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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" gd:etag="W/&quot;D0QER305eSp7ImA9WhRUGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503</id><updated>2012-01-29T17:28:26.321-02:00</updated><category term="reprodução" /><category term="prova" /><category term="relações ecológicas" /><category term="artrópodes" /><category term="prova on-line" /><category term="bactérias" /><category term="projetos" /><category term="evolução" /><category term="quizcelular" /><category term="ENEM" /><category term="classificação" /><category term="citologia" /><category term="insetos" /><category term="zoologia" /><category term="tecnologia" /><category term="reciclagem" /><category term="aula prática" /><category term="biotecnologia" /><category term="educação" /><category term="osmose" /><category term="vestibular" /><category term="fotos" /><category term="jogos" /><category term="Genética" /><category term="cinemaebiologia" /><category term="fisica" /><category term="ciclos biogeoquimicos" /><category term="genetica" /><category term="plantas" /><category term="bioquímica" /><category term="origem da vida" /><category term="ecologia" /><category term="resíduos" /><category term="SARESP" /><category term="fisiologia vegetal" /><category term="aniversário" /><category term="internet" /><category term="video" /><category term="livros" /><category term="anfibios" /><category term="fisiologia" /><category term="dengue" /><category term="visita de alunos" /><category term="vídeos" /><category term="recuperação" /><category term="GEBI" /><title>Vivendo Ciências</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>349</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/VivendoCiencias" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="vivendociencias" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;A0MERHg6cCp7ImA9WhRVGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-2662041759884474744</id><published>2012-01-03T10:48:00.000-02:00</published><updated>2012-01-19T16:56:45.618-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T16:56:45.618-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Genética" /><title>Aula de biologia revela traição e leva a divórcio em Taiwan -
03/01/2012 - EFE</title><content type="html">&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Uma aula de biologia sobre os diferentes tipos sanguíneos levou ao  divórcio de um casal, depois que um aluno questionou suas origens e  descobriu que seu pai "oficial" não é o biológico, publicou nesta  terça-feira a imprensa local.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  A lição levou o menino a questionar em casa como seu sangue é tipo B se  seus dois pais têm sangue tipo A, o que gerou as suspeitas do pai.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Um exame de DNA comprovou que a criança não é seu filho biológico, e no  julgamento pelo divórcio, ganho pelo pai, se descobriu que a esposa  iniciou uma relação extraconjugal com dois anos de casada e acabou  ficando grávida do amante, conta o periódico "Lianhe Bao".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  O casal tem outros dois filhos, uma menina e um menino, este nascido após a relação extraconjugal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez algo parecido aconteceu comigo. Após explicar os grupos sanguíneos, eu costumo pedir para os meus alunos pesquisarem os tipos de sangue dos familiares e montar um heredograma. Um de meus alunos veio com um heredograma impossível, do tipo deste aí da reportagem, e após alguns segundos percebi que poderia ser um caso de adoção (não pensei em traição, sou muito inocente! ) e saí pela tangente, dizendo que as informações podiam estar erradas. Não sei o final da estória, pois o aluno não foi mais à escola...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algum tempo depois, quando comentei o ocorrido na sala dos professores, um colega quis saber mais sobre o assunto e me apresentou um caso com os tipos sanguíneos dos pais e de uma criança. Ingenuamente, expliquei a herança e disse que por aquelas informações não havia problemas, a criança poderia ser filha daqueles pais. Não pensei mais no assunto. Anos depois, estávamos reunidos informalmente e a diretora comentou sobre a filha adotiva daquele casal de professores. Foi uma surpresa para todos, pois ninguém sabia que a menina era adotada. Tempos depois (sou lerda, gente!) caiu a ficha e entendi porque ele quis naquela época verificar o tipo sanguíneo, para evitar possíveis problemas no futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sou plenamente a favor da adoção, mas sou contra esconder isso da criança. Se, desde sempre a estória for do conhecimento da criança, é melhor. Evita-se problemas familiares, revolta adolescente e etc.!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte:&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2012/01/03/aula-de-biologia-revela-traicao-e-leva-a-divorcio-em-taiwan.jhtm"&gt;Aula de biologia revela traição e leva a divórcio em Taiwan - 03/01/2012 - EFE&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-2662041759884474744?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/2662041759884474744/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=2662041759884474744&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/2662041759884474744?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/2662041759884474744?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2012/01/aula-de-biologia-revela-traicao-e-leva.html" title="Aula de biologia revela traição e leva a divórcio em Taiwan -&#xA;03/01/2012 - EFE" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYFRnY-cCp7ImA9WhRQGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-1354425996747708071</id><published>2011-12-14T19:11:00.003-02:00</published><updated>2011-12-14T19:11:57.858-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-14T19:11:57.858-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reprodução" /><title>Doenças sexualmente transmissíveis</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Doenças sexualmente transmissíveis&lt;/b&gt; (ou DST) ou Infecção sexualmente transmissível são patologias antigamente conhecidas como &lt;b&gt;doenças venéreas&lt;/b&gt;. São doenças infecciosas que se transmitem essencialmente (porém não de forma exclusiva) pelo contato sexual. O uso de preservativo (camisinha) tem sido considerado como a medida mais eficiente para prevenir a contaminação e impedir sua disseminação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários tipos de agentes infecciosos (&lt;b&gt;vírus, fungos, bactérias e parasitas&lt;/b&gt;) estão envolvidos na contaminação por DST, gerando diferentes manifestações, como &lt;b&gt;feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas DST's são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas corretamente. Outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de DST os sintomas levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com as reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde. &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Certas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para &lt;b&gt;complicações graves&lt;/b&gt; como &lt;b&gt;infertilidade, infecções neonatais, malformações congênitas, e aborto&lt;/b&gt; (no caso de gestantes), &lt;b&gt;câncer e até a morte&lt;/b&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ramo da medicina que estuda as DST é denominado no Brasil "&lt;b&gt;Deessetologia&lt;/b&gt;". No passado, essa especialidade era conhecida como venereologia, termo em desuso pois carrega em si muito preconceito, uma vez que no passado era sinônimo de atividade sexual com prostitutas. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Algumas das DSTs mais conhecidas: &lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Sífilis&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cancro mole &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Clamídia&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Gonorréia &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;SIDA ou AIDS &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tricomoníase &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Linfogranuloma venéreo &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Herpes&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Condiloma acuminado ou HPV ou verruga Genital&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Hepatite B&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: xx-small;"&gt;Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Doença_sexualmente_transmissível &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-1354425996747708071?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/1354425996747708071/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=1354425996747708071&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/1354425996747708071?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/1354425996747708071?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/12/doencas-sexualmente-transmissiveis.html" title="Doenças sexualmente transmissíveis" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYCRXY8fyp7ImA9WhRQGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-3564128676417546734</id><published>2011-12-04T09:33:00.000-02:00</published><updated>2011-12-14T19:12:44.877-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-14T19:12:44.877-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="artrópodes" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="insetos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="genetica" /><title>GEO | Moscas têm caráter</title><content type="html">&lt;a href="http://revistageo.uol.com.br/cultura-expedicoes/31/artigo241588-1.asp#.TttZ96GkYT0.blogger"&gt;GEO | Moscas têm caráter - É um equívoco pensar que as minúsculas criaturas que frequentam nossas fruteiras nada têm a ver com o ser humano. Geneticistas provaram que genomas parecidos resultam em processos de crescimento, lembranças e comportamentos semelhantes - inclusive na vida sexual. Eis o retrato da Drosophila melanogaster: uma heroína de laboratório&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na faculdade, durante as aulas de genética, trabalhamos muito com estas pequenas moscas. Gostei muito de ler este artigo, e ver que existem pesquisadores sensíveis o suficiente para entender seres tão pequenos e tão diferentes de nós.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-3564128676417546734?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/3564128676417546734/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=3564128676417546734&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/3564128676417546734?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/3564128676417546734?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/12/geo-moscas-tem-carater.html" title="GEO | Moscas têm caráter" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cDRn88fyp7ImA9WhRSGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-5330368374164886403</id><published>2011-11-21T17:55:00.001-02:00</published><updated>2011-11-21T19:31:17.177-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-21T19:31:17.177-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="genetica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="biotecnologia" /><title>A história do milho</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-eA9UoqKeBYQ/Tsqz-jyyjtI/AAAAAAAAAx4/spMJIdXBe8Y/s1600/milho.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="224" src="http://4.bp.blogspot.com/-eA9UoqKeBYQ/Tsqz-jyyjtI/AAAAAAAAAx4/spMJIdXBe8Y/s320/milho.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O milho como conhecemos hoje&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
No começo o homem era essencialmente caçador, mas com o tempo a quantidade de homens era cada vez maior para a quantidade de animais a ser caçado. Podia-se andar um dia inteiro sem achar uma boa caça. Não se sabe ao certo quem ou quando se teria tido a idéia , provavelmente alguém com muita fome, de pegar uma plantinha da árvore e comer. Mas a idéia era tão boa , afinal as frutinhas não saem correndo, estão lá, é só pegar, que logo a maioria dos homens virou "coletor". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podia não dar tanto trabalho quanto caçar, mas com certeza era trabalhoso, eles não tinham muita idéia de que fruta pode-se comer e qual não pode ... e muitas vezes a dor de barriga era a única recompensa por querer mudar de hábito. Logo foram aprendendo, pela experiência, e começaram a desenvolver uma forma de contar aos outros o que descobriam, uma espécie de linguagem de sinais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo sabendo quais frutas comer, não era o suficiente para alimentar várias famílias juntas, já que uma vez tendo colhido todas as frutas de um lugar, elas acabam. É aí que os rios entram, as margens dos rios são muito férteis, e esses homens começavam a perceber que onde faziam festas com muita comida no ano seguinte aquela região estava cheia de frutas novamente. Mesmo que parecesse um ritual mágico, descobriam que após comer as frutas se jogassem seus restos no chão aquele local ficava "abençoado" para depois nascer ainda mais frutas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, pouco a pouco foram desenvolvendo as primeiras fazendas, a agricultura (que no começo servia só de apoio para o resto da comida que ainda vinha da caça). &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-sAdEtja8Wik/Tsq0TPHrrEI/AAAAAAAAAyA/mBiDapRXqgU/s1600/corn-and-teosinte_h1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://2.bp.blogspot.com/-sAdEtja8Wik/Tsq0TPHrrEI/AAAAAAAAAyA/mBiDapRXqgU/s320/corn-and-teosinte_h1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Comparação entre o&amp;nbsp; milho selvagem (teosinto) e o milho atual&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Acontece que para o milho o caminho era ainda maior, a espiga de milho selvagem tem apenas 3 a 5 centímetros. Foram os olmecas, índios da região do México, que aprenderam pouco a pouco a separar os maiores grãos de cada espiga e plantá-los, e desta espiga maior tirar os maiores, e durante 2.000 anos fizeram isso, e somente assim chegaram a nossa espiga de milho do tamanho atual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles tinham um ritual de fertilidade em que se enchia grandes potes (parecidos com baldes de pipoca) com milho, estouravam esse milho e comiam deixando que muitos e muitos caíssem no chão , já que os que caiam iriam dar novas colheitas no próximo ano. &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7w4cZD02ynk/Tsq0ZaVLyMI/AAAAAAAAAyI/4ILKyvttouA/s1600/teosinte.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-7w4cZD02ynk/Tsq0ZaVLyMI/AAAAAAAAAyI/4ILKyvttouA/s1600/teosinte.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Teosinto, o milho selvagem.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O milho, acredite se quiser, é uma gramínea. Se você olhar para o milho “original” do México, chamado teosinte, parece um capim qualquer. Não tem nada nem parecido com uma espiga amarela. Dez mil anos de domesticação, porém, alteraram a planta significativamente. Os primeiros agricultores do milho foram selecionando as plantas que tinham sementes maiores, e maiores, e maiores, e maiores, e maiores….. até que, dez mil anos depois, você para na frente de um carrinho com água fervente na beira da praia e compra uma bela espiga de milho, cheia de sementes amarelas, grandes e suculentas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje existem centenas de variedades de milho, adaptadas a diferentes condições de clima, solo e cultivo. E quase todo o milho plantado no mundo hoje é híbrido – ou seja, resulta do cruzamento de duas variedades diferentes. Por razões que a ciência ainda não compreende muito bem, o milho híbrido produz mais do que qualquer um de seus “pais” conseguiria produzir por conta própria, sem cruzamento. A desvantagem é que a semente híbrida perde “força” após um ou dois plantios. Por isso é preciso comprar novas sementes quase todos os anos. &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-2wQ527cdU7E/Tsq0ikrOBfI/AAAAAAAAAyQ/cgJw3e0a0xU/s1600/jardicentro_sementes_semeurop_milho_ornamental.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-2wQ527cdU7E/Tsq0ikrOBfI/AAAAAAAAAyQ/cgJw3e0a0xU/s320/jardicentro_sementes_semeurop_milho_ornamental.jpg" width="264" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Hoje há uma grande variedade.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp; &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Mas o fato essencial aqui é o seguinte: Se você tivesse uma máquina do tempo e voltasse para qualquer data anterior a 10 mil anos atrás, o milho de espigas amarelas que você conhece não existiria. Ele é uma invenção humana! É uma tecnologia, desenvolvida ao longo de milhares de anos de seleção e melhoramento genético. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você soltar um milho moderno na natureza, ele não sobreviverá por muito tempo. Sem o homem para cuidar dele, plantar as sementes na hora certa, dar fertilizante, água e protegê-lo de ervas daninhas e insetos, não teria a menor chance. Seria como soltar um poodle numa floresta, e esperar que ele sobreviva como um lobo! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mesmo vale para o tomate, o morango, a alface, o arroz, a uva, a maçã….. Praticamente tudo que você compra no supermercado hoje, são versões totalmente alteradas de plantas selvagens que foram domesticadas, alteradas e adaptadas aos caprichos do ser humano. Os animais idem: porco, galinha, vaca…. todos muitos diferentes de suas versões selvagens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma espiga de milho ou um grão de arroz são tecnologias tão modernas e tão fantásticas quanto uma televisão ou um telefone celular! &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-5330368374164886403?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/5330368374164886403/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=5330368374164886403&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/5330368374164886403?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/5330368374164886403?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/11/historia-do-milho.html" title="A história do milho" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-eA9UoqKeBYQ/Tsqz-jyyjtI/AAAAAAAAAx4/spMJIdXBe8Y/s72-c/milho.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcEQng4eip7ImA9WhRSFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-6776978015788743049</id><published>2011-11-17T23:35:00.001-02:00</published><updated>2011-11-18T00:06:43.632-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-18T00:06:43.632-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fisiologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reprodução" /><title>Gravidez na adolescência</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FP2LpybU3U0/TsW9jWQOs9I/AAAAAAAAAxk/ooWTWpFO5Ak/s1600/gravidezadolescente-be.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="247" src="http://1.bp.blogspot.com/-FP2LpybU3U0/TsW9jWQOs9I/AAAAAAAAAxk/ooWTWpFO5Ak/s320/gravidezadolescente-be.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gravidez na adolescência é, quase sempre uma gravidez não planejada e, por isso, indesejada. Desde 1970, a incidência de casos tem aumentado significativamente, ao mesmo tempo em que tem diminuído a média de idade das adolescentes grávidas. Na maioria das vezes a gravidez na adolescência ocorre entre a primeira e a quinta relação sexual e elas procuram o serviço de saúde entre o terceiro e quarto mês de gravidez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O parto normal é a primeira causa de internação de brasileiras entre 10 e 14 anos de idade nos hospitais que têm convênio com o SUS (Sistema Único de Saúde) em todos os Estados brasileiros. Do total de internações de meninas e jovens, de l0 a 14 anos, 16% foram relativas a partos normais ou cesarianas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a gravidez se dá antes dos dezesseis anos as complicações ocorrem com maior freqüência. A imaturidade física, funcional e emocional da jovem predispõe ao surgimento de complicações como o aborto espontâneo, parto prematuro, maior incidência de cesárea, ruptura dos tecidos da vagina durante o parto, dificuldades na amamentação e depressão. Por tudo isso, a maternidade deve ser encarada como um momento sério e que necessita de grande responsabilidade dos jovens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como explicar esse aumento de incidência de gravidez, numa época em que nossos adolescentes estão mais bem informados sobre o uso de camisinha na prevenção de DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) e métodos anticoncepcionais? Provavelmente o não uso de camisinha deve-se a fatores, como: &lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;abuso de álcool  e outras drogas psicoativas e  sexo inseguro;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;namoro firme: se for pedido o uso de camisinha o(a) parceiro(a) pode desconfiar de infidelidade;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;paixão: imagem falsa de segurança negando os riscos inerentes ao não uso de preservativos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;apelo erótico dos meios de comunicação: propaga-se sexo como algo não planejado e comum e, na maioria das vezes, ninguém se infecta nem adoece;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;pensamento machista de que AIDS ainda só é transmitida através de relações homossexuais ou drogas injetáveis. &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;
A sua primeira relação sexual foi a de seu(ua) parceiro(a)  também?  Se não foi, não adianta eliminar o uso de camisinha por métodos anticoncepcionais hormonais (pílulas anticoncepcionais), pois nenhum dos dois estará seguro de não ser portador de alguma DST (a menos que realize exames e freqüente o médico especializado regularmente – urologista, para homens e ginecologista, para mulheres). E se um dos dois nasceu portador do vírus da AIDS e não teve coragem de comentar (ou nem sabe)? Vale a pena se expor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse pensamento de que “só acontece com os outros” pode colocar qualquer um em uma grande encrenca, não acha? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tal incorporar a conscientização e praticar, usando camisinha?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-BUR71ZS2K7c/TsW9pnn2oII/AAAAAAAAAxs/-ba4VlcAYyg/s1600/00000137_299.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-BUR71ZS2K7c/TsW9pnn2oII/AAAAAAAAAxs/-ba4VlcAYyg/s1600/00000137_299.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-6776978015788743049?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/6776978015788743049/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=6776978015788743049&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/6776978015788743049?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/6776978015788743049?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/11/gravidez-na-adolescencia.html" title="Gravidez na adolescência" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-FP2LpybU3U0/TsW9jWQOs9I/AAAAAAAAAxk/ooWTWpFO5Ak/s72-c/gravidezadolescente-be.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YNSH4zcCp7ImA9WhRSGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-4594030944199382739</id><published>2011-11-17T23:12:00.001-02:00</published><updated>2011-11-21T19:33:19.088-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-21T19:33:19.088-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fisiologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reprodução" /><title>Métodos anticoncepcionais (contraceptivos)</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A prevenção da gestação não planejada é fundamental, principalmente para adolescentes e adultos jovens sexualmente ativos, que devem ser orientados precocemente, uma vez que a idade para início das relações sexuais está diminuindo cada vez mais, enquanto estão aumentando o número de adolescentes grávidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os métodos contraceptivos podem ser divididos didaticamente em: comportamentais, de barreira, dispositivo intra-uterino (DIU), métodos hormonais e cirúrgicos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A escolha do método contraceptivo deve ser sempre personalizada levando-se em conta fatores como idade, números de filhos, compreensão e tolerância ao método, desejo de procriação futura e a presença de doenças crônicas que possam agravar-se com o uso de determinado método. Como todos os métodos têm suas limitações, é importante que saibamos quais são elas, para que eventualmente possamos optar por um dos métodos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, na orientação sobre os métodos anticoncepcionais deve ser destacada a necessidade da dupla proteção (contracepção e prevenção as DST e HIV/AIDS), mostrando a importância dos métodos de barreira, como os preservativos masculinos ou femininos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="sub_tit2"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="sub_tit2"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A) Métodos comportamentais:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table border="0"&gt;
        &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
          &lt;td width="82%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Método Rítmico ou Ogino-Knaus (do calendário ou
            tabelinha)&lt;/b&gt;: procura calcular o início e o fim do período fértil
            (já explicado anteriormente no ciclo menstrual) e somente é
            adequado para mulheres com ciclo menstrual regular. A mulher deve
            ser orientada, inicialmente, a marcar no calendário os últimos 6 a
            12 ciclos menstruais com data do primeiro dia e duração,
            calculando então o seu período fértil e abstendo-se de relações
            sexuais com contato genital neste período. É pouco eficaz se não
            for combinado com outros métodos, como preservativos ou
            espermicidas, pois depende da abstenção voluntária nos períodos
            férteis da mulher, onde a libido (desejo sexual) se encontra em
            alta.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
          &lt;td width="18%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="99" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image217.png" width="92" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Temperatura basal:&lt;/b&gt; método
oriundo na observação das alterações fisiológicas da temperatura corporal
ao longo do ciclo menstrual. Após a ovulação, a temperatura basal aumenta
entre 0,3 e 0,8o C (ação da progesterona). A paciente deve medir a
temperatura oral, durante 5 minutos, pela manhã (após repouso de no mínimo 5
horas) antes de comer ou fazer qualquer esforço, e anotar os resultados durante
dois ou mais ciclos menstruais. Esse procedimento deve ser realizado desde o
primeiro dia da menstruação até o dia em que a temperatura se elevar por 3
dias consecutivos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Depois de estabelecer qual é a sua variação
normal, e o padrão de aumento, poderá usar a informação, evitando relações
sexuais no período fértil.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Uma grande desvantagem do método da temperatura
é que se a mulher tiver alguma doença, como um simples resfriado ou virose,
todo o esquema se altera, tornando impossível retomar a linha basal, ou saber
se o aumento de temperatura é devido à ovulação ou a febre.&lt;/div&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="74%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Método
      do Muco Cervical (Billing)&lt;/b&gt;: baseia-se
      na identificação do período fértil pelas modificações cíclicas do
      muco cervical, observado no auto-exame e pela sensação por ele provocada
      na vagina e vulva. A observação da ausência ou presença do fluxo
      mucoso deve ser diária. O muco cervical aparece cerca de 2 a 3 dias
      depois da menstruação, e inicialmente é pouco consistente e espesso.
      Logo antes da ovulação, ele atinge o chamado "ápice", em que
      fica bem grudento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="28%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="108" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image220.jpg" width="148" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Testa-se colocando o muco
entre o indicador e o polegar e tentando-se separar os dedos. É necessária a
interrupção da atividade sexual nesta fase, permanecendo em abstinência por
no mínimo 4 dias a partir do pico de produção, período em que se inicia o
período infértil novamente.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Esse método também exige
observação sistemática e responsabilidade por parte da mulher durante vários
meses, até conhecer bem o seu ciclo e o muco. No entanto, qualquer alteração
provocada por doença, ou quando a mulher tem pouco ou muito muco, o método se
torna pouco confiável.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Coito interrompido&lt;/b&gt;: baseia-se na capacidade do homem em pressentir a
iminência da ejaculação e neste momento retirar o pênis da vagina. Tem baixa
efetividade, levando à disfunção sexual do casal, e deve ser desencorajado.&lt;/div&gt;
&lt;div class="sub_tit2"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="sub_tit2"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;B) Métodos de Barreira&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="42%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="65" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image222.png" width="71" /&gt;
      &lt;img border="0" height="167" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image224.gif" width="156" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="58%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
Estes métodos impedem a ascensão dos espermatozóides ao
      útero, sendo fundamentais na prevenção das DST e AIDS. Junto com a pílula
      anticoncepcional e o coito interrompido, são os métodos não definitivos
      mais utilizados.
      &lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Condom ou camisinha ou preservativo:&lt;/b&gt; quase todas as pessoas
      podem usar; protege contra doenças sexualmente transmissíveis, inclusive
      AIDS; previne doenças do colo uterino; não faz mal a saúde; é de fácil
      acesso.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="73%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
O &lt;b&gt;condom&lt;/b&gt;
      masculino é um envoltório de látex que recobre o pênis, retendo o
      esperma no ato sexual, impedido o contato deste e de outros microrganismos
      com a vagina e o pênis ou vice-versa.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Uso
      da camisinha masculina:&lt;/b&gt; desenrolar
      a camisinha no pênis ereto, antes de qualquer contado com a vagina, ânus
      ou boca. Deve ser retirada do pênis imediatamente após a ejaculação,
      segurando as bordas da camisinha para impedir que os espermatozóides
      escapem para a vagina.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="27%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="125" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image225.png" width="142" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="1" height="162" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod6.jpg" width="218" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
A camisinha possui lado certo para desenrolar, para saber qual é o
      correto, basta tentar desenrolar se não der ou for muito complicado vire
      a pontinha para o outro lado.
      &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="3"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
Depois de retirá-la da embalagem, deve-se
      apertar a pontinha (dando uma leve torcidinha) para evitar que fique com
      ar porque, se ficar com ar, ela pode estourar com mais facilidade.
      Lembre-se que o pênis deve estar ereto (duro). 
      &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="1" height="164" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod7.jpg" width="218" /&gt;
      &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="34%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="1" height="164" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod8.jpg" width="218" /&gt;
      &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="63%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
Segurando a ponta apertada ir desenrolando a camisinha sobre o pênis
      até chegar à base. Depois de desenrolar até a base evite ficar passando
      a mão, pois pode retirar o lubrificante e fazer com que a camisinha
      estoure com mais facilidade. Agora está tudo pronto para se ter uma relação
      sexual protegida. 
      &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="66%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
A camisinha deve ficar desta forma no pênis.
      &lt;/div&gt;
&lt;div class="nota"&gt;
Quais as chances de que a camisinha masculina falhe? &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A taxa de falha varia de 3 a 14 mulheres em 100 podem ficar grávidas
      em um ano de uso.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="32%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="1" height="163" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod9.jpg" width="218" /&gt;
      &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="38%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="136" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod11.jpg" width="178" /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
      &lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img height="164" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod13.jpg" width="218" /&gt;
      &lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="157" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image228.jpg" width="190" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="62%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
O &lt;b&gt;condom feminino &lt;/b&gt;constitui-se em um tubo de poliuretano com uma
      extremidade fechada e a outra aberta acoplado a dois anéis flexíveis
      também de poliuretano na cérvice uterina, paredes vaginais e vulva. O
      produto já vem lubrificado devendo ser utilizado uma única vez,
      destacando-se que o poliuretano por ser mais resistente que o látex pode
      ser utilizado com vários tipos de lubrificantes.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Uso
      da camisinha feminina&lt;/b&gt;: retirar
      da embalagem somente na hora do uso. Flexionar o anel de modo que possa
      ser introduzido na vagina. Com os dedos indicador e médio, empurrar o máximo
      que puder, de modo que fique sobrando um pouco para fora, o que deve
      permanecer assim durante a relação. Retirar logo após a ejaculação,
      rosqueando o anel para que não escorra o líquido seminal para dentro da
      vagina.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Se
      usada corretamente, sua eficácia é alta, varia de 82 a 97%.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Efeitos colaterais&lt;/b&gt;: alergia
      ou irritação, que pode ser reduzida trocando a marca e tipo e com uso de
      lubrificantes à base de água.
      &lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&amp;nbsp;
      &lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Veja também:&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href="http://www.adolescencia.org.br/"&gt;www.adolescencia.org.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="73%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Diafragma&lt;/b&gt;:é
      um anel flexível, coberto por uma membrana de borracha fina, que a mulher
      deve colocar na vagina, para cobrir o colo do útero. Como uma barreira,
      ele impede a entrada dos espermatozóides, devendo ser utilizado junto com
      um espermicida, no máximo 6 horas antes da relação sexual. A adesão da
      paciente depende da utilização correta do dispositivo. A higienização
      e o armazenamento corretos do diafragma são fatores importantes na prevenção
      de infecções genitais e no prolongamento da vida útil do dispositivo.
      Por apresentar vários tamanhos (de acordo com o tamanho do colo uterino),
      deve ser indicado por um médico para uma adequação perfeita ao colo
      uterino. Deve ser usado com espermicida. Recomenda-se introduzir na vagina
      de 15 a 30 minutos antes da relação sexual e só retirar 6 a 8 horas após
      a última relação sexual de penetração.&lt;/div&gt;
&lt;div class="nota"&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Saiba mais sobre diafragma:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.semina.com.br/medicos.asp?opt=0&amp;amp;item=02" target="_top"&gt;www.semina.com.br/
      medicos.asp?opt=0&amp;amp;item=02&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="33%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="88" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image231.gif" width="90" /&gt;&amp;nbsp;
      &lt;img height="72" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod10.jpg" width="98" /&gt;
      &lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="120" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image232.gif" width="156" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="30%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="183" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image230.gif" width="156" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="70%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Esponjas e Espermicidas&lt;/b&gt;: as esponjas são feitas de
      poliuretano, são adaptadas ao colo uterino com alça para sua remoção e
      são descartáveis (ao contrário do diafragma), estão associadas a
      espermicidas que são substâncias químicas que imobilizam e destroem os
      espermatozóides, podendo ser utilizados combinadamente também com o
      diafragma ou preservativos. Existem em várias apresentações de
      espermicidas: cremes, geléias, supositórios, tabletes e espumas.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="54%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;C) Dispositivo
      Intra-Uterino (DIU)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Os DIUs são artefatos de polietileno, aos quais
      podem ser adicionados cobre ou hormônios, que são inseridos na cavidade
      uterina exercendo sua função contraceptiva. Atuam impedindo a fecundação,
      tornando difícil a passagem do espermatozóide pelo trato reprodutivo
      feminino.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Os problemas mais freqüentes
      durante o uso do DIU são a expulsão do dispositivo, dor pélvica,
      dismenorréia (sangramentos irregulares nos meses iniciais) e aumento do
      risco de infecção (infecção aguda sem melhora ou infecções
      persistentes implicam na remoção do DIU). Deve ser colocado pelo médico
      e é necessário um controle semestral e sempre que aparecerem leucorréias
      (corrimentos vaginais anormais).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="46%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="112" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image234.gif" width="100" /&gt;
      &lt;img border="0" height="95" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image233.gif" width="156" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="103" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod14.jpg" width="146" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Mulheres que têm hemorragias muito abundantes ou cólicas fortes na menstruação,
ou que tenham alguma anomalia intra-uterina, como miomas ou câncer ginecológico,
infecções nas trompas, sangramentos vaginais ou alergia ao cobre não podem
usar o DIU.&amp;nbsp; Não é aconselhado para nulíparas (mulheres que nunca
engravidaram).&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A gravidez raramente ocorre (eficácia alta, variando de 95 a 99,7%) com
risco de abortamento no 1o e 2o trimestres. A retirada do
DIU pode ser feita após avaliação ultra-sonográfica, considerando os riscos
para o embrião. Se a retirada não for possível por riscos de abortamento, a
paciente deve ser acompanhada a intervalos curtos de tempo e orientada em relação
a sangramentos vaginais e leucorréias.&lt;/div&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="32%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="159" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image235.gif" width="207" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="68%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
Lançado
recentemente no Brasil, o &lt;b&gt;Mirena&lt;/b&gt; é um novo método endoceptivo, como o DIU.
Trata-se de um dispositivo de plástico ou de metal colocado dentro do útero.
É um DIU combinado com hormônios.&amp;nbsp; Tem forma de T, com um reservatório
que contém 52 mg de um hormônio chamado levonogestrel que age na supressão
dos receptores de estriol endometrial, provocando a atrofia do endométrio e
inibição da passagem do espermatozóide através da cavidade uterina.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
O
Mirena atua liberando uma pequena quantidade de hormônio diretamente da parede
interna do útero, continuamente por cinco anos.&amp;nbsp; Ele também&amp;nbsp; torna o
muco do cérvix (colo do útero) mais espesso, prevenindo a entrada do esperma.
A dosagem é equivalente a tomar duas a três mini-pílulas por semana. A
diferença do Mirena em relação aos outros dispositivos intra-uterinos é que
ele evita muitos efeitos colaterais.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Vantagens:&lt;/div&gt;
&lt;ul class="lista1"&gt;
&lt;li&gt;A menstruação pode
    desaparecer completamente em algumas mulheres após poucos meses.
  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tem duração de cinco anos.
  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Método seguro (1 a cada
    1000 mulheres poderão engravidar).
  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Risco de gravidez ectópica
    reduzido (cerca de 2 a cada 10.000 mulheres ao ano).
  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Reduz dores menstruais.
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
As desvantagens são
semelhantes às do DIU.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Índice de falha&lt;/b&gt;:&amp;nbsp; 0.1%&lt;/div&gt;
&lt;div class="sub_tit2"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="sub_tit2"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;D) Anticoncepção Hormonal&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="29%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="260" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image236.png" width="156" /&gt;
      &lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="71%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Anticoncepcional
      Hormonal Combinado Oral (AHCO)&lt;/b&gt;: o AHCO consiste na utilização de
      estrogênio associado ao progesterona, impedindo a concepção por inibir
      a ovulação pelo bloqueio da liberação de gonadotrofinas pela hipófise.
      Também modifica o muco cervical tornando-o hostil ao espermatozóide,
      altera as condições endometriais, modifica a contratilidade das tubas,
      interferindo no transporte ovular.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Existem diversos tipos de pílulas. As mais comumente
      receitadas são:&lt;/div&gt;
&lt;ol type="1"&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;pílulas monofásicas&lt;/b&gt;:
          toma-se uma pílula por dia, e todas têm a mesma dosagem de hormônios
          (estrogênio e progesterona). Começa-se a tomar no quinto dia da
          menstruação até a cartela acabar. Fica-se sete dias sem tomar,
          durante os quais sobrevém a menstruação.
        &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;pílulas multifásicas&lt;/b&gt;:
          toma-se uma pílula por dia, mas existem pílulas com diferentes
          dosagens, conforme a fase do ciclo. Por isso, podem ter dosagens mais
          baixas, e causam menos efeitos colaterais. São tomadas como as pílulas
          monofásicas, mas têm cores diferentes, de acordo com a dosagem e a
          fase do ciclo: não podem ser tomadas fora da ordem.
        &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;pílulas de baixa
          dosagem ou minipílulas&lt;/b&gt;:&amp;nbsp; têm uma dosagem mais baixa e contém
          apenas um hormônio (geralmente progesterona); causando menos efeitos
          colaterais. São indicadas durante a amamentação, como uma garantia
          extra para a mulher. Devem ser tomadas todos os dias, sem interrupção,
          inclusive na menstruação.
      &lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div class="nota"&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Idealmente,
      a pílula só deve ser tomada depois de se fazer um exame médico completo
      em um ginecologista, que receitará a mais adequada para cada caso&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Desvantagens:&lt;br /&gt;
&lt;ul class="lista1"&gt;
&lt;li&gt;Pode causar efeitos colaterais em algumas mulheres, como náusea,
sensibilidade dos seios, ganho de peso ou retenção de água, alterações no
humor, manchas na pele, dor de cabeça, aumento na pressão sangüínea.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em algumas mulheres podem causar riscos à saúde. Desta forma,&amp;nbsp;
mulheres fumantes, com problemas cardíacos, com doenças do fígado e do coração,
hipertensão, suspeita de gravidez, flebite ou varizes, glaucoma, enxaqueca,
derrame, ou obesidade não devem usar pílulas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;É menos efetiva quando tomada com algumas drogas. Certas medicações,
especificamente antibióticos interferem na ação das pílulas, tornando o
controle menos efetivo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Uma falha no esquema de tomar a pílula pode cancelar ou diminuir
sua efetividade.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tomada por muito tempo, pode aumentar o risco de câncer de mama.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Não é recomendada para mulheres com menos de 16 ou mais de 40
anos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Pílula pós-coito ou pílula do dia seguinte&lt;/b&gt;: a anticoncepção de emergência
é um uso alternativo de contracepção hormonal oral (tomado antes de 72 horas
após o coito) evitando-se a gestação após uma relação sexual desprotegida.
Este método só deve ser usado nos casos de emergência, ou seja, nos casos em
que os outros métodos anticoncepcionais não tenham sido adotados ou tenham
falhado de alguma forma, como esquecimento, ruptura da caminsinha, desalojamento
do diafragma, falha na tabelinha ou no coito interrompido, esquecimento da
tomada da pílula por dois ou mais dias em um ciclo ou em caso de estupro. Este
contraceptivo contém o levonorgestrel, que é um tipo de progesterona. O
levonorgestrel previne a gravidez inibindo a ovulação, fertilização e
implantação do blastocisto.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table border="1"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="70%"&gt;&lt;div class="nota"&gt;
É
      importante esclarecer que essas não são pílulas de aborto e não causam
      aborto, e elas não ajudarão se a mulher já estiver grávida. Ela pode
      ajudar somente a prevenir a gravidez. Esta medida tem causado vários
      efeitos colaterais e não deve ser usada regularmente.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="30%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="69" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image238.jpg" width="157" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Um
tablete original contém dois comprimidos. O primeiro comprimido deve ser tomado
no máximo 72 horas após a ocorrência de uma relação sexual desprotegida
(nunca após esse prazo). O segundo deve ser tomado 12 horas após o primeiro.
Se ocorrer vômito, a dose deve ser repetida.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Nem
sempre surte resultados e pode ter efeitos colaterais intensos. Os sintomas mais
comuns são náusea, dores abdominais, fadiga, dor de cabeça, distúrbio no
ciclo menstrual, tontura, fragilidade dos seios, e, em casos menos comuns, diarréia,
vômito e acnes.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Com
efeito semelhante, podem ser utilizados quaisquer anticonceptivos hormonais
orais contendo apenas progesterona ou combinados, contendo 0,25 mg de
levonorgestrel e 0,05 mg de estinilestradiol (Evanor, Neovlar) ou contendo 0,15
mg de levonorgestrel e 0,03 mg de etinilestradiol (Microvlar, Nordette).&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Índice de falha&lt;/b&gt;:&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Se usada até 24 horas da relação - 5 %.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Entre 25 e 48 horas - 15 %.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Entre 49 e 72 horas - 42 %.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="14%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="216" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/image240.jpg" width="64" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="86%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Injetáveis&lt;/b&gt;: os anticoncepcionais hormonais injetáveis
      são anticoncepcionais hormonais que contém progesterona ou associação
      de estrogênios, para administração parenteral (intra-muscular ou IM),
      com doses hormonais de longa duração.
      &lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Consiste na administração de progesterona isolada, via parenteral
      (IM), com obtenção de efeito contraceptivo por períodos de 1 ou 3 meses, ou
      de uma associação de estrogênio e progesterona para uso parenteral
      (IM), mensal.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="30%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img alt="Injeção Mensal" border="1" height="97" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod1a.jpg" width="137" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="70%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img alt="Injeção Trimestral" border="1" height="136" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod2.jpg" width="182" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="30%"&gt;&lt;div class="credito"&gt;
Injeção mensal&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;td width="70%"&gt;&lt;div class="credito"&gt;
Injeção Trimestral&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/center&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Quais as chances de que a injeção falhe?
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A
taxa de falha na injeção mensal varia de 0.1% a 0.6% ou seja, de cada mil
mulheres que usam durante um ano, de uma a seis engravidam. A taxa de falha da
injeção trimestral é de 0,3% ou seja, de cada mil mulheres que usam durante
um ano, apenas três engravidam.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;A
injeção pode fazer mal para a saúde?

&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul class="lista1"&gt;
&lt;li&gt;Alterações do ciclo menstrual: pequeno sangramento nos
intervalos entre as menstruações, sangramento prolongado, e amenorréia (ausência
de menstruação)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ganho de peso&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Dor de cabeça leve&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Vertigens&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class="sub_tit2"&gt;
Outros métodos hormonais&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;IMPLANON (implante hormonal)&lt;/b&gt;: microbastão de hormônio sintético similar à
progesterona, que é implantado no antebraço (com anestesia local) e inibe a
ovulação. Dura três anos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="145" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/implanon.jpg" width="200" /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;
        &lt;table border="0"&gt;
          &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
            &lt;td class="img" width="33%"&gt;&lt;a href="http://www.afh.bio.br/reprod/implanon_einlage.avi"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod5.jpg" width="180" /&gt;&lt;/a&gt;
              &lt;br /&gt;
&lt;div class="credito"&gt;
Clique na figura para ver o filme&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
        &lt;td class="img" width="33%"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod6b.jpg" width="180" /&gt;&lt;/td&gt;
            &lt;td class="img" width="34%"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod7b.jpg" width="180" /&gt;
            &lt;/td&gt;
          &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
            &lt;td class="img" width="33%"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod8b.jpg" width="180" /&gt;&lt;/td&gt;
            &lt;td class="img" width="33%"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod9b.jpg" width="180" /&gt;&lt;/td&gt;
            &lt;td class="img" width="34%"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod10b.jpg" width="180" /&gt;
        &lt;/td&gt;
          &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
            &lt;td class="img" width="33%"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod11b.jpg" width="180" /&gt;&lt;/td&gt;
            &lt;td class="img" width="33%"&gt;&lt;a href="http://www.afh.bio.br/reprod/implanon_entf.avi"&gt;&lt;img border="0" height="130" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod12b.jpg" width="208" /&gt;&lt;/a&gt;
              &lt;br /&gt;
&lt;div class="credito"&gt;
Clique na figura para ver o filme&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
            &lt;td class="img" width="34%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;
          &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/center&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="credito"&gt;
Imagens:
&lt;a href="http://www.implanon.de/patient/tx_faq_answ.htm" target="_top"&gt;www.implanon.de/patient/
tx_faq_answ.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="credito"&gt;
Filmes: &lt;a href="http://www.villarsgyn.ch/implanon.htm" target="_top"&gt;www.villarsgyn.ch/
implanon.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;
  &lt;table border="0"&gt;
    &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
      &lt;td width="28%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img align="left" border="0" height="109" hspace="12" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod13b.jpg" width="168" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
      &lt;td width="72%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Nuvaring®: &lt;/b&gt;
é um anel vaginal contendo Etonogestrel e Etinilestradiol que é colocado na
vagina no 5º dia da menstruação, permanecendo nesta posição durante três
semanas.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A
maior vantagem é que a mulher não precisará tomar a pílula todo dia e nem
esquecerá. Outra vantagem é que os hormônios serão absorvidos diretamente
pela circulação evitando alguns efeitos colaterais desagradáveis da pílula
oral.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
    &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/center&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;
&lt;table border="0"&gt;
  &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="100%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
NuvaRing® pode ser colocado com a mulher deitada, agachada, ou em pé.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="100%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="93" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod14b.gif" width="395" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="100%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
O anel após ser retirado da embalagem deve ser flexionado conforme visto na
      figura.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="100%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="93" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod15b.gif" width="257" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="100%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
A mulher deve introduzi-lo na vagina empurrando-o com o dedo até não
      senti-lo mais.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="100%"&gt;&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="93" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod16b.gif" width="395" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
    &lt;td width="100%"&gt;&lt;div class="txt_10"&gt;
NuvaRing® após colocado não é sentido pela paciente.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A colocação é no 5º dia da menstruação e deve permanecer no local
      por 21 dias.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Para retirar o Nuvaring® basta inserir o dedo na vagina e puxar o anel.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Deverá ser feita uma pausa de 7 dias e NOVO anel deve ser utilizado por
      mais 21 dias.&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/center&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="nota"&gt;
Veja &lt;a href="http://www.gineco.com.br/nuvaring.htm" target="_top"&gt;www.gineco.com.br/nuvaring.htm&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Evra® (adesivo anticoncepcional): &lt;/b&gt;Foi
lançado no Brasil em Março de 2003 o Evra®. O Evra
é um adesivo anticoncepcional que deve ser colado na pele, em diversos locais do
corpo, permanecendo na
posição durante uma semana.&lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="104" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod17b.jpg" width="104" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A maior vantagem é que a mulher não precisará tomar a pílula todo dia e nem
esquecerá. Outra vantagem é que os hormônios serão absorvidos diretamente
pela circulação evitando alguns efeitos colaterais desagradáveis da pílula
oral.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
Veja onde pode ser colocado o Evra:
&lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="104" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod18b.jpg" width="104" /&gt;
&lt;img border="0" height="104" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod19b.jpg" width="104" /&gt;
&lt;img border="0" height="104" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod20b.jpg" width="104" /&gt;
&lt;img border="0" height="104" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod21b.jpg" width="104" /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A maior vantagem é que a mulher não precisará tomar a pílula todo dia e nem
esquecerá. Outra vantagem é que os hormônios serão absorvidos diretamente
pela circulação evitando alguns efeitos colaterais.&lt;/div&gt;
&lt;div class="nota"&gt;
Veja &lt;a href="http://www.orthoevra.com/spanish/newsroom/photos.html" target="_top"&gt;www.gineco.com.br/evra1.htm&lt;/a&gt;.
&lt;/div&gt;
&lt;div class="sub_tit2"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="sub_tit2"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;E) Métodos definitivos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Laqueadura tubária&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Vasectomia&lt;/b&gt;: a esterilização (laqueadura tubária
e vasectomia) um método &lt;b&gt;contraceptivo cirúrgico e definitivo&lt;/b&gt;, realizado
na mulher através da ligadura ou corte das trompas impedindo, o encontro dos
gametas masculino e feminino e no homem, pela ligadura ou corte dos canais
deferentes (vasectomia), o que impede a presença dos espermatozóides no líquido
ejaculado. Quando houver indicação de contracepção cirúrgica masculina e,
principalmente, a feminina deve ser baseada em critérios rígidos,
observando-se a legislação vigente.&lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="157" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/laqueadura.png" width="475" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" height="145" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/vasectomia.png" width="146" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="nota"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="nota"&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Saiba mais sobre os métodos anticoncepcionais:&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.adolescencia.org.br/"&gt;&lt;b&gt;www.adolescencia.org.br&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.gineco.com.br/nuvaring.htm" target="_top"&gt;&lt;b&gt;www.gineco.com.br&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-4594030944199382739?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/4594030944199382739/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=4594030944199382739&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/4594030944199382739?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/4594030944199382739?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/11/metodos-anticoncepcionais.html" title="Métodos anticoncepcionais (contraceptivos)" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcHR349fyp7ImA9WhRSFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-3408056310112902339</id><published>2011-11-17T22:22:00.001-02:00</published><updated>2011-11-17T22:43:56.067-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-17T22:43:56.067-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fisiologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reprodução" /><title>Menopausa</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4u7Js41ER2Y/TsWpglx4dEI/AAAAAAAAAxM/KPhSf7R6lXo/s1600/menopausa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-4u7Js41ER2Y/TsWpglx4dEI/AAAAAAAAAxM/KPhSf7R6lXo/s1600/menopausa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;Menopausa&lt;/b&gt;, como a palavra indica, significa a interrupção ou pausa do mês, fazendo uma referência clara ao ciclo menstrual feminino. Esse fenômeno pode ser fisiológico ou cirúrgico. &lt;br /&gt;
A menopausa cirúrgica ocorre quando o útero ou os ovários são retirados por meio de um processo cirúrgico. &lt;br /&gt;
Já o fisiológico, se refere ao período onde ocorre o encerramento dos ciclos menstruais e de ovulação. A mulher atinge a menopausa, quando não há ocorrência de ciclos menstruais a mais de 1 ano, geralmente isso ocorre entre as idades de 45 e 50 anos. Como esse processo não é uma doença e sim um processo natural das mulheres, ele geralmente não necessita de tratamento, porém os efeitos que atingem o corpo feminino são muito severos, comumente se tornando prejudiciais, mas eles podem ser aliviados com medicamentos e alimentação correta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta fase complicada os sintomas mais comuns são: ondas de calor, suores noturnos, insônia, diminuição do libido, irritabilidade, depressão, ressecamento vaginal, dor durante o ato sexual, diminuição da atenção e memória, tontura, palpitações cardíacas, dores de cabeça, cansaço, dor nas juntas e problemas de pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro cuidado que a mulher deve tomar é com o balanço energético (consumo x gasto de calorias) para que haja um controle do peso corporal. Quanto mais natural for a alimentação da mulher nesta fase, melhor. Isso significa que ela deve manter uma dieta rica em vegetais, frutas e cereais integrais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns cuidados simples podem aliviar o sintomas e tornar sua menopausa menos dolorosa, como por exemplo, se habitue a colocar lignanas e sementes de linhaça sempre que for realizar uma refeição, além disso, também procure comer receitas baseadas em soja diariamente. Alguns alimentos são muito bons para esse período, dentre eles temos: peixes, tofú, leites, vegetais verdes-escuros, laranja, pimentão, kiwi, abóbora, inhame, mamão, cenoura, nozes, castanhas, tomates, carnes, amêndoas e cereais, os compostos desses alimentos ajudam na reposição de substâncias necessárias. &lt;br /&gt;
Quando a mulher pratica exercícios físicos e se alimenta de maneira correta faz com que os sintomas da menopausa diminuam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a queda de produção dos hormônios femininos, há o aumento do risco do desenvolvimento de &lt;b&gt;osteoporose&lt;/b&gt;. Assim, é necessário ter cuidado com a ingestão de alimentos ricos em cálcio, vitamina D, zinco e magnésio: laticínios desnatados, vegetais com coloração verde escura, ovos, óleos de peixe, cereais integrais, castanhas, feijões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem alimentos que tem seu consumo encorajado, mas também existem aqueles que devem ser evitados, como por exemplo: bebidas alcoólicas, frituras, sais, gordura, açucares, sobremesas, massas, refrigerantes e café. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cafeína e o álcool devem ser consumidos com muita moderação por serem diuréticos, o que aumenta a perda de cálcio e zinco da urina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, fracione bem as refeições, não encha muito o prato, abuse das frutas e vegetais e o mais importante, beba bastante água.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-UeQIwDGxbos/TsWpmDdU2pI/AAAAAAAAAxU/6PdJujn6wlk/s1600/menopausa1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-UeQIwDGxbos/TsWpmDdU2pI/AAAAAAAAAxU/6PdJujn6wlk/s320/menopausa1.jpg" width="243" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-3408056310112902339?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/3408056310112902339/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=3408056310112902339&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/3408056310112902339?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/3408056310112902339?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/11/menopausa.html" title="Menopausa" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-4u7Js41ER2Y/TsWpglx4dEI/AAAAAAAAAxM/KPhSf7R6lXo/s72-c/menopausa.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcMQ3k6fCp7ImA9WhRSFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-7181984087876716124</id><published>2011-11-17T21:45:00.001-02:00</published><updated>2011-11-17T22:44:42.714-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-17T22:44:42.714-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bioquímica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="genetica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="citologia" /><title>Eletroforese</title><content type="html">&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" height="311" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center; width: 232px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PjBiQc0ZSdA/TsWffclZd7I/AAAAAAAAAwM/G021CneUANQ/s1600/220px-Gel_electrophoresis_apparatus.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-PjBiQc0ZSdA/TsWffclZd7I/AAAAAAAAAwM/G021CneUANQ/s1600/220px-Gel_electrophoresis_apparatus.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Aparelho de eletroforese&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A &lt;b&gt;eletroforese&lt;/b&gt; é uma técnica de separação de moléculas que consiste na migração de moléculas com carga, numa solução, em função da aplicação de um campo elétrico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A velocidade da migração depende da força do campo aplicado, da carga, do tamanho e da forma das moléculas e também da força iônica, viscosidade e temperatura do meio, onde estas se movem. De um modo geral, no transporte eletroforético, à força do campo opõe-se a resistência do meio, produzindo, quando se igualam, uma velocidade constante das partículas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma técnica que pode ser usada para análise de proteínas. As proteínas são moléculas anfotéricas, cuja carga é determinada pelo pH do meio onde estão suspensas. Numa solução com pH acima do ponto isoelétrico, a proteína negativamente carregada migra para o ânodo do campo elétrico. Abaixo do ponto isoelétrico, a proteína é positivamente carregada e migra para o cátodo. Há diversos tipos de eletroforese como: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
· Eletroforese livre (frente móvel) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
· Eletroforese de zona &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
· Eletroforese em papel &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
· Eletroforese em acetato de celulose &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
· Eletroforese em gel (SDS-PAGE) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
· Focagem isoelétrica &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
· Eletroforese bidimensional &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ânodo, ou anodo é o pólo positivo de uma fonte eletrolítica, no caso da eletrólise, é o eletrodo para onde se dirigem os ânions, no caso das válvulas termiônicas, ou válvulas eletrônicas, o ânodo é chamado de placa, é o eletrodo para onde se dirigem os elétrons acelerados termicamente pelo cátodo, eletrodo negativo, aquecido pelo filamento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5YSGZppUv-k/TsWfh76Bw1I/AAAAAAAAAwU/ZpKynzHYgrs/s1600/eletroforese.gif" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="91" src="http://1.bp.blogspot.com/-5YSGZppUv-k/TsWfh76Bw1I/AAAAAAAAAwU/ZpKynzHYgrs/s320/eletroforese.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Esquema de uma eletroforese&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Eletroforese em gel&lt;/b&gt; é uma técnica de separação de moléculas que envolve a migração de partículas em um determinado gel durante a aplicação de uma diferença de potencial. As moléculas são separadas de acordo com o seu tamanho, pois as de menor massa irão migrar mais rapidamente que as de maior massa. Em alguns casos, o formato da moléculas também influi, pois algumas terão maior facilidade para migrar pelo gel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroforese normalmente é utilizada para separar proteínas e moléculas de DNA e RNA.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CIxFRQ66Mes/TsWfkGLzi6I/AAAAAAAAAwc/8rYct5-_GBQ/s1600/eletroforese1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="292" src="http://3.bp.blogspot.com/-CIxFRQ66Mes/TsWfkGLzi6I/AAAAAAAAAwc/8rYct5-_GBQ/s320/eletroforese1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Aspecto real do resultado de uma eletroforese&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-7181984087876716124?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/7181984087876716124/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=7181984087876716124&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/7181984087876716124?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/7181984087876716124?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/11/eletroforese.html" title="Eletroforese" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-PjBiQc0ZSdA/TsWffclZd7I/AAAAAAAAAwM/G021CneUANQ/s72-c/220px-Gel_electrophoresis_apparatus.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0IFSXo7fSp7ImA9WhRSFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-1024859301272425203</id><published>2011-11-17T18:19:00.001-02:00</published><updated>2011-11-17T22:18:38.405-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-17T22:18:38.405-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fisiologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reprodução" /><title>O ciclo sexual feminino</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O ciclo menstrual feminino
 se conta do primeiro dia da menstruação até o dia anterior ao começo da
 próxima menstruação. A duração de cada ciclo varia para cada mulher, e pode modificar-se ao longo da vida da mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gQINTidBpUo/TsWi2OX8NqI/AAAAAAAAAxE/7qZz85trECA/s1600/utero1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-gQINTidBpUo/TsWi2OX8NqI/AAAAAAAAAxE/7qZz85trECA/s1600/utero1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Aparelho reprodutor feminino e sua localização&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
A &lt;b&gt;menarca&lt;/b&gt; (primeira menstruação) não tem uma idade certa para aparecer. Depende muito de mulher para mulher. Aparecer a menarca entre os 9 anos e 18 anos é normal (a partir dos 18 anos pode ser indício de doença).&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O ciclo menstrual feminino ocorre todos os meses e em cada ciclo, o corpo está sendo preparado para uma gravidez. Cada mês, o &lt;b&gt;endométrio&lt;/b&gt; (forro do útero) se engrossa e se prepara para acolher um óvulo fecundado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vMwNMM5bF_g/TsWiwQdX9FI/AAAAAAAAAw0/Mu3LxMelQLc/s1600/ciclomensal.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-vMwNMM5bF_g/TsWiwQdX9FI/AAAAAAAAAw0/Mu3LxMelQLc/s320/ciclomensal.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O ciclo sexual feminino é, sensivelmente, de 28 dias, podendo ser de 25 
até 30 dias. Nas adolescentes, os primeiros ciclos menstruais podem ser 
muito irregulares, não constituindo razão para preocupações. No entanto,
 se o ciclo menstrual continuar a ser muito irregular, após dois anos da primeira menstruação, é aconselhável consultar um médico ginecologista.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-OvwQh9-eFoM/TsWitm9enVI/AAAAAAAAAws/9YU2QhFyn_o/s1600/ciclo_mestrual.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="253" src="http://2.bp.blogspot.com/-OvwQh9-eFoM/TsWitm9enVI/AAAAAAAAAws/9YU2QhFyn_o/s320/ciclo_mestrual.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Durante os 30 ou 35 anos que uma mulher pode engravidar, ela menstrua
 entre 300 à 500 vezes. A duração da menstruação também varia e pode 
durar entre 3 e 7 dias, sendo também de intensidade variada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Não é
 impossível que uma gravidez ocorra durante a menstruação, porque podem
 ocorrer ovulações espontâneas em qualquer momento do ciclo menstrual e 
isto, pode acontecer tendo a mulher um ciclo menstrual regular ou 
irregular.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Por isso, mesmo durante a menstruação, não se deve esquecer de um método contraceptivo eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-R-6I_NOL3i4/TsWiy6CuXFI/AAAAAAAAAw8/89pOlC8_YAo/s1600/periodo_fertil.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="197" src="http://2.bp.blogspot.com/-R-6I_NOL3i4/TsWiy6CuXFI/AAAAAAAAAw8/89pOlC8_YAo/s320/periodo_fertil.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menstruação é talvez um dos assuntos que causam mais controvérsias e há inúmeros mitos populares.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Uma vez que no ciclo sexual os principais acontecimentos ocorrem no ovário e no útero, considera-se existir um &lt;b&gt;Ciclo Ovárico&lt;/b&gt; e um &lt;b&gt;Ciclo Uterino&lt;/b&gt;. Ambos os ciclos ocorrem simultaneamente (ver a figura seguinte).&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="473" src="http://clubedasaude.no.sapo.pt/CMenstrual/ciclosexual.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="477" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O Ciclo Sexual Feminino: 1- Ciclo do Ovário, 2- Ciclo Uterino.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0pt; margin-top: 0pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: medium;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Trebuchet MS,Arial,Helvetica;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos começar pelo ciclo ovário, porque os hormônios produzidos neste ciclo controlam o ciclo uterino. &lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O Ciclo Ovárico (do Ovário) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A formação das células reprodutoras femininas ocorre nos ovários e podem distinguir-se em três fases: &lt;b&gt;Fase Folicular&lt;/b&gt;,&lt;b&gt; Fase da Ovulação &lt;/b&gt;e&lt;b&gt; Fase do Corpo Amarelo&lt;/b&gt; (Fase Lútea). &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Fase Folicular&lt;/b&gt; (ocorre do 1º ao 14º dia)- A célula reprodutora feminina - &lt;b&gt;Óvulo&lt;/b&gt; - desenvolve-se em estruturas designadas por &lt;b&gt;Folículos&lt;/b&gt;. Na puberdade, alguns folículos entram em atividade, mas em cada ciclo apenas um atinge a maturação. Nesta fase, os hormônios que as células foliculares produzem são, principalmente, os &lt;b&gt;estrogênios&lt;/b&gt; (Figura 1a).&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Fase da Ovulação&lt;/b&gt; (ocorre ao14º dia) - Quando o folículo está maduro funde-se com a parede do ovário e o óvulo é libertado do ovário e entra na &lt;b&gt;Trompa de Falópio&lt;/b&gt; (Figura 1b).&amp;nbsp;O tempo de sobrevida do óvulo dentro das trompas, após a ovulação, não é bem definido, mas parece estar entre 12 e 24 horas. Já os espermatozóides parecem ter uma sobrevida maior, variando de 24 até 96 horas. Por isso os dias férteis começam antes mesmo da ovulação.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;b&gt;Fase do Corpo Amarelo&lt;/b&gt; (ocorre do 15º ao 28º dia) - Depois da ovulação, o folículo transforma-se numa estrutura de cor amarela designando-se, por isso, de &lt;b&gt;corpo amarelo&lt;/b&gt; (corpo lúteo, "&lt;i&gt;corpus luteum&lt;/i&gt;"). Este transforma-se em algumas horas e funciona alguns dias, produzindo uma pequena quantidade de estrogênio e, principalmente, &lt;b&gt;progesterona&lt;/b&gt;. Na ausência de fecundação, o corpo amarelo regride, deixando na parede do ovário uma pequena cicatriz. Se ocorrer fecundação, o corpo amarelo mantém-se durante três meses a produzir os hormônios femininos (Figura 1c). &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O Ciclo Uterino (do Útero) &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &lt;b&gt;útero&lt;/b&gt; é um órgão muito musculoso revestido internamente por uma mucosa muito vascularizada - o &lt;b&gt;endométrio&lt;/b&gt;. Esta mucosa uterina sofre transformações ao longo do ciclo, com a função de criar condições ótimas para que o óvulo fecundado se aloje no endométrio, e aí se desenvolva o embrião e, posteriormente, o feto ao longo dos 9 meses. As transformações que ocorrem no endométrio podem ser agrupadas em três fases: &lt;b&gt;Fase Menstrual&lt;/b&gt;,&lt;b&gt; Fase Proliferativa &lt;/b&gt;e&lt;b&gt; Fase de Secreção&lt;/b&gt;. &lt;/div&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;            &lt;b&gt;Fase Menstrual&lt;/b&gt; (ocorre do 1º ao 5º dia) - Quando não há fecundação a parede do útero desagrega-se sendo destruída cerca de 4/5 mm da sua espessura. Os fragmentos de tecido e sangue proveniente dos vasos que irrigam a parede do útero, são libertados constituindo a menstruação. A menstruação traduz-se numa hemorragia e marca o início de todo o ciclo sexual feminino e, por isso, quando aparece a menstruação deve-se contar esse dia como sendo o primeiro dia, não só do ciclo uterino mas de todo o ciclo sexual (Figura 2a).&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;            &lt;b&gt;Fase Proliferativa&lt;/b&gt; (ocorre do 6º ao 14º dia) - após a menstruação a mucosa uterina é reconstituída, em que os vasos sanguíneos e tecidos são reconstituídos, passando de 1 a 5 mm de espessura (Figura 2b).&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li&gt;            &lt;b&gt;Fase de Secreção&lt;/b&gt; (ocorre do 15º ao 28º dia) - O endométrio enriquece-se de glândulas e vasos sanguíneos. As glândulas produzem um muco que é particularmente abundante na ovulação. Deste modo, o útero está pronto para receber e alojar nesta camada “fofa e esponjosa” um embrião. Caso não tenha ocorrido um fecundação esta camada degenera, iniciando-se assim um novo ciclo com a fase menstrual (Figura 2c). &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Relação entre os Ciclos Ovárico e Uterino &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe uma estreita relação entre o ciclo ovárico e o uterino. Efetivamente, sem ovários não há ciclo uterino. Com ovários reimplantados, em qualquer parte do corpo, o ciclo reinicia-se. Isto acontece porque o ovário atua sobre o útero através de hormônios que lança no sangue, não sendo por isso determinante a sua localização. Estes hormônios ovarianos - &lt;b&gt;estrogênio&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;progesterona&lt;/b&gt; - atuam no útero comandando as transformações do endométrio, ou seja, o ciclo uterino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a fase folicular, os estrogênios, produzidos em quantidade crescente pelo folículo em desenvolvimento, estimulam o crescimento da mucosa uterina, o que corresponde à fase reparativa ou proliferativa. Após a ovulação, durante a fase do corpo amarelo, este produz principalmente progesterona mas também estrogênios. Estes hormônios, ao chegarem ao endométrio, provocam o seu crescimento e aumentam a sua complexidade, isto é, determinam o início da fase de secreção. Se não houver fecundação, o corpo amarelo degenera, deixando de produzir os estrogênios e a progesterona. A diminuição destes hormônios ovarianos faz degenerar o endométrio, ocorrendo a fase menstrual.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-1024859301272425203?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/1024859301272425203/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=1024859301272425203&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/1024859301272425203?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/1024859301272425203?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/11/o-ciclo-sexual-feminino.html" title="O ciclo sexual feminino" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-gQINTidBpUo/TsWi2OX8NqI/AAAAAAAAAxE/7qZz85trECA/s72-c/utero1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MCSXY4eCp7ImA9WhRSFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-3131660695601516847</id><published>2011-11-17T16:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-17T23:57:48.830-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-17T23:57:48.830-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fisiologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reprodução" /><title>Sistema Reprodutor Masculino</title><content type="html">&lt;div class="txt_10"&gt;
O sistema
      reprodutor masculino é formado por:
      &lt;/div&gt;
&lt;ul class="lista1"&gt;
&lt;li&gt;
          &lt;div class="txt_10"&gt;
Testículos ou gônadas
       &lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
          &lt;div class="txt_10"&gt;
Vias espermáticas: epidídimo, canal deferente,
          uretra.
        &lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
          &lt;div class="txt_10"&gt;
Pênis
        &lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
          &lt;div class="txt_10"&gt;
Escroto
        &lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
          &lt;div class="txt_10"&gt;
Glândulas anexas: próstata, vesículas seminais,
          glândulas bulbouretrais.
      &lt;/div&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/repmasculino.gif" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem: GOWDAK, Demétrio; GOWDAK, Luís Henrique.
      Atlas de Anatomia Humana. São Paulo, Ed. FTD, 1989.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="credito"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Testículos&lt;/b&gt;: são as gônadas masculinas. Cada testículo é composto por um emaranhado
de tubos, os ductos seminíferos Esses ductos são formados pelas células
    de Sértoli (ou de sustento) e pelo epitélio germinativo, onde ocorrerá a formação dos
espermatozóides. Em
meio aos ductos seminíferos, as células intersticiais ou de Leydig
(nomenclatura antiga) produzem&amp;nbsp; os hormônios sexuais masculinos, sobretudo
a testosterona, responsáveis pelo desenvolvimento dos órgãos genitais masculinos
e dos caracteres sexuais secundários:&lt;/div&gt;
&lt;ul class="lista1"&gt;
&lt;li&gt;Estimulam os folículos pilosos para que façam crescer
    a barba masculina e o pêlo pubiano.
  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Estimulam o crescimento das
    glândulas sebáceas e a elaboração do sebo.
  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Produzem o aumento de massa
    muscular nas crianças durante a puberdade, pelo aumento do tamanho das
    fibras musculares.
  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ampliam a laringe e tornam
    mais grave a voz.
  &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Fazem com que o
    desenvolvimento da massa óssea seja maior, protegendo contra a osteoporose.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Epidídimos&lt;/b&gt;: são dois tubos enovelados que partem dos
testículos, onde os espermatozóides são armazenados.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Canais deferentes&lt;/b&gt;:
são dois tubos que partem dos testículos, circundam a bexiga urinária e
unem-se ao ducto ejaculatório, onde desembocam as vesículas seminais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Vesículas seminais&lt;/b&gt;:&amp;nbsp;
responsáveis pela produção
      de um líquido, que será liberado no ducto ejaculatório que, juntamente
      com o líquido prostático e espermatozóides, entrarão na composição
      do sêmen. O líquido das vesículas seminais age como fonte de energia
      para os espermatozóides e é constituído principalmente por frutose,
      apesar de conter fosfatos, nitrogênio não protéico, cloretos, colina (álcool
      de cadeia aberta considerado como integrante do complexo vitamínico B) e
      prostaglandinas (hormônios produzidos em numerosos tecidos do corpo.
      Algumas prostaglandinas atuam na contração da musculatura lisa do útero
      na dismenorréia – cólica menstrual, e no orgasmo; outras atuam
      promovendo vasodilatação em artérias do cérebro, o que talvez
      justifique as cefaléias – dores de cabeça – da enxaqueca. São
      formados a partir de ácidos graxos insaturados e podem ter a sua síntese
      interrompida por analgésicos e antiinflamatórios).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Próstata&lt;/b&gt;:&amp;nbsp;
glândula localizada abaixo da bexiga urinária. Secreta substâncias alcalinas
que neutralizam a acidez da urina e&amp;nbsp; ativa os espermatozóides.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Glândulas Bulbo
Uretrais ou de Cowper&lt;/b&gt;: sua secreção transparente é lançada
dentro da uretra para limpá-la e preparar a passagem dos espermatozóides. Também tem função na lubrificação do pênis durante o
ato sexual.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Pênis&lt;/b&gt;:
é considerado o principal órgão do aparelho sexual masculino, sendo formado
por dois tipos de tecidos cilíndricos: dois corpos cavernosos e um corpo
esponjoso (envolve e protege a uretra). Na extremidade do pênis encontra-se a &lt;b&gt;glande&lt;/b&gt;
- cabeça do pênis, onde podemos visualizar a abertura da uretra. Com a
manipulação da pele que a envolve - o &lt;b&gt;prepúcio&lt;/b&gt; - acompanhado
de estímulo erótico, ocorre a inundação dos corpos cavernosos e esponjoso,
com sangue, tornando-se rijo, com considerável aumento do tamanho (ereção). O prepúcio
deve ser puxado e higienizado a fim de se retirar dele o esmegma (uma secreção
sebácea espessa e esbranquiçada, com forte odor, que consiste principalmente
em células epiteliais descamadas que se acumulam debaixo do prepúcio). Quando
a glande não consegue ser exposta devido ao estreitamento do prepúcio, diz-se
que a pessoa tem &lt;b&gt;fimose&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/erecao1_sm.gif" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem: Superinteressante
      coleções O Corpo Humano - Sexo: a Atração Vital.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A &lt;b&gt;uretra&lt;/b&gt; é comumente um canal destinado para a urina, mas os músculos
na entrada da bexiga se contraem durante a ereção para que nenhuma urina entre
no sêmen e nenhum sêmen entre na bexiga. Todos os espermatozóides não
ejaculados são reabsorvidos pelo corpo dentro de algum tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Saco
Escrotal &lt;/b&gt; ou &lt;b&gt; Bolsa Escrotal &lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;Escroto&lt;/b&gt;: Um
espermatozóide leva cerca de 70 dias para ser produzido. Eles não podem se
desenvolver adequadamente na temperatura normal do corpo (36,5°C). Assim, os
testículos se localizam na parte externa do corpo, dentro da &lt;b&gt;bolsa
escrotal,&lt;/b&gt; que tem a função de termorregulação (aproximam ou afastam
os testículos do corpo), mantendo-os a uma temperatura geralmente em torno de 1 a 3 °C
abaixo da corporal. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-3131660695601516847?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/3131660695601516847/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=3131660695601516847&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/3131660695601516847?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/3131660695601516847?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/11/sistema-reprodutor-masculino.html" title="Sistema Reprodutor Masculino" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ICRnY4fyp7ImA9WhRSFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-4984270455994923222</id><published>2011-11-17T15:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-17T23:59:27.837-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-17T23:59:27.837-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fisiologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reprodução" /><title>Sistema Reprodutor Feminino</title><content type="html">&lt;div class="txt_10"&gt;
O&amp;nbsp;&lt;b&gt;sistema reprodutor feminino&lt;/b&gt; é constituído por dois ovários, duas
      tubas uterinas (trompas de Falópio), um útero, uma vagina, uma vulva.
      Ele está localizado no interior da cavidade pélvica. A pelve constitui
      um marco ósseo forte que realiza uma função protetora.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprodfem.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A &lt;b&gt; vagina&lt;/b&gt;
      é um canal de 8 a 10 cm de comprimento, de paredes elásticas, que liga o
      colo do útero aos genitais externos. Contém de cada lado de sua
      abertura, porém internamente, duas glândulas denominadas glândulas de
      Bartholin,&amp;nbsp; que secretam um muco lubrificante.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A entrada da vagina é protegida por uma membrana circular
      - o &lt;b&gt;hímen&lt;/b&gt; - que fecha
      parcialmente o orifício vulvo-vaginal e é quase sempre perfurado no
      centro, podendo ter formas diversas. Geralmente, essa membrana se rompe nas primeiras relações sexuais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A
      vagina é o local onde o pênis deposita os espermatozóides na relação
      sexual. Além de possibilitar a penetração do pênis, possibilita a
      expulsão da menstruação e, na hora do parto, a saída do bebê.&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="credito"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;b&gt;Ovários&lt;/b&gt;:
      são as gônadas femininas. Produzem estrógeno e progesterona, hormônios sexuais
      femininos que serão vistos mais adiante.&lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod1.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;
No final do
      desenvolvimento embrionário de uma menina, ela já tem todas as células
      que irão transformar-se em gametas nos seus dois ovários. Estas células
      - os&amp;nbsp; ovócitos primários -&amp;nbsp; encontram-se dentro de estruturas
      denominadas folículos de Graaf&amp;nbsp; ou folículos ovarianos. A partir da
      adolescência, sob ação hormonal, os folículos ovarianos começam a
      crescer e a desenvolver. Os folículos em desenvolvimento secretam o
      hormônio estrógeno. Mensalmente, apenas um folículo geralmente completa
      o desenvolvimento e a maturação,&amp;nbsp; rompendo-se e liberando o
      ovócito secundário (gaemta feminino): fenômeno conhecido como &lt;b&gt;ovulação&lt;/b&gt;.
      Após seu rompimento, a massa celular resultante transforma-se
      em corpo lúteo ou amarelo, que passa a secretar os hormônios
      progesterona e estrógeno.&amp;nbsp; Com o tempo, o corpo lúteo regride e
      converte-se em corpo albicans ou corpo branco, uma pequena cicatriz
      fibrosa que irá permanecer no ovário.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
O gameta
      feminino liberado na superfície de um dos ovários é recolhido por finas
      terminações das tubas uterinas - as fímbrias.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tubas uterinas,
      ovidutos ou trompas de Falópio&lt;/b&gt;: são dois
      ductos que unem o ovário ao útero. Seu epitélio
      de revestimento é formados por células ciliadas. Os batimentos dos
      cílios microscópicos e os movimentos peristálticos das tubas uterinas
      impelem o gameta feminino até o útero.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod3.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;img border="0" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/Reprod4.gif" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Útero&lt;/b&gt;:
      órgão oco situado na cavidade pélvica
            anteriormente à bexiga e posteriormente ao reto, de parede muscular
      espessa (miométrio) e com formato de pêra invertida.&amp;nbsp; É revestido
      internamente por um tecido vascularizado rico em glândulas - o
      endométrio. &lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt_10"&gt;
A
      &lt;b&gt;genitália externa&lt;/b&gt;
      ou vulva é delimitada e protegida por duas pregas cutâneo-mucosas
      intensamente irrigadas e inervadas - os grandes lábios. Na mulher
      reprodutivamente madura, os grandes lábios são recobertos por pêlos
      pubianos. Mais internamente, outra prega cutâneo-mucosa envolve a
      abertura da vagina - os pequenos lábios&amp;nbsp;- que protegem a abertura da uretra e da vagina. Na vulva também está o
      clitóris, formado por tecido esponjoso erétil, homólogo ao pênis do
      homem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="img"&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.afh.bio.br/reprod/img/vulva.gif" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Imagem: Superinteressante
      coleções O Corpo Humano - Sexo: a Atração Vital&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="credito"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-4984270455994923222?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/4984270455994923222/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=4984270455994923222&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/4984270455994923222?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/4984270455994923222?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/11/sistema-reprodutor-feminino.html" title="Sistema Reprodutor Feminino" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU4ARXk7eCp7ImA9WhRTFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-1446027316048697307</id><published>2011-11-06T21:57:00.002-02:00</published><updated>2011-11-06T21:59:04.700-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-06T21:59:04.700-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="evolução" /><title>Jean-Jacques Annaud's La Guerre du Feu (Theatrical trailer)</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Após a exibição deste filme, discutimos em classe alguns aspectos 
mostrados. Como avaliação, os alunos de terceiro ano devem responder as 
questões presentes neste &lt;a href="http://www.4shared.com/document/F2xuijQe/A_guerra_do_fogo-questes.html"&gt;arquivo&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/j2Z71q8KalI?fs=1" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-1446027316048697307?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/1446027316048697307/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=1446027316048697307&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/1446027316048697307?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/1446027316048697307?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/11/jean-jacques-annauds-la-guerre-du-feu_06.html" title="Jean-Jacques Annaud's La Guerre du Feu (Theatrical trailer)" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/j2Z71q8KalI/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMMSHY-fyp7ImA9WhRTFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-7416946310887082759</id><published>2011-11-06T19:48:00.003-02:00</published><updated>2011-11-06T20:11:29.857-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-06T20:11:29.857-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="evolução" /><title>Chegada antecipada — Instituto Ciência Hoje</title><content type="html">Nesta reportagem, levanta-se a possibilidade de que o &lt;i&gt;Homo sapiens&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;Homo neandertalensis&lt;/i&gt; tenham convivido por um período de tempo muito maior do que se pensava anteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2011/11/chegada-antecipada"&gt;Chegada antecipada — Instituto Ciência Hoje&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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04/11/2011 - UOL Tabloide" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMERnk5fip7ImA9WhRTFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-1787733580094188453</id><published>2011-10-30T10:19:00.000-02:00</published><updated>2011-11-06T20:10:07.726-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-06T20:10:07.726-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="evolução" /><title>A Evolução do Homem - BBC - Parte 5</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/vYFZBC4bnio?fs=1" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-1787733580094188453?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/1787733580094188453/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=1787733580094188453&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/1787733580094188453?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/1787733580094188453?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/10/evolucao-do-homem-bbc-parte-5.html" title="A Evolução do Homem - BBC - Parte 5" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/vYFZBC4bnio/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UNSHk5fip7ImA9WhRSGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-3964969361844764950</id><published>2011-10-30T10:17:00.000-02:00</published><updated>2011-11-21T19:34:59.726-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-21T19:34:59.726-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="evolução" /><title>A Evolução do Homem - BBC - Parte 4</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/iiu2-qCef34?fs=1" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-3964969361844764950?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/3964969361844764950/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=3964969361844764950&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/3964969361844764950?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/3964969361844764950?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/10/evolucao-do-homem-bbc-parte-4.html" title="A Evolução do Homem - BBC - Parte 4" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/iiu2-qCef34/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQNQHw7eCp7ImA9WhRTFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-8116573643079571154</id><published>2011-10-30T10:15:00.000-02:00</published><updated>2011-11-06T20:09:51.200-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-06T20:09:51.200-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="evolução" /><title>A Evolução do Homem - BBC - Parte 3</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/vJsdr-wS4oc?fs=1" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-8116573643079571154?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/8116573643079571154/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=8116573643079571154&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/8116573643079571154?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/8116573643079571154?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/10/evolucao-do-homem-bbc-parte-3.html" title="A Evolução do Homem - BBC - Parte 3" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/vJsdr-wS4oc/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQMQXk7eCp7ImA9WhRTFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-2902466357282104537</id><published>2011-10-30T10:14:00.000-02:00</published><updated>2011-11-06T20:09:40.700-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-06T20:09:40.700-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="evolução" /><title>A Evolução do Homem - BBC - Parte 2</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/DKd2M7qfI1E?fs=1" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-2902466357282104537?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/2902466357282104537/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=2902466357282104537&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/2902466357282104537?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/2902466357282104537?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/10/evolucao-do-homem-bbc-parte-2.html" title="A Evolução do Homem - BBC - Parte 2" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/DKd2M7qfI1E/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQCSXc7fSp7ImA9WhRTFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-3547142700063461955</id><published>2011-10-30T10:12:00.000-02:00</published><updated>2011-11-06T20:09:28.905-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-06T20:09:28.905-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="evolução" /><title>A Evolução do Homem - BBC - Parte 1</title><content type="html">&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/rtmTzX2EGeo?fs=1" width="459"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-3547142700063461955?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/3547142700063461955/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=3547142700063461955&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/3547142700063461955?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/3547142700063461955?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/10/evolucao-do-homem-bbc-parte-1.html" title="A Evolução do Homem - BBC - Parte 1" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/rtmTzX2EGeo/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQBR3czeCp7ImA9WhRTFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-9174125263993053593</id><published>2011-10-30T09:24:00.000-02:00</published><updated>2011-11-06T20:09:16.980-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-06T20:09:16.980-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="educação" /><title>Secretaria da Educação propõe Ensino Médio de Tempo Integral em 21 escolas estaduais | Secretaria da Educação do Estado de São Paulo</title><content type="html">&lt;a href="http://www.educacao.sp.gov.br/?p=14323"&gt;Secretaria da Educação propõe Ensino Médio de Tempo Integral em 21 escolas estaduais | Secretaria da Educação do Estado de São Paulo&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
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&lt;a href="https://chrome.google.com/webstore/detail/pengoopmcjnbflcjbmoeodbmoflcgjlk" style="font-size: 13px;"&gt;'via Blog this'&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1751503409109213503-9174125263993053593?l=vivendociencias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://vivendociencias.blogspot.com/feeds/9174125263993053593/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1751503409109213503&amp;postID=9174125263993053593&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/9174125263993053593?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1751503409109213503/posts/default/9174125263993053593?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://vivendociencias.blogspot.com/2011/10/secretaria-da-educacao-propoe-ensino.html" title="Secretaria da Educação propõe Ensino Médio de Tempo Integral em 21 escolas estaduais | Secretaria da Educação do Estado de São Paulo" /><author><name>Ana Maria</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15931609242042564753</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="21" src="http://img440.imageshack.us/img440/5993/1000700xq9.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQHRXo7eyp7ImA9WhRTFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1751503409109213503.post-55477119785484323</id><published>2011-10-30T09:20:00.000-02:00</published><updated>2011-11-06T20:08:54.403-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-06T20:08:54.403-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="SARESP" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tecnologia" /><title>Alunos do ensino médio com melhores notas no Saresp 2011 ganharão notebooks | Secretaria da Educação do Estado de São Paulo</title><content type="html">Pelo que entendi da matéria, para &lt;b&gt;cada escola&lt;/b&gt;, os melhores alunos de cada período serão beneficiados com um notebook. Isso quer dizer que, na nossa escola, um(a) aluno(a) do 3º ano da manhã e um(a) aluno(a) do 3º ano da noite receberão o notebook!&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/alunos-do-ensino-medio-com-melhores-notas-no-saresp-2011-ganharao-notebooks"&gt;Alunos do ensino médio com melhores notas no Saresp 2011 ganharão notebooks | Secretaria da Educação do Estado de São Paulo&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
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