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	<title>Xoburi</title>
	
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	<description>Criatividade e Design para Web</description>
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		<title>Uma história sobre a educação</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 12:47:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Seoane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novas Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[graphic novell]]></category>
		<category><![CDATA[HQ]]></category>

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		<description><![CDATA[Vendo esse vídeo do processo criativo do Gabriel Bá e do Fabio Moon, acabei por pensar no quanto admiro o trabalho deles, e o quanto gostaria de ver o que eles começaram virar o novo padrão. Vejo esses dois como, além de uma fonte de inspiração, divisores de águas no mercado de quadrinhos nacional. Estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="540" height="304" src="http://www.youtube.com/embed/BBlxSJezoUU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Vendo esse vídeo do processo criativo do <a href="https://www.facebook.com/gabriel.ba1">Gabriel Bá</a> e do <a href="https://www.facebook.com/fabio.moon">Fabio Moon</a>, acabei por pensar no quanto admiro o trabalho deles, e o quanto gostaria de ver o que eles começaram virar o novo padrão.</p>
<p>Vejo esses dois como, além de uma fonte de inspiração, divisores de águas no mercado de quadrinhos nacional. Estão elevando o significado de HQ para algo além de entretenimento infanto-juvenil.</p>
<p>O trabalho deles em o <a href="http://www.ciadoslivros.com.br/alienista-o-2007-p114125/">A alienista</a> — A história do mestre Machado de Assis sobre Simão Bacamarte e suas experiências científicas em Itaguaí. — já ganhou o prêmio Jabuti de melhor livro didático em 2008. Isso é incrível! Uma história em quadrinhos ganhando prêmio de livro didático.(!!)<br />
<span id="more-606"></span></p>
<p>Qual o destino disso não sei, mas fico imaginando como seria o interesse das crianças pelo conhecimento na escola se este fosse apresentado de uma maneira mais atrativa como uma história em quadrinhos.</p>
<p>Eu sou suspeito pra falar porque coleciono histórias em quadrinhos desde que ganhei minha primeira mesada, mas não acredito que seria a única criança que iria deixar de lado o video game  e o msn para fazer o dever de história da escola se isso fosse ler uma graphic novell sobre o Descobrimento do Brasil.</p>
<p>Acho um incentivo mais do que válido a se pensar sobre o futuro da educação. Num mundo onde as crianças se distanciam cada vez mais da leitura, uma reviravolta dessa na forma de ensino poderia aumentar o interesse em querer continuar <strong>lendo</strong> quando crescerem e <strong>estudar</strong> deixar de ser uma obrigação. Comigo funcionou. =)</p>
<p><a href="http://www2.uol.com.br/10paezinhos/images/alienista-23abr2007.jpg"><img alt="O Alienista - Graphic Novell de Gabriel Bá e Fabio Moon" src="http://www2.uol.com.br/10paezinhos/images/alienista-23abr2007.jpg" title="O Alienista - Gabriel Bá e Fabio Moon" class="alignnone" width="550" height="437" /></a></p>
<div class="shr-publisher-606"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Concurso para o Centro Carioca de Design</title>
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		<comments>http://www.rodrigoseoane.com/blog/2012/03/26/concurso-para-o-centro-carioca-de-design/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 17:46:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Seoane</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram divulgados no dia 21 de março os resultados de dois concursos promovidos pelo CCD (Centro Carioca de Design). Foram eles o concurso para a identidade visual e marca do próprio CCD e o &#8220;1º Prêmio Rio em Cartaz&#8221;. A marca selecionada foi projetada por Fabio Lopez (form. Esdi 2000, MSc. Esdi 2009), premiado com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram divulgados no dia 21 de março os resultados de dois concursos promovidos pelo CCD (Centro Carioca de Design). Foram eles o concurso para a identidade visual e marca do próprio CCD e o &#8220;1º Prêmio Rio em Cartaz&#8221;.</p>
<p>A marca selecionada foi projetada por Fabio Lopez (form. Esdi 2000, MSc. Esdi 2009), premiado com R$ 10.000,00 e contrato para desenvolvimento de todos os elementos de identidade da instituição. Já o cartaz vencedor é de autoria de Nady Lima da Silva, que também recebeu R$ 10.000,00. </p>
<p>Os três melhores trabalhos de cada competição estarão em exibição no CCD até o sábado, 31 de março. Antes disso, já haviam sido divulgados os resultados do edital &#8220;Pródesign&#8221;, também daquele centro, que contemplou dez projetos – entre exposições, workshops, seminários e publicações –, vários dos quais contam, em suas equipes propositoras, com ex-alunos e alunos da Esdi. O CCD é uma ação da Subsecretaria de Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design, órgão da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, e fica na Praça Tiradentes, 48 (Centro). A mostra, gratuita, e pode ser vista de segunda-feira a sábado, das 10h00 às 19h00. </p>
<p>Mais informações no site: <a href="www.facebook.com/cariocadesign." target="_blank">www.facebook.com/cariocadesign.</a></p>
<p>Ver tanta relação com o prêmio e a ESDI apesar de não tirar o desapontamento em relação a qualidade gráfica do resultado vencedor, já que só isso foi exposto até agora, pelo menos ameniza.</p>
<p><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/ccd-1.jpg"><img src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/ccd-1.jpg" alt="Projeto Vencedor" title="Projeto Vencedor" width="540" height="345" class="alignnone size-full wp-image-596" /></a><br />
<span id="more-595"></span><br />
Confesso que fiquei um pouco contrariado com o resultado não só por não ter recebido nenhum prêmio, isso já esperava principalmente depois da avaliação de um gigante da área o <a href="http:// convergencias.esart.ipcb.pt/autor/3" title="Dr. Eduardo Herrera" target="_blank">prof. Eduardo Herrera</a> que me explicou onde errei e onde minha proposta não funcionava, mas acho que faltou um pouco de transparência ao concurso. Sucessivos adiamentos de prazos sem explicações e no final a apresentação apenas de um resultado frio e sem expressão como o vencedor que já era conhecido da banca me parece triste em função do que pretendem implantar como ideia de design no Rio.</p>
<p>Bom, mas nada de ser mau perdedor por isso é hora de aproveitar que posso expor meu resultado, que mesmo sem ter ganho nada me encheu de orgulho!</p>
<p>Começando pelo painel conceitual da marca. Após ler o edital ficou claro quais deviam ser os conceitos nos quais iam se basear toda resposta gráfica.<br />
<div id="attachment_597" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/ccd-2.jpg"><img src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/ccd-2.jpg" alt="Definição do painel conceitual da marca" title="Definição do painel conceitual da marca" width="540" height="405" class="size-full wp-image-597" /></a><p class="wp-caption-text">Definição do painel conceitual da marca</p></div></p>
<p>Definidos os conceitos e os simbolos associados aos termos comecei os primeiros esboços. Algumas ideias passearam na minha cabeça mas a que me pareceu mais indicada foi a de focar nos simbolos de autenticidade.<br />
<div id="attachment_598" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/ccd-3.jpg"><img src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/ccd-3.jpg" alt="Primeiros esboços e ideias" title="Primeiros esboços e ideias" width="540" height="352" class="size-full wp-image-598" /></a><p class="wp-caption-text">Primeiros esboços e ideias</p></div></p>
<p>Após diversas tentativas cheguei a um simbolo que no meu entender resume bem a ideia dos conceitos principais. De saída podemos ver a autenticidade representada pelo Pão de Açúcar e a impressão digital, e na mesma figura ainda podemos ver representadas, as curvas do arco-iris (diversidade), uma partitura musical (cultural), alem da continuidade crescente da linha (dinâmica).<br />
<div id="attachment_599" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/ccd-4.jpg"><img src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/ccd-4.jpg" alt="Simbolo Definido" title="Simbolo Definido" width="540" height="829" class="size-full wp-image-599" /></a><p class="wp-caption-text">Simbolo Definido</p></div></p>
<p>E encerrando escolhi uma tipografia que mesclasse a seriedade de um centro destinado a projetos elaborados de reformulação de toda a estrutura municipal, além da própria referência histórica da fonte que faltava ao simbolo, com a descontração natural do carioca e suas cores fortes e vibrantes, sempre facilmente identificados a distância.<br />
<div id="attachment_600" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/ccd-5.jpg"><img src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/03/ccd-5.jpg" alt="Proposta final para Marca do CCD" title="Proposta final para Marca do CCD" width="540" height="548" class="size-full wp-image-600" /></a><p class="wp-caption-text">Proposta final para Marca do CCD</p></div></p>
<div class="shr-publisher-595"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Eu devo mandar esse email? Infográfico para ajudar a decidir</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Feb 2012 13:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Seoane</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[email]]></category>
		<category><![CDATA[infográfico]]></category>

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		<description><![CDATA[E-mail está falido. Há muitos, ninguém concorda em como usá-los, é muito fácil de enviar, o que estimula um excesso de envio de Cópias e Cópias Ocultas, e há spammers. O Site de Graduação IT Online (que aparentemente é o nome real de um site real) se aventurou nessa briga com um fluxograma leve, desenhado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E-mail está falido. Há muitos, ninguém concorda em como usá-los, é muito fácil de enviar, o que estimula um excesso de envio de Cópias e Cópias Ocultas, e há spammers. O Site de Graduação IT Online (que aparentemente é o nome real de um <a href="http://www.onlineitdegree.net/">site</a> real) se aventurou nessa briga com um fluxograma leve, desenhado para ajudar você a decidir se vale realmente a pena enviar um e-mail.</p>
<p>É uma batalha que estamos perdendo. De acordo com a Online Degree, a Atros, uma empresa que proibiu e-mail, conseguiu apenas reduzir o seu volume de e-mail em 20%. Isso com a proibição! O que podemos meros mortais esperar conseguir com um infográfico?</p>
<p><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/02/inline-email-overload-550.jpg"><img src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2012/02/inline-email-overload-550.jpg" alt="Infografico do Email" title="Infografico do Email" width="550" height="3258" class="alignnone size-full wp-image-591" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.fastcodesign.com/1669094/should-you-send-that-email-heres-a-flowchart-for-deciding">FastcoDesign</a></p>
<div class="shr-publisher-587"></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tirando o atraso da criatividade</title>
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		<comments>http://www.rodrigoseoane.com/blog/2012/02/06/tirando-o-atraso-da-criatividade/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 15:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Seoane</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[industria criativa]]></category>

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		<description><![CDATA[Excelente notícia recebida nessa segunda feira que precisava ser compartilhada na íntegra. Com dez anos de espera, governo deve lançar em abril programa de incentivo à indústria criativa, que movimenta R$ 667 bi por ano no país Com uma década de atraso, o Brasil resolveu mirar na chamada economia criativa &#8211; setor que movimenta mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente notícia recebida nessa segunda feira que precisava ser compartilhada na íntegra.<br />
Com dez anos de espera, governo deve lançar em abril programa de incentivo à indústria criativa, que movimenta R$ 667 bi por ano no país</p>
<p>Com uma década de atraso, o Brasil resolveu mirar na chamada economia criativa &#8211; setor que movimenta mais de US$ 600 bilhões no mundo e se manteve imune às crise financeiras globais &#8211; e se prepara para lançar em abril um audacioso programa que pode duplicar os ganhos desse segmento em quatro anos. Se isso acontecer, serão R$ 108 bilhões a mais injetados na economia do país no período, graças ao aumento da produção e da exportação de bens e serviços criativos.</p>
<p>O programa Brasil Criativo está em gestação no Ministério da Cultura. Já foi mostrado à presidente Dilma Rousseff e está sendo tocado em parceria com a Casa Civil. O Planalto deve bater o martelo sobre as medidas, que envolvem pelo menos dez ministérios, em meados de março. Ao GLOBO, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, explica que a ideia é aumentar o quinhão do setor na economia dos atuais 2,85% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) para pelo menos 5,7% até 2015. As primeiras discussões começaram na gestão de Gilberto Gil. A despeito dos rumores de que poderia deixar o ministério, ela espera tocar o programa até o fim do governo: &#8211; Não é um projeto para seis meses ou um ano, é de médio prazo.<br />
<span id="more-583"></span><br />
Sobre a mesa estão a eliminação de leis caducas, desoneração de tributos, mudanças no marco legal e formalização de profissionais dos diversos ramos da cultura &#8211; do design ao artesanato, passando por games, cinema, novelas e música -, além da criação de linhas de crédito e da discussão sobre propriedade intelectual. Também está em análise o reconhecimento de novas profissões, para permitir acesso a financiamento, Previdência e emissão de notas fiscais. O próprio governo admite que há poucas estatísticas sobre a economia criativa, e boa parte do mercado é informal. Segundo Luiz Barreto, presidente do Sebrae Nacional, que ajuda o governo a mapear o setor, 90% dos empreendedores são de micro e pequeno porte.</p>
<p>Um estudo da Firjan mostra que toda a cadeia da indústria criativa no país &#8211; do espetáculo de dança ao iluminador, passando por figurinistas e barraquinha de cachorro-quente &#8211; movimenta R$ 667 bilhões por ano. São Paulo está à frente, com R$ 253,5 bilhões, seguido por Rio e Minas Gerais, com R$ 76,3 bilhões e R$ 59,8 bilhões, respectivamente. &#8220;Indústria do futuro&#8221;, segundo produtora Segundo o Relatório da Economia Criativa 2010 da Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil exportou US$ 6,3 bilhões em serviços e US$ 1,22 bilhão em bens criativos em 2008.</p>
<p>A China vendeu US$ 84 bilhões em bens e US$ 2,6 bilhões em serviços criativos. Estados Unidos e Alemanha vêm em seguida, com mais de US$ 35 bilhões cada. &#8211; O Brasil ainda pode se tornar uma potência criativa. Deve aproveitar seu grande momento, com os eventos esportivos nos próximos anos, para se vender melhor para o mundo &#8211; disse ao GLOBO a chefe do Programa de Economia Criativa da Unctad, Edna dos Santos-Duisenberg. Para ela, a economia criativa é uma opção viável para crescer e ajudar os emergentes a driblarem crises globais, reduzindo a dependência das commodities. Segundo Edna, enquanto as transações comerciais caíram 12% em 2008 por causa da crise, as operações com bens e serviços criativos cresceram 14%: &#8211; Este é um setor que vai continuar crescendo, porque reflete o estilo de vida da sociedade contemporânea, em que se consome cada vez mais cultura, entretenimento, lazer e turismo.</p>
<p>Os países ricos , que começaram a adotar programas semelhantes há uma década, detêm 90% do mercado mundial de audiovisual e música, 80% do mercado editorial e imprensa e 75% do de artes visuais. O programa do governo quer usar a cultura como alavanca para o crescimento, a geração e distribuição de renda e a inclusão social. &#8211; Conheço muita gente boa que passa a vida esperando um convite ou um edital para trabalhar. Muita gente está informal nesse mercado. Falta informação. Estamos fazendo um grande mapeamento de todos os elos da cadeia. Acho que dá para, no mínimo, dobrar a participação do setor no PIB &#8211; disse a ministra, que reconhece o atraso do Brasil nessa corrida. &#8211; Estamos estudando os entraves.</p>
<p>A indústria brasileira da moda já anda bem, mas tem enfrentado, por exemplo, a concorrência da China. Outro caso: estamos comprando fantasias de carnaval da China&#8230; Dono da Icon Games, José Lucio Gama fez o seu primeiro jogo em 2003, após um curso na PUC-Rio. Desde então, tem exportado boa parte do que faz para o exterior por meios próprios e garante que o faturamento está na casa dos milhões de reais. Muitos dos seus games voltam para o país pelas distribuidoras estrangeiras, e os usuários locais sequer se dão conta de que são made in Brazil. &#8211; É um mercado de US$ 2 bilhões no Brasil. As pessoas não sabem que muitos games são produzidos aqui dentro. Não temos bons canais de distribuição, como lá fora. Faltam profissionais treinados para essa área &#8211; disse Gama. Autor do game &#8220;Detetive Carioca&#8221;, que tem por cenário pontos turísticos do Rio e casos como o roubo de um enredo de escola de samba, ele aposta no crescimento explosivo desse setor, graças à expansão do número de smartphones e tablets.</p>
<p>Para Walkiria Barbosa, dona da Total Filmes e organizadora do Festival de Cinema do Rio, o maior da América Latina, os tomadores de decisão, seja na iniciativa privada ou no governo, ainda desconhecem o potencial do negócio criativo. &#8211; É a grande indústria do futuro. Nos Estados Unidos, é a maior indústria de exportação. O segmento audiovisual só existe se for analisado como indústria. Tem que produzir em escala, o que requer investimento alto de capital e infraestrutura sofisticada &#8211; disse Walkiria. &#8211; O Brasil está engatinhando nesse sentido.</p>
<p>Para importar equipamento para um filme 3D, paga-se um imposto altíssimo. O audiovisual é tributado três vezes, na bilheteria, na distribuição e na produção dos filmes. Segundo ela, o setor não precisa de caridade, mas de políticas eficientes: &#8211; O que os filmes &#8220;Rio&#8221; e &#8220;Crepúsculo&#8221; fizeram pelo Rio de Janeiro e pelo Brasil não tem preço. Isso é conteúdo audiovisual. O produtor de eventos musicais Luis Oscar Niemeyer, que recentemente trouxe Paul McCartney ao Brasil, comemora a iniciativa do governo. Para ele, capacitação e infraestrutura são básicos.</p>
<p>Medidas em estudo pelo governo:</p>
<ul>
<li> Desoneração tributária de insumos para a indústria criativa;</li>
<li>Linhas de crédito específicas para as atividades criativas:</li>
<li>Treinamento e qualificação profissional</li>
<li>Revisão da classificação de profissões para garantir a todos os empreendedores e artistas acesso a empréstimos, formalização e previdência;</li>
<li>Formalização dos micro e pequenos empreendedores;</li>
<li>Mudanças no marco legal para torná-lo mais eficiente e estimular o setor;</li>
<li>Instalação do Criativa Birô para captar informações sobre a economia criativa nas principais cidades do país;</li>
<li>Análise da legislação trabalhista à luz das especificidades da indústria criativa, tais como as novas profissões, a sazonalidade do setor e a diversidade da cultura brasileira;</li>
<li>Simplificação da legislação;</li>
<li>Fornecimento de informações jurídicas, de gestão e administração de negócios;</li>
</ul>
<p>• Adequação das regras do Supersimples para facilitar a formalização dos empreendedores;<br />
• Foco nos empreendedores e empresas de menor porte.</p>
<p>Autor(es): Agência o globo:Vivian Oswald<br />
Fonte: FIRJAN</p>
<div class="shr-publisher-583"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Qual é o papel do Design? [Reflexão]</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 11:57:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Seoane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Art & Comics]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o início da Revolução Científica no séc.XVI quando a Ciência, que até então estava atrelada a Filosofia, muda de paradigma e a busca pela verdade torna-se a busca pela certeza a sociedade passou por uma transformação em suas relações o que interfiriu em seus padrões éticos. Assumimos que o que não pode ser comprovado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o início da Revolução Científica no séc.XVI quando a Ciência, que até então estava atrelada a Filosofia, muda de paradigma e a busca pela verdade torna-se a busca pela certeza a sociedade passou por uma transformação em suas relações o que interfiriu em seus padrões éticos. Assumimos que o que não pode ser comprovado e verificado de modo científico, deixa de ser uma certeza, e assim deixa de ser relevante.</p>
<p>O que antes era baseado nos princípios da <strong>Ética de Aristóteles</strong>, que pressupunha em sua teoria que o Homem busca incessantemente a felicidade, e a ética estaria justamente na busca da felicidade através do bem. Em poucas palavras seria afirmar que o homem encontra a felicidade e a realização pessoal quando age visando o bem da sua sociedade utilizando de suas virtudes.</p>
<p>Portanto a ética seria o que podemos chamar de ´way of life´ ao invés de um livro de regras à ser decorado e seguido. Definir <strong>o papel do Design</strong> é o mesmo que afirmar que algum dos sistemas éticos descritos está certo. São perguntas onde a interpretação de quem ouve a resposta é que definirá o certo e o errado sobre a opinião do autor.</p>
<p><div id="attachment_574" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/etica3.jpg"><img class="size-full wp-image-574" title="Ética e a Sociedade" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/etica3.jpg" alt="Ética e a Sociedade" width="540" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">Ética e a Sociedade</p></div><br />
<span id="more-566"></span><br />
Minha opinião tende para a de Aristóteles. Acredito no estilo de vida do bem comum para atingir ao máximo de pessoas. Quando nosso objetivo passa a ser o bem comum, e nosso fio condutor a ética estaremos sempre precisando criar ou transformar alguma necessidade presente em nossa sociedade, seja para criar uma nave espacial como para separar o lixo. E se procurarmos vamos encontrar essa como uma das definições de<br />
Design, que seria um processo de criação\transformação planejada visando um objetivo de melhorar algum cenário, e nesse sentido assim como a ética o design funcionaria como agente integrador do processo.</p>
<p>“(…) Finalmente, no terceiro aparece o design como coordenação, onde o designer tem a função de integrar os aportes de diferentes especialistas, desde a especificação de matéria-prima, passando pela produção à utilização e ao destino final do produto. Neste caso a interdisciplinaridade é a tônica. (…)” Por Lucy Niemeyer em O que é design?</p>
<p>Assim o papel do designer, é transformar uma ideia, um sentimento de querer melhorar em algo prático e utilizável, fazendo bom uso dos recursos humanos, intelectuais e materiais disponíveis.</p>
<p>Para isso nós precisamos naturalmente ouvir mais aos outros. Como poderemos criar alguma coisa de útili para essa sociedade sem conhecer quem é essa sociedade, sem saber as necessidades naquela casa, naquela vila, naquela praça, ou até mesmo no quarto ao lado.</p>
<p>Certamente gostaria, por ser essa minha opinião e por vislumbrar um futuro melhor com esse pensamento, que esse fosse o pensamento predominante, mas existe uma visão diferente, e atualmente majoritária logo não podemos relevar, onde o design é uma atividade artística, e que somos as ferramentas práticas para colocar de forma estéticamente agradável as necessidades comerciais sempre urgentes. E se as pessoas acreditam nisso, e se existe um mercado enorme de profissionais que se dispõem a essas práticas e se apresentam como designers, como não dizer que eles também estão certos?</p>
<div id="attachment_570" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/brandia.jpg"><img class="size-full wp-image-570" title="Metodologia para Solução de Problemas" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/brandia.jpg" alt="Metodologia para Solução de Problemas" width="550" height="667" /></a><p class="wp-caption-text">Metodologia para Solução de Problemas</p></div>
<p>Podemos perceber isso quando acompahamos o cenário atual onde o chavão <strong>“Design &amp; Inovação”</strong> assumiu como a solução para os problemas da sociedade só que o mercado consegue fazer uma dissociação do termo, investindo preferencialmente em inovações normalmente de caráter tecnológico e por isso mais fiáveis, deixando o “Design” que seria o lado mais artístico e social de lado.</p>
<p>Segundo Mario Moura, em Design em tempos de crise,” uma das defesas mais consistentes para essa prática seria a que “o valor estético — pelo menos no design mais duradouro — é o único valor sólido, porque as necessidades funcionais e empresariais podem mudar com o tempo.”</p>
<p>Só que isso gera um problema de relações com os egos dos designers, que colocam uma preocupação excessiva com o lado visual das coisas, e como não tem o embasamento teórico nem uma visão ampliada sobre o porquê de suas criações ficam presos aos seus gostos, resultando em um cenário crítico quando corrigidos ou criticados, pois tomam as críticas como pessoais. A consequência disso é, ainda por Mario Moura, “ o aparecimento<br />
de um novo profissional, o design thinker ou innovation expert que se coloca como intermediário entre designers e clientes, e vende o design como um processo empresarial, do qual é gestor.” O que ao meu ver nada mais é do que o designer sob a ótica social.</p>
<p>Ou seja, o próprio mercado depois de usar o design como quis está chegando a conclusão de que precisa de designers que pensem nos produtos além de sua estética e pedindo para que esses produtos sejam pensados para atender a sociedade. Mais do que isso o mercado está mostrando a quem está começando e também a quem já está nessa há mais tempo que ele quer uma alternativa, está nos dizendo que podemos escolher um caminho.</p>
<p>Escolher um caminho é muitas vezes o mais difícil nessa hora, quando ainda estamos novos e a faculdade deixa um vazio tremendo principalmente porque não estávamos “presentes” o suficiente às aulas para ver o sentido do que estava sendo ensinado, nem o valor que isso teria no futuro.</p>
<p>Quando saímos da faculdade descobrimos que o mercado não está literalmente nem um pouco a fim de saber quem somos, e sim querendo saber o que podemos oferecer ao mundo para ganhar um qualquer em troca.</p>
<h3>O que fazer? Voltar no tempo e se preparar melhor? Enviar um currículo de quê, se não temos experiência de nada.</h3>
<p>Essa é uma grande questão, que passa na cabeça não só dos designers mas da grande maioria das pessoas quando saem da faculdade, mas acredito que para os designers, a saída ele já conhece mas a pergunta é que está feita de forma equivocada.</p>
<div id="attachment_576" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/caminhos.jpg"><img class="size-full wp-image-576" title="Escolher os Caminhos é Fundamental" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/caminhos.jpg" alt="Escolher os Caminhos é Fundamental" width="540" height="377" /></a><p class="wp-caption-text">Escolher os Caminhos é Fundamental</p></div>
<p>Eu colocaria de outra forma: O que eu gosto e já tenho mais facilidade para fazer e onde posso utilizar melhor essas minhas habilidades? Respondendo essa pergunta o designer vai conseguir se conhecer melhor, perceber melhor as necessidades a sua volta e vai inclusive descobrir quais são as empresas onde ele se encaixaria melhor.</p>
<p>Todos temos habilidades diferentes, que combinadas podem criar algo de valor, uns pintam, outros desenham naves ou historias em quadrinhos, alguns fazem artesanato, outros gostam de arrumar a casa e outros ainda de correr na praia, e até mesmo dormir pode ser sua atividade preferida. Se você gosta muito de dormir, porque não tornar-se um designer de camas e colchões, aplicando novas tecnologias ao produto e\ou ao processo<br />
de fabricação e passar a vida fazendo um test-drive depois do almoço?</p>
<p>Um dos pensamentos que percebo como muito comum e que precisa ser combatido é de que basta termos uma a ideia que tudo estará resolvido. Isso passa absurdamente longe da verdade, precisamos entender que ter a ideia é apenas o primeiro passo dessa caminhada. A ideia é o norte da nossa bússola, é ela que vai nos mostrar o caminho, mas vamos ter que trabalhar muito para se alcançar os resultados desejados. Temos uma concepção um pouco fantasiosa de que vivemos de rompantes criativos, e isso nos dá a ilusão de que podemos ficar relaxados e esperando por um desses momentos e teremos uma ideia brilhante para resolver nossos problemas.</p>
<p>Essa visão distorcida da realidade que nos mantém em estágios que não ensinam nada, que nos colocam como ferramentas mal utilizadas nas empresas , que fazem dos designers os alvos preferidos de empresas maliciosas que se aproveitam dessa postura do designer criando concursos “fantásticos” onde o designer tem como prêmio o direito de dizer que foi ele que fez o produto vencedor, e assim satisfazer seu ego areditando que<br />
assim as oportunidades aparecerão, enquanto a empresa ganha dinheiro com sua ideia. A vida fácil não está no roteiro nem de designers nem de ninguém, esse é outro pensamento comum que deveria ser abolido, e deveríamos sim pensar em aproveitar da melhor maneira todo tipo de relações que temos a nossa volta.</p>
<p>Conhecer o máximo que pudermos lugares, culturas e pensamentos, encontrar outros pontos de vista, errar e enchergar a saída na palavra de outros, sair do casulo e ampliar os horizontes, ou como diria Raul Seixas “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.</p>
<p>A minha conclusão é que <strong>o papel do design</strong> está em utilizar o que há de melhor das visões, e aprimorar uma visão social de forma prática e ampliar as visões práticas a uma gama maior de uso e funcionalidades.</p>
<p>A velocidade dos avanços está ligada a nossa capacidade de nos unir e em ver na necessidade de outro uma oportunidade para criar algo de útil . Pensando nisso, porque não utilizar pessoas diferentes com capacidades diferentes para se alcançar novos resultados. Enchergando as diferenças podemos ver mais facilmente nossos erros e defeitos e assim conseguiremos evoluir, não só pessoalmente mas também como sociedade.</p>
<p>Ao contrário do que a situação sugere e vemos em sua ampla maioria dos casos, o fato do mercado não dar o valor, não perceber a finalidade de nosso trabalho não pode ser uma barreira para profissão, chegamos ao final de muitos anos de estudo e nos deparamos com um caminho que nós escolhemos, e que acredito firmemente ser o correto e o melhor para todos, por isso vejo isso como um grande motivador porque transforma toda a sociedade em meu cliente e posso prestar serviços a qualquer um de seus departamentos.</p>
<p>Sob essa perspectiva a única questão que cabe aos designers perceber, é que não adianta mais ficar esperando por uma oprtunidade aparecer, as necessidades estão por toda parte, basta abrir a janela e olhar, conversar com sua avó, ou perguntar ao jornaleiro, em qualquer parte você consegue encontrar uma necessidade para ajudar com seu design, e nessa ideia você pode acabar descobrindo uma forma de ajudar a todos.</p>
<div id="attachment_577" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/realizacao.jpg"><img class="size-full wp-image-577" title="Realização Pessoal" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/realizacao.jpg" alt="Realização Pessoal" width="540" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Realização Pessoal</p></div>
<p>Fontes:<br />
- Design e Ética &#8211; DESIGN, ÉTICA DE VALORES E DOIS ESTUDOS DE CASO :: Ana Carolina Guedes, Carlos Henrique Leite, Eduardo Camillo K. Ferreira, Gustavo Angeluzzi<br />
- Design em tempos de crise, de Mário Moura :: <a href="http://j.mp/rxOB3j">Ed. Braço de Ferro</a></p>
<div class="shr-publisher-566"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Responsive Web Design</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 16:26:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Seoane</dc:creator>
				<category><![CDATA[html5]]></category>
		<category><![CDATA[Novas Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>
		<category><![CDATA[design fluído]]></category>
		<category><![CDATA[grid]]></category>
		<category><![CDATA[media query]]></category>
		<category><![CDATA[media types]]></category>
		<category><![CDATA[responsável]]></category>
		<category><![CDATA[responsible]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O controle que os designers tem na mídia impressa, e o desejo comum de levar esse controle para o meio web, é simplemente uma limitação da página impressa. Nós devemos absorver o fato que na web não temos o mesmo comportamento, e o design deve ser flexivel. Porém primeiro,  devemos &#8220;aceitar o fluxo e refluxo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;O controle que os designers tem na mídia impressa, e o desejo comum de levar esse controle para o meio web, é simplemente uma limitação da página impressa. Nós devemos absorver o fato que na web não temos o mesmo comportamento, e o design deve ser flexivel. Porém primeiro,  devemos &#8220;aceitar o fluxo e refluxo das coisas.&#8221; &#8211; <strong><a href="http://www.alistapart.com/articles/dao/">A Dao of Web Design</a></strong></p></blockquote>
<p>Essa é uma frase que gostaria de ter dito em alguns momentos do passado mas como não posso voltar no tempo e já aceitiei o fluxo e refluxo das coisas, vou utilizá-la para que ajude outros webdesigners na hora de argumentar a defesa do seu ponto de vista enquanto especialistas em interatividade.</p>
<p>O arquiteto inglês Christopher Wren disse uma vez sorrindo que seu campo &#8220;almeja a eternidade&#8221; e tem sentido em sua afirmação; Diferentemente da web, que parece estar sempre visando a próxima semana, a arquitetura é basicamente feita para ser permanente.</p>
<p>Trabalhar com web é uma questão totalmente diferente. Nosso trabalho é definido pela transitoriedade, normalmente sendo revisto ou refeito a cada um ou dois anos. Janelas de tamanhos variados, resoluções de tela, preferências de usuário, e nossas fontes instaladas são algumas das previsões intangíveis que devemos  ter em mente quando publicamos um trabalho, e através dos anos temos nos tornado adeptos disso.</p>
<p>Porém as coisas estão mudando, talvez até mais rápido do que gostaria. Já há previsões de que a navegação por celular ultrapasse a navegação por desktop entre <a href="http://www.mediapost.com/publications/?fa=Articles.showArticle&#038;art_aid=120590">três</a> a <a href="http://www.morganstanley.com/institutional/techresearch/mobile_internet_report122009.html">cinco</a> anos. Dois dos três consoles de videogame dominantes possuem navegadores. Hoje em dia projetamos para o uso de mouse + teclado, para T9 keypads, para controles de video game, e interfaces touchscreen e em pouco tempo, estaremos comum número ainda maior de dispositivos, formatos de entrada de dados e browsers.<br />
<span id="more-548"></span><br />
Nos últimos anos, começaram a ser frequentes os pedidos para um &#8220;Site para iPhone&#8221; como parte dos projetos. Essa é uma frase intrigante: Como valor agregado, parece óbvio, que o cliente deseja adicionar não só uma aplicação móvel ao projeto, mas também um poderoso caso de uso além do tradicional desktop. Porém enquanto designer, nós tiramos proveito do pedido explícito do cliente, porque ele compartimentaliza o problema antes da gente. Nós podemos guardar  a experiência móvel em grupos separados, e fazer a distinção para os &#8216;Sites-para-Não-iPhones&#8217;.</p>
<h3>Mas, o que virá depois?</h3>
<p>Um site para iPad? Um site para o Galaxy Tab? Será que temos realmente condições de garantir suporte feito sob medida a cada novo dispositivo?</p>
<h3>Como podemos nos adaptar a esse cenário?</h3>
<h2>Um Cenário Flexível</h2>
<p>Considere este exemplo. Esta é uma página simples de uma revista hipotética, é um layout sim ples de duas colunas construído em um grid fluido, com algumas imagens flexíveis espalhadas. Confesso que demorei algum tempo para me entregar aos layouts fluídos, porque estes sempre exigiam uma carga maior de tempo para se chegar as proporções ideais para produção das páginas, mas já há algum tempo passei a utilizá-los porque passei a ver neles uma maior &#8220;garantia ao futuro&#8221; simplesmente porque eles são independentes de gosto. E até certo ponto, os layouts flexíveis não fazem destinção da largura da janela, e se adaptam muito bem independentemente da orientação da tela.</p>
<p><a href="http://www.alistapart.com/d/responsive-web-design/ex/ex-site-flexible.html"><img class="alignnone size-full wp-image-549" title="Revista de Exemplo" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/magazine-fake.jpg" alt="Revista de Exemplo" width="550" height="360" /></a></p>
<p style="clear: both;">Mas nenhum projeto, fixo ou líquido, adapta-se perfeitamente para além do contexto para o qual foi originalmente destinado. O exemplo se ajusta bem, porém o ponto crítico logo aparece com uma pequena resolução. Quando aberto em resoluções menores que 800&#215;600, a ilustração por trás do logo começa a ser cortada, o texto começa a se adaptar de forma desordenada, e as imagens abaixo ficam reduzidas demais perdendo a legibilidade. E não é só na redução que o layout é afetado, quando aberto em uma tela widescreen, as imagens ficam grandes e deformadas fugindo do contexto.</p>
<p>Resumindo, o nosso design flexível funciona bem o suficiente no contexto centrado ao desktop para o qual foi concebido, mas não é otimizado para se estender muito além disso.</p>
<h2>Mudando de Perspectiva</h2>
<p>Recentemente surgiu uma disciplina chamada &#8220;Arquitetura Responsável&#8221; que lida com a questão de como espaços físicos respondem pela presença de pessoas passando através deles. Ou seja estão estudando robótica e resistência de materiais e fazendo experimentos em instalações de arte e paredes que podem ser flexíveis de acordo com a ocupação do espaço. Sensores de movimento podem ser associados a controles para ajustar a luz e temperatura de uma sala enquanto as pessoas usam. Já existem empresas produzindo óculos com lentes inteligentes que se transformam automáticamente quando a sala chega a determinada ocupação para dar privacidade ao usuário. Cada vez mais surgem soluções adaptáveis a diversas situações.</p>
<p>Essa é a nossa nova perspectiva, esse é o caminho para o qual estamos seguindo. E ao invés de criarmos designs separados para um número de dispositivos cada vez maior, nós devemos criar para uma experiência visual otimizada e tecnologias comuns a todos para torná-los não só mais flexíveis, mas também mais adaptáveis aos meios que os renderizam. Em resumo devemos criar &#8220;Web Design Responsável&#8221;  , mas como?</p>
<h3>Conheça o media query</h3>
<p>Desde o lançamento da CSS 2.1, nossas páginas de estilo podem ser especificadas por dispositivo através do media types. Se você já usou alguma vez uma folha de estilo para impressão, sabe do que estou falando.</p>
<p><code>&lt;link rel="stylesheet" type="text/css" href="core.css"  media="screen" /&gt;<br />
&lt;link rel="stylesheet" type="text/css" href="print.css"  media="print" /&gt;</code></p>
<p>Acreditando que estaríamos projetando para diversos dispositivos as especificações das CSS nos forneceu uma grande variedade de media types, projetados para atingir determinada classe de dispositivos. Porém os navegadores não perceberam o espírito da coisa deixando diversos media types imperfeitos, ou totalmente ignorados.</p>
<p>Felizmente, o W3C criou as media queries como parte das especificações das CSS3, para tapar os buracos deixados. A media query nos permite não só direcionar para uma classe de dispositivo, como também definir características físicas do dispositivo que irá renderizar.</p>
<p>Por exemplo, com o aumento do uso do WebKit móvel, as media queries se tornaram uma técnica comum no desenvolvimento do client-side  para dispositivos como iPhone, Android e outros Smartphones. Para isso nós podemos incorporar uma query dentro do atributo media em um link para a folha de estilo:</p>
<p><code>&lt;link rel="stylesheet" type="text/css"  media="screen and (max-device-width: 480px)"  href="shetland.css" /&gt;</code></p>
<ol>Essa query contém dois componentes:&nbsp;</p>
<li>O media type &#8211; screen</li>
<li>A query entre parênteses, contendo a informação particular (max-device-width) para declarar, seguida do respectivo valor atribuído (480px).</li>
</ol>
<p>Em outras palavras, estamos dizendo ao dispositivo que SE sua resolução horizontal é igual ou menor que 480px (que seria o caso do iPhone, por exemplo) então utilize a shetland.css, caso contrário o link é ignorado totalmente.<br />
Designers tem experimentado soluções para variações de resolução baseadas em Javascript como este excelente script do Cameron Adams, porém a media query incluiu as especificações de uma série de recursos que vão muito além da resolução de tela, e aumentou o escopo do que podemos testar com as queries, não só separadamente como podemos testá-las em conjunto.</p>
<p><code>&lt;link rel="stylesheet" type="text/css"  media="screen and (max-device-width: 480px) and (resolution: 163dpi)"   href="shetland.css" /&gt;</code></p>
<p>E além disso não precisamos ficar restritos ao uso de links, podemos incluí-los em nosso código CSS como parte da regra @media.<br />
<code><br />
@media screen and (max-device-width: 480px) {<br />
.column { float: none;  }<br />
}<br />
</code></p>
<p>Ou como parte da diretiva de @import:</p>
<p><code>@import url("shetland.css") screen and (max-device-width: 480px);</code></p>
<p>Em todos os casos o efeito é o mesmo, SE o dispositivo passar pelo teste da media query o CSS é aplicado.<br />
As media queries são em resumo como comentários condicionais para o resto de nós. Ao invés de visar uma versão específica de navegador ou dispositivo, podemos corrigir cirurgicamente questões em nosso layout em escalas além da sua resolução ideal inicial.</p>
<h3>Exemplos:</h3>
<h3>iA</h3>
<p>Arquitetos de informação é um belo exemplo de site minimalista. É simplesmente lindo. Eu adoro o fato de que o projeto seja bonito só usando duas cores (preto e vermelho) com apenas fontes web seguras, nenhuma imagem de textura, e sem efeitos Javascript ou fontes personalizadas. </p>
<p><a href="http://www.informationarchitects.jp/en/"><img src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/screencap-ia.jpg" alt="iA - Arquitetura da Informação" title="iA - Arquitetura da Informação" width="560" height="380" class="alignnone size-full wp-image-555" /></a></p>
<h3>Head London</h3>
<p>Embora o site da Head London não seja fluído, eles fazem um bom trabalho com layouts responsáveis. O layout é constantemente adaptado em cada viewport.</p>
<p><a href="http://www.headlondon.com/"><img src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/screencap-head.jpg" alt="Head London" title="Head London" width="560" height="226" class="alignnone size-full wp-image-554" /></a></p>
<h3>Food Sense</h3>
<p>Preste atenção para ver como o site Sense Food responde. Ele flui de layout de duas colunas detalhado com barra lateral para uma coluna de layout. E quanto menor a resolução mais minimalista fica o design. </p>
<p><a href="http://foodsense.is/"><img src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/screencap-foodsense.jpg" alt="Food Sense" title="Food Sense" width="560" height="374" class="alignnone size-full wp-image-553" /></a>
<p>Conclusão:<br />
Como podemos perceber o caminho para as aplicações serem adaptáveis já foi escolhido, cabe a nós agora nos adaptarmos para produzir as melhores experiências aos usuários independetemente do seu dispositivo, e nesse sentido as medias queries são uma excelente ferramente disponível ao nosso alcance.</p>
<p>Fontes:<br />
<a href="http://www.alistapart.com/articles/responsive-web-design/">A List Apart &#8211; Responsive Web Design</a><br />
<a href="http://webdesignerwall.com/trends/inspiration-fluid-responsive-design">Webdesigner Wall &#8211; Inspiration: Fluid &#038; Responsive Design</a></p>
<div class="shr-publisher-548"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Rio Design Indústria #4</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 08:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Seoane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Design]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Design Indústria]]></category>

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		<description><![CDATA[Vem aí mais uma edição do Rio Design Indútria, comemorando o Ano da Holanda no Brasil. O Brasil está mesmo na moda e agora todos estão querendo comemorar algo com a gente: França, Holanda, etc&#8230;. Aproveite!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vem aí mais uma edição do <strong>Rio Design Indútria</strong>, comemorando o Ano da <strong>Holanda</strong> no Brasil.</p>
<p>O Brasil está mesmo na moda e agora todos estão querendo comemorar algo com a gente: <strong>França</strong>, <strong>Holanda</strong>, etc&#8230;. Aproveite!</p>
<p><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/image001.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-545" title="Rio Design Industria #4" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/image001.jpg" alt="Rio Design Industria #4" width="550" height="277" /></a></p>
<div class="shr-publisher-544"></div>]]></content:encoded>
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		<title>O Efeito Google na memória</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 15:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Seoane</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
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		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>
		<category><![CDATA[velocidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O advento da internet, e seus sofisticadissímos algoritmos de busca, troueram o acesso a informação para a ponta dos dedos. Não necessitamos de mais fazer grandes esforços para termos a informação que precisamos. Podemos "googlar" nova antiga turma do colégio, encontrar aquela loja de discos online, ou lembrar o nome daquele autor que está na ponta língua.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_540" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/10/17/o-efeito-google-na-memoria/blog-google/" rel="attachment wp-att-540"><img src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/blog-google.jpg" alt="O Efeito Google" title="Google" width="540" height="300" class="size-full wp-image-540" /></a><p class="wp-caption-text">O Efeito Google</p></div>
<h2>As consequências cognitivas de se ter informações na ponta dos dedos.</h2>
<p>O advento da <strong>internet</strong>, e seus sofisticadissímos <strong>algoritmos de busca</strong>, trouxeram o acesso a informação para a ponta dos dedos. Não necessitamos mais fazer grandes esforços para termos a informação que precisamos. Podemos &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Googlar" target="_blank">googlar</a>&#8221; a antiga turma do colégio, encontrar aquela loja de discos online, ou lembrar o nome daquele ator que está na ponta língua.</p>
<p>O resultado de 4 estudos apontam que quando nos deparamos com questões difíceis, a primeira coisa que nos vem a cabeça são computadores onde possamos encontrar a informação necessária. Nós possuímos baixos índices no que se refere a resgatar diretamente a informação. Nós estamos condicionados a lembrar aonde conseguimos ter acesso a essa informação.<br />
A <strong>Internet</strong> se transformou em uma espécie primária de HD externo, onde as informações estão gravadas de forma acessível a todos e fora de nossas cabeças.</p>
<p><span id="more-538"></span><br />
Já se tornou usual procurar a resposta para qualquer questão no momento em que ela acontece, e é extremamente frustrante se não conseguimos imediatamente. Passamos praticamente 100% do tempo online e já é difícil lembrar em como conseguíamos encontrar as informações antes da <strong>internet</strong> invadir nossas vidas. O <strong>Google</strong> se tornou um grande oráculo onde podemos acessar as informações a qualquer hora.<br />
O uso de memórias externas na humanidade não é novidade. Não é de hoje que quando nos associamos em grupo recorremos a algum tipo de armazanamento de informações do grupo, um pasta, ou um diretório onde o grupo possa partilhar informações.<br />
O que estamos investigando quando a <strong>internet</strong> se tornou uma memória externa onde sua principal função é atender a necessidade de se encontrar a informação.</p>
<p><strong>Por exemplo, se eu pergunto quais são os países em que só há uma cor na bandeira? Pensamos em bandeiras, ou pensamos imediatamente onde posso encontrar essa resposta?</strong></p>
<p>Os resultados do teste sugerem que nós temos mais facilidade de lembrar o &#8216;onde está&#8217; do que &#8216;o que&#8217;. Outros dados podem ser tirados dos experimentos: Para aumentar a sua taxa de respostas, você pode utilizar alguma dica sobre onde a informação foi salva ou alguma dica sobre a informação em si, em ambos os casos o aumento das taxas de acerto são significativos.<br />
Outros dados que podemos levar em consideração:</p>
<ul>
<li> 1) Conseguimos compartilhar a informação rapidamente porque pensamos logo em computadores quando achamos que devemos encontrar conhecimento.</li>
<li> 2)Nossa forma social de armazanamento de informação nos condiciona a esquecer itens que acreditamos que estarão disponíveis externamente e lembrar melhor de itens que pensamos que não estarão lá.</li>
</ul>
<p>Tal qual aprendemos com a memória transacional que permite que reconheçamos quem sabe o quê em nossas relações familiares ou no escritório, estamos &#8216;aprendendo&#8217; o que o computador sabe e acessamos essas informações utilizando nossa memória.<br />
Estamos cada vez mais conectados aos nossos dispositivos nos tornando simbióticos, cultivando uma interligação entre os sistemas onde cada vez sabemos menos, mas armazenamos mais dados sobre onde as informações estão.  Até que ponto é vantajosa essa necessidade de estar constantemente conectado é discutível, mas a verdade é que estamos ficando dependente de nossos gadgets no mesmo nível que somos dependentes do conhecimento que adquirimos com nossos amigos e colegas de trabalho, e a experiência de não estar conectado está se tornando cada vez mais parecida com a experiência de perder um amigo. Nós precisamos estar plugados para saber o que o <strong>Google</strong> sabe.</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.sciencemag.org/" target="_blank"> Sciencemag.org</a> &#8211; <a href="http://www.sciencemag.org/content/333/6043/776.full.pdf?sid=e17c130b-2238-4b6e-afa0-b138131bc8a2" target="_blank">The Google Effect on Memory<br />
</a></p>
<ul>
<li>Betsy Sparrow,</li>
<li>Jenny Liu,</li>
<li>and Daniel M. Wegner</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não sei se quero viver nesse mundo, mas é o que temos. O que acredito é  que no mínimo isso devia ser mais discutido. A velocidade em que vivemos  não nos permite aprofundar o conhecimento sobre nada, a cada instante  vem uma nova pergunta a ser respondida e o assunto anterior é  rápidamente esquecido. A reflexão é coisa do século passado, não há tempo para se formar uma opinião.</p>
<div class="shr-publisher-538"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Profissão Designer #7 – Ilustração para camisetas</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 18:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Seoane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Art & Comics]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[camisetas]]></category>
		<category><![CDATA[Guia do Ilustrador]]></category>
		<category><![CDATA[ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[ilustragrupo]]></category>
		<category><![CDATA[revista ilustrar]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Antunes]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é um tópico que serve como utilidade pública não só para quem trabalha com ilustração e que certamente em algum momento de sua vida já se deparou com alguma proposta exdrúxula para criação de ilustrações para camisetas, mas serve também para mostrar ao público em geral que acredita que essa é uma prática normal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-532" href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/15/profissao-designer-7-ilustracao-para-camisetas/blog-fail/"><img class="alignnone size-full wp-image-532" title="Ilustrações para camisetas #Fail" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/blog-fail.jpg" alt="" width="550" height="340" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-532" href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/15/profissao-designer-7-ilustracao-para-camisetas/blog-fail/"></a><br />
Esse é um tópico que serve como utilidade pública não só para quem trabalha com ilustração e que certamente em algum momento de sua vida já se deparou com alguma proposta exdrúxula para criação de ilustrações para camisetas, mas serve também para mostrar ao público em geral que acredita que essa é uma prática normal e que investir nosso tempo em um trabalho que SE, eu disse SE trouxer retorno, será somente para quem produz as camisetas mas que todos acreditam que esse risco deve ser dividido com quem produz as ilustrações como forma de divulgar o trabalho.</p>
<p><span id="more-526"></span></p>
<p>Essa foi mais uma dúvida que chegou ao Ilustragupo ( O ilustragrupo é uma lista de emails de ilustradores, que utilizam a lista como forma de trocar experiências e informações sobre ilustração. )  sobre um pedido para um dos novos membros da lista:</p>
<div style="color: #666;"><em>Bom dia galera,</em><em> Ontem surgiu um cliente que (segundo ele), está começando com vendas de  camisetas de MMA, e sua Marca será lançada no Brasil e nos E.U.A.</em><br />
<em> Ele está pagando R$40,00 por ilustração (ele já tem a ilustração de  logotipo), agora: vocês acham que compensa pegar esse freela? Devo  colocar algum parâmetro em negociação (como por exemplo percentual em  cima das vendas?).</em><br />
<em> Grato!</em></div>
<p>E mais uma vez, além de diversas respostas de outros ilustradores mais experientes, que afirmaram que essa é uma prática abusiva, que em hipótese nenhuma deveria ser aceita, veio a resposta do moderador <a title="Ricardo Antunes" href="http://www.ricardoantunes.com/" target="_blank">Ricardo Antunes</a>, um dos grandes membros desse grupo que sempre consegue colocar a questão de forma prática e didática para que todos entendam. Gostei tanto da resposta que estou escrevendo esse post para dar mais voz ao Ricardo.</p>
<div style="background: #efefef; color: #a00; padding: 10px;"><em>Sempre que aparece um e-mail aqui na lista começando com &#8220;apareceu um  trabalho para camisetas&#8221; imediatamente sei que é trabalho amador, que  não dá dinheiro, que é exploratório e que alguém está reclamando.</em><em>Vamos ver se todos nós aqui na lista nos entendemos de uma vez: TODO  trabalho para camiseta paga pouco (quando paga); TODO trabalho para  camiseta é exploratório; TODO trabalho para camiseta <span style="font-size: medium;"><strong>NÃO</strong></span> traz visibilidade; TODO trabalho para camisetas é amador; e TODO  trabalho para camiseta é um sub-trabalho onde raramente se tem orgulho  do que foi feito. Ninguém fica orgulhoso de dizer que tem um trabalho no  portfolio que foi feito para uma camiseta de uma empresa obscura, e a  verdade é que ,para quem avalia um portfolio, ver uma arte que saiu numa  camiseta significa que aquela arte não é muito importante e que não foi  vista por quase ninguém.</em>&nbsp;</p>
<p><em>Só vale a pena fazer trabalho para camiseta quando esta faz parte de  um pacote maior com outros trabalhos incluídos, como por exemplo, uma  campanha publicitária, onde a camiseta é apenas um complemento da  campanha.</em></p>
<p><em>Fora isso, trabalhos para camisetas de empresas em geral é das áreas  mais exploratórias e cafagestes que existe, e até hoje eu não conheci  uma única pessoa que conseguiu sobreviver fazendo desenhos para  camisetas&#8230; ou seja, no máximo dá para se considerar que é um quebra  galho bem básico. No geral nem vale a pena pegar esse tipo de trabalho.</em></p>
<p><em>Além disso, o Guilherme lembrou bem: quem dá o preço é você, e não a  empresa que o contrata&#8230; só aí já entrega o quanto é amador o esquema.  Quando você vai na padaria e pede 10 pãezinhos, por acaso você chega  falando &#8220;Ei, me dê 10 pãezinhos, mas eu só vou pagar 2 reais por eles&#8221;?  Se um padeiro não deixa você falar assim, por que um ilustrador se  permite a isso?</em></p>
<p><em>Abs</em><br />
<em>Ricardo Antunes</em></p>
</div>
<p>Pra quem não conhece o Ricardo Antunes, além de excelente ilustrador ele é o criador do <a title="Guia do Ilustrador" href="http://www.guiadoilustrador.com.br/" target="_blank">Guia do Ilustrador</a> e mantém uma excelente publicação gratuita voltada para ilustração a <a title="Revista Ilustrar" href="http://www.revistailustrar.com/" target="_blank">Revista Ilustrar</a>, enfim o cara é um líder que vale a pena ser seguido. #ficadica</p>
<div class="shr-publisher-526"></div>]]></content:encoded>
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		<title>Design de Carros – Peugeot HX1 :: Concept car</title>
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		<comments>http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/01/design-de-carros-peugeot-hx1-concept-car-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 14:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Seoane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concept Design]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[aerodinâmica]]></category>
		<category><![CDATA[conceito]]></category>
		<category><![CDATA[concept car]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>

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		<description><![CDATA[A Peugeot se valerá do Salão de Frankfurt para apresentar em avant-première o concept car HX1, um conceito futurista capaz de transportar até seis pessoas. O veículo é dotado de um estilo nada convencional e robusto, que incorpora os novos códigos de identidade da Marca, além de uma aerodinâmica fora do comum, habitabilidade e sensações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Peugeot se valerá do Salão de Frankfurt para apresentar em avant-première o concept car HX1, um conceito futurista capaz de transportar até seis pessoas. O veículo é dotado de um estilo nada convencional e robusto, que incorpora os novos códigos de identidade da Marca, além de uma aerodinâmica fora do comum, habitabilidade e sensações de condução únicas.</p>
<p><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_0000021.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-512" title="PEUGEOT_HX1_000002" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_0000021.jpg" alt="" width="540" height="299" /></a></p>
<p><span id="more-509"></span><br />
Em resposta ao grande desafio proposto para esse conceito, os desenhistas colocaram a adaptabilidade no centro da criação do HX1: o modelo é capaz de se transformar de acordo com o ambiente, com as condições de condução e com as expectativas de seus ocupantes. Assim, o HX1 contém numerosas peças aerodinâmicas móveis sensíveis a velocidade e uma arquitetura incomum – super baixa para um comprimento de 4,93 m. Todas essas especificações garantem um excepcional coeficiente aerodinâmico de 0,28.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_000011.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-510" title="PEUGEOT_HX1_00001" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_000011.jpg" alt="" width="540" height="299" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_000005.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-518" title="PEUGEOT_HX1_000005" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_000005.jpg" alt="" width="540" height="299" /></a></p>
<p><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_000005.jpg"></a><br />
Acessível por quatro portas de abertura inversa, o interior do HX1 traduz a visão da Marca para um habitáculo de altíssima gama, combinando elegância e modernidade, materiais naturais e alta tecnologia. Ele oferece a seus ocupantes um espaço interno excepcional, por meio de um novo conceito de modularidade para sua configuração original 4+2, e ao motorista, um posto de condução que se adapta às condições de condução.</p>
<p><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_011.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-511" title="PEUGEOT_HX1_01" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_011.jpg" alt="" width="540" height="299" /></a><br />
Sua potência total chega a 299 CV, combinando um motor 2.2l HDI na parte dianteira e outro elétrico, integrado ao eixo traseiro, que possibilita as funcionalidades da tecnologia HYbrid4 – tração integral e modo 100% elétrico, com autonomia para um percurso de até 30 km graças a função plug-in. O HX1 apresenta um consumo de apenas 31,25 km/l, com 83 g/km em emissões de CO2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_000007.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-520" title="PEUGEOT_HX1_000007" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_000007.jpg" alt="" width="540" height="299" /></a></p>
<p>Fonte: <a title="Cronospeed" href="http://www.cronospeed.com.br/noticias/mercado-automotivo/peugeot-mostrara-em-avant-premi-re-508-rxh-e-o-concept-car-hx1.html" target="_blank">Cronospeed</a></p>

<a href='http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/01/design-de-carros-peugeot-hx1-concept-car-2/peugeot_hx1_00001-2/' title='PEUGEOT_HX1_00001'><img width="160" height="88" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_000011-160x88.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PEUGEOT_HX1_00001" title="PEUGEOT_HX1_00001" /></a>
<a href='http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/01/design-de-carros-peugeot-hx1-concept-car-2/peugeot_hx1_01-2/' title='PEUGEOT_HX1_01'><img width="160" height="88" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_011-160x88.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PEUGEOT_HX1_01" title="PEUGEOT_HX1_01" /></a>
<a href='http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/01/design-de-carros-peugeot-hx1-concept-car-2/peugeot_hx1_000002-2/' title='PEUGEOT_HX1_000002'><img width="160" height="88" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_0000021-160x88.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PEUGEOT_HX1_000002" title="PEUGEOT_HX1_000002" /></a>
<a href='http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/01/design-de-carros-peugeot-hx1-concept-car-2/peugeot_hx1_02-2/' title='PEUGEOT_HX1_02'><img width="160" height="88" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_021-160x88.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PEUGEOT_HX1_02" title="PEUGEOT_HX1_02" /></a>
<a href='http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/01/design-de-carros-peugeot-hx1-concept-car-2/peugeot_hx1_000003-2/' title='PEUGEOT_HX1_000003'><img width="160" height="88" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_0000031-160x88.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PEUGEOT_HX1_000003" title="PEUGEOT_HX1_000003" /></a>
<a href='http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/01/design-de-carros-peugeot-hx1-concept-car-2/peugeot_hx1_03-2/' title='PEUGEOT_HX1_03'><img width="160" height="88" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_031-160x88.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PEUGEOT_HX1_03" title="PEUGEOT_HX1_03" /></a>
<a href='http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/01/design-de-carros-peugeot-hx1-concept-car-2/peugeot_hx1_000004-2/' title='PEUGEOT_HX1_000004'><img width="160" height="88" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_0000041-160x88.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PEUGEOT_HX1_000004" title="PEUGEOT_HX1_000004" /></a>
<a href='http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/01/design-de-carros-peugeot-hx1-concept-car-2/peugeot_hx1_04/' title='PEUGEOT_HX1_04'><img width="160" height="88" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_04-160x88.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PEUGEOT_HX1_04" title="PEUGEOT_HX1_04" /></a>
<a href='http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/01/design-de-carros-peugeot-hx1-concept-car-2/peugeot_hx1_000005/' title='PEUGEOT_HX1_000005'><img width="160" height="88" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_000005-160x88.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PEUGEOT_HX1_000005" title="PEUGEOT_HX1_000005" /></a>
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<a href='http://www.rodrigoseoane.com/blog/2011/09/01/design-de-carros-peugeot-hx1-concept-car-2/peugeot_hx1_000009/' title='PEUGEOT_HX1_000009'><img width="160" height="88" src="http://www.rodrigoseoane.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/PEUGEOT_HX1_000009-160x88.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="PEUGEOT_HX1_000009" title="PEUGEOT_HX1_000009" /></a>

<div class="shr-publisher-509"></div>]]></content:encoded>
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