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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-37105195</atom:id><lastBuildDate>Sun, 08 Jan 2012 08:55:27 +0000</lastBuildDate><title>Agridocee</title><description /><link>http://agridocee.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Agridoce)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>90</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/agridocee" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="agridocee" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-1522992427997872214</guid><pubDate>Mon, 12 Dec 2011 10:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-12T07:54:12.121-03:00</atom:updated><title>Perdição</title><description>Depois de muito nadar, um dia você percebe que está contra a correnteza. Aí aparecem as explicações para os porquês: porque seu desgaste é maior do que o das outras pessoas?, Porque tudo parece ser mais longe para você?, Porque as pessoas chegam primeiro?.&lt;br /&gt;
Não se trata de uma competição com o próximo e sim consigo mesmo. Nadar, nadar e nadar sem chegar a um destino é algo desorientador. Sobretudo quando você empreende seus esforços em uma direção e a vida te empurra para a oposta. Nesses casos, o que fazer? Deixar ser levado? Continuar na contramão da vida? Essa é uma questão que eu não sei responder. Talvez por isso mesmo seja o motivo da minha perdição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-1522992427997872214?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2011/12/perdicao.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-6871468755024634504</guid><pubDate>Mon, 13 Sep 2010 21:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-13T19:07:22.392-03:00</atom:updated><title>Adaptação</title><description>Hoje eu acordei mais cedo. Tomei meu café da manhã sozinho. Olhei da janela e dei bom dia ao céu cinza, lindo, que entrava por ela. O meu primeiro desejo foi ser invadido por aquele céu e também ser céu.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois disso, caminhei até o quarto e liguei a televisão. Há quanto tempo não via televisão pela manhã. As imagens iam passando perante meus olhos e eu continuava não assistindo televisão pela manhã. Quanto mais eu via televisão, mais eu não assistia televisão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois de algumas horas, resolvi navegar pela internet. Naveguei milhas e milhas sem sair do lugar. Flanando em torno de um nada terrivelmente desconcertante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Decidi, então, trabalhar. Escrevi linhas e linhas que não eram minhas. Produzi textos sem autor e sem sabor. No fim das contas, ao vê-los publicados, cheguei à conclusão de que não tinha escrito nada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vi que algo de estranho acontecia. Olhei ao redor: tudo estava sem cor. Corri até o espelho: minha pele era cinza. Desci as escadas do prédio e ví que não conhecia a vizinhança. Fui até a padaria e não achei meu biscoito preferido. Voltei pra casa e não reconheci minhas coisas. Deitei na minha cama. Fechei meus olhos para tentar fugir desse estranho eu. Não dava mais tempo, já era tarde demais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No peito, só uma coisa descompassada pulsava voraz: que saudade de mim!&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-6871468755024634504?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2010/09/adaptacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-357883271362576957</guid><pubDate>Wed, 08 Sep 2010 22:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-08T19:23:05.892-03:00</atom:updated><title>Uma breve sentimentalidade</title><description>Todas as pessoas, ivariavelmente, um dia olham pra trás e pensam no tanto que já caminharam e no tanto de coisas que ficaram pelo caminho. Não sei, ao certo, como essa relação matemática deve ser para que as coisas tenham um certo equilíbrio. O que sei é que já andei muito chão. E que, quando olho pra trás, vejo um monte de cacos caídos pela estrada da vida. Coisas que, sem querer, me escaparam por entre os dedos, vazaram por uma fresta do coração, caíram da bolsa, escorregaram da mente. Como é engraçada a vida: quando somos crianças, temos as mãos, o coração e a bolsa cheios e nem fazemos ideia disso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-357883271362576957?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2010/09/uma-breve-sentimentalidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-4789736701386855764</guid><pubDate>Mon, 08 Feb 2010 18:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-08T15:58:04.518-03:00</atom:updated><title>Coisas sobre o desemprego</title><description>Dias de desemprego sempre são dias difíceis, logo pela manhã sua boca já pede aquele pãozinho mais sofisiticado que seu bolso não pode pagar e a curiosidade te mostra que o seu limite do cheque especial já está quase estourado e você não pode fazer nada quanto a isso. O estouro é questão de dias. Então você tem a sensação que o que te resta é sentar e esperar isso acontecer.&lt;br /&gt;A partir daí, uma infinidade de dificuldades permeiam o dia do desempregado. Os níveis de ansiedade aumentam considerávelmente, atrapalhando até mesmo a caça por um novo emprego. As pessoas que te cercam começam a ser a sua única preocupação diária e você começa a tomar conta da vida dessas pessoas de uma maneira insuportavelmente chata.&lt;br /&gt;Mesmo sem ter comida em casa, você engorda, pois até mesmo maionese pura já pode ser considerada como refeição. Sua dispensa vira um aglomerado de biscoitos de maizena e miojo e sua fome nunca é completamente saciada. Isso porque sempre existe a sensação de estar faltando algo e a comida, nessas horas, nos transmite a falsa impressão de preencher essa ausência no momento da degustação. Mas logo passa e o vazio volta.&lt;br /&gt;O que fazer? Comer mais um biscoito de maizena?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-4789736701386855764?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2010/02/coisas-sobre-o-desemprego.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>9</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-3711500552161693053</guid><pubDate>Fri, 13 Nov 2009 13:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-13T10:31:41.045-03:00</atom:updated><title>O Crime não compensa</title><description>Recentemente o banco do qual sou cliente, cometeu dois erros em minha conta:&lt;br /&gt;1- Retirar um dinheiro que não era pra ser retirado;&lt;br /&gt;2- Repor esse dinheiro duas vezes.&lt;br /&gt;Quando ví aquele dinheiro duplicado, logo logo fiquei empolgado e, sem pensar duas vezes, transferi todo o valor para uma outra conta minha, com a finalidade de o banco não descobrir o erro. Em seguida corri para o Shopping Oi para fazer umas compras (sobretudo eletrônicos). Minha meta era comprar um celular quadribanda e um PlayStation.&lt;br /&gt;Quase sem ar, de tão empolgado, passei no stand que vendia o celular. Fui atendido mau e porcamente por uma mulher mau-humorada que estava no telefone e no telefone ficou durante todo o tempo em que estive lá. Escolhido o telefone, pedi a esta mulher que passasse o valor no meu cartão de débito. De tão distraida e cheia de má vontade, a louca passou o valor errado. Ao invés do valor de venda, digitou o código de segurança do meu cartão. Em suma... Naõ paguei nem R$5,00 pelo aparelho.&lt;br /&gt;Saí muito eufórico e sentindo-me vingado pelos maus tratos.&lt;br /&gt;Fui correndo para o stand dos video games.&lt;br /&gt;Escolhi o modelo e os jogos mas, na hora de passar o cartão, a transação naõ foi aprovada. A cara queimou, dei meia volta e corri para o computador ver, por meio do internet banking o que tinha acontecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Castigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O BANCO ME PEGOU NO PULO. Olhei meu saldo em uma conta e ele estava negativo (o valor duplicado que havia retirado acabou sendo lançado como débito) e, na outra conta, dispunha apenas de 45,00. Ou seja, mesmo passando o valor correto a moça do telefone não conseguiria vender o aparelho pra mim.&lt;br /&gt;No sábado seguinte voltei ao Shopping Oi para fazer mais compras, dessa vez com honestidade. Comprei um outro celular, uma capinha pro celular que tinha comprado na vez anterior, uma canetinha pra ele e um modulador de RF. O celular veio com problemas, a canetinha sumiu assim que eu cheguei em casa, a capinha do celular rasgou e, na hora de abrir o modulador, quebrei o aparelho. Realmente o crime não compensa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-3711500552161693053?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2009/11/o-crime-nao-compensa.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-4778795442916830363</guid><pubDate>Sat, 24 Oct 2009 15:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-24T12:37:24.209-03:00</atom:updated><title>Novo Layout</title><description>Olá pessoal.&lt;br /&gt;Estou testando este novo layout.&lt;br /&gt;Estou com algumas dificuldades como conseguir alinhar as duas colunas de posts, por exemplo.&lt;br /&gt;Também estou criando um arquivo java pra por entre o cabeçalho e o texto...&lt;br /&gt;Em breve tudo estará ok, pelo menos espero...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-4778795442916830363?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2009/10/novo-layout.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-7784604187766289152</guid><pubDate>Tue, 30 Jun 2009 14:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-30T11:32:13.808-03:00</atom:updated><title>Considerações sobre o caso MJ</title><description>Estranho eu ser uma das poucas pessoas que não se chocaram com a morte do MJ. Mas, olhando bem, isso talvez se deva ao fato de eu ter tido pouco contato com o lado genial dele, além da teoria (precursor da estética do vioclipe que foi incorporada pelo cinema, por exemplo). Não conhecia os clipes, não acompanhei a carreira, não conheço as músicas e mau mau sei o que os J5 cantavam. O que ficou, em mim, foi a imagem construída ao longo da década de 90/2000. Meus pais conheceram o rei do pop, em 80. Eu conheci o rei do trash, nas décadas seguintes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-7784604187766289152?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2009/06/consideracoes-sobre-o-caso-mj.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-7636182689047993565</guid><pubDate>Wed, 11 Feb 2009 00:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-31T03:27:28.664-03:00</atom:updated><title>Má educação</title><description>Eu fico realmente muito impressionado com a falta de educação das pessoas. Muitas coisas são perdoáveis, mas falta de educação é uma das quais não consigo entender. Falo isso por conta da experiência que tive hoje ao pegar um ônibus que me conduziu até o centro de Belo Horizonte. Como não poderia deixar de ser, o coletivo estava lotado. Bem atrás de mim sentou um jovem gripado que não parava de espirrar nas minhas costas. Sentia cada gotícula da saliva viral repousar em meu pescoço... e junto com as gotículas adentrava em minhas narinas aquele forte cheiro de boca matinal. Não via a hora desse ser humano sair do ônibus. Assim que ele saiu, um homem - também gripado - tomou seu lugar. E a história se repetiu... só que ao invés de espirros, o homem tossia desesperadamente nas minhas costas. O cheiro da boca mudou, mas a umidade das gotículas salivares continuou a mesma. O que custa por a mão na frente da boca antes de tossir ou espirrar? É muito esperar isso dessa gente? Pelo amor de Deus, só peço um pouco de civilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- Facebook Badge START --&gt;&lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Rennan-Antunes/1353401755" title="Perfil do Facebook de Rennan Antunes" target="_TOP" style="font-family: &amp;quot;lucida grande&amp;quot;,tahoma,verdana,arial,sans-serif; font-size: 11px; font-variant: normal;font-style: normal; font-weight: normal; color: #3B5998; text-decoration: none;"&gt;Perfil de Rennan Antunes&lt;/a&gt;&amp;nbsp;|&amp;nbsp;&lt;a href="http://pt-br.facebook.com/badges.php" title="Make your own badge!" target="_TOP" style="font-family: &amp;quot;lucida grande&amp;quot;,tahoma,verdana,arial,sans-serif; font-size: 11px; font-variant: normal;font-style: normal; font-weight: normal; color: #3B5998; text-decoration: none;"&gt;Criar seu crachá da Web&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt-br.facebook.com/people/Rennan-Antunes/1353401755" title="Perfil do Facebook de Rennan Antunes" target="_TOP"&gt;&lt;img src="http://badge.facebook.com/badge/1353401755.431.1028548616.png" alt="Perfil do Facebook de Rennan Antunes" style="border: 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;!-- Facebook Badge END --&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-7636182689047993565?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2009/02/ma-educacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-646284702131942263</guid><pubDate>Fri, 09 Jan 2009 18:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-09T16:05:44.521-03:00</atom:updated><title>Demais</title><description>Ando impressionado com a qualidade técnica e estética de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Maysa - quando fala o coração&lt;/span&gt;. Só uma coisa não entendo... Porque Manuel Carlos, ao mesmo tempo em que dá o subtítulo sentimental à minisérie suprime a sentimentalidade de Maysa? Já é de conhecimento de muitos as porralouquices da cantora, retratá-las e reproduzi-las com qualidade cinematográfica tem, na melhor das hipóteses, a beleza estética que enche os olhos. Mas eu queria mais, queria ser tocado pelos dizeres do coração de Maysa, caso contrário estarei sendo vítima de uma propaganda Enganosa. Manuel Carlos teve acesso aos diários da cantora. Porque, então, fingir que não ouviu seu coração? Maysa não era só polêmica, escândalo, vanguarda. Era mulher, amante, amada, mãe, filha, cantora, pintora, compositora... Ah sim... Como calar o coração de quem compôs &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Meu mundo caiu&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Demais&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ouça&lt;/span&gt;, dentre outras? Certo deste meu posicionamento, não tiro os méritos da minisérie que, embora tenha me decepcionado no que toca às linhas acima, é de um bom gosto pouco visto na televisão brasileira. Louros aos merecedores!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-646284702131942263?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2009/01/demais.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-4006595954774496626</guid><pubDate>Wed, 12 Nov 2008 13:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-12T10:44:15.990-03:00</atom:updated><title>Frustração</title><description>Bom, o que eu disse no post anterior teve que ser adiado por motivos que fogem à minha vontade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-4006595954774496626?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/11/frustrao.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-4674089024815740785</guid><pubDate>Fri, 07 Nov 2008 17:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-07T16:05:51.575-03:00</atom:updated><title>Alforria</title><description>Enfim chego no que chamo de alforria. Último dia de trabalho aqui nesse lugar. Não sentirei saudade de nada e nem levarei comigo coisas boas. Deixo pra trás o pior tipo de cliente: o burro; e o pior tipo de patrão: o puxa saco de cliente e o que se faz de bobo. Estou a contar os segundos, regressivamente, para passar por aquela porta alí e não aparecer por aqui nunca mais. A quem fica: Um beijo e não me liga!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-4674089024815740785?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/11/alforria.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-6866045705257510385</guid><pubDate>Wed, 29 Oct 2008 15:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-29T13:25:26.231-03:00</atom:updated><title>O céu de Vanessão</title><description>E Vanessão se foi sem que ninguém ao menos ficasse sabendo. Sem conhecer a "fama", sem ter ido ao Superpop, como as demais celebridades do Youtube, sem ver que virou diva. Foi, provavelmente, enterrada sem muitas lágrimas, sem muitos parentes, sem muitos amigos, numa cova rasa e sem os dizeres: "Aqui jaz Vanessão" gravados em uma lápide suntuosa.&lt;br /&gt;Fico aqui me perguntando como seria o céu de Vanessão. Será que neste éden existiria um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;pé de árvore&lt;/span&gt; como o da BR onde ela trabalhava? Será que ela levaria consigo todo o silicone indústrial aplicado em seu corpo e todo o hormônio feminino que há tempos modificava sua aparência? Será que no céu Vanessão deixaria de sofrer abuso de seus clientes e poderia gozar sem o medo de ter seus seios murchos por conta da liberação de hormônios que ocorre na hora da ejaculação? Será que nas altuas celestes, Vanessão seria chacota no youtube ao reclamar seus direitos de profissional do sexo lesada por um senhor que sai com travestis e se diz heterosexual?&lt;br /&gt;Embora uns digam que por lá as coisas sejam diferentes, digo que nem tanto. Acho que Vanessão ainda sim continuará sendo um ser à margem. Existem pessoas que nasceram com esta vocação. E não acho isso de tudo ruim. Já repararam a vida sem sal que São Pedro leva dentro de sua túnica demodè, sendo o detentor das chaves que abrem os portões do céu? Alguém já ouviu dizer que ele saiu pelado na chuva cantarolando sua canção preferida? Que ele saiu com os amigos e bebeu, riu, dançou e namorou? E que ele viveu intensamente? Já ouviram alguém dizer que São Pedro fosse bom de cama e que fizesse um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;keti&lt;/span&gt; espetacular? Certamente não. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com certeza, Venessão fazia todas essas coisas e outras mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-6866045705257510385?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/10/o-cu-de-vanesso.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-3051981526506876535</guid><pubDate>Tue, 23 Sep 2008 14:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-23T12:41:27.993-03:00</atom:updated><title>Vida vida</title><description>Sempre digo que a vida é o resultado da maior peraltice de um grande Clown. Acho que isso me ajuda a vê-la de uma forma mais romântica. Mas não aquele romantismo rosa e piegas a que somos apresentados a todo momento pelo senso comum. Falo de um romantismo inerente às tragédias, às glórias, às dores, aos prazeres e ao inesperado. Contemplo, aqui, aquele romantismo que causa dor na carícia. Algo próximo ao pâncreas, ícone-mor do mau do século. Falo do sentimento de saudade, falta, necessidade daquilo/daquele que se foi e você não sabe quem ou o que é. De um eterno descontentamento que te consome e te corrói. Da vida que se esvai na palma da sua mão como a areia em uma ampulheta quebrada. Enalteço a impotência perante a existência, o que há de mais maldito dentro do belo e mais sujo dentro do sacro. Digo, então, que peraltice mencionada no início dessas linhas reside aí: no fato de todas essas coisas coexistirem romântica e harmoniosamente na corda bamba que corta o picadeiro do palhaço triste.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-3051981526506876535?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/09/vida-vida.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-8460089090931515862</guid><pubDate>Tue, 16 Sep 2008 22:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-16T19:29:17.897-03:00</atom:updated><title>Meu pesar</title><description>Como fazer seu coração aceitar que vc não sente mais amor? Já se pegaram com um enorme pesar por ter parado de gostar de alguma pessoa? E o pior... já se viram brigando consigo por ter deixado isso acontecer?  Pode parecer estranho, mas acho que deixar de amar é mais dolorido do que deixar de ser amado. Deve ser porque eu faço muitos planos para o futuro e idealizo um certo romantismo que não existe - na maioria das vezes. Aí, o que sobra disso tudo é o som da música de Cartola e uma garrafa de vinho barato que é bebida em um copo ordinário dentro de um quarto escuro.&lt;br /&gt;O amor poderia ser mais simples. O coração poderia ser mais cérebro. O cérebro poderia ser mais coração. E a vida poderia ser mais amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-8460089090931515862?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/09/meu-pesar.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-7911472849727715602</guid><pubDate>Sat, 06 Sep 2008 17:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-06T14:09:46.258-03:00</atom:updated><title>Meds in my mind</title><description>Eu accredito que existem aqueles dias em que vc, inconscientemente, sente uma grande necessidade de auto-destruição. Raramente percebo estes meus momentos, já que isso é mais visível aos que estão de fora. Mas ontem, por incrível que pareça, notei isso claramente e me acabei. Remédios + bebidas + cigarros + conversas e falas que me ridicularizam perante os amigos. Resultado: estou até agora trancado dentro do quarto por dois motivos. Primeiro por vergonha das pessoas que estavam comigo. Segundo por estar completamente destruido pela ressaca. pela dor de garganta e pelo sono (embora não consiga dormir). A conclusão que eu posso tirar disso tudo é que ontem foi meu dia de pedir socorro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-7911472849727715602?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/09/meds-in-my-mind.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-4056144470577187534</guid><pubDate>Mon, 18 Aug 2008 17:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-18T17:31:12.911-03:00</atom:updated><title>Platonismo bidimensional</title><description>As coisas que direi aqui, provavelmente não serão de compreensão geral. Por mim, tudo bem. Ser entendido por todos deve ser muito chato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vi, pela primeira vez, seus longos e esverdeados cabelos dois tons acima da cor de seus olhos de esmeralda, senti, ainda menino, um comichão dentro da barriga. Não entendia bem o que se passava, mas fiquei com seu rosto angelical, habitante da zona limítrofe entre os gêneros, estampado em minhas retinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frequentemente fechava meus olhos e imaginava um forte abraço seu e um carinho que seria recíproco. Sua bela, branca e, aparentemente, macia face pareciam possuir um imã que atraia a minha boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da meninice, conheci vários outros heróis com vários outros poderes e muito mais fortes do que este ser de cabelos verdes que ora vos falo. Este era até franzino e, muitas vezes, era protegido por um irmão mais velho. Mesmo assim meu encanto por aquela figura permanecia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os anos se passaram e meus olhos se perderam dos olhos cor de esmeralda. Conheci e amei outros cabelos e outras peles não tão delicadas. Senti corpos, gostos e prazeres que jamais teria sentido ao lado de minha doce lembrança causadora dos frios na minha barriga quando era menor. Quanto mais vivia, mais percebia que o menino ia ficando para trás, cada vez menor e, por conta disso, nutria um enorme medo do dia em que eu não conseguisse mais ver o menino que fui. Apesar dos medos, das coisas incompreendidas, não queria perder, por completo, a inocência que é necessária para conferir certos momentos de felicidade ao ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato é que, nesta semana, reencontrei-me com o menino que fui ao baixar alguns vídeos da Internet e rever, neles, toda a ternura e bravura que reluziam da armadura sagrada e rosa de Shun de Andrômeda. Por incrível que pareça, o frio na barriga voltou. O velho desejo de receber seu abraço juntou-se a uma nova vontade de conhecer aquele corpo. O beijo na bochecha, doce e infantil, deixou de ser e deu lugar ao desejo de um ardente e demorado encontro de bocas e línguas e tudo o que eu não compreendia quando criança ficou mais claro e simples.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-4056144470577187534?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/08/platonismo-bidimensional.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-9135374833821901999</guid><pubDate>Fri, 01 Aug 2008 17:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-01T17:07:33.507-03:00</atom:updated><title>Amy e eu</title><description>Em um momento de admiração exacerbada, perguntei-me: O que eu teria em comum com Amy Winehouse? Não consegui chegar a uma resposta imediata. O tempo passou e, perdido entre páginas de revistas que acompanho, deparei-me com Fernanda Young provocando: "Quem não tem dentro de sí uma Amy Winehouse que se manifeste!". Pronto, foi o bastante para que fenômenos naturais metaforicamente devastassem a ordem do meu emocional, culminando em um cataclismo tímido não contido pelas minhas pálpebras. Assim como Galileu Galilei, experimentei a minha própria 'Eureka!'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era isso. Ambos tínhamos o belo e lapidado diamante negro da tristeza. Jóia não muito fácil de ser combinada com qualquer indumentária - quando digo indumentária, extrapolo o sentido convencional e têxtil da palavra -, devida sua imponência. Fato é que todos que a possuem, são hospedeiros de algum desencontro, seja ele na instância do físico ou na do psicológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns guardam este diamante em casa, com medo dele conferir-lhes uma certa evidência ou de serem furtados e não terem o direito de sofrer. Outros, mais autênticos e corajosos, atribuem a ele exuberância e requinte no dia-a-dia, como é o caso da Amy que, ostensivamente, desfila para as lentes dos paparazzos e cambaleia pelas páginas das revistas de celebridades de todo o mundo refletindo o brilho gelado desta jóia negra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disso, o que posso concluir, é que para se sofrer belamente, é necessário coragem. E Amy tem de sobra, posto que sua exposição chega a ser visceral. Não pela maquiagem borrada, pelas agressões a fãs ou pela sapatinha suja de sangue decorrente das picadas que ela se dá nos pés. Mas, antes disso, pela sua evidente vontade de mostrar seu processo de autodestruição, pela maneira inconsciente de pedir socorro, pelos gritos de desespero que os insensíveis não são capazes de ouvir. Por toda sua latência incompreendida cuja vazão está na contramão. E aí, mesmo que em menor escala, reside a nossa semelhança: a contramão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-9135374833821901999?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/08/amy-e-eu.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-8436340577627892662</guid><pubDate>Thu, 17 Jul 2008 22:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-17T19:21:49.944-03:00</atom:updated><title>Uma pequena epifania*</title><description>Você se lembra o que fez com o seu primeiro salário? Qual o gosto do seu primeiro beijo? Você tem, ainda, o seu primeiro brinquedo desejado? Lembra com quem passou o natal de três anos atrás? Eu não. Para todas as perguntas, não. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho guardadas, em uma caixa, recordações físicas que possam trazer às minhas narinas o perfume do tempo que se foi e que não vi passar. Não tenho a primeira carta de amor que traria lágrimas aos meus já ressecados olhos. Não tenho mais meu primeiro tão sonhado carrinho de controle remoto e nem as minhas coleções de criança. Não tenho mais a proteção e muitos dos cuidados que minha mãe dispensava a mim e nem o medo de um pai estressado chegar do serviço e achar ruim por qualquer coisa. O tempo se encarregou de fazer destas coisas, pó. O que tenho é a dor de ter me perdido disso tudo e uma terrível saudade que me corrói aos poucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembranças. Com os olhos marejados chego à conclusão de que tudo o que hoje é, amanhã se reduzirá em lembranças. O primeiro namorado, a imagem jovial dos pais, as brincadeiras na rua com a mãe, a colônia de férias com os amigos, o álbum - cuidadosamente completado - do Ping Pong Pantanal, os bonequinhos do He-men, os paralelepípedos da rua onde passei os melhores anos de minha vida, a casa onde me fiz gente, os sábados animados com o avô no clube, os almoços de domingo na casa dos avós, o jovem estudante confiante na realidade dos seus sonhos futuros, as pessoas que amamos e que não se encontram mais neste plano físico e a inocência... De tudo, o que fica é a lembrança. A agridoce lembrança...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-8436340577627892662?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/07/uma-pequena-epifania.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-7231250728805302112</guid><pubDate>Mon, 14 Jul 2008 15:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-14T12:10:50.099-03:00</atom:updated><title /><description>&lt;font face="Arial" size="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;a target="_blank" href="http://www.mp3tube.net/musics/Placebo-Protige-Moi/3002/"&gt;Placebo - Protí¨ge Moi&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=7,0,0,0" width="260" height="60" id="mp3tube" align="middle" border="0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mp3tube.net/play.swf?id=7cfc14f7bcacd68be1f4b70d6ec7f3e9" /&gt;&lt;param name="quality" value="High" /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;param name="menu" value="false"&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-7231250728805302112?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/07/placebo-protge-moi.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-8066030502486860731</guid><pubDate>Sun, 13 Jul 2008 17:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-14T12:07:53.702-03:00</atom:updated><title>E o contentamento, por onde anda?</title><description>A vida se torna uma verdadeira comédia quando você se dá conta de que nada te satisfaz por completo. Nunca. Quando pequeno, tinha a clara convicção de que não poderia passar sem um video game. Só sosseguei quando meus pais me dera um Nintendinho, acho que 8bits. Fiquei muito feliz e sem sair de casa por semanas tentando zerar o Mário Bros. Me sentia no terceiro céu a cada bolinha de fogo que o Mário soltava após comer a florzinha que lhe conferia tal poder. Fiquei eufórico por meses, até saber que Mário tinha um irmão, e que poderia ser possível jogar com ele e com seu Yoshi em outro video game. Passei por várias locadoras a procura de tal jogo, até que encontrei. Morava, então, no interior e eram complicadas as atualizações das novidades tecnológias por lá. Costumava gastar todo dinheiro que eu ganhava na semana dentro da locadora. Comece a infernizar meus pais dizendo que este poderia, até, ser meu presente de aniversário, dia das crianças e natal, tudo junto. E assim foi. No Natal estava de video game novo. E feliz.&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, outras coisas foram aparecendo. Outras vontades surgindo. E eu, nessa mesma corrida, em busca da satisfação. Quando chegava no ponto onde queria, meus olhos se voltavam para algo mais adiante e mais complicado.&lt;br /&gt;Hoje, aqui estou, onde nunca sonhei, com as satisfações alheias correndo atrás de mim e eu me escondendo delas. Guardando, no mais recôndido canto das emoções, meus anseios. Esperando o turbilhão da vida me dar passagem para poder tirar o pó das ambições e continuar a minha corrida. Torcendo para as pessoas esperarem um pouco menos de mim para que eu possa relaxar e me cobrar um pouco menos também e conseguir um pouco mais de coragem para seguir em frente. &lt;br /&gt;Enquanto isso, na calada da noite, ligo meu fone e mergulho na melancolia "Placebiana" após tomar um Dramin, ocasionalmente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-8066030502486860731?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/07/e-o-contentamento-por-onde-anda.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-6087584876755337183</guid><pubDate>Wed, 09 Jul 2008 13:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-09T14:58:14.283-03:00</atom:updated><title>Desconexo</title><description>Existem coisas que nunca deveriam axistir. Segunda feira e último dia de férias são duas delas... Ainda mais com o agravante 'frio'. Imagina a tortura que é abandonar meus edredons (são dois, pois o frio anda castigando aqui em casa) e meus travasseiros às 08 da madrugada pra enfrentar 08 horas de encheção de saco para tornar a revê-los, já saudosamente, às 19h... Só mesmo o Capuccino, amigo de todas as manhãs, é capaz de me por para fora da cama. Se bem que a Amy, minha cachorrinha, também anda me acordando um pouco antes. Mas só de ver aquela carinha porca na minha frente derreto-me. Andava de dedicando a nada, e com isso se acostuma muito rápido. Agora que a rotina bate na minha porta novamente, sinto-me num recomeço... Sinto que terei que me acostumar novamente... 'a gente se acostuma com tudo, a tudo a gente se habitua'... já dizia Fernanda Takai. Só falta me acostumar com o pão light e à vida sem gás... Mas isso é outro assunto. Deixa eu ir lá pois o tempo urge!   &lt;!-- multiply:no_crosspost --&gt;&lt;p class='multiply:no_crosspost'&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-6087584876755337183?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/07/desconexo_09.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-342171846937153764</guid><pubDate>Wed, 04 Jun 2008 15:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-04T12:19:50.797-03:00</atom:updated><title>Rebordosa</title><description>Há dias em que vc repete coisas como: "Anjos e Arcanjos não pousam neste Édem infernal", em seu mp3 mental. E o que você mais quer é encontrar um buraquinho onde possa enterrar sua cabeça e esquecer de várias coisas, ganhar um abraço de um amigo próximo que está muito longe ou mesmo de um amigo que está próximo, se entorpecer para dor de cabeça que não passa começar a ser imperceptível e ser sedado... nada de amor, nada de paz... apenas ser sedado, como cantaram os Ramones. Hoje.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-342171846937153764?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/06/rebordosa.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-6418239275635703539</guid><pubDate>Sun, 01 Jun 2008 02:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-31T23:34:49.114-03:00</atom:updated><title>Vida, louca, vida!</title><description>Ando levando uma vida não muito saudável. Deixei de consumir legumes e verduras há quase doze anos. As frutas, há uns dez. Venho trocando água por refrigerante e o almoço por biscoito recheado. Durmo à 01h e acordo às 08h de segunda a quinta. Normalmente, nos finais de semana isso muda um pouco... deito às 04h e às 11h já estou de pé. Trabalho oito horas por dia sentado na frente de um computador, quando chego em casa fico mais quatro ou cinco horas de bobeira na internet. Tenho muitas preocupações financeiras, que tiram meu sono. Recentemente a psiquiatra diagnosticou um transtorno obssessivo compulsivo e comecei a tomar remédio controlado. Não consigo falar não pras pessoas e nem expressar minha raiva nos momentos oportunos. Costumo engolir muitos sapos e, em seguida, comer um copo de Nutella. Meu disturbio de ansiedade tira minha concentração e a dose do meu remédio foi dobrada, mas até hoje não comprei a dose certa. Deixei de frequetar a academia que frequentei durante um mês. Não pratico exercícios físicos. Será que tenho, ao menos, uma década de vida pela frente? Pra quem almeja viver até os 40, acho que estou no caminho certo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-6418239275635703539?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/05/vida-louca-vida.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-7790138639257401658</guid><pubDate>Mon, 12 May 2008 19:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-12T16:38:00.781-03:00</atom:updated><title>Desejo</title><description>Tenho necessidade de me alienar, mas não sei por onde começar. Depois de muito pensar, cheguei à conclusão de que esta tarefa será mais difícil do que a dificuldade que senti quando tive a necessidade de me informar. Mais difícil, até, que encontrar palavras que substituam as que fazem rima nas duas frases anteriores. Embora tivesse noção disso, senti, hoje, na retina, a voracidade da informação. É impressionante ver seu "cosmopolitismo": nos outdoors, nas prateleiras das bancas, nos pedaços de jornais caidos pelo chão da rua, no som que sai da casa do seu vizinho que sintoniza a FM, na conversa informal do porteiro do prédio onde vc trabalha, no papo dos vizinhos de mesa no restaurante, nas tvs altas dos bares próximos às calçadas,  na traseira envelopada do transporte coletivo e, até mesmo, na sua frente quando, por exemplo, vê um carro ser assaltado durante a madrugada e não pode fazer nada, quando presencia o atropelamento de uma velha ou mesmo quando vai tomar um ar na janela do seu serviço e, sem querer, se torna testemunha do acidente fatal que ocupará a primeira página do jornal e os telejornais de mais a noite. Eu queria muito me alienar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-7790138639257401658?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/05/desejo.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37105195.post-6364067466518589344</guid><pubDate>Tue, 06 May 2008 00:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-05T22:04:06.095-03:00</atom:updated><title>Diversidade</title><description>Pela manhã, tinha a intenção de falar sobre Music Hole, da Camille. Mas mudei meus planos assim que coloquei os pés no setor de psiquiatria do Hospital das Clínicas e dei de cara com um dos mais curiosos personagens dos últimos tempos. O corredor estava cheio, tive que escolher um lugar um pouco mais afastado para me sentar. Fiquei receoso de não ouvir a doutora me chamar, por isso não desgrudei o olho da poltrona perto da sala dela para que, assim que o primeiro se levantesse, eu ir e ocupar o lugar. E assim foi. Quando me acomodei na cadeira e olhei para frente, me deparei com um rapaz de, aproximadamente, 25 anos com chifres de diabo tatuados na testa, calça preta e vermelha dos Racionais Mc's e com um salmo estampado na camisa. Seu tom de pele era negro e seu cabelo mais dourado que os raios do sol. O rapaz conversava com a mãe num tom alto, de modo que todos ao redor o ouvisse reclamar que a mãe não prestou nem pra poder arrumar um pai rico para ele poder pagar um tratamento em uma clínica particular. Meio envergonhada, a mãe do moço dise que a culpa era dele, que abandonou a escola. A discussão seguia este rumo até que o rapaz se exalta um pouco e profere suas conclusivas palavras "Ih... não me venha com essa história de escola. To correndo de escola. E de serviço também!". Os ouvintes se entreolharam. O silêncio se fez até que a porta branca se abriu e o médico o chamou.&lt;br /&gt;Sentado no meu canto, de cabeça baixa, fiquei pensando sobre a diversidade. Como o ser humano é engraçado... Luta pela diversidade sexual, étnica, etc e se esquece que, em primeiro lugar, é ele mesmo a personificação dessa diversidade... Creio que um dos caminhos seria a auto aceitação. Com isso, acho que ficaria mais fácil aceitar o outro...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37105195-6364067466518589344?l=agridocee.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://agridocee.blogspot.com/2008/05/diversidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Agridoce)</author><thr:total>2</thr:total></item></channel></rss>

