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	<title>WebContexto</title>
	
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	<description>Uma Web de Oportunidades para sua Empresa</description>
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		<title>Curtir? Compartilhar? Comentar?  Seu consumidor é engajado?</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 12:36:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Felipe Morais Tenho visto muita gente analisar o engajamento da marca apenas com o tripé “curtir, compartilhar e comentar” de um post na Fan Page da marca no Facebook. Posso estar aqui falando uma grande bobeira, mas é algo a se discutir, inclusive levo essa discussão para a sala de aula nos cursos de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Felipe Morais</strong></p>
<p>Tenho visto muita gente analisar o engajamento da marca apenas com o tripé “curtir, compartilhar e comentar” de um post na Fan Page da marca no Facebook. Posso estar aqui falando uma grande bobeira, mas é algo a se discutir, inclusive levo essa discussão para a sala de aula nos cursos de MBA e Pós em que dou aula. Só isso basta?</p>
<p>Para mim, não. Quando analisamos um post com 1000 curtis, 500 compartilhamentos e 90 comentários, em um primeiro momento achamos esse resultado fantástico e pode ser mesmo, mas isso não é engajamento, pode ter certeza. Digamos que esses resultados não sejam efetivamente da sua marca ou produto que está anunciando e sim de algo que por si só chama a atenção do consumidor. Será que o resultado foi bom?</p>
<p>Vamos a um exemplo prático. Uma loja de produtos esportivos abriu uma Fan Page. Após alguns posts descobre que a linha de comunicação ideal para altos números no “tripé” é falar sobre jogadores famosos mundialmente como Messi, Cristiano Ronaldo, Kaká, Beckham, Iniesta entre outros. Se o Messi fizer um golaço em um jogo contra o Real Madrid e a Fan Page colocar o link do vídeo do YouTube mostrando esse gol, será meio que óbvio que o resultado será enorme no tripé: Terá vários “curtis”, diversos compartilhamentos e vários comentários. E nesses comentários que vemos o índice de engajamento das pessoas com a marca.</p>
<p>Provavelmente esses comentários serão: “Golaço”, “gênio”, “joga mais que o Neymar”, “queria no meu time” e claro os eternos “engraçadinhos” como “fiz um desse semana passada”, “jogo mais que ele”, “pena que meu pai não investiu no meu futebol”&#8230; em que momento a chuteira ou marca foi citada? Será que as pessoas sabem que esse vídeo está na Fan Page de uma loja? Se estão na Fan Page pois essa posta coisas sobre seus jogadores ou time favorito, será que estão lá para comprar produtos ou ver notícias?</p>
<p>Alguém pode falar que “se o usuário quer saber sobre seu time, ele entra em site esportivo&#8230;” mas e quando falamos sobre a quantidade de informação hoje disponível que as pessoas tendem a centralizar tudo em poucos canais pois não conseguem ver tudo? Essa Fan Page pode ser um lugar onde ele pode ver notícias e vídeos do futebol mundial ao invés de entrar em 4 ou 5 sites esportivos. Economiza tempo.</p>
<p>De vez enquando, a marca posta uma promoção da sua loja virtual, ela tem 50 mil fãs, mas apenas 4 curtem e não vende nenhum produto desse divulgado como “mega promoção”. E ai, há engajamento das pessoas com a marca? Desculpe, mas para mim o engajamento é zero, pois o que as pessoas buscam nessa Fan Page é diversão e não se relacionar com a marca.</p>
<p>E ai? Ter diversos curtis, compartilhamentos e comentários é uma boa métrica? É engajamento? Sinceramente? Nem sempre&#8230;</p>
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		<title>As redes sociais corporativas chegam ao mercado imobiliário</title>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2013 13:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[A APSA (www.apsa.com.br), uma das maiores empresas do ramo imobiliário no Brasil, anuncia que está implantando uma rede social corporativa em seus mais de vinte escritórios distribuídos nas regiões Sudeste e Nordeste. Segundo Rogério Quintanilha, gerente geral de estratégia da empresa, um dos objetivos é facilitar a comunicação na empresa. &#8220;Queremos que a informação circule [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A APSA (www.apsa.com.br), uma das maiores empresas do ramo imobiliário no Brasil, anuncia que está implantando uma rede social corporativa em seus mais de vinte escritórios distribuídos nas regiões Sudeste e Nordeste. Segundo Rogério Quintanilha, gerente geral de estratégia da empresa, um dos objetivos é facilitar a comunicação na empresa. &#8220;Queremos que a informação circule de forma mais transparente, atuando como uma ferramenta da alta direção, mas também dos gestores, na mobilização e integração das equipes. Será ainda um fórum para a divulgação de boas práticas, pois queremos que muito do que atualmente fica nos bastidores das áreas se torne público &#8211; reconhecido e como exemplo para outros&#8221;, afirma Quintanilha.</p>
<p>A escolha de uma rede social corporativa, segundo Quintanilha, se deu com base em um diagnóstico que envolveu todos os colaboradores da empresa. Através de uma pesquisa quantitativa, os próprios colaboradores apontaram a rede social corporativa como uma ferramenta necessária para o dia-a-dia da empresa.</p>
<p>A opção por uma rede social corporativa passa também por uma mudança cultural. &#8220;Com a rede social queremos mudar a cultura da nossa empresa, semeando um espírito muito mais participativo, que todos se sintam parte integrante dos processos e responsáveis pelos sucessos e aprimoramentos corporativos. Além disso, o colaborador vai poder opinar, comentar, interagir com a empresa de forma mais direto. Poderá ver e ser visto&#8221;, explica o gerente geral.</p>
<p>De acordo com a empresa, a ferramenta utilizada é a SuaRede (www.suarede.com.br), uma plataforma brasileira que proporciona a criação de redes sociais corporativas. Segundo Rafael Ramos, sócio-diretor da Agência Trii, responsável pela plataforma, iniciativas deste tipo indicam uma tendência do mercado para novas formas de comunicação. &#8220;O fato de terem sido os próprios colaboradores da APSA a sugerirem a criação da ferramenta indica uma cobrança interna saudável para que as empresas estejam atentas às formas de comunicação inovadoras como são as redes sociais corporativas&#8221;, afirma o sócio-diretor.</p>
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		<title>ACATE adota rede social interna para aproximar associados</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 12:26:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Implantado em janeiro deste ano, canal já conta com 16 grupos e cerca de 250 membros Estabeceler um canal de comunicação mais moderno e eficiente para aproximar seus associados é um dos objetivos da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) ao adotar uma rede social corporativa. Implantada em janeiro deste ano, a rede interna [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<!-- boo-widget start -->
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          <!-- boo-widget end --><h3>Implantado em janeiro deste ano, canal já conta com 16 grupos e cerca de 250 membros</h3>
<p>Estabeceler um canal de comunicação mais moderno e eficiente para aproximar seus associados é um dos objetivos da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) ao adotar uma rede social corporativa. Implantada em janeiro deste ano, a rede interna já conta com 16 grupos e cerca de 250 membros. A iniciativa também pretende auxiliar na gestão das Verticais de Negócios e ampliar a sinergia entre as incubadas do MIDI Tecnológico.</p>
<p>A rede ACATE também foi implantada com o objetivo de criar um mecanismo de aproximação entre os colaboradores da Associação e os profissionais das empresas associadas. “As transformações percebidas estão em várias esferas. As Verticais ganharam grupos específicos, onde podem trocar experiências e documentos. Já os associados podem gerar informações para a ACATE e para outros associados e compartilhá-los na rede. O contato é mais direto e personificado, reforçando o espírito associativista”, destaca o secretário executivo da entidade, Gabriel Sant’Ana. Os polos regionais associados à ACATE, localizados em Criciúma, Tubarão, Blumenau, Chapecó, Rio do Sul, Lages, Jaraguá, Joinville e Três Barras, também estão sendo convidados a participar da rede, criando novos fóruns e grupos de discussão, para trazer demandas localizadas e apresentar oportunidades, tanto para a ACATE, como para os associados, em geral. </p>
<p>Além de ser um novo meio de comunicação, a rede ACATE também é um canal para coletar ideias, expectativas e anseios dos associados de forma menos formal. As associadas podem ficar sabendo de novidades de outras empresas e entrar em contato com elas diretamente, diminuindo processos burocráticos. Segundo Sant’Ana, é possível perceber um crescimento diário na adesão e também no uso cotidiano da ferramenta. “Podemos dar continuidade à discussões que foram iniciadas em reuniões presenciais, podendo explorar muito mais o tema, sem que se tome muito tempo e sem necessitar de uma estrutura física para isso”, completa.</p>
<p>Antes de adotar a rede social interna, a ACATE utilizava o NING como canal de discussão das Verticais, contudo, sua utilização pelos empresários era muito baixa. “Agora, pela facilidade e pelo modo de funcionamento, muito parecido a uma rede social comum, vemos uma participação maior e um engajamento mais frequente dos empresários”, explica o secretário executivo. Para Sant’Ana, a importância da rede social corporativa também está em viabilizar a gestão do conhecimento nas organizações, potencializando o contato e a troca de experiências e informações entre os usuários. “Algumas empresas gostaram tanto da rede Social ACATE que já buscaram informações sobre como implantar também na sua empresa”, destaca.</p>
<p>A plataforma escolhida para ser usada pela ACATE foi desenvolvida pela associada SocialBase e se destacou por ser considerada completa e com interface amigável e de fácil navegação. As redes sociais corporativas possuem todos os recursos de uma rede social comum, como perfil, grupos, feed de notícias em formato timeline (linha do tempo), chat, grupos temáticos, páginas, opções para curtir e compartilhar conteúdo, entre outros. Essas funcionalidades são adaptadas para a colaboração corporativa, que pode incluir clientes, fornecedores e parceiros.</p>
<p><strong>Sobre o SocialBase</strong><br />
A SocialBase é uma empresa de base tecnológica totalmente focada no desenvolvimento da rede social corporativa que leva o mesmo nome da empresa e que já está consolida em 2,2 mil organizações. Ela foi fundada em julho de 2011 e está baseada em Florianópolis, Santa Catarina. Sua oferta de serviços abrange a consultoria na implantação de rede social corporativa, customização, integração com sistemas legados, suporte e treinamento. Mais informações emwww.socialbase.com.br, no twitter @socialbasebr e no facebook.com/socialbase.</p>
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		<title>5 Perguntas para a startup Gurulike</title>
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		<comments>http://www.webcontexto.com.br/e-commerce/5-perguntas-para-a-startup-gurulike/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 May 2013 17:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nanda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jônatas Lima e Wesley Santos criaram o Gurulike a partir da dificuldade dos compradores do Social Commerce em encontrarem entre as milhares de lojas os produtos com os melhores preços e os mais indicados. O Gurulike busca e compara os preços e produtos nas principais plataformas de F-commerce (LikeStore, MySocialShop, Meu Shopping, Facileme, MercadoShops&#8230;) e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<!-- boo-widget start -->
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          <!-- boo-widget end --><p>Jônatas Lima e Wesley Santos criaram o Gurulike a partir da dificuldade dos compradores do Social Commerce em encontrarem entre as milhares de lojas os produtos com os melhores preços e os mais indicados. O Gurulike busca e compara os preços e produtos nas principais plataformas de F-commerce (LikeStore, MySocialShop, Meu Shopping, Facileme, MercadoShops&#8230;) e de T-commerce com o Plu$tter. </p>
<p>Conheça uma pouco mais dessa iniciativa abaixo:</p>
<h3>1. Há quanto tempo existe o Gurulike?</h3>
<p><a href="http://www.webcontexto.com.br/wp-content/uploads/2013/05/gurulike_banner.png"><img src="http://www.webcontexto.com.br/wp-content/uploads/2013/05/gurulike_banner-263x300.png" alt="gurulike_banner" width="263" height="300" class="alignright size-medium wp-image-5067" /></a><br />
Lançado em Novembro de 2011, o Gurulike com apenas um ano e meio no mercado,  já firmou grandes parcerias e é reconhecido com uma grande inovação, sendo anunciado em diversos artigos como o “Primeiro comparador de preços do Social Commerce”.  Além de receber um aporte de R$ 500.000 para o desenvolvimento da plataforma.</p>
<h3>2. Como surgiu a ideia?</h3>
<p>Publicidade em mídias sociais é uma tendência estabelecida, mais o problema é que para se realizar uma venda ou compra é necessário deixar o ambiente das redes sociais. O Social Commerce já conta com milhares de lojas com produtos e serviços sendo ofertados no (Facebook) F-commerce e no (Twitter) T-commerce. O problema estava na dificuldade em encontrar essas ofertas nas redes sociais.<br />
Como toda novidade traz uma necessidade, assim nasceu o Gurulike, ele reúne e compara preços e produtos de todas as lojas que fazem parte do Social Commerce, facilitando e agilizando as buscas entre os milhares de produtos e serviços ofertados.</p>
<h3>3. Como funciona?</h3>
<p>O GuruLike expõe e compara produtos e serviços para milhares de usuários. Possui um grande índice de cliques e retornos em suas ofertas, atualmente conta com mais de 1.000.000 de produtos catalogados em mais de 50.000 lojas cadastradas e parcerias com as principais plataformas de Social Commerce (F-commerce | T-commerce).</p>
<h3>4. Qual o lucro de vocês nisso?</h3>
<p>As receitas provém de publicidades e parcerias com sistemas de pagamentos digitais e lojas virtuais.</p>
<h3>5. Por que vocês acreditam que o Social Commerce é algo que veio para ficar?</h3>
<p>Segundo levantamento da Oh! Panel, 79% afirmam que opinião postada por amigos são as mais confiáveis. Mais do que um espaço de entretenimento, as redes sociais ganham relevância na decisão de compra dos consumidores. Do total de 1.258 entrevistados, 71,4% afirmaram ter encontrado comentários e recomendações de marcas, produtos e serviços que gostariam de adquirir. As opiniões mais confiáveis, para 79%, são as postadas por amigos e conhecidos, que certamente influenciam sua decisão de compra.  Já 72,8% admitem confiar mais na recomendação dos colegas do que no parecer de especialistas.</p>
<p>No Brasil, embora o Social Commerce ainda esteja em fase inicial, já é possível reparar no sucesso dessa fórmula, pois o brasileiro é altamente social. Diferentemente de outros países, por aqui é possível ver duas pessoas que não se conhecem conversando no ponto de ônibus ou na fila do banco. E esse é um dos motivos que fizeram as redes sociais estourarem pelo Brasil.</p>
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		<title>Comunicação é um dos desafios para o futuro de cooperativas</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 17:49:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Plataformas como as redes sociais corporativas podem auxiliar a promover mais inovação e maior interação entre cooperados As diretrizes aprovadas durante o XIII Congresso Brasileiro do Cooperativismo, realizado em 2010 pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) apontam a Comunicação como uma prioridade para, entre outros pontos, auxiliar na divulgação do cooperativismo e estimular o compartilhamento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<!-- boo-widget start -->
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          <!-- boo-widget end --><h4>Plataformas como as redes sociais corporativas podem auxiliar a promover mais inovação e maior interação entre cooperados</h4>
<p>As diretrizes aprovadas durante o XIII Congresso Brasileiro do Cooperativismo, realizado em 2010 pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) apontam a Comunicação como uma prioridade para, entre outros pontos, auxiliar na divulgação do cooperativismo e estimular o compartilhamento de boas práticas de governança em cooperativas. Cultivar internamente a colaboração é uma iniciativa que pode trazer benefícios para a comunicação em instituições de todos os tipos, inclusive nas cooperativas. Apesar de serem organizações colaborativas por natureza, muitas organizações com esse perfil ainda enfrentam dificuldades para garantir a interação entre seus cooperados &#8211; muitas vezes geograficamente dispersos. </p>
<p>Para melhorar a comunicação interna, algumas organizações optam por ações mais tradicionais, como jornal interno ou newsletter. As redes sociais corporativas estão ganhando espaço entre instituições desse gênero, por se tratar de uma alternativa econômica e moderna, uma importante aliada tecnológica. Pensando nesta necessidade real de eficiência na comunicação interna nas cooperativas, a SocialBase (www.socialbase.com.br) &#8211; startup catarinense focada no desenvolvimento de redes sociais internas -, produziu um white paper sobre a importância e a aplicação das redes internas em cooperativas.</p>
<p>Comunicação democrática<br />
A gestão democrática e a intercooperação estão entre os sete princípios básicos estipulados pela Aliança Cooperativa Internacional para que se configure uma cooperativa de fato. Segundo o diretor executivo da SocialBase, Radamés Martini, esse tipo de instituição deve prezar pela horizontalidade e pela autogestão. “Sendo assim, é fundamental que as cooperativas contem com um canal aberto para a discussão das propostas, ainda que as pessoas envolvidas ocupem  diferentes cargos e exerçam funções definidas”, observa.</p>
<p>O “Redes sociais para cooperativas” foi produzido pensando em cooperativas de diferentes portes e áreas de atuação, objetivando um bom sistema de troca de informações na organização. O texto é dividido em quatro partes. Na introdução, consta um breve panorama do cooperativismo no Brasil e da comunicação neste tipo de instituição. No segundo capítulo, além de explicar o que são as cooperativas segundo as leis brasileiras, o material apresenta alguns desafios comuns entre elas. No capítulo três, a SocialBase mostra como as redes sociais corporativas podem contribuir para as demandas e o dia a dia dos cooperados. O material ainda apresenta um breve guia para implantar uma rede interna nas organizações sugestões de novas leituras sobre o assunto.</p>
<p><strong>Sobre o SocialBase</strong><br />
A SocialBase é uma empresa de base tecnológica totalmente focada no desenvolvimento da rede social corporativa que leva o mesmo nome da empresa e que já está consolida em 2,2 mil organizações. Ela foi fundada em julho de 2011 e está baseada em Florianópolis, Santa Catarina. Sua oferta de serviços abrange a consultoria na implantação de rede social corporativa, customização, integração com sistemas legados, suporte e treinamento. Mais informações em www.socialbase.com.br, no twitter @socialbasebr e no facebook.com/socialbase.</p>
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		<item>
		<title>Redes Sociais cada vez mais móveis</title>
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		<comments>http://www.webcontexto.com.br/midias-sociais/redes-sociais-cada-vez-mais-moveis/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 May 2013 17:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Felipe Morais Facebook ainda é, sem dúvida, a maior Rede Social do mundo e na minha modesta opinião não vai ser uma rede a ser batida tão fácil, porém, devemos lembrar que em 1 ano de existência o Google + chegou a 400 milhões de usuários, muito mais que o Facebook no mesmo período. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Felipe Morais</strong></p>
<p>Facebook ainda é, sem dúvida, a maior Rede Social do mundo e na minha modesta opinião não vai ser uma rede a ser batida tão fácil, porém, devemos lembrar que em 1 ano de existência o Google + chegou a 400 milhões de usuários, muito mais que o Facebook no mesmo período. Twitter, LinkedIn, Pinterest, Instagram vem logo atrás como redes que mais crescem. </p>
<p>Por mais que os fãs de mídias sociais estejam em todos esses players a briga entre eles é muito boa. Sorte dos apaixonados pela web. Oportunidade para nós, planners digitais e nossas estratégias de negócio com as marcas. E não ache que as redes vão parar por ai, pois tem muita coisa surgindo, vale lembrar que até Janeiro de 2012, o Pinterest era desconhecido para milhares de pessoas que hoje quase “não vivem sem”.</p>
<p>Entre as tendências para 2013, está o maior uso do Mobile. Essa é uma tendência meio clara, pois devemos passar, no Brasil, dos 300 milhões de aparelhos vendidos antes do Dia das Mães, o que reforça o maior uso das redes pelo Mobile, pois muitas pessoas trocaram seus celulares por smartphones, alem de comprarem novos celulares. </p>
<p>Só no Brasil, 60% dos acessos ao Facebook já são via Mobile (Celular e Tablet). O poder de foco no Mobile é maior que o do PC, o desafio nos próximos anos será manter o foco do usuário nas páginas das redes, está ai, o nosso papel como planner, ser o mais relevante possível!</p>
<p>As Redes Sociais estão, há algum tempo, apostando no comportamento do consumidor via Mobile. O Tablet surgiu em 2010, se consolidou em 2011 e 2012 e a partir de 2013 deve se tornar um produto mais presente nos lares brasileiros, cerca de 30% dos celulares no Brasil são smartphones e a tendência é que as pessoas troquem seus aparelhos normais por smartphones. O maior motivo? Acessar as Redes Sociais do ônibus, do taxi, do Metrô, do Shopping, do restaurante, da lanchonete, enquanto a namorada se troca para sair&#8230; enfim, os motivos são diversos e sempre surgiram novos. Até escolas estão se adaptando a essa novidade e vendo como usar essa facilidade tecnológica no aprimoramento do ensino.</p>
<p>Pensando nisso é que as Redes Sociais estão crescendo nas suas estratégias para o imenso mercado Mobile no mundo, e o Brasil, não poderia ficar de fora. Não somos o país com mais celulares por habitante, mas com certeza, somos o povo mais apaixonado por Redes Sociais no mundo, por isso, sempre que tem um tempinho, acessamos as redes. Seja de onde for. Com os acessos móveis está cada vez mais fácil e as redes estão fazendo de tudo para deixar ainda mais fácil, pois, da mesma forma que o “Facebook Every Phone” é um aplicativo para que qualquer celular, sem necessidade de ser um smartphone, pode acessar a rede, o LinkedIn já lançou aplicativos para diversos aplicativos móbile. </p>
<p>Vale lembrar, que recente pesquisa mostrou que dos 75 milhões de smartphones no Brasil, 0,4% são iPhones e 60% Android. Vai ainda pensar na sua marca apenas no iPhone? Até o Windows Mobile é maior que o iPhone! Ou seja, se você está pensando em ações de Redes Sociais já comece a pensar em como trabalhar essas ações via Mobile, pois isso não é uma tendência e sim uma realidade para 2013, 2014, 2015&#8230;</p>
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		<title>Os 5 pilares do e-commerce</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 14:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[ecommerce]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento estratégico]]></category>

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          <!-- boo-widget end --><p><strong>Por Felipe Morais</strong></p>
<p>Todo o bom planejamento precisa de uma boa estruturação. Sem isso, o planejamento tende a ficar com brechas e o que foi previsto pelo profissional de planejamento estratégico digital pode não sair da forma que deveria sair. Por isso, um bom planejamento é muito, mas muito bem analisado antes de ser apresentado ao cliente e mais analisado ainda antes de ir para o ar.</p>
<p>A palavra pilares pode parecer antiga, remete as vezes as construções gregas, mas ela pode também ajudar o seu planejamento para evitar brechas. Se uma construção tiver uma simples brecha pode comprometer toda a estrutura e o prédio cair por não aguentar o peso. O engenheiro planeja e calcula milímetros para que esses não virem as brechas. Os planners devem ir nesse aprofundamento, que confesso, nem sempre é tão simples ou possível.</p>
<h4>Imprevistos acontecem</h4>
<p>Quando falamos em vendas, as brechas podem representar um prejuízo enorme a marca. O caso da FNAC por exemplo só não causou um prejuízo de milhões porque eles agiram rápido e a legislação brasileira foi a favor – acertadamente na minha opinião – da marca. Para quem não se lembra, por algumas horas e graças a um problema de programação, as pessoas poderiam comprar notebooks por R$ 1,00.</p>
<p>Por isso, quando se vai fazer um planejamento, analise bem alguns pilares para a sua construção de marca, construção de comunicação, construção de estratégia não tenha brechas e assim seja um grande sucesso, para e-commerce, sucesso = vendas, então como planejar para uma loja vender?Aliás, vender bem!</p>
<h4>BONS PRODUTOS:</h4>
<p> O que você vende agrada a maioria ou a minoria? Se agrada a maioria, você por exemplo vende TV LCD, pode se pensar em altas vendas/lucros. Se você vende capas de acrílico do Japão para iPhones 4G branco, é um produto de nicho onde você pode se destacar, mas grandes lucros, fortunas serão difíceis de serem feitas.</p>
<h4>ENCONTRABILIDADE:</h4>
<p> Seu usuário chegou à loja. Pode ser via Google, acesso direto, e-mail marketing, Redes Sociais. Não importa (nesse momento), o usuário chegou a loja precisa encontrar o produto desejado. Não ache que o campo de busca será o suficiente. A usabilidade do site é essencial.</p>
<h4>ATENDIMENTO:</h4>
<p>É fundamental atender, e bem, o seu cliente. Por mais que a sua empresa seja um mega varejista online, como a Casas Bahia por exemplo, é preciso sanar as dúvidas dos clientes. Uma dúvida sanada pode ser o passo final para uma compra; um atendimento bem feito pode gerar menções positivas nas redes.</p>
<h4>MARKETING DIGITAL:</h4>
<p> Só é lembrando quem é visto. Não pensamos em Coca-Cola sempre que falam a palavra Refrigerante à toa. Pensamos porque a marca investe – e muito – na mídia para aparecer. No e-commerce não tem segredo é preciso aparecer. Sugiro começar com Buscapé e Links Patrocinados, pois são os canais que o e-consumidor vai antes de fazer qualquer pesquisa de produtos. Depois pense em banner, e-mail marketing&#8230;</p>
<h4>LOGÍSTICA:</h4>
<p>  Entregue o produto. E no prazo! Simples assim. O consumidor pode esperar de 1h a 180 dias por um produto, desde que isso esteja estampado no site: “Para a cidade X (ou essa mensagem pode aparecer depois que o usuário calcular o frete) o produto demora de 2 a 3 dias úteis”. O usuário espera, mas se demorar 4 a 5 dias, perde-se a confiança. Confiança é tudo em um e-commerce e é esse o fator que fará a pessoa voltar ou não a uma loja online.</p>
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		<title>Como está a presença digital da sua marca?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 14:39:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Felipe Morais Ter um site não pode ser considerado que a marca tem uma presença digital, afinal, o site é uma obrigação das marcas hoje. Digo isso, pois sempre defendo que o site é o &#8220;Porto seguro&#8221; para o consumidor, afinal, somos impactados por diversas mídias, mas para saber mais sobre uma marca ou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Felipe Morais</strong></p>
<p>Ter um site não pode ser considerado que a marca tem uma presença digital, afinal, o site é uma obrigação das marcas hoje. Digo isso, pois sempre defendo que o site é o &#8220;Porto seguro&#8221; para o consumidor, afinal, somos impactados por diversas mídias, mas para saber mais sobre uma marca ou produto, o consumidor busca primeiro o site para depois ir ao ponto de venda. Estamos falando do neoconsumidor ou que eu chamo de e-consumidor nao apenas aquele que compra online, mas que baseia suas pesquisas também no online.</p>
<p>Quando entendemos que esse consumidor pesquisa no online, quando recebemos estudos que mostram que o brasileiro é o povo que mais pesquisa na web antes de efetuar uma compra, quando olhamos para as redes e vemos que 90% dos internautas estão presentes em pelo menos uma delas, sendo que 61 milhões de pessoas já estão no Facebook, começamos a perceber que ter um site é de extrema importância, mas não é a presença digital da marca.</p>
<p>Estar nas redes é outro ponto a se discutir. Estar por estar, melhor nem entrar. Frustar o consumidor é perdê-lo, por isso é preciso se preocupar em se relacionar com ele nas redes. Abrir uma Fan Page e jogar conteúdo nela, é simples e qualquer um faz, não precisa ser nenhum gênio do marketing digital. Gerar vendas, entender comportamentos, saber usar as redes como diferencial competitivo é trabalho, desculpem, para quem sabe o que é marketing digital. Mas ter uma Fan Page, perfil no Twitter e fotos no Pinterest também não é ter um trabalho de presença digital.</p>
<p>Interessante enfatizar isso pois Redes Sociais, infelizmente, virou moda. Todos querem estar, mas poucos sabem estar! Recentemente vi Fan Pages de empresas que sao fechadas. Eu quero me relacionar e você fecha as portas para mim? Estranho&#8230;</p>
<p>Mas o que seria um trabalho de presença digital? Bom, se as pessoas pesquisam antes de comprar e 95% dos internautas usam o Google no Brasil, qual o primeiro lugar onde a marca tem que estar bem posicionada? Usa-se a rede de afiliados do Google? Entende-se as palavras-chave mais relevantes no site para ajudar na estratégia das campanhas do Google?</p>
<p>Temos 280 milhões de celulares no Brasil, acredito que 90% devam acessar a internet. Como está o seu site para essa linguagem mobile? Há aplicativos para Android? Só pensar no iPhone é limitar muito o potencial de impacto junto ao consumidor, afinal, não temos mais do que 12 milhões de iPhones no Brasil.</p>
<p>Serão vendidos mais de 5 milhões de tablets em 2012, seu site abre no iPad? Ele usa os recursos do iPad? Sua revista digital tem interatividade? Estou usando o iPad como exemplo por ser o principal, mas o mercado tem diversos outros players.</p>
<p>Segundo uma pesquisa, 80 milhões de pessoas lêem blogs mensalmente no Brasil. A marca tem blog? Gera conteúdo relevante ou copia o site? Traz depoimentos? Traz entrevistas? Posta vídeos?</p>
<p>Um único portal possui 8 milhões de visitas únicas por dia, no Brasil temos 7 portais com essa audiência. Como está a campanha de midia online da marca? Usa recursos como Behaviour Targeting ou Remarmeting?</p>
<p>Mais de 40 milhões de pessoas jogam social games. O Brasil é um dos 5 países que mais consomem games no mundo. Mulheres de 30 a 40 anos, classe C, são as que mais jogam social games. O que a marca está fazendo nesse sentido? Até a Amazon lançou seu social game!</p>
<p>Há ações de Brand Content? Criou-se ações com fotos e vídeos para Instagram e Pinterest? Como estão as ações de email marketing e newsletter? Já usou realidade aumentada? O site tem programas de parceria e afiliados?</p>
<p>Pois é, ter um site e estar nas Redes são importantes, mas não é presença digital e a marca pode perder importantes impactos pois o consumidor tem a sua presença digital, ele está em diversos canais e plataformas. As marcas não tem que apenas estar, mas saber estar!!</p>
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		<title>B2B: Ruptura ou Incremento?</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 12:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por E-consulting Partners Clayton Christensen, pesquisador da Harvard Business School, extremamente curioso e intrigado com o mercado de tecnologia, resolveu explorar um ponto absolutamente inquietante e até então sem resposta: porque as empresas líderes de mercado em seus setores de atuação, do dia para a noite, sem razões claras (como má gestão, fraudes, investimentos errados, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por E-consulting Partners</strong></p>
<p>Clayton Christensen, pesquisador da Harvard Business School, extremamente curioso e intrigado com o mercado de tecnologia, resolveu explorar um ponto absolutamente inquietante e até então sem resposta: porque as empresas líderes de mercado em seus setores de atuação, do dia para a noite, sem razões claras (como má gestão, fraudes, investimentos errados, arrogância, executivos exaustos, etc), somem do mapa, deixam de existir.</p>
<p>A resposta que Christensen encontrou foi simples e desconcertante:</p>
<blockquote><p>&#8230;essas empresas quebraram porque ficaram reféns de seus clientes.</p></blockquote>
<p>Para poder estudar o mercado de tecnologia em seu ciclo completo, Christensen procurou uma indústria que pudesse refletir, em um período curto de tempo, um processo com começo-meio-fim. Fazendo uma alusão à genética, Christensen procurava a indústria- mosca. Isso por que as moscas são seres que são concebidos, nascem, crescem e morrem em único dia.</p>
<p>Foi com essa premissa que Christensen escolheu o mercado do Disk Drives para analisar esse fenômeno. A indústria de Disk Drives é a indústria em que as mudanças tecnológicas, estrutura de mercado, alcance global e integração vertical têm sido violentamente penetrantes, rápidas e inflexíveis.</p>
<h3>O dilema do inovador</h3>
<p>Após estudar a indústria por 20 anos, de 1975 a 1995, em todos os seus ciclos e líderes, Christensen chegou ao que convencionou de dilema de inovador.</p>
<p>O dilema do inovador é um ponto de decisão fatal que as empresas líderes de mercado em tecnologia chegam inevitavelmente. Em outras palavras, por que as empresas líderes de mercado, com o maior orçamento para P&#038;D, geralmente criadoras das tecnologias de ruptura em seus laboratórios altamente equipados, acabam sendo surpreendidas por players pequenos que implementam, de fato, essas rupturas?</p>
<p>Por incrível que pareça, as empresas líderes, com seus acionistas racionais, acabam, na grande maioria das situações, por decidir não investir e lançar as tecnologias de ruptura que germinam em seus laboratórios.</p>
<h3>Decisão racional</h3>
<p>A decisão racional é simples: quem, em sã consciência, prefere investir U$1 em uma nova tecnologia, não provada, não testada (e que de cada 10, falham 9) ao invés de investir esse mesmo U$1 no incremento de um produto/tecnologia já testado e validado por grandes clientes que, uma vez melhorado, vai atender melhor ainda a esses clientes? Devemos lembrar que clientes grandes não têm nenhuma predisposição a serem cobaias de novas tecnologias; em contrapartida, exigem de seus fornecedores melhorias contínuas, qualidade e consistência.</p>
<p>O fato é que as pequenas empresas, geralmente fundadas pelos ex-pesquisadores das líderes de mercado que não conseguiram “vender” seu projeto internamente, apoiadas por capitalistas de risco, têm de começar atendendo às pequenas empresas, que em função da capacidade financeira restrita, aceitam experimentar novas tecnologias, que quando validadas, acabam por se tornar a onda que engole a líder de mercado e toda sua tecnologia incremental. São as chamadas tecnologias de ruptura.</p>
<h3>Como fica o B2B nisso?</h3>
<p>Podemos classificar os modelos de negócios B2B de duas maneiras: ruptura e incremento.<br />
O B2B de incremento é aquele criado por grandes corporações, voltados à substituição e/ou otimização de processos e fluxos destas com suas cadeias de suprimentos, principalmente clientes. Cabem nesse raciocínio o Transora, o PakPrint, o Elemica, etc. Esses modelos de negócios são melhorias e evoluções dos modelos existentes nessas empresas, geralmente offline, mas não representam, de fato, inovação de ruptura.</p>
<p>Já o B2B de ruptura são aqueles modelos de negócios voltados à darwinização dos modelos existentes. Estes, ao contrário, são modelos de negócios que têm como premissa a quebra da lógica tradicional de negócios, redefinindo completamente as relações e ordens de grandeza da malha mercadológica. São exemplos desses modelos os portais de MRO, como o Mercado Eletrônico, as incubadoras de negócios, como a Idealab! e a CMGI e as operações de trade energético, como a Duke Energy.<br />
A sistemática de um portal de MRO independente é tentar viabilizar operações de compra e venda entre diversas empresas, que passam a operar no conceito “balcão de negócios ou mercadão”, realidade mais próxima da perfeição no processo de formação de preços (pricing), tão idolatrada na economia capitalista. Já as incubadoras apostam na capacidade de sinergia holística entre as empresas incubadas, jogando com a possibilidade do todo valer mais que a soma das partes, principalmente aos olhos do mercado financeiro e de potenciais compradores estratégicos.</p>
<p>Porém, como ruptura, uma operação B2B precisa entender que os grandes players-clientes das indústrias não estarão suscetíveis, num primeiro momento, a aderirem às suas iniciativas, uma vez que buscam consistência de seus atuais fornecedores, como provou Christensen. Isso provoca, nos atuais fornecedores, a obrigação de ofertarem qualidade aos seus grandes clientes, procurando inovações incrementais. E é aí que tomam a decisão, muitas vezes errada, para o dilema de Christensen.</p>
<h3>E as operações B2B de ruptura?</h3>
<p>Em outras palavras, o que procuro provar nesta tese é que até agora as operações B2B de ruptura realmente não podiam ter sucedido completamente. Como promessa de ruptura, esses modelos de negócio podem ser o futuro carrasco das atuais líderes de mercado com seus modelos tradicionais; por outro lado, como operações ainda “potenciais”, precisam testar sua validade nas pequenas e médias empresas, mais suscetíveis a experimentações, como indica a receita do pesquisador de Harvard.<br />
Como “complicômetro” desta equação, pelo menos no Brasil, poderíamos elencar o fato das pequenas e médias empresas não terem nem condições de servirem de “cobaia” às experimentações de ruptura dessas empresas. Como ponto positivo, poderíamos realçar que existem muitas formas de se testar criativamente uma nova tecnologia numa empresa ainda não pronta para tal.<br />
O tempo, enfim, parece ser a variável mais importante no momento. Quanto mais ele passa, mais essas ameaças potenciais de ruptura podem se tornar preocupações reais aos atuais líderes de mercado… isso se essas ameaças forem sobrevivendo à feroz seleção natural imposta pela letargia do mercado na conjuntura atual. </p>
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		<item>
		<title>Startup catarinense está entre as 30 mais promissoras de evento no Vale do Silício</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 13:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[SocialBase, que é uma das duas empresa brasileiras passando pelo programa de aceleração na Plug and Play, irá apresentar sua plataforma social para mais de 500 pessoas A startup catarinense SocialBase, focada no desenvolvimento de uma rede social corporativa com o mesmo nome &#8211; solução já em uso por cerca de 2,4 mil empresas -, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>SocialBase, que é uma das duas empresa brasileiras passando pelo programa de aceleração na Plug and Play, irá apresentar sua plataforma social para mais de 500 pessoas</p>
<p>A startup catarinense SocialBase, focada no desenvolvimento de uma rede social corporativa com o mesmo nome &#8211; solução já em uso por cerca de 2,4 mil empresas -, foi selecionada como uma das 30 empresas mais promissoras do Plug and Play EXPO Spring 2013. O evento acontece no dia 28 de março, na sede da aceleradora Plug and Play Tech Center, localizada no Vale do Silício, referência mundial de inovação em tecnologia e modelos de negócio. Na oportunidade, o diretor executivo da SocialBase, Radamés Martini, irá apresentar a startup para mais de 500 participantes, entre eles fundos de venture capital, investidores anjo, empresários, representantes de universidades americanas, funcionários do governo e imprensa.</p>
<p>A cada três meses, cerca de 30 startups participam do programa de aceleração, contudo, apenas quatro ou cinco delas são escolhidas para discursar no evento, que marca o final dos trabalhos de aceleração. A SocialBase é uma das duas startups brasileiras que estão participando do programa, mas foi a única escolhida para se apresentar no EXPO. O evento promovido pela aceleradora pretende dar destaque aos mais recentes produtos e serviços de base tecnológica desenvolvidos e oferecidos por organizações locais e estrangeiras, além de propiciar contato com os principais influenciadores do Vale do Silício. A programação do encontro prevê a intervenção de 30 startups e do palestrante Dana Stalder, da Matrix Partners, que já atuou para empresas como eBay, Netscape, PayPal e Respond.com.</p>
<p>A SocialBase está no Vale do Silício desde janeiro deste ano, participando do programa de aceleração da Plug and Play Tech Center, que oferece acesso aos recursos do Vale do Silício durante um período de três meses, possibilitando a criação de uma rede de contatos na comunidade local e até mesmo levantamento de investimento externo. A aceleradora também está viabilizando oportunidades de negócios com parceiros corporativos e do setor de tecnologia, além de mentoria e consultoria.</p>
<p>Para mais informações sobre o Plug and Play EXPO Spring, acesse: <a href="http://plugandplaytechcenter.com/events/expo-spring-2013/" target="_blank">http://plugandplaytechcenter.com/events/expo-spring-2013/</a></p>
<p><strong>Sobre o Plug and Play Tech Center</strong><br />
O programa, que já preparou e investiu em grandes negócios, como a Paypal, é voltado a empresários que pretendem compreender os potenciais de suas empresas e que buscam oportunidades de desenvolvimento de negócios, investimentos, consultorias e parcerias estratégicas. Dentre os fundos de investimento parceiros da Plug and Play estão o Accel Partners, Sequoia Capital e Menlo Ventures, que já investiram em empresas como Facebook,Groupon, Instagram e Skype.</p>
<p><strong>Sobre o SocialBase</strong><br />
A SocialBase é uma empresa de base tecnológica totalmente focada no desenvolvimento da rede social corporativa que leva o mesmo nome da empresa e que já está consolida em 2,2 mil organizações. Ela foi fundada em julho de 2011 e está baseada em Florianópolis, Santa Catarina. Sua oferta de serviços abrange a consultoria na implantação de rede social corporativa, customização, integração com sistemas legados, suporte e treinamento. Mais informações em www.socialbase.com.br, no twitter @socialbasebr e no facebook.com/socialbase.</p>
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