<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791</id><updated>2024-12-18T19:28:06.756-08:00</updated><title type='text'>.::Aduana e Information::.</title><subtitle type='html'>Serviços de Despachos Aduaneiros de Exportação,contatos:Phone Mobili:91.8131.12.19,email:nunesaduana@yahoo.com.br ou nunesaduana@gmail.com</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>48</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-1593744544683241504</id><published>2013-04-02T19:13:00.001-07:00</published><updated>2013-04-02T19:13:12.574-07:00</updated><title type='text'>BRICS criam fundo para evitar crises cambiais</title><content type='html'>Terça-Feira, 02 de abril de 2013&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os líderes do grupo emergente BRICS- Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - aprovaram ontem a criação de um fundo de cemmil milhões de dólares (78,2 mil milhões de euros), para travar futuras crises nos mercados cambiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O estabelecimento de um fundo de reserva auto-gerido vai ter um efeito preventivo positivo, ajudar os países BRICS a impedir o surgimento de pressões de liquidez no curto prazo e dar apoio mútuo uns aos outros, reforçando assim a estabilidade financeira&quot;, disse o presidente sul-africano Jacob Zuma, após o encontro dos líderes dos cinco países em Durban, África do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o ministro das Finanças da Rússia, Anton Siluanov, a China deverá contribuir com a maior parte do financiamento do fundo, na ordem dos 32 mil milhões de euros, enquanto que Brasil, Rússia e Índia deverão cada um entregar 14 mil milhões de euros. Como economia mais pequena, a África do Sul deverá contribuir com quatro mil milhões de euros, embora as quantias exactas que serão entregues por cada país ainda estão a ser negociadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os BRICS, que representam 43% da população mundial e detém em conjunto reservas de moeda estrangeira no valor de 3,44 biliões de euros, tentam através desta iniciativa aumentar a sua importância nos mercados financeiros e enfrentar os efeitos negativos da política expansiva dos grandes blocos. Nos últimos anos, os países emergentes têm sido atingidos por variações abruptas nos mercados cambais, causadas pelo facto das taxas de juro estarem próximas do zero nos EUA, Japão e Europa, e de Washington, Londres e Tóquio terem levado a cabo vários programas de criação de moeda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas iniciativas dos países ricos têm levado à desvalorização do dólar e da libra, afectando a competitividade das exportações dos BRICS para a Europa e os EUA, causando assim um abrandamento do crescimento do Brasil e China. Ao mesmo tempo, os investidores têm procurado investir o seu dinheiro nas economias com maior dinamismo, tendo o forte influxo de capital causado sérias pressões inflacionistas na China e Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quinteto continua, no entanto, a marcar passo na criação de um banco de desenvolvimento com capital de 39 mil milhões de euros, que faria concorrência ao Banco Mundial - visto como dominado pelo Ocidente - na concessão de créditos às infra-estruturas nas economias emergentes. Os líderes dos BRICS concordaram que a ideia é &quot;viável&quot;, mas não chegaram a acordo nem sobre o local da sede, nem o financiamento. (Fonte)&lt;br /&gt;Postado por: NewsComex - Comércio Exterior e Logística em 28/03/2013</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/1593744544683241504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/04/brics-criam-fundo-para-evitar-crises.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/1593744544683241504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/1593744544683241504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/04/brics-criam-fundo-para-evitar-crises.html' title='BRICS criam fundo para evitar crises cambiais'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-6294532629087920265</id><published>2013-04-02T19:05:00.001-07:00</published><updated>2013-04-02T19:05:41.943-07:00</updated><title type='text'>Navios brasileiros estão sob ameaça </title><content type='html'>&lt;div style=&quot;padding-bottom: 13px; padding-left: 10px; padding-top: 6px; width: 50%;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;TextoCyan10verdana&quot;&gt;Terça-Feira, 02 de abril de 2013&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt; &lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt; 
                        &lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 Navios com bandeira brasileira correm o risco de ser impedidos de 
atracar em portos no exterior. O risco, que existe desde o começo do 
ano, foi criado porque o governo brasileiro ainda não encaminhou ao 
Congresso Nacional a adaptação da legislação brasileira às novas regras 
internacionais de navegação da Organização Marítima Internacional (IMO, 
na sigla em inglês). Essas regras, que entraram em vigor em janeiro, têm
 por objetivo reduzir a emissão de gases-estufa do transporte marítimo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 É difícil estimar o número exato de embarcações que estão sob risco. O 
Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima (Syndarma) tem 
hoje 48 empresas associadas, com uma frota de 53 navios de bandeira 
brasileira, que fazem transporte de cargas entre portos brasileiros e 
também podem operar no exterior.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 Os 53 navios representam 55% das embarcações com esse perfil no país. 
Os outros 45% pertencem principalmente à Petrobras e à Transpetro, que 
não são associadas ao sindicato. Além disso, as associadas do Syndarma 
têm 133 embarcações offshore - que dão apoio marítimo às embarcações de 
óleo e gás na costa do país, com bandeira brasileira -, o que representa
 85% do total com esse perfil no setor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 Além dos navios que transportam cargas para o exterior, as outras 
embarcações também podem precisar fazer reparos em estaleiros 
estrangeiros e terão que seguir as novas regras. Mário Mendonça, 
assessor internacional do Syndarma, diz que muitos navios são levados 
para fora do país quando precisam passar por pequenos reparos, já que os
 estaleiros brasileiros estão quase totalmente comprometidos com a 
construção de novos navios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 Pelas novas regras, os navios precisam desenvolver um plano de gestão 
de eficiência energética (Seemp, na sigla em inglês), com atividades de 
manutenção e de operação que resultem na redução da emissão de gases. O 
Seemp, que deve estar a bordo das embarcações, estabelece objetivos e é 
dividido em quatro fases: planejamento, implementação, monitoramento e 
autoavaliação. A intenção é auxiliar os armadores e as empresas de 
navegação na otimização do gerenciamento ambiental de seus navios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 Além disso, os navios novos - os que começaram a ser construídos em 
janeiro, e os com data de entrega a partir de julho de 2015 - têm que 
cumprir um índice que relaciona a quantidade de gases-estufa e a carga 
transportada. O Índice de Projeto de Eficiência Energética (EEDI) é 
definido pela IMO. Quanto menor o EEDI, mais eficiente será o navio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 Para comprovar que estão seguindo as regras, os navios precisam que a 
Marinha do Brasil emita um documento chamado Certificado de Eficiência 
Energética Internacional. É possível obter este certificado também com 
empresas classificadoras de navios - ou seja, companhias responsáveis 
por atestar que os navios seguem regras internacionais. Esses 
certificados devem ficar a bordo dos navios de bandeira brasileira nas 
viagens internacionais. E é aí que está o problema.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 A Diretoria de Portos e Costas (DPC), subordinada à Marinha do Brasil, 
ainda não autorizou as empresas a obter certificados que comprovem que 
seus navios estão em conformidade com as novas regras. Ou seja, mesmo 
que estejam seguindo as regras, as companhias não têm o aval da Marinha 
para comprovar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 O problema tem origem na compatibilização da legislação internacional 
com o que diz a Constituição brasileira. Por ela, o país só pode aderir 
às novas normas internacionais se forem aprovadas pelo Congresso 
Nacional e transformadas em lei. Este processo está em tramitação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 A demora no processo de adequação do país às novas regras 
internacionais preocupa o setor. Mendonça, do Syndarma, diz que uma 
eventual proibição de entrada de navios de bandeira brasileira em portos
 estrangeiros pode trazer &quot;grandes prejuízos&quot; para empresas que queiram 
transportar cargas para fora do Brasil. Mendonça, contudo, desconhece se
 já aconteceu algum caso do gênero desde janeiro, quando as normas 
entraram em vigor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 O assessor do Syndarma também não sabe dizer se todas as empresas 
associadas já fizeram seus planos e estão de acordo com as novas regras.
 O custo para tanto não é muito alto, visto que é possível cumprir as 
regras com mudanças na operação e manutenção dos navios.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 O risco de não estar com a documentação em ordem afeta apenas os navios
 de bandeira brasileira - os da Vale, por exemplo, que têm bandeiras de 
outros países, não estão sob ameaça. Segundo fonte próxima à Vale, a 
mineradora já segue as novas regras integralmente e não precisou fazer 
investimentos extras para se adaptar. A fonte afirmou que a frota da 
Vale é &quot;relativamente&quot; nova e de navios maiores, que são mais 
eficientes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 Para os navios mais antigos, a Vale reforçou o treinamento da 
tripulação, melhorou a manutenção e redesenhou rotas para conseguir mais
 eficiência energética. &quot;Até essa etapa não foram necessários 
investimentos adicionais, apenas aumento nos gastos com treinamento, 
manutenção e planejamento, que se pagam com a economia de combustíveis&quot;,
 disse a fonte.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 Os novos navios Valemax, da Vale, foram projetados e construídos para 
atender as regulamentações mais recentes e estão enquadrados nas novas 
regras. De acordo com a companhia, reduzem a emissão de gases-estufa por
 tonelada transportada em 34% e estão de acordo com o EEDI definido pelo
 IMO. Dos 35 navios Valemax encomendados pela Vale no exterior, 25 já 
estão em operação. Todos os navios da Vale, já têm o Seemp a bordo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 Já a Transpetro - com 62 navios, sendo 43 com bandeira brasileira, está
 exposta à indefinição da regulamentação das novas regras no Brasil. A 
empresa evitou explicar como está se preparando para enfrentar o risco, e
 respondeu, por e-mail, apenas às perguntas que diziam respeito à 
redução da emissão dos gases-estufa. A assessoria de comunicação da 
estatal diz que a empresa investiu para se adequar às novas regras e que
 os novos navios, já modernos, atendem ao índice de eficiência da IMO.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 A Transpetro informou também que estão sendo feitas melhorias que 
proporcionam a redução da emissão de gases-estufa na frota. Neste 
processo, substituiu motores antigos por outros de melhor desempenho, 
otimizou planos de viagens, buscou maior eficiência de lemes, hélices, 
cascos e sistemas de propulsão e até a melhora do controle de tráfego. A
 empresa não informou qual foi o valor investido na modernização da 
frota.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 O Syndarma orientou seus associados a buscar um atestado de 
conformidade de eficiência energética junto às instituições 
certificadoras. O tal documento não substitui o aval da Marinha. &quot;É um 
recurso possível, sem garantia de sucesso&quot;, reconhece Mendonça. Outra 
recomendação é que as companhias façam um contato prévio com as 
autoridades dos portos de destino, para checar se os navios serão 
recebidos sem a documentação adequada. A detenção do navio, na opinião 
de Mendonça, &quot;não parece provável&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 Flávia Rezende, gerente de desenvolvimento da certificadora francesa 
Bureau Veritas, uma das principais no país, acredita que o atestado 
possa dar alguma segurança aos navios enquanto a situação no Brasil não 
se define. &quot;A gente espera que possa valer. Mas vai depender muito da 
postura do porto de chegada.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class=&quot;TextoPreto10verdana&quot; style=&quot;margin-right: 5px;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;mensagem_corpo&quot; style=&quot;font-size: 12px;&quot;&gt;
 O ajuste às novas regras exige algumas iniciativas operacionais. É 
possível emitir menos gases-estufa com a redução da velocidade, quando o
 porto está cheio, ou com melhores previsões climáticas para saber quais
 as condições marítimas. Reformas na estrutura física do navio podem 
facilitar a navegação e reduzir o consumo de combustível. A boa notícia é
 que a necessidade legal de seguir os padrões internacionais pode 
significar economia para as empresas, diz Flávia Medidas para reduzir 
emissão são obtidas a partir de melhorias na eficiência dos navios. &quot;O 
retorno financeiro é muito rápido&quot;, afirma. (&lt;a href=&quot;http://www.suinoculturaindustrial.com.br/noticia/navios-brasileiros-estao-sob-ameaca/20130402090437_G_376&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Fonte&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;

Postado por: NewsComex - Comércio Exterior e Logística&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/6294532629087920265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/04/navios-brasileiros-estao-sob-ameaca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/6294532629087920265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/6294532629087920265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/04/navios-brasileiros-estao-sob-ameaca.html' title='Navios brasileiros estão sob ameaça '/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-3522580311260064900</id><published>2013-03-28T07:09:00.000-07:00</published><updated>2013-03-28T07:09:08.299-07:00</updated><title type='text'>DEMURRAGE DE CONTÊINERES E FREETIME</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;
&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;
Início da contagem de dias livres e o cancelamento unilateral de acordos (Por Fábio Gentil)&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A Demurrage de Contêineres constitui um dos elementos fundamentais na estruturação de operações de importação.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Freight Forwarders, Importadores e recebedores de cargas em geral preocupam-se em evitar a incidência de diárias de Demurrage, que constitui um ônus eminentemente prejudicial ao resultado financeiro de seus negócios.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Para que não haja incidência de sobrestadia, contrata-se um número de dias livres (Freetime) que seja suficiente para o recebimento e liberação das cargas, e devolução dos contêineres ao transportador marítimo. A logística de importação, portanto, é desenhada no esquadro do período livre negociado, além de outros fatores específicos aplicáveis a cada operação.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Este acordo de dias livres tem amparo contratual e trata-se de condição pela qual se paga. Ainda que em dado caso não se observe relação direta frete-freetime, certamente a concessão de dado número de dias livres é resultado de negociação entre as partes e o transportador visa benefício.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Seja o aumento de volume de cargas, a utilização de novas rotas, a maior participação de um grupo de empresas, e até mesmo um frete mais caro, todos são contraprestações que interessam ao transportador.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt; Dessa forma, evidentemente a concessão de dias livres não é mera liberalidade ou favor, mas sim algo contratualmente estabelecido e que deve ser respeitado, independentemente de outros fatores.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;FREETIME “BONIFICADO”&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Apesar disso, tem sido observada a pratica do cancelamento do Freetime negociado caso o pagamento dos dias em Demurrage não ocorra no vencimento da Nota de Débito. Após o vencimento, o transportador simplesmente emite novo faturamento, com base em seu Freetime padrão. Em outras palavras, estamos diante de alteração unilateral do contrato.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Exemplificando:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;FATURAMENTO INICIAL&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Freetime contratado: 10 dias&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Descarga: 02/01/2012&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Devolução: 13/01/2012&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Dias em Demurrage: 01&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt; FATURAMENTO “REVISADO”&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Freetime contratado: cancelado&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Freetime padrão: 07 dias&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Descarga: 02/01/2012&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Devolução: 13/01/2012&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Dias em Demurrage: 04&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Com a “revisão” do faturamento, o transportador aplica uma multa embutida de 400% sobre o valor devido. Sob a denominação de “Freetime Bonificado”, o que temos, na verdade, é uma multa ilegal sobre uma parcela de natureza indenizatória (Demurrage).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O não pagamento da fatura (inadimplemento da obrigação) na data aprazada, em hipótese alguma pode implicar no cancelamento automático de uma condição contratualmente estabelecida entre as partes e pela qual o contratante pagou (de uma forma ou outra).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Quando o contratante dos serviços de transporte é um Freight Forwarder ou Agente de Cargas a situação torna-se ainda mais grave, porque ele certamente faturou seus clientes tendo por base o Freetime negociado.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt; Em um mercado em que as margens são extremamente apertadas, amargar a diferença de despesas de Demurrage pode facilmente levar um Agente de Cargas à quebra.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Sabendo-se que as operações de Freight Forwarding dependem diretamente daquilo que é acordado com os armadores (fornecedores), o desrespeito a qualquer dos termos contratados gera absoluta insegurança jurídica e desestabiliza as relações negociais.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Essa prática, portanto, constitui cobrança ilegal e poderá levar o armador a ter que pagar ao devedor quantia equivalente à que está sendo cobrada a maior, conforme prevê o Código Civil Brasileiro, in verbis: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;“Art. 940. Aquele que demandar por dívida já paga, no todo ou em parte, sem ressalvar as quantias recebidas ou pedir mais do que for devido, ficará obrigado a pagar ao devedor, no primeiro caso, o dobro do que houver cobrado e, no segundo, o equivalente do que dele exigir, salvo se houver prescrição.”&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;CONTAGEM DE FREETIME |&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;D+1&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;br /&gt; Além do cancelamento unilateral de dias livres negociados, tem sido observado que, estranhamente, alguns armadores estão considerando o dia da descarga como sendo o primeiro dia do Freetime Demurrage.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Essa prática causa estranheza por algumas razões.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A primeira delas é que, como se sabe, navios operam a qualquer hora e dia, inclusive finais de semana e feriados. Por outro lado, os órgãos da Administração Pública funcionam em horário comercial e sem eles não se processam quaisquer das etapas necessárias à liberação das cargas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Com isso, se um navio opera em um domingo, não se pode esperar que o recebedor das cargas possa fazer qualquer coisa para retira-las do porto naquele dia, tendo que aguardar até segunda-feira (se não for feriado). Ainda que o navio opere em dia útil, o horário de operação poderá ser o fator impeditivo, pois não será possível iniciar os trâmites de desembaraço das cargas às 23h, por exemplo.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Outro fator a ser considerado é que o processo de nacionalização depende da chamada “Presença de Carga”, momento em que o status de “Carga Manifestada” é alterado para “Carga Armazenada”, ou seja, apta a ter o processo de liberação iniciado por seu recebedor. Tal procedimento não ocorre imediatamente após a descarga, sendo que o Operador Portuário requer um prazo mínimo para fazê-lo. Do ponto de vista operacional, portanto, trata-se de uma questão de bom senso em considerar a contagem dos dias livres somente no primeiro dia útil após a operação de descarga.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A análise estritamente legal nos leva à mesma conclusão.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O decreto-lei nº 116, de 25 de janeiro de 1967, determina em seu artigo 3º que “A responsabilidade do navio ou embarcação transportadora começa com o recebimento da mercadoria a bordo, e cessa com a sua entrega à entidade portuária ou trapiche municipal, no porto de destino, ao costado do navio.”&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Este artigo deve ser interpretado em conjunto com as normas aplicáveis às obrigações dos intervenientes nas operações de Comércio Exterior, notadamente o Decreto nº37, de 28 de fevereiro de 1966, a Instrução Normativa da RFB nº 800 de 2007, e o Decreto nº 6.759/2009 (Regulamento Aduaneiro).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Desta análise resulta que a efetiva entrega das cargas somente ocorre quando o Operador Portuário dá a chamada “Presença de Carga”, alterando o status do Siscomex-Carga para “Carga Armazenada”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Conclui-se então que somente após este evento é que se pode considerar que o armador efetivamente deu cumprimento ao contrato de transporte.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Encerrando a discussão, e trazendo argumento definitivo, lembramos que o Código Civil Brasileiro (Lei nº 10.406/2002) dispõe em seu artigo 132 que “Salvo disposição legal ou convencional em contrário, computam-se os prazos, excluído o dia do começo, e incluído o do vencimento.”&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Assim, a contagem do Freetime Demurrage deve ter seu início no primeiro dia útil seguinte à data em que o navio operou, ou seja D+1, não apenas por uma questão legal, mas como medida mais razoável em vista dos procedimentos necessários ao recebimento e liberação das cargas.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Como se observa, os problemas acima tratados podem ser facilmente resolvidos, bastando bom senso e lealdade negocial entre as partes.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Sucesso a todos.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Fábio Gentil&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Fábio Gentil | Advogado&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Direito Multimodal e Contratos Internacionais&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Contato: gentil@gentiladvogados.com.br&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/3522580311260064900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/03/demurrage-de-conteineres-e-freetime.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/3522580311260064900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/3522580311260064900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/03/demurrage-de-conteineres-e-freetime.html' title='DEMURRAGE DE CONTÊINERES E FREETIME'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-8038008547033707447</id><published>2013-03-25T07:25:00.004-07:00</published><updated>2013-03-25T07:25:42.561-07:00</updated><title type='text'>Sobre o grupo MUDA SISCARGA - MOVIMENTO PELA ALTERAÇÃO DO DL Nº37/66 E FIM DAS MULTAS ABUSIVAS</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div id=&quot;yui-gen1&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;more hide&quot; style=&quot;display: inline;&quot;&gt;
Prezados(as) Srs(as),&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos que atuam no Comércio Exterior Brasileiro já foram ou serão autuados pelo descumprimento de procedimentos aduaneiros. Uma das multas mais comuns é a do Artigo 107, IV, &quot;c&quot; e &quot;e&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As multas previstas no citado DL nº37/66 são fundamentalmente DESPROPORCIONAIS quando contrapostas aos danos causados ou supostamente causados à Administração Pública. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando comparadas à receita obtida por Agentes de Cargas, por exemplo, a desproporcionalidade torna-se ainda mais gritante. Um agente desconsolidador, que ganha em média US$50,00 para realizar as atividades burocráticas a ele inerentes não pode arcar em hipótese alguma com uma multa de R$ 5.000,00. A multa é simplesmente 100x maior do que a receita auferida pelo Agente de Cargas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa e outras aberrações previstas no DL nº37/66 não podem continuar. É fundamental que seja criado um movimento para que se altere imediatamente o valor das multas aplicadas no Comércio Exterior Brasileiro. Temos acompanhado a quebra de inúmeras empresas e tantas outras quebrarão ao longo deste e do próximo ano em virtude das citadas multas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero convocar a todos os interessados neste assunto para que comentem os problemas que têm enfrentado e espalhem esta notícia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste primeiro momento estamos fazendo uma lista de pessoas interessadas no assunto para iniciarmos as discussões e elaboração de propostas, assim como contatos com os organismos representantes de armadores, agentes de cargas, despachantes, importadores e exportadores, e demais intervenientes. &lt;a class=&quot;less&quot; href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4368686088812257791#&quot;&gt;« menos&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/8038008547033707447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/03/sobre-o-grupo-muda-siscarga-movimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/8038008547033707447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/8038008547033707447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/03/sobre-o-grupo-muda-siscarga-movimento.html' title='Sobre o grupo MUDA SISCARGA - MOVIMENTO PELA ALTERAÇÃO DO DL Nº37/66 E FIM DAS MULTAS ABUSIVAS'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-5802913995013263147</id><published>2013-03-22T07:11:00.004-07:00</published><updated>2013-03-22T07:11:57.327-07:00</updated><title type='text'>Não tenho empresa registrada. Posso importar?</title><content type='html'>&lt;h2 class=&quot;pagetitle&quot;&gt;
&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;post-47 post type-post status-publish format-standard hentry category-informacoes-sobre-comex category-voce-sabia&quot;&gt;
&lt;h3 id=&quot;post-47&quot;&gt;
&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;entry&quot;&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
Para importar, as empresas devem estar cadastradas no REI (Registro de Exportadores e Importadores) da Secretaria de Comércio Exterior. A pessoa física somente poderá importar mercadorias em quantidades que não revelem prática de comércio, desde que não se configure habitualidade.&lt;br /&gt;Para maiores informações sobre registro de pessoa física, favor consultar a Portaria SECEX nº 10, de 24/05/2010, artigo 2.º, parágrafo 2.º.&lt;br /&gt;Com relação à habilitação para operação no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) e credenciamento de representantes, sugerimos consulta à Instrução Normativa SRF nº. 650, de 12 de maio de 2006 (DOU 19/05/2006):&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.receita.fazenda.gov.br/Aduana/Siscomex/ModalidSimplifPeqMonta.htm&quot;&gt;http://www.receita.fazenda.gov.br/Aduana/Siscomex/ModalidSimplifPeqMonta.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&amp;amp;menu=298&quot;&gt;http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&amp;amp;menu=298&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;postmetadata&quot;&gt;
 Publicado em &lt;a href=&quot;http://pinhologistics.wordpress.com/category/voce-sabia/informacoes-sobre-comex/&quot; rel=&quot;category tag&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Informações sobre COMEX&quot;&gt;Informações sobre COMEX&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://pinhologistics.wordpress.com/category/voce-sabia/&quot; rel=&quot;category tag&quot; title=&quot;Ver todos os posts em Você Sabia?&quot;&gt;Você Sabia?&lt;/a&gt; |   &lt;a href=&quot;http://pinhologistics.wordpress.com/2010/06/30/nao-tenho-empresa-registrada-posso-importar/#respond&quot; title=&quot;Comentário para Não tenho empresa registrada. Posso importar?&quot;&gt;Deixar um comentário » &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/5802913995013263147/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/03/nao-tenho-empresa-registrada-posso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/5802913995013263147'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/5802913995013263147'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/03/nao-tenho-empresa-registrada-posso.html' title='Não tenho empresa registrada. Posso importar?'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-8850807975067698120</id><published>2013-03-18T13:27:00.000-07:00</published><updated>2013-03-18T13:27:15.591-07:00</updated><title type='text'>Brasil conseguirá dar jeito nos portos?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLFD-eSeRhRKfyZsmxClcDxiT4k2fwBCuS6DMp0hGriSILUAp9LxztRiIK4PdRxRFGxq6Fo1R6mhEDyOEc4gRJp5UupGNu7OKZSXxn5Nut0Be7_gNflR3S93xpTWGmpoJ-X1MFOvXo9FCd/s1600/Economilist.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;213&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLFD-eSeRhRKfyZsmxClcDxiT4k2fwBCuS6DMp0hGriSILUAp9LxztRiIK4PdRxRFGxq6Fo1R6mhEDyOEc4gRJp5UupGNu7OKZSXxn5Nut0Be7_gNflR3S93xpTWGmpoJ-X1MFOvXo9FCd/s320/Economilist.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;entry&quot;&gt;
     
     &lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A revista &lt;em&gt;Economist&lt;/em&gt; desta semana chama atenção para o 
fato de que o governo do Brasil aparentemente “acordou” para a 
necessidade urgente de melhorar a infraestrutura do país, destacando 
que, depois de anunciar projetos para ferrovias e aeroportos, o governo 
Dilma decidiu incluiu os portos na lista.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A &lt;em&gt;Economist&lt;/em&gt; lembra que as taxas portuárias do Brasil estão 
entre as mais altas do mundo, ressaltando que os subornos e taxas que 
têm que ser pagas a intermediários tornam o custo da circulação de 
mercadorias pela via naval no Brasil ainda maior. Isso sem contar a 
falta de manutenção e de investimentos.Dar um jeito nos portos é algo fundamental para o Brasil tentar 
impulsionar o seu crescimento econômico, hoje “anêmico”. Mesmo o 
agronegócio, umas das poucas áreas da economia brasileira que ainda 
funcionam, diz a &lt;em&gt;Economist&lt;/em&gt;, tem seus lucros corroídos pelos altos custos de transporte para as exportações das commodities.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A revista britânica alerta, entretanto, que que muitas vezes os 
planos para melhorar a infraestrutura brasileira não saem do papel. Os 
R$ 54 bilhões em investimentos nos portos anunciados pelo governo para 
até 2017 representam 17 vezes o valor investido pelo Brasil na estrutura
 portuária ao longo de toda a última década.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A &lt;em&gt;Economist&lt;/em&gt; cita ainda um estudo recente realizado pela 
empresa de consultoria&amp;nbsp;Booz &amp;amp; Company que aponta a baixa 
produtividade, a incerteza regulatória e uma estrutura de gestão confusa
 como as grandes barreiras a serem superadas para melhorar os portos 
brasileiros.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;fontes&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
       &lt;span&gt;
        &lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt; 
              &lt;a href=&quot;http://www.economist.com/news/americas/21569395-plan-fix-ports-daylight-piracy&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;The Economist - Infrastructure in Brazil: Daylight piracy&lt;/a&gt; 
       &lt;/span&gt;
      &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/8850807975067698120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/03/brasil-conseguira-dar-jeito-nos-portos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/8850807975067698120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/8850807975067698120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/03/brasil-conseguira-dar-jeito-nos-portos.html' title='Brasil conseguirá dar jeito nos portos?'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLFD-eSeRhRKfyZsmxClcDxiT4k2fwBCuS6DMp0hGriSILUAp9LxztRiIK4PdRxRFGxq6Fo1R6mhEDyOEc4gRJp5UupGNu7OKZSXxn5Nut0Be7_gNflR3S93xpTWGmpoJ-X1MFOvXo9FCd/s72-c/Economilist.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-3412177907050398556</id><published>2013-01-31T06:20:00.002-08:00</published><updated>2013-01-31T06:20:49.207-08:00</updated><title type='text'>Primeiro guindaste RTG da Região Norte entra em operação</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRwnSBXUUIDZEx-eAZgGw8Ctg4_EH1VN71K_pyuZyNtryoQZoeEeFjF74fJh8s0LTwB9VqSnGA6oYmBvBGwfXiW7OQboZDmV-roVxmoqST1dOJ6cs82JEJ-y0bBXSHfezJHscBNUTHrmQv/s1600/Guindaste+RTG.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRwnSBXUUIDZEx-eAZgGw8Ctg4_EH1VN71K_pyuZyNtryoQZoeEeFjF74fJh8s0LTwB9VqSnGA6oYmBvBGwfXiW7OQboZDmV-roVxmoqST1dOJ6cs82JEJ-y0bBXSHfezJHscBNUTHrmQv/s1600/Guindaste+RTG.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entrou em operação na manhã desta terça-feira a primeira unidade de 
RTG (rubber tyre gantry crane ou guindaste de pórtico sobre pneus) da 
Região Norte do Brasil no Terminal Portuário Alfandegado do Grupo 
Chibatão em Manaus.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O equipamento, um dos seis adquiridos pela empresa no segundo 
semestre do ano passado – dentro do pacote de modernização e ampliação 
de sua infraestrutura no qual foram investidos R$ 80 milhões – vai 
reduzir em 40% o tempo de movimentação dos contêineres e cargas 
importadas e exportadas pelas indústrias do PIM (Polo Industrial de 
Manaus) em navios de longo curso e cabotagem, reduzindo custos e 
ampliando a eficiência para o porto e também para seus clientes, que 
ganham mais agilidade e segurança na movimentação e transporte de suas 
cargas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na prática, o RTG é um imenso pórtico com mais de 30 metros de altura
 capaz de passar sobre os pátios de armazenagem e deslocar por um 
sistema de cabos de içamento, qualquer contêiner, mesmo que ele esteja 
no meio da pilha, sem a necessidade de movimentar ou transportar outras 
unidades.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Cada novo guindaste irá substituir a operação de três empilhadeiras 
atualmente utilizadas para a mesma tarefa além de possibilitar o aumento
 de cinco para seis, o número de contêineres empilhados em cada coluna.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Esta é uma conquista inédita para a economia do Amazonas e de todo o
 Brasil, pois nos coloca na vanguarda da tecnologia em logística 
portuária, inclusive na América Latina, onde é o primeiro modelo deste 
porte da empresa Liebherr a entrar em operação”, destacou Johny Fidelis,
 gestor do porto.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte:Guia Marítimo &lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/3412177907050398556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/01/primeiro-guindaste-rtg-da-regiao-norte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/3412177907050398556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/3412177907050398556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/01/primeiro-guindaste-rtg-da-regiao-norte.html' title='Primeiro guindaste RTG da Região Norte entra em operação'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRwnSBXUUIDZEx-eAZgGw8Ctg4_EH1VN71K_pyuZyNtryoQZoeEeFjF74fJh8s0LTwB9VqSnGA6oYmBvBGwfXiW7OQboZDmV-roVxmoqST1dOJ6cs82JEJ-y0bBXSHfezJHscBNUTHrmQv/s72-c/Guindaste+RTG.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-6948107272489933533</id><published>2013-01-31T06:10:00.000-08:00</published><updated>2013-01-31T06:10:37.769-08:00</updated><title type='text'>Burocracia alfandegária leva brasileiros a gastar até 12 vezes mais tempo que europeus para exportar</title><content type='html'>Barreiras nas cadeias de produção impactam ainda uma perda de 4% na 
eficiência das frotas de caminhões e provocam custos de US$ 25 mil por 
navio devido a atrasos de embarque. As conclusões fazem parte de um 
relatório da Bain &amp;amp; Company e do Banco Mundial, apresentado durante o
 Fórum Econômico Mundial.&lt;span id=&quot;more-1840&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

&lt;div&gt;
São Paulo – Se todos os países reduzirem as barreiras da cadeia de 
abastecimento à metade da melhor prática global, o PIB mundial pode 
aumentar em 4,7% e o comércio internacional em 14,5%, superando em muito
 os benefícios da eliminação de todas as tarifas de importação. Para 
efeitos de comparação, a eliminação completa das tarifas poderia 
aumentar o PIB global em 0,7% e o comércio mundial em 10,1%. Para se ter
 uma ideia, no Brasil a burocracia alfandegária leva empresários a 
gastar até 12 vezes mais tempo que europeus para exportar. As barreiras 
nas cadeias de produção impactam ainda uma perda de 4% na eficiência das
 frotas de caminhões e provocam custos de US$ 25 mil por navio devido a 
atrasos de embarque. Os dados são do relatório “Possibilitando o 
Comércio: Valorizando Oportunidades de Crescimento”, apresentado ontem 
durante o Fórum Econômico Mundial, em colaboração com a Bain &amp;amp; 
Company e o Banco Mundial,&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Ganhos econômicos com a redução das barreiras também seriam mais 
uniformemente distribuídos entre os países do que os ganhos associados à
 eliminação de tarifas. As regiões que podem se beneficiar em 
particular, em um cenário como esse, são África Subsaariana e Sudeste da
 Ásia. Esses grandes aumentos no PIB estariam associados a efeitos 
positivos sobre o desemprego, potencialmente adicionando milhões de 
postos de trabalho à força de trabalho global.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Segundo o estudo, que analisou 18 estudos de caso abrangendo diversos
 setores e regiões, a redução de barreiras da cadeia de abastecimento é 
eficaz porque elimina o desperdício de recursos e diminui custos para as
 empresas comerciais e, por extensão, reduz os preços para os 
consumidores e empresas em geral. A existência dessas barreiras podem 
resultar de procedimentos alfandegários e administrativos ineficientes, 
regulamentações complexas e fragilidade nos serviços de infraestrutura, 
entre muitos outros. A cadeia de fornecimento é a rede de atividades 
envolvidas na produção e transporte de um produto para os consumidores, e
 abrange todo o processo de fabricação, bem como serviços de transporte e
 distribuição.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
O relatório recomenda que os governos criem um ponto focal para 
coordenar e supervisionar toda a regulamentação que impacta diretamente 
as cadeias de suprimento; que parcerias público-privadas sejam 
estabelecidas para realizar uma coleta regular de dados, e o 
monitoramento e a análise de fatores que afetam o desempenho da cadeia; e
 que os governos busquem uma abordagem mais holística, centrada na 
cadeia de abastecimento para negociações internacionais, a fim de 
garantir que os acordos comerciais tenham maior relevância e beneficiem 
mais os consumidores e as famílias.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
“O programa do fórum ‘Possibilitando o Comércio’ tem se esforçado 
para destacar os atributos fundamentais que permitem a um país facilitar
 o comércio”, destaca Borge Brende, diretor administrativo do Fórum 
Econômico Mundial. “Por meio de vários estudos de caso, que fornecem uma
 visão realista dos obstáculos diários que as empresas enfrentam ao 
longo de rotas comerciais, este relatório mostra que a remoção de 
barreiras nas cadeias de fornecimento pode melhorar a competitividade 
econômica e gerar benefícios sociais significativos e empregos para 
países “.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
“Os estudos de caso mostram que os países podem perder sua vantagem 
competitiva em termos de custos de fatores, se os custos associados com 
as barreiras da cadeia de abastecimento forem altos”, esclarece Mark 
Gottfredson, sócio da Bain &amp;amp; Company. “A lição para as empresas é a 
importância de entender as barreiras da cadeia de fornecimento e como os
 custos associados e atrasos podem corroer outras vantagens de 
suprimentos. Por exemplo, um estudo de caso sobre a indústria de 
vestuário ilustra como atrasos na fronteira, aplicação incoerente das 
regras, e questões de infraestrutura neutralizam completamente vantagens
 de custos trabalhistas significativas para muitos países”.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
“As barreiras da cadeia de fornecimentos impedem significativamente 
mais o comércio do que as tarifas de importação”, diz Bernard Hoekman, 
diretor do Departamento de Comércio Internacional do Banco Mundial, que 
também é o presidente do Conselho de Agenda Global do Fórum de Logística
 e Cadeias de Fornecimento. “Reduzir essas barreiras irá reduzir os 
custos para as empresas, e ajudará a gerar mais empregos e oportunidades
 econômicas para as pessoas.”&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Alguns dos 18 estudos de caso de país e setor inclusos no relatório: ·
 No Brasil, lidar com a burocracia alfandegária para exportações de 
commodities agrícolas pode levar 12 vezes mais tempo do que na União 
Europeia (um dia inteiro contra algumas horas).&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
· Serviços de infraestrutura de má qualidade podem aumentar os custos
 com insumos de bens de consumo em até 200% em alguns países africanos.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
· Em Madagascar, as barreiras da cadeia de fornecimento podem ser 
responsáveis por cerca de 4% do total das receitas de um produtor têxtil
 (por meio de custos mais elevados de frete e estoques maiores), 
corroendo os benefícios do acesso livre aos mercados de exportação.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
· Obtenção de licenças e a falta de coordenação entre as agências 
reguladoras nos EUA resultam em atrasos de até 30% dos embarques 
químicos para uma empresa – cada embarque atrasado custa US$ 60 mil por 
dia.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
· Na Rússia, testes e licenciamento de produtos no setor de 
informática podem resultar em altos custos administrativos e retardar o 
tempo de colocação no mercado de 10 dias a 8 semanas.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
· Exigências de conteúdo local, restrições de regras de origem e 
furtos na fronteira podem aumentar os custos dos produtos de tecnologia 
do Oriente Médio e Norte da África de 6% a 9%.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
· A eliminação das barreiras da cadeia de fornecimento no mercado de 
borracha do sudeste asiático poderia reduzir estoques em 90 dias, o que 
representa uma redução de 10% no custo do produto.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
· A regulamentação para acesso preferencial do mercado indiano, que 
dá prioridade em compras governamentais aos produtos de alta tecnologia 
produzidos localmente, pode aumentar os custos em10%, em comparação com o
 custo das importações.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
· Adoção de documentação eletrônica para o setor de carga aérea 
poderia render US$ 12 bilhões em economias anuais e evitar de 70% a 80% 
de atrasos relacionados à burocracia.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
· Facilitar o processo regulatório que as pequenas e médias empresas 
(PME) devem cumprir ao vender online pode aumentar as vendas entre 
fronteiras de 60% a 80%.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Perfil-A Bain &amp;amp; Company, empresa líder global em consultoria de 
negócios, orienta clientes em relação a estratégias, operações, 
tecnologia, constituição de empresas, fusões e aquisições, desenvolvendo
 práticas que assegurem aos clientes transparência nos processos de 
mudança e tomada de decisões. A Consultoria trabalha em sinergia com os 
clientes, vinculando seu fee aos resultados. O desempenho dos clientes 
da Bain superou o mercado de ações em 4 para 1. Fundada em 1973, em 
Boston, a Bain conta com 49 escritórios em 31 países e já trabalhou com 
mais de 4.600 empresas entre multinacionais e companhias privadas e 
públicas em todos os setores da economia. [&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.bain.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.bain.com.br&lt;/a&gt;] e Twitter: @BainAlerts.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=225402&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.revistafator.com.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;br/ver_noticia.php?not=225402&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/6948107272489933533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/01/burocracia-alfandegaria-leva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/6948107272489933533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/6948107272489933533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/01/burocracia-alfandegaria-leva.html' title='Burocracia alfandegária leva brasileiros a gastar até 12 vezes mais tempo que europeus para exportar'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-5261093188897728854</id><published>2013-01-31T06:05:00.003-08:00</published><updated>2013-01-31T06:05:46.240-08:00</updated><title type='text'>Receita Federal dá mais velocidade na liberação de declarações aduaneiras</title><content type='html'>A Receita Federal informou que 81,16% de todas as declarações de 
importações processadas em 2012 foram despachadas em menos de 24 horas. 
Um crescimento de 5,4%. Em 2011, esse indicador, chamado de “grau de 
fluidez” nas importações, foi de 80,57%. Em 2010, o grau de fluidez foi 
de 77%.&lt;span id=&quot;more-1826&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

Segundo o subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da 
Receita Federal, Ernani Checcucci Filho, esse resultado é comparável com
 as melhores administrações aduaneiras de todo o mundo. “A intenção é 
ter um maior numero de declarações aduaneiras liberadas em menos de 24 
horas”, disse o subsecretário.&lt;br /&gt;

Por outro lado, o tempo médio de despacho das importações teve um 
aumento de 17,54% no ano passado em relação a 2011. Já nas exportações, o
 tempo médio subiu 6,98% no ano passado. Segundo o subsecretário, o 
aumento do tempo se deve ao processo mais rigoroso de fiscalização, 
principalmente com a operação “Maré Vermelha”, que teve início em março.
 Essa foi a maior operação da história da Receita voltada para o combate
 de indícios de irregularidades na importação, com foco nos setores 
têxteis; calçados, brinquedos; eletrônicos, ótica e artigos de 
plásticos.&lt;br /&gt;

Outro fator apontado pelo subsecretário para o aumento do tempo médio
 foi o movimento sindical de paralisação dos servidores do órgão, embora
 ele tenha destacado que os efeitos não foram significativos”. Também 
contribuiu para a elevação do tempo médio alguns tipos de despacho de 
produtos que têm beneficio fiscal.&lt;br /&gt;

O subsecretário informou ainda que 12% de todas as importações e 
exportações despachadas, no ano passado, foram vistoriadas pelos fiscais
 (canal vermelho) ou tiveram os documentos analisados (canal amarelo). 
Segundo o subsecretário, a Receita trabalha para reduzir esse nível de 
seletividade. Em países desenvolvidos, com economias com maior grau de 
cumprimento espontâneo das obrigações aduaneiras, como nos Estados 
Unidos, Japão e Reino Unido e França, o nível de seletividade para 
controle aduaneiro varia de 3% a 5%.&lt;br /&gt;

Fonte: Diário do Comércio</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/5261093188897728854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/01/receita-federal-da-mais-velocidade-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/5261093188897728854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/5261093188897728854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/01/receita-federal-da-mais-velocidade-na.html' title='Receita Federal dá mais velocidade na liberação de declarações aduaneiras'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-6973096953341918794</id><published>2013-01-31T05:39:00.001-08:00</published><updated>2013-01-31T05:39:56.593-08:00</updated><title type='text'>Cabotagem deve ganhar espaço, de acordo com pesquisa do Ilos</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;header&quot;&gt;
  05/12/2012        &lt;h1 class=&quot;entry-title&quot;&gt;
Cabotagem deve ganhar espaço, de acordo com pesquisa do Ilos&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;
Lei do Motorista pode reduzir competitividade&lt;br /&gt;

&lt;/h2&gt;
&lt;div class=&quot;entry-meta&quot;&gt;
     &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
A
 movimentação de cargas via cabotagem no Brasil tende a crescer nos 
próximos anos com o&amp;nbsp; aumento das regras para o transporte rodoviário, de
 acordo com estudo do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos).&lt;br /&gt;

A recente regulamentação que limita o tempo diário de trabalho do 
motorista de caminhão faz aumentar o custo do transporte por rodovia, 
que corresponde a 65,6% da matriz brasileira. “A lei do motorista mostra
 a direção da regulamentação do modal rodoviário. Isso é um 
impulsionador para todos os outros modais”, afirma o diretor de 
Desenvolvimento de Negócios do Ilos, João Guilherme Araujo.&lt;br /&gt;

O diretor do Instituto conta que o transporte rodoviário é mais 
competitivo para conduzir cargas até 400 quilômetros. Além dessa 
distância e até 800 quilômetros o impacto no custo do frete das empresas
 sobre entre 5% e 6%. Acima dos 1,5 mil quilômetros a alta é de dois 
dígitos, de acordo com Araújo.&lt;br /&gt;

Porém ainda não se vê uma mudança do transporte por caminhão para 
embarcações como as perspectivas sugerem, observa o diretor de 
Desenvolvimento de Negócio do Ilos. “A migração do transporte rodoviário
 para a cabotagem é menor do que o aumento de custos para o modelo de 
logística das empresas”, informou.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/6973096953341918794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/01/cabotagem-deve-ganhar-espaco-de-acordo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/6973096953341918794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/6973096953341918794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/01/cabotagem-deve-ganhar-espaco-de-acordo.html' title='Cabotagem deve ganhar espaço, de acordo com pesquisa do Ilos'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-7786807251279263872</id><published>2013-01-21T06:58:00.001-08:00</published><updated>2013-01-21T06:58:49.708-08:00</updated><title type='text'>O resultado pífio na prova técnica para Ajudante de Despachante Aduaneiro</title><content type='html'>            
     &lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por&amp;nbsp;&lt;strong&gt;José Geraldo Reis&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;|&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://twitter.com/comexblog&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;Siga-nos no Twitter&quot;&gt;@comexblog&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O resultado dessa prova organizada pela ESAF foi o seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Inscritos:&amp;nbsp;316;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Compareceram à prova:&amp;nbsp;284;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aprovados&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;3 (três).&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Os três gênios foram:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Claudio César Soares&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;- RIBEIRÃO PRETO – SP,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Marcelo Bamberg de Noronha&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;– EMBU – SP e&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Rafael Delfino Quintana&amp;nbsp;–&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;OSASCO – SP&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Portanto, somente o Estado de São Paulo teve aprovados. Resta uma pergunta:&lt;strong&gt;&amp;nbsp;por quê&lt;/strong&gt;?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Num segundo lance vemos um resultado que
 chega às raias do ridículo, mormente se levarmos em conta as palavras 
do Presidente do SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São 
Paulo, analisando a prova, ao afirmar:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“No Brasil são mais de&amp;nbsp;35 
mil ajudantes de despachantes aduaneirosatuando na área do comércio 
exterior atualmente. Desse montante, apenas 284 prestaram o exame. “A 
situação é crítica, e mostra a real necessidade de qualificação 
profissional”,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ainda que a estatística utilizada pelo ilustre presidente do SINDASP seja falha, reduzindo-se à metade temos&amp;nbsp;&lt;strong&gt;17.500 ajudantes de despachantes&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;para 316 inscritos e apenas três aprovados.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Por quê?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não há como negar certo despreparo dos 
despachantes aduaneiros e este se deve exclusivamente à Receia Federal, 
que inspirou decreto permitindo que qualquer pessoa, mesmo com total 
desqualificação, desconhecimento absoluto do que seja &lt;a href=&quot;http://www.comexblog.com.br/categoria/importacao&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;comércio exterior&lt;/a&gt;, ou mesmo do que seja Alfândega, se inscrevesse no quadro de Ajudante de &lt;a href=&quot;http://www.comexblog.com.br/categoria/despacho-aduaneiro&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Despachante&lt;/a&gt;. Após dois anos de inscrição essa pessoa passaria automaticamente a &lt;a href=&quot;http://www.comexblog.com.br/categoria/despacho-aduaneiro&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Despachante&lt;/a&gt; Aduaneiro, bastando para tanto requerer esse direito.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os resultados começam a aparecer. A 
prova em questão demonstra claramente os efeitos desse erro dos 
administradores aduaneiros. Desta culpa a ESAF está isenta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;float: none; margin: 10px 0 10px 0; text-align: center;&quot;&gt;
 
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não está isenta, porém, da forma como elaborou as questões. Tendo concluído a prova para fiscal da &lt;a href=&quot;http://www.comexblog.com.br/categoria/despacho-aduaneiro&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Receita Federal&lt;/a&gt;
 parece que ficou impregnada pelas questões que deveriam ser exigidas 
dos candidatos, todos com diploma universitário, e elaborou a prova para
 Ajudante de &lt;a href=&quot;http://www.comexblog.com.br/categoria/despacho-aduaneiro&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Despachante&lt;/a&gt; praticamente no mesmo nível, quando a estes só é exigido prova de curso secundário.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Porém, nesta primeira análise não 
conseguimos atinar por tamanha discrepância: milhares de ajudantes de 
despachantes aduaneiros, 284 fazem a prova e somente 3 são aprovados.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Por quê?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Precisamos amadurecer o tema para 
conseguirmos uma resposta plausível. Fica, entretanto, aqui nosso 
entendimento de que não só o despreparo dos atuais despachantes 
aduaneiros redundou em resultado tão pífio. E pífio não só quanto ao 
reduzido número de aprovados, mas principalmente quanto ao reduzido 
número dos inscritos.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Por quê?&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Certamente com o debate encontraremos resposta.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E o que dizer do saldo apresentado por outras categorias profissionais e acadêmicas de nossa sociedade?&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em todos os exames do ENEM nos deparamos
 com resultados igualmente alarmantes, mesmos em Universidades de 
referência como PUC. Para exemplificar, basta uma breve análise sobre o 
último exame de ordem dos Advogados do Brasil (Fonte OAB/SP):&lt;/div&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Nº de Inscritos 1ª. fase:&amp;nbsp;118.217&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aprovados 16,18%:&amp;nbsp;19.127&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aprovados na 2ª. fase (previsão histórica 3%):&amp;nbsp;573&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Portanto, ao final de todo o processo de
 exame da Ordem dos Advogados mais de 90% dos inscritos, todos 
teoricamente formados e graduados por Universidades, terão falhado num 
exame criado para testar seus conhecimentos profissionais.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não há como negar que o “buraco” da 
educação e preparo profissional no Brasil é muito mais fundo, e que o 
resultado pífio obtido pelos postulantes ao cargo de &lt;a href=&quot;http://www.comexblog.com.br/categoria/despacho-aduaneiro&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Despachante&lt;/a&gt; Aduaneiro somente reflete esta realidade.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Finalizando, temos só dúvidas:&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding-left: 30px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;a) –&amp;nbsp;Quantos são&amp;nbsp;os atuais ajudantes de despachante?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding-left: 30px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;b) –&amp;nbsp;Por quê&amp;nbsp;não se interessaram em fazer a prova?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding-left: 30px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;c) –&amp;nbsp;Por quê dos 284 que a fizeram só 3 foram aprovados?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;padding-left: 30px; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&lt;strong&gt;d) –&amp;nbsp;Por quê&amp;nbsp;só o Estado de São Paulo teve aprovados?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/7786807251279263872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/01/o-resultado-pifio-na-prova-tecnica-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/7786807251279263872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/7786807251279263872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2013/01/o-resultado-pifio-na-prova-tecnica-para.html' title='O resultado pífio na prova técnica para Ajudante de Despachante Aduaneiro'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-8942886072815324930</id><published>2012-10-18T11:56:00.003-07:00</published><updated>2012-10-18T11:56:22.940-07:00</updated><title type='text'>Os riscos da comercialização de contêineres estrangeiros no Brasil </title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;October 18th, 2012&amp;nbsp;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
A comercialização e/ou a locação de contêineres é um mercado que vem 
sendo cada vez mais explorado no Brasil. Como em todo mercado em 
ascensão, e que tem um produto muito vendável, temos o surgimento de 
diversos intermediários que não dominam lá muito bem o produto que estão
 vendendo, colocando em risco vendedores e compradores de forma 
indiscriminada.&lt;span id=&quot;more-983&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

Diversas são as finalidades e o uso desses equipamentos contentores 
de cargas, como, por exemplo, para fins de moradias adaptadas, módulos 
de escritório, banheiros, vestiários, dormitórios, guarda 
volumes,&amp;nbsp;armazéns&amp;nbsp;secos e frigorificados, módulos de maquinas, 
geradores, etc. Quem nunca viu um&amp;nbsp;contêiner&amp;nbsp;módulo em uma obra de 
construção civil?&lt;br /&gt;

Muitos dos contêineres que estão sendo expostos à venda, ou alugados 
no mercado interno são os chamados “scraps” (sucatas) de transportadores
 marítimos ou cias. de leasing estrangeiras. São equipamentos que estão 
fora dos padrões do&amp;nbsp;transporte&amp;nbsp;e que, em tese, não estão mais aptos a 
suportar as intempéries de uma aventura marítima.&lt;br /&gt;

No que se refere à comercialização no mercado interno, contêineres de
 fabricação nacional, ou estrangeiros nacionalizados, estão em total 
conformidade com a norma. Contudo, o foco do presente artigo é expor às 
empresas que têm como atividade comercial a venda ou o aluguel de 
contêineres (módulos ou&amp;nbsp;armazéns&amp;nbsp;estáticos, etc) pontualmente, àquelas 
que adquiriram contêineres estrangeiros usados junto a empresas de 
navegação ou leasings, sem devido processo de&amp;nbsp;importação&amp;nbsp;(despacho para 
consumo), contêineres esses que entraram no Brasil sob regime de 
admissão temporária automática, um benefício concedido através da Lei nº
 9.611 de 1998.&lt;br /&gt;

Também é objetivo do presente artigo alertar que existem 
responsabilidades cíveis, tributárias e criminais que poderão recair 
sobre vendedores e compradores, visto que a aquisição de contêineres 
estrangeiros sem o obrigatório processo de&amp;nbsp;importação&amp;nbsp;configura dano ao 
erário, justamente por se tratar de uma operação considerada 
fraudulenta, que se aproveita de uma ausência de controle e da 
desburocratização feita pelo governo Federal, no sentido de não criar 
entraves para a entrada de unidades de carga no Brasil, seja para 
atender a&amp;nbsp;importaçãoe a&amp;nbsp;exportação, seja para utilização no mercado 
doméstico da cabotagem, por exemplo.&lt;br /&gt;

O Art. 26 da Lei nº 9.611 de 1998 (Lei do&amp;nbsp;Transporte&amp;nbsp;Multimodal) 
dispôs sobre o livre tráfego dos contêineres no Brasil, estipulando que é
 livre a entrada e saída no País, de unidade de carga e seus acessórios e
 equipamentos, de qualquer nacionalidade, bem como a sua utilização 
no&amp;nbsp;transporte&amp;nbsp;doméstico.&lt;br /&gt;

Já o Art. 5º da Instrução Normativa SRF nº 285, de 14 de janeiro de 
2003, dispôs sobre a aplicação automática do regime com suspensão total 
do pagamento de&amp;nbsp;tributos:&lt;br /&gt;

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Art. 5º Consideram-se automaticamente submetidos ao 
regime de que trata o art. 4º: (…) V – as unidades de carga 
estrangeiras, seus equipamentos e acessórios, inclusive para utilização 
no transporte doméstico; (…)”.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;

Da leitura desta norma, verifica-se que o benefício do regime de 
admissão temporária, no caso de contêineres, é concedido para 
contêineres que venham a ser utilizados como unidades de carga, termo 
que está bem definido no Art. 24 da Lei nº 9.611 de 1998:&lt;br /&gt;

&lt;em&gt;“Art. 24. Para os efeitos desta Lei, considera-se unidade de 
carga qualquer equipamento adequado à unitização de mercadorias a serem 
transportadas, sujeitas a movimentação de forma indivisível em todas as 
modalidades de&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;transporte&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;utilizadas no percurso.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;

O legislador definiu que o&amp;nbsp;contêiner&amp;nbsp;pode ou não ser caracterizado 
como unidade de carga. Então, do ponto de vista legal, pode-se afirmar 
que o&amp;nbsp;contêiner&amp;nbsp;recebe tratamento de unidade de carga, se for utilizado 
exclusivamente no&amp;nbsp;transporte&amp;nbsp;de mercadorias. Conseqüentemente, será a 
sua utilização que definirá o direito ao regime de admissão temporária 
com suspensão total de&amp;nbsp;tributos.&lt;br /&gt;

As empresas que trabalham com locação de contêineres e que adquiriram
 esses equipamentos irregularmente, ou seja, realizaram a compra de 
unidades estrangeiras, de propriedade de armadores ou leasings 
estrangeiras, que foram admitidas temporariamente no país, com o 
benefício de unidade de carga e sem o devido processo 
de&amp;nbsp;importação&amp;nbsp;(despacho para consumo), correm o risco de perder seus 
equipamentos através de apreensão e aplicação de pena de perdimento.&lt;br /&gt;

Neste sentido, vale destacar o que dispõe o Art. 689, inciso X, do Decreto 6.759 de 05 de fevereiro de 2009:&lt;br /&gt;

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Art. 689. Aplica-se a pena de perdimento da mercadoria 
nas seguintes hipóteses, por configurarem dano ao Erário (Decreto-Lei no
 37, de 1966, art. 105; e Decreto-Lei no 1.455, de 1976, art. 23, caput e
 § 1o, este com a redação dada pela Lei no 10.637, de 2002, art. 59):&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;

&lt;em&gt;&lt;strong&gt;X – estrangeira, exposta à venda, depositada ou em 
circulação comercial no País, se não for feita prova de sua importação 
regular”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;

Aos que não cumpriram o que determina a letra da lei na hora de 
adquirir tais equipamentos, existe o risco iminente de que, em processo 
investigatório, as autoridades competentes requeiram das vendedoras ou 
locadoras de contêineres a comprovação de entrada das unidades nos 
patrimônios dessas empresas. A não comprovação poderá trazer sérios 
transtornos aos sócios e representantes legais dessas empresas, 
inclusive seus clientes.&lt;br /&gt;

O SISCOMEX CARGA é capaz de controlar a entrada e a saída de 
contêineres. Embora aReceita Federal&amp;nbsp;não se empenhe no efetivo controle,
 poderá requerer essas informações junto aos armadores e leasings, que 
são os responsáveis pelos seus contêineres enquanto permanecerem no 
Brasil.&lt;br /&gt;

A aquisição de contêineres estrangeiros, que entraram no Brasil sob 
Regime de admissão temporária automático com suspensão total 
de&amp;nbsp;tributos, sem o obrigatório processo deimportação, como dito acima, 
constitui dano ao erário e, além de multa, tendo em vista que as 
condutas de comprado e vendedor estão tipificadas no Código Penal, as 
empresas adquirentes terão seus sócios e representantes legais 
respondendo criminalmente.&lt;br /&gt;

As empresas, ou pessoas físicas, que desejem alugar ou adquirir 
contêineres de empresas no Brasil deverão ficar atentas e exigir dos 
locadores e vendedores a comprovação da origem da entrada dos 
equipamentos na empresa. Isso porque, correm o risco de ver as suas 
operações e projetos afetados por eventuais processos investigatórios 
das autoridades.&lt;br /&gt;

Como se vê, é possível que os negócios com contêineres estrangeiros 
aconteçam de forma licita e segura, basta que a empresa compradora tenha
 regularizado a sua inscrição no RADAR e que seja feita a nacionalização
 dos equipamentos pagando os&amp;nbsp;tributos&amp;nbsp;incidentes pela&amp;nbsp;importação, quais 
sejam:&amp;nbsp;Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados, 
PIS, COFINS e&amp;nbsp;ICMS.&lt;br /&gt;

Por fim, outra situação cada vez mais corriqueira no mercado dá-se 
quando as empresas devedoras de demurrage apresentam propostas aos 
armadores que incluem a aquisição dos containers. Caso isso seja aceito 
por alguma transportadora marítima, mesmo sendo remotas as chances, a 
aquisição do equipamento cairia na mesma situação, estando sujeita aos 
mesmos riscos acima citados.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Colaborou&amp;nbsp;Rodrigo da Paz Ferreira, do escritório Darbilly Mario Oscar Oliveira &amp;amp; Advogad&lt;/strong&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/8942886072815324930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/os-riscos-da-comercializacao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/8942886072815324930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/8942886072815324930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/os-riscos-da-comercializacao-de.html' title='Os riscos da comercialização de contêineres estrangeiros no Brasil '/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-2111814959346841483</id><published>2012-10-18T11:36:00.000-07:00</published><updated>2012-10-18T11:36:18.498-07:00</updated><title type='text'>Receita Federal alerta: proteja-se de falsos fiscais </title><content type='html'>
  &lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;
  October 18th, 2012  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
Falsos fiscais abordam empresas em busca de dinheiro fácil. Algumas 
vezes, eles usam o nome de servidores da Receita Federal da ativa. 
Outras vezes, dizem que são da Associação de Auditores Fiscais. Ainda há
 aqueles que querem vender, falsamente, assinaturas ou anúncios em 
revistas do Fisco.&lt;span id=&quot;more-981&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

Normalmente, após alguns telefonemas ou envio de e-mails, eles se 
apresentam pessoalmente na empresa. Bem vestidos e com carteira 
funcional falsa, eles solicitam livros contábeis e lavram termos 
fiscais. Em síntese, criam toda uma encenação levando o contribuinte a 
sentir que realmente está sob ação fiscal. Para “aliviar a 
fiscalização”, esses falsos fiscais pedem quantias em dinheiro.&lt;br /&gt;

O contribuinte, percebendo que se trata de um falso fiscal, deve 
chamar a Polícia Civil ou a Polícia Federal para registrar o flagrante.&lt;br /&gt;

A Receita Federal do Brasil esclarece que não tem nenhuma revista ou 
associação autorizada a falar em seu nome. Quando abordada pela 
fiscalização da Receita Federal, a empresa recebe o Termo de Início da 
Ação Fiscal. Nesse termo, constam o número do Mandado de Procedimento 
Fiscal – MPF e uma senha de acesso. De posse dessas informações, o 
contribuinte deve, antes de qualquer providência, entrar no sítio da 
Receita Federal (&lt;a href=&quot;http://www.receita.fazenda.gov.br/&quot;&gt;www.receita.fazenda.gov.br)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e
 seguir o seguinte caminho: todos os servicos/ fiscalização/consulta 
Mandado de Procedimento Fiscal. No sítio, o MPF vai confirmar a natureza
 e a origem da fiscalização.&lt;br /&gt;

&lt;/div&gt;
É importante informar que nenhum fiscal da Receita Federal visita ou 
faz qualquer exigência ao sujeito passivo sem um documento escrito. Além
 disso, todo e qualquer valor devido à União deve ser recolhido por meio
 de DARF pelo sistema financeiro, jamais por um servidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fonte:Pinho News </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/2111814959346841483/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/receita-federal-alerta-proteja-se-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/2111814959346841483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/2111814959346841483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/receita-federal-alerta-proteja-se-de.html' title='Receita Federal alerta: proteja-se de falsos fiscais '/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-7530077623579168000</id><published>2012-10-10T12:17:00.003-07:00</published><updated>2012-10-10T12:17:51.128-07:00</updated><title type='text'>Após polêmica, Receita muda prazo para adequar importador </title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;October 10th, 2012&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
        &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;entry-content&quot;&gt;
    &lt;em&gt;Instrução normativa que altera importação por meio de encomendas a tradings ficou confusa e sofreu críticas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;

Devido à polêmica provocada pela instrução normativa (IN) 1.288 da 
Receita Federal, funcionários do órgão dizem que até amanhã será 
publicado um ato declaratório para sanar as dúvidas sobre as 
habilitações que empresas deverão obter para poder importar por meio de 
encomendas contratadas junto a trading companies.&lt;span id=&quot;more-929&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

Reportagem publicada pelo BRASIL ECONÔMICO, em 3 de outubro, mostrou 
que a partir daquela data, qualquer importador, exportador ou internador
 da Zona Franca de Manaus deveria adquirir uma habilitação da modalidade
 “ilimitada” para poder importar volume superior a US$ 150 mil por 
semestre.&lt;br /&gt;

A Associação Brasileira das Empresas de Comércio Exterior (Abece) 
possui entendimento diferente. Segundo sua diretora executiva, Lilia 
Miranda, empresas contratantes das tradings não precisam se preocupar 
com a mudança nas regras para emissão de habilitações. “Na importação 
sob encomenda, a obrigação é do importador (trading) e a capacidade 
financeira também, essa é uma das diferenças em relação à importação por
 conta e ordem”, diz Miranda ao citar a lei 11.281, de 2006.&lt;br /&gt;

Renata Ciasca, advogada e membro do Comitê Jurídico da Abece, diz não
 haver sentido no posicionamento da Receita Federal. “A capacidade 
financeira precisa ser comprovada pelas tradings. Pela lógica da 
operação, não faz sentido que o radar (as habilitações válidas) seja 
fornecido pelo encomendante (empresa que contratou a trading para trazer
 os produtos do exterior)”, diz Ciasca.&lt;br /&gt;

De acordo com fontes ligadas à Receita, o prazo fornecido pelo órgão 
para adequação das empresas foi insuficiente para aplicar a nova 
instrução.&lt;br /&gt;

No ato declaratório que será emitido nos próximos dias, estarão 
contidos um novo prazo e esclarecimentos dos procedimentos a serem 
seguidos pelas empresas.&lt;br /&gt;

Reclamações contra a instrução aconteceram pois a Receita Federal não
 esclarece que os importadores que não possuíam uma habilitação 
ordinária — nomenclatura anterior — agora serão obrigados a adquirir as 
permissões ilimitadas ou expressas para poder importar mais de US$ 150 
mil por semestre. As empresas, que já possuíam as antigas permissões, 
terão seu cadastro atualizado automaticamente de acordo com o balanço 
fiscal.&lt;br /&gt;

Porém, Dário da Silva Brayner Filho, coordenador-geral da 
administração aduaneira da Receita Federal, diz que importadores não 
poderão mais se valer das habilitações das tradings para trazer 
mercadorias de fora do país, mesmo que seja por meio da modalidade de 
encomendas.&lt;br /&gt;

Brayner Filho reitera que o importador final precisará de suas 
próprias habilitações. “A Receita quer saber quem são os importadores 
reais. Quer que eles existam”, afirma.&lt;br /&gt;

O coordenador aduaneiro afirma que, para facilitar a adequação, o 
prazo para emissão das habilitações foi reduzido consideravelmente. Na 
modalidade expressa, na qual encaixam-se grandes companhias, a permissão
 será concedida em apenas dois dias úteis. Para empresas menores, em até
 10 dias úteis. “Quem possui situação irregular, não transparente, pode 
levar mais tempo para regularizar ou organizar os documentos exigidos 
pela Receita, o que aumentará o prazo de emissão da habilitação”, diz.&lt;br /&gt;

No entanto, este prazo de 10 dias úteis já foi questionado. A Receita
 Federal não conseguiu dar conta da quantidade de pedidos recebidos no 
último mês, em decorrência da pressa dos importadores. Este é um dos 
motivos que levará o órgão a estender o prazo para que a instrução 
normativa entre em vigência.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;

Fonte: IG Economia&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/7530077623579168000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/apos-polemica-receita-muda-prazo-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/7530077623579168000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/7530077623579168000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/apos-polemica-receita-muda-prazo-para.html' title='Após polêmica, Receita muda prazo para adequar importador '/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-2378721486332824012</id><published>2012-10-04T06:19:00.005-07:00</published><updated>2012-10-04T06:19:41.897-07:00</updated><title type='text'>Instrução da Receita deixa em risco importação por tradings </title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;October 4th, 2012  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Sistema de encomendas, no qual os importadores utilizam as permissões de intermediários, vai acabar.&lt;br /&gt;

A Receita Federal continua tirando o sono de importadores. As 
empresas baseadas no país não poderão mais utilizar as permissões de 
importação, no jargão técnico as habilitações das tradings. &lt;span id=&quot;more-861&quot;&gt;&lt;/span&gt;De
 acordo com a Instrução Normativa (IN) nº 1.288, os importadores com 
demanda superior a US$ 150 mil por semestre terão de obter uma 
habilitação ilimitada, que pode demorar até 6 meses para ser emitida.&lt;br /&gt;

A possibilidade para os empresários até ontem era importar por meio 
de encomendas, modalidade na qual as habilitações válidas eram 
disponibilizadas pelas tradings.&lt;br /&gt;

Com isso, operações que somam mais de US$ 1 bilhão podem estar perto 
do fim. Nos oito primeiros meses do ano, as tradings foram responsáveis 
pela importação de US$ 3 bilhões de manufaturados. As encomendas 
representam até um terço destas operações.&lt;br /&gt;

A instrução, publicada no dia 3 de setembro, no Diário de Oficial da 
União, previa 30 dias para que os importadores se adequassem às novas 
regras.&lt;br /&gt;

O tempo, segundo Carlos Eduardo Navarro, advogado do escritório 
Machado Associados, foi insuficiente para seu clientes. “Alguns deles já
 estavam com contratos fechados. A carga está a caminho e deve ficar 
presa no porto, pois não há a possibilidade de liberação sem as 
habilitações do destinatário final”, explica o advogado.&lt;br /&gt;

Questionada sobre a motivação da mudança, a Receita Federal não respondeu até o fechamento da edição.&lt;br /&gt;

No entanto, o consultor Welber Barral, ex-secretário da Câmara de 
Comércio Exterior (Camex), avalia que o país tenta se proteger de ações 
fraudulentas no comércio exterior. Advogados especializados na área 
possuem a mesma avaliação. “A Receita teme que a importação por 
encomenda gere sonegação fiscal. Como a obrigação agora é do 
destinatário final, eles esperam reduzir esses casos”, diz.&lt;br /&gt;

A ação atrapalha principalmente os pequenos importadores. Segundo 
Navarro, os utilizadores do sistema de encomendas são empresários com 
pouca estrutura e que utilizam a modalidade para entrar no mercado 
brasileiro.&lt;br /&gt;

O primeiro problema a ser enfrentado pelos importados será justamente
 a liberação das encomendas. A partir de quatro meses, a carga é 
reconhecida como abandonada. O prazo é inferior à média de tempo 
necessária para a emissão das licenças de importação ilimitada.&lt;br /&gt;

Navarro diz que seus clientes estão dando a batalha como perdida. 
Segundo ele, milhões podem ficar parados no porto devido à instrução. 
“Existem associações e sindicatos que tentam reverter isso na Coana 
(Coordenação-Geral de Administração Aduaneira). Mas as chances são 
pequenas”, conta.&lt;br /&gt;

As novas regras pegou os empresários de surpresa, que esperavam uma 
retificação da Receita Federal incluindo a modalidade de encomendas na 
IN 1.288. O parágrafo que regulamentava as encomendas, existente na 
instrução anterior, simplesmente foi retirado na nova, suscitando a 
dúvida de que pudesse ter sido um erro.&lt;br /&gt;

Welber Barral acredita que a Receita irá liberar a mercadoria que 
possui licenças de importação anterior à data da publicação da IN. 
Segundo ele, os fiscais decidirão se as cargas devem ser retidas ou não.
 “Isso é um dos maiores problemas da Receita Federal. As instruções 
passam pela interpretação dos fiscais. A paralisação é de 
responsabilidade do fiscal”, conta o consultor.&lt;br /&gt;

Fonte: &amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.brasileconomico.com.br/&quot;&gt;&lt;strong&gt;Brasil Econômico&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/2378721486332824012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/instrucao-da-receita-deixa-em-risco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/2378721486332824012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/2378721486332824012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/instrucao-da-receita-deixa-em-risco.html' title='Instrução da Receita deixa em risco importação por tradings '/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-2988713640855892762</id><published>2012-10-04T05:47:00.000-07:00</published><updated>2012-10-04T05:47:44.970-07:00</updated><title type='text'>Nova regulamentação do Radar IN 1288 – Como ficam as empresas recém-constituídas?</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;October 4th, 2012&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Diz
 o ditado que “o diabo mora nos detalhes” No caso das normas que regem o
 comércio exterior brasileiro o ditado é válido. O diabo existe e mora 
nas infralegais. Para ser mais específico, mora nas instruções 
normativas, atos declaratórios e etc.&lt;span id=&quot;more-859&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

Veja, por exemplo, o que acontece com o acesso ao Siscomex (mais 
conhecido como Radar). Agora, temos novas regras para habilitar a pessoa
 física responsável pela pessoa jurídica no acesso ao sistema. São 
quatro novos critérios que vão exigir muita atenção por parte do 
usuário:&lt;br /&gt;

1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Para as empresas exportadoras não existe mais limites de operação;&lt;br /&gt;

2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O pedido de&amp;nbsp;habilitação será analisado em dois dias no caso de
 modalidade limitada e; em 10 dias no caso de modalidade ilimitada;&lt;br /&gt;

3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Nas operações por encomenda a empresa não pode mais se da capacidade financeira do importador, e&lt;br /&gt;

4.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;A análise da capacidade financeira se dará pelo estudo da soma dos tributos recolhidos nos últimos 5 anos.&lt;br /&gt;

E neste ponto 4, o tinhoso mostra sua cara. Como fazer com as 
empresas recém-constituídas? Como fazer com os consórcios de empresas, 
que por natureza, tem um objetivo predeterminado e temporal?&lt;br /&gt;

Numa primeira análise, estas empresas deverão requerer a sua 
habilitação e a mesma será, (pelo critério de últimos recolhimentos de 
tributos), determinada como – habilitação limitada.&lt;br /&gt;

Logicamente, os valores estipulados por esta habilitação limitada 
(CIF-USD 150,000.00 por períodos de 6 meses), não serão suficientes, o 
que levará a um pedido de revisão de estimativas. Porém, não existe 
prazo (determinado na IN ou no ADE), para a conclusão desta revisão de 
estimativas, ou seja, ela pode demorar dias ou anos. Novamente, a obra 
do Lúcifer se conclui.&lt;br /&gt;

Do jeito que as coisas estão apresentadas hoje, o Radar, que foi 
inicialmente, concebido como um instrumento de controle das operações de
 comércio exterior, será transformado em barreira não tarifária contra 
as importações, odiosa prática condenada pela OMC. Mas mais importante 
ainda é o efeito nefasto que a criatura do tinhoso provoca na segurança 
jurídica dos negócios. Que Deus nos ajude.&lt;br /&gt;

Walter Thomaz Junior.&lt;br /&gt;

Consultor de comércio exterior.&lt;br /&gt;

&lt;br /&gt;

&lt;a href=&quot;http://haroldogueiros.wordpress.com/2012/10/02/radar-e-novas-empresas-walter-thomaz/&quot;&gt;http://haroldogueiros.wordpress.com/2012/10/02/radar-e-novas-empresas-walter-thomaz/&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/2988713640855892762/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/nova-regulamentacao-do-radar-in-1288.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/2988713640855892762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/2988713640855892762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/nova-regulamentacao-do-radar-in-1288.html' title='Nova regulamentação do Radar IN 1288 – Como ficam as empresas recém-constituídas?'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-66212509557504806</id><published>2012-10-03T13:26:00.003-07:00</published><updated>2012-10-03T13:26:31.515-07:00</updated><title type='text'>Habilitação – Radar – Novas Regras </title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;October 3rd, 2012&amp;nbsp;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Informativo FISCOSoft&amp;nbsp;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;ADE COORDENADOR-GERAL DO SISTEMA ADUANEIRO – COANA Nº 33&lt;br /&gt;

ZFM – Siscomex – Habilitação e credenciamento de responsáveis – Alterações&lt;br /&gt;
A habilitação da pessoa física responsável por pessoa jurídica 
importadora, exportadora ou internadora da Zona Franca de Manaus (ZFM), 
no Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), e o credenciamento
 de seus respectivos representantes para a prática de atividades 
relacionadas com o despacho aduaneiro deverá observar o disposto no Ato 
Declaratório Executivo nº 33/2012, em complementação ao que estabelece a
 Instrução Normativa SRF nº 1.288/2012. &lt;span id=&quot;more-853&quot;&gt;&lt;/span&gt;O Ato
 Declaratório Executivo nº 33 dispõe sobre: a) os requisitos para a 
análise fiscal; b) da estimativa da capacidade financeira; c) dos 
limites da operação; d) da alteração do responsável perante o Siscomex; 
e) do credenciamento de representantes nos casos de dispensa de 
habilitação; f) do cadastramento de perfis de acesso no Siscomex. O Ato 
Declaratório Executivo nº 3 ainda dispõe: a) sobre a apresentação de 
documentos; b) sobre o indeferimento do pedido. Por fim, o Ato 
Declaratório Executivo nº 33 revoga os ADE nº 3/2006, que dispunha sobre
 procedimentos de habilitação para operação no Sistema Integrado de 
Comércio Exterior (Siscomex) e credenciamento de representantes de 
pessoas físicas e jurídicas para a prática de atividades relacionadas ao
 despacho aduaneiro.&lt;br /&gt;

&lt;em&gt;ADE COANA 33/12 – ADE – Ato Declaratório Executivo COORDENADOR-GERAL DO SISTEMA ADUANEIRO – COANA nº 33 de 28.09.2012&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;

D.O.U.: 01.10.2012&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Estabelece documentos e normas complementares para a 
habilitação de importadores, exportadores e internadores da Zona Franca 
de Manaus para operação no Sistema Integrado de Comércio Exterior 
(Siscomex) e credenciamento de seus representantes para a prática de 
atividades relacionadas ao despacho aduaneiro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;

O COORDENADOR-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO ADUANEIRA, no uso de suas 
atribuições regimentais, e com fundamento no disposto no parágrafo 1º do
 &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=274436#INRFB1.288_12art.2o&quot;&gt;&lt;strong&gt;artigo 2º&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e no inciso II do &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=274436#INRFB1.288_12art.27&quot;&gt;&lt;strong&gt;artigo 27 da Instrução Normativa RFB nº 1.288, de 31 de agosto de 2012&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;

Declara:&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Art. 1º&lt;/strong&gt; A habilitação da pessoa física responsável 
por pessoa jurídica importadora, exportadora ou internadora da Zona 
Franca de Manaus (ZFM), no Sistema Integrado de Comércio Exterior 
(Siscomex), e o credenciamento de seus respectivos representantes para a
 prática de atividades relacionadas com o despacho aduaneiro observarão o
 disposto neste Ato Declaratório, em complementação ao que estabelece a &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=274436&quot;&gt;&lt;strong&gt;Instrução Normativa RFB nº 1.288, de 31 de agosto de 2012&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Da Análise Fiscal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Art. 2º&lt;/strong&gt; Para fins de deferimento da solicitação de habilitação, a análise fiscal da pessoa jurídica requerente, prevista no &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=274436#INRFB1.288_12art.4o&quot;&gt;&lt;strong&gt;art. 4º da Instrução Normativa RFB nº 1.288, de 2012&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,
 poderá ser realizada valendo-se de informações constantes das bases de 
dados da RFB e dos procedimentos previstos no art. 6º da referida 
Instrução Normativa, observados critérios de gerenciamento de risco, 
pesquisa e seleção.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Da Estimativa da Capacidade Financeira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Art. 3º&lt;/strong&gt; A capacidade financeira da pessoa jurídica 
requerente para operar no comércio exterior em cada período consecutivo 
de 6 (seis) meses será estimada com base na soma dos recolhimentos 
efetuados pela requerente nos últimos 5 (cinco) anos-calendário 
anteriores ao protocolo do requerimento, obtidos nas bases de dados da 
RFB, dos seguintes tributos e contribuições:&lt;br /&gt;

I – IRPJ, CSLL, PIS e COFINS, excetuados os recolhimentos vinculados 
às operações de comércio exterior, a parcelamentos ordinários ou 
especiais e a tributos exigidos em lançamentos de ofício; ou&lt;br /&gt;

II – Contribuição Previdenciária relativa aos funcionários empregados pela requerente.&lt;br /&gt;

§ 1º A estimativa será dada com base no maior valor apurado entre os incisos do caput.&lt;br /&gt;

§ 2º Para as empresas optantes pelo Regime Especial Unificado de 
Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e 
Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional, serão considerados apenas 
os valores obtidos no disposto do inciso II do caput.&lt;br /&gt;

§ 3º Os débitos tributários não recolhidos não serão considerados 
para fins de apuração da capacidade financeira estimada da requerente.&lt;br /&gt;

§ 4º A proporcionalidade deverá ser observada, em períodos inferiores
 a cinco anos, dos recolhimentos previstos no caput, no caso de empresas
 em início ou retomada de atividade.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Dos Limites de Operação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Art. 4º&lt;/strong&gt; A pessoa jurídica habilitada na 
submodalidade Limitada poderá realizar operações de importação com 
cobertura cambial, em cada período consecutivo de seis meses, até o 
limite de US$ 150.000,00 (cento e cinqüenta mil dólares 
norte-americanos), ou o equivalente em outra moeda, caso sua capacidade 
financeira estimada seja igual ou inferior a esse.&lt;br /&gt;

§ 1º Para fins de apuração dos limites estabelecidos no caput, as 
operações de importação serão consideradas pelo valor CIF (“Cost, 
Insurance and Freight”) das mercadorias importadas, se importada por via
 aquaviária ou equivalente, se importada por outros modais.&lt;br /&gt;

§ 2º Além dos limites estabelecidos no caput, a pessoa jurídica 
habilitada na submodalidade Limitada poderá realizar também, 
independentemente de valor, as seguintes operações:&lt;br /&gt;

I – internações da ZFM;&lt;br /&gt;

II – importações por conta e ordem de terceiros, na condição de importador e não de adquirente, nos termos da &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=102580&quot;&gt;&lt;strong&gt;Instrução Normativa SRF nº 225, de 18 de outubro de 2002&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;

III – importações sem cobertura cambial; e&lt;br /&gt;

IV – exportações, com ou sem cobertura cambial.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Da Revisão de Estimativas a Pedido&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Art. 5º&lt;/strong&gt; O requerimento de revisão de estimativa, previsto no &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=274436#INRFB1.288_12art.5o&quot;&gt;&lt;strong&gt;art. 5º da Instrução Normativa RFB nº 1.288, de 2012&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,
 deverá ser acompanhado de comprovação da existência de capacidade 
financeira superior à previamente estimada nos termos do art. 3º.&lt;br /&gt;

§ 1º A comprovação mencionada no caput poderá ser feita mediante a 
prestação de informações adicionais e a apresentação de documentos que 
demonstrem, entre outras situações:&lt;br /&gt;

I – a existência de capital disponível em ativo circulante da própria
 requerente suficiente para a realização de operações de comércio 
exterior;&lt;br /&gt;

II – a fruição de desonerações tributárias, tais como isenções e 
imunidades a que a requerente faça jus, que ensejem o não recolhimento 
total ou parcial dos tributos elencados nos incisos I ou II do caput do 
art. 3º;&lt;br /&gt;

III – a existência de recolhimentos realizados mediante Documento de 
Arrecadação do Simples Nacional (DAS) em montantes superiores à 
capacidade financeira previamente estimada, no caso de empresas optantes
 pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e 
Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – 
Simples Nacional; ou&lt;br /&gt;

IV – a existência de recolhimentos previdenciários em montantes 
superiores à capacidade financeira previamente estimada, no caso de 
empresas sujeitas à contribuição incidente sobre o valor da receita 
bruta, nos termos dos &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=262201#Lei12.546_11art.7o&quot;&gt;&lt;strong&gt;arts. 7º&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=262201#Lei12.546_11art.8o&quot;&gt;&lt;strong&gt;8º da Lei nº 12.546, de 14 de dezembro de 2011.&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;

§ 2º O deferimento do requerimento de revisão poderá implicar em 
ampliação ou manutenção do limite de operação, a depender do valor da 
nova estimativa de capacidade financeira apurada.&lt;br /&gt;

§ 3º Os critérios utilizados pelo responsável pela análise do 
requerimento de revisão para fins de apuração da nova estimativa serão 
detalhados em despacho fundamentado, observadas as seguintes 
disposições:&lt;br /&gt;

I – na hipótese do inciso I do § 1º, a nova estimativa corresponderá 
ao valor do capital comprovadamente disponível em ativo circulante, 
convertido para dólares norte-americanos nos termos do § 1º do art. 3º; 
ou&lt;br /&gt;

II – na hipótese do inciso II do § 1º, os tributos e contribuições 
comprovadamente não recolhidos em função de desonerações tributárias 
serão considerados no somatório previsto no art. 3º.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Da Alteração do Responsável Perante O Siscomex&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Art. 6º&lt;/strong&gt; A pessoa jurídica que pretenda alterar 
seu(s) responsável(is) perante o Siscomex deverá protocolar novo 
requerimento de habilitação, nos termos do &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=274436#INRFB1.288_12art.3o&quot;&gt;&lt;strong&gt;art. 3º da Instrução Normativa RFB nº 1.288, de 2012&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;

Parágrafo único. A pessoa jurídica poderá relacionar como responsável
 perante o Siscomex todas as pessoas físicas que atendam aos critérios 
de qualificação constantes da tabela do Anexo XI à &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=255087&quot;&gt;&lt;strong&gt;Instrução Normativa RFB nº 1183, de 19 de agosto 2011&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Do Credenciamento de Representantes Nos Casos de Dispensa de Habilitação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Art. 7º&lt;/strong&gt; Nos casos de dispensa de habilitação do responsável legal previstos nos incisos II e IV do &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=274436#INRFB1.288_12art.10&quot;&gt;&lt;strong&gt;art. 10 da Instrução Normativa RFB nº 1.288, de 2012&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,
 o credenciamento de representante(s) para a prática das atividades 
relacionadas com o despacho aduaneiro no Siscomex poderá ser solicitado 
mediante requerimento, conforme o modelo constante do Anexo Único a este
 Ato Declaratório, apresentado em qualquer unidade da RFB, por:&lt;br /&gt;

I – pessoa física que pretenda realizar importações, exportações ou 
internações em que a legislação faculte a transmissão da declaração 
simplificada por servidor da RFB, inclusive nos casos de bagagem 
desacompanhada; ou&lt;br /&gt;

II – pessoa jurídica que tenha operado anteriormente no comércio exterior e que pretenda retificar ou consultar declaração.&lt;br /&gt;

§ 1º O requerimento previsto no caput deverá ser instruído com:&lt;br /&gt;

I – cópia do documento de identificação do(s) representante(s) a 
ser(em) credenciado(s) e do signatário do requerimento, se forem pessoas
 distintas;&lt;br /&gt;

II – instrumento de outorga de poderes (procuração) para 
representação da pessoa física ou jurídica interessada, quando for o 
caso;&lt;br /&gt;

III – cópia do contrato social ou estatuto onde constem poderes para 
representar a pessoa jurídica interessada, quando for o caso; e&lt;br /&gt;

IV – cópia do documento que comprove o exercício da função ou o vínculo empregatício, quando for o caso.&lt;br /&gt;

§ 2º Nos casos de fusão, cisão ou incorporação, a pessoa jurídica 
sucessora poderá requerer o credenciamento de representante em nome da 
pessoa jurídica sucedida.&lt;br /&gt;

§ 3º O requerimento a que se refere o caput será formalizado em 
processo eletrônico (e-processo) e será encaminhado de imediato pela 
unidade da RFB de protocolo do requerimento para análise da unidade da 
RFB de jurisdição aduaneira do requerente.&lt;br /&gt;

§ 4º O requerimento previsto no caput não se confunde com os procedimentos previstos na &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=274436&quot;&gt;&lt;strong&gt;Instrução Normativa RFB nº 1.288, de 2012&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,
 e não será submetido à análise fiscal, tendo em vista a expressa 
dispensa de habilitação para tais casos, nos termos dos incisos II e IV 
do art. 10 da referida Instrução Normativa.&lt;br /&gt;

§ 5º Será indeferido o requerimento de credenciamento de 
representante apresentado em desacordo com o disposto no caput e nos 
parágrafos 1º e 2º deste artigo.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Do Cadastramento de Perfis de Acesso no Siscomex&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Art. 8º&lt;/strong&gt; Os responsáveis e representantes legais habilitados e/ou credenciados com base neste Ato Declaratório, na &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=274436&quot;&gt;&lt;strong&gt;Instrução Normativa RFB nº 1.288, de 2012&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, e na &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=265351&quot;&gt;&lt;strong&gt;Instrução Normativa RFB nº 1.245, de 30 de janeiro de 2012&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,
 deverão observar os procedimentos para cadastramento inicial e 
atualização dos perfis de acesso ao Siscomex previstos na Portaria SRF 
nº 885, de 23 de maio de 2003.&lt;br /&gt;

§ 1º O Formulário de Cadastramento Inicial e Atualização de 
Responsáveis e Representantes Legais referente a cada responsável 
habilitado ou representante legal credenciado deverá ser apresentado 
juntamente com os demais documentos exigidos nos atos normativos citados
 no caput, no momento do protocolo dos respectivos requerimentos.&lt;br /&gt;

§ 2º Está dispensado de apresentar o Formulário de Cadastramento 
Inicial e Atualização de Responsáveis o responsável ou representante que
 já tenha tido seu perfil de acesso devidamente cadastrado no Siscomex.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Das Disposições Finais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Art. 9º&lt;/strong&gt; Fica revogado o &lt;a href=&quot;http://www.fiscosoft.com.br/index.php?PID=142240&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ato Declaratório Executivo Coana nº 3, de 1º de junho de 2006&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Art. 10.&lt;/strong&gt; Este Ato Declaratório entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;

&lt;em&gt;Fonte: Blog Direito Aduaneiro e Comércio Exterior &lt;/em&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/66212509557504806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/habilitacao-radar-novas-regras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/66212509557504806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/66212509557504806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/habilitacao-radar-novas-regras.html' title='Habilitação – Radar – Novas Regras '/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-8729504804248256509</id><published>2012-10-02T06:26:00.003-07:00</published><updated>2012-10-02T06:26:43.629-07:00</updated><title type='text'>Prioridade para a logística brasileira </title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;October 2nd, 2012&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
        &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;entry-content&quot;&gt;
    A
 competitividade da indústria brasileira é a principal arma do país para
 atravessar os problemas internacionais e o perigo de recessão 
enfrentado por alguns países.&lt;span id=&quot;more-821&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

Após o anúncio do Plano Nacional de Infraestrutura e Logística, que 
pretende melhorar a condição de competitividade brasileira por meio de 
uma logística mais aprimorada, a CNI (Confederação Nacional da 
Indústria) apresentou recentemente, um estudo a fim de ampliar o 
programa de concessões de estradas e ferrovias conhecido como “PAC das 
Concessões”, no qual enumera quais são as 51 obras prioritárias em oito 
eixos de integração na da região sul do Brasil, pelo custo de R$ 15,2 
bilhões.&lt;br /&gt;

Não podemos nos esquecer de que a competitividade da indústria 
brasileira é a principal arma do país para atravessar os problemas 
internacionais e o perigo de recessão enfrentado por alguns países. 
Neste sentido, não é logico que no Brasil, o custo logístico represente 
18% da produção e nos EUA, país que passa por uma das maiores crises 
econômica de sua história, esse percentual seja de 8%. Mais uma vez, 
enfatizo a necessidade do estabelecimento de um planejamento de médio e 
longo prazo que possibilite um investimento constante e em grande escala
 para reestruturar as condições de escoamento da produção, sem que isso 
onere ainda mais o valor dos produtos.&lt;br /&gt;

Tendo como base, a premissa de que esta é a hora do país crescer e 
expandir suas fronteiras internacionais a fim de se fixar como uma das 
grandes potências econômicas mundiais, o estudo apresentado pela 
confederação vem em ótima hora, ainda mais, porque mostra que se for 
adotado, poderia gerar uma economia de R$ 3,4 bilhões em custos 
logísticos e a abertura de uma discussão entre empresários e governo 
federal com o objetivo de ampliar o número de projetos listados, além 
dos já planejados.&lt;br /&gt;

Seguindo as propostas da CNI, R$ 70 bilhões seriam necessários para a
 realização das obras prioritárias, que fazem parte de um universo de 
177 projetos e que resolveriam os gargalos da região sul do país, dentre
 as quais podemos citar: eixo de Integração Internacional Rodoviário São
 Paulo – Buenos Aires, via São Borja BR-285 e BR153; eixo de Integração 
Rodoviário de Boiadeira Porto Camargo – Paranaguá, via Campo Mourão e 
BR-487; eixo rodoviário SP – Porto Alegre, via BR-116; eixo rodoviário 
SP – Caxias do Sul, via BR-101; dentre outros.&lt;br /&gt;

Mas atenção, apesar da necessidade de otimização dos investimentos na
 região sul do país, não podemos perder de vista, a importância de 
outras demandas regionais do Brasil, e que a partir de agora devem ser 
defendidas por representantes e parlamentares de outros Estados. Um bom 
exemplo da urgência no estabelecimento de obras prioritárias é o que 
acontece com os eventos esportivos, Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas 
de 2016, a serem sediados em nosso país. Segundo estimativa do BNDES 
(Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), até 2014, os 
investimentos em infraestrutura no Brasil podem atingir R$ 240 bilhões.&lt;br /&gt;

Essa é a hora de crescer! O Brasil precisa investir e mudar o que há 
anos vem sendo empurrado de um governo para o outro. Precisamos de 
investimentos e ideias que contribuam para aumentar a velocidade de 
integração territorial do país. O debate sobre setor de infraestrutura, 
que já acontece em alguns lugares deve ser fomentado a fim de que 
alcance todas as regiões e esferas da sociedade brasileira.&lt;br /&gt;

É por meio de iniciativas como o Brazil Road Expo – evento 
Internacional de Tecnologia em Pavimentação e Infraestrutura Viária e 
Rodoviária, que reúne num só local, todos os elos da cadeia de 
infraestrutura viária e rodoviária e que chega a sua terceira edição em 
março do próximo ano, que a competitividade do país é mantida e ampliada
 em direção a novos horizontes e ao crescimento nacional.&lt;br /&gt;

*&lt;em&gt;Guilherme Ramos é engenheiro civil e diretor da Brazil Road 
Expo, uma das principais feiras de infraestrutura e negócios para os 
setores viários e rodoviários do Brasil e da América Latina.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;

&lt;a href=&quot;http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=9122&quot;&gt;http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=9122&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/8729504804248256509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/prioridade-para-logistica-brasileira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/8729504804248256509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/8729504804248256509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/prioridade-para-logistica-brasileira.html' title='Prioridade para a logística brasileira '/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-5171414137850661106</id><published>2012-10-02T06:16:00.004-07:00</published><updated>2012-10-02T06:16:52.501-07:00</updated><title type='text'>Entra em vigor aumento do Imposto de Importação para cem produtos </title><content type='html'>Terminado o prazo para manifestações dos países do Mercosul, entrou em vigor hoje, com a publicação da &lt;a href=&quot;http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;amp;pagina=5&amp;amp;data=01/10/2012&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;Resolução Camex n°70&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;
 no Diário Oficial da União, o aumento temporário do Imposto de 
Importação para cem itens produzidos no Brasil. A elevação de alíquotas 
terá validade de até 12 meses, prorrogáveis, até 31 de dezembro de 2014.
 &lt;span id=&quot;more-827&quot;&gt;&lt;/span&gt;Na última sexta-feira (28/9), o Ministério 
das Relações Exteriores, que integra a Camex e é responsável pela 
coordenação nacional da Comissão de Comércio do Mercosul, enviou o 
comunicado oficial de que não havia nenhuma objeção à lista brasileira. 
Assim, pelo que determina a &lt;a href=&quot;http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&amp;amp;menu=3377&amp;amp;refr=3375&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;Decisão CMC 39/11&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,o
 Brasil foi formalmente autorizado a adotar a medida. Como não foi feito
 nenhum pedido de alteração da lista pelos membros do bloco econômico, 
os cem produtos que fazem parte da relação publicada hoje são os mesmos 
divulgados no início de setembro pela Camex.&lt;br /&gt;

A decisão, assinada em dezembro do ano passado pelos presidentes dos 
países do Mercosul e incorporada à legislação brasileira pelo &lt;a href=&quot;http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=28/05/2012&amp;amp;jornal=1&amp;amp;pagina=14&amp;amp;totalArquivos=168&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;Decreto n° 7.734&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;
 da Presidência da República, tem o objetivo de permitir uma maior 
margem de manobra para lidar com a crise econômica internacional, dentro
 dos limites estabelecidos pela Organização Mundial do Comércio (OMC), 
como lembra o secretário-executivo da Camex Emilio Garofalo Filho: 
“Temos que respeitar os níveis consolidados pela OMC. O teto é de 35% 
para produtos industrializados e de 55% para produtos agrícolas, mas o 
governo optou por elevar as cem alíquotas ao máximo de 25%, em níveis 
inferiores aos permitidos, a partir de propostas feitas pelo próprio 
setor produtivo nacional”. Garofalo informou ainda que a Camex buscou 
conciliar em sua decisão o fortalecimento da indústria nacional, a 
coerência tarifária dada pela Tarifa Externa Comum (TEC) entre insumos e
 produtos finais e a minimização de possíveis impactos inflacionários.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;Elaboração da lista&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;

O trabalho de elaboração da lista teve início em janeiro deste ano com a publicação da &lt;a href=&quot;http://www.desenvolvimento.gov.br/arquivos/dwnl_1327599592.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;Resolução Camex n° 5&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;,
 que instituiu o Grupo Técnico sobre Alterações Temporárias da Tarifa 
Externa Comum (GTAT/TEC). A Resolução Camex n° 5 também trouxe o modelo 
para os formulários que deveriam ser preenchidos pelos pleiteantes. Em 
março, teve início o prazo para recebimento dos pleitos do setor 
privado. Foram encaminhados à Secretaria-Executiva da Camex solicitações
 para aumentos de alíquotas de cerca de 250 produtos.&lt;br /&gt;

A lista final, aprovada no início de setembro pelo Conselho de 
Ministros da Camex, foi criada com base em parâmetros técnicos que 
levaram em conta, além do respeito aos critérios da OMC: o impacto da 
elevação tarifária nos preços; o aumento de importações; a capacidade 
produtiva e nível de utilização da capacidade instalada das indústrias 
brasileiras; a análise das cadeias produtivas; e a compatibilidade com 
as diretrizes do &lt;a href=&quot;http://www.brasilmaior.mdic.gov.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;Plano Brasil Maior&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;
 e outras políticas públicas prioritárias. Os técnicos que elaboraram a 
lista também vão acompanhar os efeitos das medidas adotadas.&lt;br /&gt;

&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;amp;pagina=5&amp;amp;data=01/10/2012&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Veja a lista de produtos com elevação temporária do Imposto de Importação&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;

&lt;em&gt;Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MDIC&lt;/em&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/5171414137850661106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/entra-em-vigor-aumento-do-imposto-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/5171414137850661106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/5171414137850661106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/entra-em-vigor-aumento-do-imposto-de.html' title='Entra em vigor aumento do Imposto de Importação para cem produtos '/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-6904441446806545673</id><published>2012-10-02T06:10:00.002-07:00</published><updated>2012-10-02T06:10:24.419-07:00</updated><title type='text'>Regra que deve encerrar ‘guerra dos portos’ passa a valer em 2013 </title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;October 2nd, 2012&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
        &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;entry-content&quot;&gt;
    Os
 secretários de Fazenda dos Estados mantiveram a data de janeiro de 2013
 para unificar em 4% as alíquotas interestaduais do ICMS sobre 
importados, como prevê resolução aprovada pelo Senado em abril deste 
ano.&lt;span id=&quot;more-823&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

Com a resolução, que fixa alíquota única para produtos com conteúdo 
importado superior a 40%, especialistas acreditam que está encerrada a 
chamada “guerra dos portos”.&lt;br /&gt;

Na disputa, os Estados de menor expressão econômica oferecem 
incentivos fiscais para a entrada de produtos estrangeiros por seus 
portos e depois se beneficiam da arrecadação do ICMS quando as 
mercadorias são revendidas para outras regiões. A alíquota unificada 
reduz a receita dos Estados que oferecem os incentivos.&lt;br /&gt;

O entendimento de adotar a alíquota de 4% a partir de janeiro foi 
reafirmado nesta sexta-feira na reunião do Confaz (Conselho Nacional de 
Política Fazendária (Confaz), com representantes dos fiscos estaduais. 
Assim ficou descartada a proposta de adiamento para 2014.&lt;br /&gt;

Na quinta-feira, dia 27, a sinalização de que não haveria 
prorrogração já havia sido dada na reunião entre os secretários –chamada
 de Pré-Confaz.&lt;br /&gt;

“Os técnicos dos Estados e do governo se reúnem a partir desta 
segunda-feira (dia 1º de outubro) para definir como operacionalizar essa
 unificação na prática”, diz Cláudio Trinchão. coordenador dos Estados 
no Confaz.&lt;br /&gt;

Serão definidos critérios e valores para verificar o cálculo do 
conteúdo de importação, como será a certificação de conteúdo e como será
 na prática a aplicação do ICMS único de 4%. Existe divergências entre 
os técnicos se o imposto deve incidir somente na primeira operação entre
 os Estados ou se também nas operações interestaduais subsequentes.&lt;br /&gt;

De acordo com Trinchão, o objetivo é garantir mecanismos para evitar 
simulações nas transferências para outros Estados e como poder verificar
 as informações fornecidas.&lt;br /&gt;

“O importante é que foi rejeitada a proposta de prorrogação dessa 
nova alíquota das operações interestaduais nos produtos importados”, diz
 o secretário estadual da Fazenda paulista, Andrea Calabi.&lt;br /&gt;

&lt;em&gt;Fonte: Folha de S. Paulo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/6904441446806545673/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/regra-que-deve-encerrar-guerra-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/6904441446806545673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/6904441446806545673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/regra-que-deve-encerrar-guerra-dos.html' title='Regra que deve encerrar ‘guerra dos portos’ passa a valer em 2013 '/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-3197395722463819743</id><published>2012-10-01T06:05:00.001-07:00</published><updated>2012-10-01T06:05:14.140-07:00</updated><title type='text'>Nova sobretaxa terá pouco efeito sobre importações, avalia a AEB </title><content type='html'>&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;October 1st, 2012&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;
        &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;entry-content&quot;&gt;
    O
 vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), 
José Augusto de Castro, disse que a possibilidade de o governo 
sobretaxar mais cem produtos importados tem efeito pequeno para conter 
as compras do exterior, além de afetar negativamente a imagem brasileira
 fora do país. “Não sabemos quais serão os produtos sobretaxados, mas o 
impacto deve ser pequeno”, disse Castro, que participou do Encontro 
Nacional de Comércio Exterior (Enaex) 2012.&lt;span id=&quot;more-804&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

Para reforçar sua análise, Castro citou o efeito da sobretaxa para 
cem produtos importados anunciada em agosto. De acordo com ele, a medida
 atingiu apenas 4% das importações brasileiras. “É um ganho muito 
pequeno em relação à imagem negativa do Brasil propagada pelo mundo. 
Essa possibilidade de sobretaxar mais produtos em 2013 tem um efeito 
muito reduzido, pois cem produtos é um universo muito pequeno.”&lt;br /&gt;

Segundo Castro, se a taxa de câmbio estivesse 15% acima do atual 
patamar, de R$ 2, não haveria necessidade de medidas protecionistas como
 as sobretaxações. “A taxa de câmbio no Brasil é defasada. E como toda 
taxa de câmbio defasada, estimula importação. Se estivéssemos com a taxa
 de câmbio em R$ 2,30, incentivaríamos as nossas exportações e teríamos 
uma barreira legal contra as importações.”&lt;br /&gt;

Fonte: Valor / Diogo Martins&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/3197395722463819743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/nova-sobretaxa-tera-pouco-efeito-sobre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/3197395722463819743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/3197395722463819743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/nova-sobretaxa-tera-pouco-efeito-sobre.html' title='Nova sobretaxa terá pouco efeito sobre importações, avalia a AEB '/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-7561145796680042779</id><published>2012-10-01T05:59:00.004-07:00</published><updated>2012-10-01T05:59:43.582-07:00</updated><title type='text'>Agroexportação cresce a US$ 62,568 bi </title><content type='html'>&amp;nbsp;&lt;span class=&quot;date-i fleft&quot;&gt;October 1st, 2012  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novamente a soja destaca-se entre as exportações brasileiras de produtos
 do agronegócio, que somaram US$ 62,568 bilhões no acumulado de janeiro a
 agosto&amp;nbsp;deste ano, crescimento de 1,8% em relação ao mesmo período de 
2011, quando os embarques desse segmento renderam&amp;nbsp;US$ 61,488 bilhões.&amp;nbsp;&lt;span id=&quot;more-808&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Com o resultado, o setor ampliou para 39% sua participação no total 
exportado pelo Brasil, segundo dados&amp;nbsp;divulgados nesta quinta-feira 
(27/09) pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).&lt;br /&gt;
Em igual período de 2011, a participação do setor nas exportações totais
 do País foi de 36,9%.&amp;nbsp;As exportações do agronegócio caíram 10,5% em 
agosto em função da queda de preços de algumas commodities, 
situação&amp;nbsp;minimizada por dois fatores: o aumento da quantidade exportada e
 a manutenção da depreciação do real frente a&amp;nbsp;outras moedas.&lt;br /&gt;
O estudo da CNA mostra, no entanto, que essa situação não é generalizada.&lt;br /&gt;
Os preços médios de exportação do complexo soja (grão, farelo e óleo) foram 16,3% maiores em agosto.&lt;br /&gt;
No acumulado de 2012, as exportações brasileiras de soja renderam US$ 
21,4 bilhões, alta de 20,3% em relação ao&amp;nbsp;valor acumulado entre janeiro e
 agosto de 2011.&lt;br /&gt;
“A alta dos preços da soja é explicada pela contração da oferta mundial 
da oleaginosa decorrente da quebra de&amp;nbsp;safra ocorrida no pólo 
norte-americano e nos principais países produtores da América do Sul”, 
informa a CNA.&lt;br /&gt;
As exportações de milho também cresceram no acumulado do ano, rendendo 
US$ 1,6 bilhão, aumento de 33% em relação&amp;nbsp;ao mesmo período de 2011.&lt;br /&gt;
Esse aumento é resultado da ampliação da quantidade exportada, que 
superou em 1,7 milhão de tonelada o volume&amp;nbsp;embarcado no acumulado dos 
oito primeiros meses de 2011.&lt;br /&gt;
A CNA avalia que as cotações do café devem recuar dado o atraso da entrada da safra 2012/2013 no mercado.&lt;br /&gt;
Em agosto, as receitas de exportação desse segmento somaram US$ 536 
milhões, queda de 31,7% em relação ao mesmo&amp;nbsp;mês do ano anterior.&lt;br /&gt;
Esse resultado é explicado pelo baixo volume exportado em razão da queda na produção e do atraso na colheita e preparo do café.&lt;br /&gt;
Destinos – O principal destino das exportações do agronegócio brasileiro
 permanece sendo a Ásia, com importações&amp;nbsp;de US$ 23,7 bilhões no 
acumulado de janeiro a agosto de 2012. Em agosto, a Ásia absorveu US$ 
3,3 bilhões em&amp;nbsp;produtos, dos quais 54,5%, ou US$ 1,8 bilhão, foram 
adquiridos pela China.&lt;br /&gt;
Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://www.canaldoprodutor.com.br/comunicacao/noticias/exportacoes-do-agronegocio-crescem-18-no-acumulado-de-janeiro-agosto&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;CNA&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/7561145796680042779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/agroexportacao-cresce-us-62568-bi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/7561145796680042779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/7561145796680042779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/10/agroexportacao-cresce-us-62568-bi.html' title='Agroexportação cresce a US$ 62,568 bi '/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-9185281123327154059</id><published>2012-09-24T13:42:00.002-07:00</published><updated>2012-09-24T13:42:23.854-07:00</updated><title type='text'>Governo amplia regime aduaneiro especial para aumentar exportações</title><content type='html'>&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; text-align: justify;&quot;&gt;A
 Receita Federal ampliou o regime aduaneiro especial para aumentar o 
volume de exportações e estimular a industrialização dos produtos no 
Brasil. Conhecido como Recof, o regime permite o ingresso de insumos no 
país com suspensão de tributos desde que sejam destinados à montagem de 
produtos para vendas no exterior. Ele poderá ser usado por empresas de 
qualquer segmento industrial, essencialmente de montagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

&lt;div class=&quot;NoticiaTexto&quot; id=&quot;textoNoticia&quot; style=&quot;font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; margin: 10px 10px 0px;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo o subsecretário de Aduana e de 
Relações Internacionais da Receita Federal, Ernani Checcucci, o Recof 
beneficiava apenas alguns setores da economia, como telecomunicações, 
informática, tecnologia da informação, automotivo e aeronáutico. 
Atualmente, 26 empresas são contempladas com a suspensão de impostos. O 
Fisco estima que mais 185 empresas têm potencial de adesão ao Recof. 
Dessas, 12 estão aptas a aderir ao novo regime, imediatamente.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;Nosso objetivo é fomentar a capacidade
 de exportação simplificando o requisito para adesão ao regime. Entre os
 novos setores que podem ingressar no programa, estão o de 
eletroeletrônicos, eletrodomésticos de linha branca, máquinas e 
equipamentos, ótica, ferramentas, armas, construções pré-fabricas e o 
segmento naval, que inclui embarcações e plataformas&quot;, disse o 
subsecretário.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Checcucci destacou ainda que para poder
 participar do novo regime aduaneiro, as empresas devem exportar no 
mínimo US$ 10 milhões por ano. Antes das alterações da Instrução 
Normativa 1.291, publicada hoje (21) no Diário Oficial da União, o 
limite variava de acordo com cada segmento.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&quot;O Recof é sistêmico, exige como 
condição que a empresa cumpra requisitos de exportação e importação, e 
que desenvolva sistemas cooperativos que obedeçam regras da Receita 
Federal&quot;, explicou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo a Secretaria da Receita 
Federal, as operações comerciais das empresas beneficiadas pelo Recof 
movimentaram de cerca de US$ 21 bilhões, em 2011. Com a adesão de novos 
segmentos, a expectativa é que esse número suba para US$ 29 bilhões. 
Para Checcucci, o Recof &quot;tem um sistema de fiscalização diferenciado&quot;, 
no qual as empresas são obrigadas a cumprir todos os requisitos de 
volume de exportação.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
Fonte: Brasilia em Tempo Real</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/9185281123327154059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/09/governo-amplia-regime-aduaneiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/9185281123327154059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/9185281123327154059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/09/governo-amplia-regime-aduaneiro.html' title='Governo amplia regime aduaneiro especial para aumentar exportações'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-1935430866683869103</id><published>2012-09-24T13:39:00.002-07:00</published><updated>2012-09-24T13:39:48.669-07:00</updated><title type='text'>Importadoras aguardam o novo regime automotivo</title><content type='html'>&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; text-align: justify;&quot;&gt;As
 associadas à Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de
 Veículos Automotores) fechou agosto com 11.975 unidades importadas, 
número que registra crescimento de 11,5% em relação ao total de carros 
importados em julho, que foi de 10.739. &quot;Não pode ser considerado um 
aumento porque estávamos em queda expressiva. A elevação se deu porque 
os associados à Abeiva que vendem carros com motores de até 2,0 litros 
se beneficiaram com a corrida às compras, resultado do fim do IPI 
reduzido, que acabaria no final de agosto&quot;, explicou Flavio Padovan, 
presidente da entidade.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot; /&gt;
&lt;br style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot; /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; text-align: justify;&quot;&gt;Padovan
 ainda lembra que antes do super IPI, anunciado pelo governo em setembro
 de 2011 e que levou os preços de modelos importados a um aumento de 30 
pontos percentuais, a fatia do total de vendas de veículos representada 
pela Abeiva era de, em média, 5,6%. Em agosto deste ano chegou aos 
2,95%.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot; /&gt;
&lt;br style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot; /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; text-align: justify;&quot;&gt;Apesar
 do ligeiro aumento no volume de vendas entre julho e agosto, o 
acumulado do ano mostra que preocupação por parte da entidade. Nos 
primeiros oito meses de 2012, as associadas do grupo alcançaram um total
 de 93.685 unidades vendidas contra 129.284 no mesmo período do ano 
passado. O número é 27,5% menor. Nos meses citados, o mercado total de 
veículos no Brasil apresentou um crescimento médio de 7%, com 2.289.733 
unidades vendidas em comparação ao ano passado (2.233.851 unidades).&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot; /&gt;
&lt;br style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot; /&gt;
&lt;strong style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;&quot;À beira do colapso&quot;&lt;/strong&gt;&lt;br style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot; /&gt;
&lt;br style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot; /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; text-align: justify;&quot;&gt;A
 valorização do dólar e o aumento do IPI para carros importados também 
provocou a demissão de 10 mil postos de trabalho entre as importadoras. 
Indagado sobre por onde as marcas começaram os cortes, o presidente da 
Abeiva foi claro: &quot;É uma combinação. Algumas fecharam revendas, mas 
todas enxugaram custos para se enquadrar à nova realidade do mercado&quot;. O
 presidente ainda alertou que mais demissões podem estar por vir. &quot;Se 
nada mudar, achamos que mais 5.000 pessoas serão demitidas, gerando um 
total de 15 mil demissões em 2012&quot;.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot; /&gt;
&lt;br style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; margin: 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot; /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; text-align: justify;&quot;&gt;Os
 associados da entidade aguardam com ansiedade o desfecho do novo regime
 automotivo, que deve ser anunciado na próxima semana. Junto à 
divulgação, a entidade espera que o governo libere um sistema de cotas 
de importação para aliviar o peso do IPI maior para carros trazidos ao 
Brasil. A Abeiva espera que o sistema seja baseado no percentual do 
volume de modelos vendidos nos últimos anos pelas marcas associadas à 
entidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;

&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #424242; font-family: Arial, Verdana, &#39;Arial Narrow&#39;, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px; text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: Icarros&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/1935430866683869103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/09/importadoras-aguardam-o-novo-regime.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/1935430866683869103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/1935430866683869103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/09/importadoras-aguardam-o-novo-regime.html' title='Importadoras aguardam o novo regime automotivo'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4368686088812257791.post-4473170218092625940</id><published>2012-09-20T05:40:00.002-07:00</published><updated>2012-09-20T05:40:30.377-07:00</updated><title type='text'>Sancionada lei que beneficia mais exportadores com suspensão de IPI, PIS e Cofins</title><content type='html'>&lt;h1 class=&quot;title&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&quot;date left&quot;&gt;
 Terça-feira, 18 de setembro de 2012 &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;right&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=4368686088812257791&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br class=&quot;clear&quot; /&gt;
 
  &lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A presidenta da República, Dilma Rousseff, sancionou a Medida Provisória n° 563/12, convertida na &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=18/09/2012&amp;amp;jornal=1&amp;amp;pagina=1&amp;amp;totalArquivos=68&quot;&gt;Lei n° 12.715/12&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;,
 que diminui, de 70% para 50% a percentagem das exportações na receita 
bruta para que uma empresa seja considerada ‘preponderantemente 
exportadora’ e possa adquirir insumos nacionais ou importados com 
suspensão de IPI, PIS e Cofins. A lei foi publicada hoje no Diário 
Oficial da União.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“Com essa&amp;nbsp; medida, o 
capital de giro das empresas é liberado do recolhimento de impostos, o 
que abre espaço para o exportador investir mais e obter ganhos de 
competitividade no mercado externo”, avaliou o ministro do 
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A secretária de Comércio
 Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio 
Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, explica ainda que “a nova 
regra evita o acúmulo de créditos dos tributos federais em decorrência 
das exportações, atendendo a uma solicitação dos exportadores 
brasileiros”. Com a redução da percentagem das exportações na receita 
bruta, a expectativa é de que sejam contempladas grande parte das 
empresas exportadoras que hoje acumulam crédito fiscal.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;strong&gt;Entenda a medida&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quando uma empresa 
adquire insumos no mercado interno, há recolhimento de IPI, PIS e Cofins
 sobre essas compras. Esses valores, porém, são lançados na 
contabilidade como créditos fiscais, que serão utilizados para abater 
parte dos débitos fiscais referentes a esses impostos gerados pelas 
vendas no mercado interno.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No entanto, quando uma 
empresa exporta, a venda não gera débito fiscal. Portanto, os créditos 
dos insumos dos produtos exportados devem ser abatidos dos débitos 
gerados por outras vendas no mercado interno. Se o percentual das 
exportações no faturamento total das empresas for elevado, são gerados 
mais créditos do que débitos. Nesse caso, então, a empresa deve pedir o 
ressarcimento em espécie dos créditos excedentes.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esse ressarcimento, 
contudo, implica investigação da procedência do crédito pela Receita 
Federal do Brasil, o que pode comprometer o capital de giro das empresas
 exportadoras, que aguardam a liberação dos créditos. Sendo uma ‘empresa
 preponderantemente exportadora’, a cobrança do IPI, PIS e Cofins fica 
suspensa já no processo de aquisição dos insumos, nacionais ou 
importados. Dessa forma, evita-se o comprometimento do capital de giro 
das empresas exportadoras.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil/files/gallery_assist/27/gallery_assist692135/AgenciaBrasil120403WDO_1498C.JPG&quot;&gt;Foto do anúncio de novas medidas do Plano Brasil Maior, em 3/4/12. Crédito:&amp;nbsp;Wilson Dias/ABr&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais informações para a imprensa:&lt;/strong&gt;Assessoria de Comunicação Social do MDIC&lt;br /&gt;(61) 2027-7190 e 2027-7198&lt;br /&gt;André Diniz&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:andre.diniz@mdic.gov.br&quot;&gt;andre.diniz@mdic.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/feeds/4473170218092625940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/09/sancionada-lei-que-beneficia-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/4473170218092625940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4368686088812257791/posts/default/4473170218092625940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aduanaeinformation.blogspot.com/2012/09/sancionada-lei-que-beneficia-mais.html' title='Sancionada lei que beneficia mais exportadores com suspensão de IPI, PIS e Cofins'/><author><name>Aduana and Information</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17248474543042718450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>