<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-13423608</atom:id><lastBuildDate>Thu, 29 Aug 2024 09:34:15 +0000</lastBuildDate><title>VISÃO LATINO-AMERICANA  Blog do Thiago de Aragão</title><description>Política da América Latina. Se interessando se transforma.</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Unknown)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>238</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><xhtml:meta content="noindex" name="robots" xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml"/><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-3121245953732039239</guid><pubDate>Thu, 01 Nov 2007 17:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-01T15:35:47.673-02:00</atom:updated><title/><description>NOVO ENDEREÇO DO BLOG: &lt;a href="http://www.thiagodearagao.wordpress.com/"&gt;WWW.THIAGODEARAGAO.WORDPRESS.COM&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVO ENDEREÇO DO BLOG: &lt;a href="http://www.thiagodearagao.wordpress.com/"&gt;WWW.THIAGODEARAGAO.WORDPRESS.COM&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVO ENDEREÇO DO BLOG: &lt;a href="http://www.thiagodearagao.wordpress.com/"&gt;WWW.THIAGODEARAGAO.WORDPRESS.COM&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVO ENDEREÇO DO BLOG: &lt;a href="http://www.thiagodearagao.wordpress.com/"&gt;WWW.THIAGODEARAGAO.WORDPRESS.COM&lt;/a&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/11/novo-endereo-do-blog-www.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>47</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-4681566425737232651</guid><pubDate>Tue, 30 Oct 2007 14:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-30T12:12:15.759-02:00</atom:updated><title>BOLÍVIA: Governo diz que empresas americanas poderão investir no país</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O ministro dos Hidrocarbonetos da Bolívia, Carlos Villegas, informou que diversas empresas petroleiras norte-americanas manifestaram interesse em investir no setor de hidrocarbonetos do país. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com ele, nas próximas semanas os representantes dessas empresas deverão aprofundar os contatos com o governo boliviano. Villegas esteve em Miami e Washington entre os dias 15 e 19 de outubro, onde pôde conversar com os representantes dessas companhias e explicar-lhes o processo de nacionalização do setor decretado pelo presidente da Bolívia, Evo Morales. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Conversamos com várias empresas como a Shell, Exxon para que conheçam as condições do país e possam investir na Bolívia”, afirmou o ministro. Ele também disse que diversas empresas do setor estavam desinformadas da verdadeira situação no país, por não contarem com dados concretos sobre o que realmente ocorreu (referindo-se a nacionalização decretada por Morales).&lt;br /&gt;No seu entendimento, os EUA têm uma visão negativa do país, pois sua interpretação é que o governo expropriou as empresas petrolíferas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/bolvia-governo-diz-que-empresas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-1142466469551666340</guid><pubDate>Tue, 30 Oct 2007 14:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-30T12:10:01.225-02:00</atom:updated><title>COLÔMBIA: Uribe descarta terceiro mandato</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, assegurou que não será candidato a um terceiro mandato consecutivo em 2010. Essa foi a primeira declaração oficial do colombiano desde que sua coalizão começou a propor um referendo para alterar a Constituição e buscar o terceiro mandato consecutivo. De acordo com Uribe, não é positivo que um presidente busque perpetuar-se no poder. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os dois pilares centrais do governo colombiano, segundo ele, são a segurança democrática e a confiança do investidor com a política de Estado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os partidários de Uribe propõem mais um mandato do atual presidente, pois a política de segurança implementada no país é um sucesso, o que faz seus índices de popularidade serem bastante elevados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/colmbia-uribe-descarta-terceiro-mandato.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-6115408914634322512</guid><pubDate>Tue, 30 Oct 2007 14:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-30T12:09:17.289-02:00</atom:updated><title>VENEZUELA: Empresários russos e venezuelanos fecham acordos econômicos</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Durante as reuniões inter-governamentais Rússia-Venezuela, os empresários dos dois países assinaram acordos de investimentos na área econômica. Os valores desses investimentos ficarão em torno de US$ 5 bilhões. De acordo com o vice-presidente da Venezuela, Jorge Rodríguez, 80 investidores russos participaram do encontro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os acordos firmados pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com países de fora da América Latina - inimigos dos EUA (Irã) ou neutros em relação a eles (Rússia) - mostram que os objetivos geo-estratégicos dele não ficam restritos ao continente latino-americano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diante desse cenário, George W. Bush (presidente dos EUA) pretende acelerar a aprovação dos TLCs (Tratados de Livre Comércio) com Peru, Colômbia e Panamá, com o objetivo de fortalecer os vínculos comerciais e, conseqüentemente, políticos com esses aliados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/venezuela-empresrios-russos-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-449307746451843311</guid><pubDate>Tue, 30 Oct 2007 14:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-30T12:08:27.421-02:00</atom:updated><title>DIRETO DE BRASÍLIA: Senador adverte sobre ação de Chávez no Brasil</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O senador brasileiro Gerson Camata (PMDB-ES) advertiu ao Plenário, na quarta-feira (24), sobre a suposta intenção do governo de Hugo Chávez, presidente da Venezuela, de implantar células de uma revolução marxista no Brasil, de acordo com reportagem veiculada pelo "Correio Braziliense" no mesmo dia. 15 diplomatas venezuelanos, segundo o jornal, já estariam atuando em vários municípios brasileiros para instalar centros de apoio à causa, como o Círculo Bolivariano Che Guevara, no Rio de Janeiro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Camata alertou que se tratava de uma infiltração ideológica do governo Chávez no país, cujo projeto político seria transformar o Estado numa "democracia socialista". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A reportagem informava ainda que o trabalho no Brasil estaria sendo coordenado pelo venezuelano Maximiliano Arvelaiz, apontado como homem de confiança do presidente Chávez. O jornal denunciou também a participação nessa ação do Consulado Geral da Venezuela, tendo como líder o embaixador Mario Guglielmelli Vera. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br) &lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/direto-de-braslia-senador-adverte-sobre.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-211453136085122171</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2007 12:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-29T10:44:32.532-02:00</atom:updated><title>ESPECIAL: Entenda porque Cristina Kirchner venceu</title><description>&lt;div align="justify"&gt;*Por Carlos Eduardo Borenstein, analista político da Arko América Latina&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A vitória da candidata da “Frente para a Vitória”, Cristina Kirchner, veio a confirmar as projeções realizadas antes da definição do candidato governista. Fosse Néstor ou Cristina, dificilmente o Kircherismo perderia o poder na Argentina, devido ao cenário econômico favorável. Mesmo que os críticos argumentem que sua durabilidade seja de curto prazo, a política de controle de preços e elevado gasto público, turbinou o poder de compra dos cidadãos (desde pobres até ricos). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outra conseqüência não menos importante foi a blindagem criada em torno de Cristina. Nem os escândalos de corrupção que atingiram funcionários do alto escalão da Casa Rosada conseguiram abalar sua candidatura. Só para lembrar, a então ministra da Economia, Felisa Miceli, foi obrigada a renunciar após uma bolsa com dólares ser encontrada no banheiro de seu gabinete. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com um crescimento de 8% nos últimos cinco anos, o governo dispôs de mecanismos para cooptar adversários nas províncias. Isso foi possível através do direcionamento de recursos para localidades governadas pela UCR (União Cívica Radical). Com isso, a Casa Rosada conquistou o apoio de 20 dos 24 governadores. De lá, vieram à maioria dos votos para Cristina. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em relação à votação dela, o analista político argentino Rosendo Fraga fez uma leitura bastante interessante. De acordo com ele, quatro de cada cinco eleitores de Cristina haviam votado no ex-presidente Carlos Menem, cuja base também foi às províncias mais pobres. Por sua vez, assim como Cristina, o ex-presidente tinha sua rejeição localizada na capital Buenos Aires. As coincidências não param por ai. Os governadores que apoiaram Menem eram das mesmas províncias dos que, nessas eleições, apoiaram Cristina. A diferença fica na questão política, Menem era de centro-direita e Cristina é de centro-esquerda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esse fenômeno ocorreu justamente por questões econômicas. Enquanto na capital o eleitor é menos dependente desses recursos, nas províncias a relação é inversa. A vinda de recursos do governo central significa a sobrevivência do político local e dos habitantes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Num cenário onde os argentinos votaram pragmaticamente com o “bolso”, a oposição não teve nomes nem alternativas para confrontar o governo. Um indicativo foi às estratégias desenvolvidas pelos adversários da futura presidente. A segunda colocada na disputa, Elisa Carrió, apresentou-se como moralizadora prometendo combater a corrupção. Amealhou votou do eleitor de classe média que não tolera desvios éticos, mas deixou a desejar na hora de apresentar um projeto de país. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Atrás dela ficou o ex-ministro da Economia, Roberto Lavagna, que se posicionava como meio governo meio oposição. Fez isso para tentar tirar proveito por ter sido ministro da Economia de 2003 a 2005. Essa estratégia tirou poucos votos do Kircherismo, pois se a política econômica vai bem, porque mudar de candidato? Foi mais ou menos assim o raciocínio do eleitor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mesmo crescendo na reta final, o candidato da “ Frejuli (Frente Justiça, União e Liberdade)”, Alberto Rodríguez Saá, não ameaçou o governo. Ele representava a facção do Partido Justicialista (Peronista) de oposição a Nestor Kirchner. Era apoiado pela centro-direita do partido, liderada pelo ex-presidente Carlos Menem. Conseguiu tirar votos daquele eleitor que é peronista, mas estava descontente com o governo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, o candidato Ricardo López Murphy deu mostras que ainda carrega o desgaste de ter sido ministro da Economia do ex-presidente Fernando de La Rua. Na sua gestão, adotou políticas econômicas ortodoxas de controle do gasto público que geraram insatisfações. Pelo seu passado pregresso, acabou visto pela classe média como um político com posturas muito a direita, ficando inviabilizado politicamente. Mas, por ser um critico do gasto público da atual administração, poderá lucrar caso Cristina fracasse no manejo da economia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/especial-entenda-porque-cristina.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-1646934828441059321</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2007 12:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-29T10:42:33.321-02:00</atom:updated><title>URUGUAI: Embaixador uruguaio e governadora do RS conversam sobre integração</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O embaixador uruguaio no Brasil, Pedro Humberto Vaz Ramela, e a governadora do RS (Rio Grande do Sul), Yeda Crusius, conversaram nesta semana sobre os desafios ao fortalecimento da integração entre RS e Uruguai, a importância da logística para isso e a busca de soluções a problemas comuns. As informações foram divulgadas pela agência Safras e fornecidas pela assessoria de comunicação do governo do RS. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A governadora afirmou que os investimentos que vêm sendo feitos nos setores naval, de florestamento e de fruticultura, do lado gaúcho, tendem a fazer uma revolução na região de fronteira, o que aumenta os interesses de aproximação entre o Estado e o Uruguai. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O reflorestamento é considerado como um dos aspectos relevantes para a definição de políticas comuns mencionados por Yeda. A liberação de atividades do setor em terras localizadas na faixa de divisa do Brasil com o Uruguai e a Argentina, já foi, inclusive, pleiteada pelo governo do Estado ao governo federal. A governadora, por sua vez, entregou pessoalemente ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, um ofício com o objetivo de reforçar a solicitação, na ocasião da Interiorização do Governo do Estado em Alegrete, dia 28 de setembro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No entendimento de Crusius, existem impedimentos que podem ser resolvidos para que as regiões de fronteira se desenvolvam a partir do reflorestamento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já o embaixador uruguaio, que esteve acompanhado na visita à governadora do cônsul-geral do Uruguai em Porto Alegre, Ernesto Scheiner Correa, enfatizou que o seu país tem o Rio Grande do Sul como importante parceiro comercial. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na avaliação de Ramela, "a infra-estrutura e a logística são fundamentais para se desenvolver o intercâmbio. No caso do Uruguai, também estamos investindo, tanto por parte do governo como do setor privado, em portos, rodovias e ferrovias. Isso vai trazer mais oportunidades comerciais não só ao Uruguai, mas a toda a região". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/uruguai-embaixador-uruguaio-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-2143554133169382153</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2007 12:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-29T10:41:32.648-02:00</atom:updated><title>ENTREVISTA: DEPUTADO DR. ROSINHA (PT-PR)</title><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgm_63Ogl8NRvINS5IePGrCG1TuuMLSMBmF_l_FARm3Tkf-gNgoC14flnNFpNggsOxqFYDPg0SuqZcvV_lRphYBtFMRt3je4L5mxXkoM5FreFv4wSLh4ucHcV2DGTEEJ-Dg8f6reg/s1600-h/dr+rosinha.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126737837156041618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgm_63Ogl8NRvINS5IePGrCG1TuuMLSMBmF_l_FARm3Tkf-gNgoC14flnNFpNggsOxqFYDPg0SuqZcvV_lRphYBtFMRt3je4L5mxXkoM5FreFv4wSLh4ucHcV2DGTEEJ-Dg8f6reg/s320/dr+rosinha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na semana em que a CREDN (Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional) da Câmara dos Deputados aprovou a Mensagem 82/07, do Poder Executivo, que ratifica o protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul, a Arko América Latina conversou, em entrevista exclusiva, com o deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR), relator da matéria. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Rosinha é titular da CREDN (Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional) e da CPCM (Comissão Parlamentar Conjunta do Mercosul, conhecida também por Representação brasileira no Parlamento do Mercosul). Também é o vice-presidente brasileiro no Parlamento do Mercosul. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARKO AMÉRICA LATINA:&lt;/strong&gt; Deputado, após os últimos acontecimentos envolvendo o presidente Hugo Chávez (Venezuela) e o Congresso brasileiro, o ingresso da Venezuela como membro-pleno do Mercosul está inviabilizado? Por quê? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DR. ROSINHA:&lt;/strong&gt; Não. As declarações do presidente venezuelano geraram muitos debates e criaram alguns atritos e dificuldades de tramitação da Mensagem de adesão da Venezuela ao Mercosul. Creio que boa parte das resistências foi debelada com o debate democrático. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AAL:&lt;/strong&gt; No mês passado, tivemos a notícia de que índios yanomamis em Roraima, na fronteira do Brasil com a Venezuela, presenciaram a invasão do espaço aéreo brasileiro por helicópteros militares venezuelanos. De acordo com a imprensa venezuelana, o assunto será levado para a Comissão de Relações Exteriores. No seu entendimento, quais as conseqüências desse acontecimento para as relações Brasil-Venezuela? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DR:&lt;/strong&gt; Toda e qualquer invasão de espaço (aéreo, marítimo e territorial) de um país gera atritos diplomáticos. Acredito que estes atritos serão resolvidos sem maiores conseqüências. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AAL:&lt;/strong&gt; Deputado, vários países da América Latina têm optado por assinar TLCs (Tratados de Livre Comércio) com os EUA. Na sua avaliação, o Brasil deveria assinar um tratado de livre comércio com os norte-americanos? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DR:&lt;/strong&gt; Não. Entendo que Tratados de Livre Comércio como os impostos pelos EUA são nocivos aos países de menor economia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AAL:&lt;/strong&gt; Muitos analistas afirmam que a postura do presidente Lula de sempre buscar consensos ao invés de tomar posições diretas e ativas facilitou a ascensão de Chávez no continente latino-americano. Na sua avaliação, essa premissa é verdadeira? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DR:&lt;/strong&gt; A diplomacia brasileira tem uma história de eficiência e de construção de consensos. Tem também usado de um método, no qual a tolerância é importante, de muito diálogo. Entendo que a diplomacia da Venezuela, no governo Chávez, é mais agressiva no sentido político. Esse método dá a impressão de grande ascensão do presidente venezuelano, o que não significa liderança. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AAL:&lt;/strong&gt; Qual a sua avaliação sobre a política externa do Governo Lula? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DR:&lt;/strong&gt; Muito já se escreveu sobre a política externa do governo Lula. Entendo que é uma política que tem trazido liderança do Brasil nas negociações internacionais. É uma política eficiente de inserção do Brasil no cenário mundial. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/entrevista-deputado-dr-rosinha-pt-pr.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgm_63Ogl8NRvINS5IePGrCG1TuuMLSMBmF_l_FARm3Tkf-gNgoC14flnNFpNggsOxqFYDPg0SuqZcvV_lRphYBtFMRt3je4L5mxXkoM5FreFv4wSLh4ucHcV2DGTEEJ-Dg8f6reg/s72-c/dr+rosinha.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-323678193694769664</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2007 12:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-29T10:34:03.711-02:00</atom:updated><title>DIRETO DE BRASÍLIA: Entendimentos divergentes sobre Venezuela no Mercosul</title><description>&lt;div align="justify"&gt;No momento da discussão do parecer do relator deputado Dr. Rosinha (PT-PR) à Mensagem 82/07, do Executivo, que ratifica o protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul, o governo e a oposição divergiram sobre a entrada do país ao bloco. Durante a reunião da CREDN (Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional) na qual era tratada a matéria, o principal argumento da oposição foi o de que muitos pontos do acordo ainda estavam sem solução e era preciso mais tempo para discutir o assunto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já entre os deputados da base aliada, o argumento foi o de que o adiamento da ratificação do acordo prejudicaria todo o esforço da diplomacia brasileira para consolidação e ampliação do Mercosul. O líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), por exemplo, argumentou que, no caso do acordo inicial para a criação do Mercosul, muitos ajustes técnicos foram feitos posteriormente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com 15 votos a favor e uma abstenção, o parecer do relator foi aprovado na reunião ordinária da CREDN desta quarta-feira (24). O PSDB e o DEM entraram em obstrução e, conseqüentemente, os parlamentares dessas legendas não votaram, apesar de estarem presentes à reunião. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A matéria ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pelo Plenário da Câmara. A CREDN deliberou durante cinco horas e meia de debates. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br) &lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/direto-de-braslia-entendimentos.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-5255006616550159912</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2007 12:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-29T10:33:08.993-02:00</atom:updated><title>CHILE: Avançam negociações para TLC com Malásia</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O Diretor Bilateral da DIRECON (Direção Geral de Relações Econômicas Internacionais), Andrés Rebolledo, informou que as delegações do Chile e da Malásia concluíram a segunda rodada de negociações para a assinatura do TLC (Tratado de Livre Comércio) entre as duas nações. As discussões ocorreram ao longo dessa semana em Santiago, no Chile. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante as reuniões foram negociados temas referentes ao comércio de bens e serviços, regras de origem, procedimentos aduaneiros, defesa comercial, medidas sanitárias, investimentos, cooperação e assuntos institucionais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“O TLC com a Malásia é um passo importante para demonstrar que o sudeste asiático é uma prioridade para a política externa chilena”, afirmou Reboledo. Ele também sustentou que seu país continuará trabalhando para que o Chile seja um local estratégico para os negócios entre a América Latina e a Ásia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A próxima rodada de negociações entre as duas nações está prevista para ocorrer em março de 2008. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/chile-avanam-negociaes-para-tlc-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-5160262275411814345</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2007 12:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-29T10:32:17.724-02:00</atom:updated><title>CHILE: Crescimento econômico deverá ser de 5,4% no país</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O economista chefe da BBVA Chile, Miguel Cardoso, afirmou que a economia chilena deverá crescer 5,4% nesse ano. No seu entendimento, isso é conseqüência do ritmo moderado de crescimento experimentado pelo país nos últimos meses. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cardoso informou que, no mês de setembro, a atividade econômica local cresceu apenas 2,7%. O crescimento econômico no terceiro trimestre de 2007, chegará a 3,7% enquanto que para 2008 a projeção é de 5,3%, segundo ele. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No que diz respeito ao cenário futuro, o economista acredita haver muitas incertezas relacionadas à queda nas expectativas do crescimento dos EUA, e à força dos países emergentes. Para Cardoso, no mês de outubro o Chile deveria ter apresentado uma recuperação em seus índices em razão do crescimento do setor de mineração. No entanto, a produção industrial caiu 2,6%, lembrou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assinalou ainda que as importações de bens de capital aumentarão os investimentos em mais de 10%, o que torna as perspectivas para o ano que vem muito animadoras. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/chile-crescimento-econmico-dever-ser-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-8199697793325761602</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2007 12:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-29T10:31:24.862-02:00</atom:updated><title>VENEZUELA: Jornalistas reagem à eliminação do direito à informação</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O presidente do Conselho Nacional dos Jornalistas, Levy Benshimon, afirmou que a modificação do artigo 337, aprovada pela Assembléia Nacional, significa “uma eliminação do direito à informação, o que viola o direito do povo de estar devidamente informado”. Na sua avaliação, a Assembléia colocou o cidadão em um estado de total indefinição informativa por meio de uma decisão partidarizada. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Os cidadãos e os profissionais de imprensa rechaçam a eliminação desse direito fundamental que promoverá a censura prévia dos meios de comunicação social”, ressaltou Benshimon. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com essa decisão, aumentará o controle do Estado sobre os meios de comunicação, o que já era grande desde o fechamento da RCTV (Rádio Caracas de Televisão). A estratégia do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, é sufocar todos os meios onde possam surgir vozes de oposição ao bolivarianismo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/venezuela-jornalistas-reagem-eliminao.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-9051695370143837498</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2007 12:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-29T10:30:07.710-02:00</atom:updated><title>BOLÍVIA: Governo e oposição debatem mudança de sede da Constituinte</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O governo boliviano discute com a oposição a mudança de sede da Assembléia Constituinte para outra cidade, como conseqüência da recusa por parte de líderes de Sucre em permitir a retomada das sessões. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a agência Efe, fontes oficiais informaram que essa possibilidade está sendo analisada pelo conselho político formado pelo governo e oposição para evitar o fracasso da assembléia que elegerá a nova Carta Magna do país. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há dois meses, os trabalhos foram suspensos devido a conflitos. Isso ocorreu porque os habitantes do departamento de Sucre pretendem que os constituintes levem as sedes dos poderes Executivo e Legislativo para essa localidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A mudança de sede, segundo a imprensa local, entrou em discussão nessa semana em função do litígio de Sucre com La Paz, fato que obstruiu a continuidade dos trabalhos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O prazo para a entrega do novo texto constitucional é dia 14 de dezembro. Entretanto, até o presente momento, nenhum artigo da nova constituição foi redigido. Caso não haja entendimento e a Constituinte fracasse, será uma derrota de grandes proporções para o presidente Evo Morales (Bolívia), já que a elaboração da nova Constituição era uma de suas principais bandeiras de campanha. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/bolvia-governo-e-oposio-debatem-mudana.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-4983927234077912859</guid><pubDate>Mon, 22 Oct 2007 11:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-22T09:55:40.078-02:00</atom:updated><title>EQUADOR: Aliança País estabelece linhas de atuação durante Constituinte</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Em reunião informal realizada no Hotel Tambo Real, os 78 deputados constituintes eleitos pela Aliança País (partido do presidente do Equador, Rafael Correa) definiu suas alianças de atuação durante a elaboração da nova Carta Magna do país. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As principais recomendações feitas foram: não repetir as “velhas práticas” do Congresso; reconhecer que fazem parte de um projeto político, porém atuarão de forma independente; fechar o Parlamento imediatamente, criando uma nova figura jurídica; integrar uma “comissão legislativa” com um grupo de constituintes para criar novas leis; e elaborar uma nova Constituição. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como conquistaram a maioria dentro da Assembléia Constituinte, os partidários do presidente equatoriano conseguirão elaborar um novo texto constitucional que centralizará mais poder nas mãos de Rafael Correa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br) &lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/equador-aliana-pas-estabelece-linhas-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-2703426671363105124</guid><pubDate>Mon, 22 Oct 2007 11:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-22T09:54:46.747-02:00</atom:updated><title>VENEZUELA: Queda do desemprego favorece discurso chavista</title><description>&lt;div align="justify"&gt;No mês de setembro, a taxa de desemprego na Venezuela registrou uma queda de 1,2% em relação ao mesmo período do ano passado. As informações foram divulgadas pelo INE (Instituto Nacional de Estatística). Em setembro de 2007, esse índice ficou em 8,3%, contra 9,5% registrados em 2006. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A taxa de ocupação, por sua vez, apresentou um aumento de 91,7%, representando uma incorporação de 313.806 trabalhadores do mercado de trabalho. Como conseqüência, 55,5% dos trabalhadores entraram no mercado formal da economia, representando um aumento de 0,7% em relação ao mês de setembro em 2006, quando esse índice foi de 54,8%. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A diminuição do desemprego está relacionada ao crescimento econômico que a Venezuela vem registrando. Isso se deve ao aumento de recursos que entram no país vindos da exportação de petróleo. Dados como esses são importantes para o presidente Hugo Chávez, pois ele consegue unidade de sua base social de apoio (classes populares - principal beneficiada da maior geração de empregos) para avançar em seu projeto político. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/venezuela-queda-do-desemprego-favorece.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-8171302555761227212</guid><pubDate>Mon, 22 Oct 2007 11:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-22T09:53:31.318-02:00</atom:updated><title>Lula tenta mudar agenda da política externa brasileira</title><description>&lt;div align="justify"&gt;Durante passagem por Angola, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, convidou o país (assim fizera anteriormente com a África) a participar da “revolução dos biocombustíveis”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a BBC Brasil, no discurso de abertura da reunião bilateral entre Brasil e Angola, Lula fez a seguinte declaração: “Angola é uma potência petrolífera. O Brasil é auto-sufuciente na produção de petróleo. Não obstante, podemos, juntos, participar de uma revolução energética, a dos biocombustíveis”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao defender o combustível alternativo, ele afirmou que sua produção gerou 6 milhões de postos de trabalho e tem capacidade de gerar renda, colaborando para evitar o êxodo rural e o inchaço urbano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim como na conjuntura interna, a política externa brasileira está passando por uma mudança de agenda, ou seja, o presidente tenta reformar seu próprio governo. Enquanto internamente busca a transição do Bolsa-Família para o PAC (Programa de Aceleração de Crescimento), externamente troca a bandeira do combate à fome pelo biocombustível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br) &lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/lula-tenta-mudar-agenda-da-poltica.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-1208375070328112970</guid><pubDate>Mon, 22 Oct 2007 11:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-22T09:52:37.543-02:00</atom:updated><title>MERCOSUL: EUA pretendem acordo comercial com bloco</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O governo dos EUA pretende apresentar em breve, segundo informações divulgadas ontem pela agência Globo, uma proposta de acordo de livre comércio aos quatro países integrantes do Mercosul. O bloco, até o momento, resiste em firmar com os norte-americanos um documento com esse objeto. Seria a retomada da antiga idéia chamada de "quatro mais um": EUA mais Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a expectativa do governo é encontrar coincidências de interesses em áreas nas quais todos se sintam confortáveis para discutir, haja vista a impossibilidade em se conseguir um acordo amplo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um alto funcionário do governo, ao revelar a iniciativa da Casa Branca, reforçou esse entendimento e afirmou que "está mais do que claro que não dá para fechar acordos bilaterais diretamente com cada um dos quatro países. Tampouco é possível ressuscitar a tentativa de se criar a Alca (Área de Livre Comércio das Américas). No entanto, acreditamos ser possível encontrar campos que possam trazer benefícios comuns a todos nós". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br) &lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/mercosul-eua-pretendem-acordo-comercial.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-8318036583987121255</guid><pubDate>Mon, 22 Oct 2007 11:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-22T09:51:45.330-02:00</atom:updated><title>ARGENTINA: Propaganda de Cristina ataca FMI</title><description>&lt;div align="justify"&gt;A candidata a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, atacou o FMI (Fundo Monetário Internacional) ontem, durante seu programa eleitoral. De acordo com a agência Reuters, o comercial de TV mostrou crianças respondendo errado quando eram questionadas a dizer o que era o organismo internacional. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No final da propaganda, um narrador afirmava: “graças a nós, nossas crianças não fazem idéia do que seja o FMI”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com o argumento de libertar a Argentina da influência do fundo em sua política econômica, o presidente Néstor Kirchner (Argentina) pagou, antecipadamente, a dívida de US$ 9,5 bilhões que o governo tinha com o fundo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O atual presidente acredita que as políticas ditadas pelo FMI foram responsáveis pela crise econômica que atingiu o país em 2001 e 2002. A estratégia da campanha de Cristina é reforçar suas críticas ao FMI, que é muito impopular no país devido à eficiente campanha negativa feita por segmentos mais à esquerda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O discurso da candidata à presidência tem como objetivo dialogar com os segmentos mais à esquerda do Partido Justicialista, pois algumas de suas prioridades têm sido as viagens ao exterior e as reuniões com o empresariado para ser mais simpática junto a esses segmentos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/argentina-propaganda-de-cristina-ataca.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-8962964096212440569</guid><pubDate>Mon, 22 Oct 2007 11:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-22T09:50:55.756-02:00</atom:updated><title>Banco do Sul é para o desenvolvimento e FMI para as crises, diz Mantega</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, afirmou ontem em Washington que o “Banco do Sul será para financiar projetos em infra-estrutura e, para as crises, permanece o FMI (Fundo Monetário Internacional)”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a BBC Brasil, os comentários foram feitos pelo ministro na sede do fundo, após encontro com o presidente do FMI, Rodrigo Rato. “A criação do Banco do Sul não impede que continuemos pegando empréstimos e tendo uma colaboração estreita com outros organismos”, ressaltou Mantega. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O ministro classificou o Banco do Sul como de suma importância. Entretanto, ele entende que falta definir alguns pontos: as regras; participação acionária dos membros; como será dirigido; e quais os princípios para liberar os projetos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/banco-do-sul-para-o-desenvolvimento-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-8449597379852490257</guid><pubDate>Fri, 19 Oct 2007 17:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-19T15:24:32.417-02:00</atom:updated><title>Prêmio "Excelência Pública 2007" da Revista América Economia</title><description>A prestigiada revista América Economia publicou a lista dos vencedores do prêmio "Excelência Pública 2007". Segue a lista dos vencedores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Redução de Pobreza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Carlos Arturo Betancur&lt;br /&gt;Prefeito de Itagui, Colômbia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Educação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Enrique Doger Guerreiro&lt;br /&gt;Prefeito de Puebla, México&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Igualdade entre Gêneros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Marcelo Ebrard Casaubon&lt;br /&gt;Chefe de Governo, Cidade do México, México&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Redução da Mortalidade Infantil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sergio Fajardo&lt;br /&gt;Prefeito de Medellín, Colômbia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhoras na Saúde Materna&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Honorio Galvis&lt;br /&gt;Prefeito de Bucaramanga, Colômbia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prevenção de Redução de HIV/AIDS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Angel Almanzar Valdez&lt;br /&gt;Secretário Nacional de Saúde, República Dominicana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sustentabilidade Ambiental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Paco Moncayo&lt;br /&gt;Prefeito de Quito, Equador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nathalei Cely&lt;br /&gt;Ministra de Coordenação de Desenvolvimento Social, Equador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A votação para eleger essas personalidades é feita por um juri composto por membros das seguintes entidades:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Secretaria para o Desenvolvimento Integral (SEDI) da Organização dos Estados Americanos (OEA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centro Internacional de Formação de Autoridades Locais (Cifal)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto de Nações Unidas para a Formação e Investigação (Unitar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corporação Andina de Fomento (CAF)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instituto Internacional de Metrópoles&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Federação Latino-Americana de Cidades, Municípios e Associações (Flacma)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É interessante notar como não temos nenhum brasileiro entre os vencedores. Interessante e triste. Como líder e potência econômica, nossa capacidade de exportar exemplos e modelos administrativos está cada vez menor. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/prmio-excelncia-pblica-2007-da-revista.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-5553555107344140820</guid><pubDate>Fri, 19 Oct 2007 17:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-19T15:05:44.125-02:00</atom:updated><title>COSTA RICA: País obtém assento no Conselho de Segurança da ONU</title><description>&lt;div align="justify"&gt;A Costa Rica foi escolhida nessa terça-feira (16), segundo informações da agência AFP, para ocupar o assento rotativo do Conselho de Segurança da ONU, depois de conseguir mais apoio a seu favor do que a República Dominicana na votação realizada na Assembléia Geral das Nações Unidas, em Nova York. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com 179 votos a favor na terceira rodada de votação secreta, o país centro-americano superou a República Dominicana, que teve apenas um voto. É preciso receber dois terços dos votos, dos 192 Estados-membros presentes e votantes, para ser escolhido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Conselho de Segurança da ONU é composto por 15 membros, sendo dez rotativos e cinco permanentes com direito de veto: EUA, Rússia, China, França e Grã-Bretanha. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;África do Sul, Bélgica, Indonésia e Itália são, atualmente, os outros membros rotativos. A cada ano são escolhidos cinco membros não-permanentes, que cumprem mandatos de dois anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br) &lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/costa-rica-pas-obtm-assento-no-conselho.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-7867807660827166691</guid><pubDate>Fri, 19 Oct 2007 17:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-19T15:04:45.754-02:00</atom:updated><title>BOLÍVIA: Hidrelétricas no Rio Madeira voltam a ser tema de discussão</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O chanceler David Choquehuanca afirmou nesse domingo (14), segundo informações da agência AFP, que a Bolívia não ficará calada se as duas hidrelétricas brasileiras do Rio Madeira, na fronteira, prejudicarem o ecossistema boliviano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Eles (brasileiros) são soberanos para qualquer empreendimento, mas se isso afetar os bolivianos não podemos ficar calados, eles precisam saber disso", disse Choquehuanca. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Brasil pretende construir duas usinas, Santo Antonio (3.150 MW) e Jirau (3.300 MW), que geraram críticas na Bolívia por possíveis impactos ambientais na região. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em agosto, equipes técnicas dos dois países se reuniram em Brasília para analisar os aspectos técnicos ambientais das duas obras, e a Bolívia fez suas ressalvas, informou o chanceler. "Apresentamos nossas dúvidas, enviamos nossas perguntas e agora estamos esperando a resposta", declarou. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As obras terão muito impacto para o meio ambiente, como "perda de vegetação, erosão de solos, deslizamentos de terras, inundações, extinção de espécies aquáticas e aumento das doenças tropicais", de acordo com a Bolívia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As duas represas ficarão na fronteira com a Bolívia, no Rio Madeira, que nasce da confluência dos rios Beni e Mamoré. As represas produziriam energia a custo baixo e teriam capacidade de 4.051 megawatts/hora. O Brasil investirá no projeto cerca de US$ 10 bilhões. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/bolvia-hidreltricas-no-rio-madeira.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-6604406630297121624</guid><pubDate>Fri, 19 Oct 2007 16:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-19T15:03:04.118-02:00</atom:updated><title>PANAMÁ: País buscará recursos no exterior para ampliar Canal do Panamá</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O vice-presidente e chanceler do Panamá, Sanuel Lewis Navarro, afirmou que, a partir do primeiro semestre do ano de 2008, seu país buscará US$ 2 bilhões para financiar a expansão do Canal do Panamá. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a imprensa local, a ampliação do canal está estimada em US$ 5,2 bilhões. Por meio desse projeto, barcos maiores poderiam passar pelo local, duplicando os 80 quilômetros de extensão que une os oceanos Atlântico e Pacifico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista concedida à agência Reuters, Navarro disse que “o projeto de expansão do Canal do Panamá é o maior e mais importante da América Latina”. Para o chanceler, ele será um atrativo para todas as companhias do mundo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/panam-pas-buscar-recursos-no-exterior.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-6592689731214451707</guid><pubDate>Fri, 19 Oct 2007 16:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-19T14:57:34.866-02:00</atom:updated><title>BOLÍVIA: Quiriboga vai aos EUA buscar investimentos</title><description>&lt;div align="justify"&gt;O ministro dos Hidrocarbonetos da Bolívia, Carlos Villegas Quiriboga, viajará aos EUA, nessa semana, para explicar o processo de nacionalização implementado pelo presidente Evo Morales. Além disso, ele buscará atrair novos investimentos para o setor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante sua paragem por Washington, está previsto encontro com representares da empresa EAG (Energy Action Group) que inclui as seguintes companhias: Chevron, Conocco Philips, TUC, Energy, Exxon Móbile, Occidental International Exploratión, Shell, ADM associatión e Ashmore Energy International. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a imprensa local, mesmo que as relações da Bolívia com os EUA não sejam das melhores, Quiriboga pretende trazer investimentos para o setor de hidrocarbonetos e energia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/bolvia-quiriboga-vai-aos-eua-buscar.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13423608.post-4771010576882389593</guid><pubDate>Fri, 19 Oct 2007 16:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-19T14:55:56.703-02:00</atom:updated><title>CUBA: País vai às urnas em eleição de um só partido</title><description>&lt;div align="justify"&gt;No próximo domingo haverá a primeira eleição em Cuba desde o afastamento de Fidel Castro. No entanto, os eleitores poderão votar apenas nos candidatos do PCC (Partido Comunista Cubano), pois o sistema cubano é de partido único. Também não haverá comícios nem propaganda eleitoral. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esse processo eleitoral culminará com a escolha da nova Assembléia Nacional, no mês de março. Mesmo que o parlamento tenha apenas a função de referendar as decisões do regime castrista, no futuro ele pode se tornar um local para o debate sobre o futuro de Cuba. Isso deve ocorrer porque a tendência é que o líder Fidel Castro não retorne mais ao poder devido ao seu precário estado de saúde. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a agência Reuters, o presidente interino Raúl Castro tem convocado os jovens cubanos a candidatarem-se nas eleições para “injetar sangue novo na política”. O regime percebe que seus quadros estão ficando envelhecidos e, por isso, o ingresso de jovens para dentro da estrutura do Estado seria uma forma de oxigenar o poder. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(Equipe Arko América Latina - americalatina@arkoadvice.com.br)&lt;/div&gt;</description><link>http://thiagodearagao.blogspot.com/2007/10/cuba-pas-vai-s-urnas-em-eleio-de-um-s.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>