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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;Dk4GSXg-cCp7ImA9WhRaE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332</id><updated>2012-02-16T04:48:48.658-02:00</updated><title>V E R I T A  S  evidens non est probanda!</title><subtitle type="html">"A VERDADE EVIDENTE NÃO PRECISA SER PROVADA!"

Para assistir videos:
Disclosure Project-O Caso da Máscara de Chumbo-Ovnis no Brasil-Transmissões Secretas da Nasa entre outros acesse o link
http://worldtv.com/lcs2805_verdade_oculta_full/

Fatos ligados à ufologia.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://lcs2805.blogspot.com/" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/VERITASEvidensNonEstProbanda" /><feedburner:info uri="veritasevidensnonestprobanda" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CUAFR386eSp7ImA9WhRbFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-8670877008964781570</id><published>2012-02-05T23:56:00.004-02:00</published><updated>2012-02-06T00:01:56.111-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-06T00:01:56.111-02:00</app:edited><title>O Mapa de Piri Reis!</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;O Mapa de Pire Reis.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_ypLtaa68ryI/TLe0sDlsQtI/AAAAAAAAEW0/B2X46-8T61c/s1600/600px-piri_reis_map_interpretation.jpg" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p style="text-align:justify;line-height:13.5pt;background:white"&gt;&lt;span style="font-family:Arial"&gt;Em 9 de novembro de 1929, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Museu Topkapi, em Istambul, dois fragmentos de mapas foram encontrados. Tratava-se das cartas de um almirante turco, Piri Reis, célebre heroi(para os turcos) e pirata(para os europeus), que nos deixou um extraordinário livro de memórias intitulado&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Bahrye&lt;/i&gt;, onde relata como preparou estes mapas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial; mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Sua obra já era conhecida há muito tempo, mas somente adquiriu importância após a descoberta de tais cartas, ou melhor, após as cartas e o livro terem sido confrontados e averiguados sua veracidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Descendente de uma tradicional família de marinheiros, suas façanhas contribuiram para manter alto no Mediterrâneo o prestígio da marinha turca. Em sua obra são descritas em detalhes as principais cidades daquele mar e apresenta ainda 215 mapas regionais muito interessantes. Afirma ainda em sua obra que: "a elaboração de uma carta demanda conhecimentos profundos e indiscutível qualificação".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;No prefácio de seu livro&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Bahrye&lt;/i&gt;, Piri Reis descreve como se baseou e preparou este tão polêmico mapa, na cidade de Galibolu, entre 9 de março e 7 de abril de 1513. Declara aí que para fazê-las estudou todas as cartas existentes de que tinha conhecimento, "algumas delas muito antigas e secretas". Eram mais de 20, "inclusive velhos mapas orientais de que era, sem dúvida, o único conhecedor na Europa".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Piri Reis era um erudito, e o conhecimento que tinha das línguas espanhola, italiana, grega e portuguesa, muito o auxiliou na confecção das cartas. Possuia inclusive um mapa desenhado pelo próprio Cristóvão Colombo, carta que conseguira através de um membro de sua equipe, que fora capturado por Kemal Reis, tio de Piri Reis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Os mapas de Piri Reis são uma preciosidade ilustrados com imagens dos soberanos de Portugal, da Guiné e de Marrocos. Na África, um elefante e um avestruz; lhamas na América do Sul e também pumas. No oceano, ao longo dos litorais, desenhos de barcos. As legendas estão grafadas &lt;st1:personname productid="em turco. As" st="on"&gt;em turco. As&lt;/st1:personname&gt; montanhas, indicadas pela silhueta e o litoral e rios, por linhas espessas. As cores são as convencionalmente utilizadas: partes rochosas marcadas em preto, águas barrentas ou pouco profundas por vermelho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; background-color: white; line-height: 13.5pt; "&gt;A princípio não lhes foram atribuidas o devido valor. Em 1953, porém, um oficial da marinha turca enviou uma cópia ao engenheiro-chefe do Departamento de Hidrografia da Marinha Americana, que alertou por sua vez Arlington H. Mallery, um especialista em mapas antigos. Foi então quando o "caso" das cartas de Piri Reis veio a tona.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Mallery fez estudar as cartas por algumas das maiores autoridades mundiais do assunto, como o cartógrafo I. Walters e o especialista polar R. P. Linehan. Com a ajuda do explorador sueco Nordenskjold e de Charles Hapgood e seus auxiliares, chegaram a uma conclusão sobre o sistema de projeção empregado nos mapas que fora então confirmada por matemáticos: embora antigo, o sistema de Piri Reis era exato. Além disso, o mapa traz desenhadas, na parte da América Latina, algumas lhamas, animais desconhecidos na Europa, àquela época. Também as posições estão marcadas corretamente, quanto à sua longitude e latitude. O mais impressionante é que até o século 18, os navegadores corriam risco de que seus barcos batessem em litorais rochosos, pois lhes faltava algo. A capacidade de calcular a longitude. Para isso necessitavam de um relógio extremamente preciso. Somente em 1790 o primeiro relógio marinho preciso foi inventado e os navegadores puderam saber sua posição nos mares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Comparado a outras cartas da época, o mapa de Piri Reis as supera em muito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;A análise das cartas de Piri Reis esbarrou em outra polêmica: se tudo ali aparece representado com notável exatidão, então como explicar as formas das regiões árticas e antárticas, diferentes das da nossa era? O resultado das pesquisas é incrível. As indicações cartográficas de Piri Reis mostram a conformação das regiões polares exatamente como estavam à mostra antes da última glaciação. E de maneira perfeita. Confrontando as indicações dos mapas com os levantamentos sísmicos realizados na região em 1954, tudo batia em perfeita concordância, exceto por um local, o qual Piri Reis indicava por duas baías e o mapa recente, terra firme. Realizados novos estudos, verificou-se que Piri Reis é que estava certo. O estudioso soviético L. D. Dolgutchin julga que as duas cartas foram elaboradas após a derradeira glaciação terrestre, com o auxílio de instrumentação avançada; o que nada nos esclarece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Levando-se em conta a história como nos é contada e aos conhecimentos que temos em mãos, fica a pergunta: de onde vieram estes instrumentos e como existiriam tais instrumentos antes de Colombo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;A resposta deve estar nos "mapas antigos e secretos" que ele usou como orientação para suas cartas. Estudos mostram que a glaciação dos pólos ocorreu depois de uma época situada aproximadamente entre 10.000 anos atrás. Naquela época, o que havia de mais civilizado, segundo os historiadores clássicos, eram os Cro-Magnon da Europa. Além disso, Mallery chama atenção de que para elaborar um mapa como aquele, Piri Reis precisaria de toda uma equipe perfeitamente coordenada e de levantamento cartográfico aéreo. Mas quem teria, naquela época, aviões e serviços geográficos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;O mistério continua: de onde vieram estes mapas? Quem cartografou o globo com uma acuidade que mal podemos conseguir hoje?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify; line-height: 13.5pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;Fonte: Grandes Enigmas da Humanidade - Editores Vozes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;mso-bidi-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-8670877008964781570?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_peZ058MZAghJ68xzkvo50ZepEA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_peZ058MZAghJ68xzkvo50ZepEA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_peZ058MZAghJ68xzkvo50ZepEA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_peZ058MZAghJ68xzkvo50ZepEA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/iXnSMRfJ_C8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/8670877008964781570/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=8670877008964781570&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/8670877008964781570?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/8670877008964781570?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/iXnSMRfJ_C8/o-mapa-de-piri-reis.html" title="O Mapa de Piri Reis!" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_ypLtaa68ryI/TLe0sDlsQtI/AAAAAAAAEW0/B2X46-8T61c/s72-c/600px-piri_reis_map_interpretation.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2012/02/o-mapa-de-piri-reis.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU4DRHkzcCp7ImA9WhRbFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-9110871382222706900</id><published>2012-02-05T01:49:00.002-02:00</published><updated>2012-02-05T01:52:55.788-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-05T01:52:55.788-02:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ekEE3kMA434/Ty3864kWsWI/AAAAAAAAARM/d94mvatsmZo/s1600/lua_AS158511514.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 306px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ekEE3kMA434/Ty3864kWsWI/AAAAAAAAARM/d94mvatsmZo/s320/lua_AS158511514.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5705494391495766370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;&lt;span &gt;SEGREDOS DA NASA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;&lt;span &gt;O ex-gerente de Dados e do Departamento de Controle de Fotografia do Laboratório Receptor Lunar da Nasa durante o Programa Lunar tripulado Apollo, Ken Johnston, liberou totalmente várias declarações sensacionais nos EUA. O especialista disse que os astronautas norte-americanos acharam ruínas antigas de origem artificial e uma tecnologia previamente desconhecida para controlar a gravitação quando a missão pousou na Lua. Os astronautas tiraram fotos dos objetos que eles acharam, mas a NASA ordenou que Johnston destruísse as imagens. Johnston não seguiu a ordem. Ele disse que o governo norte-americano estava mantendo esta informação um segredo durante 40 anos.&lt;br /&gt;As alegações assustadoras de Johnston sobre a missão Apollo apareceram recentemente em um novo livro chamado "Dark Mission: the Secret History of NASA", (A Missão Escura: a &lt;a href="http://tronnos.blogspot.com/2009/01/segredos-da-nasa.html"&gt;História&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;Secreta da NASA) de co-autoria com o consultor da NASA e Conselheiro científico da CBS, Richard C. Hoagland e Mike Bara, um consultor de engenharia aeroespacial. De acordo com Kay Ferrari,&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://tronnos.blogspot.com/2009/01/segredos-da-nasa.html"&gt;Diretor&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;da JPL do Programa SSA (em um telefonema para Johnston semana passada), foi Johnston que era citado como crítico da NASA no livro novo de Hoagland, "Dark Mission" (Missão Escura), isso a incitou pedir a resignação de Johnston do Programa SSA. Quando Johnston se recusou, citando primeiro as proteções da Emenda de liberdade de expressão a disposição de todos os empregados da NASA, até mesmo aos que pertencem a JPL, Ferrari decidiu removê-lo arbitrariamente do Programa SSA esta semana sem uma real causa aparente.&lt;br /&gt;As fotos de baixa qualidade que estão no livro mostram ruínas de edifícios, uma enorme cúpula como se fossem objetos feitos de vidro, torres de pedra e castelos pendurados no ar.&lt;br /&gt;"Não tenho nada que perder. Briguei com a NASA e fui despedido", Ken Johnston disse.&lt;br /&gt;Realmente, a NASA acredita que as alegações sobre a civilização antiga achada na Lua não são sérias. Os&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://tronnos.blogspot.com/2009/01/segredos-da-nasa.html"&gt;autores&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;do livro controverso também dizem que o presidente John F. Kennedy que lançou a corrida lunar com a União soviética realmente pretendia compartilhar tecnologias extraterrestres com Moscou. Fazendo um discurso nas Organizações das Nações Unidas em setembro de 1963, Kennedy ofereceu supostamente para a URSS para organizar uma missão em conjunto à Lua.&lt;br /&gt;Richard Hoagland acredita que o interesse de Washington na exploração de Lua que apareceu de repente depois de 30 anos de silêncio está baseado nos achados lunares que o governo norte-americano tem mantido em segredo durante 40 anos. Rússia, China, Japão e até mesmo a Índia anunciaram publicamente os seus planos para trabalhar na exploração da Lua. O EUA, Hoagland disse, quer ser neste momento o primeiro.&lt;br /&gt;Em dezembro a NASA anunciou planos para construir para uma base internacional em um dos pólos da Lua. A base será terminada antes de 2024. O fabricante de foguete de lançamento da Rússia, Energia, tem um programa mais ambicioso: construir uma base tripulada permanente na Lua antes de 2015.&lt;br /&gt;A Rússia diz que a base será construída para desenvolver a produção industrial de hélio-3. Especialistas norte-americanos preferem não dizer nada específico sobre assunto. Para coroar tudo isso, a China lançou seu primeiro satélite à Lua no dia 24 de outubro. A China também pretende lançar uma base lunar e uma sonda espacial não tripulada à Lua antes de 2010.&lt;br /&gt;Isótopo não radioativo do hélio, o hélio-3, é um combustível poderoso para a síntese nuclear. Só seis toneladas deste combustível proveriam energia suficiente para abastecer um grande país europeu durante um ano. A qualidade do gás (produção livre de poluição e rendimento muito alto) faz com que muitos países tratem esta perspectiva com a maior seriedade possível. A Alemanha, Índia e China conduzem vários trabalhos de pesquisa para desenvolver métodos de extração de hélio-3.&lt;br /&gt;Hoagland e Johnston também pretendem provar que a NASA age virtualmente como outro departamento de defesa dos Estados Unidos, intitulado para classificar importantes informações técnicas e científicas sem o controle do congresso americano.&lt;br /&gt;Hoagland disse que os astronautas americanos poderiam entregar amostras de tecnologias extraterrestres secretamente da Lua para a Terra. As tecnologias, o cientista diz, empurre todas as nações líderes do mundo para uma nova corrida lunar. "Ao contrário da corrida espacial anterior entre a URSS e o EUA, esta nova determinará a vida de todo ser humano na Terra", disse Hoagland.&lt;br /&gt;Hoagland e Johnston acham que os EUA intensificarão deliberadamente os lançamentos do ônibus espacial para fechar o programa à frente cronograma inicial que utilizará uma nova espaçonave Constellation, que permitirá os EUA pousar novamente na Lua.&lt;br /&gt;Richard Hoagland diz que a NASA esconde vários outros segredos, inclusive a descoberta de micróbios na superfície de Marte. A descoberta foi feita supostamente através da sonda espacial não tripulada Viking em 1976.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span &gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt"&gt;&lt;span &gt;Fonte: Site ”Nova Realidade”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-9110871382222706900?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VMK21_z04kkMWTDIy9Y2lytJPMU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VMK21_z04kkMWTDIy9Y2lytJPMU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VMK21_z04kkMWTDIy9Y2lytJPMU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VMK21_z04kkMWTDIy9Y2lytJPMU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/SjA26kCGQZ0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/9110871382222706900/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=9110871382222706900&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/9110871382222706900?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/9110871382222706900?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/SjA26kCGQZ0/segredos-da-nasa-o-ex-gerente-de-dados.html" title="" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-ekEE3kMA434/Ty3864kWsWI/AAAAAAAAARM/d94mvatsmZo/s72-c/lua_AS158511514.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2012/02/segredos-da-nasa-o-ex-gerente-de-dados.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MERXo5eip7ImA9WhdSF04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-5106343219411361013</id><published>2010-04-25T12:07:00.002-03:00</published><updated>2011-07-26T23:56:44.422-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-26T23:56:44.422-03:00</app:edited><title>Origem Extraterrestre da espécie humana!</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/S9a2BxzrewI/AAAAAAAAAP4/A3ZebAu1KQQ/s1600/raelieans-2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  ;font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;table width="92%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="  color: rgb(0, 0, 0); font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#E33E00;"&gt;&lt;b&gt;Alienígenas afirmam que a Terra foi colonizada&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="  color: rgb(0, 0, 0); font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="left" width="10" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 6px; "&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/S9a2BxzrewI/AAAAAAAAAP4/A3ZebAu1KQQ/s320/raelieans-2.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="  color: rgb(0, 0, 0); font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#EB3D00;"&gt;Muitos ufólogos crêem que a humanidade foi trazida de outros planetas para habitar a Terra e tem parentesco direto com várias raças alienígenas&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Quando iniciei minha busca por uma compreensão mais ampla do que existia por trás da presença extraterrestre em nosso planeta, eu já tinha uma certeza a este respeito, que aparentemente havia nascido comigo. Tal certeza era de que, de uma maneira ou de outra, a humanidade terrestre tinha algum tipo de ligação com algumas das civilizações que se manifestam em nossos céus nos chamados discos voadores – principalmente se considerarmos as evidências de tais ocorrências em nosso passado mais remoto. Uma idéia muito corrente dentro da Ufologia, defendida por pesquisadores e ufólogos que também vêem sentido neste tipo de relacionamento – não só em nosso país, mas também no exterior –, é de que nossa espécie seria nativa da Terra, fruto de uma evolução inicial ocorrida em termos naturais, dentro dos princípios da Teoria da Evolução fundamentada por Darwin. Mas tal evolução teria sofrido uma intervenção de seres extraterrestres, que em determinado momento do passado teriam alterado a estrutura genética da espécie humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses estudiosos defendem que determinadas raças extraplanetárias seriam responsáveis pelo salto evolutivo que permitiu o aparecimento de nossa espécie como a conhecemos. O &lt;em&gt;Homo sapiens sapiens&lt;/em&gt;, como é conhecido cientificamente o homem moderno, teria surgido como resultado de tal intervenção alienígena na estrutura do DNA de algum hominídeo mais avançado. O principal patrono desta teoria foi o suíço Erich von Däniken, cujos livros causaram muita influência em minha adolescência – na verdade, passei a usar essa mesma tese como base para minha busca de entendimento da complexa fenomenologia ufológica. Mas, com o passar dos anos, fui tendo contato com outras fontes de informações que pareciam revelar que nossa humanidade era muito mais antiga do que se pensava, que começaram a surgir mediante os contatos diretos que estavam sendo realizados em várias partes do planeta com tripulantes de UFOs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;De início, houve certa resistência da minha parte, eu diria até natural, em relação à essas idéias alternativas, que pelo menos parcialmente eram diferentes daquelas que eu havia abraçado como ponto de partida, como base de minhas conjecturas sobre o enigmático passado de nossa humanidade. Mas com o passar do tempo fui sendo vencido pelas evidências, e algumas delas se apresentam fartas até mesmo em nosso país. Assim, tenho ainda hoje a lembrança perfeita do dia em que, pela primeira vez, vi o “casal do disco voador”, como chegaram a ser conhecidos na época, Hermínio Reis e sua companheira Maria Aparecida de Oliveira, a Bianca, no programa Flávio Cavalcante, do hoje saudoso apresentador carioca. Semana após semana, nas noites de domingo do fim dos anos 70, a história do contato do casal com a tripulação de um UFO foi mostrada ao público e amplamente debatida, gerando grande audiência em todo o país. Mas a parte mais reveladora daquela experiência, pelo menos em  minha opinião, não chegou a ser tratada durante as apresentações na TV, aparentemente por falta de interesse do casal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=" color: rgb(0, 0, 205); font-size:8pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=" color: rgb(255, 69, 0); font-size:8pt;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 205); "&gt;Um homem de fé frente a ETs -&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Hermínio, por exemplo, quando teve sua experiência de contato com aqueles estranhos seres, era um homem de fé, membro das Testemunhas de Jeová. Esta linha religiosa defende que os UFOs existem, como fazem outras vertentes do movimento evangélico brasileiro, mas seus dirigentes alegam que teriam origem demoníaca. Assim, as informações recebidas durante o encontro de Hermínio e Bianca com ETs eram mais que revolucionárias para eles: elas entravam em choque de maneira impactante com suas crenças. Simplesmente não havia como falar delas naquelas edições do programa&lt;em&gt;Flávio Cavalcante&lt;/em&gt;, ou pelo menos foi esta a opção seguida. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Conheci o pessoalmente casal um pouco depois, já dentro de um ambiente ufológico, em junho de 1979, quando fazia minha estréia como conferencista dentro do &lt;em&gt;I Encontro Nacional de Teses Ufológicas&lt;/em&gt;, realizado no centro de convenções do Hotel Intercontinental na cidade do Rio de Janeiro. Meu trabalho foi um dos premiados na ocasião, quando estavam presentes os maiores investigadores da época, como o general Alfredo Moacyr de Mendonça Uchôa, a professora Irene Granchi, o autor Fernando Cleto Nunes Pereira e outros, que tive a oportunidade de conhecer. Ali, naquele meu primeiro evento na área, estava também o casal Hermínio e Bianca, um dos principais destaques. Eles prestaram um depoimento detalhado de sua experiência de contato e elevaram ainda mais o interesse de todos por tal fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o relato feito por eles, sua fantástica experiência começou na noite de 12 de janeiro de 1976, por volta das 18h00, quando Hermínio e Bianca saíram do Rio de Janeiro (RJ), onde residiam na época, rumo a Belo Horizonte (MG), para uma curta viagem. Quando já se encontravam em Minas Gerais, próximos da cidade de Matias Barbosa, decidiram parar o carro, um esportivo Karmann Ghia, no acostamento de um trecho da rodovia que ainda não havia sido inaugurado. A interrupção da viagem se deu porque Hermínio sentia necessidade de descansar um pouco, mas ele acabou dormindo. Bianca, que já havia descansado durante a parte inicial da viagem, ficou acordada e atenta. Aproximadamente às 23h30, ao olhar para o horizonte, ela notou uma luz vermelho-alaranjada no céu, que a princípio parecia um balão junino. O objeto movimentava-se lentamente, entrando e saindo das nuvens que cobriam o céu parcialmente. Por vários minutos Bianca permaneceu observando a trajetória daquele objeto. Após baixar os olhos para apagar seu cigarro, perdeu contato visual com a luz, porém na hora não deu muita importância ao fato, imaginando que fosse mesmo um balão e que ele poderia ter caído atrás do morro, sobre o qual antes estava sendo observado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Algum tempo depois, uma luz intensa foi observada por ela bem em frente ao carro, numa baixada. Mas a luminosidade foi desaparecendo de maneira tão inesperada como havia surgido, ao mesmo tempo em que era percebido um zumbido estranho no ar. A intensidade da luz fez com que Bianca esfregasse os olhos ardentes. Hermínio ainda dormia quando, logo em seguida, um grande aparelho veio em direção ao veículo. Bianca acordou seu companheiro aos gritos, já totalmente fora de si, acreditando que um avião estava caindo sobre eles. Sem que se saiba como, o UFO sugou o carro para seu interior, levando o casal junto. Em seguida, o artefato alçou vôo e adentrou noutra nave ainda maior, quando o casal foi finalmente retirado do automóvel e conduzido por dois seres até um compartimento muito amplo, onde pôde ver várias outras naves estacionadas. Logo após isso, foram conduzidos até um local onde havia algumas poltronas, nas quais sentaram. Os tais seres colocaram capacetes em suas cabeças, dos quais saíam fios que se conectavam a um aparelho que lembrava um computador de grande porte da década de 70. Era um aparelho aparentemente destinado à tradução simultânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usando o mesmo tipo de capacete e ligados à mesma máquina, os tripulantes da nave tiveram uma longa conversa com Hermínio e Bianca, com a transmissão de muitas informações tanto de um lado como de outro. Um dos seres se identificou como Karran e, o outro, como Zir. Karran foi descrito pelas testemunhas como tendo aproximadamente 2 m de altura, pele morena na cor de jambo, cabelos lisos e escuros. Seus olhos eram grandes, redondos e verdes, e tinha a boca e o nariz proporcionais ao corpo, como os seres humanos. Apesar de ser muito alto, o corpo de Karran era muito semelhante ao de um homem comum, embora de aparência bastante forte. O ser estava vestido com um macacão de cor branca, no qual não era percebida qualquer costura ou emenda, e usava sapatos da mesma cor. A conversa seria apenas o início de uma fascinante experiência que viveriam Hermínio e Bianca, ele pastor evangélico e ela dona de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Dois dias depois de seqüestrados, o casal foi deixado dentro do próprio veículo em uma estrada de terra não muito longe do local onde tudo começou. Foram longas horas de espera para um desfecho da situação. Entre as informações recebidas por Hermínio e Bianca estavam claras referências à natureza espiritual do homem e do universo em que nós e eles – a espécie de Karran – vivemos. Detalhes impressionantes sobre a origem da humanidade também foram transmitidos aos abduzidos, fatos que, de início, pareciam histórias de ficção científica, mas que nossos estudos comparativos – dentro de áreas como a paleontologia, a antropologia e a arqueologia – acabaram por dar validade, como comentaremos um pouco mais a frente. Por exemplo, segundo teria sido dito por Karran, civilizações habitando outros mundos já vinham visitando a Terra desde remotas épocas. O ser disse a Hermínio e Bianca que nosso planeta já tinha vida vegetal e animal, mais de um tipo inferior. Assim, tais civilizações teriam estudado o clima terrestre, suas condições ambientais e características geológicas em geral, chegando a conclusão de que a Terra teria condições favoráveis para passar por um processo de colonização – assim como outros mundos que também estavam sendo visitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 205); "&gt;Semeando vida na Terra -&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Aqueles visitantes cósmicos, a quem Karran se referiu, resolveram então semear formas de vida vegetal e animal mais avançadas na Terra, que eram provenientes dos mundos que participariam diretamente, mais tarde, de um futuro processo de colonização. Quando as condições do planeta já estavam favoráveis e permitiam uma intervenção mais profunda, cada grupo de colonizadores alienígenas se estabeleceu em lugares onde o clima era mais próximo ao de seus mundos de origem. Neste ponto das revelações de Karran, Bianca lhe interrompeu e perguntou por que, se o que ele estava falando era verdade, os colonizadores haviam abandonado o homem à sua própria sorte, uma vez que é claro que o experimento não fora concluído. O ser teria lhe explicado que isso nunca aconteceu e que nossos próprios registros confirmavam tal realidade. “Nossa presença foi sempre sentida em seu mundo. Em todas as épocas, sempre estivemos aqui. Mas num tempo ainda desconhecido do homem da Terra, por razões que não pudemos evitar, o planeta luz [Uma referência ao Sol], emitiu uma forte descarga de energia que atingiu seriamente seu planeta e todo o Sistema Solar”, teria dito Karran.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Diante da insistência de Bianca, ele completou dizendo, sempre através dos capacetes e da máquina de traduções, que as emissões de energia teriam impedido qualquer viagem de socorro à Terra, &lt;em&gt;“devido a barreiras magnéticas que se formaram em torno do planeta, como também em torno de todos os corpos do Sistema Solar, bloqueando os canais de comunicação e ligações”&lt;/em&gt;. Karran disse que a Terra ficou “desligada” e sem nenhuma ajuda cósmica por aproximadamente 3 mil anos de nosso tempo. “Nossas naves não tiveram condições para romper essa grande intensidade de energia, desprendida pelo planeta luz [Sol], que atingiu a atmosfera e danificou grandemente o sistema de proteção da vida no seu mundo”. A história continua com o ET explicando que aquele acidente com o Sol teria provocado grandes prejuízos para a humanidade. Entre eles, teria causado o deslocamento do eixo original de rotação da Terra, originando grande destruição. Vastas extensões de mares e oceanos teriam trocado de lugar com áreas de terra, invadindo e destruindo as cidades que aqui já existiam, e também extinguindo quase todas as espécies de vida. Igualmente, os dias teriam ficado mais curtos, a partir do aumento da velocidade de rotação do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 205); "&gt;Retomando a colonização - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Mas o pior problema, o que teria provocado maiores dificuldades, fora a ruptura de uma das camadas protetoras de nossa atmosfera que envolviam e protegiam nosso planeta, o que permitiu a passagem de um excesso de emanações provenientes do Sol. &lt;em&gt;“Tais radiações acabaram por provocar sérios danos no cérebro dos que sobreviveram às catástrofes”, &lt;/em&gt;disse Karran a Hermínio e Bianca. A ruptura naquela camada atmosférica teria sido causada por um incremento na atividade solar, um excesso de explosões no astro. Quando as condições chegaram finalmente próximas da normalidade, três milênios depois, foi possível àqueles grupos de extraplanetários, que haviam participado do projeto de colonização do planeta, voltarem a manter contatos. &lt;em&gt;“As pessoas que havíamos deixado na Terra não existiam mais, e as gerações que restaram não nos reconheciam, chegando mesmo a nos confundir com deuses. Todos estavam embrutecidos e inconscientes. Tentamos ajudá-los, cedendo novamente muitos de nossos recursos e informações, mas quando recusávamos qualquer gesto de adoração de sua parte, ficavam furiosos e se negavam a aceitar que não éramos criadores ou deuses, e sim pessoas iguais a todos”, &lt;/em&gt;disse Karran aos abduzidos. Mas não parou por aí. “Por isto, não havendo condições para que pudéssemos corrigir esse defeito, recebemos instruções para nos afastarmos do homem de sua Terra”, finalizou. O ET confirmou ainda a existência de uma realidade espiritual por trás da matéria, afirmando a realidade dos processos reencarnatórios. Tais informações provocaram um grande impacto nos protagonistas do caso, de rígida orientação religiosa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 205); "&gt;Nova visão sobre nossas origens - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Karran teria ainda explicado a Hermínio e Bianca que a falta de consciência por parte do ser humano que vive hoje na Terra, em relação às suas vidas pregressas, estaria relacionada aos efeitos gerados pelo citado acidente solar. A catástrofe teria provocado uma mutação genética que fizera com que as gerações seguintes, surgidas dos poucos sobreviventes do cataclismo inicial, mantivessem em sua estrutura biológica características físicas que passaram a limitar nossas percepções. Segundo Bianca, Karran teria dito claramente que sua raça não possui esse tipo de limitação. Afirmou que, com o passar dos anos, quando seus corpos biológicos se desgastam e a matéria morre, reencarnam em um outro corpo trazendo consigo toda a bagagem de conhecimentos e lembranças de encarnações anteriores. O ser humano, ao contrário, renasce sem qualquer memória do que lhe aconteceu em vidas pregressas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Toda essa fantástica história podia ser apenas uma elucubração, uma criação de mentes imaginativas, como se poderia atribuir a Hermínio e Bianca. Mas existem muitos elementos em áreas distintas do conhecimento, inclusive acadêmicas, que parecem revelar a possibilidade de estarmos diante de informações no mínimo merecedoras de um estudo mais profundo. Em três dos meus livros abordei de maneira detalhada as análises que fiz em cima dessa nova visão sobre nossas origens. Existem fartas evidências nas áreas da paleontologia, da antropologia e da arqueologia que fundamentam não só as informações recebidas pelo casal durante a experiência iniciada em Matias Barbosa, como também informações obtidas em muitas outras experiências de contato, no Brasil e exterior, onde a idéia da origem cósmica da vida terrestre também encontra respaldo – inclusive como explicação para a presença alienígena na Terra na atualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Por exemplo, existem pegadas de pés calçados achadas solidificas em camadas geológicas com milhões de anos, que indicam a presença de seres semelhantes ao homem atual, usando botas, em períodos geológicos anteriores até mesmo ao aparecimento de nossos mais antigos ancestrais. Como isso seria possível? As pegadas mais antigas até hoje datadas remontam ao próprio período da chamada explosão cambriana, quando a vida começou a se multiplicar de maneira repentina, permitindo o aparecimento de novas formas e espécies. A paleontologia já comprovou, mediante estudo de registros fósseis, que a vida na Terra não sofreu uma evolução gradual e natural, ao contrário do que muitos ainda pensam. As evidências mostram justamente o contrário, ou seja, saltos repentinos no tal processo evolutivo. Espécies vegetais e animais simplesmente desapareceram inexplicavelmente e foram substituídas por outras muito mais avançadas, sem o menor sinal de formas intermediárias. Essa realidade já havia sido notada no final do século XIX pelo próprio naturalista Charles Darwin, levando-o a questionar a própria validade de sua teoria, conforme pode ser constatado em seu último livro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="data:image/jpg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAAAQABAAD/2wCEAAkGBhQSEBQUEhQVFBQUFxgUFBcVFBUVFBQXFxQXFxUUFBQXHCYeFxojGRcUHy8gJCcpLCwsFR4xNTAqNSYsLCkBCQoKDgwOGg8PGikcHRwpKSkpKSkpLCwsKSksLCksKSkpLCwpKSkpKSkpKSkpKSwpLCwpLCksLCwsKSkpKSksKf/AABEIARIAuAMBIgACEQEDEQH/xAAbAAADAQEBAQEAAAAAAAAAAAAAAQIDBAUGB//EADgQAAIBAQUFBgYBAwQDAAAAAAABAhEDBCExQRJRYXHwBQaBkaGxEyIywdHh8RRCUhVicoIHFkP/xAAaAQADAQEBAQAAAAAAAAAAAAAAAQIDBAUG/8QAJREBAQACAQUAAAcBAAAAAAAAAAECEQMEEiExQRQiIzJRcYET/9oADAMBAAIRAxEAPwD60BVFU+dekSQxNhUDOoEg2ADComxANHUBCqBw2xBUBGaYmCEwJVR1JQIBppEaJqNDJY0yajqMjHUQAAAxAEEhUQApIEDQqiNVRVFUGANsQmIDOoIlsBGqgyQqMqYCbEAWgJQxBVRokpIZLQyUUgIxoQDBiAADEGDCojIlsbM5E7Uqo6kVFtBs1VFtE7Rla26iqt0QybVBTPnO0u+NjZp0e060osvNa8D5699/7R1UIUx1f2R04dNyZfGOXNjj7foPxkH9Qt6Pyu17yXiWdo+UcPbE5rTtC0f/ANJVyptSp6m86LL7WN6ifw/X/ioPiH4/Z3610nKuNPml469VPQufeq8WbpVypvdeVW31iGXRZfKJ1E+x+pKY9o+O7N79xlSNrFxetFgfT3a+Rmk4yTT3M5M+LPD90dGPJjl6dqZW0ZJlJma2qkNMzRaBKqlVEgQAwABhgmKQEyEqCpDYxMiqRUVRshiCLxeFGLk3RJVbPzzt3vFaW8qQrGzWVM3jgz1+/HaElGNmsNuVP+up82pJ7MY4JKlfdnr9FwTXff8AHDz8l32xxqx9MN8m+BdlZOmC4UX51fA6HYccMvDCrCydatOiyivd8NfY789ubHSHd6YZyf8Aj1iKVi/H0XWHlqdcbSEU865EWnaMP8cPX+euJMirY452fOVVyiueTenAHDJNNvSKwWtcNOZ0/wBdZ8uOrZlO8ReSaXnKXPcsNQ1U+GE7Hl4ZLxp1wPT7E7alYywfy8fpflrxPPUq4c8Fjpq8utRVxw8MavHNvcuuJGUmU1TnjzH6l2R2zG2jhg9Vuf35nqJn5N2b2xKwtot5J4pVxTwz8T9N7NvytbOM1qqs8rn4bx3c9O3i5O53JlJkJlJHO2WmUSOLAlACAYYCY2yWSsmiWNsliNNSZFtkMQfMd7exHbqDg1tRfo0fEXzsy2sZfNFrdhmt63n6pay+dLhX7fk0vF3jJUaT54no9PzZYY6+Ofk6eZ3b8mspt+GnDqnmNTdHRY8OXtkfpP8A6/Y6QSe9IH2LZR/sVd9PsdF6me9Mvw2X8vziz7OtbTBRf5OuHdS1pi1XnhxxPu5WCjkseszlvRhl1eXyaa49Lj9fCy7vTTzXP7YnBb2crN0kmufvifY2slV9Ynk9qxUrNunzJV5b/Q14eouV1U83SzGbleRZ4xq8M6LV4Z+mb3FxtqLe29z3e2XkszK52uzKme968t+RparZb5+r/wAnp+DtuPjbhl+Il5vN6YbsT7vuB2g3ZuzbrTFcN688fE/P5V6w5YaH0/8A49t38VrSj9408aP1MOox3x1pxXWcfpkWWjCyZtE8V6C2OKBFIAAABhzsTHJktk1obRDRQqiCCGaNkSyEHDGNZye508kdEU6Hi2feOzjNxltRdW6uL2Xi39R7V3vcbSPyNNcHXQ7McbIJlK1oZ2kjVLAzlFDpxySic1rdm+uB2216hZ1lNpJZt5euB496727VVY2bkv8AJ/LH1xoGPHvyVzked2nDZTwxxPFhbYtcKanXf+0JyfzRiv8Ai2zzbCGPidHFx6nljyZ91eU47M6LlzO+1gq1oq+3CtMzjt5UtJYZN88+BTt64ZcFotD0p6eX9O8UwVeuJ7fcadLeCy2q144VPn7W0TpT09D3e5dnKV4jTClcd2/8GPLP06vD98fqNnE2giLPI1izwXqGiqEqRaYEQwqAw52TJFslolcSJl0JaEaGRLFGjIYB8N21YWllaNQW1Vt0WPHLxMrreJRlg/hWixeDW0v98X9S4p4VPrIXNSs4yf1Nuaf/ACqmuTWHI8q+3CrwjVt1bwzSontcEd85JJqsrhla9Ww7RbgpPNpZabzye1e8OxVRzLvM/h3dNujofO/A+JLHIMMZbvL00yt1qe2DtJW86zltUeuMY10UFm+GZ1XiytlFbDweK2mo147Kq14+R7HZ3ZsYJbCo823Wqe9PQ3tux3NUwSpRJLBLdy4I1vNjvx6Y/wDHOPlrld5TVXnQ1lY7Oh9DO5qxhTm2/ufO3i0rIrHLuyVlj2YvBvVduXNv1ov4IS3/ALZ0W9nWTaTpovub9m9kynL5sFve7gj0O7HGbry+3LK6jis7Jvxfgt3M+17gXX6p8KcsXhzPlb1NbVF9Md+byPv+4902bum/7m5HL1eX6f8AbXgx/O+ms8jQyTNYnivRUolJCTLqMiQAABz1JbBiZm0CYmMVRBLImaUIkggc11nWxjvSp141OO9WmiNdvZco7nXwdWvWq8Dgtb4oyrLKvXrQ67+bS5qTbh7z2tLOMFuS9F+zg7Nszo7bvMZyVHXAyuE8KLNZm2W+xOOpk+jueR2wicF2lRG9te9mL3+xnj4XfLxe8d7VWlph5Hy8XVs6+1b03JmN1sjr45rHd+uflu8pjPjW73bhkdlvNWdlKdcWtldc2Fkls06yPP7TlKNmm9W9lcFr6ryCbzykRlZx42x5ljY7co0xq0lXmlj6H6z2fd1CzjFZRSXkqH573Yuu3bwTWEayfh/J+k2KokZ9bluzFj02Pi1tBmqZkkXWh57rqkzRMyKTAmlQITAZMGS0XIgzrQkwqFAERCY2JgHndoQ+ZPemvLFfc4ZXGNpBqaqn1mel2lD5NpZxal4J4+lTwO1522Cs5xjB4ZOuW9fY6+HXj4q+ZrW3Df8Au/ueFMNfV+BNzunwsuZNvdrai2rTLL5pEWU7RPR761/RtlcrO3ZY4dt3Y967W2Hv6HN2hbNrrcKytcMueJyXm84GGO96beJ5eTaWVZOp0WelCNamqO3dvhzTW1SeFNZYLx1ObvAvpT0VPX9G93dbSuiVFzf69zv/ANJ+PaR0jGjljpV4IcymOW78Z8mNywunT3K7M2bN2jWM3RVr9K1x35/wfWxVDG62KjFJKiSouW42kzz+TPvytVhj246aVHUzizRGazZSJZSGlSAEwEGbJZbJEtLJZbJaIppZLKJAE0eJY3WqcXo3HyeHpQ9tnnXyDhJzSrGWdNGteTXsXhfhx5F87tzk6prHVylXyRzLs5wwcvL8s9GfeOOKr6eR5t87WhLL2Oy22akGMkvtnerdRVDzpSqTbWjcsevImdpuT9jTDj1/ac+Sf41giZWtXReZmrKUvqeG5fk7LCxRt4xZ+cm1ysqUwy6xPd7Hs/mlyXvI8m7Qx68an0XZUEq1zyx+xycmW2tmpp6iiDVR0FKRyppotMzgzQZGWZqJpQRKQE1AYSxVGS0SuBiYVE2TTTQljdpHevMzleY7w7aW4pkTmksf54LeytuuSk+UWXcYVnKTWMUoxT0clVvyaXnvL4+O5XScs5PTybS7puXy0x15LTrM8m/WHSSxPor/AA2Jf7ZNY7pbnwfvzPKvlln11+je7xXhqvnrxF8Dka019j1LazrgY2Fxcn8qcnyw8zoxy8JyjGysj0rtc3KiSdT0rh3decvL8n0V1ucYpUSXLrALtPdp5Nx7uvByw9T149mQUaUxaz1rvrzOqVqorFpe75LN+BCtpNfLF55y+Vc6Zh2s7lv24rKdVjnk+azB4lyuUk21KOONKP0dRqyks0nyf2aOW8dX3TTKduo0WLbyXhq+vQzu1/jSkpVeNXpXBvwrKi5G9ruaa2sG6aLPFdYkq62beSbW54qlNzwyXkLWp5g21jeI1pXGtKcaVoaQtE8vQxlc40/uWeKlJPGtdeLNLvYKOX20SSy4JE+Da0AEAgTs91Fzx9EL+m3yfhRV+4JnRKiz6ReGiyY/6dDWst9Wyo3GyX9ir1uNISrp+zWNnvx5VN55RYzVnFZRXguqifJLwNthaU68SZw3LTd+x3Y8MJS5HNt7E66TonwayfrTyOpLevf7Eysk61QpdUWC3u6lFpqqeFKVTTPGn2JptPZ0ri+VdT0rLahgqzju/uXJ6mvxo67UeafvkX4sEtjxY93oZyblzeB6NhdYxVIpeRs7SOUYuT0wdBqM2tIe/wCB46h3IRiorGSWT6Wv6JVrKX0/Kt7+rwWnj5GtlcEsXjLi6svBaFbTfKVd4wdXjJ6t7UvPRDTf548Cm8OsCoWdXXpkW7GtCCX4ppxL+H5erKjH9unsXTnwQobP+lT59Z8CLS5xeaTW9o1k9K839qmUpY/b7BdEylc/8arza8n9iJWTWa9Gjow6dKA5YUXju/kyy1VORWmPEC7RIDGrSS2MTIW0jX+MDog1x9DjUqGm3x8zbDNnY7VHdh4IFTr9nKrXd6GilvfsbTKI00k100YyiuvwOUlx8kZuS665itPS9nj9hRpnXzYadYArMIE7NcsFv3mUoNanS5UwVfwc9pV13lFtKlxNYWlOLMY2FNS4xxpXHV5habaM6vD092bw8lvwMIuumHl6GsE933HIS6rLRe5dac/ZExjwy6oJvl6Yv8FEmvEanx45PzD18OsCNpcPBZmdM3P9vIytLSmCCVot78jFsyzyXIqtQJiBkZEstkkriZApAFBegqEsdTVTdfxoYJmqtfDfxNMck2LixueiXqzKU/0Kz3ld3nRaaKb3oqj6o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/&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=" color: rgb(255, 69, 0); font-size:8pt;"&gt;&lt;strong&gt;Karran informou que, quando os colonizadores puderam finalmente voltar à Terra, foram recebidos como deuses. E explicou o princípio da reencarnação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 205); "&gt;Arranjos cada vez mais complexos - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Outra informação surpreendente é a constatação de que as espécies mais antigas de vida terrestre, achadas no planeta na forma de fósseis, já eram suficientemente evoluídas e não podiam simplesmente ser aquelas que teriam surgido quando as moléculas começaram a se juntar para criar a primeira fita de DNA, e conseqüentemente os primeiros organismos unicelulares. O que ocorre, como se sabe hoje, é que a busca de explicação para o que não se compreende leva os cientistas a pegarem as teorias vigentes e trocarem Deus pelo acaso, e este acaso foi o que passou a ser responsável pela realização de vários “milagres” de nossa evolução. Pronto. Se atribuir a Deus a evolução humana tornava a ciência vulnerável à críticas, o acaso poderia servir de boa desculpa para novas considerações. Teria sido por obra do acaso que as moléculas começaram a se juntar, formando arranjos cada vez mais complexos. Como também é obra do acaso a evolução química do universo, que permitiu o salto para evolução biológica na Terra. E pensado assim, o próprio Big Bang também teria acontecido por acaso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Enfim, aquilo que nossa ciência não consegue explicar, por não poder admitir na prática que o planeta Terra não é algo apartado do resto do universo – e que pode ter sofrido processos de intervenção externa –, ela soluciona dessa maneira absurda e pretensiosa. E este problema, dos inexplicáveis saltos evolutivos nos registros fósseis encontrados na Terra, não está restrito às espécies da vida vegetal e animal estudadas pela paleontologia. Se formos examinar os esquemas antropológicos criados para explicar o aparecimento do homem, as coisas ficam ainda mais difíceis de serem digeridas. O primeiro fato que se descobre é que não existe apenas um “elo perdido”, mas vários. Basta dizer que o estudo dos fósseis de nossos supostos ancestrais, realizados ao longo de mais de 100 anos, agora estão sendo questionados pelos resultados de estudos desenvolvidos na área da genética, realizados a partir de fragmentos de DNA de alguns desses ancestrais. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Agora, segundo tais conclusões, todos nós descendemos de um antepassado comum da raça negra, que viveu na África e cujos descendentes começaram a migrar para outras partes do planeta. E simplesmente por causa da diferença na incidência dos raios solares e de outros aspectos climáticos nas diferentes áreas do globo, em questão de alguns milhares de anos aqueles descendentes teriam dado origem às raças atuais. Esta é a teoria vigente, mas quem pode acreditar em algo assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 205); "&gt;Surgimento de várias raças humanas - &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;No esquema antropológico anterior, baseado exclusivamente nos estudos dos fósseis de nossos supostos ancestrais – e que já era difícil de ser aceito –, se defendia a idéia de que o chamado &lt;em&gt;Homo erectus [Um de tais ancestrais]&lt;/em&gt; surgira há quase dois milhões de anos, quando começou a migrar para fora da África. Teria sido a partir daí que, sujeito às mesmas diferenciações ambientais, deram origem às várias raças humanas. Aquelas populações que continuaram a evoluir na África mantiveram a cor negra, o que não aconteceu dentro do processo evolutivo vivido por aqueles que haviam se espalhado por outras regiões do planeta. Como se vê, a única diferença entre o que se defendia antes e o esquema antropológico atual é que a teoria anterior revelava que as modificações que deram origem às raças atuais teriam ocorrido ao longo de centenas de milhares de anos, enquanto a vigente afirma que isso ocorreu em poucas dezenas de milhares de anos. Certamente, isso torna as coisas mais difíceis ainda de serem aceitas. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Como vimos na mensagem recebida durante o contato imediato que discutimos neste artigo, cada uma das raças humanas que vieram de fora teria se estabelecido na região do planeta que tinha condições ambientais mais semelhantes às de seus mundos de origem, e quando degeneraram, em decorrência dos citados cataclismos, evidentemente mantiveram algumas destas características raciais originais. Assim, quando o processo de intervenção genética corretivo – implementado pelos extraplanetários com o objetivo de fazer o homem ressurgir em sua plenitude – propiciou o reaparecimento de nossa espécie, tais características raciais diferenciadas continuaram a se manifestar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Como defendo em meus livros, que abordam de maneira detalhada esse aspecto misterioso de nossa evolução – e ao mesmo tempo&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;fundamental para a compreensão da presença extraterrena na atualidade –, o chamado &lt;em&gt;Homo erectus&lt;/em&gt; de nossa antropologia seria o representante imediato, o descendente degenerado dos colonizadores de nosso planeta. E teriam sido esses os que passaram inicialmente a sofrer o processo de intervenção genética, dando origem, a partir de outro salto evolutivo, ao chamado &lt;em&gt;Homo sapiens &lt;/em&gt;primitivo. Tal processo de intervenção genética em nossos ancestrais biológicos acabou resultando no reaparecimento do homem, e ainda hoje está em curso em sua fase final, mediante as abduções. As intervenções alienígenas são realizadas, em minha opinião, para libertar o homem e a humanidade de sua incapacidade de acessar, após cada nova encarnação, memórias de vidas pregressas, assim como para permitir-nos relembrar o tempo em que cada um de nós passaria na “casa”, uma espécie de “matriz espiritual” do universo, mencionada em alguns contatos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Não tenho a menor dúvida de que são casos como o do casal Hermínio e Bianca, seqüestrado nas proximidades de Matias Barbosa, e os estudos que podem ser feitos em cima de informações recebidas em experiências do gênero, que nos ajudarão a encontrar definitivamente o nosso verdadeiro &lt;/span&gt;lugar dentro do universo, e entender o sentido da presença destas naves e suas tripulações em nosso tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Fonte: Revista UFO - 2010&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-5106343219411361013?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WA6ETcgxg_owIFLWa66NMUwb24Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WA6ETcgxg_owIFLWa66NMUwb24Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WA6ETcgxg_owIFLWa66NMUwb24Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WA6ETcgxg_owIFLWa66NMUwb24Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/pFtjTVZzHT4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/5106343219411361013/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=5106343219411361013&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/5106343219411361013?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/5106343219411361013?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/pFtjTVZzHT4/origem-extraterrestre-da-especie-humana.html" title="Origem Extraterrestre da espécie humana!" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/S9a2BxzrewI/AAAAAAAAAP4/A3ZebAu1KQQ/s72-c/raelieans-2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2010/04/origem-extraterrestre-da-especie-humana.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUFR388fyp7ImA9WxBUFEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-3681292117564182577</id><published>2010-01-27T16:37:00.004-02:00</published><updated>2010-03-01T19:40:16.177-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-01T19:40:16.177-03:00</app:edited><title>Vasp - Vôo 169 - 1982</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;table width="92%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2"   style="text-align: justify;   font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF0000;"&gt;&lt;b&gt;Os documentos ufológicos liberados pelo Governo também confirmam o Caso Vasp Vôo 169&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.geubs.com.br/images/ufo_183.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" color: rgb(235, 61, 0); font-size:x-small;"&gt;Gerson Maciel de Britto não hesitou e avisou seus passageiros de que o Boeing estava sendo seguido por um UFO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="left" width="10" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" style="text-align: justify;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 6px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td   style="text-align: left;color: rgb(0, 0, 0); font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#EB3D00;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Outro momento histórico da Ufologia Brasileira que também consta da documentação oficial liberada para a&lt;i&gt;Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU)&lt;/i&gt;, também podendo ser acessada no Arquivo Nacional e no Portal UFO, diz respeito a um dos episódios mais divulgados, comentados e polêmicos da casuística ufológica nacional. Trata-se do Caso Vasp Vôo 169, em que um UFO de grandes dimensões acompanhou um Boeing 727 da extinta empresa área Vasp, em 08 de fevereiro de 1982. O avião era proveniente da cidade de Fortaleza (CE) e tinha como destino a capital do estado de São Paulo, com escalas em Belo Horizonte e Rio de Janeiro. A ocorrência se tornou um dos ícones não somente de nossa Ufologia como também para a aviação comercial do país, e teve divulgação maciça na mídia nacional e de todo o mundo. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;A chave para tal repercussão está relacionada não só à coragem do comandante do Boeing, o experiente piloto Gerson Maciel de Britto, então com impressionantes 26 mil horas de vôo, que não receou em tornar o fato público, mas também ao número de testemunhas a bordo: eram cerca de 150 passageiros, que foram alertados pelo próprio Britto para que observassem o UFO, justamente no momento em que o artefato se aproximou mais do avião.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:12px;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Neste instante, segundo o comandante, a luz que emanava do aparelho chegava a penetrar no interior da cabine, iluminando a mesma com um tom azulado. Logo na época dos fatos conheci alguns dos passageiros, que de maneira ordeira e responsável foram se revezando nas janelas à esquerda da aeronave – posição que permitia uma melhor visualização do aparelho –, depois de alertados por Britto para sua presença. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;O caso também se tornou muito discutido pelo fato de um dos passageiros ter se recusado a observar o estranho objeto voador não identificado. Tratava-se de uma alta personalidade da Igreja Católica, dom Ivo Lorscheider, então dirigente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que provavelmente temeu transformar-se em mais uma testemunha do fenômeno. Estive muitas vezes com Gerson Maciel de Britto, que não só prestou depoimentos detalhados gravados em vídeo sobre tudo que aconteceu, como participou em várias oportunidades de eventos para narrar sua experiência. Tudo começou quando Britto, que sobrevoava a cidade de Petrolina (PE), notou uma intensa fonte de luz, que logo começou a acompanhar sua aeronave em vôo paralelo, mantendo a mesma distância. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:12px;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;Companhia insólita e insistente -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Progressivamente, entretanto, o objeto passou a alterar sua velocidade, movimentando-se algumas vezes até ficar bem à frente do avião, para depois permitir sua aproximação. Todavia, foi chegando à cidade de Belo Horizonte, primeira escala do vôo, que o UFO se acercou realmente do Boeing, permitindo, segundo o comandante, a visualização de uma forma lenticular. Neste momento, ele já percebia que estava diante de uma nave alienígena, cuja tecnologia e capacidade de vôo estavam além de nossas possibilidades. O aparelho pôde ser visto até quando a aeronave da Vasp iniciou seu procedimento de pouso no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e inclusive por pessoas que transitavam na Ponte Rio-Niterói. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;O fato causou muita polêmica na época. Não faltaram aqueles que defenderam que o UFO seria simplesmente o planeta Vênus, como o astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão. Até o prolongamento de uma inusitada aurora boreal foi assumido como uma possibilidade para explicar o caso. A coisa ficou ainda mais complicada quando a própria Força Aérea Brasileira (FAB) negou ter detectado o objeto através do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo (Cindacta), apesar do órgão ter reportado e até alertado o comandante do Boeing para a existência de um eco de radar que o acompanhava, justamente na posição em que era observado visualmente. Segundo Britto, a esta altura ele já havia solicitado ao Cindacta uma confirmação da detecção, mas esta só veio quando o UFO começou a se aproximar demasiadamente da aeronave. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:12px;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Durante um diálogo bastante aberto e franco que tive com o comandante do vôo, Britto comentou que provavelmente o UFO já estava sendo detectado antes pelos radares do Cindacta, mas os controladores só teriam resolvido reportar a presença do mesmo em suas telas quando houve uma maior aproximação do avião, como regra aeronáutica básica e por temor de uma situação de conflito e risco para a aeronave. &lt;i&gt;“Não tenho dúvida de que o aparelho foi registrado pelos radares desde o primeiro momento em que surgiu sobre o país”&lt;/i&gt;, declarou o comandante.&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Pois bem, agora o Governo libera para consulta a documentação relacionada direta e indiretamente a este incidente, e algumas surpresas se verificaram nos papéis que foram enviados ao Arquivo Nacional e para a &lt;i&gt;Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU)&lt;/i&gt;. Estes relatórios tiveram origem no próprio Cindacta e foram remetidos por determinação do coronel-aviador Ronald Eduardo Jaeckel, comandante do órgão na época, para o chefe da Primeira Subchefia do Estado-Maior da Aeronáutica, cujo nome não aparece no arquivo. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;O que se vê na documentação são transcrições das fitas contendo não só os diálogos entre a cabine de comando do vôo 169 da Vasp, em 08 de fevereiro de 1982, que tinha Britto à frente, e o centro de controle em Brasília, mas ainda, para nossa surpresa, as transcrições das conversas entre comandantes da mesma companhia que efetuaram o mesmo vôo nos dias seguintes, 09 e 10 de fevereiro. Ambas as tripulações também reportaram o avistamento de objetos luminosos naquela rota, mas aparentemente sem haver detecção por radar nas telas do Cindacta. Pelo menos, é isto o que se vislumbra nessas transcrições. O comandante de um dos vôos 169, o do dia 09 de fevereiro, ao contrário do que Britto fez, deixa claro que não gostaria de reportar o suposto avistamento aos jornalistas. Na troca de comunicação com o centro de controle, revela ainda que os passageiros não foram avisados ou alertados para a presença do suposto UFO.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style=" ;font-size:12px;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;&lt;b&gt;Objeto acompanhou o Boeing -&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;Na parte do relatório referente aos fatos ocorridos na madrugada do dia 08 de fevereiro, temos o registro do exato momento em que o Cindacta I comunica e alerta a cabine de comando do Boeing 727 da Vasp da presença de um objeto não identificado no radar – também chamado de plot ou eco radar – exatamente na posição em que todos observavam visualmente o aparelho a partir do avião. O controlador de tráfego aéreo ressalta, como se pode ler na transcrição, que o objeto acompanhava o Boeing detidamente. &lt;i&gt;“Ele está a oito milhas e na posição nove horas, e segue precisamente o Vasp uno meia nove”,&lt;/i&gt; declara o operador de radar. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Isso confirma tudo o que já sabíamos em relação à visualização do UFO pelas tripulações de mais dois vôos comerciais, um da Transbrasil, empresa também extinta, e outro da Aerolíneas Argentinas. Mais um documento que faz parte da abertura ufológica governamental dos anos 80, também relacionado aos fatos do dia 08 de fevereiro, e que pode ser associado ao incidente pelo menos de maneira indireta – se é que não faz parte diretamente de um único contexto ou realidade –, é o que registra a observação de várias luzes misteriosas na região da Base Aérea de Anápolis (GO), incluindo o registro paralelo de pelo menos oito sinais ou ecos distintos nos radares. Estes objetos já estavam sendo detectados em Goiás bem antes do comandante Britto localizar sobre o Nordeste brasileiro o UFO que o acompanharia. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;E assim, como agora estamos percebendo oficialmente, através da documentação liberada, em fevereiro de 1982 havia muito mais “coisas” em nosso espaço aéreo do que simplesmente o UFO observado por Britto e seus passageiros. Na verdade, os ufólogos brasileiros estavam cientes e acompanhavam inúmeros casos do norte ao sul do país, em meio a uma grande onda ufológica. Tudo isso vem agora a ser confirmado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FF0000;"&gt;Fonte: Revista UFO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-3681292117564182577?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7AU3GE160QpPPTi1ESa2h4NAkKM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7AU3GE160QpPPTi1ESa2h4NAkKM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7AU3GE160QpPPTi1ESa2h4NAkKM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7AU3GE160QpPPTi1ESa2h4NAkKM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/F7p_4jAuocg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/3681292117564182577/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=3681292117564182577&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/3681292117564182577?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/3681292117564182577?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/F7p_4jAuocg/vasp-voo-169-1982.html" title="Vasp - Vôo 169 - 1982" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2010/01/vasp-voo-169-1982.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUYMQnk_fip7ImA9WxBSGEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-3809023411446954974</id><published>2009-12-26T22:18:00.000-02:00</published><updated>2009-12-26T22:19:43.746-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-26T22:19:43.746-02:00</app:edited><title>Ovnis e a Marinha Russa!</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; border-collapse: collapse; -webkit-border-horizontal-spacing: 1px; -webkit-border-vertical-spacing: 1px; "&gt;&lt;h3 align="center" style="margin-right: 0cm; margin-left: 0cm; font-size: 13.5pt; font-family: 'Times New Roman'; line-height: 27px; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; "&gt;Marinha russa: OVNIs existem e preferem a água&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; color: rgb(0, 0, 128); "&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 24px; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; color: rgb(0, 0, 128); font-weight: 700; "&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;A Marinha russa liberou arquivos de encontros com OSNIs (Objetos Submarinos Não Identificados)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 24px; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; color: rgb(0, 0, 128); font-weight: 700; "&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;que ultrapassam a tecnologia humana, informa o jornal online &lt;i&gt;Svobodnaya Press.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: 24px; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;img border="0" src="http://www.viafanzine.jor.br/001imag/03_09/russian_osni1.jpg" width="283" height="212" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-weight: 700; "&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#3333FF;"&gt;Imagem ilustrativa:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000080;"&gt; um OSNI teria capacidade de se movimentar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000080;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-weight: 700; "&gt; a grande velocidades, tanto debaixo d'água quanto na atmosfera.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Os registros liberados pelos militares russos remontam ao período em que um grupo especial da Marinha recolheu relatos de incidentes inexplicáveis, entregues por submarinos e navios de guerra.&lt;/span&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt; O grupo foi liderado pelo vice-capitão da Marinha, almirante Nikolay Smirnov, e muitos documentos revelam casos de possíveis encontros com OVNIS, afirma o site.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;br /&gt;Vladimir Azhazha, um ex-oficial da Marinha e famoso ufólogo afirma que o material divulgado é de grande valor.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()" style="font-family: Verdana; "&gt; &lt;em&gt;"Cerca de 50% dos encontros com OVNIS estão relacionados com os oceanos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()" style="font-family: Verdana; "&gt;Quinze por cento com os lagos.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;Então, os OVNIS preferem a água.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; "Ele relatou.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Em uma ocasião um submarino nuclear, que estava em missão de combate no Pacífico, avistou mais de seis objetos desconhecidos submersos.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;Depois que a tripulação não pode se livrar de seus perseguidores com manobras, o comandante ordenou que emergissem.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt; Os objetos seguiram o exemplo, elevaram-se no ar, e voaram longe.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Muitos eventos misteriosos ocorreram no Triângulo das Bermudas, recorda o comandante de submarinos reformado, Almirante Yury Beketov.&lt;/span&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Avaria de instrumentos, sem qualquer razão aparente, ou detecção de forte interferência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;img border="0" src="http://www.viafanzine.jor.br/001imag/03_09/russia2.jpg" width="659" height="319" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-weight: 700; "&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#3333FF;"&gt;Imagem ilustrativa:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000080;"&gt; um OSNI &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000080;"&gt;&lt;span style="font-weight: 700; font-family: Verdana; "&gt;estacionado no fundo do mar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;O oficial da Marinha russa alega que poderia ter sido uma interrupção deliberada causada por OVNIs. "&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;Em diversas ocasiões, os instrumentos revelaram objetos se movendo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; a &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;incrível velocidade.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()" style="font-family: Verdana; "&gt;Eu calculo uma velocidade de cerca de 230 nós, 400 km / h.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()" style="font-family: Verdana; "&gt;Acelerar desta forma, é um desafio, mesmo na superfície".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Mas a resistência&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; na água &lt;em&gt;é muito superior.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;É "como se os objetos desafiassem as leis da física.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Existe&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;apenas uma explicação: esses objetos são construídos com materiais, muito superiores aos nossos, construídos por uma antiga civilização, alienígena ou de outros mundos, escondidos de nossos olhos em águas profundas".&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;O veterano da inteligência da Marinha russa, Primeiro Capitão, Igor Barklay afirma que: &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;"Os OVNIs oceânicos aparecem onde existem concentrações de frotas da OTAN.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()" style="font-family: Verdana; "&gt;Próximo das Bahamas, Bermudas, Porto Rico.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;em&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;São mais freqüentemente vistos na parte mais profunda&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; do &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;Oceano Atlântico, na parte sul do Triângulo das Bermudas e no mar do Caribe.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; "&gt;De acordo com alguns especialistas na área de Porto Rico, há uma base OVNI subaquática&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;"&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;"&lt;i&gt;Outro local onde muitas pessoas vêem OVNIs, é perto do Lago Baikal, na Rússia, o mais profundo lago de água doce no mundo.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()" style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;Marinheiros tem constantemente visto nas profundezas, luzes como holofotes, piscando como um 'flash' de solda elétrica.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt; Foram vistos cilindros ou discos prata e luminosos, que emanam raios de luz na água.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;&lt;i&gt;Em um caso, de 1982, um grupo de mergulhadores militares, viram na profundidade do lago Baikal um grupo de criaturas humanóides, vestidas com trajes prateados&lt;/i&gt;", assegura &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()" style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;Barklay&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()" style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()" style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;O encontro ocorreu em uma profundidade de cerca de 50 metros e os mergulhadores tentaram capturar os estranhos. "&lt;i&gt;Três dos sete homens morreram, enquanto quatro outros ficaram gravemente feridos&lt;/i&gt;", afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Informações e imagens do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.russiatoday.com/Top_News/2009-07-21/Russian_Navy_UFO_records_say_aliens_love_oceans.html" style="text-decoration: underline; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Russia Today&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;/&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: black; "&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://svpressa.ru/issue/news.php?id=11385" style="text-decoration: underline; "&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Svobodnaya Pressa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-bottom: 0px; "&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; color: black; font-weight: 700; "&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;* Extraído do blog &lt;a href="http://arquivosdoinsolito.blogspot.com/" target="_blank" style="text-decoration: underline; "&gt;Arquivos do Insólito&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-3809023411446954974?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9a5kSsxlM4euo44DHw2LumEUmFg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9a5kSsxlM4euo44DHw2LumEUmFg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9a5kSsxlM4euo44DHw2LumEUmFg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9a5kSsxlM4euo44DHw2LumEUmFg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/FYSyX998R5s" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/3809023411446954974/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=3809023411446954974&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/3809023411446954974?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/3809023411446954974?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/FYSyX998R5s/ovnis-e-marinha-russa.html" title="Ovnis e a Marinha Russa!" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2009/12/ovnis-e-marinha-russa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMMQn07cCp7ImA9WhdSF04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-3901607626908698932</id><published>2009-12-26T21:47:00.004-02:00</published><updated>2011-07-27T00:14:43.308-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-27T00:14:43.308-03:00</app:edited><title>Relatos Ufológicos de Piloto Experiente!</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/S9rWVs2-r1I/AAAAAAAAAQA/BHQPWSTSMtg/s1600/ovni_verde.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="  ;font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;table width="92%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="text-align: justify;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="  color: rgb(0, 0, 0); font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#E33E00;"&gt;&lt;b&gt;Comandante relata experiências que teve com UFOs&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="  color: rgb(0, 0, 0); font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="left" width="10" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 6px; "&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/S9rWVs2-r1I/AAAAAAAAAQA/BHQPWSTSMtg/s320/ovni_verde.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="  color: rgb(0, 0, 0); font-family:verdana;font-size:12px;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#EB3D00;"&gt;Comandante aposentado de companhias aéreas brasileiras revela espantosas experiências com UFOs&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Meu nome é José Américo C. Medeiros, tenho 61 anos e sou gaúcho de São Luiz Gonzaga. Tirei meu brevê no Aeroclube do Rio Grande do Sul (ARGS) e me aposentei após ter acumulado mais de 16 mil horas de vôo, trabalhando nas empresas Varig e Vasp, onde operei aeronaves do tipo Boeing 707, 727 e 737, além de outras de médio e pequeno portes, como o Beechcraft C-45, Aerocomander e uma vasta relação de monomotores. Fui instrutor de vôo elementar no ARGS, na Escola Livre de Aviação (ELA), de Belo Horizonte, e na Escola Pégasus, do Rio de Janeiro. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Desenvolvi meu interesse pela Ufologia de maneira direta, sendo testemunha de UFOs em diversas ocasiões, o que me assegura, independente de uma posição científica indagadora, que se tratam de naves materiais, embora permaneça mistério sua procedência, quem as tripulam e quais são seus objetivos. Considero irresponsável ignorar a realidade do Fenômeno UFO e os milhares – talvez milhões – de testemunhos consistentes de observações destas naves, principalmente vindos de membros da aviação civil e militar. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Mas minha interação com a Comunidade Ufológica Brasileira veio em 2007, através do site de relacionamento Orkut, quando descobri que existiam comunidades ufológicas bem elaboradas e públicas, e passei a ser um debatedor do tema. Enfim, tornei-me um ufófilo e nas comunidades do referido site reparti minhas experiências com outros usuários. Porém, confesso que foi chocante constatar – o que não imaginava existir – um clima de contenda entre os crentes e céticos quanto aos discos voadores. E não foi fácil lidar com espíritos armados e dedicados à desconstrução de relatos testemunhais, inclusive agindo contra a reputação de quem os apresenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;img src="data:image/jpg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAAAQABAAD/2wCEAAkGBhQSERUUExQUFBUWFxcVFxUXFBUVFBUXGBcVFRcUGBcXHCYfFxojHBQUHy8gIycpLCwtFR4xNzAqNSYrLCkBCQoKDgwOGg8PGikkHxwsLCkpLCwpLywpKSkpLSwsKSwsKSksKSwpKSwsKSkpLCwpLCwpLCwsKSwpKSwpLCwsKf/AABEIAI4AjAMBIgACEQEDEQH/xAAbAAABBQEBAAAAAAAAAAAAAAAFAQIDBAYHAP/EAD0QAAIAAwUGAwQJBAEFAAAAAAECAAMRBAUSITEGIkFRYXETgZEUIzKhFUJSYnKCscHRBzSy8CQzQ1PC4f/EABkBAAIDAQAAAAAAAAAAAAAAAAADAQIEBf/EACIRAAICAgICAwEBAAAAAAAAAAABAhEDIRIxE0EEMmFRFP/aAAwDAQACEQMRAD8A5QkmIbfZ94dh+8GZVlziveMmj/lB+ZjP0PKEiRlBK7ZWR7GI5crLzi9dyfF2MDZI7BuJ+Ff0gROTXv8AtB8ruL+EQNaylmIAqSRTKIIG7Pr70dz+hjVSVNY9s3spvBpjBKZkUqQNM+AjYSrtkAVRJrD7RXCD2LUB8ol4XJ2QsiRzPaNyJlByEZ6fHUdobtkvpL3hTSmIjrnGMvDZokFpbBqZMlQXUcKgQ5RpUIlt2ZB/igoukU7bYWRuY5jSCKLl5RSZowjAIRdYkpDVWFmgVQI9QV1hGWjUhzLASKFhVBhqr1h+XOADRJLzine676/h/wDYwTlSooXtL3x1Qf5NEGZFOSMouXYtSexitKXKLt1rvHsYGW9EyL7tPwiLFzJRi2FmbplQd+EOu+zl1lqBUkADrBefZsD+EpAl8WpmzUzPTOohmNe2Kl/Alc97qtWaVpmARVF/kxNee0iTGo1CeFOHY6CCFwTloFHoBl5mL1q2bkswIUJWpYgUryH/ANhnNELHLsw9slhhuoWOtaGq/moBAS02eYzYVyUZkFgAOPnHTZ9jSX8IxU03c/WusRrdzuK+EFGWZC4vUCJ5pAscn0jmNtu3AFDKCpGfCmhqK58ePKKd6XNgUOuLCwyNMu3SOl2u6lAPuyZmYAoKHh5wPl3AUWZKbMKsoUrzTePkRx5iDU1olN43s5ZSEWsX70sXhzGXkflwikFhDNfaB8u1MK8c6Zw/2xjwEestlxlx96L6XN0hnFGSeSUXSKPtDch6Q72luQ9IIC5eke+hIniivml/TVylgfe8r3kvrLPyc/zBRW0ijezVeXlojf51hCGIHqmUWruXePnDZcvIxZsMnePY/IQFgzspIosuuoWNBPupXmKc6jPpAC5LSEVa/ZrGju63BmxHIcK5CLydRJxRuYduy7lQUHeCky7XYjPKkC/pqQi701V611i/YtpZbFVRg9cgawlfpvlv6l6RdIESTZeVIpzNpJaE4mC50NToYRL5kvkJqsehidVoXUk9kFqkBmXmrK1RyBqYTaO61Et3QbwArTU4dPPNvlFe97UUUsmZpXLiIFttWJkvEp3qEFeYOvmCKwzA9Gf5S2mchv60BpzEcTrx7QMiW0sSxJIJqSSND1iMQN7GJUhdnpdZjiNTLsmUZ3ZRf+Q47xtUlQ+Jzc32KIscL7JBISYd4UWoQDlmDkYS0KGploDrrnEzSsPGFwmOb5mdfwldbMtOESSpYVsQz1y7giHsseIPMRPlYeIbaHT2ZwlVnSlD6ErMXiAOB19IOWu2MtnRpC0JC0xUanWuEV9ID2mvs84qBiEs58hQ1jTbMuDZ0RgCMK0rllhHERflrY3x9UZuV7ZNzedUZ1U2ZJgr5rSkavYm5KzVLy5eOjb8uslcIIADIm6W1zygyt1ykXEa0A0xthHkTSL+ygxYnw4czhGm7lhPnrFlLloHj4pyMhtrYHEwPLlyiSWUiYPGrhoAwDZAGpGld3WM8bwtctiUmWdRXKX7PKVu1BLEdLvPAJwDiqNu1Pw4szrwMMm3BL1BY9C1adqisF0Dx3TfsBXVfDPLZpstVI0CgKC3EGg07CMns42J51omkSZMp3SnxMSD8IXiaRvbYqKuFQBTPme5jH2NaS7SZqDw8U2erfcMxlPYkoRFFOrov4k2lIwF6oonTMHw4iVqACFOYBAyBFaZRUAiea5ZiTqSSe5NaRGYZZR/hLsr/dN2MbtOx9IwuyzUtnl+xjoUsRogcv5H2Gr2PpDqHkfSJlEOpFzMZ7ZS5LVeD4UNoRVpimTEloorwApVj2joa/0gQJ7y22kn7vhKPJcBg3syjWWRKlzJc55mHN2w77asSWbLM8Ys3lfrnd8KYuRGZQ6ilTRsqCvrCuMF6NznN+wRc/8ASyzItZjTZxPF3JoOiigB60MaJ9mLLTAbPJocjuLU/KvnCSL2mFgokAKUxD3q0AUhaEjTUZRXvDaQyyAstGY8FfEdRUVArpnFtIrbfsp7UXTKFjmLLlqoFThVMIaqspB51/aMPcLj2WS/JE/wEa+8b+mTEo6IqviCq4csxJKYCBmteB7RiblYS5UuWdPDlEDPRpanKvXEPIxnyu9mv47rQfmkzxhrRPrU49IEWm3WqysfDbGpIoDqOAHUCkNtF6TpTeHJlh671S2H5xasF62gjfsJmcNyahNezEfKFwSo2tuXRbuyy2ierG0TBhajKiilDzJ4xZs15TJVZc3Mj4W+0OHnFCZfNqBoLGU5e+l1HehIEJZbc08+8TAUrXMHPuIrIm2tMuWtd0sTmYCXquG5XbmDnzxWkladNT5xave2DJQdY5s+1c6fZpchm90lKKBrQmhPOkEE6sW2k6KBEMcRI0I0NTKsXZsf80dv2jo8pY5xs9/fL1EdKlCNMDk/J+w9Vh+GFUQ+kMMxsb921kyJuBmFZaOGNRTH7ug+Z9Ixd2bby5tqq7ikystM/rHCf5HnEH0NYrR4kyZMR8TsVBmPWlc2OE/ExqaHSoEUJmyNgWWGZ5SEmqpVh4dSBSp1I1Y1PHgIzcrZvUUja2K9pbTJviKxlphlg4nKFhidtNPjXLpF+775lrjZGVKuQAMI3VAFcxXXEYx8rZy0ojTJE+WyNXCzAylJJpXGaEjrQ94db0myklLO8OWTvFlGNMAAAEv7eoqe2WcRyaCkw7M2glGWrGoxzUzyDEs+6Bi5ZZnIUjETrRiSSw/8SKeK4gPhB4kAio4EwXtM6SoWaxYlDkR8YLEVIxaE5bxFRlSkAbScVlkkVAWWoCj4VAJB6luZ4mKSlobjTUgpYJbOuTb8Kt13gTuT1QeZNPKMnd98tIYmuIcQcoItt9M4IwhdNM2xkjSWew2xf+pMVxzFfmIpXhMmB905H4s4G2bbqZQhlNTpFeVbJkyYKfWOcVp2EpL0GZMs5ux4GnTLWOcSLM0vccUIp6MAw+TAx1BUAdUOnGMdf6yjNs9Xw47NLDUFcLyvcmo/JT8sNh/EUnUdsEPDHgzZrqkTBu2hfOi/JovpsijZiYT2wn9IjrsjkjL3F/fS/KOmy8X2T8oz1i2NSXNWb4jVXhu0/SNIinmIdDLFGDPicnokAb7J9R/MPo32fmP5iMsRxHoTHvaD/oi/niI/zzOYW3bSaX3ZjFTi3SWwiqhdK8KVHIxYuC/plotUmU7lZcyfJVqsclxKpXXIH9TGpX+l9n5MfzQq/wBM5SndqD1aM/mh6NzxyCVpveY9tnSnza0SpsyWpNQMBmNKljsZVDyOXCG2u/j9FpMcMWM2QUNKhfESZu154AlfxKIna6bSGRhNUslMDMAxWjYq9STqdT1rAXaTaWXZpSyJjLPKZrKTJEIqAWI0OZ65mBTUtJFeLj2D/pVpgoVJB6csxFeXfoSX4TUxNMeWFBFRimMakcAMXyjMW/aufN+EiUv2ZYp6tqYDCacWKprWteNecNjgfsh5V6NvPseLXI8/5inaCZdIZde1q/8AeFDzAyMFTbLJMGVoROjq1PkIo4taNClGS7H3NMluaMRXlGrslmWWMQGZ9ewjEyLfZVerWilD9SUxr1B/mDFo/qbIlphs0kzH08SZkPTXyyirhJvSGKcEttFm978Wzhpkz4jkiA7x5du8c4NoaZNZzqxJPIVNSImtM15rmZNOJmPp0A4CPWZN8joI2YsXA5+bM8j/AAeEh12Wx5bMFZlAzFDSHMtKwyyAEseoEPqzPdGkse109dSrj7yivqI0d3bWyXyf3bdc1PmIwdKQk6dgFfQc+kJlghIZHLJHXJbhhVTiHQgw/wAIngflHJLntUyVNE3GQwNaA0WnIjiI6nd21kiYgZjgbQrrQ9OkY8mCUetmmGaL7NF7Iv2lgXft9WeyrWbNGL6qKMTnsOHc0jlZ2+tjAAsqA8VUVHLM1pAqfMLHExLMdSTUk86wvF8KbdzYzJ8mC1BGgvzb6fPqqe5TkvxEdX/YRj5i4u1YuNLyiJEqI6cMcYaiYJTctsqCyw32GLqJnEhlxeioONhjy3eYJeHCkUgpBZRFiA1ixLlAZ0iVZXOPUqeggoLERc6x6zirt5RMq5RHZDm0SQetTRHYfh8yYSe2RMMD4ZY5wASvMxHpHi+J/url3MQy3oOug7xbkScKgf7XjABIinjEwmQxFPGHGCgBnikHC3HRv2izJauXLI/zEc2SKdOI/iIZLYXprQa8xyMQApmsrhSMjkDEiZCJLcMgeRB+YhHXWABZeWfpEiLlWIC2Y7frFnDEgNApnDQvGHUqYkp8oAIZpoKcTDkSghks4jWJzAAzhENmG8YsHSILMd49oAK1pO7EdobdXsIltK7piC1DcT0iAJrOcx0/UwRlrA2wjKvMmCUmJBkhNBFVrUSd1ajnzhDVzStFHDnFgIILIP/Z" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;José Américo Medeiros, comandante aposentado após ter acumulado 16 mil horas em vôos nacionais e internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;De qualquer forma, em um sentido amplo, ingressar na Ufologia foi, e ainda é, uma experiência fascinante, que me aproximou, às vezes sigilosamente, de outras pessoas com significativos conhecimentos, algumas mais qualificadas e com mais fatos ufológicos a narrar. A elas descrevi que minha ligação com a fenomenologia ufológica se iniciou em 1970, quando fazia um vôo de instrução noturno de pouso e decolagem em um modelo Cessna 172, no Aeroporto Santos Dumont. Estávamos em quatro ocupantes na aeronave, sendo eu no comando. Comigo estavam o também Instrutor de vôo Celso Medeiros, e os nossos alunos, o atual comandante em helicópteros Orlando Rafael – que é um dos atuais dirigentes do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) –, e o piloto Paulo Gerson, falecido em um acidente aeronáutico no garimpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0);  font-size:8pt;"&gt;Objeto discóide sobre aeroporto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Era cerca de 00h30 de uma noite clara e estrelada, quando manobrava o avião na “perna do vento” &lt;em&gt;[Trajetória paralela à pista e contrária à direção de pouso] &lt;/em&gt;da pista 20 do Santos Dumont e observamos uma luz intensa se aproximando de nossa aeronave, em trajetória descendente. Prontamente perguntamos à torre de controle sobre a existência de tráfego aéreo naquela área, o que foi negado. O artefato então se aproximou ainda mais e pudemos vê-lo claramente, com todos os detalhes, e identificá-lo como semelhante a fotos e desenhos de casos testemunhados por outras pessoas. O UFO tinha a forma de um prato de sopa invertido e uma luz circular em seu bojo, de cor clara intensa, e girava sob seu eixo a cada segundo, aproximadamente. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;O disco voador posicionou-se à nossa frente, a cerca de 20 ou 30 m, em posição lateral ao Cessna, quando pudemos observar que era dotado de janelas similares às de navio, e notamos que em uma delas havia um ser com a silhueta bem destacada. A criatura também era parecida com aquelas em imagens típicas da literatura ufológica. O alien nos olhava sem curiosidade, mas atento. O interior da nave era iluminado por uma luz branca, similar à nossa doméstica. Chamou-me particular atenção a cabeça do ser, que tinha tamanho avantajado, além dos olhos, que eram oblíquos e grandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Após alguns segundos, o objeto tomou o rumo da Praça 15, onde está o terminal das barcas que fazem a travessia entre o Rio de Janeiro e Niterói. Decidimos tomar o mesmo caminho para tentar segui-lo, e alertamos a torre de controle sobre isso, mas o controlador não conseguiu observar o disco. Em seguida, a nave imprimiu altíssima velocidade, aliada a uma curva de 90 graus, desaparecendo de nossa visão como se tivesse entrando em outra dimensão. O interessante foi que a trajetória final, em alta velocidade e em altitude aparentemente abaixo de 150 m, o conduziria a um choque inevitável com o Pão de Açúcar, o que não ocorreu. Pergunto-me se teria entrado em algum portal, mas não sei responder. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Após pousarmos, encontramos o controlador de vôo, que nos disse excitado que, na área terminal do Rio de Janeiro – um espaço de quase 90 km de circunferência em torno do aeroporto – não havia outra aeronave em vôo senão a nossa. Nada sentimos a bordo, nenhuma forma de interação física ou na aparelhagem eletrônica de bordo. Também não observamos anomalias, tais como rádios emudecendo ou dificuldades no motor. Por incrível que pareça, também não houve assombro nem medo por parte de qualquer um dos ocupantes do Cessna, e pouco conversamos sobre o fato quando aterrissamos. Ainda hoje, quando encontro os companheiros daquele vôo, não tocamos no assunto. Mas esta não foi minha única experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;img src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT0cNN7CvgN5d8ge-EfALQKsNm7LiXULBo05-wqpTC1-C2CBebHpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;As torres de controle dos aeroportos brasileiros estão atentas à movimentação de objetos voadores não identificados em qualquer parte do território nacional&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Outro caso surpreendente ocorreu durante um vôo internacional diurno, quando eu já voava para a Varig em um Boeing 707, ocupando a função de segundo oficial de bordo, hoje equivalente a co-piloto. O fato aconteceu em 1974 e fazíamos um vôo partindo do Aeroporto do Galeão, o agora Maestro Antonio Jobim, do Rio de Janeiro, para Roma. O avião era cargueiro e estava sendo pilotado pelo comandante P, já falecido&lt;em&gt;[Nome resguardado a pedidos]&lt;/em&gt;, um dos mais experientes aviadores da época. O Boeing estava em vôo de cruzeiro, passando ao largo de Marrocos, quando, às 17h00, com o céu claro e visibilidade ilimitada, avistamos, à direita, uma nave de grande porte cujo formato lembrava um Zeppelin. Estava a cerca de 20 graus de nossa posição e em torno de 10 a 20 km, aparentemente na mesma altitude, cerca de 10.000 m. O mais interessante era que de seu interior saíam e depois retornavam naves menores. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Naquele instante, estávamos em contato por rádio com os controladores de vôo do Marrocos, em freqüência HF, e notificamos a ocorrência. Fomos então alertados para o fato de que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) já estava ciente do que acontecia e nos orientava a desviar o Boeing 30 graus à esquerda, pois aeronaves bélicas haviam sido acionadas para se dirigirem ao local, para identificação do objeto. Assim aconteceu e logo cruzamos com duas esquadrilhas de jatos militares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0);  font-size:8pt;"&gt;Nave-mãe sobre o Oceano Atlântico - &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Olhando para trás, ainda percebíamos o intenso movimento de naves não identificadas na área, mas as que tínhamos visto – a nave-mãe com os objetos menores – já estavam tão longe que pareciam insetos à distância. De qualquer forma, as dimensões do objeto maior eram assombrosas, quase do tamanho do Estádio do Maracanã. Passadas algumas horas, pousamos em Roma e praticamente nada foi noticiado pela imprensa naqueles dias. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Como na época estávamos no amargo período da Ditadura Militar, e reinava muito preconceito e escárnio contra testemunhos de avistamentos ufológicos, decidimos nada divulgar sobre o ocorrido, pois qualquer menção ficaria prejudicada pelo ambiente hostil da época. Lembro-me, no entanto, que todos nós, na cabine de comando do Boeing, reagíamos entre controladamente incrédulos e vislumbrados, como se assistíamos a algo numa tela de cinema. Não me recordo se houve interferências na operação de vôo ou nos instrumentos. Anos mais tarde, através de um site ufológico, no qual entrava com pseudônimo, recebi a mensagem de uma senhora que se dizia portuguesa e ex-controladora aérea de uma base da OTAN. Ela me disse que as aeronaves militares baseadas em Portugal haviam retornado com farta documentação fotográficas e filmes daquela nave-mãe, e que todo material foi exposto em um hangar fechado aos militares, sem mais explicações, “como se quisessem outras testemunhas além dos pilotos e controladores envolvidos diretamente”, segundo declarou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse-me também, noutra ocasião, que não sabia para onde as tais evidências haviam sido levadas. Pelo que se sabe, naquela época havia muito cuidado governamental com a questão ufológica. A França recém admitira, em 1976, ter iniciado pesquisas oficiais sobre os casos ocorridos naquele país, e talvez alguma informação sobre este episódio possa estar contida nas mais de 100 mil páginas de documentos que o&lt;i&gt;Grupo de Estudos e de Informação de Fenômenos Aeroespaciais Não Identificados [Groupement d’Etude et de Information des Phénomènes Aérospatiaux Non Identifiés, GEIPAN] &lt;/i&gt;tornou públicos recentemente. Outro caso que vivi pessoalmente ocorreu simultaneamente a um vôo da extinta companhia aérea Transbrasil, em 1977. Foi um evento que teve muita notoriedade, tendo sido exibida uma gravação da conversação entre os pilotos envolvidos e os controladores de vôo no programa Fantástico, da Rede Globo. Tudo começou no então Aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro. Eu pilotava um vôo da Varig que estava prestes a decolar para Porto Alegre, apenas três minutos após o vôo da Transbrasil, e iríamos usar a mesma pista, a 14, e o mesmo perfil de subida. Após a decolagem, tivemos perda total de comunicação por rádio e não conseguíamos escutar sequer a orientação da torre de controle. Passamos para a freqüência específica do controle de subida, e também nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;&lt;b&gt;Perseguição aérea na Região Sudeste -&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;Achamos aquilo muito incomum, mas, mantendo o perfil da subida autorizada, somente conseguimos contatar o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta), de Brasília, quando estávamos próximos de atingir 6.700 m de altitude. Neste momento, começamos a captar pelo rádio a fonia da tripulação da Transbrasil com o controle de Brasília. Eles mantinham um impressionante diálogo sobre um objeto intensamente iluminado próximo ao Boeing daquela companhia. O piloto e o controlador se referiam a uma verdadeira “brincadeira de gato e rato” com o UFO. Ora o objeto ficava na cauda da aeronave, ora à direita, ora à esquerda, rumando algumas vezes para o alto-mar e voltando em alta velocidade, realizando manobras absurdas, sendo descritas pelos tripulantes como uma intensa luz. Da nossa posição, não muito distante, víamos apenas aquela forte luz executando movimentos incompatíveis com os de uma aeronave convencional, mesmo militar, além de uma velocidade surpreendente – O Cindacta chegou a registrar velocidades superiores a 2.000 km/h. Logo depois, o Transbrasil iniciou descida para o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, que era seu destino, e nós continuamos em rota para Porto Alegre. Quando trocamos de freqüência, passando do controle de Brasília para o de Curitiba, ação mandatória, perguntamos aos operadores o que se passava. O controlador respondeu: &lt;i&gt;“O UFO está estacionado em alto-mar. Sua velocidade detectada é zero e altitude não definida. O objeto está no través [Ao lado] da Restinga de Marambaia”&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este foi um caso extraordinário, mas também não sentimos qualquer interação do objeto com nossa aeronave, exceto o que eu presumo que tenha sido uma influência da presença próxima do artefato, ou seja, a completa perda da comunicação eletrônica de nosso avião, tanto na freqüência em VHF quanto em UHF. Nem o &lt;i&gt;transponder [Aparelho que responde ao radar do controle de vôo, enviando dados como velocidade, altitude, rumo e identificação do avião]&lt;/i&gt; funcionava. Isso confirma afirmações de que a proximidade de tais naves gera campos magnéticos que bloqueiam emissões de rádio e interferem em aparelhos eletrônicos em geral. O que me chama a atenção é que o UFO fez todo tipo de manobras e seus ocupantes pareceram se interessar apenas pelo Boeing da Transbrasil, e não pelo nosso, que estava apenas poucos quilômetros atrás. Por quê? O que haveria naquela aeronave que tenha despertado tal atenção? Este fato lembra muito o Caso Vasp Vôo 169, de 08 de fevereiro de 1982, e a chamada Noite Oficial dos UFOs no Brasil, de 19 de maio de 1986, pelo envolvimento do controle de tráfego aéreo e também pela proximidade dos objetos voadores não identificados com os aviões. Também estive envolvido neste segundo episódio. Naquela noite, por volta de 20h00, eu era um dos tripulantes em um Boeing 737-200 da Vasp que rumava para São Paulo. Era uma noite estrelada, com raras nuvens no céu e ampla visibilidade horizontal e vertical. Aproximávamos da divisa entre o Paraná e São Paulo quando percebemos que o nosso radar meteorológico apresentava diversos pontos de contatos, o que é raro, pois detecta principalmente formações meteorológicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;Flotilla de UFO sobre São Paulo -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Naquela hora, ao acompanharmos as comunicações de outras aeronaves civis com o Cindacta, em Brasília, soubemos que vários objetos voadores não identificados estavam se deslocando em alta velocidade sobre diversas áreas da Região Sudeste, gerando muitas detecções pelos radares de diversos aeroportos. Nossa reação foi diminuir as luzes internas da cabine do Boeing para melhor observarmos a noite em busca de alguma daquelas luzes. E as encontramos! Eram muitas e de diversas cores, todas em alta velocidade e com direções de vôo aleatórias, com mudanças bruscas de rota. Naquele instante, o Cindacta nos informou que aeronaves militares estariam decolando para averiguar o fato, e, assim, silenciamos as comunicações e apenas observamos o que viria. O movimento continuou intenso nos céus de São Paulo, até iniciarmos a descida e posterior aproximação para pouso no Aeroporto de Guarulhos. Ainda não havia sido dada a notícia dos avistamentos em massa e, assim, não houve movimentação de repórteres em nosso desembarque. Mas, se houvesse, e se eu fosse perguntado sobre o fato, acredito que pensaria duas vezes antes de responder. Tudo o que aconteceu naquela noite foi real e impactante. Por várias ocasiões estive pessoalmente com o então ministro da Aeronáutica, brigadeiro Octávio Moreira Lima, inclusive em seu gabinete, e ele jamais modificou as declarações que deu à imprensa na época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tampouco foi além da versão oficial, a de que algo não entendido e inconcluso sobrevoou o país, apesar de confirmar o que todos sabemos: a presença maciça de objetos não identificados com desempenho além de nossa imaginação. A atitude de Moreira Lima, de divulgar oficialmente o acontecido, foi corajosa. Precisamos de posturas iguais em nosso país. Além de minhas próprias experiências com UFOs, sei de muitos acontecimentos ocorridos com meus colegas de aviação. Mas são histórias que pertencem a eles, que eu não me sinto confortável para narrar. São eles que devem fazê-lo. Mesmo porque, há ainda muito preconceito e ironia, e até mesmo agressão, a quem se propõe a divulgar fatos estranhos e ainda não assimilados pela ciência. De qualquer forma, pilotos de linhas regulares se calam quanto às suas experiências, temerosos da possibilidade de terem as suas profissões prejudicadas, mesmo após a manifestação pública do ministro da Aeronáutica, confirmando como reais os eventos de maio de 1986.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;&lt;b&gt;UFO sobre a ponte Rio-Niterói -&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;Infelizmente, atitudes de deboche, ironia e descrença quanto ao Fenômeno UFO, por parte de movimentos céticos destrutivos, fazem com que os profissionais de aviação se recusem a revelar suas experiências, selando testemunhos valiosos. De qualquer forma, entre os fatos descritos por meus colegas de aviação, só me sinto à vontade para relatar o que ouvi de um comandante da Varig em uma noite de longas conversas no cockpit de um Boeing. Ele me revelou que fazia parte de um grupo de estudiosos, de reduzido número, que mantinham contatos de terceiro grau com entidades alienígenas, em épocas previamente determinadas, na Serra da Cantareira, em São Paulo. Disse-me que, quando se reuniam no local, eram ministrados diversos ensinamentos. Apesar do convite recebido, não participei desse grupo. Também tive experiências com UFOs a partir do solo, e uma delas ocorreu em agosto de 2007, ao cruzar a ponte Rio-Niterói. Estava com minha esposa, Sílvia, e ambos avistamos um objeto que, à primeira vista, pareceu uma aeronave convencional em manobras de aproximação para o Aeroporto do Galeão ou Santos Dumont. Se fosse, estaria em uma posição paralela e afastada da parte mais alta da ponte, em alinhamento com a pista de decolagem 14 do Galeão, a não mais do que 1.500 m de altura. Porém, apesar de estar dirigindo, prestei mais atenção e percebi que não se tratava de uma aeronave, e muito menos de um balão. Era algo estacionário que emitia um flash intenso em padrão não linear. Não havia outras fontes de iluminação no aparelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto dirigia, eu olhava e prestava atenção naquilo, e ficava cada vez mais próximo de sua posição lateral. Não sei se outros motoristas também estavam observando o objeto, mas percebi mais de uma decolagem da pista 09 do Galeão, o que configurava que a pista 14 não estava sendo utilizada naquele instante. Isso não significa que o objeto pudesse estar interditando os procedimentos de decolagem nela, pois poderia ser simplesmente uma questão de ventos, limitações de peso em relação à pista ou mesmo preferência dos comandantes das aeronaves pela pista maior, de número 09. Mesmo assim, concluo que, se um UFO estivesse nas telas do radar do Aeroporto do Galeão, certamente a torre de controle deveria estar tomando providências para conduzir o tráfego em subida por outra área. Enquanto me aproximava do artefato, pude perceber, com segurança, que o padrão do flash configurava a emissão dos seguintes grupos de letras em Código Morse: H-I-S-5 e M-O-0. Após passar pelo pedágio da ponte, surgiu um segundo objeto no céu, com as mesmas características, porém mais baixo. Também este UFO passou a emitir o mesmo sinal. Em seguida, infelizmente, os perdi de vista, pois foram ocultados pelos prédios de Niterói. Pesquisei intensamente o significado daquela emissão, inclusive inquirindo ufólogos brasileiros e estrangeiros. Porém, jamais compreendi seu significado. Como resultado de minhas pesquisas, no entanto, obtive a indicação de que ambos os grupos de letras estão relacionadas ao Projeto Genoma, sendo M-O-0 uma variante do molibdênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;Fenômeno celeste colossal -&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Outro evento ufológico que testemunhei – e que considero o mais marcante em minha vida – ocorreu próximo de onde resido, em Visconde de Mauá (RJ), na Serra da Mantiqueira, apesar de estar sozinho e não poder compartilhar o fato com ninguém. Um bom exemplo do que fui testemunha pode ser visto nas clássicas séries de ficção científica, como &lt;i&gt;Perdidos no Espaço [1965], Star Wars [1977]&lt;/i&gt; etc, onde são mostrados sistemas de teletransporte, geralmente através de feixes de luz multicolorida. O que eu vi foi muito parecido com isso. Aconteceu na referida cidade, precisamente sobre a Vila de Maringá, terra que amo por sua natureza bela, encantada por suas cachoeiras e matas preservadas. Certa noite fria e estrelada de inverno, ao sair de um restaurante, vi um tubo multicolorido descendo dos céus, em silêncio e a partir de elevada altitude, entre 30 a 60 km. Aquilo se alongou verticalmente do seu ponto inicial em direção ao solo. Em certo momento, creio que a 10 km de altitude, iniciou em sua base um movimento circular crescente, mantendo-se o formato do tubo e suas cores. Para se ter idéia do que viria a seguir, imagine o leitor uma pedra jogada em um lago e a circunferência crescente provocada pelo impacto, propagada durante certo tempo. As bordas desta circunferência eram revoltas, como ondas ou nuvens de tempestade, e cinzas. Tendo a circunferência atingida certo diâmetro, iniciou-se um movimento contrário, voltando para a base do tubo e, chegando a este ponto, o mesmo foi subindo verticalmente, consumindo-se como num filme em reversão, até desaparecer em um ponto final. Pela atitude, diria que seria um tubo imenso, com mais de 10 km de comprimento, e o círculo deve ter atingido pelo menos 20 km em diâmetro. Todo esse fato não durou mais de alguns segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei de outras testemunhas deste caso, pois a vila estava deserta, eu e minha mulher tínhamos sido os únicos clientes do restaurante. Porém, o fato não foi presenciado por ela, pois havia ficado para trás pagando a conta. Ainda a chamei, mas, quando chegou lá fora, o evento havia terminado. O que seria esse fenômeno? Não sei, mas acho difícil explicá-lo em termos naturais, como o ingresso de um meteorito na atmosfera, raios ou explosões aéreas de outras causas conhecidas. Após todas as experiências, que narro pela primeira vez a uma publicação ufológica, tendo escolhido a Revista UFO para fazê-lo, pretendo continuar a perscrutar este mistério, principalmente mantendo contatos com outros buscadores pela internet, escrevendo e debatendo. Há iniciativas de alto nível da Ufologia Brasileira, que pleiteiam reconhecimento por parte da ciência acadêmica, oferecendo a ela a prova definitiva de que não estamos sós. Eu separo bem minhas experiências pessoais, que me levam a afirmar categoricamente que estamos sendo visitados por outras civilizações em veículos avançados, os UFOs ou discos voadores – mesmo que ainda não saibamos sua origem, qual é a intenção de seus tripulantes e seu interesse em nosso planeta –, e as necessidades científicas de uma prova material. Entendo que o ceticismo científico é proveitoso para a Ufologia, mas o que não é desejável é o ceticismo destrutivo, que nada acrescenta e que a tudo nega, sem base alguma, apenas o desejo de rechaçar algo que não se conhece. Da mesma forma, julgo como muito prejudicial à Ufologia o fanatismo e o misticismo exagerado. Dentro deste conceito pessoal, apóio a busca de evidências conclusivas seguindo metodologias já consagradas e outras a serem desenvolvidas, e considero apropriado o enfoque do &lt;i&gt;Centro Nacional de Registros Aeronáuticos de Fenômenos Anômalos [National Aviation Reporting Center on Anomalous Phenomena, NARCAP]&lt;/i&gt;, dirigido pelo ufólogo e engenheiro norte-americano Richard Haines e pelo pesquisador Ted Roe. A NARCAP se dedica a analisar os casos ufológicos em que estariam envolvidas questões de segurança de vôo – a entidade trata os UFOs como UAPs, sigla em inglês para fenômenos aéreos não identificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;&lt;b&gt;“Eles estão aí, sem dúvidas” -&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;Considero que temos no Brasil uma disposição ao debate ufológico construtivo, através da Revista UFO, que é um veículo democrático e aberto a todas as vertentes ufológicas, além de muitos pesquisadores respeitáveis, além de intenso intercâmbio internacional. Concordo com grandes pensadores desta área, como Jacques Vallée e o citado Haines, quando dizem que ainda temos muito o que progredir nesta busca de respostas sobre quem são e o que desejam nossos visitantes. Que estão aí, disto não resta dúvidas. Ainda que não possam, não queiram ou não os deixam que sejam vistos de forma clara e definitiva.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color:#FF0000;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Revista Ufo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-3901607626908698932?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oumTW8nHjvp6-Q5nueZTg2z97Qg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oumTW8nHjvp6-Q5nueZTg2z97Qg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Zamora foi protagonista de um dos casos mais famosos da Ufologia Mundial (Caso Zamora, abril de 1964) e uma das testemunhas mais confiáveis de seu tempo, com sua capacidade de observador experiente – era agente policial – e ficou muito próximo a tripulantes de um UFO ovóide que aterrissou às margens de um povoado, o que lhe permitiu não só descrevê-los, como também detalhar um emblema que ostentava a nave. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);  font-size:8pt;"&gt;Um idôneo, sério e respeitado cidadão, homem da lei, que teve que se retirar de sua corporação porque as pessoas diziam coisas como &lt;em&gt;“Por que não me deixa em paz e vai buscar marcianos?”&lt;/em&gt;, acabou trabalhando em um posto de combustíveis e depois em um comércio. Uma revista mexicana ainda chegou a publicar, mesmo assim, o seu número de telefone residencial para que curiosos pudessem perguntar sobre suas experiências. Lamentável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 205); "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;Em sua homenagem, eis o fantástico e inesquecível Caso Zamora:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Lonnie Zamora, um agente de polícia da cidade de Socorro, no estado de Novo México, EUA, no dia 24 de abril de 1964, conduzia seu carro de patrulha em perseguição a outro carro que estava em velocidade além da permitda. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Nesse instante, na estrada, um casal com três filhos observava um inusitado objeto voador, de forma oval, sobrevoando em baixa altura. O motorista ainda havia xingado o "condutor" daquilo, quando então foi ultrapassado por uma viatura policial – a de Zamora. O marido comentou que, provavelmente, o policial estaria perseguindo o piloto daquele "avião". O casal parou em um posto de gasolina e comentou o caso com dono do posto, Opal Grinder, e seu filho Jimmy, dando detalhes do estranho avião.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Às 16h45, quando a viatura de polícia se encontrava a dois quilômetros e meio ao sul de Spring Street, Zamora ouviu um ruído alto e contemplou, através das janelas de seu carro, um UFO. Era algo semelhante a um cone de cor azul brilhante, que realizava uma manobra descendente para o sudeste a uma distância aproximada de 700 m. O policial, intrigado, decidiu investigar aquele estranho fenômeno e dirigiu sua viatura por uma estrada secundária, em direção ao local onde desapareceu o suspeito objeto voador. Enquanto isso, seguia ouvindo aquele ruído e, quando se aproximava, pôde distinguir que o UFO descia lentamente. O tempo estava excelente, embora soprasse um vento suave, e o céu, por sua vez, estava totalmente limpo e sem nuvens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTwmPxYEpk4-EkvLUi_nZG89C3qmz4CJgAh9CC8kKs6V7IO--pIOiytBqI5hQ" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0); "&gt;Um UFO ovóide e pousado, com seus ocupantes em terra firme. Esta foi uma das cenas com que nosso homenageado se deparou&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O carro de Zamora acabou derrapando duas vezes ao tentar subir uma pequena elevação na qual, por trás, tinha desaparecido aquele insólito fenômeno aéreo. Enquanto realizava a manobra, o ruído cessou. Zamora consegue finalmente subir a colina através de um trecho na direção sudoeste. No entanto, quando chegou no alto da elevação, ficou atônito diante da cena que presencia. Tudo estava em silêncio e, numa planície logo a frente, havia um objeto pousado de aspecto metálico e cor esbranquiçada. O UFO não estava a uma distância maior do que 150 m. Chocado, parou sua viatura e, durante alguns segundos, chegou a pensar que estava diante de um carro virado. Mas logo tirou essa idéia da cabeça, ao olhar com calma o aspecto físico daquele artefato.&lt;/div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito próximo do inusitado aparelho, ele viu seres humanóides vestidos com roupas brancas e que estavam de pé junto ao objeto. Era como se estivessem inspecionando o aparelho. Umas destas figuras, ao virar-se, parou o olhar diretamente para a viatura de Zamora. Ficou claro que a criatura havia percebido, naquele instante, que estavam sendo observados. O ser ficou claramente alarmado e dirigiu-se imediatamente para o UFO. Os aspectos das criaturas eram bastante normais, embora estatura similar à de uma criança.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Alarmado, comunicou-se por rádio com o escritório do xerife para informar o que acontecia, ligou o carro e foi em direção do objeto. À medida que avançava, começou a inquietar-se novamente e pensou na possibilidade de que tal objeto poderia ser uma nave experimental secreta. Imediatamente, chamou o sargento Chávez pelo rádio pedindo que ele viesse ao local para ver o objeto inusitado e, assim, seria uma segunda testemunha para a ocorrência. Logo em seguida, foi para um ponto da colina em que ficava a somente 15 m de distância do objeto. Nesse momento, ouviu uma forte batida, como o de uma porta de carro sendo fechada com força. Depois de um momento, uma segunda batida, também bastante forte. C&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;omeçou a prestar atenção no aparelho mais detalhadamente. Observou quatro hastes ou suportes que mantinham o UFO em pé. O objeto tinha uma forma similar a uma elipse e era distinguível, num dos lados, um emblema semelhante a uma flecha no meio de um semicírculo vermelho. Sua superfície era totalmente lisa e não apresentava portas ou janelas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finalmente, Zamora parou sua viatura, saiu dela e avançou até o UFO oval. Imediatamente, ouviu um som muito alto, quase ensurdecedor, que provinha da nave. Uma chama azul bastante brilhante saiu por baixo. Zamora pensou que aquele objeto iria explodir e deitou-se no chão. Ao comprovar que não se produzia a explosão, levantou-se e correu até seu carro, batendo contra ele e voltando a cair. Levantou-se e pôde observar que a nave havia se elevado uns seis metros e estava à altura do carro - parado no alto da pequena colina. Neste momento, Zamora ficou aterrorizado e correu, afastando-se rapidamente do local.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTA6889qrCwfEmN325pVRjRsfi4k-fMkGY6opWiELFzJXtoJHzw" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; "&gt;A nave deixou as marcas de sapatas em solo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color:#FF0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parando de correr depois de uma certa distância, comprovou que o som tinha desaparecido. Mas, logo em seguida, ouviu outro, agudo, que mudava o tom para mais baixo, cessando imediatamente. O disco voador começou a afastar-se em direção oeste-sudeste, mantendo-se à mesma altura de cerca de seis metros do chão. O UFO estava se deslocando numa rota que passaria exatamente sobre um depósito de dinamites. Zamora ficou preocupado que aquela nave pudesse provocar uma gigantesca explosão no depósito, no entanto, para seu alívio, acabou passando a cerca de 30 m ao sul do mesmo.&lt;/div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assombrado pelo o que tinha acabado de testemunhar, se dirigiu até a viatura e chamou pelo rádio novamente o xerife. Contatou Neb López e contou-lhe o que tinha avistado. Enquanto isso, ainda observava o objeto deslocando-se a grande velocidade, na linha reta e no mais absoluto silêncio – era como se estivesse flutuando. De repente, a uma distância estimada por Zamora em um quilômetro e meio, o UFO parou bruscamente. Logo em seguida, ascendeu num ângulo muito agudo e afastou-se a grande velocidade, desaparecendo no céu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img 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/&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0); "&gt;O incrível fenômeno da calcinação, somente possível sob temperaturas elevadíssimas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); "&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Conforme o posterior testemunho de Zamora, quando o objeto se elevava do chão, parecia fazê-lo lentamente, como se fosse muito pesado e lhe custasse grande esforço levantar-se à alguns metros. No instante em que o ruído ensurdecedor desapareceu e a chama emitida por baixo se apagava, o UFO parecia desenvolver grande facilidade de vôo. A duração do fato foi algo em torno de um minuto e meio, aproximadamente. &lt;/span&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt;Na zona de observação ficaram marcas do sistema de sustentação do UFO – pés em forma retangular e dispostos de forma que evitavam o deslizamento da nave em um terreno irregular. A parte inferior dos pés possuía forma triangular e, numa rocha quebrada, provavelmente em função da aterrissagem do UFO, o investigador Ray Stanford descobriu restos metálicos, possivelmente pertencentes ao próprio objeto. Este caso foi exaustivamente investigado pelas comissões oficiais americanas e os próprios centros ufológicos privados, chegando-se à conclusão que Lonnie Zamora dizia a mais absoluta verdade, e que ele realmente tinha sido testemunha ocular de algo incomum e fora de nossos padrões normais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=" ;font-size:8pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" align="right" style=" color: rgb(0, 0, 0); font-size:12px;"&gt;&lt;span style="color:#0000FF;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"&gt;Autor:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"&gt;Redação UFO/Reinaldo Stabolito/Scott Corrales&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" align="right" style=" color: rgb(0, 0, 0); font-size:12px;"&gt;&lt;span style="color:#0000FF;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ufo.com.br/" class="leia" style="font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 255); text-decoration: none; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"&gt;INFA/Equipe UFO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" align="right" style=" color: rgb(0, 0, 0); font-size:12px;"&gt;&lt;span style="color:#0000FF;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"&gt;Crédito da foto: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"&gt;James Neff/Rense/INFA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="68%" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt; &lt;/td&gt;&lt;td width="32%" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-6130203762367919954?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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J. Gevaerd pela primeira ufóloga brasileira a pesquisar o caso, uma lenda viva da Ufologia. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Após uma palestra ufológica no Rio de Janeiro, em 1981, a ufóloga Irene Granchi - matriarca de toda a Comunidade Ufológica Brasileira - foi apresentada a três homens que estavam muito interessados em saber algo sobre hipnose, pois precisavam de ajuda para recuperarem suas memórias, acometidas por uma amnésia parcial, conhecida como &lt;em&gt;missing time&lt;/em&gt;, em inglês. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Elias Seixas de Mattos, Guaraci de Souza e Alberto Seixas Vieira viajavam de caminhão em Goiás, cerca de 100 km de Conceição do Araguaia, no dia 25 de setembro de 1980. Os três voltavam de uma longa viagem e iam em direção ao Rio de Janeiro, onde moravam, contudo, certos fenômenos insólitos começaram a ocorrer durante o itinerário: os faróis do veículo piscavam sem parar e o motor falhava. Ressabiado, Elias desligou os faróis, mas eles continuaram a piscar. Algum tempo depois, ouviu uma voz, como se estivesse falando diretamente com ele. “&lt;em&gt;Elias, quero te falar&lt;/em&gt;”. Sentiu na nuca uma sensação de que algo frio e líquido o estivesse pressionando e virou-se para Guaraci dizendo: “&lt;em&gt;Olha, estou sentindo umas coisas estranhas, vamos parar&lt;/em&gt;”. Em instantes, Guaraci e Alberto viram descer do céu em direção ao caminhão um raio azul, que Elias não viu, então o trio saiu do veículo e perceberam que, à certa distância, havia algo parecido com uma fogueira sem fumaça. Aquela coisa, na verdade um objeto, tinha cerca de 1,5 metro de altura por seis metros de largura, em formato de charuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Elias e Guaraci resolveram ir sem medo ao encontro do UFO, que emitia a cada segundo uma faísca de luz branca, sendo o restante do aparelho na cor vermelha. Alberto, o terceiro passageiro, entretanto, não quis se arriscar e tentou se proteger ficando atrás dos colegas, mas acabou entrando em pânico e os três ficaram com medo de serem levados e nunca mais verem suas famílias. Então voltaram ao caminhão, sem nunca imaginar o que estava por vir. Elias começou a dirigir normalmente e Guaraci, sentado ao seu lado, segurava um chapéu de palha com as costas no banco. Subitamente, o chapéu voou, mesmo não havendo qualquer sopro de vento. Elias parou o veículo para o amigo buscar o chapéu, seguiu-o e a partir deste ponto não se lembrava de mais nada além do fato de que naquela hora sentiu-se sonolento e com a cabeça pesada, pedindo para Guaraci dirigir no seu lugar. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Ao longo da estrada, cruzaram com outro caminhão e perguntaram a um homem se este tinha avistado um Disco Voador ou algo parecido à frente, mas a resposta foi negativa, o que fez Elias parar outro motorista e desta vez pedir informação sobre o caminho que seguiam. Continuaram a viagem rumo a Guaraí, onde fariam a próxima parada para descanso. O trajeto, que deveria durar quatro horas, parecia muito mais longo e quando chegaram à cidade, pensavam que fosse aproximadamente 23h30, mas para surpresa de todos, quando perguntaram o horário num posto de abastecimento foram informados que já eram 4h30 da madrugada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Posteriormente, naquela mesma manhã, quando foi abastecer o veículo, Elias teve outra surpresa: o tanque do caminhão estava praticamente cheio, faltando somente poucos litros para completá-lo, mas pela distância percorrida, 145 km, deveria ter gasto ao menos uns 20 litros de óleo diesel. Estes dois acontecimentos inexplicáveis preocuparam bastante os viajantes, que ligaram isto ao fato de estarem bastante sonolentos durante o último trecho de estrada. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Na manhã seguinte, continuaram o itinerário previsto: Brasília, Belo Horizonte e, finalmente, Rio de Janeiro. Esta parte da viagem deveria ter levado aproximadamente 20 horas, mas a fizeram em apenas 12, não sabiam como. Dois dias após a chegada ao Rio, Elias descobriu ter gasto 12 vezes menos em combustível do que deveria e isso também o deixou perplexo. Só que as estranhezas não pararam por aí: pouco antes de concluir a viagem, mais precisamente em Duque de Caxias, ele deixou Guaraci em casa e, ao descarregar as bagagens, os faróis começaram a piscar rapidamente, como já havia acontecido antes. Foi embora intrigado e, ao chegar em casa, teve mais uma surpresa ao descer do caminhão: o capô levantou sozinho uns 20 cm, batendo com força ao se fechar novamente. Isto era mais inusitado ainda porque o capô estava enferrujado e o motorista tinha dificuldades em abri-lo. Para complicar, ele percebeu que um cisto que possuía numa das mãos havia desaparecido, era um tipo de verruga de nascença que simplesmente sumira. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Ansiosos por respostas, os três homens tentaram então a regressão hipnótica com a ajuda do Dr. Silvio Lago, conhecido e respeitado hipnólogo de Niterói (RJ). Queriam saber o porquê daquela confusão em suas memórias, por não se lembrarem de nada e também sobre o enigma dos faróis piscando, o chapéu de palha voando sozinho, o capô batendo etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Haviam relatado as experiências somente aos familiares, quando encontraram Dona Irene Granchi no referido simpósio e resolveram confiar a ela a pesquisa do caso, tendo sido a primeira a analisá-lo em mínimos detalhes. Marcaram uma consulta com o Dr. Lago, profissional com extenso currículo de hipnose em vários contatados e abduzidos brasileiros. Na época, Elias e Alberto eram protestantes e Guaraci espiritualista. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;A primeira regressão hipnótica produziu resultados diferentes em cada um dos três abduzidos, todos surpreendentes. Elias foi o primeiro a ser testado e também o que maiores informações conseguiu revelar, entrou facilmente em transe profundo, descrevendo o local em que se encontrava. Estava dentro de um aparelho metálico em formato de ovo, flutuando numa situação imprevisível e de cabeça para baixo. Sem explicação, rodopiava até a base do objeto, onde havia degraus que o conduziram para uma grande sala circular com uma mesa de apoio que acompanhava a parede e, à sua frente, estava sentado um homem que manobrava alavancas de várias cores. A sala era toda branca e o ser vestia um macacão amarelo. Cuidadosamente, Elias se aproximou dele, mas o homem continuou seu trabalho sem se virar. Nesta fase da sessão hipnótica, disse ao Dr. Lago que estava com medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Estou com medo, o que devo fazer?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Lago:&lt;/strong&gt; Faça perguntas ao homem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Mas ele não me responde... Só vejo que está vestindo uma indumentária colante, tipo borracha, que o cobre todo, inclusive a cabeça. Meus braços ficaram dormentes... Estou tentando me aproximar mas não consigo, é como se houvesse uma parede invisível. Agora o homem está de pé, há uma janela à sua direita. Ele está me olhando, seus olhos são estranhos, grandes e rasgados horizontalmente, não têm pupilas e são de cor lilás. Seu nariz é longo, afilado e sua boca, apesar de possuir um formato bonito, não tem lábios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Por causa da vestimenta do ET, não viu se tinha orelhas, mas conseguiu enxergar uma parte do pescoço por uma abertura triangular no material que o vestia. Portava um cinto alto, com uma placa de luzes multicoloridas, seus braços eram exageradamente longos com mãos finas de cinco dedos cada. Tinha cerca de dois metros de altura e apontou para a janela como se estivesse&lt;b&gt; &lt;/b&gt;chamando por Elias, que resolveu ir até lá e observar o que se passava do lado de fora da nave. “&lt;em&gt;Vi três esferas muito grandes, coloridas e olhei também estrelas cruzando rapidamente o fundo azul do céu&lt;/em&gt;”, disse o hipnotizado. Após mostrar a paisagem ao abduzido, o alienígena foi embora sem responder as perguntas do rapaz. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;No final desta primeira sessão de hipnose, conseguiu se lembrar de mais alguns detalhes, acrescentando que as luzes do cinto do extraterrestre pareciam estar em sintonia com as do painel de controle e suas alavancas. Citou que os pés do ser apresentavam um arco e eram cobertos com o mesmo tecido da roupa que vestia o resto do corpo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Em 09 de outubro de 1981, numa segunda sessão hipnótica realizada novamente no consultório do Dr. Lago, foi convidado o astrólogo e escritor Gary Dale Richman para presenciá-la. Elias Seixas repetiu a narração de sua experiência desde o exato momento em que entrou no aparelho em forma de ovo e acrescentou várias particularidades, disse que o UFO rodopiava sem parar e que em seu interior havia uns degraus cobertos com uma espécie de tapete vermelho que iam a uma sala com teto aparentemente rebaixado. Neste instante, ele sentia muita dor no peito e não conseguia movimentar os braços, embora as pernas funcionassem. A pedido de um tripulante, olhou pela janela e se assustou ao perceber que estava a uma grande altura do solo, então resolveu perguntar ao ET de onde ele provinha e obteve esta resposta: “&lt;em&gt;De um lugar cheio de luz!&lt;/em&gt;”. Neste trecho da hipnose, o Dr. Lago pediu que o paciente fizesse uma descrição mais detalhada de seu captor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Lago:&lt;/strong&gt; Fale mais sobre esse ser que estava perto de você.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Ele tem olhos puxados, com a esclerótica branca e as pupilas de cor lilás. São olhos que parecem ser feitos de fogo. É como se houvesse uma tocha dentro deles. Seus braços são muito longos, mais longos que os meus...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Lago:&lt;/strong&gt; Tranqüilize-se e descreva mais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;É muito grande, é muito grande. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Elias ficou agitado e modificou a narrativa feita no primeiro transe, quando os olhos foram descritos como sem pupilas. Nesta hora, o desenrolar da hipnose mudou subitamente a lógica e ele começou a dizer várias vezes a frase “&lt;em&gt;... é muito grande, é muito grande&lt;/em&gt;”. Esta mudança de atitude demonstrava que o abduzido poderia ter sido transportado para outro lugar naquele momento, conseguindo descrever o que viu às pessoas presentes no consultório.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Lago:&lt;/strong&gt; O que está acontecendo?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Não há árvores, as coisas estão envoltas em [não consegue concluir a frase]... Agora estamos próximos... Espere um pouco, há pessoas! Eu vejo muitas pessoas, todos estão trabalhando, são pequenos... Ah! Chegamos! Todos têm a cabeça abaixada, interessante eles andam assim [demonstra]. Suas cabeças são diferentes das nossas, são grandes, maiores que seus corpos. Ele [o raptor] não me deixa tocá-los. Ah, como gostaria que deixasse! Ninguém olha para mim, ninguém me vê, eles são muito pequenos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Lago: &lt;/strong&gt;Continue.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Aqui não há luz nenhuma. Espere! Agora apareceu uma luz grande andando e todos correm ao encontro dela – deve ser algum trem ou algo parecido. Eu estou com o pé embaixo da marquise, mas ninguém me vê. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Ele estava preocupado com o fato de nenhum ser daquele lugar conseguir vê-lo. Isso levou Irene Granchi à conclusão de que ele deveria estar em outra dimensão da matéria e, embora tudo o que via fosse real, Elias não era real para os ETs. A ufóloga lembrou-se de que quando somos visitados por certos extraterrestres, não conseguimos enxergá-los, pois se encontram em outra dimensão. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Agora, Elias descrevia a marquise em que se encontrava quando interrompeu para dizer que estava com sede. Foi então requerido por Richman, que sugeriu ao caminhoneiro que pedisse ao seu captor para fazer algo que saciasse sua sede. A resposta foi surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Richman:&lt;/strong&gt; Peça ao ET para saciar sua sede.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Ele [o ET] colocou a mão no meu ombro e a sede passou! Agora ele está me mostrando tudo. Esta é uma rua estreita, tem mais ou menos 1,5 metro de largura. Espere aí! Tem alguém chegando. É alguém como eu e está vestindo camisa. Tem duas pessoas, um é negro e outro é branco, só que ele [o raptor] não permite que eu me aproxime [Elias se revoltou com tal atitude e começou a reclamar, soluçando desesperadamente]. Por que fizeram isso? Eu queria apenas perguntar por que eles também estavam aqui. Eles estavam felizes...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Lago:&lt;/strong&gt; Tudo bem. Descreva as redondezas de onde você se encontrava.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Estou em pé sob uma marquise de um edifício alto. Há uns homenzinhos andando por aqui, eles parecem feitos de material plástico, são cinzentos. Há também uma loja que está fechada. Não consigo colocar os pés no chão, meu corpo está muito leve [esse detalhe é mais uma clara evidência de que ele está em uma espécie de outra dimensão].&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Lago:&lt;/strong&gt; Que diferença existe entre isso e um sonho?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Um sonho? Um sonho é um sonho! [deixa claro que sabe discernir as coisas].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Esta declaração fez surgir uma série de perguntas entre os pesquisadores que acompanharam o caso passo a passo. Que realidade seria esta? Tinham que admitir a existência de outras realidades, tão reais quanto a nossa, não havia alternativa. Elias informou-lhes que permaneceu por um longo tempo naquele lugar, sem saber quanto e que as lojas começaram a ser abertas. Falou também que o ser que o acompanhava o deixou por alguns segundos e &lt;em&gt;“... quando ele me deixa só, meu braço fica dormente. Estou cansado, eu sei que devo ir embora&lt;/em&gt;”. Neste instante, um outro alienígena, parecido com o anterior, surgiu e o levou para um lugar onde havia muitos UFOs metálicos, circulares, azuis e verdes, apoiados sobre quatro hastes. Então o mandaram subir uns degraus e entrar num deles através de uma porta que se fechou após sua passagem. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Dentro dessa nave, descobre a presença de um piloto, sentado de costas para ele, mas assim mesmo era possível notar a semelhança com os demais. O ser fica sentado em um compartimento de formato triangular e a sua frente há uma tela como de uma TV. Posteriormente, Elias descobre que existem 16 compartimentos na nave, todos de formato triangular, formando um complexo parecido com o desenho de uma bússola. O piloto, cujas feições ele não vê, fica observando a tela e permite que o abduzido também o faça. Juntos, vêem uma praia à grande distância, estava sendo levado de volta e percebe o distanciamento do planeta deles, que vai se tornando, aos poucos, apenas uma esfera no espaço. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Segundo Elias, o piloto era “&lt;em&gt;boa praça&lt;/em&gt;” e até conversava com ele em português, fazendo brincadeiras para descontrair a viagem, mas sem movimentar os lábios, exceto quando sorria, onde era possível ver seus dentes. Na tela, aparecem agora o mar e umas praias com muitos coqueiros, mas não era o Brasil. Viam-se carros e muitas pessoas olhando para cima e apontando para o UFO. Eram pessoas de bermudas, queimadas de sol, uns correndo para se esconder, outros acenando e Elias se lembrou de ter visto esse tipo de gente em algum filme. Neste momento do transe, Dona Irene interessou-se em conhecer melhor o piloto da nave e perguntou ao hipnotizado algumas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Irene: &lt;/strong&gt;Seria uma nave este objeto no qual você está viajando?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Claro que é uma nave e estão me mostrando vários lugares do planeta Terra. Acabei de passar pelo Haiti, onde vi, além das praias, muitos navios no porto.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Irene:&lt;/strong&gt; Como é o rosto do piloto, é diferente do outro humanóide que lhe acompanhava?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Seu rosto é mais arredondado e os olhos não têm o mesmo brilho. As pupilas são pretas, têm pálpebras e sobrancelhas. Não possui barba, seus lábios são finos e há um buraco no queixo. Não é possível observar a coloração da pele, pois a cabeça e todo o corpo está coberto por uma vestimenta de um material parecido com borracha.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Irene:&lt;/strong&gt; Como acabou a viagem?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;O homem me disse para abrir a porta e saltar... Aí acabou! Acabou tudo! Quando desci, o piloto me agradeceu, disse que gostou de mim e estava satisfeito.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Irene:&lt;/strong&gt; Ele disse se voltaria algum dia ou se você passaria novamente por alguma experiência como esta?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Minha cabeça dói muito agora... Ele diz que devo ir embora. Está dizendo que preciso ir embora. Tchau. Agora ele fala que ainda vamos nos encontrar um dia.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Irene:&lt;/strong&gt; Você acredita nisso?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Claro que sim. Ele prometeu e disse que virá quando eu menos esperar. Se ele vier eu irei e terei mais coragem. Poderia então nunca rever minha filha. Eu a amo tanto [se emociona muito neste momento].&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Richman:&lt;/strong&gt; Você disse que, quando estava com sede, ele colocou a mão no seu ombro e a sede passou. Isso aconteceu mais vezes?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Deixe-me ver. Ah, sim. Ele colocou algo aqui em meu peito, algo pequeno que parecia ser de metal cromado. Estou cansado... O objeto tinha a grossura de um dedo e ficou colado em meu peito, colado à pele.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Richman:&lt;/strong&gt; Deixou alguma marca? Tinha alguma finalidade?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;É para ele poder me localizar, para poder contactar-me.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Richman:&lt;/strong&gt; E quanto a seus amigos, eles te viram descer?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;strong&gt;Elias: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Não, não me viram, porque eles estavam falando que já era dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;img src="data:image/jpg;base64,/9j/4AAQSkZJRgABAQAAAQABAAD/2wCEAAkGBhMSERQUExQVFRUWGBoYGBgXGBocGBsYHSAaGBgYGhcXHSYeGhwjHBwYHy8gIycpLCwsGB4xNTAqNSYrLCkBCQoKBQUFDQUFDSkYEhgpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKSkpKf/AABEIAOAA4QMBIgACEQEDEQH/xAAcAAABBQEBAQAAAAAAAAAAAAAHAgMEBQYBAAj/xABREAABAgMEBAgJBwgKAgMBAAABAhEAAyEEEjFBBSJRYQYHE3GBkaHBFCUyUlRzk7HwFzVCstHS4SMzRFNig7PxCBUWY3J0gpKi00NkJDTCGP/EABQBAQAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAD/xAAUEQEAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA/9oADAMBAAIRAxEAPwAn8OuEa7DY1T5aErUFISEqJA1lBOIrnA6l8dlsJA8Gs4cgeXMz5hGu45R4qmesk/xEwDZFFy289OR84QBk/tzpBn5Kyf7533Y5/bvSH6qx/wC+d92IY8kCG+TunDKAsP7d6Q/U2T2k37sd/t3pD9TY/aTfuxXCWDWPLRSAnq4wLeP/AAWX2k37kc+UK3fqLJ7Wb9yK8oy6cIUmQGri/wAGAlTuMi3JSVGRZSB/eTebzIpJ3HtaUqKRZpCmeomzGpTNAhelZQKFAbKnp98DWfJF9e5am64AhfL3afRJPtV/dhQ4+rT6JJ9qv7sDAox+OyPJQGz+PxgCcnj7tJLeCSfar+7C/l4tPocn2qvuwLroh1KYAmfLzaPQ5XtVfchyXx62hQP/AMOV7ZX3IGC05v2RJ0ZKcL2hJbqygCajjqtJSVeCSWSQD+WVm/7G6GpnHtPSK2OX7ZX3IwVlT+QmMfpy+/KIdqHkvTGAIx4+53oUv2x+5HRx+TvQke3P3IGChDNyAKny/wA30JHtz/1x75f5voKfbn/rgVN8d0JMsiAK/wAv030JHtz/ANcJ/wD6Am+hI9uf+uBXc+yEkb4ArH+kFM9CR7Y/9cdP9ICaP0JHtz9yBO28xxoAsH+kFM9CT7Y/cidoHjyXaLTIkGyJRysxKL3Kks9Ha4H64DCk1i44DfONi/zCPfAfU7R6Ox6Aw/HKPFUz1kn+ImApyevL/wAafrCDXxzfNUz1kn+ImAqtr6A+CkkdkAVE2YmgpvfBvfC5Nmehy64cstoYMwpnsyhclbrbAlLg0O+vugGF2UuQAAMiT7oTbJTNUY7YmKIWonLD7eh4h2oJdtkBDmJUIeTIUQ4w548Fv8Z80LkhhWoyD9MBB0jZtRQw6d8DGek8ov8Axq63MFTSinSrIUGO8QLbWBykwOfLV7zAR7pc/hCTL9+yPA1NTCr7tjAJ5IuYcEvDKOJTU4wpQrj8boDipRy+NsTtCCkxRwAq2LMYhFQbExYaESOSnuPo/bAOWCzPKmNXXl4f6u6IFrlm8P8AV2HHsix8MTKkqGKlKTdS9aXsxlhDErQs+aAssnGmfM0BAW5z54YWIsrRwZmpBU4ObA17YrjKI8qA8UmPEEsKRx3DQpB56mATcrlCCk0ha0iEKalTsgOIl4tCZqSIdPkv2c0IXXqgGlxccCT4xsXr0e+KZouOBKm0lYvXo98B9UR6PXY5AYnjj+a5nrZP8RMBaaXKR+0n3iDTxx/Na/WyP4iYCq5esk7xnzYwBjsliF28rLJxg+cSZMtAUSC4AptG2sQpHkNTvbCJMoN8b3gGLSkkgpoGiBNsz1bCLKaXSABhESaqh7u+AjpIBiTZwGyeIwl5Q6mU1X+PgQHrdIBlnKna4gR29LTpoDk3178zBL4S23k7LNViWYNvo75QNLGhIBJJCsczq1eAc0OoF71AK32dZZnSk7aQhSnWb4TdJLklyNzjCJdh0FOKbzKUlYvAIDv5pOXfDy+CVoVemhCgkHBXlnex90BT2qTdmKAoMRVwxzfOPY12b4f0hLUbrswocjzGGUILYV54Dk0ADmi24OJBk2k/s9ximnI54vODjCz2rMs1f8JgI2h7MJs68TR92GyN9Y7OnZ1ZwP8AQUqYVi4QmtXDszUu5lzhG/0LpAhCb6xMBwVdA6hAJttgDF0m7GD4TWbk1JA2xtdOWlUxIJXMQkMGl13BwBtzjF6YsC0kIvKmFSnSSKl9rbICnApHrtQ/ZDk+zlClIUzpJB54QUn4aA4aEQlTP2tHiPh44TWAU9GhIG2ON1xxJrugG1iLngSPGVi9eiKkjbFtwMS+kbEP79HvgPqV49Ho9AYvjeHi1XrpH8RMBuckU2Xg2zqgycbh8Wq9dI/iJgSTiDdAxcZbf5QBSs1nVcTqw8qyLwI5n2YRNsdql8mHVtbH7MIVMtqAkqCnODVxgIIsiw1Pw7YZXY1HKuOUWptqA2sHBAIwbLpiILUFLYauIx2VrAQFWFT4Yc3W8JNmU7NTni4SATX43QpdmHNtMAOOHdsHIiQkgrWpLhJq2Ndxin4OaGTMmqlrdV0AKS9Gow37ItOG2gOStMqahS1BamdRcJNLoGwVPVE3gnoGZKtU1M7FVARgzBiDzQGnsqBKKZY5IAAaoIcYUIGELt08OxKBViVKauQAzMTrfoiTLTqgXizbd6iYSdGyZkxRLKF0YuwI74AUcLZJE+6APyjc1M32RUTLIzhwSCxbDrja8YdkQBLYkBKqlIwGB94jHJYkth1GmZgIFoThi3xSL7glIeTaBtp/xMVdoHk1jRcDpYMm0hOLhue6YCQLGlNoBSPzgcg+enE9o6otJtjUZiEuAEpKsabOuJukrK1mExIBVLUlWFSCFAt2dUZaz2O2TZoWuZcpQAhgNjYQGisEpRQRQNt3xSzpINqlOBQlVcKA9kR7Po23S3VyjgLBu3hUPXEbIicMJrpBf6bY7iYCg0qtK585ScCskVyiLdq/uh1CA26kdUl+YwEZUtvxjhTvy/GH2B39cKMqAihG2OKESFgjGOXQYCKpOFIueBZP9ZWH16IrSmsW/A8+MrEz/n0QH048ejjRyAx3G783HL8tI+umBBaZOeLH8BXpMF3jf+bv30j64gR2hRAVzdGIam2AMmjbAkygHNN+0RImaNSQznM4jE45bIY0PKXyJxqARhXpiSuUu9V2fYH2QEWdYklT3icuqsd8EQKuxHNXbHpljVcarvERCVg1BG00pln0QD6CCojZnEkzEkFyDtZn3DfWKoSpl40NTQuOmJdnQkAFbhql+vPKA7pOShUlQoCU7t3bGXsGlkqtTFQBSoS2YVISaitXI6IsNMcL7LLSUiYFqYi6gPvxFB1xh9AvatI3kJuoJUWONQ2I31gChpWRNWpKZahg9RiBgBDEjlkqAVdCSOmtKN3xY2VBNypC0gpOYLZ9OLw9aFXSM6Mw3bScoAX8ZGkRyvIgkqLFR3YgFtrA8wjJSUAZ879dDDmmJ6p1qnTFVJWQ2wCiehgIbSl3wgG5yQ4rGv4t5QKbRWt4fVMY+0JqGHQI2XFSH5YV8qrN5hgCRZtFJ5EoJOumvSCM4xmh5wlqKJqSbrpoMWLdcb+TJWyXdw1d1X6XaMjpSy8naTvZR2uRX/kO2AjaTdRZKVpfaIzGnNAKntLlkcoLygD9MgPdB2s56I31plEsSSWpt7YiaB0IpdqTMIJEty+wkEdJrABlRYlKgpKhQpOIPMcIWpA35ZwdeEfF/Zrc0yahSVgteSWVcycYE88YfSPEtPT/APXmpUHomYG7Q47IDAiUGJerhoQ3viz05wUtljblpKgnz0m8nrTh0xVJmAuwz5oDsxIwcwhSc/j4whxSaYV2wgg7IBJ2Ra8Ck+MrE369EVN2lBzxb8Cz4ysQz5dHfAfTtyPR2PQGJ43lNo79/I+uIEVstLgh4LXHGfF37+T9aBHas+boGEAaeD9tPJtsZukbIdOkAkazuX7N0NaASnkkkhizQu0SUBNWw/nAQrRb1FToJAIwOG/CG5ukSjylBkhRUcmGbmFmQgYM/ueKDhotKLMUvrTFBA5iRez2QFZpLhwuZq2dgkVMxQc/6U5DeYzekJsxYda1rctrqNTzOzdETrDJASKVYjtjii8wAsyQVGuZYDvgKWbK5MsCKsHbDa2zZG14qrCFzJ6/NIA6ASz9MZGYm8tRoe7NvjbG74sgqXKmLKRcKqN5VGBLYkfjAbpQck9Hc5jsxGTVULo7XiTZrQkpBBofjCGrZbwkJL5tRtzv9kAC+F1l5C1zUhmf3gGI8mzpUHZSXw6McYu+HtjJnLm5KWUl6OUhJDdfZEGxTQoAYUDbjgrtHbAVFqs6kl8RXDERs+KIKKpxT57ks/0e+KS1yiEnA5BtuQ90FrgZoSXY7KmWAyiyphzKzkebDogL8L1ScwPgQNbNMVMmqmTMSSVHY5oII02YChRfIjsgfSVUbbAShOWaIOJYP2dMa3Q9gMpAS5d3UWqSRXoil4N2ZKpl7G5uzOEahc8DCASoKbP4zhSgboxfNsY74QHhKrRSkA2uXeosXkkMQRTpECXjN4vRICrVZUhKB+clpFAPOSMt4gueECueDQicoKTUODQjFxgxEB8xonXhnHFKz6sIv+H/AAY8BtToH5Ga6kA/RP0kdHuMZ8rcYVgOKcl+aLbgT85WL16O+Khaxls3RbcBiP6zsXr098B9Ox6PPHIDD8cvzbT9fJ+tAhnycQTv7BBe45T4t/fyfrQH5k6rmur0YCAMeirCsy0F21U7dkTtISLwd/sO2KzRFtPJAYjVY84BiUq0FTsCGwr19EAmy2NlAm6Q9d9GjB8MLQZlvTLD3EM+LXixPTgOiNnatLhAUohgkKJINKfhAuFsUpa5poom91klnOz3QFomzk0yFPeYrynWXXG4noJJJ/2w8bY0ol8NmbiGLRNCQ2YFANpAQnvgE2aWAkA51ft/CNjwYtKpIA5O9eAUkVLKLqvNnTmjHS9YkYuyE85oO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/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); "&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Irene Granchi, pioneira ufóloga, ao lado de Elias Seixas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O ano da abdução foi 1980 e muitos dados citados neste relato eram novos para os pesquisadores, como o da promessa de voltar para buscá-lo e o aviso que o encontrariam em qualquer parte. &lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Hoje é sabido que famílias inteiras são levadas a bordo de UFOs, assim como grande grupos de pessoas. Mas àquela época, três pessoas juntas serem contatadas era algo inédito. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Não foram incluídos neste texto os relatos fornecidos sob hipnose de Alberto e Guaraci, que descreveram menos detalhes por causa do medo que sentiam na ocasião. Guaraci sequer conseguiu regredir hipnoticamente e, apesar de todas as tentativas do Dr. Lago, ele não entrou em transe. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Sobre o objeto colocado no peito de Elias, soube-se mais tarde que se tratava de um implante. Ele foi abduzido novamente e lhe foi extraído esperma numa operação dolorosa, que o deixou impotente durante semanas. No entanto, passou a desenvolver poderes de cura e todos os dotes paranormais que são características comuns após abduções. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Como os extraterrestres conseguem se comunicar conosco e mantêm contato com humanos escolhidos por eles, isso demonstra claramente que somos objetos experimentais diante de suas inteligências. Não há mais dúvidas de que, ao menos algumas raças ou tipos, fazem experiências genéticas, extração de sêmen e óvulos para algum tipo de mistura de progênie ou algo semelhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); "&gt;Período pós-abdução, fase crítica -&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; O período pós-abdução talvez seja o mais difícil que o seqüestrado tenha que enfrentar. Nesta fase de retorno ao lar, na maioria dos casos, o abduzido ainda não tem noção do que lhe acontecera. Ele recomeça sua vida achando que é a mesma pessoa de antes e que tudo pode não ter passado de um sonho muito ruim. Mas é inevitável a sensação da diferença entre os seus. Algo aconteceu. Mas como saber o que foi e por quê? Os sintomas aparecem sem explicações em nosso mundo físico. São os efeitos sobre si mesmo que o seqüestrado não tem controle. Elias Seixas, que foi abduzido no dia 25 de setembro de 1980, retornou a sua casa com algumas seqüelas e sem entender o que estas queriam dizer. Após o encontro com os extraterrestres, Elias teve crises de paranormalidade. Talheres entortavam sem que ele fizesse o menor esforço para tal. Lâmpadas novas queimavam. Os aparelhos de televisão não podiam ser ligados na sua presença. Bloqueios de memória eram freqüentes, sendo que o pior de todos os esquecimentos tinha a ver com sua filha de 11 meses. Ele não lembrava que era pai. E isto só porque passou o equivalente a cerca de cinco horas do tempo terrestre dentro de uma nave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste dia, Elias chegara em sua casa muito cansado. A barba estava crescida mais do que o normal para alguém que há menos de 12 horas a havia cortado. A blusa estava sem botão. Realmente, algo tinha acontecido. Mas o quê? As perguntas sem respostas duraram pouco mais de um ano, quando resolveu procurar a ajuda dos ufólogos. Nesta época encontrava-se em depressão. Tinha algo do seu passado que não conseguia lembrar. Parte de sua vida que precisava conhecer. O primeiro passo foi fazer regressões com hipnose. Fez duas com o médico Silvio Lago e três com o também médico Raul Sobral, que foram fundamentais para ele entender o que tinha acontecido durante aquelas poucas horas fora da Terra. Apesar de ter sofrido muito com a abdução, Elias hoje entende que existia um sentido maior por trás de tudo aquilo. E o auxílio dos pesquisadores no assunto o ajudou a superar os momentos mais difíceis da pós-abdução. Elias foi marginalizado por aqueles que considerava serem seus amigos e no meio evangélico, do qual fazia parte, sua experiência era interpretada como uma possessão demoníaca. Quase enlouqueceu. Hoje, Elias está recuperado e cônscio de tudo o que vivera. Mas há uma seqüela que age como se estivesse iluminando seu passado. É uma pequena mancha branca no seu peito que em algumas ocasiões fica tão branca que parece estar acesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" align="right" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span style="color:#0000FF;"&gt;Autor:&lt;/span&gt;&lt;b&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Redação UFO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" align="right" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span style="color:#0000FF;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ufo.com.br/" class="leia" style="text-decoration: none; font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 255); "&gt;&lt;b&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Revista UFO 37, abr/1995&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" align="right" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span style="color:#0000FF;"&gt;Crédito da foto: &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Arquivo UFO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-9093652277328341733?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xl5Cojq2sGadj9_zAqktG6sbOwA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xl5Cojq2sGadj9_zAqktG6sbOwA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xl5Cojq2sGadj9_zAqktG6sbOwA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Xl5Cojq2sGadj9_zAqktG6sbOwA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/IRDUhTTh5EI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/9093652277328341733/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=9093652277328341733&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/9093652277328341733?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/9093652277328341733?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/IRDUhTTh5EI/caso-elias-seixas.html" title="Caso Elias Seixas" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2009/05/caso-elias-seixas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0UCSH4yeCp7ImA9WxVaFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-2753124437948564179</id><published>2009-04-11T12:25:00.005-03:00</published><updated>2009-04-11T12:54:29.090-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-11T12:54:29.090-03:00</app:edited><title>Ministra da defesa inglesa Ann Taylor e os ovnis!</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SeC5kvzaNkI/AAAAAAAAAO8/EbRS6XgA4_0/s1600-h/ufo71-ufo2-1024x768.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 341px; DISPLAY: block; HEIGHT: 252px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323458800510449218" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SeC5kvzaNkI/AAAAAAAAAO8/EbRS6XgA4_0/s200/ufo71-ufo2-1024x768.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os arquivos secretos sobre óvnis. O governo britânico libera os depoimentos de pessoas que dizem ter testemunhado a aparição de seres extraterrestres INEXPLICÁVEL. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Misteriosos desenhos que apareceram nas zonas agrárias da Inglaterra intrigam o Ministério da Defesa.&lt;br /&gt;Há muitos mistérios que rondam os céus da Grã-Bretanha." A frase, categórica, soa shakespeariana, ainda mais porque foi dita por uma alta autoridade do Reino Unido, a ministra da Defesa e Segurança Internacional, Ann Taylor. William Shakespeare, o dramaturgo inglês, escreveu a imortal: "Há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia." Pois bem, coloque-se a ciência no lugar da filosofia e temos com exatidão a qual mistério a ministra Ann se referiu: há possíveis objetos voadores não identificados (óvnis) rondando o céu inglês. Foi com essa declaração que ela anunciou na semana passada a tão aguardada liberação de parte dos arquivos secretos do governo que guardam relatos e desenhos, todos com a chancela confidencial, sobre a suposta aparição de óvnis na Grã-Bretanha. Trata-se de um calhamaço com resultados de investigações e interrogatórios feitos em diversas cidades com pessoas (nomes omitidos) que disseram ter testemunhado a presença de seres extraterrestres.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em meio a 1,2 mil casos classificados como "sem explicação", um dos mais investigados envolveu um avião da Alitalia. O relatório conta que o avião estava pronto para pousar no Aeroporto Internacional de Heathrow, em Londres, quando na torre de controle se ouviu o piloto gritando: "Olha isso, olha isso." O comandante da aeronave perguntava à base o que era "aquilo" que passou a cerca de 300 metros do avião. Segundo ele, o objeto se assemelhava a um míssil brilhante, "rasgou o céu" e desviou no instante derradeiro. Igualmente impactantes, há documentos atestando que caças americanos, devidamente autorizados, dispararam contra possíveis discos voadores que estariam sobrevoando o Reino Unido. Em 1981, a polícia britânica foi acionada por "testemunha muito nervosa" que relatava ter visto um disco brilhante pairando sobre a ponte de Waterloo, em pleno centro de Londres. Os detalhes de cada papel que agora sai do arquivo apontam, sobretudo, para a preocupação do governo britânico com a segurança interna. Desde 1950 o Ministério da Defesa registrou cerca de 11 mil casos de eventuais aparições. Uma grande parte deles foi descartada porque se comprovou tratar de queima de lixo espacial e até de estranhas formações de nuvens. "Mas um fato é inegável", diz a ministra Ann Taylor. "Há mais de mil relatos que perduram sem explicação."&lt;br /&gt;RELATÓRIO Os desenhos indicam como teria sido o ataque de caças a possíveis discos voadores. Nos documentos confidenciais, as testemunhas relatam em detalhes suas experiências com eventuais seres extraterrestres.&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 333px; DISPLAY: block; HEIGHT: 251px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323460114008757426" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SeC6xM9z1LI/AAAAAAAAAPE/JZrt3XQMhYs/s200/crabwood2002sac.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;O suposto contato direto do homem com extraterrestres também é relatado em inúmeras páginas. Um dos documentos traz o depoimento de um homem de 78 anos que contou ter conhecido ETs no condado de Hampshire em 1983: "Entrei na nave, me fizeram perguntas e ao saberem a minha idade me deixaram partir." Segundo ele, teriam lhe dito: "É velho demais para o que precisamos." A documentação ressalta que anualmente 300 objetos voadores não identificados sobrevoam a Escócia e especialistas em ufologia atribuem isso às extensas áreas remotas do país. Entre as muitas histórias, poucas fascinam tanto quanto os agroglifos, ou seja, desenhos feitos enigmaticamente com o uso de algum tipo desconhecido de tecnologia em áreas cultivadas com cereais e pastagens naturais. "Esses desenhos representam mais um capítulo no extenso livro das coisas ditas inexplicáveis", diz o ufólogo brasileiro Ademar Gevaerd.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-2753124437948564179?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p8h3mbxkCxRwn5c2iMMaslJvyZ0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p8h3mbxkCxRwn5c2iMMaslJvyZ0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p8h3mbxkCxRwn5c2iMMaslJvyZ0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/p8h3mbxkCxRwn5c2iMMaslJvyZ0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/WfBKKfuR4KQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/2753124437948564179/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=2753124437948564179&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/2753124437948564179?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/2753124437948564179?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/WfBKKfuR4KQ/ministra-da-defesa-inglesa-ann-taylor-e.html" title="Ministra da defesa inglesa Ann Taylor e os ovnis!" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SeC5kvzaNkI/AAAAAAAAAO8/EbRS6XgA4_0/s72-c/ufo71-ufo2-1024x768.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2009/04/ministra-da-defesa-inglesa-ann-taylor-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMMQHc9fyp7ImA9WxVbF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-5535442118628594462</id><published>2009-04-03T10:06:00.005-03:00</published><updated>2009-04-03T10:14:41.967-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-04-03T10:14:41.967-03:00</app:edited><title>Testemunho de Rachel de Queiroz</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SdYKom-O7iI/AAAAAAAAAO0/NmlgNsLTi5E/s1600-h/rachel_de_queiroz1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SdYKom-O7iI/AAAAAAAAAO0/NmlgNsLTi5E/s200/rachel_de_queiroz1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320451702557437474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;line-height:150%"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height:150%;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Objeto Voador Não Identificado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;line-height:150%"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height:150%;font-family:Verdana;color:navy;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Hoje não vou fazer uma crônica como as de todo dia; hoje, quero apenas dar um depoimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;line-height:150%"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height:150%;font-family:Verdana;color:navy;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Deixem-me afirmar, de saída, que nestas linhas abaixo não digo uma letra que não seja estritamente a verdade,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;line-height:150%"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height:150%;font-family:Verdana;color:navy;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;só a verdade, nada mais que a verdade, como um depoimento em Juízo, sob juramento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Por&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:navy;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Rachel de Queiroz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; (Última página) 1970&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="  ;font-family:Georgia;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Rachel de Queiróz:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:navy;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:navy;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;'Não tem nada comigo, nem com o meu temperamento,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="margin-top:2.25pt;margin-right:0cm; margin-bottom:2.25pt;margin-left:0cm;text-align:center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:navy;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;com minhas crenças e descrenças. Isso de ontem EU VI'.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Escrevo do sertão, onde vim passar férias. E o fato que vou contar aconteceu ontem, dia 13 de maio de 1960, na minha fazenda "Não me Deixes", Distrito de Daniel de Queiroz, município de Quixadá, Ceará.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Seriam seis e meia da tarde; aqui o crepúsculo é cedo e rápido, e já escurecera de todo. A Lua iria nascer bem mais tarde e o céu estava cheio de estrelas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Minha tia Arcelina viera da sua fazenda Guanabara fazer-me uma visita, e nós conversávamos as duas na sala de jantar, quando um grito de meu marido nos chamou ao alpendre, onde ele estava com alguns homens da fazenda. Todos olhavam o céu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Em direção norte, quase noroeste, a umas duas braças acima da linha do horizonte, uma luz brilhava como uma estrela grande, talvez um pouco menos clara do que Vésper, e a sua luz era alaranjada. Era essa luz cercada por uma espécie de halo luminoso e nevoento, como uma nuvem transparente iluminada, de forma circular, do tamanho daquela "lagoa" que ás vezes cerca a Lua.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;E aquela luz com o seu halo se deslocava horizontalmente, em sentido do leste, ora em incrível velocidade, ora mais devagar. Às vezes mesmo se detinha; também o seu clarão variava, ora forte e alongado como essas estrelas de Natal das gravuras, ora quase sumia, ficando reduzido apenas à grande bola fosca, nevoenta. E essas variações de tamanho e intensidade luminosa se sucediam de acordo com os movimentos do objeto na sua caprichosa aproximação. Mas nunca deixou a horizontal. Desse modo andou ele pelo céu durante uns dez minutos ou mais. Tinha percorrido um bom quarto do círculo total do horizonte, sempre na direção do nascente; e já estava francamente a nordeste, quando embicou para a frente, para o norte, e bruscamente sumiu, - assim como quem apaga um comutador elétrico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Esperamos um pouco para ver se voltava. Não voltou. Corremos, então, ao relógio: eram seis e três quartos, ou seja, 18h45.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Pelo menos umas vinte pessoas estavam conosco, no terreiro da fazenda, e todas viram o que nós vimos. Trabalhadores que chegaram para o serviço, hoje pela manhã, e que moram a alguns quilômetros de distância, nos vem contar a mesma coisa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Afirmam alguns deles que já viram esse mesmo corpo luminoso a brilhar no céu, outras vezes, - nos falam em quatro vezes. Dizem que nessas aparições a luz se aproximou muito mais, ficando muito maior. Dizem, também, que essa luz aparece em janeiro e em maio - talvez porque nesses meses estão mais atentos ao céu, esperando as chuvas de começo e de fim de inverno.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Que coisa seria essa que ontem andava pelo céu, com a sua luz e o seu halo? Acho que, para a definir, o melhor é recorrer à expressão já cautelosamente oficializada: objeto voador não identificado. Mas, não afirmo. Porém, isso ele era. Não era uma estrela cadente, não era avião, não, de maneira, nenhuma coisa da Natureza - com aquela deliberação no vôo, com aqueles caprichos de parada e corrida, com aquele jeito de ficar peneirando no céu, como uma ave. Não, dentro daquilo, animando aquilo, havia uma coisa viva, consciente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;E não fazia ruído nenhum.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Poderia recolher os testemunhos dos vizinhos que estão acorrendo a contar o que assistiram: o mesmo que nós vimos aqui em casa. A bola enevoada feito uma lua, e no meio dela uma luz forte, uma espécie de núcleo, que aumentava e diminuía, correndo sempre na horizontal, e do poente para o nascente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Muita gente está assombrada. Um parente meu conta que precisou acalmar energicamente as mulheres que aos gritos de "Meu Jesus, misericórdia!" caíam de joelhos no chão, chorando. Sim, em redor de muitas léguas daqui, creio que se podem colher muitíssimos testemunhos. Centenas, talvez.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mas faço questão de não afirmar nada por ouvir dizer. Dou apenas o meu testemunho. Não é imaginação, não é nervoso, não são coisas do chamado "temperamento artístico". Sou uma mulher calma, céptica, com lamentável tendência para o materialismo e o lado positivo das coisas. Sempre me queixo da minha falta de imaginação. Ah, tivesse eu imaginação, poderia talvez ser realmente uma romancista. Mas o caso de ontem não tem nada comigo, nem com o meu temperamento, com minhas crenças e descrenças. Isso de ontem EU VI.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:navy;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;*&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:#0033CC;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;Rachel de Queiróz&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;color:navy;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;(já falecida) é uma consagrada escritora brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:navy;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: Georgia; font-size: 16px; font-weight: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=" ;font-family:Verdana;color:#0033CC;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 128); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 51, 204); "&gt;    Fonte: Ufovia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-5535442118628594462?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IE1f9vTaesqd5l25HcFQstBLj1E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IE1f9vTaesqd5l25HcFQstBLj1E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/CPCsI5LDbJs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/5535442118628594462/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=5535442118628594462&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/5535442118628594462?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/5535442118628594462?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/CPCsI5LDbJs/testemunho-de-rachel-de-queiroz.html" title="Testemunho de Rachel de Queiroz" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SdYKom-O7iI/AAAAAAAAAO0/NmlgNsLTi5E/s72-c/rachel_de_queiroz1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2009/04/testemunho-de-rachel-de-queiroz.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkUNRX86eip7ImA9WxVbEkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-9155696426151822930</id><published>2009-03-28T11:21:00.002-03:00</published><updated>2009-03-28T11:24:54.112-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-28T11:24:54.112-03:00</app:edited><title>Planeta X ou Nibiru supostamente localizado!</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Astrônomos apontam indícios de nono planeta no Sistema Solar!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cientistas de uma universidade japonesa declararam nesta quinta-feira (28) que estão convencidos de que existe um nono planeta, até agora desconhecido, que gravita nos confins do nosso Sistema Solar e que algum dia será descoberto, caso os astrônomos tenham os meios necessários.&lt;br /&gt;Os pesquisadores da Universidade de Kobe, no oeste do Japão, baseiam suas afirmações em simulações de computador.&lt;br /&gt;Fernando D'Andrea/Southlogic Studios&lt;br /&gt;Concepção artística do que seria o "Planeta X", apontado por pesquisadores japoneses como o nono do Sistema Solar&lt;br /&gt;"Existe uma elevada probabilidade de que um planeta, do qual ignoramos a existência, com uma massa [equivalente] de 30% a 70% da Terra, na fronteira de nosso Sistema Solar", explicaram os cientistas em um comunicado.&lt;br /&gt;"Se forem realizadas investigações em grande escala, este misterioso planeta será o 'Planeta X', sem dúvida, descoberto daqui uns dez anos, no máximo", dizem eles.&lt;br /&gt;"Devido à temperatura muito baixa, sua superfície pode estar coberta de gelo, amônia congelada e metano", explicou o professor Tadashi Mukai.&lt;br /&gt;Os estudos da equipe da Universidade de Kobe, coordenados pelo cientista brasileiro Patryk Sofia Lykawka e o professor Mukai, serão publicados em abril no "Astronomical Journal".&lt;br /&gt;Substituição&lt;br /&gt;Esta hipótese sobre a existência de um denominado "Planeta X" acontece depois que a comunidade científica decidiu, em 2006, excluir Plutão da lista de planetas de nosso Sistema Solar.&lt;br /&gt;Plutão, corpo celeste descoberto em 1930 pelo astrônomo americano Clyde Tombaugh, foi rebaixado à categoria de "planeta anão", pois já não corresponde à nova definição, mais restritiva, que em 2006 foi adotada pela União Astronômica Internacional.&lt;br /&gt;Desde aquela decisão, os oito planetas reconhecidos pela comunidade científica são: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.&lt;br /&gt;A equipe de Kobe destacou que mais de 1.100 corpos celestes foram encontrados no cinturao de Kuiper desde meados dos anos 90.&lt;br /&gt;"Mas seria a primeira vez que se descobre um corpo celeste desse tamanho, que é maior que Plutão", concluiu Mukai. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: Foha de São Paulo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-9155696426151822930?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HjDlXA_FiFTUtVmWUll_dtOgl9s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HjDlXA_FiFTUtVmWUll_dtOgl9s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/zc0wKzpp_wk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/9155696426151822930/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=9155696426151822930&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/9155696426151822930?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/9155696426151822930?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/zc0wKzpp_wk/planeta-x-ou-nibiru-supostamente.html" title="Planeta X ou Nibiru supostamente localizado!" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2009/03/planeta-x-ou-nibiru-supostamente.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUAHQ3g_fip7ImA9WxRaGEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-2351096271718813228</id><published>2008-12-15T10:28:00.002-02:00</published><updated>2008-12-20T22:02:12.646-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-20T22:02:12.646-02:00</app:edited><title>A ESFERA NEGRA DA UCRÂNIA</title><content type="html">&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color: rgb(255, 255, 255);  font-family:'times new roman';"&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:+2;color:#ffcc33;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;A ESFERA NEGRA DA UCRÂNIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#9999ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153); "&gt;Ucrânia além das baixas temperaturas que castigam seu território, também esconde um estranho mistério, que merece ser conhecido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;A Esfera negra, é uma estranha formação, que foi encontrada em 1975 a oeste da Ucrânia, no interior de uma cratera de argila, situada há 8 metros de profundidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;O que inicialmente chamou a atenção foi a sua incomum forma regular, para haver estado em uma capa de argila, que foi estimada em 10 milhões de anos.               &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SU2FrVrp8_I/AAAAAAAAAOM/kMrqdYoOVr4/s320/esfera.jpg" style="text-align: justify;float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 209px; height: 320px; " border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5282024917576578034" /&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Quando o objeto esférico foi golpeado, ele não se partiu, mas desprendeu uma pequena lasca, permitindo ver o seu interior, que era composto por uma substância semelhante ao cristal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153); font-family: Verdana; font-weight: bold; "&gt;Sem desconfiar do grande achado que fizera, o homem que a encontrou, resolveu dá-la para seu filho como um presente. O garoto inconsciente do que tinha em suas mãos, resolveu levá-la para o colégio, e acidentalmente a esqueceu lá. Um professor a encontrou e teve um pressentimento de que não se tratava apenas de uma simples formação rochosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153); font-family: Verdana; "&gt;Depois desse acontecimento a esfera passou alguns anos no museu da cidade, até que ela despertou um grande interesse do professor: Boris Nikolayevich Naumenko, membro do Instituto de Física da Terra da Academia Russa de Ciências. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A descoberta de Naumenko possibilitou que finalmente fosse iniciada uma investigação científica sobre a esfera misteriosa pelo doutor Menkov, do Instituto de Física de Moscou e seu colega Valentin Fomenko, da Associação Industrial e Científica Soyuz. Desde o primeiro momento a maior preocupação era de que nenhum dos testes deveria deteriorar a pedra, que já reservava grandes chances de uma origem extraterrestre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A esfera tem forma ovóide, consistência semelhante à obsidiana. No eixo de simetria ela mede 8,75 centímetros, e seu diâmetro perpendicular de maior longitude é de 8,47 centímetros, com um peso de 617,22 gramas. Sua densidade é de 1,934 gramas / centímetro cúbico, que é inferior ao cristal de quartzo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Um ponto importante é que, considerando que não é uma formação natural, quem o teria feito, e com que propósito?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153); font-family: Verdana; font-weight: bold; "&gt;Os restos de argila na esfera datam de aproximadamente 10 milhões de anos, mas acredita-se que a esfera tenha sido enterrada nela muito mais tarde. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153); font-family: Verdana; "&gt;O material vítreo que reveste a esfera não poderia ter sido feito por mãos humanas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153); "&gt;Quando se bate nela com um martelo, ela produz um som parecido com o de um sino. Descobriu-se por acaso que ela vibra e faz um zumbido quando alguém toca violão perto dela. Se a bola é colocada numa mesa de vidro, ela parece se mover e, ao ser pressionada firmemente com as mãos contra essa mesma mesa, parece querer flutuar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153); font-family: Verdana; font-weight: bold; "&gt;O doutor Formenko utilizou uma unidade industrial de Raios X RUP 150/300, e fez uma radiografia da esfera, revelando que o núcleo é semelhante a um ovo, e possuí uma densidade menor do que zero, o que caracteriza uma massa negativa. Existem algumas especulações sobre essa massa negativa do núcleo, surgindo a hipótese que seria um depósito de anti-matéria, possivelmente empregada como uma fonte de energia. A única maneira de confirmar esse contéudo seria perfurando a esfera, mas os resultados poderiam ser catastróficos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153); font-family: Verdana; "&gt;Com todas essas descobertas, e sabendo que a esfera está muito além das realizações humanas, fica a possibilidade de que tenha sido construída por alguma civilização desconhecida, possivelmente extraterrestre. Alguns ufólogos especulam que a "Esfera Negra" seria uma sonda alienígena ou parte de algum dispositivo antigravidade de um disco voador.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;color:#9999ff;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Onde está a "Esfera Negra" atualmente? Ninguém sabe. Como ocorreu com outros objetos estranhos já encontrados pelo mundo, ela simplesmente foi escondida por alguém que não deseja a divulgação das suas propriedades misteriosas. Não se sabe nem mesmo se ela continua na Rússia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-2351096271718813228?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4udD7yHiJmJTnIXZvI0YqDMQYQE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4udD7yHiJmJTnIXZvI0YqDMQYQE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4udD7yHiJmJTnIXZvI0YqDMQYQE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4udD7yHiJmJTnIXZvI0YqDMQYQE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/EHPVHXxMsUk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/2351096271718813228/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=2351096271718813228&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/2351096271718813228?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/2351096271718813228?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/EHPVHXxMsUk/esfera-negra-da-ucrnia.html" title="A ESFERA NEGRA DA UCRÂNIA" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SU2FrVrp8_I/AAAAAAAAAOM/kMrqdYoOVr4/s72-c/esfera.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2008/12/esfera-negra-da-ucrnia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkUMRHw4fSp7ImA9WxRaEk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-3861506991693715308</id><published>2008-12-14T02:09:00.002-02:00</published><updated>2008-12-14T02:18:05.235-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-14T02:18:05.235-02:00</app:edited><title>Testemunho de Astronáutas, Ovnis e Nasa!</title><content type="html">&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;color:#bbbbbb;"&gt;&lt;img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/ufocigt.jpg" naturalsizeflag="0" alt="Missão Mercúrio 1 - 26 de Fevereiro de 1962" align="bottom" border="1" width="160" height="120" /&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;h3&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;color:#bbbbbb;"&gt;&lt;a name="glenn"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Fotografia            tirada por John Glenn.&lt;br /&gt;          Missão Mercúrio 1 - 26 de Fevereiro de 1962&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"  &gt;Major            Gordon Cooper&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Um            dos astronautas das missões Mercúrio e o último americano a andar sozinho            no espaço. Em 15 de maio de1963 ele foi lançado ao espaço em uma cápsula            Mercúrio para uma jornada de 22 órbitas ao redor da Terra. Durante a            orbita final, o Major Gordon Cooper disse a estação de rastreamento            em Muchea (perto de Perth Austrália) que ele observava um objeto esverdeado            e brilhante a sua frente que rapidamente se aproximou da cápsula. O            UFO era real e sólido, porque foi detectado pelo radar de Muchea.&lt;/span&gt;          &lt;/div&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;O            avistamento de Cooper foi levado ao ar pela NBC, que estava cobrindo            o vôo passo-por-passo, mas quando Cooper aterrissou foi dito aos repórteres            que eles não estavam autorizados a questioná-lo a respeito do avistamento.&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Dez            anos antes, em 1951, ele observou UFO's enquanto pilotava um jato Sabre            F-86 sobre a antiga Alemanha Ocidental. Eles eram metálicos, em forma            de disco a grande altitude e se movimentavam de um forma que nenhum            jato de combate Americano podia fazer.&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;O            Major Cooper também testemunhou diante das Nações Unidas:&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Eu            acredito que estes veículos extraterrestres e sua tripulação estão visitando            a Terra vindos de outros planetas... a maioria dos astronautas são relutantes            em discutir UFO's"&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Houve            uma ocasião em 1951 em que eu observei durante dois dias muitos vôos            de UFO's de diferentes tamanhos, voando em formação de combate, na maioria            das vezes de leste para oeste sobre a Europa".&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Em            uma entrevista gravada por J. L. Ferrando, o Major Cooper disse:&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Por            muito anos eu tenho vivido com um segredo, em  um sigilo imposto            sobre todos os especialistas em Astronáutica. Todos os dias, nos EUA,            nossos radares detectam objetos de forma e composição desconhecidas            para nós. Existem milhares de testemunhos e uma quantidade de documentos            para provar isto, mas ninguém que torná-los públicos."&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Porque?,            Por que as autoridades tem medo que população entre em pânico com medo            de uma invasão. Então a ordem é:  Temos que evitar o pânico de            todas as formas." &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Eu            fui testemunha de um extraordinário fenômeno. Ocorreu há alguns meses            na Flórida. Eu vi com meus próprios olhos uma área bem definida no solo            sendo consumida pelas chamas, com quatro identações deixadas por um            objeto voador que desceu no meio do campo. Seres deixaram o objeto (houve            traços para provar isto). Eles pareciam estar estudando a topografia,            eles coletaram pedaços do solo    e depois retornaram            para o objeto que desapareceu a uma enorme velocidade..."&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="McDivitt"&gt;&lt;/a&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;h3 style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Ed            White e James McDivitt&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="center"&gt;            &lt;center&gt;             &lt;pre&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/ufodot1t.jpg" naturalsizeflag="0" align="bottom" border="1" width="160" height="120" /&gt;   &lt;img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/ufocylt.jpg" naturalsizeflag="0" align="bottom" border="1" width="160" height="120" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;           &lt;/center&gt;         &lt;/div&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Em            Junho de 1965, os astronautas Ed White (primeiro Americano a andar no            espaço) e James McDivitt estavam passando sobre o Hawaii na nave Gemini            quando eles observaram  um objeto metálico de forma bizarra. O            UFO tinha longos braços saindo dele. McDivitt tirou fotografias com            uma câmera. As fotografias jamais foram divulgadas.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="Borman"&gt;&lt;/a&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;h3 style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;James            Lovell e Frank Borman&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/ufoballt.jpg" naturalsizeflag="0" align="bottom" border="1" width="160" height="120" /&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Em            Dezembro de 1965, os astronautas da Gemini James Lovell e Frank Borman            observaram um UFO durante a segunda órbita do vôo de 14 dias. Borman            disse que ele via uma aeronave não-identificada a alguma distância da            cápsula. O Controle da missão Gemini, em Cabo Kennedy disse a ele que            ele estava vendo o estágio final do próprio foguete de lançamento Titan.            Borman confirmou que ele podia ver o foguete também, mas que o que ele            estava vendo eram algo totalmente diferente.&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Durante            o vôo de James Lovell na Gemini 7: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;b&gt;Lovell&lt;/b&gt;:  PLOTE ÀS 10 HORAS. &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Capcom&lt;/b&gt;:              Aqui é Houston. Repita Gemini 7. &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Lovell&lt;/b&gt;:              EU DISSE QUE NÓS TEMOS UM PLOTE ÀS 10 HORAS&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Capcom&lt;/b&gt;:              Gemini 7, estão vendo o veículo de lançamento ou é um avistamento real? &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Lovell&lt;/b&gt;:              NÓS TEMOS VÁRIOS... AVISTAMENTOS DE VERDADE.&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Capcom&lt;/b&gt;:              ...distância e tamanho estimado? &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Lovell&lt;/b&gt;:              NÓS ESTAMOS OBSERVANDO O VEÍCULO DE LANÇAMENTO TAMBÉM...&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="Aldrin"&gt;&lt;/a&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;h3 style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Neil            Armstrong e Edwin "Buzz" Aldrin&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="center"&gt;            &lt;center&gt;             &lt;pre&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/cratufot.jpg" naturalsizeflag="0" align="bottom" border="1" width="160" height="118" /&gt;   &lt;img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/moonufot.jpg" naturalsizeflag="0" align="bottom" border="1" width="160" height="124" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/ufohovt.jpg" naturalsizeflag="0" align="bottom" border="1" width="160" height="120" /&gt;   &lt;img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/ufoligt.jpg" naturalsizeflag="0" align="bottom" border="1" width="160" height="120" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/ufomon1t.jpg" naturalsizeflag="0" align="bottom" border="1" width="160" height="120" /&gt;   &lt;img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/ufomon4t.jpg" naturalsizeflag="0" align="bottom" border="1" width="160" height="120" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;           &lt;/center&gt;         &lt;/div&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;De            acordo com o astronauta da &lt;b&gt;NASA&lt;/b&gt; Neil Armstrong extraterrestres            possuem bases na Lua e disse-nos para ficarmos longe de lá.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Informações            não confirmadas dizem que ambos, Neil Armstrong e Edwin "Buzz"            Aldrin viram UFO's bem de perto depois da histórica alunissagem da Apollo            11 em 21 de julho de 1969. Pode-se ouvir um dos astronautas se referindo            a uma "luz" dentro ou sobre uma cratera durante a transmissão            da TV, seguido da solicitação de mais informações pelo controle da missão.            Nada mais foi ouvido.&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;De            acordo com um empregado aposentado da NASA Otto Binder, uma rádio (não            citada) captou em suas próprias instalações, uma transmissão que não            estava sendo passada para as TV's. Segue a transmissão:&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;NASA&lt;/b&gt;:               O que há aí? &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;                           Controle da Missão chamando Apollo 11...&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Apollo11:            Essas "coisas" são grandes, senhor! Enormes! &lt;b&gt;OH MEU DEUS&lt;/b&gt;!            Você não iriam acreditar nisto! Eu estou dizendo existem outras espaçonaves            lá fora, bem do outro lado da beira da cratera! Eles estão aqui na Lua            nos observando!&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.anomalous-images.com/light.ram"&gt;Aqui            está uma gravação em RealAudio de Neil Armstrong&lt;/a&gt; conversando com            a NASA, originada da estação oficial de transmissão da NASA. Na gravação            Armstrong está claramente muito exitado dizendo coisas como "Isto            é inacreditável!". Esta gravação apareceu na TV Suíça em janeiro            de 1997. Para mais detalhes veja o site italiano &lt;a href="http://www.worldlink.it/nonsiamosoli/voce_a11.htm"&gt;http://www.worldlink.it/nonsiamosoli/voce_a11.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;A            gravação foi convertida para formato digital por &lt;a href="mailto:planetfactory%20%3Cplanetfactory@magnet.ch%3E"&gt;Christian            &lt;planetfactory@magnet.ch&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;          &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Um            certo professor que prefere se manter anônimo, conversou com Neil Armstrong            durante um simpósio da &lt;b&gt;NASA&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Professor&lt;/b&gt;:               O que realmente aconteceu lá fora com  a Apollo 11?&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Armstrong&lt;/b&gt;:              Foi inacreditável, claro que nós sempre soubemos da possibilidade, de            fato, nós fomos alertados (pelos alienígenas). Depois disso não houve            nenhuma dúvida sobre a existência de uma estação espacial ou uma "cidade"            na Lua.&lt;br /&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Professor&lt;/b&gt;:               O que você quer dizer com "alertados"? &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Armstrong&lt;/b&gt;:              Não posso entrar em detalhes, só posso dizer que as naves deles             são tão superiores as nossas tanto em tamanho quanto em tecnologia.            Rapaz, eles eram grandes! ...e perigosos! Não, não há   nenhuma            dúvida sobre uma estação espacial.&lt;br /&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Professor&lt;/b&gt;:               Mas a &lt;b&gt;NASA&lt;/b&gt; mandou outras missões para a Lua depois da Apollo            11? &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Armstrong&lt;/b&gt;:              Naturalmente - A &lt;b&gt;NASA&lt;/b&gt; estava trabalhando duro naquela época,            e não queria arriscar causar um pânico na Terra.  Mas na verdade            foram missões mais rápidas.&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Segundo            o Dr. Vladimir Azhazha:&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Neil            Armstrong relatou ao Controle da Missão que dois grandes e misteriosos            objetos estavam os observando depois de terem aterrissado perto do módulo            lunar. Mas esta mensagem jamais foi ouvida pelo público - porque a NASA            censurou".&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;De            acordo com o Dr. Aleksandr Kasantsev, Buzz Aldrin filmou a cores os            UFO's de dentro do Módulo.&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Armstrong            confirmou a história mas recusou entrar em detalhes além de admitir            que a CIA estava por trás do acobertamento.&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="Slayton"&gt;&lt;/a&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;h3 style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Donald            Slayton&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Donald            Slayton, astronauta da Mercúrio, revelou em uma entrevista que ele viu            um UFO em &lt;b&gt;1951&lt;/b&gt;:&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Eu            estava testando um P-51 em Minneapolis, quando eu observei o objeto.            Eu estava a cerca de 10.000 pés de altitude em um belo entardecer. Eu            pensei que era um balão, depois eu lembrei que nenhum balão podia voar            aquela altitude."&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Quando            eu me aproximei vi que se parecia com um balão metereológico cinza e            com mais ou menos 1 metro de diâmetro, mas quando assim que eu me posicionei            por trás daquilo, ele não se parecia mais com um balão meteorológico.            Se parecia com um disco."&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Então,            eu vi que estava se afastando de mim, então estava se afastando a mais            ou menos 300 milhas por hora. Eu ainda o detectei por um instante, e            depois a coisa se elevou. Virou subindo em um ângulo de 45 graus, acelerou            e desapareceu"&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="White"&gt;&lt;/a&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;h3 style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Major            Robert White&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Em            17 de Julho de 1962 o Major Robert White reportou um UFO durante o seu            vôo com o X-15. O Major White disse:&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Não            tive a menor idéia do que poderia ser aquilo.  Era acinzentado            e estava a 30 ou 40 pés de distância." Depois, de acordo com um            artigo da Time Magazine, o Major White disse pelo rádio:&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Existem            coisas lá fora! Absolutamente existem!"&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="Walker"&gt;&lt;/a&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;h3 style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Piloto            da NASA Joseph A. Walker&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Em            11 de maio de 962 o piloto da NASA Joseph Walker disse que uma de suas            tarefas era detectar UFO's durante os vôos do X-15. Ele filmou 5 ou            seis UFO's durante a sua gravação do vôo em abril de 1962. Foi a segunda            vez que ele filmou UFO's em vôo.  Durante um encontro na Segunda            Conferência Nacional para Uso Pacífico da Pesquisa Espacial em Seattle,            ele disse:&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Não            me sinto como se tivesse especulando sobre eles. Tudo o que eu sei é            o que apareceu no filme, que só foi observado depois do vôo." -            Joseph Walker&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Até            o presente momento nenhum filme foi divulgado ao público.&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="Cernan"&gt;&lt;/a&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;h3 style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Comandanter            Eugene Cernan&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Eugene            Cernan foi o comandante da Apollo 17. Em um artigo do Los Angeles Times            em 1973 ele disse sobre os UFO's:&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Eu            tenho sido perguntado (&lt;b&gt;sobre UFO's&lt;/b&gt;) e eu tenho dito publicamente            que eu acho que eles (&lt;b&gt;UFO's&lt;/b&gt;) são de alguma outra civilização."&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="Chatelain"&gt;&lt;/a&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;h3 style="color: rgb(255, 0, 0);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;NASA's            Maurice Chatelain&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Em            &lt;b&gt;1979&lt;/b&gt; Maurice Chatelain, chefe do sistema de comunicações da NASA,            confirmou que Armstrong de fato reportou ter visto dois UFO's em uma            cratera. Chatelain acredita que alguns UFO's vem do nosso próprio sistema            solar - especialmente TItan.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"O            incidente era de conhecimento comum de todos na NASA, mas ninguém falou            nisso até agora."&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"..            todos os vôos das missões Apollo e Gemini foram seguidos, de perto e            de longe, por espaçonaves de origem extraterrestre - Discos Voadores            ou UFO's, se você quiser chamá-los pelo nome. Todas as vezes que isto            aconteceu os astronautas informaram o Controle da Missão que então ordem            silêncio absoluto."&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="Schirra"&gt;&lt;/a&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;h3 style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="Piloto Walter Schirra"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Piloto            Walter Schirra&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;"Acho            que Walter Schirra, à bordo da Mercúrio 8, foi o primeiro astronauta            a usar o codinome "Papai Noel" para indicar a presença de            Discos Voadores próximo as cápsulas espaciais."&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;            &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;         &lt;h3 style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="James Lovell"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;James            Lovell&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Foi            um pouco diferente quando James Lovell no comando do módulo da Apollo            8 sai do lado oculto da lua e disse para que todos escutassem: "POR            FAVOR ESTEJAM INFORMADOS DE QUE PAPAI NOEL EXISTE". Era dia de            natal em &lt;b&gt;1968&lt;/b&gt;, muitas pessoas viram um sentido oculto no significado            de suas palavras.&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;            &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Os            rumores persistem. A &lt;b&gt;NASA&lt;/b&gt; é uma agência civil, mas muitos de            seus programas são custeados pelo orçamento de defesa e a maioria dos            astronautas estão sujeitos aos regulamentos de segurança militar. Otto            Binder, Dr Garry Henderson e Maurice Chatelain disseram publicamente            que os astronautas estão sobre ordem restritas de não discutir seus            avistamentos. Gordon Cooper testemunhou em um comitê das Nações Unidas            como um astronauta que realmente foi testemunha de um &lt;b&gt;UFO&lt;/b&gt; pousado.            Se não há sigilo, porque estes avistamentos não podem ser tornados públicos?&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;            &lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;h3 style="color: rgb(0, 0, 153);" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;a name="Pete Conrad e Richard Gordon"&gt;&lt;/a&gt;Pete            Conrad e Richard Gordon&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;div style="color: rgb(0, 0, 153);" align="center"&gt;            &lt;center&gt;             &lt;pre&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/ufoclust.jpg" naturalsizeflag="0" align="bottom" border="1" width="160" height="120" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/pre&gt;           &lt;/center&gt;         &lt;/div&gt;         &lt;h3 style="color: rgb(0, 0, 153);" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Estas            fotos foram tiradas na missão Gemini 11 em 13 de Setembro  de 1966&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;         &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;Os            arquivos da NASA mencionados acima estão em:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;          &lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Above            Top Secret de Timothy Good&lt;br /&gt;          The UFO Encyclopedia de John Spencer&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:85%;"&gt;Fonte:http://www.misteriosantigos.com/nasa.htm&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-3861506991693715308?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v3Bfzs5CIOfTtDo8FbtR_YtSW34/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v3Bfzs5CIOfTtDo8FbtR_YtSW34/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v3Bfzs5CIOfTtDo8FbtR_YtSW34/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v3Bfzs5CIOfTtDo8FbtR_YtSW34/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/zZ8AoPuZars" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/3861506991693715308/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=3861506991693715308&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/3861506991693715308?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/3861506991693715308?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/zZ8AoPuZars/testemunho-de-astronutas-ovnis-e-nasa.html" title="Testemunho de Astronáutas, Ovnis e Nasa!" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2008/12/testemunho-de-astronutas-ovnis-e-nasa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkUFSXs6eip7ImA9WxRQFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-8196139242120854185</id><published>2008-10-09T10:48:00.000-03:00</published><updated>2008-10-09T10:50:18.512-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-10-09T10:50:18.512-03:00</app:edited><title>Marte surpreende a cada dia!</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: verdana; font-size: 12px; "&gt;&lt;table width="92%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#E33E00;"&gt;&lt;b&gt;Novas descobertas - Marte surpreende a cada dia os cientistas e os ufólogos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="left" width="10" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="padding-right: 6px; font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;img src="http://www.ufo.com.br/fotosNoticias/martecapa.jpg" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#EB3D00;"&gt;Até que ponto a NASA revela o que já descobriu no Planeta Vermelho?&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Tempos interessantes estes que estamos vivendo. Mas também de muita reflexão e perplexidade. Nos últimos meses, tivemos grandes personalidades de diversos setores da sociedade se manifestando quanto à vida extraterrestre. Por exemplo, em 12 de maio, o cientista e jesuíta José Gabriel Funes, diretor do Observatório do Vaticano, para espanto de todos, afirmou “que Deus pode ter criado seres inteligentes em outros planetas do mesmo jeito que criou o universo e os homens”. Uma declaração assim, partindo de um destacado integrante da Santa Sé, não ocorre todo dia. Está certo que ela não contém exatamente uma novidade para os ufólogos, que lidam com a materialidade do Fenômeno UFO em caráter rotineiro. Mas o que se analisa é o estrondoso efeito – positivo – que uma declaração como esta tem sobre a população, especialmente os católicos. A afirmação do religioso tem sido vista por setores da Igreja como uma espécie de “senha”, para que a comunidade católica passe a ser mais tolerante com certas realidades que nos esperam. “Não reconhecer a existência de outras espécies cósmicas é menosprezar a capacidade criativa de Deus”, arrematou Funes, para quem ainda não tinha entendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Pouco depois, em 24 de julho, o astronauta Edgar Mitchell, sexto homem a pisar na Lua, tendo chegado lá na Apollo 14, também surpreendeu o mundo com suas declarações. Mitchell, que há décadas ensaia uma apresentação mais bombástica de seus pensamentos sobre vida extraterrestre – e que volta e meia causa um furor aqui e ali –, disse desta vez, em alto e bom tom, primeiro à imprensa norte-americana e depois para a mundial, que ETs já mantêm contatos com a humanidade há pelo menos 60 anos, e que este fato vem sendo mantido sobre sigilo pelas autoridades mundiais desde então. Para ele, a política de acobertamento, tão execrada por ufólogos do mundo inteiro, muitos dos quais já a tinham como obsoleta – um ledo engano –, continua não somente em vigor, mas fortalecida com recentes informações de que teria aumentado o número de registros ufológicos nos últimos meses. “As autoridades mundiais, principalmente as norte-americanas, sabem muito bem disto e têm mantido a população na ignorância”, declarou ao âncora da CNN, Larry King, em programa de explosiva audiência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;img alt="" src="http://www.ufo.com.br/imagesIMGManager/fenix_146.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;O robô Phoenix remexe o solo marciano em busca de evidências de vida, e já encontrou água em estado líquido&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;br /&gt;Na esteira de Mitchell, seu colega da Apollo 11, Buzz Aldrin, também reforçou declarações feitas anteriormente, alusivas a observações de UFOs no espaço. Aldrin e Mitchell fazem parte de um seleto grupo de personalidades espaciais, as que foram pioneiras na área e, portanto, têm “direito adquirido” de falarem o que bem entenderem. Mas o fazem com muita prudência. Mitchell, por exemplo, ainda reluta em dar detalhes de avistamentos que teve de naves alienígenas durante o vôo da Apollo 14. “Ele tem se manifestado à vontade sobre generalidades da vida extraterrestre, mas não entra no âmago da questão e não revela em detalhes suas próprias experiências”, disse recentemente um grande ufólogo dos EUA, para quem isso tudo é uma “cortina de fumaça”. Que seja, mas não se pode ignorar que Mitchell, como Funes, chamou a atenção da platéia. Infelizmente, pouca atenção no Brasil. Mas, no resto mais civilizado do mundo, as declarações de ambos tiveram grande repercussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;img alt="" src="http://www.ufo.com.br/imagesIMGManager/isto_146.jpg" border="0" /&gt;  &lt;img alt="" src="http://www.ufo.com.br/imagesIMGManager/super_146.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;As revistas &lt;i&gt;Istoé&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Superinteressante &lt;/i&gt;de agosto: nada sobre UFOs&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; color: rgb(255, 69, 0); "&gt;Lendo nas entrelinhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Some-se a elas um número cada vez maior de pequenas revelações sobre as verdadeiras características de Marte, que, isoladas, parecem pouca coisa, mas, se somadas, apenas nos últimos 36 meses, praticamente renovam tudo o que se sabia sobre o Planeta Vermelho. A mais recente e interessante delas é a de que Marte tem água em estado líquido, condição básica para haver microorganismos talvez ainda vivos no vizinho. Isso, quando constatado, causará um reboliço nos meios científicos. Pode parecer um dado insignificante, mas não é. A constatação da existência de vida em Marte, ainda que microbiana, é a confirmação de que há vida fora da Terra. Isso muda muita coisa para os pobres terráqueos. Numa analogia básica, se até alguns anos atrás era patente que o planeta era completamente estéril, e agora já não é mais, conceitos em todas as pontas da ciência podem e precisam ser revistos. O catecismo cartesiano sai arranhado desta experiência. Mas, depois, fortalecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;A nova informação, no entanto, precisa ser lida desde suas entrelinhas. O que se anunciou agora é que os técnicos da missão Phoenix, uma sonda que explora o solo de Marte desde 25 de maio, descobriram água líquida no planeta. Uma semana antes, a sonda havia confirmado a existência de gelo lá, mas a nova descoberta é muito mais auspiciosa. E por que ler isso nas entrelinhas? Simples: a sucessão de revelações sobre nosso inquieto vizinho cósmico tem produzido a idéia, cada vez mais clara, de que há ainda muito a se falar sobre Marte. É como se as autoridades soubessem de “algo mais”, com a sensação adicional de que já sabem disso há bastante tempo, tendo sempre evitado revelar tais fatos. E agora, na iminência de alguma coisa mais impactante acontecer, correm atrás do prejuízo apressando o ritmo de suas “descobertas”, talvez conhecidas há bem mais tempo. Mitchell e Aldrin, apenas para citar estes dois, concordam que as autoridades sabem demais e falam de menos, e que estão arrependidas de manterem sigilo por tanto tempo, mas não têm muitas opções de quebrá-lo agora sem ferir princípios importantes para a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o que chama mais atenção ainda, quando se lê as entrelinhas de todas estas recentes revelações, de Funes a Mitchell, de Aldrin a Marte etc – e aqui tratamos apenas de umas poucas –, é que, enquanto aumentam em número, parecem fazer aumentar também em intensidade a miopia científica quanto à vida extraterrestre. Não falamos aqui de vida microbiana, primitiva, como se revelará muito breve existir em Marte – querem apostar? Falamos aqui de vida inteligente, estruturada em sociedades alojadas em planetas em avançado estágio tecnológico e espiritual. Esta que, para os ufólogos, é tão óbvia, visto que já somos visitados por outras espécies cósmicas há milênios, documentadamente e com tremenda intensidade, principalmente nas últimas seis décadas. Eis o problema. Seis décadas de fabulosa movimentação alienígena em nossos céus, milhões de avistamentos de credibilidade registrados pelas forças armadas de dezenas de países, pousos e evidências físicas, detecções feitas por radares do mundo inteiro e, principalmente – a ponta do &lt;i&gt;iceberg&lt;/i&gt; –, milhares de abduções alienígenas inquestionáveis. Tudo isso parece não ter qualquer significado para a maioria dos segmentos da ciência acadêmica, assim como parece não importar também para a mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;img alt="" src="http://www.ufo.com.br/imagesIMGManager/mitchell_146.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;Mitchell afirma que estamos sendo visitados por UFOs há 60 anos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;&lt;br /&gt;Sono letárgico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos deste descaso acompanham, justamente, as manifestações dos indivíduos citados acima. O astrônomo oficial do Vaticano diz que não estamos sós no universo, e isso atrai menos interesse da ciência do que algumas gotas de água em Marte. Dois astronautas da elite da NASA afirmam que as autoridades sabem sobre a presença alienígena na Terra, e isso atrai menos interesse do que o parafuso engripado da roda esquerda da Phoenix. O que está acontecendo? Vejam, por exemplo, as edições das revistas &lt;i&gt;Superinteressante&lt;/i&gt;, de agosto, e &lt;i&gt;Istoé&lt;/i&gt;, do dia 11 do mesmo mês. Ambas são dedicadas às recentes descobertas, e ambas tratam do assunto com seriedade. A &lt;i&gt;Superinteressante &lt;/i&gt;chega a afirmar em sua capa que não estamos sozinhos, e a &lt;i&gt;Istoé&lt;/i&gt; se questiona se estamos mesmo. Mas nenhuma delas faz alusão à espetacular casuística registrada em todo o globo por ufólogos civis e autoridades militares, que não deixam margens para dúvidas justamente quanto ao que ambas as publicações tratam – a existência de outras espécies. Chega a ser frustrante que seja assim, mas, talvez, apenas o pouso de uma nave na Praça dos Três Poderes, em Brasília, vá acordar a ciência e a mídia de seu eterno sono.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" align="right" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span style="color:#0000FF;"&gt;Autor:&lt;/span&gt;&lt;b&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;A. J. Gevaerd&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" align="right" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span style="color:#0000FF;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ufo.com.br/%C2%A0" class="leia" style="font-size: 11px; color: rgb(0, 0, 255); text-decoration: none; "&gt;&lt;b&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;UFO 146&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" align="right" style="font-family: verdana; font-size: 12px; color: rgb(0, 0, 0); "&gt;&lt;span style="color:#0000FF;"&gt;Crédito da foto: &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;JPL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-8196139242120854185?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bj9JLGnmOCLWUXNr0e0bjbFtnvk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/bj9JLGnmOCLWUXNr0e0bjbFtnvk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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São compostas de uma liga de níquel-aço que não ocorre naturalmente. Algumas têm uma fina casca de cerca de ¼ de polegada de espessura, e, quando quebradas, dentro se encontra um estranho material esponjoso que se desintegra em pó ao contato com o ar. Essas esferas têm intrigado os pesquisadores da NASA. Roelf Marx, o curador do museu sul-africano Klerksdorp, exibe atônito um desses globos trancados num compartimento de exibição, que misteriosamente gira ao redor de si mesmo, isento de qualquer vibração exterior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Elas foram retiradas da camada de uma rocha pirofilita e estudadas, após essa análise elas foram datas pela técnica do rádio-isótopo entre 2,8 e 3 bilhões de anos, ou seja, historicamente isso é impossível já que a vida inteligente neste planeta só se desenvolveu recentemente, de acordo com a ciência. Todavia, o fenômeno não seria inédito. Lendo a respeito disso, John Hund, da cidade de Pietersburg, lembrou que cerca de 30 anos atrás publicaram um artigo em uma revista em que ele relatava sua viagem à mina de Gestoptesfontein, perto de Ottosdal, na Província do Norte, onde ele havia encontrado uma pedra como essa do museu de Klerksdorp, que gira sobre seu eixo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Um dia, enquanto brincava jogando a pedra em uma superfície plana em um restaurante, Hund percebeu que ela tinha uma oscilação admirável. Ele a levou ao Instituto Espacial da Califórnia, na Universidade da Califórnia, para serem feitos testes e determinar como oscilava tão bem.&lt;i&gt;“Quem a examinou foram os especialistas que fizeram os girocompassos para a NASA. Notaram que seu equilíbrio era tão apurado que excedia o limite de suas medidas tecnológicas. A pedra oscila dentro de um parâmetro de um milésimo de polegada, com absoluta perfeição"&lt;/i&gt;, explica Hund. Ninguém sabe o que essas pedras são. Um cientista da NASA disse a Hund que eles não têm a tecnologia para criar qualquer coisa tão finamente equilibrada quanto ela. Informou que o único modo que natureza ou tecnologia humana poderia criar algo tão finamente equilibrado seria em gravidade zero. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;&lt;img alt="" src="http://www.ufo.com.br/imagesIMGManager/esfera_1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 69, 0); "&gt;As esferas giram misteriosamente ao redor de si mesma&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 205); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: rgb(0, 0, 205); "&gt;Carta de John Hund:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; color: rgb(0, 0, 205); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;A existência da esfera chamou minha atenção por volta 1977, enquanto eu removia perigosamente gravações em rochas do lugar de pirofilita ou pedra-maravilha, como é comumente conhecida na região. Ela é minerada na fazenda Gestoptefontein (que significa fonte tampada), perto da pequena aldeia de Ottosdal, uns 110 km de Klerksdorp, na Província do Noroeste da África do Sul. Fiquei intrigado pela forma das esferas e pelo fato de que eram tão duras quanto aço, enquanto o material (pirofilita) no qual foram achadas era tão mole quanto pedra. Como você provavelmente sabe, pirofilita é um mineral secundário e os depósitos foram formados por um processo de sedimentação. A atividade vulcânica de Gestoptefontein foi responsável pela formação que aflorou e cuja altura varia entre 10 a 100 metros. A superfície lisa e relativamente suave nos declives era ideal para os habitantes pré-históricos fazerem suas gravuras de animais e desenhos abstratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; "&gt;Em Gestoptefontein, esses afloramentos foram "serrados" em enormes pedaços por meio de cabos de aço trançados em zigue-zague vários quilômetros. Então, ocasionalmente, o cabo da serra ficava cravado de esferas de metal misturadas na pirofilita. De acordo com Professor Andries Bisschoff da Universidade de Potchefstroom elas são solidificação de limonita. Devido à relativa escassez das esferas e a quase impossibilidade de obter amostras na mina, suas conclusões não foram verificadas por outros cientistas. Mas o senhor Credo Mutwa, um notório curandeiro bruxo da cidade de Soweto, foi levado ao museu por uma equipe de TV, alguns anos atrás, e ele, assim como alguns arqueólogos amadores, acredita que as esferas vieram do espaço exterior. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;Fonte: Revista UFO &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-3904649941080884162?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/21NhLByg6RtbghpVv9GJ_Jmru7o/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/21NhLByg6RtbghpVv9GJ_Jmru7o/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/21NhLByg6RtbghpVv9GJ_Jmru7o/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/21NhLByg6RtbghpVv9GJ_Jmru7o/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/5CsJcIqTGNk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/7725675671480923692/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=7725675671480923692&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/7725675671480923692?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/7725675671480923692?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/5CsJcIqTGNk/luzes-de-phoenix.html" title="Luzes de Phoenix" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2008/09/luzes-de-phoenix.html</feedburner:origLink><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="enclosure" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~5/uYjiKjqeKAk/video-play.mp4" length="0" type="video/mp4" /><feedburner:origEnclosureLink>http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=a9fa50eea33a3421&amp;type=video%2Fmp4</feedburner:origEnclosureLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkACQ3k_fyp7ImA9WxdXGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-1941976754797109039</id><published>2008-07-01T02:14:00.000-03:00</published><updated>2008-07-01T03:46:02.747-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-07-01T03:46:02.747-03:00</app:edited><title>Entrevista polêmica de um ex-astronauta da Nasa!</title><content type="html">&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;MISSÕES SECRETAS DA APOLO 18/19 e 20 DA NASA – ANOS 70&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Fonte Revista UFO&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(227, 62, 0);"&gt;Vídeos e fotografias sobre a Missão Apollo geram polêmica com revelações de William Rutledge.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:10;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;table class="MsoNormalTable" style="width: 10px; height: 36px;" align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="padding: 0cm 4.5pt 0cm 0cm;"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;    &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;    &lt;v:formulas&gt;     &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;     &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt; 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&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;Entrevista com William Rutledge, 76 anos, formado pelo laboratóri&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGm-7DGoKuI/AAAAAAAAAKQ/aadtjbhAKBU/s1600-h/figura17.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGm-7DGoKuI/AAAAAAAAAKQ/aadtjbhAKBU/s320/figura17.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217911564940094178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;o Bell e empregado pela USAF, é o nome da “garganta profunda”, que desde abril de 2007 tem descoberto e espalhado muitos vídeos e materiais fotográficos no YouTube sobre a suposta missão espacial da Apollo 20. O nome de usuário dele no site é “retiredafb” e a fotografia mais incrível que ele lançou é do suposto vôo sobre uma nave alienígena encontrada na parte de trás da Lua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A última missão tripulada oficial para a Lua foi a ApolLo 17 (NASA), que ocorreu em dezembro de 1972, e a missão Apollo 20 foi cancelada pela NASA em janeiro de 1970. Mas a suposta fotografia da Apollo 20 não é o único material que veio a tona nessas últimas semanas. Wiliiam Rutledge também lançou uma suposta oficina para o vôo de supostas naves espaciais, disponível no YouYube como &lt;i&gt;preflight study for Apollo 20&lt;/i&gt;. Temos também no mesmo site alguns vídeos com reflexos do estranho o&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGm-7DW1kBI/AAAAAAAAAKI/6GLivBzycdg/s1600-h/figura12.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 261px; height: 186px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGm-7DW1kBI/AAAAAAAAAKI/6GLivBzycdg/s320/figura12.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217911565008080914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;bjeto no lado escuro da Lua (cujos números seriam AS20-1020, AS20-1022 e AS20-FWD-7250). Segundo os arquivos de Wiliiam Rutledge no YouTube, que atualizou as duvidosas fotografias e as imagens com alguns reflexos, a Apollo 20 foi para a Lua em agosto de 1976. O destino era ISZAK D, sudeste da cratera Delport, do outro lado da Lua. Era uma missão americana e soviética. A tripulação era composta por William Rutledge CDR, formado nos laboratórios Bell, Leona Snyder, CSP laboratórios Bell e Alexei Leonov, cosmonauta soviético formado pela Apollo Soyouz (missão um ano antes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;L. S. –&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Como se tornou um astronauta com a NASA nos anos 70?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;A NASA não me empregou, quem me deu emprego foi a USAF. Eu tinha trabalhado em um estúdio de tecnologia estrangeira, apenas russa, e estudei sobre o projeto N1, sobre o plano de projeto Ájax e no projeto Mig Foxbat 25. Tinha algumas habilidades para navegação de computador e eu era voluntário para o projeto MOL-Gemini. A USAF me recrutou. Optei mais tarde pela Apollo 20 porque eu era um raro piloto que não acreditava em Deus, o que mudou desde 1990. Isto não era o status dos astronautas da NASA. Não acreditar em Deus fez a diferença.&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Quando e, acima de tudo, por que decidiu abrir essas informações sobre a missão espacial secreta? Há alguém te protegendo?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;Talvez seja o anúncio da “maravilha de tudo isso”, 2012 está se aproximando muito rápido. Penso também que os UFOs aparecerão com mais freqüência a partir de setembro de 2007. Muitas pessoas morreram ao meu redor em Ruanda. Tenho tido mais tempo para me preocupar com isso. Sobre proteção, por favor, entenda, é difícil falar de minha blindagem. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Após a missão Apollo 20, que ocorreu em 1976, segundo as informações que você nos deu, o que fez e quando deixou os Estados Unidos?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;Depois da Apollo 20, algumas coisas aconteceram, não estava ciente de como o material coletado seria usado. Pensei que a nave espacial era uma péssima idéia. Trabalhei no projeto KH 11 antes de me aposentar.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Nas suas palavras no YouTube, você mencionou os membros da Apollo 20, entre eles há um cosmonauta soviético, Alexei Leonov. Lembro-me que ele ainda está vivo. Ele sabe o que você está fazendo na rede mundial? Você falou com ele depois de abril de 2007? E se a &lt;/em&gt;&lt;em&gt;resposta for não, você não tem medo do que ele poderia fazer ou dizer?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;Leonov não está ciente de tudo isso. Eu não falei com ele, nossos contatos foram totalmente perdidos em 1982, 1984. Fui para Ural em 1995 ou 1994, não me lembro, respondendo a um convite, mas estava uma grande confusão aqui, cruzei Moscou quando os tanques estavam atirando no parlamento russo. Não posso imaginar a reação dele. Se ele descobrir os vídeos sem uma preparação, ele pode confirmar ou deixar rolar. Se ele tiver preparado e avisado, ele pode negar. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGnSRTGbL6I/AAAAAAAAAKY/oRXhdjg9Kjg/s1600-h/figura11.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 156px; height: 100px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGnSRTGbL6I/AAAAAAAAAKY/oRXhdjg9Kjg/s320/figura11.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217932837912260514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;A questão dos subtítulos nos diálogos do “material da nave”, você o fez ou mais alguém o ajudou? E os diálogos originais? Estavam no material? Teve problemas com a codificação durante a transferência?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;Sim, diversos problemas. Os subtítulos foram feitos apenas depois da transferência, tenho que trabalhar com a distância, estarei de volta em Ruanda em julho. Pedi para colocar o material do vôo rapidamente, eles fizeram as legendas em uma hora, a abertura para 1.8 não está no lugar correto, há erros, mas isso não me espanta. A Apollo 11 me surpreendeu em uma menção no começo do filme, isto está no filme original, um internauta me avisou. Os filmes não são da primeira geração, alguns deles foram copiados em 1982, estou certo disto, alguns tem o fundo azul como eram as do final dos anos 70.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Nos diálogos entre os astronautas e a missão de controle, há algumas expressões que não entendo: por exemplo, “CSM”, “DSKY” e “Vanderberg 20”. Poderia imaginar que “DSKY” é a posição que estão na Lua (perto da cratera Izsak) e o “Vandeberg 20” são do controle de missão, localizado na base da Força Aérea em Vanderberg, na Califórnia. Pode explicá-los?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;&lt;em&gt;CSM é &lt;/em&gt;Command Service Module &lt;i&gt;[Comando do Módulo de Serviço]&lt;/i&gt;, DSKY era o computador “display keyboard” &lt;i&gt;[Exibição do teclado]&lt;/i&gt;, usávamos muito disso. AGC é Apollo Guidance Computer &lt;i&gt;[Computador de Guia da Apollo]&lt;/i&gt; o mesmo que DSKY, mas localizada dentro da nave da Apollo e unida a um telescópio. Em alguns vídeos, as primeiras imagens vistas é o painel DSKY com linhas “prog”, que indica o programa que está correndo em verbo e pronome, o verbo indica o que o DSKY precisa fazer e mostrar. Antes de filmar tive que entrar no verbo 15 (que é MET, missão, tempo, ou horas, minutos, segundos, então há 65 pronomes para exibição naquelas fileiras, as horas estão na primeira linha, minutos na segunda e na terceira estão os segundos e os décimos). Então, em cada filme colocamos a data no começo da matéria, MET (Mission Elapsed Time). No filme do vôo, o computador indica 144 horas se me recordo bem.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Capcom (cc) é a função do único carregado da transmissão oficial para os astronautas. Ele garante todas as informações e as transmite para os astronautas, notícias do solo, instruções para correções, chamadas para acordarem, há três pessoas se revezando.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;A síntese era “Vandenberg” chamando de próximo vandenberg “vinte” uma ligação do “vinte”. Isto invertia quando começava da terra: Capcom – Vinte ou às vezes EECOM-vinte, Guido vinte era quando tínhamos um trabalho especial para fazer, entrada num dique, correções. Quando a saída de um dique era feita, as comunicações eram diferentes. Constelação vandenberg (nome da espaçonave da Apollo), fênix vandenberg (nome do LM). O nome da nave da Apollo 19 era Endymion e Ártemis era o nome do modulo lunar.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Gostaria de saber algo mais sobre a preparação da missão “Apollo 20”. De onde e quando o foguete saturno foi lançado e quantas pessoas estavam envolvidas nesta missão. Pode dizer alguns nomes?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;Trezentas pessoas estavam envolvidas na preparação e mais algumas outras testemunhas em vandenberg. Ela foi lançada desta AFB. Mais e mais testemunhas chegaram, muitas pessoas viram a partida, câmeras foram proibidas em todas as redondezas de Vandenberg, mas hoje muitos filmam os lançamentos de cada foguete do delta de suas cidades. Outras pessoas viram este lançamento, mas não estavam sabendo que era a Saturno 5. Um internauta vendo o vídeo do lançamento disse que era o lançamento da Saturno 1B . Se hoje, com todas as informações disponíveis, alguém ainda comete tal erro, você pode imaginar como era isso em 1976. A preparação era longa, sujeita a cancelamentos, novas largadas. Os Russos tinham as primeiras informações desde 1966, não sei quais eram suas fontes.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Pode me dizer alguma coisa sobre a colaboração russa na Apollo 20?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;James Chipman Fletcher colaborou para EUA e Valentin Alexeive para a Rússia. Werner Von Braun era o inspetor de sorte. Na Capcom tínhamos o Charles Peter Conrad e James Irwin. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Diga-me alguma coisa sobre as missões “Apollo 18” e a “Apollo19”, especialmente sobre esta última e sua falha. Eram missões secretas com o mesmo objetivo da “Apollo 20”? Conte-me sobre sua ex-namorada, Stephanie Ellis, “a primeira mulher americana no espaço”, de acordo com a carta formal que você me escreveu. A história oficial do espaço não a inclui como astronauta...&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;A Apollo 18 era o projeto Apollo-Soyuz, uma Lua de Mel antes do pouso na Lua e foi apresentado com um simples “aperto de mão” na missão de 1975. A Apollo 19 e Apollo 20 eram missões perigosas. Na longa duração do vôo, a pressão do Helio era muito alta no LEM, a segurança do disco tinha que estourar se a pressão estivesse alta, mas os motores ficariam inúteis depois disto. Então foram trocadas na Apollo 19 e 20, mas não foram testadas no espaço antes. Estava certo, mas... No papel. De qualquer maneira não tivemos problemas com isso. Era uma missão longa, sete dias programados na Lua, cada raio de luz era usada até a elevação. A Apollo 19 teve uma perda de telemetria, um brutal fim de missão sem dados. Agora a verdade é desconhecida, mas parece que foi um fenômeno natural, uma colisão com um “quase-satelite” como Cruithne, ou um meteoro (eu acho que a probabilidade é mais alta). O objetivo era o mesmo, o pouso era no mesmo local, o programa de exploração era diferente, eles tinham um grande trabalho para fazer, explorando o teto da nave e escalando na “colina de Mônaco”, (terei que colocar um mapa lunar on-line). Nenhum astronauta americano está registrado, descobri desde que muitas pessoas encontraram diversos William Rutledge na NASA. Posso ter encontrado na lista dos pilotos de teste de Chance Vought, no centro de consulta de registro de James Forrestal. Eu estava envolvido com os fluidos mecânicos. Meu chefe era Bogdanoff (nada em comum com o cientista Bogdanoff).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Stephanie Ellis nasceu em Abidjan (Costa do Marfim) em 1946, chegou à América com sete meses de idade. Ela era a especialista da LM, trabalhou com Grumman Bethpage para novas implementações no sistema de navegação da LM (note que LM15 foi oficialmente destruída por Grumman). Ela contribuiu com o debug do programa luminar. Apollo 19 e 20 tiveram sérios problemas com a entrada no dique e com algumas reuniões. O conhecimento técnico dela era tão bom quanto à de Roger Chafee. Ela era uma pessoa maravilhosa e engraçada também. Tenho algumas fotos dela no LEM. Não mostrarei os outros membros da tripulação.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos colaboradores russos, não sei como, mas eles foram informados da presença de uma nave no lado distante da Lua. A Luna 15, em julho de 1969, chocou-se no nariz da nave. Era uma sonda similar a um guarda chuva ou a outra qualquer na órbita lunar. Eles fizeram mapas e quadros precisos da área. O centro das decisões era em Ural, na cidade de Sverdlovsk. O chefe do programa era professor Valentin Alekseiv, que mais tarde tornou-se presidente da academia de ciência de Ural. Leonov foi escolhido por causa de sua popularidade em conduzir o pessoal comunista, e porque ele estava na Apollo-Soyuz. Em 1994, encontrei de novo Valentin Alekseiv em Ural, Yekaterinburg, e ele tinha um modelo da nave feito de malaquita com a cadeira embutida de ouro.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Eu poderia lhe contar cem historias sobre como os Russos quiseram nos impressionar. Por exemplo, quando vim para a academia de Ural pela primeira vez, meus pés escorregaram no chão, eles tinham colocado verniz no chão, não estava seco, queriam nos mostrar seus novos escritórios, ele fizeram tudo isso da “maneira russa”, rapidamente, com grande quantidade de verniz, sem estar completamente pronto.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;b&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Há alguém nos EUA, na Rússia ou na Europa que possa confirmar a sua história? E você não tem medo que alguém possa ameaçar seus amigos ou parentes?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;Nos EUA, honestamente, não sei quem está vivendo lá agora. Conrad morreu de uma maneira estranha, a morte dele foi terrível. Irwin está morto, acho que Van Braun e James Fletcher também. Leona Marieta Snyder está viva, nos comunicamos e ela me apóia neste trabalho. Na Rússia tem Valentin Alekseiev e Alexei Leonov. Leonov é aposentado, não estou certo disso, mas é por causa dos problemas de saúde dele. Sobre segurança, sem problema já que vivo em Ruanda, eu tive problemas só agora na Europa, minha família está morta. Fui para Ruanda em 1990, e fiquei durante três anos. Os meses de abril a julho foram os piores da minha vida, mas agora tenho amigos verdadeiros na comunidade Tootsie e no governo. Não sou conhecido em Ruanda como William Rutledge e cidadão Americano, tenho uma vida toda nova. Mantive meu sinal da Lua, nomeado de tecido Beta.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;O que soube sobre o não oficial instituto de pesquisa Warwinck informado no Programa de Aclamação Públicalançado em 1992 para o MUFO?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;Não tinha conhecimento desta informação, 1992 foi um ano muito difícil para mim, estava desconectado de tudo isso.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Agora podemos discutir sobre a “nave alienígena” e “a cidade” no lado distante da Lua. Você entrou dentro da nave espacial? Que tamanho era? Encontrou algo lá dentro?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;Entramos dentro da nave gigante, e também dentro de uma triangular. As principais partes da exploração eram essas. Era uma nave mãe muito antiga que cruzou o universo à pelo menos um bilhão de anos atrás (1.5 estimados). Havia muitos sinais biológicos, restos antigos de vegetação em uma seção de “motor”, rochas especiais que emitiam “lágrimas” de um líquido amarelo que tinham algumas propriedades medicinais especiais e, claro, sinais de criaturas extra-solares. Encontramos restos de pequenos corpos (10 cm) vivendo de principio, em tubos de vidros da nave, mas a principal descoberta foi de dois corpos, sendo que um intacto.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Você visitou a “cidade” na Lua? Onde é? Você entendeu se havia alguma conexão com a nave espacial? A “cidade” e a “nave” ainda estão lá?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;A “cidade” foi nomeada na Terra e programada como Estação 1, mas pareceu ser um lixo espacial real, cheio de pedaços, peças de ouro, somente uma construção parecia intacta (colocamos o nome de Catedral). Fizemos fotos com pedaços de metais, de toda peça revestida de caligrafia exposta ao sol. No vídeo, as fotos na tela fazem os artefatos parecerem maiores.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;E o que me diz da “Mona Lisa EBE”? [O nome correto em italiano é Mona Lisa]. Como ela é e onde ela estava na hora que a encontrou na Lua? Onde você acha que ela está agora?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;Mona Lisa. Não me lembro quem a deu este nome, Leonov ou eu, era o EBE intacto. Humanóide, fêmea, com 1,65 m de altura, cabeluda, seis dedos. Função: piloto, pilotar dispositivo fixado para dedos e olhos, sem roupas, tínhamos que cortar dois cabos ligados ao nariz. Não havia narinas. Leonov soltou o dispositivo dos olhos. Concreções de sangue ou biolíquido estourou e congelou a boca, nariz, olhos e algumas partes do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas partes do corpo estavam em boas condições e não muito comum, (cabelo) e a pele estavam protegidos por uma capa fina transparente. Com dissemos para o controle de missão, as condições do corpo pareciam não vivas e não mortas. Não tínhamos nada de equipamentos médicos, muito menos experiência, mas eu e Leonov fizemos um teste, fixamos nosso bio equipamento no EBE, e telemetricamente as ajudas recebidas pelo cirurgião (médicos da missão de controle) foram positivas. Há outra história, algumas partes poderiam estar inacreditáveis agora, prefiro contar a historia completa quando outro vídeo estiver on-line. Esta experiência foi filmada no LM, encontramos um segundo corpo destruído, trouxemos a cabeça a bordo. A cor da pele era cinza azulado, um pastel azul. A pele tinha detalhes estranhos acima dos olhos e a frente, uma fita ao redor da cabeça não que havia inscrição. A “cabine do piloto” estava cheia de caligrafias e era formado por longos tubos semi-hexagonal. Ela está na terra, não esta morta, mas prefiro postar outros vídeos antes de dizer o que aconteceu depois. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Você pôde identificar a origem da nave e a idade da mesma?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;A idade foi estimada em 1.5 bilhões de anos que foi confirmado durante a exploração. Encontramos expulsões da crosta original, e em outros lugares, feldspato em espiral, que veio do impacto que formou Isack D; A densidade dos impactos de meteoros na nave validou a idade e também alguns pequenos impactos brancos na colina de Mônaco ao oeste da nave ajudaram.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Pode dar detalhes técnicos para cada material que postou no YouTube? Quero dizer, você pode distinguir entre as transmissões de TV do módulo lunar e as câmaras fotográficas durante esses vôos? Eu precisaria saber de detalhes das fotografias para todos os vídeos que você espalhou na web. Qual o significado dos números estranhos visíveis nos vídeos que às vezes lentamente sai de foco do vôo da Lua?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;Tenho respondido muitas vezes sobre isso, especialmente para os astronautas da Agência Espacial Européia (ESA). A transferência foi feita em Ruanda com codificação, e a recuperação do som não foi muito boa, mas depois se tornou melhor. Os subtítulos não são originais, os coloquei no vídeo após a transferência. Pedi para remover algumas vozes para proteger uma pessoa do controle de missão. Usávamos três câmeras de vídeo na Apollo, uma para o itinerante, chamada GTCA, isto não é o nome de uma companhia, mas uma câmera colorida Westinghouse. Todas as três câmeras de cor têm uma roda colorida, que produziu um atraso de tempo quando transmitido para a terra. Acho que poderia ser possível para uma empresa restabelecer a qualidade da imagem da TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A câmera CSM tinha um monitor preto e branco e produzia imagens estáveis e afiadas, porque o foco era visível na tela. A câmera LM tinha um visor de vidro. A câmera foi usada uma vez com o visor AGC, usando as coordenadas, eu transmiti o vídeo durante o vôo. O vídeo do vôo foi feito em gravidade zero. Eu estava na janela esquerda, na horizontal, com as pernas em volta da rede de dormir e lentes de vidro. As câmeras tinham um tubo de vidicon sensível a luz, na verdade a uma grande quantidade de luz. As marcas e números são usados para executar uma boa aterrissagem. Durante o programa 64, quando quase que na vertical, tínhamos que colocar o número 60 no lugar da aterrissagem e esperar lá minutos depois da aterrissagem. Estas marcas estão em ambas as janelas, você pode verificar isso no site da NASA. Por favor, no site original da NASA. Tenho uma foto de alguém que viu no filme da Apollo 13u mudando os diafragmas colocando* durante as transmisso controle de miss de misstados ao nariz. e a marca tinha uma inclinação num ângulo especial. Se der uma olhada, você terá uma idéia da minha posição precisa durante a seqüência.&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Como conseguiu nesses anos as cópias das fotografias da missão?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. –&lt;/b&gt; Um dia, alguém que conheço me disse que era o encarregado de manter a segurança ao redor de um container. Uma construção havia sido destruída, e arquivos teriam de ser queimados por uma tocha de plasma. O container estava cheio de coisas interessantes durante esses dias. Como o ser humano é naturalmente curioso, as pessoas encarregadas da segurança entraram no container. Meu amigo pegou uma filmadora de vídeo, um par de pratos de 16 mm, caixas de papel B/W e dois ampliadores. Ele me contatou para vender o papel novo, e foi como descobri as outras coisas. Já havia visto algumas fotos antes, 11*16 e as fotos eram violeta/azul, fotografias RC antigas, assisti aos vídeos, não eram tarefas empresariais, coloquei-os em segurança, a única coisa importante para mim eram as folhas de papel BW. Isso foi há 15 anos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Você já encontrou alguma vez o senhor Clark McClelland, engenheiro formado da NASA que perdeu seu emprego alguns anos atrás por causa do que ele descobriu na KSC (suponho corpos alienígenas ou objetos do espaço)?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. –&lt;/b&gt; Os documentos podem estar na KSC, mas corpos ou nave alienígena eu acho que não.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Você mencionou em uma carta formal as iniciais C.M e M. Quem são eles?&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;C.M é o website oficial dos oceanos da NASA&lt;em&gt; [&lt;/em&gt;&lt;a href="http://oceancolor.gsfc.nasa.gov/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;http://oceancolor.gsfc.nasa.gov/&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;]; &lt;/em&gt;M. também. A.M é a coordenada 508 . No momento eu só tenho as cartas que troco com o centro espacial Johnson. Penso que há um momento de pânico desde 18 de maio. Cheque a coordenada 508 na ferramenta de busca da NASA. A declaração 508 é uma maneira de empurrar a NASA para um material secreto. Esperei uma reação. É parte da minha estratégia. A NASA tem o direito de me bloquear se eu baixar informações não autorizadas. Se eles explicarem por que me bloquearam, eles reconhecem que os vídeos podem ser obtidos através deles. Se eu os processo por violação da declaração 508, eles serão forçados a provar que baixei um material não autorizado, mas isso não é o caso, nunca vou em frente no site da NASA. Desde 18 de maio, não tenho uma resposta precisa, tenho que esperar por uma decisão das sedes. Até mesmo como um cidadão Italiano você tem o direito de pedir material de uma agencia federal como a NASA, veja a declaração 508 no link&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.section508.nasa.gov/" target="_blank"&gt;http://www.section508.nasa.gov/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;L. S. –&lt;/b&gt; &lt;em&gt;Você não tem medo da reação do governo americano? E por que falou sobre a data de setembro de 2007, quando a NASA e USAF, segundo você, serão forçadas a contar toda a história antes deste dia? O que significa e quem é sua “garganta profunda”? Em um recente encontro entre nós, você falou sobre o ano de 2012, você disse “em 2012 os fracos morrerão e o governo quer dar uma mordida na herança deles, todos tem que estar preparados para 2012”. Há alguma conexão com o retorno do “planeta X” (o ancião Nibiru, adorado pelos sumerianos na mesopotâmia?) O que soube sobre isso? &lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;W. R. – &lt;/b&gt;Eu estou na garganta profunda. O que a NASA e a USAF podem fazer agora? Bloquear-me e processar-me seria um reconhecimento. Eles podem falar de brincadeira ou ficção. O único medo que tenho é que eles poderiam abrir um site ou outra conta com meu nome ou colocar vídeos falsos quase perfeitos com erros voluntários para desinformar (causar confusão). Felizmente, a burocracia e o tempo trabalham a meu favor. É uma corrida. Por isso que a idéia de colocar os arquivos de Leonov é uma idéia boa, sem mais controvérsias. Não há fotografias do Leonov, nenhum vídeo dele neste período na LM ou na base da NASA e USAF. Isto relacionado é inimaginável como versão oficial. Sou apaixonado pelo período Sumeriano, da gênese, relatado pelos Sumerianos. Eles explicam claramente como Deus criou o homem. Mas não tenho nenhuma indicação da cosmologia Sumeriana.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Tem uma questão que você não me perguntou e estou sempre surpreso porque ninguém a faz. Por que é necessário esconder os UFOs? Por que desinformação? Por que colocar tudo isso debaixo de um carpete? Isto é uma pergunta de economia. Todas as moedas na terra são baseadas no valor do ouro. Muitos cidadãos não sabem disso, mas o ouro é um metal extraterrestre que vem da morte de uma estrela. Quando uma estrela está morrendo e a sua massa esta crescendo, seus átomos estão comprimidos, e quando a estrela explode, ela espalha grandes quantidades de ouro novo no sistema solar. Por isso que o ouro não é um mineral para negociar, mas sim um metal perfeito de carbono grátis. Isto significa que a substancia mais comum no universo não vale mais que um pedaço de plástico. &lt;em&gt;Isto seria suficiente para derrubar todas as moedas do mundo. Imagine também que um EBE dissesse que “o café tem um ótimo gosto, raro nesta galáxia”. Só a perspectiva de comercializar o café através do universo deslocaria o poder econômico para os países do sul em um dia. Veja, não é problema de pânico, mas simplesmente um problema de economia.&lt;/em&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;strong&gt;Texto de Luca Scantamburlo&lt;/strong&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tradução de Danilo Ricardo, da Equipe UFO&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-7a203a8343615164" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zdIgoYBPe-mn2jvmKtL1qY6hviI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zdIgoYBPe-mn2jvmKtL1qY6hviI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zdIgoYBPe-mn2jvmKtL1qY6hviI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zdIgoYBPe-mn2jvmKtL1qY6hviI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/C_4VuHISUpc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/1941976754797109039/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=1941976754797109039&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/1941976754797109039?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/1941976754797109039?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/C_4VuHISUpc/entrevista-polmica-de-um-ex-astronauta.html" title="Entrevista polêmica de um ex-astronauta da Nasa!" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGm-7DGoKuI/AAAAAAAAAKQ/aadtjbhAKBU/s72-c/figura17.gif" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2008/06/entrevista-polmica-de-um-ex-astronauta.html</feedburner:origLink><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="enclosure" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~5/EBBP9Nyu9_4/video-play.mp4" length="0" type="video/mp4" /><feedburner:origEnclosureLink>http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=7a203a8343615164&amp;type=video%2Fmp4</feedburner:origEnclosureLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMDRn84eCp7ImA9WxdWE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-7310456284129345565</id><published>2008-06-29T06:22:00.001-03:00</published><updated>2008-07-05T22:24:37.130-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-07-05T22:24:37.130-03:00</app:edited><title>Rio Narada!</title><content type="html">&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-size:16;color:red;"  &gt;Sensacional descoberta na Rússia mostra &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-size:16;color:red;"  &gt;objetos &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-size:16;color:red;"  &gt;de 20 mil anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;A despeito do inte&lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGdWOo7F9wI/AAAAAAAAAJs/Anb5yTExiiA/s1600-h/nano.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 315px; height: 175px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGdWOo7F9wI/AAAAAAAAAJs/Anb5yTExiiA/s320/nano.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217233502835439362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;nso trabalho dos ufólogos, a grande interrogação da Humanidade ainda consiste em saber se estamos mesmo sendo visitados por seres de outros planetas. Essa questão, no entanto, já não se sustenta mais desde que se passou a encontrar nos mais diversos locais da Terra vestígios e artefatos tecnologicamente avançados e absolutamente incompatíveis com o estágio de desenvolvimento de nossos antepassados. Isso é uma clara indicação de que 'alguém mais' deixou tais evidências em nosso meio. A descoberta de artefatos que tiveram sua remota idade determinada e sua estrutura examinada já consta com abundância dos anais da Ciência, que ainda refuta em explicar apropriadamente suas origens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" alt="" style="'position:absolute;" allowoverlap="f"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\Luiz\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image001.jpg" title="russia1"&gt;  &lt;w:wrap type="square"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Recentemente, novas e surpreendentes descobertas sacudiram o meio científico, quando vários micro-objetos foram encontrados em depósitos geológicos nas montanhas Urais, na Rússia. Quem examinou tais peças garante que foram deixados naquele local por seres não terrestres, já que esses jamais poderiam dispor da tecnologia necessária para produzi-los à época. A natureza destes objetos e sua utilidade podem apenas ser especulados, mas há estudiosos que já os associam a procedimentos de manipulação genética feitos por alienígenas há milhões de anos atrás, que culminaram com a criação da raça humana. Especulações à parte, no entanto, o fato é que não há explicação para os achados senão a tese extraterrestre.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="color: rgb(255, 255, 0); font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(255, 255, 0); font-weight: bold;" class="MsoBodyTextIndent"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;A descoberta foi feita po&lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGdXGGiNt9I/AAAAAAAAAJ0/eXqJMew6lDM/s1600-h/russcrew3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 251px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGdXGGiNt9I/AAAAAAAAAJ0/eXqJMew6lDM/s320/russcrew3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5217234455676958674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;r garimpeiros no pequeno Rio Narada entre os anos de 1992 e 1993, a leste das montanhas Urais. Os estranhos objetos tinham em sua maioria formato de espiral, com tamanhos que variavam de 3,0 cm até a medida microscópica de 0.003 mm. Esses inexplicáveis artefatos também têm sido encontrados aos milhares em vários locais próximos aos rios Kozhim e Balbanyu, que têm entre 3 e 12m de profundidade. Os espirais são compostos por vários metais: as peças maiores são feitas de cobre, enquanto os médios e pequenos são de tungstênio e molibdênio, elementos muito raros. O tungstênio tem elevado número atômico e muito denso, com o ponto de fusão de 3.410º C. É utilizado principalmente para o endurecimento de certos tipos de aço e na fabricação de filamentos de lâmpadas incandescentes.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; color: rgb(255, 255, 0); font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1027" type="#_x0000_t75" style="'position:absolute;left:0;"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\DOCUME~1\Luiz\CONFIG~1\Temp\msohtml1\01\clip_image005.jpg" title="russcrew3"&gt;  &lt;w:wrap type="square"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; molibdênio também tem alta densidade e um respeitável ponto de fusão, de 2.650º C, mas é principalmente usado hoje na fabricação de armas de grande porte e tanques de guerra. O metal também pode ser empregado no processo de endurecimento do aço, pois lhe dá propriedades anti-corrosivas. Tanto no caso de um quanto no do outro elemento, estamos diante de um mistério cada vez maior: ambos tiveram sua manipulação conhecida dos seres humanos apenas há poucas décadas.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; color: rgb(255, 255, 0); font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; color: rgb(255, 255, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;J&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;amais poderiam ter sido usados na construção de artefatos há mais do que um século e meio - enquanto os achados do Rio Narada são centenas de vezes mais velhos. Todos os testes realizados deram aos objetos idades entre 20 mil e 318 mil anos, dependendo da profundidade e da situação do local onde foram encontrados. &lt;/span&gt;&lt;o:p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: left; color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;No momento, os enigmáticos objetos estão sendo investigados pela Academia Russa de Ciências, em suas seções de Syktyvka, Moscou, em São Petersburgo. O Instituto de Ciências de Helsinque, na Finlândia, também se empenha em descobrir sua origem. As conclusões parciais dos cientistas é de que as peças são obviamente produto de uma inexplicável e elevadíssima tecnologia. Eles demonstram ter sido produzidos com um notável controle dos elementos utilizados, conforme se observa em microscópios eletrônicos e óticos. Objetos de sua conformidade e tamanho são conhecidos, hoje em dia, como 'nano máquinas' e são empregados na indústria da informática e de Medicina de ponta. A tecnologia necessária à construção de objetos deste tamanho ainda é muito recente para nós, mas existem estudos para empregá-los das mais diversas formas. De qualquer modo, se já se sabem tantos dados sobre as descobertas nos Urais, por outro lado só podemos conjeturar sobre quais seriam seus propósitos.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-7310456284129345565?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jTGbL_8sFkD41uHCoIhyBAxeC1g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jTGbL_8sFkD41uHCoIhyBAxeC1g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jTGbL_8sFkD41uHCoIhyBAxeC1g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jTGbL_8sFkD41uHCoIhyBAxeC1g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~4/rmv91VVfWwg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://lcs2805.blogspot.com/feeds/7310456284129345565/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=268690622035592332&amp;postID=7310456284129345565&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/7310456284129345565?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/268690622035592332/posts/default/7310456284129345565?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/VERITASEvidensNonEstProbanda/~3/rmv91VVfWwg/rio-narada.html" title="Rio Narada!" /><author><name>Mistérios, fatos e mitos</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SMf7ym47RpI/AAAAAAAAALY/hrs1RyOi9z4/S220/PhotoFunia_afba.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_nFJRi3uiBGU/SGdWOo7F9wI/AAAAAAAAAJs/Anb5yTExiiA/s72-c/nano.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://lcs2805.blogspot.com/2008/06/rio-narada.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0YFQH09fyp7ImA9WxdXGEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-268690622035592332.post-8881527287494319196</id><published>2008-06-29T06:14:00.001-03:00</published><updated>2008-07-01T01:05:11.367-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-07-01T01:05:11.367-03:00</app:edited><title>A Noite Oficial dos Ovnis no Brasil!</title><content type="html">&lt;p style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:24;"  &gt;A Noite Oficial dos OVNIs&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Na noite de 19 para 20 de maio de 1986, aconteceu um fato sobre o sudeste brasileiro que, se revelado em sua totalidade, poderia significar a definitiva prova no sentido de que muitos dos misteriosos objetos avistados nos céus de todo o mundo são naves alienígenas nos visitando. Naquela noite, de acordo com autoridades da Aeronáutica brasileira, 21 ovnis foram captados pelos radares sobre a região de São José dos Campos, ocasionando um alarma com o consequente acionamento de caças da Força Aérea Brasileira para tentar interceptar os intrusos, sem sucesso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Tudo começou por volta de 19:30 h do dia 19, quando começaram a ser observados objetos desconhecidos nas proximidades do aeroporto de São José dos Campos, SP. As vinte horas, os radares de São Paulo e do Cindacta de Brasília confirmavam a presença de oito objetos sobre a cidade. As 21:00 h, o avião Xingu trazendo a bordo o então presidente da Petrobrás, coronel Ozires Silva, recebe uma comunicação de Brasília para que observassem alguns pontos detectados pelo radar, e efetivamente a tripulação e o coronel puderam observar objetos luminosos de intenso brilho e de cor alaranjada. Tentaram aproximar-se dos mesmos para identificação, sem sucesso. O comandante Alcir Pereira da Silva, co-piloto do Xingu, disse que o ovni parecia uma estrela bem luminosa, voava a grande velocidade e a seguir desapareceu instantaneamente, mas que havia sido detectado pelo radar de sua aeronave.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;As 22:23 h decola da Base Aérea de Santa Cruz o caça F-5 pilotado pelo tenente Kleber tomando a direção de São José dos Campos, onde havia sido detectado um grande objeto acompanhado por outros menores. O radar de Anápolis detectou as 22:45 h os intrusos e um Mirage com o capitão Viriato a bordo levanta vôo, seguido as 22:50 pelo segundo Mirage, do capitão Freitas. As 23:15 h o tenente Kleber começa a perseguição a bolas de luz com que havia feito contato visual. O F-5 do capitão Jordão decolou as 23:17, e o Mirage do capitão Rosemberg as 23:36. O desaparecimento dos objetos foi reportado as 1:45 h, após os aviões terem sido chamados de volta a suas bases.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Na histórica coletiva de imprensa do dia seguinte, comandada pelo então ministro da aeronáutica, brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, os pilotos puderam relatar suas experiências. O tenente Kleber disse haver tido um contato visual e com o radar de bordo com um objeto distante 12 milhas a sua frente, distância confirmada pelo radar de solo. A cor predominante do objeto era branca, e deslocava-se da esquerda para a direita, para depois subir. A cor depois variou para verde, vermelha e azul, e o ovni estava a dez mil metros de altura e sua velocidade era superior a 1.000 km/h. O tenente disse que sofreu interferência nos instrumentos de bordo e seguiu o objeto até 200 milhas sobre o Atlântico, sem conseguir identificar nem se aproximar do ovni.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;O capitão Jordão reportou mais de dez contatos por radar a vinte milhas de distância quando se aproximava de São José. O controle de solo foi informando a aproximação dos mesmos, e subitamente havia 13 objetos duas milhas atrás de seu caça, 6 a direita e 7 do lado esquerdo. O capitão tentou um looping para ficar atrás dos ovnis, mas estes acompanharam sua manobra.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Viajando a 1.350 km/h, o capitão Viriato aproximou-se até seis milhas de um dos objetos, que voava em ziguezague, movimento acompanhado tanto visualmente quanto pelo radar. Subitamente o objeto desapareceu. O capitão também acompanhou a incrível manobra de um dos objetos, acelerando subitamente e desaparecendo em instantes. Ele afirmou que os instrumentos mostravam que o ovni havia alcançado em instantes uma velocidade de Mach 15, 15 vezes superior a do som. A isso o major brigadeiro do ar Sócrates Monteiro acrescentou que casos assim eram reportados desde anos antes, e que a FAB havia filmado todo o evento. Também disse que os objetos passavam de 250 para 1.500 km/h em frações de segundo. A isso somam-se as palavras do major aviador Ney Antônio Cerqueira, chefe do Centro de Operação de Defesa Aérea, que afirmou que as fitas com as comunicações entre pilotos e controladores de Brasília, São Paulo e Anápolis, mais os relatórios dos pilotos, seriam estudados para conclusões posteriores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;O ministro Moreira Lima disse na coletiva que o céu naquela noite encontrava-se limpo, e descartou qualquer possibilidade de guerra eletrônica ou defeito no equipamento. Afirmou que entre as 20 horas de 19/5 e 1 hora de 20/5, pelo menos vinte objetos foram detectados pelos radares, saturando-os e interrompendo o tráfego sobre o sudeste. O prometido relatório nunca foi divulgado, mas alguns detalhes do evento chegaram ao conhecimento público. Mais de cinquenta radares em todo o território brasileiro comprovaram o fato. Acontecia por vezes de os pilotos não observarem nada e o radar acusar a presença dos ovnis, dali a pouco a situação se invertia. Os ovnis alternavam a velocidade e a direção com incrível rapidez, ficando estacionários e subitamente disparando a 3.600 km/h, fazendo curvas em ângulo reto e parando subitamente. Oito objetos ficaram parados por duas horas sobre o aeroporto de São José dos Campos, nenhum dos intrusos deixava rastros de sua trajetória, nem tampouco provocava o típico estrondo quando da quebra da barreira do som, e em nenhum momento exibiram qualquer sinal de hostilidade. Moreira Lima acrescentou ser difícil para a FAB falar sobre a possibilidade da presença de artefatos de origem extraterrestre, e que uma comissão iria investigar o assunto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Deve ser salientada a lamentável atitude dos assim chamados homens da ciência, que nos dias imediatamente posteriores a esses eventos elaboraram uma lista de estapafúrdias explicações, que após uma ligeira análise revelaram-se como torpes tentativas de confundir e talvez lançar a confusão sobre o evento, dificultando a busca pela verdade. Capitaneados pelo conhecido astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, falaram desde espionagem por parte de algum outro país até em miragens dos radares ou meteoros. O senhor Mourão já era, na ocasião, velho conhecido da Ufologia brasileira, em grande parte devido a confusão que provocou quando do incidente do vôo 169 da Vasp e sua principal testemunha, o comandante Gérson Maciel de Brito. Em maio de 1986 o dito cientista fez mais uma das suas, alegando que eram meteoros que acompanhavam a trajetória do cometa Halley.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;O que esse senhor e seus companheiros fizeram foi na verdade achincalhar com a competência e o preparo de nossa Força Aérea, que em uma atitude poucas vezes vista abriu um histórico precedente para falar abertamente de um dos mais extraordinários casos de contato com ovnis, ignorando que do preparo de controladores de radar dependem as vidas de milhares de pessoas no Brasil todos os dias, e zombando dos anos de treinamento necessários para formar um piloto de caça. Sem falar de sua completa ignorância e falta de vontade em se informar apenas minimamente sobre os eventos daquela noite. A mais ninguém pode impressionar o fato de que o prometido relatório nunca veio a público...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Anos depois, em 1997, o brigadeiro Moreira Lima concedeu entrevista a uma rede de televisão e a revista UFO. Questionado, negou categoricamente a possibilidade de os eventos estarem ligados a algum fenômeno eletromagnético, ou mesmo haverem sido causados por qualquer aeronave conhecida, devido as características de vôo apresentadas pelos ovnis. Confirmou haver alertado o então presidente José Sarney a respeito dos eventos que se desenrolavam nos céus do Brasil, e afirmou estar convencido da existência de outras civilizações no Cosmo. Quanto a um contato com nossos visitantes, o brigadeiro afirmou que ainda existem pessoas despreparadas para tal acontecimento, mas que boa parte da Humanidade já está em condições para manter um contato direto com extraterrestres. Moreira Lima ainda acrescentou que em sua opinião um contato entre a Humanidade terrestre e uma civilização alienígena acontecerá dentro das próximas décadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;No ano de 1999 o caso, já conhecido como a Noite Oficial dos Ufos, foi novamente tema de um conhecido programa dominical da maior emissora de televisão do país. Foi discutido novamente o Caso do Vôo 169 com as presenças dos comandantes Brito e Pravato, este último no vôo Transbrasil que igualmente testemunhou o ovni, e confirmou as observações de Brito. Este descreveu o objeto em sua maior aproximação naquele histórico 1982 como semelhante a dois pratos superpostos, e estimou suas dimensões como superiores a dois aviões Jumbo. O programa ainda salientou as contradições do senhor Ronaldo Mourão, que chegou a fazer um vôo na mesma rota tentando provar que as testemunhas haviam visto o planeta Vênus. Essa fútil tentativa não deu em nada, quando ficou provado que um comandante com a experiência de Brito jamais se confundiria, e além do mais o dito cientista ignorou por completo o testemunho do comandante, em nova tentativa de confundir e denegrir a pesquisa ufológica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Quanto aos eventos de maio de 1986, o brigadeiro Moreira Lima afirmou que a coletiva foi motivada por um vazamento de informações sobre os eventos, e segundo ele havia a vontade de explicá-los a fim de evitar qualquer má interpretação, como ameaças ao país. Não se descobriu como originou-se o vazamento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Os pilotos Kleber e Viriato, atualmente na aviação civil, confirmaram suas observações na época. Viriato, encaminhando-se para sua aeronave naquela noite, reparou que a mesma estava sendo municiada e armada com mísseis. Mais tarde conseguiu aproximar-se até 6 milhas de um dos ovnis, antes que o mesmo acelerasse subitamente para em instantes colocar-se a mais de 20 milhas de seu caça. Viriato afirmou que o radar de Brasília confirmou que o objeto havia atingido naquele curto intervalo uma velocidade de mach 15. Kleber acrescentou que de acordo com suas impressões e o sinal de seu radar de bordo (no qual sofrera alguma interferência, que chegou a atingir outros instrumentos), o contato que perseguia tinha um tamanho equivalente a envergadura de um Jumbo, ao redor de 60 metros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Douglas Avedikian atualmente é um consultor aeronáutico, mas em maio de 1986 era controlador do Cindacta em Brasília, e afirmou categoricamente que os eventos daquela noite foram reais. Casos assim, segundo ele, sempre ocorreram, e após a Noite Oficial todos haviam recebido uma orientação enfática dos superiores para que não comentassem tais acontecimentos com ninguém, por uma questão de segurança nacional. Ele acrescentou que seu desligamento da Força Aérea o motivara a revelar tais informações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Decorridos 14 anos desses extraordinários eventos, podemos chegar a várias conclusões. É fora de dúvida que algo de enormes e inimagináveis proporções aconteceu na noite de 19 e 20 de maio de 1986, e que esse "algo" não era nem um fenômeno natural, nem tampouco produzido por tecnologia terrestre conhecida. O óbvio comportamento inteligente dos objetos, perseguindo, acompanhando e evitando com manobras nossos aviões, exclui a primeira hipótese. Quanto a se tratar de aeronaves terrestres fazendo algum tipo de reconhecimento, as claras complicações diplomáticas que ocorreriam se fosse descoberta a nacionalidade dos intrusos tornam a hipótese absurda, para além do que diversos países poderiam servir-se de satélites para esse fim, com muito menos recursos e riscos. Sem falar no comportamento descrito pelos pilotos e comprovado pelos radares de bordo e de terra, que mostra ser impossível reproduzir tais efeitos com nossa tecnologia atual. Assim, mesmo em nosso atual estágio de conhecimento dos fatos, sem ter a disposição o farto material que certamente a FAB obteve na ocasião, a hipótese extraterrestre acaba sendo a mais lógica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;É função das Forças Armadas proteger a integridade da nação, garantindo seu normal funcionamento contra qualquer ameaça provinda de dentro ou fora de nossas fronteiras. É óbvio que seria de uma irresponsabilidade flagrante a FAB admitir abertamente a ocorrência de certos eventos, nos quais intrusos vindos não se sabe de onde invadem nosso espaço aéreo, fazem o que bem entendem, muitas vezes voando em rotas comerciais altamente movimentadas e pior, causando interferência em sistemas de bordo vitais para a segurança de passageiros sem que nada possa ser feito. O que se deseja discutir é até que ponto informações como as contidas neste texto devem ser protegidas, se as mesmas podem abrir caminho a descobertas científicas de alcance mundial sem precendente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;A nefasta intervenção de pessoas como o senhor Mourão, que deveriam por obrigação profissional e até por uma questão de ética científica estar abertos para analisar os fatos antes de emitir qualquer opinião, com absoluta certeza foi a responsável em maio de 1986 pelo fato de o prometido relatório a respeito dos eventos não haver sido liberado para o público. Com suas absurdas afirmações, esses indivíduos ridicularizaram e fizeram pouco de uma das mais louváveis e históricas atitudes de uma autoridade militar, que veio a público apresentar e discutir os fatos com uma abertura sem precedentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Mas esses episódios menores com certeza não apagam os históricos fatos de maio de 1986, nem a atitude honesta e corajosa dos protagonistas, em especial do então ministro brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima. Graças a sua correção, coragem e honestidade impecáveis, pudemos conhecer alguns dos fatos de um dos mais extraordinários casos de contato ufológico de todos os tempos. Resta-nos aguardar que as autoridades da Aeronáutica se conscientizem para a necessidade de um aprofundamento e maior abertura das discussões a respeito do assunto, pois a casuística nos mostra que os contatos e avistamentos multiplicam-se em todo mundo. Se um intenso debate e troca de idéias fosse estabelecido, com os pesquisadores de nossa riquíssima Ufologia tendo acesso a todos os documentos, gravações e imagens a respeito desse único caso, com certeza o Brasil se veria em situação única no mundo, pois então passaria a História como o país que provou a procedência extraterrestre de nossos visitantes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;color:black;"  &gt;Renato A. Azevedo(co-editor da EBE-ET Newsletter e membro da EBE-ET/SP)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-8881527287494319196?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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No dia 13 de outubro de 1917, cerca de 70 mil pessoas presenciaram um fenômeno que foi considerado como uma manifestação do poder de Deus. Naquele dia estava chovendo e, de repente, o Sol surgiu no céu. O que pareceu ser um disco achatado, com um contorno nitidamente definido e um brilho mutante, apareceu entre as nuvens e em seguida começou a fazer manobras com crescente velocidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;Este estranho fenômeno teve uma preparação nos anos anteriores, sob forma de esparsos sinais no céu. Em todos os casos, três crianças foram os epicentros dos fatos que acabaram por ter um belo contato com uma entidade cósmica, imediatamente aclamada pela igreja como a Virgem Maria - crença mantida e incentivada até hoje entre seus fiéis. Lúcia de Jesus e os irmãos Francisco e Jacinta Marto, respectivamente com 10, 9 e 7 anos à época, foram os protagonistas dos contatos com algo inusitado, num total de seis encontros, sempre no mesmo dia e hora ao longo de seis meses. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;Segundo historiadores católicos, a personagem celeste teria feito aos jovens revelações a respeito de nosso mundo. Eram mensagens destinadas a toda à Humanidade, mas desde o princípio dos fatos a Igreja Católica apoderou-se e monopolizou as informações, julgando o que deveria ou não ser divulgado. Foi também a responsável pela santificação do evento e geração da difundida imagem religiosa, transformando esse episódio numa manifestação divina a serviço de sua própria crença. Historiadores até hoje reclamam do procedimento do Vaticano, que não tinha o direito de reter as verdadeiras informações sobre o caso para sempre. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;Alegam que seres ascensos não pertencem à religião alguma e que não trabalham em função de crenças ou dogmas. Dizem que sua manifestação deveria ser mantida isenta, assim como suas mensagens inalteradas. Tanto é verdade que os contatos com entidades semelhantes - noutros casos também chamadas de Virgem Maria - continuaram por todas as partes do mundo, repetindo o que já fora dito aos meninos portugueses. Em particular, intensificaram-se nas últimas décadas as ocorrências marianas de Medjugorje, na destruída Iugoslávia. Segundo alguns contatados, como o estigmatizado italiano Giorgio Bongiovanni, o teor da terceira e derradeira mensagem de Fátima eram de alerta quanto ao futuro da Humanidade e de incentivo à procura de uma trilha espiritual para o ser humano. Hoje sabemos que a aparição portuguesa foi um contato de quinto grau com uma entidade extraterrestre, envolvendo manifestações para normais e psíquicas, além de efeitos físicos típicos de ocorrências ufológicas. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;&lt;img src="http://www.cubbrasil.net/images/fat3.jpg" alt="" height="223" width="172" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;Para aprofundarmos a questão, basta examinar evidências existentes dentro da própria literatura católica, publicadas no livro Fátima, de Icilio Felici, em 1943. Eis o que podemos extrair da versão dogmática do fato, quando de seu prenúncio, ainda em 1915: "Tendo-se posto a rezar o terço, depois da merenda habitual, [As crianças] viram de improviso, suspensa no ar, sobre o arvoredo do vale que se estendia aos pés, uma estranha figura branca, e continuaram a rezar maquinalmente, com olhos fitos no branco fantasma luzente, espiando-lhe os movimentos até que, acabada a oração, não a viram mais." Em 1916 veio a primeira aproximação de fato, também descrita por Felici: "Desta vez [O objeto] não estava parado e movia-se como que impelido pelo vento, em direção a eles, e à proporção que se avizinhava o distinguiam-se cada vez mais feições que eram as de um jovem dos seus quinze anos, de sobre-humana beleza. O ser disse: 'Não tenhais medo! Eu sou o Anjo da Paz'." Extraordinária beleza, aparência humana e aspecto luminoso - esta é uma descrição típica da casuística de contatos elevados, onde com freqüência surgem seres que se apresentam em paz. Note-se que tais visitantes somente agora, em nossos dias, começaram a se identificar dessa forma, devido a termos hoje maiores condições para compreendê-los. O termo 'anjo' tem sido largamente usado e tornou-se de fácil compreensão para aludir uma categoria de vida em estágio superior ao nosso.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;Passada a fase preparatória, em 1917 iniciaram-se os contatos principais. O local escolhido, distante uns três km de Fátima, foi a Cova de Iria, um pequeno vale de 500 m de diâmetro. Era 13 de maio e as crianças pastoreavam seu rebanho quando tudo começou. "De repente se sentiram ofuscadas por um relâmpago que parecia ter sulcado, fulmíneo, o horizonte. Não havia nuvem sequer sobre uma azinheira [Tipo de árvore] de pouco mais de um metro, onde apareceu uma jovem senhora de sublime beleza, mais resplandecente que o Sol, e disse: 'Eu sou do céu'." A Ufologia está repleta de seres fulgurantes e belos, descritos nas mais diversas fases de nossa História como vindos do céu. Alguns chegaram a passar algum tipo de mensagem à Humanidade, como é o caso de Fátima. Nesta ocasião, tal mensagem girou em torno dos erros dos seres humanos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;&lt;img src="http://www.cubbrasil.net/images/fat1.jpg" alt="" height="240" width="298" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;A estranha figura marcou novos encontros com as crianças, para os próximos meses. Ao partir, demonstrou suas habilidades não terrestres, ainda na narrativa de Felici: "Das suas mãos abertas se irradiou uma luz misteriosa (...) e começou a elevar-se serenamente, sem mover os pés, até desaparecer na luz ofuscante do Sol." Como sabemos, os extraterrestres manipulam altíssimos níveis de energia e o controle da luz é sua marca registrada, fazendo dela o que bem querem. Muitas vezes, tripulantes de Ufos - ufonautas - são vistos portando um pequeno globo luminoso nas mãos, como foi descrito pelas crianças de Fátima, logo imaginado como o 'sagrado coração de Maria. ' Aparentemente, tais globos de luz têm alguma relação com o transporte ou locomoção dos seres em nosso ambiente, quando estão fora de suas naves. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;Após essa aparição instalou-se uma grande polêmica entre crentes e céticos sobre a Virgem Maria. Lúcia passou a sofrer muitas pressões da família e do clero local, que duvidavam do fato. Assim, chateada, resolveu não mais ir aos encontros. Entretanto, apesar de ter decidido permanecer em sua casa, um dia sentiu-se impelida por uma força irresistível a mover-se e caminhar em direção ao local dos fatos. Isso é de certa forma comum aos contatados por Ufos, que têm revelado inúmeras vezes receberem uma espécie de chamado telepático. Em alguns casos este chamado chega a indicar este ou aquele caminho a seguir para que haja o encontro com seus abdutores. Tendo chegado ao local, a jovem manteve novamente o contato, apesar de que outras pessoas presentes nada viram da suposta Virgem. Todos, porém, tinham podido observar uma nuvenzinha branca que pousou sobre a azinheira, acompanhada de um acentuado abaixamento da luz solar.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;Na interpretação dos ufólogos que pesquisam este tipo de ocorrência, surgiu neste momento algum engenho extraterrestre sobre Fátima, na forma do que foi considerada uma nuvem. Esta pousou e interferia na luz solar, caracterizando a presença e atuação de um campo eletromagnético que reduz o espectro luminoso. Durante estes fatos, e principalmente depois deles, as crianças sofreram diversas perseguições e maus-tratos de autoridades portuguesas e religiosas, sendo forçadas a desmentir o ocorrido. Chegaram a ficar presas numa das datas preestabelecidas para um novo contato. Nesse dia, diz a narrativa de Felici, “... ouviu-se o ribombo de um trovão, (...) e perto da azinheira surgiu uma cândida nuvem luminosa. Alguns instantes depois a nuvem desapareceu.”.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;Apesar da clausura e perseguição, Lúcia esclareceu alguns detalhes do objeto que viram: "O relâmpago de que tanto se falava, não era nada além do clarão de uma luz que se aproximava pouco a pouco." Sabemos de outras fontes que o objeto fora observado aproximando-se de longe, pousando, aguardando uns instantes e voltando pelo mesmo trajeto, não havendo nenhuma súbita aparição ou desaparição. Temos também sinais sonoros assim descritos "como que o estouro de um foguete.”. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;&lt;img src="http://www.cubbrasil.net/images/fat2.jpg" alt="" height="254" width="335" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;Há uma outra narrativa interessante dos fatos verificados em Fátima: "E eis que o Sol começou a escurecer e um globo luminoso apareceu, movendo-se do oriente para ocidente e prosseguindo com majestosa lentidão através do espaço. O céu está límpido, sem mancha de nuvens e somente aquele globo soberano o sulcava!" Nesse relato, datado à época dos fatos, já há a clara citação de um globo luminoso do tipo sonda - daquelas que hoje cansamos de filmar - e não mais de uma nuvem. E prossegue a narrativa: "Durante o colóquio, a atmosfera se tingia de um colorido amarelado e uma auréola branca envolvia os videntes." Essa espécie de névoa é comum ao redor de Ufos observados em todo o mundo e é considerada como uma espécie de camuflagem proposital, ou ainda como uma reação involuntária e inerente à interação do objeto com a atmosfera terrestre. Tentativamente, pode-se assim explicar porque outras pessoas não viam a Virgem, apesar de não descartarmos a hipótese de um processo para normal simultâneo à presença física ou semi-física do objeto. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;"Muitos tornaram a ver o globo luminoso subir todo belo na direção do Sol, por entre uma chuva, por todos gozados, de pétalas brancas, tênues como florzinhas de neve, que chegadas a pouco do solo, desapareciam." Mais uma vez estamos diante de um fenômeno comum à casuística ufológica. Ora, esse tipo de vestígio que cai ao solo durante ou após a passagem de um UFO é chamado popularmente de 'cabelo de anjo' e consiste de filamentos muito delicados que desaparecem ou se sublimam rapidamente, antes que se possa recolhê-los. Teoricamente, seriam restos de algum combustível usado no sistema de propulsão da nave, ou ainda a condensação de algum elemento da própria atmosfera, quando em contato com o UFO. Parecem muito com teias de aranha ou fiapos de algodão doce. Em fotos da época pode-se vê-los perfeitamente sobre as árvores, nada tendo de pétalas de flores. Encontros ocorridos em Fátima, o último é sem dúvida o mais prodigioso. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;De todos os e ficou conhecido como o Milagre do Sol. Aparentemente fazia-se necessário uma demonstração mais clara da veracidade dos contatos e das advertências que estavam sendo passadas à Humanidade. E assim foi feito para mais de 70 mil espectadores, de fiéis católicos a incrédulos homens de Ciência que se faziam presentes. Era 13 de outubro e chovia torrencialmente na Cova de Iria. Como das outras vezes, a tal jovem senhora apareceu e continuou suas revelações, finalizando o ciclo de mensagens. Lúcia pediu que todos olhassem para o céu, quando viram a chuva cessar de repente. "As nuvens se rasgaram e o disco solar apareceu como uma lua de prata a girar vertiginosamente sobre si mesmo, semelhante a uma roda de fogo e projetando em todas as direções feixes de luz amarela, verde, vermelha, azul e roxa, que pintavam as nuvens do céu, as árvores e a multidão imensa." E ainda repetiu-se tudo isso mais duas vezes, em seguida. &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 153);" class="style45"&gt;Num dado momento do belíssimo espetáculo, conta a História, todos tiveram a sensação de que o Sol se desprendia do firmamento e caía sobre os presentes. "Todos reconheceram que era um sinal dos céus e apalparam as roupas que ainda há pouco estavam encharcadas, verificando que agora estavam completamente enxutas," narra ainda o historiador Felici. Quanto a estes detalhes da ocorrência temos que considerar vários pontos. É evidente, em primeiro lugar, que o Sol verdadeiro não poderia ter se movido, senão teríamos sido arrancados da órbita terrestre ou queimados por sua brusca aproximação. Igualmente, qualquer anomalia solar teria sido registrada pelos observatórios astronômicos, mesmo àquela época.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="style45"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);"&gt;Portanto o 'milagre' foi na verdade um fenômeno local restrito à pequena Fátima. A expressão "disco solar como uma lua de prata" dispensa interpretação. Localizaram-se testemunhas em cidades vizinhas que viram um estranho objeto fazendo movimentos oscilatórios irregulares, descendo e subindo. A súbita secagem das roupas demonstra uma forte irradiação térmica ou de microondas, numa descarga controlada em todo o ambiente circundante. E assim se explica o chamado Milagre de Fátima: nada mais, nada menos do que uma manifestação ufológica. Mas, mais que isso, foi um chamado à verdade, aos ensinamentos puros que desde sempre têm sido oferecidos por seres superiores que já passaram por este planeta. Não pediram a elaboração de rituais, santificação ou dogmas, mas ensinaram à simplicidade e pediram discernimento em nossos atos. Isso nos impele a repensar nos excessos cometidos pelas religiões.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/268690622035592332-5676755742112714873?l=lcs2805.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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