de acordo com que lhes déssemos a capacidade de reproduzir sem o controle total por parte dos nibiruanos. Os rasgos inimitáveis das capacidades telepáticas dos Lulus lhe adicionavam uma emoção desconhecida à experiência sexual, especialmente depois de que foram treinados por Inanna.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Correu o rumor de que os “deuses” estavam indo aos bosques para brincar e reproduzir-se com os Lulus. De vez em quando, os Annunákis perdiam o julgamento e expressavam suas paixões desenfreadas ali mesmo nas ruas da Suméria! Os Lulus eram tão lindos! Inanna achava tudo muito divertido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Naqueles dias, o nascimento não era o processo doloroso que conhecem hoje; era fácil e um momento mágico para ser Um com a Deusa de toda a vida. Era um momento para expressar união com todo o cosmos, para formar mais manifestações do Primeiro Criador. Não era um momento de dor! Certamente não havia vergonha do corpo e suas funções.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As Nibiruenses e as Lulus desfrutavam da situação. Cada nascimento trazia mais Lulus e mais festividades, mais diversão e mais cerveja! Com os grãos silvestres que cresciam na Terra foi desenvolvido o aguamiel e as cervejas mais deliciosas. Eram dadas aos Lulus como recompensa por seu trabalho e ao Annunákis e aos próprios nibiruanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra13.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;4&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;5&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O Casamento de Inanna.&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
“&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Existem deuses da violência, existem deuses da compaixão, existem deuses que unem os dois mundos, o visível e o invisível. São personificações da energia posta em jogo. Mas a fonte última da energia permanece um mistério…&lt;/em&gt;”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;…enquanto o dia de seu casamento se aproxima, comece a pensar seriamente sobre o que simbolizará o compromisso de amor entre você e seu noivo/noiva: morar na mesma casa; suas alianças de casamento; a aprovação da família; a super aprovação da sociedade; um bom negócio; construir uma família feliz; viver no paraíso; amar… não se preocupe tanto assim… os deuses também estavam bem perdidos quanto a isso… ou ainda estão…&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra14.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
À medida que passava o tempo na Terra, seguia-se subdividindo os territórios entre os filhos de Enki e Enlil para evitar a guerra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Cada vez Enlil se sentia mais incomodado com a copulação desenfreada entre os Anunnaki e os Lulus. Isto lhe causou uma obsessão, pensou que sua estirpe se estava corrompendo por causa deste cruzamento incontrolado e se zangou pela proliferação dos Lulus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Já se tinham estabelecido muitas hierarquias sociais entre os Lulus. Havia muita discussão quanto a quem tinha mais “sangue divino”, quem estava aparentado com qual “deus” e até onde se prolongava sua linhagem, assim como hoje em dia muitos humanos pretendem pertencer a tal ou qual realeza.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O irmão de Inanna, Utu e seus pais a pressionavam para que formasse um matrimônio poderoso, o que daria muito mais força a esse ramo da família. Seguras no meio do poder que lhes garantia o matrimônio, as mulheres dessa família tranqüilamente tomavam seus postos ao lado de seus maridos. Mas tranqüilamente é uma palavra que não agradava a Inanna. Ela desejava o poder para si, não queria que ninguém a controlasse!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Na cultura pleidiana, a energia feminina é respeitada. A lei permitia às mulheres direitos iguais, assim como a oportunidade de expressar seus talentos inatos. Não obstante, a maioria das mulheres dependiam de um “bom matrimônio” para definir seu posto no mundo. Poder-se-ia dizer que a mulher pleidiana era considerada igual ao homem, mas sob certas condições, e os limites destas eram fixados pela natureza individual de cada mulher.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Casou-se com seu primo Dumuzi, irmão mais novo de Marduk, filho de Enki. Inanna não admirava Dumuzi, o considerava, inclusive, frívolo e egoísta. Passava o tempo olhando-se em um espelho esperando que o atendessem. Sua mãe vivia para ele, concedia-lhe todos os seus desejos. Inanna o evitava o quanto podia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Estava tão aborrecida que assumiu tarefas extras nos Templos do Amor, como se conhecia seus templos. Inventava toda classe de desculpas e em sua nave voava de templo em templo inaugurando toda classe de novas cerimônias. Comportava-se exatamente como um executivo moderno que parte em viagens de negócios só para afastar-se de sua mulher. Desenhou uma quantidade de rituais novos que tinham como centro Dumuzi e Ela com fim de pacificá-lo, a ele e as suas famílias.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os rituais continham todo este assunto a respeito de seu matrimônio e a arte de fazer o amor, a respeito da esposa tímida e seu maravilhoso marido. Esta primeira telenovela deu aos Lulus arquétipos sobre os quais moldar suas próprias vidas. Os rituais se desenharam para estimulá-los a produzir filhos dentro de um ambiente feliz. Era um escapamento à fantasia. Ela inventou sua vida em um ritual como queria que fosse, mas não o era.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra15.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os nibiruanos já estiveram sobre e ao redor da Terra durante quase meio milhão de seus anos. Os Lulus só começaram a escrever a respeito deles nessas tabuletas de argila faz 5.000 anos. Pensem nisso: transcorreram séculos enquanto as histórias passavam sem recordações, lembranças e registros. Inclusive, nos primeiros tempos os Lulus tinham uma maior capacidade de memorizar dados; não obstante, a consciência que eles tinham dos pleiadianos como “deuses” oniscientes era controlada pelos deuses. Eles foram programados para não questionar, e os que faziam eram esquivados ou assassinados. Os nibiruanos necessitavam de operários e não queriam que os Lulus chegassem a ser iguais a eles; mantinham-os limitados. As tabuletas de argila registram somente o que eles lhes permitiram que os escribas copiassem&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;5&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;6&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Marduk e o Conhecimento na Atlântida.&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Durante a Queda da Atlântida na nossa HISTÓRIA, ocorreram fenômenos marcantes para a realidade como a experimentamos hoje. Aquilo que hoje pensamos e entendemos desse período atlante terá muito a ver com a nossa capacidade para solucionar os nossos próprios problemas no presente.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Anu explica, que por volta de 11.000 A.C., esta nova raça re-criada nos laboratórios nibiruanos para a evolução espiritual, tinha se degenerado a tal ponto que seria melhor recomeçá-la. Os Atlantes eram a principal razão para esta decisão, devido à influência de Marduk e seus aliados Repitilianos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra16.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O desejo deles de dominar o mundo criou guerras sobre o planeta. E sob essa ótica, o Dilúvio Bíblico não foi causado pelo casamento entre os astronautas com as filhas dos homens ( os Lulus), como alguns acreditam, inclusive Inanna. Anu diz que o contrário, ele foi devido às ações de Marduk na Atlântida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Desde, por volta do ano 25.000 a.C. , acrescente ou tire uns 1.000 anos. Os Atlantes, sob a direção de Marduk, tinham usado o poder do Cristal Gigante. Isto, a princípio, foi usado para dar poder a aeronaves, navios e submarinos. Os Atlantes estavam radiantes com este último avanço tecnológico. Marduk estava fazendo com que seu modo de agir caísse nas boas graças deles e conquistando sua confiança dando-lhes tecnologia Nibiruana e Reptiliana.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ele começou na comunidade científica, que então se tornou a classe dominante da sociedade deles. Depois, ele infiltrou a classe governante e logo se tornou o poder por trás do trono. Isto conduziu a muitas divergências dentro da sociedade dos Atlantes, colocando o sacerdócio e as pessoas espiritualmente orientadas contra as pessoas orientadas pelo poder e pela tecnologia. Havia divisão em todas as classes, da classe governante às pessoas comuns. Muitos Atlantes apoiaram Marduk e muitos não o fizeram.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Lemurianos enviaram representantes até aos governadores da Atlântida e tentaram adverti-los do resultado negativo da busca deles pela dominação mundial, sob a liderança de Marduk.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra17.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Marduk sentia claramente que o seu pai, Enki, deveria ser o herdeiro da Terra e de Nibiru, e não o tio dele, Enlil. Mas Enki já tinha desistido de sua busca por reinado. Ele preferia trabalhar em seu laboratório construindo coisas e prosseguir seus estudos espirituais, em vez de assumir o pesado trabalho diário do governo. Por outro lado, Marduk preferia o poder e sentia-se duplamente merecedor de possuí-lo, pois sua mãe era uma princesa do povo Serpente e sua avó era a Rainha dos Dragões. O primeiro marido dela tinha morrido antes de ela casar com Anu. Marduk sentia que se ele não tinha seu pai para lutar pelo domínio da Terra, ele mesmo iria fazê-lo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Atlântida era o lugar perfeito para ele começar, pois estava bem distante da Mesopotâmia e do Egito, e dos sempre vigilantes olhos de seu tio Enlil, e o pai dele, Enki. Em sua busca pela dominação mundial Marduk tinha uma carta muito poderosa: o Cristal Gigante. Ele já tinha conseguido atrair um cometa, um dos dez cometas da Terra de Tiamat, através de um feixe de luz do Cristal Gigante, e usou isto para ameaçar as outras civilizações e mantê-las em submissão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra18.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A qualquer hora Marduk poderia derrubar o cometa sobre qualquer parte da Terra, e devido ao tamanho do cometa e a velocidade do impacto, ele poderia destruir aquela civilização. Ele fez isto com a Lemúria, e causou a destruição e afundamento do continente inteiro. Ele estava pronto para fazer isto novamente aos impérios Rama e Yu, quando Nibiru retornou para as imediações da Terra. Nibiru criou um rompimento momentâneo no feixe de luz que segurava o cometa no lugar, e dentro de minutos, o cometa caiu sobre a Atlântida, afundando o continente inteiro. Isto aconteceu ao mesmo tempo que o Grande Dilúvio, somando-se à destruição da massa do planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Marduk também foi o responsável pela destruição do “firmamento”. O “firmamento” é a camada compacta de umidade de aproximadamente 5 Km de espessura que envolve a Terra. O Homem não via o sol e a lua até então. Assim como Avyon, a Terra havia se tornado um ambiente subtropical, responsável por um exuberante jardim verde – conforme descrições em seus textos antigos. Isto só pode ser realizado se há um “firmamento” para filtrar os raios do Sol e prover umidade contínua.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os templos cristalinos estavam localizados nos subterrâneos da Mesopotâmia. Eles seguravam o “firmamento” em seu lugar. Marduk fez Seth, seu filho, lançar o ataque aos templos cristalinos da Grande Pirâmide no Egito. Isto causou os 40 dias e 40 noites de chuva, pois o “firmamento” desmoronou lentamente. Havia tanta água no firmamento quanto nos oceanos. Seth usou uma arma a laser na Grande Pirâmide para realizar a tarefa. O uso que Seth fez da Grande Pirâmide provocaria posteriormente a Segunda Guerra da Pirâmide e o esvaziamento de todo seu equipamento, por Ninurta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;6&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;7&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O Dilúvio e a Arca de Noé.&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Foi uma catástrofe total, a maior catástrofe jamais vista na Terra. E as pessoas sábias, neste momento, fizeram tudo que puderam para aliviar esta situação. Faziam grandes esforços para limpar os níveis dimensionais, para retirar o material e seres que entravam dos níveis dimensionais inferiores. Retirando espíritos e pessoas e devolvendo-as ao seu mundo.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Todos os sistemas da Atlântida, podemos dizer todos os sistemas sociais, financeiros, espirituais, todos os conceitos de como deveria ser a vida se degeneraram e desabaram por completo e o continente da Atlântida ficou doente, as pessoas ficaram doentes e foi o princípio de mais um fim…&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A idéia de que a população de Lulus chegasse a invadir a Terra perturbou mais a Enlil, principalmente porque eles faziam isso sob o domínio tecnológico reptiliano de Marduk e sem o desenvolvimento espiritual correspondente. Enlil queria desfazer-se desta situação. Mas, como? A quem terei que matar?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enlil convocou uma reunião da família. Demandou que se fizesse algo quanto aos Lulus, e começou a exortar seus pontos de vista solenes quanto ao assunto. É obvio, a velha rivalidade de irmão contra irmão começou a esquentar-se. Enki se opôs firmemente! Queixou-se de que depois de todo o trabalho que ele e Ninhursag tinham para produzir trabalhadores tão eficientes, era algo absurdo sequer pensar em destruí-los.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Possivelmente havia muito mais ruído lá fora, mas pelo menos agora havia mãos suficientes para cavar nas minas de ouro. Os irmãos bramaram e se enfureceram como de costume. Enlil não queria mudar de idéia apesar das súplicas de seu irmão. Os filhos de Enlil e Enki se uniram à disputa, e houve muita irritação em ambos os lados, mas ao final, como ele é filho número um, Enlil prevaleceu. Seu plano não os mataria a todos, somente àqueles desafortunados que morreriam de fome, de modo que se arrumou a primeira escassez de mantimentos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando Enki e seus filhos saíram da reunião, estavam forjando um plano para bloquear Enlil, porque mesmo que a fome resultante fizesse que o canibalismo se pulverizasse por todo o país, passaram comida de contrabando aos Lulus e a maior parte sobreviveu.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Supõe-se que Enlil tem autoridade inapelável sobre o resto dos familiares por ser o primogênito, mas não era tão fácil, porque era uma família de indivíduos de caráter forte. Todos eram obstinados a desenvolver seus poderes, e não gostavam muito de fronteiras ou limitações de nenhum tipo. Enlil é igual; é filho de Anu, que nunca seguiu a ninguém em nenhum assunto. Uma vez que Enlil tinha tomado uma decisão e fixado seu rumo, era improvável que alguém pudesse dissuadi-lo a dar um passo atrás.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Nibiruanos decidiram então não alertar os humanos do dilúvio eminente, devido a mudança orbital causada pela passagem de Nibiru, pois com Marduk estimulando a guerra por sobre o planeta, era só uma questão de tempo até que a Humanidade fosse destruída de qualquer maneira. Marduk ambicionava ganhar o controle da Terra, das Plêiades e da Galáxia. Uma vez que ele conquistasse o controle da Terra, ele estaria a apenas dois passos de conquistar a Galáxia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra19.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Para Marduk conseguir alcançar o seu plano de dominação, precisava apenas obter o controle dos “MEs” – o conhecimento que tudo controlava, codificado nos cristais. Os “MEs” daria ao possuidor total poder sobre qualquer coisa em particular que fosse controlada pelo “MEs”. Marduk buscava o controle da Galáxia. Ele não se preocupava com a Humanidade. A Humanidade era apenas combustível para a máquina de guerra dele.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O plano dele era destruí-la e permitir que os Reptilianos repovoassem a Terra. Depois, ele destruiria o resto da humanidade nesta galáxia. Os Reptilianos finalmente controlariam tudo o que eles acreditavam pertencer a eles conforme o mito da criação deles. Marduk estava determinado a atingir este objetivo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Por tudo, foi decidido não alertar os humanos. Enlil era o chefe de comunicações da estação espacial que dava a volta a Terra e foi o primeiro a saber da mudança polar que se aproximava. Muito por cima do planeta, os astronautas começaram a observar as flutuações magnéticas e os bamboleios inevitáveis. O eixo do planeta estava a ponto de voltear-se. Isto já havia acontecido antes, mas nunca tinha havido uma população tão numerosa para evacuar. Assim como nos dias de hoje.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enlil guardou tudo em segredo e decidiu aguardar até o último momento possível, de modo que só houvesse tempo suficiente para transportar as famílias de Anu e aos Anunnakis à estação de embarque. Assegurou-se de que não houvesse tempo suficiente para resgatar aos Lulus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando chegou o momento, a família de Anu deixou o planeta e mudaram para a plataforma espacial em órbita, para esperar a inundação. E, de uma forma inesperada para a grande maioria, o Grande Dilúvio nos aconteceu. Enki enviou a seu piloto, Matali, para recolher a família. Eles não conseguiam se quer compreender a gravidade do que vinha.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Innana estava sentada na nave, chorando nos braços de Ninhursag. Dos portais viram como uma onda tragava as planícies da Terra e arrastava os preciosos Lulus. Nunca antes ela havia experimentado uma perda, e não estava pronta para sentir algo assim. Em seu coração ouvia os gritos dos Lulus desesperados; em sua imaginação via as mulheres que tinha treinado em seus Templos, aferrando-se a suas colunas, rezando a ela, entre todas as pessoas. Mas suas orações não foram respondidas e se inundaram na morte; suas túnicas brancas flutuaram por um momento em bolhas ondulantes e tudo terminou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O coração de Inanna partiu. Não sabia quanto amava aos Lulus; não sabia que uma parte dela permaneceria com eles debaixo desse cruel dilúvio. Ninhursag era a única que parecia compartilhar tal tristeza. Choraram de desespero. Quem lhes prepararia deliciosas cervejas? Quem procuraria o ouro?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_03terra20.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os espiões do Enki lhe tinham informado da mudança polar. Em todas as culturas antigas da Terra há histórias de um dilúvio e um homem que se salvou em um arca. Enki escolheu a esse homem. Informado de que haveria um grande dilúvio, Enki resolveu salvar pelo menos uma família dos Lulus. Em meio de sua vaidade, escolheu um homem de sua mesma dotação genética. Todas essas histórias dizem que Noé foi escolhido por sua bondade, pois, não, Noé inclusive se parecia com Enki. E não houve um arca, foi um submarino, e os animais “em pares” era realmente material genético armazenado apropriadamente para que pudessem ser recriados mais tarde. Desafiando a Enlil, Enki resgatou os Lulus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando Enlil descobriu os Lulus sobreviventes, enfureceu-se. Com seus filhos, lançou acusações de traição e outros crimes abomináveis contra Enki e seus filhos. Enlil sustentava que Enki tinha desafiado as leis de Anu. Por conseguinte, Enki pronunciou o melhor discurso de sua vida, astutamente elogiando e lisonjeando a Enlil por seu plano “divino”. Disse que Enlil, em meio da grandeza de sua sabedoria visionária, tinha escolhido o material genético de entre o lixo das espécies e chegou até ao melhor que havia entre os Lulus. E que se esses sobreviventes solitários tinham suportado os horrores do dilúvio, então seus gens deveriam ser dignos de servir a Anu e aos Nibiruanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Para a surpresa de todos, Enlil acreditou! Acredito que estava trocando de opinião, pois onde conseguiria os operários para as minas e para construir seus monumentos?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Cada membro da família jurou solenemente nunca mais voltar a destruir os Lulus. Em um momento de generosidade sincera, e possivelmente um pouco de culpa, Enlil concedeu a vida eterna a Noé, pelo menos como ela é conhecida pelos pleidianos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Depois do dilúvio, preparou-se então todo tipo de leis para regular a copulação e reprodução dos Lulus. Embora tudo resultou bem para as duas partes em conflito, houve uma mudança, uma piora da rivalidade entre Enlil e Enki. Todos sabiam que essa grande rivalidade ocasionaria outras dificuldades no futuro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Sem a sobrevivência de Noé e sua família teria sido muito mais difícil começar novamente. Enki verdadeiramente amava a Humanidade, reflete Anu, e fez muitos sacrifícios através das eras, por vocês. Ele tem retornado até vocês muitas vezes em pontos decisivos de sua evolução para lhes mostrar o caminho. E devemos também incluir Nin nisto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A verdade é que este foi um dos momentos mais tristes para todos os envolvidos, pois testemunharam a Humanidade, e mais de 400.000 anos de trabalho serem destruídos. A família de Anu tinha subestimado os Repitilianos e seu representante escolhido – o neto de Anu, Marduk – e seus desejos de possuir nosso planeta e a galáxia. E mais esta tentativa de integração das polaridades também tinha falhado. Esperamos que não façam o mesmo no seu presente&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;7&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;8&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: white; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
COMPLEMENTOS HISTÓRICOS&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Já citamos no período de 480.000 a 100.000 a.C. algumas matérias que devem ser lidas a respeito do Jardim do Éden e Adão e Eva.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As elucidações neste período complementam tudo que esta escrita, obviamente tirando algumas distorções de nomes e narrativas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, é bom observar que a história tem provas. Temos parte dela aqui no Brasil, no estado do Piauí em São Raimundo Nonato.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando a 50.000 a.C. começou a esquentar o planeta também tínhamos homens americanos em nesse local exatamente na Serra da \Capivara.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
É um lugar estudado há muito tempo por antropólogos, onde estão descobertas pinturas ruspetres datado teoricamente desta data.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Neste local foi encontrada uma fogueira datada de 50.000 anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O local é maravilhoso e vale apena a visita.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: white; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nas pinturas vão conhecer um pouco do que se esta falando aqui inclusive estes seres estelares.&lt;/div&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;1&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;2&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;3&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;4&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;5&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;6&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;7&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;8&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
Tem uma matéria em meu site www.projetovega.com.br, SERRA DA CAPIVARA. A Origem do Homem Americano.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/7785683728315013881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/terra-75000-ac-para-11000-ac.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/7785683728315013881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/7785683728315013881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/terra-75000-ac-para-11000-ac.html' title='TERRA – 75.000 A.C. PARA 11.000 A.C.'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-2880768661251166414</id><published>2013-09-26T18:00:00.001-07:00</published><updated>2013-09-26T18:00:21.575-07:00</updated><title type='text'>O CAMINHO QUE PERCORREMOS COMO RAÇA</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-align: justify; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
Comentários&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;A matéria abaixo foi elaborada com intuito de tentar se dar idéia de como foi semeada a raça humana no planeta Terra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;As estórias que ouvimos que somos descendentes dos macacos tem até um sentido lógico, pois eles como apareceram primeiro no planeta, juntou-se a eles um DNA genético extraterrestre, vamos dizer assim, para chegar ao que somos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Óbvio que isto não ocorreu em poucos anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Na verdade foram milhares de anos para chegarmos no estágio que nos encontramos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;A raça Adâmica, nossa origem, tem cerca de 9 (nove) bilhões de anos dos quais 7 (sete) bilhões na tridimensionalidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Portanto ainda somos muitos pequenos para o universo e agora é que estamos conhecendo um pouco nossas origens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Os leitores da matéria vão verificar que citamos Adão e Eva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Na verdade o Adão e Eva existiram, mas não da forma que a bíblia descreve.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Diga-se de passagem, existiram dois tipos de Adão e Eva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;No desenrolar da matéria vocês poderão entender sobre do que estou dizendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Se quiserem consultar alguns artigos sobre a raça Adâmica, a missão do planeta Terra, e outros, entre no site www.projetovega-ufo.com.br que ali tem muitas matérias interessantes que abordam sobre o assunto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Também se quiserem consultar alguns livros, sobre o assunto, no mesmo site tem uma relação de livros que falam sobre isto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;Vicente Chagas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
9/2004.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Descrição&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando a raça Adâmica foi levada do sistema de Andromeda para outro lugar, com intuito de melhorá-la e ter outras oportunidades de manifestações o sistema escolhido foi a constelação de Lira.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os fundadores, assim chamados, queriam manifestar diferentes fases dimensionais deles próprios.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Isto iria gerar formas originais de vida diversificada e isso facilitaria novas realidades, que estava acabando de nascer.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os fundadores em verdade são a origem e os detentores do protótipo da raça Adâmica e com a fragmentação das energias (consciência) eles ficaram cientes que estas novas experiências, estas novas consciências iriam evoluir de volta a origem fisicamente, inclusive podendo incorporar estas novas experiências a eles fundadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os fundadores acreditavam que com as novas experiências as fragmentações de suas partes, desenvolveriam novas culturas e com o tempo estas consciências se uniriam num todo novamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando os fundadores escolheram os planetas da constelação de Lira, não foi ao acaso, pois nestes lugares já havia vida primata em andamento e o que eles fizeram foi colocar nestes primatas a energia plasmática, DNA, dentro de sua estrutura.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Estava surgindo a raça humana que conhecemos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, isto durou milhares de anos ate que estes novos seres primatas / humanos tivessem genética necessária para agüentar as vibrações superiores da consciência da terceira densidade. Que significa o desenvolvimento da identidade individual.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Tudo perfeito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os fundadores criaram a sua semelhança os humanos de Lira, com cabeça, tronco e membros.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O desenvolvimento em Lira foi através da triade, positividade, negatividade e ponto de integração, que podemos chamar aqui de polarização.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Posteriormente as polaridades negativas e positivas começaram a se dividir e também cada um deles se dividiram em pólos positivos e negativos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Estes novos seres progrediram e viajaram pelo espaço.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Diversas culturas se misturaram e formaram outras culturas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O masculino expressou o seu feminino&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E o feminino o seu masculino&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O modelo planejado pelos fundadores saíram de controle e acabaram se dividindo em vários fragmentos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Perdeu-se contato.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
No sistema de Lira os Veganianos (seres de Vega) foram os primeiros seres desenvolvidos como espécie especifica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Eles começaram a ter uma filosofia própria e uma orientação espiritual própria&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Inicialmente eles eram uma civilização orientada negativamente, representada pela polaridade negativa de Lira.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Lira era a polaridade positiva, pois todas as raças nasceram dela pela expansão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Havia atritos entre Lirianos e Veganianos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os atritos entre os Lirianos e o Veganianos aumentaram e atrasaram o desenvolvimento das novas raças.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os fundadores resolveram desenvolver um terceiro planeta, na própria constelação de Lira, chamado de Ápice, que trouxe as polaridades de Lira e Vega, juntos para tentarem se integrar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas as duas polaridades não se integraram e o planeta explodiu com uma guerra nuclear, depois de algum tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Acabaram destruindo o planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os poucos seres salvos no planeta se estabeleceram em cavernas, um pouco antes desta guerra nuclear.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Viveram nas cavernas milhares de anos e depois de tempos, seguiram para o sistema de Reticula Romboidais, apesar de que originalmente queriam voltar para Lira.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, a posição do planeta pela movimentação de milhares de anos havia se distanciado em muito e eles não tinham como voltarem para suas origens.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Lira e Vega seguiram em sua trajetória, apesar dos problemas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os grupos de Lira quiseram se afastar do atrito com Vega e procuraram outras áreas para colonizar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os grupos de Vega também acabaram com seus conflitos e encontraram outras civilizações para desenvolver, como os sistemas de Altair e Centauro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nos conflitos de Vega e Lira, alguns decendentes foram para Sirius que tinha uma consciência não fisica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, os seres de Vega que escolheram Sirius resolverao ter uma vida fisica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Comecaram a habitar um planeta do sistema de Sirius, mas tiveram problemas no desenvolvimento da tridimensionalidade e acabaram perdendo contato com os fundadores, originalmente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Juntamente a estes fatos alguns seres de Lira se estabeleceram neste planeta, mas, como seres não fisicos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Houve choques entre as polaridades positivas (eu espiritual) e os negativos (que negavam este eu espiritual, pois so queriam saber de conquistas).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Este confloto fez com que os plimogênitos de Sirius decidissem que eles deveriam resolver seus problemas em outro lugar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Lirianos e Veganianos de Sirius migraram para o sistema de Orion e desenvolveram as polaridades com outro conceito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O conceito da polaridade feminino era intuitivo e adequado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Já a masculina era que para evoluir tinham que dominar o universo conhecido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Muitas desavenças e nenhuma solução.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mais uma vez os seres de Lira procuraram outras galáxias e acharam um planeta jovem, a Terra, na Via Láctea, pois aqui também já havia uma vida primata, e poderiam desenvolver a idéia primeira dos fundadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ficaram muitos anos na Terra convivendo com a raça primata.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Como acharam que não estavam se adaptando ao ambiente eletromagnético, incorporaram material genético dos primatas, em pequena quantidade, nos seus corpos, para se adaptarem ao meio ambiente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Seu DNA mudou ligeiramente para que ficassem adaptada a Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nasceu aqui os seres humanos Lira/Terra, na verdade o primeiro Adão e Eva da história.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Neste interim seres Lira/Vega que haviam migrado para Sirius vieram para o planeta Terra com o intuito de colocarem o seu DNA nos primatas, pois sua raça já tinha um processo evolutivo adequado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas esta chegada reativou os conflitos e os seres Terra/Lira, que estavam aqui resolveram procurar outros lugares para se desenvolverem e continuar o plano primeiro dos fundadores e migraram para as Plêiades.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esta ida para as Plêiades, fez com que eles se desenvolvem, dentro do planejado pelos fundadores e objetivassem a perfeição.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas tinha uma parte deles que queria ainda crescer e necessitavam de desáfios. Era a polaridade negativa se manifestando.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como não tinham contato com o externo (não sabiam o que ocorria em outros sistemas).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, quando tiveram contato viram que os seres negativos de Orion estavam em luta, e o que estava adormecido, nestes seres, acordou.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Foram a luta e só sairam desta persistencia quando um dos planetas de Orion foi destruido, apesar de ser povoado por raças de Orion.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Resolveram sair do conflito e deixaram seguirem sua luta sózinhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Voltaram para as Plêiades sem as conquistas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Por sua vez o projeto princípio efetuado pelos fundadores para a Terra começou a progredir.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os diretores de Lira eram os diretores fisicos do projeto Terra e aceitaram ajuda de alguns Sirianos, mas, decidiram que precisavam de uma estrutura genética própria para a Terra, diferente do que tinham tentado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Comunicaram-se com o povo das Plêiades os mais desenvolvidos dentro das regras dos fundadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Foi proposto para que os seres das Plêiades (que a princípio não queriam fazer de novo parte do projeto) viessem para a Terra e seu DNA fosse incorporado nos seres da Terra, pois já tinham o DNA antigo dos primatas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Teriamos assim um povo da Terra, mas com raizes extraterrrestres selecionada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Depois de relutarem muito aceitaram.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Começou a integração, mas demorou milhares de anos para que o projeto caminhasse.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por sua vez os seres das Plêiades começaram a se sentir poderosos e exerceram força pelo mêdo com os terrenos no intuíto de manipulação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Tornou-se um desejo pessoal, mas os fundadores ordenaram que saissem do planeta.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Hoje os seres da Plêiades não consideram os humanos da Terra como descendentes e permite que eles façam suas proprias escolhas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os principais grupos que organizaram o planeta Terra foram:-&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os fundadores, seres de Lira, seres de Sirius e os Pleidianos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os seres de Sirius estavam interessados simplesmente em estabelecer raças primitivas na Terra.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Já os Lirianos estavam com propósitos de promover a integração dos princípios negativos e positivos, mas com intuito de paz, crescimento e nova consciência.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Uma das poucas lembranças disto é o Adão e Eva que conhecemos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Após varias gerações enfim os Lirianos desenvolveram um protótipo humano para a Terra e colocaram aqui.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Este é o Adão que conhecemos, mas não foi só um Adão foram vários Adão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Eva foi uma clonagem de Adão (estória da costela) feitos pelos seres de Lira.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Só que os seres de Sirius/Lira não concordaram que eles fossem puros e todos nos conhecemos a estória da serpente, que os Sirianos incentivaram Adão e Eva comerem do fruto proíbido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Na Terra os fundadores, deus, haviam dito para Adão e Eva que poderiam comer de todas as frutas do jardim do edem, menos da árvore da ciência do bem e do mal (que eram as polaridades).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Sirianos (serpente) conveceram que comessem, pois nada mudaria, mas quando fizeram abriram a mente dos humanos terrenos (Adão e Eva) e eles acabaram optando, seguir sózinhos a trilha do conhecimento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em sua ira os Lirianos negaram aos humanos o conhecimento da árvore da vida, que era a herança divina.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Puseram para proteger as árvores da vida (que significava veículo para a vida, missil, nave espacial), os querubins (em sumeriano aparelhos mecânicos).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os seres da Terra teriam que percorrer sozinho o caminho de volta através de sua escolha que era seu desenvolvimento, sem ajuda extraterrena.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Lirianos mais uma vez não tinham conseguido fazer com que a história voltasse a sua normalidade, idéia primeira dos fundadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A partir daí os Sirianos ficaram responsáveis pelo desenvolvimento dos humanos, mas quando desenvolveram junto com os Lirianos o DNA do protótipo humano, sem os Lirianos saberem, colocaram em segredo uma codificação que na medida que os terrenos fossem avançando, estes códigos iriam sendo ativados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Neste crescimento os terrenos poderiam se aproximar de seus irmãos das galáxias e dos fundadores, principalmente aqueles que, mas tiveram influência nos seu desenvolvimento, como é o caso dos Lirianos, dos Sirianos e dos Pleidianos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Pleidianos no caso apesar de terem saido da Terra se sentem responsáveis pelo desenvolvimento dos humanos terrenos, pois ajudaram através de seu DNA a chegar num protótipo ideal, ou biotipo, que acabou sendo desenvolvido pelos Lirianos e Sirianos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Pela escolha de Adão e Eva, continuamos a caminhar com objetivo final de resgatarmos esta herança e contato divino.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Milhares já conseguiram, mais ainda faltam milhões para conseguirem.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Conclusão&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O planeta Terra foi colonizado por diversas raças extraterrenas sendo que as principais foram os habitantes da constelação de Lyra, Orion, Plêiades e Sírius.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Fomos ajudados em níveis mais altos pelos Arturianos e os seres de Retícula Romboidais, além naturalmente dos fundadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Terra independente da ajuda externa que recebeu para desenvolver a raça humana Adâmica acabou contribuindo com estas raças, pois se aperfeiçoaram em suas características físicas, de DNA e da evolução do eu interior.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
E como num verso de Ovídio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt;“E ENQUANTO TODAS AS OUTRAS CRIATURAS DO SEU NASCIMENTO COM OLHOS DEPRIMIDOS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
OBSERVAM ATENTAMENTE SEUS PARENTES DA TERRA;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
ELE ORDENA AO HOMEM CAMINHAR ERETO E EXPLORAR O CÉU DE ONDE SUA ALMA ORIGINOU,&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
PARA QUAL SUAS ESPERANÇAS SÃO DADAS&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;bgsound loop=&quot;infinite&quot; src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/themes/projetovegaufo/midis/la_barca_de_oro.mid&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/bgsound&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;relacionados&quot; style=&quot;margin: 60px 0px 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;div id=&quot;crp_related&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;-webkit-text-stroke-width: 0px; color: black; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; margin: 0px 0px 8px; orphans: auto; padding: 0px; text-align: right; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: auto; word-spacing: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
LIVROS CONSULTADOS&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O PRISMA DE LIRA – LYSSA RPYAL – KEITH PRIEST&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
ANTES DOS TEMPOS CONHECIDOS – PETER KOLOSIMO&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A BIBLIA SAGRADA&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/2880768661251166414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/o-caminho-que-percorremos-como-raca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/2880768661251166414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/2880768661251166414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/o-caminho-que-percorremos-como-raca.html' title='O CAMINHO QUE PERCORREMOS COMO RAÇA'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-1754998922783517637</id><published>2013-09-26T17:58:00.000-07:00</published><updated>2013-09-26T17:58:09.411-07:00</updated><title type='text'>DNA CÓSMICO</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;font-size: 19px; margin: 5px 0px 8px; padding: 0px; text-align: justify; text-transform: uppercase;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;Ultimamente tem se falado tanto de DNA em todos os pólos científicos ou não, mas muito pouco se conhece dele.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Afinal o que DNA?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Podemos responder como sendo o código genético de todos os seres vivos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, só isso?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Existem coisas que ainda a atual ciência não conseguiu desvendar. O código genético esta muito além do que possamos imaginar no atual grau de evolução que o Planeta Terra se encontra.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, vamos entender um pouco o que é o DNA, Cromossomos e Genoma Humano.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Com isso as coisas ficarão um pouco mais claras para a dissertação que faremos sobre o assunto.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
DEFINIÇÃO DE DNA&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;O ácido desoxirribonucleico (ADN, em português: ácido desoxirribo nucleico; ou DNA, em inglês: deoxyribo nucleic acid), é um compostoorgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e alguns vírus. O seu principal papel é armazenar as informações necessárias para a construção das proteínas e ARNs. Os segmentos de ADN que são responsáveis por carregar a informação genética são denominados genes. O restante da sequência de ADN tem importância estrutural ou está envolvido na regulação do uso da informação genética.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img alt=&quot;&quot; class=&quot;alignnone size-full wp-image-1103&quot; height=&quot;290&quot; src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/terra1102-01.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; title=&quot;terra1102-01&quot; width=&quot;501&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Do ponto de vista químico, o ADN é um longo polímero de unidades simples (monômeros) de nucleotídeos, cujo cerne é formado por moléculas de açúcares e fosfato intercalados unidos por ligações fosfodiéster. Ligada à molécula de açúcar está uma de quatro bases nitrogenadas e é a sequência dessas bases ao longo da molécula de ADN que carrega a informação genética. A leitura destas sequências é feita através do código genético, o qual especifica a sequência linear dos aminoácidos das proteínas. A tradução é feita por um RNA mensageiro que copia parte da cadeia de ADN por um processo chamado transcrição e posteriormente a informação contida neste é “traduzida” em proteínas pela tradução. Embora a maioria do ARN produzido seja usado na síntese de proteínas, algum ARN tem função estrutural, como por exemplo o ARN ribossômico, que faz parte da constituição dos ribossomos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Dentro da célula, o ADN pode ser observado numa estrutura chamada cromossoma durante a metafase e o conjunto de cromossomas de uma célula forma o cariótipo. Antes da divisão celular os cromossomas são duplicados através de um processo chamado replicação. Eucariontes como animais, plantas e fungos têm o seu ADN dentro do núcleo enquanto que procariontes como as bactérias o têm disperso no citoplasma. Dentro dos cromossomas, proteínas da cromatina como as histonas compactam e organizam o ADN. Estas estruturas compactas guiam as interacções entre o ADN e outras proteínas, ajudando a controlar que partes do ADN são transcritas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O ADN é responsável pela transmissão das características hereditárias de cada ser vivo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: green;&quot;&gt;O CROMOSSOMO É O QUE NOS DÁ AS CARACTERISTICAS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: green; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
GENÉTICAS QUE DIFERENCIAM UM SER DE OUTRO.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
CROMOSSOMO&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;float: left; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 2px; margin-right: 8px; margin-top: 2px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/terra1102-02.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Um cromossomo) ou cromossoma é uma longa sequência de DNA, que contém vários genes, e outras sequências de nucleótidos (nucleotídeos) com funções específicas nas células dos seres vivos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nos cromossomas dos eucariontes, o DNA encontra-se numa forma semi-ordenada dentro do núcleo celular, agregado a proteínas estruturais, as histonas (Fig. 1), e toma a designação de cromatina. Os procariontes não possuem histonas nem núcleo. Na sua forma não-condensada, o DNA pode sofrer transcrição, regulação e replicação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Durante a mitose (ver divisão celular), os cromossomos encontram-se condensados e têm o nome de cromossomos metafásicos e é a única ocasião em que se podem observar com um microscópio óptico.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Genoma humano&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O genoma humano é um genoma (do grego geo: que forma uma ação) do&amp;nbsp;&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Homo sapiens&lt;/em&gt;, é a seqüência dos 23 pares de cromossomos do núcleo de cada célula humana diplóide. Dos 23 pares, 22 são cromossomos autossômicos e um par é determinante do sexo (o cromossomo X nas mulheres e o cromossomo Y nos homens). O Projeto Genoma Humano produziu uma seqüência de referencia do genoma humano eucromático, usado em todo o mundo e nas ciências biomédicas. O genoma humano possui cerca de 27.000 genes[1][2], que codificam todas as proteínas humanas com exceção daquelas codificadas pela mitocôndria.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Números de cromossomos em diferentes espécies&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table border=&quot;1&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;color: black; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;tbody style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Espécie&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;2n de cromossomos&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Espécie&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;2n de cromossomos&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Drosófila&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;8&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Humano&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;46&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Centeio&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;14&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Macaco&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;48&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Coelho&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;44&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Rato&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;44&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Cobaia&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;16&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Carneiro&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;54&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Avoante&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;16&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Cavalo&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;64&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Caracol&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;24&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Galo&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;78&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Minhoca&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;32&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Carpa&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;104&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Porco&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;40&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Borboleta&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;380&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Trigo&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;42&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Samambaia&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;1200&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Cada espécie em particular possui um número de cromossomas característico (Tabela 1). As espécies que se reproduzem assexuadamente têm um conjunto de cromossomas, que é igual em todas as células do corpo. As espécies que se reproduzem sexuadamente têm células somáticas, que são diplóides [2n] (têm dois conjuntos de cromossomas, um proveniente da mãe e outro do pai) ou poliplóides [Xn] (têm mais do que dois conjuntos de cromossomas). Além das células somáticas, os organismos que se reproduzem sexuadamente possuem os gâmetas (células reprodutoras), que são haplóides [n] (têm apenas um conjunto de cromossomas). Os gâmetas são produzidos por meiose de uma célula diplóide da linha germinativa. Durante a meiose, cromossomas semelhantes de origem materna e paterna (por exemplo o cromossoma 1 de origem materna com o cromossoma 1 de origem paterna) podem trocar pequenas partes de si próprios (crossing-over), e assim criar novos cromossomas que não foram herdados unicamente de um dos progenitores (podendo criar, por exemplo, um cromossoma 1 que apresenta regiões provenientes do cromossoma 1 de origem materna junto com outras regiões do cromossoma 1 de origem paterna). Quando um gâmeta masculino e um gâmeta feminino se unem (fertilização), forma-se um novo organismo diplóide.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Bom com estas definições e esplanações acima podemos continuar a falar sobre o DNA e especificamente sobre o nosso DNA.&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O PROPÓSITO&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esse trabalho visa entendermos um pouco o que nós seres humanos estamos contribuindo com a nossa evolução, como humanos, espíritos e almas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Sabemos que nosso planeta Terra foi colonizado por seres de outras galáxias, isso há muito milhares de anos atrás. A teoria de Darwin que só o mais forte sobrevive e que as espécimes vão se alternando fortalecendo e evoluindo, é uma parte da história, pois também acredito que por sí só os seres da Terra se desenvolveriam normalmente em qualquer grau de vida, vegetal, animal e humana.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Não sei se isso é bom ou ruin. No meu entender tudo é bom, apenas existe o fato da forma que acontece e como acontece.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Essa é a questão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, também seria inocência de nossa parte só aceitar a Teoria deDarwin, ou o nosso planeta não sofreu qualquer tipo de agressão externa? Mesmo que tenha sido só física, como queda de meteoros.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ao meu ver coloque inocência nisso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Se somos seres muldimnsionais, temos a possibilidade de criar em qualquer lugar do Universo, sintam, em qualquer lugar do Universo e não só na nossa galáxia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ainda foge para nós a distância que é extonteante, só a nossa constelação, Via Láctea, tem 100.000 anos luz de comprimento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Coloque tempo nisso. Imaginem o tempo necessário só para dar uma olhadela.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas,como disse tudo é relativo e tecnologia. Hoje sabemos que será por ai o desenvolvimento e daqui algum tempo isso será como comer paozinho de queijo com café e, aquilo que vemos em ficção, como em Jornada nas Estrelas, que uma distância de 100 anos luz se percorre em 5 (cinco) horas. Isso será pura realidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Acredito ainda que só teremos acesso a estas tecnologias mais avançadas quando estivermos mais desenvolvidos espiritualmente, pois usaremos forças físicas, químicas e psiquicas que hoje para nós é só um sonho.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ainda acredito que nos seres humanos somos feitos a imagem e semelhança do criador e, nossa história começa, como eu disse alguns milhares de anos atrás e vamos a ela.&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
OS FATOS&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A nossa semelhança com o criador deve ser em todos os sentidos,não só física em termos de constituição, mas da capacidade de criar e co-criar com outros seres, de mover ou não montanhas, como nos livros sagrados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Termos os mesmos poderes do criador e saber poderar o seu uso, sinto-se útil para o próximo e para sí mesmo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As palavras de Jesus “ Amar o próximo como a sí mesmo”, chega muito próximo dessa entidade chamada Criador.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Na minha visão é a maravilha que impulsiona a alma para seu crescimento como ser.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Um assunto polêmico, mais tão maravilhoso sua abordagem que precisariamos de anos para tentar entender o princípio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Aqui faremos um resumo dos fatos e histórias, sobre uma parteda criação que é justamente o DNA CÓSMICO, sagrado e início de todas as coisas para existência dos seres viventes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Atualmente o ser humano possue um DNA com duas Hélices e a ciência define o resto da cadeia de DNA como lixo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Aqui cabe uma pergunta. Lixo? Porque Lixo?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
É que nossa ciência não descobriu para que serve esse suposto lixo do DNA, mas, ele tem alguma utilidade senão não estaria ai.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Com estas informações fomos pesquisar e chegamos ao seguinte.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O ser humano originalmente foi contruido com 12 (doze) hélices de DNA.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A evidência mais próximas desta verdade esta na Árvore da Vida representada pela estrela de Davi onde consta 12 pontos de energia (exatidão de um átomo), apesar que os Judeus utilizem a Sefirote com 10 pontos de energia, mas, duas estariam fora de nosso alcance atualmente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Outra evidência sobre essa verdade são os 12 apóstolos de Jesus de Nazareth, onde cada um tinha uma função no grupo e, as 12 tribos de Israel onde cada uma representa uma qualidade humana.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, não vamos nos apegar muito a isso, só foi um comentário, vamos realmente a história.&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
HISTÓRIA&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O Planeta Terra tem duas evoluções diferenciadas com relação ao ser Humano no Planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Uma que é a própria evolução natural do Planeta com ajuda de seres da estrela Sirius num processo vamos dizer assim normal, mais lento e, outro desenvolvimento com a aceleração do processo da evolução com interferência externa muito forte pela raça dos Deuses, ou fundadores, como queiram (Niburianos).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Isso pode ser averiguado nos meus sits&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;www.projetovega-ufo.com.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ou&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.projetovega.com.br/&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;www.projetovega.com.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;no tópico de Histórias da Humanidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A raça humana neste quadrante tem como origem o Sistema Vegan na constelação de Lira e foi desenvolvida há cerca de 7 bilhões de anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O PlanetaTerra foi um dos felizardos com esta nova raça humana (existem humanos em vários conselações), pois havia uma inserção nova no processo do humano, onde ele teria aqui neste Planeta &amp;nbsp;65% (sessenta e cinco por cento) de livre arbitrio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Uma coisa inedita nas galáxias e constelações, pois no máximo o livre arbitrio permitido era de 40% (quarenta por cento).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Era um novo experimento ,uma nova visão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O projeto original foi efetuado a contento e tinhamos aqui os seres de Sirius e de alguns outros lugares para ajudar neste desenvolvimento e para monitorar como andavam as coisas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A raça aqui presente era os Atlantes Antigos e os Lemurianos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os lemurianos eram menos densos e tinham trazido para a Terra a raça ariana, que na verdade não eram totalmente claros mas de pele meia escura queimada, tipo indiano de hoje.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os seres de Atlântida, vieram das Plêiades, da estrela de Atlas – estrela da constelação de touro. Atlas, em seu casamento com Pleyone, originou&amp;nbsp;a espiral das&amp;nbsp;plêiades ou&amp;nbsp;espiral de Alcione e, se instalaram primeiramente no Cruzeiro do Sul.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Permaneceram no Cruzeiro do&amp;nbsp;Sul por muitas eras terrestres para, então, poderem se instalar no campo sutil do planeta Terra. Primeiramente&amp;nbsp;em nosso mundo astral implantaram o embrião da Raça Vermelha, raça raiz que é o DNA cósmico ancestral destes seres e, que após tiveram sua expansão como raça manifesta onde iriam se desenvolver como uma grande civilização em nosso Planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Após os ancestrais vindos das estrelas terem ajustado a sintonia através do alinhamento vibracional, entre as freqüências mais sutis e mais materializadas do DNA da Raça Vermelha, puderam, então, começar a grande migração para o planeta Terra pelo processo natural da vida e nascimento físico, trazendo a Atlântida do plano sutil para o físico, dando continuidade ao projeto&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Houve outros seres vindos das estrelas neste processo de desenvolvimento de Atlântida, seres de outras civilizações que acabaram também entrando, ou tomando parte dos corpos dos vermelhos existentes na terceira dimensão desenvolvidos pelos Atlantes..&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Começava a mistura de raças no planeta e em Atlântida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
No processo de colonização planetária, os seres vindos de diversas constelações, estrelas e partes diferentes do universo tomam parte em mais de uma raça, o que não permite hoje dizer, que as raças das diversas cores / raízes sejam puras em termos de origens estelares. Ainda que existam classificações interessantes em termos de raças e sub-raças raízes que procuram identificar o máximo das origens das diversas raças que aqui chegaram e ainda chegam.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nesta época, os seres de Atlântida viviam a plenitude do reconhecimento do sagrado que há em tudo e se relacionavam a partir da&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;unidade da consciência&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Por isso, não havia a fragmentação entre os seres humanos e os demais seres da vida orgânica de Gaia – a Mãe Terra e todos os seus reinos. Era possível compartilhar da existência do ar e movimentar-se pelo céu, através do ajuste freqüência do indivíduo com a freqüência do ar, bem como entrar na água e respirar naturalmente, pelo mesmo processo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Não existia nenhuma doença nem sofrimento físico de espécie alguma. A longevidade do corpo físico se dava de forma natural e os seres viviam nesta dimensão física de acordo com a necessidade de suas missões de vida e planos divinos, mediante suas responsabilidades perante a missão planetária. Sustentavam&amp;nbsp; a vitalidade do corpo físico do mesmo modo que sustentavam a unidade com o Planeta e assim seguiam até o momento de retornar ao plano espiritual, onde se preparavam para novas tarefas e poderiam retornar a Atlântida para continuar a sustentação da missão, impulsionando a expansão da consciência planetária.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Com&amp;nbsp;o tempo, como deve ser, os ancestrais mais antigos foi retornando ao Cruzeiro do Sul e novos seres foram vindos para a Atlântida para darem continuidade ao “projeto-missão”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Muitos destes seres já não tinham o pleno alinhamento à consciência cosmológica e sim, traziam em si (em seus dharmas e karmas) a necessidade de encontrar este ajuste vibratório. Estes seres foram chegando à Atlântida&amp;nbsp;com a necessidade desta oportunidade de cura para si mesmos, pois já traziam, em suas memórias estelares ancestrais desequilíbrios que necessitavam ser alinhados aos valores da consciência superior.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Atlântida foi se tornando uma civilização muito conhecida e já expandida para outros núcleos, e havia a convivência com as outras civilizações também existentes, como a Suméria, por exemplo,&amp;nbsp;que não eram em alinhamento à consciência cosmológica e, desta forma, foram se permitindo a uma contaminação vibratória. Naturalmente houve uma densificação em todos os corpos mais sutis dos seres e na própria Egrégora da Atlântida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Com o passar do tempo, essa contínua extensão foi enfraquecendo o alinhamento vibratório às freqüências superiores, e o contato direto com essas esferas e com os ancestrais, e foram esquecendo-se de que eram parte do projeto, parte da grande Teia Mãe, deixando de sustentar a origem cósmica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Tudo o que antes era claro e aberto começou a se tornar obscuro e de difícil acesso, principalmente a verdade de nossa origem cósmica. E o que antes era comum a todos, foi ficando acessível apenas a alguns que conseguiam se manter mais alinhados vibratoriamente, sustentando suas memórias ancestrais ancoradas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Todo o projeto começou a sofrer sérios comprometimentos. Atlântida, agora, vivia o ciclo da dualidade da consciência pela perda do reconhecimento da origem ancestral, e o rompimento com a essência, com o Sagrado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As forças femininas foram as primeiras a sofrer os desequilíbrios As mulheres, naturalmente, reúnem em si mesmas uma maior capacidade criadora. Então, o comando feminino era natural, já que manifesta, em si mesmo, a cosmologia sagrada do princípio mãe, dentre outros significados importantes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As outras civilizações que rodeavam Atlântida não tinham a consciência para sustentar a sabedoria cosmológica, e compreendiam o comando feminino como sendo domínio de mulheres que detinham muito poder. Pensavam que as mulheres dominavam os seres masculinos por estes serem fracos e também por acharem que as mulheres possuíam uma força misteriosa, muito poderosa, a qual precisava ter sob controle.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O contato com estes conteúdos trouxe, entre os seres da Atlântida, sentimentos e questionamentos que antes não existiam. A dúvida, a intriga, o poder, a cobiça, o desejo, a inveja, a competição, a fascinação e o desequilíbrio sexual foram se agregando à consciência daqueles que antes eram distantes vibratoriamente de toda a Egrégora negativa de tais energias.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Assim, as novas raças externas foram se infiltrando entre os pseudos-sábios de Atlântida, fornecendo informações deturpadas sobre o poder e sobre as forças femininas. Com o passar dos tempos, as próprias forças femininas começaram a romper entre si na desunião e na fragmentação do todo, e com isto foram enfraquecendo, e, aos poucos, dando vazão ao poder das forças masculinas polarizadas, que já estavam muito longe da sabedoria e do contato com o superior.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Estes seres masculinos foram se aproveitando do enfraquecimento da força feminina que, na realidade, foi se perdendo em si mesma, e tiveram, assim, a grande oportunidade de se aproximar e fazer a tentativa do grande domínio.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Eram agora, totalmente direcionados pelas forças negativas, que se apossaram da Egrégora de Atlântida alimentadas pelos sentimentos negativos e intenções totalmente desvirtuadas de toda uma comunidade que se deixara conduzir por sentimentos inferiores, levando-os a desenvolverem o desejo excessivo pelo poder, domínio e sobreposição da vontade individual de uns sobre os outros.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Templos sagrados foram invadidos; as sacerdotisas mais antigas, aquelas que mantinham ainda a consciência da missão, foram afastadas e mortas para dar lugar a outras que se achavam mais capacitadas e que melhor favoreciam aos novos interesses políticos e administrativos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esta Atlântida antiga não tem documentos a respeito, As informações que temos são através de contatos espirituais e de informações trazidas nos primeiros tempos dos Neburianos à cerca de 500.000 anos atrás.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Começa uma nova era em Atlântida com este poder masculino.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Podemos chamar esta nova era da Atlântida mais moderna.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Há 52.000 anos atrás, os sobreviventes da Escola de Mistérios de Naacal na Lemúria, seres de vida longa ou imortal da perspectiva da vida humana comum, voaram, de acordo com Thoth, até a pequena ilha na parte superior norte do arquipélago atlântico.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Começaram todos estes lemurianos a alinharem as suas energias, os seus pensamentos, os seus sentimentos e toda a sua vida como um cérebro humano por milhares de anos. E, em certo momento, em toda a superfície da Atlântida de maneira uniforme e precisa, com a energia e força espiritual acumuladas durante milênios, eles projetaram a&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Árvore da Vida&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O que realmente fizeram foi projetar&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;12 pontos (em outras palavras o DNA Cósmico)&lt;/span&gt;,&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;porém um ficava no extremo norte e outro no extremo sul bem abaixo e projetaram dez pontos da Árvore da Vida com que estamos familiarizados, mas disseram que havia doze, porém dez pontos foram projetados e estavam realmente sob a superfície da Atlântida, sob toda ela, incluindo as dez ilhas do arquipélago.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Eles projetaram essa árvore que se estendia há centenas de kilômetros na superfície da Atlântida&amp;nbsp;e a exatidão de cada um dos pontos da árvore,&amp;nbsp;de acordo com Thoth, era a exatidão de um átomo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Os pontos da Árvore da Vida estavam com essa exatidão em uma extensão de centenas de kilômetros. E em determinado momento, o cérebro da Atlântida insuflou a vida na Árvore da Vida na superfície da Atlântida.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;O que fez com que os seus vórtices de energia começassem a girar e sair da terra.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Na superfície principal da Atlântida havia a Árvore da Vida e os vórtices girando e fazendo um movimento para fora! Tínhamos um vórtice giratório saindo de cada um dos dez pontos da Árvore da Vida. Quando esta configuração estava totalmente estabelecida,&amp;nbsp;o cérebro da Atlântida começou a chamar psiquicamente os filhos da Lemúria, os milhares desses seres lemurianos que estavam espalhados ao longo da América do Sul e parte da&amp;nbsp;América do Norte. Estes seres começaram a ser atraídos psiquicamente e se realizou uma grande migração e todos eles começaram a mover-se para a Atlântida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
No entanto, o corpo lemuriano só havia alcançado doze anos de idade, não era um adulto humano perfeito e não tinha o funcionamento de todos os centros, havia apenas oito dos dez centros que os lemurianos manejavam com maestria e cada indivíduo foi atraído para um desses centros de acordo com a sua natureza e nesses pontos começaram a reconstruir as cidades.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Assim, após o cataclisma que afundou a Lemúria, havia dez cidades, dez ilhas na Atlântida,&amp;nbsp;anteriormente a este&amp;nbsp;cataclisma, a Atlântida era um continente único&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O corpo humano estava pronto para abrigar seres de elevado desenvolvimento espiritual, através do aperfeiçoamento Crístico trazido para ancorar a linhagem de Amélius, possuindo um DNA de 12 hélices,&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Para compreender&amp;nbsp;o veículo físico dos seres presentes na Atlântida, ajuda o conhecimento da linhagem de Amélius…&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Casa Real de Avyon&amp;nbsp;é a linhagem original dos humanos em nosso universo. Avyon foi o primeiro planeta dado aos humanos como lar pelos construtores originais. Ficava no sistema estelar de Vega na constelação de Lyra, até ser destruído pelos reptilianos em uma das guerras constantes entre as duas principais raças dos nossos jogos universais de integração das polaridades, quais sejam: humanos e reptilianos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Dentre os 9 Fundadores de nosso Universo,&amp;nbsp;que formam o Conselho Diretor dos Jogos e que se situa na 12º dimensão, também conhecido como Conselho dos Nove, está&amp;nbsp;Sananda e Lúcifer. Sananda (Jesus) fragmentou a si mesmo para criar Amelius.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Amelius foi à primeira alma o primeiro humano em Avyon. Sua linhagem tornou-se conhecida como a linhagem de Amelius – a Casa Real de Avyon.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Amelius/Sananda, embora não seja do reino angélico, está encarregado da Hierarquia Espiritual planetária da Terra, já que ele é o mais importante dos sirianos etéricos, os herdeiros da Terra.Todas as Hierarquias são compostas de almas que escolheram servir nos reinos angelicais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Há aproximadamente, entre cem mil e noventa e oito mil anos atrás, veio para a Terra à linhagem de Amélius. A Linhagem de Amelius foi transferida para a Terra através do próprio Amelius, encarnando como Adapa (o Adão). Entretanto esta não era uma descendência puramente humana, pois Adão levava os genes de todas as quatro raças raízes universal: felinos, carians, humanos e repitilianos. Amélius encarnou no veículo humano completo&amp;nbsp;que foi devidamente preparado pelos&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;nibiruanos em seus laboratórios&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. (vejam mais detalhes nos sites&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.projetovega.com.br/&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;www.projetovega.com.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;www.projetovega-ufo.com.br&lt;/a&gt;&amp;nbsp;em Histórias da Humanidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A princípio, os nibiruanos haviam feito veículos humanos para o trabalho de mineração, eram veículos físicos limitados a sobrevivência física e perpetuação da espécie e sem possibilidades de desenvolvimento espiritual, extremamente dócil.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Os chamados, Lulus com duas hélices ativas do DNA.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Para a chegada de Amélius / Adapa, no entanto, foi necessário realizar o que a Hierarquia Galáctica demandou como sendo o aperfeiçoamento Crístico.&amp;nbsp;Criando um corpo realmente capaz de evoluir, trazendo as doze fitas intactas do DNA e não apenas as duas primeiras como era o veículo físico dos humanos na Terra por influência dos nibiruanos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Amélius, um espírito muito elevado, líder dos Sirianos Etéricos (os antigos humanos sirianos). Sua missão era preservar a linhagem humana para levá-la, através de sua linhagem,&amp;nbsp;para todo o universo e não fosse destruída pelo poder de domínio e destruição dos reptilianos. Também tinha o propósito de reunir todos os Sirianos, terrestres e etéricos para serem os guardiões no Planeta Terra, a Biblioteca Genética Cósmica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Destacadamente, a linhagem de Adapa / Amelius&amp;nbsp;eram seres humanos em um veículo físico&amp;nbsp;que possuía a&amp;nbsp;DNA de doze hélices ativas e assim foi durante muito tempo na Atlântida&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Também viviam com a consciência da&amp;nbsp;separação entre indivíduos do sexo masculino e feminino&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;O&amp;nbsp;fato é que o ser humano de 12 hélices foi levado a várias partes do mundo e está retornando sua&amp;nbsp;presença em nossos dias, e podemos encontrar em formas diferentes em muitas culturas alguma afirmação do que aconteceu com aquelas pessoas neste grande desenvolvimento, que foi o Éden do mundo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;E foi a partir do encontro com as raças inferiores que as cidades foram cada vez mais construídas e as capacidades psíquicas de interação com as forças da natureza e de sobreviver de forma harmoniosa e satisfatória com a mesma foram foi se perdendo e ficando atrofiadas nesta linhagem original.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Amélius, como parte do construtor universal Sananda, também esteve outros momentos na Terra para ajudar a humanidade no andamento dos jogos. Assim há em diversos lugares que ele aparece como: Adão, Melchizedek, Zend, Ur , Enoch, Asaph, como Jesus [Jeshua] – Joseph – Jesus. Mas tudo isso ficou polêmico e controlado demais por nossas igrejas….&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Agora de forma muito interessante, todos aguardam a tão anunciada segunda vinda!!!! Segundo o pensamento esotérico e fontes esotéricas variadas no nosso presente, ele não virá como uma pessoa nascida nos tempos atuais, mas voltará por si próprio e falará com e através das pessoas de todos os continentes. Pode ser um ser, um conjunto de seres, a pura&amp;nbsp;energia crística, o fato é que está anunciado que voltará!!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Anu (Nibiru) conta com muita estranheza que esse é o momento em que os Sirianos Terrestres saem dos corpos de animais para corpos humanos de doze hélices… Thoth (neto de Anu) conta que é o momento em que a rede Crística será restabelecida pela Ordem dos Melchizedek depois da queda das dimensões e quase destruição do planeta na Atlântida, isso acontecerá em 2012 e, haveria, o restabelecimento completo desta rede…. muitos alertam para a obsessão reptiliana na reconexão do DNA!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Aqui tivemos a influência externas de seres em rebelião (exilados de Capela) que não se haviam se adaptado as regras da criação nos lugares que estavam, mais eram úteis para estas paragens.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Tomadas as decisões, o conjunto de seres de origem capelina, em comum acordo com a Hierarquia Planetária da Terra, começaram a processar lentamente as primeiras encarnações dessa nova leva de almas. As regiões geográficas escolhidas distribuíam-se pelos quatro cantos da Terra: Planalto do Pamir, Centro Norte da Ásia, Lemúria e Atlântida – segundo a linha de tempo de cada uma das civilizações desses lugares. A primeira raça a ser escolhida para receber as primeiras encarnações foi a Chinesa, pois possuía uma sociedade já bastante organizada e tipos físicos bem homogêneos e biologicamente os melhores de então.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Thoth conta que na Atlântida, esses seres que deram origem ao povo hebreu, trouxeram com eles muitos conceitos e idéias que não nos eram conhecidos na Terra, até este momento, pois não havíamos entrado nesses níveis de consciências ainda. E não havia nenhum problema com estes seres, pelo contrário, pode-se dizer que eles trouxeram evolução do conhecimento para a Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Marcianos, foi à última raça que chegou e com esta raça que podemos atribuir ao fato de que a situação do mundo chegou ao que estamos vivenciando agora.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Seria mais fácil para a nossa mente dualista pensar: os lemurianos e capelinos são os bonzinhos e os marcianos são os seres maus, mas é sempre importante considerar a nós próprios nesse processo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ocorre que entre os capelinos também haviam aqueles que preferiam exercer o domínio com o conhecimento e entendimento diferenciado da vida que possuíam. E muitos dos capelinos impunham sua vontade aos seres humanos de outras origens que já se encontravam na Atlântida.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Porém, em termos gerais, podemos dizer que os marcianos chegaram com agenda de dominação e os capelinos com agenda de auto-desenvolvimento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Marte, de acordo com Thoth, era um planeta que se parecia muito com a Terra a pouco menos de um milhão de anos. Era muito bonito, tinha oceanos, água, árvores, era simplesmente fantástico.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Desde que criamos esse mundo, todos esses experimentos que estamos envolvidos há muito tempo, havia em algumas esferas um fenômeno em que alguém decidiu fazer&amp;nbsp;o que podemos chamar de: a rebelião de Lúcifer, ou simplesmente: domínio de Marduk (neto de Anu) para os nossos dias atuais e história recente..&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
E antes de Marte, já haviam acontecido duas vezes, duas outras pessoas além de Marduk, já havia tentado fazer o mesmo e isso, a cada vez, provocou um total caos no Universo. E, no caso de Marte, foi à terceira vez que a vida resolveu tentar esse experimento e falhou dramaticamente.&amp;nbsp; E, por todas as partes, muitos planetas foram destruídos e Marte foi um deles.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
E o que aconteceu, é o mesmo que está acontecendo agora: em que a vida tenta separar-se de Deus, da força divina, como queira chamar.&amp;nbsp;&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Um conjunto de seres tenta separar-se de toda a vida e criar a sua própria realidade separada e inverte a vibração original da unidade para a dualidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
E, uma vez que todos somos deuses, eles puderam fazer isso, mas simplesmente jamais funcionou. Porém, quando isso acontece há um corte na conexão de amor com a realidade. Desconectaram o corpo emocional e se converteram em exclusivamente masculinos, absolutamente, totalmente masculinos, nada femininos. Seres absolutamente lógicos e vorazes, sem emoções.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
E isso aconteceu em Marte e milhares de outros lugares que esse experimento foi levado adiante, onde os reptilianos tentavam levar a cabo o seu mito da criação. Qual seja, tornar-se a raça dominante e sobrepujar as demais raças.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Acontece que os seres que participavam dessas rebeliões terminavam brigando todo o tempo entre si e fazendo a guerra uns com os outros o tempo todo e levando suas civilizações e planetas a destruição. Pois não havia compaixão, não havia amor, não havia nada relacionado a essas emoções elevadas e femininas. Seria como levar o extremo de uma das polaridades e querer romper com o outro lado, exterminá-lo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Então Marte se converteu em um campo de batalhas e isso continuou e continuou até que finalmente ficou bem claro que Marte não iria sobreviver, eles acabaram com a atmosfera e destruíram o seu planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Porém algum tempo antes que isso ocorresse, esse grupo de seres, um grupo menor que comandava, começaram a fazer algo para evitar a destruição total. Começaram a construir pirâmides tetraédricas&amp;nbsp;enormes na superfície de Marte. Também pirâmides de três lados,&amp;nbsp;cinco lados e construíram então um complexo dessas construções que era como um Mer-Ka-Ba sintético.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O Mer-Ka-Ba é algo móvel, mas pode também ser imóvel, como era o caso dessas construções em Marte. Eles eram como um edifício e funcionava como um veículo de espaço-tempo e poderia&amp;nbsp;até&amp;nbsp;ser uma construção móvel e/ou imóvel mas sintética. Eles estavam fazendo construções sintéticas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando estes seres entravam nesta estrutura, era possível ver a frente e atrás no tempo e no espaço, há tremendas distâncias, geralmente limites de um milhão de anos. Então em Marte, eles se projetaram à frente, no futuro e viam que a&amp;nbsp;Terra era exatamente o que eles desejavam, era perfeita para eles.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Um grupo pequeno deles estavam tratando de sair de Marte antes que tudo fosse destruído e viram então esse lugar perfeito há cerca de 65.000 anos no nosso passado, aquele&amp;nbsp;espaço vazio deixado pelo experimento lemuriano na Atlântida que estava ali disponível. E, muito diferente da chamada revolução dos capelinos que vimos acima, vieram sem pedir permissão. Eles eram parte da rebelião, não tinham que passar pelos códigos normais e simplesmente desceram e se uniram a nossa trajetória evolutiva.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Só havia uns poucos milhares deles e&amp;nbsp;a primeira ação que tomaram quando pousaram na superfície da Atlântida foi tentar controlar a Atlântida e dominá-la. Queriam declarar imediatamente a guerra e conquistar a Atlântida. Devido a sua vulnerabilidade, quantidade e outras razões não puderam fazê-lo assim tão de imediato e diretamente. Tentaram, mas não conseguiram e finalmente foram submetidos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Houve um acordo que deveriam compreender, experienciar o outro lado da vida, o aspecto feminino da vida, o qual eles não tinham nenhuma idéia, nenhuma experiência. As emoções e os outros expectros da polaridade feminina, não tinham nenhuma experiência sobre isso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A situação era a seguinte: estes seres chegaram em nossa trajetória evolutiva, porém podemos dizer que era como se os seres lemurianos, incluindo os capelinos,&amp;nbsp;fossem uma adolescente&amp;nbsp;com&amp;nbsp;quatorze anos de idade de evolução e os marcianos um homem entre 60 e 70 anos de idade forçando a sua presença.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em outras palavras, na visão da Ordem de&amp;nbsp;Melchizedeck, foi uma violação. E não havia alternativa, eles simplesmente chegaram e disseram: aqui estamos, vocês gostem ou não. Ainda assim, o conflito inicial terminou, as coisas se acalmaram por um longo período.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Porém os marcianos continuaram trazendo sua tecnologia de cérebro esquerdo a respeito da qual os lemurianos não sabiam nada em absoluto. Tudo que sabiam eram as teorias do cérebro direito que até hoje não sabemos nada, sabemos muito pouco sobre as suas máquinas psicotrópicas e outros tipos ligados ao cérebro direito. Há tecnologias do cérebro direito que se a humanidade soubesse o que era, ficaríamos pasmados com o que se pode fazer em termos psicológicos e de controle mental.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E o que aconteceu na Atlântida neste período é que os marcianos continuaram fazendo esses inventos um após o outro, ampliando a tecnologia do lado esquerdo, até que finalmente mudaram a polaridade de nossa trajetória evolutiva, e passamos de femininos a masculinos. E nos tornamos muito masculinos durante certo período na Atlântida, mudamos a nossa natureza e vivemos mais uma aventura no jogo das polaridades, embora sem integração das mesmas, os marcianos e os lemurianos na Atlântida continuaram rivais até o fim.&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: green; font-size: x-small; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aqui seria bom colocar um pouco de Nibiru para entender o que ocorreu com o DNA de 12 hélices para ser sómente 2 hélices hoje e, aqui esta a essência desta história fantástica de nosso Planeta Terra e o nosso DNA.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nibiru está habitado por seres conscientes que na Bíblia recebem o nome de Nefelins, nos registros sumérios também aparecem como Annunákis e se auto-intitulam Nibiruanos/Pleiadianos. Em Nibiru há espaço para muitas raças e espécies de seres co-habitarem em relativa harmonia, geração após geração. Há lindo lagos, mares, oceanos, montanhas e vales, exatamente como na Terra, mas não na superfície e sim dentro do planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Árvores e plantas de toda espécie crescem em profusão. Nibiru foi criado para assemelhar-se ao lar planetário original, Avyon.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nibiru está habitado por seres conscientes que na Bíblia recebem o nome de Nefelins, nos registros sumérios também aparecem como Annunákis e se auto-intitulam Nibiruanos/Pleiadianos. Em Nibiru há espaço para muitas raças e espécies de seres co-habitarem em relativa harmonia, geração após geração. Há lindo lagos, mares, oceanos, montanhas e vales, exatamente como na Terra, mas não na superfície e sim dentro do planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Árvores e plantas de toda espécie crescem em profusão. Nibiru foi criado para assemelhar-se ao lar planetário original, Avyon.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A condição da Terra não parecia favorável para o andamento dos jogos. Antes da destruição de Tiamat, todos os humanos em evolução da primeira semeadura pelos Sirianos Etéricos (humanos de Lyra) e pelos Felinos foram levados para bordo de Pégasus. Essa mesma linhagem foi transferida para Nibiru, conta Anu. Isto foi feito levando uma filha da Casa de Avyon / linhagem de Amélius para outro planeta pleidiano para se casar. A criança nascida dessa união foi Niestda, o futuro primeiro governador / comandante de Nibiru.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Na Terra, portanto, havia muitas raças em evolução, mas a linhagem de Amélius, que é a única descendência humana pura no universo, não estava presente. Essa linhagem teve que ser mantida separada para assegurar sua pureza para futuros aperfeiçoamentos do DNA. Essa proteção promoveria também a maturidade espiritual dessa linhagem, uma vez que os reptilianos avançavam em seu desenvolvimento tecnológico, em suas conquistas por todo o universo.Porém, maturidade espiritual por parte de pelo menos uma das raças é uma necessidade para que a integração das polaridades possa ocorrer.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Dessa forma, a Federação Galáctica criou a força-estelar Nibiru para patrulhar a Galáxia, logo após a sua criação, ainda como uma Federação pequena e simples. Havia muitas raças em Nibiru, inclusive seres de Órion, como os repitilianos e humanos de Órion.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Terra era um mundo que pertencia à área de influência dos Sirianos de Sírius “B” neste momento e a outras comunidades sirianas, além de terem na Terra outras comunidades estelares de diversos outros sistemas estelares, incluindo os Acturianos, Pleidianos de ARIA, Veganianos de Altair, Capelinos e outros seres de outras galáxias&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Já existiam as civilizações dos Yus (os Orientais) na Ásia, e a civilização dos Atlantes (a raça vermelha). Os Atlantes foram criados pelos pleiadianos de Atlas, que chegaram a Terra depois da destruição de Hybornea, para recolonizar o planeta. Outro grupo de pleiadianos, denominados cinzento, começou a civilização dos Yus, e o primo de Anu, Altea (Atlas) começou a dos Atlantes. Ambas foram consideradas desdobramentos da Lemúria, pois ambas tinham feito acordos de que a Lemúria atuaria como um império materno para eles. A Lemúria tinha a forma Lyriana/Siriana, algumas áreas em particular eram aquelas hoje conhecidas como a América do Sul, México, América Noroeste e Europa Central.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Cada uma das três civilizações – Atlantes, Yus e Lemurianos – tinham concordado em permitir que os Felinos mudassem o DNA delas de modo que assim pudessem melhor se adaptar ao clima nas regiões do planeta que elas escolheram viver. Foi assim que as diferentes raças, vermelha, amarela, e morenas vieram a existir. E a raça negra originou-se dos primatas humanos em evolução (Darwin). Eles se tornariam os guardiões da Terra, depois que cruzassem com a linhagem de Amélius trazida por Anu para obter a necessária elevação do nível do seu DNA para chegar ao Homo Sapiens. Quando isto acontecesse, eles estariam aptos a receber a alma dos Sirianos Terrestres&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Assim a raça branca ariana foi estabelecida pela família representante da Casa Real de Avyon de Nibiru.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Eles vieram para a Terra exatamente neste momento por duas razões:-&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Primeiro, desejavam conseguir ouro para colocar no campo de força ao redor de Nibiru para salvar o seu povo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo, tinham feito um acordo com os Sirianos Crísticos – a hierarquia espiritual – para criar, com a ajuda dos Felinos, o corpo humano de DNA duplo para os Sirianos Terrestres, através do cruzamento entre eles e a raça guardiã em evolução.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Annunákis de Nibiru quando chegaram a Terra tinham naves, naquela época mais adiantada do que as que são possíveis produzir hoje com a tecnologia existente em nosso planeta, mesmo aquela tecnologia sigilosa da atualidade. Eles são a raça ariana, responsáveis por toda a influência sob a Terra na nossa história recente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em termos pouco mais específicos, o povo que chegou a Terra a bordo de Nibiru era um povo guerreiro, de uma linhagem das Plêiades de seres reptilianos com a mistura do genoma humano, que foi originalmente criado e desenvolvido no sistema estelar de Vega, no planeta Avyon. Os criadores daqueles primeiros seres, por certo estão muito acima da capacidade dos Nibiruanos , isso foi há muitos milhares de anos, talvez cerca de seis bilhões de anos, pela contagem do tempo terrestre.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nas Plêiades, cada família representa um povo, com seus planetas e sua própria tecnologia. O sistema nebular das Plêiades possui mais de 300 famílias diferentes em distintas vibrações dimensionais e nas próprias dimensões e níveis de cultura que isso representa. O universo possui muito mais vida do que se pensa hoje, de forma equivalente ao planeta Terra que possui vida em tudo e em todas as partes, desde insetos, micro organismos e vida mais complexa. O mesmo ocorre com o universo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A vida existe em toda a estrutura do átomo (DNA CÓSMICO) e, portanto do universo, além de planetas e estrelas, muitas das quais nós não entendemos ainda, mas sabemos que existe.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esse foi um dos maiores erros do passado nibiruano: não respeitar as diversas formas de vida, pois achavam que estavam acima delas. Os povos acima da cultura e tecnologia nibiruana, que são denominados de Confederados Intergalácticos e Interdimensionais não lhes deram as devidas diretrizes e deixaram que aprendessem sozinhos, e nesse ínterim a guerra e a destruição foi parte do aprendizado, pois foram criados por seres guerreiros com finalidades de pesquisa bélica e genética sem amor, ou sem harmonia, como seria a melhor forma de expressar o que gerou a forma bélica e egocêntrica dos seres de Nibiru que colonizaram a Terra Recente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ou seja, os povos dos planos estelares que a humanidade foi ensinada a chamar de “DEUSES” pertencem a diversos povos, mas também é verdade que os ANUNNAKIS, assumiram uma posição de destaque. Pois tinham uma proximidade original (Terra-Nibiru e a explosão de Sírius “B”) conosco e ainda o fato de que os Sirianos da Hierarquia Galáctica davam proteção ao povo Ariano das Plêiades e suas ramificações. Muitos fatores da política estelar estão complicados de serem expostos dentro de uma linha clara para vocês, mas na realidade chegou o momento de que parte dessa verdade pode ser revelada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
No momento da primeira chegada de Nibiru, os remanescentes dos Répteis na Terra haviam se tornado uma grande população, e os Pleiadianos Nibiruanos perceberam que não poderiam minerar em paz sem algum tipo de trégua e acordo. Isto foi realizado por meio do casamento de ANU com a rainha dos Dragões, Dramin, que residia em Nibiru desde a destruição de Tiamat.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Annunákis são os astronautas de Anu, que com ele e sua família Real vieram a Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Anunnaki cansaram e estavam insatisfeitos em serem garimpeiros. Enki (filho de Anu) até tratou de compor canções para manter seus espíritos alegres. Mas, muito rapidamente estes guerreiros, cientistas e engenheiros se tornaram mal-humorados e logo zangados. E, como os pleidianos possuem uma espécie de “mente de grupo”, o descontentamento se pulverizou como o fogo, e negaram-se a cavar um centímetro a mais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Isso aconteceu por volta de 250.000 a.C. (70 a.c para os nibiruanos), e os astronautas (Anunnaki) na África se rebelaram. As condições para a mineração do ouro no interior quente da Terra, havia chegado aos limites para estes seres. Eles tinham chegado ao nível da transgressão e tinham se unido numa rebelião.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki chamou Enlil para notificá-lo da situação e quando Enlil chegou no local da mineração, os Annunákis o tomaram como refém. Enki, embora apoiando os Annunákis, pediu para os seus homens que liberassem Enlil, o que eles fizeram. Enlil acusou Enki de incitar e encorajar os Anunnaki e quis acusá-lo perante o Conselho.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ambos os irmãos voltaram a Nibiru para falar diante do Conselho. Foi decidido que os Annunákis eram mais valiosos fazendo os trabalhos que foram treinados para fazer do que minerando ouro.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Enki acreditava que a solução era criar uma raça de trabalhadores para minerar o ouro, o que ajudaria também a cumprir os acordos com os Sirianos Crísticos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ninhursag também pensou que era uma boa idéia. Ela tinha administrado ervas curativas aos trabalhadores rendidos, e não gostava muito de ver os Anunnaki realizando este tipo de trabalho, especialmente às mulheres.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Anunnaki, os astronautas de Nibiru que com muito gosto seguiram os três filhos de Anu a Terra, estavam todos muito emocionados nas primeiras etapas da nova aventura. Como haviam lhes prometido riquezas e terra, os Anunnaki estiveram muito contentes por um tempo, mas ninguém estava preparado para uma escavação dessa magnitude!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Assim, sendo Enki um mestre geneticista como também um engenheiro, junto com Ninhursag foi para o laboratório em Shuruppak para criar os trabalhadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Esse projeto nibiruano de criação da nova raça recebe muitas críticas por parte da Confederação Intergaláctica e outros povos, pois são retiradas dos trabalhadores escravos as capacidades psíquicas necessárias a evolução, dotando os mesmos apenas de capacidades necessárias à sobrevivência; o DNA de duas hélices. Ainda assim, Anu, como patriarca defensor dos interesses de sua linhagem, explica os seus feitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Este era um evento há muito esperado não só para os Nibiruanos, que precisavam salvar o planeta deles, mas para os Sirianos Terrestres também. A criação dos novos veículos físicos estava perto de acontecer. Os Sirianos Crísticos também chegaram para testemunhar este importante evento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O fato é que com a criação da nova raça de trabalhadores, os nibiruanos tornaram-se a raça paterna para seres na Terra. Esta raça foi o resultado da segunda semeadura de guardiões da Terra pelos Sirianos Etéricos e Felinos.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: green; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;A data para a finalização da evolução desta segunda semeadura é o nosso tempo presente. Anu defende que esta data não podia ser alcançada sem o aprimoramento genético do DNA da raça, que os nibiruanos fizeram em seus laboratórios na Terra neste momento, ao criar essa nova raça. Sem esta aceleração genética, os nibiruanos acreditam que os Humanos em evolução não teriam cumprido o prazo, e isto teria atrasado a evolução espiritual da galáxia e do universo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Adicionalmente, com a criação dessa raça, eles ganhariam compreensão sobre a integração das polaridades pela paternidade. Isto é parte do Divino Plano Nibiruano/Pleidiano, afirma Anu. É a razão espiritual para que eles viessem a Terra, além das razões de sobrevivência já apresentadas anteriormente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Por último, o aprimoramento do DNA do Homo Erectus para Homo Sapiens foi necessário para dar tempo aos Sirianos Terrestres para se transferirem dos corpos animais para os novos veículos físicos Humanos, através de um período de encarnações. Esta transferência levou 200.000 anos para se completar, 55 anos no tempo nibiruano. E assim, Anu vai escrevendo o seu relatório para a Federação Intergaláctica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os primatas em evolução eram o chamado Homo Erectus. Era conhecido da família de Anu porque desarmavam as armadilhas que colocavam para capturar os seus amigos animais. Esta criatura humana e os animais se amavam entre si respeitosamente. De todo o DNA que havia disponível, o do Homo erectus era o melhor. Ele que foi escolhido para ser aperfeiçoado em união com o material genético dos Annunákis. Seriam a nova raça de trabalhadores e os novos veículos físicos dos Sirianos Terrestres – a raça herdeira e guardiã da Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nibiru estava morrendo por causa da radiação e ele ainda era necessário como uma força-estelar da Federação Galáctica para proteger a galáxia. Essa é a justificativa nibiruana, mas o Conselho Intergaláctico ainda indagaria muitas vezes porque as habilidades psíquicas necessárias ao desenvolvimento espiritual não foram ativadas na nova raça e apenas as habilidades relacionadas à sobrevivência e disseminação da espécie.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki ofereceu para que sua esposa, Ninki, desse a luz ao primeiro Humano. O material genético do Homo erectus se implantou no óvulo da fêmea pleyadense – da linha do Povo Dragão. O sangue do homem se mesclou com o pleiadianos, dos “deuses”, e se fundiram os potenciais genéticos. Assim, a espécie humana leva códigos genéticos pleiadianos e nosso DNA está para sempre combinado com o deles.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As demais primeiras crianças nasceram com a combinação do DNA dos Annunákis e dos primatas humanos em evolução. Esses novos seres traziam todas as habilidades dos primatas em evolução, mas agora, com o poder de raciocínio (espírito) de um humano galáctico. Antes eles tinham apenas uma alma animal, embora uma alma animal muito inteligente. Agora eles tinham uma alma humana. Mas, a alma ainda era precária. Como os Sirianos Terrestres tinham passado muito tempo encarnados nos animais, durante este tempo, eles se acostumaram à simplicidade dos animais. Para transferi-los, foi criado esse corpo que, em muitos aspectos, funcionalmente é semelhante ao corpo dos animais. Assim essa versão nibiruana aperfeiçoada os levou, com suavidade, ao nível de uma criança de seis anos de idade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Na primeira vez que esta nova raça passou por revisão, foi permitido que procriassem sozinhos, uma vez que as mulheres Annunákis já não desejavam mais estar o tempo todo grávidas. Essa nova raça foi chamada de&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: #e33fe5; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;“Lulus”, que no idioma nibiruano, significa trabalhador primitivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Levaria tempo até convencer os Sirianos Terrestres (os humanos de Lyra que entraram no ciclo encarnacional) a transferir-se para estes novos corpos. Nem todos os corpos nascidos conteriam almas de Sirianos Terrestres. Aqueles sem uma alma de Siriano Terrestre seriam como um animal doméstico inteligente que falaria e desempenharia tarefas simples. Em verdade, já há tempo os Sirianos Terrestres haviam divido a si mesmos e alguns tinha vidas paralelas em corpos animais e corpos humanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Nibiruanos juntamente com as raças superiores fizeram uma campanha para convencer os Sirianos Terrestres a se transferir. Eles não estavam convencidos da vantagem de ocupar um corpo humano diante da simplicidade do corpo animal. Aprender a lidar com a complexidade de um corpo humano seria como aprender a usar um computador sofisticado, quando você estava acostumado a usar uma máquina de escrever manual, conta Anu.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Houve períodos de tempo em que era muito mais fácil ser um animal do que um humano. Os humanos naquele tempo eram considerados objetos de zombaria pelos animais, pois eles, animais, estavam preparados para uma vida precária.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Muitos viram a nova raça como um gratuito trabalhador escravo, o que resultou em crueldade e maus tratos para com eles. Isto enfureceu muito Nin, e ela e Enki continuamente suplicaram a Enlil, que era o Príncipe da Terra, para lhes dar mais direitos e proteção.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Pleidianos/Nibiruanos não foram os únicos a colonizar ou semear a Terra. Havia outros, como os Andromedanos, mas todos estavam aqui em concordância com o Plano Divino para a Terra e aprovados pelo Sirianos Crísticos e a Hierarquia Espiritual. A sobrevivência tornou-se a coisa mais importante nas mentes do Ser Humano neste momento e devido a isso nenhum progresso espiritual ou evolutivo foi feito. Esta é uma das razões pelas quais se levou 200.000 anos para transferir os Sirianos Terrestres para os veículos humanos criados pelos nibiruanos, explica Anu.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Era Glacial finalizou em 50.000 anos (cerca de 14 anos nibiruanos). E em 100.000 a.c, uma tendência ao aquecimento começou, e o progresso espiritual e evolutivo dos humanos estava novamente em ascensão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Foi durante este tempo que os astronautas começaram a se unir aos Lulus. Isto criou algumas pessoas muito altas, porque essas crianças carregavam o gene para a altura dos Sirianos Etéricos, que estava entre 3,30/3,60 metros de altura, como também o gene de altura dos nibiruanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Seria importante salientar que os astronautas estavam se unindo aos Lulus que tinham almas de Sirianos Terrestres. Eles não estavam interessados em se unir aos Lulus que tinham apenas alma animal. Em essência, os astronautas preferiram esposas com quem pudessem argumentar e se comunicar inteligentemente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Este é o período da chegada dos Nibiruanos a Terra até aproximadamente 100.000 a.C. Muitas aventuras mais aconteceram, isso é um resumo, mas há muitos livros tratando deste período de tempo, inclusive a Bíblia hebraica, o Mahabharata e muitos outros! Apenas que as histórias contadas até aqui estavam apagados dos registros originais&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Por volta de 50.000 a.C. um importante evento aconteceu. A terra estava esquentando e a evolução estava em pleno ritmo. Enki e Ninhunsarg receberam uma ordem da Hierarquia Espiritual Planetária e dos Sirianos Crísticos para, uma vez mais, melhorar os corpos humanos. Desta vez foi principalmente para o propósito da evolução espiritual, em vez da física e mental.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O que acontecia ao redor do planeta, era o seguinte, os impérios de Yu, Rama, Lemúria, Atlantis, Egito, e o novo império Maia estavam enviando representantes para uma reunião na Atlântida, para determinar o melhor modo de destruir os dinossauros e outros grandes animais que estavam atacando a população humana. A solução deles causaria o fim da população dos grandes animais e a morte de muitas pessoas. Isto estava conforme o Plano Divino da Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A morte destes grandes animais livraria as últimas almas de Sirianos Terrestres ainda usando corpos de animais, e permitiria que eles passassem para o próximo passo no Plano Divino deles: a introdução da semente Crística para a evolução espiritual. Isto lhes daria 52.000 anos (dez ciclos de 5200 anos), para evoluir espiritualmente até chegarem a Guardiões da Terra, capazes de administrar o planeta. Durante este tempo eles seriam seres plenamente conscientes.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Hierarquia Espiritual, os Sirianos Crísticos, a Federação Galáctica, os Sirianos “A” e o Conselho Nibiruano reuniriam mais uma vez todos os ciclos para avaliar o progresso e fazer os ajustes necessários para a continuação da evolução.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esse aperfeiçoamento do corpo humano pronto para a evolução espiritual, foi chamado pelos nibiruanos de aperfeiçoamento Crístico.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Amélius, líder dos Sirianos Etéricos, liderou o processo de evolução da espécie humana neste momento, nascendo ele mesmo como Adão (Adapa). Adapa nasceu como Humano, Réptil, Felino, e com linhagem sanguínea Cariana.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Não, Adão não foi o primeiro homem e Eva não foi à primeira mulher humana, porém foram os primeiros que tinham realmente possibilidades de evolução, com as doze hélices do DNA Cósmico ativo e funcionando&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ele era um bebê humano perfeito, e através dele seria realizada eventualmente a integração das duas raças principais do jogo da polaridade. Isto significa que a humanidade carregaria o DNA Reptiliano e Humano. Quando nós finalmente nos aceitamos e nos amamos, nós amamos todos os nossos aspectos Reptilianos e Humanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os DNA Felino e Cariano foram adicionados ao aperfeiçoamento Crístico para prover um impulso adicional de energia de Amor destas duas raças que já tinham realizado esta integração da Luz e das Trevas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki e Nin transbordaram Adapa de amor, da mesma forma que quaisquer pais amorosos fariam. Enki lhe ensinou tudo o que ele sabia, e Enki era, e ainda é, extremamente bem instruído.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Quando Adapa tinha dois anos, foi tirado esperma dele e fertilizado, para o nascimento de sua outra metade. Os nibiruanos a chamaram de Lilith. Vocês a chamam de Eva e por vezes de Amélia ou Madalena. A mãe dela foi Ninhursag. Ambos eram seres plenamente conscientes, como foram os filhos deles. Lilith cresceu com Adapa, brincando no Jardim do Éden. (combinação de E. Din.)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A coisa mais importante sobre este aperfeiçoamento é que ele pavimentaria o caminho para a evolução espiritual dos Sirianos Terrestres, agora finalmente habitando apenas corpos humanos. Também foram criados Adões para as raças vermelhas, amarelas e morenas no planeta e colocados nos locais escolhidos pela Hierarquia Espiritual. Adapa e Lilith ficaram com seus pais no Item ou como vocês o chamam, o Jardim do Éden.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Amelius/Adapa, como todo mundo encarnado no plano terrestre, concordou em esquecer quem ele era quando encarnou. Mas ele começou a lembrar novamente, da mesma maneira que vocês têm lembrado. Ele e Lilith foram unidos um ao outro conforme a Lei pleidiana. LiLith era parente de Adapa, pois ela veio do esperma dele.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Bom e por ai e a história continua.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Mais informações podem ser conseguidas nos sites acima citados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
E por fim esclarecemos que hoje temo o DNA de 2 hélices, mesmo sendo feito sem com restrições da Hierarquia Espiritual acabou com o tempo sendo endossada por ela, pois com as diversas mistura de seres de diversos lugares aqui no planeta ficamos a mercê da masculinidade predominante e pouca feminilidade, que infelizmente teremos que reverter para sermos pessoas melhores e dóceis.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Bom o processo teoricamente termina em 2012 e daí deveremos ter um super avanço para melhor.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Vamos aguardar.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Abraços Fraternais&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Vicente Chagas&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Maio/2010.&lt;/div&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Música:- I AM ALL OUT OF LOVE&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/1754998922783517637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/dna-cosmico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/1754998922783517637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/1754998922783517637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/dna-cosmico.html' title='DNA CÓSMICO'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-8465612325495957821</id><published>2013-09-26T17:55:00.000-07:00</published><updated>2013-09-26T17:55:10.286-07:00</updated><title type='text'>A História Secreta da Raça Humana</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;h1 style=&quot;background-color: black; color: #cc0066; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;img height=&quot;325&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/pyramid.gif&quot; style=&quot;font-size: 14pt;&quot; width=&quot;440&quot; /&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Caro Leitor as revelações que iremos fazer neste Tema, tem como base estudos seríssimos e lógicos, que são negadas pelo sistema mas que agora com a Porta Oculta se abrindo estão se tornando cada vez mais acessiveis aos povos de toda a terra o mundo como voce conhece, ensinado pelo sistema escolar em nossa opinião apenas serve para certos interesses que são em nosso entendimento absurdos e ultrapassados, se junte a nós nesta busca pela verdade pois a verdade está agora à vista no horizonte, o mundo já foi globalizado e iremos neste Tema esplanar sobre apenas mais uma grande peça que revela essa oculta realidade.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&quot;OS PAPÉIS A TECNOLOGIA TODA SE PERDE NOS TEMPOS, E O QUE SOBRA?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;em&gt;SÓ AS PEDRAS SABEM...&lt;/em&gt;&quot;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;351&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/pirireis.jpg&quot; width=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Começaremos com o mapa de Piri Reis, que foi usado à muito tempo antes de Cristóvão Colombo chegar a América, quando encaixado a um mapa moderno, demonstra tamanho a perfeião deste mapa, quem poderia ter criado um mapa com tamanha perfeição séculos à séculos atrás? especialistas como Klaus Dona afirmam que o mapa de piri reis possa ter a idade de 10 a 12 mil anos atrás.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;355&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/piramideolho.jpg&quot; width=&quot;443&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Essa peça Foi encontrada no Equador, e é chamada de piramide com um olho, apresenta um olho incrustado,&lt;br /&gt;e com 13 degraus ( numero mistico) com justa causa, mas o que ela trás de curiosidade é algo&lt;br /&gt;realmente impressionante há uma ranhura saindo do olho certamente devido as energias que emanam deste objeto&lt;br /&gt;e logo iremos entender aonde é a toca do coelho. pois as curiosidades não terminam aqui...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;355&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/piramidedolar.jpg&quot; width=&quot;478&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Essa piramide de pedra é identica a representada na nota de 1 Dolar Americano,&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;muito interessante até demais, inclusive os 13 degraus, mas é só o começo das revelações...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;355&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/piramidelight.jpg&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Se exposta essa peça milenar a luz negra ela brilha intensamente...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;341&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/olholuz.jpg&quot; width=&quot;473&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;O olho do objeto brilhará intensamente mas atente caro leitor que, tal olho se distingue de um olho humano... Talvez o usuário deste objeto tivesse certas diferenças caracteristicas de um povo muito antigo e desconhecido, que povoou essa nossa terra, a seguir desvelaremos o porque dessa piramide...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;353&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/piramiderachadura.jpg&quot; width=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Close da fissura resultada pelo manuseio deste objeto tecnológico desconhecido, certamente muito mais sofisticado do que possamos imaginar como veremos adiante...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;352&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/piramideouroescrita.jpg&quot; width=&quot;502&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Na parte inferior da pirâmide, essa piramide apresenta pequenos pinos de ouro, que estão disponibilizadas indicando a constelação de Orion, e uma escrita misteriosa descifrada pelo Professor Kurt Schildmann, que a considera pré-sânscrito&lt;br /&gt;ou seja oficialmente arrebenta o que se tem como verdadeiro pois é anterior a escrita mais antiga, na tradução significa &quot;O FILHO DO CRIADOR VEM.&quot;oO&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;cabe aqui lembrar que o ouro é utilizado em todos os celulares&lt;br /&gt;em todos os microprocessadores notebooks, ipad etc etc, por ser um material altamente condutor de varios tipos de energias.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;368&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/escritamundo.jpg&quot; width=&quot;382&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;A mesma escrita foi encontrada em todo o mundo em países como Equador, colombia, Illinois (EUA), Glozel(França),&lt;br /&gt;Malta, Turquemenistão, Australia, Clabria Italia, indicando que uma vez essa escrita existiu em todo o mundo, significando uma Civilização global a pelo menos 6000 mil anos atrás.&lt;br /&gt;certamente a Escola convencional não ensina isso...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;348&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/pedraemaos.jpg&quot; width=&quot;350&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Agora como dissemos anteriormente iremos encaixar as peças deste quebra cabeça e revelar de fato algo surpreendente, o desvelamento de uma altissima tecnologia antiga, certamente nauquele tempo havia papeis aparatos metalicos entre outros mas lógico que com o pesar dos tempos só as pedras podem resistir e elas nos contam a história secreta e proibida...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;A pedra da imagem nos monstra uma pessoa segurando uma pequena piramide, podemos ver dois olhos vermelhos acima e em baixo a mão esquerda posicionada em cima e a direita em baixo da piramide, significando uma instrução de como usar a piramide do olho.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;349&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/antena.jpg&quot; width=&quot;415&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Neste objeto vemos um homem sentado segurando a piramide&lt;br /&gt;exatamente da mesma forma que o objeto anterior...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;349&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/antenaclosed.jpg&quot; width=&quot;499&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Na gravura saem raios do olho que se dirigem para dois outros personagens a direita...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;340&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/antenasubmissao.jpg&quot; width=&quot;492&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;estes personagens estão com a cabeça baixada como algum tipo de submissão certamente vitimas de tal dominio tecnologico, mas agora veremos o ponto chave da questão.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;353&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/parabolica.jpg&quot; width=&quot;503&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;No Personagem principal ele apresenta uma especie de capacete que se comunica via ondas com outro objeto que tem a conhecida forma de parabolica, mas esperem ae essa parabolica tem que se comunicar com algum objeto lá no espaço certo?&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;350&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/satelite.jpg&quot; width=&quot;497&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Lá está ele em formado discoide, e ainda foi representada a sua luz,&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;certamente era o satelite que orbitava a terra naquela época&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;certamente essa arte em pedra foi realizada pelos povos que sofreram essa interferencia de visitantes extraterrestres, mas os conquistadores devem ter subestimado a inteligencia dos povos, pois pelo que pudemos ver eles entenderam rapidinho o que se passava, mas e essa antena temos alguma prova fisica ? sim caro visitante apreciem o conhecimento.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;352&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/antenna.jpg&quot; width=&quot;416&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Por falar na parabólica ela tambem foi encontrada, pode-se ver na imagem que falta o dispositivo central da antena, certamente se degradou pelo peso do tempo, o material metalico é ainda desconhecido, mas como brilha pode ter liga de metais raros.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;temos a piramide, a antena e as instruções desta tecnologia certamente a comunicação com a nave era bem conhecida na época onde será que foi parar essa nave?...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Caro leitor certamente o quebra cabeça foi montado, estas peças arqueologicas são certamente fragmentos sobreviventes ao tempos, são apenas o pó do que existiu à aproximadamente 6 mil anos atras na TERRA e indicam uma tecnologia utilizada para controle naquela época, muito similar ao controle que a TV nos prega atraves do sistema.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;349&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/capacete.jpg&quot; width=&quot;327&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;350&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/capaceteexemplo.jpg&quot; width=&quot;365&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Nesta imagem podemos ver uma peça rara, encontrada na Colombia, que certamente se trata de algum equipamento desconhecido utililizado na cabeça, onde o encaixe com os ombros é anatomico, e ele apresenta pontos onde segundos os acupunturistas são exatamente os pontos certos...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;349&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/capaceteiluminado.jpg&quot; width=&quot;386&quot; /&gt;t&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;e esta peça dotada de tecnologia desconhecida brilha sob a luz negra tambem...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;274&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/geneticdisc.jpg&quot; width=&quot;720&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Aqui vemos peças malditas, pois não se encaixam em qualquer parametro instituido pelo sistema academico atual.&lt;br /&gt;começamos por esse disco com representações genéticas pois representam os ciclos de gestação e reprodução&lt;br /&gt;, feito de LYDITE, pedra muito dura mesmo, tendo camadas folhadas sendo impossivel fazer uma dessas em nossos dias de hoje. esse disco possue, 27 cm de diametro. e as imagens nele contidas só podem ser vistas com microscópio nos dias de hoje.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;623&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/instrumentos.jpg&quot; width=&quot;483&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;nessa imagem vemos instrumentos cirugicos de 6000 anos, de Lydite igualmente, são milenios mais antigos, que os Gregos,&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;e tão sofisticado ou mais que os de hoje&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;353&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/instrumentos2.jpg&quot; width=&quot;501&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Mais instrumentos cirurgicos ...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;353&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/instrumentos3.jpg&quot; width=&quot;501&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Um dos maiores especialistas em instrumentação cirurgica de Viena, analisou esse material e disse, que não sabe quem fez e como fez esse material mas que não é possivel ser feitos instrumentos destes nos dias de hoje. o que nos remete a perceber o quão avançado era essa civilização desconhecida.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;322&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/instrumentos4.jpg&quot; width=&quot;479&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;287&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/instrumentos5.jpg&quot; width=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;287&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/instrumentos6.jpg&quot; width=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;353&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/material.jpg&quot; width=&quot;502&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;315&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/material2.jpg&quot; width=&quot;502&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;acima temos uma serie de instrumentos de uma civilização que não se encaixa com qualquer uma das conhecidas sul americanas, é um verdadeiro mistério, as imagens falam por si só...&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;348&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/criatura.jpg&quot; width=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;290&quot; src=&quot;http://portaoculta.orgfree.com/temas/tema6/imagens/criaturaface.jpg&quot; width=&quot;497&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Como as imagens falam por si só, percebemos que se quem fez tinha a tecnologia necessaria para produzir estas peças, porque sempre representavam as imagens com grandes olhos redondos e nariz pequenos? as criaturas representadas tem algo por demais diferente em sua fisionomia do que conhecemos como o ser humano tradicional não concordam? não esquecendo a idade absurda destas peças negadas pelo sistema academico atual, por motivos obscuros.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;Bem Caro Leitor, estas peças monstradas são apenas uma infima parte das peças que um dia existiram e das que foram encontradas em solo sul americano, muitas coisas extraordinárias ocorreram em nosso continente, e de fato era algo muito avançado... certametne mais de uma vez nosso mundo viveu uma certa Globalização, tudo é muito ciclico, e estamos agora despertando para a nova era, paz e luz a todos é o que desejamos em nosso anelo.....&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 14pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style=&quot;background-color: black; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, Times, serif; font-size: 16px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: white;&quot;&gt;não percam o próximo Tema do Porta Oculta&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/8465612325495957821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/a-historia-secreta-da-raca-humana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/8465612325495957821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/8465612325495957821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/a-historia-secreta-da-raca-humana.html' title='A História Secreta da Raça Humana'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-1468272490558318415</id><published>2013-09-26T17:47:00.001-07:00</published><updated>2013-09-26T17:47:22.824-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><title type='text'>TERRA – 480.000 A.C. PARA 100.000 A.C.</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Toda HISTÓRIA TEM UM COMEÇO! E ISSO JÁ FAZ MUITO, MUITO TEMPO… a HISTÓRIA se tornou lenda, a lenda se tornou mito e por quase meio milhão de anos a verdade foi esquecida… mas como contam os Sumérios, toda essa HISTÓRIA começou há milhares de milhões de anos, quando a Terra não estava ainda formada.. ou estava, mas não como a conhecemos, era um grande planeta chamado Tiamat…&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;Terra – 480.000 a.C. para 100.000 a.C.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;1&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O Nibiru chegou&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nibiru é um planeta do nosso sistema solar, que os babilônios chamavam de Nibiru/Marduk. Um planeta enorme que vai em movimento retrógrado com o restante dos planetas. Todos os planetas de nosso sistema estão em um mesmo plano e na mesma direção. Nibiru movimenta-se na direção contrária e entra no sistema pairando entre às órbitas de Júpiter e Marte a cada 3.600 anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Contam os Nibiruanos que Nibiru é um planeta artificial, que faz parte do nosso sistema estelar e do sistema estelar de Sírius, fazendo uma trajetória estranha que une esses dois sistemas com um período de translação de 3.600 anos terrestres. E, segundo esta HISTÓRIA, Nibiru foi criado pela Federação Inter galáctica como uma força estelar-planeta que mudaria completamente a HISTORIA DA TERRA.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nibiru está habitado por seres conscientes que na Bíblia recebem o nome de Nefelins, nos registros sumérios também aparecem como Annunákis e se auto-intitulam Nibiruanos/Pleiadianos. Em Nibiru há espaço para muitas raças e espécies de seres co-habitarem em relativa harmonia, geração após geração. Há lindo lagos, mares, oceanos, montanhas e vales, exatamente como na Terra, mas não na superfície e sim dentro do planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Árvores e plantas de toda espécie crescem em profusão. Nibiru foi criado para assemelhar-se ao lar planetário original, Avyon.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nibiru é aproximadamente quatro vezes maior que a Terra, há uma polêmica entre cientistas e místicos se existem este chamado décimo ou décimo segundo planeta e de quando ele retornará! Talvez nunca se foi realmente…&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ao final da Grande Guerra Galáctica, há 480.000 anos atrás, liderado pela família de Anu, incluindo o polêmico Marduk, Nibiru chegou a Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A condição da Terra não parecia favorável para o andamento dos jogos. Antes da destruição de Tiamat, todos os humanos em evolução da primeira semeadura pelos Sirianos Etéricos (humanos de Lyra) e pelos Felinos foram levados para bordo de Pégasus. Essa mesma linhagem foi transferida para Nibiru, conta Anu. Isto foi feito levando uma filha da Casa de Avyon/linhagem de Amélius para outro planeta pleidiano para se casar. A criança nascida dessa união foi Niestda, o futuro primeiro governador/comandante de Nibiru.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Na Terra, portanto, havia muitas raças em evolução, mas a linhagem de Amélius, que é a única descendência humana pura no universo, não estava presente. Essa linhagem teve que ser mantida separada para assegurar sua pureza para futuros aperfeiçoamentos do DNA. Essa proteção promoveria também a maturidade espiritual dessa linhagem, uma vez que os reptilianos avançavam em seu desenvolvimento tecnológico, em suas conquistas por todo o universo.Porém, maturidade espiritual por parte de pelo menos uma das raças é uma necessidade para que a integração das polaridades possa ocorrer.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Dessa forma, a Federação Galáctica criou a força-estelar Nibiru para patrulhar a Galáxia, logo após a sua criação, ainda como uma Federação pequena e simples. Havia muitas raças em Nibiru, inclusive seres de Órion, como os repitilianos e humanos de Órion.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Anu, é da décima sétima geração após Nietsda. E recebe o comando de Nibiru após seu irmão, o herdeiro legítimo deixar o trono. Há muitas misturas aí. Mas ainda assim,Anu recebe da Federação Galáctica, logo após assumir o comando de Nibiru, duas ordens principais: destruir Tiamat e Aln – as colônias reptilianas principais. E restabelecer na Terra a linhagem de Amélius.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Então,após cumprir sua primeira ordem, e enfrentar os milhões de anos da Guerra Galáctica decorrente dessa destruição das colônias reptilianas. Nibiru vem para a Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Terra era um mundo que pertencia à área de influência dos Sirianos de Sírius B neste momento e a outras comunidades sirianas, além de terem na Terra outras comunidades estelares de diversos outros sistemas estelares, incluindo os Acturianos, Pleidianos de ARIA, Veganianos de Altair, Capelinos e outros seres de outras galáxias.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Lemurianos, os Mutantes, os Répteis (descendentes daqueles répteis que tinham ido para o subterrâneo na época da destruição de Tiamat) e os primatas Humanos em evolução, estavam todos vivendo aqui no planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os primatas tinham sido semeados pelos Felinos e pelos Sirianos Etéricos e tinham alcançado a fase evolutiva do Homo Erectus quando os Nibiruanos chegaram (Humanos Pleidianos-Nibiruanos). Os chamados primatas eram inteligentes, telepáticos, e viviam em paz com os animais na floresta, em um tipo de comunidade social. Os Sirianos Terrestres que viviam em corpos animais, também protegiam os primatas em evolução, seus futuros veículos físicos. Também os Sirianos Etéricos liderados por Amélius, conduziam o desenvolvimento das colônias humanas-sirianas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra01.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Já existiam as civilizações dos Yus (os Orientais) na Ásia, e a civilização dos Atlantes (a raça vermelha). Os Atlantes foram criados pelos pleiadianos de Atlas, que chegaram a Terra depois da destruição de Hybornea, para recolonizar o planeta. Outro grupo de pleiadianos, denominados cinzento, começou a civilização dos Yus, e o primo de Anu, Altea (Atlas) começou a dos Atlantes. Ambas foram consideradas desdobramentos da Lemúria, pois ambas tinham feito acordos de que a Lemúria atuaria como um império materno para eles. A Lemúria tinha a forma Lyriana/Siriana, algumas áreas em particular eram aquelas hoje conhecidas como a América do Sul, México, América Noroeste e Europa Central.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Cada uma das três civilizações – Atlantes, Yus e Lemurianos – tinham concordado em permitir que os Felinos mudassem o DNA delas de modo que assim pudessem melhor se adaptar ao clima nas regiões do planeta que elas escolheram viver. Foi assim que as diferentes raças, vermelha, amarela, e morenas vieram a existir. E a raça negra originou-se dos primatas humanos em evolução. Eles se tornariam os guardiões da Terra, depois que cruzassem com a linhagem de Amélius trazida por Anu para obter a necessária elevação do nível do seu DNA para chegar ao Homo Sapiens. Quando isto acontecesse, eles estariam aptos a receber a alma dos Sirianos Terrestres.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra02.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Assim a raça branca ariana foi estabelecida pela família representante da Casa Real de Avyon de Nibiru.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Eles vieram para a Terra exatamente neste momento por duas razões:-&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Primeiro, desejavam conseguir ouro para colocar no campo de força ao redor de Nibiru para salvar o seu povo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo, tínham feito um acordo com os Sirianos Crísticos – a hierarquia espiritual – para criar, com a ajuda dos Felinos, o corpo humano de DNA duplo para os Sirianos Terrestres, através do cruzamento entre eles e a raça guardiã em evolução.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Annunákis de Nibiru quando chegaram a Terra tinham naves, naquela época mais adiantada do que as que são possíveis produzir hoje com a tecnologia existente em nosso planeta, mesmo aquela tecnologia sigilosa da atualidade. Eles são a raça ariana, responsáveis por toda a influência sob a Terra na nossa HISTÓRIA RECENTE.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em termos pouco mais específicos, o povo que chegou a Terra a bordo de Nibiru era um povo guerreiro, de uma linhagem das Plêiades de seres reptilianos com a mistura do genoma humano, que foi originalmente criado e desenvolvido no sistema estelar de Vega, no planeta Avyon. Os criadores daqueles primeiros seres, por certo estão muito acima da capacidade dos Nibiruanos , isso foi há muitos milhares de anos, talvez cerca de seis bilhões de anos, pela contagem do tempo terrestre.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nas Plêiades, cada família representa um povo, com seus planetas e sua própria tecnologia. O sistema nebular das Plêiades possui mais de 300 famílias diferentes em distintas vibrações dimensionais e nas próprias dimensões e níveis de cultura que isso representa. O universo possui muito mais vida do que se pensa hoje, de forma equivalente ao planeta Terra que possui vida em tudo e em todas as partes, desde insetos, micro organismos e vida mais complexa. O mesmo ocorre com o universo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A vida existe em toda a estrutura do átomo, e, portanto do universo, além de planetas e estrelas, muitas das quais nós não entendemos ainda, mas sabemos que existe.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esse foi um dos maiores erros do passado nibiruano: não respeitar as diversas formas de vida, pois achavam que estavam acima delas. Os povos acima da cultura e tecnologia nibiruana, que são denominados de Confederados Intergalácticos e Interdimensionais não lhes deram as devidas diretrizes e deixaram que aprendessem sozinhos, e nesse ínterim a guerra e a destruição foi parte do aprendizado, pois foram criados por seres guerreiros com finalidades de pesquisa bélica e genética sem amor, ou sem harmonia, como seria a melhor forma de expressar o que gerou a forma bélica e egocêntrica dos seres de Nibiru que colonizaram a Terra Recente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ou seja, os povos dos planos estelares que a humanidade foi ensinada a chamar de “DEUSES” pertencem a diversos povos, mas também é verdade que os ANUNNAKIS, assumiram uma posição de destaque. Pois tinham uma proximidade original (Terra-Nibiru e a explosão de Sírius B) conosco e ainda o fato de que os Sirianos da Hierarquia Galáctica davam proteção ao povo Ariano das Plêiades e suas ramificações. Muitos fatores da política estelar estão complicados de serem expostos dentro de uma linha clara para vocês, mas na realidade chegou o momento de que parte dessa verdade pode ser revelada.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
No momento da primeira chegada de Nibiru, os remanescentes dos Répteis na Terra haviam se tornado uma grande população, e os Pleiadianos Nibiruanos perceberam que não poderiam minerar em paz sem algum tipo de trégua e acordo. Isto foi realizado por meio do casamento de ANU com a rainha dos Dragões, Dramin, que residia em Nibiru desde a destruição de Tiamat.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra03.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Tiamat inclusive foi o nome dado a Terra antes da Guerra Galáctica em função da revolucionária Deusa sacerdotisa Tiamat que tirou a rainha Dramin do poder e declarou a si mesma a rainha sacerdotisa. Ela foi à liderança do matriarcado reptiliano que brigou pela extinção da raça humana na Terra e em toda a Galáxia para manter a “paz”. Planejou, inclusive, a destruição dos jovens deuses que chegavam a Terra. O casamento da Anu com a rainha dos Dragões sugeriu um acordo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Inanna considera os pleiadianos, a si mesma, uma raça de origem réptil. Como evidência da conexão deles conosco, a espécie humana possui um cérebro réptil localizado no cerebelo, o qual controla as funções autônomas do corpo, essa é a explicação da Deusa. Em todos os mundos, incluindo o sistema solar pleidiano, abundam muitas raças. Em nossa linguagem não há palavras para descrever estas raças; nem sequer poderíamos pronunciar esses nomes, pois os sons lhes seriam muito estranhos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Nibiruanos e a família de Anu, formavam uma raça de pessoas independentes e muitas misturas. Mas não foi sempre assim. Antes da criação de Nibiru, os pleidianos eram pessoas que expressavam apenas as qualidades femininas. Desde que assumiram Nibiru, com tantas colônias humanas para proteger e reptilianos para combater, estão experimentando o lado masculino, o que lhes dá a sua independência. Em um nível espiritual, Nibiru forneceu um caminho para que os femininamente polarizados pleiadianos, experimentassem a negatividade. Tendo que proteger colônias, estiveram face a face com a negatividade e foram, então, capazes de experimentar e compreender seus fundamentos baseados no medo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Como uma raça, eles haviam se tornados estagnados pela carência da negatividade. A negatividade tem um propósito extremamente útil na evolução espiritual. Como não tinham negatividade em seu planeta de origem, não tinham evolução. A solução para o problema foi à criação de Nibiru, que colonizou a Terra com o apoio da Federação Galáctica e trouxe para nós os nossos Deuses. Agora estão trabalhando conosco para encontrar o equilíbrio das polaridades, o “ponto de integração”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;1&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;2&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
INICIA A COLONIZAÇÃO&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 30px; padding: 0px; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra04.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“SOMOS OS PERDIDOS”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De um tempo antes do tempo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De uma terra além das Estrelas&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Desde a era quando ANU andou na terra&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na companhia de Anjos luminosos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sobrevivemos à primeira guerra&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entre os Poderes dos Deuses&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E vimos a ira dos antigos&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Anjos Escuros&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Suspiram sobre a terra&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
SOMOS DE UMA RAÇA PARA ALÉM DA NOITE DOS ANDARILHOS.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Temos sobrevivido ao tempo em que ABSU governou a Terra&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E o Poder destruiu gerações.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Temos sobrevivido nos topos das montanhas&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E debaixo dos pés das montanhas&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E falamos com escorpiões&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
lealmente e fomos traídos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E Tiamat nos prometeu nunca mais nos atacar&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Com água e com vento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas os Deuses são esquecidos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Abaixo dos Mares de MATTARU&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Abaixo os Mares da Terra, a NAR MATTARU&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Lá embaixo o mundo dorme&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Deus do ódio, morto mas sonhando&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Deus dos CUTHALU, Morto mas Sonhar!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Senhor de Kur, calmo, mas trovejante!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Uma Espada Com um Só Olho, frio, mas queimando!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aquele que desperta ele chama os antigos&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vingança dos mais velhos&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os Sete Deuses Gloriosos das Sete Cidades Gloriosas&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Acima de si próprio e sobre o mundo&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vingança e antigos. . .&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Saiba que os nossos anos são os anos da Guerra&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E os nossos dias são medidos a Batalhas&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E toda hora é uma Vida&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Perdida para o exterior&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Aqueles que nada tinham&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Construíram carnal carnais&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para alimentar os amigos de Tiamat&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E o Sangue dos mais fracos aqui&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
É uma libação Tiamat&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Rainha dos Fantasmas&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Batedora da Dor&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E, para invocá-la&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Água Vermelho da Vida&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Precisa ser dividida em uma pedra&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A pedra atingida com uma espada&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O que faz onze homens mortos&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sacrifício para HUBUR&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De forma que o golpe os cerque&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E assim Tiamat seja despertada de seu descanso&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De seu sono em cavernas da Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E ninguém mais se atreverá a&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
invocar a morte é a absoluta&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
última oração&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;“Por muito tempo se acreditou que cidades como a Babilônia e outras que estão citadas na Bíblia eram um mito, porque nada as podia provar. Mas ao sul do Iraque encontraram em seqüência estas cidades no que hoje é um deserto, mas era uma selva tropical nas descrições antigas!!!! Tem menos de 100 anos que encontramos estas cidades.. há muitas outras verdades que estão escritas nas pequenas tabuletas de argila encontradas nestas escavações , há provas suficientes, mas são verdades muito extravagantes para a ciência e o senso comum aceitarem sem resistências…”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nesse momento em que Anu chegou pela primeira vez a Terra, há 500.000 anos, o Povo do Dragão e o Povo da Serpente já estavam aqui, como falamos. Obviamente, não queriam compartilhar seu planeta. Anu queria o ouro, mas o Povo do Dragão temia que ele, Anu, não respeitaria seus métodos pacíficos!!! Eles tinham demorado eons distribuindo linhas de energia magnética ao redor da Terra e tinham construído inumeráveis túneis em colaboração com o Povo da Serpente. Parece incrível, mas o Povo Dragão e o Povo Serpente haviam divido a Terra e encontrado um tratado de paz! Sim, eles mesmos, os reptilianos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os vórtices de energia que potencializam suas civilizações se encontram nesses túneis junto com enormes armazéns de pedras preciosas e metais. Houve um bom número de batalhas na Terra e em seus céus, mas finalmente se fizeram acertos, demarcaram-se limites. Por isso, Anu aceitou casar-se com uma princesa Dragão chamado Vão para selar a aliança. Desta união saiu o menino Enki.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki é meio Humano Nibiruano e meio Dragão, ou Réptil. Todos os três filhos de ANU, incluindo os nobres, nasceram em Nibiru e atingiram a maturidade na época em que Nibiru chegou na Terra. Isto inclui Enlil, Enki, Ninhursag, e os netos, Ninurta, Nannar, Marduk e o, enigmático, Thoth.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki construiu a primeira cidade, que ele chamou de Terra – Eridu Estação Um . Ele era um engenheiro professor e recebeu muita ajuda dos seus parentes Reptilianos e dos Annunákis, cinqüenta deles vieram juntamente com Enki para a Terra. Segundo Anu, cinqüenta dos melhores astronautas de Nibiru.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ninhursag, também filha de ANU e Oficial Médica-Chefe para a missão da Terra, chegou para prover cuidados médicos para os astronautas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Anu chegou pouco tempo depois com seu outro filho e herdeiro natural, Enlil, para avaliar a situação do ouro.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Havia uma tensão muito grande entre Enlil e Enki, pois Enki sentia que a ele deveria ser dada a Terra, já que ele havia chegado primeiro, tinha trabalhado e suado para construir o primeiro acampamento e a cidade Eridu, sem mencionar a extração do ouro. Como ele tinha feito todo o trabalho, sentia-se legitimamente no direito de receber a Terra para si, sentia que havia uma dívida para com ele.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra05.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki é o filho da Rainha dos Dragões da Terra e, do ponto de vista reptiliano, herdeiro da Terra também. Os reptilianos reivindicaram a Terra como propriedade deles, conforme a lenda da criação deles, e eles ainda o fazem até hoje.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enlil, como filho da irmã/esposa de Anu, Antu, era, pela lei pleidiana, o herdeiro legítimo. Isto significava que ele seria o herdeiro da Terra, enquanto ela estivesse sob o domínio de Anu. Isto resultou em uma intriga entre os dois. Ambos tinham uma justificativa válida. A solução foi fazer um sorteio, e eles assim o fizeram. Enki ficou com toda a África sob seu domínio e Enlil recebeu o restante da Terra como sua propriedade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A família de Anu que inventou a rivalidade entre irmãos médios e, como se poderão imaginar, estes dois filhos do mesmo pai e diferentes mães discutiam constantemente quanto às decisões que teriam que tomar. Ninhursag era médica-chefe e professora geneticista na Terra e, por necessidade e origem siriana/felina, a conciliadora da família.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A família de Anu construiu cidades centros espaciais, cidades centros de controle, cidades de mineração do ouro e cidades hospitais-laboratórios.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Existiam dois objetivos principais da vinda dos nibiruanos à Terra: cumprir o seu acordo de ceder o DNA para a passagem da evolução do Homo Erectus para o Homo Sapiens e garimpar ouro para a proteção de Nibiru da radiação que varria o espaço após a grande guerra galáctica, seria necessário encontrar grandes quantidades de ouro para manter em suspensão o campo de força ao redor de Nibiru.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Em Nibiru haviam diversas raças de seres de diversas origens como vimos. A família de Anu, inclusive, é uma grande mistura. O próprio Anu é chamado de reptiliano, humano, pleidiano (que não é uma raça, mas o local), inclusive, já foi dito que Anu seria descendente dos seres de Órion, o que o ligaria também aos primeiros reptilianos e aos humanos de Órion. Ocorre que esses seres de Nibiru tinham vida longa e ao final da grande guerra galáctica estavam precisando de novo material genético para continuar a raça e seus acordos galácticos. Em Órion, por mais meio milhão de anos, não floresceria uma nova matriz genética. Então Nibiru resolve visitar a Terra, que juntamente com Nibiru nasceu da supernova de Sírius B, e deveria, portanto, ter disponível o material genético necessário para continuar a evolução.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O Sol do nosso Sistema Solar é uma estrela gêmea de Sírius A e Nibiru tem uma órbita que faz uma longa viagem entre as duas estrelas. Assim, os Sirianos-Felinos utilizam Nibiru como elo de comunicação entre as duas estrelas. Neste período inicial das visitas de Nibiru a Terra e até o ano de 7.200 a.C., Sírius mantinha ligação direta com a Terra através das dinastias egípcias, durante esse período, os sirianos podiam alcançar todo o planeta Terra através da Grande Pirâmide.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Annunákis e sirianos compartilhavam tecnologias e todos se deram bem por centenas de milhares de anos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra06.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Tudo deu certo no início, a vida continuou florescendo, e as novas cidades e áreas circunvizinhas eram uma exuberante e bela visão a se contemplar. A família de Anu, trouxe de Nibiru sementes de árvores frutíferas de todos os tipos. A Mesopotâmia se tornou um virtual Jardim do Éden. De fato, era o Jardim do Éden ou “E.DIN”, como os Nibiruanos o chamavam. As coisas continuaram progredindo num ritmo veloz, e todos estavam trabalhando e vivendo em harmonia. Esta tranqüilidade continuou aumentando, por aproximadamente 200.000 anos (cerca de 55 anos nibiruanos).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra07.png&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra08.png&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra09.png&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Primeiras Cidades:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Eridu – Estação Um;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sippar (o porto espacial);&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nippur (o centro de controle da missão);&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Bad Tibira (o centro metalúrgico);&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Shuruppak (o centro médico).&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
*************Conhecimento dos Céus que tinham os Sumérios!!”************** Como explicar tantas coisas, e este é um ponto de vista interessante, por exemplo, os Sumérios desde os primeiros de sua civilização dias sabiam de todos os planetas exteriores de nosso Sistema Solar e os contavam desde fora para dentro como entrando no sistema vindo de fora. Nós, a Terra, fomos o planeta número 7 em seu sistema, no qual também nos chamavam Pátria. Eles mostravam nos diagramas escritos nas rochas o tamanho relativo dos diferentes planetas e os descreveram detalhadamente como alguém que passava por eles, observando. Falavam das cores dos planetas do nosso sistema, suas nuvens, as luas, algo que continha em cada um de forma específica. Como sabiam da precessão dos equinócios? Que a Terra tinham um que a inclinação de 22C? E que fazia um ciclo de 25.920 anos aproximadamente. Nós demoramos, segundo a história oficial, 2160 anos para saber o que eles sabiam desde o primeiro dia. Como?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;2&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;3&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Revolta dos Anunákis&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Isso não é viagem nas estrelas ou algo assim, são os registros Sumérios….&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nibiru chegava a cada 3.600 anos e nestes momentos era um grande evento em nosso sistema solar e quando ia embora desaparecia completamente de vista.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os Annunákis, Nefelins, Nibiruanos ou Pleidianos são os diversos nomes dos seres que habitam Nibiru. São muito altos, as mulheres medem de 3 a 4 metros e os homens de 4 a 5 metros. E vivem vidas muito longas, não são imortais, mas vivem cerca de 360.000 anos terrestres.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Eles tinham problemas atmosféricos em seus planeta e precisavam de grandes quantidades de ouro, pois tinham tecnologia avançada o suficiente para colocar esse ouro no espaço, nos seus céus para que refletisse a luz como um espelho para a atmosfera superior e não perdessem temperatura….&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra10.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Annunákis são os astronautas de Anu, que com ele e sua família Real vieram à Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Anunnaki cansaram e estavam insatisfeitos em serem garimpeiros. Enki até tratou de compor canções para manter seus espíritos alegres. Mas muito rapidamente estes guerreiros, cientistas e engenheiros se tornaram mal-humorados e logo zangados. E, como os pleidianos possuem uma espécie de “mente de grupo”, o descontentamento se pulverizou como o fogo, e negaram-se a cavar um centímetro a mais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Isso aconteceu por volta de 250.000 a.C. (70 a.c para os nibiruanos), e os astronautas (Anunnaki) na África se rebelaram. As condições para a mineração do ouro no interior quente da Terra, havia chegado aos limites para estes seres. Eles tinham chegado ao nível da transgressão e tinham se unido numa rebelião.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki chamou Enlil para notificá-lo da situação e quando Enlil chegou no local da mineração, os Annunákis o tomaram como refém. Enki, embora apoiando os Annunákis, pediu para os seus homens que liberassem Enlil, o que eles fizeram. Enlil acusou Enki de incitar e encorajar os Anunnaki e quis acusá-lo perante o Conselho.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ambos os irmãos voltaram a Nibiru para falar diante do Conselho. Foi decidido que os Annunákis eram mais valiosos fazendo os trabalhos que foram treinados para fazer do que minerando ouro. Enki acreditava que a solução era criar uma raça de trabalhadores para minerar o ouro, o que ajudaria também a cumprir os acordos com os Sirianos Crísticos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ninhursag também pensou que era uma boa idéia. Ela tinha administrado ervas curativas aos trabalhadores rendidos, e não gostava muito de ver os Anunnaki realizando este tipo de trabalho, especialmente às mulheres.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Anunnaki, os astronautas de Nibiru que com muito gosto seguiram os três filhos de Anu à Terra, estavam todos muito emocionados nas primeiras etapas da nova aventura. Como haviam lhes prometido riquezas e terra, os Anunnaki estiveram muito contentes por um tempo, mas ninguém estava preparado para uma escavação dessa magnitude!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Assim, sendo Enki um mestre geneticista como também um engenheiro, junto com Ninhursag foi para o laboratório em Shuruppak para criar os trabalhadores.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;color: #f2860a; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Para a família de Anu, isto solucionaria todos seus problemas e manteria contentes aos Anunnaki; já havia acontecido assim anteriormente em outros planetas. Às multidões de astronautas que aclamavam e anunciavam que os maravilhosos “touros de Anu” haviam resolvido.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;3&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;4&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Criação da Nova Raça&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Alguns historiadores e pensadores chegaram a conclusões ainda mais ousadas!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Acreditam que há grande inteligência com postos avançados em Marte, também trabalhando na Lua e na Terra conosco e que procuram limitar o nosso acesso à realidade…&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
São os Annunákis, o mesmo grupo que modificou geneticamente a raça humana há centenas de milhares de anos atrás… encontraram nos registros sumérios indicações de que houve uma importante intervenção no genoma humano, quando a raça humana passou de homo erectus a homo sapiens e depois de homo sapiens a homo sapiens-sapiens…Isso tudo não estaria indo longe demais?&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra11.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esse projeto nibiruano de criação da nova raça recebe muitas críticas por parte da Confederação Intergaláctica e outros povos, pois são retirados dos trabalhadores escravos as capacidades psíquicas necessárias a evolução, dotando os mesmos apenas de capacidades necessárias à sobrevivência; o DNA de duas hélices. Ainda assim, Anu, como patriarca defensor dos interesses de sua linhagem, explica os seus feitos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki já há muito tempo desejava criar a nova raça. Ninhursag, médica geneticista, sempre fez tudo que lhe era solicitado com dedicação perfeccionista. Também para criar a nova raça de trabalhadores, os nibiruanos receberam a ajuda dos Felinos. A esposa felina de Anu, Rayshondra – mãe de Ninhursag – ajudou muito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Ela chegou em Shuruppak para supervisionar o trabalho, e tal qual uma equipe, mãe e filha, elas trabalharam bem juntas. Rayshondra era muito experiente no campo da genética. Ela tinha treinado Ninhursag e Enki tinha sido instruído por ela também. Havia outros de Sírius “A” que vieram emprestar sua experiência, Natara e Joysia em particular, são citadas por Anu, como ajudantes dos projetos de Anu para a humanidade até os dias atuais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Este era um evento há muito esperado não só para os Nibiruanos, que precisavam salvar o planeta deles, mas para os Sirianos Terrestres também. A criação dos novos veículos físicos estava perto de acontecer. Os Sirianos Crísticos também chegaram para testemunhar este importante evento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enlil se dedicava mais à agricultura, a desviar os rios e a construir obras de infra-estrutura, pirâmides e represas. Colonizar um planeta do tamanho da Terra era um projeto de envergadura. Ele era sem sombra de dúvidas, o filho de Antu, pois é uma pessoa minuciosa que se sobressai na logística. De Anu, Enlil herdou seu caráter apaixonado, o amor à ordem e uma grande beleza masculina.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os nibiruanos Annunákis são normalmente descritos como seres de Órion de linhagem repitiliana, mas, também afirmam, serem descendentes de Devin – e da Casa de Avyon, e, portanto ligados cármica e geneticamente a Tiamat/Terra, que Amélius decretou como seu lar, lar dos Humanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O fato é que com a criação da nova raça de trabalhadores, os nibiruanos tornaram-se a raça paterna para seres na Terra. Esta raça foi o resultado da segunda semeadura de guardiões da Terra pelos Sirianos Etéricos e Felinos. A data para a finalização da evolução desta segunda semeadura é o nosso tempo presente. Anu defende que esta data não podia ser alcançada sem o aprimoramento genético do DNA da raça, que os nibiruanos fizeram em seus laboratórios na Terra neste momento, ao criar essa nova raça. Sem esta aceleração genética, os nibiruanos acreditam que os Humanos em evolução não teriam cumprido o prazo, e isto teria atrasado a evolução espiritual da galáxia e do universo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Adicionalmente, com a criação dessa raça, eles ganhariam compreensão sobre a integração das polaridades pela paternidade. Isto é parte do Divino Plano Nibiruano/Pleidiano, afirma Anu. É a razão espiritual para que eles viessem a Terra, além das razões de sobrevivência já apresentadas anteriormente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;float: right; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 2px; margin-left: 8px; margin-top: 2px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra12.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Por último, o aprimoramento do DNA do Homo Erectus para Homo Sapiens foi necessário para dar tempo aos Sirianos Terrestres para se transferirem dos corpos animais para os novos veículos físicos Humanos, através de um período de encarnações. Esta transferência levou 200.000 anos para se completar, 55 anos no tempo nibiruano. E assim, Anu vai escrevendo o seu relatório para a Federação Intergaláctica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;float: left; font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 2px; margin-right: 8px; margin-top: 2px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra13.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os primatas em evolução eram o chamado Homo Erectus. Era conhecido da família de Anu porque desarmavam as armadilhas que colocavam para capturar a seus amigos animais. Esta criatura humana e os animais se amavam entre si respeitosamente. De todo o DNA que havia disponível, o do Homo erectus era o melhor. Ele que foi escolhido para ser aperfeiçoado em união com o material genético dos Annunákis. Seriam a nova raça de trabalhadores e os novos veículos físicos dos Sirianos Terrestres – a raça herdeira e guardiã da Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Esta nova versão aperfeiçoada deu aos primatas Humanos novas habilidades. Eles tinham habilidade para argumentar e fazer escolhas mais complexas. Poderiam apreender os fundamentos da leitura e escrita. Embora eles retivessem suas habilidades telepáticas, não tinham recebido nenhuma nova habilidade psíquica. Estas seriam dadas quando todos os Sirianos Terrestres tivessem feito a transição. Porém essas outras habilidades psíquicas seriam necessárias para o progresso espiritual.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Naquela época os nibiruanos procuraram dar aos Sirianos Terrestres corpos que não fossem muito complexos, justificando pelo fato dos Sirianos Terrestres terem regredido seriamente durante seus milhões de anos no ciclo encarnacional animal. Além do mais, para minerar ouro nas minas quentes dentro da Terra, não seria preciso muitas habilidades mais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nibiru estava morrendo por causa da radiação e ele ainda era necessário como uma força-estelar da Federação Galáctica para proteger a galáxia. Essa é a justificativa nibiruana, mas o Conselho Intergaláctico ainda indagaria muitas vezes porque as habilidades psíquicas necessárias aos desenvolvimento espiritual não foram ativadas na nova raça e apenas as habilidades relacionadas à sobrevivência e disseminação da espécie.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Enki ofereceu para que sua esposa, Ninki, desse a luz ao primeiro Humano. O material genético do Homo erectus se implantou no óvulo da fêmea pleyadense – da linha do Povo Dragão. O sangue do homem se mesclou com o pleiadianos, dos “deuses”, e se fundiram os potenciais genéticos. Assim, a espécie humana leva códigos genéticos pleiadianos e nosso DNA está para sempre combinado com o deles.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
As demais primeiras crianças nasceram com a combinação do DNA dos Annunákis e dos primatas humanos em evolução. Esses novos seres traziam todas as habilidades dos primatas em evolução, mas agora, com o poder de raciocínio (espírito) de um humano galáctico. Antes eles tinham apenas uma alma animal, embora uma alma animal muito inteligente. Agora eles tinham uma alma humana. Mas, a alma ainda era precária. Como os Sirianos Terrestres tinham passado muito tempo encarnados nos animais, durante este tempo, eles se acostumaram à simplicidade dos animais. Para transferi-los, foi criado esse corpo que, em muitos aspectos, funcionalmente é semelhante ao corpo dos animais. Assim essa versão nibiruana aperfeiçoada os levou, com suavidade, ao nível de uma criança de seis anos de idade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Na primeira vez que esta nova raça passou por revisão, foi permitido que procriassem sozinhos, uma vez que as mulheres Annunákis já não desejavam mais estar o tempo todo grávidas. Essa nova raça foi chamada de “Lulus”, que no idioma nibiruano, significa trabalhador primitivo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra14.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Levaria tempo até convencer os Sirianos Terrestres (os humanos de Lyra que entraram no ciclo encarnacional) a transferir-se para estes novos corpos. Nem todos os corpos nascidos conteriam almas de Sirianos Terrestres. Aqueles sem uma alma de Siriano Terrestre seriam como um animal doméstico inteligente que falaria e desempenharia tarefas simples. Em verdade, já há tempo os Sirianos Terrestres haviam divido a si mesmos e alguns tinha vidas paralelas em corpos animais e corpos humanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Nibiruanos juntamente com as raças superiores fizeram uma campanha para convencer os Sirianos Terrestres a se transferir. Eles não estavam convencidos da vantagem de ocupar um corpo humano diante da simplicidade do corpo animal. Aprender a lidar com a complexidade de um corpo humano seria como aprender a usar um computador sofisticado, quando você estava acostumado a usar uma máquina de escrever manual, conta Anu.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Houve períodos de tempo em que era muito mais fácil ser um animal do que um humano. Os humanos naquele tempo eram considerados objetos de zombaria pelos animais, pois eles, animais, estavam preparados para uma vida precária.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Muitos viram a nova raça como um gratuito trabalhador escravo, o que resultou em crueldade e maus tratos para com eles. Isto enfureceu muito Nin, e ela e Enki continuamente suplicaram a Enlil, que era o Príncipe da Terra, para lhes dar mais direitos e proteção.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra15.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;4&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;5&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Era Glacial I&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Cada historiador e pensador tem os seus cálculos e de fato não se sabe exatamente quando será o retorno de Nibiru – alguns dizem 2060 outros 3600, mais exatamente deve saber a Nasa. Porém o fato é que nos últimos 480.000 anos que o nosso visitante errante nos chega a cada 3600 anos, o seu retorno causa grandes eventos para o nosso sistema solar e o planeta Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Algumas Eras Glaciais foram atribuídas aos retornos de Nibiru que em alguns momentos chega causando uma inversão imediata dos Pólos Terrestres…&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De acordo com alguns cálculos e superstições associadas a próxima visita está marcada para 2012…unindo o conhecido Calendário Maia e sua proposta de data para a era da luz (Cinturão de Fótons) e o retorno de Nibiru…possibilidades…&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 30px; padding: 0px; text-align: right;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Logo após a criação da nova raça, há aproximadamente 150.000 anos atrás (42 anos nibiruanos), um novo período glacial começou, e os Lulus regrediram, junto com muitas outras civilizações na Terra.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.projetovega-ufo.com.br/novo/wp-content/uploads/historia_02terra16.jpg&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Os Pleidianos/Nibiruanos não foram os únicos a colonizar ou semear a Terra. Havia outros, como os Andromedanos, mas todos estavam aqui em concordância com o Plano Divino para a Terra e aprovados pelo Sirianos Crísticos e a Hierarquia Espiritual. A sobrevivência tornou-se a coisa mais importante nas mentes do Ser Humano neste momento e devido a isso nenhum progresso espiritual ou evolutivo foi feito. Esta é uma das razões pelas quais se levou 200.000 anos para transferir os Sirianos Terrestres para os veículos humanos criados pelos nibiruanos, explica Anu.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
A Era Glacial finalizou em 50.000 anos (cerca de 14 anos nibiruanos). E em 100.000 a.c, uma tendência ao aquecimento começou, e o progresso espiritual e evolutivo dos humanos estava novamente em ascensão.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Foi durante este tempo que os astronautas começaram a se unir aos Lulus. Isto criou algumas pessoas muito altas, porque essas crianças carregavam o gene para a altura dos Sirianos Etéricos, que estava entre 3,30/3,60 metros de altura, como também o gene de altura dos nibiruanos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Seria importante salientar que os astronautas estavam se unindo aos Lulus que tinham almas de Sirianos Terrestres. Eles não estavam interessados em se unir aos Lulus que tinham apenas alma animal. Em essência, os astronautas preferiram esposas com quem pudessem argumentar e se comunicar inteligentemente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Este é o período da chegada dos Nibiruanos à Terra até aproximadamente 100.000 a.C. Muitas aventuras mais aconteceram, isso é um resumo, mas há muitos livros tratando deste período de tempo, inclusive a Bíblia hebraica, o Mahabharata e muitos outros! Apenas que as histórias contadas até aqui estavam apagados dos registros originais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;5&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;6&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;h4 style=&quot;margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
COMPLEMENTOS HISTÓRICOS&lt;/h4&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
É importante salientar que neste tempo e paralelamente foi desenvolvido espiritualmente o planeta Terra conforme conta a história acima e conforme conta as escrituras sagradas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Foi mais ou menos a época de chegada de Adão e Eva a Terra, cerca de 200.000 anos atrás.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Coincidência ou não?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Como coincidências não existem as histórias são as mesmas, ou são complementares.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Portanto leiam em www.projetovega.com.br os escritos a respeito a saber:-&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
URÂNTIA&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O Jardim do Éden – documento 73&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Adão e Eva – documento 74&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
O segundo Jardim – documento 75&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
PLANETA TERRA E OS ETS&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Entrevista com Zecharia Sitchin&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nibiru um planeta Nave&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Hercólobus e Nibiru&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 8px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;
Nibiru – A Grande Transição Planetária – Power Point&lt;/div&gt;
&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;1&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;2&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;3&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;4&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;5&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;6&quot; style=&quot;margin: 0px; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Tahoma, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin: 0px 0px 8px; padding: 0px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vicente Chagas&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Maio/2010.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/1468272490558318415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/terra-480000-ac-para-100000-ac.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/1468272490558318415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/1468272490558318415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2013/09/terra-480000-ac-para-100000-ac.html' title='TERRA – 480.000 A.C. PARA 100.000 A.C.'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-5145286162272876577</id><published>2011-03-15T20:50:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T20:50:30.476-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História do Brasil"/><title type='text'>Rio Grande do Sul, o poncho e a pólvora</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;titulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Rio Grande do Sul, o poncho e a pólvora&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/farroupilha6.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Um gaúcho (tela de Juan M. Blanes, 1875)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A história da ocupação e do povoamento do Estado do Rio Grande do Sul, o mais meridional do Brasil, está demarcada pela questão fronteiriça. Região limite entre dois Impérios - o Espanhol, com sede em Buenos Aires, no Rio da Prata, e o Português, com o Rio de Janeiro - , o chamado Continente de São Pedro do Rio Grande do Sul, desde o século XVII, foi permanentemente disputada pelas duas coroas ibéricas. Ter-se tornado zona de guerra, de combate intermitente por quase dois séculos, marcou a vida política da mais conturbada das províncias do Imperio do Brasil, criando-se uma cultura muito própria, assinalada por guerras civis violentas - tal como a Revolução Farroupilha, de 1835, a mais longa da nossa história - desconhecidas no restante do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A questão dos limites&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Pelo Tratado de Tordesilhas de 1493 - que dividira o mundo de então, recém aclarado pelas viagens de Colombo -, a linha que separava os dois reinos católicos da Península Ibérica passava, aqui no Brasil, na sua extensão meridional, ao largo do litoral do atual Estado de Santa Catarina. Teoricamente, portanto, a área que viria fazer parte do Rio Grande do Sul, pertencia pois aos espanhóis. Portugal, por sua vez, sempre procurou estabelecer como sua real fronteira, como limite extremo do seu império na América do Sul, não uma linha abstrata, mas sim a margem esquerda do Rio da Prata. Todos os conflitos entre o Estado do Brasil e seus vizinhos do Prata foram decorrentes desse antagonismo sobre quais eram os verdadeiros marcos de cada um: o traço determinado pelo Tratado de Tordesilhas ou a curva do Rio da Prata. O Rio Grande do Sul foi, desde o seu principio, ao contrário dos demais estados brasileiros, uma “fronteira quente”, isto é, local de disputa militar e diplomática , foco de tensão armada que se estendeu dos finais do século XVII até o século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Missões Jesuíticas&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/farroupilha5.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;A família sagrada (arte missioneira)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Acredita-se que os padres da Companhia de Jesus tenham atravessado o rio Uruguai por volta de 1626, sendo que o Pe. Roque Gonzales foi martirizado pelos indígenas em 1628. Na sua ocupação, os inacianos adotaram nas suas estâncias, para fixar os nômades guaranis do território, a alternância da cultura da erva-mate com a pecuária. Em 1637, o bandeirante Raposo Tavares, atrás de mão-de-obra cativa, destruiu as reduções situadas entre os rios Taquari e Caí, obrigando os jesuítas a refluírem para a margem direita do Uruguai. A partir de então, o gado, abandonado, sem interesse para os bandeirantes, esparramou-se , tornando-se gado “chimarrão”, isto é gado selvagem.&lt;br /&gt;
Formaram-se então as Vacarias do Mar , que estendiam-se até as margens do Rio da Prata, e as Vacarias dos Pinhais, manadas de gado selvagem que ocuparam boa parte do Planalto Central e dos Campos de Cima da Serra, e que iriam atrair os gaúchos. O verdadeiro apogeu das Missões, revitalizadas no século XVIII, ocorreu entre 1720-56, quando se formaram os 7 Povos das Missões (S. Nicolau, S. Ângelo, S.Luís, S. Lourenço, S. João Velho, S.Miguel, S. Borja), situados na parte oeste do estado, até que ocorreu a destruição deles durante as Guerras Guaraníticas, cujas operações bélicas deram-se pela expedição luso-espanhola de 1753-6, tendo no cacique Sepé Tiarajú , o principal defensor das reduções indígenas. A chamada “época de ouro” das missões foi possível porque os descendentes dos bandeirantes, mudando de afazer, tornaram-se garimpeiros nas Minas Gerais ou tropeiros e criadores de gado bovino e muar. A região dos Sete Povos das Missões no Rio Grande do Sul haviam passado ao controle português pelos Tratados de Madri, de 1750, e confirmado pelo de Santo Ildefonso,, de 1777, mas efetivamente só começou a ser ocupada em 1801.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Autoridades portuguesas&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/farroupilha4.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Planta do forte Jesus-Maria-José, local do nascimento do Rio Grande do Sul&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Com a fundação, ordenada pelo rei de Portugal, da estratégica cidade de Colônia do Sacramento - tarefa cumprida por Manuel Lobo, governador do Rio de Janeiro, em 26 de janeiro de 1680 -, bem em frente a Buenos Aires, teve início uma longa e turbulenta rivalidade que estendeu-se por século e meio entre o Império Lusitano e o Espanhol. A nova urbe acirrou ainda mais a luta pelo controle do Rio da Prata, escoadouro de riquezas e portal de entrada para o coração do continente sul-americano. Conflito intermitente, onde guerras eram intercalados com tréguas e tratados, que se prolongará , inclusive após a independência da Argentina e do Brasil, até 1828, com o Tratado do Rio de Janeiro que acertou o reconhecimento da autonomia da Republica do Uruguai. A Capitania D’El Rey de São Pedro de Rio Grande do Sul, surgiu, pois, em função de resguardar a retaguarda dos interesses portugueses no Rio da Prata. Por isso, para melhor poder apoiar logisticamente a cidade de Colônia, os lusos, comandados pelo brigadeiro José da Silva Paes, fundaram o Presídio de Jesus-Maria-José Rio Grande, em 1737 , e distribuíram estâncias entre os oficiais ao longo da linha que, partindo do litoral atlântico, atingia o rio Uruguai.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #006600;&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;display: inline !important;&quot;&gt;Açoritas&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Dando seguimento à ocupação por meio de colonização, acerto possível após a assinatura do Tratado de Madri, em 1750, os lusos trouxeram das ilhas dos Açores os “casais de número” que receberam terras na região da Lagoa dos Patos, Rios Guaíba e Jacuí, povoando Porto Alegre, Triunfo e Cachoeira. Inicialmente os açorianos se dedicaram a agricultura (triticultura), mas abandonaram-na em 1820 para voltar-se para a pecuária, aproveitando-se do crescimento da indústria do charque, implantada por volta de 1780, pela iniciativa de José Pinto Martins, nos arredores de Pelotas e , em seguida, em S. Amaro e Triunfo. A data de 1756 assinala a fundação de Porto Alegre como vila. Com a invasão castelhana de 1763, a capital deixa de ser Rio Grande, que ficou 13 anos nas mãos da administração espanhola, mudando-se para Viamão e depois para P. Alegre. Com a expansão das charqueadas ocorre a importação de mão-de-obra escrava, fortemente concentrada em Pelotas.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Colonização alemã&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Os primeiros imigrantes vindo da Alemanha chegam a partir de 1824 e foram instalados na antiga Feitoria do Linho Cânhamo, nas beiras do rio dos Sinos. Alguns deles vieram como mercenários para lutar na Guerra Cisplatina, mas a maioria era composta de lavradores que receberam pequenos lotes de terras, em “linhas” e “picadas” ao longo do Vale dos Sinos e na encosta da Serra. Dedicaram-se à chamada “economia colonial”, o artesanato e a pequena indústria, tendo Porto Alegre como seu principal mercado. Era-lhes vedado ter escravos e seus direitos de liberdade religiosa , se protestantes, eram limitados.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Colonização italiana&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Para os italianos, que chegam em 1875, são reservadas terras ainda menos acessíveis, as que se situavam nos altos da Encosta do Planalto Meridional, a serra gaúcha, tendo como núcleo de povoamento os “fundos de Nova Palmira”. Assentaram-se em Conde d’Eu e d. Isabel. Dedicam-se à extração de madeira, à vitivinicultura, à pequena industria e ao artesanato. Seu impressionante crescimento demográfico, no século XX, fez com que se desloquem para as regiões centrais e orientais do estado.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Atividades econômicas&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/farroupilha3.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Semeando os campos da Serra (tela de Pedro Weingarten)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;As missões jesuítas e logo em seguida a formação das estâncias de lagunenses e vicentinos (paulistas que se deslocavam do norte), foram responsáveis pela introdução da pecuária no RGS. A estância correspondeu ao abandono das atividades predadoras feitas por gente selvagem do campo, os primeiros gaúchos, que abatia indiscriminadamente os animais apenas para extrair-lhes o couro e vendê-lo aos contrabandistas. A agricultura nesses primeiros tempos confinava-se ao plantio da erva-mate, herança dos hábitos dos índios guaranis..&lt;br /&gt;
Com a descoberta, nos começos do século XVIII, das lavras de ouro e de diamante em Minas Gerais e o elevado preço que os alimentos custavam nas regiões de garimpo, a pecuária virou uma atividade altamente rentável. Com a industria extrativista esparramando-se pelo Brasil central, formou-se o primeiro mercado interno significativo no Brasil colônia, ao qual as estancias gaúchas iriam atrelar-se, sendo essa uma das históricas razões econômicas da tensão entre o separatismo e o nacionalismo, vigentes até hoje no nosso estado (a economia gaúcha voltou-se para o mercado interno brasileiro, sendo pois, sempre simpática à medidas protecionistas).&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Charqueadas e trigais&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Nos finais do século XVIII, com a implantação das charqueadas na região de Pelotas e do rio Jacuí, um mercado bem mais vasto se abriu, pois, com a nova técnica da conservação de carnes, foi possível superar-se a exportação do gado em pé (bovino e muar). Era possível, doravante, ambicionar atingir, além do centro e do nordeste do Brasil, até os consumidores do mar do Caribe e dos estados sulistas dos Estados Unidos, visto que o charque era a alimentação básica dos escravos. Ironicamente, o alimento dos escravos era pago com...escravos. A chegada de levas deles ao território do Rio grande do Sul resultou, pois, da expansão da industria das carnes manufaturadas e salgadas, que se multiplicaram por Pelotas e beiras da Lagoa dos Patos e margens do rio Jacuí.&lt;br /&gt;
Com a vinda dos açoritas, desembarcados em 1752, a agricultura tomou um novo impulso com as plantações de trigo ao redor da cidade de Rio Grande, expandindo-se para outras áreas até ser destruída, ao redor de 1820, pela praga da ferrugem e pela ausência de um apoio governamental. Os açoritas, visto o desastre do trigo, tornaram-se então pecuaristas e charqueadores. A agricultura e a criação mais diversificada, de suínos e aves, só estabeleceu-se mais tarde com as colônias alemãs e italianas, entre 1824 e 1875, bem como foram elas quem trouxeram as técnicas industrias que permitem lançar os fundamentos da pequena industria do curtume, da metalurgia e da vitivinicultura. A pecuária de corte toma novo impulso com a criação dos frigoríficos estrangeiros, da Armour e da Swift, em 1917, tornando possível exportar carnes enlatadas e refrigeradas para o centro do país. O sucesso da chamada “economia colonial” deve-se preponderamente a distribuição de terras feitas entre os colonos, formando não apenas um dinâmico centro produtivo policultural, como também tornou-se um crescente mercado consumidor.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O gaúcho&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/farroupilha2.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Gaúchos no descanso ( tela de Enrique Castells)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A palavra “gaúcho”, o homem livre dos campos, foi aplicada inicialmente para definir um tipo humano arredio, o nômade do pampa, muitas vezes um desertor desobediente da lei e da ordem, que cavalgava ao Deus-dará numa área vastíssima, pelos “desertos”, formada por coxilhas, baixios ou canhadas, e matos capões, saltando sobre os arroios, banhados, sempre atrás de gado amansado ou chucro e de cavalos. Gente de laço e de doma, a sua cultura derivou de um amálgama entre os hábitos indígenas, adquiridos dos índios tapes, minuanos ou guaranis, e dos brancos iberos, resultando num caldeamento étnico muito próprio. Visto muitas vezes como “gaucho malo” ou como “ladrones, o Gente vagabunda que hiciese robos de ganados” nas áreas vizinhas a Montevidéu e Buenos Aires, tornou-se posteriormente símbolo do orgulho nacional (no caso dos uruguaios e argentinos) e regional (no caso dos sul-rio-grandenses). Deles disse José Hernandez “Não terá cova nem ninho, há de andar sempre fugido, sempre pobre e perseguido, como se fosse maldito; pois ser gaúcho..Caramba!...ser gaúcho é até um delito”(Martin Fierro, canto VIII, 230). Foram eles que, no transcorrer dos tempos, forneceram os escalões inferiores para as batalhas travadas entre portugueses e espanhóis e, depois por platinos e brasileiros, na luta pela posse do território que hoje pertence à Republica do Uruguai e ao Estado do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Cronologia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1626&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- primeiras reduções jesuítas no Rio Uruguai&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1637&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- destruição das reduções indígenas pelo bandeirante Raposo Tavares&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1680&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- Fundação por Manoel Lobo da Colônia do Sacramento, na margem esquerda do Prata, em frente a B. Aires&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1737&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- fundação de Rio Grande pelo brigadeiro José da Silva Paes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1750&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- Tratado de Madri, Colônia do Sacramento é trocada pelas Missões&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1752&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- chegada dos açoritas. P.Alegre, fundada em 1756, torna-se com a invasão castelhana de Rio grande a capital definitiva do Rio Grande do Sul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1753&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;- início das Guerras Guaraníticas, destruição das missões. Fim da “época de ouro” das Missões (1720-56)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1776/7&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- recuperação de Rio Grande. Colônia do Sacramento fica em posse definitiva dos espanhóis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1824&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;- Colonização alemã do Vale dos Sinos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1875&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- Colonização italiana do alto da Serra Gaúcha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Enfrentamentos ideológicos, políticos e partidários no RGS&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/farroupilha1.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Farroupilhas preparando-se para a carga (tela de Antônio Parreiras)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Ser uma fronteira &quot;quente&quot;, permanentemente disputada, deu uma feição belicosa aos confrontos políticos e ideológicos do Rio Grande do Sul. Precisamente pelos limites do estado serem imprecisos, embaraçados pela vastidão das planícies, permitia as facções em luta procurar abrigo ou recursos em regiões muito além da fronteira. Era difícil para um força poder policiar um território tão amplo, permitindo com isso que as guerra tivessem larga duração, como deu-se com a Revolução Farroupilha, liderada por Bento Gonçalves, que, arrastando-se por dez anos , de 1835 a 1845, foi a mais longa das guerras civis brasileiras. A constância dos embates fez com que a exigência da polítização da população fosse sempre muito intensa, acirrando ainda mais os enfrentamentos partidários, criando uma cultura belicosa, de hostilidade entre os partidos, quase sempre polarizados em duas correntes poucas dispostas à conciliação, gerando cum clima propício à guerra civil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/farroupilha.jpg&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Vocabulário:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Farroupilha&lt;/b&gt;: denominação de radicais na época do Império, termo pejorativo por que indicava representarem setores plebeus (farrapos)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Chimango (ou ximango):&lt;/b&gt;&amp;nbsp;denominação vinda do Império, mas que na Republica foi dada pejorativamente (é um pássaro magro e rapinesco do sul do Brasil) aos republicanos de Borges de Medeiros, assim apelidado num célebre poema “Antônio Chimango”. Trata-se algo desprezível, feio e predador. Anteriormente, os seguidores de Castilhos, foram chamados de pica-paus, pássaro comum, vulgar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Maragatos:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;o nome origina-se de uma região da Espanha ( Maragatia) de onde vieram imigrantes para o interior do Uruguai. Muitos deles tornaram-se peões nas estancias uruguaias e saiam para combater a mando dos seus patrões. O apelido era pejorativo, indicava eles serem estrangeiros, não-brasileiros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Trabalhista:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;origina-se do Labour Party da Inglaterra cujo programa foi adaptado por Alberto Pasquallini, o ideólogo do PTB gaúcho.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Bibliografia&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Azevedo, Thales de -&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Gaúchos: a fisionomia social do RGS&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, Salvador, Livraria Progresso Editora, 1958&lt;br /&gt;
César, Guilhermino -&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;História do Rio grande do Sul: período colonial&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, Porto Alegre, Editora Globo, 1970&lt;br /&gt;
Félix, Leiva Otero -&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Coronelismo, borgismo e cooptação política&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, Porto Alegre, Editora da UFRGS, 1987&lt;br /&gt;
Franco, Sérgio da Costa -&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Júlio de Castilhos e sua época&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, Porto Alegre, Editora Globo, 1967&lt;br /&gt;
Love, Joseph -&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;O regionalismo gaúcho&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, São Paulo, Editora Perspectiva, 1975&lt;br /&gt;
Pesavento, Sandra J. -&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;República Velha gaúcha: charqueadas, frigoríficos, criadores&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, Porto Alegre, Editora Movimento, 1980&lt;br /&gt;
Reverbel, Carlos - Maragatos e Pica-paus: guerra civil e degola no RGS, Porto Alegre, Editora LP&amp;amp;M, 1985&lt;br /&gt;
Roche, Jean -&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;A colonização alemã e o Rio Grande do Sul&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, Porto Alegre, Editora Globo, 1969, 2 vols.&lt;br /&gt;
Santos, José Vicente dos -&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Colonos do vinho&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, São Paulo, Hucitec, 1978&lt;br /&gt;
Velinho, Moisés -&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Capitania D&#39;El Rey&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, Porto Alegre, Editora Globo, 1964&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/5145286162272876577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/rio-grande-do-sul-o-poncho-e-polvora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/5145286162272876577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/5145286162272876577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/rio-grande-do-sul-o-poncho-e-polvora.html' title='Rio Grande do Sul, o poncho e a pólvora'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-1162793951923972526</id><published>2011-03-15T20:47:00.001-07:00</published><updated>2011-03-15T20:47:20.117-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História do Brasil"/><title type='text'>Juscelino e o pan-americanismo</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;titulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Juscelino e o pan-americanismo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/juscelino.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Juscelino Kubitschek&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Em 20 de junho de 1958, o presidente Juscelino Kubitschek apregoou em alto e bom som a necessidade de haver um relacionamento mais bem intenso entre as economias do sul e do norte do hemisfério americano. Entre a América Latina e os Estados Unidos havia uma imensa fenda que, com os anos, somente se alargava ainda mais. Abaixo dela uma massa de indigentes, de nações e povos condenados a pobreza, e, acima, o país mais rico do mundo. Para dar um primeiro passo na superação dessa apavorante desigualdade é que o presidente do Brasil anunciou a chamada Operação Pan-Americana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Cenas terríveis em Caracas&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/juscelino1.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;A turba cerca o carro presidencial de Nixon (Caracas, maio de 1958)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;i&gt;&quot;ao não compartilharmos, senão simbolicamente, da direção de uma política, o não sermos muitas vezes ouvidos nem consultados – mas ao mesmo tempo estarmos sujeitos aos riscos dela decorrentes -, tudo isso já não é conveniente ao Brasil&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Juscelino Kubitschek,&amp;nbsp;&lt;u&gt;Operação Pan-Americana&lt;/u&gt;, 1958&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em maio de 1958, nem bem o Cadillac presidencial trazendo o vice-presidente americano Richard Nixon, em viajem de boa vontade pela América Latina, apontou na avenida Sucre, em Caracas, a turba armou-se de pedras. Uma horda furiosa, rompendo com tudo o que tinha pela frente, cordões e policiais, cercou o veículo e, por muito pouco, o visitante e sua esposa Patty, não foram linchados. O carrão oficial, a toda a velocidade, com os vidros estraçalhados pelas pedras, teve que refugiar-se na residência do embaixador americano, transformada num bunker. Logo que soube dos tormentos de Nixon, incidente que chocara boa parte do mundo por sua violência, Juscelino Kubitschek, no segundo ano do seu mandato, ligou para ao seu amigo, o poeta Augusto Frederico Schmidt. Como entender aquele desvario todo, a loucura daquela multidão?&lt;br /&gt;
&quot;Expus a Schmidt&quot; , disse Juscelino, “o que tinha em mente, e o fiz com a maior veemência, declarando que havia chegado a hora de o Brasil indicar o caminho de uma nova política. Iria mobilizar o continente inteiro para uma cruzada de redenção econômica&quot;,&lt;br /&gt;
Disto resultou, do desastrado périplo latino-americano de Nixon - ironicamente chamada de “Amigos” -, e da consulta que o presidente do Brasil fez a um homem de letras ( para os críticos, bem pequenas), o projeto da Operação Pan-Americana (*).&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A situação do pan-americanismo&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O texto completo da posição de Juscelino não demorou a ficar pronto, e homem de censo teatral, apresentou- na presença de todo o ministério, anunciando-a em cadeia de rádio e televisão. Era uma tentativa de dar uma sacudida nas relações da América Latina com os Estados Unidos, que, segundo ele, estavam em ponto morto. Menos de um mês antes, em 28 de maio, ele enviara uma carta ao General Eisenhower, presidente norte-americano, para dar sua visão dos ocorridos de Caracas. Na missiva, alertou que as tratativas dos norte-americanos com seus vizinhos, que naquela época já datavam de 132 anos, só tinham produzido de bom dois escassos documentos: a Doutrina Monroe, de 1823, e a Carta da Jamaica de Simon Bolívar, de 1815. Ambas recheadas de idéias generosas, de retórica fraternal, comentou ele, que, porém, “viviam no limbo, sem possibilidade de qualquer execução prática.”&lt;br /&gt;
Chegara o momento de fazer-se alguma coisa com o pan-americanismo, algo de prático, que fosse exeqüível. Tornar o desejo de Bolívar letra viva. Eisenhower gostou do tom e remeteu-lhe um tal de Roy Rubottom para confabulações. Foi um decepção. Republicano da gema, o enviado norte-americano disse que tudo aquilo – afinal o segundo homem na hierarquia americana quase foi morto - não teria acontecido se os governos locais não fossem tão lenientes com os comunistas. Se a polícia tivesse baixado o cassete preventivo na turba, os episódios desagradáveis que o vice-presidente passou teriam sido evitados. Juscelino ponderou que os comunistas eram numericamente insignificantes e se o povo deu-lhes ouvidos, deveu-se a existência de um profundo mal estar e rancor que sentiam com a presença de um figurão norte-americana.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A Operação Pan-Americana&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/juscelino2.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Salão Ministerial do Catete (Palácio do Catete. RJ)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Deste modo, em franca divergência com o representante de Eisenhower, ele entendeu, quase que psicanaliticamente, a ameaça de linchamento de Nixon como um clamor dos latino-americanos contra a estagnação e atraso que se encontravam frente a pujança da América do Norte. A solução para isso, evidentemente, não era policial. O Brasil, segundo Juscelino, conciliador por excelência, “sem pleitear nada para si próprio”, assumiria dali para diante a tarefa de propor-se a um entendimento geral. Negando-se ao alheamento e saindo da desconfortável situação de ser uma participante passivo do drama geral, o Brasil chamava a si a responsabilidade de encaminhar negociações junto aos Estados Unidos para fazerem um grande plano de superação, com o apoio do irmão norte-americano, “ da chaga do subdesenvolvimento”: a Operação Pan-Americana. Era a sincera revolta organizada contra a pobreza que tomava a forma de discurso. O que deveria vir para cá não eram recursos para a repressão mas investimento. Não fuzis, mas pão e emprego. O fim do projeto juscelinista era arrancar a América Latina da “ retaguarda” em que se encontrava. Posição esta que enfraquecia a causa ocidental, pois era a miséria e a desigualdade que alimentava a retórica da subversão. Se todos começassem a prosperar, saindo do buraco da indigência, a consciência geral ascenderia e o pan-americanismo sairia ainda mais fortalecido. Em verdade, os americanos somente aderiram a proposta assustados pela Revolução Cubana de 1959, quando então John Kennedy lançou, açodado, a Aliança para o Progresso, em 1961. Mas aí Juscelino , cujo centenário do nascimento celebrou-se em 12 de setembro, não estava mais no poder, e para ele nunca mais voltaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Bibliografia:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Baer, Werner –&amp;nbsp;&lt;u&gt;A Industrialização e o Desenvolvimento Econômico no Brasil&lt;/u&gt;&amp;nbsp;(Editora Fundação Getúlio Vargas, RJ, 1977)&lt;br /&gt;
Benevides, Maria Victória de Mesquita –&amp;nbsp;&lt;u&gt;O governo Kubischek&lt;/u&gt;(Editora Paz e Terra, RJ., 1976)&lt;br /&gt;
Bojunga, Cláudio –&amp;nbsp;&lt;u&gt;JK, o artista do impossível&amp;nbsp;&lt;/u&gt;(Editora Objetiva, SP., 2001)&lt;br /&gt;
Carone, Edgar -&amp;nbsp;&lt;u&gt;A Republica Liberal: instituições e classes sociais&lt;/u&gt;(Difel, SP., 1985 )&lt;br /&gt;
Kubitschek, Juscelino –&amp;nbsp;&lt;u&gt;Por que construí Brasília&lt;/u&gt;&amp;nbsp;(Senado Federal, Brasília, 2000)&lt;br /&gt;
Skidmore, Thomas –&amp;nbsp;&lt;u&gt;Brasil: de Getúlio a Castelo&lt;/u&gt;&amp;nbsp;(Editora Saga, RJ, 1969)&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/1162793951923972526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/juscelino-e-o-pan-americanismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/1162793951923972526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/1162793951923972526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/juscelino-e-o-pan-americanismo.html' title='Juscelino e o pan-americanismo'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-3972800037842846862</id><published>2011-03-15T20:44:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T20:44:39.980-07:00</updated><title type='text'>A Era JK, otimismo e esperança</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;titulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;A Era JK, otimismo e esperança&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Nascido no dia 12 de setembro de 1902, na cidade mineira de Diamantina, Juscelino Kubitschek de Oliveira veio a consagrar-se como um dos maiores presidentes da história do Brasil. Durante seu curto mandato, de 1956 a 1961, ele mudou a face do país, orientando-a para o mundo moderno. Promoveu a indústria, o transporte, a eletricidade e o consumo de massas, coroando a sua administração, sempre com otimismo e bom humor, com a construção de uma nova capital, Brasília. Cidade universalmente apontada como um dos símbolos dos nossos tempos e compromisso irreversível do Brasil para com o futuro. Ninguém como ele, fez tantas coisas em tão pouco tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O Brasil nas vésperas de JK&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O país então era ainda uma imensa fazenda, vindo da exportação de café, de algodão, de açúcar, de tabaco, de couros e de cacau. Desde a revolução de 1930, Getúlio Vargas, sempre amparado num estado forte, vinha aos poucos mudando o perfil econômico do pais, investindo em siderurgia e, depois, no seu segundo mandato (1951-54), na Petrobrás, visando alcançar a maior autonomia econômica possível. Em 24 de agosto de 1954 deu-se, porém, a grande tragédia. Acossado violentamente por seus inimigos, Getúlio Vargas suicidou-se no Palácio do Catete. O Brasil, em choque, caiu em fúria e em lágrimas. A muito custo a ordem constitucional foi mantida e, nas eleições de outubro de 1955, Juscelino Kubitschek de Oliveira, ex-governador de Minas Gerais, da coligação PSD-PTB, foi eleito por um apertada margem de votos (3.077.411, ou 33,8% dos sufrágios). Fato que deu margem a que a oposição udenista (da UDN, partido conservador anti-getulista) iniciasse manobras tentando impedir a posse do novo presidente. Situação que somente foi resolvida por um golpe militar preventivo desencadeado pelo Movimento 11 de novembro de 1955, pelo General Henrique Teixeira Lott, Ministro da Guerra. Homem-forte que, desde aquela ocasião, garantiu a normalidade constitucional dos cinco anos de governo Kubitschek.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O Plano de Metas&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Empossado no dia 31 de janeiro de 1956, Juscelino quase que de imediato, em fevereiro mesmo, apresentou a nação o seu Plano de Metas. Tratava-se de um ambicioso projeto de, com auxilio do capital estrangeiro, transformar o Brasil numa nação industrializada no mais rápido espaço de tempo possível, justificando assim a sua promessa de campanha de fazer “&lt;b&gt;50 anos em 5&lt;/b&gt;”. Esta decisão vinha de tempos, desde que Juscelino, deputado federal, visitara os Estados Unidos em 1948. Sentiu lá com seus próprios olhos, que o Brasil não poderia mais continuar preso à produção agrícola, fazendo de tudo para mudar a sua face. A nação que ele herdou era extremamente pobre. Em 1950, 10 milhões de brasileiros dedicavam-se a agropecuária, de quem outros mais 20 milhões dependiam. Na cidade, ativos no comércio, nos serviços e na indústria, concentravam-se outros 21 milhões, ganhando salários baixíssimos. Tudo isso fazia com que 60% da população vivesse no campo e somente 40% nas áreas urbanas. O Produto Bruto Nacional não ultrapassava 7 bilhões de dólares e a renda per capita era de 137 dólares. Logo, o projeto desenvolvimentista que ele abraçou, visava alterar aquele estado de coisas, afinando-se assim com a elite intelectual de sociólogos e economistas, como Hélio Jaguaribe, Guerreiro Ramos e Cândido Mendes, que concentravam-se no ISEB e que defendiam um desenvolvimento autônomo.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;As 31 metas&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; bgcolor=&quot;#000000&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;4&quot; cellspacing=&quot;1&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Energia&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(metas de 1 a 5)&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Energia elétrica, nuclear, carvão, produção e refino de petróleo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Transportes&lt;/strong&gt;(metas de 2 a 12)&lt;/td&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Reativar estradas de ferro, estradas de rodagem, portos, barragens, marinha mercante e aviação&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Alimentação&lt;/strong&gt;(metas de 13 a 18)&lt;/td&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Trigo, armazenagem e silos, frigoríficos, matadouros, tecnologia no campo e fertilizantes&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Indústrias&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;de base (metas 19 a 29)&lt;/td&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Alumínio, metais não ferrosos, álcalis, papel e celulose, borracha, exportação de ferro, industria de automóveis e construção naval, maquinas pesadas e material elétrico.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Educação&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(meta 30)&lt;/td&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Brasília&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(meta 31)&lt;/td&gt;&lt;td bgcolor=&quot;#FFFFFF&quot; class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Construção de uma nova capital no Planalto Central, a meta-síntese&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Partidos, militares e interesses&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O Plano de Metas, concentrando recursos internos e externos, fez por merecer a aprovação dos partidos de sustentação do governo, tanto do PTB como do PSD. O PTB, porque a expansão da industria ajudaria os trabalhadores, dando-lhes emprego e melhores salários, reforçando-lhes a posição na sociedade via sindicatos. O PSD, especialmente a facção composta pela burguesia industrial, via na politica juscelinista a ampliação do mercado e da abertura de novas oportunidades, enquanto os militares sentiam que o crescimento do parque fabril reforçaria o poder econômico nacional e, por conseguinte, o das Forças Armadas em geral. A oposição udenista, naquelas circunstâncias, reservou-se a função de denunciar “a corrupção” e os gastos excessivos, inflacionários, que tal programa implicava. Mas evidentemente a reação ao projeto juscelinista foi muito maior, com incessantes críticas ao desperdício de se colocar dinheiro numa nova capital, ou de dar muita ênfase na acolhida do capital externo, o que feria os brios dos nacionalistas mais exaltados.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A geografia de Juscelino&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/jk3.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Hidroelétrica de Furnas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Os impressionantes recursos mobilizados pelo presidente Juscelino, empréstimos, investimentos, incentivos, etc... tiveram três destinos geográficos bem precisos. Aqueles que estimulavam a implantação de fábricas, particularmente as montadoras de automóveis (todas elas comprometidas em nacionalizar o mais breve possível as autopeças e outra matérias primas), foram canalizados para as cidades do ABC, no Estado de São Paulo, devido a sua tradição industrial e volume do seu mercado, o maior do Brasil. Para Brasília, construída no Planalto Central, no Estado de Goiás, foram as inversões para a construção das grandes obras do governo e, por fim, com a fundação da SUDENE (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste), em 1959, deslocaram-se os recursos para fomentar e diversificar a produção da região. Ficaram de fora da geografia juscelinista, os estados situados mais ao extremo, o Rio Grande do Sul e os da Amazônia.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Brasília, a capital da esperança&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A promessa de erigir uma nova capital no Planalto Central, chamada ao estilo da época de NOVACAP, surgira durante a campanha eleitoral. Era a oportunidade de mudar o destino geográfico do Brasil, esparramado há 450 anos pelo litoral atlântico. Os imensos espaços da hinterlândia brasileira, o sertão bravio, milhões de quilômetros quadrados, estavam praticamente abandonados, e assim permaneceram por séculos, tratado com indiferença ou descaso por todas as administrações. Determinada a transferência da capital federal pela Mensagem de Anápolis, de 18 de abril de 1956, a construção de Brasília, fixada no prazo de 3 anos e 10 meses, iria modificar tal situação. A fantástica cidade futurista, erguida no meio do cerrado goiano, seria a nova catalisadora das energias nacionais. A máquina administrativa estatal ao sair do Rio de Janeiro, onde se encontrava fazia dois séculos, deslocando-se para o centro do Brasil, produziu um enorme choque na região. Foi como se por lá caísse um meteorito de espetaculares proporções. Numa sentada, foram atraídos para suas proximidades milhares de trabalhadores (os candangos) e transferidos mais de 5 mil funcionários públicos. E, com eles empreendimentos agropecuários, comerciais, minerais, e financeiros de toda ordem.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Um pássaro no Planalto Central&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O que era um deserto adquiriu vida. O projeto de Lúcio Costa, um dos maiores urbanistas do país - uma planta de um enorme pássaro com asas abertas (dividias em Norte e Sul) pronto para alçar vôo -, infundiu no povo brasileiro uma sensação de esperança como há muito não era possuído (daí o escritor André Malraux, ao visitá-la, chamá-la de “ a capital da esperança”). Espaço amplíssimo que imediatamente foi ocupado pelas espetaculares edificações saídas da prancheta do genial Oscar Niemeyer, um discípulo de Le Corbusier, tido como um dos pais da arquitetura moderna. De imediato, a bela cidade tornou-se um centro irradiador de progresso para todo interior do Brasil, partindo dela grandes radiais rodoviárias em direção às principais cidade brasileiras - a mais espetacular delas foi a Belém-Brasilia (1.450 quilômetros) que rasgou a floresta amazônica. Com isso, concretizava-se a integração do território nacional, unificando definitivamente o país pelas BRs, fazendo com que as diversas regiões, até então arquipélagos apartados umas das outras, pudessem, dali em diante, ligarem-se por terra e não mais pelo ar ou mar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A revolução cultural&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/jk2.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;João Gilberto no início da carreira&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Não sem razão, os anos JK foram entendidos como “ os anos dourados” da cultura brasileira. O clima de otimismo, de bom humor e de esperança que Juscelino transmitia - o homem era quase um mágico -, contagiou positivamente toda uma geração de músicos e artistas brasileiros. O próprio presidente, sempre que possível, cercava-se de escritores como Josué Montello, Augusto Frederico Schmidt, Autran Dourado, Carlos Heitor Cony, Pedro Nava, e tantos outros, dando exemplo do seu apreço as letras. O bairro boêmio de Ipanema, no Rio de Janeiro, como mostrou Ruy Castro, tornou-se uma usina de novidades e de experiências artísticas, musicais , teatrais, televisivas e cinematográficas. Para a nova geração de compositores brasileiros, o movimento da Bossa Nova (cujo marco foi a gravação de “Chega de Saudade” de João Gilberto, em junho 1958, na mesma dada em que JK inaugurava o Palácio da Alvorada), vinha libertar a música brasileira do derrotismo, de ser “macambúzia e sorumbática”. Afirmação disso era que o lamentoso verso de Herivelto Martins, “Não, eu não posso lembrar que te amei” , foi substituído pelo afirmativo viril de Vinícius de Morais “Eu sei que vou te amar! Por todo a minha vida eu vou te amar”.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Bossa Nova e Cinema Novo&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/jk1.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;“Vidas Secas”, clássico do cinema novo (dir. Nelson Pereira dos Santos)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Foi uma época de esplendor para a música brasileira em que foram revelados Tom Jobim, Carlos Lyra, Ronaldo Bôscoli, o violonista Baden Powel, e a turma do 1º Festival de Samba Session, realizado em 22 de setembro de 1959. No cinema, o império da Cinematográfica Vera Cruz, puro lazer e entretenimento comercial, fábrica das chanchadas, entrou em declínio devido à televisão. Abriu-se então mais espaço para enfoque cinematográfico dado às questões sociais e políticas, já anunciadas no filme “Rio 40 graus” de Nelson Pereira dos Santos, em 1955, dando o ponto de partida para a emergência do Cinema Novo. Movimento neo-realista liderado por Nelson Pereira do Santos (e mais Glauber Rocha, Joaquim Pedro de Andrade, Carlos Diegues, Paulo César Saraceni, Leon Hirszman, David Neves, Ruy Guerra e Luiz Carlos Barreto), viera “para descolonizar a produção brasileira”, condicionada até então a imitar os filmes de Hollywood. Tratava-se da &quot;libertação completa da linguagem cinematográfica de seus entraves coloniais [...]., no entender de Carlos Roberto de Souza (“A fascinante aventura do cinema brasileiro”), ato que se consagrou na máxima “uma câmera na mão e uma idéia na cabeça&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A morte e a consagração de Juscelino&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/jk.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Memorial JK em Brasília&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&quot;Como poderei viver, sem a tua, sem a tua companhia&quot;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&quot;Peixe-Vivo&quot;, canção folclórica&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inaugurada a nova capital em 21 de abril de 1960 e encerrado o seu mandato presidencial em 1961, transmitido democraticamente o cargo para o seu sucessor Jânio Quadros (ex-governador do Estado de São Paulo), Juscelino preparava-se para um retorno ao poder quando deu-se o Golpe Militar de 1964. Cassado (era senador pelo Estado de Goiás) e preso pelos militares em 1965, submetido a um IPM (inquérito), ele foi obrigado a viver por algum tempo no exílio. Passou a alimentar a esperança de ver-se algum dia anistiado ou reabilitado para voltar a concorrer à presidência da república. Brasileiríssimo, homem de queijo com goiabada, não se sentia a vontade no exterior. Morreu isolado e desgostoso, vítima de um acidente de estrada, no dia 22 de agosto de 1976, vindo de São Paulo pela Rodovia Dutra em direção ao Rio de Janeiro. Na ocasião, seu carro abalroado por um ônibus , entre as marcas 164-165, saltou para outra pista sendo esmagado por uma carreteira. O seu caixão fúnebre, ao chegar no Rio de Janeiro, foi levado por uma enorme multidão ao aeroporto para ser embarcado para Brasília. No caminho o povo cantava o “Peixe-Vivo”, música que apreciava. Na capital que ele construíra, seu corpo foi velado sem que ninguém do regime militar se fizesse presente, mas estavam por lá umas 30 mil pessoas. Foi o maior enterro que Brasília havia visto. Desde 1981, seus restos mortais repousam no Memorial JK, situado num local privilegiado da capital federal.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Bibliografia&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Baer, Werner –&amp;nbsp;&lt;u&gt;A Industrialização e o Desenvolvimento Econômico no Brasil&amp;nbsp;&lt;/u&gt;(Editora Fundação Getúlio Vargas, RJ, 1977)&lt;br /&gt;
Benevides, Maria Victória de Mesquita –&lt;u&gt;&amp;nbsp;O governo Kubischek&lt;/u&gt;(Editora Paz e Terra, RJ., 1976)&lt;br /&gt;
Bojunga, Cláudio –&amp;nbsp;&lt;u&gt;JK, o artista do impossível&amp;nbsp;&lt;/u&gt;(Editora Objetiva, SP., 2001)&lt;br /&gt;
Carone, Edgar -&amp;nbsp;&lt;u&gt;A República Liberal: instituições e classes sociais&lt;/u&gt;(Difel, SP., 1985)&lt;br /&gt;
Castro, Ruy –&amp;nbsp;&lt;u&gt;Chega de saudade: a história e as história da bossa nova&lt;/u&gt;&amp;nbsp;(Cia das Letras, SP., 1991)&lt;br /&gt;
Kubitschek, Juscelino – Por que construí Brasília (Senado Federal, Brasília, 2000)&lt;br /&gt;
Skidmore, Thomas –&lt;u&gt;&amp;nbsp;Brasil: de Getúlio a Castelo&amp;nbsp;&lt;/u&gt;(Editora Saga, RJ, 1969)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/3972800037842846862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/era-jk-otimismo-e-esperanca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/3972800037842846862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/3972800037842846862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/era-jk-otimismo-e-esperanca.html' title='A Era JK, otimismo e esperança'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-5017408426190795247</id><published>2011-03-15T20:42:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T20:42:16.748-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História do Brasil"/><title type='text'>Juscelino Kubitschek, o domador do sertão</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;titulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Juscelino, o domador do sertão&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/jk_sertao.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O ano de 1956 foi extremamente importante na história política e cultural brasileira. Naquela ocasião, o mineiro Juscelino Kubitschek, presidente do Brasil, recém-eleito, deu início a sua espetacular empreitada de construir no Planalto Central uma nova capital – Brasília. Enquanto isto , seu conterrâneo, médico como Juscelino, o escritor e diplomata João Guimarães Rosa, trazia a público o seu monumental livro Grande Sertão, veredas, celebrando o mundo arcaico que Juscelino começaria em breve a por abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Juscelino e Rosa&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;...não deixavam o Miguilim parar quieto. Tinha de ou debulhar milho no paiol, capinar canteiro de horta, buscar cavalo no pasto, tirar cisco nas grades de madeira do rego. Mas Miguilim queria trabalhar, mesmo. O que ele tinha pensado, agora, era que devia copiar de ser igual como o Dito.&quot;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Guimarães Rosa- Manuelzão e Miguilim. 1956.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Os dois eram rapazes do interior de Minas Gerais. Um deles nascera em Diamantina, em 12 de setembro de 1902; o outro em Cordisburgo, em 27 de junho de 1908, e vieram cursar a mesma Faculdade de Medicina em Belo Horizonte. Juscelino Kubitschek de Oliveira ganhou o canudo e o anel em 1927; João Guimarães Rosa, graduou-se mais tarde, em 1930. Engajaram-se em revoluções. Não para matar, mas para salvar vidas. Juscelino embarcou numa coluna na Revolução de 1930, Guimarães Rosa alistou-se como voluntário na Constitucionalista de 1932. Eram vocacionados para o serviço público. Juscelino abrigou-se nas asas de Benedito Valadares, o Grande Chefe Joca Ramiro dele, tornando-se deputado e depois prefeito de Belo Horizonte (entre 1940-45).&lt;br /&gt;
Guimarães Rosa, um caipirão muito culto, grande cabeça, ingressava no Itamaraty para ser diplomata. Foi ver o mundo. Mandaram-no para Hamburgo, para Bogotá e Paris. E de novo para Paris. Mas o sertão - a imagem do pequizeiro e do jatobá, a beleza do ipê-amarelo, o rio vadio e vistoso -, nunca saía de dentro dele. Voltando por uns tempos ao Brasil, o doutor foi desbravar o interior de Minas Gerais e o do Mato Grosso. Acreditou que podia preservar aquilo com sua pena, aquela gente, o mundo dos matutos, dos trabucos e das traições. Assina-se então como Vaqueiro Mariano.&lt;br /&gt;
Juscelino, ao contrário , ao conhecer os Estados Unidos em viajem em 1948, regressou com outra cabeça. Evidentemente que, político hábil, nunca disse, mas tratou de fazer. No Brasil dele, veio convicto, não tinha mais lugar para o sertão. Era eletricidade, era fábrica, era carro e trator. Logo que eleito presidente, no dia 18 de abril de 1956, numa curta passagem por Anápolis, em Goiás, assinava às pressas a transferência da capital para o Planalto Central. Brasília iria começar a ser erguida bem no meio do sertão, no coração amado de Riobaldo, o personagem de Grande Sertão ; veredas, livro que Guimarães Rosa lançava naquele mesmo ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Riobaldo e Bernardo Sayão&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;right&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Era naquela vastíssima região, um mundo em si mesmo, impenetrável império de matos e brenhas que cobriam as terras sem-fim do norte de Minas, indo até o sul da Bahia, passando pelos cerrados de Goiás, que os do bando do Urutu-Branco, dos jagunços Riobaldo e Diadorim, atuavam em busca do famigerado bandidão Hermógenes, homem mau, agente do Tinhoso, para vingar-se daquele judas. Exatamente era ali o mundo bárbaro e arcaico que Juscelino estava disposto a fazer sumir. Não com tiros, que não era seu jeito, mas com estradas, de cimento e de asfalto, com escavadeiras, caminhões e postes de luz.&lt;br /&gt;
Para tal tarefa de Hércules, ele convocou, entre tantos, um gigante, o engenheiro Bernardo Sayão, um homenzarrão, a quem ele colocava na Novacap, (o estado–maior que ergueria Brasília), poderoso como o Zé Bebelo de Guimarães Rosa, um coronelão que fazia e acontecia. Tão imenso era o Bernardo que foi preciso uma enorme árvore para matá-lo, quando ele assombrava o Brasil, abrindo a estrada para Belém, em 1959, à serra e a socos. Foi as Veredas-Mortas dele, local onde o diabo de Rosa o levou.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_brasil&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Brasília corroeu o sertão&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 1px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; hspace=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/jk_sertao1.jpg&quot; vspace=&quot;3&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/brasil/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;JK e Bernardo Sayão&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Entrementes, Juscelino carregando meio mundo para o Planalto Central (André Malraux, soberbo escritor, ministro da cultura francês, encantado com a obra, batizou-a de “a capital da esperança” ), conseguiu espantar para sempre os impedimentos que o mítico rio Liso do Sussuarão, de Guimarães Rosa, fazia. As veredas dele, impenetráveis, que durante tanto tempo protegeram o sertão dos assédios inimigos, sucumbiram frente ao ímpeto de Juscelino. Para seduzir os roceiros e os jagunços, desconfiados de tudo e de todos, ele , como já fizera antes em Belo Horizonte, nos seus tempos de prefeito, resolveu embasbacá-los.&lt;br /&gt;
Trouxe para o meio de Goiás, o arquiteto Oscar Niemeyer afim de erguer maravilhas com concreto nos descampados de Brasília, e mais uma leva de artistas e vitralistas para fazer tudo bonito, tudo moderno, para encher o brasileiro de orgulho, para arrumar um lugar e tanto para o Copa do Mundo, recém-conquistada em 1958. A planta da cidade era, como se sabe, a forma de um pássaro colossal cujo vôo sacudiu o Brasil de então. Juscelino não parava num só lugar, não ficava quieto nunca, num país de gente acomodada, dada à lassidão, parecia um azougue, decolando e aterrissando nos lugares mais inesperados, os mais improváveis, tão rápido tudo andava que até o seu nome encurtou, virou JK.&lt;br /&gt;
Vendendo otimismo, entusiasmando a cultura, fez a música, dispensando a viola, a sanfona e o tambor, tocar numa outra batida, fez o cinema olhar diferente, tudo era novo, a bossa era nova, o cinema era novo, até ele, o presidente, era o presidente bossa nova; Guimarães Rosa morreu em 1967, de emoção. Não foi pelo fardão da Academia de Letras que o seu coração falhou, foi sim pelo fim do sertão, que desaparecia. Juscelino, o Miguilim tornado homem, o Dito domador do sertão, acompanhou-o anos depois, em 1976, morto, como não podia deixar de ser, em viagem, num automóvel por uma estrada.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/5017408426190795247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/juscelino-kubitschek-o-domador-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/5017408426190795247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/5017408426190795247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/juscelino-kubitschek-o-domador-do.html' title='Juscelino Kubitschek, o domador do sertão'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-6151631018833561563</id><published>2011-03-15T20:39:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T20:39:50.354-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><title type='text'>Tesouro Arqueológico  O Naufrágio de Mahdia</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;titulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Tesouro Arqueológico&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;O Naufrágio de Mahdia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;180&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mahdia.gif&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Certo dia, no ano de 1907, Alfred Merlin, diretor da arqueologia tunisiana, então sob administração colonial francesa, caminhando por entre o mercado de Mahdia, um pequeno lugarejo da Tunísia situado à beira do Mediterrâneo, deparou-se com pequenas estátuas gregas de bronze lá expostas. De onde viera aquilo, indagou ele? Logo lhe indicaram uns caçadores de esponja, uns pobres pescadores gregos que viviam de mergulhar no fundo do mar. Não&amp;nbsp;&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;159&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mahdia2.jpg&quot; width=&quot;194&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Merlin e Cousteau, pai da arqueologia submarina&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;demorou para que lhe informassem a direção do achado, distante mais ou menos há uns cinco quilômetros da costa. Merlin, desde então, até o ano de 1913, não mediu esforços para arrancar do fundo do mar aquilo que passou a ser um dos maiores achados arqueológicos de todos os tempos, composto por colunas e centenas de ânforas e outras esculturas de origem grega. Com ele, uma nova disciplina, uma nova ciência, ganharia vulto: a arqueologia marinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;As expedições a Mahdia&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;Merlin coordenou várias equipes de mergulho, até cessarem os recursos em 1913. Gravíssimos problemas ocorriam com os escafandristas e bem pouco sabia-se sobre os problemas que eles sofriam quando deixados em grandes profundidades. Muitos dele morreram de embolia por não saberem como voltar à superfície. Mesmo assim, um significativo número de peças de mármore e de bronze foram retiradas dos braços de Netuno, todas elas depositadas no Museu Bardo de Túnis (hoje&amp;nbsp;&lt;i&gt;Musée National Bardo&lt;/i&gt;). As novas pesquisas somente foram retomadas trinta e cinco anos depois, em 1948, graças ao esforço de Phillippe Taillez e ao comandante Jacques-Yves Cousteau (considerado o verdadeiro pai da arqueologia marinha moderna). Se as condições de mergulho melhoraram sensivelmente, não apenas nos aparelhamentos, mas também na sua ciência, o local explorado continuava com os mesmos problemas: as águas de Mahdia continuavam perigosas e muito turvas, dificultando enormemente o descortino dos mergulhadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;207&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mahdia3.jpg&quot; width=&quot;255&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;O mapa primitivo da localização do naufrágio (croqui feito por Merlin, 1907)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Um achado impressionante&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;175&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mahdia4.jpg&quot; width=&quot;180&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Aspirando o fundo do mar&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Em 1954/55, foram feitas novas tentativas, sem grandes resultados. Finalmente, no começo da década de 90, entre 1992/3, uma nova equipe conseguiu avançar mais do que todas as outras. A esta altura, novos instrumentos exploratórios entraram em ação e o computador foi fundamental para mapear as peças encontradas no fundo da areia,&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mahdia5.jpg&quot; width=&quot;139&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Invadindo o reino de Possêidon (Netuno)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;cobertas de corais e musgos. O achado foi impressionante, o naufrágio de Mahdia apontava a existência de mais de 60 colunas gregas com um peso total estimado em 200 toneladas. Grande parte do material anterior fora profundamente afetado por um incêndio que devastou uma ala do Museu Bardo em Túnis, o que fez com que as peças, por meio de um acordo, fossem removidas para o Museu Estadual de Bonn, onde os arqueólogos alemães haviam desenvolvido avançadas técnicas de recuperação de objetos queimados (resultantes das destruição provocadas pela II Guerra Mundial).&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A origem do tesouro&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;147&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mahdia6.gif&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Moeda romana&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;De onde afinal viera aquilo tudo? Que barco afundara com aquela carga impressionante? Hoje há um certo consenso em acreditar-se que as colunas e demais peças resultaram da pilhagem sofrida por Atenas pelo general romano Sila (entre os anos de 86-83 a.C.). Boa parte delas poderiam ter sido extraídas dos templos da cidade e do célebre altar dedicado a Zeus, existente na acrópole de Atenas, um dos mais belos da antigüidade. É bem possível que o barco tenha se afastado da rota do Pireu ao porto de Óstia e, talvez, pelo efeito de uma tempestade, naufragado na costa da Tunísia. Seja como for, até agora não se encontrou nenhuma pista que explique o acidente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Os desacertos de Atenas&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;Desde que Atenas fora derrotada na Guerra do Peloponeso, encerrada em 427 a.C., a cidade nunca mais se acertou. Em todos os conflitos que doravante tomou partido, ela, fatidicamente, inclinou-se para o lado derrotado. Assim foi quando Demóstenes liderou-a contra a cada vez mais forte presença macedônica, sendo derrotada na batalha de Queronéia em 338 a.C., e assim também se deu quando ela tentou livrar-se do governo dos diádocos (os sucessores de Alexandre, o Grande) quando este morreu na Ásia em 323 a.C. De novo sua desgraça política confirmou-se quando ela manteve o apoio aos reis macedônicos quando os romanos se acercaram da Grécia, pondo-a sob seu domínio. Nesta ocasião, para surpresa dos atenienses, os generais vencedores, Tito Flamínio, Mânio Acílio e Emílio Paulo, romanos admiradores da cultura grega, evitaram as pilhagens e saques. Não só isso. Fizeram até polpudas doações aos santuários de Delfos, Epidauro e Olímpia. Sorte que terminou com a chegada do general Sila aos muros da cidade de Atenas no ano de 86 a.C.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;199&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mahdia7.jpg&quot; width=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Acrópole de Atenas (reconstrução)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A guerra civil romana e a desgraça de Atenas&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;155&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mahdia8.gif&quot; width=&quot;122&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Mário&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Com a eclosão da guerra civil em Roma, no ano de 88 a.C., entre os dois principais chefes partidários, Caio Mário (dos populares) e Lúcio Cornélio Sila (da aristocracia), Atenas, aproveitando-se da confusão reinante, rebelou-se. Os cidadãos locais identificados com o domínio romano ou foram mortos ou desterrados. O tirano Aristón assumiu então o poder.&amp;nbsp;&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;155&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mahdia9.gif&quot; width=&quot;128&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Sila&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Não é preciso dizer que Atenas manteve assim sua vocação para as escolhas desastradas. Sila, aproveitando-se de uma folga da guerra civil, decidiu pôr Atenas sob sítio. Para tanto, para dar um castigo exemplar aos rebeldes, trouxe toda a imensa maquinaria romana de assalto, atrelando-a a dez mil pares de mulas. Nada mais entrava ou saía das portas da grande cidade. O romano determinou que os matassem de fome se necessário, pois eles, mais tarde ou mais cedo, teriam que render-se.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O Assalto final&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;146&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mahdia10.jpg&quot; width=&quot;180&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Mapa dos achados do naufrágio de Mahdia feito pelo computador&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Consta que foi ouvindo uma conversa de alguns anciãos da cidade, que criticavam o tirano Aristón em manter desguarnecida a parte do Heptacalco, o que decretou o fim da resistência atenienses. Atentos, os espiões de Sila dentro da cidade indicaram-lhe o caminho da pedras. Havia sim um lado das muralhas sem maiores proteções. Era a parte que ligava a Porta Pireaica (que unia a cidade ao porto) à Porta Sagrada. Sila, que já havia desbastado os bosques sagrados dos arredores de Atenas, derrubando as árvores do jardim de Academus e do Liceu (onde ficavam as honoráveis escolas fundadas por Platão e Aristóteles, mais de três séculos antes), determinado a tudo, ampliou ainda mais a pilhagem ordenando que retirassem as jóias mais valiosas dos santuários gregos. A pobre Grécia assistiu impotente o roubo das suas madeiras e do seu ouro para que, com elas, o romano invasor forjasse as algemas que reduziram os atenienses. O ataque final deu-se à noite, à meia-noite de um dia chuvoso, na data de 1º de março do ano de 83 a.C. (Sila em suas Memórias foi preciso quanto a isso). As muralhas foram transpostas com rapidez e dali, com fúria inaudita, em marcha acelerada pelas ruelas, a soldadesca romana caiu sobre a população apavorada. A matança foi terrível, pois, como lembrou Plutarco, de Sila não podia se esperar &quot;nada de humano ou de clemência&quot;. As ruas de Atenas viraram um matadouro. Com a antiga cidade prostrada, com o orgulho no chão, Sila deu seguimento ao saque, esvaziando-lhe os templos das suas oferendas, não poupando nem as esculturas, vasos, ou as pilastras que os sustentavam. Provavelmente foi um dos seus barcos carregando uma parte desse espólio que foi parar na costa da Tunísia. Preciosa carga que lá ficou no fundo do Mediterrâneo durante 1990 anos, até que os mergulhadores gregos a reencontraram para voltar a espantar o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/6151631018833561563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/tesouro-arqueologico-o-naufragio-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/6151631018833561563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/6151631018833561563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/tesouro-arqueologico-o-naufragio-de.html' title='Tesouro Arqueológico  O Naufrágio de Mahdia'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-1429265276854278522</id><published>2011-03-15T20:35:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T20:35:44.167-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><title type='text'>Rienzo, Modelo dos Tiranos Modernos</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;titulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Rienzo, Modelo dos Tiranos Modernos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
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&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;123&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi.jpg&quot; width=&quot;186&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;É possível que um, assim dito, tribuno romano, morto há seis séculos, em plena Idade Média, possa ser considerado como o que modelou e inspirou as fanfarras e fantasias imperiais dos tiranos nazi-fascistas do século XX? Pois tudo indica que esse papel de mentor involuntário dos chefes nazi-fascistas foi Cola di Rienzo, um homem de origem plebéia que, nascido em Roma, em 1313, desafiando a oligarquia local, conseguira galgar o controle político da cidade eterna, até ser assassinado num motim preparado por seus inimigos das famílias nobres em 1354.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A Ascensão de Rienzo&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
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&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;202&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi2.jpg&quot; width=&quot;79&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Nicola di Lorenzo, popularmente conhecido como Cola di Rienzo, ou Rienzi, mesmo sendo filho de um dono de taverna e de uma mulher muito simples, conseguira por um desses ares do destino ter uma excelente formação cultural. Apaixonado por livros, percorria as ruas de Roma indignado com a situação daqueles veneráveis prédios em ruínas, lembrando como Tito Lívio, Salústio e Valério Máximo, os grandes historiadores romanos, haviam descrito a exuberância e a imponência da arquitetura passada. No presente, porém, lamentava ele, a hera tomara conta de tudo, dos anfiteatros, das termas, dos arcos do triunfo, dos estádios e dos mercados, cujas paredes pareciam se desmanchar a um simples toque. Para piorar as coisas, uns cinqüenta anos antes de Cola nascer, um prefeito da cidade ordenara a destruição de mais de 250 mansões senhoriais que abrigavam a história das famílias ilustres locais. Incomodado,&amp;nbsp;&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;67&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi3.jpg&quot; width=&quot;235&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Uma avenida da antiga Roma&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;deu para arengar ao povo em todos os lugares. Que se juntassem a ele para preservar o que restara. Não só isso, aos poucos Rienzo foi tomado de ambições políticas.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A Situação Política de Roma&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
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&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;168&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi4.jpg&quot; width=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;O império da pobreza sucedeu o império da glória&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Por força da pressão do rei francês Felipe, o belo, o papado havia abandonado Roma e a Itália em 1309, quatros anos antes de Cola nascer, indo instalar-se na cidade de Avignon, na Provença, ficando desde então na órbita da França. Os enormes recursos que afluíam para a antiga capital do cristianismo, vindos de todas as partes da Europa, cessaram quase que totalmente. O que ampliou e acelerou ainda mais o desleixo para com os provectos edifícios. O doloroso, mas inevitável, é que a chusma romana aumentou ainda mais a depredação, carregando para suas moradias o que podiam levar de pedras, de lajes e revestimento dos muros inteiramente abandonados. Que miséria! Andando pelas ruas da cidade ao invés de poder-se deparar com os antigos cidadãos honoráveis, com os pretores, os questores, os da ordem eqüestre, um arrogante patrício arrastando atrás de si a sua clientela ou ainda um centurião com seus colegas de armas, só se via aquele popolo minuto, humildes, esfaimados, sem futuro, sem destino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Roma, espoliada por todos&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
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&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;154&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi5.jpg&quot; width=&quot;207&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A Roma medieval via-se espoliada por seus pobres. Era como se um enorme corpo de argamassa, tijolos e granitos - o gigante que outrora compunha a urbe -, se visse devorado por um incessante formigueiro humano. E, para desgraçá-la ainda mais, a ausência do papa liberou as duas famílias dominantes, os Colonna e os Orsini, de qualquer pejo, de qualquer freio, tornando-as ainda mais rapaces do que o costumeiro. A nobreza de cima e a plebe por baixo corroíam o patrimônio milenar da velha cidade de Rômulo, desconhecendo inteiramente as considerações que Dante fizera por ocasião do jubileu de 1300, quando lá estivera em visita, deixando dito sobre as ruínas: &quot;quem as roubam ou as despojam ofendem a Deus com a blasfêmia dos seus atos, já que Deus as fez sagradas para a sua própria glória.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Notário e Tribuno&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;141&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi6.jpg&quot; width=&quot;188&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Para Cola era preciso voltar ao esplendor antigo&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A agitação de Cola di Rienzo, um excelente orador, contra a nobreza e o descaso para com a cidade, foi tão eficaz que o papa, lá de Avignon, indicou-o em 1344 como o seu notário, responsável pelo tesouro público que legalmente ainda estava no controle do Sumo Pontífice. O sucesso de Cola, então com apenas 31 anos, não pode ser atribuído apenas ao rancor plebeu ou à sua sensibilidade conservacionista (as primeiras medidas dele foram suspender o saque do Coliseu e de outros prédios antigos). Ocorreu que os seus discursos sobre a grandeza imperial da antiga Roma conseguiram de fato incendiar os sentimentos populares. Lembrou a todos, em discursos emotivos, o que fora a magnificência dos tempos dos césares, confrontando-a com o presente mirrado e predador a que os romanos se condenaram. Rienzo imaginou-se um restaurador, um legatário dos séculos pagãos com a missão de vir a recompor a altivez da era de Augusto. Não quis porém coroar-se rei de Roma, contentado-se com o título de tribuno do povo, situação que o levou a um desfile sensacional pelas ruas da cidade no dia 15 de agosto de 1347. Naquela data, portando seis coroas e um bastão senatorial com uma órbita dourada e uma cruz, desfilando em meio a aclamação popular como &quot;se fora um sonâmbulo, sustentado pela força do seu sonho extravagante&quot; (A.J.Symonds), misturando emblemas romanos e cristãos, mostrou a todos as chaves de São Pedro.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Uma Confederação de Tiranos&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;159&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi7.jpg&quot; width=&quot;166&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Ruínas do mercado de Trajano&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Para tanto, depois de fazer as devidas reformas das taxas, e alterar a favor do povo as estruturas políticas e jurídicas, proclamou Roma como a capital sagrada da Itália, conferido, em agosto de 1347, a cidadania a todos os peninsulares, convocando as demais cidades italianas para que elegessem um imperador romano com autoridade sobre o país inteiro. O projeto de fato era para que os tiranos da Itália se confederassem em uma unidade tendo Roma como a&amp;nbsp;&lt;i&gt;caput mundi&lt;/i&gt;, o centro do sistema. Foi o que bastou para que os oligarcas romanos atentassem contra ele num mal-sucedido levante em novembro de 1347. Fracassados nas armas, os Colonna e os Orsini lançaram mão da intriga. Convenceram o papa Clemente VI que a paixão de Cola pela antigüidade pagã era sinal evidente de heresia. Era, disseram, um novo Juliano, o apostata (361-363), o sobrinho de Constantino, o jovem imperador que quisera no século IV dar a volta no relógio e banir o cristianismo do Império Romano.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Exílio e Retorno&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;127&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi8.jpg&quot; width=&quot;183&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Tendo descontentado a plebe e enfurecido a nobreza, caindo em desgraça junto ao papa que o excomungou, Cola di Rienzo refugiou-se em Praga, então sede do Sacro Império Romano-Germano, cuja autoridade sobre a Itália era puramente formal. Foi preso e enviado para Avignon. Que o papa desse um fim nele. Porém as coisas tomaram outro rumo. Houve uma comoção nacional em seu favor e mesmo o grande Petrarca, o maior poeta vivo da Itália de então, enviou uma carta a Clemente VI, intercedendo pela vida do rebelde. Nas Epístolas a Rienzo, Petrarca não poupou-lhe elogios, identificando-o como um novo Rômulo, chamando-o de&amp;nbsp;&lt;i&gt;vir magnanimus&lt;/i&gt;, digno de ombrear-se com os dois Brutos&amp;nbsp;&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;163&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi9.jpg&quot; width=&quot;120&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Petrarca admirava Rienzo&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;e com outros honoráveis romanos filhos da Loba. Sensível aos apelos, Clemente VI resolveu compor-se com aquela força da natureza. Não só isso. Autorizou Rienzo a retornar à cidade eterna no séquito do arcebispo Albornoz com a missão de restabelecer a autoridade papal. Nomearam-no senador desta vez. Mas em pouco tempo Rienzo perdeu-se novamente. Acabou sendo assassinado num motim popular, açulado pelos nobres em 1354, nas proximidades do Capitólio, símbolo antigo da autoridade romana.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Rienzo como Mito Unitário&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;134&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi10.jpg&quot; width=&quot;189&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Maquiavel e o seu principe, tão irreal como Rienzo&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O impressionante fracasso de Rienzo não esvaziou ou empanou a legenda que o envolveu nos séculos seguintes. Apesar do seu nome ter-se ligado à bufonaria e à teatralização exagerada, a uma atitude por vezes irresponsável com as coisas públicas, tão comum a tantos outros políticos itálicos, ele perdurou na memória nacional. Não só ele tivera o aval do grande Petrarca, mas seu nome era lembrado a cada humilhação que a Itália sofria nas mãos dos estrangeiros. Curiosamente Maquiavel não o citou. De certa forma&lt;i&gt;&amp;nbsp;Il Principe&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(&lt;i&gt;O Principe&lt;/i&gt;, 1532), do escritor florentino, nada mais foi do que uma tentativa intelectual de também clamar pela unidade italiana, para que se restabelecesse no solo pátrio, invadido e pilhado, os tempos da antiga dignidade imperial arrebatada e ferida pelos bárbaros. Talvez Maquiavel considerasse Cola di Rienzo só um desastrado, um delirante, um estouvado, um amador romântico sem estofo para capitanear o ambicioso projeto de reunir a Itália baixo um só governo. O que não evita de pensar-se que, ao seu modo, Nicolo Maquiavel também pareceu-se um Cola, por que a sua peroração em favor da aparição de um príncipe forte, corajoso e audaz, que reunificasse a península itálica igualmente, não passou de uma quimera.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O Ressurgimento e Rienzo&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;tela de Hunt, 1849&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;116&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi11.jpg&quot; width=&quot;166&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Rienzo clama aos céus pela irmã morta&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Com a emergência do&amp;nbsp;&lt;i&gt;Il risorgimento&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(&lt;i&gt;O Ressurgimento&lt;/i&gt;), o movimento nacionalista italiano dos princípios do século XIX, o nome de Cola di Rienzo voltou a ser lembrado, especialmente quando Garibaldi deu inicio à formidável campanha pela unificação. Mas ele não foi lembrado apenas pelos unitaristas italianos. Na Alemanha pulverizada em mais de 300 entidades políticas, Richard Wagner também o invocou ao compor uma ópera de fervor patriótico e revolucionário, que estreou em Dresden em 1842. Rienzi, apresentada em cinco longos atos, de seis horas de duração, pode ser vista, com seus desfiles, comícios, sinos badalando e cavalos em cena, como o protótipo do que oitenta anos depois seria uma parada ou um grande concentração fascista.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Rienzo, na Ópera e na Poesia&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;115&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/rienzi12.jpg&quot; width=&quot;161&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Wagner e D´Annunzio, admiradores da estética política de Rienzo&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A história do infeliz líder da plebe chegou às mãos de Wagner através do romance do escritor inglês Lytton-Bulver, aparecido em 1835 com o título de Rienzi,&amp;nbsp;&lt;i&gt;The Last of the Tribunes&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(inspirado na Crônica Anônima de Cola di Rienzo), narrativa que lhe serviu para que em seguida o transformasse no libreto da sua ópera. Obcecada pelos mitos românticos da vontade e da idéia, Wagner direcionou as ações de Rienzo em função dos seus impulsos de grandeza e não pela inspiração das leituras clássicas que o jovem tribuno efetivamente fizera, dando ênfase ao censo teatral da política que Rienzo efetivamente tinha. Foi esse &quot;Rienzi&quot; de Wagner que Hitler, ainda um rapaz, assistiu umas seis ou sete vezes seguidas num teatro da sua cidade de Linz, na Áustria imperial nos finais do século XIX, fascinando-se pelo resto da sua vida com a história do pé-rapado que, além de arrebatar o povo com sua oratória, assombrou as potências da sua época com os seus sonhos de visionário. Benito Mussolini, o capo dos fascistas, por sua vez, deve ter tido contato com a história empolgante do &quot;último tribuno romano&quot; através do poema de Gabriele D´Annunzio, intitulado&amp;nbsp;&lt;i&gt;La vita di Cola di Rienzo&lt;/i&gt;. A coreografia espectaculosa e marcial da qual ambos ditadores fizeram largo uso em seus meetings e paradas militares na Itália fascista e na Alemanha nazista, suas águias e seus estandartes, bem como os delírios que os acometeram por estarem eles convictos de serem os instrumentos de uma restauração imperial, de certo modo pareceu ser a revivência da efêmera marcha triunfal de Cola di Rienzo pelas avenidas da Roma medieval.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/1429265276854278522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/rienzo-modelo-dos-tiranos-modernos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/1429265276854278522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/1429265276854278522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/rienzo-modelo-dos-tiranos-modernos.html' title='Rienzo, Modelo dos Tiranos Modernos'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-2398461469683234164</id><published>2011-03-15T20:33:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T20:33:29.820-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><title type='text'>A Ordem dos Assassinos</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #242424;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos.jpg&quot; width=&quot;122&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Durante 150 anos, entre os finais do século XI e a metade do XIII, uma terrível seita ismaelita, minúscula no universo do Islã, trouxe temor e, por vezes, pânico à região do Oriente Médio. Tratava-se da Ordem dos Assassinos, assim chamada porque os seus integrantes, antes de praticar os atentados, inalavam um estupefaciente, o&amp;nbsp;&lt;i&gt;Hashishiyun&lt;/i&gt;, ou haxixe. Os seguidores da ordem caracterizavam-se pela entregada total à missão que lhes era atribuída por seus superiores e por não demonstrarem medo nenhum perante a morte que fatalmente os aguardava após terem praticado suas ações terroristas.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O anúncio da ressurreição&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&quot;&lt;i&gt;Nada é verdade, tudo é permitido!&lt;/i&gt;&quot;&lt;br /&gt;
Hassan Sabbah&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;131&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos2.jpg&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;A sala da ordem em Alamut&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;No ano de 1166, na praça central da fortaleza de Alamut, no alto dos Montes Elburz, no norte do Irã, o grão-mestre dos nizarins (como a Ordem dos Assassinos chamava-se oficialmente), Hassan II, uma seita dissidente do Islã, exultava frente aos companheiros e seguidores que ocupavam todo o espaço a sua frente. Ele os convocara para um importante anúncio. Queria dizer-lhes que, enfim, aproximava-se o dia da&amp;nbsp;&lt;i&gt;Qiyamat al Qiyamat&lt;/i&gt;, a Ressurreição da Ressurreição, estando muito perto do momento em que, pondo fim àquela época, iniciada há muito tempo atrás por Adão, o Imam oculto finalmente viria liderá-los na renovação de tudo. Dali em diante, assegurou ele, não haveria mais liturgia, pois a religião tornara-se puramente espiritual, sem templos ou culto. Que se preparassem, portanto, para os novos tempos, concentrando-se todos eles dentro da fortaleza de Alamut, um lugar inexpugnável para os seus inimigos, de onde só sairiam para realizar suas operações de assassinatos seletivos.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O profeta dos assassinos&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;104&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos3.jpg&quot; width=&quot;149&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;O Velho da Montanha&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A seita, obediente aos extremos rigores do militarismo, havia sido fundada no ano de 1090, quando o missionário ismaelita Hassan Sabbah (1034-1124), encarnação de Deus na Terra, retornara do Egito para a sua Pérsia nativa (ele nascera em Qom). Envolvido nas lutas pelo poder entre a casa real egípcia e de Bagdá, ele decidira fundar uma ordem secreta para enfrentar os seus adversários. Para tanto, inspirou-se nos antigos rituais de iniciação adotados pelos gnósticos, com seu gosto pela ciência esotérica - a&amp;nbsp;&lt;i&gt;batanya&lt;/i&gt;&amp;nbsp;- e pelo culto aos sinais secretos, só alcançados depois de muita disciplina e dedicação ao estudo. Em pouco tempo, verificou-se que Hassan Sabbah, o xeque das montanhas, criou uma teologia totalitária, onde um só deus (Alá), se fazia representar por um só Imam (um líder espiritual), e por um só representante (o próprio Hassan), com autoridade de vida e morte&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;186&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos4.jpg&quot; width=&quot;122&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Um xeque e seu herdeiro&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;sobre os seus seguidores. Tendo uma visão trágica do mundo, considerando-o perdidamente maculado pela heresia e pelo desacerto dos governantes, ele declarou guerra à religião oficial, o Islamismo sunita, e também às dinastias que reinavam na região, fossem as de raiz árabe ou turca seldjúcida. Líder de uma seita absolutamente minoritária, Hassan Sabbah percebeu que somente poderia impor-se naquelas circunstâncias por meio do terror. Em colocar seus inimigos em permanente pavor de virem a ser assassinados. Ao apoiar um dos governantes, chamado Nizan, sua ordem denominou-se os nizarins.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A estrutura da ordem&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;140&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos5.jpg&quot; width=&quot;140&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Interior da fortaleza de Alamut&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Consta que Hassan Sabbah, além de um rigoroso exame de admissão dos iniciados, recolhia crianças abandonadas ou as comprava de casais miseráveis para fazer delas o seu exército de fiéis. Carentes de tudo, os jovens aspirantes nizarins viam-no como um deus-pai, dedicando-se integralmente a sua vontade, jamais ousando criticar uma ordem recebida. Tratou também de cultivar uma soberba biblioteca, considerada uma das mais completas daquele tempo, não vendo nenhum contradição entre harmonizar a alta cultura islâmica com a prática de assombrosos atentados terroristas. Ele gabava-se de ter a sua disposição 70 mil homens e mulheres espalhados por boa parte do Oriente Médio, capazes de executar qualquer missão por ele ordenada, mesmo que isso lhes custasse a vida. Sim, porque seus alvos não eram gente comum, mas vizires, sultões, xeques, mulás, ulemás, cavaleiros cruzados, fosse quem fosse importante que, aos olhos do grão-mestre dos assassinos, criava impedimentos a sua política.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Organograma da Ordem&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;322&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos_organograma.gif&quot; width=&quot;404&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Nota: o seguidor da Ordem devia necessariamente passar por sete degraus de iniciação:&amp;nbsp;&lt;b&gt;1)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;saber selecionar os seus integrantes,&amp;nbsp;&lt;b&gt;2)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;ganhar a confiança do aspirante,&amp;nbsp;&lt;b&gt;3)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;suprimir-lhe as dúvidas,&amp;nbsp;&lt;b&gt;4)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;ensiná-lo a jamais trair a irmandade,&amp;nbsp;&lt;b&gt;5)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;mostrar-lhe a magnitude do poder da ordem,&amp;nbsp;&lt;b&gt;6)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;submetê-lo à prova e fazê-lo aceitar que &quot;O Paraíso repousa na sombra da espada&quot;,&amp;nbsp;&lt;b&gt;7)&lt;/b&gt;orientá-lo na interpretação esotérica do Al Corão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A mística&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;149&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos6.jpg&quot; width=&quot;101&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Os devotos agiam em lugares públicos&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Hassan Sabbah apresentava-se como o Hojjat do Imam, aquele que falava e agia em lugar do Imam oculto, que assim se encontrava apenas aguardando o momento apropriado para aparecer. Havia, pois ,inerente à doutrina ismaelita, uma crença messiânica segundo a qual fatalmente se daria a Grande Revelação. O salvador, que pairava sobre a sociedade sem mostrar-se, num determinado dia deixaria o mundo das sombras. Os seus seguidores, enquanto este momento sagrado da Parusia não se dava, usariam os punhais para purificar o ambiente,&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;112&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos7.jpg&quot; width=&quot;160&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;A biblioteca da ordem&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;afastando da paisagem as ervas daninhas e os frutos estragados que poderiam vir a ferir ou envenenar o ar do Imam revelado. Nada mais perfeito para ele do que a sua morada naquela fortaleza isolada do mundo, o Alamut, o ninho de águia, que logo seu inimigos deram a indicar como &quot;o ninho da serpente&quot;, dado o bote traiçoeiro das operações que ele ordenava(*).&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;(*) A fortaleza de Alamut ficava nos Montes Elburz, pertencente a uma cadeia de montanhas situadas ao Norte do Irã, na margem sul do Mar Cáspio. Área com escasso povoamento devido a aridez geral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O método dos assassinos&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
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&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;122&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos8.jpg&quot; width=&quot;137&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Apesar de andarem uniformizados na fortaleza de Alamut - trajes brancos com um cordão vermelho enlaçando-lhes a cintura (cores que os cavaleiros templários irão adotar) -, os fadavis, os devotos, quando recebiam uma missão, camuflavam-se. Preferiam misturar-se aos mendigos das cidades da Síria, da Mesopotâmia, do Egito e da Palestina para não despertarem a atenção. Em meio à multidão urbana, eles eram &quot;adormecidos&quot;, levando uma vida comum, sem atrair suspeitas, até que um emissário lhes trazia a ordem para &quot;despertar&quot; e atacar. Geralmente, eles aproximavam-se da sua vítima em número de três. Se por acaso dois punhais fracassem, haveria ainda um terceiro a completar o serviço. Atuavam, esses &quot;anjos da destruição&quot; do Velho da Montanha, como muitos chamavam Hassan Sabbah, em qualquer lugar - nos mercados, nas ruas estreitas, dentro dos palácios e até mesmo no silêncio das mesquitas, lugar por eles escolhido em razão das vítimas estarem ali entregues à oração e com a guarda relaxada. Até o grande sultão Saladino, seu inimigo de morte, eles chegaram a assustar, deixando um punhal com um bilhete ameaçador em cima da sua alcova.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O uso da droga&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
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&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;126&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos9.jpg&quot; width=&quot;135&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Capturados, eles nada diziam. Viviam num estado alheio às coisas do mundo, numa esfera especial amparada pela Lei Divina, mostrando absoluta indiferença pelo seu destino da terra. Seguiam para o cadafalso sem pestanejar, deixando aos executores a terrível sensação de impotência perante àquele fanatismo. Este comportamento autista é que contribuía para que acreditassem que eles inalavam haxixe antes de aplicarem as sentenças de morte, advindo daí, por corruptela, a palavra assassino. Alguns historiadores ponderam que a utilização de um estupefaciente tão poderoso como o haxixe não poderia excitar a violência nem a agressividade necessária para praticar um crime a sangue frio. A droga teria pois uma outra função. Acreditam, isso sim, que ela fosse usada por Hassan Sabbah nos rituais de iniciação da ordem como uma introdução à idéia do Paraíso, para que os aspirantes tivessem, experimentando a erva que lhes era oferecida num jardim das delícias, uma primeira prova das volúpias imateriais que os aguardariam no futuro, quando da sua morte em função da causa. Foi esse o sentido que Baudelaire captou com o seu&amp;nbsp;&lt;i&gt;Poème du Haschisch&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Paraísos artificiais, 1858-60).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Aproximação com os cruzados&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;132&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos10.jpg&quot; width=&quot;116&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Ruínas do castelo Nosairi&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Hassan Sabbah e seus sucessores trataram de ocupar a maior parte dos fortes e fortins, numa linha que se estendia do Irã até a Palestina, passando pela Síria, para fazer com que a influência da ordem fosse sentida em todas as paragens e para que os punhais dos devotos provocassem medo em toda a parte. Odiados por turcos e árabes, por sunitas e xiitas, dos quais eram um ramo dissidente, foi inevitável que a Ordem dos Assassinos, num primeiro momento, se aproximasse dos cavaleiros cruzados, tão estranhos na região da Terra Santa, como eles mesmos se sentiam. Não só isso. Seguramente foi aquela simbiose entre fé fanática e disciplina militar extremada que fascinou os primeiros nove cavaleiros cristãos, liderados por Hugo de Payens, decidiram-se por fundar a Ordem dos Cavaleiros do Templo, no ano de 1118. A dedicação integral e absoluta dos devotos, a abjuração de tudo, inclusive da vida, a cega obediência e o espírito de ordem monástico-guerreira que os tornava membros de uma cavalaria espiritual, logo estreitou ainda mais o ideário dos cavaleiros cristãos com dos assassinos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Assassinos e zelotes&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;125&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos11.jpg&quot; width=&quot;193&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;A fortaleza de Massada&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Guardadas as devidas distâncias e motivações, há muita similitude no&lt;i&gt;modus operandi&lt;/i&gt;&amp;nbsp;dos assassinos a mando do Velho da Montanha, com as ações e atentados realizados pelos zelotes, militantes da causa judaica anti-romana. Aparecidos no século I a.C., eles reagiram à presença das águias imperiais na Palestina e na Judéia, praticando atentados seletivos, matando não só representantes da autoridade romana, mas fundamentalmente judeus que se mostravam dispostos a colaborar com eles. Os zelotes tiveram um notável papel no levante anti-romano de 66-70 e, seguramente, formavam a maioria dos fanáticos que se refugiaram na fortaleza de Massada, para lá resistirem até o fim, uns mil deles, sem se renderem às legiões do general Silva, que a ocupou no ano de 73. Por eles portarem ostensivamente suas adagas e facas em público, ameaçando meio mundo, os gregos os chamavam de&amp;nbsp;&lt;i&gt;Sicarii&lt;/i&gt;(do grego&amp;nbsp;&lt;i&gt;Sikarion&lt;/i&gt;&amp;nbsp;= homem do punhal). O historiador Arnold Toynbee determinou o comportamento dos povos invadidos daquele região em dois tipos. Chamou de herodianos (do rei Herodes, um monarca judeu colaboracionista), aqueles que não só aceitam o domínio estrangeiro como abertamente colaboram com o ocupante, enquanto que os zelotes eram justamente o contrário. Seriam os que rejeitavam qualquer aproximação ou acordo com os estrangeiros invasores. Os assassinos ismaelitas não se enquadram nesta classificação porque não estavam a serviço de uma causa nacionalista, mas sim de um ordem religiosa sectária, que repudiara tanto a dinastia Fatímida do Egito quanto a Abássida de Bagdá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Cavaleiros e poetas&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos12.gif&quot; width=&quot;82&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Os templários não só adotaram uma série de preceitos e regulamentos tomados emprestados da Ordem dos Assassinos, como também fizeram suas as cores deles: o branco e o vermelho. Tão próximas foram estas relações que até Luís IX, rei da França, erta vez enviou uma missão diplomática a visitar o castelo de Jebel Nosairi, ocupado por um chefe local da Ordem dos Assassinos. Frederico II, o Barbarossa, o imperador alemão que participou das cruzadas, convidou vários ismaelitas para que o acompanhassem de volta à Europa, dando-lhe copa franca na sua corte. A atração por sociedades secretas seduziu também aos poetas italianos do&amp;nbsp;&lt;i&gt;Dolce stil nuovo&lt;/i&gt;, como Guido Cavalcanti e Dante Alighieri, que, inspirando-se numa livro da mística xiita intitulado&amp;nbsp;&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;98&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos13.gif&quot; width=&quot;98&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;A cruz dos templários&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;i&gt;Jardim dos Fiéis do Amor&lt;/i&gt;&amp;nbsp;criaram a sua própria irmandade secreta, a dos Fedeli d´Amore. Portanto, o gosto de muitos europeus por congregarem-se ao redor de lojas esotéricas, com rígidos rituais de iniciação e um ar secretíssimo, hábito tomado na época das cruzadas, provavelmente lhes foi instilado pelos feitos da Ordem dos Assassinos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O fim da ordem&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;90&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/assassinos14.gif&quot; width=&quot;93&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Protegidos por uma fortaleza tida como inexpugnável, que nenhuma força local poderia tomar de assalto, foi preciso esperar a invasão dos mongóis, no século XIII, para que finalmente o ninho da águia fosse destruído pelos poderosos invasores no ano de 1260, pondo fim à ameaça que a seita dos assassinos representava em todo o Oriente Médio. A legenda que deixaram foi difundida no Ocidente pelos cavaleiros cristãos e pelos monges escribas que os acompanharam, impressionados com as história terríveis a que os devotos estavam associados, símbolos vivos do que era possível fazer com um ser humano, tornado simples objeto maligno a serviço do fanatismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/2398461469683234164/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/ordem-dos-assassinos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/2398461469683234164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/2398461469683234164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/ordem-dos-assassinos.html' title='A Ordem dos Assassinos'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-8457489873415963067</id><published>2011-03-15T20:30:00.001-07:00</published><updated>2011-03-15T20:30:44.069-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><title type='text'>No Rastro dos Argonautas</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 12px; font-weight: normal;&quot;&gt;Foi pensando nesses lendários argonautas gregos - uma espécie de heróis paradigmáticos de todas as aventuras náuticas do Ocidente -, que Camões pôs-se a imortalizar no&amp;nbsp;&lt;i&gt;Os Lusíadas&lt;/i&gt;&amp;nbsp;os marinheiros de Portugal. Esses, os oceanautas, eram os herdeiros de Jasão, a versão real, moderna, atlântica dos temerários nautas gregos. Com a diferença de que os espaços que os capitães lusos desbravaram eram infinitamente maiores. O que é a vastidão do Mar Negro (o Ponto, como então os gregos o chamavam) perto de um Oceano Atlântico? O que é a dimensão do Rio Danúbio ao lado do Amazonas? O Rei Aetes, da pobre Cólquida, frente ao Samorim de Malabar, do Sultão de Bijapur, ou do Catual de Calicute, pareceria um mendigo. Jasão e seus companheiros, por sua vez, foram meninos travessos comparados a um Colombo, a um Gama, um Bartolomeu Dias ou a um Fernão de Magalhães.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;center style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 12px; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;91&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/nautas4.jpg&quot; width=&quot;214&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Os Astronautas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/nautas5.jpg&quot; width=&quot;186&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Hubble vagando pela solidão cósmica&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;E, na nossa época, seguindo esta tradição que mistura curiosidade e temerária virilidade do homem ocidental, a do grego e a do lusitano, alçaram-se aos céus os astronautas, que, a partir de 1961 - primeiro o soviético Iuri Gagarin, seguido do americano Alan Shepard, escancaram a estratosfera a toda ordem de foguetes e naves espaciais que se seguiram ininterruptamente nas andanças cósmicas desde então.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;A Solidão Cósmica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;Chegou-se à Lua, desvelou-se o lado escuro de Marte, descortinou-se o zodíaco inteiro, enquanto o olho telescópico do Hubble, esticando-se para bem mais além de tudo o que se conhecia, avistou, estima-se, mais de duzentos bilhões de sóis e cinco bilhões de galáxias outras. Mas até agora isso só frustou-nos, pois nada se encontrou, nem se achou. Nem ouro, nem bestas venusianas, nem chuvas siderais se revelaram, muito menos uma outra Atlântida habitada por inteligências superiores. Talvez por isso mesmo, pela ausência de algo sensacional, pela raridade dos perigos, nenhum Homero, ou um Camões dos nossos tempos, se é que os temos, compôs sequer um modesto épico para os astronautas. A solidão cósmica em que nos encontramos emudeceu a voz dos poetas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;center&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;122&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/nautas6.jpg&quot; width=&quot;210&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Gagarin e Shepherd&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/8457489873415963067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/no-rastro-dos-argonautas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/8457489873415963067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/8457489873415963067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/no-rastro-dos-argonautas.html' title='No Rastro dos Argonautas'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-8872214653397953746</id><published>2011-03-15T20:29:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T20:29:39.868-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><title type='text'>As Grandes Navegações</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;titulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Os Nautas Destemidos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;righT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;130&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/nautas.gif&quot; width=&quot;99&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Oceano cavalgando monstros do mar&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Argonautas, oceanautas e astronautas são as denominações diversas que tiveram aqueles bravos e corajosos homens que, na mitologia ou na história, tentaram ampliar os estreitos horizontes e os espaços da humanidade, primeiro pelos mares e rios, em seguida pelos oceanos e, finalmente, pelo vastíssimo cosmo que nos envolve.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os Argonautas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Pensa em quem tu és, e adota novas formas de conduta. Novo é também quem reina entre os deuses.&quot;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Oceano a Prometeu (Ésquilo &quot;Prometeu acorrentado&quot;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Os arautos percorreram os quatro cantos da Grécia. Estavam atrás de homens. Não de uns quaisquer, mas de homens extraordinários, de braço forte e peito largo, ou com poderes inusitados. Anunciavam a proximidade de uma grande viagem que partiria das praias da Tessália e precisavam de varões destemidos dispostos a tudo. A empresa era comandada por Jasão, que, para reaver o reino de Iolcos usurpado pelo seu tio Pétias, aceitara o desafio de ir buscar o Tosão de Ouro. Tratava-se de uma lã maravilhosa tosqueada há tempos de um carneiro divino e que encontrava-se nas lonjuras do Cáucaso, aos cuidados do rei Aetes e protegida por um dragão de confiança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;126&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/nautas.jpg&quot; width=&quot;169&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Logo 50 heróis se apresentaram na praia de Pégasas para enfrentarem voluntariamente as inconstâncias do mar. Entre eles os gêmeos Castor e Polux, capazes de contornar tempestades; o músico Orfeu, com a função de ritmar as remadas e afastar com o som da sua lira e da sua voz divina os mortíferos cantos das sereias; o colossal gigante Héracles que tinha a tarefa de evitar danos ao barco, enquanto Tifis, orientado na arte de navegação pela deusa Atená, assumia a pilotagem da nau construída por Argos. Daí chamarem-se eles os argonautas, &quot;os marinheiros da nau Argo&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Jasão e Medéia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;216&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/nautas2.jpg&quot; width=&quot;120&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Jasão e Medéia&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Içadas as velas, por mil perigos e desafios os bravos marinheiros passaram. Os trovões os ensurdeceram, harpias monstruosas desabaram dos céus sobres eles, enquanto que do fundo do mar Possêidon, agitando o tridente, assolava a Argo com vagalhões formidáveis. No Bósforo, traspassaram por um triz os Simplégadas, os terríveis rochedos móveis que esmagavam quem tentasse atravessá-los. A coragem deles tudo superou. Chegados ao reino de Aetes, graças à Medeia, a filha-feiticeira do rei, que se apaixonara por Jasão, o herói matou o dragão e, em seguida, pondo a mão no Tosão de Ouro, fugiu com ela e com todo os seus companheiros de volta à Grécia.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;O Périplo dos Argonautas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;164&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/nautas3.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Ulisses e o desafio das sereias&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Não foi porém um retorno tranqüilo. Longe disso. Perseguidos, os argonautas tiveram que dar uma volta sensacional por boa parte da Europa, incursionando inclusive pelo rios Danúbio, Pó e Ródano, para chegarem finalmente sãos e salvos de volta à Hélade. Gregos e romanos sempre acreditaram que essa extravagante viagem, ocorrida antes das façanhas de Ulisses, fora real, tanto assim que vários dos seus poetas, como Píndaro, Apolônio de Rodes e Valério Flaco, as relataram em detalhes. Um feito mítico que inspirou a maioria das expedições do mesmo gênero feitas bem depois no Mar Egeu e no Mediterrâneo, e que mereceram ser celebradas nos cantos de Homero e de Virgílio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/8872214653397953746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/as-grandes-navegacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/8872214653397953746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/8872214653397953746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/as-grandes-navegacoes.html' title='As Grandes Navegações'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-4265643290048660220</id><published>2011-03-15T20:24:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T20:24:21.156-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="História"/><title type='text'>Mouros vs. Cristãos  Las Navas de Tolosa</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/navastolosa.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/navastolosa.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;O ataque de um grupo de fundamentalistas islâmicos a prédios norte-americanos em Nova York e Washington, ocorrido em 11 de setembro de 2001, faz parte de um desacerto entre mouros e cristãos que se arrasta por séculos. Tal como hoje ocorre, quando os Estados Unidos esforçam-se por congregar uma vasta coalizão de países ocidentais, há oito séculos os reis cristãos da Península Ibérica também o fizeram. Para enfrentar a ameaça islâmica, os monarcas de Castela, de Aragão e de Navarra apelaram para que gente da Europa inteira, atendendo à cruzada, os socorresse para repelir a ofensiva dos seguidores do Profeta. O resultado foi a batalha de Las Navas de Tolosa, de 1212.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;table align=&quot;center&quot; bgcolor=&quot;#333366&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;8&quot; cellspacing=&quot;1&quot; style=&quot;width: 450px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;CENTER&quot;&gt;&quot;&lt;i&gt;O pan-islamismo é uma assombração. A Europa vitoriosa vê em todas as tentativas de resistência ao seu domínio como resultante de uma atividade perversa, um complô sinistro...de métodos de traição, cruéis, sanguinários.&lt;/i&gt;&quot;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align=&quot;RIGHT&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Maxime Rodinson - La fascination de l´Islam, 1980&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&quot;Os mouros às portas!&quot;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;160&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/navastolosa2.jpg&quot; width=&quot;119&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Cid, el campeador, o lendário cavaleiro cristão&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A notícia da queda do castelo de Salvaterra, próximo a Toledo, nas mãos dos mouros, ocorrida em setembro de 1211, estremeceu a Espanha cristã. Se bem que os vencedores permitiram a retirada dos cavaleiros da Ordem de Calatrava para que recuassem para Castela, em todos acometeu o medo de que os árabes e os berberes estavam novamente &quot;às portas&quot;. De imediato, os reis cristãos da Península Ibérica entenderam que tinham que suspender, ainda que por um tempo, suas intermináveis querelas de fronteira. Era hora de união, não de desacerto. Quem tomou de imediato os providenciamentos foi Afonso VIII de Castela, despachando para Roma o arcebispo Ximenes de Rada, Primaz da Igreja espanhola, para que arrancasse do papa Inocêncio II uma bula conclamando uma cruzada. De posse de uma carta apostólica, Ximenes de Rada pôs o pé na estrada, anunciando pela Itália, norte da França e mesmo na Alemanha, que a gente do Profeta, se batesse os espanhóis, iria inundar a Europa inteira.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O califa e a Espanha moura&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;124&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/navastolosa3.jpg&quot; width=&quot;194&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;A Alhambra de Granada&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Sabia-se que o califa Miramamolin (Abu Muhammad al-Nasir) atravessara o estreito, vindo de Marraquesh, trazendo consigo levas de cavaleiros almôadas e arqueiros turcos, além dos regimentos de berberes montados em cavalos fogosos, todos bons de briga. O que eles chamavam de al-Andaluz, a parte islâmica da Espanha, encontrava-se dividida em cinco emirados (Málaga, Sevilha, Valência, Badajoz-Lusitânia e Toledo) que volta e meia se socorriam de tropas africanas, como agora faziam com as comandadas por Miramamolin. &quot;Cruzada! Cruzada!&quot; Ouvia-se por toda a parte. Uma outra bula foi anunciada em fevereiro de 1212, prometendo ao cristão que se apresentasse para lutar contra os mouros a &quot;remissão dos pecados&quot;, enquanto uma complementar excomungava quem atrapalhasse o rei de Castela no seu esforço em deter o Islão. Vindo das regiões mais diversas, milhares de cavaleiros começaram a concentrar-se em Toledo. Eram lusitanos, navarros, catalãos, aragoneses, galegos, asturianos e, claro, predominando, os castelhanos. A eles juntaram-se ainda os guerreiros hospitalários e templários, além dos da Ordem de Santiago e de Calatrava, e tantos mais que vinham da França, da&lt;br /&gt;
Alemanha. Eram uns 70 mil no total.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Os reis cristãos e seus campeões&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;177&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/navastolosa4.jpg&quot; width=&quot;199&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Cristão atacam mouros&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;À frente daquele poderoso exército, marchavam os reis Afonso VIII de Castela, Sancho II de Navarra e Pedro II de Aragão, seguidos dos campeões, tais como Lópes de Haro e Garcia Romero, cujas espadas, antes, haviam sido afiadas nos escudos e nos ossos dos mouros, em combates memoráveis. Agrupados em três grandes colunas, puseram-se em marcha para achar o califa. Ao verem que os mouros bloqueavam o Passo do Muradal, na província de Jaen, descobriram uma passagem nas montanhas que lhes permitiu alcançar a planície de Las Navas de Tolosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;157&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/navastolosa5.gif&quot; width=&quot;179&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;O signo de Cristo espanta os mouros&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Estimavam que o califa tinha uns 100 mil homens. Pouco lhe serviu. Depois de um primeiro choque, na manhã do dia 16 de julho de 1212, os cristãos tomados de fúria sagrada concentraram-se a destruir as forças de elite de Miramamolin. Foi um deus-nos-acuda. Os cavalões encouraçados e as enormes espadas dos cruzados fizeram um estrago medonho. Um alferes castelhano, dom Sancho de Reinoso, chegou a ver pairando no céu a Cruz. Era o toque final, o sinal sublime que faltava para que cada braço cristão se tornasse uma máquina de pancadas, de martelaços e adagaços.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A batalha e a derrota dos mouros&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;256&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/navastolosa6.gif&quot; width=&quot;157&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;O pavilhão do derrotado califa al-Nasir&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Os mouros recuaram e em seguida fugiram. Dom Fernando, o infante castelhano, assaltou a tenda de al-Nasir, trespassando com a lâmina os últimos guardiães. Na planícies, jogados, estavam os feridos, milhares deles, implorando misericórdia. As montarias dos cruzados, nervosas, com as patas afundadas no pó ensangüentado, passavam por cima de tudo. Alguns dos mouros caídos talvez recordassem, naqueles momentos derradeiros, quando a vida se lhes esvaia, dos versos de Antera Saddad (525-615) que diziam &quot;&lt;i&gt;Lembrei-me de ti quando as lanças me feriram e dos brancos sabres gotejava o meu sangue. Quis beijá-los porque brilhavam como a tua sorridente boca&lt;/i&gt;&quot;. No chão, amarrotada, uma bandeira do califa, que depois foi remetida ao papa. A batalha se encerrara. A Cruz batera o Crescente. Vingaram-se os cristãos do acordo que outros reis foram obrigados a aceitar, vinte anos antes, em 1192, quando Saladino continuou ficando com Jerusalém. A Internacional Cristã, animando a Reconquista da Ibéria, dava início a sua contra-ofensiva. Que, aliás, como se vê, até hoje ainda não parou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;214&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/navastolosa_mapa.gif&quot; width=&quot;274&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/4265643290048660220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/mouros-vs-cristaos-las-navas-de-tolosa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/4265643290048660220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/4265643290048660220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/mouros-vs-cristaos-las-navas-de-tolosa.html' title='Mouros vs. Cristãos  Las Navas de Tolosa'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-93263314641401014</id><published>2011-03-15T20:22:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T20:22:00.238-07:00</updated><title type='text'>Mouros vs cristãos: uma Derrota do Ocidente</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;titulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Mouros vs cristãos&lt;br /&gt;
Uma Derrota do Ocidente&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;130&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mouros_ocidente.gif&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Os cavaleiros cristãos, na época da primeira cruzada, depois de terem conquistado Jerusalém no ano 1099, dividiram a região da Terra Santa em diversos reinos e, explorando a fraqueza e os desacertos entre os maometanos, conseguiram firmar-se lá por dois séculos. Situação que durou até que Saladino, um chefe curdo, conseguiu liderar o povo do Crescente para expulsá-los. A partir dele, os dias de posse da cristandade de um pedaço da terra sagrada se encerraram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; bgcolor=&quot;#333366&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;8&quot; cellspacing=&quot;1&quot; style=&quot;width: 450px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;CENTER&quot;&gt;&quot;&lt;i&gt;Praza a Deus que eles nunca mais coloquem os pés aqui.&lt;/i&gt;&quot;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align=&quot;RIGHT&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Abul-Fida, comentando a expulsão dos cristãos em 1291, século XIII&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Uma promessa ao pai&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;138&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mouros_ocidente2.jpg&quot; width=&quot;138&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Balduino I, rei de Jerusalém (1100)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;As tropas do sultão Qalaum mal haviam saído do Cairo quando ele começou a sentir-se mal. Resolveram acampar em Marjat-al-Tin, onde o seu filho al-Asrhraf Khalil, foi chamado às pressas à tenda do pai. Ali, ele jurou dar continuidade à campanha militar contra os remanescentes dos cruzados que ainda restavam ocupando um naco da Terra Santa. O idoso sultão mameluco expirou em novembro de 1290 e seu sucessor resolveu postergar as operações para o ano seguinte. Seriam os derradeiros movimentos de uma longa e dolorosa guerra que, apesar de seguidas tréguas, envolvia muçulmanos e cristãos há quase dois séculos, desde os tempos da Primeira Cruzada (1095-99).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Os reinos cristãos da Terra Santa&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;179&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mouros_ocidente3.jpg&quot; width=&quot;173&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;O povo de Cristo e os cavaleiros rumo a Jerusalém&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Fanatizados pela Igreja medieval, milhares de cavaleiros de todos os escalões da nobreza européia haviam tomado o rumo da Oriente acompanhados por uma chusma de peregrinos e beatos de todas as procedências. Em 1099, conseguiram tomar Jerusalém, massacrando quase toda a infeliz população muçulmana lá capturada. Em 1100, Balduino, conde de Edessa, resolveu proclamar-se rei de Jerusalém e os cruzados formaram o Reino Latino, composto por quatro estados nas regiões ocidentais da Síria, Líbano e Palestina. Apesar de sua escassez em homens, conseguiram se impor aos nativos graças a suas poderosas armaduras, sua determinação fanática, e a uma série de fortes e castelos que construíram na área. Para assegurar ainda mais seu domínio sobre uma população hostil, permitiram que mercadores das cidades comerciais italianas lá se instalassem, bem como criaram as ordens monacais dos templários e dos hospitalários, para dar apoio logístico às romarias incessantes vindas da Europa.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Da inanição à reação&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;151&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mouros_ocidente4.jpg&quot; width=&quot;250&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Saladino vence os cristão em Hattin (1187)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
Divididos entre si, os muçulmanos demoraram quase meio século para reagir ao torpor provocado pela invasão dos odiados&amp;nbsp;&lt;i&gt;franjs&lt;/i&gt;, como eram chamados por eles os cruzados. A cada sucesso dos árabes, mais cristãos desembarcavam nos portos levantinos para assegurar a posse os lugares sagrados. Em 1174, as forças do Islã passaram a contar com a extraordinária energia do sultão, de origem curda, Saladino (1137-93). Pondo fim ao inoperante califado fatímida do Egito, passou a coordenar uma campanha sistemática contra as bases dos infiéis. Treze anos depois, em 1187, depois de vitorioso na batalha de Hattin, Saladino teve a honra de ser o primeiro líder islâmico a retomar a cidade sagrada de Jerusalém ao expulsar os cruzados de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;170&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mouros_ocidente5.jpg&quot; width=&quot;138&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Saladino (1137-93)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Desde então, confinados a alguns portos do Levante, os cristãos agarravam-se ao litoral da Terra Santa como caranguejos em dia de maré baixa. Os conflitos internos que afligiam a cristandade européia, as querelas dos papas com os imperadores e reis desestimularam a chegada de auxílio. Foram salvos de uma expulsão definitiva pela abrupta invasão dos mongóis vindos da Pérsia e que começaram a assolar a região. Liderados pelo neto de Gengis-Kahn, Hulagu, colocaram o mundo árabe em polvorosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A ascensão dos mamelucos&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;180&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mouros_ocidente6.jpg&quot; width=&quot;127&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;S. Mateus escrevendo o evangelho&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Foi então que se assistiu uma das mais ímpares revoluções da História. Exasperados pela incompetência e paralisia da elite abácida, que se mostrava incapaz em fazer frente aos mongóis e aos cristãos, os chefes mamelucos deram um golpe de Estado, no Cairo, removendo o califa. Os mamelucos eram soldados-escravos de origem turca importados pelos governos árabes para conduzir as tropas e formar &quot;guardas de confiança&quot; das dinastias reinantes. Nunca lhes havia sido dado qualquer papel político, a não ser o de obedecer servilmente às ordens. Em 1260, apoiados pela vitória sobre os mongóis em Ain Jalut, o emir Baibars fundou o sultanato mameluco injetando ânimo na população conclamada à jihad, a uma guerra santa contra os infiéis.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O cerco do Acre&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;197&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mouros_ocidente7.jpg&quot; width=&quot;156&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Os templários, monges-guerreiros&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Trinta anos depois daquela revolução, a data final se aproximava. Cumprindo finalmente com a promessa feita ao pai moribundo, o sultão Khalil acampou em frente às portas da cidade-fortaleza de Acre, em abril de 1291. Fazia exatamente cem anos que ela havia caído em mãos cristãs; agora era o reduto último da presença dos franjs na Terra Santa. Um impressionante exército havia sido convocado dos quatro cantos do sultanato: 60 mil ginetes e 160 mil infantes armados de catapultas, aríetes e bombardas de toda espécie. As tropas do sultão estavam sedentas de vingança porque, uns tempos antes, naquela mesma cidade, atrás daqueles portões e muralhas, centenas de pacíficos mercadores árabes haviam sido trucidados por uma malta cristã.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Arruaceiros cristãos&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;O rei Henrique do Acre tinha solicitado, dois anos antes, temendo um ataque do Islã, que lhe enviassem reforços da Europa. Somente uma escória vinda da Lombardia e da Toscana havia embarcado em seu socorro. Desde que chegaram, a disciplina falha e os impulsos anárquicos desses reforços só deram incomodação às autoridades. Certo dia, depois de uma bebedeira monumental, saíram à caça de todo o tipo barbado que encontravam pela frente, degolando impiedosamente os árabes. Quando o sultão do Cairo tomou conhecimento da matança dos muçulmanos, exigiu que os assassinos lhe fossem entregues para serem submetidos à justiça corânica, o que foi negado pelas autoridades cristãs de Acre. Agora, em punição ao desafio dos cristãos, um exército imenso estava à vista da cidade para pôr fim não só aos bêbados assassinos, como ao domínio ocidental sobre aquele porto.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mouros_ocidente8.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;130&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mouros_ocidente8.jpg&quot; width=&quot;260&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;text-align: center; width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: black; font-size: 12px; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;center&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;A disposição das forças&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/b&gt;Os comandantes cruzados determinaram que todos se dirigissem às muralhas. Naquelas voltadas para o norte estavam os monges templários, ordem fundada em 1120, que se tornara uma grande instituição financeira. Em seguida, vinham os hospitalários e os cavaleiros da Ordem Teutônica. As quatro torres centrais estavam sob controle do príncipe Amalarico, irmão do rei, enquanto nas muralhas do leste agrupavam-se os franceses, ingleses e os soldados genoveses e pisanos, bem como os burgueses da comuna do Acre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;183&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mouros_ocidente9.jpg&quot; width=&quot;250&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Desembarque dos reis na Terceira Cruzada&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
Atendendo às ordens do sultão, centenas de engenheiros e sapadores, protegidos por milhares de flechas e projéteis, começaram a minar as torres centrais. A luta se estendeu por todo o perímetro da dupla muralha. As tropas que o rei Henrique trouxe às pressas da ilha de Chipre, controlada apelos cristãos, rapidamente se mostraram insuficientes para reforçar a guarnição de apenas 15 mil cavaleiros e infantes.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;O assalto dos mouros&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot;reprodução&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;199&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/mouros_ocidente10.jpg&quot; width=&quot;141&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;A queda do Acre, o assalto dos mouros&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;3&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;No dia 18 de maio foi ordenado o assalto final, fazendo com que um verdadeiro mar humano aos gritos de Alá se jogasse contra as torres do Acre. Depois de intensa luta, os muçulmanos conseguiram derrubar parte dos muros e se apossaram da porta de São Nicolau. Um caudal de soldados adentrou pelas ruelas e paços da cidade-fortaleza, dizimando quem encontrasse pela frente. O rei Henrique e alguns notáveis conseguiram embarcar às pressas em barcos cristãos e foram abrigar-se junto ao reino cipriota. Lá, mantiveram a ficção de um Reino Latino de Chipre. Ao cair a noite daquele dia, os odiados&amp;nbsp;&lt;i&gt;franjs&lt;/i&gt;&amp;nbsp;tinham-se rendido, haviam fugido ou estavam mortos. Nos meses que se seguiram à batalha de Acre, as tropas do sultão percorreram a zona costeira pondo em fuga os cristãos remanescentes em outras cidades, destruindo cuidadosamente tudo aquilo que pudesse ser utilizado pelos cruzados caso eles tentassem, algum dia, novamente desembarcar na região. Chegaram a revirar as hortas, decepar as árvores frutíferas e desmantelar o sistema de irrigação para tornar impossível a reconquista. Completavam assim, com tal gesto devastador, o que os teólogos chamaram de&amp;nbsp;&lt;i&gt;De Expugatione Terrae Sanctae&lt;/i&gt;, a expulsão dos cristãos da Terra Santa, iniciada por Saladino mais de um século antes.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Que eles não voltem mais&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;O jovem oficial árabe Abul-Fida, que estava presente na batalha e que, mais tarde, se tornou governante de Hama e historiador, deixou um relato vivo das operações de sítio e captura de Acre, e foi com alívio que encerrou sua crônica rogando &quot;praza a Alá que nunca mais eles coloquem os pés aqui&quot;. Passaram-se, desde então, setecentos anos e, por desgraça, Ocidente e Oriente voltam a tragicamente se defrontar.&lt;br /&gt;
Infelizmente, nem Alá nem o Deus dos cristãos atenderam as súplicas de Abul-Fida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 50px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;5&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;1&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;1&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/tempo.gif&quot; width=&quot;5&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td background=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/pimage/bg.gif&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;3&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/93263314641401014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/mouros-vs-cristaos-uma-derrota-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/93263314641401014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/93263314641401014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/mouros-vs-cristaos-uma-derrota-do.html' title='Mouros vs cristãos: uma Derrota do Ocidente'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5036195090809455751.post-6236948560688386527</id><published>2011-03-15T20:13:00.000-07:00</published><updated>2011-03-15T20:13:25.458-07:00</updated><title type='text'>Ivan, o Terrível    Grozny</title><content type='html'>&lt;div dir=&quot;ltr&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; trbidi=&quot;on&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #242424;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;Grozny, a capital da Chechênia, uma ex-república autônoma da federação Russa, tem aparecido constantemente no noticiário internacional desde que o governo local rebelou-se contra Moscou em 1994 e, mais recentemente, com a operação de guerra desencadeada pelo governo russo que culminou em fevereiro de 2000 com a sua completa destruição, para evitar que ela seja novamente a sede de um movimento separatista que ameaçava transbordar para as republicas caucasianas vizinhas. Grozny, poucos sabem, foi inicialmente um acampamento militar que os russos fundaram naquela região turbulenta em 1818, e o seu nome deve-se a uma homenagem ao czar Ivan IV, conquistador dos tártaros e dos mongóis, conhecido como Ivan Grozny (o Terrível),um dos maiores tiranos registrados pela história, morto em 1584. Saiba o porquê dele ter sido assim cognominado.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&quot;Não sabes então que meu povo só deseja devorar-me? Há gente perto de mim preparando-se para destruir-me!&lt;/i&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&amp;nbsp;- Ivan o terrível ao Metropolita Kolitchev, 1566&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;font-size: 12px; width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/ivan_grozny.jpg&quot; width=&quot;225&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Ivan Grozny, o Terrível (1530-1584)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;Eisenstein, o cineasta soviético, fez do acontecimento histórico uma cena notável. Vê-se na tela do seu &quot;Ivan, o Terrível&quot;, o perfil de ave de rapina do czar (interpretado pelo ator Nikolai Cherkassov), enquanto que ao fundo, serpenteando pela neve, estendia-se a multidão dos requerentes que vinham ao encontro do czar. Neste episódio da história da Rússia, ocorrido em janeiro de 1565, o autocrata, na verdade, só recebeu em audiência um pequeno número de súditos. Aquele gente toda, que ficara acampada ao longe, sacrificara-se numa viagem de penitência de 120 quilômetros, em pleno inverno russo - de Moscou até Alexandra Sloboda (um antigo pavilhão de caça transformado em fortaleza), para vir implorar pelo retorno do czar ao Kremlin. Um mês antes da cena, Ivan retirara-se da capital, insatisfeito com quase todo o mundo: dos sacerdotes da Igreja Ortodoxa aos boiardos (**), a nobreza russa que, segundo ele, não o deixavam governar o país a sua vontade. Quanto ao povo, ele não tinha queixas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um pouco antes da súbita partida, em dezembro de 1564, o czar reunira os altos dignitários na Catedral de Uspênski no Kremlin de Moscou e, amargurado, despedira-se deles. Que fossem todos para o inferno! Ele não agüentava mais os cerceamentos que os grandes lhe faziam. Não renunciara ao trono porém, nem abdicaria. Simplesmente ele mandou juntar os inumeráveis ícones, espalhados pelas igrejas da capital, e mais umas placas de ouro do tesouro real, e abandonou a cidade. Acompanharam-no a czarina Ana e alguns dos seus favoritos, numa viagem em que ninguém sabia onde iriam parar, talvez, nem o próprio czar. Supõe-se que foi pelo caminho, em meio ao gelo e à incessante neve, que lhe veio a idéia de separar a Rússia em duas áreas administrativas. Uma só para ele e a outra para os nobres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;(*)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;a Iª Parte do filme estreou em 1942, e a IIª Parte em 1946&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;(**)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Os boiardos eram integrantes de uma espécie de senado da grande nobreza russa, escolhidos entre a mais alta linhagem. A Rússia originalmente era uma confederação de boiardos espalhados pela região de Moscou que gradativamente, com o crescimento da autocracia, foram perdendo seus privilégios e sua autonomia, terminando como servidores do czar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ivan, os primeiros anos:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;filho de Vassili III, Ivan Vassiliévitch nasceu no Kremlin de Moscou, em 18 de março de 1530, ascendendo ao trono ainda criança, tendo a sua mãe, uma princesa bizantina, como regente. A princípio seu título era de Grão-Príncipe de toda a Rússia, tornado-se czar em 1547, com apenas 17 anos. Governou a princípio amparado pela Rada (o conselho dos boiardos), mas o sucesso das suas campanhas militares contra os tártaros e contra os mongóis (conquista de Kazan em 1552, e do Astracã em 1556) fizeram com que ele considerasse as instituições existentes como um sério embaraço ao seu poder autocrático. Uma série de assassinatos executados por seus sicários levaram à crise com os poderosos, e ao seu subsequente abandono da capital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Um país em pânico:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;quando a população de Moscou deu-se conta do ocorrido, estalou o pânico. Com a ausência do czar quem iria agora proteger a Rússia? A quais autoridades deveriam doravante a obediência? Onde estava o czar? As portas do clero e dos templos ortodoxos retumbavam pela barulheira feita pelas mãos da gente do povo que, em palma ou fechadas, não cessavam de bater desesperadas. O vazio que sentiram com a súbita ausência do czar e dos seus mais chegados deixou-os com a sensação de completo desamparo. Os boiardos que se arriscavam a transitar pelas ruas de Moscou sentiam pesar sobre eles os olhares acusadores do homem comum. Pedaços de gelo e bolas de neve voavam sobre suas cabeças. Eles, aqueles pomposos arrogantes, é que eram os culpados. Eles é que infernizaram a vida do pobre czar ao ponto de fazê-lo sair do Kremlin.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;CENTER&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;117&quot; src=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/ivan_moscou_old.jpg&quot; width=&quot;350&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;O Kremlin e a Moscou do século 16&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Os inimigos da Rússia:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;a Rússia de Ivan o Terrível, a Rússia do século 16, não tinha fronteiras seguras. Na verdade nem tinha fronteiras. Para o lado que um súdito russo olhasse havia tênues linhas flutuantes e inimigos ameaçadores. Para as bandas ocidentais eram os suecos, os poloneses e os alemães quem dominavam as passagens do Mar Báltico, dificultando o contato da Rússia com o grande comércio; ao sul, espalhavam-se os tártaros e o Império turco-otomano que reinavam sobre a estepe e o Mar Negro; ao Oriente, não muito distante de Moscou, numa indefinível linha norte-sul de mais de 5 mil quilômetros de extensão, ficavam os mongóis, os descendentes da Horda Dourada de Gengis Kã, que devastara a Rússia no século 13, e que até então os separavam das riquezas naturais da Sibéria. Esta situação de fragilidade permanente, de constante insegurança de um país geograficamente devassável, é que sempre foi a base de sustentação psicológica da autocracia. Um povo que se sentia sitiado e odiado pelos vizinhos era propenso a apoiar um regime despótico. O que o governo russo da época dominava eram as nascentes do Rio Volga e do Rio Don, o que lhe permitia fortificar-se no Kremlin em Moscou e efetuar campanhas de surpresa contra seus inimigos descendo pelos grande rios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A simbologia do poder:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;provavelmente a conversão do povo russo ao cristianismo ortodoxo promovida por São Cirilo, um monge bizantino que introduziu a Bíblia e o alfabeto grego (acrescido de mais 12 letras adicionais para contemplar os sons eslavos), no século 9, fez com que as instituições e a simbologia bizantina, tanto a sacra como a profana, fossem também importadas pelos russos. Vê-se esta presença com mais evidência na arquitetura com seus templos com cúpulas aceboladas e na profusão de pinturas em ícones ilustrando a decoração geral das igrejas. Mas os russos também adotaram o princípio cesaropapista, isto é, o chefe do estado também é o chefe da igreja. O seu governante supremo era o czar (de César, imperador), o governante autocrata(pantocrata em grego, e samoderzhets em russo). O exemplo arquitetônico máximo dessa unidade de poderes, o secular e o religioso enfeixado numa só mão, é o Kremlin (fortaleza), que encerra em seus muros altos, tanto os edifícios administrativos (o poder temporal) como as igrejas (o poder espiritual). Os russos adaptaram, pois, a nomenclatura bizantina às suas necessidades de um estado fortíssimo e implacável, bem como viram na águia negra bicéfala, símbolo do basileu grego, um ícone adequado para expressar o poder imperial russo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;CENTER&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;250&quot; src=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/ivan_catedral.jpg&quot; width=&quot;231&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Catedral de São Basílio (Catedral Pokrovsky), mandada erigir por Ivan em 1555-7&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;b&gt;A estrutura do poder do Czarado e a divisão tributária:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;as três regiões distintas que formavam a Rússia de então, o norte-nordeste, o centro-leste e o sul (a taiga gelada, a fértil planície ao redor de Moscou e as estepes), compunham-se de setores sociais distintos que se uniram para proteger-se, dando plenos poderes ao autocrata no Kremlin.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;center style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: red; font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;O Czarado&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #ff5b5b; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;center&gt;O czar (autocrata)&lt;/center&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;1&quot; cellpadding=&quot;3&quot; cellspacing=&quot;3&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Região Sul&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Região centro-leste&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Região norte-nordeste&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Cossacos do Don&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Grandes proprietários (Boiardos)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Comunas rurais (mir)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Cidade: Rostov&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Cidade: Moscou&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Cidade: Novgorod&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;Quanto ao sistema tributário russo, ele separava em geral os habitantes que pagavam impostos, isto é, a massa dos camponeses &quot;negros&quot; que viviam ao redor da comuna rural (mir), obrigados ao obrock (taxa anual entregue ao proprietário ou ao estado), e as corporações mercantis (gostinaia), dos outros, dos privilegiados, isto é, os membros do clero, os monges dos mosteiros, os gosti, uma pequena elite de mercadores favorecidos pelo czar, e os barines, os senhores de terra.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;A sociedade russa&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
situada entre a Europa e a Ásia, a Rússia do século 16, apesar de cristianizada desde 862 era vista como um país habitado por bárbaros. Tanto o povo comum, aquele mar de camponeses que a povoava, como os proprietários e os integrantes da corte, usavam longas barbas que se derramavam pelo peito abaixo, dando a eles um ar selvático, primitivo. A Igreja Ortodoxa proibia expressamente que as cortassem pois não admitiam profanar o que Deus determinara aos homens. As mulheres em geral era criadas dentro do espírito asiático de total obediência aos seus pais e maridos. Sua obrigação era sempre manter seus cabelos longe da vistas dos homens, cobrindo-os com lenços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os camponeses moravam em habitações paupérrimas, em casebres de madeira com telhado de palha, sempre enfumaçados pela presença constante de um fogo aceso. Os nobres e os proprietários, quando não viviam em fortes ou fortins, possuíam dachas, casas de campo bem maiores e bem mais confortáveis. Se a miséria era espantosa, isso não era impedimento para que a corte, dentro da tradição dos costumes orientais, ostentasse um luxo escandaloso, fazendo com que o contraste social na Rússia fosse espantoso. Quanto ao russo comum, a imagem dele que tinham os europeus era a de um tipo semi-selvagem, rude, analfabeto, extremamente supersticioso, condenado a viver sob a ameaça do knute, o chicote, sempre posto de joelhos perante o seu senhor.&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;162&quot; src=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/ivan_carregadores_volga.jpg&quot; width=&quot;350&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Os carregadores de barco do Volga, quadro símbolo do sofrimento do russo comum&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O tumulto na corte e a teoria da doença:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;muitos historiadores atribuem o sanguinarismo de Ivan, o Terrível, à infância atormentada que passou na corte de Moscou, onde, desde que nascera, presenciou o assassinato de grande parte dos seus parentes e o encarceramento de tantos outros. A surpreendente morte da sua esposa, a czarina Anastácia em 1560, provavelmente envenenada, também teria contribuído para o excessos posteriores cometidos por Ivan. Porém isso parece falso. Nada indica que a corte russa fosse muito diferente de qualquer outra corte asiática, ou mesmo dos governos tirânicos das cidades-estados italianas daquela época, onde o veneno e o punhal traiçoeiro eram moeda corrente, se bem que evidentemente em outra escala. O que parece que predominou e que levou Ivan a executar a grande matança foi a insuportável tensão nascida do choque entre a crescente importância da autocracia, desejada por ele, e os direitos adquiridos da Igreja Ortodoxa e dos boiardos. Analistas como O.V.Kliuchevskii e S.B.Veselosvskii insistem, porém, em diagnosticar no czar uma evidente paranóia, enquanto Edward L. Keenan apontou para uma grave doença na espinha que o acometera em 1560 deixando-o exasperado e doido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;250&quot; src=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/ivan_deus_menino.jpg&quot; width=&quot;184&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Ícone do Deus-menino&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A divisão administrativa e a servidão:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;aproveitando-se da comoção provocada pelo seu exílio em Alexandra Sloboda, assistindo ao embaraço do clero e dos boiardos em sentirem-se responsáveis pelo sentimento de orfandade em que o povo se encontrava, Ivan, a cavaleiro da situação, exigiu duas condições para o seu retorno a Moscou: 1) o direito de exterminar com os traidores sem os formalismo legais e 2) que concordassem no czar ter um Reino Separado, reservada apenas para si, a Oprichnina (&quot;separado&quot;), enquanto o restante, a Zemshchina, ficaria sob administração dos boiardos (mas aceitando interferências dele). Como compensação para o encolhimento do poder da nobreza, Ivan permitiu a adoção da servidão da gleba por parte dos grandes proprietários. Os kristiani, os camponeses russos, doravante não poderiam mais abandonar as terras em que estavam sem licença dos patrões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A divisão administrativa, entretanto, não era estranha ao mundo imperial; Otávio Augusto, o imperador romano, também separara no século I a.C. as províncias imperiais, das províncias senatoriais (supervisionadas pelo senado ). Até na França do século 16 existia o&lt;i&gt;pays d&#39;état&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(onde as ordens negociavam com o rei as leis e os assuntos financeiros) e o&amp;nbsp;&lt;i&gt;pays d&#39;élection&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(administrado pelos funcionários do rei). Assim, num primeiro momento, as exigência de Ivan para retornar a Moscou não pareceram estapafúrdias nem danosas a ninguém. Mas logo todos se arrependeriam amargamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;1&quot; cellpadding=&quot;3&quot; cellspacing=&quot;3&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;OPRICHNINA&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;ZEMSHCHINA&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;O Reino Separado: controle direito do Czar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sede: Alexandrova Sloboda e o Kremlin em Moscou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Governo: Conselho dos Quatro: (Basmanov, chefe dos oprichniki, Viazênski, Zaitsev e o próprio czar Ivan)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Área: compreendia quase todo o norte, as cidades comerciais voltadas para o Báltico e o Mar Branco, e algumas grandes cidades do país&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;O Domínio: controle do Conselho dos boiardos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sede: Moscou&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Área: tudo o que ficou fora da Oprichnina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigações: manter com seus recursos os dispêndios do czar na manutenção do seu Reino Separado&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O Reino do terror:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;para executar seu grande plano de vingança contra os boiardos e todos os que ousaram desafiá-lo no passado, Ivan concebeu uma organização paramilitar: os oprichniki. Formavam eles uma irmandade criminosa, disfarçada de ordem religiosa, tendo em Ivan uma espécie de abade-chefe. Os alistados, em sua maioria, originavam-se da pequena nobreza provinciana que, servindo caninamente ao czar, viam um modo de ganhar terras e fazer prosperar suas famílias. Vestiam-se todos de negro como numa ordem monacal, inclusive o czar, e tinham amarrados nas selas dos seus cavalos, pendentes, cabeças de cães decepadas para mostrar a todos a sua determinação assassina. Eram uma tropa de elite, o equivalente russo-tártaro da guarda pretoriana dos imperadores romanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O próprio Ivan preparava as listas das pessoas a serem presas, torturadas e executadas. Jogou os oprichniki com furor implacável sobre suas vítimas, não poupando os anciãos, as mulheres, nem as crianças. Prisões em massa era intercaladas com assassinatos seletivos dos membros da alta nobre e do alto clero. Muitas deles eram conduzidos para Alexandra Sloboda, onde eram supliciados nos porões da fortaleza. Ivan, muitas vezes, supervisionava as flagelações e as mutilações, não se importando quando o sangue dos atormentados respingava no seu rosto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;As execuções em massa:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;durante os dez anos seguintes, de 1565 até 1575, a Rússia viveu sob sistemático terror desencadeado pelo seu próprio governante. Intercalando com as guerras contra os inimigos externos, Ivan nunca deixou de atormentar os que imaginava serem potencialmente seus inimigos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; border=&quot;1&quot; cellpadding=&quot;3&quot; cellspacing=&quot;3&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ano&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align=&quot;CENTER&quot; valign=&quot;TOP&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;As vítimas de Ivan&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;1563&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Primeiro período de execuções em massa: parentes de Alexei Adashev, um favorito caído em desgraça&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;1565&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;2º período: Príncipe Gorbati-Chuiski e outros nobres&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;1566&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;3º período: os nobres que pediram a Ivan o fim da Oprichnina&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;1568&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;4º período: execuções que se estenderam pelo ano todo, considerado o pior período. O metropolita Philipp, o chefe da Igreja ortodoxa confronta-se com Ivan (o padre será julgado, deposto e preso). Ele será assassinado um ano depois pelo chefe oprichniki Maliuta Skuratov&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;1569/nov.dez.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;5º período: execução de Vladimir de Staritsa, sua mulher e filha, sua mãe, os nobres da corte dele e várias pessoas comuns ligadas a ele. Queda dos chefes oprichniki Basmanov e Viazênski, ascensão de Maliuta Skuratov e V. Griaznoi&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;1569/ dez.-março&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;6º período: expedição punitiva a Novgorod, Pskov, Tver e outras cidades; estima-se em 30 mil as vitimas do pogrom de Novgorod&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;1570&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;7º período: mais de 300 executados na Praça Vermelha em Moscou, entre eles o ministro das relações exteriores Ivan Viskováti que teve a coragem de pedir a Ivan que parasse com a matança.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;1571&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;8º período: executados vários chefes oprichniki por covardia perante a invasão tártara do Cã da Criméia ocorrida em maio e que provocou o incêndio de Moscou&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;1575&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;9º período: apesar da oprichina ter sido abolida em 1572, deu-se ainda uma execução de 40 nobres e sacerdotes em Moscou.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;As contradições de Ivan:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;o czar era um homem muito religioso, apegado as coisas da igreja, aos relicários, aos ícones, e às pinturas sagradas. Cada vez que mandava executar uma sentença de morte, enviava quase que de imediato a um dos seus mosteiros preferidos, uma generosa quantia para que rezassem pela alma dos mortos. Por vezes, remetia listas inteiras feitas de próprio punho de todos os que exterminara. Como isso resultasse em insônia, ele ordenava que leitores o embalassem ao leito com histórias da vida dos santos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este permanente sentimento de culpa jamais o impediu do que quer que fosse. Em algumas salas da sua fortaleza-mosteiro de Alexandra Sloboda ele mandara pintar nas paredes cenas imaginárias do inferno, onde até hoje pode-se ver os desgraçados se contorcendo, sofrendo torturas atrozes. Quando ele desejava que alguém fosse submetido a uma daquelas aflições ali desenhadas, ele a apontava para o carrasco. Num dos murais, vê-se um grupo de vítimas sendo tirados do gelo e, em seguida, postas no fogo. Esse era um dos tormentos favoritos de Ivan. Na concepção cristã-ortodoxa do inferno, frio e calor extremo, os opostos, andavam juntos. Foi o mesmo pesadelo que ele determinou que a população de Novgorod sofresse, no pogrom do inverno de 1569-70. As vítimas tinham primeiro suas roupas queimadas e, em seguida, eram jogadas em chamas nas águas geladas do Rio Volkhov e do Lago Ilmen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;223&quot; src=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/ivan_catedral_sofia.jpg&quot; width=&quot;295&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Após ter assistido a missa na Catedral de S.Sofia em Novgorod, no dia 7 de janeiro de 1570, Ivan ordenou o massacre de 500 monges e da população da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;subtitulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;Entre o inferno e a boa mesa&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
ao contrário dos demais príncipes europeus ocidentais, seus contemporâneos, fascinados pelos relatos sobre o Paraíso, Ivan era obcecado pelas imagens pelo Inferno, pela danação das almas, pelos horrores que as aguardavam no Reino de Lúcifer. A leitura mais aprofundada dele era a da Bíblia, de onde extraiu a convicção do poder resultar da vontade divina, a qual ninguém poderia opor obstáculos sem arcar com punições severíssimas. O czar sentia-se bem em meio à liturgia bárbara da igreja ortodoxa, com seus altares coalhados de velas acesas e incensos enfumaçados expelidos das caçoulas. Mas também não desprezava a boa mesa, ao contrário, era um hedonista. Os banquetes que Ivan oferecia, tanto no Kremlin como em Alexandra Sloboda, eram apreciadíssimos. Os convidados estrangeiros espantavam-se com o luxo asiático da corte, com o esbanjamento da comida servida em enormes travessas de ouro maciço, e com as taças com jóias incrustadas, servidas por um exército de incansáveis fâmulos. O próprio Ivan, em faustosos trajes orientais, bordados com fios de ouro, tendo rubis, esmeraldas e diamantes como botões, costumava trocar ainda assim três vezes a sua coroa durante essas recepções à mesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Um monstro gótico:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;nem o gosto pela missa, nem o prazer pela mesa, evitavam que, depois de despachados os hóspedes e demais convidados, Ivan descesse às masmorras (geralmente embriagado), para extasiar-se com o sofrimento infligido aos presos nas câmaras de tortura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele estava longe de ser um príncipe renascentista. Nem o humanismo nem o passado clássico da cultura grega o interessavam. Pode-se dizer que seu universo mental circulava ao redor da Bíblia, dos Evangelhos, quase sempre envolto em seus temores ao sobrenatural, acreditando em magos e feiticeiros, e limitado pelos muros da fortalezas em que se abrigava, dos mosteiros que visitava, e das igrejas que freqüentava. De certo modo ele pode ser classificado como um monstro gótico, medieval, uma gárgula num corpo humano aplacando com sangue seus medos mais profundos.&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;270&quot; src=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/ivan_icone.jpg&quot; width=&quot;246&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Ícone de Ivan, o Terrível&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Um empecilho ao renascimento e à reforma:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;pode até cogitar-se que o longo reinado de Ivan, o Terrível, de 1547 a 1584, apesar dele ter mandado construir a catedral de São Basílio (tida como um dos mais belos edifícios religiosos da arquitetura ortodoxa que se conhece, para celebrar a vitória russa sobre os canatos de Astracã e Kazan), foi um entrave a que a Rússia conhecesse, ainda que à distância, as conquistas do Renascimento. Simbólico da sua repressão ao que poderia vir a representar o renascimento russo, foi o exílio forçado do Príncipe Kúrbski que refugiou-se na Lituânia em 1564, de onde enviou algumas cartas ferinas repreendendo Ivan pelo regime de terror que implantara no país. O fato de Kúrbski, um homem culto, tradutor do grego e estudiosos do latim ciceroniano, não poder viver mais em segurança na Rússia é demonstrativo do obstáculo imposto pelo regime do czar totalitário ao avanço do humanismo e do estudo dos clássicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mão de ferro de Ivan também não permitiu qualquer dissidência no campo religioso, fazendo com que a Reforma religiosa, que sacudia o Ocidente quando ele ascendeu ao poder, não tivesse a mínima influência sobre a Igreja Russa Ortodoxa, mantendo-a atrasada em relação às suas congêneres européias. Um manso braço do estado autocrático que naufragou com ele quando ele foi posto a pique em 1917.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O fim de Ivan, o Terrível:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;: a violência que cercava o mundo de Ivan não podia deixar de fazer vítimas entre a sua própria família e pela própria mão do czar. Em novembro de 1581, diz-se que num acidente, quanto estava em pleno acesso de fúria, Ivan matou um dos seus filhos com um golpe de atiçador na cabeça do jovem, também chamado de Ivan. Quando o czar morreu em 18 de março de 1584, com 53 anos, ouve um suspiro geral de alívio no país inteiro. Os súditos do czar pelo menos podiam voltar a dormir sem ter que preocupar-se em serem despertados no meio da noite pelos mensageiros da morte de Ivan, ou terem que suportar o nauseante cheiro dos cadáveres putrefatos, trazido pelo vento que vinha do Rio Moskva, pois o czar impedia que enterrassem depois das execuções coletivas ordenadas por ele. Mas em outros setores o vazio da sua morte provocou temores e sensação de desamparo, como neste canto entoado pelo metropolita e seu séquito no leito de morte do czar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Onde está a cidade de Jerusalém?&lt;br /&gt;
Onde está a madeira da Cruz doadora da vida?&lt;br /&gt;
Onde está nosso Senhor Czar, o Grão-Príncipe Ivan Vassilevitch de toda a Rússia?&lt;br /&gt;
Por que deixaste teu Czarado Russo e teus nobres filhos e nos deixastes órfãos a todos nós?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único filho de que restou dos sete casamentos do czar, o czarevitch Dmitri não durou muito, aparecendo morto em 1591, aos 9 anos de idade. As suspeita-se recaíram sobre o genro de Ivan, Boris Godunov, que entronou-se como czar em 1598. Com a morte do menino herdeiro encerrou-se a linhagem dos Riurikid. Porém a desconfiança lançada sobre a legitimidade do Czarado de Boris Godunov fez com que vários pretendentes se alçassem com ambições ao trono, fazendo com que a Rússia passasse pelo chamado Tempo dos Tumultos (smutnoe vremia), que estendeu-se por quinze anos, de 1598 até a ascensão do primeiro Romanov, o príncipe Miguel Fedorovitch, em 1613.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;259&quot; src=&quot;http://educaterra.terra.com.br/voltaire/artigos/pimage/ivan_mata_filho.jpg&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Ivan matou seu próprio filho, e como sempre fazia, chorou profundamente arrependido&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;A projeção de Ivan, o Terrível na história:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;tecnicamente foi ele quem implantou a autocracia na Rússia, fixando as bases de um regime que só seria derrubado pela revolução de 1917. Durante os 370 anos seguintes o princípio do absolutismo extremado perdurou na história russa com poucas alterações. A comparação mais evidente que se faz é entre o reinado de terror de Ivan o Terrível - o decênio negro de 1565-1575 -, e o Grande Terror desencadeado por Stalin entre 1936-38 na URSS. Enquanto o primeiro esmagou os boiardos, o segundo voltou-se contra a velha guarda bolchevique e a elite militar soviética. Se Ivan contou com Andrei Basmanov e com Maliuta Skuratov, os comandantes oprichniki, para suas execuções e prisões em massas, Stalin tinham para o mesmo fim a N.I. Yezhov e, depois, Lavrenti Beria, os chefes dos chequistas (a polícia secreta soviética).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filósofo Hegel disse certa vez que uma das funções mais nobres do estado é servir como um instrumento pedagógico dos seus cidadãos, procurando educá-los no respeito às regras da vida civilizada. Um estado assassino como o que &quot;a consciência leprosa&quot; (*) de Ivan, o Terrível implantou na Rússia do século 16, introjetou nos súditos e seus descendentes a triste idéia de que o chefe de governo, em certas condições, pode colocar-se acima de tudo o mais na Terra, e que não assiste ao povo, ou qualquer instituição, seja a duma (o parlamento) ou o zemstvo (assembléias provinciais), direito algum em se lhe opor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;(*)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;expressão do príncipe Kúrbski, em carta a Ivan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ivan o Terrível e Stalin:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;a similitude entre ambos os governos e personalidades foi feita aliás pelo próprio Stalin que, como Ivan, estava convicto de que as matanças e os expurgos eram necessários para consolidar o poder e assim fazer um bem para a Rússia. O fascínio de Stalin pelo tirano que o antecedeu foi tal que chegou a orientar o grande cineasta soviético Sergei Eisenstein, que filmava um longo épico sobre Ivan o Terrível, num sentido positivo. Eisenstein, a princípio, inclinara-se a abordar a vida de Ivan mostrando-o como um terrorista doido e paranóico. Para Stalin, ao contrário, o czar fora um grande governante que dera segurança ao pais ameaçado de todos os lados. Elogiou-o, sem hesitar, pela utilização dos oprichniki, a policia política, no extermínio dos seus inimigos. O único senão, observou Stalin, foi &quot;seu fracasso em liquidar as cinco grandes famílias feudais restantes&quot;. Pois bem, justificou-se ele, se Ivan, o Terrível, defendera o Cristianismo Ortodoxo eslavo (ameaçado pelo catolicismo polonês, pelo islamismo dos turcos, e também pelo animismo dos mongóis), Stalin defendia o Comunismo russo (tanto do nacional-socialismo alemão, como do liberalismo capitalista dos norte-americano).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Internamente, Ivan viu seus inimigos agindo entre os altos escalões nobreza e do clero; Stalin os enxergou mais embaixo, entre os kulaks, a classe média rural da União Soviética, que impedia a coletivização da agricultura. Mas as comparações param por ai. Stalin era um revolucionário. Através da centralização total do poder ele realizou uma radical transformação na sociedade russa. A partir do Iº Plano Qüinqüenal (1929-1934), adotando os princípios da economia planificada, proveu o pais de um poderio industrial e bélico que até então inexistia. O seu projeto de desenvolvimento era uma soma das idéias de Marx, com a teoria da vanguarda revolucionária herdada de Lenin, de quem sempre se confessou discípulo. Se por um lado impediu que o povo russo tivesse acesso à liberdade, confinando em massa os opositores e os dissidentes em uma vasta rede de campos de trabalho (GULAG), ele estimulou a juventude russa a interessar-se pelas ciências e pela pesquisa em geral, o que teve efeitos significativos no desempenho futuro do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autocracia de Stalin, porém, não sobreviveu a ele. Morto em março de 1953, o poder na União Soviética foi assumido por um colegiado do Comitê Central do PC soviético. Se bem que sempre tivessem um líder mais saliente (Krushov, Brejnev ou Gorbachov), jamais algum deles chegou a arrebatar o poder, nos 36 anos seguintes a morte de Stalin, da forma absoluta e totalitária como secretário-geral do PC o fizera. Hoje, tanto Ivan, o Terrível, como Joseph Stalin são vistos pela atual geração como manchas escuras, de sangue bolorento, marcando como uma nódoa difícil de ser removida a consciência do povo russo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;titulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;Tolstoi na Chechênia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&quot;Que energia e que força vital!, disse para comigo, pensando naquilo que me custara a arrancar o cardo. Como vendem cara a sua vida! Como lutou para defendê-la!&quot;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;- Leon Tolstoi - Hadji Murat, 1896&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;180&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/tolstoi1.jpg&quot; width=&quot;147&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Tolstoi alistado no Cáucaso, em 1856&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Retornando para a Iasnaia Poliana, a sua tão famosa propriedade, Leon Tolstoi deparou-se, à beira do atalho que tomara, com um exuberante cardo tártaro. Atraído pela beleza da sua flor, cismou em querer arrancá-lo por inteiro. Puxou, puxou, até que, num gesto mais vigoroso, extraiu-o com raíz e tudo. Ufa! Que obra! A teimosia da planta em desgrudar-se do chão fez com que, aos poucos, ele recordasse da gente do Cáucaso. Quando jovem, ele servira lá como artilheiro, entre 1851 -54, enfrentando a resistência do líder checheno Chamil, que se estendeu até 1859. Como o cardo tártaro que o desafiara, aqueles montanheses - os chechenos, os inguches, os circassianos, os bats, os ossetianos, os azires e mais 50 outros tantos grupos étnicos -, tradicionalmente, batiam-se até o fim contra qualquer tentativa de remoção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entrando em casa, Tolstoi sentou-se na sua escrivaninha e, tomando a pena, deu-se a narrar a fascinante história de Hadji Murat (um lendário personagem, um naib, um misto de chefe clãnico e valentão foragido da lei, daquele canto perdido do sul da Rússia).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Áspera, e com altíssimos picos pedregosos, cercados por incríveis despenhadeiros, a cordilheira do Cáucaso (que liga os dois mares da Ásia Menor, o Cáspio e o Negro), é uma das esquinas do mundo. Logo, uma torre de Babel. A confusão das falas que lá impera é tamanha que os historiadores árabes chamaram-na de Jabal al-Alsine, a &quot;Montanha das línguas&quot;. Desde 1723 aquela exótica região começou a cair no controle do Império Russo, quando Pedro, o Grande, venceu uma curta guerra contra o xá da Pérsia. Uns anos antes desta vitória, o czar enviara para lá a missão do Príncipe Volynsky, imaginando que dali, do Mar Cáspio (que a envolve pelo leste), partia um rio em direção à Índia, o que lhe abriria as portas do rico comércio com o Oriente.&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;180&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/tolstoi2.jpg&quot; width=&quot;158&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Tolstoi em trajes de camponês quando decidiu-se a ser escritor e viver na sua propriedade&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Morto logo em seguida à conquista, Pedro não viu nada dessa riqueza. Porém, no século 19, os russo sentiram-se compensados. Ao redor de Baku, no atual Azerbaijão, desde 1872, passaram a explorar um dos mais prodigiosos lençóis petrolíferos até então descobertos. Foi a riqueza desse produto estratégico para a vida moderna, que atraiu para lá, durante a invasão da URSS pelos nazistas, o Iº Exército Panzer do General von Kleist, que ocupou a Chechênia em julho de 1942, chegando, com a entusiasmada adesão dos habitantes locais, a erguer a bandeira nazista no Monte Elbrus, o pico mais elevado do Cáucaso. Atitude que, como não poderia deixar de ser, os soviéticos não perdoaram depois que conseguiram expulsar os nazistas da URSS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A longa duração do domínio que os russos exerceram, e provavelmente ainda exercerão sobre o Cáucaso, encontra sua explicação na própria leitura do &quot;Hadji Murad&quot; de Tolstoi. As intensas rivalidades tribais, a existência de religiões adversárias (cristã e muçulmana, sunita e xiita), e a proximidade de duas poderosas nações islâmicas (a Turquia e o Irã) fez com que o fortim russo, com sentinela de plantão, fosse visto por muitos caucasianos, particularmente os cristãos, como um mal menor, senão como o único capaz de garantir uma certa ordem e uma relativa paz no caos histórico em que quase sempre viveram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/tolstoi3.jpg&quot; width=&quot;256&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Coluna do exército russo em marcha nas Montanhas do Cáucaso em 1845&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo assim, que se precavessem os russos! O czar Pedro, nas suas instruções ao príncipe Boris Kurkhistanov, o representante imperial no Cáucaso, recomendou que lidassem bem com a tribos locais, não lhes causando &quot;constrangimento nem rudeza&quot;. Caso, porém, isso não funcionasse com aqueles povos orgulhosos, que fosse severo com eles, porque, afinal das contas, como ele disse,&amp;nbsp;&lt;i&gt;oni ne takoi narod, kak v Evrope!&lt;/i&gt;, eles, os chechenos, &quot;não pertenciam às nações européias&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a flor do cardo despedaçada na palma da mão, Tolstoi lamentou-se. Esganara a pobre planta para nada. Contemplando o estrago, vendo-a esmaecida, moribunda, deu-se conta de que seu esforço só a desgraçou. De certa forma, esta é a situação do exército russo que, em fevereiro de 2000, se adonou de Grozny e de quase toda a Chechênia, repetindo com as armas o que o grande escritor, num equívoco, fizera, há bem mais de um século atrás, com as mãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;CENTER&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/tolstoi4.jpg&quot; width=&quot;205&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;A bandeira russa em meio as ruínas de Grozny&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;center&gt;&lt;span class=&quot;titulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;O Lobo Beria&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&quot;Como surgiu essa raça de lobos em meio do nosso povo? É a nossa raiz? É do nosso sangue?&quot;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;- A .Soljenítsin - Arquipélago Gulag,1973&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;LEFT&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/beria1.jpg&quot; width=&quot;166&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Lavrenti Beria (1899-1953)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Investigando os inícios, as pistas mais remotas do tão lamentado &quot;culto à personalidade&quot; dos tempos de Joseph Stalin, Robert Turcker, um prestigiado historiador da Rússia soviética, chegou a uma data e a uma carta. Era uma reprimenda que Stalin passara num pesquisador chamado A .G. Sluski, publicada num jornal em outubro de 1931. O infeliz ousara sustentar, anteriormente num artigo, que Lenin cometera certos equívocos na avaliação das ações dos sociais-democratas alemães em 1914. Stalin, altercado, deu-lhe um puxão de orelhas por duvidar da percepção do genial líder da revolução de 1917. Vladmir Ilitch não se enganava nunca!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este foi o sinal enviado aos pesquisadores, cientistas e escritores russos, para que entendessem que se Lenin foi infalível, Stalin, seu herdeiro na dinastia ideológica, também o era. A partir dali a história soviética, e tudo o mais, tornou-se um ramo da ficção. Ai de quem deixasse de citar uma frase ou parágrafo extraído dos iluminados comandantes bolcheviques, em qualquer manual, ensaio ou relatório cientifico que fosse. Na história ou na mineralogia, na geografia ou na astronomia, a sabedoria deles era ilimitada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproveitando-se da institucionalização da bajulação - segundo alguns psicólogos uma necessidade patológica de Stalin, por ser um inseguro filho de um sapateiro, um ex-servo, que agora ocupava o trono dos czares -, Lavrenti Beria, até então um inexpressivo chefe da GPU (polícia política) da Geórgia, terra natal de Stalin, pôs-se a organizar um livro. Homem de limitadas letras (sua formação era técnica), nascido no lugarejo de Merkheuli em 29 de março de 1899, Beria encomendou-o a um historiador com um nome muito próximo ao dele: E. Bediia. Editaram-na em 1935 com uma tiragem fantástica. Beria, após os devidos &quot;reparos&quot;, colocou o seu nome como autor exclusivo e, depois de um tempo, na época do Grande Terror de 1936-8, fuzilou Bediia. O titulo era &quot;Sobre a história das organizações bolcheviques na Transcaucásia&quot;, onde esculpiu o mito de Stalin como &quot;o Lenin do Cáucaso&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Stalin, complexado por ter sido uma figura totalmente obscura nos acontecimentos de 1917, deliciou-se. O livro de Beria atingira o alvo. Em 1938, o Secretário-Geral trouxe-o para Moscou e entregou-lhe a NKVD (polícia política interna).A ascensão dele, curiosamente, provocou uma sensação de alivio nos moscovitas, porque aquela altura, apesar do GULAG ainda abrigar 3,5 milhões de presos, &quot;o povo zek&quot; como os chamou Soljenítsin, o Grande Terror amainara.&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;RIGHT&quot; background=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/antiga/pimage/fundo_tabela.gif&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 110px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;img border=&quot;1&quot; height=&quot;250&quot; src=&quot;http://www.terra.com.br/voltaire/mundo/pimage/beria2.jpg&quot; width=&quot;219&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica; font-size: xx-small;&quot;&gt;Beria e seu mentor, Stalin&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Ao verem-no de pincenês imaginaram-no um professor provinciano, um acomodado homem de letras, e não o que ele era, o barqueiro Caronte que levava os caídos do regime ao inferno do arquipélago dos campos de concentração. Beria logo aclimatou-se no Kremlin,. privando com Stalin diariamente. Como um cão farejava-lhe os mínimos desejos, alimentado a paranóia do ditador. Enquanto existissem conspirações, sabotadores, espiões reais ou imaginários, Beria continuaria íntimo da casa. Ao pobre povo russo, desprovido dos seus deuses, aterrorizado, só restou celebrar celerados como ele. Na curta e surda luta pelo poder que deu-se após o falecimento de Stalin, em março de 1953, Krushev e o Marechal Zukhov, o Partido e o Exército, prenderam e fuzilaram Beria em 23 de dezembro do mesmo ano. Foi tarde. Stalin e Beria haviam dizimado o país. Praticaram de certo modo um darwinismo ao contrário: a eliminação seletiva do melhor. Não houve pessoa decente, talentosa ou criativa, que não submeteram aos rigores do artigo 58 do código de 1926: quer dizer presa, torturada, deportada ou fuzilada. Sobraram os descendentes dos medíocres, dos covardes e dos patifes. A Rússia de hoje, enfim!.&lt;br /&gt;
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&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;titulo_antiga&quot; style=&quot;color: #242424; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;Bibliografia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;span class=&quot;text&quot; style=&quot;color: black; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 9pt;&quot;&gt;Deutcher, Isaac - Stalin, história de uma tirania - Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 2 vols.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Freeze, Gregory - Russia, a History Oxford University Press, Nova Iorque, 1997&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Malia, Martin - Russia under western eyes, Harvard University press, Cambridge. Mass. 1999&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romanoff, Nikita - Payne, Robert - Ivan, o Terrível, Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://tutancamom.blogspot.com/feeds/6236948560688386527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/ivan-o-terrivel-grozny.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/6236948560688386527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5036195090809455751/posts/default/6236948560688386527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://tutancamom.blogspot.com/2011/03/ivan-o-terrivel-grozny.html' title='Ivan, o Terrível    Grozny'/><author><name>Proteus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11460897451831734614</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>