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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020</atom:id><lastBuildDate>Mon, 09 Jan 2012 02:05:40 +0000</lastBuildDate><category>História das Ciências</category><category>Políticas Públicas</category><category>Epidemias</category><category>Evidências Científicas</category><category>Cinema</category><category>Literatura</category><category>Clássicos da Ciência</category><category>C</category><category>Ciência e Sociedade</category><category>Personalidades</category><category>Coisas Minhas</category><category>Outros Olhares</category><category>Elei</category><category>Comunicação em Saúde</category><category>Música</category><category>Tecnologias</category><category>Ética em Pesquisa</category><category>Bibliofilia</category><category>Meio Ambiente</category><category>Publicações</category><category>Centenários</category><category>Humor</category><category>Fotografia</category><category>Gestão do Conhecimento</category><category>Bibliografia</category><category>Politica</category><category>Saúde e Direito</category><category>Projetos de Pesquisa</category><category>Eleições 2010</category><title>Voo de Galinha</title><description>Ciência e Tecnologia em Saúde, e Casos Afins</description><link>http://voodegal.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>332</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/VooDeGalinha" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="voodegalinha" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-7493302707823888311</guid><pubDate>Sat, 07 Jan 2012 23:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-08T22:56:54.680-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Clássicos da Ciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bibliografia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tecnologias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão do Conhecimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bibliofilia</category><title>A Elegância da Medicina</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-n4eEe0RUjVE/TwjeziarLjI/AAAAAAAABIo/Bwcvjk4mb-k/s1600/fabrica_color_lg.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 284px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-n4eEe0RUjVE/TwjeziarLjI/AAAAAAAABIo/Bwcvjk4mb-k/s400/fabrica_color_lg.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695046705803374130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fronstipício de De Humanis Corporis Fabrica (1543).&lt;br /&gt;Colorido posteriormente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Escola de Medicina da Universidade de Nova Iorque faz questão de estabelecer a primazia do ensino da clínica à beira do leito do paciente em sua página eletrônica. Entretanto,  a escola conjuga &lt;a href="http://tinyurl.com/bbescu"&gt;tradição osleriana&lt;/a&gt; com alta tecnologia didática.&lt;br /&gt;Na NYU os alunos de anatomia tem por suporte ao estudo teórico não o tradicional livro de Garder &amp;amp; Gray ou do Sobotta, por exemplo, mas sim um atlas anatômico digital... que utiliza tecnologia &lt;a href="http://tinyurl.com/6tw4wqn"&gt;3-D&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Nessas horas, quando tenho a informação de tais progressos, recordo da emoção que tive em Bethesda ao manusear na &lt;span style="font-style: italic;"&gt;National Library of Medicine &lt;/span&gt;a primeira edição &lt;a href="http://tinyurl.com/cxwhlb"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;De Humanis Corporis Fabrica&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, &lt;/span&gt;obra seminal escrita por Vesalius* em 1543.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Na gravura acima, Vesalius é o homem de barba escura que toca a perna direita do cadáver. Para ampliar clique duas vezes sobre a imagem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-7493302707823888311?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2012/01/elegancia-da-medicina.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-n4eEe0RUjVE/TwjeziarLjI/AAAAAAAABIo/Bwcvjk4mb-k/s72-c/fabrica_color_lg.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-2305516780931640054</guid><pubDate>Sat, 07 Jan 2012 15:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-08T23:05:40.128-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tecnologias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cinema</category><title>Cinema: Inovação e Luta Contra as Peias do Mercado</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao longo do século XX, na medida em que o cinema - a arte do movimento (gr. Kinema) -  atraía o gosto dos espectadores e um mercado se estruturava, sucederam-se incorporações tecnológicas com o objetivo de elevar a qualidade da obra ao máximo de proximidade da realidade, como o foram a sonoridade, a colorização, os registros de som e imagem em formato digital, os efeitos especiais - como nunca dantes vistos e hoje garantidos por computador -, e também a pureza do registro sonoro quadrifônico, a tridimensionalidade e a portabilidade das imagens que faz com que filmes sejam projetados em telas seguras na palma das mãos, ou mesmo inteiramente filmados em um celular Nokia N-8, que é o caso de &lt;a href="http://tinyurl.com/6pq5lar"&gt;Olive&lt;/a&gt;, longa dirigido pelo cineasta Hooman Kalili, com a atriz Gena Rowlands no papel principal.&lt;br /&gt;Mas o cinema como arte não é um somatório tecnológico, nem estuário para centenas de cadeias produtivas relacionadas a efetivar a produção de um filme, ou a valorização das ações dos estúdios.&lt;br /&gt;O elemento central de uma arte é a linguagem própria, ou a sua capacidade de comunicar e transcender no tempo e entre diferentes gerações uma mensagem, numa fórmula que, resumida, seria algo que, no caso, só pelo cinema tal fato poderia ser relatado com a dramaticidade ou comicidade adequadas, apesar das influências políticas e de mercado que operam naquele instante histórico, a despeito da competência comunicativa de outras artes.&lt;br /&gt;Nesse duelo entre arte e artistas &amp;amp; financistas e mercado, nesse debate ideológico de concepções do que seja o cinema como linguagem e comunicação, livres para uma função verdadeiramente artística e com bases nas tensões dos anos 60/70, recupera esse debate o artigo divulgado na &lt;span style="font-style: italic;"&gt;newsletter &lt;/span&gt;da edição brasileira do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Le Monde Diplomatique&lt;/span&gt; -&lt;span style="font-style: italic;"&gt; "&lt;/span&gt;&lt;a href="http://tinyurl.com/76yqqx2"&gt;A Obra Prima e a Elite Cultural&lt;/a&gt;" -, assinado por Bruno Carmelo. Contudo, ao modo como fosse as luzes néon em rua deserta, após a chuva - e quão tristes nessa condição elas me parecem -, ecoa nesse embate a frase enigmática do início de "O Cavalo de Turim" (&lt;a href="http://tinyurl.com/6ltuhdc"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Turim Horse&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, dir. &lt;a href="http://tinyurl.com/8xhfk53"&gt;Béla Tarr&lt;/a&gt;, 2011), dita por Nietzsche antes de mergulhar de vez na sombra e no silêncio da insanidade que marcou-lhe o fim dos dias; ouvida dias depois que o filósofo tentou impedir na rua a violência contra um cavalo por um cocheiro: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mutter ich bin dumm&lt;/span&gt; (Mãe, eu sou um estúpido!).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-2305516780931640054?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2012/01/cinema-inovacao-e-luta-contra-as-peias.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-3915960947688991788</guid><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 00:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-29T22:07:20.475-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bibliofilia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cinema</category><title>Blade Runner - O Livro de Desenhos</title><description>&lt;div&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" style="width:420px;height:162px" id="a31117bf-5cea-8040-fe9a-a4af0ecc76b4"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111029190124-34a3f2adf52247c48abe489a2fd8b3ac"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:420px;height:162px" flashvars="mode=mini&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111029190124-34a3f2adf52247c48abe489a2fd8b3ac"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="width:420px;text-align:left;"&gt;&lt;a href="http://issuu.com/futurenoir/docs/bladerunner_sketchbook?mode=window&amp;amp;backgroundColor=%23222222" target="_blank"&gt;Open publication&lt;/a&gt; - Free &lt;a href="http://issuu.com/" target="_blank"&gt;publishing&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://issuu.com/search?q=blade%20runner" target="_blank"&gt;More blade runner&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Blade Runner - Livro de Desenhos (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Blade Runner Sketchbook&lt;/span&gt;), editado em 1982, é uma rarirade. Mesmo em livrarias especializadas em raros e esgotados achá-lo é difícil, devido a constante procura dos fãs desse clássico da ficção científica e pela tiragem pequena da edição. Enquanto não se publica uma segunda edição, delicie-se com essa cópia on line. Para ler, basta clicar sobre a imagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-3915960947688991788?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/12/blade-runner-o-livro-de-desenhos.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-9074670016452275373</guid><pubDate>Thu, 22 Dec 2011 13:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-22T11:18:33.462-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Politica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bibliofilia</category><title>A Síntese do Instante Num Catálogo de Livraria</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre recebo no meu endereço de Belém o Catálogo de Livros Selecionados, da Livraria Académica. A simpática livraria tem página &lt;a href="http://www.livraria-academica.com"&gt;na internete&lt;/a&gt; e está localizada na cidade do Porto, em Portugal, na Rua dos Mártires da Liberdade, 10. A sede física, contudo, não conheço em que pese o desejo sempre insatisfeito de visitar a terra de avoengo paterno, lá falecido.&lt;br /&gt;Além da seleção de raridades bibliográficas, Nuno Canavez, proprietário da livraria e reconhecido intelectual portuense, sempre encarta na última folha do catálogo um poema para reflexão do leitor.&lt;br /&gt;Sabemos o quanto Portugal tem sofrido com os revezes da economia européia. Só para avaliarmos a atual gravidade da situação, uma fonte que de lá retornou disse-me que o governo português já trabalha com o cenário de manter ao menos uma pessoa empregada por unidade familiar, e que patrões e empregados já negociam redução de salários.&lt;br /&gt;É inserido nesse contexto que o catálogo 264/2011 da Livraria Acadêmica oferece aos olhos do leitor um inquietante poema sem título, assinado por Maria Ângela de Sousa - de quem, infelizmente, não obtive maiores informações nos sistemas de busca usuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Diga-me amigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;o senhor que tanto sabe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;do passado, do presente e do futuro da nossa gente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;diga-me que genética ou que História&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;nos transformou nas quimeras que hoje somos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;quem nos fez de tão larga imaginação e tão estreito agir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;de tanto falar e tão pouco fazer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;deste permanente ser e não ser&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;de tanto querer e tanto temer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;de tanto criar e tão pouco ousar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;lembradas glórias de impérios conquistados?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;restos mouros de resignação e sofrimentos antecipados?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;o esperar em vão de reis por vir?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ou simplesmente a paz das sardinheiras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;e tudo o que nunca voltou d'Álcácer-Quibir?&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-9074670016452275373?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/12/sintese-do-instante-num-catalogo-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-2934543746274518515</guid><pubDate>Wed, 21 Dec 2011 19:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-21T21:15:01.428-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Politica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ética em Pesquisa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência e Sociedade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tecnologias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão do Conhecimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Epidemias</category><title>O Mais Letal Vírus do Mundo e o Super-Pateta</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;"&gt;O sonho acabou desmanchando&lt;br /&gt;A trama do Dr. Silvana&lt;br /&gt;A trama do Dr. Fantástico&lt;br /&gt;E o melaço de cana.&lt;br /&gt;(Gilberto Gil - O Sonho Acabou)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Com frequência assuntos científicos comparecem na mídia como parte de notícias sensacionalistas e, com alguma frequência, associada a alguma interpretação conspiratória que poria em risco a humanidade. Lembro de algumas estórias mirabolantes que bem ilustram a questão, por exemplo:&lt;br /&gt;1) Que a origem do vírus da Aids estaria relacionada a experimentos de cientistas em laboratórios militares norte-americanos, o qual ao fugir do controle de segurança teria se espalhado pelo mundo. Ou de que o único agente etiológico de imunodeficiência adquirida - o HIV - teria alcançado a humanidade mediante a vacina contra pólio, tecnologia que tantas vidas salvou no planeta.&lt;br /&gt;2) Ou de que o ex-ditador líbio Saddam Hussein teria adquirido cópias do vírus da varíola, que lhe teriam sido vendidas por bilhões de dólares, depois que cientistas russos a roubaram de um laboratório em Novosibirsk, Rússia, por ocasião do desmoronamento do Império Soviético.&lt;br /&gt;3) Esse denuncismo, que a história comprovou não possuir qualquer base factual, também afirmava que o complexo soviético de guerra biológica teria produzido 20 toneladas do mesmo vírus e as espalhado secretamente nos quatro cantos do mundo, sob a guarda de ex-agentes da KGB, homens de olhos rútilos de ódio e prontos para aniquilar o planeta a primeira ordem sabe lá de quem.&lt;br /&gt;4) Também houve quem questionasse na blogosfera se a Escherichia coli implicada nas infecções gastro-intestinais na Europa não seria um teste de arma biológica promovido pelas grandes potências, não importanto que para isso se ignorasse - como nos casos anteriores citados - que a Teoria da Evolução diz basicamente o seguinte: as espécies evoluem às ordens da natureza, sem que necessariamente o homem tenha de intervir nesse processo.&lt;br /&gt;Entretanto, no que se pode ter de factual sobre um ataque biológico - o uso do carbúnculo (Antraz) nos EUA, em 2001 - nunca foi objeto de interesse jornalístico que esclarecesse afinal quem ou o quê estavam por detrás desses atentados terroristas. O que teria dissuadido os jornalistas de investigar fatos tão graves para a coletividade?&lt;br /&gt;Os fatos antes citados, portanto, não pretendem negar a realidade de que os países ou grupos políticos com pretensões hegemônicas globais sempre tiveram interesse em desenvolver armar biológicas para dissuadir e atacar seus inimigos, desde a Antiguidade e a Idade Média, e modernamente antes mesmo do desenvolvimento da tecnologia nuclear aplicada para fins bélicos.&lt;br /&gt;Notemos que essas teorias anedóticas trabalham sempre com a idéia de que cientistas trazem consigo um potecial certo de risco para a humanidade, como ilustram as figuras romanescas de Mr. Hekyll/ Mr. Hide e do doutor Frankestein, seguidos nos quadrinhos e jogos de vídeo por uma súcia de ensandecidos que integra entre outros Hugo Ago-Ago, doutor Silvana, Lex Luthor e doutor Killjoy.&lt;br /&gt;Toda essa galeria de personagens evocaria a grosso modo correspondências  com "pesquisadores" criminosos de que são exemplos os médicos nazistas Mengele, Eduard Wirths e Hilario Hubrichzeinen , que praticaram no complexo dos campos de morte Auschwitz-Birkenau uma pseudo-ciência racial, demonstrando que a liga entre personagens de ficção e da história e de seus crimes fictícios e reais está fundamentada no fato de que a ciência como todo processo criador não é neutra, os agentes fomentadores e produtores do conhecimento possuem  ideologia e não estão acima do bem e do mal.&lt;br /&gt;O problema, contudo, é a instrumentalização midiática em torno dessa assertiva que, nos últimos dias, vem exemplificada na denúncia publicada em jornais norte-americanos e europeus de que uma equipe de cientistas teria desenvolvido um novo vírus da gripe (H5N1), hoje raro entre humanos, cuja letalidade seria de 60%. Esse experimento de biotecnologia deriva da competência que foi adquirida para manipular mutação de gens em laboratório, fenômeno biológico sensível para a evolução dos vírus em geral. Isso por certo levaria a elaboração de um banco viral altamente virulento, disponível para a elaboração de vacinas e medicamentos que fossem necessários quando a mutação ocorresse espontaneamente na natureza e os primeiros surtos fossem verificados.&lt;br /&gt;Eu não tenho dúvida quanto a segurança com que essa pesquisa foi conduzida, nem da competência da equipe de cientistas que a conduziu, nem de que ela anuncia um novo patamar na prevenção e tratamento de doenças infecciosas. Tenho dúvidas sim, no médio e longo prazo, quanto à migração desse conhecimento científico em termos de produto de mercado, considerando que a indústria farmacêutica expressou que haveriam limitações tecnológicas para responder uma demanda mundial de vacinas na última pandemia de H1N1.&lt;br /&gt;Por outro lado, confirmando que o sensacionalismo e a visão conspiratória sempre comparecem para confundir, é inaceitável que revistas científicas sejam pressionadas para não publicarem a pesquisa, ou, se o façam, do texto sejam eliminadas "determinadas informações" que poderiam ser apropriadas por bioterroristas. A comunidade científica não pode aceitar tal interferência do estado, seja porque abre oportunidades que fragilizarão a transparência e a ética em pesquisa, seja porque trabalho científico mutilado e domesticado, em qualquer revista que o publique, em definitivo será ciência do Super-Pateta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-2934543746274518515?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/12/o-mais-letal-virus-do-mundo-e-o-super.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-1828373076130837409</guid><pubDate>Tue, 20 Dec 2011 12:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-20T19:00:55.131-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Coisas Minhas</category><title>Balanço Pessoal de Ano</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1- O desempenho do Voo de Galinha em 2011 foi vexaminoso, conforme expressa o registro das postagens, que, em número, retrocedeu à produção de 2009.&lt;br /&gt;2- Em compensação, @itajaideal, twitter associado a este blog, disparou mais que duplicando o número de seguidores.&lt;br /&gt;3- Em 2011, por questões de tempo não foi possível cristalizar novo blogue, que associaria bibliofilia e medalhística no âmbito da Amazônia.&lt;br /&gt;4- Fiz uns magros progressos na fotografia, que estão disponíveis no Flickr ou aqui, em link na coluna à direita desta página.&lt;br /&gt;5- No mais tenho a agradecer àqueles que prestigiam o blog, o twitter e o Flickr com suas presenças e comentários sempre generosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, se toda história guarda alguma conclusão, este balanço breve e personalíssimo tem lá sua moral, resumida na constatação de que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O problema é que eu tenho &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;hobbies&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; demais e dinheiro de menos. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Mas outros&lt;/span&gt;&lt;span&gt; melhores dias prometem vir, e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;comme il le faut&lt;/span&gt; terei de conquistá-los.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-1828373076130837409?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/12/reflexao-de-conclusao-do-ano.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-8594236228688935289</guid><pubDate>Tue, 20 Dec 2011 12:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-20T09:53:15.311-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><title>Resistir é Viver</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-dWDSX-fwZIA/TvCBR5KcyiI/AAAAAAAABIQ/f0fWw2onmxM/s1600/slide_201803_557255_huge.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 291px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-dWDSX-fwZIA/TvCBR5KcyiI/AAAAAAAABIQ/f0fWw2onmxM/s400/slide_201803_557255_huge.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5688188473771346466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shikhei Goh da Indonésia ganhou o primeiro prêmio do concurso internacional de fotografia promovido pela revista National Geographic, em 2011. A foto, denominada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Splashing&lt;/span&gt; (Chuvisco), tem por objeto uma jacinta resistindo à força da chuva e do vento, sob uma luz que remete a um fim de tarde. O registro fotográfico permite a quem o observa - e especialmente para aquele habitante dos trópicos - a sensação de que participa da cena. No meu ver essa foto impressionante se tornará um dos ícones da macrofotografia. &lt;a href="http://500px.com/shikhei"&gt;Aqui outras fotos&lt;/a&gt; do fotógrafo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-8594236228688935289?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/12/resistir-e-viver.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-dWDSX-fwZIA/TvCBR5KcyiI/AAAAAAAABIQ/f0fWw2onmxM/s72-c/slide_201803_557255_huge.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-290457948134611</guid><pubDate>Sun, 18 Dec 2011 21:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-20T17:21:56.536-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Politica</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Clássicos da Ciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bibliografia</category><title>E Aquilo Deu Nisso?</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Penguin Books&lt;/span&gt;, editora de âmbito internacional, está presente no Brasil pelo menos há um ano, com a confirmação de que vende livros a preço justo em consórcio com a brasileira Companhia das Letras. Ao catálogo internacional, que guarda títulos importantes para o conhecimento, a parceria tem agregado obras para o Brasil, dos quais são exemplo, entre outros,  o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Essencial de Joaquim Nabuco&lt;/span&gt;,  o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Essencial de Padre Antônio Vieira&lt;/span&gt; (com inédito  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Chave dos Profetas&lt;/span&gt;) e  os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Apontamentos de Viagem&lt;/span&gt; (J.A. Leite Moraes).&lt;br /&gt;Dos bate-pernas dos chamados viajantes na Amazônia, Leite Moraes talvez seja um dos menos conhecidos, ainda que a paixão dos bibliófilos pague pequena fortuna para ter a primeira edição do livro, publlicado salvo engano pela Câmara Municipal de São Paulo, em edição de magra tiragem. Logo, reedições como essas da Penguim e, seja dito, antes a da Companhia das Letras são importantes para a perenidade do instantâneo que Leite Moraes deu ao público de sua época e às gerações do futuro (em última forma, publicações almejam sempre a eternidade).&lt;br /&gt;Haroldo Maranhão, patrono desse blog, não selecionou Mello Moraes para compor sua revisão literária, a que deu o título de &lt;span style="font-style: italic;"&gt; Pará, Capital: Belém/ Memórias &amp;amp; Pessoas &amp;amp; Coisas &amp;amp; Loisas da Cidade&lt;/span&gt; (Prefeitura de Belém, 2000). Não importa, pois esses &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Apontamentos de Viagem&lt;/span&gt;, escrito pelo avô do maior intelectual brasileiro já havido - Mário de Andrade -, é obra de importância para o estudo da civilização na Amazônia entre o fim do século XIX e o início do XX, ainda que não acresça de maior originalidade aos registros realizados por outros que, advindos aos trópicos com o espírito de capitalistas da Segunda Revolução Industrial, interpretavam com bom ânimo o pensamento e o empreendedorismo, enquanto silenciavam sobre a violência escancarada e as omissões das elites na fronteira amazônica do capitalismo.&lt;br /&gt;Não é segredo que permanecemos fronteira de riqueza, cobiças e vícios do capital. E essas reflexões à maneira da que nos foi legada por Mello Moraes, de que "em Belém tudo é grande e tudo indica o desenvolvimento daquele povo", ao tempo em que o Pará e Belém representavam faces do mesmo ente, mas não escapes do inevitável espelhamento entre o discurso &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Belle Époque&lt;/span&gt; de Paris n'América e o que &lt;span style="font-style: italic;"&gt;de fato&lt;/span&gt; foi construído nas sequências entrantes do futuro, hoje &lt;span style="font-style: italic;"&gt;misère obligé&lt;/span&gt; (criação do poeta José Paulo Paes) constituem para nós, paraenses, um doloroso legado  que, confrontado com a degradação experimentada ao longo de um século, representa a apavorante constatação de que a ópera dessas elites se reduz a um drama desvirtuoso, que ofende por onde se escute ou leia aos mais comezinhos princípios do direito e da moralidade pública.&lt;br /&gt;Para remédio que supere essa farsa /farra grotesca, só nos resta chamar a quem nos bastidores sempre esteve; a quem tudo assistiu bestializado e violentado no mato, na senzala e nas atualizados reservas de miséria da capital e do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;interland&lt;/span&gt; paraense: O povo, ou os bárbaros como preferem alguns, pois só ele permitirá reverter essa empreitada de bucaneiros.  Como disse a clarividência poética do grego Kaváfis -  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sem bárbaros o que será de nós?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; / Ah! eles eram uma solução.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-290457948134611?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/12/e-aquilo-deu-nisso.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-587830072167328454</guid><pubDate>Sun, 04 Dec 2011 22:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-05T22:03:31.515-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><title>"Bahia A.D.</title><description>&lt;div style="margin: 0 0 10px 0; padding: 0; font-size: 0.8em; line-height: 1.6em;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6455726109/" title="&amp;quot;Bahia A.D."&gt;&lt;img src="http://farm8.staticflickr.com/7163/6455726109_629e4968df.jpg" alt="&amp;quot;Bahia A.D. by Itajai de Albuquerque" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin: 0;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6455726109/"&gt;"Bahia A.D.&lt;/a&gt;, a photo by &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/"&gt;Itajai de Albuquerque&lt;/a&gt; on Flickr.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O AD não tem nada de latino: é abreviatura de Alta Definição. Trata-se de um tratamento digital que possibilita a criação de um cromatismo que remete ao realismo fantástico. Os registros originais foram feitos em Salvador-Bahia, de manhã cedo, com um tempo nublado. Logo em seguida garoou.&lt;br /&gt;Então é isto.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-587830072167328454?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/12/ad.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-420122392795737972</guid><pubDate>Fri, 25 Nov 2011 15:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-25T12:11:13.953-03:00</atom:updated><title>The Time's Files</title><description>&lt;div style="margin: 0 0 10px 0; padding: 0; font-size: 0.8em; line-height: 1.6em;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6399899039/" title="The Time's Files"&gt;&lt;img src="http://farm7.staticflickr.com/6032/6399899039_9dd584dff0.jpg" alt="The Time's Files by Itajai de Albuquerque" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="margin: 0;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6399899039/"&gt;The Time's Files&lt;/a&gt;, a photo by &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/"&gt;Itajai de Albuquerque&lt;/a&gt; on Flickr.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Dizem que o tempo é curvo e, ao menos aqui, nessa foto, algumas de suas linhas se encontram.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-420122392795737972?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/11/time-files.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-103927980760039992</guid><pubDate>Sun, 20 Nov 2011 00:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-19T22:31:16.046-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Personalidades</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><title>NOT THIS PIG: A Poesia de Philip Levine</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-LSs2m2nowKA/TshTnSB7N8I/AAAAAAAABIE/YDNbxHgmSiI/s1600/800px-Phil_Levine_by_David_Shankbone.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-LSs2m2nowKA/TshTnSB7N8I/AAAAAAAABIE/YDNbxHgmSiI/s400/800px-Phil_Levine_by_David_Shankbone.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5676879264620427202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Philip Levine. Foto de David Shankbone (2006). Creative Commons.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Philip Levine, nascido e criado em Chicago durante a Grande Depressão, é um poeta quer da classe trabalhadora na dimensão de sua universalidade. Foi trabalhador da indústria automobilística, onde chegou a fazer "trabalho estúpido". Bacharel e Mestre em Artes pela Wayne State University, faz uma poesia que é marcada de ceticismo em relação ao American Way of Life e também pela herança dos valores judaicos legados por seus pais.&lt;br /&gt;Seus poemas são como fossem instantâneos que revelam uma teia social contínua e insidiosa que atrai, aprisiona e distancia para uso as pessoas. Como a locomotiva e o narrador do poema que aqui transcrevo, trazido de um de seus primeiros livros publicados - &lt;a href="http://tinyurl.com/cxvv5f2"&gt;NOT THIS PIG&lt;/a&gt; (1968) -, em tradução e com os erros que me pertencem.&lt;br /&gt;Laureadíssimo, Levine recebeu entre outros prêmios o Lenore Marshall Poetry Prize, dois National Book Critics Circle Awards (1980) e o National Book Award in Poetry (1991). É professor da California State University. No Brasil sua obra foi tema da dissertação de mestrado de Vinicius França da Silveira - "A Poesia de Philip Levine: Estudo Seguido de Pequena Antologia Traduzida e Comentada" (&lt;a href="http://tinyurl.com/c6xepof"&gt;Unicamp, 2011&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Em Toledo, Quase Voltando pra Casa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós paramos no terraço do bar,&lt;br /&gt;Bebemos e vimos os fazendeiros de sempre.&lt;br /&gt;Com olhares censuravam por trazermos&lt;br /&gt;Conosco um trabalhador grosseiro: Ele&lt;br /&gt;Que do acostamento da estrada&lt;br /&gt;Ria-se, acenava e mijava sobre a neve&lt;br /&gt;A quarenta milhas geladas do lar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a locomotiva enguiçou&lt;br /&gt;Nos juntamos em círculo.&lt;br /&gt;Apenas nossas respirações&lt;br /&gt;E o som da neve era ouvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, noutro tempo, noutra cidade&lt;br /&gt;No segundo dia de um novo ano&lt;br /&gt;Já velho, antes do amanhecer&lt;br /&gt;Nós a encontramos em cores pálidas&lt;br /&gt;Como houvesse caído no sono&lt;br /&gt;E, na sua pobreza abandonada,&lt;br /&gt;Despertasse numa gare de vidro&lt;br /&gt;Sob um teto de madeira barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmãos e amigos, eu lhes chamei alto&lt;br /&gt;Por vocês algumas esposas&lt;br /&gt;E crianças vieram - faces consoladoras -&lt;br /&gt;e diziam "pai" e "marido".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocês nunca responderam.&lt;br /&gt;Sob as estrelas congeladas&lt;br /&gt;Não ouviram naquele velho ano,&lt;br /&gt;O ranger da neve amontoando-se&lt;br /&gt;Nem sentiram o ar zinabre da escória&lt;br /&gt;Reunida a vinte milhas ao Sul de Ecorse.&lt;br /&gt;Vocês que estavam felizes, cansados&lt;br /&gt;E não voltavam para casa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-103927980760039992?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/11/not-this-pig-poesia-de-philip-levine.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-LSs2m2nowKA/TshTnSB7N8I/AAAAAAAABIE/YDNbxHgmSiI/s72-c/800px-Phil_Levine_by_David_Shankbone.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-9205512116161623081</guid><pubDate>Sun, 13 Nov 2011 23:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-13T20:31:44.713-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tecnologias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão do Conhecimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Meio Ambiente</category><title>A Exuberância Luminosa de Gaia</title><description>&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/32001208?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" allowfullscreen="" frameborder="0" height="225" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/32001208"&gt;Earth | Time Lapse View from Space | Fly Over | Nasa, ISS&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/michaelkoenig"&gt;Michael König&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na coluna eletrônica Dot Earth, no The New York Times, Andrew Revkin presenteia-nos com esse belo filme feito há dois meses pelos tripulantes da Estação Espacial Internacional. É um passeio belíssimo sobre nosso planeta, em que observamos a exuberância das luzes de nossa civilização concorrendo com a beleza das auroras boreais e os clarões de trovões sob as nuvens de nossa atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesses tempos em que nós brasileiros lutamos para que seja garantido o acesso a documentos de Estado, e que nenhum tenha estatuto de eternamente secreto, não posso deixar de registrar que o acesso universal dessas imagens só é possível, porque o Congresso dos EUA em 1958 votou o Space Act (Ato Espacial), onde é estabelecido que a NASA deve comunicar seus achados científicos ao público.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-9205512116161623081?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/11/exuberancia-luminosa-de-gaia.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-7298743624952107286</guid><pubDate>Sat, 12 Nov 2011 23:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-12T20:28:34.543-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Personalidades</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Políticas Públicas</category><title>Ministro da Saúde Dá Entrevista a VEJA</title><description>&lt;div style="width:477px" id="__ss_10133345"&gt; &lt;strong style="display:block;margin:12px 0 4px"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/MinSaude/entrevista-veja-ministro-alexandre-padilha" title="Entrevista à Veja | Ministro Alexandre Padilha" target="_blank"&gt;Entrevista à Veja | Ministro Alexandre Padilha&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/10133345" marginwidth="0" marginheight="0" frameborder="0" height="510" scrolling="no" width="477"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;div style="padding:5px 0 12px"&gt; View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank"&gt;documents&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/MinSaude" target="_blank"&gt;Ministério da Saúde&lt;/a&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-7298743624952107286?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/11/ministro-da-saude-da-entrevista-veja.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-5737984830436222803</guid><pubDate>Sat, 12 Nov 2011 21:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-12T19:04:01.389-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Meio Ambiente</category><title>O Passeio do Besouro Entimus</title><description>&lt;div style="margin: 0 0 10px 0; padding: 0; font-size: 0.8em; line-height: 1.6em;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6338448260/" title="Entimus Beetle in a Bougainville branch"&gt;&lt;img src="http://farm7.static.flickr.com/6103/6338448260_4292e1dbf1.jpg" alt="Entimus Beetle in a Bougainville branch by Itajai de Albuquerque" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin: 0;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6338448260/"&gt;Entimus Beetle in a Bougainville branch&lt;/a&gt;, a photo by &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/"&gt;Itajai de Albuquerque&lt;/a&gt; on Flickr.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;No finalzinho da tarde desse sábado, brasilianamente ensolarado, quando molhava as plantas na minha sacada, dei com um visitante diferente. Um besourinho que parecia fantasiado para o Carnaval, no tempo em que ainda haviam bailes à fantasia na altura dessa descrição.&lt;br /&gt;Claro que montei a velha Nikon D-40 e fui observá-lo mais de perto. Tratava-se de um besouro bem blasé - ou seria uma besoura? Até fez uma paradinha para tomar quem sabe um pouquinho d'água.&lt;br /&gt;Na internete busquei saber o nome e o sobrenome do visitante, e penso que a identidade se aproxima bastante de um espécime do gênero Entimus. O esclarecimento dessa dúvida caberá aos entomólogos, que acaso por distração dêem uma passadinha aqui, no blog.&lt;br /&gt;O fato é que hoje, no planeta, os besouros estão entre as espécies ameaçadas de extinção. O risco se deve às mudanças provocadas em seu habitat natural, que são as florestas.&lt;br /&gt;Não se sabe ao certo quantas espécies desses insetos existem no mundo, nem tão pouco qual a exata função que desempenham no ecosistema terrestre. Mas que eles teem uma ou algumas nem se pode duvidar! Afinal, falta de evidência científica não significa ausência de evidência. Novas perguntas ou reinquirições são o combustível da ciência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin: 0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-5737984830436222803?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/11/o-passeio-do-besouro-entimus.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://farm7.static.flickr.com/6103/6338448260_4292e1dbf1_t.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-5290604809372487409</guid><pubDate>Sat, 12 Nov 2011 21:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-12T18:38:45.800-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Meio Ambiente</category><title>Que Tal um Gole?</title><description>&lt;div style="margin: 0 0 10px 0; padding: 0; font-size: 0.8em; line-height: 1.6em;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6337694291/" title="Entimus Beetle Lets Drink"&gt;&lt;img src="http://farm7.static.flickr.com/6053/6337694291_bf6e593419.jpg" alt="Entimus Beetle Lets Drink by Itajai de Albuquerque" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin: 0;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6337694291/"&gt;Entimus Beetle Lets Drink&lt;/a&gt;, a photo by &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/"&gt;Itajai de Albuquerque&lt;/a&gt; on Flickr.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-5290604809372487409?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/11/entimus-beetle-lets-drink-photo-by.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://farm7.static.flickr.com/6053/6337694291_bf6e593419_t.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-6981684202524895017</guid><pubDate>Sun, 02 Oct 2011 15:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-02T19:13:52.513-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura</category><title>Terá Karl Marx Lido esse Poema?</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-4UKY1J9SUy0/ToipyNj_boI/AAAAAAAABH0/7oOk9odw6KU/s1600/DSC_0093.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 266px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-4UKY1J9SUy0/ToipyNj_boI/AAAAAAAABH0/7oOk9odw6KU/s400/DSC_0093.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5658959611890200194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Paisagem Urbana de Bruxelas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em setembro passado, recebi de presente o livro de Carlos Drummond de Andrade, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Poesia Traduzida&lt;/span&gt;. O inédito do poeta itabirano chegou às livrarias com aquela apresentação impecável que habitualmente encontramos no selo Ás de Colete, sob as ordens das editoras 7 Letras] e CosacNaify.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização e Notas do volume ficaram a cargo dos poetas Augusto Massi e Júlio Castañon Guimarães, que assina a introdução. No preâmbulo aos textos poéticos bilíngues, são feitas considerações sobre o pensamento drummoniano sobre o ofício de traduzir poemas, com destaque para alguns dos escolhidos que, avalia-se,  alguma influência tiveram na formação da poética do tradutor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A leitura dos poemas traduzidos por Drummond, contudo, não me levaram a buscar a companhia sempre presente de Manuel Bandeira, outro grande poeta-tradutor, mas sim a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Poesia Alheia&lt;/span&gt; - de Nelson Archer -, publicada em 1998 pela editora Imago. São 124 poetas de nacionalidade vária, desde clássicos, como Catulo, Horácio e Marcial, até modernos como Borges e Octávio Paz reunidos em florilégio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um belíssimo livro de poesia, em que a sua introdução demonstra a tese de que a tradução poética deveria ser considerada um gênero próprio da literatura, conforme Archer sublinha:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A tradução de poesia é, portanto, uma arte (ou um gênero literário) que tem características próprias. O que ela tem em comum com a poesia em geral é o fato de que deve, fisicamente, atingir o seu grau de complexidade (se é que é possível mensurar algo assim). (...) E, diferentemente  da "tradução propriamente dita", requer-se da de poesia que, indo além da transposição do material supra-idiomático, apresente determinados resultados que nem sempre mantêm uma correlação simples e facilmente comparável com seu original. A tradução de um poema, como a de qualquer texto, pode estar errada; no caso da poesia, porém, a tradução correta não existe: uma vez que não esteja errada, ela será (com todas as possíveis gradações intermediárias) boa ou ruim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Poesia Alheia &lt;/span&gt;eu li faz tempo. Nesse reencontro, no século seguinte, lembrei que na ocasião de seu lançamento,  vi em um de seus poemas trecho daquele que bem poderia ser epitáfio ou, melhor dito, advertência para aqueles países com pretensões hegemônicas globais, como o foram no século XX a extinta URSS e a Alemanha Nazista. Trata-se do poema &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sobre Roma&lt;/span&gt;, escrito por Janus Vitalis (1485-1560):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Recém-chegado que, buscando Roma em Roma, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;não encontras, em Roma, Roma alguma,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;olha, ao redor, muro e mais muro, pedras rotas,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;ruínas, que assustam, de um teatro imenso:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;é Roma isto que vês - cidade tão soberba,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;que ainda exala ameaças seu cadáver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vencido o mundo, quis vencer-se e, se vencendo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;para que nada mais seguisse invicto,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;jaz, na vencida Roma, Roma, a vencedora,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;pois Roma é quem venceu e foi vencida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Só resta, indício do que já foi Roma, o Tibre:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;corrente rápida que corre ao mar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Assim age a Fortuna: o que há de firme passa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;e o que sempre se move permanece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-6981684202524895017?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/10/tera-karl-marx-lido-esse-poema.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-4UKY1J9SUy0/ToipyNj_boI/AAAAAAAABH0/7oOk9odw6KU/s72-c/DSC_0093.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-5649897590727248626</guid><pubDate>Sat, 01 Oct 2011 17:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-01T14:38:33.250-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><title>Mimosa pudica - 1</title><description>&lt;div style="margin: 0 0 10px 0; padding: 0; font-size: 0.8em; line-height: 1.6em;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6201062218/" title="Mimosa pudica"&gt;&lt;img src="http://farm7.static.flickr.com/6028/6201062218_cd9333b02e.jpg" alt="Mimosa pudica by Itajai de Albuquerque" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin: 0;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6201062218/"&gt;Mimosa pudica&lt;/a&gt;, a photo by &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/"&gt;Itajai de Albuquerque&lt;/a&gt; on Flickr.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-5649897590727248626?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/10/mimosa-pudica_01.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://farm7.static.flickr.com/6028/6201062218_cd9333b02e_t.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-6162582262569786015</guid><pubDate>Sat, 01 Oct 2011 17:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-01T14:38:15.439-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><title>Mimosa pudica - 2</title><description>&lt;div style="margin: 0 0 10px 0; padding: 0; font-size: 0.8em; line-height: 1.6em;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6201064000/" title="Mimosa pudica"&gt;&lt;img src="http://farm7.static.flickr.com/6004/6201064000_776d6c7234.jpg" alt="Mimosa pudica by Itajai de Albuquerque" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin: 0;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6201064000/"&gt;Mimosa pudica&lt;/a&gt;, a photo by &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/"&gt;Itajai de Albuquerque&lt;/a&gt; on Flickr.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Comprei esse bonsai há uns três anos. Extremamente sensível, obriga-me a não descuidar da rega. Nessa primavera supreendeu, e hoje abriu um de seus botões.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-6162582262569786015?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/10/mimosa-pudica.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://farm7.static.flickr.com/6004/6201064000_776d6c7234_t.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-3725682823907675231</guid><pubDate>Sun, 25 Sep 2011 22:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-25T20:14:24.936-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><title>Primavera de Belezas - 1</title><description>&lt;div style="font-size: 0.8em; line-height: 1.6em; margin: 0 0 10px 0; padding: 0;"&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6182497501/" title="Dendrobium bohemian rhapsody"&gt;&lt;img alt="Dendrobium bohemian rhapsody by Itajai de Albuquerque" src="http://farm7.static.flickr.com/6171/6182497501_5985d920d9.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="margin: 0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6182497501/"&gt;Dendrobium bohemian rhapsody&lt;/a&gt;, a photo by &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/"&gt;Itajai de Albuquerque&lt;/a&gt; on Flickr.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O nome é belo: Dendrobium bohemian rhapsody. Quis vê-la então numa atmosfera a média luz e me deixar encantar pelo seu mistério. &lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-3725682823907675231?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/09/primavera-de-belezas-2.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://farm7.static.flickr.com/6171/6182497501_5985d920d9_t.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-9035824949306316071</guid><pubDate>Sun, 25 Sep 2011 22:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-25T20:14:43.153-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><title>Primavera de Belezas - 2</title><description>&lt;div style="font-size: 0.8em; line-height: 1.6em; margin: 0 0 10px 0; padding: 0;"&gt;
&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6182498475/" title=" Dendrobium bohemian rhapsody"&gt;&lt;img alt=" Dendrobium bohemian rhapsody by Itajai de Albuquerque" src="http://farm7.static.flickr.com/6171/6182498475_f64054aa38.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="margin: 0pt;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/6182498475/"&gt; Dendrobium bohemian rhapsody&lt;/a&gt;, a photo by &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/60409316@N07/"&gt;Itajai de Albuquerque&lt;/a&gt; on Flickr.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Ela induz a contemplação, principalmente tendo por fundo o céu límpido de Brasília.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-9035824949306316071?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/09/primavera-de-belezas-1.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://farm7.static.flickr.com/6171/6182498475_f64054aa38_t.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-8192135771379773077</guid><pubDate>Thu, 25 Aug 2011 03:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-26T20:11:09.661-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Políticas Públicas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Saúde e Direito</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cinema</category><title>Vivendo no Limite</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu sempre tive pesadelos, mas agora os fantasmas não esperam que eu durma.&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;(O paramédico Frank Pierce em Vivendo no Limite [Bringing Out the Dead - 1999])
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Dê uma chance ao SUS.&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;(Reinaldo Guimarães . Ex-Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde)
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;O título brasileiro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vivendo no Limite, &lt;/span&gt;do filme de Martin Scorcese&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, &lt;/span&gt;não corresponde à tradução literal de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bringing Out the Dead, &lt;/span&gt;isto é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Trazendo os Mortos para Fora&lt;/span&gt;. Mas entre aquela recriação e a tradução portuguesa do título original, estão contidas a imensidão dos dramas e sofrimentos que afetam tanto o pessoal de saúde quanto aqueles que os procuram, nos seus momentos de maior fragilidade vital. Não por menos, há uma definição em saúde, que tem sido objeto de pouca reflexão nas práticas rotineiras de saúde, que conforma uma urgência como a situação em que nos defrontamos com o limite da necessidade humana. Frente a ela, é imperativa uma tomada de decisão pelo menos humanitária, simbolizada na palavra acolhimento que, na sua polissemia, é descrita como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;refúgio em casa forte&lt;/span&gt;.
&lt;br /&gt;Curiosamente, na contra-mão do que habitualmente vemos na cinematografia norte-americana, parte do filme de Scorcese acontece num hospital público e os seus personagens não são heróis ao modo House; antes são anti-heróis simbolizados nas figuras de um paramédico transtornado, de pessoas empobrecidas e doentes e também na de um segurança, gestor do acesso da porta de entrada do hospital, aquele que decide quem entra e quem sai, um homem corpulento sempre de óculos escuros, os quais ameaça tirar sempre que alguém lhe contesta a condição de agente de jurisdição e veridição, no termo foucaultiano que bem se ajusta à essa situação marginal de poder.
&lt;br /&gt;São, portanto, personagens muito familiares para quem, no Brasil, por dever de ofício, trabalha em unidades de saúde pública ou na gestão do sistema nacional de saúde.
&lt;br /&gt;Entretanto devemos sempre resgatar, porque sempre me parece na iminência de perder-se, a verdade de que o Sistema Único de Saúde é uma conquista da sociedade brasileira, que surge como um dos corolários das lutas sociais contra a ditadura e a exclusão social, que não foi invenção dela, no processo de redemocratização do país, amparado nas cláusulas pétreas  da Constituição Cidadã de 1988. Antes do SUS, convém recordar, vários modelos burocráticos buscaram garantir o acesso a saúde no Brasil, todos mais ou menos excludentes, e mesmo segregacionistas em termos de classe social, como o foi a experiência dos chamados Institutos de Aposentadoria e Pensões - os IAPS. Pois foi nesse contexto pré-redemocratização que, por exemplo, aprendi medicina no estudo das doenças que acometiam pessoas consideradas indigentes, uma espécie de cidadão de segunda categoria, que para remediarem seus males haveriam de recorrer às Santas Casas de Misericórdia.
&lt;br /&gt;Não quero dizer com essa referência que a classe média também não sofresse suas contingências no acesso à saúde, naqueles tempos. Ainda que fosse amparada pelo antigo Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps), na verdade quando havia a necessidade de consumir procedimentos de alta complexidade logo a porta de acesso obscurecia, distanciava-se e não restava outro jeito que não fosse o de recorrer com o sacrifício de bens e poupança à iniciativa privada. Era comum por exemplo, na década de 80 e 90, umas campanhas nacionais que apelavam à caridadade pública, quando havia necessidade de encaminhar alguém ao exterior para fazer tratamentos cardiológicos, oncológicos ou à ordem de outras especialidades raras, como era o caso dos transplantes que hoje o SUS garante. Em 1991 eu mesmo cheguei a conhecer  uma jovem brasileira em Pittsburgh (Pensilvania - EUA), figurante da Rede Globo na novela Que Rei sou Eu?, que, para alcançar o serviço privado de transplante de fígado do Presbyterian General Hospital, os pais e irmãos dessa moça tiveram de sacrificar bens e fazer inúmeros pedágios nos sinais do Rio de Janeiro.
&lt;br /&gt;Então por que essa reiterada prática de preconceito, de falta de paciência com o SUS, ao invés de nos dispormos como cidadãos usuários, como profissionais e gestores, a lutar por ele, reconhecendo-o como um bem público que obriga a ser continuamente aperfeiçoado ? Talvez pela ilusão de hoje, superada a aridez de emprego e renda das décadas de 80 e 90, estarmos entediados com a disponibilidade de planos de saúde para consumo, descuidados de que esses produtos para terem qualidade obrigam custos elevados, que talvez sequer possamos pagar na velhice, como é fato frequente de acontecer entre aposentados nos países ricos industrializados.
&lt;br /&gt;Nesse sentido não podemos ignorar que os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;babyboomers&lt;/span&gt; do país e os filhos do milagre econômico dos anos 70, ou mesmo os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;yuppies&lt;/span&gt; da década de 90, enfim aqueles que um dia justicaram o epíteto do Brasil ser um país de jovens, doravante iniciam um ciclo para o envelhecimento que os epidemiologistas chamam de transição demográfica. Não sejamos assim uns velhos de amanhã, com aposentadorias minguadas, sem recursos para pagar um seguro privado de saúde que nos atenda as mazelas da idade a justo preço,  saudosistas de um SUS que poderia ter existido senão tivessemos pactuado por atos e omissões com a debilidade do sistema público de saúde do país, cuja a riqueza de seus pressupostos e alcances em quase 25 anos de existência atrai a atenção de outros países com mais de 100 milhões de habitantes, onde não poucas vezes saúde não é direito fundamental, é negócio sem intermediário público e sujeita às exclusões que as leis de mercado e a conta bancária dos consumidores estabelecem.
&lt;br /&gt;Tenho carregado comigo essas reflexões há algum tempo, mas as catalizei aqui em função dos últimos acontecimentos ocorridos em Belém do Pará, onde a saúde pública mais uma vez se viu desmoralizada sob qualquer ângulo em que se a olhe, mas, principalmente, pelo lado humanitário da questão. Afinal, a parte ângulos e visões ideológicas, é um escândalo que uma mulher com gravidez de alto risco busque socorro no hospital certo, na hora certa e, impedida no seu direito de ser atendida e de recorrer a outro caminho,  assista do lado de fora da casa de saúde, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;o seu refúgio&lt;/span&gt;, dois de seus filhos nascerem mortos porque ali não poderia entrar por falta de leitos, ou quiçá descansar numa manjedoura se ainda existissem tais equipamentos nos hospitais. Naquela situação humilhante e aterrorizante, em que os limites das humanidades presentes na cena já não mais existiam, implodidos que foram pelo desregramento da superestrutura,  de antemão todos  que ali compareceram estavam derrotados.
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-8192135771379773077?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/08/vivendo-no-limite.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-2838016584505814139</guid><pubDate>Sun, 14 Aug 2011 14:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-16T21:11:12.233-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tecnologias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Políticas Públicas</category><title>Pet Scan, Ciclotron e o Mercado das Estrelas</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ouça um bom conselho,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Que eu lhe dou de graça:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Inútil dormir que a dor não passa (...)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Devagar é que não se vai longe&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Chico Buarque. Bom Conselho)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;Foi a partir de 2004 que a discussão no Brasil sobre a produção e a distribuição de radiofármacos adquiriu maior peso, inclusive no Congresso Nacional. Coincindiu esse momento com o início do processo de incorporação no mercado nacional de saúde dos tomógrafos por emissão de posítrons (PET-CT ), que entre nós utiliza para a geração das imagens médicas o 2 - [F18]-fluoro-2-deoxi-glicose ou FDG, cuja meia vida (extremamente curta: 2 horas), impõe à produção e à distribuição um desafio hercúleo para dar conta de um país com extensão territorial com mais de 8 milhões de km2.
&lt;br /&gt;Com o aperfeiçoamento dos equipamentos Ciclotrons, destinados a produção de insumos diagnósticos e terapêuticos agregados à radioisótopos, as chances de atender a produção do FDG se tornou realizável, a ponto de hoje o mercado de PET CT se encontrar em franca expansão no Brasil, apesar das indicações serem muito restritas do ponto de vista das seguradoras de saúde. Mas, descontado esse limitante, conta hoje o Brasil com um total de quase 10 equipamentos desse tipo, distribuídos na década principalmente nas regiões Sul e Sudeste.
&lt;br /&gt;Nesse processo de difusão veloz do binômio tecnológico PET-Ciclotron, foi apanhado no foco de discussão a capacidade operacional do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), orgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, responsável por 95% da produção nacional de radioisótopos em geral.  Para fazer frente aos desafios dessa demanda por esses insumos estratégicos de rádio-diagnóstico e radio-terapia, que se expande no cenário de um país em franca transição epidemiológica para o envelhecimento, foi elaborado em 2004 um projeto ambicioso para a construção de um reator multipropósito brasileiro, que em algumas avaliações  custaria cerca de U$ 500 milhões e necessitaria de até 8 anos para ser construído e operado.
&lt;br /&gt;Passados dez anos do início dessa discussão, no meio da qual houve período de escassez na importação de rádio-fármacos não produzidos no Brasil, e não bastasse a banal constatação de que a fila anda - e rápido em termos de mercado e tecnologias de saúde -, o que temos de concreto é a informação de que o cincoentenário reator nuclear de pesquisa IEA-R1 do Ipen aumentou  sua produção quase ao máximo de sua capacidade, a partir deste mês, e a constatação de que uma planta competitiva de pesquisa e produção multipropósito existe apenas enquanto promessa governamental, sem recursos orçamentários necessários para torná-la realidade.
&lt;br /&gt;Enquanto isso, na Comissão de Seguridade Social e Família do Congresso Nacional,  foi discutida em julho a questão da incorporação do PET CT no Sistema Único de Saúde (SUS) e - com a pompa e a circunstância que a grande imprensa concede nessas epifânias do seu agrado - alardeia-se a chegada de uma gigante mundial na produção de radiofármacos, a norte-americana &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cardinal Health&lt;/span&gt;, que pesquisará, desenvolverá e distribuirá por meio de rádio-farmácias esses produtos de saúde, em parceria com o filantrópico Hospital A. C. Camargo. Nada contra esse fato, pois, reconsiderando as palavras do lendário Percilval Farquhar, em termos de mercado as estrelas são o limite e cabe aos postes emoldurá-las na solidão das noites tropicais.
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-2838016584505814139?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/08/pet-scan-ciclotron-e-o-mercado-das.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-7456209584757564927</guid><pubDate>Sat, 13 Aug 2011 16:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-14T18:21:34.620-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bibliofilia</category><title>A Arte Tipográfica no Pará</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-1mRqD73kxpE/TkaqJXo30aI/AAAAAAAABHc/ruAi-DtIgBc/s1600/bubuia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 309px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-1mRqD73kxpE/TkaqJXo30aI/AAAAAAAABHc/ruAi-DtIgBc/s400/bubuia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5640382661269115298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
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&lt;br /&gt;De Bubuia/ Aspectos e Assuntos Regionais Paraenses/ Folclore.
&lt;br /&gt;Livraria Gillet (Belém - Pará, 1933)&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A tipografia no Pará chegou pelas mãos industriosas de  Madureira Pará e Filippi Patroni,  espíritos agitadíssimos que se destacaram nos primeiros movimentos políticos que levariam à Independência do Brasil do reino de Portugal. Daí para frente a arte e a técnica de impressos tem evoluído seguidamente, que, pela envergadura histórica da produção editorial, são a Typographia de Santos e Irmãos, a casa editora de Alfredo e Silva, a luso-paraense Tavares Cardoso e, mais recentes, a Falangola e a CEJUP.
&lt;br /&gt;Por sua vez, a ilustração gráfica foi progressivamente incorporada na medida em que artífices e artistas desenhistas e pintores foram formados e incorporados ao mercado. Para edições paraenses, assinaram capas artistas autóctones como Theodoro Braga, Adalberto Lassance, Aloísio Carvão, Dina de Oliveira, Eládio, Miguel Chicaoka, P.P. Condurú e Rosenildo Franco, entre outros. A ilustração desta postagem é de A. Lassance, para o livro do jornalista Aldo Guajará - De Bubuia (1933) -, título sobre folclore hoje escasso de se encontrar.
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-7456209584757564927?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/08/arte-tipografica-no-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-1mRqD73kxpE/TkaqJXo30aI/AAAAAAAABHc/ruAi-DtIgBc/s72-c/bubuia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-1118758930063177721</guid><pubDate>Wed, 10 Aug 2011 04:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-10T20:03:26.455-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outros Olhares</category><title>De Preguiçosos, Bestas e um Esperto que Seria Doido.</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estava no conforto de casa, quando atendi ao convite de um amigo, de passagem por Brasília-DF, para que juntos jantássemos. A companhia e a comida alemã combinaram a decisão. Porém, antes de chegar ao restaurante, resolvi ir ao super-mercado e comprar umas pilhas para fazer funcionar uma lixeira eletrônica de 50 litros, item esse reputado como de luxo exorbitante pela imprensa brazuca, e que motivou a renúncia do reitor de umas das mais importantes universidades brasileiras, sob a alegação de comportamento perdulário.
&lt;br /&gt;Tudo, essa e outras alegações, conformavam na verdade uma embrulhada para servir à luta de facções políticas na sucessão universitária. Para aquele reitor, detentor de um cargo público cobiçado, a traquitana tecnológica fora reputada como coisa de milionário, quando para mim, três anos depois, seria vendida por 170 reais no tal do Sam's Club. Mas esse parentese não representa o mote da glosa, que tem na imprevisibilidade do homem para fazer valer seu senso de oportunidade a razão de ser.
&lt;br /&gt;Pois bem. Escolhidas as pilhas, fui à fila para pagá-las. Os caixas-rápidos se reduziam a uma só, que extendia-se por duas fileiras de gôndolas, tal qual as duas outras - dentre as quais incluia-se a preferencial para idosos, gestantes e clientes com deficiência física. Como sou estranho às três categorias de clientes, escolhi aquela que prometia ser mais célere.
&lt;br /&gt;Pois  ali estava enfileirado bovinamente, quando de súbito o estrondo de um tapa sobre uma mesa despertou da sonolência o gerente com uma cara de quem viu assombração. Um brutamontes gritou com o o seu carão a um palmo da fuça gerencial:
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Manda abrir outra porra de caixa, que não quero mais esperar! Sou maluco e estou armado !!!&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;O gerentinho de súbito ágil nem titubeou, e por graça nem teve a idéia de cobrar algum atestado que comprovasse a justificativa do cliente, ou perguntar se havia algum médico presente no recinto como é praxe nas companhias aéreas, sempre que alguém passa mal. Prestativa a gerência logo providenciou a abertura de outro caixa, com a concorrência de uma funcionária que por ali namoricava um empacotador, ambos por igual enrolando no serviço.
&lt;br /&gt;Atendido o auto-proclamado maluco, depois dele formou-se  uma fila meio tímida no caixa improvisado, a qual integrei sem pestanejar, pois não podia perder mais tempo ali, nem o do meu amigo que me aguardava para jantar. Mas ainda houve tempo para lembrar de que, quando menino, em Belém, era comum algum desordeiro alegar em seus desatinos que não adiantaria chamar-se a polícia, porque nada aconteceria com alguém com atestado do Hospício Juliano Moreira - documento que aliás nunca se veria, embora alguns alegassem que seria firmado por um certo doutor Durvalino - personagem fictício decerto calcado na existência de homônimo professor de Psicologia Médica, que eu viria encontrar anos depois na faculdade.
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-1118758930063177721?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/08/de-malandros-bestas-e-um-esperto-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-138196101851326020.post-792428348499755246</guid><pubDate>Tue, 05 Jul 2011 01:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-05T08:12:17.316-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tecnologias</category><title>HTAI-2011: Um Dia Chuvoso no Rio</title><description>&lt;div style="margin: 0 0 10px 0; padding: 0; font-size: 0.8em; line-height: 1.6em;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/itajaideal/5902860371/" title="A Rainy in Rio"&gt;&lt;img src="http://farm7.static.flickr.com/6002/5902860371_41dfa15dc6.jpg" alt="A Rainy in Rio by Itajaí de Albuquerque" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin: 0;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/itajaideal/5902860371/"&gt;A Rainy in Rio&lt;/a&gt;, a photo by &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/itajaideal/"&gt;Itajaí de Albuquerque&lt;/a&gt; on Flickr.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em junho de 2011 foi realizado, na cidade do Rio de Janeiro, o primeiro congresso da Health Technology Assessment International na América Latina. Foi o terceiro maior encontro já realizado pela organização que congrega técnicos com interesse em avaliação de tecnologias de saúde, superado apenas por aqueles realizados em Barcelona (Espanha, 2007) e Dublin (Irlanda, 2010). Foram inscritos mais de 1000 participantes e compareceram cerca de 50 países, representativos de todos os cinco continentes.&lt;br /&gt;O evento começou a ser organizado com dois anos de antecedência e o Brasil concorreu com os EUA, mais especificamente com a prestigiadíssima Universidade John Hopkins. O tema que orientou as discussões do HTAI-2011 foi a relação estabelecida entre tecnologias de saúde, sua avaliação e a sustentabilidade dos sistemas de saúde. Coube ao Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, do Ministério da Saúde financiar e liderar a organização desse mega-evento científico de interesse para a saúde pública.&lt;br /&gt;Num fim de dia em São Conrado - chuvoso, nublado e frio -, da janela de meu apartamento no Hotel Intercontinental, sede do congresso, usei a câmera de meu iPhone 4 para fazer a foto que ilustra essa postagem. Depois a brincadeira ganhou esses efeitos obtidos com Photoshop.&lt;br /&gt;Quanto ao prédio cilíndrico, à esquerda, é o extinto Hotel Nacional - um projeto do arquiteto Oscar Niemayer e de Burle Marx, que projetou os jardins. Está inabitado desde que o grupo hotelerio que o administrava faliu em 1995. Tem 35 andares e 510 apartamentos. É um dos patrimônios arquitetônicos do Rio de Janeiro que aguarda ser revitalizado.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/138196101851326020-792428348499755246?l=voodegal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://voodegal.blogspot.com/2011/07/htai-2011-um-dia-chuvoso-no-rio.html</link><author>noreply@blogger.com (Itajaí de Albuquerque )</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://farm7.static.flickr.com/6002/5902860371_41dfa15dc6_t.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>

