<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104</atom:id><lastBuildDate>Sat, 07 Sep 2024 20:37:36 +0000</lastBuildDate><category>Marketing</category><category>Mídias Sociais</category><category>web</category><category>Brand</category><category>Carreira</category><category>Negócios</category><category>Marketing Social</category><category>Cases</category><category>Cores</category><category>Design</category><category>Embalgem</category><category>Impresso</category><category>Leitura</category><category>Promoção</category><category>Propaganda</category><title>Comunicação &amp;amp; Design</title><description></description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>70</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-6904492600896919090</guid><pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-27T10:56:31.558-08:00</atom:updated><title>Desculpas: Nenhum post novo!!</title><description>Olá pessoal, mais uma vez venho aqui informar que o nosso blog novo já está quase pronto!&lt;br /&gt;
Apareceram muitos projetos na empresa e por isso não demos conta de atualizá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo o blog novo estará no ar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigada pela atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Att&lt;br /&gt;
Equipe Arte Gráfica Comunicação</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/11/desculpas-nenhum-post-novo.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-7414830413958308030</guid><pubDate>Thu, 05 Nov 2009 17:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-05T09:31:18.590-08:00</atom:updated><title>Novos posts, novo layout, novo blog...</title><description>Depois de um feriado maravilhoso para descansar... Novas postagens...&lt;br /&gt;
Pois é, como perceberam, nada de posts novos.&lt;br /&gt;
Isso porque mais uma vez o blog passará por reformas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de semana que vem novo layout e novos posts, escritos por nossos blogueiros,&lt;br /&gt;
mas tb não deixando de passar as informações dos blogs parceiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais uma vez obrigada pela participação de todos, e desculpem os contratempos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até segunda (9) com novidades.</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/11/novos-posts-novo-layout-novo-blog.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-6287834751423747123</guid><pubDate>Sat, 31 Oct 2009 15:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-31T08:00:01.295-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Negócios</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Propaganda</category><title>Porque sua propaganda não está funcionando?</title><description>&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Steve Mckee&lt;/span&gt;, um dos sócios da agência &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;McKee Wallwork Cleveland&lt;/span&gt;, escreveu em sua coluna na revista Business Week um texto com sete pontos bem interessantes que ajudam a responder esta pergunta. São ótimas dicas para empresas que desejam melhorar o desempenho da sua comunicação. Além disso, são pontos que devem ser compreendidos por algumas agências que parecem não enxergá-los no dia-a-dia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o McKee, cada empresa tem a publicidade que merece. Portanto, se a sua comunicação não está funcionando, o problema certamente é com você. Ou seja, quem tem o poder de mudar esse rumo não é a agência que te atende, mas a sua empresa - e mais ninguém. Não adianta uma agência de qualidade se você só aprova trabalhos que não funcionarão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já no caso das agências, se a publicidade do seu cliente não funciona, você também sai perdendo. Portanto, se seu cliente só aprova trabalhos que você sabe que não vão funcionar, ou você está vendendo mal as suas ideias, ou está na hora de sentar e abrir o jogo com esse cliente. Se ele insistir, pode ser o caso de abrir mão da conta. Isso mesmo. Dispensar clientes que não atendem aos seus critérios é um dos pontos que ajudam uma agência a obter sucesso - mas isso é assunto para um próximo post.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A boa notícia, é que todos os pontos apontados no texto podem ser corrigidos. Vamos lá...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Sua publicidade pode não estar funcionando porque...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;1. ...é chata&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;
Por que assistimos TV, ouvimos rádio e lemos jornal? Por três razões: informação, entretenimento e envolvimento.Anúncios que falham em entregar pelo menos dois desses três benefícios não vão funcionar. Assim como ninguém lê todos os textos de um jornal, ninguém presta atenção a todos os anúncios. Você precisa envolver seus futuros clientes em algo interessante ou divertido para que eles te deem um pouco do seu valioso tempo e atenção. A criatividade sempre foi essencial para isso. Hoje em dia, mais ainda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;2. ...é irrelevante. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Você não deveria pensar na sua propaganda como algo sobre a sua marca, mas sim como uma extensão dela. Se a sua marca entrasse para o ramo de entretenimento e começasse a produzir filmes, como eles seriam? A idéia está aí. Se sua comunicação for sem graça, grosseira ou arrogante, as pessoas pensarão o mesmo sobre seu produto. O que é verdadeiro na vida, é verdadeiro na publicidade. Se você focar apenas no onde quer chegar, não vai conseguir muito. Ao invés, foque em dar e entregar valor, que coisas boas começarão a acontecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;3. ...é segura demais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A primeira vez que vi um Ford Taurus, ele chamou muito a minha atenção. O mesmo aconteceu com muita gente, e o Taurus se tornou o carro mais vendido em todos os tempos nos Estados Unidos. Se o taurus tivesse sido mais um daqueles carros sedãs em forma de caixa, provavelmente seria mais um carro normal. Ao invés, ele virou de ponta cabeça todas as convenções da história do design automotivo. Ser diferente não é garantia de sucesso, mas te dá mais chances de ser notado do que se já tiver sido feito antes. Outro ponto importante: tenha em mente que quando você faz algo diferente, as pessoas podem não gostar de você – pelo menos no início. Muitos de nós ficamos chocados com o Taurus no início. Mas suas linhas curvas tiveram uma significante influência no design automotivo. Se você se preocupar muito em ofender alguém, provavelmente não atrairá ninguém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;4. ... está tentando fazer muita coisa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Como sabemos, muitas pessoas não ficam envolvidas pela propaganda. E mesmo quando ficam, por quanto tempo prestam atenção? trinta segundos? Dez? Cinco? O melhor que um anúncio pode fazer e comunicar uma única e breve ideia, e na era da internet - quando as pessoas podem ir até sites buscar informações adicionais que precisam – e loucura falar mais do que isso. Só porque você tem muito a dizer não quer dizer que seu público vai querer prestar atenção em tudo. Faça o seu melhor para estabelecer um simples e único ponto. Faça isso com inteligência e, com a exposição necessária, você pode conseguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;5. ...não tem tempo suficiente para funcionar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Você não pode tirar o pão do forno antes da hora. Você não pode apressar uma semente a se transformar em uma planta. Tudo que você pode fazer é preparar os ingredientes da melhor maneira, cuidar do jardim com carinho, e esperar até que o pão cresça e os brotos apareçam. O mesmo é verdadeiro com a publicidade. Se você esperar muito em pouco tempo (principalmente com uma verba limitada) certamente se desapontará. Pense no seu próprio comportamento de consumo. Quantas vezes vocês precisa ser exposto a uma mensagem publicitária até que tome uma atitude? Dependendo do nível de interesse das pessoas naquela categoria e da freqüência de compra, pode levar semanas, meses ou até anos para que sua mensagem seja assimilada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;6. ...você gosta dela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Ok, é melhor se você gostar, mas lembre-se de que você não é o melhor juiz para a sua própria propaganda. A razão é simples. Você sabe demais sobre a sua marca e tem muita afeição a ela para permanecer objetivo. Veja o caso do Burger King. Sua publicidade nos últimos anos tem sido um verdadeiro sucesso para o púbico jovem, mas muitas franquias da marca afirmaram não concordar com ela. Os mais inteligentes, no entanto, reconheceram que não são o públic-alvo e a deixaram em paz. Sua propaganda não é para você. Esses pontos parecem contraintuitivos, mas é por isso que não se trata de um negócio para amadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;7. ...seu problema não pode ser resolvido por ela.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Um erro comum que muitas empresas cometem é tentar usar a propaganda para corrigir outro problema. Pode ser um design de produto inapropriado ou desatualizado, uma estrutura de custos não competitiva, um serviço de baixa qualidade ao consumidor, ou inúmeras outras coisas. Não é que isso seja feito intencionalmente. É que é muito mais fácil colocar uma nova mão de pintura para corrigir as rachaduras na parede do que consertar o que está as causando. Nenhuma empresa consegue uma execução impecável, mas até que você consiga manter um histórico sólido de excelência, gaste seu dinheiro com melhorias internas ao invés de publicidade. A pintura pode mascarar o problema por um curto período, mas logo novas rachaduras vão aparecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obviamente, diz Mckee, existem muitas outras razões para a publicidade ter um baixo desempenho – desde uso inadequado de mídia e uma estratégia mal elaborada até contrataques da concorrência. No entanto, os pontos acima, são tão comuns = e tão comumente mal-entendidos – que só de colocá-los fora do caminho sua publicidade já melhora em muito, afirma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.chmkt.com.br/&quot;&gt;chmkt&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;   &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/10/porque-sua-propaganda-nao-esta.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-2411300119661725423</guid><pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-30T04:33:08.189-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Carreira</category><title>Ter conhecimento apenas não basta, tenha aptidão!</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Conheço pessoas que estão numa busca constante e incessante pelo conhecimento. No entanto, percebo que muitos passam parte da sua vida apenas conhecendo. Percebo também que existem grandes conhecedores desempregados e grandes empreendedores que conhecem muito pouco comparados aos estudiosos, mas são tão versáteis e excepcionais que não conseguimos descrever tamanha proficiência e habilidade para realizarem atividades e atingirem resultados.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot; /&gt;&lt;span id=&quot;more-1465&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt; Não basta apenas ter conhecimento, é necessário ter aptidão. A maioria das pessoas considera erroneamente conhecimento e aptidão a mesma coisa. Asseguro que muitas delas estão se auto-sabotando e travadas sem dar nenhum passo, apenas aumentam o tamanho da sua cabeça. Podemos chamá-las de “cabeçudas”, pois possuem tanto conhecimento em suas mentes que não são capazes de utilizar metade, e não desenvolvem aptidão para transformarem o conhecimento em resultados práticos, duradouros e imediatos. Na realidade, conhecimento e aptidão são muito diferentes e, ao mesmo tempo, complementos um para o outro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Podemos fazer uma breve reflexão para perceber a diferença. Perceba quantas pessoas conhecem sobre técnicas de administração, mas não conseguem administrar seu próprio negócio. Outras sabem que fumar faz mal e continuam fumando. Quantas pessoas sabem como falar em público, estudam e conhecem inúmeras técnicas, no entanto, poucas são as que realmente sabem se expressar. Quantas pessoas reconhecem a importância de colocar um objetivo específico por escrito e elaborar um planejamento, porém, quase nunca os fazem. Outras sabem que comer fritura faz mal, mas não possuem aptidão suficiente para comerem apenas o que é saudável. Quantas pessoas sabem como chutar uma bola, conhecem as estratégias de um jogo de futebol e não são capazes de entrar em campo e fazer um gol.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;É importante destacar que para ter aptidão é preciso ter conhecimento e para ter conhecimento é preciso ter aptidão. Aptidão está relacionada diretamente as atitudes. O que as pessoas precisam é de atitude.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Dicas para expandir o conhecimento.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
• Procure ouvir música barroca para ler e estudar, de acordo com o pai da aprendizagem acelerada, Dr. Georgi Lozanov, essa música relaxa e, ao mesmo tempo, deixa a sua mente alerta e capaz de concentrar-se. Alguns compositores para você ouvir são Bach, Mozart, Vivaldi.&lt;br /&gt;
• Leia livros, revistas, artigos;&lt;br /&gt;
• Freqüente cursos, seminários, treinamentos, palestras, feiras, congressos, exposições;&lt;br /&gt;
• Observe outras pessoas realizando o que você quer e precisa fazer;&lt;br /&gt;
• Encontre um mentor, um modelo, um especialista na área que tem interesse;&lt;br /&gt;
• Aproxime-se de pessoas que estimulem seu potencial e estejam em sintonia com os seus objetivos;&lt;br /&gt;
• Conheça outras pessoas que realizaram de modo bem sucedido o que você quer realizar. Pergunte como elas fizeram isso. Compartilhe seus conhecimentos.&lt;br /&gt;
• Programe-se para todos os dias antes de dormir escrever o que aprendeu no seu dia, depois compare com as outras datas.&lt;br /&gt;
• Experimente realizar coisas que nunca fez, ler sobre assuntos que nunca leu, praticar um esporte que nunca praticou, conversar com pessoas que nunca conversou. Experimente fazer amizades com pessoas mais velhas e mais novas, freqüentar ambientes que não conhece.&lt;br /&gt;
• É sempre bom aprender algo diferente e agregar valor ao seu conhecimento. Quanto mais informação puder recolher e armazenar na sua mente, melhor e mais inteligente você pode ser. Basta partir para o próximo passo e utilizar seu conhecimento estrategicamente, desenvolvendo as suas aptidões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Dicas para aumentar a sua aptidão:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
• Todos os dias, assim que acordar, estabeleça o objetivo de aprender algo novo e transformar seu conhecimento em realizações, e quando chegar no final do dia avalie o que você aprendeu e realizou. Faça isso diariamente.&lt;br /&gt;
• Desconfie de si mesmo e pergunte-se “Como posso melhorar isso?”&lt;br /&gt;
• Pratique, treine, repita, faça, experimente.&lt;br /&gt;
• Encontre oportunidades para exercitar, crie-as.&lt;br /&gt;
• Escove os dentes com outra mão.&lt;br /&gt;
• Coma com os talheres invertidos.&lt;br /&gt;
• Aplique o seu conhecimento em qualquer oportunidade, crie-as.&lt;br /&gt;
• Experimente, dê o 1º passo;&lt;br /&gt;
• Aprenda 10 vezes mais do que alguma vez terá necessidade de aplicar;&lt;br /&gt;
• Exercite, treine, treine novamente, experimente, e treine novamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O ser humano realizado é aquele que utiliza seu conhecimento estrategicamente através de suas aptidões, fazendo a diferença para si e para as pessoas ao seu redor. Faça melhor, faça a diferença!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://almanaquedobem.com/&quot;&gt;Almanaque do bem&lt;/a&gt; por Carlos Cruz&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/10/ter-conhecimento-apenas-nao-basta-tenha.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-508193540436092168</guid><pubDate>Tue, 27 Oct 2009 18:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-27T11:18:35.944-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">web</category><title>O que é webwriting</title><description>&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;abbr class=&quot;date&quot; title=&quot;2005-03-06T0:00:00&quot;&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/span&gt;  &lt;h2 class=&quot;summary&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Sobre a distribuição de conteúdo informativo em ambientes digitais.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;info_entry&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Por &lt;span class=&quot;author&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/bruno-rodrigues&quot; title=&quot;Veja todos os artigos de Bruno Rodrigues&quot;&gt;Bruno Rodrigues&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Até dezembro do ano passado, 1.000 alunos já haviam passado pelos meus cursos e workshops. O que significa isso? Que cada vez mais profissionais que lidam com informação têm interesse em mídia digital. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;É de praxe que algumas perguntas surjam logo no início. São questões básicas, mas que sanam muitas dúvidas típicas de um “início de conversa”. Decidi dividi–las com você - mas não hesite em enviar um e–mail caso surja mais alguma pergunta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A elas, então:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- O que é webwriting?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;É um conjunto de técnicas que auxiliam na distribuição de conteúdo informativo em ambientes digitais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Esta “distribuição” faz–se, por exemplo, pelas diversas camadas de um site, sendo a primeira camada a primeira página e, a segunda camada, as páginas que surgem a partir dos itens do menu principal – e assim por diante. E por que “ambientes digitais”? Em webwriting, o campo de ação são intranets, CDs–ROM, wireless, e não apenas sites internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Webwriting pode ser traduzido como “redação online”? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Não. Em webwriting, a preocupação é com a informação como um todo, seja ela ícone, foto, filme, som e, claro, texto. Desta forma, o texto é visto, em ambientes multimídia, como *um* dos elementos da informação digital.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Traduzir webwriting como redação online não só é um erro, como também restringe uma área que tem um poder de fogo muito mais amplo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Por que o termo “webwriting” ainda sobrevive, então? Tanto a Rede quanto o webwriting ainda são áreas que vivem seus primeiros momentos, mas a evolução é muito rápida. É provável que, em breve, o termo seja substituído por “Gestão da Informação Digital”, ou algo semelhante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Webwriting é a mesma coisa que jornalismo online? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Jornalismo online é o *ramo* do webwriting dedicado à produção de informação *noticiosa* online. Quem lida com jornalismo online são as versões para internet de veículos noticiosos impressos, por exemplo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os profissionais que produzem conteúdo informativo para sites internet e intranets de empresas dedicam–se a informações institucionais, e este trabalho é chamado de webwriting corporativo - e não jornalismo online.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Quem “criou” o webwriting? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Quem deu a devida importância ao estudo da informação para a mídia digital foi Jakob Nielsen, mais conhecido pela ciência que ajudou a desenvolver, a usabilidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Foi Jakob Nielsen que, em março de 1997, publicou em seu site - www.useit.com - o resultado da aplicação de testes voltados para o comportamento do texto no ambiente online. Ao provar que o usuário exige uma boa formatação de texto para a web, ele chamou a atenção para a necessidade de estudo e dedicação à área da informação digital.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Quem é o “papa” do webwriting? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Crawford Kilian, autor do livro “Writing for the Web”, lançado em 1998, é considerado o “norte” do webwriting. Contudo, tanto o livro quanto os estudos de Kilian são focados no comportamento do *texto* em ambientes digitais, e não na informação como um todo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;De 1997/1998 para cá, porém, muitos outros profissionais acompanharam a evolução do webwriting, e hoje já estão à frente de Kilian &amp;amp; cia.. Nos Estados Unidos, por exemplo, a “dama da persuasão”, Amy Gahran, assim como Jonathan Price, o “rei das dicas”, são bons exemplos. O jornalista Nick Usborne, que trabalha com um “mix” das idéias de Kilian e Gahran, é visto hoje como revelação nos EUA. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Que empresas contratam webwriters? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Todo o tipo de empresa. Aliás, são as empresas que pagam melhor - bem melhor - aos webwriters. As intranets, e não os sites internet, é que empregam cada vez mais os especialistas em informação digital. Sites de comércio eletrônico também têm aberto cada vez mais vagas para webwriters, assim como as boas e velhas produtoras, embora nelas o salário não seja dos melhores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- Existe MBA ou pós–graduação em webwriting? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Não, e você seria lesado se houvesse. Embora seja uma área promissora, tanto em mercado, quanto financeiramente, o conhecimento sobre webwriting é objeto de ensino em cursos de extensão, portanto de curta duração. Mais que isso, é pura embromação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;- O webwriting está evoluindo? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Muito. Há diversos textos, aqui mesmo no Webinsider, sobre gestão do conhecimento, segundo nível de evolução do webwriting. Qual o primeiro? A arquitetura da informação, hoje em dia importantíssima para o profissional que se dedica à informação digital. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://webinsider.uol.com.br/&quot;&gt;[Webinsider]&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/10/o-que-e-webwriting.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-4784326413989154994</guid><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 13:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-21T06:54:23.814-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídias Sociais</category><title>Não esqueça o pixel mágico que viraliza tudo</title><description>&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;abbr class=&quot;date&quot; title=&quot;2009-08-26T18:53:09&quot;&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/span&gt;  &lt;h2 class=&quot;summary&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Como explicar para o cliente que aquilo é um risco, que pode não ter efeito nenhum e que não existe um pixel mágico que se coloque no vídeo para garantir que ele será o novo trend topic do Twitter?&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Se você trabalha com publicidade, certamente já ouviu do cliente, de alguém da agência ou de um amigo que ouviu do cliente ou de algum colega a seguinte ideia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;“Então, vamos fazer uma campanha bem legal, diferente. Vamos fazer um viral para divulgar nosso filme de TV!” E aí você volta para a sua mesa e se pergunta onde está o botão liga/desliga, onde fica o pixel mágico que faz todas as coisas viralizarem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O sonho de qualquer publicitário é ver seu trabalho adorado pelo público, comentado, repassado espontaneamente, evangelizando o consumidor e fortalecendo a marca. Só não sei de onde tiraram que isso é uma característica de briefing, algo que pode ser feito com a mesma facilidade com que se aumenta o logo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Vamos fazer um exercício. Vamos pensar em alguns vídeos que tenham se destacado nos últimos tempos, como por exemplo, a &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=deRF9oEbRso&amp;amp;feature=player_embedded&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Susan Boyle&lt;/a&gt;, a &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=Ktgsn_G59os&amp;amp;feature=player_embedded&quot;&gt;dança do Quadrado&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=7w9sQDAq3JY&amp;amp;feature=player_embedded&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;David after dentist&lt;/a&gt; e, o clássico dos e-mails de mãe, o &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=rCCRw2_3LbM&amp;amp;feature=player_embedded&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;comercial gay da Hyundai&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O que eles tem em comum, além de você já tê-los visto alguma vez na vida? Quase nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;São todos engraçados? Não, o da Susan não é. São todos produzidos? O do David é espontâneo. São todos naturais, feitos por pessoas normais? O da Hyundai é um comercial. E ai? Só o que eles tem em comum são as milhares de visualizações que vem recebendo dia após dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A questão é que, embora você possa imaginar o que pode fazer mais sucesso no gosto popular, não há como prever o que vai ou não viralizar. Por isso temos tantas tentativas de vídeos virais que não deram certo por aí. Ou vídeos que deram certo lá fora, mas não aqui.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Em termos práticos, fica a questão: como explicar para o cliente que aquilo é um risco, que pode não ter efeito nenhum, e que não existe um pixel mágico que se coloque no vídeo para garantir que ele será o novo trend topic do Twitter?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Digo mais: Se o cliente (ou a agência) não está pronto para correr um risco, devia ao menos parar de pedir “coisas diferentes” a cada job, para no fim continuar com o mesmo arroz e feijão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;E aí, o que fazer? Oferecer ao cliente uma saída maravilhosa, que nem você - agência - sabe se vai dar certo, e caso não der, utilizar uma saída à lá &lt;a href=&quot;http://www.campanhainstantanea.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Pai Pop Up&lt;/a&gt; e dizer que “valeu o aprendizado”?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;É… a publicidade passou da época onde os resultados eram previsíveis ou preparáveis. Ao passo que mensuramos e observamos melhor cada parte do processo, mais perdemos o controle sobre nossas campanhas e nossos clientes. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://webinsider.uol.com.br/&quot;&gt;Webinsider&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/10/nao-esqueca-o-pixel-magico-que-viraliza.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-8150714891820994230</guid><pubDate>Tue, 20 Oct 2009 15:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-19T18:19:25.326-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídias Sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Negócios</category><title>Um guia prático para a empresa usar bem o Twitter</title><description>&lt;abbr class=&quot;date&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot; title=&quot;2009-10-16T17:50:38&quot;&gt;&lt;/abbr&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;h2 class=&quot;summary&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Ao decidir manter um perfil no Twitter, a empresa deve definir o objetivo da ação, além do conteúdo e estilo das tuitadas. É um trabalho que pede bom texto e constância. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;O Twitter tem sido bastante utilizado pela comunicação das empresas, pela facilidade de manter atualizadas as pessoas interessadas em seu produto. “Se todos usam e é gratuito, então por que não usar?”&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Realmente o Twitter pode ser a rede social que melhor se adapta ao cenário corporativo e também uma excelente oportunidade para comunicação e relacionamento. Para fazer do Twitter uma ferramenta aliada dos negócios existem basicamente quatro aspectos importantes.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Planejamento&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;O primeiro passo para qualquer ação é o planejamento. O processo de planejamento é essencial para quem busca resultados e requer respostas para as seguintes perguntas:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;li&gt;Qual é o seu objetivo no Twitter?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como atingir seu objetivo através da rede social?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Qual é o seu público e como encontrá-lo?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Qual será o conteúdo a ser colocado?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como interagir com seu público?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como utilizar a rede social para melhorar a sua empresa e avaliar a satisfação dos clientes?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;As respostas podem vir com a ajuda de um brainstorm; criatividade e inovação fazem a diferença. As respostas - e também as perguntas - indicarão um propósito a seguir e ajudarão a empresa a se colocar adequadamente diante do seu público.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; font-weight: normal; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Criação&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Envolve  basicamente a criação do perfil, a personalização e a captação de seguidores.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;É  o momento de pensar em vários  aspectos, como  o nome a ser utilizado, a descrição do  perfil e o endereço do site indicado.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Facilite a empresa a ser encontrada. O nome, obviamente,  deve ser claro, curto e simples -  o nome da empresa.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Na descrição, coloque o que sua empresa faz, o produto ou serviço principal, ou mesmo use o espaço para dizer o que está fazendo no Twitter.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Na personalização, elabore uma imagem de fundo com a sua cara e que transmita alguns valores da sua empresa. Pense na personalização do Twitter como um novo site que você está criando, levando em consideração a resolução de monitores e outros aspectos relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Na captação de seguidores está o passo mais importante, pois se você não tiver pessoas em sua rede, não vale o  esforço.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;O primeiro passo é identificar perfis no Twitter que seu público teria interesse em seguir.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Por exemplo, se você tem uma loja de materiais esportivos, procure seu público através do Twitter de algum grande portal de esportes ou procure Twitters de pessoas relacionadas à sua cidade e até mesmo ao seu bairro.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Se o propósito é atuar de forma mais objetiva e seu produto é retirado somente em mãos, siga perfis destes pessoas divulgando o seu; em conseqüência você despertará interesse em parte destes perfis, para quem o seu produto é relevante. Relevância é a palavra-chave.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Conteúdo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Agora que temos um objetivo, criamos a rede social e captamos seguidores, vamos socializar. A esta altura você já definiu o tipo de conteúdo que irá veicular e este é um passo importante para manter e crescer o número de seguidores.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Muitas empresas criam perfis no Twitter para colocar lá as mesmas propagandas todos os dias, para que apareçam sempre no painel de leitura dos usuários. Isso é spam. O tom totalmente comercial tem efeito negativo para o público.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Sobre conteúdo e o tom dos posts ou tuítes: você precisa ser sociável, criando textos comerciais sim, mas através de informação interessante sobre o seus produtos. Pense em dar dicas de utilização, peça sugestões sobre onde ou como melhorar produtos e serviços, realize promoções dentro do Twitter. Responda bem as perguntas e mensagens enviadas.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Um bom exemplo de conteúdo: a padaria tuíta “Pão quentinho em 5 min”. Existem de fato empresas vendendo desde pão quentinho até apartamento, que é o caso da Tecnisa.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Métricas&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Para a correta mensuração, é preciso definir o objetivo final. Mais do que medir o tráfego que vem do Twitter para o seu site, você precisa saber se esse tráfego está gerando negócios. Se o objetivo é gerar mais orçamentos e cadastros no site, por exemplo, crie metas no Google Analytics que transformem esse orçamento ou cadastro em números.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Após definido claramente o objetivo, você precisa criar relatórios personalizados para identificar onde foram feitas as conversões. O objetivo destes relatórios é exatamente saber quanto e como o Twitter gera negócios.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;Detalhe: não é da noite para o dia que o Twitter gera negócios. Você está lá para criar relacionamento com o seu público e o resultado de um bom trabalho de relacionamento é a geração de negócios.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;É uma questão de custo e benefício. O custo de uma ação no Twitter é zero, mas precisa de recursos internos, pois é uma&amp;nbsp; ação constante e que demanda tempo das pessoas envolvidas - até porque um perfil abandonado não é praticamente visto.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://webinsider.uol.com.br/&quot;&gt;Webinsider&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/10/um-guia-pratico-para-empresa-usar-bem-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-8922895905445618938</guid><pubDate>Thu, 15 Oct 2009 15:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-15T08:00:03.310-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Brand</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Carreira</category><title>Será que minha empresa acompanha as tendências?</title><description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt;A humanidade sempre esteve em processo de mudanças, mas nunca houve coisa igual. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; O mundo está mudando com uma rapidez incrível e com uma intensidade cada vez maior. Vários fatores contribuem para que esse fato aconteça: mudanças econômicas, tecnológicas, culturais, políticas, empresarias e comportamentais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; Dentro das empresas e diante de tantas mudanças, somos solicitados, a todo momento, desde em nossas atividades mais operacionais até nas mais estratégicas e gerenciais a termos um papel pró-ativo, ou seja, girar, transformar, inovar e criar para sobreviver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; O intuito de toda e qualquer organização (seja grande, média ou pequena) é gerar lucros. Isso não é um trabalho fácil de conseguir, principalmente em tempos que a exigência e o excesso de informações tem tornado o cliente mais flexível. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; Empresas que vivem no comodismo ou simplesmente acham que a evolução não é necessária, essa por certo ou esta no vermelho ou já não existe mais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; Há aquelas que encontram durante anos a estabilidade e não se acha necessário evoluir e tem o pensamento antiquário “em time que esta ganhando não se mexe”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; As organizações contemporâneas estão obrigadas as se adaptarem ao meio. Não precisa muito. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; Criatividade e pequenos gestos que atraem os clientes fazem uma diferença enorme. Enquanto empresas estão com sua visão limitada em apenas vender, vender e vender, não que estejam erradas, mas não faz por onde atingir seus objetivos, não terá uma história para ser debatida em universidades de administração.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; Um bem a mais um bem a menos para empresa não é grande coisa, o que não deve acontecer, em hipótese alguma, é perder a credibilidade e a confiança do seu cliente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; Como sempre dizia um dos grandes administradores Rolin Adolfo, ex- presidente da TAM, que as empresas deveria ser como “prostituta” para o cliente, ou seja, sempre agradá-los da melhor maneira possível. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; Ter o “espírito de servir”, foi com essa ideologia que a TAM a forma de tratar o cliente na aviação comercial, fez com que se tornasse referência no Brasil e no mundo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; Se sua empresa não se preocupa em atrair seu cliente, não se preocupe que mesmo ele sendo fiel, seu concorrente terá a melhor opção. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; As vezes não precisa nem do concorrente ao lado, a evolução é tanta que o cliente tornou mais acomodado, pode comprar em casa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; Atraía seu cliente, supere as expectativas que ele tem. Conquistar sua confiabilidade não é uma tarefa nada fácil, porém não é impossível. Analise seu cliente, faça uma CRM, ou seja, uma abordagem que o coloque no centro do desenho dos processos do negócio. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; Saiba perceber e antecipar as necessidades dos clientes atuais e potenciais, de forma a procurar supri-las da melhor forma. empresas que conhecem profundamente os seus clientes, o que precisam, em que o perfil de consumidor se enquadra, conseguem criar respostas personalizadas, antecipando as suas vontades e respondendo de forma precisa aos seus desejos atuais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; Invista nisso seu intuito certamente terá retorno. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;contentDescription&quot;&gt; &lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.administradores.com.br/&quot;&gt;Administradores&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/10/sera-que-minha-empresa-acompanha-as.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-7546830141486155019</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 15:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-14T08:00:05.730-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídias Sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">web</category><title>Como usar as redes socias</title><description>&lt;div&gt;      &lt;/div&gt;&lt;h4 style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Scott Pansky, da Allison &amp;amp; Partners, dá dicas de como as empresas e seus parceiros podem se beneficiar com novas estratégias digitais &lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                                                 &lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;                 &lt;/span&gt;                                 &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; Atualmente as estratégias digitais são essenciais para qualquer campanha de marketing. Scott Pansky, da Allison &amp;amp; Partners, agência de marketing, mostra alguns números, em seguida, oferece dicas sobre as melhores práticas para uso de mídia digital. &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; - 5 bilhões: número de minutos que as pessoas do mundo todo passam por dia no Facebook; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; - 1,9 milhão: número aproximado de Tweets publicadas diariamente no microblog;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; - 3,6 bilhões – Fotos no Flickr em junho de 2009  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Estes números definem o cenário e a importância da mídia digital. Mais do que isso, apontam a importância de desenvolver uma estratégia para a captação e utilização dessas poderosas redes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; Hoje, é fundamental incorporar estratégias digitais em campanhas de marketing. As campanhas integradas podem elevar o valor da sua ação. A pergunta não é onde colocar a mensagem em seu site, mas sim saber onde você vai conseguir obter uma maior audiência. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; A combinação de seus ativos digitais (redes sociais, contatos de email e contas do Twitter, por exemplo) com os de seu parceiro sem fins lucrativos (seguidores), cria múltiplos pontos de contato que aumentam o alcance de sua campanha, como as mensagens são compartilhadas com os contatos imediatos e, em seguida, distribuídas, isso tem um alcance gigantesco. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; Em nosso trabalho com a Playskool e seu programa Parque Ilimitado, divulgamos digitalmente como as organizações poderiam trazer um playground para as suas comunidades. Fomos capazes de garantir parcerias com mais de 100 empresas que participaram de um concurso de redação nacional. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; Um conselho que eu compartilho com quem quiser ouvir é começar pelo visual. A mídia digital é muito mais do que palavras. Compartilhe vídeos de pessoas que se beneficiam de doações, poste fotos de acontecimentos recentes, faça apresentações de slides que entregam uma história visual. Faça parte dos eventos, seja ele público ou privado, pois se a mídia não cobrir, você ainda pode chegar a um público potencialmente maior. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; O mundo digital é imediato, mas também é de longa duração, que é algo que vale a pena aproveitar. Se você não está redirecionando seus vídeos e campanhas publicitárias, você está fazendo errado. Criar uma redação online, compartilhar seus vídeos através de Facebook e YouTube, postar anúncios online. Isto pode parecer básico, mas é uma maneira fácil e eficaz para aumentar a consciência e a longevidade de uma campanha. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; Minha dica final é praticar os três E&#39;s: engage, evaluate and enhance (participar, avaliar e melhorar). Estamos todos aprendendo com o novo mundo digital. Então é necessário se envolver com estratégias digitais, avaliar como suas táticas e melhorá-las da próxima vez que for executar. Devemos sempre estar procurando como podemos melhorar e fazer mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; Pansky Scott é co-fundador e sócio da agência de marketing Allison &amp;amp; Partners.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.mmonline.com.br/&quot;&gt;m&amp;amp;m online&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/10/como-usar-as-redes-socias.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-3789446689993337463</guid><pubDate>Tue, 13 Oct 2009 17:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-13T10:11:06.860-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing Social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídias Sociais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">web</category><title>A fronteira do marketing</title><description>&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;     &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt; Palestra: A fronteira do marketing: O entretenimento de marca e a mídia social&lt;br /&gt;
Palestrante: Mike McGraw – Big Fuel (EUA)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Big Fuel. Uma agência nova-iorquina de engajamento digital de consumidores. De lá veio o palestrante que encerrou o segundo dia de palestras do MaxiMídia 2009. Mike McGraw é responsável pela distribuição e operações da agência, e falou ao público presente e à audiência em todo o Brasil e Curitiba, onde a RICTV transmite em tempo real o evento. O assunto foi os novos limites da mídia social na criação de valor da marca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;“Nós fazemos a ponte entre o que as marcas querem fazer e o que os consumidores percebem por meio das mídias sociais”, afirmou. O segredo seria criar algo interessante o suficiente para fazer com que as pessoas acessem às mídias sociais, sendo estas consideradas uma mídia de escolha. E uma mídia que está crescendo em importância no mundo todo. Para ilustrar, Mike mostrou alguns exemplos. Enquanto a internet demorou quatro anos para atingir os 58 milhões de usuários e o Ipod tardou três para chegar no mesmo número, o Facebook chegou aos 100 milhões de usuários em apenas nove meses. As mídias sociais já passaram a pornografia, como conteúdo mais acessado na rede.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Durante a palestra, Mike deixou claro o tamanho da revolução das mídias sociais. “Ela contesta toda a sabedoria comum”, disse. Não teria a ver mais com o simples fato de fazer com que as mensagens cheguem aos consumidores. A palavra chave agora é relevância. “É preciso fazer com que as pessoas se importem com as marcas, e para isso ela precisa ser relevante”, conclui. Mas ainda que o sucesso das redes sociais, como facebook, twitter e blogs seja comprovado, é preciso cuidado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Cerca de metade dos programas de mídia social fracassam. Isso porque o conteúdo não seria relevante. Grandes marcas também ainda não sabem usá-las, e tentam forçar o produto aos consumidores criando blogs para que se parecessem iniciativas vindas de baixo para cima, enquanto na verdade eram as próprias agências de publicidade que o produziam. Assim como John Gerzema, da Y&amp;amp;R dos EUA, disse na palestra de ontem, Mike McGraw reiterou que uma mentira destas é rapidamente exposta pelos internautas, e facilmente percebida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;WISP!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Grande parte da palestra foi destinada à exposição do case Wisp, uma nova escova de dentes lançada pela Colgate. “Buscamos sociabilizar o conteúdo, com uma nova forma de entretenimento e compartilhamos tudo pela net”, afirmou Mike. Foram feitos aplicativos no facebook, e uma gama enorme de vídeos gerados pelos próprios usuários (alguns estão disponíveis nos links abaixo).&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Criou-se um movimento social ao redor do conceito da campanha: Be More Kissable. O slogan foi desenvolvido por meio de grupos de discussão, pesquisas de mercado e estatísticas da empresa. Tudo para mostrar o que seria mais atraente ao público consumidor. “Depois nosso trabalho foi fazer com que as pessoas desejem fazer parte desse novo movimento”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Para concluir, Mike McGraw disse que se a campanha e o produto forem relevantes, as pessoas irão manter os sites de mídia social por anos e anos, uma vez que os canais já tenham sido criados. Por isso a necessidade do engajamento do consumidor. A mídia social teria que vir de baixo para cima, e não ao contrário. Para isso: “esteja lá, seja relevante e seja útil”, concluiu o publicitário.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.clickric.com.br/maximidia2009/noticias.asp?ID=13&quot;&gt;MaxiMidia 2009 &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/10/fronteira-do-marketing.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-1748910739069790929</guid><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 14:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-06T07:19:22.704-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Carreira</category><title>Sucesso na carreira: 14 dicas para se tornar um profissional fora de série</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;Complexo, veloz e imprevisível. Essas são somente algumas das características do mundo dos negócios, que exige cada vez mais dos colaboradores equilíbrio físico e mental, de acordo com Gutemberg B. de Macedo, presidente da Gutemberg Consultores.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt; Por isso, o profissional deve ser responsável, ter atitude, não deixar a própria carreira depender de outros profissionais, estar sempre atento aos acontecimentos à sua volta e traçar o próprio destino... Assim, será um profissional classe A.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt; &quot;Antigamente, eram as empresas que decidiam quais as atividades seriam destinadas para cada tipo de profissional. Hoje, é o profissional que cria seu próprio destino, ele é responsável por si só&quot;, disse Macedo.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt; Para conseguir guiar seu destino com sucesso, o profissional deve seguir as dicas abaixo, de acordo com o consultor: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;   &lt;br /&gt;
&lt;ol style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Criar seu próprio destino;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Ser singular;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Não desistir de suas ideias;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Não deixar para amanhã o que pode fazer hoje;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Não sacrificar a vida pessoal pela profissional;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Fazer avaliações periódicas de si mesmo, no âmbito pessoal, familiar e profissional;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Ser intolerante diante da complacência e de um trabalho inferior;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Buscar e formar alianças estratégicas;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Prestar atenção aos detalhes, mas se manter atento ao todo;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Demandar a excelência em tudo o que empreender;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Focar nos pontos fortes das pessoas e não em suas vulnerabilidades;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Ouvir mais do que falar;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Trabalhar duro e disciplinadamente;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Colocar-se como cliente e atender a todos da maneira como gostaria de ser atendido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.administradores.com.br/&quot;&gt;Administratores&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/10/sucesso-na-carreira-14-dicas-para-se.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-5437322193265812114</guid><pubDate>Thu, 01 Oct 2009 12:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-01T05:06:12.031-07:00</atom:updated><title>Home Office: Como criar o melhor ambiente do trabalho em casa?</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Se antes possuir escritório e trabalhar em casa era considerado característica apenas de profissionais liberais, hoje, o home office vem conquistando consultores, executivos, empresários e profissionais de todas as áreas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Essa nova modalidade de trabalho que permite a continuação ou execução de tarefas longe do escritório para realizá-las em casa, é uma tendência que vem sendo adotada por algumas empresas, pela facilidade das comunicações instantâneas via internet, aliadas às novas tecnologias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;No Brasil, cerca de quatro milhões de empregados aderiram ao Home Office e passaram a cumprir parte do expediente em casa. Bom para a empresa que ganha na assiduidade e pontualidade e excelente para o profissional, que aumenta a sua produtividade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;A arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores acredita que a qualidade de vida é a principal aliada nessa modalidade. “Está cada vez mais comum a casa se transformar num substituto do escritório ou a extensão dele”, comenta a arquiteta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Sílvia Rocha, especialista em negócios imobiliários e responsável pela administração e marketing da Fabio Rocha Arquitetura, ressalta que é muito importante organizar um espaço funcional para ter melhor desempenho. “Montar e manter um escritório lucrativo na residência exige uma série de providências, da estrutura física aos aspectos comportamentais. Para que se mantenha a qualidade dos serviços, todos os recursos e estímulos fornecidos devam remeter a um ambiente empresarial,” defende Sílvia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Aproveite o guia de montagem do escritório em casa elaborado pela arquiteta Ana Carolina:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;1) Arrumar a casa para liberar espaço e jogar fora coisas que não se usa mais costuma liberar de 15% a 20% de espaço. O escritório doméstico deve ser funcional, mas acima de tudo agradável e confortável, com a virtude de ocupar uma área reduzida. O fundamental é que não lembre nem um pouco os escritórios convencionais, aonde o profissional é obrigado a ir todos os dias;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;2) Antes de iniciar o projeto do home office, é preciso saber a necessidade do espaço em relação a sua profissão e ao seu dia-a-dia. É importante saber se o profissional vai realmente trabalhar em casa ou utilizar o escritório apenas esporadicamente. E mais: se mora sozinho, se tem filhos pequenos ou se pretende dividir o espaço com assistentes. É importante também saber se ele vai receber clientes e fornecedores em casa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;3) O projeto arquitetônico do home office tem que prever a acomodação de todos os recursos tecnológicos dos quais o profissional irá fazer uso e ainda prever futuras expansões, a curto prazo. Computador, fax, impressora… Só assim é possível dimensionar o espaço necessário para acomodar tudo com conforto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;4) Falta de espaço não é desculpa para deixar de organizar o ambiente de trabalho. “Em 3 m² é possível instalar uma bancada confortável, armário, prateleiras ou nichos e um gaveteiro sob a bancada. Mas, se o profissional trabalha em casa muitas horas por dia, o ideal é ter um ambiente com mais privacidade, que pode ser uma edícula ou um quarto isolado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;5) Após a definição do melhor local disponível na casa ou no apartamento, é preciso verificar as instalações elétricas, pois serão necessárias tomadas e pontos extras para telefone e conexão de banda larga.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;6) Trabalhar em casa requer uma iluminação apropriada. É possível economizar energia, contando com uma janela ampla, mas deve-se evitar instalar a bancada do computador contra a abertura, pois o reflexo da luz no monitor é prejudicial. E mesmo com uma boa luminosidade, o ambiente deve contar com uma luz artificial geral e homogênea somada a uma iluminação pontual na mesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;7) Recomenda-se que profissional tenha à sua disposição apenas o essencial para desempenhar suas tarefas no home office. Além da própria mesa, telefone e computador, só devem ser inseridos no escritório doméstico objetos realmente necessários. Uma opção é instalar um painel magnético acima da bancada para lembretes e recados importantes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Para dar o acabamento geral, é importante escolher materiais de aparência leve e fáceis de limpar, como laminado melamínico no tampo da bancada. Cores claras nas paredes e nos móveis dão a sensação de conforto visual e amplitude, sem tornar o ambiente cansativo. Para o piso, sugere-se madeira, laminados e porcelanatos, que facilitam a manutenção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;9) Outro cuidado importante é optar pela fiação camuflada. É interessante também reunir duas ou três tomadas numa só parede para evitar fios por todos os lados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;10) Hoje, os móveis de escritório ganharam agilidade e bom desenho. Mesas com desenho em C ou L evitam deslocamentos na cadeira. Bordas arredondadas não machucam o corpo e tampos com superfícies opacas evitam que a luz se reflita.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Home Office surge como alternativa às crises econômicas e a redução de custos empresariais, além de ser uma boa opção para os profissionais que querem conviver mais com a família e viver longe do estresse do ambiente de trabalho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;fonte: www.administradores.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/10/home-office-como-criar-o-melhor.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-3450674439518486947</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2009 15:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-30T08:00:03.298-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Leitura</category><title>Sugestão de Leitura</title><description>&lt;span id=&quot;goog_1254143401387&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id=&quot;goog_1254143401388&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: black;&quot;&gt;Mais Tempo, Mais Dinheiro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Neste livro, Gustavo Cerbasi (“Casais Inteligentes enriquecem juntos”) e Christian Barbosa (“A Tríade do Tempo”) mostram como tornar a vida mais rica, tanto em condições financeiras quanto em tempo disponível. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Uma das máximas do capitalismo – “Tempo é Dinheiro” - é questionada por Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa, dois dos mais respeitados especialistas em gestão do dinheiro e do tempo respectivamente, no livro “Mais Tempo, Mais Dinheiro - Estratégias para uma vida mais equilibrada” que acaba de chegar às livrarias pela Thomas Nelson Brasil. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Para os autores, tempo e dinheiro não são exatamente a mesma coisa. “Ambos são riquezas distintas que, somadas e bem utilizadas, conferem um novo sentido ao conceito de prosperidade. Há maneiras de ganhar dinheiro sem consumir o nosso tempo, bem como o tempo mal aproveitado pode custar muito dinheiro. Em resumo, ter mais dinheiro não significa gastar menos, e que ter mais tempo não significa adotar uma maçante disciplina militar”, explica Cerbasi. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Quando os dois se conheceram – apresentados por um amigo em comum – acharam que o trabalho de um não tinha nada que ver com o do outro. “Mas, ao ler os livros do Gustavo, achei diversas evidências de quanto os dois temas – tempo e dinheiro – estão ligados. Ele ensina, por exemplo, que o banco é um bom aliado quando você sabe utilizar bem. O seu banco pessoal de horas - o tempo - funciona da mesma forma. Ele não é vilão, muito pelo contrário, é igual para todos. Na verdade, é a única riqueza na face da Terra disponível em quantidade idêntica para cada ser humano vivo. O problema, então, não é a quantidade de tempo que as pessoas possuem, mas sim a forma como ela utiliza esse recurso. E este é o mesmo pensamento de Gustavo para a gestão do dinheiro”, explica Barbosa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;No livro, Cerbasi e Barbosa dão dicas para diagnosticar se o leitor está ou não no caminho certo. Os autores explicam que são raras as pessoas que conseguem, por exemplo, identificar aquilo que é realmente importante na sua vida, mais raras ainda são aquelas que conseguem definir o que é prioritário ou mais importante. “Infelizmente, muitas pessoas só param para descobrir isso quando encaram uma situação trágica de frente, como um acidente ou um assalto. Nossa mensagem no livro é clara para isso: você não precisa esperar nada desagradável para dar valor ao importante”, defende Cerbasi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/sugestao-de-leitura.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-411246257787748910</guid><pubDate>Tue, 29 Sep 2009 15:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-29T08:00:02.204-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Brand</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><title>Branding x Marketing</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Ricardo Guimarães, presidente da Thymus Branding, diz que na definição da Fundação Nacional Pela Qualidade (FNQ), de seu Modelo de Excelência e Gestão, “Empresa é um sistema vivo integrante de um ecossistema complexo, com o qual interage e do qual depende”.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Esse é um importante ponto de partida para entender as diferenças e complementaridades do marketing e do branding. A visão corporativa e a visão de marca têm de fazer sentido para todos os stakeholders envolvidos com um setor, segundo Ricardo.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;A Apple se construiu sob a filosofia de que “o homem não deve se render às máquinas”, criando a missão de fazê-las cada vez mais fáceis de serem utilizadas. É um verdadeiro caso de diferenciação, palavra muito usada em planejamentos estratégicos, mas que, em geral, ficam vazias em sentido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;O branding bem sucedido não necessariamente envolve o nome de uma marca. “Se mudássemos o nome da Google para qualquer outro nome, mas avisássemos as pessoas com um tempo de antecedência e mantivéssemos os produtos do mesmo jeito, os serviços com a mesma eficiência, não haveria grandes danos para a corporação.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Isso se deve ao branding. Trata-se de uma abordagem de gestão que busca aumentar a percepção de valor da marca junto a todos os seus públicos de interesse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Enquanto o marketing fala de imagem e comunicação, o branding trabalha com a cultura, o jeito de fazer e a identidade de uma empresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://br.hsmglobal.com/&quot;&gt;Portal HSM On-Line&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/branding-x-marketing.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-4413864055667442151</guid><pubDate>Mon, 28 Sep 2009 13:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-28T06:04:01.875-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">web</category><title>Google cria &quot;Sidewiki&quot;</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Agora os usuários podem deixar comentários sobre os sites&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O Google inova mais uma vez criando uma ferramenta que possibilita ao usuário postar comentários sobre as páginas que visitam. O nome da ferramenta é Sidewiki, e funciona como um bloco de notas com comentários de usuários sobre vários sites.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Assim, se você visitar um site sobre marketing, pode postar o que achou interessante, o que ficou faltando, como o site poderia ser mais atrativo para o usuário, enfim o que você achar pertinente. Da mesma forma, ao entrar em qualquer página e clicar no botão &quot;Sidewiki&quot; é possível ter acesso aos comentários que outros usuários já fizeram quando passaram pelo site.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Os posts do &quot;Sidewiki&quot; podem ainda ser compartilhados no Twitter e Facebook. Assim, quem vê um link nesses dois serviços pode clicar no &quot;Sidewiki&quot; de seu browser para checar o que andam comentando sobre aquele site. Um video promocional do Google http://www.youtube.com/watch?v=CsjJOsx84MA demonstra como funciona o botão de comentários.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;A ferramenta está disponível para o Internet Explorer e para o Firefox, mas ainda não foi disponibilizado para o Chrome, o browser do Google. As API´s do Sidewiki foram liberadas permitindo que desenvolvedores criem aplicações que explorem este novo recurso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.marketing.com.br/&quot;&gt;http://www.marketing.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/google-cria-sidewiki.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-2929444198057530917</guid><pubDate>Wed, 23 Sep 2009 22:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-23T15:22:52.333-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><title>Marketing Ambiental agrega valor ao produto</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que é o Marketing Ambiental?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Também conhecido como marketing ecológico ou verde, o marketing ambiental é uma modalidade que visa enfocar as necessidades de consumidores ecologicamente conscientes e contribuir para a criação de uma sociedade sustentável&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Como ele surge?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A primeira etapa coincide com a época em que a ecologia passou a merecer atenção, na segunda metade do século XX. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A legislação ambiental, a pressão de grupos ambientalistas e o surgimento de consumidores que querem qualidade de vida condicionam o mercado e criam ambiente propício para o desenvolvimento do marketing ambiental. Ao utilizar estratégias desta modalidade, empresas e outras entidades, entre elas as organizações não-governamentais reforçam uma imagem positiva frente à sociedade e posicionam seu produto ou serviço no mercado, diferenciando-o dos demais. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Historicamente, o grande propulsor foi a obediência à legislação. E por esta ótica, muitas vezes, o fato era e ainda é encarado como custo adicional. Esta visão limitada não permite ver que atuar sobre os impactos ambientais agrega valor ao produto ou serviço prestado. No Brasil, a legislação ambiental está alterando significativamente a economia. Junte-se a isto o fato de que a parcela de consumidores verdes está se ampliando para constatar que não agir em conformidade com a lei e exigências de consumidores pode trazer prejuízos significativos ao bolso e à imagem de uma empresa ou entidade. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além das exigências legais, os parceiros comerciais também estão ficando mais exigentes ecologicamente, principalmente, quando o produto será exportado, quando é preciso atender também aos requisitos legais do país importador. Um dos requisitos é a certificação ambiental, ISO 14.000 e selos de garantia ecológica, que atestam que aquele produto é produzido em conformidade com as exigências ambientais. Desta forma, fica evidente que esta modalidade de marketing surge mais como uma resposta que empresas e outras entidades dão à sociedade que lhes cobra responsabilidade ambiental pelo processo de produção. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Muitos países já introduziram os “eco-selos” ou “selos verdes&#39;, que garantem que os produtos foram produzidos dentro de padrões severos e restritos de “qualidade ecológica” aprovados em nível nacional. Para usar o selo, a empresa submete-se a constantes supervisões e auditorias. Para os consumidores, os selos são uma referência importante na escolha e decisão de compra do produto, pois significam que a empresa está ecologicamente correta. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já a obtenção da certificação ISO 14000 envolve a elaboração da análise do ciclo de vida do produto e da rotulagem ambiental. O primeiro implica em avaliar todos os estágios de sua produção, de forma a identificar os efeitos sobre o meio ambiente dos componentes e processos. Vai desde a extração de matérias-primas, inclusive o consumo de energia para fabricação, até a disposição adequada e reciclagem. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A certificação pode significar um elemento importante do marketing para produtos e empresas. A ISO 14.000 e o selo verde são mais um recurso de marketing à disposição no mercado, pois informam ao público e aos clientes potenciais o comprometimento da empresa com as práticas ambientais.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que uma empresa ganha com o marketing ambiental?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O marketing verde é bom para as empresas porque busca a eficiência no uso dos materiais e também ajuda a reduzir os custos. Empresas que não responderem às questões ambientais com produtos mais seguros e ambientalmente mais saudáveis estão se arriscando a perder a sintonia com o consumidor. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao empregar estratégias de marketing ambiental, a entidade pode aumentar sua credibilidade e legitimidade, definir sua personalidade, área de atuação e imagem, além de agregar valor à marca junto aos diversos compradores.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Como uma empresa pode ser considerada &quot;verde&quot;?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ser “verde” ou ambientalmente correto não se limita, por exemplo, a inventar novas embalagens recicláveis, mas sim a administrar uma cadeia de fatos que envolvem várias etapas, desde a fabricação, relação com fornecedores, clientes, empregados, mídia e comunidade. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Implantar sistemas de gerenciamento ambiental e investir em projetos ambientais fazem parte e são a base inicial do desenvolvimento e implantação de uma completa estratégia de marketing ambiental, que tem início na definição da política de gestão e culmina com a divulgação para o mercado de uma empresa verde. É preciso criar uma nova cultura empresarial. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao se traçar uma estratégia de marketing ambiental para uma empresa é preciso começar pelos modos de produção, fazendo-se alguns questionamentos básicos como: quais materiais podem ser reciclados? O que pode ser feito para garantir mais durabilidade e longevidade aos produtos? Que tipo de componentes poluentes podem ser eliminados ou substituídos? Quando a empresa torna-se uma ecoempresa, ela vende mais do que produtos e serviços de qualidade, vende uma nova alternativa. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O grande desafio é conjugar melhoria contínua da qualidade ambiental das instituições com melhores resultados econômicos, em termos de eficiência produtiva. Alguns aspectos importantes devem ser considerados como economia de recursos naturais e energéticos, reaproveitamento de resíduos e reciclagem, comercialização de resíduos ou seu tratamento antes do lançamento na natureza, conquista de novos mercados, melhoria da comunicação com as comunidades e instâncias governamentais, inclusive com a redução de custos decorrentes de multas e indenizações. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Internamente, é preciso desenvolver, em todos os níveis de funcionários, campanhas de conscientização de que o descuido com os problemas ambientais pode comprometer o conceito da empresa; de que os recursos naturais são patrimônio da comunidade e que a responsabilidade em preservar o meio ambiente é de todos aqueles que trabalham na empresa e não apenas na diretoria da empresa.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quem pode desenvolver estratégias de marketing ambiental?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O desenvolvimento de estratégias de marketing ambiental é possível tanto para o setor produtivo como para entidades do terceiro setor que atuam na área ambiental e que necessitam, no desenvolvimento de suas atividades, do aval e adesão da sociedade. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A aliança entre estes dois setores também podem render criativas campanhas que tenham como estratégia o marketing ecológico. No exterior é inclusive bastante comum as parcerias entre entidades ambientalistas e iniciativa privada, também existentes no Brasil. Na verdade, o apoio das empresas aos projetos ambientais já são uma resposta à sociedade que está mais exigente em relação ao processo de produção e em relação à responsabilidade do setor produtivo para com os recursos naturais.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quem é o consumidor verde?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O consumidor verde prefere e paga mais por produtos ecológicos, não adquire produtos com empacotamento excessivo, prefere produtos com embalagem reciclável e/ou retornável, evita comprar produtos com embalagens não biodegradáveis, observa os selos verdes, entre outros comportamentos incorporados.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Como identificar as oportunidades de se empregar o marketing ambiental?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As oportunidades de marketing verde podem surgir de várias formas, uma delas é quando o público alvo está mais interessado em conhecer as vantagens ambientais do produto. Também é bastante difundido e visto como positivo o patrocínio de atividades ecológicas. As estratégias de marketing começam no planejamento estratégico da produção, visando-se assim aumentar a lucratividade.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Marketing Ambiental é moda?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ainda é comum que o marketing verde seja tratado como moda por muitos, uma espécie de mania que estimula a venda em alguns poucos mercados, durante algum tempo. Em 1990, a explosão do marketing verde acompanhou o 20º aniversário do Dia da Terra. E, dois anos depois, o Wall Street Journal divulgou matérias de que o marketing verde estava definhando, o que não aconteceu. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O que na verdade ocorreu foi o seu amadurecimento, mudanças em sua concepção, tanto no significado de termos como ‘verde&#39; e biodegradável como nas técnicas de implantação do marketing ecológico. Já não basta colocar uma logomarca ecológica nos rótulos ou colorir rótulos e embalagens em tons de verde. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;em&gt;Autora: Adriana Valério - Jornalista (*)&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;em&gt;* O texto é uma síntese do trabalho monográfico de conclusão do Curso de Pós-Graduação em Marketing e Comunicação, do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNI-BH), disponível na biblioteca do UNI-BH. Se quiser receber o texto na íntegra via Internet entre em contato com Adriana Valério, pelo Fale com a Gente do Portal da Amda.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.amda.org.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.amda.org.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/marketing-ambiental-agrega-valor-ao.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-6177166368160541180</guid><pubDate>Mon, 21 Sep 2009 22:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-21T15:12:57.943-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cores</category><title>O que é Pantone?</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;greet_block&quot; style=&quot;display: block; font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;greet_block&quot;&gt;&lt;div class=&quot;greet_text&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;HOTWordsTxt&quot; name=&quot;HOTWordsTxt&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Tá na hora de falar um pouco sobre essa tal escala de cores Pantone. Entenda o que é, por que a Pantone é tão famosa e por que é tão utilizada na indústria gráfica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;more-176&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O Pantone, ao contrário do que muitos pensam, na verdade é uma empresa e não marca de tinta. Fundada em 1962 em New Jersey, Estados Unidos, a Pantone Inc. é famosa pela “Escala de Cores Pantone” (”Pantone Matching System” ou PMS), um sistema de cor utilizado em uma variedade de indústrias especialmente a indústria gráfica, além de ocasionalmente na indústria têxtil, de tintas e plásticos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Enquanto o processo CMYK é o método padrão para impressão da maioria dos materiais do mundo, o sistema Pantone é baseado em uma mistura específica de pigmentos para se criar novas cores. O sistema Pantone também permite que cores especiais sejam impressas, tais como as cores metálicas e fluorescentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;img align=&quot;left&quot; alt=&quot;Pantone&quot; src=&quot;http://digitalpaperweb.com.br/ezine/wp-content/uploads/2007/11/pantone-d.jpg&quot; style=&quot;padding-left: 4px;&quot; /&gt; Mas por que a Pantone tornou-se sinônimo de cor? Simples, há mais de quarenta anos a indústria americana de tintas Pantone desenvolveu um sistema numérico de cores de tintas e conseguiu manter uma alta regularidade e padrão na produção destas. Assim, sem nomes regionais ou de aplicação restrita, tornou-se muito mais confiável falar-se em números, que, não são ou estão sujeitos a subjetividade humana do que em nomes, os quais variam e denominam diferentes coisas de lugar para lugar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Enquanto que a maior parte das cores do sistema Pantone esteja além da gama de cores reproduzíveis pelo CMYK, as que podem ser simuladas pelo sistema de quatro cores (CMYK) são marcadas como tais nas guias da empresa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;São basicamente dois os tipos de produtos desenvolvidos pela empresa, sem contarmos os softwares e equipamentos: os leques ou escalas e as amostras destacáveis. Os leques/escalas são guias de referência rápida que trazem o número da cor e como obtê-la, tendo como grande diferencial sua portabilidade e fácil manuseio. Já as amostras destacáveis são derivadas destas escalas e tem por objetivo a comunicação precisa e inequívoca da cor bem como a montagem da identificação visual da empresa/cliente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;É importante lembrar que estes produtos, além de serem guias práticos para formulação e obtenção de cores também são utilizados, na grande maioria das vezes, como referência em áreas anexas e correlatas a outras que a utilização de forma direta. Uma vez de posse da escala e do número que seu cliente especifica, o fornecedor pode identificar corretamente a cor desejada e desenvolver mecanismos para obtê-la.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Entretanto, muitas vezes o processo ocorre de forma equivocada e inversa, onde o usuário desenvolve seu trabalho no computador e lá escolhe a cor desejada, sem levar em conta que, o que está sendo visualizado são luzes cuja gama de possibilidade é infinitamente maior do que as possibilidades de impressão gráfica. Muitas vezes, com seus monitores e impressoras descalibrados, ao apresentar e vender sua idéia ao cliente mostrando-a no monitor ou impressa através destas impressoras, estes profissionais irão se deparar com um resultado nada agradável, pois irão se utilizar da numeração Pantone obtida no software usado, da referência do monitor ou impressora descalibrados, e de gráficas que muitas vezes não utilizam tintas de qualidade para imprimir seus trabalhos. O final da história todos conhecemos: insatisfação geral – trabalhos devolvidos, prejuízos para todos e adjetivos ou qualificações desfavoráveis. Para uma correta utilização dos produtos Pantone, tanto criadores, gráficos, designers, engenheiros de produtos e outros, devem primeiramente escolher a cor que desejam em suas escalas atualizadas. Uma vez escolhida, a cor deve ser aplicada e tratada independente do resultado visualizado na tela ou na impressora de “escritório”. Ao se mandar o trabalho para o fotolito ou diretamente para a gráfica, informe a cor utilizada ou os valores CMYK que deseja obter como resultado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Uma cor &lt;a href=&quot;http://www.pantone.com/&quot;&gt;Pantone&lt;/a&gt; pode ser facilmente identificado usando-se um &lt;strike&gt;conta-gotas&lt;/strike&gt; conta-fio ou uma lupa. Ao contrário do sistema CMYK, não haverá retícula visível e a cor será chapada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/o-que-e-pantone.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-8668495847422167678</guid><pubDate>Mon, 14 Sep 2009 16:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-14T09:55:58.449-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">web</category><title>Publicidade online tem maior impacto pela manhã</title><description>&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Pesquisa global realizada pela Eyeblaster revela que o pico de audiência das mensagens comerciais se dá às 9 horas&lt;/span&gt;                &lt;div class=&quot;left352&quot; style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                                                                                   &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Uma pesquisa global&amp;nbsp;feita pela Eyeblaster aponta que o internauta gasta, em média, um minuto por dia na interação com peças de publicidade online. Segundo os resultados, o período da manhã é o de maior impacto para as mensagens comerciais, com pico às 9 horas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As peças criadas em formato de vídeo são as que mais repercutem, chegando a conquistar 70 segundos da atenção do usuário. O estudo analisou amostra de 42 bilhões de interações em todo o mundo, entre setembro de 2008 e março deste ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A informação é da coluna &lt;strong&gt;Em Pauta&lt;/strong&gt;, publicada na edição 1376 de &lt;strong&gt;Meio &amp;amp; Mensagem&lt;/strong&gt;, que circula com data de 14 de setembro de 2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mmonline.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: Proxxima &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/publicidade-online-tem-maior-impacto.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-9039870628370976734</guid><pubDate>Thu, 10 Sep 2009 18:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-10T11:52:07.296-07:00</atom:updated><title>Para Pensar</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;em&gt;“General que conta como vencerá a batalha perde antes” &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/para-pensar.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-2487546584268191463</guid><pubDate>Thu, 10 Sep 2009 18:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-10T11:48:15.849-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídias Sociais</category><title>O futuro da propaganda envolve um mix de mídias</title><description>&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Babs Rangaiah, inglês de origem indiana, ocupa hoje um posto chave da publicidade global. É o vice-presidente global de planejamento de comunicação da gigante Unilever – que disputa com a Procter &amp;amp; Gamble o posto de maior anunciante do mundo.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;brtpTexto&quot;&gt;Ele ascendeu ao posto que ocupa, entre outras razões, por conta da bem-sucedida e premiada campanha online criada para a linha Dove, que mostrava a transformação de uma mulher comum em uma deusa graças aos recursos da tecnologia. O executivo vive em Londres, com a mulher e os três filhos, e, antes de trabalhar para a Unilever, passou por agência dedicada à mídia online. Apesar do reconhecimento do meio com o qual trabalhou e de lidar com as significativas mudanças nas formas de comunicação, com o uso das plataformas digitais, Rangaiah defende que cada campanha deve avaliar os canais que melhor se adaptam aos propósitos da mensagem publicitária. “Não há predominância de um meio sobre o outro, mas uma oferta de canais que se misturam”, diz. O executivo chega ao Brasil esta semana para fazer uma palestra no evento Proxxima, organizado Grupo M&amp;amp;M para discutir os avanços da mídia digital. Em férias numa viagem de bicicleta pela França, Rangaiah deu a seguinte entrevista, por e-mail:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;brtpTexto&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;O mundo vive intenso processo de transformação da forma de se comunicar. O que isso muda na vida de um dos maiores anunciantes globais, como a Unilever?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Confiamos na publicidade tradicional por muitos anos e tivemos sucesso com essa estratégia. Mas, claramente, ocorreram mudanças drásticas que tomaram espaço diante do consumidor e da mídia, em todo o mundo, e nós usamos e continuaremos adotando canais que estejam alinhados com as mudanças de comportamento dos consumidores. Além disso, nossa estratégia é de envolvimento cada vez maior com os usuários. Para cada campanha nós tentamos “penetrar na cultura”. Isso significa que queremos de criar uma comunicação que realmente interesse. E com todas as mudanças na mídia e na indústria do entretenimento, nós teremos mais oportunidades em áreas como música, games, vídeo online, mídia social, celulares entre outras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Você considera que a campanha da linha Dove foi um marco da nova forma de os anunciantes se comunicaram com os seus consumidores?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Muitas pessoas fizeram parte do time que criou a comunicação de Dove. Acredito que o vídeo “Dove Evolution” (visto na internet por milhões de pessoas e que resultou em várias paródias), ganhou Cannes (onde se realiza o maior festival de publicidade do mundo) porque foi um grande marco, não apenas para nós, mas para toda a indústria. Esse vídeo mostrou o impacto e o potencial do “vídeo online” em atingir os consumidores e o poder da mídia online que ainda despontava.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Os anunciantes já conseguem medir os resultados de campanhas feitas nos canais online? Quais recursos são mais usados pela Unilever para medir os resultados de seus investimentos em propaganda?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Campanhas digitais talvez sejam as mais mensuráveis. Somos capazes de medir engajamento, alcance, transmissão, e até mesmo o impacto como nunca fizemos antes. As agências que trabalham com a Unilever têm painéis de controle proprietários, que usamos para mostrar essas medidas, o que nos permite facilmente otimizar qualquer campanha. Para aferir resultados de ações feitas em mídias sociais (como o Twitter ou sites de relacionamento) e medir a repercussão provocada existem excelentes programas como o Radian 6 e Cymphony.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Como a Unilever escolhe as plataformas em que irá comunicar o lançamento de novos produtos?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Usamos um bom mix para dar objetividade à campanha. Mas, claro, cada vez mais acredito que canais digitais nos dão a ótima chance de interagir e se envolver com nossos consumidores. O futuro da propaganda envolve um mix de campanhas online e offline. Acredito que veremos uma diversidade muito maior. Nada tão pesado quanto a dependência que tivemos, por anos a fio, com a publicidade tradicional. Mas, o mais importante talvez não seja nada disso, mas a eficiência e efetividade da campanha como um todo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;O que conhece da publicidade brasileira?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Não muito. Mas o marketing no Brasil parece muito criativo. E mais importante do que isso é que o Brasil é um dos mercados mais importante do mundo atualmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://proxxima2009.wordpress.com/&quot;&gt;Proxxima&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Verdana,sans-serif; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/babs-rangaiah-ingles-de-origem-indiana.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-6535019523830961642</guid><pubDate>Mon, 07 Sep 2009 16:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-07T09:00:05.027-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Brand</category><title>Logomarca? Porque sim e porque não</title><description>&lt;h2  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot; class=&quot;summary&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;A definição de uma terminologia oficial no design, independente do uso popular, reflete o amadurecimento da profissão. O importante é existir um significado único claro para todos.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Em onze anos de atuação em design de marcas, vi todo tipo de argumento pró e contra o termo “logomarca”. Este artigo não pretende colocar um ponto final no assunto, nem levantar mais uma bandeira, mas sim para jogar um pouco de luz na discussão. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Para tanto, selecionei alguns dos argumentos mais comuns utilizados em ambos os lados para avançar a discussão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;h2  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;1. “Logomarca não existe, é coisa de publicitário”&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Durante as aulas de programação do curso da FAUUSP, no 3o ano, pela primeira vez ouvi um professor afirmando que “logomarca” era “coisa de publicitário” e um termo equivocado que, até então, eu como muitos alunos, utilizávamos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Vi esta situação ocorrer em diferentes momentos, de mesas de bares, a fóruns na internet, muitas vezes com uma grande dose de preconceito. O próprio glossário da ADG reconhece o termo como existente, porém afirmando que é de uso publicitário. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;No entanto, importar richas antigas de reserva de mercado para esta discussão não ajuda em nada. O uso de um termo simplesmente para delimitar fronteiras não é o ponto principal da discussão entre as diferentes visões de projetos entre designers e publicitários. Mas certamente transformou-se em uma bandeira. O que é uma pena, pois cada vez mais é na aproximação e não do distanciamento destes profissionais que trabalhos inovadores estão surgindo em parcerias benéficas para ambas as partes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;h2  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;2. “Logomarca não existe, é coisa de brasileiro”&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Outro argumento que surge vez ou outra, é de que “logomarca” é uma manifestação tipicamente brasileira, similar ao que acontece quando os pais juntam partes de seus nomes para dar nome ao filho. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;No entanto, em pesquisas realizadas para o curso online de manuais de identidade visual da Design Total, consegui acesso a imagens de manuais americanos e europeus das décadas de 70 e 80. Em alguns deles aparecem os termos “logomark” e “logomarca”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Não posso afirmar que este é um termo importado e nem que surgiu em paralelo aqui e no exterior. Mas o que chama a atenção nestes manuais americanos das décadas de 70 e 80 não é a presença desta palavra apenas, mas de uma variedade enorme de termos usados dar formas mais diversas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;em&gt;Mark&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;brand&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;brandmark&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;logo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;symbol&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;logotype&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;logomark&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;trademark&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;tradelogo&lt;/em&gt; e mais uma série de outras palavras aparecem sem significado único, com os mesmos termos sendo usados hora para designar símbolo, hora logotipo, hora assinatura. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;O que isso nos mostra é que a imprecisão da terminologia usada no design de marcas não é questão restrita ao Brasil. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Por outro lado, há de se notar que os manuais do final da década de 90 em diante não apresentam mais essa parafernália de termos, e que não ocorrem mais equívocos ou dissonâncias quanto ao uso de &lt;em&gt;symbol&lt;/em&gt; para sinal gráfico e &lt;em&gt;logotype&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;typeface&lt;/em&gt; para designar sinais tipográficos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;De alguma forma essa mudança nos mostra que houve neste intervalo de tempo algum consenso ou convenção no uso de termos e significados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;h2  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;3. “Logomarca existe porque eu li num livro”&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Dizer que “logomarca” existe e que seu uso é correto simplesmente porque alguém publicou um livro afirmando isso também não me parece um bom argumento. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Nossa profissão é muito jovem ainda e, com raras exceções, os pioneiros do design e muitos da segunda geração possuem formações diversas: artes plásticas, publicidade, arquitetura ou mesmo engenharia e direito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;É natural neste contexto que termos úteis ao dia-a-dia sejam cunhados e passados adiante no convívio profissional e na publicação de textos e artigos. Porém o problema aqui não é estético, entre o popular e o erudito de uma profissão em formação. O que preocupa verdadeiramente é o significado. Diferentes autores que defendem o uso de “logomarca”, independente de sua formação, atribuem ao termo significados diferentes. E isso pode trazer problemas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Já vi autores e profissionais afirmando que logomarca significa o mesmo que símbolo. Teríamos então o logotipo (sinal tipográfico) e logomarca (sinal gráfico). Outros afirmam que logomarca é a junção de um símbolo (sinal gráfico) com o logotipo (sinal tipográfico). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Ou seja, a logomarca seria o mesmo que assinatura (termo já utilizado e sem significado dúbio). E outros ainda afirmam que logomarca é sinônimo de logotipo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Na falta de uma terminologia oficial do design, cada autor escreve o que quer e o que acha, basicamente uma reprodução do que aprenderam, ou uma tentativa de validação da forma que sempre usaram estes termos… E não há nada de errado nisso! É neste processo que os termos vão sendo cunhados, adotados e consagrados. Mas isso também abre espaço para que qualquer um escreva qualquer coisa e, uma vez publicado em um livro, para um leitor incauto, a afirmação que em um primeiro momento é apenas uma visão pessoal, toma ares de verdade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;O problema porém é que, com diferentes significados, como eu posso ter certeza de que ao falar “logomarca” o meu interlocutor compreenderá exatamente o que eu disse?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Imagine o problema causado dentro de um escritório de design quando o chefe manda o funcionário aplicar urgentemente a logomarca do patrocinador no cartaz e mandar para gráfica o arquivo para impressão. E se a “logomarca” do funcionário não for a mesma “logomarca” do chefe, de quem é a culpa? Antes de dizer se logomarca existe ou não, e se o seu termos é correto ou não, qual o seu significado?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;h2  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;4. “Logomarca existe e está no dicionário&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Outro ponto argumentado pelos defensores do termo quanto à sua validade é a presença de “logomarca” em diferentes dicionários. Neste ponto, temos que parar um pouco a discussão e trazer em conjunto um segundo argumento dos defensores do termo: o de que na língua portuguesa, quando um palavra nova é introduzida no cotidiano, ela passa a existir… E isso é verdade!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Não são os dicionários que dizem o que existe ou não, eles apenas funcionam como uma forma de validação do que já entrou no dia-a-dia do brasileiro. Portanto, felizmente ou infelizmente, “logomarca” existe, o que encerra este ponto da discussão, não porque o dicionário disse, mas porque está no cotidiano do brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;No entanto, o que não está encerrado é a discussão do seu significado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Comparando os dicionários Michaelis, Aurélio, Houaiss e o da Academia Brasileira de Letras, encontramos os exatos mesmos problemas que vemos nos autores que defendem o uso do termo e seu uso no dia-a-dia: diferentes significados. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Cada dicionário dá um significado diferente, ou como símbolo, ou logotipo, ou como uma forma genérica para designar a forma visual de uma marca. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Ou seja, voltamos sempre à questão do que “logomarca” significa. E, para piorar, uma rápida leitura de “logotipo” no dicionário também mostrará as mesmas diferentes leituras; afinal no cotidiano do brasileiro logotipo também virou um termo genérico tanto para a forma gráfica quanto tipográfica de uma marca. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Poderíamos, enquanto profissionais, afirmar que no caso de “logotipo” alguns dos dicionários estão errados. Afinal de contas para quem trabalha com marcas, logotipo inequivocamente é um sinal tipográfico, não importa o que o dicionário diga, ou mesmo o que os leigos usem. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Novamente voltamos ao mesmo ponto. O que significa ou o que convencionaremos por “logomarca”, independente do que esteja no dicionário ou no dia-a-dia popular?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;h2  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;5. Termos leigos ou profissionais?&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Quer queira, quer não, nossa profissão é ainda muito jovem. Na engenharia, medicina e direito, já houve o período de tempo necessário para a consolidação de termos e significados. Em alguns momentos, estas definições se deram provavelmente pela freqüência no seu uso de uma determinada forma dentro das academias, e em outros casos por convenção. Estas definições são estabelecidas e adotadas dentro de cada profissão. Não importa o seu uso popular ou o que digam os dicionários. E não há conflito.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Como leigos, podemos dizer OCULISTA enquanto o correto seria OFTALMO. Podemos perguntar a VOLTAGEM de uma tomada enquanto o correto seria TENSÃO. Em diferentes áreas existirá sempre uma diferença entre o uso popular e o profissional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;h2  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Para concluir&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Talvez toda essa discussão não devesse focar em palavras que existem ou não, mas sim nos termos que queremos ou não queremos adotar. E que significados exatos estas palavras terão quando as adotarmos, independente do uso popular ou do que os dicionários ou diferentes autores possam dizer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;A definição de uma terminologia oficial no design, independente do seu uso popular, é mais uma fase no caminho do amadurecimento e reconhecimento de nossa profissão. E se esta terminologia incluir “logomarca”, que assim seja! Qual o problema? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Mas se e somente se houver um significado único claro para todos. Até lá, preferirei ficar com o que temos de definido e inequívoco: símbolo, logotipo, assinatura. &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: right;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://webinsider.uol.com.br/&quot;&gt;Webinsider&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/logomarca-porque-sim-e-porque-nao.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-3727651594148512346</guid><pubDate>Sun, 06 Sep 2009 16:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-06T09:00:00.271-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Brand</category><title>Logotipo e design: Jornal Nacional (JN) renova visual aos 40 anos</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: verdana;&quot;&gt;                 &lt;/div&gt;&lt;div  style=&quot;padding-left: 10px; padding-right: 10px; padding-top: 6px; text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;                     &lt;span class=&quot;texto_noticia&quot;  style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;                     &lt;br /&gt;O Jornal Nacional da noite de segunda-feira (31) não começou com o tradicional “boa noite”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;texto_noticia&quot;  style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.lcmagalhaes.com.br/imagens/logo_jn.jpg&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto_noticia&quot;  style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;A saudação só veio depois que Fátima Bernardes mostrou a renovada redação do noticioso. Em seguida, foi a vez de William Bonner apresentar o novo cenário onde a dupla cumprimentou os telespectadores. Seria essa a primeira vez que um dos mais importantes jornais da TV brasileira começaria sem uma de suas marcas registradas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, houve quebra de protocolo, mas não se tratou de descortesia. Foi quase uma licença devido às comemorações pelos 40 anos do principal jornal da Rede Globo. As mudanças visuais do estúdio de transmissão – uma rotina para o programa desde a época de Cid Moreira – foram sutis. Entre elas, a inclusão de um telão ao fundo da bancada, que irá mostrar animações de acordo com os assuntos tratados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O globo terrestre, presente no cenário desde 2000, agora está em movimento para acompanhar sua matriz – no caso, o planeta Terra “que, afinal de contas, se move”, como salientou Bonner, agora mais interativo com sua parceira de bancada. Ainda no tema, as matérias internacionais ganharam vinhetas próprias, com animações no estilo Google Maps para localizar de onde o correspondente está falando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Logotipo do Jornal Nacional também sofreu mudanças&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando a mudança gráfica, as vinhetas de abertura, bem como o logotipo do Jornal Nacional, também sofreram mudanças, incorporando tons de vermelho cromado sobre o azul esmaltado – esta, marca do designer oficial da casa, Hans Donner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da escala das notícias habituais, um bloco inteiro foi dedicado ao repórter Ernesto Paglia, o primeiro de uma série de profissionais decanos da casa que serão homenageado pelo JN. Ao final, o segundo “boa noite”, já sem delongas, mostrando que a notícia não pode esperar. Nem no dia do próprio aniversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                   &lt;/span&gt;                 &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: verdana;&quot;&gt;                 &lt;/div&gt;&lt;div  style=&quot;padding-left: 5px; padding-right: 10px; padding-top: 2px;font-family:verdana;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;                  &lt;span class=&quot;texto_noticia&quot;  style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;                       &lt;a href=&quot;http://zerohora.clicrbs.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:78%;&quot; &gt;  &lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Zero Hora &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;texto_noticia&quot;  style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;                   &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                 &lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/logotipo-e-design-jornal-nacional-jn.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-3823063058001274059</guid><pubDate>Fri, 04 Sep 2009 19:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-04T12:00:00.179-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><title>Novo M@rketing</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;      &lt;/div&gt;&lt;h4  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;O mundo digital derruba todos os conceitos do marketing seguidos até hoje. Acompanhe as principais mudanças e não fique para trás&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;                &lt;/div&gt;&lt;div  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot; class=&quot;left352&quot;&gt;                  &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; No início da década de 60, o marketing era definido como o desempenho das atividades de negócios que dirige o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor. De lá para cá esse conceito sofreu diversas transformações. Veio a globalização, os novos meios de comunicação e as novas tecnologias causando um impacto relevante nos antigos modelos. E as mudanças continuaram cada vez mais rápidas — e não vão parar.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; A internet e a conectividade mudam paradigmas, tirando o poder das marcas e entregando ao consumidor. Conceitos, problemas e soluções novas estão sendo criados. “As mudanças ocorreram mais rapidamente do que a própria academia pôde acompanhar. Já morei na China e nos Estados Unidos, mas essa minha experiência vale pouco para o meu trabalho. Hoje, 60% dos meus problemas são inéditos. Quem sabe como gerenciar uma crise no Twitter? A única saída é experimentar”, avalia Romeo Busarello, professor de marketing do Insper, novo nome do IBMEC São Paulo, e diretor de marketing da Tecnisa.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; O norte-americano Philip Kotler, autor (juntamente com Kevin Keller) do livro Administração de Marketing, lançado em 1967 e que se tornou uma bíblia do marketing em todo o mundo, iniciou uma primeira revolução na literatura do marketing existente. Quando Kotler começou a bibliografia era basicamente descritiva. O guru trouxe foco à economia e à tomada de decisões, abordando o marketing sob o ponto de vista administrativo. Desenvolveu modelos de mercados e de comportamento de marketing ainda muito utilizados. Ampliou o domínio do marketing, quando percebeu que os objetos negociáveis no mercado iam além dos produtos e serviços, incluindo o marketing de pessoas, lugares, ideias, experiências e organizações. Criou a máxima “O cliente tem sempre razão”. Agora, caem por terra todos os modelos criados por ele.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chegou a hora de mudar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;   &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; “Antes, o profissional de marketing que pegava uma publicação e apertava a folha para saber a gramatura do papel entendia do negócio. Hoje, ele precisa ser mais digital do que analógico. Para perceber a diferença, basta ver como ele aperta o celular. Se for com o indicador ele é basicamente analógico, mas se usar o polegar é uma pessoa que sabe se relacionar com o mundo digital”, afirma Romeo Busarello, da Tecnisa.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; Para Busarello, o consumidor está mais preparado do que as empresas. “No Brasil, você pode contar nos dedos as empresas que fazem ações digitais. Parte desse problema é que, apesar de não ser mais novidade, a internet ainda não foi incluída nas disciplinas fundamentais do marketing. As escolas ainda não estão preparadas para ensinar aos novos profissionais como fazer negócios utilizando o mundo digital”, diz. Ele acredita que as mudanças são mais rápidas do que as universidades e a literatura conseguem acompanhar. “As ferramentas digitais são tratadas hoje sem aprofundamento. É preciso ensinar como pensar em uma estratégia de comunicação em diversos meios, como medir resultados e utilizar a internet tecnicamente.”  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; Para acompanhar as demandas do mercado e dos consumidores, o profissional também precisa mudar — e rápido. “Não dá para esperar o que a academia vai indicar. É uma tarefa que demanda um esforço muito maior dos profissionais. É preciso ler muito, pesquisar e entender o que está acontecendo”, avalia Busarello.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; O papel do novo profissional de marketing é descobrir quem são os clientes e o que eles valorizam em uma empresa. É preciso saber ouvir os consumidores. Segundo Kotler, uma das principais estratégias para conseguir as respostas é utilizar o monitoramento das redes sociais. Sites de relacionamento como Orkut e Facebook são termômetros para medir a avaliação das marcas. “O novo profissional de marketing, ou o antigo atento, tem que enxergar esse roadmap tecnológico, de hábitos e comportamentos e de profundas mudanças sociais”, lembra Hugo Janeba, da Vivo.&lt;br /&gt;Nesse novo contexto, o profissional de marketing deixa de ser ator das estratégias e deve ouvir e entender o que os consumidores querem e esperam das marcas. “Ele precisa ser um consumidor 2.0 para conseguir ser um profissional 2.0”, explica Busarello. Andréia Vasconcelos, gerente de marketing da Motorola, concorda com esse conceito. “O profissional de marketing deve estar literalmente conectado, ser um usuário — goste ou não. Ele precisa saber como isso funciona, saber o que pode ou não ser apenas um modismo.” E complementa: “Depois de ser um usuário, ele precisa das informações técnicas, de como ter métricas, segmentação e efetividade”.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; Para Vinicius Pan, gerente da marca Trident (da Cadbury) no Brasil, não existe mais espaço para o profissional de marketing excessivamente tradicional. “Como estamos vivendo em um tempo em que o avanço tecnológico é cada vez mais rápido, o profissional de marketing precisa participar dessas mudanças, do contrário ele ficará para trás”, afirma. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; Atenção é a palavra-chave. Na opinião de Ana Theresa Borsari, da Peugeot, para o profissional transitar bem nesse ambiente de evolução tem de estar sempre atento. “As ferramentas mudam muito rapidamente, e o profissional precisa estar antenado, criar uma equipe especializada que lhe dê os subsídios necessários para avaliações mais precisas. Munido com os indicadores corretos é possível tomar decisões rápidas, mudar ações se for necessário, reforçá-las ou mantê-las”, diz.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; Os gestores de marketing precisam mudar — e rápido. “Já vi profissionais de 36 anos apenas perderem o bonde da história”, lembra Busarello. Para Adriana Cambiaghi, da Robert Half, os gestores da indústria precisaram mudar o mind set, a velocidade em que adquirem informação. “Por ser um meio relativamente novo, é preciso conviver com a incerteza em relação a quanto se deve investir ou não nesse meio, porque ainda não existe histórico para embasar retorno sobre o investimento”, explica.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; A internet também transformou os gestores de marketing em rápidos tomadores de decisão. “Não se pode demorar, pois o tempo implica mudança de tendência, mudança de estratégia”, avalia Adriana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.proxxima.com.br/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Fonte: Proxxima&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/novo-mrketing_04.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-7227074342913529759</guid><pubDate>Thu, 03 Sep 2009 19:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-03T12:54:23.393-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cases</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídias Sociais</category><title>Unilever: mudanças para continuar na frente</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: verdana;&quot;&gt;        &lt;/div&gt;&lt;h2  style=&quot;text-align: justify; font-weight: normal; font-family: verdana;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Babs Rangaiah, diretor global de comunicação e planejamento da Unilever, afirma que só as empresas que entenderem as &quot;mudanças climáticas&quot; provocadas pelas novas tecnologias sobreviverão na indústria da comunicação&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: verdana;&quot;&gt;                  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify; font-family: verdana;&quot;&gt;                                                             &lt;/div&gt;&lt;div  style=&quot;text-align: justify; font-family: verdana;font-family:verdana;&quot; class=&quot;texto&quot; id=&quot;textoT&quot;&gt;                                              &lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Num mundo em que o tráfego nas redes sociais superou o dos sites de pornografia e em que o futuro reserva um protagonismo cada vez maior para a telinha dos celulares, a Unilever já colhe os frutos da aposta que fez há três anos de dar cada vez maior ênfase à comunicação digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O indiano Babs Rangaiah, diretor global de comunicação e planejamento da Unilever, contou esta tarde no último painel do ProXXIma como a multinacional vem posicionando suas marcas de acordo como &quot;as mudanças climáticas&quot; provocadas pela invasão das novas tecnologias no mundo da comunicação. A decisão em dar um novo rumo nas estratégias publicitárias da Unilever, contou Babs, foi para garantir a liderança por mais algumas gerações até que uma nova revolução ocorra. &quot;Vejam o que ocorre com o mundo da música, dos jornais e com a Kodak. Todos deveriam ter promovidos mudanças em suas culturas antes do choque que sofreram em seus negócios&quot;, explicou Babs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palestra começou com um desafio. Babs pediu que a platéia medisse seu QI digital que ganharia um ponto a cada recurso já incorporado no dia a dia: perfil em rede social, uso de site de leilões, blogs, Twitter, P2P, SMS, Kindle, widgets, Wii entre outros. &quot;As pessoas que não incorporarem esses hábitos logo serão vistas como obsoletas&quot;, avisa, destacando que o uso das novas ferramentas digitais fez toda a diferença na vitória de Barack Obama na última eleição americana. Babs comparou a evolução da propaganda à de homem que alardeia suas virtudes como amante. &quot;Antes ele repetia a mensagem várias vezes até que as pessoas começassem a acreditar. Hoje a mensagem é levada mais a sério quando vem pela recomendação boca a boca&quot;, explicou referindo-se às redes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para ilustrar o aprendizado das grandes corporações com as redes sociais Babs recorreu a um episódio envolvendo a Coca-Cola que não gostou de ver circular pela internet imagens de jovens colocando pastilhas Methos em seu tradicional refrigerante e se divertindo ao assistir os efeitos. &quot;Enquanto o pessoal do Menthos adorou, o pessoal da Coca-Cola tentou recriminar e tudo que conseguiu foi ser alvo de chacota dos blogueiros&quot;, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num segundo momento, Babs disse que a empresa identificou comunidades com fãs de sua marca que colecionavam diversos objetos antigos relacionados a marca. &quot;Foram convidados para Atlanta para conhecer a empresa. Depois disso passaram a pipocar novas comunidades de admiradores. Esse é o processo de aprendizado&quot;, contou. No caso da Unilever, ele conta que são 500 grupos interessados na marca Dove contando somente o Face Book.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na evolução digital da Unilever, Babs aponta o Brasil como um dos países mais importantes no processo por ser dono do segundo maior orçamento para comunicação digital atrás apenas dos EUA. Nas redes sociais, nova medalha de prata, com a segunda maior média de horas semanais dedicadas às redes sociais, 6,3 por semana. &quot;Se o século XX foi dos EUA, o XXI é de Brasil, Rússia, India e China&quot;, prevê. E para ilustrar a nova formatação na lógica de pensamento da empresa, Babs cita uma frase de Pelé: &quot;Não devemos apenas estar onde a bola vai, mas precisamos saber onde ela estará no próximo lance&quot;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right; font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.proxxima.com.br/&quot;&gt;Proxxima&lt;/a&gt; por &lt;strong&gt;Robert Galbraith&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;     &lt;/p&gt;                          &lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/unilever-mudancas-para-continuar-na.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3618526543511450104.post-6772052125728277733</guid><pubDate>Wed, 02 Sep 2009 16:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-02T09:00:01.183-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Embalgem</category><title>Embalegem vende tanto quanto o próprio produto</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;     &lt;!-- SubTitulo da matéria --&gt;         &lt;/div&gt;&lt;h2  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Associação brasileira do setor premiou nesta quarta-feira, em São Paulo, os melhores projetos como a embalagem da Sadia para uma fatia de pizza e uma linha completa de produtos de higiene para crianças da Natura&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;p  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;        &lt;/div&gt;&lt;div  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot; class=&quot;fotoMateria box650&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;img class=&quot;foto&quot; alt=&quot; Divulgação&quot; src=&quot;http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios2/foto/0,,21775494,00.jpg&quot; height=&quot;250&quot; width=&quot;650&quot; /&gt;&lt;/span&gt;        &lt;div class=&quot;descricao&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Algumas das embalagens premiadas pela Abre em 2009&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;!-- foto650 --&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p face=&quot;verdana&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Você vai ao supermercado com a lista de compras que alguém fez sem anotar marca, preço, tamanho ou qualquer outra coisa. Qual xampu pra cabelos secos você escolhe? Qual iogurte de morango? Qual garrafa de água mineral? Certamente, o primeiro impulso é pegar a &lt;strong&gt;embalagem&lt;/strong&gt; com melhor apelo visual, maior número de informações úteis e com uma excelente conveniência na hora de usar &lt;a href=&quot;http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,GF74437-16290,00-EMBALAGEM+VENDE+TANTO+QUANTO+O+PRODUTO.html#fotogaleria=1&quot;&gt;(VEJA GALERIA DE FOTOS DE EMBALAGENS PREMIADAS).&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; Mais do que chamar a atenção do consumidor, é notório que um bom planejamento gráfico, um rótulo informativo e um formato inovador demonstram qualidade do produto e conferem credibilidade e seriedade à empresa. &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;        &lt;/div&gt;&lt;div  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot; class=&quot;fotoMateria box220&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;img class=&quot;foto&quot; alt=&quot; Reprodução&quot; src=&quot;http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios2/foto/0,,21771535,00.jpg&quot; height=&quot;120&quot; width=&quot;220&quot; /&gt;&lt;/span&gt;        &lt;div class=&quot;descricao&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Embalagem para uma única fatia de pizza&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;!-- foto220 --&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;        &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;font-family: verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Muitos fabricantes usam, muitas vezes, a embalagem como a única forma de promoção junto ao consumidor. “Hoje mais de 90% dos produtos no mercado não têm apoio de mídia. Ou seja, eles dependem basicamente da embalagem para serem vistos e comprados pelo consumidor”, afirma Luciana Pellegrino, diretora executiva da &lt;strong&gt;Associação Brasileira de Embalagem&lt;/strong&gt; (Abre).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana salienta também que o consumidor contemporâneo não dissocia o produto da embalagem. Mais do que um meio para ele usar o detergente líquido ou para transportar uma porção de ervilhas em conserva, a embalagem tornou-se parte da compra. Ou seja, eles preferem uma marca em detrimento da outra em razão da forma como o bem foi embalado. “No caso dos bens de consumo não duráveis, as pessoas olham produto e embalagem como um único componente em razão das facilidades que ele proporciona”, diz a diretora executiva da Abre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,GF74437-16290,00-EMBALAGEM+VENDE+TANTO+QUANTO+O+PRODUTO.html#fotogaleria=1&quot;&gt;VEJA GALERIA DE FOTOS DE EMBALAGENS PREMIADAS&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                                &lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;        &lt;/div&gt;&lt;div  style=&quot;text-align: justify;font-family:verdana;&quot; class=&quot;subTitulo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;marcador&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Premiação&lt;br /&gt;      &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;  &gt;        Na noite desta quarta-feira (26/8), as melhores embalagens brasileiras de 2009 foram premiadas pela Abre &lt;a href=&quot;http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,GF74437-16290,00-EMBALAGEM+VENDE+TANTO+QUANTO+O+PRODUTO.html#fotogaleria=1&quot;&gt;(VEJA GALERIA DE FOTOS DAS EMBALAGENS CAMPEÃS)&lt;/a&gt;. O concurso foi estruturado em seis módulos (Embalagem, Design Gráfico, Design Estrutural, Tecnologia de Materiais, Conversão e Impressão, Marketing, Especial), divididos em categorias. Foram consagradas 29 embalagens (veja a galeria de fotos) e também Elio Cepollina, como personalidade do ano, e a Bunge, como empresa do ano. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;  &gt; Neste ano, um dos projetos premiados de destaque foi o da Pizza Hot Pocket, da Sadia. “Essa embalagem cumpre todas as funções: acondiciona adequadamente o produto, traz todas as informações no rótulo, inclusive em braile, identifica de que forma deve ser feita a reciclagem e apresenta um produto diferenciado.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:85%;&quot;  &gt; As empresas vencedoras no prêmio brasileiro ganham o direito de inscrever suas embalagens no World Star, prêmio mundial organizado pela World Packaging Organization (WPO), à qual a Abre é filiada. Nessa premiação, o Brasil tem se destacado: em média ganha mais de 12 troféus todo ano. Em 2008, os brasileiros foram o segundo país com mais embalagens premiadas. O primeiro foi a China. Agora é esperar e ver se o design brasileiro conseguirá superar o design do país que fabrica o maior número de bens de consumo do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-family:verdana;font-size:78%;&quot;  &gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI90000-16352,00-EMBALAGEM+VENDE+TANTO+QUANTO+O+PROPRIO+PRODUTO.html&quot;&gt;Época Negócios&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;                &lt;/div&gt;</description><link>http://agcomunicacaoedesign.blogspot.com/2009/09/embalegem-vende-tanto-quanto-o-proprio.html</link><author>noreply@blogger.com (Arte Gráfica)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>