<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228</id><updated>2026-10-29T20:29:46.104-07:00</updated><title type='text'>UMA MULHER ENCANTADA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>157</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-3975451607863844641</id><published>2012-12-28T05:24:00.001-08:00</published><updated>2013-04-13T08:35:51.836-07:00</updated><title type='text'>O PERFIL DO ORIXÁ OXOSSE. </title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;O PERFIL DO ORIXÁ OXOSSE.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Numa visão antropológica, os Orixás são vibrações de energia, cada uma numa faixa própria, com as quais os seres humanos se identificam, o que justifica a existência de filhos de diferentes Orixás. Assim os filhos de Oxóssi, são aqueles cujo metabolismo básico e características de personalidade herdadas geneticamente mais se identificam com uma matriz, o próprio Oxóssi, que se manifesta em ambientes como florestas cerradas, parques onde animais são preservados, espaços enfim, de contato entre o homem e os animais.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Numa visão teológica, os Orixás são divindades a serem respeitadas e cultuadas por seus filhos, que com eles entrariam em contato através de diferentes rituais disseminados na cultura tribal africana e que no Brasil estão agrupados sob o rótulo de uma religião, a Umbanda e o Candomblé. Cada divindade possui lendas que justificam seu destino e principalmente o arquétipo de comportamento à ela associado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;A Umbanda cultuada no Brasil é uma síntese de diversas manifestações diferentes da África, unindo preceitos e práticas que no continente negro se manifestam em povos isolados.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv-Z_Sj0z1Wk2co45oRKR01-CVS-zisPqi-4THOoEMeYjsfQNZcOGHYulUttP6WXZorOr1jF0GchYRrkWa4Pmx6zthUpoMWy4I25AP9urp7F_TseCPpEKqgDbfFw-RHGNVG1juKCRqFy4/s1600/oxosse+negro.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv-Z_Sj0z1Wk2co45oRKR01-CVS-zisPqi-4THOoEMeYjsfQNZcOGHYulUttP6WXZorOr1jF0GchYRrkWa4Pmx6zthUpoMWy4I25AP9urp7F_TseCPpEKqgDbfFw-RHGNVG1juKCRqFy4/s320/oxosse+negro.jpg&quot; width=&quot;223&quot; /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Há porém, uma corrente predominante, a dos iorubas ou nagôs. Sua visão do mundo material e sobrenatural foi a que mais se espalhou, tanto no centro-sul da África, como no Brasil, e os Orixás mais populares são dela originados. Os rituais Jeje , do Daomé (atual República do Benin), também encontraram espaço, principalmente porque tiveram de lutar contra mitos antagônicos dos iorubas; na verdade, o Daomé foi, há muitos séculos, dominado politicamente por um povo de civilização mais recente, os iorubas. Assim como Roma se comportou em relação aos mitos gregos, assimilando-os gradativamente e adaptando-os as suas próprias necessidades, os iorubas assimilaram usos, costumes e Orixás daomeanos, como Nanã, Iroco, Omolu e outros. Uma diferença, porém, sempre existiu para quem se propusesse a analisá-los.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Os mitos iorubas manifestavam grande vitalidade, envolvendo personalidades extrovertidas como Exu. Já os Orixás daomeanos são mais frios, vindos de uma cultura mais hierarquizada, onde os deuses são vistos de maneira um pouco ameaçadora e coercitiva; não costumam ter o senso de humor dos iorubas, sua flexibilidade, onde contendas difíceis às vezes são resolvidas por palavras hábeis. O mundo dos daomeanos é mais soturno, discreto, perigoso.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Nesse sentido, dois Orixás iorubas fogem da tradição básica: o mago Oçanhe, o solitário senhor das folhas, e Oxóssi, o caçador. Ambos são irmãos de Ogum na maior parte das lendas e possuem em comum o gosto pelo individualismo e o ambiente que habitam; a floresta virgem, as terras verdes não cultivadas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;A floresta é a terra do perigo, o mundo desconhecido além do limite estabelecido pela civilização iorubana, é o que está além do fim da aldeia. Os caminhos não são traçados pelas cabanas, mas sim pelas árvores, o mato invade as trilhas não utilizadas, os animais estão soltos e podem atacar livremente. É o território do medo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Oxóssi é o Orixá masculino ioruba responsável pela fundamental atividade da caça. Por isso na África é também cultuado como Ode , que significa caçador. É tradicionalmente associado à lua e, por conseguinte, à noite, melhor momento para a caça. Oxóssi e Oçanhe têm na floresta o próprio fim, nela se escondem. O primeiro para capturar os animais, o segundo para poder estudar sozinho e recolher as folhas sagradas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Oxóssi e Oçanhe representam as formas mais arcaicas de sobrevivência, a apologia da caça em detrimento da agricultura, a apologia da magia e do ocultismo em detrimento da ciência.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ao mesmo tempo, Oxóssi está mitologicamente muito próximo de Ogum, como conciliando o novo e o velho, as novas atividades com as tradicionais. Na Umbanda, recebe o título de Rei das Matas, sendo à ele consagrada a cor verde. Já no Candomblé, a cor verde é consagrada a Oçanhe por sua proximidade com as folhas, ficando o azul para Oxóssi, um azul pouco mais vivo e claro que o de Ogum, numa transição cromática.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Outro dado que identifica e aproxima Oxóssi de Ogum, é o fato de ambos representarem atividades e possuírem temperamentos próprios de uma mesma faixa etária, a juventude ( mas não a adolescência, pois são mitos adultos, viris ), onde a energia se expressa fisicamente.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Assim como o irmão ligado à guerra, Oxóssi é um Orixá que vive ao ar livre e está sempre longe de um lar organizado e estável. Seu combate cotidiano, entretanto, está nas matas, caçando os animais que vão garantir a alimentação da tribo, sendo por isso consagrado como protetor dos caçadores e eterno provedor da subsistência do gênero humano. Protege tanto o que mata o animal como o próprio animal, já que é um fim nobre a morte de um ser para servir de alimento para outro. Protege os antagonistas, o caçador, e a caça, pois são seres do mesmo espaço, a floresta. Por isso Oxóssi nunca aprova a matança pura e simples, para ele a morte dos animais deve garantir a comida para os humanos ou os rituais para os deuses, sendo símbolo de resistência à caça predatória. O conceito de liberdade e independência para Oxóssi é muito claro. Sua responsabilidade principal com relação ao mundo é garantir a vida dos animais para que possam ser caçados. Em alguns cultos de Umbanda, também se atribui à ele o poder sobre as colheitas, já que agricultura foi introduzida historicamente depois da caça como meio de subsistência.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Segundo Pierre Verger, o culto a Oxóssi é bastante difundido no Brasil mas praticamente esquecido na África. A hipótese do pesquisador francês é que Oxóssi foi cultuado basicamente no Keto, onde chegou a receber o título de rei. Essa nação, porém foi praticamente destruída no século XIX pelas tropas do então rei do Daomé. Já no Brasil, o Orixá tem grande prestígio e força popular, além de um grande número de filhos. Seus símbolos são ligados à caça: no Candomblé, possui um ou dois chifres de búfalo dependurados na cintura. Na mão, usa o eruquerê (eiru) , que são pelos de rabo de boi presos numa bainha de couro enfeitada com búzios.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;O mito do caçador explica sua rápida aceitação no Brasil, pois identifica-se com diversos conceitos dos índios brasileiros sobre a mata ser região tipicamente povoada por espíritos de mortos, conceitos igualmente arraigados na Umbanda popular e nos Candomblés de Caboclo, um sincretismo entre os ritos africanos e os dos índios brasileiros, comuns no Norte do País.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Talvez seja por isso que, mesmo em cultos um pouco mais próximos dos ritos tradicionalistas africanos, alguns filhos de Oxóssi o identifiquem não com um negro, como manda a tradição, mas com um Índio. Seu objeto básico é o arco e a flecha, o ofá e o damatá .&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Oxóssi é o que basta a si mesmo. A ele estiveram ligados alguns Orixás femininos, mas o maior destaque é para Oxum, com quem teria mantido um relacionamento instável, bem identificado no plano sexual, coisa importante tanto para a mãe da água doce como para o caçador, mas difícil no cotidiano, já que enquanto ela representa o luxo e a ostentação, ele é a austeridade e o despojamento.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/3975451607863844641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/12/o-perfil-do-orixa-oxosse.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/3975451607863844641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/3975451607863844641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/12/o-perfil-do-orixa-oxosse.html' title='O PERFIL DO ORIXÁ OXOSSE. '/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjv-Z_Sj0z1Wk2co45oRKR01-CVS-zisPqi-4THOoEMeYjsfQNZcOGHYulUttP6WXZorOr1jF0GchYRrkWa4Pmx6zthUpoMWy4I25AP9urp7F_TseCPpEKqgDbfFw-RHGNVG1juKCRqFy4/s72-c/oxosse+negro.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-5573982446349814842</id><published>2012-12-28T05:20:00.000-08:00</published><updated>2012-12-28T05:20:06.355-08:00</updated><title type='text'>O PERFIL DO ORIXÁ OGUM</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjq8lm6A9wFVbCPTgTF1peI02XU4HC5_R0DDfGe4yohQM6A0wlI4Wjty46-agBt86c46HlJ2Ve55luGckVA0-YUZwXiaXnGpvObcvWGGtBNkyVN5mdaMCg0tnZ-Kl5nY6eBNuIkqJBDHYw/s1600/Ogum+XOROQUE%5B2%5D.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjq8lm6A9wFVbCPTgTF1peI02XU4HC5_R0DDfGe4yohQM6A0wlI4Wjty46-agBt86c46HlJ2Ve55luGckVA0-YUZwXiaXnGpvObcvWGGtBNkyVN5mdaMCg0tnZ-Kl5nY6eBNuIkqJBDHYw/s400/Ogum+XOROQUE%5B2%5D.jpg&quot; width=&quot;308&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;O PERFIL DO ORIXÁ OGUM&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Divindade masculina ioruba, figura que se repete em todas as formas mais conhecidas da mitologia universal. Ogum é o arquétipo do guerreiro. Bastante cultuado no Brasil, especialmente por ser associado à luta, à conquista, é a figura do astral que, depois de Exu, está mais próxima dos seres humanos. Foi uma das primeiras figuras do candomblé incorporada por outros cultos, notadamente pela Umbanda, onde é muito popular. Tem sincretismo com São Jorge ou com Santo Antônio, tradicionais guerreiros dos mitos católicos, também lutadores, destemidos e cheios de iniciativa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;A relação de Ogum com os militares (é considerado o protetor de todos os guerreiros) tanto vem do sincretismo realizado com São Jorge, sempre associado às forças armadas, como da sua figura de comandante supremo ioruba. Dizem as lendas que se alguém, em meio a uma batalha, repetir determinadas palavras ( que são do conhecimento apenas dos iniciados ), Ogum aparece imediatamente em socorro daquele que o evocou. Porém, elas (as palavras) não podem ser usadas em outras circunstâncias, pois, tendo excitado a fúria por sangue do Orixá, detonaram um processo violento e incontrolável; se não encontrar inimigos diante de si após te sido evocado, Ogum se lançará imediatamente contra quem o chamou.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ogum não era, segundo as lendas, figura que se preocupasse com a administração do reino de seu pai, Odudua; ele não gostava de ficar quieto no palácio, dava voltas sem conseguir ficar parado, arrumava romances com todas as moças da região e brigas com seus namorados.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Não se interessava pelo exercício do poder já conquistado, por que fosse a independência a ele garantida nessa função pelo próprio pai, mas sim pela luta.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ogum, portanto, é aquele que gosta de iniciar as conquistas mas não sente prazer em descansar sobre os resultados delas, ao mesmo tempo é figura imparcial, com a capacidade de calmamente exercer (executar) a justiça ditada por Xangô. É muito mais paixão do que razão: aos amigos, tudo, inclusive o doloroso perdão: aos inimigos, a cólera mais implacável, a sanha destruidora mais forte.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Segundo as pesquisas de Monique Augras, na África, Ogum é o deus do ferro, a divindade que brande a espada e forja o ferro, transformando-o no instrumento de luta. Assim seu poder vai-se expandindo para além da luta, sendo o padroeiro de todos os que manejam ferramentas: ferreiros, barbeiros, tatuadores, e, hoje em dia, mecânicos, motoristas de caminhões e maquinistas de trem. É, por extensão o Orixá que cuida dos conhecimentos práticos, sendo o patrono da tecnologia. Do conhecimento da guerra para o da prática: tal conexão continua válida para nós, pois também na sociedade ocidental a maior parte das inovações tecnológicas vem justamente das pesquisas armamentistas, sendo posteriormente incorporada à produção de objetos de consumo civil, o que é particularmente notável na industria automobilística, de computação e da aviação.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Assim, Ogum não é apenas o que abre as picadas na matas e derrota os exércitos inimigos; é também aquele que abre os caminhos para a implantação de uma estrada de ferro, instala uma fábrica numa área não industrializada, promove o desenvolvimento de um novo meio de transporte, luta não só contra o homem, mas também contra o desconhecido.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;É pois, o símbolo do trabalho, da atividade criadora do homem sobre a natureza, da produção e da expansão, da busca de novas fronteiras, de esmagamento de qualquer força que se oponha à sua própria expansão.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Tem, junto com Exu, posição de destaque logo no início de um ritual. Tal como Exu, Ogum também gosta de vir à frente. A força de Ogum está tanto na coragem de se lançar à luta como na objetividade que o domina nesses momentos (e o abandona nos momentos de prazer e gozo).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;É fácil, nesse sentido, entender a popularidade de Ogum: em primeiro lugar, o negro reprimido, longe de sua terra, de seu papel social tradicional, não tinha mais ninguém para apelar, senão para os dois deuses que efetivamente o defendiam: Exu (a magia) e Ogum (a guerra); segundo Pierre Verger. Em segundo lugar, além da ajuda que pode prestar em qualquer luta, Ogum é o representante no panteão africano não só do conquistador mas também do trabalhador manual, do operário que transforma a matéria-prima em produto acabado: ele é a própria apologia do ofício, do conhecimento de qualquer tecnologia com algum objetivo produtivo, do trabalhador, em geral, na sua luta contra as matérias inertes a serem modificadas .&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ogum gosta do preto no branco, dos assuntos definidos em rápidas palavras, de falar diretamente a verdade sem ter de preocupar-se em adaptar seu discurso para cada pessoa.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ogum gosta de dormir no chão, precisa que o corpo entre em contato sempre direto com a natureza e dispensa roupas elaboradas e caras, que possam ser complicadas de vestir ou que exijam muito espaço na mochila. Não tem compromisso com ninguém, nem com seus próprios objetos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;A violência e a energia, porém não explicam Ogum totalmente. Ele não é o tipo austero, embora sério e dramático, nunca contidamente grave. Quando irado, é implacável, apaixonadamente destruidor e vingativo; quando apaixonado, sua sensualidade não se contenta em esperar nem aceita a rejeição. Ogum sempre ataca pela frente, de peito aberto, como o clássico guerreiro.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/5573982446349814842/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/12/o-perfil-do-orixa-ogum.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/5573982446349814842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/5573982446349814842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/12/o-perfil-do-orixa-ogum.html' title='O PERFIL DO ORIXÁ OGUM'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjq8lm6A9wFVbCPTgTF1peI02XU4HC5_R0DDfGe4yohQM6A0wlI4Wjty46-agBt86c46HlJ2Ve55luGckVA0-YUZwXiaXnGpvObcvWGGtBNkyVN5mdaMCg0tnZ-Kl5nY6eBNuIkqJBDHYw/s72-c/Ogum+XOROQUE%5B2%5D.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-2691766963491474738</id><published>2012-12-28T05:14:00.002-08:00</published><updated>2012-12-28T05:14:37.386-08:00</updated><title type='text'>O PERFIL DO ORIXÁ EXÚ </title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXcYvUKK9JmG7xEtV7Cs1FoRd5liLnjn1lzTTh28mRWmpvRPuKJh1WQ1di1_4dsoq98H0Otz36Ts6PO6QFrB3-gnfkMLxbpgVZt6_9NxrFxKDH2PsJR78qbqsXwZCZiEwYG1dfJfny0Ds/s1600/EXU+OBASIM.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXcYvUKK9JmG7xEtV7Cs1FoRd5liLnjn1lzTTh28mRWmpvRPuKJh1WQ1di1_4dsoq98H0Otz36Ts6PO6QFrB3-gnfkMLxbpgVZt6_9NxrFxKDH2PsJR78qbqsXwZCZiEwYG1dfJfny0Ds/s400/EXU+OBASIM.jpg&quot; width=&quot;248&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;O PERFIL DO ORIXÁ EXÚ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Exu é a figura mais controvertida dos cultos afro-brasileiros e também a mais conhecida. Há, antes de mais nada, a discussão se Exu é um Orixá ou apenas uma Entidade diferente, que ficaria entre a classificação de Orixá e Ser Humano. Sem dúvida, ele trafega tanto pelo mundo material ( ayé ), onde habitam os seres humanos e todas as figuras vivas que conhecemos, como pela região do sobrenatural ( orum ), onde trafegam Orixás, Entidades afins e as Almas dos mortos ( eguns ).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Esse Orixá (ou Entidade) não deve ser confundido com os eguns , apesar de transitar na mesma Linha das Almas (uma das três linhas independentes) sendo o seu dia a segunda-feira; ficando sob o seu controle e comando, os Kiumbas (espíritos atrasadíssimos na evolução). Exu é figura de status entre os Orixás, que apesar de ser subordinado ao poder deles, constitui uma figura tão poderosa que freqüentemente desafia as próprias divindades. Sua função e condição de figura-limite entre o astral e a matéria, se revelam em suas&amp;nbsp;cores, o negro e o vermelho, sendo esta última a vibração de menor freqüência no espectro do olho humano, abaixo do qual tudo é negro, há ausência de luz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Seus aspectos contraditórios também podem ser analisados sob outro ponto de vista: o negro significa em quase todas as teologias o desconhecido; o vermelho é a cor mais quente, a forte iluminação em oposição à escuridão do negro. Até em suas cores, Exu é o símbolo das grandes contradições, do amplo terreno de atuação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Os Exus são considerados entidades poderosas, mas nem sempre conscientes dessa força, desconhecendo seus limites e suas conseqüências ao envolver os seres humanos vivos. Assim ao utilizar-se de suas vibrações, um iniciado precisa tomar cuidado para não permitir que Exu, mesmo com o propósito de ajudá-lo, provoque um descontrole energético que possa ser prejudicial ao ser humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Sua função mítica é a de mensageiro - é o que leva os pedidos e oferendas do homens aos Orixás, já que o único contato direto entre essas diferentes categorias só acontece no momento da incorporação, quando o corpo do ser humano é tomado pela energia e pela consciência do seu Orixá pessoal (quando a consciência de quem carrega o Orixá desaparece). É Exu quem traduz as linguagens humanas para a das divindades. Por isso, é imprescindível para a realização de qualquer ritual, porque é o único que efetivamente assegura em uma dimensão ( ayé ou orum ) o que está acontecendo na outra, abrindo os caminhos para os Orixás se aproximarem dos locais onde estão sendo cultuados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;O poder de comunicar e ligar, confere à ele também o oposto; a possibilidade de desligar e comprometer qualquer comunicação. Se possibilita a construção, também permite a destruição. Esse poder foi traduzido mitologicamente no fato de Exu habitar as encruzilhadas, passagens, os diferentes e vários cruzamentos entre caminhos e rotas, e ser o senhor das porteiras, portas entradas e saídas. Isso não entra em contradição com o fato de Ogum, o Orixá da guerra, ser considerado o senhor dos caminhos. Além da grande afinidade entre as duas figuras míticas (que são irmãos, de acordo com as lendas), Ogum é responsável pelo desbravamento, pelo desmatar e o criar de novos caminhos, pela expansão do reino, enquanto Exu é o senhor da força que percorre esses caminhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Como, então, essa imagem de menino brincalhão, mesmo que imprudente, se coaduna com a imagem popular que associa Exu ao Diabo? Mesmo em cultos de Umbanda (alguns) Exu é freqüentemente considerado um representante do mal, das forças perigosas e não totalmente recomendáveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Qual a visão está correta?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A rigor, ambas ou nenhuma delas. Exu realmente brinca e se diverte, possibilitando brincadeiras e prazeres aos seres humanos. Também mexe com forças terríveis, provoca acontecimentos dramáticos, causando o mal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Em termos históricos, as culturas africanas que cultuam os Orixás - muito diversificadas, conseqüência evidente de uma sociedade dividida em raças, tribos, muito pouco centralizada para os parâmetros ocidentais - são muito mais antigas que as que conhecemos. Há lendas de Orixás que se explicam como respostas socialmente criativas a acontecimentos perdidos num longínquo passado, como a substituição do matriarcado pelo patriarcado, o surgimento do primeiro conceito de sociedade agrária, em oposição a uma cultura nômade e caçadora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Assim, como encontrar uma figura que representa o mal numa cultura onde não existe a dicotomia bem-mal? A moralidade ou imoralidade portanto, não está nas figuras dos Orixás, nem principalmente em Exu, mas sim nas interpretações que nós, ocidentais, fazemos a respeito de seus desígnios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Para a cultura africana, politeísta, onde os deuses brigam entre si, cada um tomando atitudes radicalmente opostas às dos outros, não existe um certo e um errado, mas vários. Cada ser humano é filho de dois Orixás e, para ele, suas atitudes serão as mais corretas, enquanto um filho de outro Orixá deverá manter postura diferente, mas adaptada ao arquétipo de comportamento associado ao seu próprio Orixá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Outra razão de confusão vem do fato de os negros terem chegado ao Brasil na condição de escravos, tratados como subumanos e sem os mínimos direitos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Nenhuma hipótese havia, portanto, para que Exu e outras figuras míticas do Candomblé e da Umbanda, fossem aceitas como independentes: os negros tinham de ser convertidos ao Deus Único , aos mitos cristãos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Uma divindade africana ao ser capturada pelas explicações católicas, teria no máximo o status de santo, divindade menor, praticamente humana, na teologia cristã.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Como precisavam de um Diabo, os jesuítas encontraram na figura de Exu, o Orixá que poderia, meio forçadamente, vestir a sua roupa, provavelmente porque sendo o mais humano dos Orixás, à ele se pede interferência nas questões mais mundanas e práticas, o que resulta que a maior parte das oferendas do culto vá, para ele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Exatamente por isso, Exu era a divindade que protegia, na medida do possível, os negros dos repressivos senhores. Era para Exu que pediam desgraças para seus senhores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Dois outros fatores associam Exu ao Demônio; o fogo - elemento do Diabo e também freqüente nos cultos e oferendas para o mensageiro dos Orixás africanos - e o sexo, território considerado tabu pelos católicos, e o prazer - em geral, as atividades favoritas de Exu. A sensualidade desenfreada costuma ser atribuída à influência de Exu, que significa a paixão pelo gozo, sendo freqüentemente representado em estatuetas, como figura humana sorridente, debochada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Para completar os tabus que marcavam Exu como uma figura que subvertia o conceito de faça o bem e será recompensado, faça o mal e será punido - já que ele podia fazer qualquer coisa e alterar qualquer resultado - mas um fator fez com que fosse não só usado como o Diabo mas reconhecido como sua própria encarnação por parte dos jesuítas: Exu gosta de sangue.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;É costume que, em oferendas, o sangue de animais seja o último ingrediente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;Como, porém, essa base filosófica africana foi esquecida na prática pelos brasileiros, existe certo temor e preconceito com relação a Exu. Isso se revela no temor que os babalorixás (sacerdotes que dirigem a Umbanda ou um Candomblé) têm em identificar alguém como filho de Exu, ou seja, como pessoas cuja energia básica é a mesma do mensageiro dos deuses. Reforçam-se assim, os mitos de desgraça que ronda a figura de Exu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, Times New Roman, serif;&quot;&gt;A Pomba-gira, figura comum nos cultos de Umbanda e presente em diversos Candomblés, dada a grande intercomunicação entre as duas vertentes, não passa, de um Exu Feminino, onde estão em destaque o senso de humor debochado, a voluptuosidade e sensibilidade desenfreada, usando cabelos soltos, saias rodadas e vaidosas flores na cabeça. Sua dança é uma gira frenética, desenfreada, violenta até, com quase nenhum controle - sem compostura , de acordo com a visão ocidental.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/2691766963491474738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/12/o-perfil-do-orixa-exu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/2691766963491474738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/2691766963491474738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/12/o-perfil-do-orixa-exu.html' title='O PERFIL DO ORIXÁ EXÚ '/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXcYvUKK9JmG7xEtV7Cs1FoRd5liLnjn1lzTTh28mRWmpvRPuKJh1WQ1di1_4dsoq98H0Otz36Ts6PO6QFrB3-gnfkMLxbpgVZt6_9NxrFxKDH2PsJR78qbqsXwZCZiEwYG1dfJfny0Ds/s72-c/EXU+OBASIM.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-5784417064070653616</id><published>2012-11-15T22:09:00.002-08:00</published><updated>2012-12-28T05:25:09.120-08:00</updated><title type='text'> Odé Akerãn </title><content type='html'>&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJxg-gMSgY6y9tq4TiZJqgEEg5qH3mshyphenhyphenqLT36hhskKTpJx-GiXVU1kgAelCnwiDA_ltDBZ6m3XN5fY1SdQNDmBPaI8nbezoc0qSjn5keg2HKzkvakAl6rvZ4FV5fwJZ6e03HJ4pRB2jo/s1600/OX%C3%93SSI.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJxg-gMSgY6y9tq4TiZJqgEEg5qH3mshyphenhyphenqLT36hhskKTpJx-GiXVU1kgAelCnwiDA_ltDBZ6m3XN5fY1SdQNDmBPaI8nbezoc0qSjn5keg2HKzkvakAl6rvZ4FV5fwJZ6e03HJ4pRB2jo/s400/OX%C3%93SSI.jpg&quot; width=&quot;293&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&amp;nbsp;Odé Akerãn&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AKÚERAN ou AKERAN é um título de um determinado caçador, cujo o qual foi divinizado transformando-se em ODE AKERAN. Este “caçador ancestral” é o único reverenciado nos Ritos do ÌPADÉ cerimônia de caráter privado, no qual é denominado de ESA&#39;KERAN. Alguns dos antigos dizem que este era o único caçador que fornecia “alimento” aos ÒRÌSÀ FUNFUN e que foi o primeiro a receber das mãos de OBÀTÁLÁ o ÌRÙKÈRÈ – símbolo dos sacerdotes e reis&lt;br /&gt;
A tradução do nome AKuerãn aparece de duas formas, primeiro como a união de Eku (rato) e erã (carne), ou seja, aquele que come rato, ou Oquê (montanha), erã (carne), aquele que traz a carne das montanhas. Eu sigo a segunda tradução.Aquerãn tem fundamento com Ogum e Exu, seu aspecto na natureza é representado pela mata ao pé de uma grande montanha, ou mesmo o cerrado.AKUERAN: &amp;nbsp;Um título que faz referência ao fato de se matar a caça, é o que faz todo caçador. Velho, come carne crua, culto realizado na madrugada. Tem fundamento com Oxumarè e Osónyín e Exu. Muitas de suas comidas são oferecidas cruas. Ele é o dono da fartura, ele mora nas profundezas das matas. Veste-se de azul claro e tiras vermelhas OU Veste branco e azul e como a lenda cita, ele usa muitas peles grossas. Carrega o Ofá e o Eruquele suas contas são azul claro. Seus bichos são: papagaio e arara, tira-se as penas e solta-se o bicho. Senhor do couro dos animais grudados nas paredes das casas de ásé, representando que ali houve um sacrifício e que ali, houve alimento para a sociedade.&lt;br /&gt;
Aquerã e Ogum:&lt;br /&gt;
Diz a lenda, que Ogum Olodé (chefe dos caçadores), tinha um irmão que mais tarde seria &amp;nbsp;chamado Aquerã, e eram inseparáveis, contudo Ogum observava que seu irmão, era frágil e muito dependente. Ogum decidiu procurar Exú, famoso por fazer o certo virar errado, o errado virar certo, ele sabia que o senhor dos caminhos iria dar um conselho acertivo. E assim foi, Exu disse a Ogum que deveria levar Aquerã até a mata mais escura e deixá-lo sozinho, mas que além disso, limpasse os rastros que davam o caminho de volta e fazer falsos rastros para a subida da montanha, assim ele não voltaria tão cedo. Ogum ficou pasmo e perguntou a Exu, porque fazer tal maldade, então que Exu disse:&lt;br /&gt;
- O menino só irá crescer, se tiver que enfrentar os perigos sozinho, longe de você Ogum, a montanha ensinará &amp;nbsp;a ele como ser um grande caçador, acredite!&lt;br /&gt;
Ogum então seguiu o que Exu disse, e levou o irmão a uma caçada ao pé da montanha, e assim o deixou, &amp;nbsp;Aquerã sem saber o que estava acontecendo, ficou perdido, com medo, e teve que colocar em prática tudo que Ogum havia lhe ensinado, &amp;nbsp;a cada passo que subia a montanha o vento ficava mais gelado, e ele tinha que caçar animais que a pele fosse mais grossa, para que pudesse sobreviver, ao chegar ao alto da montanha Exu estava esperando, e então o jovem caçador perguntou:&lt;br /&gt;
- Porque Ogum fez isso comigo Exu? Porque me deixou sozinho?&lt;br /&gt;
- Ele não te deixou sozinho, &amp;nbsp;ele deixou você com tudo que ele te ensinou, você entrou na mata um menino e agora é um homem.&lt;br /&gt;
Akuerãn entendeu e de cima do monte viu sua tribo, e assim retornou, onde sentou ao lado de Ogum que lhe entregou o título de Olodé e Akuerãn reinou com chefe dos caçadores.&lt;br /&gt;
Aquerã é cheio de mistérios, em certos momentos, aparece também como o pescador de grandes peixes, seria ele quem teria guiado Yemanjá pelas matas quando ela fugia de Olofim e por isso ela teria dado a ele uma concha que refletia a maldade dos inimigos.&lt;br /&gt;
Veste branco e azul e como a lenda cita, ele usa muitas peles grossas. Carrega o Ofá e o Eruquele.&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;&quot;&gt;Odé Akueram;ligado a ossãe.come bode,porco e gosta de fumo de rolo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&amp;nbsp; &amp;nbsp; </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/5784417064070653616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/11/akeran-akueran-ou-akeran-e-um-titulo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/5784417064070653616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/5784417064070653616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/11/akeran-akueran-ou-akeran-e-um-titulo-de.html' title=' Odé Akerãn '/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJxg-gMSgY6y9tq4TiZJqgEEg5qH3mshyphenhyphenqLT36hhskKTpJx-GiXVU1kgAelCnwiDA_ltDBZ6m3XN5fY1SdQNDmBPaI8nbezoc0qSjn5keg2HKzkvakAl6rvZ4FV5fwJZ6e03HJ4pRB2jo/s72-c/OX%C3%93SSI.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-4351271629295433391</id><published>2012-11-15T22:04:00.000-08:00</published><updated>2013-04-13T08:38:02.128-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiakPhyETgcjszmLYVihBSDo14fM1uw05axU9VLKREThPmKtf8gx1zJSBLhwOq7iGjleJljPIDaCi7lB0CZKolmHT6NHg1Ukkci5tbBFx-HoJyAuqe-DjLoWj4W3dFhYIn4gNoQF-NUEOs/s1600/logun+4.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiakPhyETgcjszmLYVihBSDo14fM1uw05axU9VLKREThPmKtf8gx1zJSBLhwOq7iGjleJljPIDaCi7lB0CZKolmHT6NHg1Ukkci5tbBFx-HoJyAuqe-DjLoWj4W3dFhYIn4gNoQF-NUEOs/s640/logun+4.jpg&quot; width=&quot;417&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Odé Karê&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Come com ÒSUN e ÒÒSÀÀLÀ. Usa azul e um BANTÉ dourado.Gosta de pentear-se, de perfume e de acarajé. Bom caçador, mora sempre perto das fontes.. É associado a pequenas caças e a grande pesca. Cultuado nas fontes de água.&lt;br /&gt;
Na África é cultuado nas matas do bairro Kare, próximo a Osogbô e aqui no Brasil é considerado filho de Odé com Yemanjá, contudo ao contrário de sua irmã, Oxum Karê que vive entre a água doce que encontra a salgada, ele vive com seu pai, porém esse caminho é um aspecto mais jovial da família dos Odés, sendo a grande maioria ligada a caça noturna, só que Odé Karê foge a regra, pois é associado a caça de pequenos animais a pesca em grande escala, por isso podemos usar uma pequena rede em suas roupas e a história que narro abaixo explica o porquê ele pode usá-la:&lt;br /&gt;
Itan - Odé Karê e a Oxum Karê&lt;br /&gt;
Odé Karê e Oxum Karê, desde pequenos viviam disputando tudo, assim como não havia nada que concordassem. Enquanto cresciam, Odé e Yemanjá observavam a rivalidade e então chegará a hora dos dois entenderem que sendo irmãos teriam que conviver e se completar, afinal ambos nasceram da mesma lágrima que correu do rosto de Yemanjá.&lt;br /&gt;
Seus pais então decidiram propor uma disputa, deram a cada um o ofá e uma rede, para que aquele que conseguisse mais caças e pescas venceria então a disputa, contudo cada um teria que trazer o mesmo número caças e de peixes. E assim Odé Karê e Oxum Karê seguiram mata adentro, e no primeiro dia ainda distante da água tiveram que usar o ofá, Odé Karê tinha uma visão mais aguçada e conseguiu maior número de bichos que sua irmã, porém na hora da pesca Oxum Karê que era mais estrategista que seu irmão colocou sua rede próxima ao leito do rio e jogou algumas sementes e logo conseguiu pegar grande número de peixes, deixando seu irmão irritado.&lt;br /&gt;
Enfim acabou a caçada e a pescaria e ambos voltaram para junto de seus pais, ao chegar apresentaram suas conquistas e então Odé e Yemanjá olharam para ambos e disseram:&lt;br /&gt;
- Odé Karê, por que conseguistes tantas caças e tão poucos peixes?&lt;br /&gt;
- Porque sou melhor no Ofá meu pai – Disse ele&lt;br /&gt;
- E tú Oxum, porque conseguistes tantos peixes e tão poucas caças?&lt;br /&gt;
- Porque sou melhor na pesca do que na caça em terra...&lt;br /&gt;
Assim Yemanjá juntou o que ambos tinham trazido e disse a eles:&lt;br /&gt;
- Olhem, ambos são meus filhos e ambos são bons separados, mas podem ser bem melhores juntos!&lt;br /&gt;
Assim Odé Karê e Oxum Karê entenderam que unidos poderiam muito mais e decidiram então parar de brigar e se unirem, onde ele a ajuda caçar e Oxum Karê ajuda ele na pesca.&lt;br /&gt;
Roupas e Aparamentas&lt;br /&gt;
Usa roupa azul claro com um pouco de doura e também salmão. Usa Ofá e Erú, em alguns axé carrega nas costa a abebé que representa sua irmã.&lt;br /&gt;
Comida&lt;br /&gt;
Axoxó, ado e acarajé, assim como frutas e carpa assada. Tudo que é feito a ele deve ser bem apresentado, bem feito e com bastante tempero de camarão.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/4351271629295433391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/11/ode-kare-come-com-osun-e-oosaala.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4351271629295433391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4351271629295433391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/11/ode-kare-come-com-osun-e-oosaala.html' title=''/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiakPhyETgcjszmLYVihBSDo14fM1uw05axU9VLKREThPmKtf8gx1zJSBLhwOq7iGjleJljPIDaCi7lB0CZKolmHT6NHg1Ukkci5tbBFx-HoJyAuqe-DjLoWj4W3dFhYIn4gNoQF-NUEOs/s72-c/logun+4.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-8537714253090603473</id><published>2012-11-15T18:28:00.003-08:00</published><updated>2012-11-15T18:28:23.105-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh2le9r1VAW8lo7y84CCA4BhnDE0p5Nm9A889lfyhvbcqucQPzDPCPdy3YUSRGNIRSuS3YFS-woBPXCL-3BQGNdA-OZvbMhA6Mi2Ydt4U6aOlGLTSbnYhyphenhyphenDDetolC8D9WAV5O04Yrm7Tjs/s1600/oxum+yponda.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh2le9r1VAW8lo7y84CCA4BhnDE0p5Nm9A889lfyhvbcqucQPzDPCPdy3YUSRGNIRSuS3YFS-woBPXCL-3BQGNdA-OZvbMhA6Mi2Ydt4U6aOlGLTSbnYhyphenhyphenDDetolC8D9WAV5O04Yrm7Tjs/s400/oxum+yponda.jpg&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Yeye Ypondá&lt;br /&gt;
Rainha na cidade de Pondá, dona do rio Pondá, Yeye Ipondá rivaliza com yeye Opará quando seus rios se encontram.&lt;br /&gt;
Yeye Ipondá é guerreira, vaidosa ao excesso, aponta sua espada para qualquer um e desafia o intruso. Muito ligada a Owárìs e Igbòálàmà, adora roupas douradas c/ branco e não responde no jogo mais de uma vez, ou seja, se ela responder entenda rápido pois ela não repetirá o que já respondeu. Se irrita ao ser puxada numa roda de candomblé, gosta de ser a primeira se tiver outra Oxum na sala e conte com ela sempre quando se tratar de uma criança. Não perdoa um filho que não respeita ou quebra os seus preceitos e sua liturgia.&lt;br /&gt;
Ponda ou Ypondá ou Pandá: Esposa de Oxossi Ibualama. Porta um leque. É Mãe de Logun-Edé e com sua espada guerreia bravamente. Vive no mato com seu marido. Veste amarelo-ouro e azul-claro na barra da saia. Relacionada ao fogo e aos cemitérios, tem ligação com Egun. A pata é a sua maior quizila, seu bicho de fundamento é a tartaruga. É uma jovem da cidade de Iponda. Tem ligação com Ogum, Oyá, Oxossi e Oxaguiã. Come com Iyemonjá e Oxalá. Alguns dizem ser companheira de Omulu, muito feiticeira tendo ligação com o fogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra lenda conta:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Ypondá e Opará disputavam o mesmo amor. Em um determinado dia, Ypondá deu-se conta de que os olhos de Opará brilhavam muito quando avistava Erinlé, o Odé preferido de Ypondá. Ypondá muito faceira e perigosa, andava sempre armada com seu par de fisgas (espécie de arpão), chamou Opará até próximo a ela e pediu que se ajoelhasse Opará sem entender cumpriu o que a Osun mais velha solicitou, nesta fase Opará era uma espécie de dama de companhia de Ypondá. Opará muito jovem e bela sempre afoita e guerreira ficava sempre sentada aos pés de Ypondá ao abaixar-se Ypondá fisgou-lhe as duas vistas e arrancou fora tornando-se então Opará a Osun cega por isso dentro de seu Igbá põe-se um par de olhos. Onira revoltada com tal situação tenta comprar a briga de Opará, lançando raios contra Ypondá, e queimando os pés de minha senhora, Ypondá por sua vez muitíssimo inteligente mira o abebé dela contra os raios de Oyá e a cega também&lt;br /&gt;
desde então Opará e Oyá guiam-se uma a outra, fazem companhia, sao inseparáveis.&lt;br /&gt;
A esta Oya damos o nome de Onira que é uma Oya Olodo (ou seja das águas) mas veja bem existem dois caminhos de Opará:&lt;br /&gt;
Opará Hubjebé a que vem com Oyá&lt;br /&gt;
Opará Akurálonà a que vem com Ogun&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/8537714253090603473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/11/yeye-yponda-rainha-na-cidade-de-ponda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/8537714253090603473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/8537714253090603473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/11/yeye-yponda-rainha-na-cidade-de-ponda.html' title=''/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh2le9r1VAW8lo7y84CCA4BhnDE0p5Nm9A889lfyhvbcqucQPzDPCPdy3YUSRGNIRSuS3YFS-woBPXCL-3BQGNdA-OZvbMhA6Mi2Ydt4U6aOlGLTSbnYhyphenhyphenDDetolC8D9WAV5O04Yrm7Tjs/s72-c/oxum+yponda.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-1047429112119799362</id><published>2012-11-15T15:34:00.000-08:00</published><updated>2012-11-15T15:34:26.488-08:00</updated><title type='text'>Odé Otim e Yiá Otim</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFa9ubI6tsTIdEwvMuPMZc4UtYecjlTUl4_FG5_EnCWdkDlQopWpqfBxCG1suoB4SikNEzLjY4MxzqaVpPjW-MkD0yW5tAexoP-IVLcInntZJikfqdNcqsQZGo98uTEoSE6hSjY8RAuBw/s1600/ode_otim%5B1%5D.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFa9ubI6tsTIdEwvMuPMZc4UtYecjlTUl4_FG5_EnCWdkDlQopWpqfBxCG1suoB4SikNEzLjY4MxzqaVpPjW-MkD0yW5tAexoP-IVLcInntZJikfqdNcqsQZGo98uTEoSE6hSjY8RAuBw/s400/ode_otim%5B1%5D.gif&quot; width=&quot;288&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Yiá Otim.....Odé Otim&lt;br /&gt;
Odé Otim e Yiá Otim formam um casal inseparável, onde está Odé está Otim. Odé é representado por um menino portando arco e flecha, suas ferramentas para a caça e Otim porta um cântaro que carrega na cabeça.Orixás da fartura e dos excessos, Odé tem fama de generoso e bom: ele caça, mas fica com pena e remorso e dá a caça a Otim que come tudo rapidamente, sendo apelidada de gorda. São poucos os filhos de cabeça do Orixá Otim, talvez isto explique o seu quase esquecimento no culto, sendo Odé o mais conhecido, este sim com vários filhos. A beleza de Odé estende-se a seus filhos assim como suas características. Odé jamais pode ser esquecido, pois se sente excluído e abandonado e não perdoa facilmente uma falta como esta.&lt;br /&gt;
A floresta é a terra do perigo, o mundo desconhecido além do limite estabelecido pela civilização&lt;br /&gt;
iorubana, é o que está além do fim da aldeia. Os caminhos não são traçados pelas cabanas, mas&lt;br /&gt;
sim pelas árvores, o mato invade as trilhas não utilizadas, os animais estão soltos e podem atacar&lt;br /&gt;
livremente. É o território do medo. Yiá Otin é um Orixá feminino responsável pela fundamental&lt;br /&gt;
atividade da caça. É tradicionalmente associado à lua e, por conseguinte, à noite, as Iyá mi Ajés e&lt;br /&gt;
os pássaros da noite, pois a noite é o melhor momento para a caça. Odé Otin e Ossaiyn têm na&lt;br /&gt;
floresta o próprio fim, nela se escondem. O primeiro para capturar os animais, o segundo para&lt;br /&gt;
poder estudar sozinho e recolher as folhas sagradas.&lt;br /&gt;
Otin mora nas águas com Iyemanjá, Erinle e Oxum e na floresta com os irmãos Ossaiyn, Ògún&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;e Odé, no cultivo com Òrìsà OkoOdé Otin e Ossaiyn representam as formas mais arcaicas de&lt;br /&gt;
sobrevivência, a apologia da caça em detrimento da agricultura, a apologia da magia e do ocultismo&lt;br /&gt;
em detrimento da ciência. No Candomblé, a cor verde é consagrada a Ossaiyn por sua proximidade&lt;br /&gt;
com as folhas, ficando o azul para Odé Otin, um azul pouco mais vivo e claro que o de Ogum, numa&lt;br /&gt;
transição cromática.&lt;br /&gt;
Otin é um Orixá que vive ao ar livre e está sempre longe de um lar organizado e estável. Seu&lt;br /&gt;
combate cotidiano, entretanto, está nas matas, caçando os animais que vão garantir a alimentação&lt;br /&gt;
da tribo, sendo por isso consagrado como protetor dos caçadores e eterno provedor da&lt;br /&gt;
subsistência do gênero humano. Protege tanto o que mata o animal como o próprio animal, já que&lt;br /&gt;
é um fim nobre a morte de um ser para servir de alimento para outro. Protege os antagonistas, a caçadora, e a caça, pois são seres do mesmo espaço, a floresta.. Por isso Odé Otin nunca aprova a matança pura e simples, para ele a morte dos animais deve garantir a comida para os humanos ou rituais para deuses,sendo símbolo de resistência á caça predatória.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;O conceito de liberdade e independência para Odé e Yiá Otin é muito claro.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Sua responsabilidade principal com relação ao mundo é garantir a vida dos animais para que possam ser caçados.&lt;br /&gt;
. Em alguns cultos, também se atribui à ela o poder sobre as colheitas, já que agricultura foi introduzida historicamente depois da caça como meio de subsistência.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Orixá tem grande prestígio e força popular, além de um grande número de filhos. Seus símbolos são ligados à caça: no Candomblé, possui um ou dois&lt;br /&gt;
chifres de búfalo dependurados na cintura. Na mão, usa o eruquerê (eiru), que são pelos de rabo&lt;br /&gt;
de boi presos numa bainha de couro enfeitada com búzios, um ofá arco e flecha, uma lança.&lt;br /&gt;
Íyá Otin realmente o orisa da casa de joão de barro. Otín é um orisa relacionada com Erinle e&lt;br /&gt;
Yemojá.&lt;br /&gt;
Ìyá Otin e um orisa da caça e pesca, seu culto tem origem em inisa ( inixa )seu culto e mais&lt;br /&gt;
preservado nas naçoes de batuque no sul do brasil.orisa de carater reservado,vive com ode&lt;br /&gt;
caçando nas matas de quem e inseparavel. vista hora como esposa ,hora como irma de ode.&lt;br /&gt;
nao teve filhos aqui na terra, por isso atribuem o fato de que ela de a cabeça de seus filhos para&lt;br /&gt;
ode. por ser uma yaba ode ( caçadora ) veste-se com roupa de couro , como um homem., usa uma&lt;br /&gt;
capanga de couro,arco e flexa e lança.&lt;br /&gt;
come junto com ode, todo tipo de caça, coelhos , passaros etc , mas prefere mesmo a carne de porco.galinha pintada.Peixe: pintado.Comida: farofa doce com costela de porco assada com mel ,e em alguns axés dão galinha preta para Yiá Otim&lt;br /&gt;
Íyá Otin e uma yaba que vive na floresta, caça , pesca e recolhe os frutos por perto de casa que ela&lt;br /&gt;
mesmo constroi , no lugar onde chegam para caçar, enquanto ode vai longe caçar animais maiores&lt;br /&gt;
para levar o alimento para a comunidade , ela caça por perto , assim que ode chega tem seu&lt;br /&gt;
alimento preparado .&lt;br /&gt;
dizem tambem que e ela quem nos da casa propria, existe ate ebo para esse fim.&lt;br /&gt;
e dona da casa do joao de barro , deve ter algun itan que justifica o por que.&lt;br /&gt;
no batuque seu culto é tao importante que toda pessoa que se apronta no santo ,como e costume&lt;br /&gt;
de assim se dizer la, tem que assentar,Ìyá Otin por isso todo sacerdote tem Iyá Otin em suas casas.&lt;br /&gt;
seu assentamento leva uma estatua de madeira, imagem feminina que carrega um pote na cabeça.&lt;br /&gt;
tem ligaçao com yiemonja, por isso tambem leva uma ancora em seu assentamento, e seu igba é&lt;br /&gt;
colocado nos pes de yiemonja .existem informaçoes que ela habita as margens do rio osun com&lt;br /&gt;
quem tambem tem ligaçao, outras ha que diz que ela vive numa confluencia de um rio com o mar&lt;br /&gt;
pela sua ligaçao com yiemonja.Otin possui quatro seios e isso nao pode ser mencionado em sua presença, pois e uma ofensa terrivel a essa yiagba.&lt;br /&gt;
um mito conta que ela foi uma rainha muito poderosa , mas muito sensivel,por falta de respeito de&lt;br /&gt;
seus subordinados , se aborreceu muitissimo, e entrou no rio de erinle e desapareceu.&lt;br /&gt;
Iyagbá Otin uma Senhora caçadora,resumindo ele é filha de Erinlé um outro Orisá muito confundido&lt;br /&gt;
com Ossossi..Otin irmã de Ologun Edé e esposa de Ossossi..Para assentar uma Otin primeiro tem&lt;br /&gt;
muitos orôs e se assenta um corte de Orisás antes dela,um deles é Erinlé,Ologun&lt;br /&gt;
Edé,Iyemonjá,Ossayn ,Ogun,Ossosi e Osun..Ela come todo tipo de caça,ela só não come coelho&lt;br /&gt;
como os outros Odes e sim preá ou porquinho da índia como é muito difícil achar uma preá da a ela&lt;br /&gt;
o porquinho da índia,ela também come galos,igbín,pombos e adora carne de porco.Otin mora nas águas com Iyemanjá, Erinle e Oxum e na floresta com os irmãos Ossaiyn, Ògún e&lt;br /&gt;
Odé, no cultivo com Òrìsà Oko&lt;br /&gt;
Odé Otin e Ossaiyn representam as formas mais arcaicas de sobrevivência, a apologia da caça em&lt;br /&gt;
detrimento da agricultura, a apologia da magia e do ocultismo em detrimento da ciência.&lt;br /&gt;
No Candomblé, a cor verde é consagrada a Ossaiyn por sua proximidade com as folhas, ficando o&lt;br /&gt;
azul para Odé, um azul pouco mais vivo e claro que o de Ogum, numa transição cromática e para Iya&lt;br /&gt;
Ode Otin fica as cores azul claro intercalado com azul escuro e Yiá Otim a azul intercalada com rosa..Isso tembem vai&lt;br /&gt;
depender muito do caminho do Orisá Otin&lt;br /&gt;
Saudação de Otin: Oque bambo Otin ... Oque bambo Iyabá..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adurá Iyá Otin:&lt;br /&gt;
Otin rere&lt;br /&gt;
E moin dafá&lt;br /&gt;
Otin rere&lt;br /&gt;
E moin dafá&lt;br /&gt;
Òrìsà dafá mbó&lt;br /&gt;
Otin Obá delé&lt;br /&gt;
A oyo Òníyé.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Odé Otin e Yiá Otim come vários tipos de comidas,como:&lt;br /&gt;
Feijão fradinho bem temperado com lascas de cocô..&lt;br /&gt;
Milho vermelho bem temperado com lascas de cocos e amedoim torrado.&lt;br /&gt;
Também come acaçás,abaras,ekurus,obis,orogbôs,frutas e principalmente o abacate..&lt;br /&gt;
Eles adoram a carne de porco como: costelas,lingüiças,carrés e miúdos...Tudo bem temperado..Sua&lt;br /&gt;
bebida preferida é o aluá.&lt;br /&gt;
Caminhos[qualidades]&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;Odé Otim;Linde, Jubim, Emí, Avagan, Lobomí, Ridê, Tola, Olobomí, Fabiorô. Yiá Otim: Anidon, Dígala,Obérémi, Emí, Aridã, Tola, Olobomí,Renique,Talabí,Iborô&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/1047429112119799362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/11/ode-otim-e-yia-otim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/1047429112119799362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/1047429112119799362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/11/ode-otim-e-yia-otim.html' title='Odé Otim e Yiá Otim'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFa9ubI6tsTIdEwvMuPMZc4UtYecjlTUl4_FG5_EnCWdkDlQopWpqfBxCG1suoB4SikNEzLjY4MxzqaVpPjW-MkD0yW5tAexoP-IVLcInntZJikfqdNcqsQZGo98uTEoSE6hSjY8RAuBw/s72-c/ode_otim%5B1%5D.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-8530826986204774706</id><published>2012-11-15T13:03:00.000-08:00</published><updated>2012-11-15T13:03:14.115-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiLxeOeJZMBM3mHsH7JBFXpLOjFWgKcCb8u19CyQE-PlSZBZjtuXeXQUfCUvCHqhbfBSub_5xtc4ikahPSTW55OElz5vqZ53j5WKB-TMqP-rgaSpzQQoLjOeHIrQb5OXS6lyRi1iMjo5gY/s1600/erinle.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiLxeOeJZMBM3mHsH7JBFXpLOjFWgKcCb8u19CyQE-PlSZBZjtuXeXQUfCUvCHqhbfBSub_5xtc4ikahPSTW55OElz5vqZ53j5WKB-TMqP-rgaSpzQQoLjOeHIrQb5OXS6lyRi1iMjo5gY/s400/erinle.jpg&quot; width=&quot;312&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O culto Erinlé&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O culto de Erínlè nasce no Odu de Òkànràn / Ogbè. Seu culto está centrado ao redor do rio Erínlè,&lt;br /&gt;
um rio tributário do rio Òsun, que atravessa a cidade de Ìlobùú (Ilú Òbú ou cidade de Òbú),&lt;br /&gt;
localizada ao sul da Nigéria Ocidental, na estrada de Ogbomoso para Osogbo (está situada&lt;br /&gt;
aproximadamente dez milhas a oeste de Osogbo). Ele é a divindade patrona de Ìlobùú. Ìlobùú é um&lt;br /&gt;
centro de comércio para o inhame, milho, mandioca, óleo de dendê, abóbora, feijão, quiabo e está&lt;br /&gt;
em uma área de savana habitada principalmente pelos Yoruba. Òbú é um tipo de giz nativo (efun) e&lt;br /&gt;
é comestível. É usado para temperar comida e era um dos temperos principais, muito antes do sal,&lt;br /&gt;
da mesma forma que o aró-àbàje (uma tintura azul comestível) é usado para temperar comidas&lt;br /&gt;
como o ekuru aró. Tido como filho de Ainá, Erínlè é considerado por muitos como filho mítico de&lt;br /&gt;
Yemoja .É um Òrìsà caçador, pescador e um médico, por conta do seu grande conhecimento da&lt;br /&gt;
floresta e da flora. Este Òrìsà, enquanto médico dominou, antes que Osányìn, o poder da botânica.&lt;br /&gt;
Não é incomum para os sacerdotes de Erínlè carregarem um cajado (òsù) semelhante ao que&lt;br /&gt;
carregam os sacerdotes de Osányìn e de Ifá devido a importância deles como curandeiros&lt;br /&gt;
medicinais. Sabe-se que ele conhece o poder curativo do Eja aro. Essa medicina nasce em&lt;br /&gt;
Òkànràn Òfún. O peixe seco (eja aro) é conhecido em Nupeland e isso é revelado pelo caminho de&lt;br /&gt;
Òkànrànsodè descrito abaixo e na conexão entre Erínlè e o exilado rei da Nupeland. Há muitas&lt;br /&gt;
variações no nome pelo qual Erínlè é conhecido. Assim, ele é comumente conhecido como Erínlè&lt;br /&gt;
dentro de Egbado, Erínlè em Ìlobùú, Enlè em Okuku. Em Cuba e Trinidad ele é conhecido como Inlè&lt;br /&gt;
ou Erínlè &quot;Ajaja&quot;. Ajaja é um título honorífico que significa &quot;Ele que come cachorro&quot;, &quot;o que é feroz&quot;.&lt;br /&gt;
Erínlè quer dizer elefante (Erin) em-o-terra (ilè) ou terra-elefante. Erínlè é considerado por alguns&lt;br /&gt;
como uma divindade hermafrodita, mas ele é adorado principalmente como uma divindade&lt;br /&gt;
masculina em Yorùbáland. Ele é pensado por alguns estudiosos como sendo o aspecto masculino&lt;br /&gt;
de Yemoja Mojelewu. No Brasil o ligam a Osún e a Iyemanja pois segundo sua lenda é pela boca de Yemonjá que ele fala, Erinle é um orisa andrógino e considerado o mais belo dos caçadores; &amp;nbsp;O que parece consenso é que Erínlè mora na floresta com os irmãos&lt;br /&gt;
Osányìn, Ògún e Òsóòsì, no cultivo com Òrìsà Oko, nas águas com Yemoja, Otin e Òsun. A&lt;br /&gt;
residência verdadeira dele seria o ponto onde o rio encontra o oceano, onde docemente se&lt;br /&gt;
misturam as águas doce e salgada. No Candomblé Ketu é considerado que Erínlè tem dois&lt;br /&gt;
caminhos ou aspectos. Um aspecto é considerado um velho caçador, Òsóòsì Ibualama. O outro&lt;br /&gt;
caminho é mais jovem e mais delicado e bonito, normalmente chamado Inlè. Na tradição &amp;nbsp;Erínlè é acompanhado por Ibojuto e Abátàn. Abátàn (ou Abàtà = pântano) é a divindade da&lt;br /&gt;
baixada. Abátàn normalmente é considerado como a companheira feminina de Erínlè mas alguns&lt;br /&gt;
reconhecem Abátàn como masculino. Quando Erínlè é assentado dentro da cerimônia de iniciação,&lt;br /&gt;
Abátàn também é assentada. &amp;nbsp;Em alguns axés arrumam um otá abaixo do igbá de Erinlé, simbolizando ela,[ e uns axés cultuam como se fosse osun YEPONDÁ]e na hora do sacrificio dele cobre-se esse otá com uma gema de ovo.Ela tem canções e oríkì separados. Abátàn come com Erínlè e participa de todas as suas oferendas e sacrifícios. Erínlè seria acompanhado por Abátàn, sua contraparte feminina em tudo.. &amp;nbsp;Duas divindades que se unem como um, embora distintos, eles funcionam juntos, como uma unidade.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Há um equilíbrio, dando uma visão instantânea do caráter de Erínlè,&lt;br /&gt;
uma mistura perfeita de energias masculina e feminina. Além disso, na tradição &amp;nbsp;a familia de Erínlè se compõe de: Abátàn - sua esposa, Boyuto - guardião de Erínlè e Otin - filha de Erínlè e Abátàn Jobia - filho de Asipelu, ajudante de Erínlè, Olóògùn Èdè (Lògùn Èdè),&lt;br /&gt;
o &quot;senhor&quot; (dono) do medicamento (medicina) de Èdè - filho de Erínlè com Osun Yepondá, e, por último, Asao que chamam de duplo de Erínlè. Na Nigéria, Erínlè tem muitas manifestações ou caminhos, conhecidos como ibú:&lt;br /&gt;
Ojútù, Álamo, Owáálá, Abátàn, Ìyámòkín, Àánú. É o oríkì de cada ibú que distingue entre os&lt;br /&gt;
caminhos diferentes ou manifestações de Erínlè, como um se apresentando na sua coragem, outro como um caçador, outro ainda no poder presente na profundidade do rio[Ode Ibualama = uma outra versão para Erinle quando ele se apresenta mais ao fundo do rio, há um templo com esse nome na África fazendo alusão ao seu fundador Erinlé.. Aliás há vários templos mas todos são de um orisa só: Erinle nessa situação o caçador traça um outro caminho e pactua seus mitos com Omolu, Osumare, Nana,]. São cantados oríkì individuais a Erínlè no seu festival anual da mesma forma como também são invocados coletivamente. O awo ota - Erínlè ou otun Erínlè, é o nome dos recipientes usados dentro do culto de Erínlè (em Okeho é adicionalmente conhecido como aawe &amp;nbsp;- Erínlè, onde tem uma forma totalmente diferente das encontradas em Ìlobùú e na maior parte da Yorùbáland). Potes fechados que guardam pedras e água são predominantemente associadas com divindades fluviais femininas, como aqueles encontrados nos cultos de Yemoja e Òsun.O awo (segredo) - ota - Erínlè .É o recipiente tradicional para guardar os ota de Erínlè. Sacerdotes de Erínlè dançam em procissão como parte do festival anual de Erínlè em muitas partes de Nigéria.Para o festival, sacerdotes trazem com eles o próprio awo - ota - Erínlè para o festival no rio de Ìlobùú &amp;nbsp;Quando a possessão acontece, Erínlè dança com o awo - ota - Erínlè colocado no alto da cabeça.O òpá òrèrè (osu/cajado com o pássaro de ferro) de Erínlè é a representação para os seus seguidores da importância de&lt;br /&gt;
Erínlè como curandeiro,pois é considerado médico E, seu culto antecede o de Ossayn, o pássaro o representa. Ibojuto é a sua própria reencarnação representado pelo bastão que vai em seu assentamento e tem a mesma importância do Ofa de Ossosi. A divindade mais amplamente conhecida com o mesmo símbolo é Osányìn. O cajado é feito de ferro. Sempre é mantido em pé. . Pássaros de ferro empoleiram-se no topo. &amp;nbsp;A maioria dos cajados mostra um grande pássaro central cercado por pássaros menores.Não há diferenças significativas entre os cajados de Erínlè e de Osányìn encontrados na Nigéria, cada cajado é uma peça autorizada e única e assim os estilos variam imensamente, Porém há dois desenhos comuns do cajado de Osányìn feitos dentro da perspectiva dos awo em Yorùbáland. É comum se ver um cajado relativamente curto com um grande pássaro em seu topo e com 16 pássaros menores, em um arranjo circular,&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; que olham para o pássaro mais alto, central. Lá também pode ser encontrado um òpá/osu Osányìn alto, com um só e único pássaro e quatro cones de metal invertidos, as aberturas deles coberta por disco de metal para guardar medicamentos; seguro levemente na parte mais baixa do cajado (este cajado também é encontrado na tradição Lukumi, sua especificação é considerada um requisito de Odù). Deve ser acentuado que os cajados de Erínlè e Osányìn nas terras Yorùbá são encontrados em muitas variações no número de pássaros, formas e estilos.&lt;br /&gt;
Foi sugerido que os 16 pássaros menores representam a divindade Odù e os Olódù de adivinhação. . As curvas graciosas destes pássaros estáticos também podem ser confundidas com um agrupamento permanente de folhas de metal Tais folhas, que não &amp;nbsp; morrem,&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;são uma lembrança visual forte para Osányìn e os medicamentos de Erínlè!O pássaro de coroamento é, segundo muitos, um símbolo do poder sobre/pacto de Osányìn e Erínlè e Ìyáàmi.&lt;br /&gt;
São os medicamentos herbários de Erínlè e Osányìn que podem neutralizar ou contrapor-se aos ataques pelos aspectos negativos de Ìyáàmi. Eleye significa &quot;mulheres que possuem e são&lt;br /&gt;
pássaros&quot;, sendo os pássaros os mensageiros de Àjé/Ìyáàmi.Estes mensageiros também podem&lt;br /&gt;
ser vistos em muito da estatuária religiosa e do simbolismo real, &amp;nbsp;como por exemplo, no alto da coroa dos Oba. . Ìyáàmi é em essência o àse/awo feminino primordial, que pode ser potencialmente benéfico ou maléfico (em condições judiciosas). Os símbolos de pássaro lembram aos líderes e congregações que ninguém está acima das forças invisíveis que precisam ser apaziguadas. As &amp;nbsp;Ìyáàmi representam a gênese, as guardiãs e as doadoras do àse na terra.&lt;br /&gt;
Boyuto ou Ibojuto é encontrado em todos os santuários Lukumi para Erínlè. É descendente do òpá Erínlè encontrado entre os Yorùbá. Boyuto leva seu nome de uma das qualidades ou caminhos de Erínlè. &amp;nbsp;Esta qualidade de Erínlè está ligada a profundidade impressiva do rio Erínlè.&lt;br /&gt;
É dito que nesta profundidade é encontrado o reino mítico de Erínlè, chamado Ode Kobaye.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&quot;Esta profundidade escura do redemoinho é chamado Ojuto. Acredita-se profundamente, que as duas casas históricas (ilé pètésì) teriam sido tragadas para cima (emergido) dentro das correntes coloridas de índigo.Do fundo do ibu Ojuto, assim é acreditado, bandos (escoltas) de pombos voam para acima das águas e desaparecem no ar.&quot; (Baba Erínlè de Ìlobùú falando com R. F.Thompson no local do rio Erínlè, em Ìlobùú, 1994). Boyuto ou Ibojuto é também conhecido comumente como o osu de Erínlè.&lt;br /&gt;
Erinlé o caçador das grandes caças....o mais belo entre todos os caçadores!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Mitos de Erinlé&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Havia um caçador chamado Erinlé, o grande caçador de elefantes. Um dia uma mulher&lt;br /&gt;
passava perto de um rio e ali perto, junto ao bosque, avistou o caçador. Ele pediu a ela que lhe&lt;br /&gt;
desse água para beber, a mulher entrou no rio até a altura dos joelhos e, quando se inclinou para&lt;br /&gt;
apanhar água, ouviu de Erinlé a ordem de que entrasse mais fundo. Mais fundo no rio entrou a&lt;br /&gt;
mulher, mas percebendo que o rio ia afogá-la, saiu imediatamente da água, com medo de ser&lt;br /&gt;
morta. Ela ouviu então a voz do caçador, que era o próprio rio, reclamando que ela não trazia&lt;br /&gt;
oferenda alguma, ela queria recolher sua água, mas nada lhe dava em troca. Ninguém pode entrar&lt;br /&gt;
no rio profundo sem trazer presentes, tempos depois, quando Erinlé foi cultuado como orixá, seus&lt;br /&gt;
seguidores o chamaram de Ibualama, que quer dizer &quot;Água Profunda&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Òkànràn Ogbè - O nascimento do culto de Erínlè - Um Itan do Odu Òkànràn Ogbè conta a&lt;br /&gt;
história de um homem Nùpe (Tápà) com o nome de Àyònù que veio para a região de Ìlobùú. Ele era&lt;br /&gt;
o herdeiro da coroa em sua terra natal porém devido a algumas manobras políticas o título lhe foi&lt;br /&gt;
usurpado e ele foi forçado a fugir da cidade - ele teria sido morto para destruir a possibilidade de&lt;br /&gt;
qualquer reivindicação futura à coroa. Àyònù veio para Ìlobùú para caçar e ajudar a um caçador&lt;br /&gt;
nativo que tinha uma estranha aparência. O amigo percebeu que Àyònù, embora mostrando-se apto&lt;br /&gt;
nas habilidades da caça e agudo em aprender todos os segredos possíveis, não vivia sua vida&lt;br /&gt;
conforme um caçador. Àyònù contou sua história para o amigo caçador. O amigo era Erínlè mas ele&lt;br /&gt;
não o conhecia pelo nome porque os caçadores não mencionam nomes no mato para não serem&lt;br /&gt;
afetados por nenhum dos espíritos animais. Caçadores referem-se uns aos outros simplesmente&lt;br /&gt;
como Àwé. Erínlè, por seu turno, contou para Àyònù sobre sua casa, um palácio que ele tinha&lt;br /&gt;
embaixo da terra. Ele golpeou o chão com a palma de sua mão, a terra abriu-se e os dois&lt;br /&gt;
desceram para o palácio subterrâneo. Erínlè tinha estado caçando por um longo tempo e, assim,&lt;br /&gt;
ele decidiu fazer um pacto com Àyònù. Erínlè prometeu para Àyònù um nova coroa para&lt;br /&gt;
recompensá-lo pelo título que ele havia perdido em sua terra natal. Ele disse para Àyònù que, por&lt;br /&gt;
tanto tempo quanto ele continuasse a lhe trazer comida de caça, ele o compensaria com um título&lt;br /&gt;
novo. Erínlè também prometeu que a guerra nunca afetaria o reino dele. Erínlè e Àyònù&lt;br /&gt;
consolidaram seu pacto e Erínlè retirou-se para seu palácio na terra. Ele disse para Àyònù que se&lt;br /&gt;
ele precisasse dele novamente deveria chamá-lo golpeando a terra com a palma da sua mão.&lt;br /&gt;
Àyònù nunca mais viu seu amigo novamente. Àyònù construiu sua casa lá e logo outros caçadores&lt;br /&gt;
vieram viver com ele, seguidos por fazendeiros. Uma cidade tinha sido estabelecida e eles&lt;br /&gt;
consultaram Ifá. Os adivinhos lançaram Òkànràn Ogbè e Òrúnmìlà disse: ire! Desde esta época a&lt;br /&gt;
cidade de Ìlobùú nunca foi invadida ou afligida por guerra, mesmo durante o tumultuoso século&lt;br /&gt;
dezenove, marcado por muitos anos de conflitos civis na Yorùbáland.&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/8530826986204774706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/11/o-culto-erinle-o-culto-de-erinle-nasce.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/8530826986204774706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/8530826986204774706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/11/o-culto-erinle-o-culto-de-erinle-nasce.html' title=''/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiLxeOeJZMBM3mHsH7JBFXpLOjFWgKcCb8u19CyQE-PlSZBZjtuXeXQUfCUvCHqhbfBSub_5xtc4ikahPSTW55OElz5vqZ53j5WKB-TMqP-rgaSpzQQoLjOeHIrQb5OXS6lyRi1iMjo5gY/s72-c/erinle.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-4299555751203461195</id><published>2012-09-15T08:23:00.000-07:00</published><updated>2012-09-15T08:23:10.064-07:00</updated><title type='text'>Oyá Ìgbàlè – O Mito </title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5H7c5ldK86DZND9Q24AW3MKQ7TrWtqq0CJlk9yGI3x0qU_TXA19sm__-EmcyDfswK6Q3KGDONMjcs5AegbxYiGWJ7UM8Fje0cIeYnnZ5Fvv5smGW_hr43EYRYDFiU6-NIa1uogSc0VIE/s1600/oya.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5H7c5ldK86DZND9Q24AW3MKQ7TrWtqq0CJlk9yGI3x0qU_TXA19sm__-EmcyDfswK6Q3KGDONMjcs5AegbxYiGWJ7UM8Fje0cIeYnnZ5Fvv5smGW_hr43EYRYDFiU6-NIa1uogSc0VIE/s400/oya.jpg&quot; width=&quot;290&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Oyá Ìgbàlè – O Mito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Eèpàrìpàà! Odò ìyá&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Esse post sobre Oyá serve também para desmistificar de vez a palavra Ìgbàlè e dar valor a essência da liturgia de Oyá e seus caminhos, dando-lhe a verdadeira conotação e entendimento litúgico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Para um melhor entendimento e compreensão deste caminho de Oya, julgo necessário obter o devido conhecimento da palavra Ìgbàlè.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A palavra Ìgbàlè significa – pequena mata, lugar sagrado; tem a conotação de “A Floresta Sagrada dos Egúngun” ou “O Bosque Sagrado dos Ancestrais”. O mito relata que:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;“..Em épocas muito remotas, havia na cidade do Oyo um fazendeiro chamado Alapini, que tinha três filhos chamados Ojéwuni, Ojésamni e Ojérinlo. Um dia Alapini foi viajar e deixou recomendações aos filhos para que colhessem os inhames e os armazenassem, mas que não comessem um tipo especial de inhame chamado ihobia, pois ele deixava as pessoas com uma terrível sede. Seus filhos ignoraram o aviso e o comeram em demasia. Depois, beberam muita água e, um a um, acabaram todos morrendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Quando Alapini retornou, encontrou a desgraça em sua casa. Desesperado, correu ao Babalawo, que consultou o oráculo de Ifá. O sacerdote indicou que, após o l7º dia fosse ao ribeirão do bosque e executasse o ritual que foi prescrito no jogo. Ele deveria escolher um galho da árvore sagrada atori e fazer um “bastão de invocação” do qual deveria ser denominado de isan. Na margem do ribeirão, deveria bater com o bastão na terra e chamar pelos nomes dos seus filhos, que na terceira vez eles apareceriam. Mas ele também não poderia esquecer de antes fazer certos sacrifícios e oferendas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Assim ele o fez; seus filhos apareceram. Mas eles tinham rostos e corpos estranhos; era então preciso cobri-los para que as pessoas pudessem vê-los sem se assustarem. Pediu que seus filhos ficassem na floresta e voltou à cidade. Contou o fato ao povo, e as pessoas fizeram roupas para ele vestir seus filhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Deste dia em diante ele poderia ver e mostrar seus filhos as outras pessoas; as belas roupas que eles ganharam escondiam perfeitamente suas condições de mortos. Alapini e seus filhos fizeram um pacto: em um buraco feito na terra pelo seu pai, deveria ser “acomodado” os fundamentos do culto e denominado de ojúbo – Altar, no mesmo local do primeiro encontro, ou seja no Igbó Ìgbàlè, ali seriam feitas as oferendas e os sacrifícios e onde as roupas deveriam permanecer guardadas, para que eles as vestissem quando o pai os chamasse através do ritual do bastão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Seguindo o pacto e as instruções do Babalawo, de que sempre que os filhos morressem fosse realizado o ritual após o l7º dia, pais e filhos para sempre se encontraram. E, para os filhos que ainda não tiverem roupas, é só pedir às pessoas que elas as farão com imenso prazer…”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Assim sendo, poderia interpretarmos Oya Ìgbàlè como “A Senhora da Floresta Sagrada dos Ancestrais”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Se um dos atributos de Oya em sua pura essência é o “Espírito do Vento”, neste caminho ela é denominada de “O Vento da Morte, A Regente do Vento Invisível dos Egúngun” Oya Ìgbàlè é a divindade que Olódúmarè outorgou o direito de controlar os espíritos dos seres humanos quando desencarnados. Ela tem que assegurar que nosso espírito, de uma forma ou de outra, não seja prejudicado nesta “transição” tão delicada. Esta transição esta sub-dividida em 9 etapas: leito de morte, velório, caminho do cemitério, porta do cemitério, caminho da sepultura, sepultura, ritos fúnebres, despacho do carrego e o caminho para o além; e caso este espírito tenha que regressar ao mundo dos vivos, para solucionarmos alguma pendência, novamente deverá ser acompanhado por Oya Ìgbàlè.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Há tradicionalista modernos quem diga que o conhecido Déjà Vu a esta divindade pertence.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Oduleke foi o primeiro caçador a receber os ritos do Asese, celebrado por Oya Ìgbàlè. Até então este rito era somente destinados aos caçadores, para somente depois ser designado a todos os iniciados e consagrados ao Culto do Òrìsà e Egún.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Uma de suas principais características, esta em sua lealdade para com seus seguidores. Quando Oya Ìgbàlè acompanha seus seguidores em uma batalha, invoca seu poderoso exército de Egúngun liderado por um dos mais temíveis Ancestrais – Baba Ajimuda. Os mitos relatam que nesta batalha Oya Ìgbàlè cobre o rosto com uma mascara para ocultar a face da destruição. Na diáspora, esta mascara foi substituída pela pintura de efun do qual cobre por completo o rosto de Oya Ìgbàlè e que ninguém deve dirigir o olhar diretamente a ela, mesmo que esta cerimônia seja realizada no escuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;No Novo Mundo Oya Ìgbàlè passa a morar no Ile Awo – A casa do Segredo, mas especificamente no Ile Sanyin ou popularmente conhecido com Lesanyin quando cultuada no Culto de Lese Egún e no Ile Ibo Aku quando cultuada em Lese Òrìsà. Suas representação materiais e seus atributos diferem de um lugar para outro, porém seu maior segredo se mantem em igualdade em ambos os cultos. Entre tantos outros o que mais diferencia seus assentamentos, são a presença de uma ossada retirada do corpo de um animal, do qual deverá ser prepara e consagrada para determinadas funções. Sabemos que o osso representa a morte, a representação de um ser que em outrora vivera.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Oya é evocada para para Proteção contra ataques de perversos ou Iku-Egun, atrair Amores, fertilidade na esterilidade, saúde das trompas, vendas de todos os tipos, Melhorias no comércio, movimento de comercio, atrair clientes, tomar iniciativa, Faxina espiritual, varrer os espíritos perversos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;YANLE – banquete de Oya&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ewure , Etu , Adiyé , Aparo, Adaba, Agbado cozido e pilado, Egbo cozido e pilado, Akara, Ipanu (Caramelos com gengibre), Ekò pupa, Ekuru pupa, Ibakan , Olele, Obi abata com Osun, Orogbo com Osun, Epo em quantidade, Oyin, etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Tabu: Agutan (carneiro), a fumaça, o Adin, a todos os Egusi (abobora, melão, melancia, cabaças).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Oyà sempre dá uma parte do sacrifico para Sango e Egungun, mas quando houver sacrifício.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;(Por Babá Guido – Okitalande)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/4299555751203461195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/09/oya-igbale-o-mito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4299555751203461195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4299555751203461195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/09/oya-igbale-o-mito.html' title='Oyá Ìgbàlè – O Mito '/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5H7c5ldK86DZND9Q24AW3MKQ7TrWtqq0CJlk9yGI3x0qU_TXA19sm__-EmcyDfswK6Q3KGDONMjcs5AegbxYiGWJ7UM8Fje0cIeYnnZ5Fvv5smGW_hr43EYRYDFiU6-NIa1uogSc0VIE/s72-c/oya.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-6243663036505946290</id><published>2012-09-15T08:05:00.000-07:00</published><updated>2012-09-15T08:05:47.390-07:00</updated><title type='text'>Mãe Cotinha de Yèwá</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgj-BgUMdwaZJOwhUVTe4XHuFaQBD7QwP10CJqP5kfyfolk-LdTk21DFnFB6NJBtVB6dlNO8iz-6uwFCZozhhdy2NRFGCrT1AGRCGNOXK7DNxNBktGXhVOyjBzKTpmfyBUD9UDioCiBgFA/s1600/EW%C3%81.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgj-BgUMdwaZJOwhUVTe4XHuFaQBD7QwP10CJqP5kfyfolk-LdTk21DFnFB6NJBtVB6dlNO8iz-6uwFCZozhhdy2NRFGCrT1AGRCGNOXK7DNxNBktGXhVOyjBzKTpmfyBUD9UDioCiBgFA/s320/EW%C3%81.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;YÈWÁ TUDO SABE E TUDO VÊ!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Mãe Cotinha de Yèwá representou a 4° geração da Casa de Òsùmàrè, sendo a primeira mulher a assumir o maior posto hierárquico do Terreiro. Ela escreveu com letras garrafais seu nome na história do candomblé da Bahia. Sentou ao trono ainda jovem, em 1927, com 37 anos de idade. Governou o terreiro de Oxumarê por 21 anos, sob a orientação de Yèwá até o dia em que veio a falecer, em 21 de junho de 1948.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os antigos relatam que Mãe Cotinha era muito tímida e não gostava de dar ordens. Estas características que a distinguiam foram responsáveis por Yèwá, muitas vezes, assumir a direção da Casa. Era a própria divindade que transmitia os ensinamentos, educava as filhas de santo conforme as tradições e costumes do candomblé. Era ela também quem aplicava as correções necessárias, quando eram violados os princípios religiosos da Casa de Oxumarê.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Nada acontecia sem ser visto pelos olhos de Yèwá, que tomava conta de cada detalhe da casa de Oxumarê. Ela prezava pela seriedade, e, nos momentos que eram preparadas as oferendas para servir os orixás, não permitia nenhum tipo de conversa, muito pelo contrário, cânticos para louvar as divindades eram por ela entoados, e, com muita alegria, respondidos por todos, ao tempo em que eram realizadas as funções internas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhM2bcWFv6hTaBRWQ0UbheLEAW01iJ9n4KhzOdLiAhJWDMcUdbZ_aymP23olb6tNvwuNwSF3Yx2mXO8aaHA1rPb8MAZHJoEyZBM3MJXsYs_dX9mU-Z2lFVPyz6qmqn97YqyHW-iFOE2IXs/s1600/cotinha.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;253&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhM2bcWFv6hTaBRWQ0UbheLEAW01iJ9n4KhzOdLiAhJWDMcUdbZ_aymP23olb6tNvwuNwSF3Yx2mXO8aaHA1rPb8MAZHJoEyZBM3MJXsYs_dX9mU-Z2lFVPyz6qmqn97YqyHW-iFOE2IXs/s320/cotinha.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Cada um tinha a sua função, as filhas de santo pertencentes a orixás femininos executavam tarefas mais delicadas como cuidar do preparo das comidas, lavar as louças, limpar e decorar a Casa etc… Enquanto as filhas de Orixás masculinos buscavam a lenha, iam até a fonte buscar água para realização de todos os afazeres, colhiam os grãos na horta, etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Yèwá era quem designava as tarefas para as filhas de santo de Mãe Cotinha, que realizavam os deveres em perfeita harmonia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;pesquisa: site www.cadadeoxumare.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/6243663036505946290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/09/mae-cotinha-de-yewa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/6243663036505946290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/6243663036505946290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/09/mae-cotinha-de-yewa.html' title='Mãe Cotinha de Yèwá'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgj-BgUMdwaZJOwhUVTe4XHuFaQBD7QwP10CJqP5kfyfolk-LdTk21DFnFB6NJBtVB6dlNO8iz-6uwFCZozhhdy2NRFGCrT1AGRCGNOXK7DNxNBktGXhVOyjBzKTpmfyBUD9UDioCiBgFA/s72-c/EW%C3%81.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-8483091327371040939</id><published>2012-09-15T07:47:00.000-07:00</published><updated>2012-10-05T12:25:49.458-07:00</updated><title type='text'>Sem Ebó não há Candomblé. </title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sem Ebó não há Candomblé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;por Fernando D&#39;Osogiyan&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicJMb-cLg6gMyl1aAyYjgO_RB7Oh4hyphenhyphenon6EbVtxI_jxFkgh5ha-l467q_rfFKKysbQ6QFjE8TTXYqF9_GlxsTLHuVIaHpOY1mdJHjWarui_UyQvy5g9p79XUI1-_w6IsgzFMpb6iLr-68/s1600/EB%C3%93.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicJMb-cLg6gMyl1aAyYjgO_RB7Oh4hyphenhyphenon6EbVtxI_jxFkgh5ha-l467q_rfFKKysbQ6QFjE8TTXYqF9_GlxsTLHuVIaHpOY1mdJHjWarui_UyQvy5g9p79XUI1-_w6IsgzFMpb6iLr-68/s320/EB%C3%93.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sem Ebó não há Candomblé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ègbé, acho tão importante este tema que resolvi republicá-lo acrescentando mais informações e ratificando a importância de um Ebó em nossas vidas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Será que todos sabem o que é um Ebó e suas inúmeras finalidades, e aí pergunto: para que serve o Ebó?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;É importantíssimo esse entendimento para quem estuda, pratica e vive o Orixá.Tomar e restituir, propiciar redistribuindo, reequilibrar reestabelecendo uma sintonia com o Axé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;*”…Insistimos muitas vezes-diz Juana Elbein- que toda dinâmica do sistema Nagô está centrada em torno do ebó, da oferenda. O sacrifício em toda sua vasta gama de propósitos e modelidades… É a devolução que permite a multiplicação e o crescimento, Tudo aquilo que existe de forma individualizada deverá restituir tudo que o filho protótipo [Exú] devorou…Cada indivíduo está constituído, acompanhado por seu Exú individual, elemento que permitiu seu nascimento, desenvolvimento ulterior e multiplicação; para que ele possa cumprir seu ciclo de existência harmoniosamente, deverá imprescindivelmente restituir, através de oferendas, os “alimentos”, o Axé devorado real ou metaforicamente por seu princípio de vida individualizada. É como se um processo vital equilibrado, impulsionado e controlado por Exú, fosse baseado na absorção e na restituição constantes de matéria…”*&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Respondemos inúmeras perguntas sobre qualidades de Orixás, fundamentos, lendas, feituras, borís, axés,sonhos, procuramos desmestificar e dar coragem ao leitor de interagir e familiarizar-se com essa cultura, porém, sem ebó não teremos religião e essa pergunta ninguém fez: Preciso fazer ebó para tomar um Obí? Eborí? Assentar um Oríxá? Iniciação? Como saber qual ebó devo fazer? Por que tenho que fazer ebó? Quando fazer o ebó?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Em primeiro lugar precisamos acreditar no Ebó e na Iyá ou Babálorixá que prescreveu o Ebó e, principalmente entende-lo, pelo menos ter um caminho de entendimento. Ter a prova concreta de ter feito o ebó e ter melhorado, ou ter se livrado de um perigo, amenizado um situação de queda geral, de acidente, de perigo, de perda, de injustiça, de doença, de mal agouro, de egun, de demanda, de negatividade, etc, etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Existem ebós positivos e negativos, aqueles que se dão caminho e os que não se dão caminho, ebós de odú, ebós de Folhas,ebós que são presenteados,èjè, opé àti ìdàpò, ètùtù,ebó Ojú kòríbi, Owaji, Osun, Efun, Yrosún, ebó ayè pínùm,ebó ìpilè,ebó catimbó,ebó ancestral, ebós de Exú, Ikú, Egun, Ebós de carrego, Ebós de Axexê,Ebó Ajeum,kizilas/Ewós, Ebó de Ori Ejó, Ebós de Kamburukú, Fatolú, Ebós de Osé, Ebós de Abikú, Ebó Omim, Ebós de prosperidade,ebó de troca, ebós de lua, sol, chuva, tempo, ebós da madrugada, leiú, ebós de rua de todos os tipos, ebó de cachoeira, rio, mar,cemitério, hospital, banco, praça, delegacia,empresas, igreja,mato, dentro do buraco, na montanha, ebós contra vícios, roubo e ebós e tantos ebós de limpeza e preparação até para abrir um jogo de búzios, ebós para chegar e para sair, pra viver, pra morrer,para mil outras finalidades. Os efuns no iyawo é um ebó de proteção de suma importância contra as eleyes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ary Carvalho**&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Juana Elbein*&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Fernando D’Osogiyan&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/8483091327371040939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/09/sem-ebo-nao-ha-candomble.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/8483091327371040939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/8483091327371040939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/09/sem-ebo-nao-ha-candomble.html' title='Sem Ebó não há Candomblé. '/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEicJMb-cLg6gMyl1aAyYjgO_RB7Oh4hyphenhyphenon6EbVtxI_jxFkgh5ha-l467q_rfFKKysbQ6QFjE8TTXYqF9_GlxsTLHuVIaHpOY1mdJHjWarui_UyQvy5g9p79XUI1-_w6IsgzFMpb6iLr-68/s72-c/EB%C3%93.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-5264583159162962987</id><published>2012-09-15T07:35:00.000-07:00</published><updated>2012-09-15T07:35:22.059-07:00</updated><title type='text'>Nem todos têm caminho para o sacerdócio. </title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEih0WTME7Qf5SvAqPXb3XdL73rJwYQ0EC_-BBUxK9hhbWAk6mBLN-_X2hsbr76ZaBBuNzI9x2_-gKgRLRsHW80MLRV7zfCIP77-Lja9K6_CNa87fKipN2cgILHMOot2pCb-S8gUEHIehDY/s1600/baiana.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEih0WTME7Qf5SvAqPXb3XdL73rJwYQ0EC_-BBUxK9hhbWAk6mBLN-_X2hsbr76ZaBBuNzI9x2_-gKgRLRsHW80MLRV7zfCIP77-Lja9K6_CNa87fKipN2cgILHMOot2pCb-S8gUEHIehDY/s400/baiana.jpg&quot; width=&quot;285&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Nem todos têm caminho para o sacerdócio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A formação do Sacerdote de culto de òrìsá e longa e penosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;As noites, as histórias contadas e guardadas, os ensinamentos passados e as duras lições das madrugadas frias ou abafadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;As indagações, a insegurança e o verdadeiro clamor pela fé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A sabedoria, o conhecimento e a sensibilidade, advêm de saber muito mais ouvir do que falar, o precioso silencio, o saber que na hora exata tudo se mostrará, faz de figuras ímpares os verdadeiros disseminadores do amor e da fé de nosso culto maravilhoso, explendoroso e mágico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Não basta a vontade, tem que ter ‘tombo’, ser o escolhido e ser verdadeiramente “verdadeiro” em seus propósitos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ser sacerdote é calar, admirar e adorar quando se está diante de uma divindade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Diz um itan:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Foram os Babalawo que fizeram a adivinhação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Quando Ómósile veio para à Terra, foi consultar com os Babalawo para saber qual deveria ser a sua profissão para ter uma vida prospera.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Eles lhe disseram que deveria se dedicar ao mercado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;E que somente rendesse culto às divindades, sem exercer o sacerdócio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ao chegar ao Mundo, Òmósile esqueceu-se do mercado e iniciou-se no culto aos Orisa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sem ter os devidos conhecimentos, abriu seu próprio templo sem fazer os ritos nem os ebo necesários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Começou em pouco tempo a trabalhar com a religião e a iniciar outros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Èsù, olhando que o templo feito por Ómósile não tinha a permissão das divindades, fez mexerico entre alguns seguidores de outro culto, dizendo que Òmósile fazia bruxaria para eles.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Avisados por Èsù, foram pela noite até o templo de Ómósile e atearam fogo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ao outro dia, quando Ómósile chegou e olhou tudo queimado, foi para a adivinhação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os Babalawo disseram que deveria esquecer-se da religião, pois não era seu caminho, pois deveria ser comerciante e apenas render culto às divindades sem exercer o sacerdócio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Lhes aconselhou que fizesse ebó para achar o caminho da &amp;nbsp;prosperidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ele fez o ebó.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ao tempo, sua vida mudou para melhor e começou a prosperar com as vendas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Casou e teve muitos filhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ele cantou e dançou em louvor aos Babalawos que fizeram a adivinhação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;“Nem todos tem caminho para o sacerdócio.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sabedoria celeste.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Por: Bàbá Osvaldo ómó Obàtálá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/5264583159162962987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/09/nem-todos-tem-caminho-para-o-sacerdocio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/5264583159162962987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/5264583159162962987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/09/nem-todos-tem-caminho-para-o-sacerdocio.html' title='Nem todos têm caminho para o sacerdócio. '/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEih0WTME7Qf5SvAqPXb3XdL73rJwYQ0EC_-BBUxK9hhbWAk6mBLN-_X2hsbr76ZaBBuNzI9x2_-gKgRLRsHW80MLRV7zfCIP77-Lja9K6_CNa87fKipN2cgILHMOot2pCb-S8gUEHIehDY/s72-c/baiana.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-695849553229568020</id><published>2012-09-15T07:24:00.002-07:00</published><updated>2012-09-15T07:37:05.307-07:00</updated><title type='text'>Por que não devemos comer caranguejo? </title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;Por que não devemos comer caranguejo??&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;por Da Ilha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSh9yafukcVumc6cV-UJ_pgYWcocJQ8SW_ggSn0VF93rh1o0IL_IY4LyMhtZupr1uayeqe6NsyAnsgPD9EBSU6mD9GLK19H8LMhsT8Qp1cgZMuT876WwPfI0l5WCenLKO7kUEKbCPC3jE/s1600/caranqueijo.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;350&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSh9yafukcVumc6cV-UJ_pgYWcocJQ8SW_ggSn0VF93rh1o0IL_IY4LyMhtZupr1uayeqe6NsyAnsgPD9EBSU6mD9GLK19H8LMhsT8Qp1cgZMuT876WwPfI0l5WCenLKO7kUEKbCPC3jE/s400/caranqueijo.png&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Este itan nos remete a importancia de não trairmos as divindades, não jurar em vão, não falsear com as palavras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Devemos ser corretos e transparentes em nossas atitudes. Você que ainda não se iniciou e pretende se iniciar saiba que iniciar para o òrìsá é re-iniciar, é cuidar de suas maneiras é ganhar uma nova oportunidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A oferta de Olodunmarè é generosa. Re inicie-se, dê uma nova chance a sua vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Como o caranguejo ficou sem a cabeça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Quando o mundo foi criado, nenhum animal possuía cabeça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Entretanto, Olofin havia prometido que um dia, todos seriam aquinhoados com cabeças, mas, como se tratasse de um número muito grande de pretendentes, não havia previsão de data para a entrega. A verdade é que todos andavam muito ansiosos pelo momento de poderem desfilar exibindo belas cabeças, dotadas, segundo se dizia, de olhos, boca, orelhas e tudo o mais que compõe uma boa e verdadeira cabeça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Naquela época o caranguejo era um bom adivinho e vivia desta atividade. Todos os bichos da região eram seus clientes e ele orgulhava-se de jamais haver falhado numa previsão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Caranguejo cultuava Esù, de quem era muito íntimo e com quem dividia, de bom grado, tudo o que recebia na sua função de adivinho. Desta forma, mantinha-se sempre, muito bem informado de tudo o que acontecia, tanto no Aye, quanto no Orun.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sabemos, com certeza, que era Esù quem sustentava o dom de adivinhar do caranguejo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Um belo dia, logo pela manhã, Esù foi à casa do amigo para lhe dar, em primeira mão, a grande e tão esperada notícia: no dia seguinte Olodumare, que já não agüentava mais tanta reclamação, distribuiria cabeças entre os animais. Havia, no entanto, um pequeno problema: o número de cabeças existentes não era suficiente para atender a demanda toda e, por este motivo, aqueles que chegassem por último ao Orun, continuariam acéfalos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;“Não contes a ninguém o que te estou revelando. Trata de chegar primeiro e assim poderás escolher a melhor cabeça que estiver disponível. Depois podes espalhar a notícia entre todos”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Disse Esù ao caranguejo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Ora, como já sabemos, o caranguejo zelava muito bem por sua fama de adivinho e assim, não se sabe se por força de ofício ou por simples vaidade, logo que Esù foi embora, saiu batendo de porta em porta, espalhando a boa nova e sendo por isto, muito bem recompensado pelos vizinhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Atrapalhado com tantos presentes, caminhava cada vez mais lentamente, mas não parou até que o último dos bichos tivesse sido avisado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Os animais, logo que sabiam da novidade, abandonavam o que quer que estejam fazendo e corriam para o Orun, em cuja porta já se havia formado uma imensa fila.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;A confusão era tão grande que &amp;nbsp;filas foram formadas para que a ordem de chegada fosse respeitada, já que alguns retardatários, usando de força, tentavam furar a fila.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Somente depois de voltar à sua casa, onde guardou os presentes que havia recebido em troca da informação, é que o caranguejo, após tomar um bom banho, dispôs-se a ir buscar sua própria cabeça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Contudo, quando finalmente chegou ao Orun, era tarde demais, não existia mais uma cabeça sequer e, desta forma, por não saber guardar segredo, nosso herói ficou privado de adquirir uma cabeça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Zangado e decepcionado com a atitude do amigo, Esù negou-se, para sempre, a ajudá-lo no ofício de adivinho e desmoralizado e triste, o caranguejo internou-se no pântano onde vive até hoje enterrado na lama e… Sem cabeça, é claro!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Diante deste Itan, acredito que o maior motivo de todos nós não podermos comer caranguejo, é exatamente porque o caranguejo cometeu um interdito com Èsú, traindo sua confiança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;by &amp;nbsp;Da Ilha&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/695849553229568020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/09/por-que-nao-devemos-comer-caranguejo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/695849553229568020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/695849553229568020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/09/por-que-nao-devemos-comer-caranguejo.html' title='Por que não devemos comer caranguejo? '/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSh9yafukcVumc6cV-UJ_pgYWcocJQ8SW_ggSn0VF93rh1o0IL_IY4LyMhtZupr1uayeqe6NsyAnsgPD9EBSU6mD9GLK19H8LMhsT8Qp1cgZMuT876WwPfI0l5WCenLKO7kUEKbCPC3jE/s72-c/caranqueijo.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-4949403408158027456</id><published>2012-08-18T16:14:00.000-07:00</published><updated>2012-08-18T16:14:36.990-07:00</updated><title type='text'>FALANDO DOS ORIXÁS.....</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;article-content&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhif-97kYPCI24FLnOYVKfhnKIVWuyCj8SY474FcFhP-66VJLyN1w3w5FEP1jfW8kkzoUMsK5ACsRdP3bo31lvXyuF3HyBYGkICZH0c5RoRKxTOZ1Dr2uLBcBMQIFHBSlSOGWfCrlIRkdE/s1600/LOGUM+3.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhif-97kYPCI24FLnOYVKfhnKIVWuyCj8SY474FcFhP-66VJLyN1w3w5FEP1jfW8kkzoUMsK5ACsRdP3bo31lvXyuF3HyBYGkICZH0c5RoRKxTOZ1Dr2uLBcBMQIFHBSlSOGWfCrlIRkdE/s400/LOGUM+3.jpg&quot; width=&quot;292&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 1em; margin-top: 1em; padding: 0px;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Sobre as Qualidades de Orixas&quot;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Existe sem duvida no Brasil uma questão muito polêmica sobre as multiplicidades dos orisas chamada por todos de qualidade de orisa&lt;div&gt;Para melhor entendimento é que na África não há qualidade de orisa; ou seja, em cada região cultua-se um determinado orisa que é considerado ancestral dessa região e, alguns orisas por sua importância acaba sendo conhecido em vários lugares como é o caso de Sàngó, Orumila, etc.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;É de se saber que Esu é cultuado em todo território africano, da forma que&amp;nbsp; Osun da cidade de Osogbo é Osun Osogbo, da região de Iponda é a Osun de Iponda, Ogún da região de Ire é Ogún de Ire (Onire: chefe de ire), do estado de Ondo é Ogún de Ondo,etc. Na época do tráfico de escravos veio para o Brasil diversas etnias&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Ijesas, Oyos, Ibos, Ketus,etc e cada qual trouxe seus costumes juntos com seus orisas digamos particulares, e após a mistura dessas tribos e troca de&lt;br /&gt;
informações entre eles cada sacerdote ou quem entendia de um determinado orisa trocaram fundamentos e a partir daí surgem todos esses aspectos, e essa quantidade de orisa presente aqui no Brasil, sendo que o orisa é o mesmo com origens diferenciadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É claro que por ter origens diferenciadas seus cultos possuem particularidades religiosas e até mesmo culturais por exemplo Oyá Petu tem seus fundamentos assim como Oyá Tope terá o seu, isso nada mais é, que uma passagem do mesmo orisa por diversos lugares e cada povo passou a cultuá-lo de acordo com seus próprios costumes. Um exemplo mais nítido é que aqui fazemos muitos pratos para Osun com feijão fradinho, entretanto num determinado país nãohá esse feijão portanto foi substituído por um grão semelhante e assim puderam continuar com o culto a Osun sem a preocupação de importar o feijão fradinho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outro exemplo de orisa transformado em qualidade no Brasil é Osun kare, Kare é uma louvação à Osun quando se diz: Kare o Osun! A palavra kare também é uma espécie de bairro na África, logo Osun cultuada em kare é Osun kare, e por vai surgindo desordenadamente essa quantidade de orisa aqui no Brasil. Imagine um rio que atravessa todo território Nigeriano e, em suas margens diversas etnias que num determinado local algumas pessoas diria que ali é a morada de Osun Ijimu (cidade de Ijumu na região dos Ijesa), mais para frente em Iponda diria aqui é a morada de Osun Iponda, mais para frente, em Ede esse rio terá o culto de Ologun Ede, o chefe de guerra de Ede segundo sua mitologia, e serão diversos orisas cultuados num mesmo rio por diversas etnias com pequenas particularidades. Isso acontece com todos orisas e suas mitologias fazem alusão a essas passagens e constantes peregrinação de seus sacerdotes quer por viajens comercias ou por guerras intertribais sempre espalharam seus orisas em outras regiões.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outro fato interessante é títulos que algumas divindades possuem e foram transformadas em qualidades, por exemplo Ossosi akeran, akeran é um titulo de um determinado caçador (ancestral) com isso vamos na próxima edição analisar esses fatos e informar todas qualidades de orisa da nação keto que o sacerdote pode ou não mexer de acordo com o conhecimento de cada um, pois o nosso dever é informar sem a pretensão de nunca ser o dono da verdade Na próxima edição vamos diferenciar, títulos de nomes de cidades, nomes tirados de cânticos que as pessoas insistem em dizer que é qualidade de orisa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sobre a multiplicidade dos orisa.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Vamos separar a qualidade como é chamada no Brasil (em Cuba chama-se caminhos), dos títulos e de nomes tirados de cantigas como insistem pseudo sacerdotes. Já sabemos que os orisa são venerados com outros nomes em regiões diferentes como: Iroko (Yoruba), Loko (Gege), Sango (Oyo), Oranfe (Ife), isso torna o culto diferente. Temos também o segundo nome designando seu lugar de origem como Ogun Onire (Ire), Osun Kare (Kare),etc, também temos os orisa com outros nomes referentes as suas realizações como Ogun Mejeje refere-se as lutas contra as 7 cidades antes dele invadir Ire, Iya Ori a versão de Iyemanja como dona das cabeças, etc. Há portanto uma caracterização variada das principais divindades, ou seja, uma mesma divindade com vários nomes e, é isso que multiplica os orisas aqui no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Vamos começar com Esu o primogênito orisa criado por Olorun de matéria do planeta segundo sua mitologia, ele possui a função de executor, observador, mensageiro, líder, etc. Alem dos nomes citados aqui que são epítetos e nomes de cidades onde há seu culto, ele será batizado com outros nomes no momento de seu assentamento, ritual especifico e odu do dia. Não será escrito na grafia Yoruba para melhor entendimento do leitor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oba Iangui&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;: o primeiro, foi dividido em varias partes segundo seus mito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Agba&lt;/strong&gt;: o ancestral, epíteto referente a sua antiguidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Alaketu&lt;/strong&gt;: cultuado na cidade de ketu onde foi o primeiro senhor de ketu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ikoto&lt;/strong&gt;: faz referencia ao elemento ikoto que é usado nos assentos esse objeto lembra o movimento que esu faz quando se move do jeito de um furacão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Odara&lt;/strong&gt;: fase benéfica quando ele não está transitando caoticamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oduso&lt;/strong&gt;: quando faz a função de guardião do jogo de búzios.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Igbaketa&lt;/strong&gt;: o terceiro elemento, faz alusão ao domínios do orita e ao sistema divinatório.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Akesan&lt;/strong&gt;: quando exerce domínios sobre os comércios.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Jelu&lt;/strong&gt;: nessa fase ele regula o crescimento dos seres diferenciados. Culto em Ijelu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ina&lt;/strong&gt;: quando e invocado na cerimônia do ipade regulamentando o ritual.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ona&lt;/strong&gt;: referencia aos bons caminhos, a maioria dos terreiros o tem, seu fundamento reza que não pode ser comprado nem ganhado e sim achado por acaso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ojise&lt;/strong&gt;: com essa invocação ele fará sua função de mensageiro.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Eleru&lt;/strong&gt;: transportador dos carregos rituais onde possui total domínio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Elegbo&lt;/strong&gt;: possui as mesmas atribuições com caracterizações diferentes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ajonan&lt;/strong&gt;: tinha seu culto forte na antiga região Ijesa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Maleke&lt;/strong&gt;: o mesmo citado acima.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lodo&lt;/strong&gt;: senhor dos rios, função delicada dado a conflitos de elementos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Loko&lt;/strong&gt;: como ele é assexuado nessa fase tende ao masculino simbolizando virilidade e procriação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ogiri Oko&lt;/strong&gt;: ligado aos caçadores e ao culto de Orumila-Ifa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Enugbarijo&lt;/strong&gt;: nessa forma esu passa a falar em nome de todos os orisas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Agb&lt;/strong&gt;o: o guardião do sistema divinatório de Orumila.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Eledu&lt;/strong&gt;: estabelece seu poder sobre as cinzas, carvão e tudo que foi petrificado.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Olobe&lt;/strong&gt;: domina a faca e objetos de corte é comum assenta-lo para pessoas que possuem posto de Asogun.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Woro&lt;/strong&gt;: vem da cidade do mesmo nome.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Marab&lt;/strong&gt;o: aspecto de esu onde cumpre o papel de protetor Ma=verdadeiramente, Ra=envolver, bo=guardião. Também chamado de Barabo= esu da proteção, não confundi-lo com seu marabo da religião Umbandista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Soroke&lt;/strong&gt;: apenas um apelido, pois a palavra significa em português aquele que fala mais alto, portanto qualquer orisa pode ser soroke.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ogún, Òsòósí e Ode&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;lembrando que nem todos caçadores tomaram o titulo de Òsòósí e, na África, Òsòósí em certas regiões é feminino tomando o aspecto masculino no antigo reino de Ketu. Ode que dizer caçador, porém, nem todos Ode&#39;s são Òsòósí; Ijibu Ode, Ikija, Agbeokuta, são alguns lugares onde houve seu culto, pois seu culto, expandiu-se mesmo aqui no Brasil onde ele é lembrado como rei de Ketu, Ogún em outro aspecto foi chefe dos caçadores (Olode) entregando essa função mais tarde para seu irmão caçula Òsòósí para partir em buscas de suas inúmeras batalhas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já em certas mitologias o caçador passa a ser sua esposa Òsòósí L`Obirin Ogun, ou seja, Òsòósí é a esposa de Ogún, segundo o verso desse mito.&lt;br /&gt;
Isso afirma o chamado enredo de santo aqui no Brasil quando se diz que para assentar Òsòósí temos que assentar Ogún e vice versa. Era costume africano quando os caçadores tinham que partir em busca de suas presas, louvarem Ogún para que tudo desse certo, de òrìsà secundário na África Òsòósí, passou a uma condição importantíssima no Brasil sendo òrìsà patrono da nação Keto, senhor absoluto da cerimônia fúnebre do asesé, alguns cânticos fazem alusão a essa condição: Ode lo bi wa, ou seja, o caçador nos trouxe ao mundo. Eis alguns nomes de Ogún/Òsòósí/Ode conhecidos, sobretudo no Brasil e seus aspectos, características, origem e particularidades:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ogún Olode:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;epíteto do òrìsà destacando sua condição de chefe dos caçadores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ogún Je Ajá ou Ogúnjá&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;como ficou conhecido: um de seus nomes em razão de sua preferência em receber cães como oferendas, um de seus mitos o liga a Osagìyán e Ìyémojá quanto a sua origem e como ele ajudou Osalá em seu reino fazendo ambos um trato.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ogún Meje:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;aspecto do òrìsà lembrando sua realização em conquistar a sétima aldeia que se chamava Ire (Meje Ire) deixando em seu lugar seu filho Adahunsi.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ogun Waris&lt;/strong&gt;: nessa condição o òrìsà se apresenta muitas vezes com forças destrutivas e violentas. Segundo os antigos a louvação patakori não lhe cabe, ao invés de agradá-lo ele se aborrece. Um de seus mitos narram que ele ficou momentaneamente cego.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ogún Onire&lt;/strong&gt;: Quando passou a reinar em Ire, Oni = senhor, Ire = aldeia.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ogún Mas&lt;/strong&gt;a: Um dos nomes bastante comum do òrìsà, segundo os antigos é um aspecto benéfico do òrìsà quando assim ele se apresenta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ogun Soroke&lt;/strong&gt;: apenas um apelido que Ogún ganhou devido a sua condição extrovertida, soro = falar, ke= mais alto. Nossa historia registra o porque o&lt;br /&gt;
chamam assim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ogún Alagbede&lt;/strong&gt;: nesse aspecto o òrìsà assume o papel de pai do caçador e esposo de Ìyémojá Ogunte (uma outra versão de Ìyémojá) segundo um de seus inúmeros mitos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Há vários nomes de Ogún fazendo alusão a cidade onde houve seu culto como Ogún Ondo da cidade de Ondo, Ekiti onde também há seu culto, etc. O òrìsà possui vários nomes na África como no Brasil e com isso ganha suas particularidades e costumes.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ode/Ososi.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Há uma síntese sobre esse orisa na edição anterior, eis então suas várias formas de se apresentar:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ososi akeran&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= um titulo do orisa;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ososi Nikat&lt;/strong&gt;i = um de seus nomes;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ososi Golomi&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= um de seus nomes;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ososi Fomi&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= um de seus nomes;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ososi Ibo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= um de seus mitos o liga a Ossaniyn;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ososi Onipapo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= um dos antigos, tem culto a mais de um século no país;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ososi Orisambo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= possui seu assentamento diferente dos demais;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ososi Esewi/Esewe&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= seu mito o liga a Ossaniyn e as vezes a Osala segundo os &quot;antigos&quot;;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osossi Arole&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= uns de seus epítetos;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ososi Obaunlu&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= segundo registro há um assentamento deste orisa aqui no Brasil desde 1616 no ase de D.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Olga de alaketu, é considerado o patrono de ketu;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ososi Beno&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= um dos mais antigos, detalhe tem assento aqui em São Paulo, cidade considerada emergente para tradições do candomblé Keto, com poucas casas antigas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ososi DanaDana&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= aquele que ateou fogo ou roubou, um epíteto dos mais perigosos dado ao caçador.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ode Wawa&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= epíteto do caçador;não se tem notícia do seu culto no Brasil;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ode Wale&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= epíteto do caçador, não se tem notícia de seu culto no Brasil;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ode Oregbeule&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= é um Irunmale, portanto acima do orisa foi um dos companheiros de Odudua em sua chegada na terra segundo sua mitologia;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ode Otin&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= outro caçador confundido com Ossosi, sua lenda o identifica ora como uma caçadora ora como um caçador, contudo sua ligação com Ossosi é fato, Otin se apresenta sempre junto com ele a ponto de confundi-los;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ode Karo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= um do caçadores que também mora as margens de um rio é irmão de Igidinile.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ode Ologunede&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= o chefe de guerra de Ede, titulo ganhado quando seu pai o entregou aos cuidados de Ogún;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Olo = senhor, gun = guerra, Ede = um lugar na áfrica&lt;/strong&gt;.É filho de um outro caçador chamado Erinle tendo como mãe Osún Iponda. O posto de asogun, a priori, surge desse mito que o liga a Ogún companheiro de seu pai.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Possui outros nomes como Omo Alade, ou seja, o príncipe coroado. Não há qualidades de Logun como acreditam alguns tais como locibain, aro aro, etc., são apenas nomes tirados de cânticos, aliás aro quer dizer tanta coisa menos nome de orisa. O nome Ibain é de um outro caçador homenageado nos cânticos de Ologun, esse caçador inclusive é o verdadeiro proprietário dos chifres tão importantes no culto. Oba L`Oge é um outro nome para esse orisa. É da região de Ijesa;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ode Erinle&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= outro caçador confundido com Osossi no Brasil. Seu assento é completamente diferente dos demais, pois Erinle ou Inle é um orisa do rio do mesmo nome, o rio Erinle que corta a região de Ilobu na Nigéria. Encontra-se seus mitos no odu Okaran-Ogbe e Odi-Obara. Sua esposa é Abatan pois é considerado médico e ela enfermeira, seu culto antecede o de Ossayn, o pássaro os representam. Ibojuto é a sua própria reencarnação representado pelo bastão que vai em seu assentamento e tem a mesma importância do Ofa de Ossosi.Tem uma filha chamada Aguta que às vezes se apresenta como irmã ou como filha sendo sua mãe Ainan. Ode Otin se apresenta como sua filha, às vezes e ai é representado por uma enguia. Ainda temos Boiko como seu guardião, Asão seu amigo e Jobis seu ajudante. No Brasil o ligam a Osún e a Iyemanja pois segundo sua lenda é pela boca dela que ele fala, Erinle é um orisa andrógino e considerado o mais belo dos caçadores;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ode Ibualama&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= uma outra versão para Erinle quando ele se apresenta mais ao fundo do rio, há um templo com esse nome na África fazendo alusão ao seu fundador. Aliás há vários templos mas todos são de um orisa só: Erinle nessa situação o caçador traça um outro caminho e pactua seus mitos com Omolu, Osumare, Nana,etc. A montagem de seu Igba (cuia) também difere de um simples alguidar com um ofa para cima como é comum as pessoas não esclarecidas assim fazer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ossaniyn, Omolu, Oluaye, Osumare, Nanan e Iroko.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ossaniyn&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;= Também chamado Baba Ewe, Asiba, que são epítetos do orisa. Possui seu próprio sistema divinatório; o orisa exerce suas funções interligadas a Esu composto ao mesmo tempo em que ele. Kosi ewe, kosi orisa: Sem folhas, sem orisa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osumare&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= Chamado Araka seu epíteto. É o orisa do arco-íris e da transformação, não deve ser confundido com o vodun Becem que se apresenta como Dangbe, Bafun, Danwedo todos da família Danbira e cultuados em outra nação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Omolu / Obaluaye&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= É como se apresenta o orisa sapata transmutando-se para formas conhecidas tais como: Agoro, Telu, Azaoni, Jagun, Possun, Arawe, Ajunsun, Afoman, etc, cada qual com suas particularidades.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Nanan&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= apresenta-se nas formas conhecidas como: Iyabahin, Salare, Buruku, Asainan, sem culto no Brasil. É sempre bom lembrar que muitos nomes são de lugares onde se cultua o orisa. Por exemplo: Ajunsun é o Rei de Savalu, assim como Dangbe é o Rei do Gege, portanto são nomes que dão origem as suas formas. :&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iroko&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= orisa da gameleira (no Brasil), controla a hemorragia humana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyabas&amp;nbsp; são os orisá feminino.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oba&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= orisa guerreira é única em seu aspecto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyewá&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= orisa guerreira única em seu aspecto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Opara&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= a orisa se apresenta jovem e guerreira.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Iponda&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= jovem e guerreira, da cidade de Iponda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Ajagura&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;= jovem e guerreira, nação nagô - Oyo, Pernambuco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Aboto&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= aspecto maduro da orisa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Ijimun&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= aspecto idosa e dada as feitiçarias, ligação com Iami Eleye.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Iberin&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= aspecto maduro da orisa, nessa forma não desce nas cabeças.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Ipetu&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= aspecto maduro da orisa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Ikole&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= seu mito a liga a Iemanjá e Ode Erinle, transformou-se numa ave.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Popolokun&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= Conta os antigos que não vem mais, será?.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Osogbo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= ela deu oringem ao nome da cidade de Osogbo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Ioke&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= Se apresenta como caçadora.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Osún Kare&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= Um de seus títulos, Kare tem seu próprio nome que poucos conhecem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyeyeo Ominibu&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= epíteto da Osún.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyemoja Ogunte&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= orisa se apresenta jovem e guerreira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyemoja Iyasesu&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= assume a maternidade de Sàngó é ranzinza e respeitável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyemoja Saba&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= uma das formas da mãe.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyemoja Maleleo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= não se obteve noticias desse aspecto no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyemoja konla&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;= seu mito conta que ela afoga os pescadores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyemoja Ataramaba&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= Nessa forma ela está no colo de sua mãe olokun.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyemoja Ogunde&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= aspecto da orisa cultuado no Nagô em Pernambuco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyemoja Iyá Or&lt;/strong&gt;i = nessa forma ela assume todas as cabeças mortais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyamase&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= forma de quando ela é definitivamente mãe de Sàngó.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Iyemoja Araseyn&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= fuxico com Ossayn.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Leseyen&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= uma das Igbales que mora no próprio Lesseyen.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Egunita&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= orisa Igbale.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Foman&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= orisa Igbale.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Ate Oju&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= orisa Igbale aspecto dificil de Oyá quando caminha com Nana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Tope&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= uma de suas formas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Mesan&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= um de seus epítetos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Onira&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= rainha da cidade de Ira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Logunere&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= uma de suas formas.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Agangbele&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= esse caminho mostra a dificuldade quando a geração de filhos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá petu&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= nesse aspecto ela convive com Sàngó.&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Arira&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= uma de suas formas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Ogaraju&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= uma das mais antigas no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Doluo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= eró ossayn; culto Nagô.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Kodun&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= eró com Osaguian.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Bamila&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= eró Olufon.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Oyá Kedimolu&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;= eró Osumare = Omolu.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Texto Adaptado por Ifatolá&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;article_separator&quot; style=&quot;background-color: white; clear: both; color: #333333; display: block; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; height: 20px; line-height: 18px;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div id=&quot;ja-banner&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; margin: 15px 0px; text-align: center;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;advs bannergroup&quot; style=&quot;clear: both; float: left; width: 526.0333251953125px;&quot;&gt;&lt;br class=&quot;Apple-interchange-newline&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/4949403408158027456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/08/falando-dos-orixas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4949403408158027456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4949403408158027456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/08/falando-dos-orixas.html' title='FALANDO DOS ORIXÁS.....'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhif-97kYPCI24FLnOYVKfhnKIVWuyCj8SY474FcFhP-66VJLyN1w3w5FEP1jfW8kkzoUMsK5ACsRdP3bo31lvXyuF3HyBYGkICZH0c5RoRKxTOZ1Dr2uLBcBMQIFHBSlSOGWfCrlIRkdE/s72-c/LOGUM+3.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-4323290575012923131</id><published>2012-07-11T13:13:00.000-07:00</published><updated>2012-07-11T13:13:16.343-07:00</updated><title type='text'>OS PRIMEIROS TERREIROS DE CANDOMBLÉ</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSnd8REOjs3_DTHF91TRODXVyIuGyWj2abiI8xLjZ-c0qdLRm0r6rGEEo9by_3EY-b-sZuSODMkybVpnDwMr7_wlxTQBEXVXXd9UvYxj4Q0KxQWX5Z6etfgMY5Z1q5EfQ8zMNlpWFPyr8/s1600/MumuilaHeadAngolaPC001.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSnd8REOjs3_DTHF91TRODXVyIuGyWj2abiI8xLjZ-c0qdLRm0r6rGEEo9by_3EY-b-sZuSODMkybVpnDwMr7_wlxTQBEXVXXd9UvYxj4Q0KxQWX5Z6etfgMY5Z1q5EfQ8zMNlpWFPyr8/s400/MumuilaHeadAngolaPC001.jpg&quot; width=&quot;293&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;OS PRIMEIROS TERREIROS DE CANDOMBLÉ&lt;br /&gt;
por: Pierre Fatumbi Verger&lt;br /&gt;
A instituição de confrarias religiosas, sob a égide da Igreja Católica, separava as etnias africanas. Os pretos de Angola formavam a Venerável Ordem Terceira do Rosário de Nossa Senhora das Portas do Carmo, fundada na Igreja de Nossa Senhora do Rosário do Pelourinho. Os daomeanos (gêges) reuniam-se sob a devoção de Nosso Senhor Bom Jesus das Necessidades e Redenção dos Homens Pretos, na Capela do Corpo Santo, na Cidade Baixa. Os nagôs, cuja maioria pertencia à nação Kêto, formavam duas irmandades: uma de mulheres, a de Nossa Senhora da Boa Morte; outra reservada aos homens, a de Nosso Senhor dos Martírios.&lt;br /&gt;
Essa separação por etnias completava o que já havia esboçado a instituição dos batuques do século precedente e permitia aos escravos, libertos ou não, assim reagrupados, praticar juntos novamente, em locais situados fora das igrejas, o culto de seus deuses africanos.&lt;br /&gt;
Várias mulheres enérgicas e voluntariosas, originárias de Kêto, antigas escravas libertas, pertencentes à Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte da Igreja da Barroquinha, teriam tomado a iniciativa de criar um terreiro de candomblé chamado Iyá Omi Àse Aira Intilè, numa casa situada na Ladeira do Berquo, hoje Rua Visconde de Itaparica, próxima à Igreja da Barroquinha.&lt;br /&gt;
As versões sobre o assunto são numerosas e variam bastante quando relatam as diversas peripécias que acompanharam essa realização. Os nomes dessas mulheres são eles mesmos controversos. Duas delas chamadas Iyalussô Danadana e Iyanassô Akalá, segundo uns, e Iyanassô Oká, segundo outros, auxiliadas por um certo Babá Assiká, saudado como Essá Assiká no padê do qual falaremos mais tarde, teriam sido as fundadoras do terreiro de Ase Aira Intilè. Iyalussô Danadana, segundo consta, regressou à África e lá morreu. Iyanassô teria, pelo seu lado viajado a Kêto, acompanhada por Marcelina da Silva. Não se sabe exatamente se esta era sua filha de sangue, ou filha espiritual, isto é, iniciada por ela no culto dos orixás, ou ainda, se se tratava de uma prima sua. As opiniões sobre o assunto são controversas e tornamse obejto de eruditas discussões, estando porém todos de acordo em declarar que seu nome de iniciada era Obatossí.&lt;br /&gt;
Marcelina-Obatossí fez-se acompanhar nessa viagem por sua filha Madalena. Após sete anos de permanência em Kêto, o pequeno grupo voltou acrescido de duas crianças que Madalena tivera na África, e grávida de uma terceira, Claudiana, que será por sua vez mãe de Maria Bibiana do Espírito Santo, Mãe Senhora, Oxum Miua, da qual tive a insigne honra de tornar-me filho espiritual.&lt;br /&gt;
Ianassô e Obatossí trouxeram de Kêto, além dessas filhas e netas, um africano chamado Bangboxé, que recebeu na Bahia o nome de Rodolfo Martins de Andrade, e, no padê ao qual me referi acima, é saudado como Essá Obitikô.&lt;br /&gt;
O terreiro situado, quando de sua fundação, por trás da Barroquinha mudou-se por diversas vezes e, após haver passado pelo Calabar na Baixa de São Lourenço, instalou-se sob o nome de Ilê Iyanassô na Avenida Vasco da Gama, onde ainda hoje se encontra, sendo familiarmente chamado de Casa Branca do Engenho Velho, e no qual Marcelina-Obatossí tornou-se a mãe-de-santo após a morte de Iyanassô.&lt;br /&gt;
Verifica-se ligeira divergência na versão dada por Dona Menininha relativa às origens dos terreiros provenientes da Barroquinha. O nome de Iyalussô Danadana não é mencionado. A primeira mãe-de-santo teria sido Iyá Akalá (distinta de Iyanassô), que, tendo regressado à África, aí mesmo veio a falecer. A segunda mãe-de-santo teria sido Iyanassô Oká (e não Akalá).&lt;br /&gt;
Não se sabe com precisão a data de todos esses acontecimentos, pois, no início do século XIX, a religião católica era ainda a única autorizada. As reuniões de protestantes eram toleradas só para os estrangeiros; o islamismo, que provocara uma série de revoltas de escravos entre 1808 e 1835, era formalmente proibido e perseguido com extremo rigor; os cultos aos deuses africanos eram ignorados e passavam por práticas supersticiosas. Tais cultos tinham um caráter clandestino e as pessoas que neles tomavam parte eram perseguidas pelas autoridades.&lt;br /&gt;
Por volta de 1826, a polícia da Bahia havia, no decorrer de buscas efetuadas com o objetivo de prevenir possíveis levantes de africanos, escravos ou livres, na cidade ou nas redondezas, recolhido atabaques, espanta-moscas e outros objetos que pareciam mais adequados ao candomblé do que a uma sangrenta revolução. Nina Rodrigues refere-se a certo quilombo, existente nas matas do Urubu, em Pirajá, “o qual se mantinha com o auxílio de uma casa de fetiche da vizinhança, chamada a Casa de Candomblé”.&lt;br /&gt;
Um artigo do Jornal da Bahia, de 3 de maio de 1855, faz alusão a uma reunião na casa Ilê Iyanassô: “Foram presos e colocados à disposição da polícia Cristovão Francisco Tavares, africano emancipado, Maria salomé, Joana Francisca, Leopoldina Maria da Conceição, Escolástica Maria da Conceição, crioulos livres; os escravos Rodolfo Araújo Sá Barreto, mulato; Melônio, crioulo, e as africanas Maria Tereza, Benedita, Silvana… que estavam no local chamado Engenho Velho, numa reunião que chamavam de candomblé”. É curioso encontrar nesse documento o nome, pouco comum, de Escolástica maria da Conceição, o mesmo com o qual seia batizada, trinta e cinco anos mais tarde, Dona Menininha, a famosa mãe-de-santo do Gantois, cujos pais, a essa época, sem dúvida, frequentavam ou faziam parte do terreiro de Ilê Iyanassô, onde houve essa ação policial.&lt;br /&gt;
Com a morte de Marcelina-Obatossí, foi Maria Júlia Figueiredo, Omonike, Iyálódé, também chamada Erelu na sociedade dos geledé, que se tornou a nova mãe-de-santo. Isso provocou serias discussões entre os membros mais antigos do terreiro de Ilê Iyanassô, tendo como consequência a criação de dois novos terreiros, originários do primeiro; Júlia Maria da Conceição Nazaré, cujo orixá era Dàda Báayànì Àjàkú, fundou um terreiro chamado Iyá Omi Àse Ìyámase, no Alto do Gantois, cuja mãe-de-santo atual, e quarta a ocupar este lugar, é Dona Escolástica Maria da Conceição nazaré, “Menininha”, a última das famosas mães-de-santo da antiga geração. Segundo Menininha, Júlia da Conceição Nazaré, fundadora do Terreiro do Gantois, teria sido a irmã-de-santo, e não filha-de-santo, de Marcelina-Obatossí. Uma personagem importante nos meios do candomblé, chamada Babá Adetá Okanledê, consagrada a Oxóssi e originária de Kêto, teria tido um papel importante quando foi criado o Terreiro do Gantois, Iyá Omi Àse Ìyámase.&lt;br /&gt;
Eugênia Ana Santos, Aninha Obabiyi, cujo orixá era Xangô, auxiliada por Joaquim Vieira da Silva, Obasanya, um africano vindo do Recife e saudado Essá Oburô, no Padê ao qual já fizemos alusão, fundaram outro terreiro saído do Illé Iavanassô e chamado “Centro Cruz Santa do Axê de Opô Afonjá”, que foi instalado, em 1910, em São Gonçalo do Retiro, depois do Axê ter funcionado provisoriamente no lugar denominado Camarão, no bairro do Rio Vermelho.&lt;br /&gt;
Sob o impulso desta grande Mãe de Santo, o novo terreiro rapidamente igualou – e talvez, mesmo, tenha ultrapassado – em reputação os outros candomblés Kétu.&lt;br /&gt;
Maria da Purificação Lopz, Tia Bada Olufandeí, sucedeu, em 1938, a Aninha e deixou, em 1941, o encargo do terreiro a Maria Bibiana do Espírito Santo, Mãe Senhora Oxunmiwá, filha espiritual de Aninha Obabiyi.&lt;br /&gt;
Pelo jogo complicado das filiações, Senhora era bisneta de Obatossí por laços de sangue e sua neta somente por laços espirituais da iniciação. Em outros termos, Iyanassô Akalá (ou Oká) foi, na geração anterior, ao mesmo tempo, a bisavó e a trisavó de Senhora. As coisas tornaram-se mais complicadas ainda quando Senhora recebeu, em 1952, o título honorífico de Iyanassô, dado pelo Alafin Oyó da Nigéria, por intermédio de uma carta de que tive a honra de ser o portador. Senhora, abolindo o tempo passado, graças a esta distinção, tornou-se espiritualmente a fundadora desta família de terreiros de candomblé da nação de Kétu, na Bahia, confirmando tão elevada posição em 1962, quando foi presidir, seguida de seus Ogans (onde figuravam os colaboradores desta obra, Carybé, Jorge Amado, Waldeloir Rêgo e eu mesmo), o Axexê ou cerimônia mortuária da saudosa, e mais que centenária, Mãe de Santo do Ilê Iyanassô da Casa Branca do Engenho Velho, Maximiana Maria da Conceição, Tia Massi Oinfunké.&lt;br /&gt;
Esta dignidade recebida da África por Senhora provocou, diga-se de passagem, comentários e rumores, os “fuxicos”que agitam e apaixonam as pessoas que pertencem a este pequeno mundo, cheio de tradição, onde as questões de etiqueta, de direitos fundamentados sobre o valor dos nascimentos espirituais, de primazias, de gradação nas formas elaboradas de saudações, de prosternações, de ajoelhamentos são observadas, discutidas e criticadas apaixonadamente; neste mundo onde o beija-mão, as curvaturas, as respeitosas inclinações de cabeça, as mãos ligeiramente balançadas em gestos abençoadores representam um papel tão minucioso e docilmente praticado como na Corte do Rei Sol. Os terreiros de candomblé são os últimos lugares onde as regras do bom tom reinam ainda soberanamente.&lt;br /&gt;
Após o desaparecimento da saudosa Mãe Senhora, em 1967, duas novas Mães de Santo lhe sucederam à frente do Axê Opô Afonjá. A atual Maria Estella de Azevedo Santos, Odé Kayodê, retornando a tradição de Iyanassô e de Obatossí, foi fazer uma viagem às fontes, na Nigéria e no ex-Daomé.&lt;br /&gt;
Após a morte de Senhora, outros terreiros foram criados, originários todos do Axê Opô Afonjá formando uma terceira geração desta família de candomblés que nasceu na Barroquinha. Citemos o Axê Opô Aganju, de Balbino Daniel de Paula, Obaraim, que viajou para África e aí participou das festas para Xangô, com perfeita naturalidade, como se sua família não houvesse deixado aquele país há várias gerações.&lt;br /&gt;
Existem numerosos outros terreiros que seguem o ritual Kétu, como o do Illé Mariolajê no Matatu, mais conhecido sob o nome de Alaketu, cuja Mãe de santo atual, Olga de Alaketu, já foi várias vezes à África. Citemos, ainda, o terreiro de Ilé Ogunjá, também no Matatu, do falecido Pai de Santo Procópio Xavier de Souza, Ogunjobí.&lt;br /&gt;
Ao lado dos terreiros Nagô-Kétu, há na Bahia os da nação Igexa. O mais digno dentre eles é o de Eduardo Igexa, ou Eduardo Antônio Mangabeira, meio-irmão de Otávio Mangabeira, que foi governador do Estado da Bahia. Durante a década de 50 ele enviou cartas redigidas em perfeito Yorubá a seu distante parente, o Rei de Igexá, que as recebeu de minhas mãos bastante emocionado. Os terreiros Gegê, onde se praticava o culto dos Voduns do Daomé, eram mais raros. O mais conhecido era o do Bogum, da falecida Emiliana Piedade dos Reis, à qual sucedeu a falecida Valentina Maria dos Anjos, Mãe Runhó.&lt;br /&gt;
Os cultos Gegê e Nagô se fundiam em terreiros como o de Oxumaré, na Rua Vasco da Gama, dos falecidos Antônio de Oxumaré, Cotinha e Simplicia. O ritual dos cultos de origem Bantu era inicialmente diferente das cerimônias Nagôs e Gegês. Misturaram-se, depois, tornando-se bastante próprios. A originalidade destes cultos Bantus é difícil de definir. Não se sabe se os rituais Gegê e Nagô foram ou não influenciados por escravos do Congo e de Angola, já presentes no Brasil em grande quantidade, no final do século XVII. Relações mais constantes estabeleceram-se nos séculos posteriores, entre Bahia e Pernambuco e a Costa dita dos Escravos; a maioria dos cativos desembarcados nestas duas províncias era constituída, então, pelos Gegês e Nagôs (Daomeanos e Yorubás).&lt;br /&gt;
Expusemos, em outras obras, as razões comerciais criadas pela presença do fumo na Bahia e em Pernambuco, razões que determinaram a afluência dos Gegês e dos Nagôs a estas duas regiões, a partir do século XVIII, e não às outras partes do Brasil, onde os Congos e Angolas continuaram a ser importados em grande proporção.&lt;br /&gt;
A palavra candomblé, que serve para designar, na Bahia, as religiões africanas em geral, parece ser de origem Bantu. É possível que as influências das religiões vindas destas regiões não se restringissem, apenas, ao nome dado às cerimônias, mas tivessem dado aos cultos Gegê e Nagô na Bahia uma forma diferente, em certos detalhes, destas mesmas manifestações na África.&lt;br /&gt;
Um estudo em separado do ritual Bantu é tarefa bastante difícil, pois seria necessário fazê-lo em diversos pontos do Brasil, em lugares onde esta influência Gegê-Nagô não se tivesse feito sentir. Na Bahia, temos que nos contentar com a presença de alguns cantos e rítmos de tambores. Seria necessário, também, localizar os termos Bantus ainda conhecidos, termos estes que os participantes de terreiros Bantus têm tendência a exprimir no seu equivalente Nagô, seja por espírito de discriminação, seja para falar numa língua compreensível aos seus interlocutores.&lt;br /&gt;
Existem na Bahia o terreiro Congo do falecido Manoel Bernardino da Paixão, o Bate Folha, no bairro de Beiru; o terreiro Angola da falecida Maria Neném do Tumbeuci, também no Beiru, e o de seu Filho de Santo, o falecido Manoel Ciríaco de Jesus, o Tumba Juçara, no Alto do Corrupio, hoje sob a direção da Mãe de Santo Dere.&lt;br /&gt;
Destaquemos, finalmente, o caso do falecido Pai de Santo João Alves de Torres, mais conhecido como Joãozinho da Goméa, que deve seu renome ao Caboclo Pedra Preta, e cujo culto, realizado à maneira africana, era dedicado aos ancestrais indígenas, Senhores desta Terra do Brasil. Iniciado no ritual Angola por Jubiabá, Joãozinho for herdeiro de uma Yansã e se orientou, cada vez mais, em direção ao ritual Nagô. Este caso nos parece típico da ascendência exercida pelo ritual Nagô sobre as religiões de etnias diferentes.&lt;br /&gt;
Na própria África, as religiões Bantus parecem centradas sobre uma série de devoções aos ancestrais de um grupo familiar reduzido e não sobre o culto de deuses ligados às forças da natureza. É possível que existissem estes tipos de cultos, mas, na Bahia, eles tomaram uma forma bem próxima da concepção Yorubá.&lt;br /&gt;
Texto adpatado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma valiosa observação ao que foi escrito pelo grande PIERRE FATUMBI VERGER, &amp;nbsp;sobre o terreiro do &amp;nbsp;AXÉ OXUMARÊ:&lt;br /&gt;
.Apenas um registro.&lt;br /&gt;
O Ilê Axé Oxumare não fundiu seus cultos, ele é Ketu/Nagô, apenas, por conta do Orixá Oxumare, Falacó e Talabí, tios de Antônio de Oxumare, recorreram à alguns fundamentos Jejes, inclusive como era comum na comunidade na época. Essas participações de outros axés se verificam também em todos os Axés mencionados, era comum, convidar autoridades religiosas para ajudar com conhecimentos liturgicos de determinados Orixás, eram homenageados e isso criava uma união e um respeito entre as casas.&lt;br /&gt;
by Fernando de osogiyan&lt;br /&gt;
Mais um registro:&lt;br /&gt;
O texto transcrito acima,atribuido a P.Verger, traz de forma geral informaçoes muito difundidas aqui na Bahia e no Brasil sobre a origem do candomble na Bahia,mas definitivamente não corresponde a Historia verdadeira e documentada por pesquisadores serios e comprometidos com as raizes da religiosidade afro-brasileiras.Deixo bem claro que o meu intuito não é de maneira alguma desmerecer as referidas “casas” e familias tradicionais do candomblé da bahia e sim contribuir de maneira mais precisa acerca deste assunto. Existe uma “casa” na Bahia chamada Ilê Axé Maroialaje ou Terreiro do Alaketu,como é mais conhecido por conta da Yalorixa já falecida, Olga do Alaketu.Acontece que este terreiro é o unico que pode comprovar sua fundação através de documento ofical (escritura do terreno) datado dos idos de 1809,registrado no arquivo publico.Isso trata da data oficializada por documento, pois a tradição oral remonta a fundação muito antes &amp;nbsp;falando das irmãs gemeas da familia real que foram raptadas e trazidas para o Brasil,sendo uma delas (Otampê Ojarô) a fundadora do Ilê Axe,sendo a atual sucessora descendente direta desta familia.Este fato é devidamente comprovado por exames de Dna e pesquisas realizadas por importantes estudiosos sobre o tema a exemplo de Vivaldo Costa Lima e outos.Vivaldo chegou a entrevistar membros da referida familia real na Nigeria e constatou a existencia de um conto passado de geração à geração, relatando o rapto das irmãs no final do seculo XVIII.Isso fundamentalmente não altera em nada o que é dito sobre os candombles da Barroquinha, a não ser apenas o fato Historico do primeiro Ilê Axe fundado em terras baianas,mas de forma alguma mais ou menos importante do que qualquer outro Ilê Axe do Pais.Olorum modupé.&lt;br /&gt;
BY dofonitinho de Odé</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/4323290575012923131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/07/os-primeiros-terreiros-de-candomble.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4323290575012923131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4323290575012923131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/07/os-primeiros-terreiros-de-candomble.html' title='OS PRIMEIROS TERREIROS DE CANDOMBLÉ'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSnd8REOjs3_DTHF91TRODXVyIuGyWj2abiI8xLjZ-c0qdLRm0r6rGEEo9by_3EY-b-sZuSODMkybVpnDwMr7_wlxTQBEXVXXd9UvYxj4Q0KxQWX5Z6etfgMY5Z1q5EfQ8zMNlpWFPyr8/s72-c/MumuilaHeadAngolaPC001.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-8693349033567131605</id><published>2012-06-20T11:22:00.001-07:00</published><updated>2012-06-20T11:50:22.310-07:00</updated><title type='text'>MAIS UMA EXPLICAÇÃO SOBRE OS ODU</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgitMocWW21uq3haVU59tCBSrDeD0zDVN0xbq8lpUW1dbUIMVZ2cXkRqOauI786YL9IYtCgf6X4Gk28Eq62gMDZ0otFPf8__TvRI7mdgrVxlN8l58stguo90etgBlVt0Q3je5qgdx1yO9s/s1600/igbin+mulher.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgitMocWW21uq3haVU59tCBSrDeD0zDVN0xbq8lpUW1dbUIMVZ2cXkRqOauI786YL9IYtCgf6X4Gk28Eq62gMDZ0otFPf8__TvRI7mdgrVxlN8l58stguo90etgBlVt0Q3je5qgdx1yO9s/s640/igbin+mulher.jpg&quot; width=&quot;496&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Odús&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Olorun, o Onipotente, Deus no dialeto africano, criou os quatros elementos: a terra, a água, o fogo e o ar. Destes foram gerados os elementais, que geraram todas as coisas vivas sobre o planeta. Foram atribuídos a cada um destes elementos quatro Odus, ou seja, quatro signos interligados dos destinos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Terra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Odus:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Irosun, Egi Laxeborá, Iká Ori e Obará.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Representam o caminho da tranqüilidade e da riqueza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Água&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Odus:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Egi Okô, Ossá, Egi Ologbon e Oxé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Representam o caminho da dúvida ao triunfo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Ar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Odus:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Onilé, Ofun, Obé Ogundá e Aláfia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Representam o caminho da indecisão até a paz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Fogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Odus:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Okaran, Odi, Owanrin e Eta Ogundá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Representam o caminho da insubordinação até a guerra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Diz-se que, nos primórdios dos tempos, não existia separação entre o céu e a terra (orum-aiyé) e que havia uma convivência íntima entre os orixás e os seres humanos; todos podiam ir ao órum e voltar quando desejassem. Porém um certo dia, o homem desonrou seu compromisso com ólorum, pecou contra o supremo ao tocar o que não podia ser tocado ou comer o que não podia ser comido. E assim,o mesmo dividiu o céu e a terra. O privilégio da livre comunicação desapareceu em troca das diferentes formas oraculares estabelecidas e legadas por orunmiláOdús (signos de ifã), são presságios, destinos, predestinação. Os odús são inteligências siderais que participaram da criação do universo; cada pessoa traz um odú de origem e cada orixá é governado por um ou mais odús. Cada odú possui um nome e características próprias e dividem-se em “caminhos” denominados “ese” onde está atado a um sem-número de mitos conhecidos como itàn ifá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Odus são os signos de Ifá, o resultado do jogo. Segundo as lendas do candomblé africano, os Odus representam os destinos criados por Olorum, com todas as características da vida cotidiana e baseados no comportamento e temperamento humano. Então os Odus, seriam os signos do destino que regem cada orixá, que por sua vez, regem cada homem sobre a terra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Os odús são os principais responsáveis pelos destinos dos homens e do mundo que os cerca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Os orixás não mudam o destino da vida e sim executam suas funções dentro da natureza liberando energia para que todos possam dela se alimentar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;O odú é o caminho, a existência do destino o qual o orixá e todos os seres estão inserido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Alguém já escutou a seguinte frase ?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;-com o destino não se brinca…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;-sua vida esta escrita…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;- seu destino já estava escrito…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;E muitas outras frases populares que refere-se a odú. Cada pessoa pode ir de encontro ou seguir um caminho alheio ao destino estabelecido, isso nós dizemos que a mesma está com o odú negativo, ou seja: seu destino sua conduta foge as regras siderais, ou seja, seguiu um caminho negativo dentro do estabelecido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Nós quando nascemos, somos regidos por um odú de ori (cabeça) que representa nosso “eu” assim como odú de destino, espiritualidade…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Os 16 Odus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;1. OKANRAN MEJI - a disciplina e teimosiaRegente: Exu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Fogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU são inteligentes, versáteis e passionais, com enorme potencial para a magia. Seu temperamento explosivo faz com que raras vezes atuem com a razão. Têm sorte nos negócios. No amor, extremamente sedutoras, são muito inconstantes e mentem com facilidade. As mulheres têm como ponto vulnerável o útero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Era um pobre peregrino que vivia migrando. Permanecia em diversos lugares, mas, depois de fazer as plantações, mandavam embora, ficando os donos das terras com tudo o que ele tinha feito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Por conselho de alguém, esse homem foi um dia a casa de um oluô, que lhe indicou um ebó (oferenda). tendo tudo preparado, partiu o homem para a grande mata fronteiriça e, lá chegando deu início ao serviço.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Mais tarde, ouvindo um barulho naquele lugar tão impenetrável, assustou-se. Era ogum, o dono dessa mata misteriosa. Chegando perto, ficou ogum espreitando o estranho, até que este, muito amedrontado, implorou misericórdia, perguntando a ogum se queria se servir de alguma coisa servida no ebó. Que falasse sem cerimônia, pois estava tudo a sua disposição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Ogum aceitou tudo o que havia ali e ficou satisfeito. Perguntou, então, quem era tão perverso a ponto de mandar o peregrino para aquela paisagem impenetrável. O homem contou todos os percalços de sua vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Então, ogum, transfigurado, aterrorizante, bradou que ele pegasse o mariô e fosse marcar as casas dos seus amigos, pois ele, ogum, iria aquela cidade à noite destruir tudo o que lá se achasse. Iria arrasar todos os haveres lá existentes, até o solo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Dito e feito…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Ogum acabou com tudo, exceto as casas e os lugares que tenha sido demarcados pelo homem com a colocação de mariô em cima das portas. Tudo o que havia de riqueza ali ogum deu para ele, tudo mesmo, conforme tinha prometido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;2. EJIOKO MEJI - a incerteza e a indecisãoRegente: Ogum com influências dos Ibejis &amp;nbsp;de Obtalá,ogum&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Ar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU são intuitivas, joviais, sinceras e honestas. Revelam grande combatividade, mas não sabem conviver com derrota. Apesar de volúveis no amor, são muito ciumentas. Devem controlar obstinação e ter cuidado com a vesícula e com o fígado, seus pontos vulneráveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Dizem as histórias que havia diversos príncipes que disputavam o poder. Também havia outros fidalgos oriundos de diversas cidades. Entre estes, havia tela-okô, que era desprovido de todos os meios de subsistência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;E lá um dia, enquanto roçava, bem no lugar onde havia colocado o ebó que ele tinha feito conforme a maneira decretada, tela-okô bateu com a enxada num forno enorme, que se abriu, causando-lhe grande espanto. Chamou os companheiros que estavam mais afastados, dizendo que tinha afundado no buraco da riqueza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Mas, em seguida, tendo ele reconhecido ser deveras um verdadeiro tesouro da fortuna o que encontrara, mudou repentinamente, dizendo que o que tinha encontrado era apenas um buraco cheio de orobôs, e que estes eram tão alvos que pareciam tratar-se de moedas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Claro que através deste caminho de odú, entende-se que jamais devemos revelar de onde provem nossas riquezas e não o tanto o que temos, afim de evitar invejosos, perseguidores e ladrões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;3. ETAOGUNDÁ MEJI - a perseverança e a obstinaçãoRegente: Obaluaê com influência de Ogum&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Terra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU em geral vêem seus esforços recompensados. Costumam vencer na política e conseguem obter grandes lucros nos negócios, particularmente nas atividades agrícolas, mas podem sofrer desilusões no amor e traições dos amigos. Emocionalmente inconstantes, estão propensas a ter problemas espirituais e físicos, embora na maioria dos casos consigam se recuperar com facilidade de qualquer doença. Seus pontos vulneráveis são os rins, as pernas e os braços.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Dizem ter existido um senhor que, depois de ter estado muito bem, ficara num estado tão precário que, devido à extrema miséria em que se achava, viu-se forçado a procurar todos os meios para não pôs termo à própria existência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Mas, tendo feito o que lhe determinaram fazer e tendo esperado a melhoria das suas coisas da vida sem ter algum resultado benéfico, foi-se para o mato com uma corda, afim de se enforcar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Foi quando, de súbito, viu um pobre leproso que estava pelejando para botar a água de um igbin (caramujo) na cabeça. O homem que estava prestes a cometer a ação de suicidar-se, com grande admiração e louvor, levantou as mãos para o céu, agradecendo a olorum (deus). Ele, que se julgava muito melhor do que aquele indigente leproso em semelhante estado de saúde, voltou para casa bastante satisfeito e confortado com o que vira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Em pouco tempo, foi chamado para ocupar o trono de seu pai, que falecera. Nessa ocasião, não se esqueceu daquele leproso que estava ali abandonado. Assim que foi levado ao trono, mandou buscar o seu companheiro de infortúnio naquele mau dia. Assim, ficaram ambos bem…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;4. IROSSUN MEJI - a tranqüilidadeRegente: Oxossi com influência de Xangô, Iemanjá, Iansã e Egum&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Terra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU são generosas, sinceras, sensíveis, intuitivas e místicas. Têm grande habilidade manual e podem alcançar sucesso na área de vendas. Entre os aspectos negativos estão a tendência a sofrer traições amorosas e a propensão a acidentes. Muitas vezes são vítimas de calúnias e da perseguição dos seus inimigos. Também precisam cuidar da alimentação, pois seu ponto vulnerável é o estomago.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Em um certo tempo um homem que se achava em situação tão precária e em tal aperto, que não via de lado algum qualquer milagre que pudesse salvá-lo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Ele resolveu ir até a casa de um oluô fazer o ebó (oferenda) indicado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Feito tudo…lá se foi ele para um lugar reservado, acendeu o fogo, em seguida colocou as pimentas maduras no lume e pôs-se a receber fumaça nos olhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Em um dado momento, ia passando um príncipe reinante e herdeiro do trono. Observando aquela cena de sofrimento espontâneo, admirou-se do tal sujeito,que, no dizer dele, estava procurando o meio mais curto possível para pôr termo à existência. O príncipe, condoído com aquilo, o fez chegar aos seus pés e indagou dele o que havia ou o que queria dizer aquilo. Sem demora, o homem historiou a razão daquele ato de castigar a si próprio. Tratava-se de compromissos inadiáveis, que ele não podia cumprir. Disse o príncipe que, tendo pena dele, não consentiria tal cena. Também sem hesitação, o príncipe mandou-lhe uma verdadeira fortuna, com o qual o homem poderia viver toda a sua vida, sem o menor vexame.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;5. OXÊ MEJI - a famaRegente: Oxum com influências de Iemanjá e Omulu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Água&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU têm mão de magia, força e proteção espirituais, religiosidade e uma inclinação especial para o misticismo e as ciências ocultas. São ótimos professores e se destacam em qualquer atividade que exija liderança, mas precisam aprender a controlar sua vaidade e seu egocentrismo. Outro aspecto negativo é a tendência a se vingar quando estão com raiva. Seus pontos vulneráveis são o aparelho digestivo e o sistema hormonal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Conta-se que um filho de orixalá que se chamava dinheiro, que se dizia ser tão poderoso que poderia dominar até mesmo a morte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Este, fez uma oferenda indicada pelo babalaô e saiu maquinando como poderia trazer preza a morte, conforme prometera diante de todos. Deitou-se na encruzilhada e as pessoas que passavam na estrada deparavam com um homem espichado no meio do caminho. Diziam uns:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;-xi ! Está este homem esticado com a cabeça para a casa da morte, e os pés para a banda da moléstia e os lados do corpo para o lugar da desavença.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Ouvindo tais palavras dos transeuntes, levantou-se o homem e disse, então, com ironia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;-já sei tudo o que era preciso conhecer. Estou com os meus planos já feitos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;E lá de foi ele direto para a fazenda da morte. Chegando no local, começou a bater os tambores fúnebres de que a dona da casa(sra. Morte) fazia uso quando queria matar as pessoas indicadas para morrer. Ela tinha uma rede preparada e, quando a morte aproximou-se, apressada , afim de saber quem estava tocando os seus tambores, o homem envolveu-se na rede e levou logo ao maioral orixalá. Dizendo-lhe estas palavras:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Aqui está a morte que eu lhe prometi trazer em pessoa à vossa presença.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Orixalá, então lhe disse essas palavras:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;-vai-te embora com a morte e tudo de melhor e de pior que possa haver no mundo, pois tu és o causador de tudo o que há de bem e de mal. Some-te daqui e a leva embora e, então, poderás possuir tudo e conquistar o universo inteiro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;6. OBARÁ MEJI - a riqueza e o brilhoRegente: Xangô com influências de Exu, Iansã, Oxossi. Oçanhe e Logunedê&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Fogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU têm grande proteção espiritual e costumam vencer pela força de vontade, especialmente em profissões relacionadas à Justiça. Mas são com freqüência vítimas de calúnias e não têm sorte no amor. Devem aprender a silenciar sobre seus projetos e a determinar por onde começá-los. Seu ponto vulnerável é o sistema linfático.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Dizem que no principio do mundo, 15 dos 16 odus seguiram todos à casa do oluô, afim de procurar os meios que os fizessem mudar de sorte, mas nenhum deles fez o que foi determinado pelo oluô. Obará um dos dezesseis odus existentes,não se encontrava no grupo na ocasião em que os demais foram consultar o oluô. Sendo ele, porém, sabedor do ocorrido, apressou-se em fazer o que o oluô determinara. E que os demais odús não fizeram por simples capricho da sorte. Obará com afinco fez o máximo que pode para conseguir seu desejo, dada a sua condição precária (de pobreza). Como era de costume, os 15 odús de cinco em cinco dias iam à casa de olofim, e nunca convidavam obará , por ser ele muito pobre, tanto que olhavam para ele sempre com menosprezo. Pois, então, foram a casa de olofim, jogaram e até altas horas do dia não acertaram o que queriam que olofim adivinhasse e, com isso, acabou que todos eles se retiraram sem ter sido satisfeita sua curiosidade. Olofim, com desprezo, ofereceu uma abóbora a cada um deles, e eles, para não serem indelicados levaram consigo as abóboras ofertadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;No caminho, porém, alguém se lembrou apontando para a casa de obará, de fazer ali uma parada, embora alguns fossem contra, dizendo que não adiantaria dar semelhante honra a obará, pois ele era um homem simples que nunca influía em nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Mas um deles, mais liberal, atreveu-se a cumprimentar obara-meji com estas palavras:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;– obará, bom dia ! Como vais de saúde? Será que hás de comer com estes companheiros de viajem?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Imediatamente respondeu ele que entrassem e se servissem da comida que quisessem. Dito isso, foram entrando todos, eles que já vinham com muita fome, pois estavam desde a manhã sem comer nada na casa de olofim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;A dona da casa foi ao mercado comprar carne para reforçar a comida que tinha em casa e, em poucas horas, todos almoçaram à vontade. Depois, obará convidou todos para que se deitassem para uma madorna, pois estavam todos cansados e o sol estava ardente. Mais tarde, eles se despediram do colega e lhe disseram:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;-fica com estas abóboras para ti —e lá se foram satisfeitos com a gentileza e a delicadeza do colega pobre e, até então, sem valia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Mais tarde, quando obará procurou por comida, sua mulher o censurou por sua fraqueza e liberalidade, dizendo que ele tinha querido mostrar ter o que não tinha, agradando a eles que nunca olharam para ele, e nunca ligaram nem deram importância ao colega.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Porém as palavras de obará eram simples e decisivas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;-eu não faço mais do que ser delicado aos meus pares, estou cumprindo ordens e sei que fazendo estes obséquios, virá à nossa casa prosperidade instantânea.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Finda explicação, obará pegou uma faca e cortou uma abóbora, surpreendendo-se com a quantidade de ouro e pedras preciosas que haviam dentro dela. Surpreso, e com muita felicidade, viu que em uma abóbora havia lhe dado o título de odú mais rico, porém logo percebeu que haviam mais outras 14 abóboras a serem abertas e em cada uma delas haviam outras riquezas em igual quantidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Obará comprou tudo que precisava, palácio e até cavalos de várias cores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Daí que estava marcado o dia para todos os odús irem novamente à conferencia no palácio de olófim, como era de costume, já muito cedo, achavam-se todos no palácio, cada um no seu posto junto a olofim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Quando obará veio vindo de sua casa com uma multidão que o acompanhava, até mesmo os músicos de uma enorme charanga. Enfim, todos numa alegria sem par. De vez em quando, obará mudava de um cavalo para outro em sinal à nobreza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Os invejosos começaram a tremer e esbravejar, chamando a atenção de olofim que indagou o que era aquilo. Foi então que lhe informaram que era obará. Então perguntou olofim aos demais odús o que tinham feito com as abóboras que presenteara a eles. Responderam todos que haviam jogado no quintal de obará. Disse então olofim que a sorte estava destinada a ser do rico e próspero obará. O mais rico de todos os odús.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;7. ODI MEJI - o rancor e a violênciaRegente: Obaluaê com influências de Exu, Oxalufam e Oxumarê&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Terra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU são ambiciosas e costumam ser bem sucedidas na sua profissão, mas a indecisão as leva a não concluir muitos dos seus projetos. Quando a fé as impulsiona, porém, ultrapassam todas as barreiras. Sonham com o poder e adoram se divertir, às vezes, provocam enormes confusões. Não têm sorte no amor. Seus pontos vulneráveis são os rins, a coluna e as pernas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Conta-se a história de um homem que era escravo e um dia se viu abraçado em um eminente perigo. Este homem foi amarrado por dele terem dito que cometera um crime. Segundo as leis daquela terra, botaram o homem num caixão grande todo pregado e deitaram a caixa rio abaixo. Por uma dessas coincidências que sempre acontecem no destino* das criaturas, a correnteza lançou o caixão na praia duma cidade cujo o rei estava morto e enterrado, e onde os súditos ainda estavam guardando luto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Acontece que ali haviam muitos príncipes com direito a sucessão imediata, mas sobre todos pesava alguma grave acusação, de forma que não se sabia como haviam de decidir o complicadíssimo problema da sucessão do rei morto, como nunca jamais acontecera na história do dito povo. Depois de muito cogitar do assunto, foi decidido que marcassem um prazo para surgisse uma pessoa estranha àquela nação que assumiria o governo e seria o rei daquela terra daí em diante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Dito e feito, esse homem, que tinha antes do cativeiro feito uma oferenda que o babalaô determinara, veio ele se esbarrar, dentro do caixão, na praia de ibim, onde o acolheram e imediatamente o elegeram rei daquele povo. Assim ficou ele sendo o venturoso rei de uma nação . Onde só o destino (odú) poderia dar tamanha sorte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;8. EJONILÊ MEJI - a impaciência e a agitaçãoRegente: Oxaguiã com influências de Xangô, Oxum e Oxossi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Ar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU são dedicadas e honestas e levam uma vida quase sem sofrimentos. Mas estão sujeitas a acidentes graves. Amam com intensidade e têm amizades sinceras. Quando são repudiadas ou sofrem uma traição, podem se tornar vingativas. Devem evitar o consumo de álcool e de carne vermelha e se vestir de branco nas sextas-feiras. Seu ponto vulnerável é o sistema nervoso central.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Naquele tempo, mandaram todas as árvores fazerem oferendas a olorum (deus) mas nenhuma deu importância ao conselho. Somente a cajazeira fez a oferenda. Daí por diante, todas as árvores morreram sem delongas quando estavam deitadas, exceto a cajazeira, que mesmo deitada, caída ao chão, sempre grela e renasce.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;9. OSSÁ MEJI - a desconcentraçãoRegente: Iemanjá com influências de Xangô, Oçanhe, Oxossi e Iansã&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Água&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU são líderes natas, mas seu autoritarismo lhes cria sérios problemas, inclusive conjugais. O instinto protetor e a religiosidade também as caracterizam. Seus pontos vulneráveis são os conflitos psicológicos e, no caso das mulheres, os problemas ginecológicos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Conta-se que no princípio mandaram orumilá fazer uma oferenda citada, porém, ele não o fez. Orixalá, sim, fez tudo conforme havia sido determinado. Num certo dia, veio muita gente que fugia apavorada, mas o chefe e maioral do lugar, como deveria ser, recebeu todos e os salvou das perseguições e eles, em gratidão, entregaram-lhe tudo de valor que cada um trazia consigo, assim orixalá ficou muito próspero no devido tempo. Ou quando chegara sua vez de ter tal fortuna.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;10. OFUN MEJI - os problemas de saúdeRegente: Oxalufam com influências de Xangô e Oxum&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Ar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU são inteligentes, fiéis e honestas, capazes de dedicar atenção total ao seu amor. Têm amigos sinceros e elevada espiritualidade. Em contrapartida, mostram-se muito teimosas e tendem a sofrer perseguições e desilusões amorosas. Seus pontos vulneráveis são o estomago e a pressão arterial.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Um dia foi marcado uma reunião entre todos os orixás, cada um tratou de realizar as oferendas especificas afim que tudo transcorresse muito bem, orixalá tratou logo de preparar a sua. Findando a feitura da oferenda, entregaram a orixalá panos brancos para ele fazer um vestuário e penas de papagaio da costa para ele colocar em sua cabeça. Assim feito tudo, chegou o dia da grande reunião em que todos os orixás se apresentaram.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Orixalá apareceu de uma forma tão maravilhosa em suas vestes novas, como se fosse iluminado pelos raios do sol. Assim, todos foram se curvando diante de tamanho brilho da aurora nascente, juraram fidelidade e lhe deram tudo o que possuíam, com a palavra de o adorarem para sempre…&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;11. OWRYN MEJI - a ansiedadeRegente: Iansã com influências de Exu, Oçanhe e Egum&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Fogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU têm imaginação fértil, boa saúde e vida longa, mas as más influências e a falta de fé as levam a enfrentar dificuldades materiais e a só alcançar o sucesso depois de grandes sacrifícios. São muito volúveis no amor. As mulheres geralmente fracassam no primeiro casamento, mas acabam encontrando a felicidade. Devem evitar a bebida e outros vícios. Seus pontos vulneráveis são a garganta, o sistema reprodutor e o aparelho digestivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Em certo dia, uma mulher muito fiel aos orixás fora numa fonte lavar roupa levando consigo sua criancinha. Lá havia outra mulher invejosa que, vendo que ela estava distraída com a sua ocupação, tentou lançar a criancinha da outra numa bacia d’água. Mas outra mulher ainda, ouvindo o chorinho da criança, correu para ali e a tirou de dentro d”água, salvando-a do perigo, antes mesmo de sua mãe se der conta. Do horror que acontecia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Assim se vê o ponto onde uma pessoa má pode chegar… E também o quanto podemos contar com a ajuda e proteção através de oferendas específicas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;12. EJI-LAXEBARÁ - a justiça e o discernimentoRegente: Xangô com influências de Logunedê e Iemanjá&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Fogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU têm o dom de convencer os outros. Dotadas de grandes qualidades espirituais, são bondosas, justas e prestativas, embora às vezes se mostrem arrogantes. Apaixonam-se com facilidade e são muito ciumentas. Devem evitar bebida e podem ter problemas judiciais ou relacionados à perda de bens. Seu ponto vulnerável é a circulação sanguínea.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;13. EJIOLIGIBAN MEJI - a tranqüilidade e a concentraçãoRegente: Nanã com influência de Obaluaê&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Terra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU aceitam com resignação os sofrimentos físicos, emocionais e espirituais, conscientes de que todas as situações da vida são transitórias. Além disso, sua profunda fé termina por lhes assegurar vitória. Não têm muita sorte no amor. Dotadas de mão de cura, se destacam nos serviços médicos e de assistência psicológica e nas terapias alternativas. Seus pontos vulneráveis são o baço e o pâncreas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;14. IKÁ MEJI - o conhecimento e a sabedoriaRegente: Oxumarê com influências de Oçanhe e Nanã&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Água&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Belas e sensuais, as pessoas com esse ODU têm aparência juvenil e forte poder de sedução. Vivem paixões arrebatadoras mas passageiras e estão sempre em busca de novos amores. Possuem talento para a magia e enorme força espiritual, que se manifesta através do olhar. Enriquecem com facilidade e se destacam na vida profissional e social, mas são desconfiadas e propensas a ter conflitos psíquicos. Seu ponto vulnerável são as articulações que podem lhes causar problemas de locomoção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;15. OGBEOGUNDÁ MEJI - o discerminio totalRegente: Oba com influências de Eua&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Água&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoas com esse ODU são valorosas, combativas e imparciais, mas costumam sofrer desilusões amorosas, o que acentua sua agressividade e seu sentimento de rejeição. Têm saúde frágil: estão sujeitas a problemas nos olhos, ouvidos e pernas e a distúrbios do sistema neurovegetativo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;16. ALÁFIA ONAN – a paz Regente: Ifá&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Elemento: Ar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Calmas, racionais e espiritualizadas, as pessoas com esse ODU têm domínio sobre suas paixões. São excelentes nas áreas de vendas e de artesanato, mas desistem facilmente dos seus projetos e perdem o interesse por aquilo que já conquistaram. Estão sujeitas a problemas cardiovasculares, psíquicos e de visão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/8693349033567131605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/06/mais-uma-explicacao-sobre-os-odu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/8693349033567131605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/8693349033567131605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/06/mais-uma-explicacao-sobre-os-odu.html' title='MAIS UMA EXPLICAÇÃO SOBRE OS ODU'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgitMocWW21uq3haVU59tCBSrDeD0zDVN0xbq8lpUW1dbUIMVZ2cXkRqOauI786YL9IYtCgf6X4Gk28Eq62gMDZ0otFPf8__TvRI7mdgrVxlN8l58stguo90etgBlVt0Q3je5qgdx1yO9s/s72-c/igbin+mulher.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-1940742573442600526</id><published>2012-06-20T10:33:00.000-07:00</published><updated>2012-06-20T10:33:11.604-07:00</updated><title type='text'>FALANDO NOVAMENTE SOBRE COMIDAS DE RITUAIS...</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjieL3sm3xyH_ey2l-FSqcVpK1GqcT6Z3S1fmFLR1C0Q-dEOdaTP-IEPsv-vyvytx9ND-GkKgE4c4pcozyxk9kSPasU88s_nJ8BWdsrGk2CoqtqPDqQ4_o1K-huZdGqwBqqmI2gjfrUcp4/s1600/550_mulheres-na-cozinha-antigamente.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;267&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjieL3sm3xyH_ey2l-FSqcVpK1GqcT6Z3S1fmFLR1C0Q-dEOdaTP-IEPsv-vyvytx9ND-GkKgE4c4pcozyxk9kSPasU88s_nJ8BWdsrGk2CoqtqPDqQ4_o1K-huZdGqwBqqmI2gjfrUcp4/s400/550_mulheres-na-cozinha-antigamente.jpeg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Comida ritual, nas religiões consideradas afro brasileiras, são as comidas específicas de cada Orixá, cujo preparo requer um verdadeiro ritual. Esses alimentos depois de prontos são oferecidos aos Orixás acompanhados de rezas e cantigas. Durante a festa ou no final, em grande parte são distribuídas para todos os presentes. São chamadas comida de axé, pois acredita-se que o Orixá aceitou a oferenda e impregnou de axé as mesmas. A Iyabassê é a pessoa responsável por cumprir esse ritual. Existem Orixás que não aceitam comidas com azeite de dendê, outros não aceitam mel, outros não aceitam sal, outros não aceitam camarão, etc... A Iyabassê precisa saber exatamente como se prepara cada uma dessas comidas, para que elas sejam aceitas pelos Orixás respectivos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Amalá ou Caruru é comida ritual votiva do Orixá Xangô, Iansã, Obá e Ibêji É feito com quiabo cortado, cebola ralada, pó de camarão, sal, azeite de dendê ou azeite doce, pode ser feito de várias maneiras. É oferecido em uma gamela forrada com massa de acaçá. Também chamado pelo povo de santo nos candomblés jeje-nagôs de caruru.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;OMOLOKUN&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt; comida ritual da Orixá Oxum, é feito com feijão fradinho cozido, refogado com cebola ralada, pó de camarão, sal, azeite de dendê ou azeite doce. Enfeitado com camarões inteiros e ovos cozidos inteiros sem casca, normalmente são colocados 5 ovos ou 8 ovos, mas essa quantidade pode mudar de acordo com a obrigação do candomblé.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;AKARAJÉ&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Comida ritual da orixá Iansã. Na África, é chamado de àkàrà que significa bola de fogo, enquanto je possui o significado de comer. No Brasil foram reunidas as duas palavras numa só, acara-je, ou seja, “comer bola de fogo”. O acarajé, o principal atrativo no tabuleiro, é um bolinho característico do candomblé. Sua origem é explicada por um mito sobre a relação de Xangô com suas esposas, Oxum e Iansã. O bolinho se tornou, assim, uma oferenda a esses orixás. Mesmo ao ser vendido num contexto profano, o acarajé ainda é considerado, pelas baianas, como uma comida sagrada. Por isso, a sua receita, embora não seja secreta, não pode ser modificada e deve ser preparada apenas pelos filhos-de-santo. O acarajé é feito com feijão-fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirar toda a casca, passar novamente no moinho, desta vez deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa acrescenta-se cebola ralada e um pouco de sal. O segredo para o acarajé ficar macio é o tempo que se bate a massa. Quando a massa está no ponto, fica com a aparência de espuma. Para fritar, use uma panela funda com bastante azeite-de-dendê ou azeite doce. Normalmente usam-se duas colheres para fritar, uma colher para pegar a massa e uma colher de pau para moldar os bolinhos. O azeite deve estar bem quente antes de colocar o primeiro acarajé para fritar. Esse primeiro acarajé sempre é oferecido a Exu pela primazia que tem no candomblé. Os seguintes são fritos normalmente e ofertados aos orixás para os quais estão sendo feitos.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Lelê&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt; &lt;/span&gt; iguaria africana, doce feito com quirela de milho vermelho, coco ralado, açúcar e leite de coco. Oferecido aos Orixás Oba e Ewa.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Deburu - é a comida ritual dos Orixás Obaluaiyê e Omolu, é o milho de pipoca estourado em uma panela, em alguns lugares com óleo, em outros com areia. Nesse último caso, é preciso peneirar a areia dessa pipoca depois de pronta. Ao final, a pipoca colocada em um alguidar (vasilha de barro) e enfeitado com pedacinhos de coco.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Caruru&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;É uma comida ritual do candomblé e da culinária baiana. É preparado com quiabo cortado em quatro de comprido e depois em rodelas, cebola ralada ou batida no processador, pó de camarão, sal, azeite de dendê, castanha-de-caju torrada e moída, amendoim torrado sem casca e moído. Preparação: Numa panela coloque azeite de dendê, a cebola e o sal, refogue um pouco, em seguida coloque o quiabo cortado, colocar um pouco de água e deixar cozinhar, quando estiver cozido colocar aos poucos a castanha e o amendoim acrescentando um pouco mais de dendê, depois de pronto é colocado numa gamela.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Efó&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;é uma comida ritual e da culinária baiana , pode ser feita com a folha chamada língua de vaca ou com folha de mostarda. Preparação: Meio quilo de camarão seco, descascado. Pimenta-malagueta em pó. Meio dente de alho. Uma cebola. Uma pitada de coentro. Um maço de língua-de-vaca (ou taioba, ou bertalha, ou espinafre, ou mostarda). Primeiro, ferve-se a língua-de-vaca, escorre-se numa peneira, estende-se na tábua e bate-se bem com a faca, até ficar uniforme. Enxuga-se e estende-se na peneira para secar toda a água. Cozinha-se no azeite-de-dendê puro, temperado com tudo o resto. A panela fica tapada, para suar. Come-se com arroz. Nanã, rainha das águas doces, quando escolhe, pede um bom efó de língua-de-vaca. Tendo como contexto principal a terra e os seus frutos, os Iorubás basicamente subsistiam pela colheita do inhame (isu), milho (àgbado), feijão (ewa), quiabo (ilá) e mandioca (paki). São estes os elementos principais que encontramos até hoje nas comidas que são confeccionadas para os Orixás no Candomblé.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;ADÓ&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ado - é uma Comida ritual feita de milho vermelho torrado e moído em moinho e temperado com azeite de dendê e mel, é oferecido principalmente ao Orixá Oxum.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Axoxô – é comida ritual do Orixá Oxóssi, milho vermelho cozido refogado com cebola ralada, pó de camarão, sal, azeite de dendê, enfeitado com fatias de coco sem casca.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;ÁBARÁ&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Abará - é um dos pratos da culinária baiana e como o acarajé também faz parte da comida ritual do candomblé . A preparação da massa é idêntica à do acarajé. Quando comida ritual, coloca-se um pouco de pó de camarão e quando da culinária baiana coloca-se camarões secos previamente escaldados para tirar o sal, que pode ser moído junto com o feijão e depois colocar alguns inteiros. Essa massa deve ser envolvida em pequenos pedaços de folha de bananeira semelhante ao processo usado para fazer o acaçá e deve ser cozido no vapor em banho-maria; é servido na própria folha.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ekuru - é uma comida ritual de diversos Orixás, a massa é preparada da mesma forma que a massa do acarajé , feijão-fradinho sem casca triturado, envolta em folhas de bananeira como o acaçá e cozido no vapor.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;ÁCAÇA&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Acaçá - é uma comida ritual do candomblé e da culinária baiana . Feito com milho branco ou milho vermelho, que após ficar de molho em água de um dia para o outro, deve ser moído num moinho formando uma massa que deverá ser cozida numa panela com água, sem parar de mexer, até ficar no ponto. O ponto de cozedura pode ser visto quando a massa não dissolve se pingada num copo com água. Ainda quente essa massa deve ser embrulhada em pequenas porções, em folha de bananeira previamente limpa, passada no fogo e cortada em tamanho igual para que todos fiquem do mesmo tamanho. Coloca-se a folha na palma da mão esquerda e coloca-se a massa, com o dedo polegar dobra-se a primeira ponta da folha sobre a massa, dobra-se a outra ponta cruzando por cima e virando para baixo, faz o mesmo do outro lado. O formato que vai ficar é de uma pirâmide rectangular.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;A comida africana reflete as tradições nativas da África, assim como influências árabes, européias e asiáticas. O continente africano é a segunda maior massa de terra do planeta e berço de milhares de tribos, etnias e grupos sociais. Essa diversidade reflete-se na cozinha africana, no uso de ingredientes básicos assim como na preparação e técnicas culinárias.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Certo que os Orixás Comem&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;” Certo que os Orixás Comem o que os homens comem, porém, recebem a seus pés, nos terreiros onde os modos de preparar, ao lado dos saberes: Palavras de encantamento (fó), rezas (ádùrà), evocações (oriki) e cantigas (orin); ligadas a estórias sagradas (itans), são elementos essenciais e vitais para a transmissão do axé.” 1 São alimentos votivos preparados ritualmente e oferecidos aos orixás, aos quais necessitam de suas vibrações para a manutenção da própria força dinâmica. Algumas comidas são preparadas com a carne dos animais sacrificados ritualmente, outras como o peixe, camarão, verduras, legumes, farinhas, etc., muitas são bem temperadas, levando sal (menos de Oxalá), louro e etc., e algumas ainda levam mel. A grande maioria das comidas salgadas é feita no azeite de dendê, ou frita nele. As comidas votivas provém na maioria, da culinária africana, algumas conservando-se exatamente iguais, outras sofrendo algumas modificações. Na umbanda, e mesmo em alguns cultos tradicionais os orixás comem frutas, as comidas variam muito de culto para culto. De modo geral porém, as principais, nos candomblés (algumas adotadas pela umbanda).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;As comidas&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;As comidas não são oferecidas todas de uma vez, sendo feitas algumas em certas festas, outras depois. Todas as semanas as comidas, bebidas, etc., são renovadas em dias certos, cada orixá te o seu , no candomblé após o término de xiré são distribuídas aos assistentes. Nos templos de umbanda diferentemente do candomblé, as comidas são dadas aos guias incorporados, e eles mesmos consomem. Portanto são comidas feitas com condimentos que os médiuns estão acostumados a comer. Geralmente é dada em dias de festas ou acontecimento especial de cada templo. - OBS.: “As comidas votivas não contém pimenta.” Dividir o alimento com os deuses é ter a insigne hora de comer com eles, garantindo, dessa forma, a presença dos Orixás em nossas vidas e da refeição em nossa mesa. Ao preparar as comidas de santo, deve-se observar os tabus de cada um deles. Por exemplo, o azeite de dendê nunca deve ser oferecido a Oxalá, o mel é proibido a Oxossi, o carneiro não pode sequer entrar em uma casa consagrada a Iansã etc. Os filhos de santo devem observar todas as quizilas dos seus Orixás e, sendo parte do Orixá, também não podem consumi-las. A ijoyé encarregada de preparar as comidas dos Orixás é a Ìyá Basé, um cargo outorgado apenas a mulheres de grande sabedoria e respeito junto à comunidade. Ela é a mãe que conhece todos os segredos da cozinha e que sabe que o principal ingrediente para uma boa comida de santo, capaz de alcançar as mais altas dádivas, é o amor.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/1940742573442600526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/06/falando-novamente-sobre-comidas-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/1940742573442600526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/1940742573442600526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/06/falando-novamente-sobre-comidas-de.html' title='FALANDO NOVAMENTE SOBRE COMIDAS DE RITUAIS...'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjieL3sm3xyH_ey2l-FSqcVpK1GqcT6Z3S1fmFLR1C0Q-dEOdaTP-IEPsv-vyvytx9ND-GkKgE4c4pcozyxk9kSPasU88s_nJ8BWdsrGk2CoqtqPDqQ4_o1K-huZdGqwBqqmI2gjfrUcp4/s72-c/550_mulheres-na-cozinha-antigamente.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-8998933414457543785</id><published>2012-06-20T10:23:00.001-07:00</published><updated>2012-06-20T10:23:14.586-07:00</updated><title type='text'>UMA HOMENAGEM</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipyVT_nk2ttkvQfdtjV17YUiOaKOgINLmzdNDdGj-KEnkRevgang4FZwhYPePD9TcPj5dlKPqCGowGnQnU_GzOkSr3lGsJR1G7We18MA6HoZasLH7RGUTBBDlXWASSJdXXMOdYdTiJjD0/s1600/iya+Davina.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipyVT_nk2ttkvQfdtjV17YUiOaKOgINLmzdNDdGj-KEnkRevgang4FZwhYPePD9TcPj5dlKPqCGowGnQnU_GzOkSr3lGsJR1G7We18MA6HoZasLH7RGUTBBDlXWASSJdXXMOdYdTiJjD0/s400/iya+Davina.jpg&quot; width=&quot;297&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; text-align: left;&quot;&gt;In Memoriam: IYÁ DAVINA&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; text-align: left;&quot;&gt;A Sociedade Civil e Religiosa do Ilê Omolu Oxum, tem como dirigente Maria do Nascimento, Mãe Meninazinha d&#39; Oxum, herdeira espiritual e neta biológica de Iyá Davina.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; line-height: 18px; text-align: left;&quot; /&gt;&lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; display: inline; line-height: 18px; text-align: left;&quot;&gt;Davina Maria Pereira , Iyá Davina, nasceu no ano de 1880, na cidade de Salvador, Bahia. No dia 24 de julho de 1910, foi iniciada por Procópio Xavier de Souza, mais conhecido como Procópio d&#39;Ogun , no Ilê Ogunjá, situado no Baixão, antigo Matatu Grande, em Salvador.Filha de Omolu e Oxalá, muda-se, ainda na década de 1920, para a cidade do Rio de Janeiro, juntamente com seu marido, Theóphilo Marcelino Pereira, ogan do Ilê Ogunjá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Possuirá, no bairro da Saúde, sua primeira residência no Rio de Janeiro. Lá, abrigará inúmeros conterrâneos de mudanca para o Rio, ficando, tal casa, popularmente conhecida como &quot;Consulado Baiano&quot;. Já nesssa época, existia no Rio de Janeiro um famoso terreiro de candomblé, situado na Rua Barão de São Félix, número 174, dirigido pelo renomado pai-de-santo João Alabá. A este, Iyá Davina irá se juntar. Alguns historiadores confirmam que tal terreiro havia sido fundado por Bamboxê Obiticô. João Alabá fora iniciado na Bahia (desconhece-se em qual terreiro). Cultuava grande amizade com sacerdotes baianos, entre estes: Joaquim Vieira da Silva, Tio Joaquim. Por ele, foram iniciadas Carmen do Xibuca e quase todos os membros da familia de Tia Ciata (de sobrenome Jumbeba).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do mesmo terreiro baiano onde fora iniciado, vieram Vicente Bankolê e sua &lt;span id=&quot;goog_1144833219&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;goog_1144833220&quot;&gt;&lt;/span&gt;esposa Tia Pequena, que, após o falecimento de Alabá, herdariam os assentamentos de seu orixá - Omolu - e deslocariam o terreiro da Gamboa para Bento Ribeiro, e, logo depois, para a Baixada Fluminense - criando, assim, a Sociedade Beneficente da Santa Cruz de Nosso Senhor do Bonfim, mais conhecida como Casa-Grande de Mesquita, e que seria a primeira comunidade-terreiro de candomblé a estabelecer-se na Baixada Fluminense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Iya Davina participará da fundação de inúmeros terreiros no Rio de Janeiro. Entre estes: o Bate-Folha de João Lessengue; o Axé Opô Afonjá de Mãe Agripina, o Terreiro de São Gerônimo e Santa Bárbara, de Mãe Senhorazinha; o Ilê Nidê, de Seu Ninô d&#39;Ogun. Fato que tão bem ilustra os vinculos criados entre migrantes baianos e cidadãos cariocas, determinantes para a preservação, manutenção e criação de novas e velhas tradições culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua neta, Mae Meninazinha d&#39; Oxum , matém esses vínculos através das muitas ações que realiza no Ilê Omolu Oxum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do site Mulheres de Axé.&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/8998933414457543785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/06/uma-homenagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/8998933414457543785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/8998933414457543785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/06/uma-homenagem.html' title='UMA HOMENAGEM'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEipyVT_nk2ttkvQfdtjV17YUiOaKOgINLmzdNDdGj-KEnkRevgang4FZwhYPePD9TcPj5dlKPqCGowGnQnU_GzOkSr3lGsJR1G7We18MA6HoZasLH7RGUTBBDlXWASSJdXXMOdYdTiJjD0/s72-c/iya+Davina.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-213554856701763831</id><published>2012-06-20T09:45:00.000-07:00</published><updated>2012-06-20T09:45:01.748-07:00</updated><title type='text'>HERANÇA AFRICANA</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPRgXHq7RheIHDht-JsX3_VfUrpErEpmv_j7Ue9v9CJJ2rFTm4YfdbvmVntoH6JCfJEwEg5jOtOmqlF65vanVBpQHJyxiSagUXEk-x2zyRCNIqGAmpVdWQ8PcwOJ0wJ40vDe5SvHQSckQ/s1600/oris%C3%A1+od%C3%A9.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;286&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPRgXHq7RheIHDht-JsX3_VfUrpErEpmv_j7Ue9v9CJJ2rFTm4YfdbvmVntoH6JCfJEwEg5jOtOmqlF65vanVBpQHJyxiSagUXEk-x2zyRCNIqGAmpVdWQ8PcwOJ0wJ40vDe5SvHQSckQ/s400/oris%C3%A1+od%C3%A9.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;HERANÇA AFRICANA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&quot;Um Filá de Liberdade&quot;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;O local onde está a exposição é uma casa em estilo Colonial Americano situado em um espaço elitista o Museu Carlos Costa Pinto onde em nada lembra a &quot;Herança Africana&quot; e sim um símbolo da classe dominante. De acordo com Solange Godoy1,curadora da mostra, apesar do aspecto suntuoso e sem vínculo com o movimento negro,o local foi o escolhido por ter o maior acervo de jóias crioulas do Brasil. Outro aspecto importante é que esta é a primeira vez que o museu recebe o acervo de casas de candomblé numa mostra especificamente ligada à herança africana, o que nos leva a entender que as fronteiras estão sendo ultrapassadas, e que o candomblé deixa de ser visto como uma religião só de negros, mais uma vez se alto afirma como uma religião de resistência. Entendo que através da exposição os organizadores querem mostrar que o terreiro não é um local só de culto religioso é também de cultura, e que essa cultura tem que ser vista e debatida na sociedade. Também o fato de não aparecer nenhum babalorixá na exposição, deixa uma interrogação, visto a importância deles dentro da religião,porém a resposta vem logo a coleção de jóias do Museu é simplesmente um patrimônio ligado ao universo feminino do século XIX e XX&quot;.Nesse sentido entendemos o porquê do não aparecimento do sexo masculino na amostra. O Acervo esta dividido em três espaços: Soberania e Encanto&quot; reúnem tudo que era usado por essas mulheres que representavam o candomblé na Bahia, mulheres grandiosas que resistiram a todos as dificuldades e se tornaram verdadeiras rainhas. Legado e Estilo&quot; estão expostos os trabalhos de designers de jóias e estilistas conhecidos, cujas coleções são voltadas para a cultura afro. Patrimônio e Memória&quot; expõem parte das jóias crioulas pertencentes ao acervo do Museu Carlos Costa Pinto, Essas jóias são referência como elementos de afirmação e resistência. 1 Museóloga formada pelo curso de Museus do Museu Histórico Nacional. Rio 1961. Graduou-se em História na PUC-Rio em 1974. Atuou na área de museus, como professora no curso de formação, tendo trabalhado por mais de trinta anos dirigindo museus de pequeno e grande porte como o Museu Histórico Nacional (1984- 1989) consultora da área de Museus da VITAE; No mesmo espaço estão sendo exibido um vídeo sobre a utilização dos balangandãs nos séculos XVIII e XIX. Podemos perceber as três nações que estão fazendo parte da exposição na qual falaremos a seguir; Os rituais de candomblé no Bahia são manifestações em suas formas mais variadas e em complexidade diversas, sua organização a partir de noções confere certas particularidades concretizadas desde o surgimento das culturas africanas de povos diversos por meio do tráfico negreiro em nosso país. Poderíamos nos perguntar o que caracteriza um ritual do candomblé? Mas talvez como resposta viesse outra questão: qual o ritual do candomblé? Angola?Keto?Jeje? Para se ter uma idéia, algumas das nações como Keto, Angola,Jeje, apresentam diferenças entre si, sentidas principalmente quanto a língua dos cânticos, a batida dos atabaques ,a dança à nomenclatura utilizada para denominar cada objeto, função, orixás, sacerdotes,não são excludentes porém a essência é a mesma. Segundo Silva2o candomblé é compreendido como uma religião iniciática e de possessão, onde os ritos apresentam um acesso privilegiado a dimensão que o estruturam, como tempo o espaço a corporalidade,a conduta ,os cargos e outros. Poderíamos visualizá-lo ainda como uma forma pelo quais as pessoas revivem a antiga organização familiar africana e religiosa a partir de um novo contexto. Na exposição estão expostas três Nações: Ketu, Jeje e Angola. Denomina &quot;Nação Ketu&quot;,o candomblé descendente dos cultos religiosos da região Sudanesas, de cultura yorubana. Neste culto, os deuses são chamados de orixás e representam forças da natureza como o ar, o vento, o fogo e outros. A língua ritual destes cultos é composta de fragmentos de iorubá arcaico e de alguns termos de outras línguas com as quais foi se mesclando no decorrer do tempo. Toda a simbologia do candomblé Ketu como ritmo, cores, cantigas (rezas) músicas, comidas rituais e, fundamentalmente, o rito de iniciação, são marcados fortemente pelos valores culturais dos negros yorubanos.Aqui pertencem a esta nação: Ilê Axé Iyá Nassô Oka&quot;,(Terreiro da casa Branca) é considerado a primeira casa de candomblé aberta em Salvador. Considerado Patrimônio Histórico do Brasil desde o na Bahia os terreiros que 2 Vagner Gonçalves da Silva, op.cit.p.121. dia 31 de maio de 1984. O Terreiro é de Oxossi e o Templo principal é de Xangô. O Barracão que tem o nome de Casa Branca, é uma edificação alongada com várias divisões internas que encerram residências das principais pessoas do Terreiro, como também espaços reservados aos quartos de Orixás, quarto de Axé, (Salão onde se realizam as festas públicas), bem como a cozinha onde se preparam as comidas sagradas. Uma bandeira branca hasteada no Terreiro indica o caráter sagrado deste espaço. No telhado do Barracão, símbolos de Xangô identificam o Patrono do Templo.Esta localizada na av. Vasco da Gama, 463, Salvador Ba. As Sacerdotisas do terreiro Iyá Nassô Oyo Akalagmabo Olodumare 3 Marcelina da Silva -Oba Tossi 4 Maria Julia Figueiredo de Oxum -Omó Niké 5 Ursulina de Figueiredo- Mãe Sussu 6 Maximiana Maria da Conceição -Massi 7 (citada na exposição) Maria Deolinda dos Santos -Papai Oké 8 Altamira Cecília dos Santos -Mãe Tatá- Oxum Tomilá -9(citada na exposição) &quot;Ilê Iyá Omi Axé Iyamasé&quot;(Terreiro do Gantois ou Axé Yamassê), Sociedade São Jorge do Gantois, como é conhecido essa é outra grande casa de candomblé GêgeNagô, que também nasceu da Casa Branca do Engenho Velho, foi fundado por Maria Júlia da Conceição Nazaré em 1849. O nome Gantois veio de um flamengo, originario de Gand que era o dono do terreno onde o templo religioso foi construído. O que diferencia o Gantois de outros terreiros tradicionais da Bahia, é que a sucessão se dá pela linhagem e não através de escolha pelo jogo de búzios. De acordo com o antropólogo Julio Braga: Historicamente, o Gantois é um candomblé familiar de tradição hereditária consangüínea, em que os regentes são sempre do Africana considerada uma das fundadoras da primeira casa de candomblé da tradição nagô no Brasil. 4 Mais conhecida como Oba Tossi, foi a segunda Iyalorixá do Candomblé da Casa Branca-Engenho Velho. 5 Filha da fundadora do Candomblé da Barroquinha Iyá Nassô, é também a responsável por trazer o culto de Xangô para a Bahia. 6 Quarta Iyalorixá na sucessão do Candomblé da Casa Branca do Engenho Velho em Salvador. 7 Foi consagrada ao orixá Oxaguiã Idanko Ezo, uma qualidade de Oxalá cultuada no Bambuzal 8 Era assim chamada por ser de Oxalá, foi a sexta Iyalorixá do Candomblé da Casa Branca do Engenho Velho em Salvador. 9 Filha legítima de Maria Deolinda, é a oitava Iyalorixá do Candomblé da Casa Branca do Engenho Velho. 3 sexo feminino&quot;.O Tombamento Terreiro do Gantois relizado em 2002, pelo IPHAN fica no Alto do Gantois, 33, no bairro da Federação, Salvador. Sacerdotisas do Terreiro Maria Júlia da Conceição Nazaré10 Pulchéria Maria da Conceição Nazaré Maria da Glória Nazareth. (citada na exposição) Maria Escolástica da Conceição Nazaré.11(citada na exposição) Cleuza Millet ou Mãe Cleusa de Nanã 12 Mãe Carmen do Gantois 13(citada na exposição) &quot;Ilê Axe Opô Afonjá&quot;,Este é o terreiro mais antigo de que se tem notícia e o que, segundo vários autores, serviu de modelo para todos os outros, de todas as nações. Um grupo dissidente do Terreiro da Casa Branca, comandado por Eugênia Anna dos Santos, fundou, em 1910, numa roça adquirida no bairro de São Gonçalo do Retiro, o Terreiro Kêtu do Axé Opô Afonjá Sacerdotisas do terreiro Mãe Aninha Mãe Bada de Oxalá Mãe Senhora 10 11 Fundadora do terreiro do Gantois, em 1949. Conhecida como Mãe Menininha do Gantois em razão do apelido que recebeu na infância por ser Mãe Cleuza era filha de Mãe Menininha do Gantois.No Gantois, quem assume o lugar da mãe é a quieta e franzina, era filha de Oxum, a mais famosa de todas as Iyálorixá brasileiras. 12 filha mais velha. Segundo Julio Braga: Historicamente, o Gantois é um candomblé familiar de tradição hereditária consanguínea, em que os regentes são sempre do sexo feminino&quot;.Mãe Cleusa construiu toda uma vida longe do candomblé, casou-se aos 21 anos com um oficial da Marinha de Guerra, teve três filhos, Mônica, Zeno e Álvaro, viajou por muitos países. Na volta, decidiu morar no Rio de Janeiro e passou a exercer sua profissão, estudou Medicina na Universidade Federal da Bahia, seu primeiro emprego foi de obstetra. 13 É a filha mais nova de Mãe Menininha do Gantois e a irmã caçula de Mãe Cleusa Millet, foi iniciada no Candomblé para Oxalá quando ainda era criança. Após a morte de Mãe Cleusa Millet assumiu o Terreiro mais famoso do Brasil. Mãe Carmen trás o segredo do Axé tendo ao seu lado suas duas filhas: Angela de Oxum e Neli de Oxossi. Mãe Ondina de Oxalá Mãe Stella de Oxóssi &quot;Ilê Lajuomi/Ilê Odô Ogê&quot;,O Terreiro Pilão de Prata foi instalado em 1963 pelo babalorixá pai Air José de Sousa, que permanece à frente da casa. O espaço possui axé de fundamento da nação Ketu, que teve origem nos ensinamentos do tataravô do babalorixá Air José, Bangboshê Obitikô. Sacerdote do Terreiro Air Jose souza de Jesus Denomina &quot;Nação Jeje&quot;,o candomblé Jeje é minoritário no Brasil, seus deuses são o voduns, cultuados como nobres famílias mitológicas, associadas cada uma delas aos elementos da natureza. Seu ritual difere muito dos dois anteriores em todos os sentidos. Além destas, existem várias combinações destes três tipos básicos, que são formadas a partir do trânsito dos religiosos entre um e outro grupo. Dentre os daomeanos escravizados, uma mulher chamada Ludovina Pessoa, natural da cidade Mahi (marri), foi escolhida pelos Voduns para fundar três templos na Bahia. Ela fundou: Um templo para Dan14; um templo para Heviossô 15 ;um templo para Ajunsun 16 e O templo de Ajunsun-Sakpata foi fundado mais tarde pela africana Gaiaku Satu, em Cachoeira e São Felix e recebeu o nome de Axé KPó Egi, mais conhecido por Cacunda de Yayá, que tem como sua representante a iyalorixá Maria de Lourdes Buana (Iyá Ominibu Kafae foobá).Dona Lourdes, tem roça em Salvador no Bairro Cabrito, e também em Nilópolis, no Rio de Janeiro funcionando com toda a força apesar de seus quase 80 anos, marcando sua tradição no Kwe Foobá, com diversos descendentes do Jeje Savalu. São os Jeje Savalu ou Savaluno. Sakpata era rei da cidade Savalu na África, segundo alguns historiadores, Sakpata foi o único rei que preferiu o exílio a se render aos conquistadores do Daomé. O dialeto dos savalus também é o Fon.Na Rua do Curuzú, no bairro da Liberdade em Salvador, Amilton de Sogbo segue a luta pela preservação da tradição do Jeje Savalu, na condição de Doté, a frente do Kwe Vodun Zo (Templo do Deus/Espírito do Fogo). 14 Kwé Cejá Hundé, mais conhecido como a Roça do Ventura ou Pó Zehen (pó zerrêm) de Jeje Mahin em Cachoeira e São Felix; 15 Zoogodo Bogun Male Hundô&quot; Terreiro do Bogum em Salvador; 16 Que não se sabe porque não foi fundado. Esse é o segmento Jeje Mahin do povo Fon; Amilton é descendente espiritual da Terreiro Cacunda de Yayá, onde teve o seu nascimento para o zelo ao Panteão Savaluno, pelas mãos de Jaoci Mãe Tança de Nanã. Seguem os terreiros pertencente a esta nação: Zoogodo Bogum Malê Rundó&quot;,(OTerreiro de Bogum),candomblé de tradição Jeje Mahin, tem muitas diferenças em relação aos outros terreiros de Salvador. A principal diferença é a língua falada nos rituais. Como explica Jaime Sodré (ogã da casa há 35 anos), no culto dos Voduns do Daoméa a língua falada pelos jeje é o éwé, do povo fon, com tradição ligada ao Benin.Além da língua, alguns rituais dos jeje são diferentes. No Terreiro do Bogum não existem Orixás, lá se cultuam os Voduns e recebem outras denominações e tem semelhanças com o Vodou haitiano. Segundo historiadores, foi no local onde está o Bogum que Joaquim Jêje, herói do movimento de insurreição de escravos malês, deixou o bogum (baú) onde estavam os donativos que permitiram a famosa Revolta dos Malês ocorrida em Salvador em janeiro de 1835. está localizado na Ladeira do Bogum, antiga Manoel do Bonfim, no Bairro do Engenho Velho da Federação, em Salvador. Sacerdotisas do Terreiro Ludovina Pessoa 17 Mãe Romana de Possú -Gaiaku Romaninha 18 Luiza Franquelina da Rocha -Gaiaku Luiza 19 Mãe Runhó -Valentina Maria dos Anjos Costa Mãe Nicinha, Gamo Lokossi -Evangelista dos Anjos Costa Emiliana Pidade dos Reis-(citada na exposição) Mãe Índia -Zaildes Iracema de Mello Denomina &quot;Nação Angola&quot;,Este candomblé é resultado da presença dos negros bantos, da região Congo Angolesa da África, cujos deuses que cultuam chamam-se Inkices.Também os Inkices são a divinização e personificação da natureza na forma humanizada. As características rituais do candomblé Angola diferem das características do candomblé Ketu, mas as formas do ritual e da iniciação se assemelham muito. Como característica intrínseca da cultura banto, Fundadora irmã de santo de Ludovina 19 Iniciada por Mãe Romaninha entre 1944-1945 18 17 mais propensa à assimilação de valores estrangeiros, o candomblé Angola é fortemente marcado pelos valores brasileiros. Terreiro São Jorge Filho da Goméia&quot;-Foi fundado por Mãe Mirinha do Portão, é de origem congo-angolesa. Após o falecimento de Mãe Mirinha em 1989, assumiu o posto Valdete dos Santos, sobrinha de Mãe Mirinha e filha de santo. Com o afastamento dela, assumiu então Mameto Kamurici, Maria Lúcia Neves, neta de Mãe Mirinha e atual responsável pelo Terreiro. Sacerdotisas do Terreiro Mãe Mirinha do Portão20 Mãe Valdete dos Santos Maria Lúcia Santana Neves Os Trajes Do ponto de vista dos elementos que compõem os trajes21 utilizadas, são marcos simbólico do pertencimento a determinado orixá, bem como distintivos de poder e diferenciação entre os membros da hierarquia. As roupas dos iaôs são mais simples, geralmente brancas; para os homens, calça e uma camisa branca sem bolsos ou enfeites; para as mulheres, saias rodadas com fitas e bico nas bordas, batas com adornos de bico de renda e bordados, anáguas, um camisu e o pano da costa. Em dias de festa, utilizam estampas em cores que lembram seus orixás. A mãe e o pai-de-santo, os ebômis e ogãs têm roupas mais incrementadas do que os iaôs, usam rechilier e outros tecidos mais nobres e bastante coloridos com um pano da costa. Só os ebômis entram no xirê calçados, os iaôs dançam descalços. Na Cabeça-Torço, turbante ou rodilha (anexo 1) No Ombro- Xale de pano de Costa (anexo 1 e 2) Corpo Camisa de Crivo; Blusa de cabeção rendado ou Bata (anexo 1) 20 Mirinha é iniciada aos sete anos de idade, para o Nkisi Mutalombô e tem como segundo Nkisi Bambulusema, juntamente com mais 18 muzenzas. Na época foi de grande ousadia o feito de tirar, como se fala na linguagem do Candomblé, um barco de 19 muzenzas, mas Joãozinho da Goméia era assim (desafiador e polêmico), logo, desta forma nasceu para o Candomblé Congo/Angola da Bahia e do Brasil a Monankisi &quot;Sessa Dya Umbula&quot;,sendo chamada pelos seus irmãos de santo por Sessetu, o nome de seu erê, sendo filha pequena de Kilondirá chamada carinhosamente por Mirinha de Mãe Kiló. 21 Anexo 1 Corpo- Saia rodadas (anexo 1) Pés- Chinelinhas (anexo 1) As Jóias As jóias foram mais que adornos no século XIX na Bahia, ao portar as jóias a mulher negra simbolizava a manutenção de sua cultura. Cada orixá é representado por colares de contas22em cores específicas: para Oxossi, o azul claro leitoso; para Oyá, o marrom terra; para Iyemanjá, miçangas transparentes; Oxalá, o branco; Xangô, miçangas alternadas entre vermelho e branco ou marrom e branco. Quando se é iaô, usa-se um colar de palha-da-costa trançada com uma espécie de vassoura em cada ponta .o moça. Os diloguns são as insígnias do iaô, constituem-se em colares de dezesseis fios de miçangas fechados por uma firma. Geralmente, usam se três diloguns: um representando o orixá do pai-de-santo, outro do orixá pessoal e um de Oxalá. O pai-de-santo e os ebômis usam contas mais grossas, muito enfeitadas, por vezes feitas de coral, pedras africanas e símbolos que representam elementos da natureza e os orixás. Existe um colar característico que se usa após os sete anos de iniciação. o runjebe .e que possui intrínseca ligação com o orixá Oyá. São comumente usados, também, o Brajá, todo feito em búzios da costa, e o Lagdibá, colar distintivo do ebômi de Omolu, feito de chifre. Balangandã23-Enfeites e ornamentos. Podem também ser amuletos as negras escravas os usavam amarrados à cintura em dias de festa. Alguns historiadores indicam seu surgimento na Bahia. São miniaturas de objetos, sinais e símbolos originalmente confeccionados em metal, normalmente ouro ou prata. Entre eles encontramos a figa, espada, animais, búzios e frutas, reunidos em uma argola também metálica. Seu nome, Balangandã, imita o som que produziam quando eram agitados pelos movimentos do corpo de quem os usava Conheça os amuletos da penca de Balangandãs original, usada pelas negras: Corrente- simboliza a escravidão, afasta o mal olhado e doença; Pão da Angola- símbolo de longevidade; Pomba- Símbolo dos santos mártires e devoção cristã; Romã- Símbolo dó gênero humano e fecundidade; 22 23 Anexo 3 Anexo 2 Ferradura- Símbolo da felicidade e sorte; Cabaça- Cosme e Damião usado para guardar água pelos escravos; Sol- Oxumaré- Seus do arco ires e chuva Lua, Arco e Flexa: Oxóssi -Deus das florestas e da caça, São Jorge. Caranguejo: Omolú -Deus do Sofrimento Espada: Iansã -Deusa dos raios, ventos e tempestades. Caju ou Machado duplo: Xangô -Deus do raio, trovão, fogo e justiça. Peixe: Yemanjá -Deusa das águas salgadas. Cajado: Oxalá -Deus do ar,céu, rios e montanhas. Uvas ou Leque: Oxum -Deus das águas doces, fontes e cachoeiras. Bibliografia PRANDE, Reginaldo e Souza- As religiões afro-brasileiras nas ciências sociais: Uma conferência, uma bibliografia. Texto em publicação na revista brasileira de informações bibliográficas em ciências sociais- BIB BATISDE, Roger- As religiões afro-brasileiras. São Paulo: Pioneira,1971. http://www.atardefm.com.br/cultura/noticia.jsf;jsessionid=FF8FA0F7421EC544939763C42A6F7E7 F.jbossdube1?id=933930 .Acesso em:15de set.2008 http://www.museucostapinto.com.br/.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Colaboração de David de Oxossi.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: http://www.ebah.com.br/heranca-africana-pdf-a26970.html&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/213554856701763831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/06/heranca-africana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/213554856701763831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/213554856701763831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/06/heranca-africana.html' title='HERANÇA AFRICANA'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhPRgXHq7RheIHDht-JsX3_VfUrpErEpmv_j7Ue9v9CJJ2rFTm4YfdbvmVntoH6JCfJEwEg5jOtOmqlF65vanVBpQHJyxiSagUXEk-x2zyRCNIqGAmpVdWQ8PcwOJ0wJ40vDe5SvHQSckQ/s72-c/oris%C3%A1+od%C3%A9.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-519791670241199180</id><published>2012-06-15T08:46:00.000-07:00</published><updated>2012-06-15T08:46:24.424-07:00</updated><title type='text'>PARA REFLEXÃO PESSOAL E BUSCAR SOLUÇÕES VERDADEIRAS</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEsCT99vx_tqc9fyyBoWW3X6ny76MfYeFdWamJrMyoe4KAI78D9exC0UH2Fc1oMzIZ5SrBRqt4lkD5DaIfJ29rvUP61ivFoqMmZlaShojHoj-RXwVpnbVgqD0a9soDj8m_Ldl5xkwUg4Q/s1600/helem42.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEsCT99vx_tqc9fyyBoWW3X6ny76MfYeFdWamJrMyoe4KAI78D9exC0UH2Fc1oMzIZ5SrBRqt4lkD5DaIfJ29rvUP61ivFoqMmZlaShojHoj-RXwVpnbVgqD0a9soDj8m_Ldl5xkwUg4Q/s400/helem42.jpg&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;PARA REFLEXÃO PESSOAL E BUSCAR SOLUÇÕES VERDADEIRAS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;A proibição imposta aos noviços através de segredos conhecidos como fundamentos, pode ter uma lógica no Brasil. As pessoas novas de santo devem ter um limite de aprendizado de acordo com seu tempo dentro da religião. Na África aonde ainda há culto aos orisa todos devem saber acerca dos fundamentos. Vários rituais são feitos em praça pública, mesmo porque um dia todos serão iniciados. Entretanto o medo imposto por certos &quot;Babas&quot; e &quot;Iyas&quot; aos filhos, isso sim é errado, por exemplo: quando consultam os búzios, dizem que os Orisas estão brigando e confundem as pessoas (Orisas são energias puras, que não tem tempo a perder com isso; egoísta, são os seres humanos desse plano astral que não tem o que fazer). Os Orisas quando não ajudam alguém, não atrapalham, na África se você deixa de cultuar um Orisa ele jamais vai lhe fazer mal, o que na verdade existe são sacerdotes desesperados, caminhos de Ebós mal dados, interpretação de &quot;ODU&quot; mal feitas, Sasanhas pela metade, Àdúrà misturadas, Ibà sem propósito, Oriki sem pé nem cabeça e OFO sem vinculação de ASE (a força que realiza). Existem vários sacerdotes acomodados em cima da sua fama colocando cabresto em seus filhos e inventando o que não existe. É bom lembrar sempre das limitações de nossos supostos &quot;olhadores de búzios&quot; e procurarmos nos instruir antes de cair em suas lábias. Eu conheço várias pessoas ávidas de conhecer alguma coisa acerca da religião e seus &quot;pais&quot; e &quot;mães&quot; não respondem as indagações. Como já escrevi existe mesmo limitações de aprendizado de acordo com a condição do Abian, Elegun, dos cargos hierárquicos, etc. Porém o ensinamento básico da teoria não há razão de esconder. Os iniciados não conhecem o credo Yorubá, os Itans, ciclo da reencarnação, a importância do seu Ori, diferença entre Esu Imole e falange de Exu, os genes da criação segundo a crença Yoruba - Nagô, etc. Os filhos não sabem uma reza (Àdúrà) do seu próprio OLORI ORÌSÁ (seu “santo” de Ori), não sabem o porque da religião e o que estão fazendo na mesma.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;NEM TODO MUNDO PRECISA &quot;RASPAR&quot; A CABEÇA,POIS NEM TODOS PRECISAM SER INICIADOS!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;O culto de Orisa é complexo e a cada problema Ifá nos mostra uma solução ou mesmo um conselho para certas aflições. Foi-se o tempo dos &quot;Babas&quot; e &quot;Iyas&quot; solucionar os problemas quer de clientes, quer dos seus filhos de santo. Hoje fazem Ebós com prazos mínimos de 21 dias e máximo de 3 meses, 6 meses e assim por diante, na verdade a coisa não funciona e eles ficam mentindo para as pessoas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Por isso eu repito: os Orisas não existem para causar mal a ninguém, o que na verdade existe são sacerdotes desesperados, caminhos de Ebó mal dados, interpretação de Odu mal feitas, Sasanhas (quando há) pela metade, Àdúràs misturadas, Ibà sem propósito, Oriki (quando há) inúteis, Ofo sem Ase, Ebori sem uma cantiga direita para Ori, Igba-Orisa mal montados, utilização de Ase sem direção, etc. Vamos todos procurar os nossos melhores sacerdotes, com calma, pois TEM MUITAS PESSOAS HONESTAS E SÉRIAS POR AÍ.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;O jogo de búzios faz parte do ritual afro-brasileiro determinando às vezes todo o processo de iniciação, como também indica os Ebós, folhas para isso ou aquilo etc. Nas obrigações de 7 anos (hoje em dia) todos os Oyê (títulos), são para &quot;Babas&quot; e &quot;Iyas&quot; e vem com a premiação do uso do jogo de búzios. Será que todo mundo que o recebe joga mesmo? Ouço varias pessoas reclamando dos &quot;olhadores&quot; dos búzios, dizendo: &quot;O cara disse um monte de besteiras; estou com Exu me tirando as coisas&quot;, e assim vai...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Gente! Jogam-se búzios quem tem a permissão dos Orisas e nem todo mundo tem. As obrigações do jogo vêm de um outro sistema de culto, não se dá matança em cima de peneira não. Vamos procurar nos esclarecer, pare de correr atrás de “qualidade” de Orisa sem ao menos saber de suas próprias qualidades, ou seja, deve não ter a curiosidade excessiva, isto é defeito, não qualidade. Sem um conhecimento básico sobre ÒRUNMÌLÀ e seu Oráculo, não se joga, o sacerdote para olhar o jogo, também tem seus sacrifícios, que, o futuro olhador deveria passar. Por isso, aos amigos, um aviso: CUIDADO COM NOSSOS SUPOSTOS &quot;OLHADORES&quot; DE BÚZIOS!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;E CUIDADO COM AQUELES QUE TENTAM DETURPAR O SEU SACERDOTE.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;CUIDADO COM PESSOAS QUE TÊM INVEJA DE SUA ESPIRITUALIDADE, E DENIGREM AQUELES QUE SÃO VERDADEIROS SACERDOTES E SACERDOTISAS.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;A situação do culto afro-brasileiro vem tomando um novo rumo graças aos tão criticados pesquisadores, os atuais sacerdotes entram em constantes conflitos encontrados em livros, revistas, crônicas, etc. O que ocorre é que tais sacerdotes despreparados não conseguem explicar às vezes o óbvio e dizem que não precisam estudar, proíbem seus filhos de pesquisar e aí acontecem as brigas. Cultos Afros seja lá o que for precisa sim de estudos, pois mesmo que aprendam alguma coisa em estudos os filhos não teriam a permissão nem mesmo o tempo de seu Orisa para fazer alguma coisa, simplesmente seu zelador o orientaria e estaria resolvido o problema. Entretanto o egoísmo e a mania de submissão imposta pelos supostos sacerdotes continua em alta. Nem todos os livros merecem crédito, porém se a pessoa for inteligente saberá separar o joio do trigo com certeza.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&quot;INSTRUÇÃO AOS OMÒRÌSÀ&quot;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Alguns africanos, sacerdotes de mentira, descobriram no Brasil uma &quot;mina de ouro&quot;. Um desses lançou uma apostila onde ele diz que qualquer pessoa pode assentar Orisa dentro de casa. E as pessoas estão me perguntando se está certo ou não.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;É claro que não!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Manuseia-se ASE quem passou ASE.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Vai ser muito desastroso as pessoas leigas mexerem com forças desconhecidas, mesmo porque a forma dos assentamentos, as folhas, as informações contidas em sua apostila estão fora de nossa tradição cultural. Por exemplo, ele diz sobre o assentamento de Egungun que vem de uma outra forma de culto dos Orisas. Na verdade só podem assentar Orisa os sacerdotes preparados tanto aqui como na África e depois que se consulta o sistema divinatório de Ifá - Orunmila, seja ele Búzios, Opele, Ikin, etc. A pessoa leiga desconhece segredos e não possui a condição necessária para assentar Igba-Orisa e o fato da apostila ser limitada dificulta o entendimento do leitor. Fosse ele um Omo-Orisa com certeza não se atreveria a escrever segredos que ele próprio saberia passar as pessoas seguindo uma hierarquia existente aqui na terra-mãe. Eu já escrevi várias vezes citando que existe toda uma história, crença, credo, lendas Yorubas liberadas para leigos para o entendimento do próprio culto, entretanto, um ditado diz &quot;BÍRI BÍRI BOWON LOJU OGBERI NKO MO MARIWÔ&quot; existe uma limitação de aprendizado para os não iniciados (fugindo da tradução ao pé de letra), isso se agrava mais ainda quando partindo de uma apostila inteiramente descabida.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Gostaria de chamar a atenção mais uma vez para um assunto muito importante, o sacerdócio dentro do culto Afro - Brasileiro. Depois de eliminar todos os outros cargos quando da obrigação dos 7 anos, todo mundo acha que pode ser &quot;baba&quot; ou &quot;iya&quot;, ai acontecem as barbaridades porque nem todo mundo nasceu para isso. As pessoas procuram um socorro e o sacerdote geralmente passa um ebó, que não sou eu que critica, são as pessoas que comentam o resultado desastroso...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;As pessoas voltam a casa dessa (e) sacerdote e ouvem: espera um pouco que vai acontecer e passa o tempo e nada; esse mesmo pessoal procura um outro tipo de socorro em uma outra religião obviamente. Uma é a pessoa fazer os 7 anos e tomar deka, cuia, oye, ou qualquer coisa, outra é a pessoa ser capaz ou ter o dom de ser um sacerdote (Isa). Já vi muita gente famosa pecar nesse detalhe e muita gente humilde resolver situações complicadíssimas de seus clientes ou filhos de santo. Sem demagogia, sem os grandes fundamentos que só essa gente famosa sabe. Antigamente fazia-se eleguns e os mesmos tinham mais respeito. Hoje em dia, é tanto fundamento, qualidade de santo, mistérios e os eleguns já saem do quarto de òrísá querendo ser tudo. È melhor revermos os valores antigos e parar com tanta fantasia que espantam as pessoas de nossa religião.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Enquanto os protestantes se unem cada vez mais, o povo do òrísá continua a tentar se engolir. Um querendo ser mais do que o outro, querendo saber mais e assim por diante. Clientes, filhos reclamando disso ou daquilo. Primeiro são os ebós que não funcionam, depois eboris que não adiantam nada, iniciação sem propósito, já que os zeladores insistem em dizer que os problemas das pessoas serão solucionados através de iniciação (raspagem). Isso mostra a falta de conhecimento do atendimento às pessoas que procuram certos zeladores e se dão mal.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Ifá mostra para cada problema uma solução através de etutu, ebós ou até mesmo uma boa orientação, entretanto, os &quot;pais&quot; e &quot;mães&quot; de santo insistem em ebori ou iniciação (raspagem); Eborí ou Bori é adoração à cabeça, fortalecimento do &quot;ori inu&quot;; do emi vinculado, àsé, na pessoa que esta se sentindo enfraquecida espiritualmente. A maior bagunça refere-se e dizem: - você esta com o òrìsà trocado ou errado! Confundindo à cabeça das pessoas. Na verdade eu digo e repito o que acontece é que são ebós errados, sasanhas sem folhas, itans absurdos, óppólós (quando há) sem sentido, Eboris sem cantigas para ori, oros de iniciação descabidos que prejudicam a vida do futuro noviço (a).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Vamos perguntar quando não souber, sejam humildes.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;O òrìsà é de todo mundo, porém nem todo mundo precisa de òrìsà. A união é o melhor caminho para a união da religião. Sem demagogia, a união do povo protestante é notável. Enquanto isso a religião afro vai se distanciando do povo cada vez mais, dia após dia.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Inúmeras pessoas dão testemunho do seu bem, porém, são pessoas que freqüentam terreiros de umbanda e candomblé. Na verdade essas pessoas foram prejudicadas por esses falsos &quot;pais&quot; e &quot;mães&quot; malucos intrometidos fantasiados de sacerdotes. Uma corja de vagabundos exploradores da fé alheia. Sem ocupação fazem da religião um meio de vida. Existe a lei da salva no candomblé sim; mas não um meio de exploração que em grande porcentagem dos casos não resolvem a vida de ninguém. Revoltados procuram as igrejas evangélicas dando munição aos protestantes para humilharem cada vez mais nossa religião e nossa cultura. Não conseguem nem resolver a vida dos clientes, esses falsos sacerdotes, e querem cobrar quantias exorbitantes das pobres pessoas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Conheço várias pessoas em maus lençóis devido à procura da mesma em busca do auxilio e foram enganadas por esses falsos sacerdotes. Enquanto isso vemos diariamente o fortalecimento dos evangélicos; triste desunião que passa nossa religião atualmente.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;BY SUAMI DÓSUN [SUAMI PORTINHAL]&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;titlewrapper&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-style: italic;&quot;&gt;&lt;h1 class=&quot;title&quot; style=&quot;border-width: 0px; color: #9e5205; font-family: Times, serif; font-style: normal; letter-spacing: -2px; margin: 0px; padding: 25px 0px 10px 24px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;EGBE HERDEIROS DE IFÁ&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;descriptionwrapper&quot; style=&quot;background-color: #f5e39e; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; font-style: italic; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br class=&quot;Apple-interchange-newline&quot; /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/519791670241199180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/06/para-reflexao-pessoal-e-buscar-solucoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/519791670241199180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/519791670241199180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/06/para-reflexao-pessoal-e-buscar-solucoes.html' title='PARA REFLEXÃO PESSOAL E BUSCAR SOLUÇÕES VERDADEIRAS'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEsCT99vx_tqc9fyyBoWW3X6ny76MfYeFdWamJrMyoe4KAI78D9exC0UH2Fc1oMzIZ5SrBRqt4lkD5DaIfJ29rvUP61ivFoqMmZlaShojHoj-RXwVpnbVgqD0a9soDj8m_Ldl5xkwUg4Q/s72-c/helem42.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-4748527161934684789</id><published>2012-05-31T09:17:00.000-07:00</published><updated>2012-05-31T09:17:54.883-07:00</updated><title type='text'>Pampu Njiila...a dualidade de ESÚ</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqQ9mR07QQMx1ep4121D-OhetnWA_ZrSpjjCw__6Hkt08CSLnzf4q0TWbW7egu_36_XILxj4jsRzk8-VQdGUICmK1nqaqfR64TOqYgX5vHUubBezPdTbcIoLZmkM0qr0EL_IxDC_iPSWc/s1600/EXU+FEMEA+DO+BANTU.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqQ9mR07QQMx1ep4121D-OhetnWA_ZrSpjjCw__6Hkt08CSLnzf4q0TWbW7egu_36_XILxj4jsRzk8-VQdGUICmK1nqaqfR64TOqYgX5vHUubBezPdTbcIoLZmkM0qr0EL_IxDC_iPSWc/s640/EXU+FEMEA+DO+BANTU.jpg&quot; width=&quot;312&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Adualidade a respeito do orixá Exú se estende mais uma vez quando o assunto é Pomba Gira. Portanto, palavra &quot;pombagira&quot; na verdade e uma pronuncia &quot;abrasileirada&quot; da lingua bantu africana pombogira Pampu Nijila que por ser uma porçao mais feminina do mesmo exu africano se confindiu com a entidade feminina de exu na umbanda. Mas não são as mesma divindade.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Pampu Njiila, para a maioria do &quot;Povo do Santo&quot;,é a porção feminina do Exú, que &amp;nbsp;não deixa de ser uma divindade masculina, pelo contrário, Exú é o mais viril dos Orixas. Pampu Njiila é uma divindade Bantu, está ligada diretamente aos caminhos, estradas, fronteiras, ruas, vielas, becos, encruzilhadas, atalhos, subidas, descidas, enfim... essa Divindade está em todos os movimentos de ligação de ir e vir, de mudanças, novos rumos, recomeços e etc...&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;É o Senhor dos Caminos (Ngana Pambu Njila), tendo muita importância nos rumos que escolhemos para nossas vidas. Na língua KIMBUNDU, a palavra PAMBU, tem o significado de encruzilhada, atalho, fronteira e a palavra NJILA, significa caminho, estrada.Ele é o intermediário é quem faz a ligação entre os seres humanos e os outras Divindades de nossas nações religiosas. É igual ao Exú Onãm do Kêtu. Essa Divindade masculina, atua na musculatura, no tônus muscular, na potência e vigor do físico; E também no psicológico,sentimental &amp;nbsp;de cada ser humano. Pampu Njiila, por se tratar de uma das &quot;faces&quot; do orixá Exú, também não incorpora em seus filhos.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Postado por MarcelinhO D&#39;Xangô&lt;/b&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/4748527161934684789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/05/pampu-njiilaa-dualidade-de-esu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4748527161934684789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4748527161934684789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/05/pampu-njiilaa-dualidade-de-esu.html' title='Pampu Njiila...a dualidade de ESÚ'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqQ9mR07QQMx1ep4121D-OhetnWA_ZrSpjjCw__6Hkt08CSLnzf4q0TWbW7egu_36_XILxj4jsRzk8-VQdGUICmK1nqaqfR64TOqYgX5vHUubBezPdTbcIoLZmkM0qr0EL_IxDC_iPSWc/s72-c/EXU+FEMEA+DO+BANTU.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-17877510794331844</id><published>2012-05-31T08:57:00.000-07:00</published><updated>2012-05-31T08:57:38.182-07:00</updated><title type='text'>QUALIDADES DE OSSAIYN,O SENHOR DAS FOLHAS...</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidRDhJv7YpVDZSYqzRGTY8_iwTTEFgMmW-2XMld_XdfQaLaWWY-lFHICoT-3NX38q6dpDReQT0u1PocDiecjhibgJdrctFt2wYFofjFS1nTCIeI37ajicRb3p9ak78UVnXpTpPChyphenhyphenhfhI/s1600/OSSAIM+2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidRDhJv7YpVDZSYqzRGTY8_iwTTEFgMmW-2XMld_XdfQaLaWWY-lFHICoT-3NX38q6dpDReQT0u1PocDiecjhibgJdrctFt2wYFofjFS1nTCIeI37ajicRb3p9ak78UVnXpTpPChyphenhyphenhfhI/s640/OSSAIM+2.jpg&quot; width=&quot;484&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;background-color: white; clear: both; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br class=&quot;Apple-interchange-newline&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;b&gt;QUALIDADES DE OSSAIYN,O SENHOR DAS FOLHAS&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;apesar de existirem diversas qualidades de ossaim, são raros os seus filhos. porém, em um terreiro de candomblé só pode haver um omo ossanym ( iniciado em ossanha), embora possa nesse mesmo terreiro, sem problema algum, ter vários abians (não iniciados) cujo orixá principal seja ossaim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;ossaim é sempre acompanhado do exú sasanejì, seu princípal escravo, e do encantado aroni, cujo característica, tanto desto quanto daquele passamos a descrever como:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;exú sasanejì : tem uma perna só e um olho coberto com uma folha, no seu assentamento usa-se ervas, frutas e raízes masseradas, vinho moscatel, azeite doce e mel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;aroni: é um anão (tipo um duende), usa um gorro vermelho enfeitado com búzios, um cachimbo&amp;nbsp; e pula numa perna só. a base de seu assentamento é algodão, suas bebidas preferenciais são: aluá, água de coco com uma pitada de sal,&amp;nbsp; come somente animais de 2 patas, mel fumo em rolo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;obs: sempre que assentar ossaim, deve-se fazer o seu exú sasanejì e seu encantado servo aroni.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;Pois é aroni quem intui o babalorixá na combinação das folhas. e sempre&amp;nbsp; que o babalossanyn for colher as folhas na mata fechada, deve sempre despachar exú sasanejì e exú da mata.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;As Qualidades de Ossaiyn são:&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;ossaim miró – grande conhecedor das folhas sagradas, veste-se de verde escuro com verde claro. tem fundamento com o tempo. é assentado em um vaso de barro cru ou com tabatinga ( angola), carrega o peregum (folha de ossaim), come acacá vermelho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;ossaim birigã – tem fundamento com oxossi. traz na cabeça uma pluma branca de ema, num torso. veste verde claro com rosa, ou verde e branco. seu igbá possui um par de pequenos chifres.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;ossaim atulá – tem fundamento com oxalufã. é um orixá do efum (branco) por isso veste branco, conhecido como “ossaim do sol”, pois só come de dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;ossaim aroni – é o mais velho, tem fundamento com iansã. veste-se de verde escuro com rajadas vermelhas. é o guardião da floresta da morte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJi1VHEXpzhFIVsbXpTPcnaLHJK8qGYLPDqO79mUF3KckcZ_H_R7rY-BhFj3u19Pl4Uq-Ey7jaX3782eiy5Gpy19Qd1938YnUm9fvPOS-65yFZY4dKTBOAlY01wvpFLse8gMMIaMn-bOc/s1600/Ossaim.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJi1VHEXpzhFIVsbXpTPcnaLHJK8qGYLPDqO79mUF3KckcZ_H_R7rY-BhFj3u19Pl4Uq-Ey7jaX3782eiy5Gpy19Qd1938YnUm9fvPOS-65yFZY4dKTBOAlY01wvpFLse8gMMIaMn-bOc/s640/Ossaim.jpg&quot; width=&quot;452&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;ossaim modun – feiticeiro, é quem conhece todas as magias da cura e da morte, ligado à nanã e omulú.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;ossaim agué – usa roupas e contas rosa rajadas com verde, tem ligação com oyá e oxumerá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;ossaim mokossu – velho, vive escondido na mata, fume e bebe em demasia. tem fundamento com exú.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;ossaim gayaku – é novo, muito ágil, só vive na cuma das árvores. nunca aparece em lugares habitados. come com oxossi, e aparece na roda do padÈ (ato de despachar exú).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: 18px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; font-size: large;&quot;&gt;agbènigi – velho e feiticeiro, dono do pássaro sagrado, é o único que se aproxima de yamì ossoronga (mãe da fertilidade, o poder feminino). dono absoluto do poder das ervas. come diretamente com exú. no qual muitas vezes é confundido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/17877510794331844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/05/qualidades-de-ossaiyno-senhor-das.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/17877510794331844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/17877510794331844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/05/qualidades-de-ossaiyno-senhor-das.html' title='QUALIDADES DE OSSAIYN,O SENHOR DAS FOLHAS...'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEidRDhJv7YpVDZSYqzRGTY8_iwTTEFgMmW-2XMld_XdfQaLaWWY-lFHICoT-3NX38q6dpDReQT0u1PocDiecjhibgJdrctFt2wYFofjFS1nTCIeI37ajicRb3p9ak78UVnXpTpPChyphenhyphenhfhI/s72-c/OSSAIM+2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-411852819574869236</id><published>2012-05-31T07:31:00.000-07:00</published><updated>2012-05-31T07:31:19.284-07:00</updated><title type='text'>OS NOVES ÓRUN DE OYÁ</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghDfi4R67iYAv0W7yMYwbvIuGda04jrSDBZj5NivQlaQ8H-k_35uA01NXhmen1ZYsU56KWGjNOVgR-eGl_Hg2PXOI4mr-I1dbG0CjEUc3c1DWOoy7xdJIuOKdEjWf-EpdmE0hww5Z8M-0/s1600/oya_collections.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghDfi4R67iYAv0W7yMYwbvIuGda04jrSDBZj5NivQlaQ8H-k_35uA01NXhmen1ZYsU56KWGjNOVgR-eGl_Hg2PXOI4mr-I1dbG0CjEUc3c1DWOoy7xdJIuOKdEjWf-EpdmE0hww5Z8M-0/s400/oya_collections.jpg&quot; width=&quot;388&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Assim como Nanã e Obaluaê, Iansã também está ligada ao culto dos mortos, dos Eguns. Porém, ao contrário destes, Oyá não determina a vida ou a morte, sua função limita-se em guiar, conduzir, o espírito desde seu desprendimento do corpo até um dos nove Orùns, de acordo com as orientações e/ou julgamento de Olodumaré.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Para assumir esse “cargo”, Iansã, segundo a mitologia Yoruba, após inúmeras tentativas, convenceu ou conquistou a confiança de Obaluaê, que lhe ensinou a lidar e comandar os Eguns. Porém, Iansã recebeu de Oxossi um Erukerê especial, chamado de Iruexim ou Eruxim, feito de rabo de cavalo, que tem o encantamento de comandar ou se proteger desses espíritos. Assim, Oyá encaminha os espíritos a um dos nove Oruns, que são:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Orun Alààfia: Espaço de muita paz e tranqüilidade, reservado para pessoas de temperamento brando, índole pacífica. Bondosas, pacatas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Orun Funfun: Espaço para os inocentes, espíritos de crianças, de pureza de sentimentos e intenções.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Orun Bàbá Eni: Espaço para os grandes sacerdotes e sacerdotizas, Babalorixás, Yalorixás, Ogans, Ekedes, enfim, espaço para todos os que possuem tempo e responsabilidade dentro do culto afro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Orun Afèfé: Local de oportunidades, de correção para os espíritos, possibilidades de reencarnação, volta ao Aye (terra).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Orun Ìsolù &amp;nbsp;ou Àsàlù: Local de julgamento por Olodumarè para decidir qual dos respectivos Orùns o espírito será conduzido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Orun Àpáàdì: Reservado para espíritos impossíveis de ser reparados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Orun Rere: Espaço para aqueles que foram bons durante a vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Orun Burukú: Espaço ruim, IBONAN “ Quente como pimenta”. Reservado para as pessoas más.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Orun Marè: Espaço para aqueles que permanecem que tem autoridade absoluta sobre tudo que há no ORUN (céu) e no AYÊ (terra); para os absolutamente perfeitos, os supremos em qualidades e feitos. Reservado à Olodumarè e todos os Orixás e divindades.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;A partir desse conhecimento é possível perceber a grande importância que Iansã representa em nossas vidas. Nota-se também, que Oyá é um orixá fundamental para o equilíbrio espiritual, pois é ela quem domina o ERÓ IKU (segredo da morte). Sendo assim, as Oyás do culto GBALÉ ou IGBALÈ, são as que exercem essas características, porém é importante esclarecer que toda IANSÃ possui poder sobre os Eguns (mortos) e Ikú (morte) e que a palavra IGBALÈ significa: - Aquela que varre a terra. Entretanto, as Oyás Igbalè’s, exercem tal domínio como característica essencial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/411852819574869236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/05/os-noves-orun-de-oya.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/411852819574869236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/411852819574869236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/05/os-noves-orun-de-oya.html' title='OS NOVES ÓRUN DE OYÁ'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghDfi4R67iYAv0W7yMYwbvIuGda04jrSDBZj5NivQlaQ8H-k_35uA01NXhmen1ZYsU56KWGjNOVgR-eGl_Hg2PXOI4mr-I1dbG0CjEUc3c1DWOoy7xdJIuOKdEjWf-EpdmE0hww5Z8M-0/s72-c/oya_collections.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-4080890530739171852</id><published>2012-05-31T06:31:00.000-07:00</published><updated>2012-05-31T06:31:43.138-07:00</updated><title type='text'>AGANJU</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjl_qsvfG9PCUcNiUfLdglqPeE30fyABU4ZXgAt7QYiOn2wwJZxA8s0je5roAkd9RhcYITDgIuuxCe4rdCpKFo9b6-fJaN0ACmFMwLdFglwjEqZUwAvx0gpkr3ZXltundKVNT40JHf4LZs/s1600/aganju.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjl_qsvfG9PCUcNiUfLdglqPeE30fyABU4ZXgAt7QYiOn2wwJZxA8s0je5roAkd9RhcYITDgIuuxCe4rdCpKFo9b6-fJaN0ACmFMwLdFglwjEqZUwAvx0gpkr3ZXltundKVNT40JHf4LZs/s400/aganju.jpg&quot; width=&quot;393&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Aganjú não é um Xangô. Mas foi incluso aos cultos do candomblé, QUE É BRASILEIRO, como uma qualidade de Xangô. Ele é o orixá dos vulcões e montanhas e, é um orixá presente na criação da terra. Orixá da terra inculta, Aganjú é o orixá dos vulcões. O senhor das cavernas, o Barqueiro divino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Aganjú é um doador de força e da saúde. É o transportador da carga (os ombros e as costas pertencem a ele), é o defensor dos menos favorecidos, oprimidos e escravizados. Aganjú fornece acesso ao desconhecido, as profundezas no qual o mundo foi e é criado, (Okum –“A obscuridade”, o reino de &amp;nbsp;Olokum).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Aganjú é o governante que propicia acesso a todas as áreas inexploradas, inacessíveis. Ele, propicia, também, acesso a climas hostis e potencialmente hostis à existência humana, como o deserto, floresta, Ártico, Antártico, a altura das montanhas, grutas, cavernas, abismos, minas e etc. Aganjú pode ser traduzido como: Agan= estéril ; Ju= deserto, ou mais precisamente como local inexplorado, desabitado, desconhecido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Aganjú se encontra nas profundezas da terra, dos oceanos, nas profundezas do espaço, na energia que ainda não foi explorada, na compreensão da mente e da emoção. Aganjú é o guardião, o canal através do qual, profundidades inexplicáveis das emoções, humanas, são vividas e expressadas. Medos paralisantes são do âmbito de Aganjú, é através dele que aprendemos a suprir nossos medos. Quentes emoções, perigosas, mortal, incontroláveis é Aganjú.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Aganjú tem uma estreita ligação com Oxum. Eles estão ligados de diversos modos: pela emoção, Aganjú é a emoção em sua forma bruta, a profundidade da emoção. Encarnação grosseira, rude. Em quanto Oxum, é a profundidade da emoção e sua forma suave, em sua forma comovente, doce. Amargo e doce. Aganjú explora, supera e vence o rio à cima. Em quanto Oxum, promove o comercio e as relações, pelos mesmos meios. Aganjú supera os obstáculos para ver o que está do outro lado. Oxum, planta a cultura e traz a luz da civilização. Aganjú é o proprietário do rio e o deu para Oxum.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Aganjú é a abertura de novas possibilidades, o inesperado. É, também, todas as riquezas do mundo. Aganjú é o desafio, a luta do impedir, do desejo que leva a superá-los. Aganjú é primordial. O homem do fogo de todos os tipos, o sol e outras estrelas e cometas. Um dos nomes de Aganjú é Iyrawo, que pode ser traduzido como uma estrela. O fogo nas entranhas da terra, geotérmicas, fontes termais. Os vulcões (Oke onine – Montanhas de fogo), são um símbolo importante de Aganjú.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Os mitos descrevem Aganjú como as câmaras de Magma, na crosta interior da terra. De acordo com a criação do mundo, segundo os mitos , Obatalá, o céu, com sua esposa, Oduduwá, a terra; nasceram dois filhos: Aganjú, a terra firme e rochosa, e Iyemanjá, as águas. Da união com Aganjú, Iyemanjá deu a luz a Orungã, o ar, o espaço entre a terra e o céu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Outro mito o aponta como filho de Sogba, sendo o rei de Ijesà (Ijexá), foi esse orixá que casou com Oxum. No Brasil, Aganjú é, ou Xangô Aganjú, considerado uma qualidade de Xangô, sendo o dono das leis, da escrita, padroeiro dos intelectuais, em contraste com Xangô Agodô ( o mais velho) que é, principalmente, o orixá do equilíbrio e da justiça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Aganjú, sendo cultuado como qualidade de Xangô, veste-se como o rei, e tem seus fundamentos como o soberano de Oyó, come carneiro. Porém, se cultuado como um orixá independente, Aganjú, possui fundamentos com Ogum, veste-se de Azul com vermelho, come bode castrado, carrega na mão um Oxé e na outra uma espada. Come amalá com gotas de dendê e azeite doce, Ajebô normal. Primeiro se dá comida à Xangô, depois à Ogum.&amp;nbsp;Seu nome provém do Yorùbá Aginjù Solá (Aginjù: deserto - So: voz - Àlá: Cubrir), literalmente &quot;O que cobre o deserto com sua voz&quot;.É o cajado de Obbatalá. Confundido em alguns casos com Shangó. Seu culto provém da terra de Arará e Fon.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Seu Otá principal é de forma piramidal e deve de permanecer atado embaixo das águas de um rio por 9 dias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Sua cor é o vermelho e branco e as 9 cores exceto o negro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Se saúda: Aganjú Solá Kinigua oggé ibbá eloní!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Obá Aganjú&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Obá Aganjú, o sexto alafim ou rei de Oyó. Como Xangô não deixou descendentes diretos, já que seus filhos foram todos mortos graças a sua experiência fatídica que ele mesmo promoveu. Aganjú, filho de Ajaká, subiu ao trono de Oyó sem qualquer tipo de disputa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;O reinado dele se mostrou longo e muito próspero. Ele possuía uma habilidade para domesticar animais selvagens e repteis venenosos, alguns dos quais podiam ser vistos rastejando sobre seu corpo. Ele também possuía em seu palácio um leopardo dócil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Com um bom gosto apurado, embelezou seu palácio acrescentando praças na parte da frente e de traz, com filas de postes de bronze. Ele que deu o costume de decorar o palácio com tapeçarias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Perto do fim de seu reinado, travou guerra com um homônimo seu: Aganjú Onisambô. Por recusar-lhe a mão de sua filha Iyayun. Nesta guerra, quatro chefes foram capturados, ao saber, Onisambô, concentiu a mão de Iyayun a Aganjú, à força.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Mas seu reinado foi ofuscado por um grande problema familiar que se transformou em tragédia. Lubegò, seu único filho, foi descoberto mantendo relações ilícitas com Iyayun, por conta disso, muitos príncipes e pessoas comuns perderam a vida. Aganju, enfurecido, sentenciou o filho com a pena máxima, a morte. Após, entristecido, Aganjú morreu, não muito tempo depois, mesmo antes do nascimento de um sucessor para o trono.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Mas Iyayun carregava, em seu ventre, um filho de Lubegò, a única esperança de um sucessor direto para o trono de Oyó. Em consequência disso, eram oferecidos no tumulo de Aganjú, oferendas para que ele deixasse que Iyayun pudesse dar a luz ao herdeiro, e, assim, sua dinastia não acabaria. Aganju, então, assim o fez, permitiu que Iyayun concebesse o filho de Lubegò, seu neto. Sendo assim, a criança foi chamada de Kori, e até ter idade para assumir o trono do Pai/Avô, Iyayun governou o reino como um homem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;No Brasil, Aganjú é cultuado como uma qualidade de Xangô, mas, segundo esse mito, ele seria seu sobrinho. E assim, mais um rei se torna Orixá, inspirando as multiformes de Deuses da Justiça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Texto publicado por Pai Wilson da Oxum (Bambawara), através de pesquisas feitas no livro: The History of yorubas – Samuel Johnson; Dicionario Antológico da Cultura Afro-Brasileira – Eduardo Fonseca Junior.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/4080890530739171852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/05/aganju.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4080890530739171852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/4080890530739171852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/05/aganju.html' title='AGANJU'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjl_qsvfG9PCUcNiUfLdglqPeE30fyABU4ZXgAt7QYiOn2wwJZxA8s0je5roAkd9RhcYITDgIuuxCe4rdCpKFo9b6-fJaN0ACmFMwLdFglwjEqZUwAvx0gpkr3ZXltundKVNT40JHf4LZs/s72-c/aganju.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4581456713540702228.post-6341909966734925903</id><published>2012-05-04T16:05:00.000-07:00</published><updated>2012-05-04T16:05:52.077-07:00</updated><title type='text'>INICIADOS  AINDA NO VENTRE.....</title><content type='html'>&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Iniciados ainda no ventre....&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisR7zh0L_biAwsBrl6JMDFC5q4-iD3tPjdaQ8fcQC2j_IFJmPELGPuTqVrVjuuATMBw14addfDmksqpYGklsjiAEFq4_vlNvBm9VUCgMZOX351eA6iVa4lz7oWPPzhzw31RloFMVRuUHs/s1600/negra+africana+com+nenem.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisR7zh0L_biAwsBrl6JMDFC5q4-iD3tPjdaQ8fcQC2j_IFJmPELGPuTqVrVjuuATMBw14addfDmksqpYGklsjiAEFq4_vlNvBm9VUCgMZOX351eA6iVa4lz7oWPPzhzw31RloFMVRuUHs/s1600/negra+africana+com+nenem.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Quando a mãe faz a iniciação grávida, &amp;nbsp;ela toma banho de&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;ervas, come comida ritualística e recebe &amp;nbsp;o osú e, ao recebê-lo, estará ligada ao&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;orixá. Essa energia de axé também vai para a criança que por isso é chamada de&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;biaxé, ou seja, a que nasceu do axé, o que nasceu da força do orixá. A mulher&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;grávida fará obrigações específicas. Tudo o que é feito na cabeça de um iniciado e&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;na cabeça de uma mulher grávida que está se iniciando também se faz na barriga&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;dessa mulher. “O umbigo seria o ori e receberá o osú e a barriga também será&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;pintada” e levará kêle [feito a medida da barriga da &amp;nbsp;iniciada]. Essa criança já nascerá feita no santo porque foi&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;iniciada no ventre da mãe e, quando crescer, completará as obrigações,e em uma dessas obrigações a cabeça será raspada, Contudo,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;se uma mulher que se prepara para ser iniciada&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;estiver grávida, mas não desejar iniciar o filho e não quiser que o filho tenha&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;ligação com o candomblé ela será aconselhada pela Mãe-de-santo a não se iniciar&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;durante a gravidez porque a criança, &amp;nbsp;de qualquer forma, terá ligação com a&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;religião,sem outra alternativa. Mesmo que a mãe não queira os preceitos exigidos a ela para a criança, somente porque a criança estava no ventre da mãe quando a mesma se iniciou, a criança fica comprometida com o orisá e mais cedo ou mais tarde terá que se iniciar.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;No candomblé tudo é cíclico, começa e recomeça. Por isso dançamos em&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;roda. O mais velho vai puxando a roda, mas lá na frente vai o abíyàn, aquele que&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;nem é feito ainda, mas sabe que, um dia, encontrará seu lugar na roda. Ainda&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;assim, nem ao que tem mais tempo de iniciado é dado o direito de se gabar. &amp;nbsp;A&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;humildade é fundamental. Costumamos dizer que quando ikú (a morte) passa,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;ninguém quer ser o mais velho em nada”,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Tanto para um adulto como para uma criança, o elemento mais precioso do&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;terreiro é o “àse”, (força, o poder, energia). Ele realimenta e coloca todo o sistema&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;religioso coletivo e a vida individualizada da pessoa em movimento. &amp;nbsp;O “àse” é&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;isso: movimento. Para que o indivíduo receba o “àse”, &amp;nbsp;ele&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;precisa ser iniciado, como vimos, através de rituais para que o “àse” seja&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;distribuído, fixado temporariamente redistribuído a outros &amp;nbsp;seres. &amp;nbsp;Quem inicia o&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #741b47; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;novo membro é Ìyálàse[yalorisá]ou o babalorisá.Mas todos, que são do candomblé terão que ser iniciados,pois o candomblé é uma religão de pessoas iniciadas para o orisá. Sem excessão alguma.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suamidosun.blogspot.com/feeds/6341909966734925903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/05/iniciados-ainda-no-ventre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/6341909966734925903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4581456713540702228/posts/default/6341909966734925903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suamidosun.blogspot.com/2012/05/iniciados-ainda-no-ventre.html' title='INICIADOS  AINDA NO VENTRE.....'/><author><name>suami portinhal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04090908820938466230</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_81fXgOq1izQ/TFPM6QbKyQI/AAAAAAAAAGc/-8pE4J9muno/S220/eu+lindona.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisR7zh0L_biAwsBrl6JMDFC5q4-iD3tPjdaQ8fcQC2j_IFJmPELGPuTqVrVjuuATMBw14addfDmksqpYGklsjiAEFq4_vlNvBm9VUCgMZOX351eA6iVa4lz7oWPPzhzw31RloFMVRuUHs/s72-c/negra+africana+com+nenem.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>