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  <title>Viver em Santarém</title>
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  <description>Viver em Santarém - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Tue, 21 Jul 2009 08:23:17 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Tue, 21 Jul 2009 08:19:32 GMT</pubDate>
  <title>Idade do Gelo 3 - à terceira, ainda melhor</title>
  <author>Tintim</author>
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&lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;As sequelas são sempre ingratas: ou é uma fórmula repetida ou é uma aposta nova que não resulta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O 3º filme da Idade do Gelo é garantido: risada para toda a família, cada um com os seus gags.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Está no W Shopping em 2 salas. Nós vimos a versão portuguesa que está bem dobrada (se bem que não é tradição chamar pêssego às nossas crianças, ao contrário de &quot;peaches&quot;) .&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;Oiçam o Buck! Para o final da fila....&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>idade do gelo</category>
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  <pubDate>Tue, 21 Jul 2009 05:17:52 GMT</pubDate>
  <title>Variante à Portela das Padeiras</title>
  <author>Tintim</author>
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  <description>&lt;p&gt;Foi &lt;a href=&quot;http://www.cm-santarem.pt/santarem/Print.aspx?guid={D4485EEB-CBF1-4012-9897-23FB9433A467}&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;inaugurada&lt;/a&gt; há uns dias a variante à Portela das Padeiras que liga a A1 à estrada nacional N3, que liga Santarém a Torres Novas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.cm-santarem.pt/NR/rdonlyres/D4485EEB-CBF1-4012-9897-23FB9433A467/46410/novavariante%C3%A0EN318.jpg&quot; style=&quot;border-color: black;&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Casa da Magnólia está assim 5 a 10 minutos mais perto de Lisboa, evitando-se assim passar na Portela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar dos semáforos desligados terem ajudada a escoar o trânsito naquela localidade, a passagem de pesados era um perigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o press-release da Camara Municipal de Santarém, o investimento na variante foi de 4 M euros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>santarem</category>
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  <pubDate>Tue, 28 Apr 2009 09:18:26 GMT</pubDate>
  <title>Edição de 25 de Abril de O&apos;Ribatejo</title>
  <author>Tintim</author>
  <link>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/3212.html</link>
  <description>&lt;p&gt;A não perder.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fac-simile do relatório de Salgueiro Maia com algumas preciosidades:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&amp;amp;op=9dcb88e0137649590b755372b040afad&amp;amp;id=4d7402da8fe009f67fccbd5b28001e85&amp;amp;drops[drop_edicao]=194&amp;amp;drops[drop_edicao]=194&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; style=&quot;border-color: black;&quot; src=&quot;http://www.oribatejo.pt/imagens.php?src=artigos_edicoes-bin_capa_jpeg_0472781001240583743-328.jpeg&amp;amp;x=135&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;status-body&quot;&gt;&lt;span class=&quot;entry-content&quot;&gt;[23 abril] &quot;fui informado que um contacto do movimento se encontrava na pastelaria Bijou&quot;...&quot;recebi a ordem de operações&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>ribatejo</category>
  <category>25 abril</category>
  <category>salgueiro maia</category>
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  <pubDate>Fri, 17 Apr 2009 09:57:35 GMT</pubDate>
  <title>Comemorações do 25 de Abril em Santarém</title>
  <author>Tintim</author>
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  <description>&lt;p&gt;Entre outros, um espectáculo multimédia na antiga EPC, como se pode ver &lt;a href=&quot;http://www.cm-santarem.pt/santarem/NoticiasEventos/Eventos/espect%C3%A1culo+o+port%C3%A3o+que+abriu.htm&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; style=&quot;border-color: black;&quot; src=&quot;http://www.cm-santarem.pt/NR/rdonlyres/750B7C37-E05C-4BF6-96C9-6C978555B622/42505/Cartaz_25Abril_curvas.jpg&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;O vermelho do cartaz afugenta sempre algum público, tanto nestas temáticas como no futebol, mas se a iniciativa for um prelúdio da &lt;a href=&quot;http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=54&amp;amp;id=28212&amp;amp;idSeccao=479&amp;amp;Action=noticia&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Fundação da Liberdade,&lt;/a&gt; merece a atenção do VeS.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>fundacao liberdade</category>
  <category>25 abril</category>
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  <pubDate>Sun, 28 Dec 2008 22:24:46 GMT</pubDate>
  <title>Comentários à &quot;Casinha de Chocolate&quot; ...</title>
  <author>Tintim</author>
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  <description>&lt;p&gt;A tarde estava chuvosa. Muito chuvosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo assim, sem o mais velho que estava a passar férias com os avós em Lisboa, rumámos com a mais nova ao pavilhão municipal para ver a história dos irmãos Grimm, &quot;&lt;a href=&quot;http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=cc3a83e8-ec8e-4b45-a3f8-364072604635&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;A casinha de chocolate&lt;/a&gt;&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt/0F9Me83u9OerGF4ADd1z/&quot; style=&quot;border-color: black; width: 515px; height: 345px;&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não tínhamos ainda bilhetes mas sabíamos que se podiam comprar à entrada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a chuva que caía em Santarém, a expectativa que tínhamos é que haveria pouquissima assistência. Felizmente estávamos enganados e o pavilhão estava cheio ou perto disso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A promoção era da Camara Municipal e a resposanbilidade de uma Escola de Patinagem. Não percebi se a escola de patinagem era de Santarém ou de fora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O espectáculo estava bem encenado e, para um não-especialista,  as patinadoras eestiveram a um bom nível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em resumo, uma tarde bem passada a assistir a um espectáculo com as vantagens que em Lisboa por vezes é díficil encontrar: preços acessíveis (5 euros / adulto), bilhetes disponíveis e facilidade de acesso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A presença de tanto público também é bom indicador: há espaço para eventos culturais em Santarém que não sejam de nicho (e de nicho, talvez também) desde que sejam bem publicitados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/2585.html</comments>
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  <category>santarém</category>
  <category>a casinha de chocolate</category>
  <category>espectáculo</category>
  <category>natal</category>
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  <pubDate>Sat, 25 Oct 2008 09:15:13 GMT</pubDate>
  <title>Jantar no Restaurante Portas do Sol</title>
  <author>Tintim</author>
  <link>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/2523.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img width=&quot;274&quot; height=&quot;183&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt/vfdh1fOdzT98KzyAUBOv/&quot; style=&quot;border-color: black;&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Experimentámos ontem o restaurante das Portas do Sol e o resultado foi muito positivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não sendo barato (+- 15/20 euros adulto), o qualidade dos ingredientes, a confecção, o serviço e o ambiente justificam-no.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Começamos por pensar no peixe, cherne neste caso, mas fomos informados que era congelado e que sugeriam antes os peixes de mar (com 3 variedades). Acho positiva esta abordagem: não há vergonha nenhuma ter carne ou peixe congelado mas é sempre bom estar informado. Escolhemos então 2 bifes differentes (à portuguesa e à Portas do Sol) e foi bem justificado. Depois de ter começado a semana a comer bifes no Tennessee, estes não ficaram nada atrás. A carne era muito boa e estavam bem cozinhados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um ponto (muito) positivo era terem vinho a copo para todos os disponíveis. A lista tem um número aceitável de escolhas, especialmente da região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O serviço, como referido, é atencioso (...um pouco menos formal, penso que ficariam a ganhar...) e interessado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em contraponto, e dentro deste intervalo de preços, já fomos duas vezes ao JF e apesar do bom ambiente, a comida não esteve à mesma altura. Muito gordurosa nas massas e nos pratos mais confeccionados.  O serviço também poderia ter sido melhor. Insistiram em que o bife tinha de ser mal passado porque assim é que era a receita. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ganhariam em estar mais atentos e pedir feedback aos clientes para despistar estes pequenos problemas.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>santarem</category>
  <category>portas do sol</category>
  <category>restaurante</category>
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  <pubDate>Wed, 08 Oct 2008 11:38:15 GMT</pubDate>
  <title>As rotundas de Santarém </title>
  <author>SWonderfulW</author>
  <link>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/2182.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Não há quem ainda não tenha troçado sobre a praga de rotundas com que nos deparamos pelos vários municípios do país - e Santarém não é excepção. No meio de pó e pedra, imaginamos o que irá ser feito nas várias rotundas que se encontram em remodelaçao na nossa cidade.  O presidente Francisco Moita Flores mostra-nos o que se passa num artigo de opinião que gostei muito de ler:  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;PoynterOSTextThree-Roman&quot;&gt;&lt;font face=&quot;PoynterOSTextThree-Roman&quot;&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;&lt;/i&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; src=&quot;file:///C:/DOCUME%7E1/STORME%7E1/DEFINI%7E1/Temp/moz-screenshot-7.jpg&quot; /&gt;&lt;i&gt;Não gosto de rotundas e pesem as explicações dos especialistas em mobilidade, que são equipamentos que garantem a diminuição da sinistralidade ao desfazer cruzamentos perigosos, que são reguladores e moderadores de velocidade, a verdade é que rotunda parece praga que atacou o poder local em determinada altura e coçamos, coçamos e não conseguimos safarmo-nos delas. Quando cheguei à Câmara de Santarém herdei mais de uma dúzia. E devo confessar o meu pecado: o Prof. Nunes da Silva obrigou-me a fazer uma. Uma! É o meu magro contributo para a praga que assola o país.&lt;/i&gt; &lt;i&gt;As rotundas são, por outro lado, a nossa fraqueza. Se vamos atrás dos especialistas em cada cruzamento enfia-se uma rotunda. E levamos na cabeça. Se não vamos, aumentam os atropelamentos ou acidentes automóveis, e levamos na cabeça. É por isso que acho que rotunda devia ser pecado. (...) A porcaria da rotunda do Modelo vai ter um símbolo maior da nossa vida. Aquela coisa malparecida que lá vês, enfiada numa espécie de preservativo mal amanhado, esconde a homenagem a Bernardo Santareno. O príncipe dos dramaturgos, orgulho de Santarém e do País. É assinado pelo mestre José Coelho, que o Cutileiro admira como um dos maiores escultores do nosso tempo. Estás convidado para a inauguração no dia da República. &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Cá em cima, na minha única, mas ranhosa rotunda, vai surgir uma evocação dessa pérola escrita pelo Garrett que é o Frei Luís de Sousa. Um jogo de figuras que evoca a passagem em que o Romeiro procura salvar a família Coutinho dos vários martírios. É um jogo fabuloso de tensões construído pela Erika. O próprio Cutileiro está a fazer um Braancamp Freire para decorar outra dessas mais ordinárias. ‘Tás a ver? Instalo o sagrado em cima do profano. O simbólico identitário em cima da gema de ovo. Fazer com que as pedras falem sobre o nosso tempo ao futuro que é dos nossos netos. &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Não sei se já viste o magnífico Aristides Sousa Mendes, ícone da paz e da fraternidade, exemplo maior do martírio cristão, naquela manhosa e carrancuda rotunda junto às piscinas? Nem imaginas quantos putos já descobriram quem foi aquele homem, depois de lá o louvarmos. Naquela outra, ordinária, que agora parece um palco, frente ao CNEMA, estará um conjunto de cavalo e touros, dizendo a quem passa que esta terra elegeu estes animais como deuses. Naquela careca e malcriada junto ao Politécnico há-de nascer a Madre Andaluz. E pelo Jardim da Liberdade, pelo Jardim da República, libertando o romantismo dos jardins de Santarém, vão irromper outros conjuntos de ‘falas’ com a vida, com a história, com os afectos. ‘As Mães de Santarém’ que vais adorar. A Expressividade do nosso comum amigo Mário Viegas que te vai comover, ‘Um depois do Adeus’ que te vai surpreender, um ‘Pedro Álvares Cabral’ ainda não encomendado, e por aí fora.»&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;in: &lt;i&gt;http://www.oribatejo.pt&lt;/i&gt;&lt;font face=&quot;PoynterOSTextThree-Roman&quot;&gt;&lt;font face=&quot;PoynterOSTextThree-Roman&quot;&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 16 Sep 2008 16:51:04 GMT</pubDate>
  <title>Que campo... tão mórbido.</title>
  <author>Tintim</author>
  <link>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/1902.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Na estrada Santarém - Torres Novas, no troço após a rotunda da Fábrica de cerveja Cintra e antes do cruzamento para a Azóia de Baixo, surgiram um aproveitamento de um terreno situado no lado direito da estrada: a presença de um conjunto de lages tumulares.&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; style=&quot;border-color: black;&quot; src=&quot;http://www.irmarmores.pt/img/campa7.gif&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conjunto de 10 a 15 belissimas obras de mármore estão no terreno outrora desocupado e algo estranhas naquela paisagem bucólica. Alinhadas para a estrada, as esquifes sorriem-nos ao passarmos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Na verdade, não é totalmente claro o objectivo da sua presença. Eis algumas das hipóteses que o Viver em Santarém descobriu:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
    &lt;li&gt;Instalação artística de um novo criador escalabitano.&lt;br /&gt;
     &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Campanha &quot;choque&quot; da Prevenção Rodoviária a sensibilizar-nos para os perigos rodoviários e as suas consquências.&lt;br /&gt;
     &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Armazém de uma funerária para o stock excendentário gerado pela quebra do negócio em resultado de um verão mais ameno e oferta dos cheque-dentista pelo governo aos idosos.&lt;br /&gt;
     &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Expositor / show-room de um marmorista com jeito para o negócio.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pegando no último ponto, não quero parecer ingrato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Raramente se tem a hipótese de ter bem &quot;à mão&quot;, a caminho de casa, um show room de pedras tumulares e campas de bom mármore português.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Azoia de Baixo, a minha preferência teria ido para serviços do terceiro sector mais... terrenos... como: um quiosque com jornais ou uma pequena mercearia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>campas</category>
  <category>mármore</category>
  <category>azoia de baixo</category>
  <category>santarem</category>
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  <pubDate>Sun, 14 Sep 2008 15:53:19 GMT</pubDate>
  <title>Teatro Rosa Damasceno - considerações de não especialista</title>
  <author>Tintim</author>
  <link>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/1625.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Sempre que o assunto versa património (principalmente cultural e histórico), torna-se complicado discutir civilizadamente... Mas terá de assim ser?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; style=&quot;border-color: black;&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt/H90LZRgjkz1ArqCsFVLN/&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;[Foto: &lt;a href=&quot;https://farm4.static.flickr.com/80/252261405_d57f4a92cf.jpg%3Fv%3D0&amp;amp;imgrefurl=http://www.flickr.com/photos/stormhaven/252261405/in/set-72157594293699508/&amp;amp;h=500&amp;amp;w=375&amp;amp;sz=138&amp;amp;hl=pt-PT&amp;amp;start=47&amp;amp;um=1&amp;amp;usg=__dIq7zX8YyrllgbA37OQg5ej73eU=&amp;amp;tbnid=6EyNtz7jfiIkKM:&amp;amp;tbnh=130&amp;amp;tbnw=98&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Drosa%2Bdamasceno%26start%3D36%26ndsp%3D18%26um%3D1%26hl%3Dpt-PT%26client%3Dfirefox%26rls%3Dcom.mandriva:pt-BR%253B%252BAlexa:official%26sa%3DN&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Flickr Estranh0&lt;/a&gt;]&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em amena cavaqueira, com um copo de vinho na mão, com o Tiago (interessado na preservação do património) e o Pedro  sobre o teatro, fui cristalizando algumas ideias de não-especialista:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
    &lt;li&gt;O &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_rosa_damasceno&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Teatro Rosa Damasceno&lt;/a&gt; (TRD)  foi destruído por um &lt;a href=&quot;http://www.a-plataforma.net/home/index.php?Itemid=99&amp;amp;id=272&amp;amp;option=com_content&amp;amp;task=view&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;incêndio&lt;/a&gt;. Logo, agora existem duas hipóteses: ou se &lt;b&gt;deita abaixo totalmente&lt;/b&gt; ou se &lt;b&gt;reconstroi&lt;/b&gt;. Não sei se alguém defende a sua total demolição mas sendo imóvel de interesse público poderá ser complicado. Por outro lado, seria um desperdício e destruiria valor.&lt;br /&gt;
     &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Partindo então do único cenário razoável: &lt;b&gt;a sua reconstrução&lt;/b&gt;. Ela é feita pela Câmara Municipal / Governo ou por privados.&lt;br /&gt;
    Sabendo-se das dificuldades financeiras da câmara - que está a pôr em causa o designio de roubar a Viseu o título de Capital das Rotundas - é díficil encontrar meios para esta intervenção.&lt;br /&gt;
    Por outro lado, o Teatro Sá da Bandeira é um equipamento cultural (é assim que os especialistas chamam aos teatros, e é bem giro: &quot;equipamento cultural&quot;!) necessário, que está a ser aproveitado e que faz falta. Mas dois teatros municipais na mesma rua pode ter o efeito contrário: perder-se massa crítica.&lt;br /&gt;
    Sobra então a recontrução ser feita por privados ou em parceria com eles.&lt;br /&gt;
     &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;A reconstrução por privados pode ter dois cenários: a manutenção do seu objectivo original (teatro, cultural) ou &lt;b&gt;uma nova função&lt;/b&gt;. Essa nova função pode ser hotel de charme, casino, museu, centro comercial ou estabelecimento comercial mas deve ter como objectivo contribuir para a dinamização do centro da cidade assegurando simultaneamente a preservação do edifício. Fora desta lógica fica a construção de habitação: não dinamiza o centro e, de alguma forma, restringe o acesso ao edifício (se bem que em alguns casos, se possa justificar quando apenas a fachada tem interesse, por exemplo).&lt;br /&gt;
     &lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
Face aos três pontos acima, parece-me que a única e desejável solução é, tchan tchan tcham:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Reconstrução por privados (ou em parceira com privados) &lt;br /&gt;
do imóvel  para uma actividade de prestigie o edíficio&lt;br /&gt;
e dinamize aquela parte da cidade.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É natural que hajam interesses de privados (legítimos) e aspiração da câmara em achar a solução óptima para um edifício tão emblemático. Mas eu também gostava de ter um carro a energia solar e tenho um que consome 7 litros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qualquer nó-gordio criado por processos em tribunais, permutas, mudanças de poder e especulação desaquada só consegue ser desfeito quando os intervenientes tiverem os seus interesses alinhados. Porque, ao que se percebe, qualquer um deles tem o poder de bloqueio da solução. Daí se estar neste impasse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um alinhamento de interesses é feito de cedências e compromissos. Preservando interesses essenciais das partes (patrímónio e dinamização da cidade, pela CMS, e valorização do activo pelos proprietários) é possível encontrar uma saída.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/1625.html</comments>
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  <category>património</category>
  <category>santarém</category>
  <category>teatro</category>
  <category>rosa damasceno</category>
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  <pubDate>Sun, 14 Sep 2008 15:18:24 GMT</pubDate>
  <title>Lacoste e o teatro Rosa Damasceno</title>
  <author>Tintim</author>
  <link>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/1419.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; align=&quot;right&quot; src=&quot;http://images.teamsugar.com/files/users/3/32431/28_2007/lacoste.jpg&quot; style=&quot;border-color: black; width: 163px; height: 163px;&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A notícia do assalto [&lt;a href=&quot;http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=355&amp;amp;id=46505&amp;amp;idSeccao=5231&amp;amp;Action=noticia&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;1&lt;/a&gt;,&lt;a href=&quot;http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&amp;amp;op=fc490ca45c00b1249bbe3554a4fdf6fb&amp;amp;id=96d3776c5b93107a3272a8f5667c960d&amp;amp;drops%5Bdrop_edicao%5D=161&amp;amp;drops%5Bdrop_edicao%5D=161&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;2&lt;/a&gt;] à Lacoste no centro de Santarém levou-me a reflexões profundissimas.&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
    &lt;li&gt;Uma das notícias refere que a detecção de impressões digitais se &quot;revelou um esforço inglório&quot;. Ainda bem. Eu tinha lá estado há alguns dias e &quot;impelido&quot; pela benjamim de casa estive a dar festas ao crocodilo de metal, deixando impressões por todo o lado. Já me estava a ver a dar satisfações à equipa CSI da PJ de Santarém e a ser objecto do comentário profissional do presidente da câmara na SIC.&lt;br /&gt;
     &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Talvez por respeito à marca, os ladrões tiveram um &lt;i&gt;savoir-faire&lt;/i&gt; muito apropriado:&lt;br /&gt;
    &lt;ol&gt;
        &lt;li&gt;&quot;&lt;i&gt;o estabelecimento foi assaltado por volta das duas da manhã por três indivíduos de cara tapada e calçando luvas&lt;/i&gt;&quot;: fonte do Viver em Santarém apurou que as luvas era de marca recomendável. Que não Lacoste porque, segundo a mesma fonte, foi o primeiro assalto concretizado à mesma.&lt;/li&gt;
        &lt;li&gt;&lt;i&gt;&quot;os larápios deixaram apenas a roupa que estava colocada nos manequins&lt;/i&gt;&quot;: naturalmente, não seria educado despir os manequins e deixá-los nus. &lt;/li&gt;
        &lt;li&gt;&quot;&lt;i&gt;Quando o alarme parou de tocar os vizinhos ouviram um dos assaltantes dizer que não podiam estar ali muito mais tempo&lt;/i&gt;&quot;: tinham &quot;chá&quot;, que é uma coisa que falta hoje em dia a muita gente. Quando não se é desejado pelo anfitrião há que saber o momento de abandonar com uma frase simpática e de circunstância. Nenhuma das notícias refere porque é que os vizinhos que conseguiram ouvir os assaltantes  com tanta exactidão, não os conseguiram alertar para o facto do que o que eles estavam a fazer, não era bonito.&lt;br /&gt;
         &lt;/li&gt;
    &lt;/ol&gt;
    &lt;/li&gt;
    &lt;li&gt;Na outra notícia, comentava a gerente da loja: &quot; &lt;i&gt;o centro histórico de Santarém fica completamente deserto a partir das 19h00 aumentando a insegurança daquela zona da cidade.&lt;/i&gt;&quot;  Esta é uma verdade e que não se aplica só a Santarém:&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Centro da cidade deserto = Despovoamento do centro + Inexistência de atracções ao centro para quem vive fora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensamento lógico seguinte: Teatro Rosa Damasceno. As considerações não especializadas no próximo post.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>santarem</category>
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  <category>assalto</category>
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  <pubDate>Sun, 17 Aug 2008 15:49:35 GMT</pubDate>
  <title>Nova estação de comboios: É o estacionamento, estúpido!</title>
  <author>Tintim</author>
  <link>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/842.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img vspace=&quot;3&quot; hspace=&quot;3&quot; border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; alt=&quot;&quot; style=&quot;border-color: black;&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt/lnFqJa7nB0Qwt6LP9mnm/&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conta-se que um dos responsáveis pela campanha de Bill Clinton tinha no seu gabinete de campanha a seguinte frase pendurada: &quot;É a economia, estúpido!&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objectivo era recordar a todos que, apesar de se falar de segurança, saúde, etc...,  o assunto que  realmente fazia a diferença para o eleitorado era...a economia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na afirmação de uma cidade como Santarém, a 70 km de Lisboa, os acessos são importantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E se existem variáveis que escapam ao poder local, como a frequência dos comboios, existem outras que são totalmente controláveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estacionamento é uma delas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lógica de estacionamento na estação de Santarém sempre me fez espécie.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(&lt;i&gt;Foto: &lt;/i&gt;&lt;a href=&quot;http://gonio.blogspot.com/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;i&gt;Gonio blog&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por um lado, dois parques de estacionamento explorados  com o custo de 18 euros / mês: um sempre esgotado e o outro do lado errado da estação (para quem vem da cidade).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, estacionamento caótico nas bermas da descida de acesso à estação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com as bermas ocupadas, a saída da estação ao pôr-do-sol é uma autêntica caça ao peão. Com elevadas probabilidades de sucesso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Fiquei contente ao ler n&apos;&lt;/i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.oribatejo.pt/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;i&gt;O Ribatejo&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt; (ed. 1188, 8 Agosto 2008) que a &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;nova variante do troço de Santarém da Linha do Norte contemplará um&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt; estacionamento de 500 lugares.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas questões ficam por esclarecer: será pago? para quando (2010, 2011) ? Mas o importante (aparentemente) está decidido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E como o importante nas eleições é a economia, nos acessos por comboio, o estacionamento é essencial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um ponto a favor de viver em Santarém...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/842.html</comments>
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  <category>linha do norte</category>
  <category>estacionamento</category>
  <category>santarem</category>
  <category>comboio</category>
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  <pubDate>Fri, 15 Aug 2008 13:22:08 GMT</pubDate>
  <title>Da cidade para o campo</title>
  <author>SWonderfulW</author>
  <link>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/1028.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; align=&quot;left&quot; alt=&quot;&quot; style=&quot;border-color: black;&quot; src=&quot;http://www.ribatejo.com/ecos/santarem/stimagem/roteiro.jpg&quot; /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;Pois é, mudámo-nos para Santarém já há cerca de 2 anos...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;Foi uma mudança muito ponderada onde estiveram envolvidas outras cidades na escolha do sítio para onde queriamos ir viver. Queríamos simplesmente sair de Lisboa. Não por não gostarmos da capital, mas porque queríamos melhor qualidade de ar e de vida em geral, mais espaço para os miúdos, ter hobbies como a jardinagem, não perder demasiado tempo em filas de transito, enfim aquelas coisas que dificilmente se conseguem nas grandes cidades...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt; [Foto: &lt;a href=&quot;http://www.ribatejo.com/ecos/santarem/stroteiro.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Sroteiro&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;Apaixonámo-nos pela pequena aldeia de Azoia de Baixo (a freguesia mais pequena do concelho) e por aí ficámos. No início confesso que temi pela a adaptação, mas agora já não conseguiria voltar atrás. Adoro o momento em que saio na A1 após o km 65 sentido Lisboa-Santarém e rumo em direcção ao campo...  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: smaller;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;1221563249041S&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;1221563283233S&quot; style=&quot;display: none;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;Azoia de Baixo, Santarém &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;Situada num vale sobre a margem direita de uma pequena                       ribeira, a de Alvaiázere, afluente do rio Tejo, a                       freguesia de Azoia de Baixo (antiga paróquia de Nossa                       Senhora da Conceição) dista 9 quilómetros da sede do                       concelho. Tem a sua sede na aldeia com o mesmo nome. &lt;br /&gt;
O topónimo azóia é de origem árabe (az-zâwiya) e                       significa canto, ermida ou capela. &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;Azóia de Baixo é uma povoação muito antiga, de fundação                       anterior à nacionalidade. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;A obra “Memória dos Forais” de Francisco Nunes Franklin                       refere que Azóia recebeu, em 13 de Abril de 1255, em                       Santarém, uma carta de foral, atribuída pelo rei D. Afonso                       III. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;No recenseamento de 1527, efectuado à vila de Santarém                       e seu termo, a aldeia de Azóia de Baixo aparece referida,                       juntamente com Póvoa dos Galegos, Cabanas e Casais, com                       ointenta e nove vizinhos. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;Em 1712 Azóia de Baixo possuía sessenta vizinhos.  Em 1758 Azóia de Baixo contava com sessenta e nove                       fogos e trezentas e dez pessoas, sendo duzentas e trinta e                       cinco maiores e setenta e cinco menores. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;A paróquia estava situada no meio do lugar.  pároco era cura, sendo apresentado pelo vigário da                       paróquia do Salvador de Santarém. Tinha de cóngrua um moio                       de trigo, uma pipa de vinho, dois cântaros de azeite e                       dois mil reis em dinheiro, pago pela comenda.  Não possuía ermidas. Apenas tinha um oratório de Nossa                       Senhora da Conceição que ficava situado dentro do lugar. Era rica em vinho e azeite.                       Não tinha juiz ordinário, não tinha feira nem correio.                       &lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;Havia na freguesia duas pontes com arcos de pedra,                       chamadas, uma de Ribeira e outra de Vale de Lobos. Nesta                       última passava por diversas vezes o correio, vindo de                       Coimbra e outras partes do reino “por causa das cheias do                       campo”. Tinha em 1758, dois moinhos de água, um moinho de vento                       e dois lagares de azeite. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: larger;&quot;&gt;&lt;i&gt;in: http://www.jf-azoiadebaixo.pt/freguesia.php&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/1028.html</comments>
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<item>
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  <pubDate>Sat, 26 Jul 2008 23:50:14 GMT</pubDate>
  <title>Código Editorial do Blog</title>
  <author>Tintim</author>
  <link>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/594.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Um blog não precisa de código editorial excepto quando precisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1.- Tom&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O objectivo do blog &quot;Viver em Santarém&quot; (VeS) é reflectir sobre a vivência que temos de Santarém.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é insultar ou destruir. Não é promover ou bajular. É criticar quando necessário e elogiar quando possível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2.- Independência&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O blog não é de esquerda, nem de direita. Apesar dos seus criadores, um ser de esquerda, outro de direita. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, há posições políticas com background mais liberal e outras mais conservadoras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3.- Mérito literário&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Blog VeS não tem pretensões literárias e o seu tom é casual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://viveremsantarem.blogs.sapo.pt/594.html</comments>
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  <category>editorial</category>
  <category>inicio</category>
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