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	<title>Agrofloresta.net</title>
	
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	<description>Sistemas Agroflorestais - SAF's</description>
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		<title>Reportagem sobre o “açaí” da Jussara no Globo Ecologia</title>
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		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/08/reportagem-sobre-o-%e2%80%9cacai-da-jussara-no-globo-ecologia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 19:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Centro Ecológico Ipê]]></category>
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		<description><![CDATA[O site do Globo Ecologia publicou uma matéria sobre o aproveitamento dos frutos da Jussara incentivado por projetos que assistem família de trabalhadores no litoral de São Paulo e Rio Grande do Sul. A reportagem, reproduzida abaixo, faz parte do &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/08/reportagem-sobre-o-%e2%80%9cacai-da-jussara-no-globo-ecologia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site do Globo Ecologia publicou uma matéria sobre o aproveitamento dos frutos da Jussara incentivado por projetos que assistem família de trabalhadores no litoral de São Paulo e Rio Grande do Sul. A reportagem, reproduzida abaixo, faz parte do do programa que foi ao ar no dia 2 de Julho de 2011 e está <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/08/sistemas-agroflorestais-sao-tema-do-programa-globo-ecologia/">disponível aqui</a>.</p>
<h2>Parece açaí, mas é a fruta da juçara</h2>
<p><strong>Semelhante ao do Norte, fruto da palmeira típica da Mata Atlântica aumenta fonte de renda de agricultores. Manejo ajuda na recuperação da espécie</strong></p>
<p><img title="Palmeira juçara (Foto: Divulgação / Centro Ecológico)" src="http://s.glbimg.com/og/rg/f/original/2011/06/30/dsc01871_291x218.jpg" alt="Palmeira juçara (Foto: Divulgação / Centro Ecológico)" width="291" height="218" /><br />
Agricultor no manejo da palmeira juçara<br />
(Foto: Divulgação / Centro Ecológico)</p>
<p>O <a href="http://redeglobo.com.br/globoecologia">Globo Ecologia</a> já falou sobre o risco que a palmeira juçara (<em>Euterpe edulis</em>) corre de desaparecer e, consequentemente, causar um efeito cascata destruidor na Mata Atlântica (<a href="http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/06/palmito-jucara-uma-palmeira-ameacada-na-mata-atlantica.html">saiba mais detalhes</a>). Tudo isso por causa do corte ilegal para a retirada do palmito. Na edição que explora o tema Agroflorestas, o repórter Tiago de Barros mostra que agricultores não vêem vantagem em derrubar a palmeira desde que se deram conta de que podem produzir polpa muito semelhantes a do já tradicional açaí do açaizeiro do Norte (<em>Euterpe oleracea</em>) e ainda vender as sementes da juçara. Além de terem descoberto uma nova e ótima fonte de renda, esses homens ainda colaboram com a recuperação da espécie presente nas florestas da Mata Atlântica, do Rio Grande do Sul até o sul da Bahia.<span id="more-1425"></span></p>
<p><img title="O fruto da palmeira juçara que se assemelha ao açaí (Foto: Divulgação / Centro Ecológico)" src="http://s.glbimg.com/og/rg/f/original/2011/06/30/dsc01879_291x218.jpg" alt="O fruto da palmeira juçara que se assemelha ao açaí (Foto: Divulgação / Centro Ecológico)" width="291" height="218" /><br />
O fruto da palmeira juçara que se assemelha ao<br />
açaí (Foto: Divulgação / Centro Ecológico)</p>
<p>“Iniciamos um trabalho que tinha como enfoque a Agrofloresta. Fazíamos capacitação e formação de agentes agroflorestais dentro de comunidades indígenas, caiçaras e quilombolas. O manejo da palmeira juçara era uma das ações e acabou ganhando uma outra dimensão, porque passou a contribuir com a renda familiar ao mesmo tempo em que estávamos recuperando áreas de florestas. A juçara era intocável e, hoje, temos 40 famílias retirando frutos e sementes de palmeiras que já estavam plantadas em áreas naturais ou plantando e cultivando juçaras em agroflorestas. Com o manejo do fruto, mantemos a espécie em pé”, diz a engenheira florestal Cristiana Reis, coordenadora do projeto Juçara do Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica (Ipema).</p>
<p><img title="Bolo de juçara com banana Laura  (Foto: Divulgação / Ipema)" src="http://s.glbimg.com/og/rg/f/original/2011/07/01/bolojucara_291x218.jpg" alt="Bolo de juçara com banana Laura  (Foto: Divulgação / Ipema)" width="291" height="218" /><br />
Bolo de juçara com banana<br />
(Foto: Divulgação / Ipema)</p>
<p>O Ipema tem como função fomentar e difundir a permacultura para a criação de assentamentos humanos sustentáveis em Ubatuba, município de São Paulo. O projeto coordenado por Cristiana Reis tem como foco a consolidação da cadeia produtiva da juçara para produção de poupa e recuperação do estoque natural das sementes da palmeira ameaçadas de extinção. A aldeia Boa Vista, por exemplo, investe no plantio e na recuperação da árvore, contribuindo com a recuperação da espécie. As sementes são vendidas e replantadas em florestas da Mata Atlântica. As comunidades que congelam a poupa vendem como alimento. Escolas de Ubatuba, São Luis do Ipatinga e Natividade da Serra adotaram a juçara na merenda escolar e já existe até o projeto de um livro de receitas de pratos preparados com a fruta.</p>
<p><img title="Cajutapu (macarrão com camarão e juçara) do chef Fábio Eustáquio (Foto: Divulgação / Ipema)" src="http://s.glbimg.com/og/rg/f/original/2011/07/01/cajutapu_291x218.jpg" alt="Cajutapu (macarrão com camarão e juçara) do chef Fábio Eustáquio (Foto: Divulgação / Ipema)" width="291" height="218" /><br />
Massa com camarão e juçara do chef Fábio<br />
Eustáquio (Foto: Divulgação / Ipema)</p>
<p>“É muito rentável. Para fazer farinha de mandioca, é preciso plantar, colher e produzir a farinha. Em um dia, a juçara gera quatro vezes mais. Aqui na nossa região, a poupa do açaí chegou antes de fazermos esse trabalho. A juçara é mais leve e é mais palatável. A gente começou a trabalhar a comercialização como um produto diferenciado e tivemos resultados muito interessantes. A polpa de juçara tem uma versatilidade impressionante. Dá para fazer suco, polpa batida como o açaí na tijela e tem também uma culinária sendo desenvolvida, com risoto de frutos do mar com juçara, estrogonofe, mousse e bolo. Este ano, promovemos um festival gastronômico e os restaurantes desenvolveram pratos, que entraram para o cardápio. Temos agora um projeto de livro de receitas feito pelas comunidades”, adianta Cristiana.</p>
<p><img title="Poupa do fruto da palmeira juçara que se assemelha ao açaí (Foto: Divulgação / Centro Ecológico)" src="http://s.glbimg.com/og/rg/f/original/2011/06/30/dsc01895_291x218.jpg" alt="Poupa do fruto da palmeira juçara que se assemelha ao açaí (Foto: Divulgação / Centro Ecológico)" width="291" height="218" /><br />
Poupa do fruto da palmeira juçara, que parece<br />
o açaí (Foto: Divulgação / Centro Ecológico)</p>
<p>Ações como essa estão sendo pensadas no intuito de incentivar o consumo da juçara, ainda muito incipiente no Brasil. No litoral do Rio Grande do Sul e sul de Santa Catarina, o Centro Ecológico, que trabalha com Assessoria e Formação em Agricultura Ecológica, tem 30 dos 200 agricultores que orientam cultivando a palmeira juçara. O mercado ainda é fechado na própria região e  não é possível atender a demandas de fora, mas municípios como Três Cachoeiras também absorveram a juçara para merenda escolar.</p>
<p>“Trabalhamos há 17 anos com a conversão dos sistemas tradicionais para os agroecológicos. Um deles é o de implantação de Sistemas Agroflorestais, pensando na preservação ambiental. O trabalho com a juçara tem destaque já há oito anos, mas a palmeira leva mais ou menos oito anos para dar fruto. Depois, a safra é anual. E, quando o fruto é retirado, a palmeira não morre, como acontece quando retiram o palmito. Cada pé chega a dar cinco quilos de açaí de juçara, e cada quilo é vendido a R$ 1, ou seja, o lucro é duas vezes e meio maior do que o do palmito, que é vendido a R$ 2”, diz o engenheiro agrônomo André Luiz Rodrigues Gonçalves, coordenador técnico do Centro Ecológico e professor de Agroecologia do Instituto Federal Catarinense &#8211; IFC.</p>
<p><img title="Poupa do fruto da palmeira juçara que se assemelha ao açaí (Foto: Divulgação / Centro Ecológico)" src="http://s.glbimg.com/og/rg/f/original/2011/06/30/14_291x218.jpg" alt="Poupa do fruto da palmeira juçara que se assemelha ao açaí (Foto: Divulgação / Centro Ecológico)" width="291" height="218" /><br />
Poupa do &#8220;açaí de juçara&#8221;<br />
(Foto: Divulgação / Centro Ecológico)</p>
<p>Açaí de juçara? Isso mesmo&#8230; É tudo tão novo que até o nome do produto ainda é controverso.</p>
<p>“O nome é polêmico. Tem gente, como eu, que defende o nome açaí do juçara. Outras pessoas acham que não, que temos que ter identidade própria. Mas tanto um quanto o outro são semelhantes e vêm de palmeiras, só que de diferentes espécies. Como eu atuo diretamente com agricultores e nossos trabalhos são conectados com o mercado, para facilitar negociações financeiras, usamos o nome já consagrado”, explica André.</p>
<p>fonte: <a title="http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/07/parece-acai-mas-e-fruta-da-jucara.html" href="http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/07/parece-acai-mas-e-fruta-da-jucara.html">http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/07/parece-acai-mas-e-fruta-da-jucara.html</a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fctjf3mGRuAWSO1t18232xEISes/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fctjf3mGRuAWSO1t18232xEISes/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>Sistemas Agroflorestais são tema do programa Globo Ecologia</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 18:45:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os SAFs foram tema do programa Globo Ecologia que foi ao ar no dia 2 de Julho de 2011. "Misturar espécies agrícolas com florestais tem sido uma alternativa para investir em áreas degradadas e recuperar florestas da Mata Atlântica." Saiba &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/08/sistemas-agroflorestais-sao-tema-do-programa-globo-ecologia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/08/foto-globo-ecologia-divulgacao-2011.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1418" title="foto-globo-ecologia-divulgacao-2011" src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/08/foto-globo-ecologia-divulgacao-2011.jpg" alt="" width="291" height="218" /></a>Os SAFs foram tema do programa Globo Ecologia que foi ao ar no dia 2 de Julho de 2011.</p>
<p>"Misturar espécies agrícolas com florestais tem sido uma alternativa para investir em áreas degradadas e recuperar florestas da Mata Atlântica."</p>
<p><span id="more-1417"></span></p>
<p><object width="480" height="360" data="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param value="true" name="allowFullScreen"><param value="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1552760&autoStart=false&width=480&height=360" name="FlashVars" /></object></p>
<h2>Saiba o que é e como funciona um Sistema Agroflorestal</h2>
<blockquote><p>Muito se fala sobre a destruição das florestas pelo homem e sobre os riscos que a agricultura apresenta aos biomas nos quais ela é implantada. Mas nem tudo está perdido. Muito, aliás, anda sendo recuperado através de um sistema de produção que estimula a plantação de espécies agrícolas e florestais em uma mesma área. O Globo Ecologia deste sábado fala um pouco sobre o Sistema Agroflorestal, também conhecido como “SAF”, que vem tornando possível a produção de grãos, frutos e fibras com o cultivo de diferentes espécies e incentivando agricultores na recuperação de áreas florestais no Brasil. Com a ajuda de órgãos como a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), esses homens estão tornando possível o sonho de viver da própria produção sem fazer mal à natureza.</p>
<p>“De Norte a Sul do Brasil, muitas áreas desflorestadas da Região Amazônica e da Mata Atlântica estão passando por esse processo de recuperação. A Embrapa faz o monitoramento de algumas dessas áreas por meio de satélites e, com as imagens, conseguimos saber a distribuição espacial dessas agroflorestas e monitorar sua evolução, subsidiando assim o planejamento do agricultor. Fornecemos ainda o arcabouço técnico-científico para algumas políticas públicas de incentivo à implantação de sistemas agroflorestais, a exemplo do PRONAF Florestal (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar)”, explica o engenheiro florestal Édson Bolfe, pesquisador da Embrapa Monitoramento por Satélite.</p>
<p>Normalmente, parte do próprio produtor buscar alternativa para produzir nas áreas e recuperá-las. Em muitos casos, isso acontece quando eles se dão conta de que os espaços onde costumavam cultivar uma cultura ou que destinavam à pastagem estão degradados. Quando a opção é investir em uma agrofloresta, o agricultor tem grande chance de extrair disso benefícios econômicos, com a venda de seus produtos; e sociais, porque isso caracteriza sua fixação no campo. Para o meio ambiente, os benefícios são diversos:</p>
<p>“A implatação de agroflorestas faz com que a biodiversidade, tanto da fauna quanto da flora, se eleve automaticamente. Num SAF, também se vê o acréscimo de matéria orgânica no solo, diminuindo a erosão do solo dessas áreas. Ou seja, a quantidade de sedimentos que vão para os rios são menores. Há um significativo aumento da biomassa e do carbono fixado. Conforme a região, um hectare de pastagem degradada possui aproximadamente 2 toneladas de carbono acima do solo, já um hectare de agrofloresta pode chegar a 100 toneladas.”</p>
<p>O sistema que promove a integração de florestas com a agricultura pode ser implantado em qualquer bioma de qualquer região. Para que os agricultores tenham resposta rápida, o ideal é que escolham espécies típicas de sua região. E misturar espécies agrícolas, gramíneas, arbustivas, frutíferas e florestais é permitido. O agricultor só precisa estar preparado para o tempo no qual cada uma vai se desenvolver e produzir.</p>
<p>“É diferente de uma monocultura, onde o foco e a implantação de uma cultura única, como por exemplo, milho, feijão, banana, cacau, açaí ou seringueira. Quando se planta tudo ao mesmo tempo, em geral, no primeiro ano o agricultor vai colher milho e o feijão. Já as espécies frutíferas produzem no segundo ano e as florestais nos anos posteriores, conforme as condições do solo e clima da região. Tudo isso forma uma composição diversificada”, conta Édson Bolfe.</p>
<p>Uma grande vantagem para o agricultor é não precisar lidar com “pragas e doenças”. Como a biodiversidade é elevada, dificilmente elas atacam espécies presentes em agroflorestas:</p>
<p>“Se aparece uma lagarta, por exemplo, rapidamente um passarinho vem comê-la. Chamamos isso de controle biológico. Dessa forma, os agricultores não precisam utilizar agrotóxicos e podem vender seus produtos como orgânicos”.</p>
<p>Para diferenciar uma floresta de uma agrofloresta é só verificar a quantidade de espécies presentes na área e sua distribuição espacial na região:</p>
<p>“A agrofloresta possui em torno de dez a vinte espécies. Já uma floresta natural possui centenas de espécies por hectare. Utilizando ainda as imagens de satélite podemos ter uma visão sintética da distribuição espacial dessas áreas, produzindo informações e mapas que são fundamentais no planejamento do uso da terra e em processos de tomada de decisão para o agricultor e para os órgãos públicos”.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/07/saiba-o-que-e-e-como-funciona-um-sistema-agroflorestal-saf.html">Globo Ecologia - Saiba o que é e como funciona um Sistema Agroflorestal</a></p>
<hr>
<h2>Os SAFs são muito eficientes para recuperação de passivo ambiental</h2>
<blockquote><p>
<strong>O engenheiro agrônomo André Luiz Rodrigues Gonçalves fala sobre florestas recuperadas com ajuda dos Sistemas Agroflorestais</strong></p>
<p>O Globo Ecologia deste sábado fala sobre o Sistema Agroflorestal, também conhecido como SAF, que vem tornando possível a atuação de agricultores no cultivo de diferentes espécies e incentivando a recuperação das florestas do Brasil. Em muitos casos, as agroflorestas surgem em áreas degradadas. O reflorestamento faz com que a biodiversidade tanto da fauna quanto da flora se eleve. Em um SAF, também se vê a elevação da matéria orgânica no solo. E há ainda o aumento da biomassa e do carbono.</p>
<p>O engenheiro agrônomo André Luiz Rodrigues Gonçalves, coordenador técnico do Centro Ecológico e professor de Agroecologia do Instituto Federal Catarinense – IFC, fala sobre as florestas recuperadas com ajuda dos SAFs:</p>
<p>Foi natural o início do processo de recuperação das florestas por meio dos Sistemas Agroflorestais?<br />
Começou a acontecer tanto de forma natural como a partir da intervenção de projetos.</p>
<p>Essa recuperação só ocorre quando há agroflorestas ou é possível um agricultor familiar de monocultura recuperar uma área degradada?<br />
É possível recuperar uma área degradada por diversos métodos, mas os Sistemas Agroflorestais são muito eficientes para recuperação de passivo ambiental e simultaneamente para a geração de renda para agricultores familiares.</p>
<p>Na prática, qual é o mecanismo usado na recuperação?<br />
Implantação de diversas espécies típicas do bioma.</p>
<p>Quais são as principais espécies plantadas nesse intuito de recuperar florestas?<br />
Na nossa região, o palmiteiro é uma das principais.</p>
<p>Você sabe de alguma espécie que tenha saído do risco?<br />
Não acredito que isso tenha acontecido ainda.
</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/07/os-safs-sao-muito-eficientes-para-recuperacao-de-passivo-ambiental.html">Globo Ecologia - Os SAFs são muito eficientes para recuperação de passivo ambiental</a></p>
<hr>
<h2>Parece açaí, mas é a fruta da juçara</h2>
<blockquote><p>
O Globo Ecologia já falou sobre o risco que a palmeira juçara (Euterpe edulis) corre de desaparecer e, consequentemente, causar um efeito cascata destruidor na Mata Atlântica (<a href="http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/06/palmito-jucara-uma-palmeira-ameacada-na-mata-atlantica.html">saiba mais detalhes</a>). Tudo isso por causa do corte ilegal para a retirada do palmito. Na edição que explora o tema Agroflorestas, o repórter Tiago de Barros mostra que agricultores não vêem vantagem em derrubar a palmeira desde que se deram conta de que podem produzir polpa muito semelhantes a do já tradicional açaí do açaizeiro do Norte (Euterpe oleracea) e ainda vender as sementes da juçara. Além de terem descoberto uma nova e ótima fonte de renda, esses homens ainda colaboram com a recuperação da espécie presente nas florestas da Mata Atlântica, do Rio Grande do Sul até o sul da Bahia.</p>
<p>“Iniciamos um trabalho que tinha como enfoque a Agrofloresta. Fazíamos capacitação e formação de agentes agroflorestais dentro de comunidades indígenas, caiçaras e quilombolas. O manejo da palmeira juçara era uma das ações e acabou ganhando uma outra dimensão, porque passou a contribuir com a renda familiar ao mesmo tempo em que estávamos recuperando áreas de florestas. A juçara era intocável e, hoje, temos 40 famílias retirando frutos e sementes de palmeiras que já estavam plantadas em áreas naturais ou plantando e cultivando juçaras em agroflorestas. Com o manejo do fruto, mantemos a espécie em pé”, diz a engenheira florestal Cristiana Reis, coordenadora do projeto Juçara do Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica (Ipema).</p>
<p>O Ipema tem como função fomentar e difundir a permacultura para a criação de assentamentos humanos sustentáveis em Ubatuba, município de São Paulo. O projeto coordenado por Cristiana Reis tem como foco a consolidação da cadeia produtiva da juçara para produção de poupa e recuperação do estoque natural das sementes da palmeira ameaçadas de extinção. A aldeia Boa Vista, por exemplo, investe no plantio e na recuperação da árvore, contribuindo com a recuperação da espécie. As sementes são vendidas e replantadas em florestas da Mata Atlântica. As comunidades que congelam a poupa vendem como alimento. Escolas de Ubatuba, São Luis do Ipatinga e Natividade da Serra adotaram a juçara na merenda escolar e já existe até o projeto de um livro de receitas de pratos preparados com a fruta.</p>
<p>“É muito rentável. Para fazer farinha de mandioca, é preciso plantar, colher e produzir a farinha. Em um dia, a juçara gera quatro vezes mais. Aqui na nossa região, a poupa do açaí chegou antes de fazermos esse trabalho. A juçara é mais leve e é mais palatável. A gente começou a trabalhar a comercialização como um produto diferenciado e tivemos resultados muito interessantes. A polpa de juçara tem uma versatilidade impressionante. Dá para fazer suco, polpa batida como o açaí na tijela e tem também uma culinária sendo desenvolvida, com risoto de frutos do mar com juçara, estrogonofe, mousse e bolo. Este ano, promovemos um festival gastronômico e os restaurantes desenvolveram pratos, que entraram para o cardápio. Temos agora um projeto de livro de receitas feito pelas comunidades”, adianta Cristiana.</p>
<p>Ações como essa estão sendo pensadas no intuito de incentivar o consumo da juçara, ainda muito incipiente no Brasil. No litoral do Rio Grande do Sul e sul de Santa Catarina, o Centro Ecológico, que trabalha com Assessoria e Formação em Agricultura Ecológica, tem 30 dos 200 agricultores que orientam cultivando a palmeira juçara. O mercado ainda é fechado na própria região e  não é possível atender a demandas de fora, mas municípios como Três Cachoeiras também absorveram a juçara para merenda escolar.</p>
<p>“Trabalhamos há 17 anos com a conversão dos sistemas tradicionais para os agroecológicos. Um deles é o de implantação de Sistemas Agroflorestais, pensando na preservação ambiental. O trabalho com a juçara tem destaque já há oito anos, mas a palmeira leva mais ou menos oito anos para dar fruto. Depois, a safra é anual. E, quando o fruto é retirado, a palmeira não morre, como acontece quando retiram o palmito. Cada pé chega a dar cinco quilos de açaí de juçara, e cada quilo é vendido a R$ 1, ou seja, o lucro é duas vezes e meio maior do que o do palmito, que é vendido a R$ 2”, diz o engenheiro agrônomo André Luiz Rodrigues Gonçalves, coordenador técnico do Centro Ecológico e professor de Agroecologia do Instituto Federal Catarinense - IFC.</p>
<p>Açaí de juçara? Isso mesmo... É tudo tão novo que até o nome do produto ainda é controverso.</p>
<p>“O nome é polêmico. Tem gente, como eu, que defende o nome açaí do juçara. Outras pessoas acham que não, que temos que ter identidade própria. Mas tanto um quanto o outro são semelhantes e vêm de palmeiras, só que de diferentes espécies. Como eu atuo diretamente com agricultores e nossos trabalhos são conectados com o mercado, para facilitar negociações financeiras, usamos o nome já consagrado”, explica André.
</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://redeglobo.globo.com/globoecologia/noticia/2011/07/parece-acai-mas-e-fruta-da-jucara.html">Globo Ecologia - Parece açaí, mas é a fruta da juçara</a></p>
<hr>
Veja também <a href="http://redeglobo.globo.com/globoecologia/fotos/2011/07/agroflorestas.html">fotos publicadas no site do Globo Ecologia</a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JY5JyI3T5lpJK6e8ahgfLHOHXCY/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JY5JyI3T5lpJK6e8ahgfLHOHXCY/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JY5JyI3T5lpJK6e8ahgfLHOHXCY/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JY5JyI3T5lpJK6e8ahgfLHOHXCY/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/GDwIXB5Har4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Baru, do desprezo ao estrelato</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 15:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A castanha do cerrado hoje sustenta a fama de afrodisíaco e ganha mercado Revista Terra da Gente &#8211; Valdemar Sibinelli Há pouco mais de uma década, o ‘viagra do Cerrado’ se mantinha restrito aos pastos, disputado entre o gado e &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/05/baru-do-desprezo-ao-estrelato/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A castanha do cerrado hoje sustenta a fama de afrodisíaco e ganha mercado</strong></p>
<p><a href="http://eptv.globo.com/emissoras/NOT,0,0,343308,Baru+do+desprezo+ao+estrelato.aspx"><img class="aligncenter size-full wp-image-1380" title="baru-revista-terra-da-gente" src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/05/baru-revista-terra-da-gente.jpg" alt="" width="620" height="409" /></a><a href="http://eptv.globo.com/emissoras/NOT,0,0,343308,Baru+do+desprezo+ao+estrelato.aspx">Revista Terra da Gente &#8211; Valdemar Sibinelli</a></p>
<p><span id="more-1379"></span>Há pouco mais de uma década, o ‘viagra do Cerrado’ se mantinha  restrito aos pastos, disputado entre o gado e a fauna silvestre, além  das crianças, que o comiam escondido. Antes, só o gado, animais  silvestres, índios e crianças desobedientes comiam. Hoje é matériaprima  para dezenas de produtos, artesanais e industrializados, que chegam até a  Alemanha. E opção de trabalho e renda para muitas comunidades na  exploração ambientalmente sustentável. O fruto desconhecido na maioria  das capitais e em franca ascensão nos mercados do Cerrado brasileiro, de  onde é nativo, é o <a href="http://eptv.globo.com/terradagente/0,0,4,42;7,baru.aspx" target="_blank">baru (</a><em>Dipteryx alata</em>), também conhecido como cambaru, cumaru, barujó ou castanha-de-ferro.</p>
<p><img src="http://eptv.globo.com/dbimagens/20110406131935.jpg" alt="" align="left" />Além  do valor culinário, a &#8216;castanha do Cerrado&#8217; tem valor medicinal, em  algumas comunidades é usada contra reumatismo e como reguladora da  menstruação, mesmo sem comprovação científica. A fama mais comum, em  todas as regiões, é claro, a de afrodisíaco. Pode ser pelo gosto  semelhante ao do amendoim — os dois são da família das leguminosas.  Certo, mesmo, é que o baru é poderoso revigorante, graças às suas  propriedades nutricionais.</p>
<p>Análises realizadas pelo Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, e pela  Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostram que a castanha do  baru é rica em fósforo, potássio, cálcio, magnésio, zinco e ferro; em  ácidos graxos essenciais e em vitamina E, aquela  ‘anti-envelhecimento’.</p>
<p>Os teores desses nutrientes no baru superam os da soja, da castanha-  de-caju e da castanha-do-Brasil. Tantas propriedades, mais a influência  psicológica da fama, justificam o apelido de &#8216;viagra do Cerrado&#8217;.  Diz-se, até, que na época da safra, de julho a outubro, aumenta o número  de mulheres que engravidam.</p>
<p>A fama é recente, já que por muito tempo o baru ficou restrito aos  pastos. Bois e vacas lambem a polpa adocicada, disputando com animais  silvestres os frutos caídos do baruzeiro. Sombra boa e fruta fresca  justamente na dura época da estiagem. Para os índios Xavantes, de Mato  Grosso, o baru era fonte de proteína garantida durante as jornadas de  caça longe da aldeia.</p>
<p>Para as crianças da roça, era o ‘baru-barata’ ou ‘coquinho-barata’,  cuja casca dura, lenhosa, era quebrada a pedradas para se separar a  polpa da semente (a castanha). &#8220;Dava um trabalho danado para tirar a  semente; o fruto levava muitas pedradas e a castanha saía sempre  esmagada. Não era gostoso, mas valia a diversão&#8221;, conta Cirley Motta,  secretária do Centro de Estudos e Exploração Sustentável do Cerrado  (Cenesc). Dependendo da quantidade ingerida, o fruto ‘remoso’ (a  castanha crua) dá dor de barriga e ‘bereba’. Por isso, as crianças  comiam o ‘fruto proibido’ escondidas dos pais. Os goianos consideram o  baru ‘comida quente’.</p>
<p><img src="http://eptv.globo.com/dbimagens/20110406131949.jpg" alt="" align="left" />O  fruto — e sua castanha — começou a deixar de ser vilão entre 1996 e  1997, quando, no povoado de Bom Jesus, em Pirenópolis, Goiás, o artesão  Edmilson Vasconcelos resolveu torrar a amêndoa e oferecer, como  tira-gosto, primeiro aos amigos e depois em encontros e reuniões, a  pedidos. Outros moradores aproveitaram o sucesso da nova iguaria e  passaram a coletar o fruto para aproveitamento da semente, uma  alternativa à derrubada da árvore para uso da madeira. O principal  problema era o mesmo das crianças: a dificuldade para quebrar a casca  sem esmagar a semente.</p>
<p>Veio então o ‘avanço tecnológico’ capaz de assegurar viabilidade  econômica e escala de mercado ao consumo do baru: o então técnico e hoje  presidente do Centro de Tecnologia Agroecológica de Pequenos  Agricultores (Agrotec), de Diorama, Goiás, Vanderlei de Castro, criou  uma espécie de guilhotina com a adaptação de uma foice e uma alavanca  num toco de madeira: o &#8216;quebrador de baru&#8217;.</p>
<p>A castanha torrada passou a ser vendida, com sucesso, no comércio,  nas pousadas e em acampamentos de turistas. &#8220;A castanha de baru torrada  atende tanto a população rural, como fonte de proteína para combate à  fome, quanto os turistas em suas caminhadas ecológicas por Pirenópolis, e  em especial os vegetarianos e os adeptos de uma alimentação natural e  saudável&#8221;, garante o zootecnista Luís Carrazza, que implantou naquele  município o projeto de Desenvolvimento Sustentável na Exploração do  Baru, da Fundação Pró-Natureza (Funatura) e Cenesc.</p>
<p>Com apoios e parcerias de órgãos de governo e organizações  não-governamentais, o Projeto Baru aglutinou extrativistas, agricultores  familiares, ambientalistas e pesquisadores no levantamento dos  problemas e na busca de soluções comuns. Depois do &#8216;cortador&#8217;, o segundo  avanço tecnológico que viabilizou o aproveitamento em escala industrial  do baru em Pirenópolis foi a implantação, em 2004, de uma unidade de  processamento integral.</p>
<p>A experiência pioneira de Pirenópolis então se espalhou por outros  municípios de Goiás e de outros Estados produtores. No Mato Grosso do  Sul, onde o fruto é mais conhecido por cumbaru, as famílias do  assentamento rural Andalucia, em Noiaque, produzem de forma artesanal  pães, bolos, biscoitos e doces, para uso próprio e venda a comerciantes.  Em parceria com outro grupo de trabalho comunitário, de Diorama, Goiás,  os assentados já fizeram até uma pequena exportação para Alemanha de  produtos derivados do baru.</p>
<p>O objetivo agora é fornecer os produtos para incremento da merenda  escolar, principalmente nas escolas dos assentamentos, explica a bióloga  Rosane Bastos, assessora técnica do Centro de Produção, Pesquisa e  Capacitação do Cerrado (Ceppec), fundado pelos próprios assentados.  Segundo Rosane, &#8220;isso não só é importante do ponto de vista econômico,  como também para difundir a importância da conservação dessa espécie que  pode gerar uma infinidade de produtos&#8221;.</p>
<p>A matéria-prima vem dos três mil baruzeiros do próprio Assentamento e  o extrativismo é controlado. As famílias não cortam mais o pé para  vender a madeira, muitas já plantam sementes e não colhem todos os  frutos. Parte deles fica para os animais se alimentarem com a polpa e  dispersarem a semente. Os assentados se conscientizaram de que esses  cuidados ambientais são necessários para a concretização dos planos de  profissionalização das famílias, com atração de investimentos e  parceiros. O Ceppec agora planeja envolver outros assentamentos na  criação de um Corredor do Extrativismo para ganhar escala de mercado e  tornar o baru um produto forte no mercado.</p>
<p>Este é o objetivo também do Projeto Baru, desenvolvido pelo Centro de  Desenvolvimento Agroecológico do Cerrado (Cedac), numa área que é uma  triste amostra do que acontece em 80% do Cerrado brasileiro: um cenário  devastado pelo cultivo da soja e pela agropecuária. O Projeto tem sede  na cidade goiana de Caldazinha, onde está a unidade de beneficiamento.  Envolve diretamente 550 famílias de 20 municípios de Goiás e Minas  Gerais. Os produtos derivados do baru são vendidos pelos próprios  agroextrativistas, participantes da Rede de Comercialização Solidária. E  a farinha de baru é utilizada em algumas escolas de Goiânia.</p>
<p>A matéria-prima ainda depende do extrativismo sustentável, mas os  agricultores começam a colher os primeiros frutos do plantio feito há  cinco anos, em parceria com o Programa Nacional de Florestas. “Com a  estruturação da cadeia sócio-produtiva do baru, os agroextrativistas  buscam diversificar seus sistemas de produção em áreas de pastagens,  implantando quebra-ventos e sistemas agroflorestais”, explica a agrônoma  Alessandra Karla da Silva, coordenadora do Cedac.</p>
<p>O extrativismo sustentável é uma preocupação comum a todos que  exploram comercialmente o baru. O plantio é controlado, para evitar a  monocultura. A Embrapa Cerrados produz mudas selecionadas para garantir a  qualidade do reflorestamento. A botânica Sueli Matiko Sano, doutora em  Ecologia, explica que o baruzeiro é uma árvore indicada para  reflorestamentos “porque é uma espécie-chave, isto é, muitas espécies se  alimentam dos seus frutos, no período de pouca oferta de alimentos”.  Além disso, a grande produção de folhas beneficia a ciclagem de  nutrientes e a formação de matéria orgânica no solo. E a madeira, de  ótima qualidade, contribui com o seqüestro de carbono.</p>
<p>Apesar dessas iniciativas positivas, o baruzeiro é uma espécie  ameaçada pelas mesmas causas da devastação acelerada do Cerrado:  desmatamento para extração de madeira, expansão de soja e de outras  monoculturas de grãos e formação de pastagens. Mas fazendeiros e  agricultores já percebem, &#8216;na ponta do lápis&#8217;, que o baruzeiro vale mais  em pé do que derrubado. “No momento, explorar o fruto, mantendo a  árvore em pé, é muito mais interessante, pois não há necessidade de  grande capital para a produção”, explica a pesquisadora Sueli Sano.</p>
<p>Para o zootecnista Luís Carrazza, assessor de projetos de  desenvolvimento regional sustentável em todo o Cerrado, a &#8216;descoberta&#8217;  do baru pode ajudar a salvar da devastação o bioma que ocupa um quarto  do território nacional: “Não é preciso derrubar para ter retorno  econômico. E, como o baru, outros frutos típicos também podem gerar  renda. É a valorização do Cerrado em pé”.</p>
<p><strong>Do pasto ao pesto, para tudo e para todos<br />
</strong></p>
<p>A árvore frondosa, de até 25 metros de altura, com copa densa e  arredondada, dá ótima sombra para o gado até no período da seca. Da  polpa se fazem ração animal e farinha. E também se extrai um óleo  comestível, de excelente qualidade, insaturado, que previne o  entupimento das artérias coronárias, a exemplo do azeite puro de oliva.  Outro emprego do óleo do baru é como aromatizante para o fumo. A torta  das sementes trituradas pode ser aproveitada em granolas, como ração ou  em adubo.</p>
<p>A Universidade Federal de Goiás (UFG) estuda o potencial do baru como  matéria- prima de biodiesel. A madeira, muito resistente, dentre outras  utilidades serve para mourão de cerca. Até o que ia para o lixo agora é  aproveitado: em Pirenópolis, os resíduos do baru viraram um carvão de  qualidade, com alto poder calorífico, para uso doméstico e industrial.  Aprovado na fase experimental, neste ano o carvão de baru começa a ser  produzido em escala industrial. Menos lixo no ambiente e mais árvores em  pé.</p>
<p>Mas é a semente (castanha ou amêndoa) que está transformando o baru  na estrela do Cerrado. O produto mais popular ainda é a castanha  torrada, com ou sem sal, vendida em todo o Planalto Central e na região  Norte, desde Minas Gerais até a costa atlântica do Maranhão. Em São  Paulo, já está numa rede de supermercados.</p>
<p>A versatilidade da castanha e a criatividade das donas de casa  transformam o baru em doces, geléias, bombons, paçoca, rapadura,  pé-de-moleque e farinha. Mesmo antes de conquistar tanto mercado, o baru  despertou a atenção do cozinheiro italiano Gennaro Salvemini, que  esteve em Pirenópolis de férias, em 1997, e resolveu ficar no Brasil. Há  cinco anos ele mantém, em Goiânia, uma empresa especializada em  produtos com ingredientes locais, entre eles a castanha de baru.</p>
<p>Cozida, ela é a base para uma variação do molho pesto. Curtida em  álcool de cereais, dá um licor cremoso. Outra versão sofisticada são os  crisps, que acompanham o sorvete de cajuzinho-do-Cerrado num lounge de  Brasília. Na culinária sofisticada ou na popular, o baru dá asas à  imaginação de chefs, cozinheiros e diletantes na cozinha.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AJyqgiftd06Uo3bWXvLv70s6_dg/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AJyqgiftd06Uo3bWXvLv70s6_dg/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>Sistemas Agroflorestais em Espaços Protegidos</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 16:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cartilha da SMA-SP, sobre a legislação do estado de São Paulo para implantação de SAFs, principalmente em pequenas propriedades. (formato PDF 5 Mb)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/05/SAF_em_espacos_protegidos-capa.gif"><img class="size-full wp-image-1385 alignright" title="SAF_em_espacos_protegidos-capa" src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/05/SAF_em_espacos_protegidos-capa.gif" alt="" width="300" height="424" /></a>Cartilha da SMA-SP, sobre a legislação do estado de São Paulo para implantação de SAFs, principalmente em pequenas propriedades. (formato PDF 5 Mb)</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QgxYtgSJ_NfUWNZYzE6aBrvOJaQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QgxYtgSJ_NfUWNZYzE6aBrvOJaQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QgxYtgSJ_NfUWNZYzE6aBrvOJaQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QgxYtgSJ_NfUWNZYzE6aBrvOJaQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/ui7UZXRrmMc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Projeto Jussara resgatando a palmeira e fortalecendo as comunidades de Ubatuba e região</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 17:14:50 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/05/2011-05-redetv-projeto-jussara.jpg"><img src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/05/2011-05-redetv-projeto-jussara.jpg" alt="" title="2011-05-redetv-projeto-jussara" width="320" height="179" class="alignleft size-full wp-image-1371" /></a>&#8220;O programa Good News da RedeTV exibiu no dia 7/5/2011 um reportagem sobre o trabalho de recuperação da palmeira juçara, desenvolvido por três comunidades do litoral norte de São Paulo e Vale do Paraíba. A palmeira juçara é uma espécie de extrema importância para a biodiversidade da Mata Atlântica e está ameaçada de extinção.&#8221;<br />
<span id="more-1363"></span><br />
Grande exemplo de projeto que une preservação a desenvolvimento comunitário e de mercado de produtos locais.</p>
<p><strong>Parte 1</strong><br />
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<br /><br />
<strong>Parte 2</strong><br />
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rJfrO_NurG1OCKrSSSkDsPv3Qls/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rJfrO_NurG1OCKrSSSkDsPv3Qls/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rJfrO_NurG1OCKrSSSkDsPv3Qls/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rJfrO_NurG1OCKrSSSkDsPv3Qls/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/WcPNRivki60" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Frutas do cerrado em picolés</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 18:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É emocionante conhecer histórias de pessoas da terra, como o do &#8220;seu Zé&#8221; Ferreira, muito popular aqui no site. Conheça mais uma dessas histórias, do &#8220;seu&#8221; Clóvis fundador da Milka Sorvetes, hoje Frutos do Brasil, com franquias em todo Brasil. &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/04/frutas-do-cerrado-em-picoles/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É emocionante conhecer<a title="Família Ferreira – Sítio São José" href="http://www.agrofloresta.net/2010/07/familia-ferreira-bom-jeitinho-brasileiro/"> histórias de pessoas da terra, como o do &#8220;seu Zé&#8221; Ferreira</a>, muito popular aqui no site. Conheça mais uma dessas histórias, do &#8220;seu&#8221; Clóvis fundador da <a href="http://www.frutosdocerrado.com.br/frutos/sobre.php">Milka Sorvetes, hoje Frutos do Brasil</a>, com franquias em todo Brasil.<br />
<span id="more-1305"></span></p>
<blockquote><p>A Frutos do Cerrado foi fundada em 1996, na cidade de Goiânia, Goiás,  pelo sr. Clóvis José de Almeida e Sra. Milca Alves Lourenço, com o nome  Milka Sorvetes. A idéia era aproveitar as frutas nativas do Cerrado na  fabricação de picolés e sorvetes. No começo, a Milka produzia os sabores  comuns e uma pequena linha de sabores do Cerrado. Para a surpresa até  mesmo do Sr. Clóvis, os picolés e sorvetes à base de frutas do Cerrado  se esgotaram em poucas horas, e quem os experimentava logo virava  freguês. Com o sucesso dos picolés, a Milka Sorvetes sempre acrescentava  um novo sabor na sua linha Cerrado, em pouco tempo mais de 20  diferentes sabores nativos já faziam parte do cardápio da empresa.</p></blockquote>
<p>Conheci o seu Clóvis a muitos anos atrás quando morava em Goiás, palestrante carimbado de encontro de agricultores, é realmente uma inspiração para todas as famílias que lutam para viver da terra e para todos que acreditam na riqueza da biodiversidade brasileira.</p>
<p>A reportagem foi ao ar na série Virei Patrão do Jornal da Record em 29/Março/2011.</p>
<p>Vale a pena conferir:</p>
<p><iframe width="445" height="270" frameborder="0" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" src="http://www.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?play=true&#038;idMedia=ec230bc9fda5db73cc499c094f63e806&#038;video=http%3A%2F%2Fwebcast.sambatech.com.br%2F000482%2Faccount%2F8%2F3%2Fec230bc9fda5db73cc499c094f63e806%2FER7_RE_JR_VIREIPATRAOOK_452kbps_2011-03-29.mp4%3Fc593e66de0e460110dd967262e551f8e46fa359b8f2a93de9359377621aeca62b92f5cd1a61b314536cc5a478ba897429abea1f5c4d4988ccac6455f85dc6b47fe4bb8fa13bfac2ea381285d72372899&#038;linkCallback=http%3A%2F%2Fnoticias.r7.com%2Fvideos%2Fvirei-patrao-conheca-o-homem-que-transformou-frutas-do-cerrado-em-picoles%2Fidmedia%2Fec230bc9fda5db73cc499c094f63e806.html&#038;thumbnail=http%3A%2F%2Fwebcast.sambatech.com.br%2F000482%2Faccount%2F8%2F3%2Fthumbnail%2Fmedia%2Fec230bc9fda5db73cc499c094f63e806%2FER7_RE_JR_VIREIPATRAOOK_452kbps_2011-03-290.3963068383745849.jpg%3Fc593e66de0e460110dd9672728551f8e0b39f1fa8e06087f2309086b933f205a117ddcc71683b4a38657bc783cdbf5aa21fd24b9f80b79b34522fbe64a583cedc3e9b3d1c1a8471ca7ef291ab9c1195e6aabd2dfaeed201d52819e3315e038f4&#038;idCategory=66"></iframe></p>
<p>Link da matéria: <a href="http://noticias.r7.com/videos/virei-patrao-conheca-o-homem-que-transformou-frutas-do-cerrado-em-picoles/idmedia/ec230bc9fda5db73cc499c094f63e806.html">http://noticias.r7.com/videos/virei-patrao-conheca-o-homem-que-transformou-frutas-do-cerrado-em-picoles/idmedia/ec230bc9fda5db73cc499c094f63e806.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Iqn5Ch24nF254unsnyJpU_E6zTQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Iqn5Ch24nF254unsnyJpU_E6zTQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Iqn5Ch24nF254unsnyJpU_E6zTQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Iqn5Ch24nF254unsnyJpU_E6zTQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/WNUY7D9aE70" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Projeto Juçara no Planeta Vanguarda</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 13:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ipema]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;A TV Vanguarda levou ao ar no dia 18 de fevereiro de 2011 o programa Planeta Vanguarda, cujo tema era o Projeto Juçara e o festival Gastronomia Juçareira. Não só a sua exibição, como as chamadas que aconteceram em diversos &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/03/projeto-jucara-no-planeta-vanguarda/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/03/planeta-vanguarda-2011-02-18-globo_snapshot.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1285" title="planeta-vanguarda-2011-02-18-globo_snapshot" src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/03/planeta-vanguarda-2011-02-18-globo_snapshot.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a>&#8220;A TV Vanguarda levou ao ar no dia 18 de fevereiro de 2011 o programa Planeta Vanguarda, cujo tema era o <a href="http://www.projetojucara.org.br/">Projeto Juçara</a> e o festival Gastronomia Juçareira. Não só a sua exibição, como as chamadas que aconteceram em diversos horários durante toda a semana anterior contribuiram para ampliar a divulgação do evento e das ações que o projeto vem desenvolvendo na região da Mata Atlântica. Excelente resultado que já trouxe retorno pelo interesse que despertou no público da região. Assistam.&#8221;
<br>
<span id="more-1281"></span>
<div id="flashcontainer3181"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="450" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true"><param name="movie" value="http://www.politube.org/flvplayer.swf" /> <param id="param_3181" name="flashvars" value="file=http://www.politube.org/flv/3181.flv&amp;image=http://www.politube.org/thumb/3181&amp;largecontrols=false&amp;showdigits=true&amp;callback=http://www.politube.org/flv_callback/3181&amp;autostart=false" /> <embed id="embed_3181" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="450" src="http://www.politube.org/flvplayer.swf" allowfullscreen="true" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" flashvars="file=http://www.politube.org/flv/3181.flv&amp;image=http://www.politube.org/thumb/3181&amp;largecontrols=false&amp;showdigits=true&amp;callback=http://www.politube.org/flv_callback/3181&amp;autostart=false"></embed></object></div>
Parabéns a equipe do Projeto Jussara do Ipema!
fonte: <a href="http://www.projetojucara.org.br/projeto-jucara-no-planeta-vanguarda/">site do Projeto Juçara</a>
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-qAPjdeK582luWeEyI88sIct1UA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-qAPjdeK582luWeEyI88sIct1UA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-qAPjdeK582luWeEyI88sIct1UA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-qAPjdeK582luWeEyI88sIct1UA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/JNypn0fNdmM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O papel dos sistemas agroflorestais para usos sustentáveis da terra e políticas públicas relacionadas – Parte 1</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/agrofloresta/~3/kcpNjBeXdW4/</link>
		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/02/o-papel-dos-sistemas-agroflorestais-para-usos-sustentaveis-da-terra-e-politicas-publicas-relacionadas-relatorio-sintese-e-estudos-de-caso/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 17:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros e Revistas]]></category>
		<category><![CDATA[PDA]]></category>

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		<description><![CDATA[Relatório síntese e estudos de caso. Por Jorge Luiz Vivan. Estudos PDA &#8211; Numero 1 &#8211; Dezembro 2010. Disponível também no site do PDA.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/02/capa-estudo-pda-1.gif"><img class="size-medium wp-image-1264 alignright" title="capa-estudo-pda-1" src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/02/capa-estudo-pda-1-234x300.gif" alt="" width="234" height="300" /></a>Relatório síntese e estudos de caso. Por Jorge Luiz Vivan. Estudos PDA &#8211; Numero 1 &#8211; Dezembro 2010. Disponível também no <a href="http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=publicacao.publicacoesPorSecretaria&amp;idEstrutura=51">site do PDA</a>.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/R7y7ZvkSEYHvtGURCHmtBwCO8TI/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/R7y7ZvkSEYHvtGURCHmtBwCO8TI/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/R7y7ZvkSEYHvtGURCHmtBwCO8TI/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/R7y7ZvkSEYHvtGURCHmtBwCO8TI/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/kcpNjBeXdW4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Rede Juçara</title>
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		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/02/rede-jucara/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 17:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[jussara]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[PDA]]></category>

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		<description><![CDATA[A Rede Juçara é uma articulação de organizações e produtores que trabalham com o uso sustentável da Palmeira Juçara (Euterpe Edulis) nos estados do RS, SC, SP e RJ. Seu principal foco é o desenvolvimento das cadeias produtivas da polpa &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/02/rede-jucara/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.redejucara.org.br"><img class="aligncenter size-full wp-image-1247" title="site-rede-jucara" src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/02/site-rede-jucara.jpg" alt="" width="500" height="480" /></a>A Rede Juçara é uma articulação de organizações e produtores que  trabalham com o uso sustentável da Palmeira Juçara (Euterpe Edulis) nos  estados do RS, SC, SP e RJ. Seu principal foco é o desenvolvimento das  cadeias produtivas da polpa dos frutos e das sementes, aliadas à  conservação da espécie, tendo como principais protagonistas agricultores  familiares e comunidades tradicionais na Mata Atlântica.</p>
<p>Saiba mais sobre a rede, sobre os projetos e sobre a palmeira no site: <a href="http://www.redejucara.org.br">www.redejucara.org.br</a>.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FMYwRSrbUakLe5N_iddOYBzNTvM/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FMYwRSrbUakLe5N_iddOYBzNTvM/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FMYwRSrbUakLe5N_iddOYBzNTvM/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FMYwRSrbUakLe5N_iddOYBzNTvM/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/yWfIK6OXYYA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Projeto Juçara</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/agrofloresta/~3/NR-t-QA-9Ho/</link>
		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/02/projeto-jucara/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Feb 2011 11:56:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Ipema]]></category>
		<category><![CDATA[jussara]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Ubatuba]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agrofloresta.net/?p=1231</guid>
		<description><![CDATA[O projeto Juçara, é uma iniciativa do Ipema para divulgar o uso dos frutos da palmeira Juçara e consolidar sua cadeia produtiva na região da Mata Atlântica do litoral norte de São Paulo. Acesse o site e saiba mais sobre &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/02/projeto-jucara/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto Juçara, é uma iniciativa do <a href="http://www.ipemabrasil.org.br/portugues.html">Ipema </a>para divulgar o uso dos frutos da palmeira Juçara e consolidar sua cadeia produtiva na região da Mata Atlântica do litoral norte de São Paulo.</p>
<p>Acesse o site e saiba mais sobre o projeto e sobre esse maravilhoso fruto: <a href="http://www.projetojucara.org.br/">www.projetojucara.org.br</a></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k7k6sGGjErMxbHvg-v4qzK280U4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k7k6sGGjErMxbHvg-v4qzK280U4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k7k6sGGjErMxbHvg-v4qzK280U4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k7k6sGGjErMxbHvg-v4qzK280U4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/NR-t-QA-9Ho" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Preparação do suco da Bacaba</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/agrofloresta/~3/GbW-XUUoYq4/</link>
		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/02/preparacao-do-suco-da-bacaba/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 11:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[bacaba]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem aqueles que acreditam que o futuro da conservação da Amazônia está na extração de óleos. E nada mais especial que os óleos das palmeiras. açaí, pupunha, buriti&#8230; e a bacaba. Para quem aprecia o suco do açaí, precisa experimentar &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/02/preparacao-do-suco-da-bacaba/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem aqueles que acreditam que o futuro da conservação da Amazônia está na extração de óleos. E nada mais especial que os óleos das palmeiras. açaí, pupunha, buriti&#8230; e a bacaba.</p>
<p>Para quem aprecia o suco do açaí, precisa experimentar a bacaba. Muitas vezes mais nutritivo.<br />
<span id="more-1227"></span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="390" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YcEuno3piCg?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;start=228" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/v/YcEuno3piCg?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;start=228" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Veja também um exemplo da bacaba escura:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/plfpHprAhms?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/v/plfpHprAhms?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0qcYrTT2PMCyDSasgcHhbv6OkjA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0qcYrTT2PMCyDSasgcHhbv6OkjA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0qcYrTT2PMCyDSasgcHhbv6OkjA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0qcYrTT2PMCyDSasgcHhbv6OkjA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/GbW-XUUoYq4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Gravuras de SAF sucessional em alta resolução</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/agrofloresta/~3/onVHAiSt0to/</link>
		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/01/gravuras-de-saf-sucessional-em-alta-resolucao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 12:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agrofloresta.net/?p=1205</guid>
		<description><![CDATA[As gravuras que faziam parte do material da Mochila do Educador Agroflorestal, desenvolvida pelo Projeto Arboreto/Universidade Federal do Acre estão agora disponíveis para serem baixadas em alta resolução. As imagens podem ser utilizadas em apresentações ou serem impressas para trabalhos &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/01/gravuras-de-saf-sucessional-em-alta-resolucao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://media0.agrofloresta.net/static/mochila_do_educador_agroflorestal/animacao.htm"><img class="aligncenter size-full wp-image-1206" title="sucessao-arboreto-linear" src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/01/sucessao-arboreto-linear.jpg" alt="" width="640" height="113" /></a><br />
As gravuras que faziam parte do material da <a href="/educacao-agroflorestal/">Mochila do Educador Agroflorestal</a>, desenvolvida pelo <a href="http://www.ufac.br/pesquisa/pz/arboreto/pz_arboreto.htm" class="broken_link" rel="nofollow">Projeto Arboreto/Universidade Federal do Acre</a> estão agora disponíveis para serem baixadas em alta resolução. </p>
<p><span id="more-1205"></span></p>
<p>As imagens podem ser utilizadas em apresentações ou serem impressas para trabalhos de difusão agroflorestal.</p>
<p><a href="/educacao-agroflorestal/sistema-agroflorestal-sucessional-biodiverso/gravuras-agroflorestais/">Baixe as imagens aqui</a>.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2zMfApPB3RKShZfSDIJTFqU7y0w/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2zMfApPB3RKShZfSDIJTFqU7y0w/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2zMfApPB3RKShZfSDIJTFqU7y0w/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2zMfApPB3RKShZfSDIJTFqU7y0w/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/onVHAiSt0to" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Curso de Ater em sistemas agroflorestais</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/agrofloresta/~3/qPV_KUqh_Fc/</link>
		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/01/curso-de-ater-em-sistemas-agroflorestais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 15:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agrofloresta.net/?p=1214</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;O Ministério do Desenvolvimento Agrário, por meio do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural da Secretaria de Agricultura Familiar (MDA/SAF), realiza cinco cursos, em Belém (PA), para agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) da Amazônia Oriental.&#8221; Curso &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/01/curso-de-ater-em-sistemas-agroflorestais/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;O Ministério do Desenvolvimento Agrário, por meio do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural da Secretaria de Agricultura Familiar (MDA/SAF), realiza cinco cursos, em Belém (PA), para agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) da Amazônia Oriental.&#8221;<span id="more-1214"></span></em></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<th>Curso</th>
<th>Data do curso</th>
<th>Data para inscrição</th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ater em Sistemas Agroflorestais</strong></td>
<td>14 a 25/03</td>
<td>Até 18/02</td>
</tr>
<tr>
<td>Ater em Agroecologia e Produção Agrícola e Pecuária de Base Ecológica</td>
<td>04 a 15/04</td>
<td>Até 11/03</td>
</tr>
<tr>
<td>Análise de Cadeias Produtivas, Organização de Arranjos Produtivos Locais e Organização da Produção e Comercialização</td>
<td>16 a 27/05</td>
<td>Até 20/04</td>
</tr>
<tr>
<td>Aprendizagem e Ação Participativa: Teoria e Prática sobre Diagnóstico, Planejamento e Ação Participativa em Extensão Rural</td>
<td>06 a 17/06</td>
<td>Até 10/05</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="http://www.canalrural.com.br/canalrural/jsp/default.jsp?uf=2&amp;section=Canal%20Rural&amp;id=3175975&amp;action=noticias">Notícia completa aqui</a>. <a href="http://www.ceplacpa.gov.br/site/wp-content/uploads/2011/01/EDITAL_TERMO-CONVOCATORIA.pdf">Edital aqui</a>.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9WJo0RXCP8TP_y6x1tSY3mwf3VE/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9WJo0RXCP8TP_y6x1tSY3mwf3VE/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9WJo0RXCP8TP_y6x1tSY3mwf3VE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9WJo0RXCP8TP_y6x1tSY3mwf3VE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/qPV_KUqh_Fc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Qual o caminho? – Fazenda São Luiz</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/agrofloresta/~3/S60u-ihpeNI/</link>
		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/01/qual-o-caminho-fazenda-sao-luiz/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 09:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[EPTV]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda São Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>
		<category><![CDATA[São Joaquim da Barra]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agrofloresta.net/?p=1104</guid>
		<description><![CDATA[Dois vídeos parte de uma série de reportagens sobre os desafios para o novo governo do estado de São Paulo que foi ao ar em Agosto de 2010 durante a campanha eleitoral. Jornal EPTV Desafios para o próximo governador do &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/01/qual-o-caminho-fazenda-sao-luiz/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-1104"></span>Dois vídeos parte de uma série de reportagens sobre os desafios para o novo governo do estado de São Paulo que foi ao ar em Agosto de 2010 durante a campanha eleitoral.</p>
<h3>Jornal EPTV</h3>
<p>Desafios para o próximo governador do estado de São Paulo. Conciliar desenvolvimento agrícola com o nosso bem estar. Mas qual o caminho?</p>
<div id="flashcontainer3129"><object id="embed_3129" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="450" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="file=http://www.politube.org/flv/3129.flv&amp;image=http://www.politube.org/thumb/3129&amp;largecontrols=false&amp;showdigits=true&amp;callback=http://www.politube.org/flv_callback/3129&amp;autostart=false" /><param name="src" value="http://www.politube.org/flvplayer.swf" /><embed id="embed_3129" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="450" src="http://www.politube.org/flvplayer.swf" flashvars="file=http://www.politube.org/flv/3129.flv&amp;image=http://www.politube.org/thumb/3129&amp;largecontrols=false&amp;showdigits=true&amp;callback=http://www.politube.org/flv_callback/3129&amp;autostart=false" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Se você estiver interessado apenas na parte apresentada pelo Vandeir de Azevedo da Fazenda São Luiz, avance para os 4m35s do vídeo.</p>
<h3>Conceito de Agrofloresta</h3>
<p><em>&#8220;Um dos exemplos de como conciliar desenvolvimento e meio  ambiente vem da  Fazenda São Luiz, que produz cana e desenvolveu  corredores de  biodiversidade. O coordenador do empreendimento, Rodrigo  Junqueira,  explica como isso este conceito de agrofloresta.&#8221;</em></p>
<div id="flashcontainer3130"><object id="embed_3130" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="450" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="file=http://www.politube.org/flv/3130.flv&amp;image=http://www.politube.org/thumb/3130&amp;largecontrols=false&amp;showdigits=true&amp;callback=http://www.politube.org/flv_callback/3130&amp;autostart=false" /><param name="src" value="http://www.politube.org/flvplayer.swf" /><embed id="embed_3130" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="450" src="http://www.politube.org/flvplayer.swf" flashvars="file=http://www.politube.org/flv/3130.flv&amp;image=http://www.politube.org/thumb/3130&amp;largecontrols=false&amp;showdigits=true&amp;callback=http://www.politube.org/flv_callback/3130&amp;autostart=false" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p><a href="http://eptv.globo.com/eleicoes/NOT,0,0,309947,Meio+ambiente+entra+na+agenda+de+desafios+governamentais.aspx" class="broken_link" rel="nofollow">Link para o vídeo na página da EPTV</a>.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NOhtOIjcGAeSGqrX9U4Ifj7Jwk4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NOhtOIjcGAeSGqrX9U4Ifj7Jwk4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NOhtOIjcGAeSGqrX9U4Ifj7Jwk4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NOhtOIjcGAeSGqrX9U4Ifj7Jwk4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/S60u-ihpeNI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<feedburner:origLink>http://www.agrofloresta.net/2011/01/qual-o-caminho-fazenda-sao-luiz/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Terra do ouro doce</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/agrofloresta/~3/DBLKRyjItf4/</link>
		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/01/terra-do-ouro-doce/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 11:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[Equador]]></category>
		<category><![CDATA[Globo Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agrofloresta.net/?p=1147</guid>
		<description><![CDATA[Matéria do Globo Rural exibida em 14/11/2010 sobre a produção da cacau da Amazônia Equatoriana por agricultores familiares em sistemas agroflorestais. &#8220;É no sopé da Cordilheira dos Andes que começa a grande, a imensa floresta que chamamos de amazônica. Hoje, &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/01/terra-do-ouro-doce/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/01/video-cacau-equador-globo-rural-2010.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1148" title="video-cacau-equador-globo-rural-2010" src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/01/video-cacau-equador-globo-rural-2010.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Matéria do Globo Rural exibida em 14/11/2010 sobre a produção da cacau da Amazônia Equatoriana por agricultores familiares em sistemas agroflorestais.<span id="more-1147"></span></p>
<p><em>&#8220;É no sopé da Cordilheira dos Andes que começa a grande, a imensa floresta que chamamos de amazônica.</em></p>
<p><em>Hoje, o Globo Rural vai até um dos menores países da América do sul, o Equador, para conhecer um pedaço de sua floresta.</em></p>
<p><em>Dentro do grande bioma amazônico, a parte que cabe ao Equador é  pequena se comparada com a Amazônia brasileira, a peruana ou a  colombiana, por exemplo. Mas para o Equador, a floresta ocupa quase a  metade do território.</em></p>
<p><em>Como o equador não faz fronteira com o Brasil, em geral sabemos pouco  sobre ele. Mas, tirando os picos nevados e os vulcões, temos muita  coisa em comum. É o que vamos ver na vida dos agricultores que plantam o  cacau que dá um dos melhores chocolates do mundo.&#8221;</em></p>
<h3>Chocolate sustentável</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="523" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1374448&amp;autoStart=false&amp;width=640&amp;height=523" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1374448&amp;autoStart=false&amp;width=640&amp;height=523" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="523" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1374448&amp;autoStart=false&amp;width=640&amp;height=523" quality="high"></embed></object></p>
<h3>Produtores de chocolate fino</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="523" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1374450&amp;autoStart=false&amp;width=640&amp;height=523" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1374450&amp;autoStart=false&amp;width=640&amp;height=523" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="523" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1374450&amp;autoStart=false&amp;width=640&amp;height=523" quality="high"></embed></object></p>
<h2>Transcrição</h2>
<h3>Chocolate sustentável</h3>
<p>gora, numa reportagem internacional, você vai ver uma Amazônia que  nós, brasileiros, praticamente não conhecemos. Nélson Araújo foi ao  Equador para mostrar uma interessante experiência de agricultura  sustentável com pequenos produtores de cacau.</p>
<p>São agricultores que formaram uma cooperativa e, com a ajuda de ONGs,  estão realizando a façanha de exportar não a matéria-prima, o cacau em  pó, como o país sempre fez, mas o chocolate pronto.<br />
O Equador é como  aquele vizinho que a gente quase nunca vê e de quem pouco se sabe. O  povo tem forte influência indígena nos traços e nos costumes, e a  geografia é bem<br />
acidentada. Só de vulcões, o país tem mais de 70.</p>
<p>No mapa da América do Sul, assim como o Chile, o Equador não faz  fronteira com o Brasil. Estamos separados pelo Peru e pela Colômbia, mas  temos uma coisa em comum sobre a qual falamos já, já.  Não é a  Cordilheira dos Andes, em cujos altos se assenta a capital Quito, cidade  muito bonita, a primeira a ser declarada pela ONU como Patrimônio da  Humanidade.</p>
<p>E você sabe por que o Equador ganhou esse nome? Nos arredores da  capital, encontra-se uma explicação magnífica: há construções que fazem  parte de um grande parque chamado “Metade do Mundo”. A alameda central é  cheia de bustos, representando os pesquisadores de uma missão francesa  que foi para o país em 1736. O objetivo era fazer medições científicas  do planeta. A expedição durou nove anos. A torre com uma bola no topo é  um monumento ao que eles encontraram: o ponto exato da metade da Terra.  Foi a partir de lá que projetaram a linha imaginária do Equador, que  quer dizer igualador, que divide um todo em duas partes iguais.</p>
<p>Quem está na metade do mundo pode viver uma experiência interessante.  Numa fração de segundo, atravessar a linha equatorial e passar do  Hemisfério Sul para o Hemisfério Norte. Voltar ou ficar com um pé em  cada lado da Terra.</p>
<p>O complexo em homenagem à missão geodésica é hoje a principal atração  turística continental do país, com quase um milhão de visitantes do  mundo todo por ano.</p>
<p>Nos museus, nos pavilhões científicos, há muito o que se aprender. Dá  para entender porque o país que se chamava Real Audiência de Quito  adotou o nome de Equador. E, achando-se a posição certa, é possível  ficar com o globo terrestre na palma da mão, como fazem a Stefani Marina  e a Marcela Palmilla, amigas de Guayaquil.</p>
<p>A foto, a lembrança  imperdível da Metade do Mundo é ao lado  da  placa indicando que estamos na latitude 000. Essa linha dá a volta ao  mundo e corta inclusive uma parte do Norte do Brasil. Macapá, capital do  Amapá, também está a 00.</p>
<p>Já São Paulo, localizada na parte de baixo, está na latitude de 23°,  hemisfério Sul. No hemisfério Norte, Nova York, se localiza 43° acima.  Voltando ao Equador, seguindo o eixo pra direita, em direção a leste, na  latitude 00, transpomos a Cordilheira do Andes ao que o Brasil tem em  comum com o Equador, apesar da distância e separação: a Floresta  Amazônica.</p>
<p>Assim como o Brasil, praticamente a metade do território equatoriano  se estende pela Amazônia.  Este ponto da maior bacia hidrográfica do  mundo é rico em nascentes.</p>
<p>As plantações de cacau do Equador se espalham por várias regiões. A  que vamos conhecer fica na parte oriental, já em plena Floresta  Amazônica. Os produtores, em sua maioria, são agricultores ribeirinhos.  Para visitar uma propriedade, estamos descendo agora o rio Napo, cujas  águas vêm da Cordilheira dos Andes para ajudar a formar o nosso  Amazonas.</p>
<p>A propriedade nos foi indicada pela associação dos produtores. Fica  no município de Tena, a uma hora e meia da cidade. O proprietário Cesar  Dahua tinha ficado de nos esperar na beira do rio, mas chegamos com duas  horas de atraso. Não encontramos ninguém. Na companhia do agrônomo  Carlos Pozo, saímos a procurá-lo. Na palafita, ele não está.</p>
<p>Carlos vasculha nos arredores e volta informando que por ali também  ele não está. Que situação, hein? Nestes confins da Amazônia  equatoriana, as propriedades não são grandes. Têm em média 50 hectares.  Só que é tudo floresta, e cultivo misturado. Tanto que nem usam palavras  como roça, lavoura, pomar. Falam mata de cacau. Um olho desacostumado  nem vai distinguir os cacaueiros no meio do arvoredo.</p>
<p>Procuramos bastante para lá e para cá e já íamos dando a viagem como  perdida quando, finalmente, logramos encontrar o produtor. Outra palavra  que não se ouve na região é empregado. A família é que faz tudo. Cesar  avoca para si a tarefa de identificar e colher as cápsulas maduras de  cacau.</p>
<p>Quem se lembra das grandes fazendas de cacau do Brasil logo entende  que aqui é tudo artesanal. Dom Cesar plantou apenas sete hectares, mas a  colheita é demorada. “Ah! É praticamente o ano inteiro. Tem um período  de frutificação mais intenso que vai de janeiro a agosto. Depois, a  produção cai que é quando a gente faz os tratos culturais”, diz.</p>
<p>O tipo de cacau do Equador é chamado de nacional, porque é nativo da  Floresta Amazônica daqui, mas foi cruzado com uma variedade que veio da  América Central, o que resultou numa diferença de cor e de sabor. O  amarelo é mais frutado, e o vermelho é mais floral. “É um privilégio a  Natureza nos dar um cacau tão diferenciado como este. Já tentaram  plantar em outros lugares, mas não dá com sabor igual ao daqui”,  completa o agricultor.</p>
<p>Carlos Pozo é um dos que dão assistência agronômica aos cacaueiros.  Cesar segue as regras de produção de uma cooperativa que congrega 850  famílias da cabeceira do rio Napo. “A nossa orientação básica é pra que o  agricultor não faça monocultivo”, diz Pozo.</p>
<p>De fato, num lado de um pé de cacau a gente pode ver uma balsa,  árvore que passa dos 30 de altura. Do outro, um pé de cedro amazonense.  Tem algodão, mandioca, banana, mamão, laranja, e até um coquinho que  aqui chamam de morete, o nosso buriti. Pozo lembra que “a diversidade  garante a saúde da plantação, pois aumenta a presença dos inimigos  naturais do cacau”.</p>
<p>O micro clima úmido da mata de cacau às vezes favorece o surgimento  de fungos. Aparecem doenças como a “escova de bruja”, a vassoura de  bruxa, que é natural da Amazônia, mas o controle tanto de doenças como  de pragas é obrigatoriamente natural, sem agrotóxico. “Sem venenos.  Nossa produção se caracteriza por uma produção sã, totalmente orgânica,  defendendo a biodiversidade e nossos ecossistemas”, afirma Pozo.</p>
<p>O transporte dos frutos colhidos do ponto de coleta até a casa fica  ao encargo da família. Cesar tem uma turma grande: oito filhos, quatro  netos. Madalena, a esposa, reúne quem está disponível no fim da tarde  para a tarefa. Juntos, fazem também o processamento rudimentar da  despolpa. Uns cortam lateralmente a cápsula e outros completam,  derrubando os grãos nas vasilhas.</p>
<h3>Produtores de chocolate fino</h3>
<p>O Equador é o principal exportador de cacau fino do mundo. A  cooperativa Kallari, da Amazônia equatoriana, conseguiu entrar num  mercado ainda mais exigente, o de chocolate fino, o chamado produto  gourmet. Esse chocolate não está à venda no Brasil. Toda a produção vai  para as bombonières de luxo da Europa e dos Estados Unidos.</p>
<p>Na manhã seguinte ao dia da coleta, Cesar sobe o rio Napo levando o  saco cheio de grãos de cacau. A viagem não é longa, em torno de vinte  minutos.</p>
<p>Rio acima há um porto, onde um caminhão da cooperativa vem coletar,  melhor dizendo, vem  comprar o cacau. É o ponto de reunião de vários  cacaueiros ribeirinhos.  De cara, chama-nos a atenção ver que o produtor  recebe o pagamento na hora. E o dinheiro é o mesmo dos Estados Unidos, o  dólar, pois, desde o ano 2000, o Equador adotou como valor corrente a  moeda americana. Também é de se estranhar o palavreado que ouvimos  durante a pesagem.</p>
<p>Tantos séculos depois da chegada dos espanhóis, o venda dos grãos é  feita em quíchua, a língua dos incas. Os incas dominaram boa parte da  Cordilheira dos Andes até 1500. Tinham como língua oficial o quíchua,  nome do povo pré-histórico que já ocupava a região. Pergunto a Elias  Alvarado, diretor da cooperativa, por quê, já que no Equador todo mundo  fala espanhol. “O idioma materno desses produtores ribeirinhos é o  quíchua. Eles sentem mais confiança quando negociamos assim. Antes,  vendiam para os atravessadores que falavam em espanhol e os passava para  trás. Agora, sentem-se mais seguros”, diz.</p>
<p>Olha aí: vamos acompanhar agora a pesagem do saco de cacau que Cesar  trouxe. “Pata tchucuchunga pitsca” corresponde a 72,5 kg. A um dólar o  quilo, dom Cesar recebe US$ 72,50.</p>
<p>Sobra tempo para Cesar porque a cooperativa compra o cacau in natura,  desobrigando o  produtor das tarefas pré-industriais. Toda a produção é  transportada para a sede da cooperativa, que fica nos arredores de  Tena. A polpa é despejada em caixotes de madeira no armazém de  fermentação. Antes, os produtores é que cuidavam disso. Mas, juntando  tudo assim, é possível ter um controle melhor e padronizar o produto. “A  finalidade da  fermentação é dar maior aroma e sabor ao cacau, que é o  que vai diferenciar o nosso chocolate”, diz Pozo.</p>
<p>Carlos Pozo explica que o processo pode durar  até uma semana. Os  grãos começam com uma temperatura de 23°C, que vai subindo até os 50°C. O  embrião da semente morre. Portanto, não há emissão de raízes. E há um  momento crucial, que é um segredo que descobriram, em que o cacau  começaria a apodrecer, mas é retirado antes. Carlos corta um grão e  mostra: as estrias indicam que o inchamento da amêndoa está perfeito.</p>
<p>Terminada a fermentação, o cacau é espalhado em tabuleiros para a  secagem. É natural, só com a luz do sol. Mas, como aqui, nunca se sabe  quando vai chover, o secador solar tem teto protetor.</p>
<p>As amêndoas são viradas e reviradas até o grau de umidade cair para  6,5%, que é bem baixo. É para evitar que se estraguem, pois, mesmo em  condições ideais de armazenamento, a umidade relativa do ar na Amazônia  equatoriana é elevada. Com quatro ou cinco dias de sol, o grão  fermentado no cacau já está seco, pronto para industrialização.</p>
<p>É numa indústria da capital que acontece a transformação do cacau da  cooperativa Kallari. Os grãos são torrados, moídos e cozidos até virarem  uma pasta que tem 50% de gordura. A maior parte da manteiga é retirada.  Acrescenta-se o açúcar, e a mistura passa, então, por um longo processo  de refino.</p>
<p>O cacau colhido pela família de Cesar Dahua e outras de Tena  tornou-se o chocolate gourmet mais exportado do Equador. São 300 mil  barras por ano para os Estados Unidos e para a Europa. Por coincidência,  na fábrica de chocolate em Quito, encontramos dois suíços, o casal Dora  Houssein e Louis Houssein, que são degustadores de chocolate há mais de  50 anos.</p>
<p>O casal está aqui para orientar a fabricação do Kallari, que já  ganhou até selo de produto orgânico do Departamento de Agricultura  americano. “Eu tenho aqui 70% de cacau e me agrada muito. É muito  natural e finíssimo”, diz Louis.</p>
<p>Com um aparelhinho, é possível medir a textura do chocolate. É um  micrômetro, capaz de avaliar coisas absolutamente pequenas. Imagine: um  milímetro dividido por mil. Segundo seu Louis, um chocolate considerado  bom tem textura de 25 mícrons. O da Kallari fica abaixo de 20, o que lhe  dá uma grande leveza. “Na Suíça, mistura-se o cacau com leite. Mas este  é puro. Não leva outras coisas”, completa o degustador.</p>
<p>Quem é que compra esse produto, lá fora? É o que perguntamos ao  exportador Fausto Moncayo, da Companhia Equatoriana de Chocolate. “É um  consumidor exigente que gosta de conhecer coisas diferentes,  experimentar novos sabores e saber a origem do produto que compra”, diz.</p>
<p>Segundo Moncayo, o  chocolate gourmet tem um mercado crescente. Está  no mesmo trilho, por exemplo, do mercado de vinhos finos onde o  consumidor aprecia uvas de variedades diferentes; no requinte dos  azeites mais puros; no toque único dos cafés gourmets, que apresentam  aromas e sabores exclusivos da região de origem. “Tem gente disposta a  pagar mais pela finesse, pela qualidade. Graças a isso, o Equador, que  sempre foi um dos principais exportadores de matéria prima, de cacau em  pó, agora entra no promissor mercado do chocolate de excelência”, afirma  Fausto.</p>
<p>E há um atributo a mais, de grande apelo nos países ricos e que  vira  até assunto entre quem vai saborear o Kallari: este é um  produto  amazônico, de origem sustentável, que sai das mãos<br />
de cacaueiros ribeirinhos.</p>
<p>Antes, esse grupo de produtores tinha um nome enorme: Associação dos  Pequenos Agricultores de Cacau do Alto Médio Rio Napo do Cantão de Tena.  Depois, com orientação mercadológica de uma ONG americana, mudaram o  nome, que é uma marca, por trás de uma sabedoria quíchua. “É uma palavra  quíchua que, ao mesmo tempo, significa ‘resgate’ e ‘despertar’.  Recuperamos o conhecimento dos nossos ancestrais no manejo das  florestas, fazendo um cultivo que não agride o ambiente, e projetamos  para o futuro uma conservação que garanta a sobrevivência da floresta e  de nossos filhos. Por muito tempo, fomos menosprezados: achavam que na  Amazônia não se podia produzir nada. Estamos mostrando que aqui se pode  fazer uma agricultura sustentável”, afirma Alvarado.</p>
<p>Notável o exemplo que vem desses ribeirinhos que souberam se unir,  procurar e aceitar  ajuda de fora para que possam continuar aqui,  mantendo a floresta, se mantendo, mantendo seus costumes. No dia em que  visitamos Cesar, Madalena nos preparou um almoço típico: peixinho do rio  Napo, recheado com palmito, assado na folha da bananeira. Foi aí, de  sobremesa, que experimentamos pela primeira vez o Kallari, chocolate que  desmancha na boca.</p>
<p>O que sente um ribeirinho desses confins da Amazônia equatoriana,  sabendo-se autor de uma delícia que vai ser apreciada por um francês, um  alemão, até mesmo um suíço? “Me sinto feliz,  primeiro, em contribuir   para levar tão longe o nome da nossa cooperativa. Segundo, porque agora  temos uma renda. Antes, ficava tudo nas mãos do intermediário”, diz  Cesar.</p>
<p>Firme no propósito de manter as tradições, Cesar ensina quíchua para  os filhos. E é na língua nativa que nos faz uma saudação de despedida.  “Eu disse que os brasileiros foram muito bem-vindos à nossa terra. Eu os  felicito e agradeço sua visita”, explica.</p>
<p>Madalena também agradece em quíchua. Madalena, Cesar, “pagratio”, obrigado a vocês também.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/enxNHjIK_X0qrqz9xgpFJCxJQRA/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/enxNHjIK_X0qrqz9xgpFJCxJQRA/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/enxNHjIK_X0qrqz9xgpFJCxJQRA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/enxNHjIK_X0qrqz9xgpFJCxJQRA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/DBLKRyjItf4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Plantio mecanizado de florestas: faça você mesmo</title>
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		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/01/plantio-mecanizado-de-florestas-faca-voce-mesmo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 17:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[ISA]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[Xingu]]></category>
		<category><![CDATA[Y Ikatu Xingu]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O filme mostra passo a passo a aplicação da técnica de plantio de sementes nativas com maquinário agrícola para promover a restauração florestal. A técnica de plantio mecanizado de florestas, utilizada pelo Instituto Socioambiental (ISA) e instituições parceiras nos trabalhos &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/01/plantio-mecanizado-de-florestas-faca-voce-mesmo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/01/capa_dvd_plantio_mecanizado_de_florestas-isa.jpg"><img class="size-full wp-image-1139 aligncenter" title="capa_dvd_plantio_mecanizado_de_florestas-isa" src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/01/capa_dvd_plantio_mecanizado_de_florestas-isa.jpg" alt="" width="498" height="335" /></a><em>&#8220;O filme mostra passo a passo a aplicação da técnica de plantio de  sementes nativas com maquinário agrícola para promover a restauração  florestal.<span id="more-1138"></span></em></p>
<p><em>A técnica de plantio mecanizado de florestas, utilizada pelo Instituto  Socioambiental (ISA) e instituições parceiras nos trabalhos de  restauração florestal realizados no âmbito da Campanha Y Ikatu Xingu, é  apresentada em detalhes no vídeo “Plantio mecanizado de florestas: faça  você mesmo”. </em></p>
<p><em>O vídeo, produzido pela Sertão Filmes, produtora parceira  da Campanha Y Ikatu Xingu, tem o intuito de disseminar o uso da técnica  do plantio mecanizado de florestas que possibilitou colocar mais de dois  mil hectares em processo de restauração florestal na bacia do Rio  Xingu, no estado de Mato Grosso.</em></p>
<p><em>No  plantio mecanizado de florestas, diversas espécies de sementes nativas  são misturadas e colocadas em maquinários agrícolas, como a plantadeira e  a lançadeira de sementes, para realizar o plantio direto. Essa mistura é  chamada de “muvuca” e foi aperfeiçoada pela equipe de restauração  florestal do ISA para se adaptar às necessidades da região da bacia do  Rio Xingu, que abriga vegetação de cerrado e floresta amazônica. A  técnica oferece diversas vantagens, além de ser mais rápida e barata em  relação ao plantio de mudas.</em></p>
<p><em>A muvuca contém sementes de diversas espécies florestais a  leguminosas de adubação verde, como o feijão de porco, feijão guandu e  crotalaria, que protegem o solo enquanto as árvores crescem. Ela é  normalmente utilizada para o plantio de agroflorestas e, por conter  espécies frutíferas, resiníferas, medicinais e madeireiras, pode trazer  retorno econômico para o dono da área.&#8221;</em></p>
<p>O vídeo está separado em 3 partes aqui:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="485" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/p/7941CD8AA50FECEB?hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="485" src="http://www.youtube.com/p/7941CD8AA50FECEB?hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Esses vídeos fazem parte do DVD lançado pela campanha <a href="http://www.yikatuxingu.org.br/">Y Ikatu Xingu</a> do <a href="http://www.socioambiental.org/">Instituto Socioambiental</a>. Veja detalhes de como <a href="http://www.yikatuxingu.org.br/2010/11/24/plantio-mecanizado-de-florestas-faca-voce-mesmo/">solicitar o seu DVD ao ISA aqui</a>.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5INwxR-kU2gY9IihMYBwywj93uM/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5INwxR-kU2gY9IihMYBwywj93uM/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5INwxR-kU2gY9IihMYBwywj93uM/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5INwxR-kU2gY9IihMYBwywj93uM/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/EYzl5jlVh5Q" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Depoimentos sobre os benefícios do SAF na agricultura familiar</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/agrofloresta/~3/mIAdGnPfXaI/</link>
		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/01/depoimentos-sobre-os-beneficios-do-saf-na-agricultura-familiar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 15:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasilia]]></category>
		<category><![CDATA[dia de campo]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[Ipoema]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Contendo depoimentos de agricultores familiares, o vídeo é um resumo do dia de campo realizado em 11 de agosto de 2010 em unidade demonstrativa do projeto &#8220;Biodiversidade e transição agroecológica de agricultores familiares&#8221;, coordenado pela EMATER-DF. O Biólogo Juan Pereira &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/01/depoimentos-sobre-os-beneficios-do-saf-na-agricultura-familiar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><a href="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/01/video-campo-ipoema.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1130" title="video-campo-ipoema" src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/01/video-campo-ipoema.jpg" alt="" width="300" height="250" /></a>&#8220;Contendo depoimentos de agricultores familiares, o vídeo  é um resumo do  dia de campo realizado em 11 de agosto de 2010 em unidade demonstrativa  do projeto &#8220;Biodiversidade e transição agroecológica de agricultores  familiares&#8221;, coordenado pela EMATER-DF.<span id="more-1129"></span></p></blockquote>
<blockquote><p>O Biólogo Juan Pereira do IPOEMA é um dos técnicos que trabalham no projeto.&#8221;</p></blockquote>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="485" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/p/25F1E9DEF31A1D86?hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="485" src="http://www.youtube.com/p/25F1E9DEF31A1D86?hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Mais informações: <a href="http://www.ipoema.org.br/">IPOEMA</a> &#8211; Instituto de Permacultura, organização, ecovilas e meio ambiente</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zGxUc1GPt89W8oiQoYspr-YSBfc/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zGxUc1GPt89W8oiQoYspr-YSBfc/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zGxUc1GPt89W8oiQoYspr-YSBfc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zGxUc1GPt89W8oiQoYspr-YSBfc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/mIAdGnPfXaI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sistemas Agroflorestais e Desenvolvimento Agrícola Familiar</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/agrofloresta/~3/IuAVQ6UeOIs/</link>
		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/01/sistemas-agroflorestais-e-desenvolvimento-agricola-familiar-um-estudo-de-caso-sobre-o-projeto-policultura-no-semi-arido-polo-de-umburanas-ba/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 14:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Teses e Monografias]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[IPB]]></category>
		<category><![CDATA[Irecê]]></category>
		<category><![CDATA[semi-árido]]></category>
		<category><![CDATA[Umburanas]]></category>

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		<description><![CDATA[Um Estudo de Caso sobre o Projeto Policultura no Semi-Árido, Pólo de Umburanas/BA. Monografia por Hilbério Santos Silva. Universidade Federal de Sergipe. 2009.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um Estudo de Caso sobre o Projeto Policultura no Semi-Árido, Pólo de Umburanas/BA. Monografia por <strong>Hilbério Santos Silva</strong>. Universidade Federal de Sergipe. 2009.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3KTZTmcSNol9oofYWitykoIgLdI/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3KTZTmcSNol9oofYWitykoIgLdI/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3KTZTmcSNol9oofYWitykoIgLdI/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3KTZTmcSNol9oofYWitykoIgLdI/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/agrofloresta/~4/IuAVQ6UeOIs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Lançamento do site: Um pé de que?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/agrofloresta/~3/RiB4jALA7cA/</link>
		<comments>http://www.agrofloresta.net/2011/01/lancamento-do-site-um-pe-de-que/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 12:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Decio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Canal Futura]]></category>
		<category><![CDATA[Regina Casé]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.agrofloresta.net/?p=1162</guid>
		<description><![CDATA[O programa do Canal Futura que acaba de comemorar seu décimo aniversário, acaba de nos presentear com um site com informações de mais de 100 espécies de árvores. Não posso deixar de honrar uma das iniciativas mais inteligentes da mídia &#8230; <a href="http://www.agrofloresta.net/2011/01/lancamento-do-site-um-pe-de-que/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/01/um-pe-de-que-logo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1164" title="um-pe-de-que-logo" src="http://www.agrofloresta.net/wp-content/uploads/2011/01/um-pe-de-que-logo-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a>O programa do Canal Futura que acaba de comemorar seu décimo aniversário, acaba de nos presentear com um site com informações de mais de 100 espécies de árvores.<span id="more-1162"></span><br />
Não posso deixar de honrar uma das iniciativas mais inteligentes da mídia brasileira para divulgação dessa nossa gloriosa biodiversidade. A Regina Casé é a pessoa perfeita para nos aproximar desse mundo de conhecimento e cultura. O site conta também com um guia visual de identificação de espécies. E o melhor de tudo é que cada espécie traz uma versão compacta do programa que foi ao ar.</p>
<p>Inclua o site nos seus favoritos para garantir meses de conhecimento (e diversão!): <a href="http://www.umpedeque.com.br/">www.umpedeque.com.br</a>.</p>
<p>Assista ao tutorial abaixo sobre o uso do site:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vLWQriKPWfI?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/vLWQriKPWfI?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h3>Espécies abordadas pelo programa</h3>
<div>
<ul>
<li>Sapucaia &#8211; Lecythis pisonis</li>
<li>Embaúba &#8211; Cecropia pachystachya</li>
<li>Buriti &#8211; Mauritia flexuosa</li>
<li>Abricó de Macaco &#8211; Couroupita guianensis</li>
<li>Juçara &#8211; Euterpe edulis</li>
<li>Paineira &#8211; Chorisia speciosa</li>
<li>Figueira &#8211; Fícus guaranitica</li>
<li>Dendê &#8211; Elaeis guineensis</li>
<li>Jatobá &#8211; Hymenaeae courbaril</li>
<li>Favela &#8211; Cnidos colus phyllacanthus</li>
<li>Juazeiro &#8211; Zizyphus joazeiro</li>
<li>Coqueiro &#8211; Cocos nucifera</li>
<li>Pau-Brasil &#8211; Caesalpinia echinata</li>
<li>Araucária &#8211; Araucária angustifolia</li>
<li>Pau-Ferro &#8211; Caesalpinia ferrea</li>
<li>Jequitibá &#8211; Cariniana estrellensis</li>
<li>Ipê &#8211; Tebuia impetiginosa</li>
<li>Guapuruvu &#8211; Schizolobium parahyba</li>
<li>Bananeira &#8211; Musa paradisiaca</li>
<li>Jurema &#8211; Minosa tenuiflore</li>
<li>Jacarandá &#8211; Dalbergia nigra</li>
<li>Carnaúba &#8211; Copernicia prunifera</li>
<li>Mangue &#8211; Rhizofora mangle</li>
<li>Seringueira &#8211; Hevea brasiliensis</li>
<li>Cajueiro &#8211; Anarcadium ocidentali</li>
<li>Jaqueira &#8211; Artocarpus heterophyllus</li>
<li>Castanheira &#8211; Bertholletia excelsa</li>
<li>Bambú &#8211; Bambusa vulgaris</li>
<li>Erva Mate &#8211; Ilex paraguariensis</li>
<li>Eucalipto &#8211; Eucalyptus globulus</li>
<li>Goiabeira &#8211; Psidium guajava</li>
<li>Imbuía &#8211; Ocotea porosa ?</li>
<li>Pau- Mulato &#8211; Calycophyllum spruceanum</li>
<li>Amendoeira &#8211; Terminalia catappa L.</li>
<li>Pau-Santo &#8211; Bulnesia sarmietoi</li>
<li>Quebracho &#8211; Schinopsis brasiliensis</li>
<li>Cajá Mirim &#8211; Spondias mombin</li>
<li>Cacau &#8211; Theobroma cacao</li>
<li>Mogno &#8211; Swietenia macrophylla</li>
<li>Piaçava &#8211; Attalea funifera</li>
<li>Camaçari &#8211; Caraipa Fasciculata</li>
<li>Oiti &#8211; Licania tomentosa</li>
<li>Quaresmeira &#8211; Tibouchina granulosa</li>
<li>Fruta Pão &#8211; Artocarpus altilis</li>
<li>Tataré &#8211; Chloreucon tortum</li>
<li>Candeia &#8211; Cremanthus erythropappus</li>
<li>Aroeira &#8211; Miracrodum urundeuva</li>
<li>Mangueira &#8211; Mangifera indica</li>
<li>Palmeira Imperial &#8211; Rouystonea oleracea</li>
<li>Saputiaba &#8211; Sideroxylon obtusifolium</li>
<li>Laranjeira &#8211; Citrus aurontium L.</li>
<li>Jamelão &#8211; Eugenia jambolana</li>
<li>Jerivá &#8211; Syagrus romanzoffiana</li>
<li>Cedro &#8211; Cedrela fissilis</li>
<li>Umbu &#8211; Spondias tuberosa</li>
<li>Tipuana &#8211; Tipuana tipu</li>
<li>Andiroba &#8211; Carapa guianensis</li>
<li>Cupuaçu &#8211; Theobroma grandiflorum</li>
<li>Bacuri &#8211; Platonia insignis</li>
<li>Lixeira &#8211; Curatella americana</li>
<li>Breu-Branco &#8211; Protius heptaphyllum</li>
<li>Amapá &#8211; Parahancornia amapa</li>
<li>Sumaúma &#8211; Ceiba pentandra</li>
<li>Roxinho &#8211; Peltogyne angustiflora</li>
<li>Tucumã &#8211; Astrocaryum vulgare</li>
<li>Açaí &#8211; Euterpe oleracea</li>
<li>Assacu &#8211; Hura crepitans</li>
<li>Babaçu &#8211; Orbignya speaciosa</li>
<li>Caixeta &#8211; Tabebuia cassinoides</li>
<li>Palmito Hibrido &#8211; Euterpe edulis (juçara) x Euterpe oleracea (açaí)</li>
<li>Cabreúva &#8211; Myrocarpus frondosus</li>
<li>Pitomba &#8211; Talisia esculenta</li>
<li>Mulungu &#8211; Erytrina mulungu</li>
<li>Xaxim &#8211; Dicksonia sellowiana</li>
<li>Clúsia &#8211; Clusia Hilariana</li>
<li>Sibipiruna &#8211; Caesalpinia peltophoroides</li>
<li>Burra Leiteira &#8211; Sapium sceleratum</li>
<li>Ingá &#8211; Inga uruguensis</li>
<li>Bouganville &#8211; Bouganivillea glabra</li>
<li>Peroba &#8211; Paratecoma peroba</li>
<li>Indaiá &#8211; Attalea dubia</li>
<li>Cutieira &#8211; Joannesia princeps</li>
<li>Chichá &#8211; Sterculia chicha</li>
<li>Eugênia Copacabanensis</li>
<li>Eugênia Marambaiensis</li>
<li>Guanandi &#8211; Calophilum brasiliense</li>
<li>Almesca &#8211; Protium spruceanum</li>
<li>Biriba &#8211; Escshweira ovata</li>
<li>Abacate &#8211; Persea americana Mill.</li>
<li>Jaboticaba &#8211; Eugenia caulifora</li>
<li>Romã &#8211; Punica Granatum</li>
<li>Tamarindo &#8211; Tamarindus indica</li>
<li>Mangue &#8211; Negro &#8211; Avicennia Schauerianna</li>
<li>Café &#8211; Coffea arábica</li>
<li>Barbatimão &#8211; Cássia leptophylla</li>
<li>Baobá &#8211; Adansonia Digitata</li>
<li>Pau &#8211; Preto &#8211; Dalbergia melanoxylon</li>
<li>Canho &#8211; Sclerocarya birrea</li>
<li>Ipê Verde &#8211; Cybistax antisyphilitica</li>
<li>Pitanga &#8211; Eugenia uniflora</li>
<li>Mangaba &#8211; Hancornia speciosa</li>
<li>Randia itatiaiae</li>
<li>Jambo &#8211; Eugenia malaccensis L.</li>
<li>Umbu &#8211; Spondias tuberosa</li>
<li>Visgueiro &#8211; Parkia platycephala</li>
<li>Catolé/Pindoba &#8211; Syagrus oleracea</li>
<li>Camélia &#8211; Camellia japonica</li>
<li>Jardim Botânico 200 anos</li>
<li>Pau-D&#8217;alho &#8211; Gallesia integrifolia</li>
<li>Cana-de-açúcar &#8211; Saccharum officinarum</li>
<li>Ouricuri &#8211; Syagrus coronata</li>
<li>Mandioca &#8211; Manihot esculenta</li>
<li>Macaúba &#8211; Acrocomia aculeata</li>
<li>Tamboril &#8211; Enterolobium contortisliquum (Vell.) Morong</li>
<li>Lobeira &#8211; Solanum lycocarpum</li>
<li>Pequi &#8211; Caryocar brasiliense</li>
<li>Cannabis &#8211; Cannabis sativa / Cannabis indica</li>
</ul>
<p>Fonte: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Um_P%C3%A9_de_Qu%C3%AA%3F">Wikipedia</a></p>
</div>

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		<title>Recuperação de Áreas de Preservação Permanente na Bacia do rio Xingu</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 12:50:44 +0000</pubDate>
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