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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:creativeCommons="http://backend.userland.com/creativeCommonsRssModule" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181</atom:id><lastBuildDate>Tue, 29 May 2012 03:04:27 +0000</lastBuildDate><category>externo</category><category>academico</category><category>videos</category><category>politica</category><category>informal</category><category>opiniao</category><category>blogger</category><category>Economia Pratica</category><category>sugestao</category><category>microdinamica</category><category>macrodinamica</category><category>geral</category><title>Academia Econômica</title><description>Debates sobre economia, política e sociedade.</description><link>http://www.academiaeconomica.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Daniel Simões Coelho)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>305</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/academia" /><feedburner:info uri="academia" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><geo:lat>7.3022</geo:lat><geo:long>63.0137</geo:long><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/</creativeCommons:license><image><link>www.academiaeconomica.com</link><url>http://sites.google.com/site/arquivosacademia/Home/acadeco3.jpg</url><title>blogacademia</title></image><feedburner:emailServiceId>academia</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-1739827355225482158</guid><pubDate>Fri, 25 May 2012 21:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-25T17:00:02.363-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">opiniao</category><title>Lei de acesso à informação</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LM90kG94G8M/T7-Ez5C6rhI/AAAAAAAAARc/JcrRizWYhyw/s1600/10095416052012acesso.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="177" src="http://2.bp.blogspot.com/-LM90kG94G8M/T7-Ez5C6rhI/AAAAAAAAARc/JcrRizWYhyw/s320/10095416052012acesso.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há um pouco mais de uma semana, entrou em vigor a Lei que permite aos cidadãos a obtenção de informações relacionadas à gestão pública nos poderes legislativos, executivos e judiciários da União, estados e municípios. Trata-se da Lei N. 12.527 de 18 de novembro de 2012, conhecida como Lei de Acesso à Informação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A norma regula o que já estava previsto no inciso XXXIII do art. 5o, no inciso II do § 3o do art. 37 e no § 2o do art. 216 da Constituição Federal. De acordo com os órgãos de controle como CGU e TCU a medida garante transparência à gestão pública e confere poderes aos cidadãos para julgar os atos dos administradores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem atua nos bastidores do poder governamental sabe da importância da medida, mas acredita que essas posições são demasiadamente otimistas. A lógica do acesso à informação possui diversos problemas e muitos deles insanáveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiramente, muitas informações já estavam disponíveis ao público em geral, mas a grande absoluta parcela da população simplesmente desconhece as fontes, ou quando encontram, simplesmente não sabem como tratar aqueles dados oferecidos. As informações de gestão administrativa são consideradas desinteressantes e servem apenas aos pesquisadores eventuais ou de carreira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitas informações são consideradas irrelevantes para quem acessa e perigosas para quem é exposto. Qualquer economista que pretenda descobrir os gastos com pessoal pode recorrer à diversos sistemas governamentais e consegue, sem problemas, finalizar seu trabalho científico. Por outro lado, a sede pelos que se dizem a favor da liberação total dos dados deseja que informações pessoais como nome completo do servidor e sua remuneração sejam expostos. Não há o que se argumentar que pessoa alguma teria o interesse de verificar o quanto fulano ou cicrano ganha sem más intenções como pano de fundo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, com exceção dos profissionais que trabalham com este tipo de informação, a população não sabe criar derivações dos dados que obtém. Ficará a cargo de organizações e partidos políticos a divulgação de inferências feitas às consultas e sabemos que esta poderá ser manipulada ao bel prazer do informante para manipular opinião.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos bastidores, percebemos que há muita informação que pode ser omitida de modo simples e que a transparência não deve ser plena em muitos casos. E mesmo que a boa vontade dos administradores seja grande, não causará estranheza que esse movimento seja reduzido e a Lei seja mais uma daquelas que não pegam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não podemos torcer para que a transparência não seja atingida, mas precisamos compreender, de uma vez por todas, que não basta obrigar os administradores a fornecer informações, faz-se necessário igualmente educar o povo para saber interpretá-las e reagir para eliminar de uma vez por todas os que fazem mau uso das funções públicas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

&lt;p&gt;Todas as postagens são de autoria dos editores do Academia Econômica, caso contrário são devidamente indicadas.&lt;/p&gt;


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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/665V_FkOhhc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/665V_FkOhhc/lei-de-acesso-informacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Daniel Simões Coelho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-LM90kG94G8M/T7-Ez5C6rhI/AAAAAAAAARc/JcrRizWYhyw/s72-c/10095416052012acesso.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.academiaeconomica.com/2012/05/lei-de-acesso-informacao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-2042712582132771399</guid><pubDate>Wed, 23 May 2012 22:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-23T18:58:59.329-04:00</atom:updated><title>Introdução À Teoria Das Áreas Monetárias Ótimas</title><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na segunda metade do século XX, o processo de regionalização ficou mais acirrado, impondo grandes desafios para as economias que necessitam cada vez mais de cooperação recíproca. Essa cooperação, porém, não se configura ação simples, mas revela a dificuldade em aproximar de forma consistente diversas nações com alto grau de complexidade. No aspecto econômico, uma das principais ações a ser coordenada é o rumo da política monetária.&amp;nbsp; Mesmo em meio ao debate teórico, até a década de 1970 a política monetária era entendida como um instrumento keynesiano que deveria ser utilizado em favor da sustentação de elevados níveis de emprego. Em meados dos anos 1980, porém, o principal objetivo da política monetária modifica-se para a busca da estabilidade dos preços (MENDONÇA, 2002).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Essa modificação teve como marco histórico o fim do Sistema de Bretton Woods (1971), simultaneamente à elevação internacional dos preços causada pelos sucessivos choques do petróleo. Além disso, a academia contribui pra que houvesse a constituição desse novo alvo da política monetária, diversos trabalhos foram dedicados para esse fim. Entre os autores consagrados naquele período, destacam-se Milton Friedman (1956) que reformulou a Teoria Quantitativa da Moeda, Lucas e Sargent (1981) que introduziram o conceito de expectativas racionais e Kydland e Prescott (1977), com os estudos sobre a credibilidade das políticas monetárias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Assim, a política monetária pode assumir dois objetivos, por vezes conflitantes, ou seja: (1) a manutenção do pleno emprego e (2) a estabilidade dos preços (MCKINNON, 1963). Existe ainda uma terceira base macroeconômica visada, a estabilidade nas contas externas, para a qual as taxas de câmbio desempenham papel fundamental. O câmbio é a principal variável levada em consideração ao se analisar o perfil do Balanço de Pagamento. De acordo com Kenen (1969), um regime cambial capaz de criar um equilíbrio externo sem causar desemprego ou inflação é considerado um regime ótimo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Com o fim do padrão monetário internacional definido em Bretton Woods, os debates sobre o regime cambial mais adequado intensificaram-se. A dicotomia entre câmbio flexível e regulado tomou conta da pauta de discussões. Segundo Margarido e Vasconcelos:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O argumento clássico a favor do regime flutuante é que a política monetária teria flexibilidade para adotar outros objetivos que não o de defesa da paridade cambial, ou seja, a política monetária seria independente. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Desse modo, as políticas monetárias e fiscais poderiam ser conduzidas com o intuito de atender objetivos domésticos de pleno emprego com estabilidade de preços, crescimento, distribuição equitativa da renda, dentre outros. E, ainda, a possibilidade de modificar o câmbio permite ao país melhores condições de defesa dos choques externos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;(MARGARIDO; VASCONCELOS, 2001, p. 7).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sambatti e Rissato acrescentam ainda:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 4cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Um outro ponto a ser destacado é que a taxa de câmbio pode variar sem restrições, de modo que os choques de demanda podem ser esterilizados rapidamente e os desequilíbrios do Balanço de Pagamentos podem ser corrigidos mediante ajuste da taxa de câmbio. (SAMBATTI; RISSATO, 2004, p. 4).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Segundo Mayer, no entanto, “[...] o aumento da incerteza necessário a uma maior independência monetária também prejudica o comércio e o investimento” (MAYER; DUESENBERRY; ALIBE, 1993, p. 638). Dizendo de outra maneira, as economias sob o regime de câmbio flutuante estão expostas às mudanças bruscas do cenário internacional. Assim a análise prospectiva da economia torna-se prejudicada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, o regime de câmbio fixo é apontado como vantajoso para os agentes que desejam “[...] horizontes mais estáveis à taxa de câmbio, uma vez que auxilia na estabilidade dos preços e expectativas, servindo como referência na tomada de decisões dos agentes [...]” (FRANKEL, 1999, p. 11). Todavia, a manutenção desse regime fora apontado como de alto custo. Seus críticos afirmavam que seria desvantajosa em ambientes de alta inflação – as políticas monetária e fiscal estão vinculadas à política cambial, não podendo atuar de forma eficiente no controle de preços. Além disso, é um regime problemático quando da existência de divergências políticas nacionais&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=116708335437037181&amp;amp;pli=1#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;– uso do câmbio para estimular exportações poderia causar mal estar entre as nações de uma determinada região (MAYER; DUESENBERRY; ALIBE, 1993, p. 638).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mundell (2004) se mostrou cético quanto à eficácia do regime de câmbio livre no que se refere ao ajustamento de desequilíbrios. Um dos grandes argumentos em favor da taxa de câmbio flexível apoia-se na capacidade desse regime ajustar os níveis de inflação e de desemprego graças à referida liberdade das políticas nacionais. No entanto, como afirma o autor, choques na economia levariam os países a iniciar desvalorizações de suas moedas de maneira generalizada&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=116708335437037181&amp;amp;pli=1#_ftn2" name="_ftnref2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, o que implicaria na perda da capacidade de tais políticas efetivarem o ajuste econômico. Mundell, contudo, aceitava que, dependendo das características econômicas de uma determinada região, seria eficiente que as taxas de câmbio flutuassem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O fato é que com o fim do acordo de Bretton Woods, os anos seguintes foram marcados pela decisão de diversos países em adotarem a livre flutuação de suas taxas de câmbio. Na década anterior, contudo, Mundell já apresentara uma teoria alternativa ao regime de câmbio flutuante. Em seu artigo &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A theory of optimum currency areas&lt;/i&gt; (1961), este autor discute os mecanismos necessários para que uma região possa alcançar o pleno emprego, a estabilidade dos preços e o equilíbrio externo.&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; &lt;/i&gt;A pergunta lançada por ele nesse contexto foi: na construção de um mercado comum o que é melhor, moedas nacionais que flutuem entre si, que sejam fixas ou que exista uma moeda comum a toda uma região?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O próprio Mundell trata de apontar as vantagens envolvidas na discussão sobre as Áreas Monetárias Ótimas (AMO). Segundo ele: (i) dentro de processos de integração e desintegração, novas experiências podem ser melhoradas com o entendimento da AMO; (ii) alguns países sofrem problemas com o câmbio flexível e a teoria da AMO poderia mostrar a solução quando a área monetária nacional não fosse ótima; (iii) a teoria poderia esclarecer pontos ignorados ou mal interpretados pela literatura econômica convencional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para desenvolver a teoria, faz-se necessária a fixação dos conceitos utilizados. Uma área monetária, segundo Mundell (1961) consiste numa região dentro da qual circula uma única moeda ou na qual as taxas de câmbio são fixas. Uma área monetária será ótima, segundo McKinnon (1963), quando as políticas fiscal e monetária forem usadas de maneira eficiente para a consecução dos seguintes objetivos:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;"&gt;(i)&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pleno emprego; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;"&gt;(ii)&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Balanço de pagamento equilibrado e; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;"&gt;(iii)&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Preços médios estabilizados. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Costuma-se dividir a evolução da teoria da AMO em uma fase antiga e outra nova. Autores como Mundell, Kenen e McKinnon representam a teoria original. Já os integrantes da teoria nova como De Grauwe, Frankel e Rose, não registram grandes divergências com o pensamento inicial. O que ocorre é que esses últimos complementaram diversos pontos da teoria inicial e deram mais ênfase a aspectos distintos. É exatamente por esse motivo que as condições apresentadas para a existência de um AMO estão focadas em pontos diferentes, dependendo do autor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr size="1" style="margin-left: 0px; margin-right: 0px;" width="33%" /&gt;&lt;div id="ftn1"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 6pt 0cm;"&gt;&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=116708335437037181&amp;amp;pli=1#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt; De fato, o próprio Mundell (1961) argumenta que a utilização de um sistema de câmbio fixo em uma região está condicionada, entre outras coisas a coordenação política entre os países envolvidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn2"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="http://draft.blogger.com/blogger.g?blogID=116708335437037181&amp;amp;pli=1#_ftnref2" name="_ftn2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 150%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt; Alguns autores chamam esse processo de guerra cambial que pode se tornar uma guerra comercial. Segundo Pettis (2009) os países que não puderem desvalorizar suas moedas para manterem-se competitivos vão reagir com protecionismo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;REFERÊNCIAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Veja aqui as referências utilizadas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/9IBh9xNSOig" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/9IBh9xNSOig/area-monetaria-otima.html</link><author>noreply@blogger.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.academiaeconomica.com/2012/05/area-monetaria-otima.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-5762907987352278082</guid><pubDate>Mon, 14 May 2012 21:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-14T19:09:36.447-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">geral</category><title>Pescar e ser livre</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao percorrer as páginas dos livros e artigos científicos, acabamos por buscar argumentos firmadores do nosso posicionamento ideológico. Ao longo dos anos de estudo, ainda não fundamentei nenhum ponto de vista quanto ao correto caminho a seguir, seja para o liberalismo pleno (em todas as esferas da sociedade) ou para um acompanhamento sistemático do Estado quanto às relações dos indivíduos, entre eles e o sistema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De todo o modo, existe um adágio muito utilizado quando falamos das questões assistencialistas. “É preciso não dar o peixe, mas ensinar a pescar”. Mas, o problema está quando o peixe é dado por tanto tempo, como se convence que ensinar a pescar é melhor? E quando se está ensinando, devemos parar de dar o peixe? Em uma nação como a nossa, onde parece que os agentes precisam de ajuda para quase tudo, é difícil convencê-los que o Estado tem outro papel senão o de ajudar as pessoas a fazer aquilo que deveriam fazer por si mesmas. Uma obrigação fundamentada no desejo de igualdade e justiça, considerando os grandes e poderosos agentes como culpados de seus fracassos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8dGlHSZTLWY/T6lm_CP9H8I/AAAAAAAAARE/g7yqLBq1J0Y/s1600/pescador.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-8dGlHSZTLWY/T6lm_CP9H8I/AAAAAAAAARE/g7yqLBq1J0Y/s320/pescador.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que é dever dos pais prover educação, saúde e segurança aos seus filhos, mas acompanhada dessas obrigações estão a intervenção patriarcal no comportamento de sua prole. Os pais querem que você se comporte da maneira que julgam ser a forma correta, de outra forma os filhos serão punidos. Acontece que ao passo que os filhos crescem e conquistam sua independência, a liberdade é conquistada de imediato e o filho terá discernimento o suficiente para agir da maneira que lhe convier.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O brasileiro ainda se encontra na infância nesse contexto ou, poderíamos julgar que são aquelas pessoas de mais de trinta anos que vivem às custas de seus pais. O Estado insiste em querer determinar o modo como vivemos nossas vidas. Querem proteger-nos de nós mesmos, nessa ótica perversa, eles acreditam que somos incapazes por decidir racionalmente as escolhas que devemos fazer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, o Estado decide o que é ou não adequado para seu filho assistir. Ele acredita que você não é maduro suficiente para uma propaganda de cigarros sem sair correndo para comprar. Ele quer te amedrontar com fotos assustadoras nos versos das embalagens de cigarro. Ele define o que é ou não música, livro, imagem, credo entre outros que devem ou não ser considerados como decente. Ele diz se você pode ou não comprar um remédio na farmácia ou em um supermercado. Ele dita o que é ou não alimentação saudável e que você deve seguir a dieta por ele imposta. E muito mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A solução desse problema é a mesma encontrada pelos jovens que saem de casa de seus pais para ter a sua própria casa e serem donos de sua própria vida. Quando o brasileiro compreender que enquanto se ganha o peixe, deve-se obedecer ordens. Aprendamos a pescar e amadureçamos para conquistar independência e liberdade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/aKg5hc-OO4o" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/aKg5hc-OO4o/pescar-e-ser-livre.html</link><author>noreply@blogger.com (Daniel Simões Coelho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-8dGlHSZTLWY/T6lm_CP9H8I/AAAAAAAAARE/g7yqLBq1J0Y/s72-c/pescador.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.academiaeconomica.com/2012/05/pescar-e-ser-livre.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-5485989534960392173</guid><pubDate>Thu, 10 May 2012 20:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-05-10T17:19:53.343-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">geral</category><title>A queda de juros e o populismo petista</title><description>Lula foi um presidente que em certa medida buscou utilizar a estratégia de outro antecessor, o presidente pai dos pobres e mãe dos ricos, vulgo Getúlio Vargas. Seu governo populista o garantiu dois mandatos e aclamação popular por sua volta. Em certo tom, a atual presidente está rompendo com essa política, ao menos de forma explícita, principalmente quando observada a sua briga pela redução das taxas de juros bancárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certo que a população, em sua maioria desconhecedora dos meandros da refinada teia financeira, acreditam se tratar de uma ação com vistas a atacar os demônios incorporados em forma de banqueiros. Mesmo que pareça que a Dilma esteja enfrentando a classe opressora dos proletariados brasileiros, no fim a presidente está usando uma velha e conhecida arma governamental, culpar os outros pelos problemas da nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-nXZpOtftK8U/T6BG0YVnF1I/AAAAAAAAAQ0/w2__y2eQ8Rw/s1600/divida-publica-thumb.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-nXZpOtftK8U/T6BG0YVnF1I/AAAAAAAAAQ0/w2__y2eQ8Rw/s320/divida-publica-thumb.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu discurso em homenagem ao Dia Internacional do Trabalho, exibido em toda cadeia nacional, ela atacou ferozmente as instituições privadas pela não adesão à queda de juros para o crédito. E elogiou, como se fosse uma ação voluntária, a atitude dos bancos sob o poder estatal, diga-se o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certo que a mulher mais poderosa da nação, em outras palavras, quer delegar aos empresários do país a responsabilidade pelos problemas. Esquecendo-se de que a taxa de juros ao crédito bancário depende de diversas variáveis, não somente a solidez do mercado financeiro do país, como ela mesma mencionou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os banqueiros contra-atacaram com o argumento de que a taxa de juros para financiamento da dívida pública continuava alta, atraindo o fluxo financeiro para esta área. Além disso, o governo está agindo com único intuito de demonizar os donos de instituições financeiras e garantir a vaga do PT e sua trupe nas próximas eleições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bela moça dos cabelos rebeldes sabe que de nada adianta estimular o crédito e não garantir que o mesmo seja honrado, a inadimplência no Brasil é muito alta. Ela sabe também que se reduzisse a gigantesca carga tributária, poderia ajudar mais o seu tão amado povo. Mas essa é uma decisão que não deve ser tomada, afinal de contas, o governo precisa financiar os baixos salários de juízes, deputados, senadores e as transferências feitas aos sistemas de previdência e afins e, principalmente, a que se mostrou capaz de assegurar uma vaga em Brasília, o Programa Bolsa Família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[UPDATED] Quando escrevi este texto as regras da poupança ainda não haviam sido alteradas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/R622xMIykV0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/R622xMIykV0/musica-no-busao.html</link><author>noreply@blogger.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.academiaeconomica.com/2012/05/musica-no-busao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-255641478724681283</guid><pubDate>Mon, 30 Apr 2012 15:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-30T11:46:00.167-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">blogger</category><title>A vida sem ANPEC</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.corecon-ba.org.br/site/db/fotos/1212012100547.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.corecon-ba.org.br/site/db/fotos/1212012100547.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Há muito tempo atrás quando se completava o segundo grau, as famílias das pessoas ficavam orgulhosas com o feito de um dos seus membros. Atualmente, o ensino médio não é mais prova de uma boa educação, quando muitos alunos terminam os estudos e pouco conhecimento foi adquirido. Neste mesmo caminho estão as graduações, seguimos para um tempo onde a graduação não será de grande valia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É cada vez mais comum que os alunos graduados encaminhem-se para as pós-graduações. Eu mesmo estou finalizando um curso de especialização. Diversos dos meus colegas de faculdade já entraram no Mestrado e muitos outros estão em busca da vaga. Confesso que nunca tive o interesse em pleitear uma vaga no curso de mestrado em economia. Primeiramente, porque eu admiro a teoria econômica, mas tenho preferências pelas questões práticas de mercado. Gostaria de ter mais conhecimento sobre finanças e planejamento empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, nos últimos meses penso que o mestrado pode ser algo interessante. Não tenho em mente o status de mestre, muito menos a nobreza de ser professor universitário, mas o intuito único é de adquirir mais conhecimento. Infelizmente ainda não estou pronto para encarar uma ANPEC e seus 300 reais de inscrição, mas quem sabe um dia, me tornarei apto e interessado. Até lá mando notícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/H7NoOkXmmPc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/H7NoOkXmmPc/praia-sombra-e-agua-fresca.html</link><author>noreply@blogger.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://www.academiaeconomica.com/2012/04/praia-sombra-e-agua-fresca.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-1265965160539045173</guid><pubDate>Thu, 19 Apr 2012 21:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-19T19:15:33.229-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">informal</category><title>Epic City Builder</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9Z-nFNrK51A/T4GSwrBq9dI/AAAAAAAAAPY/bYDoM-H4DOc/s1600/jogo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Epic City Builder" border="0" height="242" src="http://1.bp.blogspot.com/-9Z-nFNrK51A/T4GSwrBq9dI/AAAAAAAAAPY/bYDoM-H4DOc/s320/jogo.jpg" title="Epic City Builder" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É pouco provável que você, assim como eu, tenha muito tempo livre. Mas em plenas férias funcionais, me permiti navegar por páginas menos formais. Até que encontrei um jogo online, daqueles categorizados como economia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trata-se do Epic City Builder, o objetivo do jogo é tornar uma vila em uma grande metrópole. Para isso, o jogador necessitará basicamente de dinheiro para aumentar a população e desenvolver a cidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que me chamou a atenção foram os elementos necessários para se consquistar o objetivo do jogo. Para isso, o jogador terá que administrar o equilíbrio entre despesas realizadas com investimentos e os custos de manutenção dos serviços públicos com as receitas oriundas dos habitantes da cidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, o fator que promove a atração populacional é a oferta de serviços públicos. Seja um hospital, delegacia, passando por um clube e ginásio público, quanto mais ofertas de serviços públicos, mais pessoas são atraídas pela cidade e os moradores anteriores desenvolvem suas construções.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma simples colocação de um posto policial perto de uma quadra industrial, torna uma fabriqueta em uma usina moderna. Enfim, parece que o idealizador do jogo tem uma teoria bem formulada sobre o funcionamento da economia. Não acham?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Se você curte jogos online, vale a pena conferir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Atualizando] &lt;a href="http://www.gamenode.com/management-games/epic-city-builder/" target="_blank"&gt;O Jogo poderá ser encontrado aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/ovZ8Dh3UKqU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/ovZ8Dh3UKqU/epic-city-builder.html</link><author>noreply@blogger.com (Daniel Simões Coelho)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-9Z-nFNrK51A/T4GSwrBq9dI/AAAAAAAAAPY/bYDoM-H4DOc/s72-c/jogo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.academiaeconomica.com/2012/04/epic-city-builder.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-989435216230312220</guid><pubDate>Mon, 16 Apr 2012 16:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-16T12:56:23.167-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">macrodinamica</category><title>Indústria Brasileira nos anos 90</title><description>Recuperei um trabalho da época da faculdade. Postarei novamente para que fique registrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após a implantação do II PND, observou-se que as políticas desenvolvimentistas perderam a primazia nos debates acadêmicos, políticos e econômicos, isso evidenciou “o colapso do velho modelo nacionaldesenvolvimentista” (FRANCO, 1998, p.59). Tal colapso ocorreu principalmente devido ao processo inflacionário na economia brasileira e a busca obsessiva pela auto-suficiência por meio do processo de substituição de importações. As conseqüências do velho modelo apareceram com a inflação galopante, que provocou uma pressão sobre as contas governamentais, tornando-as mais deficitárias, assim a indústria mesmo sendo concentrada e ostentando altos níveis de investimento tinha a dinâmica dirigida basicamente pelo estado que, em certa medida, limitava a competitividade e o avanço tecnológico, destarte o modelo aparentava assumir uma tendência de rendimentos decrescentes, bem como decrescentes taxas de produtividade ao longo do tempo1 e isso acarretou a concentração de renda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="https://sites.google.com/site/arquivoblogacademia/Industria-Brasileira-Nos-Anos-90.pdf" target="_blank" title="Industria Brasileira nos anos 90"&gt;Para ler o restante do texto clique aqui.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Um império tão poderoso quanto à da Rede Globo de Televisão não pode ser ignorado por pesquisadores de qualquer parte do mundo. E o documentário causa tanto impacto ao ser assistido, que no Brasil, o mesmo não pode ser exibido devido a uma ordem judicial&lt;a href="file:///C:/Users/Daniel/Documents/Blog/Postagens/#_edn2" name="_ednref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;. &lt;p&gt;A Globo anos após anos manteve sua posição de primeiro lugar no pódio da audiência. A emissora conta, ainda, com a baixa qualidade dos programas de suas concorrentes e pela existência única de sinal aberto da Globo em certas regiões do país. Esse cenário vem se modificando com a expansão da internet e da televisão por assinatura mais acessível. &lt;p&gt;Há muito tempo, jovens politizados carregam suas bandeiras e palavras de ordem contra as grandes corporações e mídia, particularmente esta última representada pela gigante global. Mas porque esta revolta pode parecer estúpida? &lt;p&gt;1. A mais poderosa arma contra qualquer emissora está nas mãos dos telespectadores, o controle remoto. Com exceção das regiões do interior do país, as regiões metropolitanas oferecem sinais de ao menos cinco emissoras de canais abertos, cabe, então, ao cidadão escolher trocar de emissora ou desligar a TV. &lt;p&gt;2. Uma campanha denominada “Um dia sem Globo” não pode ser levada a sério, pois isso implica que nos demais dias do ano a pessoa não deixará de apreciar a emissora. Além disso, deixa a entender que as pessoas necessitam do canal como algo de sobrevivência fisiológica. &lt;p&gt;3. Muitas pessoas dizem que os programas são ruins, como o BBB, uma afirmação estranha que nos faz pensar: Se é tão ruim, por que dá tanta audiência? As pessoas devem entender que a Globo, o SBT e tantas outras emissoras são empresas que seguem as mesmas regras da economia. Se o produto não traz retorno para empresa, ela deixa de produzi-lo.  &lt;p&gt;4. O maior argumento dos ataques contra a emissora é baseado na ideia de que a mesma seja manipuladora de notícias e foi capaz de cometer atos imorais durante toda a sua existência. O fato é que só é manipulável um povo que não tem pensamento crítico. Muitas pessoas repetem tudo que lê ou que ouvem, sem antes pensar em tudo em que aquela ideia implica. Assim fica fácil. &lt;p&gt;5. Para ilustrar a incapacidade desta sociedade de pensar criticamente sobre algo que é dito, é válido lembrar-se de como as notícias veiculadas pela internet são compartilhadas em um efeito viral sem ao menos haver uma tentativa de verificar a veracidade da fonte. &lt;p&gt;6. Qual garantia que existe na hipótese de que ao assumir a liderança do mercado televisivo, outra emissora não assumirá os mesmos defeitos? A Record esconde os seus escândalos envolvendo a famosa igreja arrecadadora de ofertas, inúmeras filiais do SBT, Record e Bandeirantes esconderam fatos graves que envolviam suas empresas e parceiros. &lt;p&gt;Aqui não se esgotaram todas as razões para considerar esse repúdio a essa ou aquela emissora como uma forma estúpida de manifestação. Mas cabe ressaltar que não há defesa dessa ou daquela emissora, apenas a ênfase que os alvos escolhidos nem sempre são relevantes para transformar a sociedade. &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Daniel/Documents/Blog/Postagens/#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; No Brasil, Muito Além do Cidadão Kane.  &lt;p&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Daniel/Documents/Blog/Postagens/#_ednref2" name="_edn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Outras informações sobre o documentário &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Beyond_Citizen_Kane"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Beyond_Citizen_Kane&lt;/a&gt; &lt;p&gt;.   &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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Falar mal de desses agentes já virou um espécie de hobby e consiste na única ferramenta de ação de muitas pessoas que acreditam ser politizadas, quando na verdade não passam de papagaios de piratas e repetem tudo o que já está sendo dito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deputados, ministros, senadores, presidente e entre outros titulares do poder democrático brasileiro não são tão poderosos como muitas pessoas pensam. Esse elenco necessita da aprovação periódica da sociedade através de um fenômeno conhecido como eleições. A escolha pelos melhores representantes e o acompanhamento de suas ações durante o mandato é um dos sinais máximos de patriotismo. Mas, este termo é confundido com ato de pintar caras de verde-amarelo em jogos de futebol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito pobre é um povo que acredita que manifestações em redes sociais, nas ruas e vandalismo de diversos graus é um método politizado de lutar por algum ideal. Antes de criticar quem está lá, faz-se necessários que decida com consciência quem estará lá. Mas se máxima é que nenhum político é honesto, então por que se indignar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carta magna de 1988 inicia com os dizeres “todo poder emana do povo”. A mais importante das lições da Constituição não é bem compreendida por nossa sociedade. Os titulares do poder só estão lá por vontade da sociedade, se lá permanecem após revelações claras de desonestidade, falta de caráter, imoralidade e outros adjetivos pouco gloriosos é porque a sociedade assim o permite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro passo para a mudança desse cenário é primeiro, acreditar que é possível mudar. Depois, assumir a responsabilidade pelos nomes escolhidos e por seguinte, acompanhar e protestar de maneira inteligente sobre os atos praticados por quem toma decisões nesta nação. Talvez, quando deixarmos a comodidade de nossos sofás poderemos mudar alguma coisa nesta nação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma Constituição atribui as competências dos poderes, o Executivo está sob fiscalização do Legislativo, sendo julgado pelo Judiciário e escolhido pelo povo. O Legislativo é fiscalizado por órgãos de controle interno, julgado pelo Judiciário e escolhido pelo povo. Todavia, o Judiciário não é escolhido pelo povo, pouco sofre pressão dos poderes Executivo e Legislativo, e seus órgãos de controle interno são muitas vezes corporativistas e injustos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assistimos com revoltas às cenas de corrupção praticados pelos servidores das casas legislativas e da presidência, mas por alguma estranha razão não nos comovemos com a descarada manifestação de magistrados em impedir que haja mais controle sobre este “poderoso poder”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Servidores efetivos quando cometem algum ilícito são julgados, podem perder seus cargos, serem impedidos de ingressar no serviço público por determinado prazo e até serem presos. Titulares de cargos políticos podem ser cassados, punidos e até presos caso cometam alguma irregularidade ou ainda podem ser alijados do processo eleitoral nos anos seguintes. Todavia, por uma razão minimamente criminosa, juízes condenados por atos ilícitos poderão sofrer a pena máxima da aposentadoria com recebimento de proventos proporcionais ao tempo de trabalho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflita como isso é tão repulsivo. As pessoas se revoltam quando alguém comete um crime e não vai a julgamento ou quando o mesmo a sentença não se revela proporcional ao ato praticado. Acrescente-se que o autor é conhecedor da leis e sua atividade foi julgar outros indivíduos. A aposentadoria, em outras palavras, é recompensar o infrator com um descanso remunerado. Diga-se, dinheiro oriundo da sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo de outro órgão fiscalizando os magistrados é derivação do dito popular “quem não deve, não teme”. E nesse caso, eles devem e devem muito. Não bastando tudo isso, podemos afirmar senhoras e senhores, que caso o poder Judiciário se torne um poder intocável e inabalável não há nada que você sentado aí na sua cadeira possa fazer. Ou pretende recorrer ao STF? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/academia/~4/CE3jKzEfXLw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/academia/~3/CE3jKzEfXLw/nao-julgueis-para-nao-se-aposentar.html</link><author>noreply@blogger.com (Daniel Simões Coelho)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.academiaeconomica.com/2012/02/nao-julgueis-para-nao-se-aposentar.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-116708335437037181.post-8257615585351748884</guid><pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-30T08:00:04.187-04:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">opiniao</category><title>É na escola que agente aprende</title><description>&lt;p align="justify"&gt;Há algumas semanas atrás eu disse no &lt;a title="Twitter" href="http://www.twitter.com/blogacademia" rel="tag" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt; que uma pessoa pode ler artigos científicos, acompanhar entrevistas importantes nos sites e televisão, mas o fato dessa mesma pessoa se ocupar ocasionalmente com conteúdos humorísticos ou informais de qualquer espécie não a torna menos inteligente.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Eu, por exemplo, sou um admirador dos programas, blogs e outros conteúdos de humor e nem por isso me sinto inferior. Essa admiração surgiu desde o famoso programa estrelado por Chico Anysio, “A Escolinha do Professor Raimundo”. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ocorre que tenho observado que nos últimos anos a televisão está sofrendo um ataque estranho de alguns grupos da sociedade. Estamos na onda do “politicamente correto” na TV enquanto impera a imoralidade na vida real.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Acusamos muitas vezes nossos pais de serem caretas, antiquados e etc. Parece que a verdade não é bem essa a verdade, a tolerância com alguns assuntos eram maiores.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Hoje nossa sociedade demoniza o homossexualismo, mas aceita com naturalidade o assalto dos “homens do governo”. Sexo na TV é um escândalo, menos no carnaval onde tudo é permitido. Trinta minutos para compreender quem são as pessoas que irão nos representar é perda de tempo, mas 24 horas para assistir a casa mais vigiada do Brasil é sensacional.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Abaixo, fiz uma seleção de alguns personagens, que se fossem lançados nos dias atuais seriam sumariamente censurados por esta nação de pessoas éticas e distintas.&lt;/p&gt; &lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="446"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="200"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-sNvdX6pLU2o/TxsXezw5E3I/AAAAAAAAAME/EhadTHJIHXE/s1600-h/Gaudncio42.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Gaud&amp;ecirc;ncio" border="0" alt="Gaud&amp;ecirc;ncio" src="http://lh4.ggpht.com/-aWpF-8uAUUM/TxsXj1vJQbI/AAAAAAAAAMM/3wBmw6y0qCs/Gaudncio_thumb40.jpg?imgmax=800" width="204" height="191"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="244"&gt; &lt;p align="justify"&gt;Seu Gaudêncio. O estereótipo do gaúcho machão que não convence. Poderia ser interpretado como uma ofensa a todos os cidadãos do estado do Rio Grande do Sul.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="200"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-_bL_C2mCZhw/TxsXsPnhcSI/AAAAAAAAAMU/hao9X_AfvlQ/s1600-h/seu-peru42.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="seu peru" border="0" alt="seu peru" src="http://lh3.ggpht.com/-zy2Czo_OAj8/TxsXxjNBxOI/AAAAAAAAAMc/m--h1Q_oxTs/seu-peru_thumb40.jpg?imgmax=800" width="204" height="155"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="244"&gt; &lt;p align="justify"&gt;Seu Peru. Se estereótipo foi muito usado na Escolinha, ele sem dúvida foi sua obra prima. Um personagem engraçado que exagerava no tom. Seu Raimundo seria acusado de homofobia a cada injúria dita em sua aula.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="200"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-Fn0mrM9oiqY/TxsX-y7TnLI/AAAAAAAAAMk/CLyDXQ6Nyfo/s1600-h/Suppapau-Uau29.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Suppapau Ua&amp;ccedil;u" border="0" alt="Suppapau Ua&amp;ccedil;u" src="http://lh4.ggpht.com/-t647Kp4wnL0/TxsYPMvo1SI/AAAAAAAAAMs/Hb4kOn8_CDk/Suppapau-Uau_thumb27.png?imgmax=800" width="204" height="169"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="244"&gt; &lt;p align="justify"&gt;Suppapau Uaçu. Nos tempos atuais, a FUNAI poderia pedir que o personagem fosse retirado do programa. Sua apresentação caracterizava-se pela ideia de que o índio era mais esperto do que pensávamos.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="200"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-UthqPq9ADVM/TxsYWTq4Y9I/AAAAAAAAAM0/MA6m9lZqshI/s1600-h/Samuel-Blaustein42.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Samuel Blaustein" border="0" alt="Samuel Blaustein" src="http://lh4.ggpht.com/-7hb6YIrfl44/TxsYb92xvrI/AAAAAAAAAM8/0UGayG6xFCg/Samuel-Blaustein_thumb40.jpg?imgmax=800" width="204" height="161"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="244"&gt; &lt;p align="justify"&gt;Samuel Blaustein. Quem nunca ouviu falar da fama de um judeu. Avarento e em busca de lucro a todo custo. Sabemos que toda a generalização é perigosa e esta não é uma exceção.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="200"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-uK9OkSJBs2Q/TxsYhfrFYXI/AAAAAAAAANE/6ZIHGoMJGUs/s1600-h/CATIFUNDA42.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="CATIFUNDA" border="0" alt="CATIFUNDA" src="http://lh4.ggpht.com/-MCblRE8tDYk/TxsYmpDeciI/AAAAAAAAANM/T-zBHubbQ1Y/CATIFUNDA_thumb40.jpg?imgmax=800" width="204" height="180"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="244"&gt; &lt;p align="justify"&gt;Dona Catifunda. Essa simpatia de pessoa certamente não seria censurada, na verdade ela nem poderia ser interpretada, visto que nos tornamos avessos ao fumo. Fumar nem na piada.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="200"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-tbVlX4LD2L4/TxsYyDj3FUI/AAAAAAAAANU/ydSCiyMP3H0/s1600-h/cacilda42.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="cacilda" border="0" alt="cacilda" src="http://lh6.ggpht.com/-IS6_63qnk7A/TxsY3sGAPoI/AAAAAAAAANc/jUWEeZNWD2Y/cacilda_thumb40.jpg?imgmax=800" width="204" height="107"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="244"&gt; &lt;p align="justify"&gt;Dona Cacilda. A divertida personagem ninfomaníaca provavelmente não seria um grande problema ainda hoje. Mas foi um exemplo da hipocrisia na afirmação em dizer que hoje os programas estão sem pudor.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="200"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-Kr1gZZSE9ro/TxsY_OMnHJI/AAAAAAAAANk/71Yoep3Cqgs/s1600-h/Manoela-DAlm-Mar46.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Manoela D'Al&amp;eacute;m-Mar" border="0" alt="Manoela D'Al&amp;eacute;m-Mar" src="http://lh4.ggpht.com/-y1qON0-pO28/TxsZEXljGFI/AAAAAAAAANs/6x_7A-tYpAc/Manoela-DAlm-Mar_thumb44.jpg?imgmax=800" width="204" height="152"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="244"&gt; &lt;p align="justify"&gt;Manoela D’Além-Mar. Ela é uma derivação das antigas piadas de português. Inteligência é a única coisa que a personagem não possui. Uma afronta a toda nação lusitana.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="200"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-ImJd0vy141g/TxsZKpiW_tI/AAAAAAAAAN0/vh6otgnAvTU/s1600-h/armando-volta42.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="armando volta" border="0" alt="armando volta" src="http://lh3.ggpht.com/-4K_muswZyZg/TxsZQqjdK7I/AAAAAAAAAN8/U5ahZpytJBE/armando-volta_thumb40.jpg?imgmax=800" width="204" height="154"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="244"&gt; &lt;p align="justify"&gt;Armando Volta. Pior que ser tratado como um burro é ser considerado um povo desonesto. Este personagem conseguia um bom desempenho através de subornos ao ilustre professor.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;Apesar do programa ter sido exibido somente nos anos 1980 e 1990, o mesmo era veiculado nas rádios em um formato bem semelhante há pelo menos 20 anos antes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;*Imagens do Google&lt;/p&gt; &lt;p&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;****

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