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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;A0YMSX0_fCp7ImA9WhRbF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376</id><updated>2012-02-09T03:46:28.344Z</updated><category term="Lituânia" /><category term="Malásia" /><category term="Singapura" /><category term="China" /><category term="Brasil" /><category term="Finlandia" /><category term="Uruguai" /><category term="Síria" /><category term="Palestina" /><category term="Itália" /><category term="Paraguai" /><category term="Cambodja" /><category term="Mongólia" /><category term="Vaticano" /><category term="Transiberiano" /><category term="Israel" /><category term="Marrocos" /><category term="Rússia" /><category term="Alemanha" /><category term="Argentina" /><category term="Turquia" /><category term="Viajar entre Viagens" /><category term="Jordânia" /><category term="Espanha" /><category term="Egipto" /><category term="Bulgária" /><category term="Hungria" /><category term="Expresso do Oriente" /><category term="Estonia" /><category term="Chile" /><category term="Vietname" /><category term="Grécia" /><category term="Servia" /><category term="Letónia" /><category term="Laos" /><category term="Tailândia" /><title>Viajar entre Viagens</title><subtitle type="html">Este blog destina-se a partilhar algumas das nossas aventuras... entre as verdadeiras VIAGENS!</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>147</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/ViajarEntreViagens" /><feedburner:info uri="viajarentreviagens" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>ViajarEntreViagens</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;C04AQ3k4cCp7ImA9WhRbF0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-7525994546089878514</id><published>2012-02-08T22:59:00.000Z</published><updated>2012-02-08T22:59:02.738Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-08T22:59:02.738Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Turquia" /><title>Istambul - A cidade onde oriente e ocidente se encontram.</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Chegamos à estação de Istambul por volta das sete da manhã. Mas não havia tempo a perder... &lt;br /&gt;
Apanhámos um comboio urbano e andamos para trás na mesma linha por onde tínhamos chegado, pois a penúltima estação ficava pertíssimo do nosso hotel e, assim, não seria necessário gastar dinheiro num táxi. Assim o fizemos, e passado pouco tempo já estávamos a fazer o check-in no&amp;nbsp;Med Cezir hotel. A sua localização é absolutamente fabulosa... Basta percorrer a pé umas dezenas de metros e estamos na Ayasofia Meydani, a praça entre a mesquita de Haghia Sofia e a Mesquita Azul. Foi pela primeira que começamos o nosso percurso pela capital turca. E não podia ser doutra maneira; esta mesquita é um dos grandes monumentos do mundo e, apesar de inúmeras alterações e restauros, mantém-se neste local há mais de 1400 anos!&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-A-0wuzVMmwA/TzLnEmUcBwI/AAAAAAAANNQ/ppuu5Hf9A4A/s1600/IMG_7669.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://4.bp.blogspot.com/-A-0wuzVMmwA/TzLnEmUcBwI/AAAAAAAANNQ/ppuu5Hf9A4A/s640/IMG_7669.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Inaugurado pelo imperador Justiniano em 537, no auge do império bizantino, a construção do edifício original fazia parte de um plano para tornar Constantinopla uma digna sucessora de Roma como capital do império. Durante quase 1000 anos foi a cidade mais rica da Cristandade e no seu centro ficava a igreja de Santa Sofia. &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-lU01JjKJdvI/TzLnWAbhLzI/AAAAAAAANNY/qc8GPsr2Fi8/s1600/IMG_7919.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-lU01JjKJdvI/TzLnWAbhLzI/AAAAAAAANNY/qc8GPsr2Fi8/s640/IMG_7919.jpg" width="426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Construída em torno de uma nave central, enormes colunas seguravam uma cúpula de 56m de altura. Mais tarde foram acrescentados contrafortes exteriores de modo a suportar o enorme peso da estrutura. Mas as maiores mudanças vieram após a queda de Constantinopla, em 1453, para os turcos otomanos. A igreja foi transformada em mesquita, e foram acrescentados ao longo dos anos minaretes, túmulos e fontes. Isto levou a que, actualmente, o edifício tenha uma silhueta muito peculiar, sendo que não parece uma igreja, mas também não parece uma mesquita típica. &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8SteryfxDBo/TzLn04t7mNI/AAAAAAAANNg/1-4uikGxfRQ/s1600/IMG_7743.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-8SteryfxDBo/TzLn04t7mNI/AAAAAAAANNg/1-4uikGxfRQ/s640/IMG_7743.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;No interior pouco resta do esplendor da decoração inicial, mas ainda se podem observar alguns frescos fabulosos no 1º andar, assim como nos pórticos de entrada e de saída. De resto, a imensa estrutura alberga uma estranha mistura de elementos ocidentais e árabes. O mihrab, a galeria do sultão e o minbar partilham o espaço com a praça da coroação, o local onde eram coroados os imperadores bizantinos e as grandes colunas são encimadas por medalhões com inscrições do Corão. Visitar este edifício é uma autêntica lição de história, inspirando-nos uma sensação de humildade. Só por isto, vale a pena vir a Istambul.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-BF7CfWJVea0/TzLo7g6OZ4I/AAAAAAAANNs/BmHu3P6PVx8/s1600/IMG_8082.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-BF7CfWJVea0/TzLo7g6OZ4I/AAAAAAAANNs/BmHu3P6PVx8/s640/IMG_8082.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Mas há muito mais para ver nesta cidade milenária. Logo ao lado, podemos visitar a chamada Cisterna da Basílica, uma grande cisterna subterrânea, mandada construir também por Justiniano, para satisfazer as necessidades do Grande Palácio, um vasto complexo de palácios, igrejas e espaços de diversão, ocupando a quase totalidade do actual bairro de Sultanahmet. &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0yI1FK9LmeQ/TzLqCx-P0tI/AAAAAAAANN4/xmLJnZeOooM/s1600/IMG_8279.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-0yI1FK9LmeQ/TzLqCx-P0tI/AAAAAAAANN4/xmLJnZeOooM/s640/IMG_8279.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O tecto é suportado 336 colunas, cada uma com mais de 8m, sendo ainda possível observar duas colunas que se apoiam em enormes cabeças de Medusa, um testemunho do saque dos Bizantinos a monumentos clássicos.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7X5AKAzQKgs/TzLq2YUronI/AAAAAAAANOE/LGOUMTRTUGY/s1600/IMG_8346.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-7X5AKAzQKgs/TzLq2YUronI/AAAAAAAANOE/LGOUMTRTUGY/s640/IMG_8346.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Em frente podemos visitar a enorme Mesquita Azul, assim chamada pelos azulejos azuis que decoram o seu interior, especialmente as cúpulas. Construída no séc. XVII, é um dos edifícios religiosos mais importantes do Mundo e, ao contrário de Haghia Sophia, continua a ser um local de culto em funcionamento. O que é mais difícil de escolher é o que é mais impressionante: o seu interior ricamente decorado ou o seu exterior, dominado por cúpulas e semi-cúpulas e um enorme pátio, tudo rodeado por seis minaretes. &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Qi9-eDs1uUE/TzLrxoMWovI/AAAAAAAANOQ/Ec_XNWXTYl8/s1600/IMG_8474.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-Qi9-eDs1uUE/TzLrxoMWovI/AAAAAAAANOQ/Ec_XNWXTYl8/s640/IMG_8474.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Depois deste banho de cultura, estava na hora de um banho de multidão... Estava na hora das compras! Dirigimo-nos ao Grande Bazar e ao Bazar das Especiarias. &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qlWgSpnSGuw/TzLt5HMWDrI/AAAAAAAANOc/WsEtF21AQbE/s1600/IMG_8604.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://4.bp.blogspot.com/-qlWgSpnSGuw/TzLt5HMWDrI/AAAAAAAANOc/WsEtF21AQbE/s640/IMG_8604.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O primeiro, completamente coberto,&amp;nbsp;é hoje mais dirigido para os turistas e&amp;nbsp;chega a parecer um moderno shopping, com decoração árabe! Construído logo após a tomada da cidade no séc.XV, este labirinto de ruelas e lojas continua a ser um marco inevitável de uma visita e faz parte da experiência perdermo-nos no meio da confusão. &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-heTiAaQZMTA/TzLu9FEEQSI/AAAAAAAANOo/7SbfmO174Kg/s1600/IMG_8640.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://1.bp.blogspot.com/-heTiAaQZMTA/TzLu9FEEQSI/AAAAAAAANOo/7SbfmO174Kg/s640/IMG_8640.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O segundo é mais tradicional, vendendo todo o tipo de especiarias, ervas aromáticas e outros produtos como mel e frutos secos.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-eAsX-IYazuc/TzLwQBOGKAI/AAAAAAAANO0/vfAZ2x5nQaw/s1600/SAM_4834.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-eAsX-IYazuc/TzLwQBOGKAI/AAAAAAAANO0/vfAZ2x5nQaw/s640/SAM_4834.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Era já o fim da tarde, e decidimos regressar ao hotel para descansar um pouco. Afinal de contas, era dia 31 de Janeiro e teríamos de festejar mais tarde a entrada do Ano Novo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-7525994546089878514?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8pqnyvgBck4ZjSbKuyYOF_Cm-PQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8pqnyvgBck4ZjSbKuyYOF_Cm-PQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8pqnyvgBck4ZjSbKuyYOF_Cm-PQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8pqnyvgBck4ZjSbKuyYOF_Cm-PQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/tnW64SLgUVk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/7525994546089878514/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/02/istambul-cidade-onde-oriente-e-ocidente_08.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/7525994546089878514?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/7525994546089878514?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/tnW64SLgUVk/istambul-cidade-onde-oriente-e-ocidente_08.html" title="Istambul - A cidade onde oriente e ocidente se encontram." /><author><name>Rui Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17230810265129195241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/_vEOFbwBP69s/S1TuwTaL6NI/AAAAAAAAAGQ/KsN57tDaTMk/S220/IMG_7045%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-A-0wuzVMmwA/TzLnEmUcBwI/AAAAAAAANNQ/ppuu5Hf9A4A/s72-c/IMG_7669.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/02/istambul-cidade-onde-oriente-e-ocidente_08.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0AERHcyeSp7ImA9WhRbE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-4339234569997493412</id><published>2012-02-04T20:54:00.003Z</published><updated>2012-02-04T21:08:25.991Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-04T21:08:25.991Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Turquia" /><title>Istambul - Do Mar da Mármara ao Mar Negro atravessando o estreito do Bósforo.</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O comboio percorre os carris. O Expresso do Oriente contorna&amp;nbsp;a&amp;nbsp;parte histórica de Istambul&amp;nbsp;e do lado direito vejo o nascer do sol no Mar da Mármara. Estou definitivamente no fim do continente europeu e já vejo à minha frente o Estreito de Bósforo. Mais um marco geográfico que tenciono guardar na memória e no coração. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xygayMH7cbQ/Ty2VmHAW0fI/AAAAAAAANMY/npwg0p6iTVw/s1600/IMG_9180.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://1.bp.blogspot.com/-xygayMH7cbQ/Ty2VmHAW0fI/AAAAAAAANMY/npwg0p6iTVw/s640/IMG_9180.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
A cidade de Istambul há muito que me fascinava.&amp;nbsp;É um local ímpar no mundo, uma cidade dividida por dois continentes.&amp;nbsp;A cidade histórica de Istambul e&amp;nbsp;a moderna&amp;nbsp;Besikas&amp;nbsp;radicam no continente europeu, ao passo que a parte de Uskudar localiza-se para lá do Bósforo, no continente asiático. Que outra cidade se pode dar a tamanha grandiosidade?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zbpZuV4gSbo/Ty2Y168E5JI/AAAAAAAANMs/l_0Gzur_SKo/s1600/IMG_9198.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-zbpZuV4gSbo/Ty2Y168E5JI/AAAAAAAANMs/l_0Gzur_SKo/s640/IMG_9198.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Istambul está no imaginário de todos mas no de um geógrafo é uma referência constante. Chegar a Istambul e ver o estreito de Bósforo é maravilhoso. Uma sensação incrível e inexplicável.&amp;nbsp;As&amp;nbsp;águas negras do Bósforo fluem do Mar Negro em direcção ao Mar da Mármara e por conseguinte ao Mar Egeu depois de atravessar o estreito de Dardanelos.&amp;nbsp;Haveria certamente muitas&amp;nbsp;formas de aqui chegar mas não me lembro&amp;nbsp;de nenhuma melhor do que a&amp;nbsp;bordo do Expresso do Oriente. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uPuIaP2S1bY/Ty2Yj-ftkGI/AAAAAAAANMk/xVfNMm5jkc0/s1600/IMG_9186.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-uPuIaP2S1bY/Ty2Yj-ftkGI/AAAAAAAANMk/xVfNMm5jkc0/s640/IMG_9186.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
O estreito de Bósforo, com cerca de 35km de comprimento, separa a Europa da Ásia e une o Mar Negro ao Mar da Mármara.&amp;nbsp;Apenas 650m separam o velho continente do mítico oriente, na parte mais estreita do Bósforo, mas a sua largura&amp;nbsp;atinge 4,5km. A população cruza-o diariamente&amp;nbsp;nas dezenas de ferries existentes. No entanto, muito mais do que ferries atravessam o Bósforo. O tráfego de transporte marítimo é impressionante. Centenas de barcos que transportam mercadorias atravessam-no diariamente rumo ao Atlântico. Esta é a passagem dos petroleiros carregados de crude com origem no Azerbaijão e no Mar Cáspio. O mundo aguarda este recurso energético como pão para a boca e os petroleiros que cruzam o Bósforo parecem estar a desempenhar eficazmente o seu serviço. No entanto, as águas mostram-se bastante negras e os níveis de poluição não enganam.&amp;nbsp;A maioria&amp;nbsp;dos ecossistemas existentes no Bósforo estão em risco. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-BaopS4l-7H4/Ty2Y97k91VI/AAAAAAAANM8/5FY3-sTO5Ko/s1600/Pillars%2520Map.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="390" src="http://4.bp.blogspot.com/-BaopS4l-7H4/Ty2Y97k91VI/AAAAAAAANM8/5FY3-sTO5Ko/s640/Pillars%2520Map.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Mas o Bósforo esconde algo que poucos sabem. A corrente do Bósforo flui em duas camadas, transportando na camada profunda  água do mar do Mediterrâneo para o Mar Negro e recebendo em retorno uma mistura  de água do mar e água doce com o dobro do volume na camada superior. Existem assim duas correntes de direcção oposta, uma delas suficientemente forte para criar um rio por baixo de água&amp;nbsp; e que circula a cerca de 35m da superfície. Esta descoberta feita por cientistas da Universidade de Leeds, com o recurso a&amp;nbsp;robots submarinos, é o único rio debaixo de água activo&amp;nbsp;encontrado até ao momento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Mar da Mármara, cujo nome deriva das jazidas de mármore&amp;nbsp;em algumas das&amp;nbsp;suas ilhas,&amp;nbsp;é um mar interior, apesar de não ser um mar fechado. Está confinado entre dois continentes e permite o contacto do Mar Morto com o Mar Egeu e por conseguinte o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico. A abertura&amp;nbsp;do Mar da Mármara está ligada à acção da tectónica que se manifesta numa enorme falha&amp;nbsp;geológica que o atravessa transversalmente e que é responsável pelos inúmeros sismos que assolam esta região da Turquia e pelos seus mais de 1200m de profundidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ZGR_4YDX9To/Ty2ZoEdaHxI/AAAAAAAANNE/ZGhAlfXUbE0/s1600/IMG_9413.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-ZGR_4YDX9To/Ty2ZoEdaHxI/AAAAAAAANNE/ZGhAlfXUbE0/s640/IMG_9413.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Chegar a Istambul e apreciar o estreito do Bósforo, o Mar da Mármara, a Europa e a Ásia é um privilégio. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-4339234569997493412?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e_DRfeQlYRUqlwpto9UyHw5BRy8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e_DRfeQlYRUqlwpto9UyHw5BRy8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e_DRfeQlYRUqlwpto9UyHw5BRy8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e_DRfeQlYRUqlwpto9UyHw5BRy8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/muIh5BxtxbU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/4339234569997493412/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/02/istambul-cidade-onde-oriente-e-ocidente.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/4339234569997493412?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/4339234569997493412?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/muIh5BxtxbU/istambul-cidade-onde-oriente-e-ocidente.html" title="Istambul - Do Mar da Mármara ao Mar Negro atravessando o estreito do Bósforo." /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-xygayMH7cbQ/Ty2VmHAW0fI/AAAAAAAANMY/npwg0p6iTVw/s72-c/IMG_9180.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/02/istambul-cidade-onde-oriente-e-ocidente.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QAQHgyfSp7ImA9WhRVFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-8830846288019397245</id><published>2012-01-15T13:46:00.003Z</published><updated>2012-01-15T13:49:01.695Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-15T13:49:01.695Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Expresso do Oriente" /><title>CRIME NO EXPRESSO DO ORIENTE - CAP III: Mistério resolvido</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O comboio está atrasado 35 minutos. - Afirmou o detetive Pinto. - Isto pode ser problemático. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Estamos aqui há quase duas horas e nem sequer temos reserva para &lt;em&gt;couchette&lt;/em&gt;. Estou completamente gelada e já sinto tédio só de olhar para o painel informativo. - Referiu a detetive Mota. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NuFDLflsY-0/TxLV7A0_oZI/AAAAAAAANLU/rk6nCYdDk5k/s1600/SAM_4360.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-NuFDLflsY-0/TxLV7A0_oZI/AAAAAAAANLU/rk6nCYdDk5k/s640/SAM_4360.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na estação de Sófia os dois detetives tinham os bilhetes na mão. No entanto, não conseguiram reservas para um compartimento com cama. Já haviam tentado por duas vezes comprar as reservas e, nada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sentados na enorme estação&amp;nbsp;com um frio insuportável, os dois detetives aguardavam a hora de embarcar com destino a Istambul. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na estação&amp;nbsp;haviam vários viajantes na mesma situação. O frio era de cortar e só o facto de estarem parados ou sentados era demasiado penoso. Tinham que mover-se com as mochilas às costas de forma a evitar as dores provocadas pelo frio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-e0jVmd142Po/TxLWMhBIF5I/AAAAAAAANLk/oBd_Lz5nqdY/s1600/SAM_4775.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://3.bp.blogspot.com/-e0jVmd142Po/TxLWMhBIF5I/AAAAAAAANLk/oBd_Lz5nqdY/s640/SAM_4775.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O comboio dá entrada na estação de Sófia. Vem de Belgrado. Um casal americano corre em direção ao comboio. O relógio indica com exatidão a hora: 19.40h. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-apTm5pFqggE/TxLWC4mm5RI/AAAAAAAANLc/-3LD77Te6z8/s1600/SAM_4363.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://3.bp.blogspot.com/-apTm5pFqggE/TxLWC4mm5RI/AAAAAAAANLc/-3LD77Te6z8/s640/SAM_4363.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O revisor conversa com o casal americano. Havia no seu tom algo indescritível que fez com que os dois detetives olhassem para ele com curiosidade. O revisor indica ao casal para avançar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- &lt;em&gt;Tickets, please.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;- We have tickets but&amp;nbsp;we don't have sleeper´'s reservation. We would like two beds, please. Is&amp;nbsp;it possible?&lt;/em&gt; - Perguntou a detetive&amp;nbsp;Mota.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O diálogo prosseguiu em inglês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Queiram acompanhar-me. - Disse o revisor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O casal americano voltou para trás e tentou usurpar os lugares dos dois detetives.&amp;nbsp;No entanto, a rapidez de pensamento e de movimento dos detetives foi mais eficaz. Tinham conseguido duas camas no compartimento de um casal italiano. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um&amp;nbsp;solavanco e o comboio inicia a sua marcha. Ambos olham pela janela e vêem a longa plataforma iluminada que deslizava lentamente por eles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- 10 euros por pessoa. - Disse o revisor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Podemos pagar em Lev?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Isso não tem qualquer valor. Euros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Era mais do que evidente que não lhes iriam aceitar o dinheiro búlgaro. Depois de efetuar o pagamento e de se acomodarem devidamente, os dois detetives resolveram jantar algo e descansar. Adormeceram rapidamente. O Expresso do Oriente prosseguia a sua viagem de&amp;nbsp;onze horas em direção a Istambul. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dois detetives foram acordados algumas horas depois com um sobressalto. Sabiam perfeitamente o que os tinha&amp;nbsp;despertado: vários gemidos, risos e&amp;nbsp;gritos no compartimento do lado. Alguns gemidos pareciam disfarçar gritos abafados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O que estará a acontecer? - Questionou-se o detetive Pinto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Estranho. - Acenou a cabeça a detetive&amp;nbsp;Mota. - Muito estranho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As luzes acenderam-se e repararam que o comboio&amp;nbsp;parara. Algo se tinha passado no compartimento ao lado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Terão todos de sair do comboio. Todos para a&amp;nbsp;plataforma. - Disse o revisor enquanto percorria o corredor da carruagem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dois detetives saíram. O frio era cortante e embora não caísse neve lá fora e a plataforma estivesse resguardada, era&amp;nbsp;bastante incomodativo. O relógio marcava exatamente 2.43h da madrugada. A detetive Mota batia com os pés&amp;nbsp;e abanava os braços para se manter quente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O que se estará a passar? - Questionou-se a detetive Mota. - Estará relacionado com os sons que nos acordaram?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Muito provavelmente alguém foi ferido no comboio. - Afirmou o detetive Pinto enquanto os sons dos gritos abafados ainda ecoavam nos seus ouvidos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Suspeito que possa ter acontecido algo ao casal americano. Repara no ar suspeito do revisor. - Disse a detetive Mota.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vários viajantes circulavam na plataforma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Passaportes e vistos. - Grita o revisor apontando para uma porta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O casal americano continuava desaparecido. Teria tido o mesmo destino que o casal belga? Estariam a raptar casais no Expresso do Oriente?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Suspeito que o casal&amp;nbsp;americano foi raptado. - Disse o detetive Pinto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- E qual o motivo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Vamos refletir. O casal americano ia à nossa frente. Deveriam ter sido eles a&amp;nbsp;ficarem no nosso compartimento. No entanto, como fomos mais rápidos, ficamos nós no compartimento nº1 e eles passaram para o compartimento&amp;nbsp;que deveria ter sido ocupado por nós. - Argumentou lentamente o detetive Pinto. - Isto poderá significar...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- ...que o casal americano foi levado em nosso lugar. - Interrompeu&amp;nbsp;a detetive Mota. - Isto é terrível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dois detetives prosseguiram em direção ao controle alfandegário. Depois de pagarem 15€ pelo visto, os seus passaportes foram carimbados e o revisor ordenou que voltassem ao compartimento. Na estação e no comboio não havia sinal de americanos. Os dois detetives acomodaram-se e passado alguns minutos chegaram os italianos. Pouco tempo depois já os italianos dormiam e os dois detetives mantinham-se em vigilância. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Expresso do Oriente prosseguia em direção a Istambul. De repente a detetive Mota acorda o detetive Pinto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Parece-me que vi passar o &lt;em&gt;diabo da Tasmânia&lt;/em&gt;. Será possível?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Ah! Não pode ser. Não o vimos na plataforma quando paramos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Estará escondido? Algo muito suspeito se está&amp;nbsp; passar. Andará o &lt;em&gt;diabo da Tasmânia&lt;/em&gt; escondido neste comboio este tempo todo? - Questionou-se a detetive Mota. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Durante a noite o calor tornou os corpos relaxados e os dois detetives adormeceram profundamente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- ISTAMBUL! ISTAMBUL! - Grita o revisor com entusiasmo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dois detetives saltaram imediatamente da cama. Pela janela do compartimento viam o comboio acompanhar o mar da Mármara. Do lado do corredor o comboio acompanhava a muralha da cidade. Estavam a chegar a Istambul. O comboio circulava o Corno de Ouro e o mar da Mármara dava lugar ao estreito de Bósforo. Do outro lado estava a Ásia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5NWpozvwnbc/TxLW5G9IAFI/AAAAAAAANL0/ro-oWpv8NLg/s1600/SAM_4781.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://2.bp.blogspot.com/-5NWpozvwnbc/TxLW5G9IAFI/AAAAAAAANL0/ro-oWpv8NLg/s640/SAM_4781.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FK0ap9Xxvxg/TxLYl8GTcVI/AAAAAAAANMI/DOmj6xt5p10/s1600/SAM_4784.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-FK0ap9Xxvxg/TxLYl8GTcVI/AAAAAAAANMI/DOmj6xt5p10/s640/SAM_4784.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O comboio chega à plataforma 3 e os dois detetives saíram. Na plataforma despediram-se do casal italiano e enquanto a percorriam, a caminho da entrada da estação, cruzam-se com o casal americano que conversa alegremente. Mais à frente vêem o casal belga que tinha desaparecido no troço entre Budapeste e Belgrado. Os dois detetives respiraram de alívio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na entrada da estação há um restaurante de seu nome &lt;em&gt;Oriental Express&lt;/em&gt;. Lá sentado, fumando um cigarro, estava o &lt;em&gt;diabo da Tasmânia&lt;/em&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dois detetives trocaram sorrisos. &lt;strong&gt;O Expresso do Oriente chegara a Istambul&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KEH68ER0kFI/TxLWzdFIDlI/AAAAAAAANLs/65e7JCTmj_s/s1600/SAM_4788.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-KEH68ER0kFI/TxLWzdFIDlI/AAAAAAAANLs/65e7JCTmj_s/s640/SAM_4788.JPG" width="480" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-8830846288019397245?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/80wli2b2m0XYtFPMVq0gi9FHLXg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/80wli2b2m0XYtFPMVq0gi9FHLXg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/80wli2b2m0XYtFPMVq0gi9FHLXg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/80wli2b2m0XYtFPMVq0gi9FHLXg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/Ke-fTHAC_CI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/8830846288019397245/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/01/crime-no-expresso-do-oriente-cap-iii.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/8830846288019397245?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/8830846288019397245?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/Ke-fTHAC_CI/crime-no-expresso-do-oriente-cap-iii.html" title="CRIME NO EXPRESSO DO ORIENTE - CAP III: Mistério resolvido" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-NuFDLflsY-0/TxLV7A0_oZI/AAAAAAAANLU/rk6nCYdDk5k/s72-c/SAM_4360.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/01/crime-no-expresso-do-oriente-cap-iii.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUERHYyeyp7ImA9WhRVFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-5440822623181023921</id><published>2012-01-14T21:45:00.003Z</published><updated>2012-01-15T11:16:45.893Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-15T11:16:45.893Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bulgária" /><title>Sófia - uma paragem no Expresso do Oriente</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xuvCoyFV5Vk/TxH3I2qdOxI/AAAAAAAANLI/Xypjj25vDik/s1600/SAM_4702.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-xuvCoyFV5Vk/TxH3I2qdOxI/AAAAAAAANLI/Xypjj25vDik/s640/SAM_4702.jpg" width="480" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Depois de um dia em Belgrado que nos deixou exaustos, a noite passada no comboio foi bem dormida e descansada. Claro está que fomos acordados pelo "passport kontrol", mas dormimos que nem pedras até o revisor nos acordar,&amp;nbsp;quando estávamos mesmo a chegar a Sófia. Enquanto me vestia à pressa, olhei pela janela, o comboio aproximáva-se da estação, e o chão estava coberto por uma fina camada de neve. Parecia que as previsões que tínhamos visto na net se iam confirmar: Sófia ia ser a cidade mais fria no nosso itinerário!&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dZuMH0B7CDk/TxHxQmjTgUI/AAAAAAAANKA/tPqODnLZb8I/s1600/SAM_4659.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-dZuMH0B7CDk/TxHxQmjTgUI/AAAAAAAANKA/tPqODnLZb8I/s640/SAM_4659.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;De mochilas às costas, fizemos o percurso a pé (25 min!) desde a estação até ao nosso hostel. Ficámos a saber que iríamos para um apartamento, mas desta vez partilhado com outros hóspedes. Depois de deixarmos as mochilas no quarto, era tempo de sair para visitar o centro histórico da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XVZCD-htRGY/TxHr2NaxpiI/AAAAAAAANJk/HCzOt_prqw4/s1600/IMG_7203.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-XVZCD-htRGY/TxHr2NaxpiI/AAAAAAAANJk/HCzOt_prqw4/s640/IMG_7203.jpg" width="426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;Capital da Bulgária desde 1879, o seu centro é dominado por algumas igrejas, edifícios ministeriais e o palácio real, sendo em todos evidente a influência do império russo e soviético.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Iniciamos o nosso percurso visitando (apenas por fora) a mesquita Banya Bashi, construída em 1576, e único local de devoção islâmica que ainda continua activo. Logo ao lado, depois de passarmos pelo Mercado Central (coberto), situa-se a sinagoga de Sófia, uma das maiores da Europa e um belo edifício de estilo mourisco.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-83NFCR7GjOA/TxHxJTtPreI/AAAAAAAANJ4/ALgqefWxWB0/s1600/SAM_4666.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-83NFCR7GjOA/TxHxJTtPreI/AAAAAAAANJ4/ALgqefWxWB0/s640/SAM_4666.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Um pouco mais à frente, no meio de um shopping center subterrâneo (!), encontra-se a invulgar igreja de Sveta Petka, localizada num nível uns metros abaixo das ruas actuais que passam ao lado. Dedicada a uma mártir cristã morta no séc.III, a entrada é feita pela cripta, subindo-se uma (moderna) escada em espiral tem-se acesso à nave, construída no séc.XI, mas reforçada com cimento no séc.XX. Ainda se podem observar fragmentos de frescos do séc.XVI, com cenas do Novo Testamento. &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wsdrIjIojCs/TxH1gm3ugnI/AAAAAAAANKs/i6AQ1-buQZU/s1600/SAM_4684.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-wsdrIjIojCs/TxH1gm3ugnI/AAAAAAAANKs/i6AQ1-buQZU/s640/SAM_4684.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-luvNgOnJfpA/TxH1pn3OAuI/AAAAAAAANK0/nhe6S2TruxY/s1600/SAM_4681.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-luvNgOnJfpA/TxH1pn3OAuI/AAAAAAAANK0/nhe6S2TruxY/s640/SAM_4681.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Do outro lado da avenida, num pátio entre o Hotel Sheraton e a residência presidencial, situa-se a igreja mais antiga de Sófia, a belíssima Rotunda de Sveti Georgi. Construída em tijolo vermelho, é um tesouro escondido mesmo no meio da cidade. Atrás da igreja podem observar-se ruínas romanas escavadas, sendo que o próprio edifício da igreja é anterior ao séc.VI, data a partir da qual começou a ser usada como local de devoção cristã, sendo por fim convertida em mesquita no séc.XVI. Por dentro,a cúpola é revestida de várias camadas de frescos medievais, sendo bem evidente que uns eram pintados em cima de outros. A História é mesmo assim...&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jnPJqTmFeNY/TxH1xKmEV2I/AAAAAAAANK8/wZQq_Vwu0UQ/s1600/SAM_4694.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-jnPJqTmFeNY/TxH1xKmEV2I/AAAAAAAANK8/wZQq_Vwu0UQ/s640/SAM_4694.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Depois de passarmos pelo "Party House", o edifício construído em 1954 para albergar o Comité Central do Partido Comunista da Bulgária, e hoje sede do Parlamento, ao fundo da Bulevard Moskovska, esperavam-nos a igreja de Sveta Sofia, sede do bispado durante a Idade Média e a mais antiga em funcionamento da cidade, e o símbolo actual da cidade, a catedral ortodoxa de Aleksander Nevski. Erigida para comemorar a libertação da Bulgária do jugo dos turcos otomanos e em honra do papel da Rússia nessa conquista, é encimada pelas suas cúpulas douradas, sendo o seu interior muito espaçoso e repleto de frescos, com a iconóstase ao fundo (tal como é habitual nas igrejas ortodoxas), além do trono do Czar. &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wPU5A2PwqNE/TxH0IJNBT2I/AAAAAAAANKM/_xMQJbVAHic/s1600/SAM_4728.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-wPU5A2PwqNE/TxH0IJNBT2I/AAAAAAAANKM/_xMQJbVAHic/s640/SAM_4728.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZHxdDHQjODY/TxHw8kOWn8I/AAAAAAAANJw/Ni5WBQNCIcU/s1600/IMG_7243.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZHxdDHQjODY/TxHw8kOWn8I/AAAAAAAANJw/Ni5WBQNCIcU/s640/IMG_7243.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Por esta altura já era mais que tempo de almoçar, dar uma volta pela zona comercial e fazer umas compras para os próximos dias. Descobrimos assim que, num país com um ordenado mínimo de 110 euros, os preços da comida no supermercado estão ao nível do nosso país. Como é possível? &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rLlWku82Zlg/TxH0ob_rnGI/AAAAAAAANKc/SZEwKZBABs4/s1600/SAM_4741+%25282%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://2.bp.blogspot.com/-rLlWku82Zlg/TxH0ob_rnGI/AAAAAAAANKc/SZEwKZBABs4/s640/SAM_4741+%25282%2529.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Apesar do Sol ter dado um ar da sua graça e nos ter dado a hipótese de o vermos (pela primeira vez nesta viagem!), a verdade é que a tarde estava no fim, fazia bastante frio e decidimos regressar à "base". Pela primeira vez tínhamos algum tempo livre para trabalhar nas crónicas de viagem e ocupamos os dois computadores disponíveis, sem dar hipótese aos outros hóspedes!&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-MjlriXW2CVw/TxH0dcGvTPI/AAAAAAAANKU/q_Uhc9W5CtQ/s1600/SAM_4736.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://3.bp.blogspot.com/-MjlriXW2CVw/TxH0dcGvTPI/AAAAAAAANKU/q_Uhc9W5CtQ/s640/SAM_4736.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Às sete, e aproveitando o "free dinner" oferecido pelo hostel Mostel, fizemos uma pausa no "trabalho" e dirigimo-nos para o edifício que já foi uma estalagem à beira da estrada e que acolhia os viajantes com destino a Atenas. O jantar não era grande coisa (esparguete com molho de tomate) mas... a cavalo dado não se olha ao dente! Depois de jantar, ficámos a saber que havia um japonês que nos acompanharia ao mosteiro de Rila, marcado para o dia seguinte. Regressamos ao nosso apartamento, onde continuámos a trabalhar para os leitores do "Viajar entre Viagens". A vida de um bloguer viajante é mesmo assim... mas os nossos seguidores merecem!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-r7l8TJNN75E/TxH1HmWO7_I/AAAAAAAANKk/Fau2HxAFYdQ/s1600/SAM_4753.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-r7l8TJNN75E/TxH1HmWO7_I/AAAAAAAANKk/Fau2HxAFYdQ/s640/SAM_4753.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-5440822623181023921?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U36-51sCADbUH5o-roqkq3hdR58/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U36-51sCADbUH5o-roqkq3hdR58/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U36-51sCADbUH5o-roqkq3hdR58/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U36-51sCADbUH5o-roqkq3hdR58/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/iOb8S3CXdNg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/5440822623181023921/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/01/sofia.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/5440822623181023921?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/5440822623181023921?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/iOb8S3CXdNg/sofia.html" title="Sófia - uma paragem no Expresso do Oriente" /><author><name>Rui Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17230810265129195241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/_vEOFbwBP69s/S1TuwTaL6NI/AAAAAAAAAGQ/KsN57tDaTMk/S220/IMG_7045%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-xuvCoyFV5Vk/TxH3I2qdOxI/AAAAAAAANLI/Xypjj25vDik/s72-c/SAM_4702.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/01/sofia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D08CR34ycSp7ImA9WhRVEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-6543156966376200845</id><published>2012-01-08T12:31:00.000Z</published><updated>2012-01-08T12:31:06.099Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-08T12:31:06.099Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bulgária" /><title>Uma escapadela até às Montanhas de Rila</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Está um frio cortante. Há neve nas vertentes e o gelo cobre as estradas nas montanhas de Rila. Estávamos em Sófia e decidimos que não nos poderíamos ir embora da Bulgária sem visitar o seu maior&amp;nbsp;parque nacional - Rila. Em pleno inverno é impossível arranjar pessoas suficientes para integrar uma&amp;nbsp;&lt;em&gt;tour&lt;/em&gt; organizada; assim juntamo-nos a um japonês e arranjamos um&amp;nbsp;carro no hostel que nos levará a explorar as montanhas de Rila. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O parque nacional localiza-se a&amp;nbsp;cerca de 100km de Sófia e em cerca de&amp;nbsp;duas horas alcançamos o nosso destino. Pelo caminho atravessamos uma&amp;nbsp;Bulgária cinzenta e triste. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0RKk0Ydm8es/TwmGwODBDYI/AAAAAAAANIQ/wupwOXDfoJo/s1600/IMG_7295.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://1.bp.blogspot.com/-0RKk0Ydm8es/TwmGwODBDYI/AAAAAAAANIQ/wupwOXDfoJo/s640/IMG_7295.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O&amp;nbsp;Parque Nacional de Rila está coberto de pinheiros macedónios e abunda&amp;nbsp;a vida selvagem, nomeadamente ursos e lobos. O&amp;nbsp;percurso mais popular é o &lt;em&gt;Trilho dos Sete Lagos&lt;/em&gt; que percorre uma área&amp;nbsp;de lagos glaciares a cerca de 2500m de altitude. Face ao tempo que tínhamos disponível não foi possível fazermos este trekking (algo que ainda não digeri muito bem). Tivemos que nos contentar com um pequeno percurso pela reserva florestal até alcançar a Capela de St. Ivan.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RkqV-8WNDec/TwmFtpgkHdI/AAAAAAAANH4/ma45DcdAbvc/s1600/IMG_7254.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-RkqV-8WNDec/TwmFtpgkHdI/AAAAAAAANH4/ma45DcdAbvc/s640/IMG_7254.JPG" width="426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O percurso leva-nos por uma caminho gelado, coberto de neve e, entre escorregadelas e quedas, lá alcançamos a pequena capela isolada na floresta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1jgXbjCjRsA/TwmGiN4wv2I/AAAAAAAANII/T28gKjokh7o/s1600/IMG_7289.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://1.bp.blogspot.com/-1jgXbjCjRsA/TwmGiN4wv2I/AAAAAAAANII/T28gKjokh7o/s640/IMG_7289.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-79Yoao8ClQU/TwmGWzWxtNI/AAAAAAAANIA/6784FOw3D7g/s1600/IMG_7272.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-79Yoao8ClQU/TwmGWzWxtNI/AAAAAAAANIA/6784FOw3D7g/s640/IMG_7272.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esta pequena capela foi construída ao lado da caverna&amp;nbsp;onde St. Ivan se refugiou para escapar ao "declínio da moral da sociedade".&amp;nbsp;Apesar de a capela estar fechada, a caverna ostenta algumas velas e papéis escritos pelos peregrinos. No topo da escura caverna&amp;nbsp;existe uma abertura na rocha.&amp;nbsp;Diz a lenda que só as pessoas com&amp;nbsp;corações puros conseguem subir por essa abertura e passar para o outro lado. Puros ou não, os nossos corpos passaram mais este desafio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bkcfbd_oqew/TwmIAkM0fUI/AAAAAAAANIc/YG7IBoSXyPE/s1600/SAM_4756.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-bkcfbd_oqew/TwmIAkM0fUI/AAAAAAAANIc/YG7IBoSXyPE/s640/SAM_4756.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Venerado pela sua sabedoria e capacidade curativa,&amp;nbsp;o eremita que viveu na caverna inspirou multidões que em sua honra criaram o Mosteiro de Rila, o local mais visitado em toda a Bulgária. Milhares de peregrinos rumam anualmente&amp;nbsp;ao mosteiro que&amp;nbsp;se ergue nestas montanhas desde o século X. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jSGaHExm-qI/TwmLxg2yEjI/AAAAAAAANJQ/pgQ2IuYtpB8/s1600/IMG_7469.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-jSGaHExm-qI/TwmLxg2yEjI/AAAAAAAANJQ/pgQ2IuYtpB8/s640/IMG_7469.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PzoXoTi0IBc/TwmJYEHirsI/AAAAAAAANIo/OmOHIX4rZe4/s1600/IMG_7340.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://1.bp.blogspot.com/-PzoXoTi0IBc/TwmJYEHirsI/AAAAAAAANIo/OmOHIX4rZe4/s640/IMG_7340.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-l9lRkOsYTr8/TwmMO2ngDQI/AAAAAAAANJY/YF7NKWP30Aw/s1600/IMG_7530.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-l9lRkOsYTr8/TwmMO2ngDQI/AAAAAAAANJY/YF7NKWP30Aw/s640/IMG_7530.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Durante cinco séculos, o mosteiro prosperou graças ao apoio de inúmeros monarcas búlgaros, no entanto, no período Otomano, o mosteiro foi parcialmente destruído. Neste período alguns monges desempenharam aqui um papel determinante para a manutenção da língua, cultura&amp;nbsp;e história deste país. Hoje, é o símbolo da resistência e da perseverança búlgara, já que é rodeado por uma muralha de 20 metros de altura. No entanto, nem esta muralha o salvou de um incêndio que praticamente o destruiu no século XIX. Do edifício original resta apenas a&amp;nbsp;Torre Hreliova.&amp;nbsp;Outrora centenas de monges habitavam este local; hoje apenas nove continuam por cá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-V9jMaOzZ1Bc/TwmKD3fD3zI/AAAAAAAANIw/pq4YzkCNzpw/s1600/IMG_7376.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-V9jMaOzZ1Bc/TwmKD3fD3zI/AAAAAAAANIw/pq4YzkCNzpw/s640/IMG_7376.JPG" width="426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Igreja da Natividade, edificio&amp;nbsp;central do complexo, é&amp;nbsp;a maior&amp;nbsp;igreja-mosteiro da Bulgária e exibe no exterior frescos requintados e&amp;nbsp;incrivelmente preservados.&amp;nbsp;Domos, arcadas e colunas estão&amp;nbsp;adornados por belos murais que retractam episódios da bíblia. Não é necessário entrar no interior da igreja para ficar boquiaberto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-6L53kYwESug/TwmKXuVywqI/AAAAAAAANI4/Uf--io8vGP4/s1600/IMG_7382.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-6L53kYwESug/TwmKXuVywqI/AAAAAAAANI4/Uf--io8vGP4/s640/IMG_7382.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Vq_hd7fultg/TwmKpTc5LwI/AAAAAAAANJA/aQ2MXxFtci8/s1600/IMG_7401.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://4.bp.blogspot.com/-Vq_hd7fultg/TwmKpTc5LwI/AAAAAAAANJA/aQ2MXxFtci8/s640/IMG_7401.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No entanto, uma vez&amp;nbsp;lá dentro, a igreja exibe uma majestosa Iconóstase esculpida em madeira coberta por folha de ouro com 10 metros de comprimento.&amp;nbsp; Uma arca de prata guarda a mão esquerda de St. Ivan. Conta-se por&amp;nbsp;aqui que no século XVI, para permitir a sobrevivência económica do mosteiro, a mão direita foi enviada para a Rússia.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-D74UqrJRY_k/TwmLP3zR6UI/AAAAAAAANJI/j9P202SBZZ4/s1600/IMG_7437.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-D74UqrJRY_k/TwmLP3zR6UI/AAAAAAAANJI/j9P202SBZZ4/s640/IMG_7437.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao final da tarde o carro regressa pelas estradas geladas a caminho de Sófia. Para trás ficaram os magníficos murais coloridos do mosteiro. O aspecto cinzento deste país parece mais intenso junto da capital. Será do Inverno? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-6543156966376200845?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/10upXJUtde1wSLSAcXLcK6z2jAg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/10upXJUtde1wSLSAcXLcK6z2jAg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/10upXJUtde1wSLSAcXLcK6z2jAg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/10upXJUtde1wSLSAcXLcK6z2jAg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/upt_zKlfF68" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/6543156966376200845/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/01/uma-escapadela-ate-as-montanhas-de-rila.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/6543156966376200845?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/6543156966376200845?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/upt_zKlfF68/uma-escapadela-ate-as-montanhas-de-rila.html" title="Uma escapadela até às Montanhas de Rila" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-0RKk0Ydm8es/TwmGwODBDYI/AAAAAAAANIQ/wupwOXDfoJo/s72-c/IMG_7295.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/01/uma-escapadela-ate-as-montanhas-de-rila.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkUDQHg-cSp7ImA9WhRVFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-5364828935741504709</id><published>2012-01-03T21:50:00.002Z</published><updated>2012-01-13T21:31:11.659Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-13T21:31:11.659Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Expresso do Oriente" /><title>CRIME NO EXPRESSO DO ORIENTE - CAP II: O passageiro enigmático</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-948WwgNNAHs/TwNva2xdK8I/AAAAAAAANHI/_4ox4W2HMXc/s1600/IMG_7118.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-948WwgNNAHs/TwNva2xdK8I/AAAAAAAANHI/_4ox4W2HMXc/s640/IMG_7118.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A detetive Mota estava indignada. Era a terceira vez que se dirigia à estação de comboio de Belgrado para adquirir os bilhetes. Alguém estava realmente a tentar travá-los. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando às 7h da manhã o &lt;em&gt;guichet&lt;/em&gt; abriu, os dois detetives tentaram adquirir os bilhetes para Sófia. A empregada prontamente lhes informou que só às 10h o poderiam fazer. Isso seria um contratempo. Os dois detetives tinham dedicado o seu dia de folga para conhecer Belgrado e agora viam-se envolvidos numa situação que poderia pôr em risco a sua chegada a Sófia e a Istambul. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pela 10h regressaram à estação e nada. Os bilhetes são poderiam ser adquiridos às 13h!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Estou a ficar intrigada. - afirmou a detetive Mota. - Isto parece-me muito suspeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Alguém está a impedir-nos de chegar a Sófia ou a Istambul. - Afirmou o detetive Pinto. - A questão é porquê?!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando pela terceira vez os dois detetives voltaram à estação eram cerca das 14h. A empregada disse-lhes que teriam que entrar no comboio sem reserva e tirá-la com o revisor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Não. - Afirmou a detetive Mota. - Necessitamos de reserva e de viajar em &lt;em&gt;couchette&lt;/em&gt;. Já viemos aqui três vezes. O nosso dia para visitar Belgrado foi arruinado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Ok. Aguardem um momento. Vou tratar disso. - Disse a funcionária. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Passado alguns minutos, e entre conversas suspeitas em sérvio com outra funcionária, lá nos emitiu a reserva. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OTcyKLimIV4/TwNx5KgzZbI/AAAAAAAANHY/ym8wfBJB_jE/s1600/SAM_4496.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-OTcyKLimIV4/TwNx5KgzZbI/AAAAAAAANHY/ym8wfBJB_jE/s640/SAM_4496.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eram 21h e os dois detetives estavam na estação aguardando o embarque. Algo muito suspeito estava a acontecer. A carruagem 461 não aparecia no comboio. Só havia a carruagem 462. Abordaram&amp;nbsp;o revisor da carruagem 461.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Esta carruagem vai para Sófia? - Perguntou o detetive Pinto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Sim, mostre-me o seu bilhete.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O bilhete é para a carruagem 461. - Referiu o detetive Pinto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- É esta. Não há problema. - Informou o revisor. - Pode entrar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando entraram na carruagem, os dois detetives deram-se conta que não havia luz e o aquecimento estava desligado. Seria mais uma tentativa de homicídio, mas desta vez pelo frio?... Viajar com -5ºC num comboio noturno poderia ser mortal. Os detetives estavam conscientes do perigo que enfrentavam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O aquecimento não está a funcionar. Está muito frio aqui. - Informou a detetive Mota ao revisor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Aguardem. A seu tempo será ligado. - Informou o revisor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oftj2L0p0Z8/TwNyC49pvqI/AAAAAAAANHg/zmt1q5_JpKs/s1600/SAM_4637.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-oftj2L0p0Z8/TwNyC49pvqI/AAAAAAAANHg/zmt1q5_JpKs/s640/SAM_4637.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ainda os dois detetives não estavam bem instalados e entrou um indivíduo altamente suspeito na sua carruagem. Apresentou-se como australiano mas, rapidamente, o faro astuto da detetive Mota percebeu que viajavam com um passageiro misterioso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Só pode ser ele. - Afirmou a detetive Mota.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Ele quem? - perguntou o detetive Pinto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O diabo da Tasmânia. - Referiu a detetive Mota. - Percebeste quando ele disse que habitava numa ilha pequena a sul da Austrália? Só pode ser ele. Anda fugido há séculos. Há mesmo quem pense que é um ser mitológico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Teremos encontrado o diabo da Tasmânia no Expresso do Oriente? - Questionou-se o detetive Pinto. - O que fará ele aqui? Para onde irá? Estará relacionado com o desaparecimento do casal belga?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Tudo é&amp;nbsp;possível. - Disse pensativamente a detetive Mota. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ibeapcaL_Hg/TwNxpFsQ9II/AAAAAAAANHQ/i-6dS0dcIf8/s1600/SAM_4276.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://2.bp.blogspot.com/-ibeapcaL_Hg/TwNxpFsQ9II/AAAAAAAANHQ/i-6dS0dcIf8/s640/SAM_4276.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As luzes acenderam-se e o aquecimento começou a funcionar. O comboio saía da estação de Belgrado a caminho de Sófia. Tudo indicava que o diabo da Tasmânia viajava&amp;nbsp;no comboio. Seria seguro dividir o compartimento com tal ser?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- O que faz aqui? - Interrogou o detetive Pinto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Vou a caminho de Sófia. Estava a estudar em Paris e aproveitei as férias de Natal para viajar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O ar simpático do indivíduo não enganou a detetive Mota. Podia&amp;nbsp;parecer absurdo e&amp;nbsp;improvável, mas não se pode fugir aos factos. Para a detetive Mota havia a sensação de que isto era realmente muito mais simples do que parecia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Esta explicação parece-me plausível. - Disse o detetive Pinto enquanto o australiano tinha ido à &lt;em&gt;toilet&lt;/em&gt;. - No entanto, não podemos esquecer que estamos muito perto dos Cárpatos e por estes lados habitam seres vampirescos. Será que o suspeito se dirige para&amp;nbsp;norte?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando chegou o australiano, o detetive Pinto interrogou-o: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Para onde vai depois de Sófia?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Para nordeste, uma cidade&amp;nbsp;chamada Varna, nas margens do mar Negro.&amp;nbsp;- Respondeu o australiano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tudo parecia indicar que as suspeitas dos dois detetives eram fundadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O ar começava aquecer dentro do compartimento e os dois detetives acabaram por adormecer. Devem ter sido drogados, porque só voltaram acordar em Sófia, com o comboio parado na estação e o revisor a gritar com eles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Sófia, têm que sair. - Disse o revisor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- Precisamos de vestir-nos e arranjar-nos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;- &lt;em&gt;Vite, Vite. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O diabo da Tasmânia tinha desaparecido no meio da multidão. O frio era insuportável e havia neve por todo o lado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-V0yvrLre8gk/TwNycf4QMmI/AAAAAAAANHo/XPVq39L1QeI/s1600/SAM_4641.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-V0yvrLre8gk/TwNycf4QMmI/AAAAAAAANHo/XPVq39L1QeI/s640/SAM_4641.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cansados, os dois detetives dirigiram-se a um hotel da cidade, depois de adquirir bilhetes para&amp;nbsp;partirem no dia seguinte, no Expresso do Oriente, em direcção a Istambul, a última paragem do mítico comboio. Conseguirão atingir o seu objectivo?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-5364828935741504709?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0DJ6T8f1zBv8XiM9LW86JGItlwU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0DJ6T8f1zBv8XiM9LW86JGItlwU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0DJ6T8f1zBv8XiM9LW86JGItlwU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0DJ6T8f1zBv8XiM9LW86JGItlwU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/qIYdXA70ln0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/5364828935741504709/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/01/crime-no-expresso-do-oriente-cap-ii-o.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/5364828935741504709?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/5364828935741504709?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/qIYdXA70ln0/crime-no-expresso-do-oriente-cap-ii-o.html" title="CRIME NO EXPRESSO DO ORIENTE - CAP II: O passageiro enigmático" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-948WwgNNAHs/TwNva2xdK8I/AAAAAAAANHI/_4ox4W2HMXc/s72-c/IMG_7118.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2012/01/crime-no-expresso-do-oriente-cap-ii-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUQMSH07eSp7ImA9WhRWE0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-1913457693234638500</id><published>2011-12-31T17:41:00.001Z</published><updated>2011-12-31T17:43:09.301Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-31T17:43:09.301Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Servia" /><title>Belgrado</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Eram seis da manha quando chegamos de comboio a Belgrado. Ainda de noite, fomos tentar comprar os bilhetes para o troco Belgrado-Sofia. Com os bilhetes nao houve problema, mas a reserva (que e o que nos permite ter os lugares deitados assegurados) foi mais complicado...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Hh46qEyjvUw/Tv3PmijSsrI/AAAAAAAANFI/CzDcuYgNK0w/s1600/IMG_6887.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-Hh46qEyjvUw/Tv3PmijSsrI/AAAAAAAANFI/CzDcuYgNK0w/s640/IMG_6887.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ca fora, o frio era intenso e sentia-se a humidade a bater-nos na cara. Ainda esperamos um pouco na estacao para que o dia clareasse, rumando depois ao mercado da cidade. Porque? Porque as sete da manha e provavelmente a unica coisa aberta na cidade! Mas quando la chegamos, ate os vendedores ainda estavam a montar o estamine... Depois seguimos para a zona do parlamento, onde se congregam os edificios governamentais mas onde tambem estao localizadas duas igrejas que merecem uma visita.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Ro2XZ07dSxc/Tv9Gq4WqrnI/AAAAAAAANGk/BnVKUXkLZmM/s1600/SAM_4542.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-Ro2XZ07dSxc/Tv9Gq4WqrnI/AAAAAAAANGk/BnVKUXkLZmM/s640/SAM_4542.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;A igreja Sveti Marko (que foi feita tendo como modelo um mosteiro no Kosovo) abriga os restos mortais de um imperador do sec. XIV e a pequena Igreja Russa foi eregida pelos refugiados russos que fugiram a revolucao de 1917. Alem do interesse religioso e artistico, devo confessar que estas duas igrejas serviram tambem um proposito bastante mais profano... Ambas nos permitiram escapar ao gelo que se sentia na rua e, assim, permitiram algum descanso temporario tambem a estes peregrinos!&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-i0uPMZ-tPV4/Tv3Thc4oYFI/AAAAAAAANFw/myWH-qH-ShE/s1600/IMG_6952.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-i0uPMZ-tPV4/Tv3Thc4oYFI/AAAAAAAANFw/myWH-qH-ShE/s640/IMG_6952.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;De seguida fomos em direccao a maior igreja ortodoxa de Belgrado, a Igreja de Sveti Sava, Actualmente em reconstrulcao, e interessante ver a devocao de muitas pessoas que por la passam e veneram as poucas figuras religiosas dispersas no meio de andaimes e taipais. Mas antes de la chegarmos, nao aguentamos e paramos num "Costa" para um chocolate quente... Uma bebida quente e fundamental nestas ocasioes!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-iZuOz12nGqU/Tv3TYU7aDeI/AAAAAAAANFo/Qkw6mT1DavE/s1600/IMG_7005.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-iZuOz12nGqU/Tv3TYU7aDeI/AAAAAAAANFo/Qkw6mT1DavE/s640/IMG_7005.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Depois de mais uma passagem na estacao e de termos estado a espera o que pareceu uma eternidade pelo tram que nos levaria a zona da citadela, decidimos que iriamos a pe... Pelo menos aqueciamos, enquanto faziamos exercicio! Mas tambem nos permitiu abordar a fortaleza pela zona ribeirinha, de onde se tem uma nocao da grandeza do seu conjunto e da sua localizacao estrategica, algo que nao se consegue pelo lado da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-s5mfzDTeBrY/Tv9HKkUWmYI/AAAAAAAANGw/xJAG1sbcvZc/s1600/SAM_4620.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-s5mfzDTeBrY/Tv9HKkUWmYI/AAAAAAAANGw/xJAG1sbcvZc/s640/SAM_4620.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Com as suas origens desde os tempos pre-ocupacao romana, o que hoje se pode ver e o que resta de reconstrucoes no periodo turco e do imperio austro-hungaro. O labirinto de tuneis e portas, ladeados por ruinas romanas e pequenas igrejas ortodoxas perfazem um cenario que merece o esforco de muitos locais e turistas que sobem a fortaleza pelo lado do rio.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GpSQrWHHhkg/Tv3Ts7Nr7ZI/AAAAAAAANF4/PmJfyIbKYOw/s1600/IMG_6963.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-GpSQrWHHhkg/Tv3Ts7Nr7ZI/AAAAAAAANF4/PmJfyIbKYOw/s640/IMG_6963.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Estava na hora de almoco quando entramos na parte da cidade antiga, a sul da citadela, e junto a catedral ortodoxa almocamos no restaurante da mais antiga estalagem da cidade, com o sugestivo nome "?". Esta designacao tem uma historia curiosa, pois aquando da sua construcao, a estalagem era conhecida por Cafe Catedral, mas um coro imensosde protestos que achavam que este nome era desrespeitoso para com Deus levou o dono a passar o nome do seu estabelecimento para o tal ponto de interrogacao, algo talvez de caracter temporario mas que se tornou definitivo. O que e certo e que a comida era deliciosa, incluindo as glandulas sexuais de touro grelhadas!&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7JEi-GHSBvU/Tv3Sn8IBmFI/AAAAAAAANFU/gMQN16Zw36o/s1600/IMG_7100.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://4.bp.blogspot.com/-7JEi-GHSBvU/Tv3Sn8IBmFI/AAAAAAAANFU/gMQN16Zw36o/s640/IMG_7100.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9LjMzfkAkAI/Tv9H3BYIGnI/AAAAAAAANG8/io3x33YUjHI/s1600/IMG_7105.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="425" src="http://3.bp.blogspot.com/-9LjMzfkAkAI/Tv9H3BYIGnI/AAAAAAAANG8/io3x33YUjHI/s640/IMG_7105.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Reconfortados com a refeicao, e depois de mais uma passagem pela estacao (!), passeamos pela zona comercial da cidade e tambem pelo bairro dos artistas e poetas, conhecido pelo seu charme, mas que durante o rigoroso inverno ve a sua actividade consideravelmente diminuida!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GGxhUdKXCDs/Tv3T5aYfKFI/AAAAAAAANGA/9xCYbTTdoJE/s1600/IMG_7163.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-GGxhUdKXCDs/Tv3T5aYfKFI/AAAAAAAANGA/9xCYbTTdoJE/s640/IMG_7163.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-V1c3ZyjESA0/Tv3UGz0LX4I/AAAAAAAANGI/CYlWh6MdvD0/s1600/IMG_7201.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://1.bp.blogspot.com/-V1c3ZyjESA0/Tv3UGz0LX4I/AAAAAAAANGI/CYlWh6MdvD0/s640/IMG_7201.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Bebemos mais um chocolate quente (e um Portugalia Night!) no bar dos viajantes Globetrotters, fizemos umas compras pelo caminho e descemos novamente para a estacao onde, estafados, aguardamos num cafe pela hora do comboio. Estava na altura de partir para o segundo troco do Expresso do Oriente: Belgrado - Sofia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-1913457693234638500?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LNesHLJeEWfrVQlrYuJX4FlDe5s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LNesHLJeEWfrVQlrYuJX4FlDe5s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LNesHLJeEWfrVQlrYuJX4FlDe5s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LNesHLJeEWfrVQlrYuJX4FlDe5s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/oXD34Q8UWAQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/1913457693234638500/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/belgrado.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/1913457693234638500?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/1913457693234638500?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/oXD34Q8UWAQ/belgrado.html" title="Belgrado" /><author><name>Rui Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17230810265129195241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/_vEOFbwBP69s/S1TuwTaL6NI/AAAAAAAAAGQ/KsN57tDaTMk/S220/IMG_7045%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-Hh46qEyjvUw/Tv3PmijSsrI/AAAAAAAANFI/CzDcuYgNK0w/s72-c/IMG_6887.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/belgrado.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0IAQn8zfCp7ImA9WhRWEUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-2012296290198349474</id><published>2011-12-29T20:45:00.000Z</published><updated>2011-12-29T20:45:43.184Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-29T20:45:43.184Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Hungria" /><title>Budapeste</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-inidtcbWQ-4/TvzLXwmXkUI/AAAAAAAANEc/nHUOVAtGT1A/s1600/IMG_6211.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://4.bp.blogspot.com/-inidtcbWQ-4/TvzLXwmXkUI/AAAAAAAANEc/nHUOVAtGT1A/s640/IMG_6211.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="goog_854580412"&gt;&lt;span id="goog_1709584301"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1709584302"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_854580413"&gt;&lt;/span&gt;Quando fizemos o interrail em 2006, passamos&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; um dia &lt;i&gt;en route&lt;/i&gt; em Budapeste. Na altura lembro-me de ter pensado que a cidade era um misto de Paris e Viena, com as suas pontes sobre o rio Danubio, os edificios historicos e largas avenidas. Embora nao tenha o charme da primeira nem a grandiosidade da segunda, a verdade e que Budapeste tem os seus proprios encantos e nao desilude aqueles que a visitam (mesmo pela segunda vez!), pois as atraccoes sao para todos os gostos.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--MYyZ3rlNVM/TvzLGU8-1EI/AAAAAAAANEU/RS-Sv1576ik/s1600/IMG_6165.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://4.bp.blogspot.com/--MYyZ3rlNVM/TvzLGU8-1EI/AAAAAAAANEU/RS-Sv1576ik/s640/IMG_6165.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A cidade, no entanto, recebeu-nos de forma um pouco fria. Era noite de Natal, fazia bastante frio e, apesar de serem apenas 19.00h, as ruas estavam praticamente desertas quando nos dirigiamos da estacao de metro para o nosso hostel. Mas as coisas comecaram a aquecer quando a rapariga que nos recebeu nos acompanhou ao nosso primeiro "lar" nesta viagem. Tinhamos reservado um quarto duplo com casa de banho partilhada, mas esse tipo de alojamento neste hostel e feito numa serie de apartamentos espalhados por diferentes edificios. Como o nosso tinha dois quartos, e o outro nao se encontrava ocupado, ficamos com um apartamento em Budapeste so para nos! Muito quentinho, com computador, sala de estar e cozinha, e localizado numa rua que passa em frente a basilica de Santo Estevao, a maior igreja da cidade! Melhor era dificil...&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XNLZzLEpMbc/TvzJkolTZkI/AAAAAAAAND8/2XNGJHBUZdk/s1600/IMG_5966.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://4.bp.blogspot.com/-XNLZzLEpMbc/TvzJkolTZkI/AAAAAAAAND8/2XNGJHBUZdk/s640/IMG_5966.jpg" width="426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Ainda fomos dar um passeio a pe pela zona ribeirinha (logo ali ao lado!) mas cedo regressamos ao nosso apartamento, onde fizemos uma ceia de Natal com doces e salgados trazidos de Portugal! O plano para os dois dia seguinte envolvia muitos quilometros a pe, por isso era necessario armazenar energia e descansar...&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-WYLCegA9bZM/TvzI9C39-YI/AAAAAAAAND0/brk9PjUhZsA/s1600/IMG_5927.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-WYLCegA9bZM/TvzI9C39-YI/AAAAAAAAND0/brk9PjUhZsA/s640/IMG_5927.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;Depois de uma visita logo pela manha a basilica, que e monumento nacional, e uma visita fracassada ao mercado central que estva fechado nos dias 25 e 26), rumamos a zona a beira rio, passando para o lado de Buda, e subimos ate ao Palacio Real (totalmente destruido na II guerra mundial e reconstruido apenas na decada de 80) para ter uma vista panoramica da cidade. O tempo, muito nublado, nao ajudava, mas mesmo assim era imperdivel.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OMnUxHKP7gY/TvzKqQSyi8I/AAAAAAAANEM/Fiohoy9D22w/s1600/IMG_6151.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-OMnUxHKP7gY/TvzKqQSyi8I/AAAAAAAANEM/Fiohoy9D22w/s640/IMG_6151.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
De seguida, dirigimo-nos ao bairro do Castelo. Apesar do seu nome, este bairro deixou de ter um castelo depois da invasao turca do sec XVI, e transformou-se mais tarde na zona governamental, hoje famoso pela beleza arquitectonica do seu conjunto (patrimonio mundial) e onde se distinguem a Igreja de Matias (local de varias coroacoes reais) e o baluarte dos Pescadores, construido no lugar de um mercaqdo de peixe para as comemoracoes do milesimo aniversario da cidade (em 1896!), com sete torres que representam as sete tribos que aqui se estabeleceram e uma balaustrada com uma vista sobreba sobre a cidade e o rio.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-z_G93zNECNg/TvzKDirsGLI/AAAAAAAANEE/tzSq4f5bB9I/s1600/IMG_6068.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://4.bp.blogspot.com/-z_G93zNECNg/TvzKDirsGLI/AAAAAAAANEE/tzSq4f5bB9I/s640/IMG_6068.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Depois descemos e atravessamos para o lado de Peste, onde admiramos mais de perto o edificio fabuloso do Parlamento. Com algumas semelhancas com Westminster, diz-se que e o terceiro maior edificio parlamentar do mundo, e e um simbolo da cidade e do pais. Tamanhos a parte, e, para mim, um dos edificios mais bonitos do mundo. A sua fachada voltada para o rio foi recentemente limpa e isso torna-o ainda mais belo, enquanto que a noite e iluminado, tornando-o um alvo apetecivel para fotografias nocturnas, algo que nao escapou a atencao da Carla!&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Jg6Wqsnp1x0/TvzNIeCdVyI/AAAAAAAANEk/HOPEgg7ddi4/s1600/IMG_6248.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-Jg6Wqsnp1x0/TvzNIeCdVyI/AAAAAAAANEk/HOPEgg7ddi4/s640/IMG_6248.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;No segundo dia em Budapeste, os musculos estavam doridos, por isso decidimos comecar relaxando! (ver post "Nos banhos termais em Budapeste"). Mas ainda havia muito para visitar...&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qUkNZ17SUg0/TvzQ_jTFQOI/AAAAAAAANE8/Loj7iVgIbQ4/s1600/IMG_6562.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-qUkNZ17SUg0/TvzQ_jTFQOI/AAAAAAAANE8/Loj7iVgIbQ4/s640/IMG_6562.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Depois de passarmos pela praca dos Herois (com estatuas dos sete lideres tribais a cavalo), descemos a avenida Andrassy (os Champs-Elysees ca do sitio), admirando os edificios historicos (muitos deles aparentemente abandonados), o museu da Casa do Terror (dedicado as vitimas dos regimes nazi e comunista) e o magnifico edificio da Opera Nacional. A meio deste percurso, fizemos um detour, deambulando pelo antigo bairro judaico, onde pudemos ver (apenas por fora pois ja tinha fechado!) a maior sinagoga da Europa.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oADLDZ3hV0s/TvzQlSGXc7I/AAAAAAAANEw/5R7qMc61lbw/s1600/IMG_6810.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://1.bp.blogspot.com/-oADLDZ3hV0s/TvzQlSGXc7I/AAAAAAAANEw/5R7qMc61lbw/s640/IMG_6810.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Ja de noite, era tempo de irmos buscar as nossas mochilas ao hostel, comer umas salchichas e pao num mercado de Natal em frente a basilica e apanharmos o metro em direccao a estacao de caminhos de ferro. O Expresso do Oriente ia partir e nao o queriamos perder por nada deste mundo! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-2012296290198349474?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4DYhTN2UQxyh1FHa6Alrk2C36_A/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4DYhTN2UQxyh1FHa6Alrk2C36_A/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4DYhTN2UQxyh1FHa6Alrk2C36_A/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4DYhTN2UQxyh1FHa6Alrk2C36_A/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/cJ2Il8TVWAM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/2012296290198349474/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/budapeste.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/2012296290198349474?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/2012296290198349474?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/cJ2Il8TVWAM/budapeste.html" title="Budapeste" /><author><name>Rui Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17230810265129195241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/_vEOFbwBP69s/S1TuwTaL6NI/AAAAAAAAAGQ/KsN57tDaTMk/S220/IMG_7045%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-inidtcbWQ-4/TvzLXwmXkUI/AAAAAAAANEc/nHUOVAtGT1A/s72-c/IMG_6211.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/budapeste.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QCQnc8fCp7ImA9WhRWEkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-1047379442268966055</id><published>2011-12-29T19:55:00.004Z</published><updated>2011-12-30T14:29:23.974Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-30T14:29:23.974Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Expresso do Oriente" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Hungria" /><title>CRIME NO EXPRESSO DO ORIENTE - CAP I: O desaparecimento</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" dir="rtl" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2o-flhjTaEg/TvzAvP_wR2I/AAAAAAAANCg/LG-R5zG9DbI/s1600/SAM_4479.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://4.bp.blogspot.com/-2o-flhjTaEg/TvzAvP_wR2I/AAAAAAAANCg/LG-R5zG9DbI/s640/SAM_4479.JPG" width="480" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Eram 22.20h quando os detetives R. Pinto e C. Mota entraram na carruagem 419 a caminho de Belgrado. Para tras ficava a estacao gelada de Budapeste. Sentados no comboio, os dois detetives discutiam os factos dessa noite: as tentativas falhadas para comprar bilhetes de comboio de Belgrado para Sofia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gKTnkJIyFyA/TvzES9UVKoI/AAAAAAAANDI/dtw0t95ebyg/s1600/SAM_4209.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-gKTnkJIyFyA/TvzES9UVKoI/AAAAAAAANDI/dtw0t95ebyg/s640/SAM_4209.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Tudo parecia demasiado suspeito. Um pedido de dois bilhetes no guichet inicialmente aceite. Mas eis que de seguida a funcionaria se levanta e, depois de passar alguns minutos fechada numa sala, regressa e informa o detetive Pinto que ja nao lhe pode vender os bilhetes. O "faro" astuto do detetive Pinto farejou logo problemas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-24GkpOp0S1I/TvzELsFPjgI/AAAAAAAANDA/Ebv6BUOeZOg/s1600/SAM_4197.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://2.bp.blogspot.com/-24GkpOp0S1I/TvzELsFPjgI/AAAAAAAANDA/Ebv6BUOeZOg/s640/SAM_4197.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O ambiente gelado de Budapeste nao dava azo a grandes reflexoes. Os mendigos passeavam-se na estacao e a detetive Mota comecava a ficar incomodada. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BBJpHHkSm6Y/TvzEv_6yjDI/AAAAAAAANDg/3LmreTsjxAw/s1600/SAM_4237.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-BBJpHHkSm6Y/TvzEv_6yjDI/AAAAAAAANDg/3LmreTsjxAw/s640/SAM_4237.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Uma vez no comboio, e vendo a estacao de Keleti ficar para tras, os dois detetives trocam impressoes. Teriam sido privados propositadamente da compra dos bilhetes para Sofia? Haveria alguma razao para que estes dois detetives nao chegassem a capital bulgara? &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-YgqR1Jtg8YE/TvzE0yK49uI/AAAAAAAANDo/rhROaDf9RP8/s1600/SAM_4243.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-YgqR1Jtg8YE/TvzE0yK49uI/AAAAAAAANDo/rhROaDf9RP8/s640/SAM_4243.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Boa noite - disse o revisor.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Boa noite - respondeu o detetive Pinto.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Estes serao os vossos companheiros de compartimento - disse o revisor apontando para um casal belga que ali se encontrava. - Aqui tem um cadeado para trancar a porta do compartimento durante a noite. Ha muitos bandidos por aqui. Os bilhetes, por favor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Sem mais nenhuma informacao saiu do compartimento levando consigo os bilhetes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-RZfo3BvFhyQ/TvzEhwNTDUI/AAAAAAAANDQ/Z0o6DLniuIg/s1600/SAM_4200.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-RZfo3BvFhyQ/TvzEhwNTDUI/AAAAAAAANDQ/Z0o6DLniuIg/s640/SAM_4200.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Isto parece-me muito estranho - disse a detetive Mota. - Porque trancar-nos aqui durante a noite?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;-Comeco a ficar deveras intrigado - anuiu o detetive Pinto.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O aquecimento tinha sido ligado e, a medida que o comboio cruzava os Balcas em direcao a Belgrado, tornava-se cada vez mais evidente que o calor era demasiado. Seria uma tentativa para matar os dois detetives?&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A 1h da manha, na fronteira entre a Hungria e a Servia, a porta teve que ser destrancada para&amp;nbsp;&amp;nbsp; deixar entrar os guardas alfandegarios. Os rostos vermelhos e suados dos dois detetives e do casal belga testemunhavam o calor insuportavel que se vivia dentro do compartimento. Era mais do que claro que alguem estava a tentar elimina-los e assim impedir que alcancassem Sofia. Qual seria o proposito?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O comboio voltou a arrancar e com a porta do compartimento novamente trancada a sobrevivencia estava ameacada. Os detetives ocupavam os beliches de baixo e estes escaldavam. Manter-se deitados era uma provacao, ate para dois detetives habituados a situacoes hostis.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A certa altura da noite, o detetive Pinto tomou medidas extremas: abriu a janela. Uma loucura, quando estao 5 graus negativos no exterior.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;As condicoes dentro do compartimento eram insuportaveis. No entanto, com a janela aberta os dois detetives conseguiram dormir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- &lt;i&gt;Zwanzig minuten nach Budapeste&lt;/i&gt; - disse o revisor.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Que estranho, o revisor fala alemao?! - notou a detetive Mota. &amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Onde estao os belgas? - perguntou o detetive Pinto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Durante a noite o casal belga havia desaparecido. O cenario era muito estranho. O casal tinha sido visto pela ultima vez pelas duas horas da manha. Depois disso., com a janela do compartimento aberta tudo levava a supor que o casal fugira ou tivesse sido raptado. No entanto, na opiniao da detetive Mota, a janela aberta era so para&amp;nbsp; distrair as atencoes. Quem quer que tivesse entrado ou saido por ali teria que o fazer com o comboio em movimento. Apesar das varias paragens em algumas estacoes, estas foram tao curtas aque nao dariam tempo para uma fuga pela janela.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- A porta estava trancada por dentro quando o revisor nos acordou a chegada a Belgrado? - interrogou o detetive Pinto.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Nao me lembro de a ter aberto. - anuiu a detetive Mota.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Eu tambem nao a abri. - afirmou o detetive Pinto.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O misterio adensava-se. Se a porta estivesse fechada com a corrente por dentro, o casal teria que ter saido pela janela.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Mas, se a porta estava aberta - referiu o detetive Pinto pensativamente - pode nao haver homicidio ou rapto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- No entanto, isso deixa-nos perante duas situacoes contraditorias - afirmou a detetive Mota muito calmamente - ou o casal saiu voluntariamente a meio da noite ou alguem os levou pela janela e ai estaremos perante um crime.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;- Boa viagem - disse o revisor despedindo-se dos dois detetives na estacao.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;R. Pinto e C. Mota deixaram para tras o comboio e embrenharam-se nas ruas de Belgrado. Eram 6 horas da manha. Os dois detetives precisavam de caminhar e pensar sobre o que lhes tinha acontecido verdadeiramente. Nessa noite, teriam que apanhar o comboio para Sofia e ate isso parecia improvavel.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-IsUNoQ4p8qI/TvzBYZ-i9II/AAAAAAAANCw/pnOKKxuJRQY/s1600/SAM_4505.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-IsUNoQ4p8qI/TvzBYZ-i9II/AAAAAAAANCw/pnOKKxuJRQY/s640/SAM_4505.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Estaria o desaparecimento do casal belga associado ao calor infernal que se viveu nesssa noite no compartimento? Estaria alguem a impedi-los de chegar a Sofia ou a Istambul? Teriam os dois detetives sido confundidos pelo casal belga?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-K3dXXYAkZPY/TvzBh5dIK7I/AAAAAAAANC4/S2zAgxIt_LQ/s1600/SAM_4506.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://1.bp.blogspot.com/-K3dXXYAkZPY/TvzBh5dIK7I/AAAAAAAANC4/S2zAgxIt_LQ/s640/SAM_4506.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;- O assassino pode estar entre nos neste comboio. - referiu o detetive Pinto antes de sair do comboio em Belgrado. &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-1047379442268966055?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H8lXKKl7T0z4oNNz6QbpXA8klCI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H8lXKKl7T0z4oNNz6QbpXA8klCI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H8lXKKl7T0z4oNNz6QbpXA8klCI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/H8lXKKl7T0z4oNNz6QbpXA8klCI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/Lsa7eEX68_M" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/1047379442268966055/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/crime-no-expresso-do-oriente-cap-i-o.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/1047379442268966055?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/1047379442268966055?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/Lsa7eEX68_M/crime-no-expresso-do-oriente-cap-i-o.html" title="CRIME NO EXPRESSO DO ORIENTE - CAP I: O desaparecimento" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-2o-flhjTaEg/TvzAvP_wR2I/AAAAAAAANCg/LG-R5zG9DbI/s72-c/SAM_4479.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/crime-no-expresso-do-oriente-cap-i-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcEQHYyeSp7ImA9WhRWEUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-1122366973167059741</id><published>2011-12-29T17:19:00.001Z</published><updated>2011-12-29T18:06:41.891Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-29T18:06:41.891Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Hungria" /><title>Nos banhos termais de Budapeste</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O vapor de agua condensa mesmo por cima da minha cabeca. Vejo por entre o vapor uma estatua de uma figura feminina de onde sai um jacto de agua quente para a piscina. Sinto-me relaxada, com os musculos descontraidos e o corpo completamente leve. A minha volta, envolvendo a piscina exterior, um palacio neo-barroco.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_eJRP4iKUJU/Tvyf4h-Nz6I/AAAAAAAANCU/CyAKRJgqE4I/s1600/IMG_6450.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://4.bp.blogspot.com/-_eJRP4iKUJU/Tvyf4h-Nz6I/AAAAAAAANCU/CyAKRJgqE4I/s640/IMG_6450.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Estarei a sonhar? Sera que estou num spa em Budapeste? A resposta e claramente afirmativa. Estou em Szechenyi, o maior complexo de banhos termais da Europa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O complexo de Szechenyi comecou por ser um edificio privado construido em 1913 onde alguns burgueses de Budapeste se reuniam. Na altura, homens e mulheres estavam separados nos banhos das tres piscinas que eram alimentadas por uma fonte termal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9Gb3DuIc9CU/TvyfAp0WqWI/AAAAAAAANB8/KB1g6yyRIDE/s1600/IMG_6530.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://1.bp.blogspot.com/-9Gb3DuIc9CU/TvyfAp0WqWI/AAAAAAAANB8/KB1g6yyRIDE/s640/IMG_6530.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Os banhos de Szechenyi ganharam tanta fama que em 1927 o complexo foi expandido de forma a receber a nova burguesia hungara. E dessa altura que datam as tres piscinas exteriores e as quinze interiores. No entanto, a fonte termal que alimentava as piscinas iniciais nao era agora suficiente. Os proprietarios tiveram que escavar um novo poco e mais tarde, em 1938, foi descoberta outra fonte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;As aguas das termas apresentam uma temperatura que varia entre 22 e 38 graus centigrados. As saunas variam entre os 45 e os 70 graus centigrados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CNxMimukzSY/Tvyfje7AQ4I/AAAAAAAANCM/c9jsRbcHbQ8/s1600/IMG_6477.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-CNxMimukzSY/Tvyfje7AQ4I/AAAAAAAANCM/c9jsRbcHbQ8/s640/IMG_6477.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Para alem de Szechenyi ser o maior complexo de banhos da Europa, as estatisticas mostram que recebe mais de dois milhoes de pessoas por ano.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-emGQ4QuN2Mg/TvyetS54OXI/AAAAAAAANB0/zAZ43S-FaTU/s1600/IMG_6361.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-emGQ4QuN2Mg/TvyetS54OXI/AAAAAAAANB0/zAZ43S-FaTU/s640/IMG_6361.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Apesar de haver muita gente, e possivel abstrair-me completamente. Os tectos exibem altos relevos de Arte Nova e existem alguns mosaicos nas paredes e na cupula do edificio. Experimentei todas as piscinas, inclusive as tres exteriores, que foram aquelas de que mais gostei. O contraste do frio gelado do ar de Budapeste com os 36 graus da agua e fabuloso. A temperatura do ar e de 1 grau pelo que o vapor paira sobre a minha cabeca. Enquanto relaxava contemplava alguns anciaos que se reunem aqui para jogar xadrez.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SxhSa2GuXHo/TvyfXciKANI/AAAAAAAANCE/oLtLZfkFF9E/s1600/IMG_6487.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://3.bp.blogspot.com/-SxhSa2GuXHo/TvyfXciKANI/AAAAAAAANCE/oLtLZfkFF9E/s640/IMG_6487.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Os banhos termais mais prestigiados de Budapeste situam-se em Gellert, um edificio de 1918 na parte de Buda. Estes banhos fazem parte de um complexo hoteleiro e encontra-se num edificio majestoso de estilo Art-Nouveau cujo tecto em vidro e um ex-libris deste estilo. Depois de varias obras de ampliacao em 1927 e em 1938, para competir com Szechenyi, o complexo hoje inclui uma piscina exterior com ondas, uma piscina interior com bolhas e uma piscina interior rodeada por colunas que constitui uma raridade arquitectonica.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-X27MkaBEQ-g/TvydMCm3BYI/AAAAAAAANBk/-evsShV6Pjg/s1600/IMG_6034.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://2.bp.blogspot.com/-X27MkaBEQ-g/TvydMCm3BYI/AAAAAAAANBk/-evsShV6Pjg/s640/IMG_6034.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Visitei os banhos de Gellert enquanto turista e utilizei os de Szechenyi.&amp;nbsp; Quando voltar a Budapeste quero usar tambem os de Rudas, mandados construir em 1556 por um paxa turco. Sao os mais antigos da cidade e remontam ao periodo do dominio turco.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oJObJBk29wM/TvyeBtQorpI/AAAAAAAANBs/Pethjx80uEQ/s1600/IMG_6051.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://1.bp.blogspot.com/-oJObJBk29wM/TvyeBtQorpI/AAAAAAAANBs/Pethjx80uEQ/s640/IMG_6051.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O preco dos dois complexos e muito semelhante. Varia entre 3200 e 3600 florins (cerca de 11 e 12 euros) para o dia todo. &amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Experimentar os banhos termais em Budapeste faz parte da visita cultural a esta cidade. Os romanos ja aqui se banhavam ha 2000 anos e a cidade tem 131 fontes termais e 48 servicos de banhos termais, doze dos quais reconhecidos como termas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-1122366973167059741?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u75quJlj1WfAyQNjVmhEF-HbGhU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u75quJlj1WfAyQNjVmhEF-HbGhU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u75quJlj1WfAyQNjVmhEF-HbGhU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/u75quJlj1WfAyQNjVmhEF-HbGhU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/jwVGUjDE-zI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/1122366973167059741/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/nos-banhos-termais-de-budapeste.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/1122366973167059741?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/1122366973167059741?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/jwVGUjDE-zI/nos-banhos-termais-de-budapeste.html" title="Nos banhos termais de Budapeste" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-_eJRP4iKUJU/Tvyf4h-Nz6I/AAAAAAAANCU/CyAKRJgqE4I/s72-c/IMG_6450.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/nos-banhos-termais-de-budapeste.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkcHRX06eSp7ImA9WhRXFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-8226057802086650167</id><published>2011-12-23T20:58:00.001Z</published><updated>2011-12-23T21:00:34.311Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-23T21:00:34.311Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Expresso do Oriente" /><title>A aventura do Expresso do Oriente</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;"It was five o’clock on a winter’s morning in Syria. Alongside the platform at Aleppo stood the train grandly designated in railway guides as the Taurus Express. It consisted of a kitchen and dining-car, a sleeping-car and two local coaches." (...)&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;"I have the tickets of Monsieur. I will also take the passport, please. Monsieur breaks his journey in Stamboul, I understand?” M. Poirot assented. “There are not many people travelling, I imagine?” he said.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;“No, Monsieur. I have only two other passengers-both English. A Colonel from India and a young English lady from Baghdad. Monsieur requires anything?” Monsieur demanded a small bottle of Perrier." (...)&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;"There was a sudden jerk. Both men swung round to the window, looking out at the long lighted platform as it slid slowly past them. The Orient Express had started on its three-day journey across Europe."&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Murder on the Orient Express&lt;/i&gt;, Agatha Christie&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;O Expresso do Oriente, nas suas variadas versões, teve sempre uma presença assídua na literatura e no cinema. Além das aventuras de Mousieur Poirot, podemos lembrar, por exemplo, que Bram Stoker, no seu "Drácula", pôs a comitiva que perseguia o Conde até à sua terra natal a viajar de comboio até Varna, enquanto Drácula viajava de barco. Por esta história rica, e por fazer parte do imaginário de tantos, é com tristeza que partilhamos com os nossos leitores que o comboio com o nome "Expresso do Oriente" já não existe! Mas impõe-se que façamos um breve resumo da sua história.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tF8qk-GolAI/TvSxMvf0KyI/AAAAAAAAAj0/qH4i-54i7rY/s1600/Orient-express_histoire.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="358" src="http://3.bp.blogspot.com/-tF8qk-GolAI/TvSxMvf0KyI/AAAAAAAAAj0/qH4i-54i7rY/s640/Orient-express_histoire.png" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A ideia de criar um serviço de passageiros que ligasse a Europa ocidental ao Sudeste Asiático surgiu de Georges Nagelmackers, criador da francesa &lt;i&gt;Compagnie Internationale des Wagon-Lits&lt;/i&gt;. Esta companhia, criada em 1872,  tinha sido a primeira na Europa a introduzir vagões-dormitório e  vagões-restaurante nas composições. Em 1883&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1883" title="1883"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;, a companhia inaugurou o então baptizado &lt;i&gt;Express d'Orient&lt;/i&gt;. Na época, o comboio saía duas vezes por semana da estação Gare de l'Est, em Paris, e terminava na cidade de Giurgiu, na Roménia, passando por Estrasburgo, Munique,&amp;nbsp;Viena, Budapeste e Bucareste. De Giurgiu, os passageiros eram transportados através do Danúbio para a cidade de Ruse, na Bulgária. Daí havia outro comboio que os levaria até Varna, onde poderiam tomar um &lt;i&gt;ferry&lt;/i&gt; para Istambul.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em 1889 a  linha é finalmente completada até Istambul. Nessa época, o serviço  diário de Paris passou a ir até Budapeste. Três vezes por semana o comboio ia até Istambul, passando por Belgrado e Sófia. Em 1891 o nome foi oficialmente mudado para &lt;i&gt;Orient Express&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Em 1919 foi inaugurado o túnel Simplon, ligando a Suiça à Itália, possibilitando uma rota alternativa para Istambul. Foi então inaugurado o serviço &lt;i&gt;Simplon Orient Express&lt;/i&gt;, que passava (após sair de Paris) por Lausanne, Milão, Veneza e Trieste, juntando-se à rota original em Belgrado.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Na década de 30, o Expresso do Oriente atingiu seu ponto máximo, com três serviços atravessando a Europa: o Expresso do Oriente original, o &lt;i&gt;Simplon Orient Express&lt;/i&gt;, e o novo &lt;i&gt;Arlberg Orient Express&lt;/i&gt;. Este seguia de Paris a Budapeste passando por Zurique e Innsbruck, com vagões seguindo tanto para Bucareste como Atenas.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Em 1962, tanto a rota original do Expresso do Oriente, quanto o &lt;i&gt;Arlberg Orient Express&lt;/i&gt; são colocados fora de circulação, deixando apenas o &lt;i&gt;Simplon Orient Express&lt;/i&gt;. No mesmo ano este também é retirado, sendo substituído por um serviço mais lento, chamado de &lt;i&gt;Direct Orient Express&lt;/i&gt;. Contava com saídas diárias para Belgrado (passando pelo mesmo troço que o &lt;i&gt;Simplon&lt;/i&gt;), de onde ia para Istambul e Atenas duas vezes por semana.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Em 1977, o &lt;i&gt;Direct&lt;/i&gt; sai de circulação. Parte  de sua rota original é reactivada, num serviço sob o nome original de &lt;i&gt;Orient Express&lt;/i&gt;. No período entre 1977 e 2001,  ele saía de Paris indo até Budapeste, com poucas saídas para Bucareste. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Em 2001 o trajecto é limitado ao troço Paris - Viena e, em 2007, este passa a ser Estrasburgo - Viena, uma vez que o trecho Paris -  Estrasburgo passou a ser atendido por comboios de alta velocidade  (TGV).&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A 12 de Dezembro de 2009,                  o comboio EuroNight número 469 'Orient Express' deixou Estrasburgo para a sua derradeira viagem nocturna em direcção a Viena, e a 13 de Dezembro o nome 'Orient Express' desapareceu para sempre das tabelas europeias, após 126 anos de existência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Podemos perguntar-nos agora o porquê desta viagem, se o comboio com o mítico nome já não existe.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Há  dias, quando falava com um amigo acerca da nossa próxima viagem,  ele  perguntou-me: "Mas porque é que, só com 7 dias de férias, vão passar   por tantos países e andar sempre a correr? Porque não ficar só num ou   dois países e conhecê-los melhor?"&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;A  resposta é que há tantas  maneiras diferentes de viajar como há  pessoas. E se em 7 dias é possível  fazer uma "Trip to New York" e ficar  a conhecer relativamente bem todas  as atracções da metrópole, também é  possível fazer uma "journey across  Europe", em que o objectivo não  será tanto conhecer em profundidade  determinado local (muito menos,  país) mas sim retirar daí o sentimento  da viagem como um todo. Neste  caso, aquilo que liga as diferentes  "pérolas" do "colar" que será o  nosso itinerário é a linha férrea  conhecida como o "Expresso do  Oriente", e que será o fio condutor  (literal!) da nossa viagem. Mesmo  que já não exista um comboio com esse  nome...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Os  comboios, além de serem uma paixão minha desde a infância, são também   marcantes na história da minha relação com a Carla. A primeira viagem   que fizemos juntos foi um InterRail no verão de 2006, e foi durante esse   quase um mês pela Europa que aprendemos a conhecer-nos um pouco melhor  e  que nasceu em nós também o espírito de mochileiros. Durante esta   viagem, fizemos alguns dos troços do antigo "Expresso do Oriente",   nomeadamente, Viena-Budapeste e Budapeste-Bucareste, e teríamos seguido   para Sófia (em direcção a Atenas) se um de nós (não vou dizer quem!)  não  estivesse a confiar unicamente no bilhete de identidade para viajar  por  terras europeias. A Bulgária só entraria na UE em Janeiro do ano   seguinte, por isso tivemos de voltar para trás e fazer um percurso   diferente (mas não menos aliciante!). E, pese embora o facto pouco   romântico de que na altura o comboio com o nome "Expresso do Oriente" já   não existia, a verdade é que nos ficou sempre um amargo de boca e, no   fundo, sabíamos que um dia voltaríamos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-8226057802086650167?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z0gVxl7JeHi2eobRycCtzegjZQg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z0gVxl7JeHi2eobRycCtzegjZQg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z0gVxl7JeHi2eobRycCtzegjZQg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z0gVxl7JeHi2eobRycCtzegjZQg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/JrBbfa40e1s" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/8226057802086650167/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/aventura-do-expresso-do-oriente.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/8226057802086650167?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/8226057802086650167?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/JrBbfa40e1s/aventura-do-expresso-do-oriente.html" title="A aventura do Expresso do Oriente" /><author><name>Rui Pinto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17230810265129195241</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://3.bp.blogspot.com/_vEOFbwBP69s/S1TuwTaL6NI/AAAAAAAAAGQ/KsN57tDaTMk/S220/IMG_7045%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-tF8qk-GolAI/TvSxMvf0KyI/AAAAAAAAAj0/qH4i-54i7rY/s72-c/Orient-express_histoire.png" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/aventura-do-expresso-do-oriente.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU8DQHs7eip7ImA9WhRXE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-3234797785430627680</id><published>2011-12-06T18:19:00.003Z</published><updated>2011-12-20T13:31:11.502Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-20T13:31:11.502Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rússia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="China" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Transiberiano" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mongólia" /><title>De San Petersburg a Hong Kong, a bordo do TRANSMONGOL</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pOWftD-0KHs/Tt5fEwc8D0I/AAAAAAAAM_Y/FsE95lrju58/s1600/IMG_4508.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="178" src="http://2.bp.blogspot.com/-pOWftD-0KHs/Tt5fEwc8D0I/AAAAAAAAM_Y/FsE95lrju58/s640/IMG_4508.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No ano de 2009, optamos por fazer uma viagem atravessando a Ásia no mitico TranSiberiano. Dividimos a nossa viagem em duas partes.&amp;nbsp;Na primeira, em pleno Inverno, exploramos as regiões russas e conhecemos o norte do país, bem como as cidades imperiais que circundam Moscovo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-m8m8L8uNGZY/Tt5d_tRgtsI/AAAAAAAAM_M/uPwtDkJUGYI/s1600/Suzdal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-m8m8L8uNGZY/Tt5d_tRgtsI/AAAAAAAAM_M/uPwtDkJUGYI/s640/Suzdal.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na segunda parte, no verão,&amp;nbsp;atravessamos a Sibéria e exploramos a Mongólia e a China. Foi uma aventura inesquecível que eternizamos num blog &lt;strong&gt;Transmongol&lt;/strong&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FE37Eyv4DY0/Tg9Cf_uvlfI/AAAAAAAAMZc/HymLHHSaTwE/s1600/IMG_0274.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="184" src="http://1.bp.blogspot.com/-FE37Eyv4DY0/Tg9Cf_uvlfI/AAAAAAAAMZc/HymLHHSaTwE/s640/IMG_0274.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma viagem pela Rússia, Mongólia e China.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vale a pena espreitarem em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://transmongol.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;http://transmongol.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lbKd2vxI31Y/Tt5dPgEnv6I/AAAAAAAAM_A/5UEvQ7UfV60/s1600/IMG_5003.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://2.bp.blogspot.com/-lbKd2vxI31Y/Tt5dPgEnv6I/AAAAAAAAM_A/5UEvQ7UfV60/s640/IMG_5003.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-3234797785430627680?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G1MOMSWIgz1QhI_hZAdGspI8-zE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G1MOMSWIgz1QhI_hZAdGspI8-zE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G1MOMSWIgz1QhI_hZAdGspI8-zE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G1MOMSWIgz1QhI_hZAdGspI8-zE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/cShJHPrDMXU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/3234797785430627680/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/de-san-petersburg-hong-kong-bordo-do.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/3234797785430627680?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/3234797785430627680?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/cShJHPrDMXU/de-san-petersburg-hong-kong-bordo-do.html" title="De San Petersburg a Hong Kong, a bordo do TRANSMONGOL" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-pOWftD-0KHs/Tt5fEwc8D0I/AAAAAAAAM_Y/FsE95lrju58/s72-c/IMG_4508.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/de-san-petersburg-hong-kong-bordo-do.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D08BQnY_eCp7ImA9WhRRGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-6113564049465776828</id><published>2011-12-03T12:37:00.000Z</published><updated>2011-12-03T12:37:33.840Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-03T12:37:33.840Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Expresso do Oriente" /><title>A bordo do Expresso do Oriente, com Agatha Christie.</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jIBx_hmAxlU/TtoW9esivaI/AAAAAAAAM7c/8_Ak6pFNAQE/s1600/Um+Crime+no+Expresso+do+Oriente.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-jIBx_hmAxlU/TtoW9esivaI/AAAAAAAAM7c/8_Ak6pFNAQE/s320/Um+Crime+no+Expresso+do+Oriente.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estamos em pleno Inverno e Hercule Poirot, em Istambul, decide apanhar&amp;nbsp;o Expresso do  Oriente, um comboio que liga a antiga Constantinopla (Istambul) a Paris.&amp;nbsp;Dotado de um luxo extremo, o comboio transportava a alta burguesia europeia pela Europa de Leste e colocava-a em contacto com o mítico oriente. Hercule Poirot,&amp;nbsp;embarca no comboio e depois de uma noite mal passada, devido a uma forte tempestade de neve, a sua tranquilidade é perturbada  quando&amp;nbsp;o comboio é obrigado a parar&amp;nbsp;e aparece o cadáver de um  passageiro brutalmente apunhalado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O cenário estava montado: Inverno frio e gelado nos Balcãs e&amp;nbsp;uma linha de comboio mítica.&amp;nbsp;O enredo estava escolhido: a burguesia poderosa e aristocráta da Europa. E nós?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nós, decidimos apanhar o Expresso do Oriente, com o livro de Agatha Christie na mochila, o mesmo frio e gelado inverno e percorrer também a linha que liga Istambul a P&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;aris. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No tempo que teremos disponível não nos será possível percorrer a linha na sua totalidade. Sendo assim, e como já fizemos de comboio Paris-Viena e Viena- Budapeste, em 2006, decidimos começar o nosso &lt;em&gt;Oriental Express&lt;/em&gt; em Budapeste. Vamos percorrer o caminho no sentido contrário de Hercule Poirot, mas com o mesmo entusiasmo e a mesma sede de aventura. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-6113564049465776828?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nB0LWGKPhlCjrFkxEvMj9ZRj8W8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nB0LWGKPhlCjrFkxEvMj9ZRj8W8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nB0LWGKPhlCjrFkxEvMj9ZRj8W8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nB0LWGKPhlCjrFkxEvMj9ZRj8W8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/0fLQEWIjM9g" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/6113564049465776828/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/bordo-do-expresso-do-oriente-com-agatha.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/6113564049465776828?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/6113564049465776828?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/0fLQEWIjM9g/bordo-do-expresso-do-oriente-com-agatha.html" title="A bordo do Expresso do Oriente, com Agatha Christie." /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-jIBx_hmAxlU/TtoW9esivaI/AAAAAAAAM7c/8_Ak6pFNAQE/s72-c/Um+Crime+no+Expresso+do+Oriente.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/12/bordo-do-expresso-do-oriente-com-agatha.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYAR3c9fyp7ImA9WhdWFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-393502357968865240</id><published>2011-06-28T10:26:00.004+01:00</published><updated>2011-09-10T18:52:26.967+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-10T18:52:26.967+01:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tailândia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Malásia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cambodja" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Singapura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Vietname" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Laos" /><title>Viagem cor de Açafrão</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este ano a decisão relativa ao destino da aventura de verão foi díficil. O ano foi bastante atribulado e muitos destinos estavam em cima da mesa. Cada canto do mapa nos puxava e estava complicado agarrar um destino com unhas e dentes, já que teriamos que largar todos os outros. A muito custo, e pesando várias variavéis, escolhemos o sudeste asiático. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Planos... não há! Pela primeira vez vamos à deriva. Temos viagem de ida para Singapura e de volta em Hanoi, no Vietname. Pelo caminho queremos explorar a Malásia, Tailândia, Laos, Cambodja e Vietname. Mais uma vez, só podemos prometer aventuras e desventuras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vamos descobrir a magia do oriente, ver as cores das especiarias, sentir o cheiro das ruas e partilhar o calor e a humidade das monções. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ddfuTZK8ygk/TmuhuZ6gKOI/AAAAAAAAMmY/KvXmecLslKg/s1600/IMG_8105+3.jpg" imageanchor="1" style="cssfloat: left; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="256" nba="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-ddfuTZK8ygk/TmuhuZ6gKOI/AAAAAAAAMmY/KvXmecLslKg/s640/IMG_8105+3.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Difrutaremos da Malásia, mergulharemos na Tailândia, exploraremos o Laos, perderemo-nos nos templos do Cambodja e encontraremo-nos no Vietname.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A nossa viagem terá um blog &lt;a href="http://www.viagemcordeacafrao.blogspot.com/"&gt;http://www.viagemcordeacafrao.blogspot.com/&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-393502357968865240?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Pg6V1hHBTvz6CNm3AXQMnF6OPus/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Pg6V1hHBTvz6CNm3AXQMnF6OPus/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Pg6V1hHBTvz6CNm3AXQMnF6OPus/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Pg6V1hHBTvz6CNm3AXQMnF6OPus/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/6K76rme7SG8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.viagemcordeacafrao.blogspot.com" title="Viagem cor de Açafrão" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/393502357968865240/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/06/este-ano-decisao-relativa-ao-destino-da.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/393502357968865240?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/393502357968865240?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/6K76rme7SG8/este-ano-decisao-relativa-ao-destino-da.html" title="Viagem cor de Açafrão" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-ddfuTZK8ygk/TmuhuZ6gKOI/AAAAAAAAMmY/KvXmecLslKg/s72-c/IMG_8105+3.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/06/este-ano-decisao-relativa-ao-destino-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMNRX4-eCp7ImA9WhZbF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-68341678540565804</id><published>2011-06-22T14:43:00.002+01:00</published><updated>2011-06-22T21:28:14.050+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-22T21:28:14.050+01:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Argentina" /><title>BUENOS AIRES - A aventura acaba onde começou</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sim... tudo acaba onde começa! BUENOS AIRES... será sempre Buenos Aires. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mjZlGykKzWs/TgHs9Z48EYI/AAAAAAAAMYY/OhAna03AaTU/s1600/SAM_0787.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300px" src="http://1.bp.blogspot.com/-mjZlGykKzWs/TgHs9Z48EYI/AAAAAAAAMYY/OhAna03AaTU/s400/SAM_0787.JPG" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cheguei a Buenos Aires em Novembro de 2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Estava longe de saber o que este país me reservaria para o futuro. A principio estranhei a capital argentina. Era mais uma metrópole e o sentimento de insegurança deixava-me pouco à vontade. Com mais duas visitas, uma em Janeiro e outra em Maio, sinto que a cidade já me conquistou. O tango dá-lhe carisma, a vida nocturna dá-lhe alma e os monumentos dão-lhe história. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Passados sete meses sinto-me bem a percorrer as ruas da cidade. Estou mais liberta e disfruto da alma da Argentina.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Fo-nZg9ssig/TgHs996KeTI/AAAAAAAAMYg/VvJOF4bDNZs/s1600/SAM_0795.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480px" src="http://1.bp.blogspot.com/-Fo-nZg9ssig/TgHs996KeTI/AAAAAAAAMYg/VvJOF4bDNZs/s640/SAM_0795.JPG" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas, a&amp;nbsp;Argentina está muito longe de ser Buenos Aires. Esta cidade borbulha de movimento dia e noite. O resto do país não é assim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em Ushuaia disfrutei da calma do fim do mundo, em El Calafate senti o frio gélido do Parque Nacional Los Glaciares, em Mendoza senti o odor das vinhas que inunda o ar, em Bariloche reencontro o prazer da montanha, no Aconcágua descobri que posso conquistar o mundo, em Salta o pó do deserto cobre-me o corpo, no Iguazú a água que jorra das quedas&amp;nbsp;lava-me a alma e na Península de Valdés as baleias transportam-me para um sonho. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fClFgsRCrVI/TgHs9y8NfgI/AAAAAAAAMYo/tyEgGOpxS8Y/s1600/SAM_0833.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480px" src="http://4.bp.blogspot.com/-fClFgsRCrVI/TgHs9y8NfgI/AAAAAAAAMYo/tyEgGOpxS8Y/s640/SAM_0833.JPG" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Argentina descobre-se nos lugares mais improváveis.&amp;nbsp;Foi em Sarmiento, no Bosque Petrificado, que senti a verdadeira Patagónia; Foi em El Chaltén que encontrei as paisagens mais belas que alguma vez vi e&amp;nbsp;foi em Rosário que descobri a verdadeira hospitalidade do país. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Regresso a Buenos Aires no final de Maio. Foi aqui que tudo começou. Foi aqui que tudo terminou. Foi aqui que comecei e terminei o melhor ano da minha vida&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-orhxB6xxOVM/TgHs-YUO2GI/AAAAAAAAMYw/D9RsXwGHRsQ/s1600/SAM_0834.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480px" src="http://3.bp.blogspot.com/-orhxB6xxOVM/TgHs-YUO2GI/AAAAAAAAMYw/D9RsXwGHRsQ/s640/SAM_0834.JPG" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-68341678540565804?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zH8HDqoytweFdQSVImmfzflwtUw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zH8HDqoytweFdQSVImmfzflwtUw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zH8HDqoytweFdQSVImmfzflwtUw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zH8HDqoytweFdQSVImmfzflwtUw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/VtAC_d2WhNs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/68341678540565804/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/06/buenos-aires-aventura-acaba-onde.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/68341678540565804?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/68341678540565804?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/VtAC_d2WhNs/buenos-aires-aventura-acaba-onde.html" title="BUENOS AIRES - A aventura acaba onde começou" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-mjZlGykKzWs/TgHs9Z48EYI/AAAAAAAAMYY/OhAna03AaTU/s72-c/SAM_0787.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/06/buenos-aires-aventura-acaba-onde.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQNSH45eyp7ImA9WhZbF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-2947149723714420283</id><published>2011-06-22T13:50:00.002+01:00</published><updated>2011-06-22T21:26:39.023+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-22T21:26:39.023+01:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Argentina" /><title>Península da Valdés</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com uma superfície superior a 4 mil quilómetros quadrados, a Península de Valdés penetra no Oceano Atlântico e&amp;nbsp;está recortada por pequenos golfos e baías. Esta morfologia costeira permite uma abundância de aves e mamíferos marinhos invulgar que escolhem este local para reprodução.&amp;nbsp;Para além da baleia austral, este local concentra grandes colónias de pinguins de magalhães, lobos marinhos e leões marinhos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vaJ8XbPF1D8/TgHigY5MKqI/AAAAAAAAMX4/LjqlwD1eNTo/s1600/SAM_0044.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" src="http://1.bp.blogspot.com/-vaJ8XbPF1D8/TgHigY5MKqI/AAAAAAAAMX4/LjqlwD1eNTo/s640/SAM_0044.JPG" width="480px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porque se concentram cá tantas espécies? É esta questão que me assola. A resposta está na forma da península, com inúmeras enseadas protegidas dos predadores,&amp;nbsp;mas também com a confluência da corrente do Brasil com a corrente das Maldivas. Esta situação cria uma riqueza de nutrientes bastante elevada e atrái inúmeras espécies. A elevada produção de fitoplancton produz zooplancton que constitui alimento para os vertebrados inferiores (ex.calamares) e superiores (ex. baleias). Os vertebrados inferiores acabam por ser a base da alimentação&amp;nbsp;dos animais que escolhem a&amp;nbsp;Península de Valdés. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No verão as colónias estão cheias de pinguins, lobos e elefantes marinhos. A orca pode também aparecer e as toninas, golfinhos de rio, espreitam a península.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" dir="ltr" style="clear: both; text-align: center;" trbidi="on"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ndWBrHNCKkQ/TgHigpDgZBI/AAAAAAAAMYA/wLY1ieXChSQ/s1600/SAM_0080.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480px" src="http://2.bp.blogspot.com/-ndWBrHNCKkQ/TgHigpDgZBI/AAAAAAAAMYA/wLY1ieXChSQ/s640/SAM_0080.JPG" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eu visitei a Península de Valdés em Maio, um dos piores meses para o fazer, mas vi animais que nunca tinha visto e disfrutei de uma paisagem encantadora. Vale a pena visitar este local no verão austral, quando a possibilidade de ver pinguins e orcas é maior. Para tal, aqui fica o calendário de observação da fauna marinha na península.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" style="text-align: justify;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BG-MNOxBQsw/TgHig4uWzwI/AAAAAAAAMYI/mULtJAJ_eRk/s1600/SAM_0145.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480px" src="http://1.bp.blogspot.com/-BG-MNOxBQsw/TgHig4uWzwI/AAAAAAAAMYI/mULtJAJ_eRk/s640/SAM_0145.JPG" width="640px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apesar do calendário "desfaverecer" o mês de maio, acabei por ver baleias, rapozas, armadilhos, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;lobos e elefantes marinhos.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JUlxUnn4k5k/TgHihJNk8xI/AAAAAAAAMYQ/nGGs_r9m-NQ/s1600/SAM_0248.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640px" src="http://4.bp.blogspot.com/-JUlxUnn4k5k/TgHihJNk8xI/AAAAAAAAMYQ/nGGs_r9m-NQ/s640/SAM_0248.JPG" width="481px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nem quero imaginar o que será visitar esta península no mês certo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Wzr-H6ipwLg/TgHgZrZtIhI/AAAAAAAAMXw/KGiSTYMaL0k/s1600/1103232634.jpg" imageanchor="1" style="cssfloat: right; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="157px" src="http://3.bp.blogspot.com/-Wzr-H6ipwLg/TgHgZrZtIhI/AAAAAAAAMXw/KGiSTYMaL0k/s400/1103232634.jpg" width="400px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-2947149723714420283?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j4ogCEDOq4T8Dql4Q1zxXNHTQ3g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j4ogCEDOq4T8Dql4Q1zxXNHTQ3g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j4ogCEDOq4T8Dql4Q1zxXNHTQ3g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j4ogCEDOq4T8Dql4Q1zxXNHTQ3g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/25ffj9CWrk0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/2947149723714420283/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/06/peninsula-da-valdez.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/2947149723714420283?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/2947149723714420283?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/25ffj9CWrk0/peninsula-da-valdez.html" title="Península da Valdés" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-vaJ8XbPF1D8/TgHigY5MKqI/AAAAAAAAMX4/LjqlwD1eNTo/s72-c/SAM_0044.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/06/peninsula-da-valdez.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUHQHc_eCp7ImA9WhRQEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-499535398759930732</id><published>2011-05-26T01:32:00.010+01:00</published><updated>2011-12-06T21:17:11.940Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-06T21:17:11.940Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Argentina" /><title>Punta Ninfas</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Punta Ninfas situa-se a 90km de Puerto Madryn e é um dos melhores lugares do mundo para observar elefantes-marinhos. São precisas quase duas horas para percorrer a distância entre os dois locais já que a estrada não é asfaltada. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617026908072903762" src="http://3.bp.blogspot.com/-hX8U-IxqNC4/TfOwNm1_BFI/AAAAAAAAMWU/dEPw0O7b6yo/s640/SAM_0320.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Punta Ninfas é um promontório rochoso com mais de 200m de altura em relação à praia onde centenas de elefantes-marinhos se espreguiçam e assistem ao rebentar das ondas. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617026894176489250" src="http://1.bp.blogspot.com/-wid9-jdq01s/TfOwMzE0jyI/AAAAAAAAMWE/-qMPBOQMN-A/s640/SAM_0297.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;Aproveitei o dia da Nação Argentina (25 de Maio) para visitar este local. Como era feriado, vários argentinos fizeram o mesmo e aproveitavam o dia de descanso para pescar na praia a poucas dezenas de metros da maior espécie de focas. Tal como todas as focas, os elefantes-marinhos têm membros posteriores atrofiados e deslocam-se arrastando-se no terreno. A cauda parece uma membrana dupla e é possível ver os seus dedos. Esta cauda é a razão pela qual são muito bons nadadores.&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617022326188319106" src="http://1.bp.blogspot.com/-0oKNuNPIbL0/TfOsC5_koYI/AAAAAAAAMVs/_rz9dJT4HXE/s640/SAM_0342.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: arial;"&gt;O elefante-marinho foi perseguido, inclusive nas costas da Argentina, e caçado para extrair gordura, óleos e a sua pele. Hoje é uma espécie protegida e as populações defendem-nos com unhas e dentes. Têm consciência da sua importância em termos ambientais, mas especialmente, em termos económicos. Chegam todos os dias turistas à procura de estar frente-a-frente com estes mostros marinhos. Os locais já perceberam que estes animais podem ser uma enorme fonte de receita. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617022322667871858" src="http://2.bp.blogspot.com/-D80oyX8BWMg/TfOsCs4O3nI/AAAAAAAAMVk/DCZKNchtISY/s640/SAM_0316.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: arial;"&gt;No mês de Maio, a colónia de elefantes-marinhos de Punta Ninfas tem poucos indivíduos, não chega a meia centena. No verão austral, entre Dezembro e Fevereiro, a colónia recebe mais de mil individuos desta espécie. Agora restam as fémeas que estão a amamentar as crias e alguns juvenis que ainda não estavam preparados para a migração de inverno. No entanto, a visita a esta colónia foi uma experiência incomparável. Os elefantes-marinhos olham-me, seguem os meus movimentos com os seus olhos negros, meigos e indefesos. Parecem pedir-me "brinca comigo". Vou girando a cara, ora para a esquerda, ora para a direita. Eles vão seguindo os meus movimentos. Deito-me nos calhaus da praia e estico-me na sua direcção. Vou arrastando-me até chegar bem perto. Não parecem importar-se e alguns até parecem competir por um pouco de atenção. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617022342973770786" src="http://3.bp.blogspot.com/-Fp1L4uH8SJw/TfOsD4hiTCI/AAAAAAAAMV8/y_9QpwIhZ9Q/s640/SAM_0392.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Os elefantes-marinhos mais jovens exibem cicatrizes e feridas. Algumas resultam das lutas que travam entre si na procura de um espaço. Outras resultam de embates que travam com as rochas quando tentam sair do mar. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617026899839116130" src="http://3.bp.blogspot.com/-VQEe_1O_vvw/TfOwNIK5Y2I/AAAAAAAAMWM/Z-P7eLwcsFA/s640/SAM_0304.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;Os machos adultos são muito maiores que as fêmeas e podem atingir 4 toneladas. Infelizmente, nenhum macho adulto se encontrava na colónia, pois são estes que exibem verdadeiras trompas. As narinas começam a desenvolver-se quando o macho tem cerca de 3 anos e depois são usadas para emitirem sons graves e aterradores e intimidarem os restantes machos do grupo. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617026914922134162" src="http://3.bp.blogspot.com/-YKw1xAj_I70/TfOwOAW9-pI/AAAAAAAAMWc/9kG-rId8-XA/s640/SAM_0378.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Na actualidade ainda me foi possível ver estes animais a menos de um metro de distância. Quando soube que assim seria não pensei duas vezes e agarrei esta oportunidade com unhas e dentes. Fala-se que a partir do próximo ano a colónia será fechada e não será possível descer a falésia para privar com estes animais. Obviamente que se entende tal medida, mas, no fundo, será necessária? As colónias da Península de Valdés estão já isoladas e, ao contrário destas, vêem a quantidade de indíviduos a diminuir e não a aumentar. Até que ponto impedir este contacto será vantajoso? Os pescadores locais deixarão de poder descer a falésia e recolher aqui o seu peixe. Será que esta proibição levará ao aumento de individuos na colónia? Ou acontecerá precisamente o contrário, também os elefantes-marinhos terão tendência a deslocar-se para outro local? O futuro nos dirá. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617022333326048578" src="http://4.bp.blogspot.com/-cVSeGrolKVs/TfOsDUlVvUI/AAAAAAAAMV0/h2PWs8QbpJk/s640/SAM_0497.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: arial;"&gt;No entanto, uma coisa é certa. Estes animais não vêem nos humanos qualquer ameaça e parecem satisfeitos com a minha presença. Para mim, foi um prazer compartir esta tarde com eles. Há muito tempo que não me sentia tão relaxada e em paz. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-499535398759930732?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L57ESCS60D4hZ98KaEOPmFmA6fw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L57ESCS60D4hZ98KaEOPmFmA6fw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L57ESCS60D4hZ98KaEOPmFmA6fw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L57ESCS60D4hZ98KaEOPmFmA6fw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/tWFZ3ZjoflM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/499535398759930732/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/punta-ninfas.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/499535398759930732?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/499535398759930732?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/tWFZ3ZjoflM/punta-ninfas.html" title="Punta Ninfas" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-hX8U-IxqNC4/TfOwNm1_BFI/AAAAAAAAMWU/dEPw0O7b6yo/s72-c/SAM_0320.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/punta-ninfas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEIBQ3s8fip7ImA9WhRQEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-8533043483716922932</id><published>2011-05-26T01:30:00.029+01:00</published><updated>2011-12-06T21:22:32.576Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-06T21:22:32.576Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Argentina" /><title>Puerto Madryn - Um observatório da vida animal</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Estou em Puerto Madryn, um dos melhores lugares do mundo para observação da vida selvagem. O ambiente costeiro da cidade, no extremo do golfo Nuevo, permite a entrada de baleias no inverno austral. A baleia franca austral escolhe este golfo para acasalar e dar à luz. Existem 11 espécies de baleias francas austrais, &lt;/span&gt;&lt;em style="font-family: arial;"&gt;Eubalaena australis&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; , que vivem no hemisfério sul. Migram para latitudes mais elevadas no verão e regressam, em número cada vez maior, no inverno ao Golfo Nueno. No último ano, em Outubro, foram inventariadas 1442 baleias no golfo.&lt;/span&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614438648011627954" src="http://2.bp.blogspot.com/-SX3FJnN2PvI/Tep-NCv1HbI/AAAAAAAAMNo/6GpnqQLf6qo/s640/SAM_9975.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Quando cheguei a Puerto Madryn decidi que ia fazer do avistamento das baleias a minha prioridade. Assim, aluguei uma bicicleta e decidi percorrer o que pensei que fossem 32 km entre Puerto Madryn e El Doradillo, um local de eleição para o acasalamento destes mamíferos. &lt;/span&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614392948448144562" src="http://1.bp.blogspot.com/-40h2lgwXXeg/TepUo-m1rLI/AAAAAAAAMMo/Ma15fj-o2Mk/s640/SAM_9879.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Para lá a viagem faz-se bem, mas descobri que não eram 16km mas 25, o que significaria... 50km! Quando cheguei à praia e me entretinha a tirar fotografias com a bicicleta (porque ainda faltava uma hora para a maré alta) vi duas baleias no horizonte. Fiquei siderada. Que magnífico. A água a jorrar do mar com o seu respirar, o corpo ondulado a sair para fora. &lt;/span&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614392954744313762" src="http://3.bp.blogspot.com/-UmoSh_BaqfY/TepUpWD9l6I/AAAAAAAAMM4/d9JzYvb-2Qs/s640/SAM_9928.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Peguei na bicicleta e dirigi-me ao mirador Punta Flecha. Aí, passei mais de uma hora à espera de uma nova baleia. Aparece uma ao fundo. Está junto à praia, na Pardela. Pego na bicicleta e desço pela estrada até à praia onde a tinha avistado. Quando lá chego já tinha passado. Ainda vejo a suas barbatanas e a cauda toda de fora. UAUUUU!!! Não posso acreditar que me escapou. Pego novamente na bicicleta, desta vez à mão e ao ombro, e subo a falésia. Estou de rastos. Quando chego ao cimo a baleia também já tinha passado. Fico frustrada. Decido não sair mais do mirador até aparecer nova baleia. &lt;/span&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614392950162627842" src="http://3.bp.blogspot.com/-PqcPq73COHs/TepUpE_mnQI/AAAAAAAAMMw/3n7qLR8ZU8A/s640/SAM_9896.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Espero quase duas horas. Volto a ver uma baleia na mesma praia. Pego na bicicleta e desço. Desta vez pelo meio da vegetação junto à praia. Alcanço-a mesmo a 10-15 metros de mim. Estou fascinada por este animais. &lt;/span&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614392938273502962" src="http://2.bp.blogspot.com/-LAygm5NXVGU/TepUoYtA9vI/AAAAAAAAMMg/M0kMrhhgIGw/s640/SAM_0780.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Depois de a ver passar bem na frente dos meus olhos pego na bicicleta e volto a pedalar até ao mirador. Esta baleia é mais lenta e consigo chegar primeiro do que ela e voltar a vê-la passar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Estou há demasiado tempo no El Doradillo. Tenho que voltar a Puerto Madryn. Entretanto, levantou-se imenso vento e a bicicleta parece não mover-se. Quando páro de pedalar, nas descidas, a bicicleta pára tal a força do vento. Ainda faço vários quilómetros, ora com a bicicleta a mão, ora sentada. Quando estava a 10km de Puerto Madryn consigo boleia de dois marinheiros. Colocam a bicicleta na mala do carro e levam-me até a cidade. Estava morta e esta boleia foi essencial. &lt;/span&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5614438643216040274" src="http://2.bp.blogspot.com/-8W2XUtKD3Ls/Tep-Mw4eQVI/AAAAAAAAMNg/YcsEvwDgAT0/s640/SAM_9996.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Cheguei ao hostel completamente arrasada mas satisfeita. O dia de hoje foi fenomenal... mas quero mais. Tenho que voltar ao Doradillo para ver as baleias. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-8533043483716922932?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uPOmNyP3AWtpCJwW2BwG8ISovro/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uPOmNyP3AWtpCJwW2BwG8ISovro/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uPOmNyP3AWtpCJwW2BwG8ISovro/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uPOmNyP3AWtpCJwW2BwG8ISovro/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/3cki81fIiP4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/8533043483716922932/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/puerto-madryn-um-observatorio-da-vida.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/8533043483716922932?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/8533043483716922932?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/3cki81fIiP4/puerto-madryn-um-observatorio-da-vida.html" title="Puerto Madryn - Um observatório da vida animal" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-SX3FJnN2PvI/Tep-NCv1HbI/AAAAAAAAMNo/6GpnqQLf6qo/s72-c/SAM_9975.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/puerto-madryn-um-observatorio-da-vida.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMHRn4ycCp7ImA9WhRQEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-4737845152814633452</id><published>2011-05-26T01:30:00.028+01:00</published><updated>2011-12-06T21:20:37.098Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-06T21:20:37.098Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Argentina" /><title>Na peugada dos dinossauros... De Plaza Huincul a Trelew</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div align="justify"&gt;No centro da Patagónia, esquecidos pelo turismo de massa, encontram-se alguns dos lugares mais incriveis que já visitei. Plaza Huincul é um desses locais. Insere-se na chamada &lt;em&gt;Holyland &lt;/em&gt;da paleontologia mundial, onde outrora habitavam seres pré-históricos gigantes, pássaros fantasmagóricos e répteis assustadores que deambulavam nas florestas agora petrificadas.&lt;br /&gt;
É a partir de Neuquén que visito a povoação. Toda esta área é bastante rica em petróleo e, inclusive, nas últimas semanas foram descobertas aqui das maiores jazidas de petróleo da Argentina. &lt;a href="http://www.inforegion.com.ar/vernota.php?titulo=YPF-descubri%F3-un-nuevo-yacimiento-de-petr%F3leo-en-Neuqu%E9n&amp;amp;tipo=N&amp;amp;idPub=124960&amp;amp;id=229941&amp;amp;dis=1&amp;amp;sec=1"&gt;(Notícia)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;A exploração da energia fóssil dá trabalho a centenas de pessoas mas há outros fósseis, conhecidos há mais tempo, que também constituem um importante recurso local. São eles as magníficas ossadas de dinossauros descobertas nas imediações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Chegar a Plaza Huincul não foi fácil. Tive que desistir e voltar para trás na primeira tentativa devido a um bloqueio da estrada realizado pelos trabalhadores do sector nuclear e petrolífero que cortaram os acessos para entrar e sair de Neuquén. Quando estava quase a desistir e a ir-me embora, os bloqueios foram levantados devido à queda de um avião na cidade de Neuquén. Este avião tinha partido do aeroporto com várias pessoas de negócios que estavam "presos" na cidade. Esta situação alterou os ânimos, a comunidade começou a condenar fortemente os bloqueios e os trabalhadores resolveram voltar atrás. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615517037776671538" src="http://4.bp.blogspot.com/-6Um8Ye12uho/Te5S_lrVEzI/AAAAAAAAMSA/O3P_t-yTFCg/s640/SAM_9639.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;br /&gt;
Sendo assim, consigo finalmente fazer as 3 horas de viagem que separam Neuquén de Plaza Huincul e alcançar a povoação. Obviamente que mesmo nesta segunda tentativa as coisas não foram assim tão lineares. O autocarro avariou e estive mais de uma hora na estrada, juntamente com todos os outros passageiros, à espera de um novo autocarro que nos levasse ao destino. &lt;img alt="" border="0" height="640" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615520875309784178" src="http://1.bp.blogspot.com/-TZ2rFQy2Go0/Te5We9mhXHI/AAAAAAAAMTQ/_c1_xtt4K6E/s640/SAM_9719.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="480" /&gt;&lt;br /&gt;
Eram quase 12h quando cheguei a Plaza Huincul. Logo à entrada do Museu Carmen Funes, a razão que me trouxe aqui, recebo um panfleto que me deixa perplexa. "Todos os ossos que encontrares nas imedições pertencem à humanidade"; "Os ossos de dinossauro são propriedade mundial e não podem ser vendidos ou recolhidos por pessoas individuais"; "No caso de encontrares ossadas de dinossauros contacta as instituições competentes". É incrivel! A quantidade de ossadas de dinossauros deve ser tal que a possibildade de tropeçarmos nelas é uma realidade. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615520861969236050" src="http://1.bp.blogspot.com/--ct-MMEee4M/Te5WeL54wFI/AAAAAAAAMTA/wocUDHn38ww/s640/SAM_9728.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;br /&gt;
Esta situação é tão real que o maior esqueleto de dinossauro descoberto na Terra, até à data, foi encontrado por um guarda florestal na sua quinta e desenterrado por um mecânico de automóveis. É este colossal herbívoro, com 38m de comprimento, que é o ex-libris do Museu Carmen Funes. &lt;img alt="" border="0" height="640" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615519192674573954" src="http://2.bp.blogspot.com/-uIHK72LngJA/Te5U9BTBnoI/AAAAAAAAMS4/gKPMifthx5o/s640/SAM_9738.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="480" /&gt;O &lt;em&gt;Argentinosaurus huinculensis&lt;/em&gt; (deve o seu nome ao local onde foi descoberto - Huincul, na Argentina) terá vivido à cerca de 90 milhões de anos e atingido um peso de 102 toneladas. É uma visão extraordinária e uma sensação incrivel estar frente-a-frente com este gigante da natureza. Pensar que pisaram estas terras, correram pelas estepes que agora vejo da janela do autocarro, ou que procuravam alimento na vegetação que agora desapareceu. Desses tempos sobraram as ossadas incrivelmente preservadas e o petróleo. &lt;img alt="" border="0" height="640" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615520879649258914" src="http://1.bp.blogspot.com/-vmSyLhsBobc/Te5WfNxIfaI/AAAAAAAAMTY/y7dAAyr9zJI/s640/SAM_9694.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="480" /&gt;&lt;br /&gt;
A poucos quilómetros de Plaza Huincul, situa-se El Chocón, a povoação onde, em 1993, foi descoberto o maior dinossauro carnívoro que pisou a Terra - &lt;em&gt;Giganotosaurus carolini,&lt;/em&gt; bastante maior que o seu familiar norte-americano&lt;em&gt; Tiranosaurus rex.&lt;/em&gt; Hoje exposto no museu da cidade é mais um legado extraordinário perservado da vida jurrásica. Infelizmente, devido a todos os contratempos, foi-me impossível visitar El Chocón, onde até há bem pouco tempo os locais utilizavam os equinofósseis dos dinossauros para fazer grelhados na margem do lago. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615520864406787122" src="http://4.bp.blogspot.com/-YqtW0Tff4Vc/Te5WeU_C1DI/AAAAAAAAMTI/QYWoRxtGF6A/s640/SAM_9726.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;br /&gt;
A minha visita à Patagónia paleontológica levou-me a Trelew, uma cidade próxima da costa atlântica. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615519186951989586" src="http://4.bp.blogspot.com/-5jdnZIM-lhQ/Te5U8r-p6VI/AAAAAAAAMSw/cSPLS3fqGcQ/s640/SAM_9740.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;Apesar da povoação ter origem gaulesa, o que me trouxe aqui foi o maravilhoso Museu Paleontológico Egidio Feruglio. Este museu é uma viagem no tempo e apresenta uma colecção de fósseis bastante extensa que remonta há 540 milhões de anos atrás. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615519170409915298" src="http://4.bp.blogspot.com/-vohLoOyrCOw/Te5U7uWt46I/AAAAAAAAMSg/3Icm64LbUmM/s640/SAM_9753.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;O museu expõe ovos de dinossauros descobertos, em 1997, em Auca Mahuevo, o maior local de nidificação de dinossauros do mundo. Nestas escavações foram inclusive descobertos embriões de dinossauros com a pele fossilizada intacta. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615519177404321938" src="http://1.bp.blogspot.com/--4Ksp6bhw2Y/Te5U8IaUEJI/AAAAAAAAMSo/Z5_q6v8qI6E/s640/SAM_9748.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;Estas descobertas são, do ponto de vista cientifico, extremamente importantes porque remontam ao Jurássico médio, um período onde até então havia um vazio cientifico nesta área. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615517052504817234" src="http://4.bp.blogspot.com/--5mdu6MLz0k/Te5TAciyvlI/AAAAAAAAMSQ/jzV4dQ8okU0/s640/SAM_9787.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615517063284482706" src="http://4.bp.blogspot.com/-M6ZOZz811EI/Te5TBEs3YpI/AAAAAAAAMSY/kzOI0spZAxU/s640/SAM_9761.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;br /&gt;
No Museu Edigio Feruglio, ao contrário dos outros, as equipas de paleontólogos continuam a trabalhar activamente nas constantes descobertas, (2006), nomeadamente no &lt;em&gt;Phorusrhacid&lt;/em&gt;, a maior ave de terror descoberta na Patagónia. Pode-se visitar os laboratórios e imaginar o que é ser paleontólogo nem que seja por um dia. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5615517048516229314" src="http://2.bp.blogspot.com/-mOaEGOO4ZxM/Te5TANr1uMI/AAAAAAAAMSI/-3RA2YTn5nA/s640/SAM_9802.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final da minha visita assisto a um filme da BBC sobre a importância das descobertas feitas na Patagónia argentina para a Paleontologia mundial. Uma lição imperdível. E as descobertas parecem não cessar. Este ano foi descoberto mais um... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-12163381"&gt;http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-12163381&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-4737845152814633452?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3tAlCyNK7-wPDvUPo8U40PoHK7s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3tAlCyNK7-wPDvUPo8U40PoHK7s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3tAlCyNK7-wPDvUPo8U40PoHK7s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3tAlCyNK7-wPDvUPo8U40PoHK7s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/NpuR1nLBAmA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/4737845152814633452/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/na-pegada-dos-dinossauros-de-plaza.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/4737845152814633452?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/4737845152814633452?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/NpuR1nLBAmA/na-pegada-dos-dinossauros-de-plaza.html" title="Na peugada dos dinossauros... De Plaza Huincul a Trelew" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-6Um8Ye12uho/Te5S_lrVEzI/AAAAAAAAMSA/O3P_t-yTFCg/s72-c/SAM_9639.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/na-pegada-dos-dinossauros-de-plaza.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQAQ305fCp7ImA9WhZVFU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-317542198111135198</id><published>2011-05-17T00:47:00.005+01:00</published><updated>2011-05-27T15:25:42.324+01:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-27T15:25:42.324+01:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Argentina" /><title>Relaxando em Bariloche (ou não)! - uma aventura entre Bariloche, Mendoza, Néuquen e Puerto Madryn</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Decidi voltar a Bariloche para relaxar uns dias num dos hostels com melhor vista da Argentina. Aproveitei, num dos dias, para visitar o Cerro Campanário e fazer o circuito Chico, algo que não tive tempo de fazer da primeira vez que aqui estive. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No segundo dia, fui aos correios saber o que se tinha passado com a encomenda que despachei de Mendoza. Descobri que foi devolvida para Mendoza. Fiquei petrificada. Teria que a ir buscar. O problema é que estou a 1300km de distância. Não havia solução, teria que ir. Tratei de comprar bilhete de autocarro para o dia seguinte. O que seriam dias de &lt;em&gt;relaxe&lt;/em&gt; passaram a dias de &lt;em&gt;stress&lt;/em&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Saí de Bariloche para uma viagem de 23h de autocarro e chegar a Mendoza às 9.30h da manhã. Daí fui ao posto dos correios, recolhi a muito custo (até porque tive que voltar a pagar) a minha encomenda. Agora havia que colocar tudo dentro das mochilas já feitas. Tarefa dificil mas não impossivel. A minha mochila grande deve pesar agora 30kg. Quando a ponho nas costas até balanço para trás. Estas mochilas vão acabar comigo!!! Passei a tarde em Mendoza à espera do autocarro das 19h que me levou para Néuquen, onde deveria retomar o meu percurso. Mais uma noite a dormir no autocarro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Quando cheguei a Néuquen fui para um hostel, deixei lá as coisas e voltei ao terminal para apanhar um colectivo para Plaza Huimil, onde está em exposição o maior esqueleto de dinossauro encontrado no mundo. Pelo caminho, e a poucos quilómetros da cidade de Néuquen, ouvi o motorista a dizer ao auxiliar que a rua ia ser cortada da parte da tarde e que os serviços iriam ser suspensos. Petrifiquei. Dois dos acessos a Néuquen já estavam cortados e se cortassem o terceiro não era possivel voltar. Eu tinha as minhas mochilas no hostel. Tinha que pensar depressa. Falei com o motorista. Ele aconselhou-me a voltar para Néuquen e tentar sair da cidade pelo lado do Atlântico. Foi isso que fiz. O autocarro parou numa estrada e eu saí. Não sabia onde estava. Só sabia que tinha de ir para Néuquen. Caminhei um bocado e encontrei um táxi que me levou de volta. No terminal comprei um bilhete de autocarro para Puerto Madryn. Fui buscar as mochilas ao hostel. "Desculpe mas afinal já não vou ficar!", é preciso ter lata, devem ter pensado. Tenho que esperar desde as 11h até às 21h no terminal para sair. Mais uma viagem de autocarro. Será a terceira noite a dormir sentada. Estou cansada, suja, cheiro mal, dói-me as costas. Preciso de um banho, uma cama, uma escova dos dentes... Não vejo a hora de retomar o meu percurso. Para trás deixei os parques paleontológicos que tanto queria visitar. Estou desfeita. Vou voltar aqui. Não sei quando. Mas vou voltar aqui. Não gosto nada quando isto me acontece. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-317542198111135198?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aKQpFgpsPvXBB3kdzhSZE0wNRnk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aKQpFgpsPvXBB3kdzhSZE0wNRnk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aKQpFgpsPvXBB3kdzhSZE0wNRnk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aKQpFgpsPvXBB3kdzhSZE0wNRnk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/GNl_Sp88eVg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/317542198111135198/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/relaxando-em-bariloche-ou-nao-uma.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/317542198111135198?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/317542198111135198?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/GNl_Sp88eVg/relaxando-em-bariloche-ou-nao-uma.html" title="Relaxando em Bariloche (ou não)! - uma aventura entre Bariloche, Mendoza, Néuquen e Puerto Madryn" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/relaxando-em-bariloche-ou-nao-uma.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE4MRXk8eCp7ImA9WhRQEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-8913043813153211906</id><published>2011-05-15T20:13:00.008+01:00</published><updated>2011-12-06T21:29:44.770Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-06T21:29:44.770Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Argentina" /><title>Parque Nacional Los Alerces</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos parques menos visitados pelos turistas; um dos locais com o ar mais puro da Argentina; o local do mundo que concentra a 2ª espécie arbórea com maior longevidade. Eis algumas das características que me levaram a percorrer mais este recanto da Patagónia. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608531567847156850" src="http://2.bp.blogspot.com/-JXTRcK-Uodo/TdWBvuUYLHI/AAAAAAAAML8/s4GYYGvx0Bs/s640/SAM_9205.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Parque Nacional dos Alerces alberga a maior concentração de Alerces, &lt;em&gt;Fitzroya Cupressoias&lt;/em&gt; , uma espécia arbórea endémica da floresta patágónica, nomeadamente da Selva Valdiviana. Esta árvore pode atingir os 60-70m. Para além da sua altura, os alerces são conhecidos pela sua grande longevidade. O chamado bosque milenário, no parque, alberga vários exemplares de alerces centenários e milenários. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608529384942320242" src="http://1.bp.blogspot.com/-LYJGu7IZF4k/TdV_wqXTunI/AAAAAAAAMLc/T3foRVWL86Y/s640/SAM_9398.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;O alerce tem um ritmo de crescimento extremamento lento, variando entre os 0,8 e os 1,2mm/ano. Isto significa que o tronco de um alerce com 100 anos de idade terá aproximadamente 10cm de diâmetro. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608529387283686674" src="http://1.bp.blogspot.com/-V6m42SWlcaM/TdV_wzFiJRI/AAAAAAAAMLk/E6av8cc3F9o/s640/SAM_9396.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;A maior atração do parque é o "&lt;em&gt;abuelo&lt;/em&gt;", um alerce cuja idade se estima ser de 2600 anos já que o seu tronco tem 2,6m de diâmetro. Fora da área do trilho há alerces com 4000 anos. Os registos de Darwin, que também andou por estas paragens, falam num exemplar com 12,6m de diâmetro. Esta espécie é a segunda espécie com maior longevidade do mundo, logo depois da &lt;em&gt;Pinus longaeva&lt;/em&gt;, nos EUA. As tão afamadas secóias gigantes aparecem em terceiro lugar.&lt;img alt="" border="0" height="640" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608529391976670098" src="http://3.bp.blogspot.com/-bGieLdJRsNk/TdV_xEkbY5I/AAAAAAAAMLs/szoWSGb0cdY/s640/SAM_9324.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="480" /&gt;&lt;br /&gt;
Para além dos magníficos exemplares de alerces que se podem visitar no parque, é ainda possível fazer vários percursos a pé e de barco, inclusive para ver o glaciar Torrecillas. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608531577514818354" src="http://1.bp.blogspot.com/-C8fgwf3XqxE/TdWBwSVU-zI/AAAAAAAAMMU/EsVfF_tF-04/s640/SAM_9379.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;Todos eles são magníficos e as paisagens dignas de figurar nos melhores postais da Patagónia. &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ykO6Sgu0mog/TdV_xeuQRkI/AAAAAAAAML0/qhHI5-SzWlo/s1600/SAM_9303.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608529398997206594" src="http://1.bp.blogspot.com/-ykO6Sgu0mog/TdV_xeuQRkI/AAAAAAAAML0/qhHI5-SzWlo/s640/SAM_9303.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608531575631581426" src="http://1.bp.blogspot.com/-JO564gfTdZo/TdWBwLUVEPI/AAAAAAAAMMM/NmiHdMLctX4/s640/SAM_9298.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608531572559340082" src="http://1.bp.blogspot.com/-Eik0vf2uGkA/TdWBv_32YjI/AAAAAAAAMME/EH11fm8CdCo/s640/SAM_9241.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-8913043813153211906?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FwHT8VoPP9_7vLct_BHq71A6FDM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FwHT8VoPP9_7vLct_BHq71A6FDM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FwHT8VoPP9_7vLct_BHq71A6FDM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FwHT8VoPP9_7vLct_BHq71A6FDM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/c2vzjFF6MPg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/8913043813153211906/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/parque-nacional-los-alerces.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/8913043813153211906?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/8913043813153211906?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/c2vzjFF6MPg/parque-nacional-los-alerces.html" title="Parque Nacional Los Alerces" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-JXTRcK-Uodo/TdWBvuUYLHI/AAAAAAAAML8/s4GYYGvx0Bs/s72-c/SAM_9205.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/parque-nacional-los-alerces.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUEQX45fSp7ImA9WhRQEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-8320323303293489569</id><published>2011-05-14T01:48:00.005+01:00</published><updated>2011-12-06T21:33:20.025Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-06T21:33:20.025Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Argentina" /><title>O velho expresso da Patagónia</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div align="justify"&gt;O velho expresso da Patagónia faz parte do imaginário de muitos dos viajantes. No entanto, o que poucos sabem é que o tão idílico comboio se resume hoje a uma linha de menos de 100km que só funciona nos meses de verão para receber os turistas. O comboio liga as povoações de Esquel e El Maitén, no norte da Patagónia argentina. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608518552656156242" src="http://2.bp.blogspot.com/-RDZLyL1y5zY/TdV16I9CFlI/AAAAAAAAMK8/xmHpeqks9ZY/s640/SAM_9029.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;O livro de Paul Theroux, um clássico da literatura de viagens, deixa o viajante "navegar" pelas paisagens da floresta patagónica argentina. Foi isso que eu tentei fazer, deixar-me levar pela Patagónia. Infelizmente, quando cheguei a Esquel já era mês de maio e o comboio não estava a funcionar. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608518551762182498" src="http://1.bp.blogspot.com/-5NMnT0a8Y-M/TdV16Fn5IWI/AAAAAAAAMLE/pIfymecq4Kk/s640/SAM_9037.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;De seu nome "&lt;em&gt;La Trochita&lt;/em&gt;", este é possivelmente comboio a vapor, em funcionamento, mais antigo do mundo. Foi construído em 1922 para o transporte de madeiras e lã. Hoje, as lãs continuam a ser uma das maiores exportações da Patagónia (logo despois do petróleo) mas já não seguem no comboio. O velho expresso da Patagónia espera as centenas de turistas veraneantes que procuram este reduto dos tempos dourados. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608518555894656946" src="http://2.bp.blogspot.com/-DBLGGbGi650/TdV16VBJr7I/AAAAAAAAMLM/pdhE8vdoyGI/s640/SAM_9049.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;br /&gt;
Deixei-me, no entanto, deambular pela linha férrea, pela estação, pelas velhas máquinas expostas e, inclusive fazer um pequeno troço a pé dessa tão afamada linha patagónica. &lt;img alt="" border="0" height="640" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608518561241722834" src="http://1.bp.blogspot.com/-TJD3ptKqZYw/TdV16o7_b9I/AAAAAAAAMLU/jYBf7N_iKf0/s640/SAM_9064.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="480" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-8320323303293489569?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ralj0amuyUE_xPfHG795yOz3R6g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ralj0amuyUE_xPfHG795yOz3R6g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ralj0amuyUE_xPfHG795yOz3R6g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ralj0amuyUE_xPfHG795yOz3R6g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/SeRNWt5lqXc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/8320323303293489569/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/o-velho-expresso-da-patagonia.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/8320323303293489569?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/8320323303293489569?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/SeRNWt5lqXc/o-velho-expresso-da-patagonia.html" title="O velho expresso da Patagónia" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-RDZLyL1y5zY/TdV16I9CFlI/AAAAAAAAMK8/xmHpeqks9ZY/s72-c/SAM_9029.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/o-velho-expresso-da-patagonia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMBSHo5eCp7ImA9WhRQEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-6184454222435674328</id><published>2011-05-14T01:47:00.020+01:00</published><updated>2011-12-07T19:34:19.420Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-07T19:34:19.420Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Argentina" /><title>Em passagem pelo Puerto de San Julian</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Apanho um autocarro em El Calafate às 3h da manhã. Está frio. O autocarro segue pela ruta 5 até chegar a Rio Gallegos. A noite parece interminável. Alcanço esta cidade do extremo sul da Patagónia argentina às 8.30h. Às 9h novo autocarro para atravessar a costa patagónica em direcção a Puerto de San Julian. Tento dormitar mas o rapaz do autocarro parece estar com vontade de conversar e sempre que tento fechar os olhos ele recomeça com um novo tema. Chego a Puerto de San Julian às 14h.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: arial; text-align: justify;"&gt;Mas o que venho eu fazer aqui? Não há turistas, não há hostels, não há tours... Estamos em maio e até o motorista pergunta-me duvidoso: "Vos vos quedais acá?" &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607385550625439778" src="http://2.bp.blogspot.com/-aXGbmQlILII/TdFvcvewACI/AAAAAAAAMIs/scCJvMtgVEE/s640/SAM_8629.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;"Si, yo me quedo acá". Venho a Puerto de San Julian com o objectivo de ver a réplica da nau Victória, a única nau da frota de Fernão Magalhães que cumpriu três longos anos em alto mar e circum-navegou a Terra. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607385554574717922" src="http://4.bp.blogspot.com/-vTG01UlGsig/TdFvc-MVM-I/AAAAAAAAMI0/vHs-84NxWdA/s640/SAM_8638.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;Puerto de San Julian situa-se na margem da baía homónima na costa Atlântica da Argentina. Esta baía, com 15km de comprimento e 5 de largura, abrigou a frota de Fernão Magalhães em 1520, durante os cinco meses em que aguardaram o final do inverno para poderem navegar o estreito. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607385567451352530" src="http://1.bp.blogspot.com/-rCJwaGJVXuM/TdFvduKXDdI/AAAAAAAAMJE/V2QEt8hs3DU/s640/SAM_8689.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;O clima ameno e as água calmas da baía foram determinantes para uma boa estada e foi aqui que se celebrou a primeira missa em território argentino. O local está assinalado com um monumento. &lt;img alt="" border="0" height="640" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607387999453302434" src="http://4.bp.blogspot.com/-oDcinRQih5k/TdFxrSEzzqI/AAAAAAAAMJM/K55r9T7yFnE/s640/SAM_8702.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="480" /&gt;Foi aqui que Magalhães contactou pela primeira vez com os habitantes locais. Pigafetta descreve assim o primeiro indígena: "&lt;em&gt;un hombre de estatura gigantesca casi desnudo... Era tan alto aquel hombre, que le llegabamos a la cintura, siendo en lo demás muy proporcionado. Era ancho de cara, cuyo contorno estaba pintado de rojo, de amarillo el de los ojos, y en los carrillos dos manchas en forma de corazón. Su traje, muy elemental, estaba hecho de pieles cosidas; son de un animal que tiene cabeza y orejas de mula, cuello y cuerpo de camello, patas de ciervo y cola de caballo, y relincha como ést&lt;/em&gt;e". Face às características deste povo, que se crê fossem Tehuelches, Pigafetta refere no seu diário: "&lt;em&gt;Magallanes dio a esas gentes el nombre de Patagones&lt;/em&gt;", que segundo o mesmo tinham pés gigantescos. &lt;img alt="" border="0" height="640" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607388007094881602" src="http://3.bp.blogspot.com/-TCmSLKPryK4/TdFxruitDUI/AAAAAAAAMJU/xrx-KLPft4w/s640/SAM_8721.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="480" /&gt;A convivência com a população indigêna foi pacífica durante os três meses que se seguiram. Os patagões não tinha hábitos guerreiros já que não tinham com quem lutar pela posse da terra. Ensinaram os marinheiros a pescar nos baixios, os locais onde haviam mais peixes, a caçar guanacos e onde encontrar água doce. A convivência pacífica chegaria ao fim no dia em que Fernão Magalhães decidiu capturar dois indivíduos Tehuelches para levá-los para Espanha. Aí iniciaram-se confrontos e, ao contrário do que Magalhães desejava, não conseguiu capturar um casal mas sim dois indíviduos do sexo masculino. Estes viriam a morrer na travessia do Pacífico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi também aqui em Puerto de San Julian que Magalhães teve que lidar com o grande motim que se gerou por parte de alguns capitães e marinheiros espanhóis. Alguns, para servirem de exemplo, viriam a ser condenados à morte e executados numa ilha da baía. Hoje a ilha ostenta o nome de "isla de la justiza". A réplica da nau Victória em escala 1/1, abriga o museu que recria as condições de vida dentro da embarcação. Sinto-me completamente satisfeita com esta visita. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607388008789411426" src="http://4.bp.blogspot.com/-0EeRn0EgAnA/TdFxr02thmI/AAAAAAAAMJc/l12p4xjum0U/s640/SAM_8709.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;Saio da nau e percorro as ruas desertas e sem asfalto da povoação a caminho do terminal de bus. Puerto de San Julian parece que parou no tempo. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607385559533434626" src="http://2.bp.blogspot.com/-LYsx-I7f_a4/TdFvdQqlNwI/AAAAAAAAMI8/lilIoLFOOqc/s640/SAM_8670.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;No terminal espero oito horas pelo próximo autocarro que saí às 2h da manhã e me levará a Comodoro de Rivadavia. Mais uma noite a dormir no autocarro. São 8.10h da manhã quando chego ao meu destino. O autocarro que me levaria a Sarmiento saíu às 8h. Vou ter que esperar mais 5 horas no terminal pelo autocarro das 13h que me levará numa viagem de mais três horas até ao Bosque Petrificado de Sarmiento. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-6184454222435674328?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CgdqK3tfLhPuveqUhptyH44eg00/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CgdqK3tfLhPuveqUhptyH44eg00/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CgdqK3tfLhPuveqUhptyH44eg00/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CgdqK3tfLhPuveqUhptyH44eg00/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/Pq4C3owtTGo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/6184454222435674328/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/em-passagem-pelo-puerto-de-san-julian.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/6184454222435674328?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/6184454222435674328?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/Pq4C3owtTGo/em-passagem-pelo-puerto-de-san-julian.html" title="Em passagem pelo Puerto de San Julian" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-aXGbmQlILII/TdFvcvewACI/AAAAAAAAMIs/scCJvMtgVEE/s72-c/SAM_8629.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/em-passagem-pelo-puerto-de-san-julian.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQCQns6eip7ImA9WhRQEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-661938289081241420</id><published>2011-05-14T01:47:00.019+01:00</published><updated>2011-12-07T19:32:43.512Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-07T19:32:43.512Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Argentina" /><title>Bosque Petrificado de Sarmiento</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estou há duas noites a dormir em autocarros. Estou toda partida. Sento-me e os olhos fecham-se. A mochila parece que pesa toneladas, ou melhor, as mochilas! São 15.30h quando chego a Sarmiento. É só transferir as mochilas do autocarro para um táxi e rumar ao Bosque Petrificado de Sarmiento, a razão que me trouxe aqui. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608500048452627346" src="http://3.bp.blogspot.com/-ElkEStt2SSY/TdVlFDbHq5I/AAAAAAAAMK0/zClWW4VD0zk/s640/SAM_8847.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Como a povoação de Sarmiento é bastante pequena, não existem serviços organizados para visitar o bosque, e muito menos transporte público, já que o local se situa no meio de uma área bastante árida e despovoada. &lt;/span&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608500041837958930" src="http://1.bp.blogspot.com/-lSlnIV_FQvw/TdVlEqyD1xI/AAAAAAAAMKk/7lHplHTGwoc/s640/SAM_8898.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;Pago 100Ar pelo táxi. Não é nada mau, no posto de turismo falaram-me em 150Ar! O táxi leva-me e espera-me cerca de uma hora e meia para depois regressar a Sarmiento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vale de Sarmiento é a única região fértil numa área de estepe patagónica onde se vêem mais extrações petrolíferas do que pessoas ou veículos a passar na estrada. O rio Senguer e os lagos Musters e Colhué Huapis fertilizam o vale e permitiram o desenvolvimento da povoação que hoje não ultrapassa os 13 mil habitantes.&lt;br /&gt;
O bosque fica a cerca de 30km da povoação, dos quais mais de 20km são por estrada de terra e cascalho. Demoro cerca de uma hora a chegar ao meu destino. O sol já está a baixar e as cores são maravilhosas. Pago 20Ar pela entrada no parque e o guarda-parques avisa-me que não posso trazer qualquer pedaço de madeira petrificada. É considerado um delito muito grave e eu serei revistada no final da visita. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608498598815878882" src="http://4.bp.blogspot.com/-MJhHYVNgqvU/TdVjwrGyTuI/AAAAAAAAMJ8/a4VSOsFbBHg/s640/SAM_8761.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;Esta paisagem árida corresponde a formações sedimentares com cerca de 65 milhões de anos. Aqui ficaram acumuladas centenas de troncos de árvores que foram trazidas por torrentes das regiões montanhosas que se situam a oeste. Os troncos variam entre um metro e, os maiores, com cerca de 100m de comprimento. &lt;img alt="" border="0" height="640" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608500048889271986" src="http://2.bp.blogspot.com/-iFljDdECxuU/TdVlFFDOVrI/AAAAAAAAMKs/daeTAliJ2gA/s640/SAM_8897.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="480" /&gt;As espécies dominantes são as coníferas mas também existem troncos de palmeiras. Na altura, entre os 75 e os 65 milhões de anos atrás, esta área fazia parte de um extenso delta tropical do rio Senguer. &lt;img alt="" border="0" height="640" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608498603027100306" src="http://3.bp.blogspot.com/-kJkEzaFQ8iE/TdVjw6y0cpI/AAAAAAAAMKE/KSDDjxdAR_g/s640/SAM_8792.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="480" /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A madeira petrificada é vulgarmente designada por calcedônia, que corresponde a madeira silicificada. Sendo assim, tráta-se de um processo de fossilização que transforma a matéria orgânica em rocha devido ao incremento de sílica (quartzo). É determinante haver um ambiente rico em água para que os poros existentes na madeira vão absorvendo a solução aquosa rica em silica. A silica penetra na estrutura do troco e vitrifica-o, impedindo o apodrecimento. O que acontece frequentemente é ver-se parte da árvore petrificada e uma parte que desapareceu. Isto significa que apenas parte do tronco foi petrificado. O resto dos troncos acabaram por petrificar em bocados muito pequenos que cobrem o solo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608500040071456514" src="http://3.bp.blogspot.com/-b67nQG0VflA/TdVlEkM5JwI/AAAAAAAAMKc/VwJ3aSt5R18/s640/SAM_8903.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;Caminhar pelo meio desta floresta petrificada é um sonho. Sempre ambicionei conhecer um local assim. Caminho sobre o que foi matéria orgânica há milhões de anos atrás. O chão está repleto de madeira petrificada. &lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608498610171206738" src="http://3.bp.blogspot.com/-7ZaDxRWoiT8/TdVjxVaG3FI/AAAAAAAAMKU/vbU13Obb-SM/s640/SAM_8815.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;Volto a Sarmiento. Aguardo 6 horas no terminal pelo autocarro que me levará a Esquel, numa nova viagem de 7 horas. Mais uma noite a dormir no autocarro. No entanto, sinto-me completamente realizada. A minha visita à Patagónia esquecida pelo turismo tem sido altamente recompensadora.&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5608498605489358370" src="http://3.bp.blogspot.com/-ckLbqZwHNfs/TdVjxD93hiI/AAAAAAAAMKM/ehlhxcgTPVI/s640/SAM_8807.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-661938289081241420?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xWRYKJFi_hxhALoN1JJYsdH4Yhs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xWRYKJFi_hxhALoN1JJYsdH4Yhs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xWRYKJFi_hxhALoN1JJYsdH4Yhs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xWRYKJFi_hxhALoN1JJYsdH4Yhs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ViajarEntreViagens/~4/1JoOAgpE96w" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/feeds/661938289081241420/comments/default" title="Enviar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/bosque-petrificado-de-sarmiento.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/661938289081241420?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4572613721804941376/posts/default/661938289081241420?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ViajarEntreViagens/~3/1JoOAgpE96w/bosque-petrificado-de-sarmiento.html" title="Bosque Petrificado de Sarmiento" /><author><name>Carla Mota</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11150852502025605334</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://bp1.blogger.com/_cqSxJDoHXAk/SBcufWUX70I/AAAAAAAAAAk/vfoLiRPgo8M/S220/.ydkes777179-02%5B1%5D.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-ElkEStt2SSY/TdVlFDbHq5I/AAAAAAAAMK0/zClWW4VD0zk/s72-c/SAM_8847.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://viajarentreviagens.blogspot.com/2011/05/bosque-petrificado-de-sarmiento.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEEERnk9fyp7ImA9WhRQEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4572613721804941376.post-138349373079383646</id><published>2011-05-13T22:41:00.011+01:00</published><updated>2011-12-07T19:36:47.767Z</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-07T19:36:47.767Z</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Argentina" /><title>Trekking no Parque Nacional dos Glaciares</title><content type="html">&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Gtfa1v52gXw/TdrahAXjkzI/AAAAAAAAAfY/4jYKKfnsSPg/s1600/SAM_5503.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610036546412712754" src="http://4.bp.blogspot.com/-Gtfa1v52gXw/TdrahAXjkzI/AAAAAAAAAfY/4jYKKfnsSPg/s640/SAM_5503.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-weight: bold;"&gt;Introdução:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt; Depois de termos visitado o sector Sul do Parque Nacional dos Glaciares e nos termos maravilhado com os glaciares Perito Moreno e companhia, o passo seguinte seria visitar o sector Norte. O nosso objectivo era visitar (e andar sobre) o glaciar Viedma, o maior da Argentina, e percorrer alguns dos percursos que serpenteiam o maciço montanhoso no qual figuram duas montanhas míticas, tanto para escaladores profissionais como para amantes da montanha, o Fitz Roy e o Cerro Torre. Para isso, mudámos o nosso “campo-base” para a pequena vila de El Chaltén, criada por decreto do governo argentino nos anos 80 para servir de apoio aos milhares de escaladores e trekkers que invadem esta área todos os anos. O seu nome deriva do nome dado pelos nativos à montanha agora conhecida por Fitz Roy e significa “montanha de fogo”. A vila foi construída muito perto das montanhas e, para quem não gosta de trocar o conforto de uma cama quentinha pelo saco-cama dentro de uma tenda ao ar livre, é possível fazer percursos de 1 dia que visitam as principais atracções do parque, regressando sempre a El Chalten no final do dia. Mas para quem gosta de um contacto mais “íntimo” com a Mãe-Natureza, a opção de acampar é de longe a melhor, uma vez que isso permite poupar alguns quilómetros nos percursos de ida e volta, além de que torna possível coisas como acordar com o Fitz Roy resplandescente ao nascer do sol! O Outono é uma das melhores alturas do ano para visitar o parque pois, para além de se poder admirar a belíssima coloração da vegetação, o número de visitantes diminui acentuadamente, permitindo um contacto mais pacífico e privilegiado com a natureza. Isto, claro, que se o estado do tempo o permitir. Aqui, tal como Parque Nacional das Torres del Paine, as condições meteorológicas são muito variáveis e, quando más, estragam os planos de qualquer turista bem-intencionado! Em El Calafate, informámo-nos e sabíamos que o tempo estaria razoável na área nos próximos dias… Era tempo de partir!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yg5uZ0CtPDE/TdragWjwqKI/AAAAAAAAAfQ/wZg_L7hZmhY/s1600/SAM_5408.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610036535189612706" src="http://2.bp.blogspot.com/-yg5uZ0CtPDE/TdragWjwqKI/AAAAAAAAAfQ/wZg_L7hZmhY/s640/SAM_5408.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;No dia seguinte, o céu completamente limpo ofereceu-nos uma perspectiva fabulosa do maciço montanhoso, conforme nos aproximávamos de El Chalten. O motorista do autocarro até parou num miradouro junto à estrada para os turistas tirarem fotos! Antes de entrarmos na vila, o autocarro parou na sede do parque, onde fomos recebidos com informações acerca dos percursos disponíveis e das regras de convivência com a fauna e flora locais. O senhor até nos mostrou um esquema que costuma mostrar aos turistas que chegam e que mostra as montanhas que se podem ver ao entrar na cidade. Isto porque na maior parte das vezes, o estado do tempo não permite ver nenhum cume! Fomos afortunados logo de início… Depois de instalados no hostel, e de comer qualquer coisa, decidimos que não havia tempo a perder, e saímos para fazer um percurso até à laguna Capri, de onde se obtêm boas vistas para o Fitz Roy. O tempo estava quente, e o percurso a início era algo íngreme, por isso ainda transpirámos um pouco, apesar de termos andado apenas cerca de uma hora até ao miradouro do Fitz Roy. Belíssimo! Até agora ainda não tínhamos tido tanta sorte com o tempo na montanha. Algumas árvores ainda apresentavam cores brilhantes em tons vermelho-alaranjados, o que contrastava com o branco dos cumes das montanhas e glaciares circundantes. Quando chegámos à laguna, as suas águas límpidas e calmas eram o pano de fundo perfeito para uma paisagem fenomenal. Sentámo-nos um pouco nas suas margens a descansar, mas sem deixar de tirar fotos! Encontrámos poucas pessoas pelo caminho, o que confirmava o carácter mais selectivo desta estação no que toca ao número de pessoas na montanha. O ambiente era calmo e refrescante, e apetecia ficar ali para sempre, mas devíamos voltar a El Chaltén para chegarmos antes do anoitecer. No caminho de volta, voltámos a maravilhar-nos com vistas de um fantástico vale glaciar, com um rio a serpentear pelo seu meio. Regressámos satisfeitos, pois tínhamos tido sorte no primeiro dia, mas com a esperança que o estado do tempo assim se mantivesse nos dias seguintes. Antes de iniciarmos o trek, amanhã ainda iríamos visitar e caminhar sobre o glaciar Viedma (ver post seguinte), pois era a última oportunidade da temporada! Só no dia seguinte começaríamos a aventura na montanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7g29D0kHUsU/TdrafuzcXxI/AAAAAAAAAfI/EJnRgHG1Jmg/s1600/SAM_5365.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="270" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610036524517973778" src="http://3.bp.blogspot.com/-7g29D0kHUsU/TdrafuzcXxI/AAAAAAAAAfI/EJnRgHG1Jmg/s640/SAM_5365.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DAZpwTPIEfA/TdrafWwvLZI/AAAAAAAAAfA/lnehn8XyQps/s1600/IMG_8087.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="426" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610036518064172434" src="http://1.bp.blogspot.com/-DAZpwTPIEfA/TdrafWwvLZI/AAAAAAAAAfA/lnehn8XyQps/s640/IMG_8087.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1º Dia: &lt;/span&gt;Com tudo preparado, deixámos uma mochila no hostel e uma reserva para daí a 3 dias, e apanhamos uma carrinha que nos levaria por uma estrada de terra batida até à Hosteria del Pilar, de onde iniciaríamos o nosso trek. O tempo estava nublado e ameaçava chover… O percurso acompanha inicialmente um rio, mas progressivamente vamos subindo a encosta do vale, sempre com a companhia do Fitz Roy e montanhas adjacentes. Em particular, tem-se uma vista privilegiada do glaciar Piedras Blancas, que escorre alguns quilómetros desde a face do Fitz Roy até acabar numa laguna com o mesmo nome. A laguna não se vê deste lado do vale, mas era nossa intenção ir visitá-la após montarmos o acampamento. O estado do tempo foi melhorando gradualmente, mas a subida continuava… Não muito íngreme mas longa, e os ombros ressentiam-se das pesadas mochilas! Duas horas e meia depois de termos começado, chegamos ao acampamento Poincenot, numa zona plana junto ao rio. E estávamos completamente sozinhos! Não são muitos que se atrevem a acampar aqui em pleno Maio… Montámos a tenda, comemos umas sandes de salame e preparamos uma pequena mochila para levar connosco, com bebida e alguns snacks. Como tínhamos tido a experiência dos ratos no Parque das Torres del Paine, decidimos juntar toda a nossa comida em dois sacos plásticos e pendurá-los numa árvore. Ali, os ratos não trepavam e precisava ser um animal já muito grande para conseguir chegar lá… O nosso plano era ir até à laguna das Piedras Blancas, num percurso que descia parte do vale que tínhamos subido, só que agora do outro lado e junto ao rio. O trilho era fácil em termos de relevo, mas não em termos de piso. Grande parte do caminho foi feita em cima das pedras polidas que cobriam o antigo leito do rio, piso incerto e escorregadio, o que maça os pés dentro das botas. Quando chegámos ao ponto onde o rio recebe um pequeno riacho alimentado pelo degelo do glaciar, virámos à esquerda e começámos a subir para a laguna. Nesta parte, o vale talhado pelo glaciar está cheio de blocos enormes, pelos quais temos de passar pelo meio, por cima ou pelo lado, conforme os casos. Íamos seguindo o nosso instinto, assim como algumas mariolas estrategicamente colocadas. E após algum esforço, lá chegamos à laguna… E esperava-nos uma paisagem de tirar o fôlego! A laguna é rodeada por moreias laterais criadas pelo glaciar, o qual está agora em retrocesso, processo bem visível pela comparação de fotos de há 10 anos (que nós vimos num livro sobre glaciares). Ainda que recuado, continua a ser um glaciar lindíssimo, que liberta regularmente pequenos icebergues para a laguna e que se encaminham lentamente para o riacho que desce para o rio. A beleza e imponência destas paisagens não deixam de nos surpreender. Depois de algum tempo a admirar a paisagem, descemos e regressamos ao acampamento. O percurso de volta foi cansativo, e quando chegámos já não havia tempo nem energia para outro percurso. Mas havia tempo para uma surpresa… Quando chegámos junto da tenda, vimos uma grande águia a debicar a nossa comida! Afugentámo-la mas mais de metade da nossa comida já tinha desaparecido! Queijo, chouriço, salame, pão, nada escapou… Mas chegámos a tempo de salvar alguma coisa! Para os dias seguintes tínhamos agora as massas para 2 jantares, 2 sandes já feitas, agora destinadas para o almoço do dia seguinte, tostas para os pequenos-almoços e algumas barras energéticas para o resto dos dias. Restou-nos apanhar os restos de plásticos do chão e pendurar o saco do lixo no avançado da tenda. Pouco tempo depois, vimos 3 águias a rondar o acampamento… Pelo menos não precisávamos de nos preocupar com ratos! Tinhamos agora a companhia de um casal que tinha feito connosco o trek no Viedma. Tinham chegado ao final da tarde e montaram tenda um pouco afastados. Depois de fazermos uma massa fusilli 3 queijos para jantar, e termos comido ao anoitecer, fomos dormir, pois o dia seguinte ia ser difícil!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gq-t3Azh_iY/TdrXmlAygKI/AAAAAAAAAeg/XPKmT4PDgKY/s1600/SAM_5837.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610033343613796514" src="http://1.bp.blogspot.com/-gq-t3Azh_iY/TdrXmlAygKI/AAAAAAAAAeg/XPKmT4PDgKY/s640/SAM_5837.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-y6feAgO_lB0/TdrXnv5mHiI/AAAAAAAAAe4/qgyDjoD2WsM/s1600/SAM_5927.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610033363716283938" src="http://1.bp.blogspot.com/-y6feAgO_lB0/TdrXnv5mHiI/AAAAAAAAAe4/qgyDjoD2WsM/s640/SAM_5927.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2º Dia: &lt;/span&gt;A noite foi fria (claro!) mas não tanto como nas Torres del Paine. Acordámos antes do sol nascer pois tínhamos a esperança que o estado do tempo nos permitisse ver o Fitz Roy resplandecente, reflectindo os primeiros raios da manhã. E assim foi! Durante uns breves minutos as montanhas ficaram brilhantes num tom laranja, como se estivessem a arder. Pode ser esta a origem do nome que os nativos davam ao Fitz Roy, El Chaltén, que quer dizer montanha de fogo… (Mas também pode ser devido ao facto do Fitz Roy às vezes ter nuvens acumuladas no seu cume de forma que parece um vulcão em erupção, tal como tínhamos visto no dia anterior) Tomámos o pequeno-almoço e preparámo-nos para o trek até à laguna de Los Três. Uma caminhada curta, mas bem difícil! Sempre, sempre a subir, e com um piso irregular, com pedras soltas e degraus num trajecto serpenteante pela montanha acima. Mas o esforço vale a pena! O céu estava parcialmente nublado mas a visão do Fitz Roy e montanhas vizinhas era fantástica. A superfície da água da laguna reflectia o panorama, criando um efeito espectacular. Avançando pela moreia do glaciar, subimos um pouco e fomos espreitar a laguna Succia, uma laguna de intensa cor azul, num vale mais abaixo. Do glaciar acima dela caíam frequentemente pequenas avalanches, fazendo um barulho intimidante. A água da laguna tinha assim um aspecto branco “sujo” (daí o seu nome?), devido a esses desprendimentos. A vista para o lado oposto também não ficava atrás. Podiam ver-se as lagunas Madre e Hija, pelas margens das quais segue o “sendero” com o mesmo nome. Era tempo de descer, até porque ainda tínhamos muito para andar! A descida, claro, demorou muito menos, mas não deixa de ser cansativa para determinados muscúlos e para os joelhos. Aqui, a ajuda do bastão (metálico ou natural) é fundamental. Quando chegámos ao acampamento, almoçámos, desmontámos a tenda, fizemos as mochilas e, às duas da tarde, iniciámos o percurso que nos levaria ao acampamento onde passaríamos a segunda noite, o acampamento De Agostini. Seguimos então primeiro pelas margens das lagunas Madre e Hija, sendo o trilho um pouco difícil de encontrar no início pois junto à laguna o terreno estava muito lamacento e era necessário encontrar trilhos secos. O estado do tempo melhorou e começou a ficar quente. Quase que apetecia tomar uma banhoca nas águas gélidas da laguna! A seguir, o trilho embrenha-se pelos bosques e inicia-se uma longa descida que nos levou até ao cruzamento com o trilho que vai desde El Chaltén até à laguna Torre. As mochilas pesavam, e já estávamos algo cansados, mas daqui ainda faltava uma hora para o acampamento! Ao fundo já se via o Cerro Torre, montanha que é um verdadeiro mito da escalada ao mais alto nível. Neste vale, as árvores já não tinham a coloração de Outono, era como se o inverno já tivesse chegado… Devíamos ter vindo cá 2 semanas antes! Não se pode ter tudo… O caminho parecia interminável, pois o cansaço aumentava e cada subida, por muito curta que fosse, castigava-nos os músculos já doridos. Seguimos junto ao rio e acercámo-nos de uma moreia glaciar, onde o acampamento está localizado. Era já o fim da tarde e estávamos, mais uma vez, completamente sozinhos! Desta vez, não teríamos mesmo nenhuma companhia. Montámos a tenda, e subimos um pouco para admirar o pôr-do-sol, atrás do cerro Torre. A laguna estava apenas a 10minutos de distância mas estávamos demasiado cansados para lá ir… Descemos para fazer o jantar. Era necessário água para ferver e para fazer sumo. Fomos até ao rio, enchemos uma garrafa mas o tom leitoso desta não nos inspirou grande confiança. A verdade é que a água que corre dos glaciares tem esta coloração devido à presença, em suspensão, de pequeníssimas partículas que advêm da acção erosiva do glaciar sobre as rochas. Em princípio, não nos faria mal (pensamos nós!), mas decidi procurar uma linha de água límpida para encher as garrafas. A alguns minutos do acampamento, encontrei um pequeno riacho que descia das montanhas e, assim, não chegámos a provar a água leitosa! Depois de mais uma massa ao jantar (desta vez, spaguetti à bolonhesa), já à luz de frontal, fomos para dentro da tenda. O saco do lixo foi pendurado novamente no avançado da tenda mas, desta vez, não havia águias por perto. Ora, onde não há águias…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-NOCJdsUvhXo/TdrUnc5OmRI/AAAAAAAAAeQ/MIlGzbfF2M0/s1600/SAM_6016.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610030060079585554" src="http://4.bp.blogspot.com/-NOCJdsUvhXo/TdrUnc5OmRI/AAAAAAAAAeQ/MIlGzbfF2M0/s640/SAM_6016.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MUYH4orBDwY/TdrUnAxLZYI/AAAAAAAAAeI/rRTOub-18wE/s1600/SAM_6004.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610030052529628546" src="http://4.bp.blogspot.com/-MUYH4orBDwY/TdrUnAxLZYI/AAAAAAAAAeI/rRTOub-18wE/s640/SAM_6004.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3yKr14dWBfM/TdrSy8x4onI/AAAAAAAAAeA/tSjakxgFBUQ/s1600/SAM_5995.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610028058594026098" src="http://4.bp.blogspot.com/-3yKr14dWBfM/TdrSy8x4onI/AAAAAAAAAeA/tSjakxgFBUQ/s640/SAM_5995.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-De4qEJtG8Ws/TdrSyfTg-wI/AAAAAAAAAd4/Zpqy-8i9s0M/s1600/SAM_5955.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610028050682018562" src="http://2.bp.blogspot.com/-De4qEJtG8Ws/TdrSyfTg-wI/AAAAAAAAAd4/Zpqy-8i9s0M/s640/SAM_5955.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-E11CO8Medmc/TdrSyC8-_GI/AAAAAAAAAdw/n7wQm_bVbU0/s1600/IMG_9899.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="426" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610028043071323234" src="http://3.bp.blogspot.com/-E11CO8Medmc/TdrSyC8-_GI/AAAAAAAAAdw/n7wQm_bVbU0/s640/IMG_9899.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sTMg1pG-8GI/TdrSxosKwtI/AAAAAAAAAdo/jv7YvZdCbNU/s1600/IMG_9793.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="426" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610028036021469906" src="http://1.bp.blogspot.com/-sTMg1pG-8GI/TdrSxosKwtI/AAAAAAAAAdo/jv7YvZdCbNU/s640/IMG_9793.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3ºDia: &lt;/span&gt;Durante a noite o vento foi-se levantando, ou melhor, foi descendo pelo vale, vindo das montanhas, com um barulho por vezes ensurdecedor. Mas o acampamento está sob a protecção da moreia e a tenda estava, assim, pouco sujeita ao vento. Começou a cair alguma chuva. Acordámos a meio da noite (isto é, eram dez e meia da noite!) com o barulho do saco do lixo a mexer-se… Seria o vento? Dirigimos a luz do frontal para o saco e… salta um rato lá de dentro! Apanhámos um susto, mas o que podíamos fazer? Apenas esperar que eles se ficassem pelo lixo e deixassem o interior da tenda para nós… Apesar do barulho do vento e dos barulhos ocasionais no saco do lixo, lá fomos dormindo a espaços até de manhã. Quando acordámos, tínhamos a esperança de ver o cerro Torre tal como tínhamos visto o Fitz Roy, mas não tivemos essa sorte! O dia amanheceu nublado, com as montanhas escondidas por detrás das nuvens. Tomámos o pequeno-almoço e seguimos para a laguna Torre. Lindíssima! Vê-se ao fundo o glaciar Grande, de onde se desprendem os pequenos icebergues que se juntam na margem onde nos encontramos. Fascinante! Mas tínhamos de seguir em frente, pois queríamos ir até ao miradouro Maestri, a cerca de uma hora da laguna. Prosseguimos pelo cimo da moreia, procurando manter o equilíbrio contra o vento, por vezes forte, que se fazia sentir. O piso não era fácil, e foi piorando, pois quanto mais se avançava na moreia, mais soltas estavam as pedras e menos notório era o trilho. Mas isso era de longe compensado pelas vistas fabulosas que se tem do glaciar. É este a grande vantagem do miradouro Maestri, não a visão das montanhas, em particular do cerro Torre, pois o trilho mão vai suficientemente longe para se poder ultrapassar montanhas adjacentes que ocultam parte das montanhas no horizonte. A visão das montanhas é melhor, de facto, a partir das lagunas. Mas o glaciar surge em toda a sua glória, aumentando a olhos vistos, conforme nos vamos aproximando. Quando cheguei ao miradouro, só me apetecia ir mais para a frente, para poder ver o glaciar mais de perto e de cima, mais do que de frente. Mas a partir daí, como um sinal avisava, o terreno tornava-se perigoso, devido a constantes deslizamentos e queda de pedras. Tive assim de conter-me e contentar-me a visão que dali tinha. Mas que visão! Tem-se uma panorâmica de toda a extensão do glaciar, desde a sua área de acumulação coberta de neve (onde ganha massa), logo abaixo dos picos das montanhas que o rodeiam, passando por uma zona de rocha muito inclinada e onde o gelo pouco se agarra, acabando por cair já no início da área de ablacção do glaciar (onde perde massa), onde o gelo é visível em toda a sua beleza, com as crevasses ondulantes, salpicadas de detritos rochosos e quase cobertas deles já perto das margens. Estou absolutamente rendido a estas maravilhas naturais! Olhei também para o cimo das montanhas e imaginei como seria olhar para lá deles, e admirar os campos de gelo… Talvez da próxima, quem sabe?! Era tempo de regressar, desta vez a descer gradualmente até à margem da laguna, onde vimos as primeiras pessoas do dia, vindas de El Chaltén. Almoçamos junto à laguna, com um pano de fundo sublime, e dirigimo-nos ao acampamento para preparar desmontar a tenda e preparar as mochilas. Já com saudades, despedimo-nos deste cenário de sonho e iniciámos a caminhada de regresso. Foram três horas e meia de percurso, com algumas pequenas subidas, mas quase sempre plano, e com uma descida final para El Chaltén. Durante o caminho, o cerro Torre foi quase sempre visível, juntando-se-lhe o Fitz Roy, a partir de certo ponto. Cruzámo-nos com algumas pessoas que faziam a caminhada de 1 dia de ida e volta para admirar a laguna e as montanhas. A parte final pareceu, mais uma vez, nunca mais acabar, e El Chaltén teimava em não aparecer! A verdade é que só se vê a vila quando já se está a poucas dezenas de metros, pois está aninhada entre os montes. E estávamos assim de regresso à civilização! Cansados, sonhando com uma boa refeição e uma cama quente, congratulámo-nos com o fim deste trek mas, ao mesmo tempo, sentíamos já saudades destes 3 dias em que andamos quase sozinhos pelo Parque Nacional dos Glaciares que, estou certo disso, nunca esqueceremos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-TwUiM9BMxsA/TdrUngPpsTI/AAAAAAAAAeY/K6GVBS4WXYA/s1600/SAM_6166.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610030060978942258" src="http://4.bp.blogspot.com/-TwUiM9BMxsA/TdrUngPpsTI/AAAAAAAAAeY/K6GVBS4WXYA/s640/SAM_6166.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ELEG2WYXKYg/TdrQOcPmhrI/AAAAAAAAAdg/DWX8-pNH3NE/s1600/SAM_6227.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="480" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610025232361752242" src="http://4.bp.blogspot.com/-ELEG2WYXKYg/TdrQOcPmhrI/AAAAAAAAAdg/DWX8-pNH3NE/s640/SAM_6227.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Y_W_eGUP2Mw/TdrQNxF2QVI/AAAAAAAAAdY/p5f8bay6zZc/s1600/SAM_6214.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="640" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610025220778115410" src="http://2.bp.blogspot.com/-Y_W_eGUP2Mw/TdrQNxF2QVI/AAAAAAAAAdY/p5f8bay6zZc/s640/SAM_6214.JPG" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="480" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4572613721804941376-138349373079383646?l=viajarentreviagens.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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