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		<title>Tua Saúde</title>
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		<description>Saúde, nutrição e bem-estar.</description>
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			<title><![CDATA[Ecocardiograma: o que é, para que serve e como é feito]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/ecocardiograma/</link>
			<description><![CDATA[O ecocardiograma é um exame que serve para avaliar o coração, podendo ser feito como rotina ou em pessoas que apresentam sintomas cardíacos, como falta de ar e cansaço excessivo. Veja para que serve o ecocardiograma, como é feito e como se preparar.]]></description>
			<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:40:07 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O ecocardiograma é um exame de diagnóstico que permite avaliar, em tempo real, os movimentos do coração, assim como algumas características, como tamanho do coração, forma das válvulas, espessura do músculo e a capacidade de funcionamento do coração, além do fluxo sanguíneo. </p>

<p>Esse exame é feito utilizando um ultrassom com ondas sonoras de alta frequência, permitindo também ver o estado dos grandes vasos do coração, artéria pulmonar e aorta, no momento em que o exame está sendo realizado.</p>

<p>O ecocardiograma, também é chamado de ecocardiografia ou ultrassom do coração, possui diversos tipos, como unidimensional, bidimensional e com doppler, que são solicitados pelo médico de acordo com o que se deseja avaliar, podendo ser realizado gratuitamente pelo SUS ou feito em clínicas ou hospitais particulares.</p>

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<h2>Para que serve </h2>

<p>O ecocardiograma é indicado para:</p>

<ul>
	<li>Analisar da função cardíaca;</li>
	<li>Avaliar o tamanho e espessura das paredes cardíacas, das estrutura das válvulas e visualizar o fluxo de sangue;</li>
	<li>Calcular o débito cardíaco, que é a quantidade de sangue bombeada por minuto;</li>
	<li>Verificar alterações e diagnosticar doenças na membrana que reveste o coração, chamada pericárdio;</li>
	<li>Investigar a causa de sintomas, como palpitação cardíaca, falta de ar, cansaço excessivo ou desmaio;</li>
	<li>Diagnosticar doenças cardíacas, como sopro cardíaco, cardiomiopatia hipertrófica, trombos no coração, aneurisma, dissecção da aorta tumor e malformações;</li>
	<li>Acompanhar a evolução de doenças cardíacas, como insuficiência cardíaca ou doenças das válvulas do coração.</li>
</ul>

<p>Além disso o ecocardiograma é feito para avaliar o coração, nos casos de suspeita de doença arterial coronariana, embolia pulmonar, hipotensão, insuficiência respiratória de causa desconhecida ou derrame no pericárdio ou complicações de cirurgia cardiotorácica.</p>

<p>O ecocardiograma é um exame simples utilizado para avaliar o funcionamento do coração de pessoas com ou sem sintomas cardíacos, ou que apresentam doenças cardiovasculares crônicas, como hipertensão ou diabetes.</p>

<h3>Quando fazer o ecocardiograma</h3>

<p>Não há uma frequência pré-determinada para a realização do ecocardiograma. O cardiologista pode indicar a realização do exame sempre que houver a necessidade. Nos casos em que está sendo feito o acompanhamento de doenças cardíacas, por exemplo, pode ser indicado que o ecocardiograma seja feito a cada 1 a 6 meses, dependendo da gravidade da doença.</p>

<p>De forma geral, como forma de acompanhamento da saúde, o médico pode indicar a realização do ecocardiograma a cada 1 a 2 anos, desde que não existam sinais ou sintomas de alterações cardíacas.</p>

<h2>Tipos de ecocardiograma</h2>

<p>De acordo com o objetivo da realização do exame, podem ser realizados diferentes ecocardiogramas, sendo os principais:</p>

<ul>
	<li><strong>Ecocardiograma transtorácico:</strong> é o exame mais comumente realizado, em que o equipamento é colocado na região torácica;</li>
	<li><strong>Ecocardiograma de estresse: </strong>é feito da mesma forma que o ecocardiograma transtorácico, porém, as imagens são obtidas antes e após a realização de exercícios, ou utilização de remédios, em ambiente hospitalar;</li>
	<li><strong>Ecocardiograma fetal:</strong> realizado durante a gravidez para avaliar o coração do bebê e identificar doenças;</li>
	<li><strong>Ecocardiograma com doppler: </strong>especialmente indicado para avaliar o fluxo de sangue pelo coração, especialmente útil nas valvulopatias;</li>
	<li><strong>Ecocardiograma transesofágico:</strong> é indicado para avaliar também a região do esôfago em busca de doenças. Veja <a href=\"/ecocardiograma-transesofagico/\">como é feito o ecocardiograma transesofágico.</a></li>
</ul>

<p>Esse exame também pode ser realizado de forma unidimensional, ou bidimensional, que significa que as imagem geradas avaliam 2 ângulos diferentes ao mesmo tempo, e em forma tridimensional, que avalia 3 dimensões ao mesmo tempo, sendo mais moderno e credível.</p>

<h2>Como se preparar</h2>

<p>O ecocardiograma é um procedimento simples e que não necessita de preparo, com exceção do ecocardiograma transesofágico, em que é recomendado que a pessoa não coma cerca de 3 horas antes do exame.</p>

<h2>Como é feito o ecocardiograma</h2>

<p>O ecocardiograma é normalmente feito no consultório do cardiologista ou em uma clínica de exames de imagem, e dura de 15 a 20 minutos. Basta a pessoa deitar na maca de barriga para cima ou de sobre o lado esquerdo, e retirar ou subir a camisa. </p>

<p>Em seguida, o médico aplica um pouco de gel sobre a região do peito em que está localizado o coração e desliza o equipamento de ultrassom que gera imagens para um computador, de vários ângulos diferentes. </p>

<p>Durante o exame, o médico pode pedir que a pessoa mude de posição ou que realize movimentos respiratórios específicos para que seja possível ter um resultado mais preciso. Após o ecocardiograma a pessoa pode voltar à sua rotina normalmente.</p>

<h2>Quem não deve fazer</h2>

<p>Não existe nenhuma contraindicação para a realização deste exame, que pode ser feito até mesmo em bebês e crianças, sendo também indicada a sua realização por atletas amadores e profissionais e pessoas sedentárias que irão começar a praticar atividade física.</p>

<p>No entanto, o ecocardiograma transesofágico não é indicado nos casos de estreitamento do esôfago, tumores, sangramento gastrointestinal agudo ou divertículos.</p>

<p>Já o ecocardiograma de estresse não deve ser feito nos casos de infarto recente, estreitamento da aorta com sintomas graves, exacerbação da insuficiência cardíaca, arritmias não controladas, angina instável não estabilizada ou pericardite aguda, por exemplo.</p>
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						<dc:creator><![CDATA[Drª. Ana Luiza Lima]]></dc:creator>
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					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Ecocardiograma transesofágico: para que serve e como é feito (é perigoso?)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/ecocardiograma-transesofagico/</link>
			<description><![CDATA[Ecocardiograma transesofágico é um exame de imagem por ultrassom que permite a visualização detalhada do coração, como cavidades cardíacas, válvulas e grandes vasos, por meio da introdução de uma sonda flexível no esôfago. Veja para que serve o ecocardiograma transesofágico e como é feito, e saiba se é perigoso.]]></description>
			<pubDate>Mon, 11 May 2026 14:33:34 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O ecocardiograma transesofágico é um exame de imagem por ultrassom que permite a visualização detalhada do coração por meio da introdução de uma sonda flexível no esôfago, estrutura localizada muito próxima ao coração. </p>

<p>Essa proximidade possibilita imagens mais nítidas e precisas das cavidades cardíacas, válvulas, grandes vasos e de possíveis alterações estruturais que, em alguns casos, não são visualizadas pelo exame ecocardiograma transtorácico tradicional.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/ecocardiograma/">
  <span>Leia também: <b>Ecocardiograma: o que é, para que serve e como é feito</b></span>
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    <span class="fake-link">tuasaude.com/ecocardiograma</span>
  </span>
</a>

<p>O exame geralmente é realizado com sedação leve e monitorização contínua da pessoa e, embora seja considerado seguro, o ecocardiograma transesofágico pode causar irritação ou desconforto na garganta e, em casos raros, lesões no esôfago.</p>

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<h2>Quando é indicado</h2>

<p>O ecocardiograma transesofágico é indicado quando há necessidade de uma avaliação mais detalhada das estruturas cardíacas, especialmente em situações em que o ecocardiograma transtorácico não fornece imagens adequadas ou suficientes.</p>

<p>Isso ocorre quando há limitações na visualização causadas pela anatomia da pessoa, como obesidade, doenças pulmonares ou deformidades da parede torácica, ou ainda quando se suspeita de alterações mais complexas.</p>

<p>Também pode ser indicado durante cirurgias cardíacas e procedimentos intervencionistas, auxiliando na monitorização em tempo real da função cardíaca e na avaliação dos resultados obtidos. Saiba <a href=\"/cirurgia-cardiaca/\">quando é indicada a cirurgia cardíaca</a>.</p>

<p>Além disso, é utilizado em pessoas em estado crítico ou com instabilidade hemodinâmica, pois permite avaliar com precisão a estrutura e o funcionamento do coração.</p>

<h2>Para que serve</h2>

<p>O ecocardiograma transesofágico serve para:</p>

<ul>
	<li><strong>Avaliar doenças das válvulas cardíacas</strong>, como estreitamentos ou insuficiências, com maior precisão;</li>
	<li><strong>Investigar suspeita de endocardite infecciosa</strong>, permitindo identificar lesões nas válvulas. Conheça <a href=\"/endocardite/\">os sintomas da endocardite</a>;</li>
	<li><strong>Detectar trombos dentro do coração</strong>, especialmente nos átrios ou ventrículos;</li>
	<li><strong>Avaliar a aorta</strong> e identificar possíveis aneurismas ou dissecções;</li>
	<li><strong>Auxiliar no diagnóstico de cardiopatias congênitas</strong> mais complexas. Veja <a href=\"/cardiopatia-congenita/#tipos\">os tipos de cardiopatias congênitas</a>.</li>
</ul>

<p>O ecocardiograma transesofágico também permite identificar tumores cardíacos, que são crescimentos anormais no interior do coração e que podem ser benignos ou malignos, ajudando a avaliar sua localização e tamanho.</p>

<h2>Preparo para o exame</h2>

<p>O preparo para o ecocardiograma transesofágico geralmente inclui um período de jejum de 6 a 8 horas antes do exame, para reduzir o risco de náuseas e aspiração durante a introdução da sonda. </p>

<p>Em muitos casos, também é avaliada a necessidade de suspender ou ajustar medicamentos, conforme orientação médica.</p>

<p>Além disso, recomenda-se o uso de roupas confortáveis e a remoção de joias, brincos, <em>piercings</em> e próteses dentárias antes do exame.</p>

<p>Também é importante informar previamente ao médico a presença de alergias, especialmente a anestésicos, além de problemas no esôfago, dificuldades para engolir ou distúrbios de sangramento.</p>

<h2>Como é feito</h2>

<p>O ecocardiograma transesofágico é feito seguindo as seguintes etapas:</p>

<ol>
	<li><strong>Realizar a monitorização dos sinais vitais</strong>, para acompanhar a frequência cardíaca, pressão arterial e oxigenação, e a colocação de um acesso venoso, para a administração de sedativos;</li>
	<li><strong>Aplicar um spray anestésico</strong>, geralmente lidocaína, na garganta, para reduzir o reflexo de vômito e o desconforto;</li>
	<li><strong>Administrar sedação leve</strong>, para promover relaxamento, reduzir a ansiedade e tornar o exame mais confortável;</li>
	<li><strong>Posicionar a pessoa de forma adequada</strong>, geralmente deitado sobre o lado esquerdo, com uso de um protetor bucal;</li>
	<li><strong>Introduzir a sonda flexível pela boca até o esôfago</strong>, podendo ser solicitado que a pessoa realize movimentos de deglutição para facilitar a passagem da sonda;</li>
	<li><strong>Registrar as imagens do coração</strong> e das estruturas adjacentes em tempo real;</li>
	<li><strong>Retirar a sonda</strong> após a conclusão do exame.</li>
</ol>

<p>Após a realização do ecocardiograma transesofágico, a pessoa permanece em observação até que os efeitos da sedação diminuam completamente.</p>

<p>O exame costuma levar, em média, de 20 a 40 minutos, podendo variar conforme a complexidade do caso e a necessidade de obtenção de imagens adicionais.</p>

<h3>Sedação do ecocardiograma transesofágico</h3>

<p>A sedação utilizada no ecocardiograma transesofágico não é anestesia geral, e na maioria dos casos a pessoa permanece acordada, porém sonolenta e bastante relaxada, com redução da ansiedade e do desconforto durante o exame.</p>

<p>Esse estado de sedação facilita a passagem da sonda pelo esôfago e contribui para a obtenção de imagens mais estáveis e de melhor qualidade, já que diminui reflexos como náusea e movimentos involuntários.</p>

<p>Entretanto, não é recomendado dirigir ou realizar atividades que exijam atenção nas horas seguintes, sendo indicado que esteja acompanhado até a completa recuperação dos efeitos do medicamento.</p>

<h2>Ecocardiograma transesofágico é perigoso?</h2>

<p>O ecocardiograma transesofágico é, em geral, considerado um exame seguro, principalmente quando realizado por profissionais treinados e com os devidos cuidados. </p>

<p>No entanto, por envolver a introdução de uma sonda pelo esôfago, não é totalmente isento de riscos. Durante o procedimento, pode haver desconforto na garganta, náuseas ou irritação local, especialmente após o exame. </p>

<p>Em casos mais raros, podem ocorrer complicações como lesões no esôfago, sangramentos ou reações à sedação utilizada. </p>

<p>Apesar dessas possibilidades, a ocorrência de eventos graves é incomum, e o exame costuma ser indicado justamente quando os benefícios para o diagnóstico superam os riscos, oferecendo informações importantes.</p>
]]></content:encoded>
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					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Bolinhas no corpo: 7 principais causas (e o que fazer)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/bolinhas-no-braco/</link>
			<description><![CDATA[A presença de pequenas bolinhas no corpo geralmente não é grave, mas pode ser sinal de alergia, queratose pilar ou intolerância ao glúten, sendo importante consultar o dermatologista para que possa ser iniciado o tratamento mais adequado. Conheça as principais causas de bolinhas no corpo e o que fazer.]]></description>
			<pubDate>Mon, 11 May 2026 13:31:40 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>As pequenas bolinhas no corpo, que podem surgir em adultos ou crianças, geralmente não indicam nenhuma doença grave, acontecendo principalmente devido à queratose pilar, espinhas, foliculite ou alergia na pele, por exemplo.</p>

<p>Por outro lado, a presença de bolinhas no corpo pode ser também sinal de intolerância ao glúten, principalmente se for acompanhada por coceira intensa e sintomas gastrointestinais.</p>

<p>Na presença de bolinhas na pele, é importante que o <a href=\"/marcar-consulta/dermatologista/\">dermatologista</a> seja consultado, pois assim é possível avaliar as características das bolinhas, local em que aparecem e se estão acompanhadas por outros sintomas e, dessa forma, ser possível concluir o diagnóstico e iniciar o tratamento mais adequado.</p>

<p>As principais causas de bolinhas no corpo são:</p>

<h2>1. Queratose pilar</h2>

<figure 
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<p>As bolinhas que resultam de queratose pilar, surgem principalmente na parte lateral e parte de trás dos braços ou no bumbum, devido a produção excessiva de queratina pela pele.</p>

<p>Esta alteração é uma característica genética, e por isso não tem cura, mas quando não é devidamente tratada pode inflamar, caso a pessoa fique mexendo com as mãos sujas, e levar ao escurecimento de algumas regiões da pele.</p>

<p><strong>O que fazer: </strong>as bolinhas tendem a aparecer com mais frequência no verão, devido ao suor e ao uso de roupas apertadas.</p>

<p>Por isso, recomenda-se usar vestuário fresco, que deixe a pele \"respirar\" e evitar fazer esfoliações, pois elas pode agravar o quadro. É indicado o uso de hidratantes corporais à base de ureia, ácido glicólico ou ácido salicílico para controlar a produção de células mortas e conferir a hidratação necessária. Saiba <a href=\"/queratose-pilar/\">mais sobre a queratose pilar.</a></p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]</p>

<h2>2. Espinhas ou cravos</h2>

<figure 
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<p>As espinhas e cravos têm a aparência de bolinhas avermelhadas e afetam com mais frequência adolescentes e jovens, especialmente no verão e podem até mesmo causar alguma coceira, principalmente quando o corpo está transpirado.</p>

<p><strong>O que fazer:</strong> é aconselhado lavar bem a região e usar produtos adaptados para peles acneicas, como o Acnase ou o Vitanol A, por exemplo, para controlar a produção de sebo e a oleosidade da pele e evitar que as espinhas se tornem maiores e inflamadas.</p>

<p>Em relação aos cravos, deve-se resistir à vontade de espremer, porque esse hábito pode gerar pequenas cicatrizes que depois são difíceis de remover. Saiba as <a href=\"/como-eliminar-as-espinhas/\">melhores formas de combater cravos e espinhas.</a></p>

<h2>3. Foliculite</h2>

<figure 
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<p>Os pelos encravados são outra causa comum do surgimento de pequenas bolinhas ou carocinhos nos braços, virilhas, pernas e axilas, que normalmente estão relacionadas a depilação com lâmina, mas também pode acontecer quando se usa roupas muito apertadas, que ficam roçando na pele, dificultando o crescimento do pelo.</p>

<p><strong>O que fazer: </strong>deve-se esfoliar a pele com frequência, principalmente antes de fazer a depilação e sempre usar roupas mais largas que não fiquem muito justas ao corpo.</p>

<p>Quando existe a suspeita de que o local infeccionou, o dermatologista pode receitar uma pomada antibiótica para aplicar durante 7 a 10 dias. Veja <a href=\"/foliculite/\">mais sobre a foliculite.</a></p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/causas-de-bolinhas-no-braco/">
  <span>Leia também: <b>Bolinhas nos braços: o que pode ser e o que fazer</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/causas-de-bolinhas-no-braco</span>
  </span>
</a>

<h2>4. Alergia na pele</h2>

<figure 
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<p>A alergia na pele pode causar intensa coceira, que pode levar até mesmo a formação de pequenas crostas ou ferir a pele. A alergia pode ser causada por alguns alimentos, pelos de animais, tecido da roupa, produtos cosméticos diferentes ou algum bichinho que entrou em contato com a pele, por exemplo.</p>

<p><strong>O que fazer:</strong> o dermatologista ou <a href=\"/marcar-consulta/alergologista/\">alergologista</a> pode recomendar um tratamento com um antialérgico, como hidroxizina ou cetirizina, por exemplo, e a lavagem da área que foi exposta ao alérgeno, nos casos mais leves. Em casos mais graves é preciso ir a uma urgência, pois pode ser necessário uso de medicamentos injetáveis. Saiba <a href=\"/remedio-para-alergia/\">mais exemplos de remédios para alergia.</a></p>

<h2>5. Herpes zóster</h2>

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<p>O herpes zóster é uma doença infecciosa causada pelo mesmo vírus da catapora e que tem como principal sintoma o aparecimento de bolinhas vermelhas na pele, principalmente no tórax, costas e barriga, e evoluem para bolhas que coçam e doem bastante. Conheça <a href=\"/herpes-zoster/\">outros sintomas da herpes zóster.</a></p>

<p><strong>O que fazer: </strong>é importante que o clínico geral, dermatologista ou <a href=\"/marcar-consulta/infectologista/\">infectologista</a> seja consultado para que possa ser concluído o diagnóstico e, assim, poder ser indicado o tratamento para aliviar a dor causada pela bolhas e diminuir a atividade do vírus, sendo normalmente indicado o uso de antivirais.</p>

<h2>6. Intolerância ao glúten</h2>

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<p>A intolerância ao glúten, além dos sintomas gastrointestinais, pode também ter como sintoma a dermatite, que é uma alteração de pele em que podem ser percebidas bolinhas no corpo e que coçam bastante, além de também poder haver sensação de queimação no local das bolhas e descamação local.</p>

<p><strong>O que fazer:</strong> o médico pode indicar o uso de pomadas ou cremes no local das bolhas, para aliviar os sintomas, além ser recomendada mudança nos hábitos alimentares, evitando ao máximo alimentos que contenha glúten em sua composição, como trigo, centeio e cevada, por exemplo. Veja <a href=\"/dieta-para-doenca-celiaca/\">como eliminar o glúten da dieta.</a></p>

<h2>7. Dermatite atópica</h2>

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<p>A dermatite atópica é uma inflamação crônica da pele que pode causar ressecamento, coceira, vermelhidão e bolinhas na pele, principalmente nas dobras dos braços e joelhos, pescoço, mãos e pés em adultos, ou bochechas e próximo às orelhas em bebês.</p>

<p><strong>O que fazer:</strong> o tratamento varia de acordo com a gravidade dos sintomas, podendo ser indicado pelo dermatologista o uso de cremes ou pomadas corticoides ou imunossupressoras, como a betametasona ou tacrolimo, comprimidos corticoides ou antialérgicos, ou injeção de dupilumabe, por exemplo. Veja <a href=\"/tratamento-para-dermatite-atopica/\">os principais tratamentos para a dermatite atópica</a>.</p>
]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Danielle Paiva]]></dc:creator>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/kv/jz/bolinhas-no-braco_633.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[6 sintomas de H. pylori no estômago (com teste online)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/sintomas-de-h-pylori/</link>
			<description><![CDATA[A H. pylori é uma bactéria que pode sobreviver no estômago e causar vários sintomas desagradáveis como indigestão e arrotos frequentes. Veja outros sintomas de H. pylori que deve ficar atento e faça nosso teste online para saber quais as chances de estar com essa bactéria.]]></description>
			<pubDate>Mon, 11 May 2026 13:31:23 +0000</pubDate>
						<guid isPermaLink="false">ts-18738-ptpt</guid>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sintomas de<em> H. pylori </em>surgem à medida que a bactéria se desenvolve, causando sensação de barriga inchada, perda do apetite, sensação de queimação no estômago, enjoo, arrotos e gases em excesso.</p>

<p>A <em>Helicobacter pylori</em>, também conhecida por <em>H. pylori</em>, é uma bactéria que pode sobreviver no estômago, sem causar qualquer sinal ou sintoma. No entanto, quando a pessoa tem hábitos alimentares poucos saudáveis é possível favorecer o desenvolvimento da bactéria, o que pode levar ao aparecimento de úlceras no estômago ou no intestino ou o desenvolvimento de gastrite.</p>

<p>Na presença de sinais e sintomas indicativos de infecção por <em>H. pylori</em>, é importante que o gastroenterologista seja consultado para que seja confirmado o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado. Conheça <a href=\"/h-pylori/\">mais sobre a infecção por <em>H. pylori</em>.</a></p>

<figure 
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        alt="Imagem ilustrativa número 1" 
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                  </div>
    </figure>

<h2>Sintomas de <em>H. pylori</em></h2>

<p>Os principais sintomas de <em>H. pylori</em> são:</p>

<ol>
	<li>Sensação de barriga inchada;</li>
	<li>Perda do apetite;</li>
	<li>Dor e sensação de queimação no estômago;</li>
	<li>Enjoos e vômitos;</li>
	<li>Arrotos ou gases intestinais em excesso;</li>
	<li>Fezes muito escuras ou com sangue.</li>
</ol>

<p>A infecção por <em>H. pylori</em> causa uma inflamação constante do revestimento do estômago, que, ao longo do tempo, acaba resultando em pequenas úlceras gástricas, que são feridas no estômago que podem causar intensa dor e sangramento.</p>

<p>Além disso, se não for tratado de forma adequada, o<em> H. pylori</em> pode resultar numa inflamação crônica do estômago que aumenta para até 8 vezes mais o risco de desenvolver algum tipo de câncer gástrico. Assim, embora a infecção por <em>H. pylori</em> não seja um diagnóstico de câncer, pode indicar que a pessoa tem maior risco de ter câncer no estômago, se não fizer o tratamento adequado.</p>

<h2>Teste de sintomas de <em>H. pylori</em></h2>

<p>Se acha que pode estar com<em> H. pylori</em>, indique os sintomas que está sentindo, para saber qual o seu risco:</p>

<p>{TESTE_SINTOMAS_H_PYLORI}</p>

<p>O teste de sintomas é uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substitui a consulta com o gastroenterologista ou clínico geral.</p>

<h2>Como confirmar o diagnóstico</h2>

<p>O médico mais indicado para confirmar o diagnóstico de<em> H. pylori</em> é o gastroenterologista. Nos casos de sintomas simples, como náuseas e indigestão, o médico pode pedir exames de sangue, de fezes ou o teste respiratório com ureia marcada, que podem detectar a presença da <em>H. pylori </em>sem causar dor nem precisar de preparação especial do paciente.</p>

<p>No entanto, caso existam sintomas graves como vômitos ou presença de sangue nas fezes, são recomendados exames como a endoscopia com biópsia, que avalia também a presença de úlceras, inflamação ou câncer no estômago, ou o teste da urease, que minutos depois é capaz de dar o diagnóstica da presença ou não da<em> H. pylori</em>.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/urease/">
  <span>Leia também: <b>Teste da urease: o que é, como é feito e resultado positivo</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/urease</span>
  </span>
</a>

<p>Além disso, esses exames podem ser repetidos no final do tratamento para verificar se a bactéria foi eliminada do estômago.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/medico-responde/como-saber-se-a-bacteria-h-pylori-morreu/">
  <span>Leia também: <b>Como saber se a bactéria H. pylori morreu?</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/medico-responde/como-saber-se-a-bacteria-h-pylori-morreu</span>
  </span>
</a>

<p>Marque uma consulta com o gastroenterologista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a possibilidade de <em>H. pylori</em>:</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]</p>

<h2>Como se pega a bactéria</h2>

<p>A infecção por <em>H. pylori</em> é relativamente comum, pois a bactéria é transmitida principalmente através da saliva ou do contato oral com água e alimentos que tiveram em contato com fezes contaminadas. Assim, alguns fatores que aumentam as chances de pegar uma infecção por <em>H. pylori </em>incluem:</p>

<ul>
	<li>Beber água contaminada ou não filtrada;</li>
	<li>Viver com uma pessoa infectada por H. pylori;</li>
	<li>Viver numa casa com muitas outras pessoas.</li>
</ul>

<p>Assim, para prevenir esta infecção, é muito importante ter cuidados com higiene, como lavar as mãos antes de comer e após ir ao banheiro, além de evitar dividir talheres e copos com outras pessoas. Além disso, ter hábitos de vida pouco saudáveis como fumar, beber bebidas alcoólicas em excesso ou ter uma alimentação pouco equilibrada também aumentam o risco de pegar este tipo de bactéria.</p>

<h2>Como é feito o tratamento para <em>H. pylori</em></h2>

<p>O tratamento deve ser orientado pelo gastroenterologista e normalmente é feito com a associação de remédios como Omeprazol, Claritromicina e Amoxicilina. Além disso, é importante ter uma alimentação adequada, evitando consumir alimentos que estimulem a secreção de suco gástrico, como café, chá preto e refrigerantes, e aumentando o consumo de alimentos probióticos, frutas, verduras e carboidratos e fácil digestão. Veja <a href=\"/dieta-para-h-pylori/\">como deve ser a dieta para <em>H. pylori</em>.</a></p>
]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Danielle Paiva]]></dc:creator>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/vx/at/sintomas-de-h-pylori_25526.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[14 alimentos ricos em Ômega 3 (com receitas)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/alimentos-ricos-em-omega-3/</link>
			<description><![CDATA[Os alimentos ricos em ômega 3, como a linhaça, o azeite e alguns peixes, ajudam na prevenção de doenças, como a pressão alta e o infarto. Além disso, esses alimentos melhoram a atenção, a memória e a concentração. Conheça os alimentos ricos em ômega 3 e como consumir com algumas receitas saborosas.]]></description>
			<pubDate>Mon, 11 May 2026 13:24:42 +0000</pubDate>
						<guid isPermaLink="false">ts-46907-ptpt</guid>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os alimentos ricos em ômega 3, como linhaça, azeite, nozes, amêndoas e alguns peixes, são excelentes para a saúde, pois ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares, como pressão alta, derrame e infarto. </p>

<p>Além disso, os alimentos ricos em ômega 3 também promovem o bom funcionamento do cérebro, pois ajudam a melhorar a atenção, a memória e a concentração, assim como evitar doenças como a depressão.</p>

<p>Vale lembrar que estes alimentos também podem ser usados de forma complementar no tratamento de doenças como depressão, e até no tratamento de inflamações crônicas, como artrite reumatoide.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/omega-3/">
  <span>Leia também: <b>Ômega 3: benefícios, alimentos (e quantidade recomendada)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/omega-3</span>
  </span>
</a>

<figure 
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                  </div>
    </figure>

<h2>Lista dos alimentos ricos em ômega 3</h2>

<p>A seguinte tabela indica a quantidade de ômega 3 presente em cada 100g dos alimentos:</p>

<div class="table-responsive custom-scrollbar"><table class="table-striped">
	
		<tr>
			<th>
			<p>Alimentos ricos em ômega 3</p>
			</th>
			<th>
			<p>Quantidade de ômega 3 </p>
			</th>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>1. Sardinha</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>0,25 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>2. Arenque</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>2 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>3. Cavalinha</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>1,2 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>4. Anchova</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>1,2 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>5. <a href=\"/salmao/\">Salmão</a> </strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>2,8 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>6. Truta</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>1 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>7. Atum</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>0,5 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>8. Ostras</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>0,85 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>9. Sementes de chia</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>18 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>10. Sementes de linhaça</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>6,3 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>11. Óleo de linhaça prensado a frio</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>60 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>12. Óleo de soja prensado a frio</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>7,6 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>13. Óleo de canola prensado a frio</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>6,78 g</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>14. Nozes</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>8,82 g</p>
			</td>
		</tr>
	
</table></div>

<p>Veja com a nossa nutricionista algumas dicas de como escolher peixes ricos em ômega 3 no vídeo seguinte:</p>


<section class="youtube-videos" id="">
    <div class="">
                <div class="youtube-videos-list  youtube-single" data-videos="1">
                                            <div class="youtube-video ">
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                        >
                        </youtube-video>
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                    </div>

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                            <h4 class="youtube-video-title">BENEFÍCIOS DO ÔMEGA 3 - Fontes naturais e melhores suplementos</h4>
                                                            <small class="youtube-video-views">
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                    </div>
                </div>
                    </div>

            </div>

    </section>




<h2>Alimentos enriquecidos com ômega 3</h2>

<p>Alimentos como manteiga, leite, ovos e pães podem ser enriquecidos e são boas opções para aumentar o consumo do ômega 3 na alimentação.</p>

<p>No entanto, a qualidade e quantidade de ômega 3 adicionado nestes alimentos ainda é muito pequena, sendo importante priorizar a ingestão dos alimentos naturalmente ricos nesse nutriente, que devem ser consumidos pelo menos 2 vezes por semana.</p>

<h2>Quantidade diária recomendada de ômega 3</h2>

<p>A quantidade diária recomendada de ômega 3 varia de acordo com a idade e o sexo, conforme a tabela a seguir:</p>

<div class="table-responsive custom-scrollbar"><table class="table-striped">
	
		<tr>
			<th>
			<p>Faixa etária</p>
			</th>
			<th>
			<p>Quantidade de ômega 3 por dia</p>
			</th>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>Bebê até 1 ano</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>500 mg</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>Entre 1 e 3 anos</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>700 mg</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>Entre 4 e 8 anos</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>900 mg</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>Meninos de 9 a 13 anos</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>1200 mg</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>Meninas de 9 a 13 anos</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>1000 mg</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>Meninos de 14 a 18 anos</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>1600 mg</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>Meninas de 14 a 18 anos</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>1100 mg</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>Homens adultos e idosos</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>1600 mg</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>Mulheres adultas e idosas</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>1100 mg</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>Mulheres na gravidez</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>1400 mg</p>
			</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>
			<p><strong>Mulheres que amamentam</strong></p>
			</td>
			<td>
			<p>1300 mg</p>
			</td>
		</tr>
	
</table></div>

<h2>Quando tomar suplementos de ômega 3 </h2>

<p>A suplementação de ômega 3 normalmente é feita com a ingestão de cápsulas contendo óleo de peixe, óleo de krill, óleo de fígado de bacalhau  ou produtos vegetarianos com óleo de algas e devem ser recomendados por um médico ou nutricionista. As cápsulas dos suplementos à base de óleo de peixe contém, em média, 1.000 mg de óleo de peixe em cada cápsula, contendo 180 mg de EPA e 120mg de DHA.</p>

<p>Os suplementos de ômega 3 podem ser indicados durante a gestação e amamentação, quando se tem deficiência deste nutriente ou como auxiliar para diminuir os níveis de triglicerídeos no sangue. Conheça <a href=\"/beneficios-do-omega-3-na-gravidez/\">os benefícios do ômega 3 durante a gravidez</a>.</p>

<h2>Receitas ricas em ômega 3</h2>

<p>A seguir, sugerimos algumas receitas ricas em ômega 3 para uma alimentação saudável e saborosa:</p>

<h3>1. Panqueca low carb com linhaça e chia</h3>

<p><strong>Ingredientes:</strong></p>

<ul>
	<li>1 ovo;</li>
	<li>30 ml de água;</li>
	<li>10 ml de creme de leite;</li>
	<li>10 gramas de farinha de linhaça;</li>
	<li>1 colher de chá de semente de chia;</li>
	<li>140 gramas de espinafre lavados e escorridos;</li>
	<li>1 colher de sopa de azeite;</li>
	<li>1/4 de cebola picada;</li>
	<li>1 pitada de orégano;</li>
	<li>3 pitadas de sal;</li>
	<li>50 gramas de ricota fresca.</li>
</ul>

<p><strong>Modo de preparo:</strong></p>

<p>Em uma vasilha, colocar o ovo, a água, o creme de leite e misturar. Acrescentar a farinha, 1 pitada de sal, a semente de chia e mexer bem. Untar a frigideira com um pouco do azeite e aquecer. Colocar um pouco da massa, deixando cozinhar até soltar do fundo e virar, com cuidado, para cozinhar do outro lado. Fazer os discos das panquecas e reservar. Para o recheio, aquecer uma frigideira com um pouco do azeite e dourar a cebola. Acrescentar o espinafre, o orégano e 2 pitadas de sal. Mexer por 1 minuto e desligar o fogo. Misturar bem a ricota ao espinafre e rechear as panquecas. Fechar e cobrir com o molho de preferência.</p>

<h3>2. Atum grelhado com legumes</h3>

<p><strong>Ingredientes:</strong></p>

<ul>
	<li>400g  de batatas;</li>
	<li>4 postas de atum;</li>
	<li>1 cebola roxa;</li>
	<li>2 cenouras;</li>
	<li>1 abobrinha;</li>
	<li>2 dentes de alho;</li>
	<li>1 colher de sobremesa de alcaparras;</li>
	<li>1 molho de coentros frescos e lavados;</li>
	<li>1/2 xícara de chá de azeite de oliva;</li>
	<li>1 colher de sopa de sementes de girassol;</li>
	<li>Pimenta do reino à gosto.</li>
</ul>

<p><strong>Modo de preparo:</strong></p>

<p>Pré aquecer o forno a 200 ºC. Lavar as batatas e cortar em rodelas finas e colocar em uma tigela com água fria. Cortar a cebola e as cenouras em rodelas finas, amassar os alhos e reservar. Triturar as alcaparras com as folhas de coentro e o azeite (reservando 1 colher de sopa) em um processador ou liquidificador até ficar homogêneo e reservar. Escorrer e enxugar bem as rodelas de batata e colocar em uma tigela.</p>

<p>Acrescentar os restantes dos legumes preparados, temperando-os com 1 colher de sopa de molho de coentros. Espalhar os legumes em um tabuleiro forrado com papel alumínio ou manteiga e levar ao forno por 20 a 30 minutos.</p>

<p>Untar uma frigideira antiaderente com 1 colher de sopa de azeite e, quando estiver bem quente, grelhar os bifes de atum por 3 minutos de cada lado. Colocar o restante do molho de coentro por cima do atum grelhado e servir junto com os legumes assados e salpicados com as sementes de girassol.</p>
]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Tatiana Zanin]]></dc:creator>
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					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[15 alimentos sem glúten para usar na dieta (com receitas)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/alimentos-sem-gluten/</link>
			<description><![CDATA[Os alimentos sem glúten são alimentos como frutas, verduras e carnes. Confira uma lista mais completa e saiba que alimentos têm glúten e quais são isentos, sendo liberados para adicionar na dieta de pessoas com intolerância ao glúten ou doença celíaca.]]></description>
			<pubDate>Mon, 11 May 2026 13:18:09 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os principais alimentos sem glúten são as frutas, vegetais e carnes, pois não possuem a proteína em sua composição. Além disso, existem algumas farinhas que podem ser utilizadas para substituir a farinha de trigo ou de centeio (que contêm glúten), como farinha de arroz, farinha de amêndoa ou farinha de mandioca, por exemplo.</p>

<p>Os alimentos sem glúten são importantes para as pessoas que possuem doença celíaca, intolerância ou sensibilidade ao glúten, e também para pessoas com autismo, já que essa proteína pode causar inflamação no intestino e sintomas como diarreia e dor abdominal, dificultando a absorção de alguns nutrientes.</p>

<p>No entanto, consumir alimentos sem glúten pode trazer benefícios para todas as pessoas, incluindo àquelas que não têm intolerância ou alergia à proteína, já que os alimentos com glúten podem provocar inflamação, inchaço e desconforto abdominal.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/gluten/">
  <span>Leia também: <b>Glúten: o que é, alimentos que contêm e outras dúvidas</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/gluten</span>
  </span>
</a>

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<h2>Lista de alimentos sem glúten</h2>

<p>Os principais alimentos sem glúten são:</p>

<ol>
	<li>Frutas;</li>
	<li>Legumes, vegetais e tubérculos como inhame, <a href=\"/mandioca/\">mandioca</a>, batata e batata doce;</li>
	<li>Carnes, ovos, mariscos e peixes;</li>
	<li>Feijão, ervilha, lentilha e soja;</li>
	<li>Farinha de arroz, farinha de mandioca, amêndoa, coco, alfarroba, quinoa e ervilha;</li>
	<li>Arroz, milho, trigo sarraceno e quinoa;</li>
	<li>Maisena (amido de milho);</li>
	<li>Goma de tapioca;</li>
	<li>Fécula de batata;</li>
	<li>Polenta;</li>
	<li>Sal, açúcar, chocolate em pó, cacau;</li>
	<li>Gelatina;</li>
	<li>Óleos vegetais, incluindo o azeite de oliva;</li>
	<li>Oleaginosas, como amêndoas, nozes, castanha, amendoim e pistache;</li>
	<li>Leite, iogurte, manteiga e queijos.</li>
</ol>

<p>Existem também outros alimentos sem glúten que podem ser encontrados em lojas de produtos naturais como pão e macarrão, por exemplo, mas neste caso o rótulo do produto deve indicar \"alimento sem glúten\" ou \"gluten free\" para poderem ser consumidos.</p>

<h2>Como fazer uma dieta sem glúten</h2>

<p>Uma dieta sem glúten consiste em eliminar alguns alimentos e preparações que contenham trigo, cevada, centeio ou aveia (com glúten), incluindo bolos, macarrão, bolachas, biscoitos ou pão, por exemplo. Veja <a href=\"/alimentos-que-contem-gluten/\">outros alimentos que contém glúten.</a></p>

<p>Alguns alimentos podem ser consumidos na dieta sem glúten, como macarrão feito com farinha de milho e de arroz, biscoito de farinha de araruta e amido de milho ou pão com farinha de grão de bico e farinha de arroz, por exemplo. Estes alimentos podem ser preparados em casa ou adquiridos já prontos, ajudando a manter uma alimentação saborosa e nutritiva.</p>

<p>Essa dieta é muito utilizada por pessoas que têm intolerância ou alergia ao glúten, para diminuir a inflamação, melhorando o funcionamento do intestino e a absorção dos nutrientes. Saiba <a href=\"/como-fazer-uma-dieta-sem-gluten/\">mais sobre a dieta sem glúten e quando é indicada.</a></p>

<p>No entanto, a dieta sem glúten também tem sido usada com o objetivo de auxiliar na perda de peso, já que contribui para eliminar da alimentação farinhas refinadas e alguns carboidratos que favorecem o ganho de peso. Seja qual for o objetivo da dieta, é importante consultar um nutricionista para que seja oferecida uma alimentação variada e que todos os nutrientes essenciais sejam consumidos.</p>

<h2>Receitas sem glúten</h2>

<p>As receitas para doença celíaca não devem conter trigo, cevada, centeio ou aveia (com glúten) porque estes cereais contêm glúten.</p>

<h3>1. Pão sem glúten</h3>

<p>Confira com a nossa nutricionista uma receita de pão sem glúten e fácil de fazer:</p>


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                            <h4 class="youtube-video-title">Receita de PÃO DE AVEIA fácil, rápido e sem glúten</h4>
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            </div>

    </section>




<p>A farinha de milho e a aveia podem conter traços de glúten, já que esses alimentos são processados em lugares onde a farinha de trigo, centeio ou cevada também são processados. Por isso, é muito importante ler o rótulo dos alimentos antes de comprá-los, não só desses produtos, mas de qualquer alimento industrializado.</p>

<p>Além disso, no caso das pessoas celíacas, a aveia livre de glúten deve ser consumida sob a orientação de um nutricionista, porque apesar de não conter glúten, em alguns casos o organismo pode criar uma reação imune contra as proteínas da aveia, piorando a alergia.</p>

<h3>2. Bolo de fécula de batata</h3>

<p><strong>Ingredientes: </strong></p>

<ul>
	<li>8 ovos;</li>
	<li>1/2 xícara de mel;</li>
	<li>1 caixa ( 200 g) de fécula de batata;</li>
	<li>Raspas de limão ou de laranja.</li>
</ul>

<p><strong>Modo de preparo: </strong></p>

<p>Bater as claras em neve e reservar. Colocar as gemas na batedeira e bater bem, acrescentar o mel e continuar batendo. Continuar batendo e despejar aos poucos a fécula de batata, com o uso de uma peneira, e depois as raspas de limão.</p>

<p>Com uma colher de pau, misturar delicadamente as claras em neve à mistura batida. Untar uma forma alta e grande e despejar a massa. Assar em forno pré aquecido a 180 ºC por 30 a 40 minutos. Esperar esfriar, desenformar e servir.</p>

<h3>3. Quibe de quinoa</h3>

<p><strong>Ingredientes: </strong></p>

<ul>
	<li>1/3 xícara de chá de quinoa em grãos crua;</li>
	<li>1 xícara de chá de água;</li>
	<li>400g de carne moída magra;</li>
	<li>1/2 cebola média picada;</li>
	<li>hortelã</li>
	<li>Sal e pimenta síria ou do reino à gosto.</li>
</ul>

<p><strong>Modo de preparo:</strong></p>

<p>Lavar bem, picar as folhas de hortelã e reservar. Lavar, escorrer e colocar a quinoa para cozinhar junto com 1 xícara de chá de água por 10 minutos. Após, misturar a quinoa, a cebola, a hortelã e a carne moída em uma tigela. Temperar com o sal e a pimenta à gosto.</p>

<p>Transferir a massa para uma travessa e levar para assar asse em forno a 200ºC por 15 a 20 minutos, até ficar dourado. Pode ser que o quibe solte um pouco de água, podendo-se abrir o forno com cuidado e retirar o excesso de líquido da travessa. Esperar amornar e servir.</p>

<h3>4. Pão de batata</h3>

<p><strong>Ingredientes:</strong></p>

<ul>
	<li>2 tabletes de fermento fresco (30 g);</li>
	<li>1 caixa de creme de arroz (200 g);</li>
	<li>2 batatas grandes cozidas e espremidas (cerca de 400 g);</li>
	<li>2 colheres de sopa de manteiga;</li>
	<li>1/2 xícara de leite de vaca ou leite vegetal morno;</li>
	<li>3 ovos;</li>
	<li>½ xícara de água fria;</li>
	<li>2 colheres de café de sal;</li>
	<li>1 pacote de fécula de batata (200 g);</li>
	<li>2 colher de sopa de amido de milho.</li>
</ul>

<p><strong>Modo de preparo:</strong></p>

<p>Misturar o fermento, a metade do creme de arroz e deixar descansar por 5 minutos. À parte, bater em batedeira a batata cozida e espremida, a manteiga, o leite, os ovos e o sal, até misturar bem os ingredientes. Retirar da batedeira, adicionar a mistura de fermento reservada, o restante do creme de arroz, a fécula de batata e misturar bem com uma colher até formar uma massa homogênea.</p>

<p>Untar uma forma de pão ou de bolo inglês grande e polvilhar com o creme de arroz. Colocar a massa e deixar descansar em local protegido por 30 minutos. Pincelar a massa com o amido de milho diluído em ½ xícara de chá de água fria e levar para assar em forno pré-aquecido a 180 ºC por cerca de 40 minutos. Esperar amornar e servir.</p>

<h3>5. Pudim de quinoa</h3>

<p><strong>Ingredientes:</strong></p>

<ul>
	<li>3/4 de xícara de quinoa em grãos;</li>
	<li>4 xícaras de leite de arroz;</li>
	<li>1/2 xícara de mel;</li>
	<li>2 ovos;</li>
	<li>1/4 de colher de sopa de cardamomo;</li>
	<li>1/2 xícara de chá de uvas passas sem caroço;</li>
	<li>1/4 de xícara de chá de damascos secos picados.</li>
</ul>

<p><strong>Modo de preparo:</strong></p>

<p>Colocar a quinoa e 3 xícaras do leite de arroz numa panela grande e levar ao fogo baixo para cozinhar, mexendo sempre, durante 15 minutos.</p>

<p>Em uma tigela, misturar o mel, o cardamomo, os ovos e o restante do leite de arroz e misturar bem. Colocar esta mistura na mesma panela da quinoa e acrescentar as uvas passas e os damascos.</p>

<p>Mexer tudo em fogo baixo por 3 a 5 minutos ou até a mistura ficar bem consistente. Após, despejar o pudim em taças individuais, levar à geladeira por 8 horas e servir frio.</p>
]]></content:encoded>
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					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[5 remédios caseiros para aliviar a dor de dente]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/remedio-caseiro-para-dor-de-dente/</link>
			<description><![CDATA[Bochechos com água morna e sal são uma boa opção natural para aliviar rapidamente a dor de dente, devido às suas propriedades anti-inflamatórias e antissépticas. Veja como fazer os bochechos e confira outras opções naturais comprovadas que ajudam a acabar com a dor de dente.]]></description>
			<pubDate>Mon, 11 May 2026 12:58:49 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns remédios caseiros para dor de dente são o cravo da índia, colocar um pedaço de alho na gengiva, fazer gargarejo com água morna e sal ou usar óleo essencial de hortelã.</p>

<p>A dor de dente é bastante incômoda e pode afetar todas as atividades diárias, mesmo quando é relativamente leve. Geralmente, esse tipo de dor surge devido a uma causa específica, como a presença de uma cárie ou a quebra de um dente, por exemplo, e, por isso, a consulta com um dentista é sempre indispensável.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/dor-de-dente/">
  <span>Leia também: <b>Dor de dente: 9 principais causas (e o que fazer)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/dor-de-dente</span>
  </span>
</a>

<p>Porém, enquanto se espera pela consulta, existem alguns remédios que podem ser preparados em casa com ingredientes fáceis de achar e que ajudam a aliviar a dor até que o médico faça uma avaliação detalhada e indique o melhor tratamento.</p>

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<p>Alguns dos remédios caseiros com maior comprovação contra a dor de dente são:</p>

<h2>1. Cravinho da índia</h2>

<p>O cravinho da índia é talvez o remédio natural mais utilizado para a dor de dente e seu cheiro é muitas vezes associado ao consultório do dentista, já que o seu óleo essencial, o eugenol, é utilizado na formulação do material que muitas vezes é usado na obturação do dente.</p>

<p>Isso acontece porque, há vários anos que a ciência identificou que o óleo do cravinho tem excelentes propriedades bactericidas e analgésicas que ajudam a aliviar a dor de dente.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/cravo-da-india/">
  <span>Leia também: <b>12 incríveis benefícios do cravo-da-Índia (e como usar)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/cravo-da-india</span>
  </span>
</a>

<p>Assim, o cravinho é uma ótima opção para aliviar a dor em casa, especialmente porque é relativamente fácil de encontrar e uma opção barata. Para usar este remédio, pode-se amassar ligeiramente um cravinho e colocá-lo junto ao dente que parece ser a fonte da dor.</p>

<p>Também é possível usar o óleo essencial de cravinho da índia, colocando 1 gota em um pequeno pedaço de algodão e colocá-lo junto do dente. O importante é que se evite o contato por mais de 2 minutos, já que este óleo essencial pode causar queimadura nas gengivas, se usado por muito tempo.</p>

<p>O óleo essencial de cravinho pode ainda ser usado como um elixir, sendo uma forma mais segura de aplicar o óleo para a dor de dente. Para isso, basta colocar 3 a 4 gotas de óleo em ½ copo de água morna e, depois, enxaguar a boca. Neste caso, como o óleo se encontra mais diluído, o efeito sobre a dor pode ser menor.</p>

<h3>2. Alho na gengiva</h3>

<p>O alho é outra das opções mais utilizadas e, embora não seja a mais agradável, devido ao seu sabor intenso, possui várias propriedades que ajudam a combater rapidamente a dor e até evitar o agravamento de alguma infecção que possa estar no local afetado.</p>

<p>Para usar o alho pode-se cortar um dente de alho ao meio e aplicar com a parte cortada diretamente contra a gengiva do dente afetado ou, então, colocar o dente de alho sobre o dente dolorido e mastigar o alho. No final, para retirar o cheiro de alho, pode-se lavar os dentes ou enxaguar com um elixir, por exemplo.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/alho/">
  <span>Leia também: <b>9 benefícios do alho para a saúde (e como usar)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/alho</span>
  </span>
</a>

<h3>3. Gargarejo com água morna com sal</h3>

<p>A água morna com sal é um excelente antisséptico natural e fácil de preparar em casa, que pode ser usado quando se desconfia de uma infecção no dente.</p>

<p>Para isso, é recomendado dissolver uma colher de sopa de sal numa copo com água fervente e depois, utilizando pequenos goles, bochechar toda a boca por, pelo menos, 30 segundos.</p>

<p>Esta mistura é também muito utilizada para combater a dor de garganta, sendo recomendada por médicos como uma forma de complementar o tratamento médico. Confira <a href=\"/gargarejos-para-garganta-inflamada/\">como usar a água com sal para a garganta inflamada e outras receitas caseiras</a>.</p>

<h3>4. Gargarejo com hortelã</h3>

<p>O óleo essencial presente nas folhas de hortelã é outro potente antisséptico e anti-inflamatório, que pode ser usado em casa para aliviar a dor de dente. Além disso, tem ótimo sabor, o que o torna uma boa opção para usar em crianças com mais de 5 anos, por exemplo.</p>

<p>Para usar corretamente a hortelã é aconselhado colocar 1 colher de chá de folhas de hortelã em 1 xícara de água fervente e deixar repousar por 20 minutos. Depois, colocar uma porção da mistura na boca e bochechar por 30 segundos, 3 vezes por dia.</p>

<h3>5. Gargarejo com chá de marcela</h3>

<p>Um bom remédio caseiro para dor de dente é fazer gargarejo com chá de marcela e própolis, pois possui propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e antissépticas que podem aliviar rapidamente a dor.</p>

<p><strong>Ingredientes</strong></p>

<ul>
	<li>2 colheres de sopa de folhas secas de marcela;</li>
	<li>30 gotas de extrato de própolis;</li>
	<li>1 litro de água.</li>
</ul>

<p><strong>Modo de preparo</strong></p>

<p>Colocar as folhas secas de marcela em uma panela e deixar ferver por aproximadamente 5 minutos. Em seguida, desligar o fogo, tampar, esperar até ficar morno, adicionar o própolis, misturar bem e consumir em seguida.</p>

<p>Assista ainda o vídeo seguinte e saiba como evitar a dor de dente com as dicas do nosso dentista:</p>


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						<dc:creator><![CDATA[Manuel Reis]]></dc:creator>
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					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Espinha no pênis: 12 principais causas (e como tratar)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/caroco-no-penis/</link>
			<description><![CDATA[Na maioria das vezes, o caroço no pênis é uma alteração benigna, como pápulas peroladas ou grânulos de Fordyce, por exemplo. No entanto, pode ser também sinal de câncer de pênis, sendo importante que o urologista seja consultado. Confira as principais causas de espinha no pênis e como tratar cada uma.]]></description>
			<pubDate>Mon, 11 May 2026 12:36:30 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os caroços no pênis, muitas vezes semelhantes a espinhas, podem surgir em qualquer idade e, na maioria dos casos, estão relacionados com problemas benignos como pápulas peroladas ou grânulos de Fordyce, por exemplo. Além disso, também existem outras alterações que podem causar o aparecimento deste tipo de lesões, como linfocele, líquen plano ou verrugas genitais.</p>

<p>No entanto, como são uma alteração na imagem do pênis, podem causar ansiedade no homem por achar que podem ser sinal de câncer. Embora o câncer seja uma situação muito rara, também pode causar esse tipo de sintoma e, por isso, é importante consultar o urologista para identificar o problema correto e iniciar o tratamento mais adequado.</p>

<p>Veja o que as alterações no pênis podem dizer sobre a saúde:</p>


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                            <h4 class="youtube-video-title">O que significam as ALTERAÇÕES NO PÊNIS (coceira, manchas, espinhas...)</h4>
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    </section>




<h2>O que pode ser o seu caroço ou espinha no pênis</h2>

<p>Para descobrir a possível causa do seu caroço ou espinha no pênis, por favor responda às seguintes questões:</p>

<p>{TRIAGEM_CAROCO_OU_ESPINHA_PENIS}</p>

<p>Esta ferramenta é apenas uma orientação e, por isso, não deve substituir a consulta com um médico, que é o profissional responsável por fazer o diagnóstico e prescrever o tratamento adequado.</p>

<h2>Principais causas</h2>

<p>As causas mais comuns de espinha ou caroço no pênis são:</p>

<h3>1. Pápulas peroladas</h3>

<p>Estas pápulas, também conhecidas como glândulas de <em>Tyson</em>, são pequenas bolinhas brancas, semelhantes a espinhas, que podem aparecer por baixo da cabeça do pênis, sendo muitas vezes confundidas com verrugas genitais.</p>

<p>São glândulas normais e benignas que se encontram presentes desde o nascimento, mas que geralmente se manifestam apenas durante a adolescência. Além da alteração estética, estas glândulas não causam dor nem qualquer outra alteração importante.</p>

<p><strong>Como tratar</strong>: normalmente não é necessário qualquer tratamento, porém se as pápulas causarem uma grande alteração da imagem do pênis, o urologista pode recomendar tratamentos de crioterapia ou cauterização no consultório. Veja <a href=\"/glandulas-de-tyson/\">mais sobre as pápulas peroladas</a> (glândulas de <em>Tyson</em>) e como tratar.</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]</p>

<h3>2. Alergia</h3>

<p>A alergia é uma das causas mais comuns e menos graves de espinhas no pênis, que pode surgir pelo uso de alguns tipos de sabonete, camisinha, lubrificante ou até mesmo pelo contato com algum tipo de tecido, principalmente se for tecido sintético, ao invés de algodão, por exemplo.</p>

<p><strong>Como tratar: </strong>é importante tentar identificar o que está causando a alergia para evitar o contato com o tecido ou a substância. Por isso, é recomendado sempre tentar usar roupas de algodão e usar sabonetes próprios para a região íntima ou que não tenham muitos produtos químicos e perfumes.</p>

<p>Além disso, em caso de suspeita de alergia ao látex, deve-se evitar o uso de camisinhas com esse material e optar pelos de poliisopreno sintético.</p>

<h3>3. Pelo encravado</h3>

<p>O <a href=\"/pelo-encravado/\">pelo encravado</a> acontece quando um pelo que foi eliminado, volta a crescer e se curva dentro da pele, levando ao aparecimento de pequenas bolinhas vermelhas, podendo causar dor.</p>

<p><strong>Como tratar:</strong> o pele encravado normalmente melhora sem tratamento. No entanto, nos casos em que são verificados sinais de inflamação e infecção, o médico pode recomendar a aplicação de pomada antibacteriana.</p>

<h3>4. Grânulos de <em>Fordyce</em></h3>

<p>Os grânulos de <em>Fordyce</em> são uma alteração muito comum e benigna que provoca o surgimento de pequenas bolinhas brancas, ou amareladas, na cabeça ou corpo do pênis, não estando relacionados com nenhum tipo de doença sexualmente transmissível. Embora sejam mais frequentes durante a adolescência, devido às alterações hormonais, podem surgir em qualquer idade.</p>

<p><strong>Como tratar</strong>: o tratamento é feito apenas por razões estéticas e pode incluir várias técnicas como o uso de gel de tretinoína, receitado pelo urologista, ou uso de laser para eliminar os grânulos. Muitas vezes, não é possível eliminar completamente este tipo de alteração. Veja mais sobre <a href=\"/granulos-de-fordyce/\">como tratar os grânulos de Fordyce</a>.</p>

<h3>5. Verrugas genitais</h3>

<p>As verrugas genitais são causadas por uma infecção pelo vírus HPV que causa alterações na pele do pênis, que mantêm a coloração do local afetado mas que são rugosas e ásperas ao toque, sendo semelhantes à região superior da couve-flor. Estas verrugas podem variar muito de tamanho, mas normalmente não doem e podem ser observadas a olho nu.</p>

<p>Normalmente, as verrugas genitais surgem após uma relação íntima desprotegida, seja do tipo anal, vagina ou oral, com uma pessoa infectada. Entenda melhor <a href=\"/verruga-no-penis/\">o que significam verrugas no pênis e o que fazer</a>.</p>

<p><strong>Como tratar</strong>: quando existem sintomas, podem ser usadas pomadas, como Podofilina, receitadas pelo urologista, para eliminar as verrugas. Porém, é comum que as verrugas voltem a surgir, uma vez que o organismo demora vários anos para eliminar o vírus. Saiba mais detalhes do <a href=\"/hpv-no-homem/\">tratamento do HPV no homem</a>.</p>

<h3>6. Herpes</h3>

<p>O herpes genital é uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada pelo vírus do <em>herpes simplex</em>, que pode ser transmitido por meio da relação sexual desprotegida.</p>

<p>A infecção por esse vírus pode levar ao aparecimento de bolhas ou caroços no pênis, que podem romper e formar feridas, que coçam e doem. As feridas do herpes, além de surgirem no pênis, podem também aparecer na região perianal ou no ânus.</p>

<p><strong>Como tratar:</strong> no caso de ter havido relação sexual sem proteção ou suspeita de ter tido contato com uma pessoa potencialmente infectada, é recomendado consultar o urologista para que seja realizada uma avaliação clínica e, caso seja confirmada a infecção, iniciar o tratamento adequado, sendo importante comunicar à pessoa com quem teve relação sexual para que também realize o tratamento.</p>

<h3>7. Molusco contagioso</h3>

<p>O molusco contagioso é uma doença infecciosa causada pelo vírus <em>Poxvirus</em>, que pode afetar a região genital e provocar o surgimento de pequenas manchas ou bolhas que não causam dor e na cor da pele, podendo ser notada em qualquer parte do corpo, com exceção das mãos e dos pés.</p>

<p>As manchas e/ ou bolhas causadas pelo molusco contagioso são pequenas, podendo ter 2 a 5 mm de diâmetro, porém em pessoas que possuem os sistema imune mais debilitado, pode ter até 15 mm de diâmetro.</p>

<p>Essa infecção é transmitida por meio do contato direto com as bolhas durante a relação sexual ou por meio do compartilhamento de roupas ou toalhas de banho de pessoas infectadas.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/molusco-contagioso/">
  <span>Leia também: <b>Molusco contagioso: sintomas, como pega e tratamento</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/molusco-contagioso</span>
  </span>
</a>

<p><strong>Como tratar:</strong> o tratamento deve ser orientado pelo dermatologista ou pelo pediatra, no caso de crianças, podendo ser recomendado o uso de medicamentos tópicos como Imiquimod a 5% ou Tretinoína, além de poder ser recomendada a realização de crioterapia ou laser, em alguns casos.</p>

<h3>8. Linfocele</h3>

<p>Este é um tipo de caroço duro que pode aparecer no corpo do pênis, especialmente após o contato sexual ou masturbação. Acontece quando o sistema linfático não é capaz de retirar os líquidos do pênis devido ao inchaço da ereção, que fecham as vias linfáticas. O linfocele geralmente desaparece alguns minutos ou horas após aparecer.</p>

<p><strong>Como tratar</strong>: é uma alteração benigna que desaparece sozinha e, por isso, não precisa de qualquer tipo de tratamento médico. No entanto, fazer uma massagem sobre o caroço pode ajudar a drenar o líquido mais rapidamente. Se o caroço não desaparecer após várias horas deve-se consultar o urologista para identificar a causa e iniciar o tratamento.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/linfocele/">
  <span>Leia também: <b>Linfocele: o que é, sintomas, causas e tratamento</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/linfocele</span>
  </span>
</a>

<h3>9. Líquen plano</h3>

<p>O líquen plano é uma inflamação da pele que pode afetar o pênis e que causa o surgimento de pequenas bolinhas, espinhas ou caroços vermelhos que coçam bastante. Não é conhecida uma causa para este problema, mas geralmente desaparece sozinho após algumas semanas, podendo voltar a surgir várias vezes ao longo do tempo.</p>

<p><strong>Como tratar</strong>: o tratamento ajuda apenas a reduzir os sintomas e, na maior parte dos casos, é feito com o uso de corticoides em forma de pomadas ou cremes. No entanto, o médico também pode receitar o uso de um anti-histamínico, especialmente se existir coceira intensa. Saiba <a href=\"/liquen-plano/\">mais sobre o líquen plano</a>.</p>

<h3>10. Doença de <em>Peyronie</em></h3>

<p>A doença de <em>Peyronie</em> não tem uma causa específica, mas é responsável por provocar o desenvolvimento de placas duras no corpo cavernoso do pênis, que podem se manifestar como caroços duros em um lado do pênis. Além disso, é ainda comum o aparecimento de outros sintomas como ereção dolorosa ou encurvamento do pênis durante a ereção.</p>

<p><strong>Como tratar</strong>: o urologista pode usar injeções de Colagenase ou Verapamil diretamente no caroço para reduzir o processo de fibrose que está provocando seu crescimento, mas, na maioria dos casos, é preciso fazer cirurgia para corrigir as alterações. Conheça todas as <a href=\"/tratamento-da-doenca-de-peyronie/\">opções de tratamento para esta doença</a>.</p>

<h3>11. Câncer de pênis</h3>

<p>Este é um dos tipos mais raros de câncer, mas que também pode provocar o surgimento de caroços, úlceras ou feridas, especialmente na cabeça do pênis.</p>

<p>Este tipo de câncer é mais comum em homens com mais de 60 anos, que são fumantes e que não apresentam uma higiene adequada da região, mas também pode acontecer quando existe exposição inadequada da região à radiação ultravioleta ou quando existe exposição prolongada a irritantes.</p>

<p><strong>Como tratar</strong>: o tratamento é quase sempre iniciado com uma cirurgia para remover o máximo de células cancerígenas, seguida de quimioterapia ou radioterapia. Nos casos mais graves, pode ser necessário remover o pênis para evitar que o câncer se espalhe pelo corpo. Confira <a href=\"/cancer-de-penis/\">outros os sinais de câncer de pênis e como é tratado</a>.</p>

<h3>12. Líquen nítido</h3>

<p>O líquen nítido é uma inflamação rara e crônica da pele que causa o aparecimento de carocinhos na cor da pele ou rosadas na região genital, dobras, abdômen e tórax. Esses caroços costumam ser assintomáticos, no entanto podem coçar em alguns momentos.</p>

<p><strong>Como tratar:</strong> de forma geral, o líquen nítido desaparece espontaneamente em alguns meses a um ano, sem que exista a necessidade de realizar tratamento específico. No entanto, o médico pode indicar a realização de tratamento nos casos em que as lesões provocam sintomas ou quando causam desconforto estético, podendo ser recomendado o uso de corticoesteroides tópicos e/ ou orais.</p>
]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Rodolfo Favaretto]]></dc:creator>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/za/uu/caroco-no-penis_25251.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[7 principais sintomas de oxiúrus (com teste online)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/sintomas-de-oxiurus/</link>
			<description><![CDATA[O principal sintoma de oxiúrus é a coceira anal intensa, principalmente à noite. Além disso, caso exista grande quantidade de parasitas, é possível que também haja enjoos, perda de peso e cólicas abdominais. Saiba reconhecer os principais sintomas de oxiúrus.]]></description>
			<pubDate>Mon, 11 May 2026 11:57:18 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os principais sintomas de oxiúrus são coceira anal, principalmente a noite, presença de sangue no papel higiênico quando se limpa, dor e dificuldade para defecar e presença de pequenos pontos brancos nas fezes.</p>

<p>A coceira intensa à noite acontece porque as fêmeas do verme se dirige até o ânus para colocar seus ovos na região perianal, causando os sintomas e podendo fazer com que a pessoa tenha dificuldade para dormir.</p>

<p>Por isso, na presença de sinais e sintomas de infecção por oxiúrus, é recomendado que o clínico geral ou gastroenterologista seja consultado para que seja feito o diagnóstico e indicado o tratamento mais adequado com antiparasitários.</p>

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<h2>Principais sintomas</h2>

<p>Os principais sintomas de oxiúrus são:</p>

<ol>
	<li>Presença de sangue no papel higiênico;</li>
	<li>Presença de pequenos pontos brancos nas fezes;</li>
	<li>Descamação e vermelhidão no ânus;</li>
	<li>Dor ou dificuldade para defecar;</li>
	<li>Coceira durante ou após o início do uso de antibióticos;</li>
	<li>Coceira que surge ou piora após a depilação, uso de algum tipo de roupa íntima, absorvente ou relação sexual anal desprotegida;</li>
	<li>Alterações do sono devido à coceira intensa durante a noite.</li>
</ol>

<p>Além disso, caso exista grande quantidade de parasitas, é possível que surjam outros sintomas, como perda de peso, enjoo, irritabilidade, vômitos e cólicas abdominais. Conheça <a href=\"/sintomas-de-vermes/\">outros sintomas de vermes.</a></p>

<p>Nas meninas, a infecção pode causar ainda contaminação vaginal, gerando vaginite e até mesmo infertilidade caso os parasitas multipliquem-se nas trompas e causem o seu bloqueio. No caso do parasita subir pelo intestino, pode chegar ao apêndice e gerar uma apendicite aguda, embora isso não seja muito comum.</p>

<h3>Teste online de sintomas</h3>

<p>Caso tenha coceira anal, assinale a seguir outros sintomas que possa estar sentindo para saber o risco de ter oxiúrus:</p>

<p>{TESTE_SINTOMAS_COCEIRA_ANUS}</p>

<p>O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com o médico.</p>

<h2>Como é feito o diagnóstico</h2>

<p>O diagnóstico do oxiúrus é feito pelo clínico geral, gastroenterologista ou pediatra a partir da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa, avaliação da região anal, em que alguns casos é possível observar a presença do verme, e exames de diagnóstico que tem como objetivo identificar ovos do parasita <em>Enterobius vermicularis.</em></p>

<p>Marque uma consulta com o médico mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para que os sintomas que apresenta sejam avaliados:</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]</p>

<p>O exame para oxiúrus é popularmente conhecido como exame da fita-cola, e consiste em colar uma fita adesiva na região perianal, de preferência pela manhã antes da pessoa lavar ou defecar, e depois observá-la microscopicamente, podendo ser visualizado os ovos desse parasita.</p>

<p>Apesar de ser um método muito utilizado, pode estragar os ovos e limitar outros processos laboratoriais. Por isso, a coleta também pode ser realizada utilizando um swab, que depois é passado na lâmina e levado para observação.</p>

<h2>Como é feito o tratamento</h2>

<p>Caso haja confirmação de oxiúrus, o médico pode recomendar o uso de remédios para vermes como Albendazol ou Mebendazol em dose única para promover a eliminação do vírus. Entenda <a href=\"/tratamento-para-oxiurus/\">como deve ser feito o tratamento para oxiúrus.</a></p>

<p>Quando uma pessoa encontra-se contaminada com este verme, suas roupas e roupas de cama utilizadas podem conter ovos desse parasita e, dessa forma, pode haver o contágio de outras pessoas.</p>

<p>Por isso, é importante que caso seja detectado um caso de oxiúrus na família, que se tenham cuidados de higiene específicos, como lavar as roupas e roupas de cama separadamente em alta temperatura e evitar o compartilhamento de toalhas, por exemplo. Além disso, é recomendado que toda a família realize o tratamento, mesmo que não existam sintomas.</p>

<p>Veja algumas opções de remédios caseiros para vermes, e como se proteger assistindo ao vídeo a seguir:</p>


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						<dc:creator><![CDATA[Marcela Lemos]]></dc:creator>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/ba/db/sintomas-de-oxiurus_19442.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Hantavírus: o que é, sintomas, transmissão e tratamento]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/hantavirose/</link>
			<description><![CDATA[O hantavírus é o causador da hantavirose, uma infecção transmitida pelo contato com roedores, que provoca febre, dor no corpo, vômitos, tosse, além de complicações pulmonares e renais. Entenda melhor o que é o hantavírus, seus sintomas, formas de transmissão e tratamento.]]></description>
			<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:11:12 +0000</pubDate>
						<guid isPermaLink="false">ts-12219-ptpt</guid>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O hantav&iacute;rus &eacute; o microorganismo respons&aacute;vel por causa a hantavirose, uma infec&ccedil;&atilde;o viral grave que provoca sintomas como febre, dor de cabe&ccedil;a e nas articula&ccedil;&otilde;es, dificuldade para respirar ou batimentos card&iacute;acos acelerados.</p>

<p>O Hantav&iacute;rus &eacute; um v&iacute;rus pertencente &agrave; fam&iacute;lia <em>Bunyaviridae, </em>que pode ser transmitido atrav&eacute;s das fezes, urina e saliva de alguns roedores, principalmente ratos silvestres.</p>

<p>Na suspeita de infec&ccedil;&atilde;o pelo Hantav&iacute;rus, &eacute; importante ir ao hospital imediatamente para que seja feito o diagn&oacute;stico e iniciado o tratamento adequado, que &eacute; feito por meio de medidas de suporte.</p>

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<h2>Sintomas de hantavirose</h2>

<p>Os principais sintomas de infec&ccedil;&atilde;o pelo Hantav&iacute;rus s&atilde;o:</p>

<ul>
	<li>Febre;</li>
	<li>Dor de cabe&ccedil;a;</li>
	<li>Dor muscular e nas articula&ccedil;&otilde;es;</li>
	<li>Cansa&ccedil;o excessivo;</li>
	<li>Dor abdominal, n&aacute;useas e v&ocirc;mitos;</li>
	<li>Tosse seca, que evolui para produtiva com muco e sangue;</li>
	<li>Dificuldade para respirar;</li>
	<li>Press&atilde;o baixa e batimentos card&iacute;acos acelerados.</li>
</ul>

<p>Os primeiros sintomas de infec&ccedil;&atilde;o pelo hantav&iacute;rus podem demorar entre 3 a 60 dias, em m&eacute;dia 14 dias, para aparecer e podem ser confundidos com outras doen&ccedil;as.</p>

<p>Ap&oacute;s o in&iacute;cio dos primeiros sintomas, existe o comprometimento da fun&ccedil;&atilde;o de alguns &oacute;rg&atilde;os, como pulm&otilde;es, cora&ccedil;&atilde;o e rins, indicando que o v&iacute;rus est&aacute; se espalhando e a doen&ccedil;a est&aacute; num est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado.</p>

<p>Os sintomas cardiopulmonares da hantavirose s&atilde;o conhecidos como s&iacute;ndrome cardiopulmonar pelo Hantav&iacute;rus (SCPH), sendo mais comuns no Brasil.</p>

<p>J&aacute; os sintomas de febre hemorr&aacute;gica com s&iacute;ndrome renal, como manchas vermelhas e roxas corpo, sangramentos, fal&ecirc;ncia de v&aacute;rios &oacute;rg&atilde;os e diminui&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o de urina, surgem principalmente na &Aacute;sia e Europa.</p>

<h2>Como confirmar o diagn&oacute;stico</h2>

<p>O diagn&oacute;stico da hantavirose &eacute; feito pelo cl&iacute;nico geral ou infectologista atrav&eacute;s da avalia&ccedil;&atilde;o dos sintomas, hist&oacute;rico de contato da pessoa com saliva ou excrementos de roedores ou sua mordida.</p>

<p>Marque uma consulta com o infectologista na regi&atilde;o mais pr&oacute;xima de voc&ecirc;:</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]</p>

<p>Al&eacute;m disso, o m&eacute;dico deve solicitar teste RT-PCR, imunohistoqu&iacute;mica ou ELISA, para identificar a presen&ccedil;a de anticorpos contra o v&iacute;rus ou o genoma do v&iacute;rus. Entenda melhor para que serve o <a href=\"/exame-elisa/\">teste ELISA</a>.</p>

<h2>Como acontece a transmiss&atilde;o</h2>

<p>O hantav&iacute;rus &eacute; transmitido principalmente pela inala&ccedil;&atilde;o de poeira contaminada com urina, fezes ou saliva de roedores infectados, especialmente durante a limpeza de espa&ccedil;os fechados ou &aacute;reas infestadas por ratos.</p>

<p>Tamb&eacute;m pode ser transmitido pelo contato com materiais contaminados e posterior contato com a boca, nariz ou olhos. Uma mordida ou arranh&atilde;o de um roedor infectado tamb&eacute;m pode transmitir o v&iacute;rus, embora isso seja raro.</p>

<p>A transmiss&atilde;o de pessoa para pessoa n&atilde;o foi confirmada para a maioria dos hantav&iacute;rus. No entanto, em alguns surtos do v&iacute;rus Andes, particularmente na Argentina, a transmiss&atilde;o de pessoa para pessoa por contato pr&oacute;ximo foi relatada.</p>

<p>Para prevenir a infec&ccedil;&atilde;o, evite varrer ou aspirar fezes secas de roedores e limpe tomando precau&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a. Se voc&ecirc; apresentar febre, dificuldade para respirar ou tiver sido exposto a roedores, consulte um m&eacute;dico e evite a automedica&ccedil;&atilde;o.</p>

<h3>Diferen&ccedil;a de hantavirose e leptospirose</h3>

<p>Tanto a hantavirose e a leptospirose s&atilde;o infec&ccedil;&otilde;es que podem ser transmitidas pelo contato com excrementos ou saliva de roedores, principalmente ratos.</p>

<p>No entanto, a hantavirose &eacute; causada por um v&iacute;rus, o Hantav&iacute;rus, enquanto a leptospirose &eacute; causada pela bact&eacute;ria Leptospira.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/leptospirose/">
  <span>Leia também: <b>Leptospirose: o que é, sintomas, como se pega e tratamento</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/leptospirose</span>
  </span>
</a>

<h3>O que &eacute; o v&iacute;rus Andes?</h3>

<p>O v&iacute;rus Andes &eacute; um tipo de hantav&iacute;rus que circula principalmente na Am&eacute;rica do Sul, especialmente na Argentina e no Chile.</p>

<p>Este tipo &eacute; encontrado em alguns roedores selvagens e pode causar uma doen&ccedil;a grave chamada s&iacute;ndrome cardiopulmonar por hantav&iacute;rus.</p>

<p>A maioria das pessoas se infecta ao inalar part&iacute;culas contaminadas com urina, fezes ou saliva de roedores infectados.</p>

<p>O v&iacute;rus Andes &eacute; um dos poucos onde a transmiss&atilde;o de pessoa para pessoa foi observada, principalmente ap&oacute;s contato pr&oacute;ximo e prolongado com uma pessoa infectada. Essa forma de transmiss&atilde;o &eacute; rara.</p>

<h2>Como &eacute; feito o tratamento</h2>

<p>O tratamento para a hantavirose deve ser feito pelo cl&iacute;nico geral ou infectologista e consiste em controlar os sintomas da doen&ccedil;a, pois n&atilde;o existe um medicamento espec&iacute;fico para essa doen&ccedil;a.</p>

<p>Normalmente, &eacute; necess&aacute;rio internamento hospitalar e, nos casos mais graves, em unidades de terapia intensiva (UTI).</p>

<p>Durante o tratamento, o m&eacute;dico realiza o suporte da capacidade respirat&oacute;ria e da fun&ccedil;&atilde;o card&iacute;aca.</p>

<p>Al&eacute;m disso, &eacute; feito o controle da fun&ccedil;&atilde;o renal e outros dados vitais, podendo ser necess&aacute;rio, em alguns casos, a realiza&ccedil;&atilde;o de hemodi&aacute;lise ou respira&ccedil;&atilde;o por aparelhos.</p>

<h3>Hantavirose tem cura?</h3>

<p>A hantavirose tem cura, quando o tratamento &eacute; feito no hospital assim que surgem os sintomas.</p>

<p>No entanto, a hantavirose pode provocar algumas sequelas como insufici&ecirc;ncia renal cr&ocirc;nica ou press&atilde;o alta.</p>

<h2>Como prevenir a hantavirose</h2>

<p>Para prevenir a infec&ccedil;&atilde;o pelo hantav&iacute;rus &eacute; recomendado:</p>

<ul>
	<li>Manter o terreno em volta da casa limpo e livre de vegeta&ccedil;&otilde;es e entulhos que possam abrigar roedores;</li>
	<li>Evitar varrer ou espanar locais que podem ser passagem de roedores, preferindo passar um pano &uacute;mido;</li>
	<li>Ao entrar em locais fechados por muito tempo, abrir as janelas e as portas para deixar o ar e a luz entrarem;</li>
	<li>Sempre deixar os alimentos bem estocados e fora do acesso a roedores;</li>
	<li>Lavar utens&iacute;lios de cozinha que estejam guardados por muito tempo, antes de us&aacute;-los.</li>
</ul>

<p>Al&eacute;m disso, deve-se sempre higienizar bem as m&atilde;os e os alimentos antes de comer, pois podem conter part&iacute;culas de v&iacute;rus.</p>

<p>Veja como lavar as m&atilde;os corretamente assistindo ao v&iacute;deo a seguir:</p>


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    </section>



]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Marcela Lemos]]></dc:creator>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/ck/eq/hantavirose_29615.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Pseudomonas aeruginosa: sintomas, transmissão e tratamento (é grave?)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/pseudomonas-aeruginosa/</link>
			<description><![CDATA[Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria gram-negativa que habita naturalmente o solo ou a água, podendo também ser encontrada em dispositivos médicos mau esterilizados, e causar doenças como pneumonia, infecção urinária ou sepse. Entenda o que é Pseudomonas aeruginosa, sintomas, transmissão, doenças e tratamento.]]></description>
			<pubDate>Fri, 08 May 2026 15:57:33 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pseudomonas aeruginosa</em> é uma bactéria que pode ser encontrada naturalmente no solo ou na água e que se desenvolve principalmente em ambientes úmidos, como banheiros, piscinas ou banheiras.</p>

<p>A infecção por essa bactéria pode acontecer mais facilmente em pessoas que possuem o sistema imunológico enfraquecido, como idosos, recém-nascidos, pessoas com diabetes não controlada, câncer e/ ou alterações nos rins ou no fígado.</p>

<p>As principais doenças causadas pela <em>Pseudomonas</em><em> aeruginosa</em> são pneumonia, infecção urinária, celulite bacteriana, erisipela, otite externa, endocardite bacteriana ou septicemia, sendo na maioria dos casos relacionada a infecções hospitalares. </p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/o-que-e-infeccao-hospitalar/">
  <span>Leia também: <b>Infecção hospitalar: o que é, tipos, causas e como é feito o controle</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/o-que-e-infeccao-hospitalar</span>
  </span>
</a>

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<h2>Sintomas de infecção por <em>P. aeruginosa</em></h2>

<p>Os principais sintomas de infecção por <em>Pseudomonas aeruginosa</em> são:</p>

<ul>
	<li>Febre ou calafrios;</li>
	<li>Cansaço excessivo;</li>
	<li>Tosse com secreção amarelada ou sanguinolenta, dor no tórax ou falta de ar;</li>
	<li>Vermelhidão dor ou inchaço nos olhos, ou perda repentina da visão;</li>
	<li>Diarreia, náuseas ou vômitos;</li>
	<li>Dor nos músculos ou articulações.</li>
</ul>

<p>Além disso, também podem surgir queda da pressão arterial, batimentos cardíacos fracos, sonolência, dor ou saída de pus pelo ouvido, perda da audição ou bolhas na pele com pus.</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]</p>

<p>Os sintomas de infecção por <em>Pseudomonas aeruginosa</em> variam de acordo com o tipo de infecção e o órgão afetado, como pulmões, coração, ouvidos, olhos, cérebro e meninges, trato gastrointestinal, ossos ou pele. </p>

<p>Nos casos de infecção urinária por <em>P. aeruginosa</em> também podem surgir sintomas como dor ou ardor ao urinar, dor abdominal ou presença de sangue na urina. Veja <a href=\"/sintomas-de-infeccao-urinaria/\">outros sintomas de infecção urinária</a>.</p>

<h2>Como confirmar o diagnóstico</h2>

<p>O diagnóstico da infecção por <em>Pseudomonas aeruginosa </em>é feito pelo clínico geral ou infectologista através da avaliação dos sintomas, exame físico, histórico de saúde, de cirurgias ou procedimentos médicos ou internamento hospitalar.</p>

<p>Marque uma consulta com um infectologista na região mais próxima:</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]</p>

<p>Para confirmar o diagnóstico, o médico deve solicitar exames como hemograma completo e avaliação microbiológica da urina, do escarro, de secreções da pele, olhos ou ouvidos, ou punção lombar, de forma a identificar a presença da bactéria.</p>

<p>Além disso, outros exames podem ser solicitados como raio X de tórax, ressonância magnética, tomografia computadorizada, ecocardiograma ou ultrassom renal, por exemplo.</p>

<h2>Doenças causadas pela <em>Pseudomonas aeruginosa</em></h2>

<p>As principais doenças causadas pela <em>Pseudomonas aeruginosa </em>são:</p>

<ul>
	<li>Pneumonia;</li>
	<li>Infecção urinária;</li>
	<li>Infecção na cicatriz cirúrgica ou na pele com queimadura grave;</li>
	<li>Foliculite, celulite bacteriana, erisipela ou ectima gangrenoso;</li>
	<li>Meningite ou abscesso cerebral;</li>
	<li>Enterite ou enterocolite.</li>
</ul>

<p>Além disso, a <em>Pseudomonas aeruginosa</em> também pode causar endocardite bacteriana, osteomielite, otite externa ou otite média, ou ceratite ou ceratoconjuntivite bacteriana.</p>

<p>Quando atinge a corrente sanguínea, a <em>P. aeruginosa</em> pode causar bacteremia e resultar em uma infecção generalizada ou sepse, o que pode colocar a vida em risco. Entenda <a href=\"/septicemia/\">melhor o que é sepse e como é feito o tratamento</a>.</p>

<h2>Como acontece a transmissão</h2>

<p>A transmissão da <em>Pseudomonas aeruginosa</em> pode ocorrer por meio do contato com o solo ou de água contaminados, como em piscinas não tratadas com cloro adequadamente, banheiras, pias, banheiros, cozinhas ou umidificadores, por exemplo.</p>

<p>A <em>Pseudomonas aeruginosa</em> é uma das bactérias mais relacionadas à infecções hospitalares por causa da sua capacidade de sobreviver em equipamentos ou dispositivos médicos mal esterilizados, como cateter urinário ou ventiladores.</p>

<p>Além disso, essa bactéria também pode estar presente em soluções antissépticas vencidas, produtos de uso domésticos, como detergente ou lava-roupas, que não foram fabricados corretamente, ou ser transmitida devido a medidas de higiene inadequadas por profissionais de saúde.</p>

<h3>A <em>Pseudomonas aeruginosa</em> é contagiosa?</h3>

<p>A <em>Pseudomonas aeruginosa</em> é contagiosa, podendo passar de uma pessoa para outra através do contato com as mãos ou pele contaminados pela bactéria, assim como de superfícies contaminadas.</p>

<h2>Quem tem mais risco</h2>

<p>Alguns fatores que podem aumentar o risco de infecção por <em>Pseudomonas aeruginosa</em> são:</p>

<ul>
	<li>Infecção pelo HIV ou AIDS;</li>
	<li>Fibrose cística;</li>
	<li>Doença renal ou no fígado;</li>
	<li>Câncer, quimioterapia ou uso de remédios imunossupressores;</li>
	<li>Diabetes mal controlada;</li>
	<li>Transplantes ou queimaduras graves;</li>
	<li>Internamento hospitalar prolongado ou realização de cirurgias</li>
</ul>

<p>Além disso, recém-nascidos, grávidas e idosos também têm maior risco de infecção por <em>Pseudomonas aeruginosa </em>devido a maior fragilidade do sistema imunológico.</p>

<p>Também existe um maior risco de infecção por <em>Pseudomonas aeruginosa</em> em pessoas com cateter urinário ou venoso, ou que estão com ventilação mecânica.</p>

<h3><em>Pseudomonas aeruginosa</em> é grave?</h3>

<p>A infecção por <em>Pseudomonas aeruginosa</em> pode ser grave principalmente em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido. Em pessoas saudáveis, a <em>P. aeruginosa</em> raramente causa infecções, e quando causa tende a ser mais superficial e menos grave.</p>

<h2>Como é feito o tratamento</h2>

<p>O tratamento da infecção por <em>Pseudomonas aeruginosa</em> deve ser feito com orientação do clínico geral ou infectologista e envolve o uso de antibióticos na forma de gotas otológicas, colírios, cremes, pomadas, comprimidos ou injeção na veia, de acordo com o tipo de infecção, para eliminar a bactéria.</p>

<p>Assim, alguns exemplos antibióticos que podem ser indicados pelo médico são polimixinas, aminoglicosídeos, fluorquinolonas, penicilinas, cefalosporinas ou carbapenem, por exemplo.</p>

<p>No caso de resistência bacteriana por <em>Pseudomonas aeruginosa</em>, o médico pode usar trocar o antibiótico ou usar a combinação de mais de um tipo de antibiótico. Entenda <a href=\"/resistencia-bacteriana/\">o que é resistência bacteriana e como evitar</a>.</p>

<p>Outros tratamentos que podem ser indicados pelo médico são a remoção de cateteres ou dispositivos médicos ou cirurgia para escaras, drenar abscessos, tratar perfuração ou obstrução intestinal, desbridamento da pele para remover tecido necrosado, ou nos casos mais graves amputação do membro afetado.</p>
]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Marcela Lemos]]></dc:creator>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/ek/xp/pseudomonas-aeruginosa_62840.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Urgência e emergência: qual a diferença? (e quando ir ao hospital)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/urgencia-e-emergencia/</link>
			<description><![CDATA[A urgência apresenta um risco à vida e o atendimento médico deve ser o mais rápido possível, como em casos de fala arrastada e dor forte no peito. Já a emergência exige atendimento médico rápido, mas não coloca a vida da pessoa em risco imediato. Saiba a diferença entre urgência e emergência e quando ir ao hospital.]]></description>
			<pubDate>Fri, 08 May 2026 14:18:18 +0000</pubDate>
						<guid isPermaLink="false">ts-52536-ptpt</guid>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Emerg&ecirc;ncia &eacute; quando existe um risco imediato &agrave; vida e, por isso, o atendimento m&eacute;dico deve ser feito o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. Isso acontece em casos de hemorragia excessiva, dor muito forte no peito, engasgo, ou incha&ccedil;o da boca, por exemplo.</p>

<p>J&aacute; a urg&ecirc;ncia &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o que exige atendimento m&eacute;dico r&aacute;pido, mas que n&atilde;o coloca a vida da pessoa em risco imediato. Isso inclui fraturas, tosse persistente, infec&ccedil;&otilde;es urin&aacute;rias e queimaduras de 1&ordm; e 2&ordm; graus.</p>

<p>Na presen&ccedil;a de sintomas ou situa&ccedil;&otilde;es que podem colocar a vida em risco, &eacute; fundamental ligar para o n&uacute;mero 192 ou ir at&eacute; o hospital mais pr&oacute;ximo, para que a pessoa seja avaliada e tratada o mais breve poss&iacute;vel por um m&eacute;dico.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/como-escolher-o-melhor-hospital/">
  <span>Leia também: <b>Como escolher o melhor hospital: 10 características importantes</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/como-escolher-o-melhor-hospital</span>
  </span>
</a>

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<h2>O que &eacute; uma emerg&ecirc;ncia</h2>

<p>O termo emerg&ecirc;ncia &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica que apresenta um risco imediato &agrave; vida ou sofrimento intenso. Por isso, o atendimento e o tratamento m&eacute;dico devem ser feitos o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel.</p>

<p>O tratamento das emerg&ecirc;ncias &eacute; direcionado para tentar controlar os sinais vitais da pessoa, prevenindo o &oacute;bito, a defici&ecirc;ncia permanente ou as complica&ccedil;&otilde;es graves, como perda de membros ou desfigura&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Condi&ccedil;&otilde;es que se encaixam nesta defini&ccedil;&atilde;o incluem sangramento em jato ou em grandes quantidades, <a href=\"/sintomas-de-avc-acidente-vascular-cerebral/\">sintomas de AVC</a> ou infarto, engasgo, falta de ar grave, convuls&otilde;es e incha&ccedil;o r&aacute;pido dos l&aacute;bios, l&iacute;ngua ou boca, por exemplo.</p>

<p>Nestes casos, deve-se ligar para o SAMU, no n&uacute;mero 192, e chamar o atendimento m&eacute;dico de emerg&ecirc;ncia.</p>

<h2>Caracter&iacute;sticas da urg&ecirc;ncia</h2>

<p>A urg&ecirc;ncia &eacute; caracterizada por uma situa&ccedil;&atilde;o que exige atendimento m&eacute;dico r&aacute;pido, mas que n&atilde;o coloca a vida da pessoa em risco imediato. Entretanto, a urg&ecirc;ncia pode evoluir para complica&ccedil;&otilde;es graves.</p>

<p>Alguns exemplos de emerg&ecirc;ncia s&atilde;o: dor de garganta, tosse persistente, entorses e distens&otilde;es musculares, suspeitas de fraturas, infec&ccedil;&otilde;es urin&aacute;rias e de ouvido, e queimaduras de 1&ordm; e 2&ordm; graus.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/tosse-seca-persistente/">
  <span>Leia também: <b>Tosse seca persistente: 7 principais causas (e o que fazer)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/tosse-seca-persistente</span>
  </span>
</a>

<p>Na urg&ecirc;ncia, existe mais tempo para fazer v&aacute;rios exames, identificar a causa e definir o melhor tratamento. Nestas situa&ccedil;&otilde;es, a pessoa pode chamar um atendimento m&eacute;dico de urg&ecirc;ncia ou ir at&eacute; o hospital mais pr&oacute;ximo.</p>

<h2>Diferen&ccedil;as entre emerg&ecirc;ncia e urg&ecirc;ncia</h2>

<p>A tabela a seguir traz algumas diferen&ccedil;as que podem indicar emerg&ecirc;ncia ou urg&ecirc;ncia:</p>

<div class="table-responsive custom-scrollbar"><table class="table-striped" border=\"0\" cellpadding=\"1\" cellspacing=\"1\">
	<tbody>
		<tr>
			<th><strong>Situa&ccedil;&otilde;es de EMERG&Ecirc;NCIA</strong></th>
			<th><strong>Situa&ccedil;&otilde;es de URG&Ecirc;NCIA</strong></th>
		</tr>
		<tr>
			<td>Perda repentina da consci&ecirc;ncia</td>
			<td>Dor de cabe&ccedil;a muito forte sem altera&ccedil;&atilde;o de consci&ecirc;ncia</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Sintomas de infarto (dor no peito em aperto, queima&ccedil;&atilde;o ou press&atilde;o, palpita&ccedil;&otilde;es, palidez e suor frio, por exemplo)</td>
			<td>Tosse persistente</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Suspeita de AVC (fala arrastada, confus&atilde;o mental, fraqueza no bra&ccedil;o ou perna, ou rosto ca&iacute;do)</td>
			<td>N&aacute;useas ou v&ocirc;mitos leves</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Queimadura de 3&ordm; grau ou muito extensa</td>
			<td>Queimaduras de 1&ordm; ou 2&ordm; graus</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Asfixia ou falta de ar grave</td>
			<td>Dor intensa em qualquer parte do corpo</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Dor abdominal muito intensa</td>
			<td>Dor abdominal de moderada intensidade</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Hemorragia grave (sangramento intenso que n&atilde;o para)</td>
			<td>Presen&ccedil;a de sangue no catarro, fezes ou na urina</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Fraturas expostas (quando o osso rompe a pele)</td>
			<td>Fraturas, luxa&ccedil;&otilde;es ou cortes profundos sem hemorragia grave</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Traumatismo grave (perda de consci&ecirc;ncia, desmaios, convuls&otilde;es ou ferimentos severos na cabe&ccedil;a)</td>
			<td>Crise de asma br&ocirc;nquica sem falta de ar grave</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Tosse ou v&ocirc;mito com sangue</td>
			<td>Picadas de insetos ou mordidas de animais</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas graves (incha&ccedil;o r&aacute;pido nos l&aacute;bios, l&iacute;ngua ou garganta)</td>
			<td>Dor de garganta</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Intoxica&ccedil;&atilde;o por uso de drogas ou &aacute;lcool</td>
			<td>Entorses e distens&otilde;es musculares</td>
		</tr>
		<tr>
			<td>Sangramento vaginal ou dor abdominal durante a gravidez</td>
			<td>Sintomas de infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria (necessidade de urinar com frequ&ecirc;ncia ou urg&ecirc;ncia, ou urina turva ou com mau cheiro)</td>
		</tr>
	</tbody>
</table></div>

<p>Em qualquer uma destas situa&ccedil;&otilde;es &eacute; importante ir ao hospital e passar por uma avalia&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico, enfermeiro ou outro profissional de sa&uacute;de.</p>

<p>Entretanto, se a pessoa est&aacute; apenas com sintomas leves, como apenas dor no corpo, espirros e tosse moderada, &eacute; aconselhado repousar, beber bastante l&iacute;quido e manter uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel e leve. Se os sintomas n&atilde;o melhorarem com o tempo ou piorarem, deve-se agendar uma consulta com o cl&iacute;nico geral ou pediatra.</p>

<h2>Quando ir ao hospital</h2>

<p>Os principais sintomas e situa&ccedil;&otilde;es que justificam a ida ao hospital s&atilde;o:</p>

<h3>1. Perda de consci&ecirc;ncia, desmaio ou confus&atilde;o mental</h3>

<p>Quando existe perda de consci&ecirc;ncia, desmaio, confus&atilde;o mental ou tonturas severas, &eacute; importante ir no hospital ou pronto socorro, especialmente se estiverem presentes outros sintomas como falta de ar ou v&ocirc;mitos, por exemplo.</p>

<p>A perda de consci&ecirc;ncia ou desmaio podem indicar a presen&ccedil;a de outros problemas mais graves, como doen&ccedil;as card&iacute;acas, neurol&oacute;gicas ou hemorragias internas.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/confusao-mental/">
  <span>Leia também: <b>Confusão mental: o que é, sintomas, causas e tratamento</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/confusao-mental</span>
  </span>
</a>

<h3>2. Acidente ou queda grave</h3>

<p>Se a pessoa sofreu acidente ou queda grave, &eacute; importante ir no hospital se:</p>

<ul>
	<li>Bateu com a cabe&ccedil;a ou perdeu a consci&ecirc;ncia;</li>
	<li>Tem algum hematoma extenso ou incha&ccedil;o em alguma regi&atilde;o do corpo;</li>
	<li>Apresenta algum corte profundo ou sangramento intenso;</li>
	<li>Tem dor forte em alguma regi&atilde;o do corpo;</li>
	<li>Suspeita de alguma fratura.</li>
</ul>

<p>&Eacute; importante que estes sintomas sejam observados e avaliados por um m&eacute;dico, para evitar complica&ccedil;&otilde;es ou sequelas mais graves.</p>

<h3>3. Dificuldade para movimentar um lado do corpo ou dorm&ecirc;ncia</h3>

<p>Quando existe dificuldade para movimentar um lado do corpo ou dorm&ecirc;ncia e  sensibilidade de um dos lados do corpo ou dor de cabe&ccedil;a forte, existem suspeitas de AVC. Por isso, &eacute; muito importante procurar rapidamente ajuda m&eacute;dica.</p>

<h3>4. Dor forte ou repentina</h3>

<p>Qualquer dor forte ou repentina, que surja sem raz&atilde;o aparente, deve ser analisada pelo m&eacute;dico, especialmente se n&atilde;o passar ap&oacute;s alguns minutos.</p>

<p>Por&eacute;m, algumas dores que podem ser mais preocupantes que outras s&atilde;o:</p>

<ul>
	<li>Dor s&uacute;bita no peito, pode ser sinal de infarto, pneumot&oacute;rax ou embolia pulmonar, por exemplo;</li>
	<li>Dor forte e s&uacute;bita no ventre em mulheres, que pode indicar aborto;</li>
	<li>Dor abdominal forte, que pode ser sinal de apendicite ou infec&ccedil;&atilde;o na ves&iacute;cula ou p&acirc;ncreas;</li>
	<li>Dor forte na regi&atilde;o dos rins, que pode indicar infec&ccedil;&atilde;o urin&aacute;ria;</li>
	<li>Dor de cabe&ccedil;a forte e sem raz&atilde;o, que pode ser sinal de AVC hemorr&aacute;gico;</li>
	<li>Dor forte nos test&iacute;culos, que pode indicar infec&ccedil;&atilde;o nos test&iacute;culos.</li>
</ul>

<p>Nestas situa&ccedil;&otilde;es e, especialmente quando a dor n&atilde;o passa ou piora, &eacute; indicado ir ao hospital ou pronto socorro.</p>

<h3>5. Tosse que piora com o passar do tempo</h3>

<p>Quando a tosse persistente n&atilde;o passa ou piora com o passar do tempo, &eacute; recomendado ir ao hospital e consultar o m&eacute;dico logo que poss&iacute;vel.</p>

<p>Isso porque este tipo de tosse pode indicar a presen&ccedil;a de doen&ccedil;as respirat&oacute;rias como gripe, infec&ccedil;&atilde;o respirat&oacute;ria, pneumonia ou bronquite, por exemplo.</p>

<p>Outros sintomas que tamb&eacute;m podem estar presentes nestas condi&ccedil;&otilde;es incluem falta de ar, dor no peito ou catarro.</p>

<h3>6. Febre que dura mais de 3 dias</h3>

<p>A febre &eacute; um sintoma comum, que ocorre devido a uma rea&ccedil;&atilde;o de defesa do organismo contra alguma infec&ccedil;&atilde;o, como gripe, meningite, pneumonia, infec&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias, infec&ccedil;&otilde;es urin&aacute;rias ou gastroenterite, por exemplo.</p>

<p>Quando a febre &eacute; o &uacute;nico sintoma ou quando ela dura &agrave; menos de 3 dias, n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ir ao hospital ou pronto socorro, sendo poss&iacute;vel esperar pela consulta do cl&iacute;nico geral.</p>

<p>Por&eacute;m, se a febre &eacute; alta ou dura &agrave; mais de 3 dias ou quando vem acompanhada de outros sintomas, como falta de ar ou convuls&otilde;es, &eacute; indicado ir ao hospital ou pronto socorro assim que poss&iacute;vel.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/causas-de-febre/">
  <span>Leia também: <b>Febre: o que é, causas, tipos (e o que fazer)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/causas-de-febre</span>
  </span>
</a>
]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Manuel Reis]]></dc:creator>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/wz/iz/urgencia-e-emergencia_38407.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Tendinite da pata de ganso: o que é, sintomas, causas e tratamento]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/tendinite-pata-de-ganso/</link>
			<description><![CDATA[A tendinite na pata de ganso é uma inflamação na região do joelho que leva ao surgimento de dor ao caminhar, subir ou descer escadas. Entenda melhor o que é a tendinite da pata de ganso, sintomas, causas e como deve ser o tratamento.]]></description>
			<pubDate>Fri, 08 May 2026 12:45:06 +0000</pubDate>
						<guid isPermaLink="false">ts-52359-ptpt</guid>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tendinite pata de ganso é a inflamação da parte interna do joelho, que é composta por três tendões responsáveis pelo movimento de flexão e pela estabilização do joelho.</p>

<p>A inflamação dessa estrutura pode provocar sintomas como dor na parte interna do joelho, sensibilidade ao toque, rigidez e dificuldade para mover, podendo ser consequência da realização de esforços repetitivos, tensão dos músculos isquiotibiais, pés planos, diabetes, sobrepeso ou artrose no joelho, por exemplo.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/dor-no-joelho/">
  <span>Leia também: <b>Dor no joelho: 11 causas comuns (e o que fazer)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/dor-no-joelho</span>
  </span>
</a>

<p>O diagnóstico deve ser feito pelo ortopedista através da avaliação clínica, palpação e realização de manobras para confirmar que a dor é devido à inflamação no joelho. Após confirmação da tendinite da pata de ganso, o médico pode indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir repouso, uso de analgésicos e anti-inflamatórios, e realização de fisioterapia.</p>

<figure 
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<h2>Principais sintomas</h2>

<p>Os principais sintomas da tendinite da pata de ganso são:</p>

<ul>
	<li><strong>Dor aguda e pulsante na parte interna do joelho</strong>, que piora ao subir ou descer escadas, levantar de uma cadeira ou sentar com as pernas cruzadas, podendo acontecer no repouso ou durante a noite;</li>
	<li><strong>Sensibilidade ao tocar na região interna do joelho</strong>, que corresponde ao local em que estão os tendões;</li>
	<li><strong>Inflamação no local</strong>, com inchaço que pode aparecer em horas ou dias;</li>
	<li><strong>Vermelhidão e aumento da temperatura</strong> da região;</li>
	<li><strong>Rigidez e dificuldade para movimentar</strong> o joelho normalmente;</li>
	<li><strong>Sensação de instabilidade</strong>, em alguns casos.</li>
</ul>

<p>Os sintomas da tendinite da pata de ganso surgem principalmente na parte interna do joelho, podendo variar em intensidade e, de forma geral, interferem na mobilidade, dificultando as atividades do dia a dia se não for tratada adequadamente.</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]</p>

<h3>Síndrome da pata de ganso</h3>

<p>A síndrome da pata de ganso é uma condição que causa dor e inflamação na parte interna do joelho e que pode afetar tanto os tensões da pata de ganso como a bursa anserina, que é uma pequena bolsa com líquidos localizada abaixo deles.</p>

<p>Quando a inflamação afeta principalmente os tendões, recebe o nome de tendinite, enquanto que quando a afeta a bursa, é chamada de bursite.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/bursite-no-joelho/">
  <span>Leia também: <b>Bursite no joelho: causas, sintomas, tratamento e exercícios</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/bursite-no-joelho</span>
  </span>
</a>

<p>No entanto, como as duas situações provocam sintomas muito parecidos e o tratamento é praticamente o mesmo, os profissionais preferem agrupá-las sob a denominação de síndrome de pata de ganso.</p>

<h2>Possíveis causas</h2>

<p>As possíveis causas que podem levar ao desenvolvimento da síndrome da pata de ganso são:</p>

<h3>1. Sobrecarga na região e traumatismos</h3>

<p>Os esforços excessivos e repetitivos ou pancadas diretas sobre o joelho podem danificar a região da pata de ganso, sendo mais frequente de ocorrer em esportes como futebol, basquete ou esportes com raquete, em que há corridas, mudanças repentinas de direção e movimentos laterais.</p>

<p>Também pode surgir devido à má realização de um treino, como não aquecer corretamente ou aumentar repentinamente a intensidade do exercício, bem como pancadas, quedas ou acidentes na parte interna do joelho que podem desencadear inflamação e dar lugar à tendinite.</p>

<h3>2. Alterações anatômicas e biomecânicas</h3>

<p>As alterações anatômicas e biomecânicas, como a tensão ou rigidez dos músculos isquiotibiais, o joelho valgo ou varo, os pés planos e o uso de calçado inadequado, podem favorecer o desenvolvimento da tendinite da pata de ganso, pois modificam a forma como o joelho suporta e distribui a carga.</p>

<p>Isso pode aumentar o atrito e a pressão na parte interna do joelho, principalmente na região média.</p>

<p>Além disso, os pés planos e o uso de calçado inadequado podem alterar a pisada e aumentar a carga sobre a parte interna do joelho.</p>

<h3>3. Doenças articulares e ósseas</h3>

<p>As doenças articulares e ósseas também podem desencadear a tendinite na pata de ganso, já que afetam diretamente a estrutura e o funcionamento do joelho.</p>

<p>Entre as alterações mais frequentes está a <a href=\"/artrose-no-joelho/\">artrose do joelho</a>, principalmente quando a afeta a parte interna da articulação, assim como lesões próximas, como danos ao menisco ou as distensões de ligamento.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/menisco/">
  <span>Leia também: <b>Lesão no menisco: o que é, sintomas, causas e tratamento</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/menisco</span>
  </span>
</a>

<p>Além disso, síndromes como de Osgood-Schlatter ou a irritação da prega suprapatelar podem favorecer a inflamação e, em alguns casos, crescimento ósseos, que podem comprimir a região e aumentar o atrito nos tendões.</p>

<h3>4. Fatores metabólicos</h3>

<p>Alguns fatores metabólicos que podem favorecer a tendinite da pata de ganso, como o sobrepeso e a obesidade, aumentam a carga e a inflamação no joelho, já que o excesso de peso submete a articulação a um estresse contínuo.</p>

<h2>Como é feito o diagnóstico</h2>

<p>O diagnóstico da tendinite da pata de ganso é feito pelo ortopedista através, principalmente, de uma avaliação física.</p>

<p>Inicialmente o médico deve questionar os sintomas apresentados e em que situações aparecem e/ ou ficam mais intensos. Em seguida, deve realizar mobilizações e movimentos específicos para confirmar a origem da dor.</p>

<p>Em alguns casos o médico pode indicar exames adicionais, como ecografia ou ressonância para descartar outras lesões, como bursite, lesão no menisco, alterações nos ligamentos do joelho, artrose ou lesões por sobrecarga óssea.</p>

<p>Marque uma consulta com o ortopedista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para que seja feita uma avaliação mais detalhada do joelho:</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]</p>

<h2>Como é feito tratamento</h2>

<p>O tratamento da tendinite da pata de ganso deve ser iniciado de forma progressiva com medidas simples, como repouso relativo, em que é indicado evitar as atividades que desencadeiam a dor. Além disso, é importante aplicar gelo, já que ajuda a reduzir a inflamação local e a aliviar a dor ao diminuir o inchaço e a sensibilidade da região afetada.</p>

<p>O médico também pode indicar o uso de analgésicos ou anti-inflamatórios para aliviar a inflamação, corrigir fatores que sobrecarregam o joelho, como o sobrepeso, uso de calçados inadequados ou desalinhamento, podendo também indicar a fisioterapia.</p>

<p>A fisioterapia é uma parte fundamental do tratamento, já que ajuda a diminuir a tensão e melhorar o funcionamento do joelho através da realização de exercícios de alongamento e fortalecimento, além de técnicas como massagem, ultrassom, TENS ou bandagem terapêutica.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/fisioterapia-tens/">
  <span>Leia também: <b>TENS: o que é, para que serve, como é feito e tipos</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/fisioterapia-tens</span>
  </span>
</a>

<p>Nos casos em que não há melhora, pode ser também indicada a realização de infiltrações ou outras terapias avançadas para controlar a dor e favorecer a recuperação. Nas situações mais crônicas ou muito resistentes ao tratamento, pode ser considerada a realização de cirurgia.</p>
]]></content:encoded>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/pc/lg/tendinite-pata-de-ganso_37082.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[10 sintomas de vitiligo (e o que fazer)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/vitiligo-sintomas/</link>
			<description><![CDATA[Os principais sintomas de vitiligo são manchas despigmentadas branco leitosas na pele, que não coçam e não doem, possuem bordas convexas bem de limitadas e formato redondo, oval ou linear. Confira os principais sintomas de vitiligo e o que fazer.]]></description>
			<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:28:45 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os principais sintomas de vitiligo são manchas despigmentadas branco leitosas na pele, que não coçam e não doem, possuem bordas convexas bem de limitadas e formato redondo, oval ou linear.</p>

<p>O vitiligo é um distúrbio da pigmentação da pele sendo que sua causa não é completamente conhecida, mas sabe-se que ocorre a destruição ou morte dos melanócitos, que são as células que produzem o pigmento que dá cor à pele. Entenda <a href=\"/vitiligo/\">melhor o que é vitiligo</a>.</p>

<p>Os sintomas do vitiligo são mais comuns de surgir antes dos 20 anos, mas também pode acontecer em qualquer idade, sendo importante <a href=\"/marcar-consulta/dermatologista/\">consultar o dermatologista</a> para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento mais adequado, se necessário.</p>

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<h2>Sintomas de vitiligo</h2>

<p>Os principais sintomas de vitiligo são:</p>

<ol>
	<li>Manchas despigmentadas de cor branca leitosa na pele;</li>
	<li>Múltiplas manchas, semelhantes a confetes;</li>
	<li>Bordas convexas, bem delimitadas e sem sinal de inflamação ao redor;</li>
	<li>Tamanho varia de milímetros a centímetros;</li>
	<li>Formato redondo, oval ou linear;</li>
	<li>Manchas brancas que podem apresentar alguma pigmentação normal no seu interior; </li>
	<li>Pelos ou cabelos brancos na área da mancha da pele;</li>
	<li>Não coçam e não causam dor, mas pode ter aumento de sensibilidade no local;</li>
	<li>Deficiência auditiva ou perda da audição, se afetar os melanócitos da cóclea no ouvido;</li>
	<li>Inflamação da íris do olho ou uveíte, quando afeta os olhos.</li>
</ol>

<p>Os sintomas de vitiligo são mais comuns de surgir no rosto, em volta da boca ou dos olhos, pescoço, dorso das mãos. tronco ou couro cabeludo, além de áreas sujeitas a traumas, como cotovelos ou joelhos.<br />
<br />
Além disso, as manchas despigmentadas podem afetar as mucosas e surgir dentro da boca ou das narinas ou região genital, como vulva ou pênis, por exemplo.</p>

<p>O vitiligo também pode causar sintomas psicológicos, como depressão, estresse mental, baixa autoestima e piora da qualidade de vida.</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]</p>

<h2>Sintomas iniciais de vitiligo</h2>

<p>Os sintomas iniciais do vitiligo normalmente são o surgimentos de manchas esbranquiçadas em regiões expostas ao sol, por isso, é mais comum de surgir no dorso das mãos, braços e rosto.</p>

<p>Além disso, podem aparecer em regiões em que a pele sofreu lesões, como cortes ou queimaduras, e, em alguns casos, inicialmente as manchas podem ser acompanhadas pelo surgimento de pelo branco no local.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/manchas-brancas-na-pele/">
  <span>Leia também: <b>9 causas de manchas brancas na pele (e o que fazer)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/manchas-brancas-na-pele</span>
  </span>
</a>

<p>As manchas surgem devido à destruição progressiva dos melanócitos, que são as células responsáveis por dar cor à pele.</p>

<h2>O que fazer</h2>

<p>Na presença de sintomas ou primeiros sinais de vitiligo, deve-se consultar o dermatologista para uma avaliação.</p>

<p>Quando o diagnóstico do vitiligo é confirmado, o médico pode indicar o tratamento mais adequado, que geralmente envolve o uso de <a href=\"/pomada-para-vitiligo/\">pomadas</a> ou comprimidos de corticoides ou imunossupressores, fototerapia, despigmentação da pele, cirurgia ou transplante de melanócitos, por exemplo. Veja <a href=\"/vitiligo/#tratamento\">como é feito o tratamento do vitiligo</a>.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/vitiligo-tem-cura/">
  <span>Leia também: <b>Vitiligo tem cura? (e 9 opções de tratamento)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/vitiligo-tem-cura</span>
  </span>
</a>
]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Dr. Leonardo Rotolo]]></dc:creator>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/zc/ad/vitiligo-sintomas_67509.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Vitiligo: o que é, sintomas, causas, tipos, tratamento (tem cura?)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/vitiligo/</link>
			<description><![CDATA[Vitiligo é um distúrbio da pigmentação da pele que leva ao surgimento de sintomas como manchas brancas na pele, principalmente nos braços, mãos, pés ou em volta dos olhos ou boca, que podem ser localizadas ou generalizadas. Entenda o que é vitiligo, sintomas, causas, tipos, tratamento e se tem cura.]]></description>
			<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:19:24 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vitiligo é uma alteração da pigmentação da pele que leva ao surgimento de sintomas como manchas brancas pelo corpo, principalmente nos braços, mãos, pés ou em volta dos olhos ou boca.</p>

<p>Essas manchas podem surgir devido à ausência de melanina na pele, devido à destruição ou morte dos melanócitos, que são as células que produzem o pigmento que dá cor à pele. Ainda não se sabe a causa exata do vitiligo mas parece estar associado a fatores genéticos e autoimunes.</p>

<p>O vitiligo não é contagioso e o tratamento é feito pelo dermatologista que pode indicar o uso de pomadas ou comprimidos de corticoides ou imunossupressores, fototerapia, despigmentação da pele, cirurgia ou transplante de melanócitos.</p>

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<h2>Sintomas de vitiligo</h2>

<p>Os principais sintomas de vitiligo são:</p>

<ul>
	<li>Manchas despigmentadas na pele;</li>
	<li>Manchas brancas, com bordas bem delimitadas;</li>
	<li>Manchas com formato redondo, oval ou linear;</li>
	<li>Manchas brancas que podem apresentar alguma pigmentação normal no seu interior; </li>
	<li>Pelos ou cabelos brancos na área da mancha da pele;</li>
	<li>Manchas despigmentadas dentro da boca ou das narinas.</li>
</ul>

<p>As manchas do vitiligo são mais comuns de surgir no rosto, principalmente em volta dos olhos e boca, dorso das mãos, pescoço, couro cabeludo, tronco ou região genital, como vulva ou pênis.</p>

<p>Além disso, as manchas também podem ocorrer em regiões do corpo que podem sofrer traumas mais facilmente, como cotovelos ou joelhos. Em alguns casos, o vitiligo pode afetar os olhos ou ouvidos.</p>

<p>Dependendo da causa do vitiligo, outros sintomas podem surgir, como bócio, emagrecimento, cabelos grisalhos, alopecia areata, anemia ou fraqueza, por exemplo. Saiba <a href=\"/vitiligo-sintomas/\">identificar os principais sintomas de vitiligo</a>.</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]</p>

<h3>Vitiligo coça?</h3>

<p>O vitiligo não coça e não causa dor, causando apenas a descoloração da pele e o surgimento de manchas brancas. Veja <a href=\"/manchas-brancas-na-pele/\">outras causas de manchas brancas na pele</a>.</p>

<h2>Como confirmar o diagnóstico</h2>

<p>O diagnóstico do vitiligo geralmente é clínico, sendo feito pelo dermatologista através da avaliação das manchas na pele a olho nu, podendo ser usada a <a href=\"/lampada-de-wood/\">lâmpada de Wood</a> que permite observar melhor as manchas da pele.  </p>

<p>Marque uma consulta com um dermatologista na região mais próxima:</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]</p>

<p>Além disso, caso necessário, o médico pode fazer uma biópsia de pele, para confirmar o diagnóstico e descartar outras condições de saúde, como nevo despigmentoso ou pitiríase alba, por exemplo. Saiba <a href=\"/biopsia-de-pele/\">como é feita a biópsia de pele</a>.  </p>

<p>O médico também pode solicitar exames de sangue para identificar a causa do vitiligo.</p>

<h3>Vitiligo é contagioso?</h3>

<p>O vitiligo não é contagioso, ou seja, não passa de uma pessoa para outra, uma vez que não é causada por infecções por fungos, bactérias ou vírus, por exemplo.</p>

<p>Além disso, o vitiligo não causa prejuízos à saúde, mas pode causar desconforto psicológico na pessoa.</p>

<h2>Possíveis causas</h2>

<p>A causa exata do vitiligo não é completamente conhecida, mas acredita-se que esteja relacionada a fatores genéticos, autoimunes ou estresse, por exemplo.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/vitiligo-emocional/">
  <span>Leia também: <b>Vitiligo emocional: o que é, sintomas, causas, e tratamento</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/vitiligo-emocional</span>
  </span>
</a>

<p>Esses fatores podem levar à destruição dos melanócitos, que são as células que produzem o pigmento que dá cor à pele, a melanina, resultando nas manchas brancas na pele.</p>

<h3>Qual a idade que aparece o vitiligo?</h3>

<p>O vitiligo pode surgir em qualquer idade, no entanto, é mais comum de surgir antes dos 20 anos, podendo se manifestar em bebês ou ainda na infância.</p>

<h2>Vitiligo em crianças</h2>

<p>O vitiligo em crianças se manifesta a partir do aparecimento de manchas brancas na pele que podem ser visíveis após 4 a 6 semanas do início do processo. Essas lesões aparecem com maior frequência no rosto, mãos, pés e áreas expostas a atritos ou ferimentos leves.</p>

<p>O vitiligo nas crianças pode aparecer entre 8 e 12 anos, sendo o tipo mais frequente o vitiligo generalizado (não segmentar), em que as manchas aparecem nos dois lados do corpo de forma simétrica.</p>

<p>Durante a infância também é comum o vitiligo segmentar, que afeta apenas um dos lados e pode estabilizar em 1 a 2 anos.</p>

<h2>Tipos de vitiligo</h2>

<p>Os principais tipos de vitiligo são:</p>

<h3>1. Vitiligo generalizado</h3>

<p>O vitiligo generalizado, ou não segmentado, é o tipo mais comum, caracterizado pelo aparecimento das manchas brancas em várias regiões do corpo de forma simétrica, como nas duas mãos ou nos dois lados do rosto, por exemplo.</p>

<p>Esse tipo de vitiligo apresenta evolução rápida, sendo seguido de períodos em que ocorre estagnação das manchas.</p>

<h3>2. Vitiligo localizado</h3>

<p>O vitiligo localizado caracteriza-se pelo surgimento de manchas brancas localizadas em uma ou algumas regiões do corpo.</p>

<h3>3. Vitiligo universal</h3>

<p>O vitiligo universal é mais raro e ocorre em quase todas regiões do corpo, sendo que a maior parte da pele apresenta-se despigmentada, e algumas regiões com a pigmentação normal da pele.</p>

<h3>4. Vitiligo segmentar</h3>

<p>O vitiligo segmentar, também chamado de vitiligo unilateral, afeta apenas um lado do corpo, como apenas um lado do rosto ou uma mão, por exemplo.</p>

<p>Esse tipo de vitiligo não é muito comum, e afeta principalmente pessoas mais jovens, e as manchas normalmente evoluem durante 1 a 2 anos e depois se tornam estáveis, ou seja, não aumentam de tamanho ou não surge nenhuma nova mancha na pele.</p>

<h2>Como é feito o tratamento</h2>

<p>O tratamento do vitiligo deve ser feito com orientação do dermatologista e varia de acordo com o tipo de vitiligo, tamanho da mancha na pele e sua localização, e tem como objetivo estabilizar o crescimento da mancha ou promover a repigmentação da pele.</p>

<p>Assim, os principais tratamentos que podem ser indicados pelo médico são:</p>

<ul>
	<li><strong>Pomadas ou cremes tópicos</strong>, como corticoides, tacrolimus, pimecrolimus ou calcipotrieno, que ajudam a diminuir a resposta imunológica na pele;</li>
	<li><strong>Comprimidos de corticoides ou imunossupressores</strong>, indicados principalmente quando o vitiligo está progredindo ou é mais extenso e têm como objetivo interromper a atividade da doença;</li>
	<li><strong>Fototerapia com luz UVB ou UVA</strong>, que também pode ser feita com o uso do psoraleno (PUVA), sendo um dos tratamentos mais indicados para vitiligo generalizado;</li>
	<li><strong>Laserterapia</strong>, para manchas estáveis e limitadas;</li>
	<li><strong>Enxertos de pele</strong> saudável nas áreas com manchas brancas estáveis, no caso do vitiligo segmentar ou localizado;</li>
	<li><strong>Transplante de melanócitos</strong>, feito em manchas estáveis por 1 ano e que não melhoram com outros tratamentos.</li>
</ul>

<p>Além disso, também pode ser indicado o tratamento de despigmentação da pele, com cremes ou pomadas, no caso do vitiligo generalizado. Veja <a href=\"/vitiligo-tem-cura/\">todas as opções de tratamento para o vitiligo</a>.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/pomada-para-vitiligo/">
  <span>Leia também: <b>8 pomadas para vitiligo (e como usar)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/pomada-para-vitiligo</span>
  </span>
</a>

<h2>O vitiligo tem cura?</h2>

<p>O vitiligo não tem cura, pois os melanócitos que são as células que produzem a melanina, o pigmento que dá cor à pele, são destruídas, não se regenerando.</p>

<p>No entanto, é possível evitar que a despigmentação da pele evolua, fazendo o tratamento recomendado pelo dermatologista, para repigmentar as manchas brancas.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/vitiligo-tem-cura/">
  <span>Leia também: <b>Vitiligo tem cura? (e 9 opções de tratamento)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/vitiligo-tem-cura</span>
  </span>
</a>

<h2>Possíveis complicações</h2>

<p>As principais complicações do vitiligo são o desconforto estético que pode resultar em estresse mental ou até depressão.</p>

<p>Além disso, quando afeta os olhos, o vitiligo pode causar irite ou uveíte, e no caso de afetar os ouvidos pode resultar em perda da audição.</p>

<p>Outras complicações relacionadas ao vitiligo são o aumento do risco de câncer de pele ou de queimaduras solares, pois a melanina é um fator de proteção natural da pele.</p>

<p>O tratamento com corticoides tópicos também podem causar complicações, como a atrofia da pele.</p>
]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Dr. Leonardo Rotolo]]></dc:creator>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/uf/cz/vitiligo_63496.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Endocrinologista: o que é, o que faz (e quando consultar)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/endocrinologista/</link>
			<description><![CDATA[O endocrinologista é o médico responsável por identificar e tratar doenças que causam alteração nos níveis hormonais, como diabetes, obesidade ou alterações na tireoide, por exemplo. Veja outras doenças que podem ser tratadas pelo endocrinologista e quando se consultar.]]></description>
			<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:31:40 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O endocrinologista é o médico que se dedica ao estudo das glândulas do corpo e alterações hormonais, que podem gerar vários tipos de doenças, incluindo diabetes, síndrome dos ovários policísticos e problemas na tireoide.</p>

<p>É recomendado consultar um endocrinologista quando existem sinais que fazem suspeitar de alguma alteração na produção de hormônios, como alterações rápidas do peso, aumento do volume de urina e da sede, excesso de pelos em mulheres ou crescimento das mamas em meninos, por exemplo.</p>

<p>A partir da avaliação clínica e de dosagens hormonais, o endocrinologista consegue identificar a causa dos sintomas e, assim, indicar o tratamento mais adequado.</p>

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    </figure>

<h2>Que doenças cuida o endocrinologista</h2>

<p>O endocrinologista pode ajudar no tratamento de diversas doenças, incluindo:</p>

<ul>
	<li><a href=\"/tireoide/\"><strong>Distúrbios da tireoide</strong></a>, como hipo e hipertireoidismo, tireoidites, nódulos e câncer;</li>
	<li><strong>Diabetes</strong> ou pré-diabetes;</li>
	<li><a href=\"/hirsutismo-excesso-de-pelos/\"><strong>Hirsutismo</strong></a>, que é uma condição que causa o aparecimento de pelo na mulher, em locais tipicamente masculinos;</li>
	<li><strong>Obesidade</strong>;</li>
	<li><strong>Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)</strong>, menopausa e andropausa;</li>
	<li>Distúrbios ósseos, como osteopenia e osteoporose;</li>
	<li><a href=\"/sindrome-de-cushing/\"><strong>Síndrome de Cushing</strong></a>;</li>
	<li><a href=\"/gigantismo/\"><strong>Acromegalia</strong></a>, que é uma condição caracterizada pelo excesso de hormônio do crescimento.</li>
</ul>

<p>[REDE_DOR_LOCALIZADOR_MEDICO]</p>

<h2>Quando marcar consulta</h2>

<p>É recomendado consultar o endocrinologista quando forem percebidos sinais ou sintomas que possam ser indicativos de alteração na produção de hormônios, como:</p>

<ul>
	<li>Excesso de peso;</li>
	<li>Aumento rápido de peso;</li>
	<li>Cansaço excessivo;</li>
	<li>Alterações no ciclo menstrual;</li>
	<li>Atraso na puberdade ou puberdade precoce;</li>
	<li>Aumento da tireoide;</li>
	<li>Excesso de pelos nas mulheres;</li>
	<li>Crescimento das mamas nos meninos;</li>
	<li>Sinais e sintomas de andropausa e menopausa;</li>
	<li>Presença de sintomas relacionados com a diabetes como sede excessiva e aumento da vontade para urinar, por exemplo.</li>
</ul>

<p>Na presença deste tipo de sintomas, o endocrinologista irá fazer uma avaliação clínica e poderá indicar a realização de exames de sangue.</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]</p>

<h2>Como é a primeira consulta</h2>

<p>Na primeira consulta com o endocrinologista, o médico avalia a história clínica da pessoa através de uma entrevista, em que pergunta o motivo da consulta, ou seja, os sinais e sintomas que a pessoa apresenta.</p>

<p>Além disso, o médico pode questionar a idade, antecedentes de saúde da família e pessoais, hábitos de vida relacionados com a alimentação e a prática de atividade física, uso de medicamentos e alergias.</p>

<p>Em seguida, o endocrinologista pode realizar um exame físico focado na região relacionada com os sinais e sintomas, como pescoço, pele, mãos ou região abdominal, por exemplo.</p>

<p>Também podem ser solicitados exames laboratoriais, como exames de sangue para avaliar os níveis hormonais, exame de urina e exames de imagem, como tomografia ou ressonância magnética.</p>

<h2>Endocrinologista para emagrecer</h2>

<p>É interessante procurar o endocrinologista quando existe muita dificuldade para perder peso, mesmo seguindo uma alimentação saudável e praticando atividade física regularmente.</p>

<p>Na consulta, o endocrinologista irá avaliar o histórico de saúde, fazer o exame físico e poderá pedir, também, alguns exames complementares, se necessários.</p>

<p>Para saber se você está acima do peso, utilize a nossa calculadora online:</p>

<p>{CALCULADORA_IMC}</p>
]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Dr. Leonardo Grossi]]></dc:creator>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/wc/fz/endocrinologista_23562.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Gastrite erosiva: sintomas, grau e tratamento (tem cura?)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/gastrite-erosiva/</link>
			<description><![CDATA[A gastrite erosiva é uma inflamação do estômago em que a camada protetora que reveste o órgão é danificada, levando ao surgimento de erosões, podendo causar sintomas como dor, náuseas e inchaço abdominal. Conheça os sintomas da gastrite erosiva, seus graus e tratamento e saiba se tem cura.]]></description>
			<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:17:11 +0000</pubDate>
						<guid isPermaLink="false">ts-56461-ptpt</guid>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A gastrite erosiva é uma inflamação do estômago em que a camada protetora que reveste o órgão é danificada, levando ao surgimento de pequenas lesões superficiais na mucosa, chamadas erosões.</p>

<p>Os sintomas comuns da gastrite erosiva incluem dor de estômago, náuseas, inchaço e sensação de estômago cheio após as refeições. Em casos mais graves, podem ocorrer vômitos ou sinais de sangramento, que requerem atenção médica.</p>

<p>O tratamento da gastrite erosiva é feito pelo gastroenterologista e envolve remover a causa da irritação, como álcool ou anti-inflamatórios, e usar remédios que reduzem a acidez do estômago para ajudar na cicatrização.</p>

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<h2>Sintomas de gastrite erosiva</h2>

<p>Os sintomas de gastrite erosiva variam em intensidade conforme a gravidade da condição, podendo incluir:</p>

<ul>
	<li>Dor ou queimação na parte superior do abdômen;</li>
	<li>Náuseas ou vômitos;</li>
	<li>Inchaço ou desconforto abdominal;</li>
	<li>Sensação de saciedade rápida após as refeições;</li>
	<li>Perda de apetite;</li>
	<li>Em casos graves, pode ocorrer vômito com sangue.</li>
</ul>

<p>Além disso, pode haver fezes escuras, que indicam possível sangramento no estômago.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/como-identificar-os-sintomas-de-gastrite/">
  <span>Leia também: <b>8 principais sintomas de gastrite</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/como-identificar-os-sintomas-de-gastrite</span>
  </span>
</a>

<h2>Grau da gastrite erosiva</h2>

<p>A gastrite erosiva pode ser classificada conforme a extensão e a gravidade das lesões observadas na mucosa do estômago, podendo ser:</p>

<h3>1. Gastrite erosiva leve</h3>

<p>A gastrite erosiva leve é caracterizada por poucas lesões na mucosa do estômago e inflamação discreta. Em geral, os sintomas são leves ou até inexistentes.</p>

<h3>2. Gastrite erosiva moderada</h3>

<p>Na gastrite erosiva moderada, há um número maior de erosões e inflamação mais evidente da mucosa gástrica. </p>

<p>Os sintomas tendem a ser mais perceptíveis, como dor, náuseas e desconforto abdominal, podendo exigir tratamento mais intenso.</p>

<h3>3. Gastrite erosiva intensa</h3>

<p>A gastrite erosiva intensa apresenta muitas erosões e comprometimento mais significativo da mucosa do estômago. </p>

<p>Nessa forma, há maior risco de complicações, como sangramento, e os sintomas costumam ser mais fortes. Geralmente requer tratamento mais rigoroso e acompanhamento especializado.</p>

<h2>Como é feito o diagnóstico</h2>

<p>O diagnóstico da gastrite erosiva é feito pelo gastroenterologista, que avalia os sintomas, o histórico médico e a presença de fatores de risco, como uso de medicamentos anti-inflamatórios, consumo de álcool, doenças ou estresse físico.</p>

<p>Marque uma consulta com o gastroenterologista mais próximo da sua região:</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]</p>

<p>Para confirmar o diagnóstico, o médico solicita uma endoscopia digestiva alta, exame que permite visualizar diretamente o interior do estômago e identificar as erosões na mucosa. Veja <a href=\"/endoscopia-digestiva-alta/\">como é feita a endoscopia digestiva alta</a>.</p>

<p>Em alguns casos, pode ser feita uma biópsia durante a endoscopia, permitindo analisar o tecido do estômago ao microscópio para uma avaliação mais detalhada.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/para-que-serve-a-biopsia/">
  <span>Leia também: <b>Biópsia: o que é, para que serve, tipos e como é feita</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/para-que-serve-a-biopsia</span>
  </span>
</a>

<p>Além disso, exames complementares podem ser solicitados para identificar a presença da bactéria Helicobacter pylori, quando há suspeita de infecção associada.</p>

<h3>Gastrite erosiva de antro</h3>

<p>A gastrite erosiva de antro é a forma em que os laudos descrevem a presença de erosões na região do antro, que é a parte final do estômago, antes da ligação com o intestino delgado. </p>

<h3>Gastrite erosiva do corpo</h3>

<p>A gastrite erosiva do corpo é o termo usado nos laudos quando as erosões estão presentes na região central do estômago, chamada corpo gástrico. </p>

<h2>Possíveis causas</h2>

<p>A gastrite erosiva ocorre quando a camada protetora do estômago é enfraquecida, permitindo que o ácido gástrico danifique a mucosa. </p>

<p>Por isso, a gastrite erosiva pode ser causado por fatores como:</p>

<ul>
	<li><strong>Uso de anti-inflamatórios não esteroides</strong> (AINEs), como ibuprofeno e aspirina;</li>
	<li><strong>Consumo excessivo de álcool</strong>;</li>
	<li><strong>Estresse físico intenso</strong>, como em casos de cirurgias, queimaduras, traumas e internação em UTI;</li>
	<li><strong>Infecção por <em>Helicobacter pylori</em></strong>. Entenda <a href=\"/h-pylori/\">como se pega <em>H. pylori</em></a>.</li>
</ul>

<p>Em alguns casos, também pode ocorrer o refluxo de bile do intestino para o estômago, o que irrita ainda mais a parede gástrica e contribui para o surgimento das erosões.</p>

<h2>Tratamento da gastrite erosiva</h2>

<p>O tratamento da gastrite erosiva inclui:</p>

<h3>1. Remover a causa</h3>

<p>O primeiro passo no tratamento da gastrite erosiva é identificar e remover o fator que está causando a irritação do estômago. </p>

<p>Podendo incluir suspender o uso de anti-inflamatórios, reduzir ou evitar o consumo de álcool e tratar condições associadas, como situações de estresse físico ou doenças graves.</p>

<h3>2. Uso de medicamentos </h3>

<p>Alguns medicamentos que podem ser indicados são:</p>

<ul>
	<li><strong>Inibidores da bomba de prótons</strong>, como <a href=\"/omeprazol-losec/\">omeprazol</a>, pantoprazol e esomeprazol, para reduzir de forma mais intensa a produção de ácido no estômago, aliviando os sintomas e permitindo a cicatrização da mucosa;</li>
	<li><strong>Bloqueadores dos receptores H2</strong>, como a famotidina, que reduzem a secreção ácida de maneira mais leve. Saiba <a href=\"/famotidina-famodine/\">como tomar a famotidina</a>;</li>
	<li><strong>Medicamentos que protegem diretamente a mucosa do estômago</strong>, como o sucralfato, formando uma camada protetora sobre as lesões e ajudando na recuperação do tecido.</li>
</ul>

<p>Em caso de gastrite erosiva por bactéria H. pylori, pode ser necessário usar antibióticos, como amoxicilina, claritromicina e metronidazol, geralmente em associação, para eliminar a infecção.</p>

<h3>3. Mudanças no estilo de vida</h3>

<p>O tratamento da gastrite erosiva também inclui mudanças no estilo de vida, que ajudam a reduzir a irritação do estômago e prevenir novas lesões. </p>

<p>Entre as principais medidas estão evitar o consumo de álcool e o uso de anti-inflamatórios sem orientação médica, já que essas substâncias podem agravar a inflamação. </p>

<p>Também é recomendado manter uma alimentação mais leve, evitando alimentos muito gordurosos, apimentados ou ácidos, além de fazer refeições menores e mais frequentes. </p>

<p>Parar de fumar é indicado, pois o cigarro prejudica a cicatrização da mucosa gástrica e favorece a irritação do estômago. </p>

<p>Além disso, o controle do estresse também é importante, já que pode piorar os sintomas e aumentar a produção de ácido gástrico.</p>

<h3>Gastrite erosiva pode virar câncer?</h3>

<p>A gastrite erosiva costuma ser uma inflamação aguda e superficial do estômago e que na maioria dos casos melhora quando a causa é tratada. </p>

<p>No entanto, se houver agressões repetidas ou persistentes na mucosa gástrica, ou se a inflamação estiver associada a outras condições, como infecção por <em>Helicobacter pylori</em>, pode haver maior risco de alterações crônicas no estômago.</p>

<p>Em casos prolongados, essas alterações podem aumentar o risco de doenças mais graves, incluindo câncer gástrico. Por isso, é importante diagnosticar e tratar corretamente a gastrite erosiva para evitar complicações. Conheça <a href=\"/cancer-de-estomago/\">o que causa o câncer gástrico.</a></p>

<h3>Gastrite erosiva tem cura?</h3>

<p>A gastrite erosiva geralmente tem cura. Na maioria dos casos, melhora completamente quando a causa é identificada e tratada.</p>

<p>Com o tratamento adequado e mudanças no estilo de vida, o estômago costuma se recuperar bem, especialmente quando a condição é diagnosticada precocemente.</p>
]]></content:encoded>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/gt/sb/gastrite-erosiva_76466.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Primeira semana de gravidez: 8 sintomas que podem surgir]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/sintomas-de-gravidez-1-semana/</link>
			<description><![CDATA[Os sintomas da primeira semana de gestação são muito sutis e geralmente incluem atraso na menstruação, cólica leve, cansaço excessivo e sangramento leve. Conheça os sintomas que podem surgir na primeira semana de gravidez.]]></description>
			<pubDate>Thu, 07 May 2026 16:24:33 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os sintomas que podem surgir na primeira semana de gravidez em algumas mulheres incluem atraso menstrual, cólica leve, sensibilidade nas mamas e cansaço excessivo, por exemplo.</p>

<p>No entanto, é importante ressaltar que os sintomas de gravidez nesta fase ainda são muito sutis e poucas mulheres conseguem realmente perceber mudanças no corpo.</p>

<p>Os sintomas de gravidez ocorrem devido às adaptações do corpo da mulher para receber o bebê, incluindo principalmente alterações nos níveis de hormônios como progesterona, hCG e estrogênio.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/10-primeiros-sintomas-de-gravidez/">
  <span>Leia também: <b>14 sintomas de gravidez: conheça os primeiros sinais (e como confirmar)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/10-primeiros-sintomas-de-gravidez</span>
  </span>
</a>

<figure 
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<h2>Sintomas na primeira semana de gravidez</h2>

<p>Os sintomas mais comuns na primeira semana de gravidez são:</p>

<h3>1. Atraso menstrual</h3>

<p>O atraso menstrual é um possível sintoma comum a partir da primeira semana de gravidez.</p>

<p>Entretanto, este sintoma é mais comum em mulheres que possuem os ciclos menstruais bem regulares.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/menstruacao-atrasada/">
  <span>Leia também: <b>Menstruação atrasada: 11 principais causas (e o que fazer)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/menstruacao-atrasada</span>
  </span>
</a>

<h3>2. Cansaço excessivo</h3>

<p>O cansaço excessivo, ou fadiga, é outro possível sintoma presente na primeira semana de gravidez.</p>

<p>Geralmente, esse cansaço está relacionado com o aumento rápido da progesterona, um hormônio que tem como efeito colateral um aumento da sonolência e o cansaço.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/sono-na-gravidez/">
  <span>Leia também: <b>Sono na gravidez: é normal? quando aparece (causas e o que fazer)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/sono-na-gravidez</span>
  </span>
</a>

<h3>3. Sensibilidade ou inchaço nas mamas</h3>

<p>Outro possível sintoma da primeira semana de gravidez é a sensibilidade ou o inchaço nas mamas.</p>

<p>Isso acontece porque as alterações hormonais neste período deixam as mamas sensíveis e doloridas. Entretanto, conforme o corpo se adapta às alterações hormonais, este sintoma tende a diminuir após algumas semanas.</p>

<h3>4. Cólica leve</h3>

<p>A cólica leve no pé da barriga é um sintoma muito comum na primeira semana de gravidez, que acontece devido à fixação do embrião no útero.</p>

<p>Além da cólica abdominal, a mulher também pode notar a barriga um pouco mais inchada que o normal. Isso acontece por causa da ação dos hormônios sobre os tecidos do útero e o sistema reprodutor feminino.</p>

<h3>5. Sangramento leve</h3>

<p>O sangramento leve, na forma de manchas ou mais claro que o sangue da menstruação normal, é um possível sintoma presente na primeira semana de gravidez da mulher. Conheça melhor as <a href=\"/sangramento-na-gravidez/\">causas do sangramento na gravidez</a>.</p>

<p>Isso acontece quando o óvulo fertilizado se fixa ao revestimento do útero, o que pode acontecer entre 6 a 12 dias após a concepção, mas é mais comum nas primeiras 12 semanas de gravidez.</p>

<h3>6. Variações de humor</h3>

<p>As variações de humor são outro sintoma que pode surgir durante a primeira semana de gravidez.</p>

<p>Essas variações acontecem devido à oscilação dos hormônios, que pode levar a mulher a sentir alegria e, num momento imediato, se sentir triste e até irritada.</p>

<h3>7. Enjoo matinal</h3>

<p>Embora o enjoo matinal seja mais comum por volta da 4ª a 6ª semana, este sintoma também pode surgir na primeira semana de gravidez em algumas mulheres.</p>

<p>Embora seja chamado de \"enjoo matinal\", este sintoma pode surgir a qualquer hora do dia e pode ser acompanhado de vômitos.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/enjoo-matinal/">
  <span>Leia também: <b>Enjoo matinal: 12 principais causas (e o que fazer)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/enjoo-matinal</span>
  </span>
</a>

<h3>8. Alteração no muco cervical</h3>

<p>A alteração no muco cervical, que pode ficar mais espesso até o final da gestação, é outro possível sintoma na primeira semana de gravidez.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/muco-cervical/">
  <span>Leia também: <b>Muco cervical: o que é e como varia ao longo do ciclo</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/muco-cervical</span>
  </span>
</a>

<h2>Como fica a barriga na primeira semana de gravidez</h2>

<p>Na primeira semana de gravidez, a barriga da mulher ainda não aumenta de tamanho. A barriga começa a ser percebida mesmo somente por volta da 8ª semana</p>

<p>Entretanto, as alterações hormonais que acontecem na primeira semana, podem deixar a digestão mais lenta, o que provoca muitos gases e inchaço na barriga.</p>

<h2>Como confirmar se é gravidez</h2>

<p>Como muitos sintomas da primeira semana de gravidez são similares aos de outras fases da vida da mulher, não devem ser usados como confirmação de gravidez.</p>

<p>Para confirmar se é gravidez, é recomendado que a mulher faça um teste de gravidez farmácia a partir do primeiro dia do atraso menstrual, ou consulte o obstetra para realizar um exame de sangue para avaliar os níveis do hormônio beta HCG.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/teste-caseiro-de-gravidez/">
  <span>Leia também: <b>Teste de Gravidez: quando, como fazer (e resultado positivo e negativo)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/teste-caseiro-de-gravidez</span>
  </span>
</a>

<h2>Qual é a primeira semana de gravidez?</h2>

<p>A primeira semana de gravidez é considerada pelo obstetra como a semana a partir do primeiro dia da última menstruação.</p>

<p>Isso porque durante essa primeira semana, a mulher ainda não está de fato grávida, pois o novo óvulo ainda não foi liberado e, dessa forma, ainda não foi fecundado pelo espermatozoide.</p>

<p>No entanto, o que a mulher considera ser a primeira semana de gravidez são os 7 dias logo após a fecundação do óvulo, o que só acontece após às 2 semanas da idade gestacional considerada pelo médico.</p>

<p>Assim, a semana que popularmente é considerada a primeira semana de gravidez acontece geralmente por volta da segunda semana de gravidez, ou 2ª semana após a menstruação. Saiba <a href=\"/calculo-da-idade-gestacional/\">como calcular a idade gestacional corretamente</a>.</p>
]]></content:encoded>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/fn/va/sintomas-de-gravidez-1-semana_36873.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Emergência pediátrica: o que é, como funciona (e quando ir)]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/emergencia-pediatrica/</link>
			<description><![CDATA[A emergência pediátrica é uma situação que deve ser identificada e tratada rapidamente, para evitar a incapacidade permanente ou o óbito, podendo incluir engasgo, trauma grave, queimadura grande, afogamento, intoxicação e alergias graves. Saiba o que é a emergência pediátrica, como funciona e quando ir.]]></description>
			<pubDate>Thu, 07 May 2026 15:13:04 +0000</pubDate>
						<guid isPermaLink="false">ts-56464-ptpt</guid>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A emergência pediátrica é uma situação clínica que deve ser identificada e tratada rapidamente, para estabilizar as funções vitais do bebê, criança ou adolescente, evitando a incapacidade permanente ou o óbito.</p>

<p>Algumas situações classificadas como emergências pediátricas são: engasgo, trauma grave, queimadura grande, crise convulsiva, afogamento, desidratação grave, intoxicação e alergias graves.</p>

<p>Assim, deve-se sempre ligar para o SAMU (192) ou os Bombeiros (193), ou procurar uma emergência pediátrica, se a criança apresentar sintomas como febre persistente, lábios, língua ou unhas arroxeados, sangramento intenso, perda da consciência e/ou inchaço rápido dos lábios, língua ou garganta, por exemplo.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/urgencia-e-emergencia/">
  <span>Leia também: <b>Urgência e emergência: qual a diferença? (e quando ir ao hospital)</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/urgencia-e-emergencia</span>
  </span>
</a>

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<h2>Como funciona a emergência pediátrica</h2>

<p>A emergência pediátrica funciona de forma rápida e dinâmica, e o atendimento deve ser feito conforme a gravidade da condição.</p>

<p>As etapas do atendimento da emergência pediátrica são:</p>

<ol>
	<li><strong>Triângulo de Avaliação Pediátrica (TAP)</strong>: Este procedimento é baseado na observação geral e rápida da criança, e inclui a aparência, o trabalho respiratório e a circulação. O objetivo do TAP é determinar se o estado da criança é ou não potencialmente crítico;</li>
	<li><strong>Protocolo ABCDE</strong>: o médico realiza uma avaliação das vias Aéreas, se a criança possui Boa ventilação, a Circulação, se possui Disfunção neurológica e a Exposição;</li>
	<li><strong>Avaliação secundária</strong>: após a estabilização, a equipe médica avalia os sinais e sintomas da criança, as possíveis alergias, os remédios em uso, a história clínica, os alimentos e líquidos ingeridos na última refeição, o que aconteceu antes da emergência e solicita exames complementares;</li>
</ol>

<p>Após o médico encerrar toda a avaliação ou reavaliação, a criança, já estabilizada, deve ser encaminhada ao local mais adequado para o tratamento da condição diagnosticada.</p>

<h2>Quando procurar uma emergência pediátrica</h2>

<p>Deve-se procurar uma emergência pediátrica em situações como:</p>

<h3>1. Problemas respiratórios graves</h3>

<p>Na presença de problemas respiratórios graves, deve-se procurar uma emergência pediátrica para que o bebê, a criança ou o adolescente seja avaliado pelo médico o mais breve possível.</p>

<p>Sintomas de problemas respiratórios graves incluem dificuldade extrema para respirar, respiração ineficaz, com esforço muito grande no abdômen ou pescoço, ou a ausência de respiração.</p>

<p>Além disso, engasgos que causem chiado, tosse persistente ou falta de ar ou coloração azulada ou arroxeada nos lábios, pele ou extremidades, também indicam problemas respiratórios graves.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/o-que-fazer-se-o-bebe-engasgar/">
  <span>Leia também: <b>O que fazer quando o bebê engasga (primeiros socorros)</b></span>
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    <span class="fake-link">tuasaude.com/o-que-fazer-se-o-bebe-engasgar</span>
  </span>
</a>

<h3>2. Acidentes e traumas</h3>

<p>Os acidentes e traumas que indicam a necessidade de procurar uma emergência pediátrica são:</p>

<ul>
	<li><strong>Pancadas na cabeça</strong>: Se a criança perder a consciência por mais de 5 segundos, apresentar vômitos, choro excessivo, olhos arroxeados, alteração na visão, perda de equilíbrio ou dificuldade para caminhar;</li>
	<li><strong>Afogamentos e submersões</strong>: Toda criança vítima de afogamento precisa passar por uma avaliação médica, mesmo que pareça estável e bem após o resgate;</li>
	<li><strong>Queimaduras</strong>: queimaduras de 2º grau que atinjam mais de 10% do corpo da criança, queimaduras de 3º ou 4º graus, ou lesões que afetem o rosto, o pescoço, as vias aéreas e as genitais;</li>
	<li><strong>Choque elétrico</strong>: Sempre exige avaliação médica, especialmente se a criança apresentar perda de consciência, respiração alterada ou queimaduras;</li>
	<li><strong>Ingestão de substâncias</strong>: se a criança ingeriu remédios de adultos, produtos de limpeza, cosméticos, baterias ou objetos perfurantes.</li>
</ul>

<p>Em casos de cortes profundos ou mordidas de animais que não param de sangrar, possuem objetos encravados ou são localizados no rosto ou pescoço, também é fundamental procurar uma emergência pediátrica.</p>

<h3>3. Alterações neurológicas</h3>

<p>É importante procurar a emergência pediátrica se a criança ou adolescente apresentar sintomas de alterações neurológicas, como crises convulsivas repetidas, repentina ou que duram mais de 5 minutos.</p>

<p>Alterações súbitas de consciência, letargia grave, confusão mental, incapacidade de acordar a criança ou coma, também podem ser sinais de alteração neurológica.</p>

<h3>4. Desidratação grave</h3>

<p>Se a criança apresentar sinais de desidratação grave, como ausência de lágrimas e/ou urina, olhos fundos, boca muito seca e fontanela, ou moleira, afundada, deve-se procurar uma emergência pediátrica imediatamente.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/o-que-pode-ser-a-moleira-funda-no-bebe/">
  <span>Leia também: <b>Moleira funda no bebê: sintomas, causas e o que fazer</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/o-que-pode-ser-a-moleira-funda-no-bebe</span>
  </span>
</a>

<h3>5. Dor abdominal intensa</h3>

<p>É recomendado procurar a emergência pediátrica o mais rápido possível se a criança apresentar dor abdominal intensa, abdome rígido e/ou a presença de vômitos esverdeados.</p>

<h3>6. Febre com sinais de alerta</h3>

<p>Alguns sinais de alerta caso a criança apresente febre são:</p>

<ul>
	<li>Febre em bebês com menos de 3 meses;</li>
	<li>Febre que dura mais de 3 a 4 dias, sem melhora;</li>
	<li>Presença de febre acompanhada de manchas vermelhas ou arroxeadas pelo corpo;</li>
	<li>Febre acompanhada de rigidez na nuca, prostração grave, sonolência ou recusa total de alimentação.</li>
</ul>

<p>Nestes casos, os pais ou responsáveis do bebê, criança ou adolescente devem procurar uma emergência pediátrica o mais breve possível. Conheça um pouco mais sobre a <a href=\"/febre-no-bebe/\">febre no bebê</a>.</p>

<h3>7. Alergia grave</h3>

<p>Deve-se sempre procurar uma emergência pediátrica, se a criança apresentar sintomas de alergia grave, como inchaço no rosto/língua acompanhado de tosse, manchas na pele, chiado no peito ou falta de ar logo.</p>

<p>Estes sintomas surgem imediatamente após a criança entrar em contato com alguma substância alergênica, como alimento, remédio, veneno de inseto ou material, por exemplo.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/o-que-e-anafilaxia/">
  <span>Leia também: <b>Anafilaxia: o que é, sintomas, causas e tratamento</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/o-que-e-anafilaxia</span>
  </span>
</a>
]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Danielle Paiva]]></dc:creator>
									<media:content url="https://image.tuasaude.com/media/article/yd/fd/emergencia-pediatrica_76477.jpg" medium="image" />
					</item>
				<item>
			<title><![CDATA[Desnutrição: o que é, sintomas, causas e tratamento]]></title>
			<link>https://www.tuasaude.com/consequencias-da-desnutricao/</link>
			<description><![CDATA[A desnutrição é a ingestão ou absorção inadequada de nutrientes necessários para o funcionamento adequado do corpo, causando sintomas como atraso no crescimento, perda de peso, diarreia frequente e cansaço excessivo, por exemplo. Entenda o que é a desnutrição, os sintomas, as causas e como é o tratamento.]]></description>
			<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:28:34 +0000</pubDate>
						<guid isPermaLink="false">ts-29149-ptpt</guid>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A desnutrição é caracterizada pela baixa ingestão ou absorção inadequada de nutrientes necessários para manter o corpo saudável, podendo causar sintomas e sinais como atraso no crescimento, perda de peso, diarreia frequente, cansaço excessivo e inchaço generalizado.</p>

<p>A desnutrição é uma condição que pode ser causada por fatores como falta de recursos financeiros, acesso limitado a alimentos saudáveis, problemas de saúde, uso de certos remédios e falta de aleitamento materno, por exemplo.</p>

<p>Na suspeita de desnutrição, deve-se <a href=\"/marcar-consulta/clinico/\">consultar o clínico geral</a> ou pediatra. Assim, o médico poderá confirmar o diagnóstico e indicar o tratamento adequado, que inclui alimentação adequada, uso de suplementos e, em alguns casos, a internação hospitalar.</p>

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<h2>Sintomas de desnutrição</h2>

<p>Os principais sintomas de desnutrição são:</p>

<ul>
	<li>Perda de peso;</li>
	<li>Diarreias frequentes;</li>
	<li>Perda de força muscular, fraqueza, fadiga constante e tontura;</li>
	<li>Letargia, problemas de sono e dificuldade de concentração;</li>
	<li>Falta de apetite;</li>
	<li>Baixa temperatura corporal;</li>
	<li>Baixo humor, tristeza, irritabilidade, confusão mental e <a href=\"/apatia/\">apatia</a>;</li>
	<li>Inchaço, principalmente nas pernas, pés, barriga e rosto.</li>
</ul>

<p>Nos casos mais graves de desnutrição pode acontecer enfraquecimento do sistema imune, resultando em infecções frequentes.</p>

<p>Apesar da desnutrição estar principalmente relacionada com a magreza, é possível estar com o peso adequado porém com deficiência de vitaminas e minerais.</p>

<p>[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]</p>

<h3><strong>Sintomas de desnutrição em adultos</strong></h3>

<p>Os adultos com desnutrição podem apresentar sintomas como perda de apetite e peso, fadiga, tontura, sensação de desmaio, pele pálida, seca e sensível, cabelos finos, quebradiços, com queda e despigmentados, unhas quebradiças, gengivas sangrando e dentes moles.</p>

<p>Baixa temperatura corporal, pressão arterial e frequência cardíaca, redução da força muscular, infecções severas, lentidão na cicatrização de feridas, apatia, irritação, tristeza, confusão mental e falta de atenção também podem surgir.</p>

<p>Em alguns casos, a pessoa pode apresentar braços e pernas finos combinados com inchaço na barriga, rosto, pernas ou pés.</p>

<h2>Desnutrição infantil</h2>

<p>A desnutrição infantil pode causar sinais e sintomas como:</p>

<ul>
	<li>Magreza ou atraso no crescimento;</li>
	<li>Dentes com cáries, manchas ou moles, e gengivas que sangram facilmente;</li>
	<li>Prisão de ventre ou episódios de diarreia persistente;</li>
	<li>Alta frequência de infecções, feridas que demoram a cicatrizar;</li>
	<li>Febre ou hipotermia;</li>
	<li>Pele pálida, seca, com lesões ou descamação;</li>
	<li>Cabelos secos, finos, quebradiços, com queda ou despigmentados;</li>
	<li>Perda severa de gordura debaixo da pele, atrofia muscular, fraqueza e abdômen saliente.</li>
</ul>

<p>A desnutrição na criança também pode causar letargia, sono, apatia, tristeza profunda, desatenção, falta de concentração, irritabilidade, comprometimento e atraso no desenvolvimento intelectual, emocional e psicológico.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/desnutricao-infantil/">
  <span>Leia também: <b>Desnutrição infantil: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/desnutricao-infantil</span>
  </span>
</a>

<h2>Como confirmar o diagnóstico</h2>

<p>O diagnóstico da desnutrição deve ser feito pelo clínico geral ou pediatra a partir da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa, dos hábitos alimentares e de exame físico.</p>

<p>O exame físico consiste na avaliação antropométrica da pessoa, incluindo o peso, a circunferência do braço e abdome e o perímetro cefálico, no caso das crianças.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/antropometria/">
  <span>Leia também: <b>Antropometria: o que é, para que serve e medidas antropométricas</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/antropometria</span>
  </span>
</a>

<p>Além disso, o médico também pode solicitar a realização de exames de urina, fezes e sangue, como hemograma e dosagem de vitaminas e minerais</p>

<h2>Tipos de desnutrição</h2>

<p>Os principais tipos de desnutrição são:</p>

<h3>1. Desnutrição kwashiorkor</h3>

<p>O Kwashiorkor é um tipo de desnutrição grave caracterizada pela deficiência extrema de proteínas na dieta.</p>

<p>Os sintomas mais marcantes deste tipo de desnutrição incluem inchaço, devido a retenção de líquidos, geralmente na barriga, rosto, mãos e pés, além de perda de peso e alterações na cor da pele e cabelo.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/kwashiorkor/">
  <span>Leia também: <b>Kwashiorkor: o que é, sintomas, causas e tratamento</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/kwashiorkor</span>
  </span>
</a>

<h3>2. Desnutrição marasmo</h3>

<p>O marasmo é uma desnutrição causada por deficiência global de energia, proteína e micronutrientes. Conheça melhor <a href=\"/marasmo/\">o que é o marasmo</a>.</p>

<p>Caracteriza-se pelo consumo intenso de gordura e tecido celular subcutâneo, atrofia muscular profunda, extrema perda de peso (caquexia) e aparência envelhecida.</p>

<h2>Causas da desnutrição</h2>

<p>As causas da desnutrição incluem fatores biológicos, sociais, econômicos e políticos, como:</p>

<ul>
	<li><strong>Fatores socioeconômicos e ambientais</strong>, como falta de recursos financeiros, acesso limitado a alimentos saudáveis e isolamento social;</li>
	<li><strong>Problemas de saúde</strong>, como câncer, doenças cardíacas e renais, HIV, síndromes de má absorção, problemas dentários, dificuldade para engolir e náuseas crônicas;</li>
	<li><strong>Problemas de saúde mental e distúrbios alimentares</strong>, como depressão, ansiedade, luto, demência, alcoolismo, anorexia, bulimia e compulsão alimentar;</li>
	<li><strong>O uso de certos remédios</strong>, como fluoxetina, sertralina, topiramato e tramadol, que podem causar náuseas ou vômitos, alterar o paladar, o olfato ou diminuir o apetite;</li>
	<li><strong>Fatores maternos</strong>, como desnutrição ou anemia materna, deficiência no acompanhamento pré-natal e baixo peso do bebê ao nascer;</li>
	<li><strong>Práticas alimentares infantis inadequadas</strong>, como falta de aleitamento materno, introdução incorreta da alimentação complementar e consumo frequente de alimentos ultraprocessados.</li>
</ul>

<p>A desnutrição pode também surgir  em situações de restrição alimentar, como durante alergias ou intolerâncias alimentares mal gerenciadas, ou dietas muito restritivas feitas sem orientação profissional.</p>

<h2>Como é feito o tratamento</h2>

<p>O tratamento para desnutrição varia conforme o grau da desnutrição, podendo incluir:</p>

<h3>1. Dieta</h3>

<p>Na dieta para desnutrição leve a moderada, o nutricionista recomenda o consumo de refeições pequenas e frequentes ao longo do dia, priorizando alimentos ricos em calorias e proteínas, baseados em alimentos naturais e minimamente processados.</p>

<p>Alguns exemplos de alimentos que podem ser consumidos são óleos vegetais crus, leite em pó, macarrão, arroz, manteiga de amendoim, frango, queijos e peixes gordos, por exemplo.</p>

<p>Para pessoas com dificuldade de aceitação ou falta de apetite, pode-se oferecer alimentos pastosos e cremosos, como purês, mingaus e vitaminas de frutas.</p>

<h3>2. Estabilização</h3>

<p>Em casos de crianças com desnutrição grave, o tratamento é feito no hospital, por meio da estabilização.</p>

<p>A estabilização é feita pelo médico conforme o seguinte passo a passo:</p>

<ol>
	<li>Tratar e prevenir a hipoglicemia;</li>
	<li>Tratar a prevenir a hipotermia;</li>
	<li>Tratar a prevenir a desidratação e o choque;</li>
	<li>Corrigir os distúrbios hidreletrolíticos;</li>
	<li>Tratar infecções;</li>
	<li>Corrigir a deficiência de vitaminas e minerais;</li>
	<li>Iniciar a terapia nutricional com cuidado e de forma gradual, para evitar a <a href=\"/sindrome-de-realimentacao/\">síndrome da realimentação</a>.. Isso inclui começar com poucas calorias e aumentar progressivamente conforme a tolerância da pessoa e das suas análises de laboratório. </li>
</ol>

<p>Após a estabilização, o tratamento avança para as fases 8 a 10, que são focadas na na terapia para recuperação nutricional, estímulo emocional ou sensorial e preparação para a alta.</p>

<p>A adesão a essas recomendações diminui de forma significativa o óbito relacionado à desnutrição grave.</p>

<h3>3. Suplementos</h3>

<p>Quando somente a dieta não é suficiente para tratar a desnutrição, o nutricionista pode prescrever suplementos nutricionais ricos em calorias</p>

<p>Suplementos de vitaminas e minerais que estão em falta, como ferro, zinco e vitamina A também são recomendados para auxiliar no ganho de peso e crescimento infantil.</p>

<h3>4. Internação hospitalar</h3>

<p>Nos casos de desnutrição grave ou quando a pessoa não consegue se alimentar pela boca, pode ser necessária a internação hospitalar para receber nutrição enteral, por meio de uma sonda de alimentação, ou nutrição parenteral, administrada diretamente na veia.</p>


<a class="article-link-simple" href="https://www.tuasaude.com/nutricao-parenteral/">
  <span>Leia também: <b>Nutrição parenteral: o que é, para que serve e como administrar</b></span>
  <span class="fake-link-wrapper">
    <span class="fake-link">tuasaude.com/nutricao-parenteral</span>
  </span>
</a>

<h2>Possíveis complicações</h2>

<p>As principais complicações da desnutrição são:</p>

<ul>
	<li>Déficit no crescimento;</li>
	<li>Prejuízos no desenvolvimento cognitivo, emocional, psicológico e neuropsicomotor;</li>
	<li>Grave perda de peso;</li>
	<li>Baixa imunidade, favorecendo a frequência e a gravidade de infecções e doenças recorrentes;</li>
	<li>Anemia;</li>
	<li>Cegueira;</li>
	<li>Ossos moles ou raquitismo.</li>
</ul>

<p>Além disso, nos casos mais graves, em que não é tratada adequadamente, a desnutrição pode colocar a vida da pessoa em risco.</p>
]]></content:encoded>
						<dc:creator><![CDATA[Andreina De Almeida]]></dc:creator>
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