<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss version="2.0"><channel><title>AGROTEC - Revista Técnico-Científica Agrícola</title><link>http://www.agrotec.pt</link><description>Agricultura de Precisão, Cerealicultura, Fruticultura, Pequenos Frutos, Horticultura, Zootecnia, Cuidados Veterinários, Pecuária, Apicultura, Floricultura, Máquinas Agrícolas, Viticultura, Ciência &amp; Investigação, Tecnologia, Produção, Culturas</description><ttl>100</ttl><item><title>ISAGRI lança Sencrop em Portugal: nova tecnologia para enfrentar os desafios climáticos na agricultura</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/isagri-lanca-sencrop-em-portugal-nova-tecnologia-para-enfrentar-os-desafios-climaticos-na-agricultura/</link><guid isPermaLink='false'>41923</guid><description><![CDATA[<p><strong>Plataforma digital ultralocal, l&iacute;der na Europa, ajuda agricultores a mitigar riscos clim&aacute;ticos, otimizar a rega e prevenir pragas atrav&eacute;s de uma rede colaborativa.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20261013100543-sencrop.jpg" width="850" height="657" alt="" /></p>
<p>Numa altura em que a imprevisibilidade do tempo e as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas desafiam o setor agr&iacute;cola, a ISAGRI Portugal anuncia o lan&ccedil;amento oficial da Sencrop no mercado nacional. A plataforma digital combina sensores de campo robustos com uma aplica&ccedil;&atilde;o m&oacute;vel para transformar dados meteorol&oacute;gicos em tempo real em decis&otilde;es agr&iacute;colas rent&aacute;veis e sustent&aacute;veis.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Decis&otilde;es baseadas em dados ultralocais e preditivos<o:p></o:p></p>
<p>A Sencrop funciona atrav&eacute;s de uma rede de esta&ccedil;&otilde;es meteorol&oacute;gicas conectadas que transmitem informa&ccedil;&otilde;es diretamente para o telem&oacute;vel ou computador do produtor. Atrav&eacute;s de uma interface simples e intuitiva, a tecnologia integra 40 modelos de previs&atilde;o meteorol&oacute;gica na aplica&ccedil;&atilde;o, permitindo aos agricultores:<o:p></o:p></p>
<p>Otimizar o planeamento: Organizar as opera&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias com previs&otilde;es hiperlocais fi&aacute;veis.<o:p></o:p></p>
<p>Prevenir pragas e doen&ccedil;as: Acompanhar riscos clim&aacute;ticos e agron&oacute;micos para antecipar ciclos e amea&ccedil;as.<o:p></o:p></p>
<p>Gerir a &aacute;gua e controlar a rega: Monitorizar o stress h&iacute;drico para apoiar uma utiliza&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel dos recursos.<o:p></o:p></p>
<p>Agir perante alertas: Receber avisos personalizados de geada, vento forte ou chuva intensa.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Em m&eacute;dia, os produtores consultam a aplica&ccedil;&atilde;o pelo menos duas vezes por dia durante a campanha agr&iacute;cola, validando-a como uma ferramenta indispens&aacute;vel na gest&atilde;o moderna das culturas.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>O poder da meteorologia colaborativa<o:p></o:p></p>
<p>A agricultura portuguesa enfrenta uma vulnerabilidade crescente a fen&oacute;menos extremos. A Sencrop responde a este cen&aacute;rio com o conceito de meteorologia colaborativa: ao partilharem os seus dados, os agricultores ganham acesso &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es das esta&ccedil;&otilde;es<o:p></o:p></p>
<p>dos seus vizinhos. Esta partilha maximiza a precis&atilde;o das previs&otilde;es para toda a comunidade regional, reduz a pegada agroambiental e melhora os rendimentos do neg&oacute;cio.<o:p></o:p></p>
<p>&laquo;Escolhemos trazer a Sencrop para Portugal porque sabemos como a informa&ccedil;&atilde;o precisa &eacute; crucial na agricultura. Os agricultores n&atilde;o precisam de teoria, precisam de solu&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas que lhes facilitem o trabalho e tornem o seu neg&oacute;cio mais rent&aacute;vel. Com a Sencrop, podem tomar decis&otilde;es r&aacute;pidas, baseadas em dados, e proteger as suas culturas dos riscos clim&aacute;ticos&raquo;, afirma JORGE NEVES, Country Manager da ISAGRI Portugal.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>A Sencrop em n&uacute;meros-chave:<o:p></o:p></p>
<p>40 000 esta&ccedil;&otilde;es meteorol&oacute;gicas ativas no terreno.<o:p></o:p></p>
<p>32 milh&otilde;es de observa&ccedil;&otilde;es meteorol&oacute;gicas recolhidas diariamente.<o:p></o:p></p>
<p>Comunidade de 30 000 agricultores e 600 grupos de utilizadores.<o:p></o:p></p>
<p>Presen&ccedil;a consolidada em 35 pa&iacute;ses com uma equipa de 80 colaboradores.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 671px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 13 Oct 2026 10:03:12 GMT</pubDate></item><item><title>COTR pede execução da estratégia da água após anúncios de novos apoios ao regadio</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/cotr-pede-execucao-da-estrategia-da-agua-apos-anoncios-de-novos-apoios-ao-regadio/</link><guid isPermaLink='false'>41922</guid><description><![CDATA[<p><strong>Primeiro Bar&oacute;metro Nacional do Uso Eficiente da &Aacute;gua na Agricultura revela consumo de &aacute;gua 16% abaixo da dota&ccedil;&atilde;o de refer&ecirc;ncia na amostra analisada.</strong></p>
<p>&nbsp;<img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20261012141715-rega.jpg" alt="COTR" width="850" height="567" class="img-responsive" /><o:p></o:p></p>
<p>O Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio (COTR) defende que a estrat&eacute;gia &ldquo;&Aacute;gua que Une&rdquo; deve traduzir-se em investimentos com financiamento, responsabilidades e calend&aacute;rios de execu&ccedil;&atilde;o definidos. A posi&ccedil;&atilde;o foi refor&ccedil;ada durante o XI Congresso Nacional de Rega e Drenagem, em Beja, onde o Ministro da Agricultura e Mar anunciou a reabertura dos apoios &agrave; efici&ecirc;ncia h&iacute;drica e o diretor-geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR) anunciou a reativa&ccedil;&atilde;o do Conselho Nacional do Regadio.<o:p></o:p></p>
<p>Organizado pelo COTR sob o tema &Aacute;gua para Produzir o Futuro: Resili&ecirc;ncia, Efici&ecirc;ncia e Intelig&ecirc;ncia nos Recursos H&iacute;dricos, o encontro reuniu, durante dois dias, mais de 35 intervenientes da pol&iacute;tica, agricultura, empresas, ci&ecirc;ncia e tecnologia. O Congresso acolheu tamb&eacute;m a apresenta&ccedil;&atilde;o do primeiro Bar&oacute;metro Nacional do Uso Eficiente da &Aacute;gua na Agricultura.<o:p></o:p></p>
<p>Para Gon&ccedil;alo Morais Trist&atilde;o, presidente do COTR, Portugal precisa de avan&ccedil;ar em tr&ecirc;s frentes: continuar a melhorar a efici&ecirc;ncia h&iacute;drica nas explora&ccedil;&otilde;es, modernizar as infraestruturas de armazenamento e distribui&ccedil;&atilde;o e assegurar capacidade financeira e institucional para executar os investimentos. As melhorias alcan&ccedil;adas pelos agricultores devem ser acompanhadas pela redu&ccedil;&atilde;o das perdas nas redes e pela resposta &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es de armazenamento.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Apoios &agrave; efici&ecirc;ncia h&iacute;drica e Conselho Nacional do Regadio<o:p></o:p></p>
<p>O Ministro da Agricultura e Mar, Jos&eacute; Manuel Fernandes, anunciou a reabertura dos apoios aos agricultores para investimentos em efici&ecirc;ncia h&iacute;drica e referiu que est&atilde;o em execu&ccedil;&atilde;o mais de 700 milh&otilde;es de euros em investimentos agr&iacute;colas relacionados com a &aacute;gua.<o:p></o:p></p>
<p>O governante defendeu o recurso a v&aacute;rias fontes de financiamento, considerando que as necessidades do pa&iacute;s n&atilde;o podem depender apenas da Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola Comum. Destacou ainda a moderniza&ccedil;&atilde;o da agricultura portuguesa nas &uacute;ltimas duas d&eacute;cadas e defendeu que a crescente escassez e irregularidade da &aacute;gua devem refletir-se nas prioridades e nos instrumentos financeiros da Uni&atilde;o Europeia.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Por seu turno, Eduardo Reis, diretor-geral da DGADR, anunciou a reativa&ccedil;&atilde;o do Conselho Nacional do Regadio, com a inten&ccedil;&atilde;o de realizar uma reuni&atilde;o at&eacute; ao final de outubro. Para o COTR, este espa&ccedil;o de articula&ccedil;&atilde;o entre a Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica e o setor dever&aacute; permitir um acompanhamento regular das pol&iacute;ticas e dos investimentos, com prioridades, responsabilidades e prazos claros.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Bar&oacute;metro: consumos abaixo da refer&ecirc;ncia na amostra analisada<o:p></o:p></p>
<p>O primeiro Bar&oacute;metro Nacional do Uso Eficiente da &Aacute;gua na Agricultura indica que, em 2025, a medida Uso Eficiente da &Aacute;gua abrangia 118,1 mil hectares.<o:p></o:p></p>
<p>Nas quatro culturas avaliadas (olival, am&ecirc;ndoa, vinha e milho), o consumo m&eacute;dio correspondeu a 84% da dota&ccedil;&atilde;o padr&atilde;o definida pelo INE para o Alentejo. No conjunto analisado, o volume de &aacute;gua utilizado ficou cerca de 18 milh&otilde;es de metros c&uacute;bicos abaixo da refer&ecirc;ncia.<o:p></o:p></p>
<p>Sete em cada dez contadores registaram consumos iguais ou inferiores &agrave; refer&ecirc;ncia: 94% na am&ecirc;ndoa, 80% na vinha, 78% no milho e 65% no olival.<o:p></o:p></p>
<p>O Bar&oacute;metro acompanha tamb&eacute;m a ades&atilde;o &agrave; medida. Em 2023, primeiro ano do PEPAC, a &aacute;rea abrangida atingiu 129,5 mil hectares, mais 63% do que os 79,2 mil hectares registados no in&iacute;cio do PDR2020, em 2015. Em 2025, 92% da &aacute;rea apoiada estava na classe de regante mais exigente e 87% utilizava rega localizada, face a 60% no conjunto da &aacute;rea regada do Continente. A medida abrangia ainda cerca de metade das &aacute;reas regadas de olival e am&ecirc;ndoa declaradas no Pedido &Uacute;nico.<o:p></o:p></p>
<p>Os indicadores assentam em informa&ccedil;&atilde;o oficial reunida pelo Observat&oacute;rio Nacional do Regadio, plataforma p&uacute;blica da FENAREG e do COTR, desenvolvida pela CONSULAI, que harmoniza dados do INE, IFAP, DGADR e FENAREG.<o:p></o:p></p>
<p>O COTR pretende atualizar o Bar&oacute;metro e alargar progressivamente a an&aacute;lise. Gon&ccedil;alo Morais Trist&atilde;o sublinha que a avalia&ccedil;&atilde;o da efici&ecirc;ncia deve considerar, al&eacute;m dos equipamentos instalados, os consumos efetivos, a produtividade e as condi&ccedil;&otilde;es de cada explora&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas refor&ccedil;am urg&ecirc;ncia da adapta&ccedil;&atilde;o<o:p></o:p></p>
<p>O projeto &laquo;Conhecer para Prever o Futuro&raquo;, desenvolvido pela DGADR com o COTR e a colabora&ccedil;&atilde;o do Instituto Superior de Agronomia, aponta para um poss&iacute;vel aumento de at&eacute; 27,5% das necessidades de &aacute;gua para rega entre 2071 e 2100, no cen&aacute;rio mais desfavor&aacute;vel e mantendo-se a atual situa&ccedil;&atilde;o agron&oacute;mica. Para o COTR, a proje&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;a a urg&ecirc;ncia de reduzir perdas, gerir melhor as reservas e adequar a rega &agrave;s necessidades das culturas.<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>Mac&aacute;rio Correia destaca planeamento e execu&ccedil;&atilde;o<o:p></o:p></p>
<p>A implementa&ccedil;&atilde;o da estrat&eacute;gia &laquo;&Aacute;gua que Une&raquo; marcou a Grande Entrevista a Jos&eacute; Mac&aacute;rio Correia, presidente da AdP AQUA, conduzida pela jornalista Teresa Silveira no primeiro dia do Congresso. O respons&aacute;vel destacou a necessidade de recuperar capacidade de planeamento, coordenar entidades e utiliza&ccedil;&otilde;es e preparar os investimentos antes de se instalarem situa&ccedil;&otilde;es de escassez.<o:p></o:p></p>
<p>Neste contexto, Gon&ccedil;alo Morais Trist&atilde;o refor&ccedil;ou que a efici&ecirc;ncia nas explora&ccedil;&otilde;es deve ser acompanhada pela moderniza&ccedil;&atilde;o das infraestruturas coletivas, para responder &agrave;s perdas nas redes, &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es de armazenamento e aos atrasos nos investimentos estruturantes.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Jovens agricultores: &aacute;gua, forma&ccedil;&atilde;o e viabilidade econ&oacute;mica<o:p></o:p></p>
<p>O painel &ldquo;Nova gera&ccedil;&atilde;o, novo regadio&rdquo; reuniu Afonso Bulh&atilde;o Martins e Crist&oacute;v&atilde;o Ferreira, empres&aacute;rios agr&iacute;colas; Firmino Cordeiro, diretor-geral da Associa&ccedil;&atilde;o dos Jovens Agricultores de Portugal (AJAP); e Alexandra Tomaz, da ESA/UP Beja. Moderado pelo radialista Lu&iacute;s Matias, o debate analisou a disponibilidade de &aacute;gua, a forma&ccedil;&atilde;o e o acesso &agrave; tecnologia como condi&ccedil;&otilde;es para atrair e fixar novos produtores e promover o desenvolvimento dos territ&oacute;rios.<o:p></o:p></p>
<p>Firmino Cordeiro assinalou que a maioria dos projetos de instala&ccedil;&atilde;o procura incorporar regadio em pelo menos parte da explora&ccedil;&atilde;o, pelo seu impacto na produtividade, na competitividade e na qualidade. O painel destacou que a renova&ccedil;&atilde;o geracional exige, al&eacute;m dos apoios &agrave; instala&ccedil;&atilde;o, acesso previs&iacute;vel &agrave; &aacute;gua, infraestruturas adequadas, conhecimento t&eacute;cnico e condi&ccedil;&otilde;es econ&oacute;micas para criar explora&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Agricultura e ambiente em di&aacute;logo<o:p></o:p></p>
<p>O Frente a Frente entre Jo&atilde;o Joanaz de Melo, do GEOTA, e Gon&ccedil;alo Santos Andrade, da Confedera&ccedil;&atilde;o dos Agricultores de Portugal (CAP), moderado pela jornalista Teresa Silveira, colocou em debate a rela&ccedil;&atilde;o entre produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, disponibilidade h&iacute;drica e prote&ccedil;&atilde;o dos ecossistemas, bem como os crit&eacute;rios de utiliza&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua nos territ&oacute;rios mais sujeitos a escassez.<o:p></o:p></p>
<p>O formato permitiu confrontar diferentes perspetivas sobre as necessidades da agricultura e os limites ambientais, procurando identificar contributos do planeamento, da efici&ecirc;ncia e do conhecimento cient&iacute;fico para decis&otilde;es mais equilibradas.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Intelig&ecirc;ncia artificial ao servi&ccedil;o da decis&atilde;o no regadio<o:p></o:p></p>
<p>O debate Da gota ao dado: como a IA est&aacute; a transformar o regadio contou com a presen&ccedil;a de Vitor Rodrigues, CEO da Magic Beans; Ricardo Santos Lopes, da Capgemini; Pedro Leal da Costa, da Olivogest&atilde;o; e Rui Ver&iacute;ssimo Baptista, da FENAREG, com modera&ccedil;&atilde;o da jornalista Alexandra Costa.<o:p></o:p></p>
<p>O painel analisou o contributo dos sensores, da telemetria, dos modelos de previs&atilde;o e da intelig&ecirc;ncia artificial, identificando desafios associados &agrave; qualidade dos dados, ao custo das solu&ccedil;&otilde;es, &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s explora&ccedil;&otilde;es e &agrave; confian&ccedil;a dos utilizadores.<o:p></o:p></p>
<p>A aproxima&ccedil;&atilde;o entre os modelos tecnol&oacute;gicos e o conhecimento dos agricultores foi uma das ideias centrais: diverg&ecirc;ncias entre os dados e a observa&ccedil;&atilde;o no terreno devem ser compreendidas para melhorar a decis&atilde;o. Para o COTR, estas ferramentas devem apoiar o conhecimento agron&oacute;mico, antecipando necessidades e reduzindo aplica&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias, preservando a capacidade dos agricultores de avaliar e questionar as recomenda&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Governa&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua: responsabilidades, financiamento e continuidade<o:p></o:p></p>
<p>O painel &laquo;Quem decide o futuro da &aacute;gua em Portugal?&raquo;, moderado pelo radialista Lu&iacute;s Matias, contou com &Aacute;lvaro Mendon&ccedil;a e Moura, presidente da CAP; Carlos Braziel David, vice-presidente da AdP; Lu&iacute;s Mesquita Dias, presidente da AHSA; e Filipe Duarte Santos, presidente do Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustent&aacute;vel (CNADS).<o:p></o:p></p>
<p>No painel &laquo;A Grande Estrat&eacute;gia da &Aacute;gua para Portugal&raquo;, moderado pela jornalista Teresa Silveira, participaram Eduardo Reis, diretor-geral da DGADR; Nuno Serra, secret&aacute;rio-geral da CONFAGRI; Jos&eacute; N&uacute;ncio, presidente da FENAREG; e Ana Paula Moreira, da EDP.<o:p></o:p></p>
<p>Os dois debates abordaram as responsabilidades, as prioridades e os modelos de governa&ccedil;&atilde;o, identificando a articula&ccedil;&atilde;o entre entidades, a clarifica&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias, o financiamento e a integra&ccedil;&atilde;o dos diferentes usos como condi&ccedil;&otilde;es para executar uma pol&iacute;tica nacional da &aacute;gua.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>As sess&otilde;es evidenciaram ainda que a seguran&ccedil;a h&iacute;drica afeta a produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, o abastecimento das popula&ccedil;&otilde;es, a energia, os ecossistemas e a manuten&ccedil;&atilde;o de emprego e popula&ccedil;&atilde;o nos territ&oacute;rios mais vulner&aacute;veis. Foram tamb&eacute;m salientados o valor estrat&eacute;gico do setor agroalimentar para Portugal e a necessidade de continuidade das pol&iacute;ticas para al&eacute;m dos ciclos eleitorais, com a agricultura a ocupar um lugar priorit&aacute;rio na a&ccedil;&atilde;o governativa.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Investiga&ccedil;&atilde;o, inova&ccedil;&atilde;o e homenagem a Lu&iacute;s Santos Pereira<o:p></o:p></p>
<p>O programa incluiu 14 comunica&ccedil;&otilde;es sobre projetos de investiga&ccedil;&atilde;o e inova&ccedil;&atilde;o, interven&ccedil;&otilde;es internacionais dedicadas &agrave; digitaliza&ccedil;&atilde;o e ao uso eficiente da &aacute;gua e o estudo EDIA/COTR sobre monitoriza&ccedil;&atilde;o dos solos nos blocos de rega do Empreendimento de Fins M&uacute;ltiplos de Alqueva.<o:p></o:p></p>
<p>O Congresso prestou ainda uma homenagem &laquo;Personalidades do Regadio&raquo; ao professor Lu&iacute;s Santos Pereira, reconhecendo o seu contributo para a rega e o regadio em Portugal e contou com um jantar com uma Keynote sobre O vicio dos fundos europeus, a cargo do Professor Nuno Palma.<o:p></o:p></p>
<p>Para o COTR, os an&uacute;ncios feitos no Congresso abrem caminho a um maior investimento e di&aacute;logo no setor. A prioridade &eacute; agora assegurar continuidade, financiamento e resultados verific&aacute;veis no terreno.<o:p></o:p></p>
<p>O Congresso terminou com uma visita &agrave;s instala&ccedil;&otilde;es da EDIA, Centro Alqueva.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>A pr&oacute;xima edi&ccedil;&atilde;o do Congresso Nacional de Rega e Drenagem ter&aacute; lugar em Ponte de Lima, em 2028.<o:p></o:p></p> ]]></description><pubDate>Mon, 12 Oct 2026 14:13:30 GMT</pubDate></item><item><title>Alunos da UTAD aproximam-se da realidade profissional na Feira Nacional do Porco</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/alunos-da-utad-aproximam-se-da-realidade-profissional-na-feira-nacional-do-porco/</link><guid isPermaLink='false'>41921</guid><description><![CDATA[<p><strong>Alunos dos cursos de Ci&ecirc;ncia Animal e de Engenharia Zoot&eacute;cnica da Escola de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias e Veterin&aacute;rias (ECAV), da Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro (UTAD), participaram nos dias 2 e 3 de outubro numa viagem de estudo &agrave; Feira Nacional do Porco, realizada no Montijo. A iniciativa proporcionou o contacto direto com empresas, profissionais e diferentes &aacute;reas de atividade ligadas &agrave; fileira suin&iacute;cola.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20261012141223-utad.jpg" alt="UTAD" width="850" height="566" class="img-responsive" /></p>
<p>A visita integrou as unidades curriculares de Produ&ccedil;&atilde;o de Su&iacute;nos, Produ&ccedil;&atilde;o de Monog&aacute;stricos e Instala&ccedil;&otilde;es e Equipamentos Zoo, tendo como principal objetivo aproximar os estudantes da realidade profissional do setor e complementar a forma&ccedil;&atilde;o acad&eacute;mica atrav&eacute;s do contacto direto com o tecido empresarial e produtivo.<o:p></o:p></p>
<p>Acompanhados pelos docentes Divanildo Monteiro e Victor Pinheiro, os estudantes tiveram oportunidade de conhecer empresas e profissionais de diferentes &aacute;reas da fileira, desde a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos compostos para animais at&eacute; ao tratamento de efluentes e &agrave; ind&uacute;stria alimentar. A visita permitiu ainda o encontro com antigos alunos da UTAD que atualmente desenvolvem atividade profissional em setores relacionados com a produ&ccedil;&atilde;o animal.<o:p></o:p></p>
<p>Segundo Divanildo Monteiro, este tipo de iniciativas desempenha um papel importante na forma&ccedil;&atilde;o dos estudantes, permitindo-lhes conhecer de perto a realidade do mercado de trabalho, os desafios do setor e as oportunidades de carreira existentes numa &aacute;rea cada vez mais tecnol&oacute;gica e especializada.<o:p></o:p></p>
<p>Al&eacute;m da participa&ccedil;&atilde;o dos alunos, a ECAV esteve tamb&eacute;m representada na Feira Nacional do Porco atrav&eacute;s de um stand institucional, onde divulgou a oferta formativa da Escola e da Universidade, refor&ccedil;ando a proximidade da UTAD ao setor suin&iacute;cola nacional.<o:p></o:p>&nbsp;</p>
<p>A iniciativa constituiu uma oportunidade de aprendizagem em contexto real, contribuindo para o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias e para uma melhor compreens&atilde;o das diversas sa&iacute;das profissionais associadas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o animal.<span style="font-family: &quot;Calibri Light&quot;, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p> ]]></description><pubDate>Mon, 12 Oct 2026 14:10:27 GMT</pubDate></item><item><title>IVDP promove formação em todo o país sobre o serviço de Vinho do Porto</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ivdp-promove-formacao-em-todo-o-pais-sobre-o-servico-de-vinho-do-porto/</link><guid isPermaLink='false'>41920</guid><description><![CDATA[<p><strong>O programa gratuito Saber Servir, Vender Melhor decorre entre outubro e meados de dezembro, do Minho ao Algarve, para capacitar profissionais da hotelaria e da restaura&ccedil;&atilde;o no servi&ccedil;o e na recomenda&ccedil;&atilde;o de Vinho do Porto. Em 2025, realizou 32 sess&otilde;es e contou com 640 participantes.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20261008092023-vinhoporto.jpg" width="850" height="791" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, I.P. (IVDP, IP), promove uma nova edi&ccedil;&atilde;o do programa Saber Servir, Vender Melhor, dirigido a profissionais e futuros profissionais da hotelaria e da restaura&ccedil;&atilde;o. A forma&ccedil;&atilde;o &eacute; gratuita e inclui a emiss&atilde;o de um certificado digital de participa&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Em curso desde 2013, o programa visa proporcionar conhecimentos que permitam servir e recomendar corretamente o vinho do Porto, contribuindo para melhorar a qualidade do atendimento e apoiar a sua comercializa&ccedil;&atilde;o. O presidente do IVDP, IP Gilberto Igrejas, considera que &ldquo;em mais de dez anos desta iniciativa &eacute; vis&iacute;vel que os profissionais est&atilde;o mais qualificados e que a qualidade do servi&ccedil;o cresceu substancialmente&rdquo;.<o:p></o:p></p>
<p>As sess&otilde;es de 2026 decorrer&atilde;o entre outubro e meados de dezembro, abrangendo regi&otilde;es do Minho ao Algarve, incluindo o Grande Porto e a Regi&atilde;o Demarcada do Douro, com forma&ccedil;&atilde;o em Lamego. Nesta edi&ccedil;&atilde;o, o programa chega tamb&eacute;m a duas novas localidades: Vila Nova de Cerveira e Gouvinhas.<o:p></o:p></p>
<p>Cada sess&atilde;o tem uma dura&ccedil;&atilde;o aproximada de duas horas e combina uma componente te&oacute;rica com uma componente pr&aacute;tica. A primeira aborda a hist&oacute;ria e a produ&ccedil;&atilde;o do Vinho do Porto, bem como as boas pr&aacute;ticas de servi&ccedil;o, incluindo a temperatura e a escolha dos copos adequados. Na componente pr&aacute;tica, os participantes provam diferentes estilos de Vinho do Porto e exploram possibilidades de harmoniza&ccedil;&atilde;o gastron&oacute;mica.<o:p></o:p></p>
<p>As sess&otilde;es s&atilde;o conduzidas por formadores certificados pelo IVDP, IP como Certified Port Educator. Os participantes que concluam a forma&ccedil;&atilde;o recebem um certificado digital de participa&ccedil;&atilde;o emitido pelo Instituto. As inscri&ccedil;&otilde;es est&atilde;o abertas em <a href="https://abrir.link/SSVM2026">https://abrir.link/SSVM2026</a>, onde pode ser consultada informa&ccedil;&atilde;o sobre o programa e o calend&aacute;rio das sess&otilde;es.<o:p></o:p></p> ]]></description><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 09:18:47 GMT</pubDate></item><item><title>CAP debate “Dilemas na Hortofruticultura Nacional” em conferência a 29 de outubro</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/cap-debate-dilemas-na-hortofruticultura-nacional-em-conferencia-a-29-de-outubro/</link><guid isPermaLink='false'>41919</guid><description><![CDATA[<p><strong>O encontro ter&aacute; lugar no Audit&oacute;rio do IAPMEI, em Lisboa, e reunir&aacute; especialistas, produtores e decisores do setor em torno de tr&ecirc;s eixos fundamentais: sustentabilidade econ&oacute;mica, prote&ccedil;&atilde;o fitossanit&aacute;ria e mercados externos.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20261008091735-capev.jpg" width="850" height="939" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>No &acirc;mbito das comemora&ccedil;&otilde;es dos seus 50 anos, a Confedera&ccedil;&atilde;o dos Agricultores de Portugal (CAP) organiza, no pr&oacute;ximo dia 29 de outubro, a confer&ecirc;ncia &ldquo;Dilemas na Hortofruticultura Nacional&rdquo;. O evento, que decorre no Audit&oacute;rio do IAPMEI, em Lisboa, tem como prop&oacute;sito promover uma reflex&atilde;o alargada e multidisciplinar sobre os desafios estruturais, as exig&ecirc;ncias de sustentabilidade e as oportunidades competitivas que atualmente se colocam &agrave; fileira hortofrut&iacute;cola.<o:p></o:p></p>
<p>O programa t&eacute;cnico estrutura-se em tr&ecirc;s grandes pain&eacute;is tem&aacute;ticos, cada um composto por uma interven&ccedil;&atilde;o de enquadramento seguida de uma mesa-redonda:<o:p></o:p></p>
<p>1. Fatores decisivos na produ&ccedil;&atilde;o alimentar: &laquo;E o pilar econ&oacute;mico da sustentabilidade?&raquo;<o:p></o:p></p>
<p>Orador: Rui Ver&iacute;ssimo Baptista (Companhia das Lez&iacute;rias)<o:p></o:p></p>
<p>Modera&ccedil;&atilde;o: Lu&iacute;s Mira (Secret&aacute;rio-geral da CAP)<o:p></o:p></p>
<p>Mesa-redonda: Paulo Nogueira (ADENE), F&aacute;bio Garcia (CAP), Carlos Castro (APA / ARH Tejo &amp; Oeste) e Ricardo Santos (Cooperativa Agr&iacute;cola de Alcoba&ccedil;a)<o:p></o:p></p>
<p>2. Gest&atilde;o integrada no combate fitossanit&aacute;rio: &laquo;Qual a caixa de ferramentas que teremos dispon&iacute;vel nos pr&oacute;ximos 5 anos? E onde fica a seguran&ccedil;a alimentar?&raquo;<o:p></o:p></p>
<p>Oradora: Ana Paula Garcia (DGAV &ndash; Dire&ccedil;&atilde;o-Geral de Alimenta&ccedil;&atilde;o e Veterin&aacute;ria)<o:p></o:p></p>
<p>Modera&ccedil;&atilde;o: Domingos dos Santos (CAP / FNOP)<o:p></o:p></p>
<p>Mesa-redonda: Felisbela Campos (Syngenta / CropLife), Pedro Dias (ANSEME) e Catarina Pereira (Porbatata)<o:p></o:p></p>
<p>3. Vamos falar de exporta&ccedil;&atilde;o e internacionaliza&ccedil;&atilde;o: &laquo;Como crescer? Onde e porqu&ecirc;.&raquo;<o:p></o:p></p>
<p>Orador: Gon&ccedil;alo Santos Andrade (CAP / Portugal Fresh)<o:p></o:p></p>
<p>Modera&ccedil;&atilde;o: Ana Oliveira (Revista Frutas, Legumes e Flores)<o:p></o:p></p>
<p>Mesa-redonda: Pedro Pimentel (Centromarca), Am&acirc;ndio Santos (Portugal Foods), Jos&eacute; Tom&aacute;s Henriques (FIPA) e Henrique Vicente (GPP)<o:p></o:p></p>
<p>Sess&otilde;es Institucionais<o:p></o:p></p>
<p>A sess&atilde;o de abertura (09h30) contar&aacute; com Lu&iacute;s Mira, Secret&aacute;rio-geral da CAP, e Paulo Mauritti, Vogal do Conselho Diretivo do IAPMEI. A sess&atilde;o de encerramento (16h00) estar&aacute; a cargo de &Aacute;lvaro Mendon&ccedil;a e Moura, Presidente da CAP, e de Jos&eacute; Manuel Fernandes, Ministro da Agricultura e Pescas (a confirmar).<o:p></o:p></p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es e Inscri&ccedil;&otilde;es<o:p></o:p></p>
<p>Data: 29 de outubro<o:p></o:p></p>
<p>Local: Audit&oacute;rio do IAPMEI, Campus do Lumiar, Lisboa<o:p></o:p></p>
<p>Condi&ccedil;&otilde;es: A participa&ccedil;&atilde;o tem o valor de 20 &euro; (inclui almo&ccedil;o)<o:p></o:p></p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es: O registo &eacute; obrigat&oacute;rio e pode ser efetuado atrav&eacute;s do formul&aacute;rio de inscri&ccedil;&atilde;o aqui:&nbsp;<o:p></o:p><a href="https://forms.gle/LocUroRezWwTBoNL6" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Inscri&ccedil;&atilde;o</a></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 08 Oct 2026 09:13:56 GMT</pubDate></item><item><title>Centro tecnológico do agroalimentar avança na UNIPVC com investimento de 4,5 milhões de euros</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/centro-tecnologico-do-agroalimentar-avanca-na-unipvc-com-investimento-de-4-5-milhoes-de-euros/</link><guid isPermaLink='false'>41918</guid><description><![CDATA[<p><strong>A futura infraestrutura do 3AR, a construir na Escola Superior Agr&aacute;ria da Universidade Polit&eacute;cnica de Viana do Castelo, em Ponte de Lima, deu mais um passo com a autoriza&ccedil;&atilde;o governamental para a constitui&ccedil;&atilde;o do direito de superf&iacute;cie sobre uma parcela do campus.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20261006111633-univpc.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Com financiamento de 65% pelo Norte 2030, o projeto pretende aproximar a investiga&ccedil;&atilde;o das empresas, valorizar os recursos do Alto Minho e desenvolver novas solu&ccedil;&otilde;es para o setor agroalimentar. A empreitada dever&aacute; ser lan&ccedil;ada ainda este ano, mas o trabalho com os parceiros empresariais vai avan&ccedil;ar em paralelo com a constru&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O Governo autorizou a Universidade Polit&eacute;cnica de Viana do Castelo (UNIPVC) a constituir, a favor do Munic&iacute;pio de Ponte de Lima, o direito de superf&iacute;cie sobre uma parcela de terreno do campus da Escola Superior Agr&aacute;ria (ESA-UNIPVC), destinada exclusivamente &agrave; constru&ccedil;&atilde;o do 3AR &ndash; Centro de Valoriza&ccedil;&atilde;o e Transfer&ecirc;ncia de Tecnologia (CVTT) do Agroalimentar. A decis&atilde;o, publicada no Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica atrav&eacute;s do Despacho n.&ordm; 11725/2026, cria as condi&ccedil;&otilde;es jur&iacute;dicas para avan&ccedil;ar com a infraestrutura de um projeto que re&uacute;ne a academia, autarquias, empresas, associa&ccedil;&otilde;es de produtores e entidades cient&iacute;ficas.<o:p></o:p></p>
<p>O investimento global previsto &eacute; de cerca de 4,5 milh&otilde;es de euros, com financiamento comunit&aacute;rio de aproximadamente 2,9 milh&otilde;es de euros, correspondente a 65% da opera&ccedil;&atilde;o, no &acirc;mbito do Programa Regional do Norte 2030. A decis&atilde;o favor&aacute;vel de cofinanciamento foi tomada em agosto, seguindo-se agora a autoriza&ccedil;&atilde;o para a constitui&ccedil;&atilde;o do direito de superf&iacute;cie, por um per&iacute;odo de 30 anos, sobre uma &aacute;rea at&eacute; 3219,7 metros quadrados. A execu&ccedil;&atilde;o da empreitada ficar&aacute; a cargo do Munic&iacute;pio de Ponte de Lima.<o:p></o:p></p>
<p>Segundo Nuno Vieira e Brito, diretor-geral do 3AR e docente e investigador da UNIPVC, a empreitada dever&aacute; ser lan&ccedil;ada ainda em 2026, estando prevista a conclus&atilde;o do edif&iacute;cio num prazo de dois anos.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Uma nova infraestrutura para aproximar a ci&ecirc;ncia das empresas<o:p></o:p></p>
<p>A instalar no campus da ESA-UNIPVC, o 3AR pretende refor&ccedil;ar o ecossistema de investiga&ccedil;&atilde;o e inova&ccedil;&atilde;o da Regi&atilde;o Norte, criando novas condi&ccedil;&otilde;es para que o conhecimento cient&iacute;fico e tecnol&oacute;gico chegue &agrave;s empresas do setor agroalimentar.<o:p></o:p></p>
<p>Para Isabel Valin, diretora da Escola Superior Agr&aacute;ria da UNIPVC, este CVTT representa um contributo importante para o desenvolvimento de uma &aacute;rea estrat&eacute;gica para a regi&atilde;o. &ldquo;Esta nova infraestrutura tecnol&oacute;gica vem refor&ccedil;ar o ecossistema de investiga&ccedil;&atilde;o e inova&ccedil;&atilde;o da Regi&atilde;o Norte numa &aacute;rea particularmente importante como &eacute; o agroalimentar. &Eacute; fundamental que a academia esteja representada e acompanhe este processo de desenvolvimento, contribuindo com conhecimento para &aacute;reas t&atilde;o relevantes como o desenvolvimento rural, a valoriza&ccedil;&atilde;o dos recursos end&oacute;genos e os processos de adapta&ccedil;&atilde;o e mitiga&ccedil;&atilde;o das altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas&rdquo;, sublinha.<o:p></o:p></p>
<p>O futuro Centro de Valoriza&ccedil;&atilde;o e Transfer&ecirc;ncia de Tecnologia ter&aacute; tr&ecirc;s grandes &aacute;reas de interven&ccedil;&atilde;o: Alimenta&ccedil;&atilde;o e Gastronomia, Recursos End&oacute;genos e Territ&oacute;rio e Sustentabilidade. O objetivo &eacute; apoiar a investiga&ccedil;&atilde;o aplicada, o desenvolvimento de novos produtos e processos, a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os tecnol&oacute;gicos especializados e a transfer&ecirc;ncia de conhecimento para empresas e produtores.<o:p></o:p></p>
<p>O edif&iacute;cio ir&aacute; contemplar espa&ccedil;os laboratoriais dedicados &agrave; inova&ccedil;&atilde;o alimentar, &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o dos recursos vegetais e animais e ao desenvolvimento de tecnologias ambientais. Entre os equipamentos previstos est&atilde;o laborat&oacute;rios de tecnologia e inova&ccedil;&atilde;o alimentar, an&aacute;lise sensorial, microbiologia, gen&eacute;tica e solu&ccedil;&otilde;es para tratamento de &aacute;guas e solos, numa abordagem que integra tamb&eacute;m a economia circular e a adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas.<o:p></o:p></p>
<p>A infraestrutura de Ponte de Lima estar&aacute; articulada com o polo de Melga&ccedil;o, que dar&aacute; continuidade ao trabalho desenvolvido pelo NUTRIR, particularmente no apoio &agrave; experimenta&ccedil;&atilde;o e &agrave; transfer&ecirc;ncia de conhecimento para as empresas ligadas &agrave; vinha e ao vinho, com destaque para a casta Alvarinho.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Trabalho com as empresas come&ccedil;a antes da conclus&atilde;o do edif&iacute;cio<o:p></o:p></p>
<p>A constru&ccedil;&atilde;o do edif&iacute;cio constitui uma etapa central do projeto, mas n&atilde;o condiciona o in&iacute;cio da atividade de transfer&ecirc;ncia de tecnologia. Nuno Vieira e Brito explica que o 3AR vai aprofundar, desde j&aacute;, o diagn&oacute;stico das necessidades do setor e trabalhar diretamente com as empresas e os restantes parceiros para identificar oportunidades de inova&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;N&atilde;o vamos ficar &agrave; espera do edif&iacute;cio. Vamos, com as empresas e com todos os parceiros, aprofundar o diagn&oacute;stico que j&aacute; foi realizado e perceber onde podemos ser &uacute;teis nestes tr&ecirc;s grandes setores, que s&atilde;o determinantes para a nossa regi&atilde;o&rdquo;, afirma o diretor-geral.<o:p></o:p></p>
<p>Para Nuno Vieira e Brito, o projeto representa tamb&eacute;m uma evolu&ccedil;&atilde;o na forma como a Universidade interv&eacute;m no territ&oacute;rio, levando o conhecimento produzido na academia para al&eacute;m das atividades de ensino e investiga&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;Damos um passo muito importante, que vai para al&eacute;m do ensino, fundamental para a forma&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o, e da investiga&ccedil;&atilde;o que j&aacute; fazemos. Passamos tamb&eacute;m a uma fase de interven&ccedil;&atilde;o no territ&oacute;rio, nas empresas e na comunidade. &Eacute; um motivo de profundo orgulho perceber que o nosso trabalho tem reflexo na comunidade e que estamos, ativamente e em conjunto com as empresas e os restantes atores, a contribuir para o desenvolvimento do territ&oacute;rio&rdquo;, destaca.<o:p></o:p></p>
<p>A candidatura prev&ecirc; ainda o refor&ccedil;o progressivo das equipas t&eacute;cnicas e cient&iacute;ficas, apontando para a cria&ccedil;&atilde;o de perto de 40 postos de trabalho qualificado at&eacute; 2030, em &aacute;reas como biotecnologia, tecnologia alimentar, produ&ccedil;&atilde;o animal e vegetal, tecnologias ambientais e gest&atilde;o do agroalimentar.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Um projeto constru&iacute;do em parceria<o:p></o:p></p>
<p>Formalmente constitu&iacute;da em julho de 2025, a Associa&ccedil;&atilde;o 3AR re&uacute;ne a UNIPVC, os munic&iacute;pios de Ponte de Lima e Melga&ccedil;o, a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho e um conjunto alargado de entidades cient&iacute;ficas, empresariais e associativas ligadas ao setor agroalimentar.<o:p></o:p></p>
<p>A UNIPVC &eacute; uma das principais associadas do projeto, cujo Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o &eacute; presidido pelo Reitor, Carlos Rodrigues. Al&eacute;m de acolher a futura infraestrutura na Escola Superior Agr&aacute;ria, a Universidade participa diretamente na defini&ccedil;&atilde;o e concretiza&ccedil;&atilde;o da estrat&eacute;gia cient&iacute;fica e tecnol&oacute;gica do Centro.<o:p></o:p></p>
<p>A autoriza&ccedil;&atilde;o agora concedida pelo Governo, conjugada com a aprova&ccedil;&atilde;o do financiamento comunit&aacute;rio, permite avan&ccedil;ar para uma nova etapa do projeto, que pretende transformar a investiga&ccedil;&atilde;o aplicada e a coopera&ccedil;&atilde;o entre entidades p&uacute;blicas e privadas em novas oportunidades de desenvolvimento para o Alto Minho.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 694px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div>
<p></p>
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</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 11:03:54 GMT</pubDate></item><item><title>4.º Encontro Nacional das Guardiãs da Natureza mobiliza territórios, municípios e parceiros pela sustentabilidade</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/4-encontro-nacional-das-guardias-da-natureza-mobiliza-territorios-municipios-e-parceiros-pela-sustentabilidade/</link><guid isPermaLink='false'>41917</guid><description><![CDATA[<p><strong>Encontro reuniu mais de 260 participantes, incluindo 95 Guardi&atilde;s, representantes de 20 territ&oacute;rios e 9 munic&iacute;pios, e assinalou a ades&atilde;o dos Munic&iacute;pios de Santar&eacute;m, Miranda do Douro e Arcos de Valdevez &agrave; Rede de Guardi&atilde;s da Natureza e do Desenvolvimento Sustent&aacute;vel do Mundo Rural.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20261006110314-gaurdias.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<div>
<p>O 4.&ordm; Encontro Nacional das Guardi&atilde;s da Natureza reuniu, no passado dia 25 de setembro, no Convento de S&atilde;o Francisco, em Santar&eacute;m, mais de 260 participantes, entre Guardi&atilde;s da Natureza, agricultoras, empreendedoras, investigadoras, representantes de entidades p&uacute;blicas, munic&iacute;pios, organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil e parceiros da Rede, incluindo os seus parceiros estruturantes, o Fundo Ambiental, o ICNF e o Cr&eacute;dito Agr&iacute;cola.&nbsp;</p>
<p>Promovido pela Business as Nature e coorganizado pelo Munic&iacute;pio de Santar&eacute;m, o Encontro decorreu no Dia Nacional da Sustentabilidade e sob o Alto Patroc&iacute;nio de Sua Excel&ecirc;ncia o Presidente da Rep&uacute;blica Portuguesa, Ant&oacute;nio Jos&eacute; Seguro. A edi&ccedil;&atilde;o de 2026 assinalou tamb&eacute;m o Ano Internacional da Mulher Agricultora, dando particular visibilidade ao contributo das mulheres para a agricultura, a conserva&ccedil;&atilde;o da natureza, a inova&ccedil;&atilde;o social e a valoriza&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios rurais.&nbsp;</p>
<p>Um dos principais momentos do Encontro foi a assinatura da Declara&ccedil;&atilde;o de Ades&atilde;o &agrave; Rede de Guardi&atilde;s da Natureza e do Desenvolvimento Sustent&aacute;vel do Mundo Rural pelos Munic&iacute;pios de Santar&eacute;m, Miranda do Douro e Arcos de Valdevez, refor&ccedil;ando o compromisso das autarquias com a valoriza&ccedil;&atilde;o dos recursos end&oacute;genos, a conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade, o empreendedorismo feminino e o desenvolvimento sustent&aacute;vel dos territ&oacute;rios.&nbsp;</p>
<p>A ades&atilde;o destes dois munic&iacute;pios assinala o arranque da Rede de Munic&iacute;pios Parceiros das Guardi&atilde;s da Natureza, uma estrutura de coopera&ccedil;&atilde;o que pretende aproximar os munic&iacute;pios, as Guardi&atilde;s, as entidades p&uacute;blicas, a academia e os parceiros locais na resposta aos desafios da sustentabilidade, da coes&atilde;o territorial e da adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s&nbsp;</p>
<p>altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas. V&aacute;rios outros munic&iacute;pios j&aacute; manifestaram o interesse em aderir &agrave; Rede, tendo marcado presen&ccedil;a no Encontro.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Este Encontro foi a demonstra&ccedil;&atilde;o viva e vivida que esta &eacute; a For&ccedil;a, este &eacute; o Prop&oacute;sito, este &eacute; o Impacto da Rede das Guardi&atilde;s da Natureza, e que o &ldquo;melhor de n&oacute;s est&aacute; sempre por chegar&rdquo;. Julgo que esta mensagem ficou bem marcada em todos os que passaram pelo Encontro e que demonstraram publicamente o seu apoio &agrave; continuidade e sustentabilidade desta iniciativa.&rdquo; Susana Viseu, Presidente da Business as Nature&nbsp;</p>
<p>Durante a manh&atilde;, o encontro &ldquo;Mulheres que Cultivam o Futuro&rdquo; reuniu agricultoras, cooperativas, investigadoras, entidades p&uacute;blicas e organiza&ccedil;&otilde;es ligadas ao setor agr&iacute;cola, para refletir sobre cooperativismo, ci&ecirc;ncia, agroecologia, produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel e bem-estar animal. O programa incluiu ainda a assinatura de um protocolo entre a Business as Nature e a CONFAGRI, refor&ccedil;ando a colabora&ccedil;&atilde;o entre as duas entidades na valoriza&ccedil;&atilde;o das mulheres na agricultura, no cooperativismo e no desenvolvimento rural.&nbsp;</p>
<p>A tarde foi dedicada &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados da Rede, &agrave; partilha de projetos das Guardi&atilde;s e &agrave; reflex&atilde;o sobre turismo sustent&aacute;vel, conserva&ccedil;&atilde;o da natureza, educa&ccedil;&atilde;o ambiental, sa&uacute;de e bem-estar. O Encontro reuniu interven&ccedil;&otilde;es de representantes do Governo, munic&iacute;pios, ICNF, Cr&eacute;dito Agr&iacute;cola, parceiros institucionais, academia, cooperativas, entidades do setor do ambiente e Guardi&atilde;s provenientes de diferentes territ&oacute;rios nacionais, bem como de Cabo Verde, Timor-Leste e Brasil, no &acirc;mbito da dimens&atilde;o internacional da Rede e da liga&ccedil;&atilde;o aos pa&iacute;ses da CPLP.&nbsp;</p>
<p>REDE APRESENTA RESULTADOS&nbsp;</p>
<p>Criada em 2023, a Rede de Guardi&atilde;s da Natureza e do Desenvolvimento Sustent&aacute;vel do Mundo Rural &eacute; uma iniciativa da Business as Nature, integrada no Movimento das Mulheres pelo Clima dos Pa&iacute;ses de L&iacute;ngua Portuguesa para o Mundo. Em 2026, a Rede re&uacute;ne 675 Guardi&atilde;s inscritas, das quais 441 est&atilde;o ativas, e acompanha 263 projetos ou ideias de projeto em diferentes fases de desenvolvimento. A Rede est&aacute; presente em 28 &aacute;reas protegidas, conta com 19 grupos territoriais de Guardi&atilde;s e mobiliza 23 parceiros locais. Desde a sua cria&ccedil;&atilde;o, foram realizadas 19 edi&ccedil;&otilde;es do programa de capacita&ccedil;&atilde;o, 22 masterclasses e identificadas 55 boas pr&aacute;ticas.&nbsp;</p>
<p>Os projetos abrangem &aacute;reas como turismo sustent&aacute;vel, educa&ccedil;&atilde;o ambiental, agroecologia e produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel, conserva&ccedil;&atilde;o e regenera&ccedil;&atilde;o de ecossistemas, economia circular, cultura e valoriza&ccedil;&atilde;o de produtos end&oacute;genos.&nbsp;</p>
<p>A avalia&ccedil;&atilde;o de impacto realizada em agosto de 2026, com dados preliminares de 25 Guardi&atilde;s participantes na segunda fase da segunda etapa da Rede, indica que 92% das inquiridas consideram que os seus projetos n&atilde;o estariam no mesmo ponto sem o apoio da Rede. A mesma propor&ccedil;&atilde;o reportou novas oportunidades de colabora&ccedil;&atilde;o e o aumento da rede de contactos relevantes, enquanto 29% referiram ter estabelecido novas parcerias. Foram ainda reportadas 29 novas parcerias, bem como a evolu&ccedil;&atilde;o de projetos em maturidade, estrutura&ccedil;&atilde;o, visibilidade, lan&ccedil;amento de atividades e gera&ccedil;&atilde;o de receitas.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Este encontro foi a express&atilde;o viva de uma Rede que continua a crescer - em n&uacute;mero de Guardi&atilde;s, em territ&oacute;rios, em projetos e, sobretudo, em capacidade de gerar impacto. Ao criar liga&ccedil;&otilde;es, promover a partilha de conhecimento e facilitar o acesso das iniciativas a parceiros, mercados e financiamento, a Rede refor&ccedil;a o papel destas mulheres na prote&ccedil;&atilde;o da biodiversidade e na constru&ccedil;&atilde;o de comunidades rurais mais resilientes, din&acirc;micas e sustent&aacute;veis.&rdquo; Filipa Saldanha, Diretora de Sustentabilidade do Cr&eacute;dito Agr&iacute;cola&nbsp;</p>
<p>A Rede das Guardi&atilde;s da Natureza conta com o apoio estruturante do Fundo Ambiental, do Instituto da Conserva&ccedil;&atilde;o da Natureza e das Florestas (ICNF) e do Cr&eacute;dito Agr&iacute;cola, parceiros fundamentais para a implementa&ccedil;&atilde;o, desenvolvimento e consolida&ccedil;&atilde;o da iniciativa nos territ&oacute;rios.&nbsp;</p>
<p>O apoio do Fundo Ambiental tem estado associado &agrave;s diferentes etapas de implementa&ccedil;&atilde;o e expans&atilde;o da Rede nas &aacute;reas protegidas portuguesas, e o Cr&eacute;dito Agr&iacute;cola apoia a fase de desenvolvimento e consolida&ccedil;&atilde;o dos projetos nos v&aacute;rios territ&oacute;rios abrangidos.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;A conserva&ccedil;&atilde;o da natureza n&atilde;o &eacute; apenas proteger esp&eacute;cies e habitats; &eacute; cuidar da nossa sa&uacute;de, educar para o futuro e fortalecer a liga&ccedil;&atilde;o entre as pessoas, os territ&oacute;rios e a vida em comunidade.&rdquo; Nuno Banza, Presidente do Conselho Diretivo &middot; Instituto da Conserva&ccedil;&atilde;o da Natureza e das Florestas&nbsp;</p>
<p>O Encontro valorizou tamb&eacute;m a liga&ccedil;&atilde;o entre agricultura sustent&aacute;vel, alimenta&ccedil;&atilde;o, biodiversidade e identidade territorial atrav&eacute;s do Almo&ccedil;o de Autenticidade &mdash; &ldquo;Refei&ccedil;&atilde;o de Autenticidade: Guardi&atilde;s da Natureza&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>Paralelamente ao programa, a Mostra &ldquo;Guardi&atilde;s da Natureza&rdquo; deu visibilidade a produtos, servi&ccedil;os e cabazes de Guardi&atilde;s de diferentes regi&otilde;es, criando oportunidades de contacto direto entre produtoras, empreendedoras, parceiros e p&uacute;blico.&nbsp;</p>
<p>O Encontro contou tamb&eacute;m com o patroc&iacute;nio do Groupe Bonduelle e da Componatura, entidades que se associam ao compromisso da Rede com a sustentabilidade, a valoriza&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios, a agricultura e o impacto social.&nbsp;</p>
</div>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 708px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 11:01:02 GMT</pubDate></item><item><title>Produtores Nacionais de Cereais mobilizam-se em torno da CAP para entregar caderno reivindicativo ao Primeiro-ministro</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/produtores-nacionais-de-cereais-mobilizam-se-em-torno-da-cap-para-entregar-caderno-reivindicativo-ao-primeiro-ministro/</link><guid isPermaLink='false'>41916</guid><description><![CDATA[<p><strong>No in&iacute;cio do ano o Governo aprovou a Estrat&eacute;gia &ldquo;+Cereais&rdquo; atrav&eacute;s da Resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho de Ministros n.&ordm; 1/2026.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20261006110018-cereais.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Na altura, o sector agr&iacute;cola regozijou-se com a aprova&ccedil;&atilde;o deste documento que se revela fundamental para relan&ccedil;ar a actividade cereal&iacute;fera em Portugal e reduzir a nossa crescente, e muito preocupante, depend&ecirc;ncia face ao exterior.<o:p></o:p></p>
<p>Efetivamente e num per&iacute;odo marcado por uma acentuada instabilidade geopol&iacute;tica mundial &eacute; fundamental os pa&iacute;ses garantirem um grau de autoaprovisionamento de alimentos suficiente, sob pena de ficarmos excessivamente expostos ao contexto internacional, cada vez mais imprevis&iacute;vel.<o:p></o:p></p>
<p>Perante o aumento descontrolado dos pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis e dos fertilizantes e a n&atilde;o valoriza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o nacional de cereais, cujos baixos pre&ccedil;os de comercializa&ccedil;&atilde;o ficam muito aqu&eacute;m do que seria necess&aacute;rio para cobrir o aumento dos custos de produ&ccedil;&atilde;o, os Produtores Nacionais de Cereais associam-se &agrave; CAP na leg&iacute;tima reivindica&ccedil;&atilde;o de um pacote de ajudas a rondar os 140 milh&otilde;es de euros que se revela imperioso face &agrave; conjuntura atual, sob pena desta fileira ficar irremediavelmente colocada em causa, levando ao abandono de vastas &aacute;reas do territ&oacute;rio nacional.<o:p></o:p></p>
<p>As tr&ecirc;s associa&ccedil;&otilde;es signat&aacute;rias deste Comunicado reafirmam a import&acirc;ncia estrat&eacute;gica do sector dos cereais para a economia nacional e para a soberania alimentar de Portugal, sublinhando a necessidade de uma resposta c&eacute;lere e eficaz que permita salvaguardar a continuidade desta produ&ccedil;&atilde;o.<span style="font-family: &quot;Calibri Light&quot;, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 694px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 10:59:23 GMT</pubDate></item><item><title>ISCTE acolhe Fórum Animal 2026</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/iscte-acolhe-forum-animal-2026/</link><guid isPermaLink='false'>41914</guid><description><![CDATA[<p><strong>O F&oacute;rum Animal 2026 decorre a 16 de outubro no ISCTE, dois meses e meio antes do prazo que a Comiss&atilde;o Europeia fixou para propor o fim progressivo das gaiolas na produ&ccedil;&atilde;o de ovos.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20261006105327-animal.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<div>
<p>Em 2024, 67,1% das cerca de 8,9 milh&otilde;es de galinhas poedeiras em Portugal estavam alojadas em gaiolas, quase o dobro da m&eacute;dia da Uni&atilde;o Europeia (35,5%), segundo o painel de dados do mercado de ovos da Comiss&atilde;o Europeia, atualizado a 23 de setembro. S&oacute; Malta, Gr&eacute;cia e Hungria apresentam propor&ccedil;&otilde;es mais elevadas.&nbsp;</p>
<p>&Eacute; neste contexto que produtores, retalhistas, m&eacute;dicos veterin&aacute;rios, investigadores, decisores pol&iacute;ticos e organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil se re&uacute;nem a 16 de outubro, no F&Oacute;RUM ANIMAL, que se vai realizar no ISCTE, em Lisboa, para discutir como pode o pa&iacute;s preparar a transi&ccedil;&atilde;o para sistemas de produ&ccedil;&atilde;o sem gaiolas.&nbsp;</p>
<p>O calend&aacute;rio europeu d&aacute; urg&ecirc;ncia ao debate. Na Estrat&eacute;gia Europeia para a Pecu&aacute;ria, adotada a 7 de julho, a Comiss&atilde;o Europeia anunciou que vai propor, at&eacute; ao final de 2026, uma revis&atilde;o das regras de bem-estar das galinhas poedeiras e dos frangos centrada na elimina&ccedil;&atilde;o progressiva das gaiolas. A consulta p&uacute;blica que antecedeu a proposta, entre setembro e dezembro de 2025, recebeu mais de 190 mil contributos. O compromisso chega cinco anos depois de a iniciativa de cidadania europeia &quot;End the Cage Age&quot; ter entregado a Bruxelas cerca de 1,4 milh&otilde;es de apoios, e depois de falhado o prazo inicial, que a Comiss&atilde;o tinha fixado para o final de 2023.&nbsp;</p>
<p>Em Portugal, a transi&ccedil;&atilde;o j&aacute; come&ccedil;ou, mas a maior parte da produ&ccedil;&atilde;o continua em gaiolas. Alguns retalhistas anteciparam-se: o Lidl Portugal deixou de vender ovos frescos de galinhas criadas em gaiola em 2017 e o Pingo Doce atingiu em 2019 a meta de 100% de ovos frescos de marca pr&oacute;pria de galinhas criadas fora de gaiolas. Os desafios que os setores identificam s&atilde;o concretos: o apoio t&eacute;cnico e financeiro aos produtores para reconverter instala&ccedil;&otilde;es, o escoamento da produ&ccedil;&atilde;o e a incerteza sobre os prazos legislativos.&nbsp;</p>
<p>&quot;Bruxelas vai apresentar a sua proposta at&eacute; ao final do ano. Portugal pode esperar pelas decis&otilde;es europeias ou ter uma voz proativa e coletiva sobre como ser&aacute; poss&iacute;vel fazer esta transi&ccedil;&atilde;o no nosso pa&iacute;s. Quem produz, quem vende, quem regula e quem defende os animais raramente se senta &agrave; mesma mesa. O F&oacute;rum Animal existe para isso: ouvir as dificuldades reais e sair com propostas concretas de apoio &agrave; transi&ccedil;&atilde;o&quot;, afirma Rita Jacobetty, gestora de a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica da Frente Animal.&nbsp;</p>
<p>Organizado pela Frente Animal e pela Animais de Rua com o apoio do Eurogroup for Animals, o F&oacute;rum Animal chega &agrave; segunda edi&ccedil;&atilde;o e contemplar&aacute; quatro pain&eacute;is de debate. Ap&oacute;s a sess&atilde;o de abertura, a primeira apresenta&ccedil;&atilde;o ser&aacute; de Manuel Magalh&atilde;es Sant&rsquo;Ana, especialista europeu em ci&ecirc;ncia do bem-estar animal, &eacute;tica e legisla&ccedil;&atilde;o. Segue-se o painel de veterin&aacute;ria, dedicado ao bem-estar animal; o painel de produ&ccedil;&atilde;o, pensado para reunir a ind&uacute;stria e m&eacute;dicos veterin&aacute;rios do setor; o painel pol&iacute;tico, para o qual foram convidados deputados, membros do Governo, economistas e as entidades que gerem os apoios agr&iacute;colas; e, a fechar, o painel de mercado, dedicado ao retalho, &agrave; restaura&ccedil;&atilde;o e aos consumidores.&nbsp;</p>
<p>Entre os oradores j&aacute; confirmados est&atilde;o Eleni Choida, especialista em pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e financiamento da Eurogroup for Animals, que far&aacute; o ponto de situa&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o europeia; Maria de F&aacute;tima Ferreiro, professora catedr&aacute;tica do departamento de economia pol&iacute;tica do ISCTE, investigadora em pol&iacute;ticas p&uacute;blicas alimentares; e Susana Correia, da DECO, que abordar&aacute; o valor dos ovos de galinhas criadas sem gaiolas para o consumidor. O programa completo e os restantes oradores ser&atilde;o anunciados em forumanimal.com.&nbsp;</p>
<p>O F&oacute;rum tem quatro objetivos: promover conhecimento cred&iacute;vel e atualizado sobre a produ&ccedil;&atilde;o de ovos em Portugal, mapear com todos os setores os desafios reais da transi&ccedil;&atilde;o, identificar solu&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas e de mercado que a apoiem e criar um espa&ccedil;o de di&aacute;logo plural, sem uma agenda de confronto.&nbsp;</p>
<p>Profissionais e entidades da produ&ccedil;&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o, restaura&ccedil;&atilde;o, veterin&aacute;ria, investiga&ccedil;&atilde;o e administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica interessados em participar podem se registar no site do evento: forumanimal.com.&nbsp;</p>
</div> ]]></description><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 10:45:33 GMT</pubDate></item><item><title>PASTONATUR avalia o impacto da pecuária extensiva nos ecossistemas protegidos do sudoeste europeu</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/pastonatur-avalia-o-impacto-da-pecuaria-extensiva-nos-ecossistemas-protegidos-do-sudoeste-europeu/</link><guid isPermaLink='false'>41913</guid><description><![CDATA[<p><strong>Um cons&oacute;rcio de doze entidades do sul de Espanha, Fran&ccedil;a e Portugal ir&aacute; avaliar, em 16 explora&ccedil;&otilde;es-piloto, o contributo da pecu&aacute;ria extensiva para a biodiversidade, o clima e a economia das comunidades rurais.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20261006104357-pastoreio.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<div>
<p>O PASTONATUR &ndash; Conserva&ccedil;&atilde;o e valoriza&ccedil;&atilde;o dos recursos agroflorestais nos espa&ccedil;os naturais protegidos do SUDOE &eacute; um projeto de coopera&ccedil;&atilde;o transnacional que re&uacute;ne 12 parceiros de Espanha, Fran&ccedil;a e Portugal.&nbsp;</p>
<p>Nestes tr&ecirc;s pa&iacute;ses do espa&ccedil;o SUDOE (sudoeste europeu), a pecu&aacute;ria extensiva representa uma atividade de grande express&atilde;o territorial que, quando associada a pr&aacute;ticas de gest&atilde;o que respeitam o solo, a diversidade de esp&eacute;cies e os valores naturais, desempenha um papel fundamental na conserva&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas protegidas e na valoriza&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios onde se insere.&nbsp;</p>
<p>O projeto decorre num ano particularmente simb&oacute;lico: as Na&ccedil;&otilde;es Unidas declararam 2026 - Ano Internacional das Pastagens e dos Pastores (YIRP), refor&ccedil;ando a relev&acirc;ncia global do tema. Financiado pelo programa Interreg Sudoe, o PASTONATUR re&uacute;ne produtores, associa&ccedil;&otilde;es de desenvolvimento local, representantes do sector agropecu&aacute;rio, universidades e entidades da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica.&nbsp;</p>
<p></p>
<p>Em Portugal, o projeto conta com a participa&ccedil;&atilde;o da ADPM &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o de Defesa do Patrim&oacute;nio de M&eacute;rtola, da ACOS &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o de Agricultores do Sul e da Universidade de &Eacute;vora, atrav&eacute;s de investigadores do MED &ndash; Instituto Mediterr&acirc;neo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento. As a&ccedil;&otilde;es-piloto decorrem no Alentejo, em tr&ecirc;s &aacute;reas protegidas.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;O projeto PASTONATUR significa o arranque para um esfor&ccedil;o que, em sinergia com o Centro de Compet&ecirc;ncias do Pastoreio Extensivo e o sector, vir&aacute; trazer ferramentas para valorizar a pecu&aacute;ria extensiva e o seu papel na sociedade&rdquo;, explica Maria Bastidas, t&eacute;cnica da ADPM. &ldquo;Atrav&eacute;s da presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os fundamentais que v&atilde;o desde o sequestro de carbono e manuten&ccedil;&atilde;o da biodiversidade &agrave; redu&ccedil;&atilde;o do risco de inc&ecirc;ndio, mas tamb&eacute;m pela sua capacidade de produzir produtos de elevada e reconhecida qualidade. A pecu&aacute;ria extensiva diferencia os territ&oacute;rios e cria din&acirc;micas territoriais e econ&oacute;micas&rdquo;, real&ccedil;a.&nbsp;</p>
<p>Um em cada tr&ecirc;s habitats protegidos na UE depende do pastoreio&nbsp;</p>
<p>Com base em evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas e conhecimento pr&aacute;tico, esta colabora&ccedil;&atilde;o transnacional pretende demonstrar o impacto positivo da pecu&aacute;ria extensiva na manuten&ccedil;&atilde;o do equil&iacute;brio ecol&oacute;gico em espa&ccedil;os naturais protegidos. A relev&acirc;ncia deste objetivo &eacute; refor&ccedil;ada por um relat&oacute;rio da Ag&ecirc;ncia Europeia do Ambiente (EEA), divulgado a 15 de abril deste ano, sob o t&iacute;tulo &ldquo;Extensive livestock systems and nature in Europe&rdquo;. O documento conclui que um em cada tr&ecirc;s habitats protegidos pela legisla&ccedil;&atilde;o europeia depende de pastoreio de baixa intensidade e estima que 10 a 15% do efetivo bovino, ovino e caprino da Uni&atilde;o Europeia seria suficiente para assegurar a gest&atilde;o desses habitats, desde que adequadamente distribu&iacute;do.&nbsp;</p>
<p>Os mesmos dados d&atilde;o conta de um decl&iacute;nio superior a 70% no n&uacute;mero de explora&ccedil;&otilde;es extensivas e mistas entre 2010 e 2020, o que torna mais urgente a valoriza&ccedil;&atilde;o desta atividade.&nbsp;</p>
<p></p>
<p>Uma resposta transnacional a desafios comuns&nbsp;</p>
<p>Perante desafios partilhados pelos tr&ecirc;s pa&iacute;ses, tais como o abandono rural, as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e a degrada&ccedil;&atilde;o dos sistemas naturais, o compromisso dos parceiros &eacute; desenvolver uma estrat&eacute;gia conjunta que valorize esta atividade e assegure o seu futuro.&nbsp;</p>
<p>Rosa Blanco Torres, da Funda&ccedil;&atilde;o Andanatura, entidade coordenadora do PASTONATUR, explica que &ldquo;o que h&aacute; de inovador neste projeto &eacute; que posiciona o produtor pecu&aacute;rio extensivo como um agente-chave na gest&atilde;o do territ&oacute;rio, oferecendo aos produtores novas ferramentas e modelos de neg&oacute;cio que garantem a sua rentabilidade e apostam na renova&ccedil;&atilde;o geracional&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;O nosso objetivo com esta estrat&eacute;gia transnacional de pecu&aacute;ria extensiva &eacute; consolidar, nos pr&oacute;ximos anos, um modelo de gest&atilde;o nos territ&oacute;rios que demonstre que este tipo de pecu&aacute;ria &eacute; o investimento mais inteligente para a resili&ecirc;ncia dos nossos espa&ccedil;os naturais e a maior riqueza econ&oacute;mica e social das nossas zonas rurais&rdquo;, detalha.&nbsp;</p>
<p>Quatro eixos de avalia&ccedil;&atilde;o, 16 explora&ccedil;&otilde;es-piloto&nbsp;</p>
<p>O projeto assenta em quatro eixos de avalia&ccedil;&atilde;o, atrav&eacute;s dos quais se pretende demonstrar que o sistema pecu&aacute;rio extensivo &eacute; sustent&aacute;vel, vi&aacute;vel e replic&aacute;vel: a conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade, a adapta&ccedil;&atilde;o e resili&ecirc;ncia &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas - incluindo o balan&ccedil;o de carbono -, o desempenho econ&oacute;mico e o impacto social.&nbsp;</p>
<p>Atrav&eacute;s de metodologias comuns de avalia&ccedil;&atilde;o, os respons&aacute;veis por 16 explora&ccedil;&otilde;es pecu&aacute;rias, distribu&iacute;das por dez &aacute;reas protegidas dos tr&ecirc;s pa&iacute;ses, v&atilde;o poder conhecer o impacto das suas explora&ccedil;&otilde;es nestas &aacute;reas.&nbsp;</p>
<p>Estas metodologias v&atilde;o permitir obter uma leitura rigorosa, compar&aacute;vel e integrada das pr&aacute;ticas de gest&atilde;o implementadas, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia de considerar a rela&ccedil;&atilde;o entre solo, pastagem e gado como um sistema integrado. Em determinadas condi&ccedil;&otilde;es, sistemas de pastoreio bem geridos podem contribuir para que o carbono sequestrado no solo e na vegeta&ccedil;&atilde;o compense uma parte significativa das emiss&otilde;es associadas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria.&nbsp;</p>
<p>Adicionalmente, a pecu&aacute;ria extensiva assegura fun&ccedil;&otilde;es que v&atilde;o al&eacute;m da produ&ccedil;&atilde;o de alimentos. Esta dimens&atilde;o multifuncional ganha express&atilde;o concreta no Parque Natural Regional de Haut-Languedoc, um dos parceiros franceses do projeto. &ldquo;Desempenha um papel fundamental na preserva&ccedil;&atilde;o dos ecossistemas agropastoris e da biodiversidade dos ambientes abertos, al&eacute;m de prevenir e limitar o risco de inc&ecirc;ndio. Contribui para manter as paisagens abertas, essenciais para o turismo e para a identidade regional&rdquo;, detalha Marie-Julie Parayre, t&eacute;cnica de projetos para a agricultura e gest&atilde;o do espa&ccedil;o nesta &aacute;rea protegida.&nbsp;</p>
<p>Envolvimento de todo o sector, do produtor ao consumidor&nbsp;</p>
<p>As quatro solu&ccedil;&otilde;es transfer&iacute;veis a desenvolver no PASTONATUR s&atilde;o:&nbsp;</p>
<p>- uma metodologia comum de avalia&ccedil;&atilde;o dos benef&iacute;cios da pecu&aacute;ria extensiva regenerativa, acompanhada de um cat&aacute;logo de boas pr&aacute;ticas de gest&atilde;o;&nbsp;</p>
<p>- um referencial transnacional de certifica&ccedil;&atilde;o, pass&iacute;vel de integra&ccedil;&atilde;o nos sistemas j&aacute; existentes;&nbsp;</p>
<p>- experi&ecirc;ncias-piloto de comercializa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de circuitos curtos e um guia com os resultados;&nbsp;</p>
<p>- experi&ecirc;ncias de valoriza&ccedil;&atilde;o dos produtos alimentares atrav&eacute;s da gastronomia e um guia com as aprendizagens.&nbsp;</p>
<p></p>
<p>Entre 2026 e 2027, ser&atilde;o realizadas seis experi&ecirc;ncias de distribui&ccedil;&atilde;o em circuitos curtos de comercializa&ccedil;&atilde;o, envolvendo produtores e consumidores dos tr&ecirc;s pa&iacute;ses. Pretende-se que os produtos da pecu&aacute;ria extensiva cheguem aos menus de cerca&nbsp;de 30 restaurantes. O projeto disponibilizar&aacute; ainda dois cursos de forma&ccedil;&atilde;o gratuitos e &agrave; dist&acirc;ncia, em espanhol, franc&ecirc;s e portugu&ecirc;s, dirigidos a produtores e a profissionais do sector.&nbsp;</p>
<p>Est&aacute; igualmente a ser criada uma Rede Transnacional que reunir&aacute; cerca de 80 entidades dos territ&oacute;rios abrangidos &ndash; gestores de &aacute;reas protegidas, organiza&ccedil;&otilde;es do sector pecu&aacute;rio, centros de investiga&ccedil;&atilde;o e entidades p&uacute;blicas &ndash;, com o objetivo de alargar o alcance dos resultados e assegurar a sua continuidade para al&eacute;m do final do projeto.&nbsp;</p>
</div>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 694px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 06 Oct 2026 10:36:39 GMT</pubDate></item><item><title>Valorização da lenha de poda como bioestimulante e os seus efeitos na resposta fisiológica e bioquímica da videira - bibliografia</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/valorizacao-da-lenha-de-poda-como-bioestimulante-e-os-seus-efeitos-na-resposta-fisiologica-e-bioquimica-da-videira-bibliografia/</link><guid isPermaLink='false'>41924</guid><description><![CDATA[<p>&nbsp;Refer&ecirc;ncias</p>
<p>Arnon, D.I. (1949). Copper enzymes in isolated chloroplasts: polyphenol oxidase in Beta vulgaris. Plant Physiology. 24: 1&ndash;15. https://doi.org/10.1104/pp.24.1.1<o:p></o:p></p>
<p>Bernardo, S., Dinis, L.T., Machado, N., Barros, A., Pitarch-Bielsa, M., Malheiro, A.C., G&oacute;mez-Cadenas, A., e Moutinho-Pereira, J. (2022). Uncovering the effects of kaolin on balancing berry phytohormones and quality attributes of Vitis vinifera grown in warm-temperate climate regions. Journal of the Science of Food and Agriculture.102: 782&ndash;793. https://doi.org/10.1002/jsfa.11413<o:p></o:p></p>
<p>Bernardo, S., Dinis, L.-T., Machado, N., e Moutinho-Pereira, J. (2018). Grapevine abiotic stress assessment and search for sustainable adaptation strategies in Mediterranean-like climates. A review. Agronomy for Sustainable Development. 38: 66. https://doi.org/10.1007/s13593-018-0544-0<o:p></o:p></p>
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<p>Cataldo, E., Fucile, M., e Mattii, G.B. (2022). Biostimulants in viticulture: A sustainable approach against biotic and abiotic stresses. Plants. 11(2): 162. https://doi.org/10.3390/plants11020162<o:p></o:p></p>
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<p>Pereira, S., Monteiro, A., Baltazar, M., Maia, C., Pereira, S., Oliveira, M.J., P&aacute;dua, L., Gon&ccedil;alves, I., Soares, B., Branco, Z., Moura, R., Balfag&oacute;n, D., Moutinho-Pereira, J., e Dinis, L.T. (2025a). Modulating grapevine performance and hormonal dynamics under summer stress by the synergistic effects of kaolin and silicon. Frontiers in Plant Science. https://doi.org/10.3389/fpls.2025.1639169<o:p></o:p></p>
<p>Pinto, A., Azenha, M., Fidalgo, F., e Teixeira, J. (2023). 2,4-dichlorophenoxyacetic acid detoxification occurs primarily in tomato leaves by the glutathione S-transferase phi members 4 and 5. Scientia Horticulturae. 321: 112214. https://doi.org/10.1016/j.scienta.2023.112214<o:p></o:p></p>
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<p>Santos, J.A., Fraga, H., Malheiro, A.C., Moutinho-Pereira, J., Dinis, L.-T., Correia, C., Moriondo, M., Leolini, L., Dibari, C., Costafreda-Aumedes, S., Kartschall, T., Menz, C., Molitor, D., Junk, J., Beyer, M., e Schultz, H.R. (2020). A review of the potential climate change impacts and adaptation options for European viticulture. Applied Sciences. 10: 3092. https://doi.org/10.3390/app10093092<o:p></o:p></p>
<p>Shtai, W., Asensio, D., Kadison, A.E., Schwarz, M., Raifer, B., Andreotti, C., Hammerle, A., Zanotelli, D., Haas, F., Niedrist, G., Wohlfahrt, G., e Tagliavini, M. (2024). Soil water availability modulates the response of grapevine leaf gas exchange and PSII traits to a simulated heat wave. Plant and Soil. 501: 537&ndash;554. https://doi.org/10.1007/s11104-024-06536-7<o:p></o:p></p>
<p>van Leeuwen, C., e Destrac-Irvine, A. (2017). Modified grape composition under climate change conditions requires adaptations in the vineyard. OENO One. 51(2): 147&ndash;154. https://doi.org/10.20870/oeno-one.2017.51.2.1647<o:p></o:p></p>
<p>Velikova V., Yordanov I., e Edreva A. (2000). Oxidative stress and some antioxidant systems in acid rain-treated bean plants: Protective role of exogenous polyamines. Plant Science. 151(7): 59&ndash;66. https://doi.org/10.1016/S0168-9452(99)00197-1<o:p></o:p></p>
<p>Verdugo-Gaxiola, S.E., Diaz-Rubio, L., Monta&ntilde;o-Soto, M.T., Castro-L&oacute;pez, L.R., Castillo, G., e C&oacute;rdova-Guerrero, I. (2025). Advances in biostimulant applications for grapevine (Vitis vinifera L.): Physiological, agronomic, and quality impacts. Horticulturae. 11(10): 1261. https://doi.org/10.3390/horticulturae11101261<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;</p> ]]></description><pubDate>Mon, 05 Oct 2026 10:09:14 GMT</pubDate></item><item><title>Investigadores procuram respostas para tornar a produção ovina mais resiliente</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/investigadores-procuram-respostas-para-tornar-a-producao-ovina-mais-resiliente/</link><guid isPermaLink='false'>41912</guid><description><![CDATA[<p><strong>Identificar os ovinos que melhor toleram temperaturas elevadas e transformar essa capacidade numa ferramenta de sele&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica &eacute; um dos objetivos do projeto europeu SheepHeatIT, que envolve ci&ecirc;ncia, tecnologia e produ&ccedil;&atilde;o animal.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260930105054-ovinos.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Porque &eacute; que, perante o mesmo epis&oacute;dio de calor extremo, alguns ovinos conseguem manter o seu comportamento e desempenho, enquanto outros sofrem altera&ccedil;&otilde;es fisiol&oacute;gicas e produtivas mais acentuadas? &Eacute; a esta quest&atilde;o que o projeto SheepHeatIT &ndash; Harnessing Information Technologies for Heat Resilient Sheep Breeding pretende responder, procurando encontrar novas formas de preparar a produ&ccedil;&atilde;o ovina para um clima cada vez mais quente.<o:p></o:p></p>
<p>As altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas est&atilde;o a aumentar a frequ&ecirc;ncia e a intensidade dos per&iacute;odos de temperaturas elevadas, colocando uma press&atilde;o crescente sobre os sistemas pecu&aacute;rios, sobretudo em regi&otilde;es mediterr&acirc;nicas. Nos ovinos, o stress t&eacute;rmico pode provocar altera&ccedil;&otilde;es no comportamento e na fisiologia, levando, entre outros efeitos, &agrave; redu&ccedil;&atilde;o do consumo de alimento e a impactos no crescimento, na reprodu&ccedil;&atilde;o, na sa&uacute;de e na produ&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>O SheepHeatIT pretende perceber o que distingue os animais mais tolerantes ao calor. Para isso, ser&atilde;o estudados ovinos de diferentes ra&ccedil;as e regi&otilde;es europeias, combinando informa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica com dados recolhidos diretamente nos animais e no ambiente onde s&atilde;o criados.<o:p></o:p></p>
<p>Temperatura corporal, frequ&ecirc;ncia respirat&oacute;ria, suda&ccedil;&atilde;o, consumo de &aacute;gua e comportamento s&atilde;o algumas das caracter&iacute;sticas que ser&atilde;o analisadas. Ser&atilde;o igualmente considerados indicadores hormonais e metab&oacute;licos, caracter&iacute;sticas da l&atilde; e informa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica e gen&oacute;mica. A combina&ccedil;&atilde;o destes dados permitir&aacute; procurar sinais que ajudem a explicar a capacidade de determinados animais para enfrentar per&iacute;odos de calor sem comprometer significativamente o seu funcionamento normal.<o:p></o:p></p>
<p>Segundo Ana Mira Geraldo, investigadora do Instituto Mediterr&acirc;neo para a Agricultura, Ambiente e Desenvolvimento (MED) da Universidade de &Eacute;vora, o objetivo n&atilde;o &eacute; simplesmente encontrar &ldquo;o animal que aguenta mais calor&rdquo;, mas identificar animais que consigam combinar toler&acirc;ncia ao calor com sa&uacute;de, bem-estar, reprodu&ccedil;&atilde;o e produtividade.<o:p></o:p></p>
<p>Um dos resultados mais relevantes previstos no projeto &eacute; o desenvolvimento de um &iacute;ndice gen&oacute;mico de sele&ccedil;&atilde;o para resist&ecirc;ncia ao calor. Esta ferramenta poder&aacute;, no futuro, permitir incorporar a toler&acirc;ncia &agrave;s temperaturas elevadas nas decis&otilde;es de melhoramento gen&eacute;tico, &agrave; semelhan&ccedil;a do que j&aacute; acontece com caracter&iacute;sticas como crescimento, produ&ccedil;&atilde;o ou reprodu&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Na pr&aacute;tica, produtores e associa&ccedil;&otilde;es de criadores poder&atilde;o vir a dispor de informa&ccedil;&atilde;o adicional para selecionar reprodutores e animais de substitui&ccedil;&atilde;o mais preparados para enfrentar condi&ccedil;&otilde;es de calor. O projeto prev&ecirc; ainda a cria&ccedil;&atilde;o de um &Iacute;ndice de Resist&ecirc;ncia ao Calor do Rebanho &ndash; uma medida usada para indicar o quanto um rebanho ou animal consegue manter o desempenho e a sa&uacute;de quando exposto a temperaturas elevadas e stress t&eacute;rmico, destinado a apoiar a tomada de decis&atilde;o ao n&iacute;vel do efetivo, e de uma plataforma digital para armazenar, partilhar e explorar os dados produzidos.<o:p></o:p></p>
<p>Para os produtores, a expectativa &eacute; que animais mais tolerantes ao calor sofram menores altera&ccedil;&otilde;es fisiol&oacute;gicas e comportamentais durante os per&iacute;odos quentes e consigam manter de forma mais est&aacute;vel o consumo, o crescimento, a reprodu&ccedil;&atilde;o e a produ&ccedil;&atilde;o. A longo prazo, esta abordagem poder&aacute; contribuir para reduzir algumas das perdas associadas ao stress t&eacute;rmico e aumentar a resili&ecirc;ncia das explora&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>Mas h&aacute; ainda quest&otilde;es a responder. Uma das principais passa por perceber quais das diferen&ccedil;as observadas entre animais s&atilde;o realmente consistentes e t&ecirc;m uma componente gen&eacute;tica que possa ser transmitida &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es seguintes. Ser&aacute; tamb&eacute;m necess&aacute;rio validar os resultados em diferentes ra&ccedil;as, pa&iacute;ses, condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e sistemas de produ&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>A sele&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica ser&aacute;, por isso, uma ferramenta complementar e n&atilde;o uma substitui&ccedil;&atilde;o das medidas de maneio. &Aacute;gua dispon&iacute;vel, sombra, alimenta&ccedil;&atilde;o adequada e condi&ccedil;&otilde;es que facilitem a dissipa&ccedil;&atilde;o do calor continuar&atilde;o a ser fundamentais para proteger os animais.<o:p></o:p></p>
<p>Ao procurar transformar respostas fisiol&oacute;gicas e comportamentais em informa&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica e ferramentas digitais utiliz&aacute;veis pelo setor, os investigadores pretendem dar um passo no sentido de uma quest&atilde;o cada vez mais importante para a produ&ccedil;&atilde;o animal: como criar hoje animais melhor preparados para o clima de amanh&atilde;?<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 694px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 30 Sep 2026 10:48:38 GMT</pubDate></item><item><title>1.º Encontro Luso-Galego debate o papel do pastoreio e do fogo na gestão do território e prevenção de incêndios</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/1-encontro-luso-galego-debate-o-papel-do-pastoreio-e-do-fogo-na-gestao-do-territorio-e-prevencao-de-incendios/</link><guid isPermaLink='false'>41911</guid><description><![CDATA[<p><strong>A iniciativa, que decorre nos dias 9 e 10 de outubro entre Cualedro (Galiza) e Montalegre (Barroso), junta a 48.&ordf; Reuni&atilde;o de Outono da SPPF e a 11.&ordf; Reuni&atilde;o de Outono da SGPF.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260928141118-patgrande.jpg" width="850" height="478" alt="" /></p>
<p>A Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens (SPPF) e a Sociedade Galega de Pastos e Forraxes (SGPF) unem esfor&ccedil;os para organizar o 1.&ordm; Encontro Luso-Galego de Pastos, Comunidades e Futuro Rural, no &acirc;mbito da 48.&ordf; Reuni&atilde;o de Outono da SPPF e da 11.&ordf; Reuni&atilde;o de Outono da SGPF. Subordinado ao tema &ldquo;Pastoreio e Fogo: Ferramentas de Gest&atilde;o das Pastagens Face ao Abandono Rural&rdquo;, o evento decorrer&aacute; a cavalo da fronteira: no dia 9 de outubro, na Casa da Cultura de Cualedro (Ourense, Galiza), e no dia 10 de outubro, no Centro SIPAM do Barroso, em Montalegre.<o:p></o:p></p>
<p>O encontro tem como prop&oacute;sito juntar produtores, t&eacute;cnicos, investigadores, estudantes e decisores pol&iacute;ticos num espa&ccedil;o comum de partilha sobre a valoriza&ccedil;&atilde;o dos sistemas agro-silvo-pastoris, o ordenamento da paisagem e o combate ao despovoamento rural.<o:p></o:p></p>
<p>Dois dias de partilha t&eacute;cnica, casos pr&aacute;ticos e visitas de campo<o:p></o:p></p>
<p>O primeiro dia de trabalhos, a decorrer em Cualedro (Galiza), d&aacute; &ecirc;nfase a temas sociais, capacita&ccedil;&atilde;o e regenera&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica nas zonas de montanha:<o:p></o:p></p>
<p>Sess&otilde;es da manh&atilde;: abordagem &agrave; primeira experi&ecirc;ncia da Escola de Pastores da Galiza (OVICA), ao papel da mulher na pastor&iacute;cia atrav&eacute;s da gest&atilde;o de baldios no Barroso, &agrave; melhoria de pastagens no Sul de Ourense e &agrave; relev&acirc;ncia da transfer&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica para territ&oacute;rios desfavorecidos. Ser&atilde;o tamb&eacute;m discutidos casos de regresso &agrave; atividade rural, a conviv&ecirc;ncia entre gado e comunidades pela Funda&ccedil;&atilde;o Juana de Vega e apresentado um document&aacute;rio sobre o grande inc&ecirc;ndio de Chandrexa de Queixa.<o:p></o:p></p>
<p>Tarde: dedicada a visitas t&eacute;cnicas &agrave; Comunidade dos Montes da Luzenza, &agrave; explora&ccedil;&atilde;o de Delfin Paz no Monte Veci&ntilde;al en Man Com&uacute;n (MVMC/Baldio) de Cualedro e ao Pol&iacute;gono Agroflorestal local, encerrando com a Assembleia-Geral da SPPF.<o:p></o:p></p>
<p>No segundo dia, sediado no concelho de Montalegre, o foco recai sobre a piro-herbivoria e as tecnologias de apoio &agrave; pecu&aacute;ria extensiva:<o:p></o:p></p>
<p>Sess&otilde;es da manh&atilde;: Henrique Godinho (projeto LIFE Maronesa) abordar&aacute; o conceito de piro-herbivoria na gest&atilde;o do combust&iacute;vel florestal e das pastagens, seguido de um caso pr&aacute;tico com ovinos no controlo do fogo na Xironda. Em an&aacute;lise estar&aacute; tamb&eacute;m a ecologia e o patrim&oacute;nio cultural do pastoreio extensivo de montanha, bem como a apresenta&ccedil;&atilde;o pela Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Engenharia Zoot&eacute;cnica (APEZ) de tecnologias para monitoriza&ccedil;&atilde;o animal de bovinos em pastoreio.<o:p></o:p></p>
<p>Tarde: visitas t&eacute;cnicas a explora&ccedil;&otilde;es pecu&aacute;rias em Santo Andr&eacute; e a apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados da componente pratense do projeto SIPAM Barroso (Universidade do Porto e Funda&ccedil;&atilde;o Belmiro de Azevedo), com interven&ccedil;&otilde;es de Marco Fernandes e Carlos Aguiar.<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es e informa&ccedil;&otilde;es<o:p></o:p></p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o no encontro tem um valor simb&oacute;lico de inscri&ccedil;&atilde;o de 2 &euro;. A ades&atilde;o aos almo&ccedil;os oficiais (opcionais) tem o custo unit&aacute;rio de 25 &euro; por dia (9 e 10 de outubro).<o:p></o:p></p>
<p>Os interessados dever&atilde;o submeter a respetiva inscri&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do <a href="https://forms.office.com/e/nQDe7Nw1Pr?utm_source=gemini" target="_blank">formul&aacute;rio online disponibilizado pela organiza&ccedil;&atilde;o</a>.<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 492px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 28 Sep 2026 14:07:22 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto liderado pela ESAC é citado em relatório europeu sobre sistemas inovadores de produção de energia na agricultura</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-liderado-pela-esac-e-citado-em-relatorio-europeu-sobre-sistemas-inovadores-de-producao-de-energia-na-agricultura/</link><guid isPermaLink='false'>41910</guid><description><![CDATA[<p><strong>O projeto ambiental AgriFlex - Flexibilidade do consumo de energia na agricultura para a transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica, liderado pela Escola Superior Agr&aacute;ria da Universidade Polit&eacute;cnica de Coimbra (ESAC-UPCoimbra), encontra-se entre a lista de projetos e pr&aacute;ticas inovadoras constante no relat&oacute;rio do Grupo de Trabalho da Rede PAC da Uni&atilde;o Europeia &quot;Innovative on-farm energy production systems&quot;.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260928140457-estudo.jpg" width="850" height="1202" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>O relat&oacute;rio apresenta os principais resultados do referido Grupo de Trabalho e tem como suporte sete minipapers sobre sistemas inovadores de produ&ccedil;&atilde;o de energia na agricultura, contando o minipaper n.&ordm; 5, intitulado &quot;How to make farms more energy-resilient&quot;, com a participa&ccedil;&atilde;o da investigadora respons&aacute;vel pelo projeto AgriFlex na ESAC, Marta Lopes.<o:p></o:p></p>
<p>O relat&oacute;rio e os minipapers, com interesse para profissionais e empresas dos setores agr&iacute;cola e energ&eacute;tico, est&atilde;o dispon&iacute;veis para consulta e download em <a href="https://eu-cap-network.ec.europa.eu/focus-groups-innovation-knowledge-exchange-and-eip-agri/focus-group-innovative-farm-energy-production-systems_en">https://eu-cap-network.ec.europa.eu/focus-groups-innovation-knowledge-exchange-and-eip-agri/focus-group-innovative-farm-energy-production-systems_en</a>.<o:p></o:p></p>
<p>O destaque dado ao AgriFlex neste relat&oacute;rio europeu representa um importante reconhecimento do trabalho e investiga&ccedil;&atilde;o desenvolvidos pela ESAC no &acirc;mbito da transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica e da sustentabilidade do setor agr&iacute;cola.<o:p></o:p></p>
<p>O projeto tem vindo a estudar solu&ccedil;&otilde;es que promovem as energias renov&aacute;veis, permitem o incremento da efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica e a redu&ccedil;&atilde;o de custos com energia, bem como a oferta de servi&ccedil;os de flexibilidade &agrave; rede el&eacute;trica, aumentando a resili&ecirc;ncia das explora&ccedil;&otilde;es face aos desafios clim&aacute;ticos e econ&oacute;micos atuais.<o:p></o:p></p>
<p>Financiado pelo programa europeu LIFE, o AgriFlex re&uacute;ne v&aacute;rios parceiros: outras institui&ccedil;&otilde;es de ensino superior, unidades de investiga&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento tecnol&oacute;gico, uma entidade governamental e cinco pequenas e m&eacute;dias empresas do setor agr&iacute;cola, dedicadas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de pequenos frutos e de hort&iacute;colas.<o:p></o:p></p>
<p>A inclus&atilde;o do projeto entre os exemplos de boas pr&aacute;ticas identificados pela Rede PAC da Uni&atilde;o Europeia refor&ccedil;a a relev&acirc;ncia internacional dos resultados alcan&ccedil;ados e evidencia o contributo da investiga&ccedil;&atilde;o desenvolvida pela ESAC para a promo&ccedil;&atilde;o de modelos agr&iacute;colas mais sustent&aacute;veis, resilientes e energeticamente flex&iacute;veis e competitivos.<o:p></o:p></p>
<p>Todas as informa&ccedil;&otilde;es sobre o AgriFlex em https://agriflex.webnode.pt/<span style="font-family: &quot;Calibri Light&quot;, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 28 Sep 2026 14:02:27 GMT</pubDate></item><item><title>GROW Learn: Autumn School regressa em outubro com formação sobre novos riscos, digitalização e futuro da agricultura</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/grow-learn-autumn-school-regressa-em-outubro-com-formacao-sobre-novos-riscos-digitalizacao-e-futuro-da-agricultura/</link><guid isPermaLink='false'>41909</guid><description><![CDATA[<div>
<p><strong>A GROW Learn: Autumn School regressa em 2026 com uma nova edi&ccedil;&atilde;o dedicada aos desafios emergentes da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola e &agrave;s solu&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o a transformar o setor. A forma&ccedil;&atilde;o, promovida no &acirc;mbito do programa europeu GROW e coordenada pela Food4Sustainability, decorre online entre 13 e 28 de outubro de 2026.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921144712-grow.jpg" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Sob o tema &ldquo;Do Risco &agrave; Resili&ecirc;ncia: Preparar a Produ&ccedil;&atilde;o Agr&iacute;cola para as Novas Exig&ecirc;ncias&rdquo;, a GROW Learn re&uacute;ne seis sess&otilde;es dirigidas a agricultores, t&eacute;cnicos, consultores e profissionais do setor agroalimentar, com foco em conhecimento e ferramentas que apoiem uma tomada de decis&atilde;o mais informada e pr&aacute;ticas agr&iacute;colas mais resilientes.&nbsp;</p>
<p>Ao longo de tr&ecirc;s semanas, o programa ir&aacute; explorar riscos e exig&ecirc;ncias emergentes para a agricultura, abordando enquadramento regulat&oacute;rio das aplica&ccedil;&otilde;es com base em biologia do solo, a utiliza&ccedil;&atilde;o de microalgas na mitiga&ccedil;&atilde;o do stress abi&oacute;tico, os biorreatores, os desafios associados &agrave; seguran&ccedil;a &agrave; importa&ccedil;&atilde;o de frutas e vegetais e a resist&ecirc;ncia microbiana; e agricultura do futuro e transforma&ccedil;&atilde;o digital, com destaque para a agricultura de precis&atilde;o e digitaliza&ccedil;&atilde;o, a pegada de carbono na agricultura e a prepara&ccedil;&atilde;o para o futuro do setor.&nbsp;</p>
<p>A edi&ccedil;&atilde;o de 2026 procura, assim, aproximar desafios agricultura das solu&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas, tecnol&oacute;gicas e pr&aacute;ticas que possam apoiar a capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o do setor e preparar a produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola para novas exig&ecirc;ncias.&nbsp;</p>
<p>A GROW Learn integra o GROW, uma colabora&ccedil;&atilde;o europeia apoiada pelo EIT Food. A iniciativa &eacute; coordenada pela Food4Sustainability, em coopera&ccedil;&atilde;o com a BGI &ndash; Sustainable Ventures, Lund University, Queen&rsquo;s University Belfast e New Agriculture New Generation.&nbsp;</p>
<p>As inscri&ccedil;&otilde;es est&atilde;o abertas at&eacute; 30 de setembro de 2026.&nbsp;</p>
<p>Mais informa&ccedil;&otilde;es e inscri&ccedil;&otilde;es: <a href="https://learning.eitfood.eu/courses/grow-learn-autumn-school ">https://learning.eitfood.eu/courses/grow-learn-autumn-school&nbsp;</a></p>
</div>
<p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 27px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 9px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 24 Sep 2026 06:44:56 GMT</pubDate></item><item><title>Ash2Soil regressa ao território com a Intervenção de Outono “O Solo que se Fortalece”</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ash2soil-regressa-ao-territorio-com-a-intervencao-de-outono-o-solo-que-se-fortalece/</link><guid isPermaLink='false'>41908</guid><description><![CDATA[<p><strong>O projeto Ash2Soil: Das Cinzas ao Solo Vivo, integrado na iniciativa europeia SoilTribes, realiza no dia 10 de outubro de 2026, na Quinta do C&eacute;u, em Casegas (Covilh&atilde;), a sua Interven&ccedil;&atilde;o de Outono, &ldquo;O Solo que se Fortalece&rdquo;.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921144345-ash.jpg" width="850" height="487" alt="" /></p>
<p>Depois de uma Primavera dedicada ao despertar do solo e de um Ver&atilde;o centrado na sua resist&ecirc;ncia, esta nova etapa coloca a &aacute;gua no centro da regenera&ccedil;&atilde;o. Com o regresso das chuvas, o projeto prop&otilde;e explorar de que forma a infiltra&ccedil;&atilde;o, a reten&ccedil;&atilde;o e o escoamento influenciam a prote&ccedil;&atilde;o do solo e a recupera&ccedil;&atilde;o de paisagens afetadas pelos inc&ecirc;ndios.<o:p></o:p></p>
<p>Desenvolvido como um programa de ci&ecirc;ncia cidad&atilde;, o Ash2Soil cruza conhecimento cient&iacute;fico, interven&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica, express&atilde;o art&iacute;stica e participa&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria.<o:p></o:p></p>
<p>O programa inclui:<o:p></o:p></p>
<p>Sess&atilde;o cient&iacute;fica participativa, dinamizada pelo Food4Sustainability CoLAB, dedicada &agrave; import&acirc;ncia da &aacute;gua na regenera&ccedil;&atilde;o do solo;<o:p></o:p></p>
<p>Atividades M&atilde;os-na-Terra, com o EcoAtivo, incluindo a constru&ccedil;&atilde;o de estruturas de reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua e estruturas an&aacute;logas &agrave;s barragens de castor, pensadas para abrandar o escoamento e favorecer a infiltra&ccedil;&atilde;o;<o:p></o:p></p>
<p>O Solo ao Microsc&oacute;pio, uma atividade do Food4Sustainability CoLAB que convida os participantes a observar o solo a outra escala;<o:p></o:p></p>
<p>Cria&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica, com a ARTivos, e momentos de partilha promovidos pelo PRIP, terminando com lanche, c&iacute;rculo de encerramento e c&acirc;nticos tradicionais na Casa do Povo de Casegas.<o:p></o:p></p>
<p>Ao longo de 2026, o Ash2Soil acompanha diferentes momentos da regenera&ccedil;&atilde;o do solo atrav&eacute;s de interven&ccedil;&otilde;es sazonais que aproximam comunidade, territ&oacute;rio e conhecimento.<o:p></o:p></p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o &eacute; gratuita, mediante registo obrigat&oacute;rio.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas<o:p></o:p></p>
<p>Local: Quinta do C&eacute;u, Casegas, Covilh&atilde; Datas: 10 de Outubro Inscri&ccedil;&otilde;es: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfDvdhAl_nzZPwCaTb4q2btNxoq-OLAAkbJ8gfk-HnBJ9dFtw/viewform">Ash2Soil Das Cinzas ao Solo Vivo: Interven&ccedil;&atilde;o de Outono - O Solo Que Se Fortalece | Registo</a> Organiza&ccedil;&atilde;o: Ash2Soil / SoilTribes Enquadramento: Horizon Europe &mdash; Mission Soil<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 501px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 23 Sep 2026 07:40:40 GMT</pubDate></item><item><title>Inscrições abertas para a 10ª Edição da Formação Técnica Prática em Cereais de Outono/Inverno</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/inscricoes-abertas-para-a-10-edicao-da-formacao-tecnica-pratica-em-cereais-de-outono-inverno/</link><guid isPermaLink='false'>41907</guid><description><![CDATA[<p><strong>De outubro de 2026 a julho de 2027, o Alto Alentejo e o Ribatejo voltam a ser o palco principal da forma&ccedil;&atilde;o mais completa e pr&aacute;tica sobre cereais de outono/inverno em Portugal. As inscri&ccedil;&otilde;es j&aacute; se encontram abertas, mas os lugares s&atilde;o limitados.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921143701-cereais.jpg" width="850" height="1133" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Organizada numa parceria de excel&ecirc;ncia entre a ANPOC, o INIAV-Elvas e a UPBeja/ESA, a 10&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Forma&ccedil;&atilde;o T&eacute;cnica Pr&aacute;tica em Cereais Outono/Inverno promete dotar os participantes das melhores ferramentas e conhecimentos do setor para a nova campanha agr&iacute;cola.<o:p></o:p></p>
<p>Com um modelo focado na aprendizagem in loco, a forma&ccedil;&atilde;o divide-se entre sess&otilde;es pr&aacute;ticas, que decorrer&atilde;o diretamente em explora&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas no Alto Alentejo e no Ribatejo, e sess&otilde;es te&oacute;ricas, que ter&atilde;o lugar nas instala&ccedil;&otilde;es do INIAV em Elvas e da UPBeja.<o:p></o:p></p>
<p>O grande objetivo desta iniciativa &eacute; permitir que produtores, t&eacute;cnicos e estudantes aprendam diretamente no campo, acompanhados por especialistas de refer&ecirc;ncia. O programa abordar&aacute; de forma detalhada como otimizar os fatores de produ&ccedil;&atilde;o ao longo das diferentes fases vegetativas dos cereais, ajustando as decis&otilde;es ao potencial de cada parcela. O foco estrat&eacute;gico estar&aacute; sempre assente em dois pilares fundamentais para a agricultura moderna: a sustentabilidade e a rentabilidade econ&oacute;mica.<o:p></o:p></p>
<p>Estrutura do Programa e Inscri&ccedil;&otilde;es<o:p></o:p></p>
<p>Ao longo de quase um ano, o curso ser&aacute; composto por 7 sess&otilde;es pr&aacute;ticas, oferecendo ainda aos formandos a possibilidade de realizar uma visita t&eacute;cnica opcional a uma feira especializada em Fran&ccedil;a.<o:p></o:p></p>
<p>O custo da inscri&ccedil;&atilde;o &eacute; de 450&euro;, um valor que j&aacute; inclui as refei&ccedil;&otilde;es durante as sess&otilde;es, bem como o acesso a todos os materiais e conte&uacute;dos pedag&oacute;gicos disponibilizados ao longo da forma&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Dado o car&aacute;ter pr&aacute;tico e de proximidade desta forma&ccedil;&atilde;o, os lugares s&atilde;o limitados. Os interessados em garantir a sua participa&ccedil;&atilde;o nesta 10&ordf; edi&ccedil;&atilde;o devem efetuar a sua inscri&ccedil;&atilde;o o mais rapidamente poss&iacute;vel.<o:p></o:p></p>
<p>Formul&aacute;rio de Inscri&ccedil;&atilde;o: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSerYzBO_xW5SscPb7vPn7diHPea1ibp2ig4R6wjDlQCQj7oxA/viewform">Clique aqui para se inscrever</a></p>
<p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 23 Sep 2026 06:35:26 GMT</pubDate></item><item><title>Quatro Living Labs europeus avançam na produção alimentar resiliente às alterações climáticas</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/quatro-living-labs-europeus-avancam-na-producao-alimentar-resiliente-as-alteracoes-climaticas/</link><guid isPermaLink='false'>41906</guid><description><![CDATA[<p><strong>Cons&oacute;rcio financiado pela Uni&atilde;o Europeia atrav&eacute;s do Horizonte Europa, com 22 parceiros de 12 pa&iacute;ses, trabalha para tornar as estufas e as explora&ccedil;&otilde;es verticais mais sustent&aacute;veis e preparadas para o futuro.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921143427-labs.jpg" width="850" height="567" alt="" /></p>
<div>
<p>Tr&ecirc;s meses ap&oacute;s a euni&atilde;o de Arranque oficial na Wageningen University &amp; Research, nos Pa&iacute;ses Baixos, o projeto FIT4CEA passou da fase de planeamento para a investiga&ccedil;&atilde;o ativa, com trabalho j&aacute; em curso em quatro Living Labs nos Pa&iacute;ses Baixos, na Gr&eacute;cia, em Espanha e em It&aacute;lia.&nbsp;</p>
<p>O FIT4CEA (Futureproof Innovations and Technologies for Controlled Environment Agriculture) &eacute; um Projeto de Investiga&ccedil;&atilde;o e Inova&ccedil;&atilde;o de 6 milh&otilde;es de euros, com a dura&ccedil;&atilde;o de 48 meses, financiada pela Uni&atilde;o Europeia no &acirc;mbito do programa Horizonte Europa (Acordo n&ordm; 101287460, concurso HORIZON-CL6-2025-02-FARM2FORK-08). O projeto re&uacute;ne 22 parceiros &mdash; universidades, institutos de investiga&ccedil;&atilde;o, associa&ccedil;&otilde;es de produtores e empresas tecnol&oacute;gicas &mdash; de 12 pa&iacute;ses europeus, bem como do Canad&aacute; e da Coreia do Sul, coordenado pela Wageningen University &amp; Research.&nbsp;</p>
<p>A Agricultura em Ambiente Controlado (CEA, na sigla inglesa) abrange desde estufas de baixa tecnologia at&eacute; explora&ccedil;&otilde;es verticais de alta tecnologia, permitindo produzir alimentos durante todo o ano com maior efici&ecirc;ncia de recursos, independentemente das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas exteriores. O trabalho do FIT4CEA est&aacute; estruturado em torno de seis &aacute;reas: resili&ecirc;ncia clim&aacute;tica, efici&ecirc;ncia h&iacute;drica e de recursos, sistemas circulares sem recurso a combust&iacute;veis f&oacute;sseis, produ&ccedil;&atilde;o inteligente integrada, valor nutricional atrav&eacute;s de culturas inovadoras, e os enquadramentos pol&iacute;ticos necess&aacute;rios para apoiar uma ado&ccedil;&atilde;o mais alargada.&nbsp;</p>
<p>Quatro Living Labs, uma miss&atilde;o&nbsp;</p>
<p>No centro do projeto est&atilde;o quatro Living Labs, cada um a testar uma abordagem diferente &agrave; CEA, adaptada &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es locais:&nbsp;</p>
<p>Pa&iacute;ses Baixos (Wageningen University &amp; Research): gest&atilde;o aut&oacute;noma de estufas orientada por intelig&ecirc;ncia artificial.&nbsp;</p>
<p>Gr&eacute;cia (Agricultural University of Athens): controlo em tempo real das condi&ccedil;&otilde;es &oacute;timas da zona radicular, para otimizar a efici&ecirc;ncia no uso de &aacute;gua e nutrientes.&nbsp;</p>
<p>Espanha (Universidad de Almer&iacute;a, com a COEXPHAL): controlo clim&aacute;tico passivo para produtores em estufa.&nbsp;</p>
<p>It&aacute;lia (Alma Mater Studiorum &ndash; Universit&agrave; di Bologna, com a Kilowatt): protocolos de culturas inovadoras para produ&ccedil;&atilde;o em ambiente interior e urbano.&nbsp;</p>
<p></p>
<p>&ldquo;Os sistemas alimentares na Europa est&atilde;o sob press&atilde;o real &mdash; devido &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, ao aperto das restri&ccedil;&otilde;es de recursos e &agrave; necessidade de fornecer alimentos nutritivos a mais pessoas com menos terra e &aacute;gua. A Agricultura em Ambiente Controlado n&atilde;o vai resolver isto por si s&oacute;, mas d&aacute;-nos um conjunto de ferramentas que podemos efetivamente utilizar&rdquo;, refere o Professor Leo Marcelis, Coordenador do Projeto FIT4CEA e Diretor do Grupo de Horticultura e Fisiologia de Produtos na Wageningen University &amp; Research.&nbsp;</p>
<p>E acrescenta: &ldquo;O que torna este cons&oacute;rcio diferente &eacute; que n&atilde;o estamos a testar uma &uacute;nica solu&ccedil;&atilde;o na esperan&ccedil;a de que se generalize a todos os contextos. Estamos a testar quatro abordagens genuinamente diferentes, em quatro climas diferentes, em conjunto com os produtores e as ind&uacute;strias que efetivamente as v&atilde;o utilizar. Se conseguirmos faz&ecirc;-lo bem, as li&ccedil;&otilde;es de cada Living Lab dever&atilde;o ser transfer&iacute;veis &mdash; de Wageningen para Atenas, para Almer&iacute;a e para Bolonha.&rdquo;&nbsp;</p>
<p>Para al&eacute;m dos Living Labs, a investiga&ccedil;&atilde;o do FIT4CEA abrange ainda seis &aacute;reas adicionais: intelig&ecirc;ncia artificial e cultivo aut&oacute;nomo, dete&ccedil;&atilde;o e IoT, fot&oacute;nica e ilumina&ccedil;&atilde;o, sistemas de &aacute;gua e nutrientes, integra&ccedil;&atilde;o de energias renov&aacute;veis, e culturas inovadoras e nutri&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
</div>
<p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 422px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 07:29:04 GMT</pubDate></item><item><title>AJAP promove formação para técnicos em Modo de Produção Biológico</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ajap-promove-formacao-para-tecnicos-em-modo-de-producao-biologico/</link><guid isPermaLink='false'>41904</guid><description><![CDATA[<p><strong>Inscri&ccedil;&otilde;es decorrem at&eacute; 25 de setembro para o curso homologado pela DGADR, que arranca a 30 de setembro e tem uma dura&ccedil;&atilde;o total de 135 horas.</strong></p>
<p><o:p>&nbsp;<img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921142630-bilogica.jpg" width="850" height="1206" alt="" /></o:p></p>
<p>A AJAP &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o dos Jovens Agricultores de Portugal vai promover uma nova edi&ccedil;&atilde;o do curso &ldquo;Modo de Produ&ccedil;&atilde;o Biol&oacute;gico (MPB) &ndash; Curso para T&eacute;cnicos&rdquo;, forma&ccedil;&atilde;o homologada pela Dire&ccedil;&atilde;o-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR). As inscri&ccedil;&otilde;es est&atilde;o abertas at&eacute; 25 de setembro e a forma&ccedil;&atilde;o tem in&iacute;cio no pr&oacute;ximo dia 30 de setembro.<o:p></o:p></p>
<p>Com uma dura&ccedil;&atilde;o total de 135 horas, o curso pretende dotar os participantes de conhecimentos te&oacute;ricos e pr&aacute;ticos no &acirc;mbito do Modo de Produ&ccedil;&atilde;o Biol&oacute;gico, permitindo-lhes adquirir as compet&ecirc;ncias necess&aacute;rias para atuar como t&eacute;cnicos credenciados em produ&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica.<o:p></o:p></p>
<p>A forma&ccedil;&atilde;o destina-se a detentores de Bacharelato ou Licenciatura, correspondente ao n&iacute;vel 6 ou superior do Quadro Nacional de Qualifica&ccedil;&otilde;es, na &aacute;rea das ci&ecirc;ncias agr&aacute;rias e afins, que exer&ccedil;am atividades de apoio t&eacute;cnico aos setores agropecu&aacute;rio, florestal ou agroalimentar.<o:p></o:p></p>
<p>Forma&ccedil;&atilde;o decorre em regime misto<o:p></o:p></p>
<p>O curso combina forma&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia e presencial, procurando facilitar a participa&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos provenientes de diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s.<o:p></o:p></p>
<p>Das 135 horas de forma&ccedil;&atilde;o, 107 horas ser&atilde;o realizadas &agrave; dist&acirc;ncia, incluindo sess&otilde;es s&iacute;ncronas e ass&iacute;ncronas, e 28 horas decorrer&atilde;o presencialmente.<o:p></o:p></p>
<p>As sess&otilde;es s&iacute;ncronas t&ecirc;m in&iacute;cio a 30 de setembro e prolongam-se at&eacute; 31 de mar&ccedil;o, em diferentes datas, maioritariamente no hor&aacute;rio das 19h00 &agrave;s 22h00.<o:p></o:p></p>
<p>A componente presencial est&aacute; prevista para os dias 27 de fevereiro, 13 de mar&ccedil;o e 3 e 4 de abril, das 9h00 &agrave;s 18h00, sendo o local definido em fun&ccedil;&atilde;o da proveni&ecirc;ncia dos formandos.<o:p></o:p></p>
<p>Com esta iniciativa, a AJAP prossegue a sua aposta na qualifica&ccedil;&atilde;o dos profissionais que prestam apoio t&eacute;cnico ao setor agr&iacute;cola, contribuindo para refor&ccedil;ar as compet&ecirc;ncias dispon&iacute;veis numa &aacute;rea que assume crescente import&acirc;ncia no desenvolvimento de modelos de produ&ccedil;&atilde;o mais sustent&aacute;veis.<o:p></o:p></p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas<o:p></o:p></p>
<p>Curso: Modo de Produ&ccedil;&atilde;o Biol&oacute;gico (MPB) &ndash; Curso para T&eacute;cnicos<o:p></o:p></p>
<p>Homologa&ccedil;&atilde;o: DGADR<o:p></o:p></p>
<p>In&iacute;cio: 30 de setembro<o:p></o:p></p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es at&eacute;: 25 de setembro<o:p></o:p></p>
<p>Dura&ccedil;&atilde;o: 135 horas<o:p></o:p></p>
<p>Regime: 107 horas &agrave; dist&acirc;ncia + 28 horas presenciais<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;Valor: 380 euros (isento de IVA)<o:p></o:p></p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es e programa completo:&nbsp;<o:p></o:p><a href="https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=221&amp;accao=3994">https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=221&amp;accao=3994</a></p>
<p><o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 21.3438px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 06:23:41 GMT</pubDate></item><item><title>Governo reforça apoio aos viticultores com linha de 110 milhões para pagamentos de uva e reestruturação de créditos</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/governo-reforca-apoio-aos-viticultores-com-linha-de-110-milhoes-para-pagamentos-de-uva-e-reestruturacao-de-creditos/</link><guid isPermaLink='false'>41903</guid><description><![CDATA[<p><strong>O Governo aprovou a Linha de Tesouraria &ndash; Setor Vin&iacute;cola II, um mecanismo de apoio financeiro de 110 milh&otilde;es de euros destinado a assegurar liquidez &agrave;s cooperativas e entidades transformadoras para pagar a uva das campanhas de 2025 e 2026 e reestruturar cr&eacute;ditos anteriores. A prioridade do Governo &eacute; garantir que os produtores recebem atempadamente o valor justo pela sua produ&ccedil;&atilde;o, protegendo o rendimento agr&iacute;cola num momento de maior press&atilde;o sobre o setor.</strong></p>
<p><strong><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921134534-vinha.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></strong></p>
<p></p>
<p>A medida surge num contexto de abrandamento do consumo nos mercados nacional e internacional, dificuldades de escoamento da produ&ccedil;&atilde;o e acumula&ccedil;&atilde;o elevada de stocks. O desequil&iacute;brio entre a oferta dispon&iacute;vel e a procura efetiva do mercado tem pressionado a tesouraria das empresas, sobretudo das entidades transformadoras e cooperativas respons&aacute;veis pela aquisi&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o aos viticultores. Num cen&aacute;rio em que muitas cooperativas enfrentam dificuldades financeiras, o Governo refor&ccedil;a que pagar aos agricultores &eacute; o objetivo central desta linha.</p>
<p>A nova linha permite financiar os pagamentos de uva que as cooperativas e empresas transformadoras fa&ccedil;am aos viticultores e reestruturar cr&eacute;ditos contra&iacute;dos ao abrigo do mecanismo equivalente criado em 2024. Os empr&eacute;stimos destinados ao pagamento da produ&ccedil;&atilde;o beneficiam de uma bonifica&ccedil;&atilde;o de juros at&eacute; 75%.&nbsp;</p>
<p>A portaria estabelece condi&ccedil;&otilde;es de acesso relacionadas com a aquisi&ccedil;&atilde;o de vinho importado. Os benefici&aacute;rios n&atilde;o podem ter introduzido no consumo vinho proveniente de outro Estado-Membro ou de pa&iacute;ses terceiros nas campanhas vitivin&iacute;colas de 2023/2024, 2024/2025 e 2025/2026.</p>
<p>&ldquo;O viticultor &eacute; o mais importante credor das adegas. A prioridade &eacute; pagar atempadamente aos agricultores o pre&ccedil;o justo pela sua produ&ccedil;&atilde;o. As cooperativas e as empresas s&oacute; acedem &agrave; linha de cr&eacute;dito se n&atilde;o tiverem importado vinho nas &uacute;ltimas 3 campanhas.&rdquo;, afirma o Ministro da Agricultura e Mar, Jos&eacute; Manuel Fernandes, acrescentando: &ldquo;O setor tem os recursos, o talento e a experi&ecirc;ncia para superar qualquer momento e o Governo continuar&aacute; a criar as condi&ccedil;&otilde;es para que se continue a afirmar como um dos grandes embaixadores de Portugal no mundo.&rdquo;</p>
<p>A Linha de Tesouraria &ndash; Setor Vin&iacute;cola II integra uma a&ccedil;&atilde;o mais ampla do Governo para responder aos desafios imediatos do setor e, em simult&acirc;neo, refor&ccedil;ar as suas bases para o futuro. Entre as medidas j&aacute; adotadas encontram-se, por exemplo, as novas regras de rotulagem, o refor&ccedil;o do controlo e da rastreabilidade, com a cria&ccedil;&atilde;o de um sistema digital de rastreabilidade, o refor&ccedil;o da promo&ccedil;&atilde;o internacional, a cria&ccedil;&atilde;o do Observat&oacute;rio da Vinha e do Vinho, o Plano de A&ccedil;&atilde;o para a Gest&atilde;o Sustent&aacute;vel e Valoriza&ccedil;&atilde;o do Setor Vitivin&iacute;cola da Regi&atilde;o Demarcada do Douro (2026-2032), e a institui&ccedil;&atilde;o do Dia Nacional da Vinha e do Vinho.</p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 689px; left: 9px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 21 Sep 2026 13:41:18 GMT</pubDate></item><item><title>Inovação, tendências e negócios: os momentos imperdíveis do SIAL Paris 2026</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/inovacao-tendencias-e-negocios-os-momentos-imperdiveis-do-sial-paris-2026/</link><guid isPermaLink='false'>41902</guid><description><![CDATA[<p><strong>De 17 a 21 de outubro de 2026, a maior feira internacional dedicada &agrave; ind&uacute;stria agroalimentar e de inova&ccedil;&atilde;o alimentar regressa a Paris, reunindo todo o ecossistema alimentar global.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260918103453-sial.jpg" width="850" height="506" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>A um m&ecirc;s de come&ccedil;ar, a nova edi&ccedil;&atilde;o do <strong><a href="https://www.sialparis.com/en">SIAL Paris</a></strong> tem tudo pronto para apresentar as inova&ccedil;&otilde;es, as transforma&ccedil;&otilde;es do mercado e as oportunidades de neg&oacute;cio que est&atilde;o a moldar o futuro do setor, numa altura em que as expectativas dos consumidores, os desafios econ&oacute;micos e as transi&ccedil;&otilde;es alimentares est&atilde;o a evoluir mais rapidamente do que nunca.<o:p></o:p></p>
<p>Entre os destaques deste ano, encontra-se a celebra&ccedil;&atilde;o dos 30 anos do <strong><a href="https://www.sialparis.com/en/highlights/sial-innovation">SIAL Innovation</a></strong>, o epicentro das tend&ecirc;ncias gastron&oacute;micas mundiais, onde se destacam a criatividade e os sabores &uacute;nicos. O SIAL Innovation vai, por isso, refor&ccedil;ar a sua posi&ccedil;&atilde;o como refer&ecirc;ncia internacional na identifica&ccedil;&atilde;o dos produtos, servi&ccedil;os e conceitos que ir&atilde;o definir o mercado alimentar do futuro.<o:p></o:p></p>
<p>A inova&ccedil;&atilde;o ser&aacute; tamb&eacute;m destacada atrav&eacute;s da presen&ccedil;a de mais de 650 startups, incluindo 150 expositores reunidos numa Startup Village, proporcionando aos visitantes acesso privilegiado &agrave;s solu&ccedil;&otilde;es emergentes que est&atilde;o a reinventar todas as fases da cadeia de valor alimentar.<o:p></o:p></p>
<p>&Agrave; medida que os desafios do setor exigem cada vez mais colabora&ccedil;&atilde;o e partilha de conhecimentos, o SIAL Paris 2026 contar&aacute; tamb&eacute;m com um extenso programa de cimeiras, palestras e confer&ecirc;ncias, reunindo especialistas, decisores, fabricantes, retalhistas e empreendedores de todo o mundo.<o:p></o:p></p>
<p>Estas sess&otilde;es foram concebidas para inspirar o pensamento coletivo, analisar as principais transforma&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o a remodelar a ind&uacute;stria alimentar e fornecer respostas pr&aacute;ticas aos desafios econ&oacute;micos, sociais, tecnol&oacute;gicos e ambientais que o setor enfrenta.<o:p></o:p></p>
<p>A edi&ccedil;&atilde;o de 2026 ir&aacute; tamb&eacute;m apresentar v&aacute;rias &aacute;reas tem&aacute;ticas, que exploram os mais recentes desenvolvimentos da ind&uacute;stria.<o:p></o:p></p>
<p>O <strong><a href="https://www.sialparis.com/en/highlights/SIAL-for-change">SIAL for Change</a></strong>, o primeiro pr&eacute;mio dedicado a reconhecer iniciativas relacionadas com a Responsabilidade Social das Empresas e criado em 2024, ir&aacute; expandir-se este ano para apoiar ainda mais as empresas nas suas jornadas de sustentabilidade e transforma&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>O <strong><a href="https://www.sialparis.com/en/highlights/SIAL-StrEat-Lab">SIAL Street Food Lab</a></strong> &eacute; um novo espa&ccedil;o que pretende destacar as &uacute;ltimas tend&ecirc;ncias em comida de rua e take-away, enquanto o <strong><a href="https://www.sialparis.com/en/highlights/SIAL-Bakery">SIAL Bakery</a></strong> ir&aacute; celebrar a inova&ccedil;&atilde;o e a especializa&ccedil;&atilde;o nos mundos do p&atilde;o e da pastelaria.<o:p></o:p></p>
<p>Em conjunto, estas novas iniciativas foram concebidas para inspirar os visitantes, fomentar novas liga&ccedil;&otilde;es e criar oportunidades de neg&oacute;cio a n&iacute;vel internacional.<o:p></o:p></p>
<p>O SIAL Paris 2026 tem lugar entre os dias 17 e 21 de outubro no Parc des Expositions de Paris-Nord Villepinte, em Fran&ccedil;a. As acredita&ccedil;&otilde;es para visitar a feira podem ser compradas online, <a href="https://badge.sialparis.fr/en/home.htm?utm_source=website&amp;utm_medium=barter&amp;utm_campaign=sialparis-2026-leadgen-PS-Portugal-partenaires-digitaux-GB&amp;utm_term=visiteur&amp;utm_content=externe">AQUI</a>.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 520px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 10:12:36 GMT</pubDate></item><item><title>IVDP, ASAE e GNR realizam ação conjunta de fiscalização na Região Demarcada do Douro</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ivdp-asae-e-gnr-realizam-acao-conjunta-de-fiscalizacao-na-regiao-demarcada-do-douro/</link><guid isPermaLink='false'>41901</guid><description><![CDATA[<p><strong>Opera&ccedil;&atilde;o decorreu em Alij&oacute;, S&atilde;o Jo&atilde;o da Pesqueira e Vila Nova de Foz C&ocirc;a e permitiu fiscalizar 43 viaturas em defesa das Denomina&ccedil;&otilde;es de Origem Porto e Douro e da Indica&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica Duriense.</strong></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p>&nbsp;<img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260916095603-vinha.jpg" width="850" height="638" class="img-responsive" alt="" /><o:p></o:p></p>
<p>O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, I.P. (IVDP, IP), a Autoridade de Seguran&ccedil;a Alimentar e Econ&oacute;mica (ASAE) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) realizaram, a 11 de setembro, uma a&ccedil;&atilde;o conjunta de fiscaliza&ccedil;&atilde;o na Regi&atilde;o Demarcada do Douro, incidindo sobre os movimentos de transportes v&iacute;nicos em per&iacute;odo de vindima.<o:p></o:p></p>
<p>A opera&ccedil;&atilde;o decorreu, em simult&acirc;neo, em tr&ecirc;s pontos distintos da Regi&atilde;o: Alij&oacute;, S&atilde;o Jo&atilde;o da Pesqueira e Vila Nova de Foz C&ocirc;a, tendo sido fiscalizadas 43 viaturas.<o:p></o:p></p>
<p>A sele&ccedil;&atilde;o dos locais teve em considera&ccedil;&atilde;o a movimenta&ccedil;&atilde;o dos transportes de produtos v&iacute;nicos e a proximidade dos limites da Regi&atilde;o Demarcada do Douro, permitindo refor&ccedil;ar o controlo dos movimentos de entrada, sa&iacute;da e circula&ccedil;&atilde;o de produtos e assegurar uma maior cobertura territorial da a&ccedil;&atilde;o fiscalizadora.<o:p></o:p></p>
<p>O modelo adotado, atrav&eacute;s da descentraliza&ccedil;&atilde;o das equipas por tr&ecirc;s zonas distintas, permitiu refor&ccedil;ar a efic&aacute;cia operacional e aproximar a fiscaliza&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas de maior circula&ccedil;&atilde;o de transportes v&iacute;nicos, contribuindo simultaneamente para melhores condi&ccedil;&otilde;es de atua&ccedil;&atilde;o das equipas e para uma interven&ccedil;&atilde;o organizada junto dos operadores e transportadores.<o:p></o:p></p>
<p>Estas a&ccedil;&otilde;es conjuntas inserem-se no trabalho de articula&ccedil;&atilde;o que o IVDP, IP mant&eacute;m com as entidades com compet&ecirc;ncias de fiscaliza&ccedil;&atilde;o e controlo, visando assegurar a rastreabilidade dos produtos vitivin&iacute;colas, o cumprimento das regras aplic&aacute;veis &agrave; circula&ccedil;&atilde;o de uvas, mostos e vinhos e a defesa das Denomina&ccedil;&otilde;es de Origem Porto e Douro e da Indica&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica Duriense.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;A articula&ccedil;&atilde;o entre o IVDP, a ASAE e a GNR &eacute; particularmente importante durante a vindima. A presen&ccedil;a no terreno, de forma coordenada e abrangendo diferentes pontos da Regi&atilde;o, permite refor&ccedil;ar a rastreabilidade dos movimentos v&iacute;nicos e a confian&ccedil;a num sistema que existe para proteger a Regi&atilde;o Demarcada do Douro, os seus operadores e as suas denomina&ccedil;&otilde;es de origem&rdquo;, afirma Gilberto Igrejas, Presidente do Conselho Diretivo do IVDP, IP.<o:p></o:p></p>
<p>O IVDP continuar&aacute;, ao longo da vindima, a desenvolver e a participar em a&ccedil;&otilde;es de controlo e fiscaliza&ccedil;&atilde;o, em articula&ccedil;&atilde;o com as entidades policiais competentes, ajustando a sua interven&ccedil;&atilde;o &agrave;s necessidades identificadas no terreno.<o:p></o:p></p> ]]></description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 09:54:12 GMT</pubDate></item><item><title>“A cortadéria não está a invadir Portugal. Portugal é que está a deixar a cortadéria invadir”</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/a-cortaderia-nao-esta-a-invadir-portugal-portugal-e-que-esta-a-deixar-a-cortaderia-invadir/</link><guid isPermaLink='false'>41900</guid><description><![CDATA[<p><strong>H&aacute; uma invas&atilde;o a acontecer em Portugal que cresce &agrave; margem das estradas, ocupa terrenos abandonados, invade &aacute;reas naturais, margens de rios e zonas costeiras e, em muitos locais, j&aacute; faz parte da paisagem ao ponto de deixar de ser reconhecida como uma planta que veio de fora h&aacute; menos de um s&eacute;culo. Tamb&eacute;m cresce em jardins privados, de munic&iacute;pios, de juntas de freguesias, de escolas, de empresas e de outras entidades! &Eacute; a erva-das-pampas, penachos, plumas, cortad&eacute;ria ou Cortaderia selloana.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260916095258-cortaderia.jpg" width="850" height="383" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Bonita, ornamental, plantada em jardins e colocada em jarras, aparentemente inofensiva, esta gram&iacute;nea origin&aacute;ria da Am&eacute;rica do Sul &eacute;, na realidade, uma esp&eacute;cie ex&oacute;tica invasora com uma enorme capacidade de dispers&atilde;o. Um estudo cient&iacute;fico recente [1] sobre a distribui&ccedil;&atilde;o das plantas invasoras em Portugal continental identificou Cortaderia selloana em 208 munic&iacute;pios (&eacute; poss&iacute;vel que esteja em mais!), colocando-a entre as dez plantas invasoras com distribui&ccedil;&atilde;o mais ampla no pa&iacute;s.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;N&atilde;o estamos perante uma amea&ccedil;a futura. A invas&atilde;o j&aacute; est&aacute; instalada. E est&aacute; a avan&ccedil;ar rapidamente. O problema n&atilde;o &eacute; a falta de conhecimento. &Eacute; a falta de a&ccedil;&atilde;o &agrave; escala necess&aacute;ria. Portugal sabe h&aacute; anos que a cortad&eacute;ria &eacute; uma esp&eacute;cie invasora&rdquo;, refor&ccedil;a H&eacute;lia Marchante, professora na Escola Superior Agr&aacute;ria da Universidade Polit&eacute;cnica de Coimbra, entidade parceira do projeto LIFE COOP Cortaderia.<o:p></o:p></p>
<p>O Decreto-Lei n.&ordm; 92/2019, que estabelece o regime nacional de preven&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o das esp&eacute;cies ex&oacute;ticas invasoras, inclui expressamente a Cortaderia selloana na Lista Nacional de Esp&eacute;cies Invasoras. A legisla&ccedil;&atilde;o interdita, entre outros, a sua deten&ccedil;&atilde;o, cultivo, com&eacute;rcio, transporte e utiliza&ccedil;&atilde;o como planta ornamental e determina a ado&ccedil;&atilde;o de medidas de gest&atilde;o adequadas. Mais importante, a pr&oacute;pria legisla&ccedil;&atilde;o estabelece uma l&oacute;gica inequ&iacute;voca: prevenir, detetar cedo e agir rapidamente.<o:p></o:p></p>
<p>O artigo 23.&ordm; determina a exist&ecirc;ncia de um sistema de vigil&acirc;ncia; o artigo 24.&ordm; estabelece a comunica&ccedil;&atilde;o imediata de novas ocorr&ecirc;ncias; e o artigo 28.&ordm; determina que as esp&eacute;cies invasoras com ocorr&ecirc;ncia no territ&oacute;rio nacional sejam objeto de planos de a&ccedil;&atilde;o para controlo, conten&ccedil;&atilde;o ou erradica&ccedil;&atilde;o, com prioridades definidas em fun&ccedil;&atilde;o da gravidade da amea&ccedil;a e da dificuldade de interven&ccedil;&atilde;o. O Instituto da Conserva&ccedil;&atilde;o da Natureza e das Florestas (ICNF) tem o Plano de A&ccedil;&atilde;o para controlo de Cortaderia praticamente pronto, mas a sua publica&ccedil;&atilde;o e, mais relevante ainda, a sua implementa&ccedil;&atilde;o teima em n&atilde;o acontecer&hellip;<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;A ci&ecirc;ncia diz para agir cedo. A legisla&ccedil;&atilde;o diz para atuar. A experi&ecirc;ncia internacional mostra que esperar torna tudo pior. Ent&atilde;o, porque continuamos a assistir &agrave; expans&atilde;o da cortad&eacute;ria?&rdquo;, pergunta a investigadora e especialista em esp&eacute;cies invasoras.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;Cada planta que se deixa produzir sementes &eacute; uma f&aacute;brica de novas invas&otilde;es!&rdquo;, assegura H&eacute;lia Marchante.<o:p></o:p></p>
<p>Uma &uacute;nica planta feminina pode produzir dezenas de milhares de sementes, transportadas pelo vento a grandes dist&acirc;ncias. A esp&eacute;cie instala-se particularmente bem em solos perturbados e &aacute;reas humanizadas e, a partir da&iacute;, pode avan&ccedil;ar para habitats naturais. Quando a popula&ccedil;&atilde;o ainda &eacute; pequena, a interven&ccedil;&atilde;o pode ser relativamente simples. Arrancar com uma enxada pode ser suficiente. Quando j&aacute; existem centenas ou milhares de plantas, a realidade muda radicalmente: a erradica&ccedil;&atilde;o torna-se tecnicamente imposs&iacute;vel! O controlo e conten&ccedil;&atilde;o tornam-se mais dif&iacute;ceis, mais prolongados e muito mais dispendiosos. &Eacute; precisamente por isso que a dete&ccedil;&atilde;o precoce e a r&aacute;pida interven&ccedil;&atilde;o s&atilde;o princ&iacute;pios fundamentais na gest&atilde;o das invas&otilde;es biol&oacute;gicas, explica Pedro Gomes, investigador do projeto LIFE COOP Cortaderia.<o:p></o:p></p>
<p>No caso da cortad&eacute;ria, uma investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica publicada em 2024 salienta precisamente os elevados custos de controlo associados ao seu extenso sistema radicular e &agrave; capacidade de rebentamento ap&oacute;s danos f&iacute;sicos [2]. Nessa medida, &ldquo;o que hoje pode ser travado com uma interven&ccedil;&atilde;o atempada pode amanh&atilde; exigir anos de trabalho e muito mais dinheiro p&uacute;blico e privado&rdquo;, avisam os especialistas.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;E h&aacute; outra dimens&atilde;o que n&atilde;o podemos continuar a ignorar: a sa&uacute;de humana.&rdquo; A cortad&eacute;ria n&atilde;o &eacute; apenas um problema de biodiversidade. O seu p&oacute;len pode ser alerg&eacute;nico. Um estudo cl&iacute;nico publicado na revista Scientific Reports encontrou evid&ecirc;ncias fortes de que pessoas sens&iacute;veis ao p&oacute;len de outras gram&iacute;neas podem tamb&eacute;m reagir ao p&oacute;len da cortad&eacute;ria. Os autores alertam para o potencial da esp&eacute;cie em se constituir um problema de sa&uacute;de ambiental, particularmente porque a sua flora&ccedil;&atilde;o tardia pode prolongar o per&iacute;odo de exposi&ccedil;&atilde;o ao p&oacute;len [3]. Outro artigo refor&ccedil;a esta preocupa&ccedil;&atilde;o: em regi&otilde;es mediterr&acirc;nicas, esp&eacute;cies ex&oacute;ticas como a cortad&eacute;ria podem criar uma segunda &eacute;poca de exposi&ccedil;&atilde;o ao p&oacute;len no outono, com implica&ccedil;&otilde;es para a sa&uacute;de p&uacute;blica [4].<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;A discuss&atilde;o sobre a Cortaderia n&atilde;o pode continuar confinada &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o da natureza.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; uma quest&atilde;o de biodiversidade.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; uma quest&atilde;o de territ&oacute;rio.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; uma quest&atilde;o econ&oacute;mica.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; uma quest&atilde;o de sa&uacute;de p&uacute;blica.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute;, em &uacute;ltima an&aacute;lise, uma quest&atilde;o de qualidade de vida.<o:p></o:p></p>
<p>O custo da ina&ccedil;&atilde;o ser&aacute; pago por todos!&rdquo;, garantem os investigadores.<o:p></o:p></p>
<p>Os impactes das invas&otilde;es biol&oacute;gicas n&atilde;o terminam quando uma planta ocupa um terreno. A cortad&eacute;ria altera habitats, compete com a vegeta&ccedil;&atilde;o aut&oacute;ctone, degrada &aacute;reas naturais e afeta atividades produtivas e o valor recreativo e paisag&iacute;stico dos territ&oacute;rios. A literatura cient&iacute;fica sobre a esp&eacute;cie identifica impactes ambientais e socioecon&oacute;micos e alerta para os elevados custos associados ao seu controlo [2].<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;E existe uma regra simples que precisamos de levar a s&eacute;rio: quanto mais esperamos, mais pagamos.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos em dinheiro p&uacute;blico.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos em biodiversidade perdida.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos em qualidade da paisagem.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos em &aacute;reas naturais degradadas.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos em horas de trabalho que poderiam ter sido evitadas.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos tamb&eacute;m em degrada&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de P&uacute;blica.<o:p></o:p></p>
<p>N&atilde;o basta pedir aos cidad&atilde;os que arranquem todas as plantas. Os cidad&atilde;os t&ecirc;m um papel fundamental: reconhecer a esp&eacute;cie, evitar a sua utiliza&ccedil;&atilde;o e dissemina&ccedil;&atilde;o, controlar nos seus jardins e terrenos e comunicar novas ocorr&ecirc;ncias. Podem faz&ecirc;-lo na App iNaturalist, projeto invasoras.pt. Mas n&atilde;o podemos transferir para os cidad&atilde;os a responsabilidade de resolver uma invas&atilde;o &agrave; escala nacional.&rdquo;<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;&Eacute; necess&aacute;ria uma resposta coordenada entre administra&ccedil;&atilde;o central, munic&iacute;pios, propriet&aacute;rios, gestores de infraestruturas, empresas, agricultores, entidades gestoras de &aacute;reas protegidas, investigadores, organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais e cidad&atilde;os.<o:p></o:p></p>
<p>E &eacute; necess&aacute;ria uma mudan&ccedil;a de paradigma: n&atilde;o podemos continuar a intervir apenas onde e quando a cortad&eacute;ria j&aacute; domina. Temos de procurar e eliminar os novos focos antes que se transformem em grandes focos.&rdquo;<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;E os meios de comunica&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m t&ecirc;m um papel a desempenhar: a comunica&ccedil;&atilde;o social tem um papel decisivo na preven&ccedil;&atilde;o das invas&otilde;es biol&oacute;gicas.<o:p></o:p></p>
<p>Uma planta invasora que passa despercebida &eacute; uma planta que pode continuar a reproduzir-se. Durante anos, a cortad&eacute;ria foi frequentemente apresentada como uma planta ornamental, bonita ou caracter&iacute;stica da paisagem, sem que fosse explicado ao p&uacute;blico que se trata de uma esp&eacute;cie invasora legalmente reconhecida como tal. A normaliza&ccedil;&atilde;o de uma invasora tamb&eacute;m contribui para a sua expans&atilde;o. Os media n&atilde;o t&ecirc;m de transformar cada avistamento numa not&iacute;cia. Mas t&ecirc;m condi&ccedil;&otilde;es &uacute;nicas para fazer aquilo que muitas campanhas de conserva&ccedil;&atilde;o n&atilde;o conseguem fazer sozinhas: tornar o problema vis&iacute;vel, explicar como reconhec&ecirc;-lo e criar press&atilde;o social para que a resposta aconte&ccedil;a.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; urgente que a comunica&ccedil;&atilde;o sobre esp&eacute;cies invasoras deixe de acontecer apenas quando h&aacute; uma campanha, um projeto europeu ou uma a&ccedil;&atilde;o de voluntariado.<o:p></o:p></p>
<p>O problema exige aten&ccedil;&atilde;o quando est&aacute; a acontecer &mdash; n&atilde;o quando j&aacute; se tornou imposs&iacute;vel ignor&aacute;-lo. Portugal ainda pode travar a invas&atilde;o. Mas n&atilde;o pode continuar a esperar&rdquo;, asseveram os entendidos na mat&eacute;ria.<o:p></o:p></p>
<p>O projeto europeu LIFE COOP Cortaderia, que envolve Portugal, Espanha e Fran&ccedil;a, est&aacute; a trabalhar para refor&ccedil;ar a coopera&ccedil;&atilde;o, a governa&ccedil;&atilde;o e a a&ccedil;&atilde;o coordenada contra esta esp&eacute;cie no Arco Atl&acirc;ntico, incluindo a prote&ccedil;&atilde;o de zonas da Rede Natura 2000 e corredores fluviais.<o:p></o:p></p>
<p>Existe conhecimento cient&iacute;fico.<o:p></o:p></p>
<p>Existem m&eacute;todos de controlo.<o:p></o:p></p>
<p>Existe legisla&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Existem projetos e redes de coopera&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Existem cidad&atilde;os dispon&iacute;veis para ajudar.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;O que falta &eacute; transformar estes recursos numa resposta r&aacute;pida, abrangente e continuada&rdquo;, defendem H&eacute;lia Marchante e Pedro Gomes.<o:p></o:p></p>
<p>E prosseguem, &ldquo;a cortad&eacute;ria n&atilde;o vai esperar pela pr&oacute;xima estrat&eacute;gia, pelo pr&oacute;ximo plano, pelo pr&oacute;ximo financiamento, pela pr&oacute;xima campanha de sensibiliza&ccedil;&atilde;o&hellip;<o:p></o:p></p>
<p>Vai continuar a produzir sementes.<o:p></o:p></p>
<p>Vai continuar a dispersar-se.<o:p></o:p></p>
<p>Vai continuar a ocupar territ&oacute;rio e a causar problemas.&rdquo;<o:p></o:p></p>
<p>Segundo estes dois especialistas, a pergunta &agrave; qual todos temos de responder &eacute; simples: &ldquo;Vamos agir enquanto ainda conseguimos trav&aacute;-la &mdash; ou vamos esperar que outros o fa&ccedil;am, quando for demasiado tarde?&rdquo;<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informa&ccedil;&atilde;o:<o:p></o:p></p>
<p>Contactar: H&eacute;lia Marchante <a href="mailto:hmarchante@esac.pt">hmarchante@esac.pt</a>, 934244614<o:p></o:p></p>
<p>A plataforma Invasoras.pt disponibiliza informa&ccedil;&atilde;o sobre plantas invasoras em Portugal e permite aos cidad&atilde;os contribuir para o conhecimento da sua distribui&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Legisla&ccedil;&atilde;o: Decreto-Lei n.&ordm; 92/2019, de 10 de julho, na sua reda&ccedil;&atilde;o atual &mdash; regime jur&iacute;dico aplic&aacute;vel ao controlo, deten&ccedil;&atilde;o, introdu&ccedil;&atilde;o na natureza e repovoamento de esp&eacute;cies ex&oacute;ticas da flora e fauna. Cortaderia selloana integra a Lista Nacional de Esp&eacute;cies Invasoras (Anexo II).<o:p></o:p></p>
<p>Projeto LIFE COOP Cortaderia: LIFE22-NAT-ES-Coop-Cortaderia / 101113757. (<a href="https://lifecoopcortaderia.org/pt/portada-pt/?utm_source=chatgpt.com" title="PORTADA PT - LIFE COOP Cortaderia - Medidas urgentes de lucha contra el plumero de la Pampa">lifecoopcortaderia.org</a>)<span style="font-size: 11.5pt; font-family: &quot;Calibri Light&quot;, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 411px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 411px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
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</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 09:50:12 GMT</pubDate></item><item><title>Empresa portuguesa ganha prémio de inovação vitivinícola em França</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/empresa-portuguesa-ganha-premio-de-inovacao-vitivinicola-em-franca/</link><guid isPermaLink='false'>41899</guid><description><![CDATA[<p><strong>A Watgrid foi distinguida na categoria &ldquo;Transforma&ccedil;&atilde;o&rdquo; pelo seu sistema de monitoriza&ccedil;&atilde;o da fermenta&ccedil;&atilde;o, nos Pr&eacute;mios de Inova&ccedil;&atilde;o da feira vitivin&iacute;cola Vinitech-Sifel.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260914101158-vinitech.jpg" alt="Vinitech" width="850" height="1063" class="img-responsive" /></p>
<p>Os vencedores dos Pr&eacute;mios de Inova&ccedil;&atilde;o da <a href="https://www.vinitech-sifel.com/en" target="_blank">Vinitech-Sifel</a> foram divulgados na &uacute;ltima semana e a empresa de &Iacute;lhavo, fundada em 2014 e que criou o <a href="https://www.winegrid.com/pt/" target="_blank">WINEGRID</a>, est&aacute; entre os galardoados.<o:p></o:p></p>
<p>A distin&ccedil;&atilde;o foi para o Winegrid, um sistema de alta precis&atilde;o, ligado a sensores em tempo real, que alerta o en&oacute;logo para os riscos de desvios e otimiza cada fase da fermenta&ccedil;&atilde;o a partir de um &uacute;nico interface. Monitoriza continuamente a cor, a opacidade, o n&iacute;vel e a temperatura no interior do barril, para controlar o envelhecimento e a agita&ccedil;&atilde;o e j&aacute; ajudou a produzir mais de 150 milh&otilde;es de garrafas de vinho em todo o mundo.<o:p></o:p></p>
<p>Verdadeiro bar&oacute;metro tecnol&oacute;gico h&aacute; 45 anos, os Pr&eacute;mios de Inova&ccedil;&atilde;o da Vinitech-Sifel distinguem os equipamentos, processos e servi&ccedil;os que est&atilde;o a impulsionar mudan&ccedil;as duradouras nas pr&aacute;ticas profissionais do setor vitivin&iacute;cola.</p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260914101332-appvini.jpg" width="850" height="567" alt="" /></p>
<p><o:p></o:p></p>
<p>A cerim&oacute;nia oficial de entrega dos Pr&eacute;mios ter&aacute; lugar na ter&ccedil;a-feira, dia 1 de dezembro de 2026, a partir das 17h, no Pavilh&atilde;o 1 &ndash; &Aacute;rea do F&oacute;rum, na Vinitech-Sifel, no Centro de Exposi&ccedil;&otilde;es de Bord&eacute;us, em Fran&ccedil;a.<o:p></o:p></p>
<p>As inova&ccedil;&otilde;es premiadas estar&atilde;o em exposi&ccedil;&atilde;o e dispon&iacute;veis para teste ao longo dos tr&ecirc;s dias da feira, nos stands dos expositores distribu&iacute;dos pelos cinco p&oacute;los setoriais, em condi&ccedil;&otilde;es reais, nos 3 000 m&sup2; de &aacute;reas de teste din&acirc;mico.<o:p></o:p></p>
<p>H&aacute; quase 50 anos que a Vinitech-Sifel acompanha a evolu&ccedil;&atilde;o dos setores agr&iacute;colas. Este ponto de encontro internacional de refer&ecirc;ncia, vai reunir este ano, em Bord&eacute;us, 700 expositores e 40 000 profissionais provenientes de mais de 70&nbsp;<o:p></o:p>pa&iacute;ses, em torno de uma oferta que abrange toda a cadeia de valor, desde a produ&ccedil;&atilde;o at&eacute; &agrave; comercializa&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>A feira realiza-se entre os dias 1 e 3 de dezembro, no Centro de Exposi&ccedil;&otilde;es de Bord&eacute;us, em Fran&ccedil;a.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es adicionais:<o:p></o:p></p>
<p>O acesso &agrave; Vinitech-Sifel tem um custo de 25&euro;, mas pode ser gratuito, para os visitantes portugueses, ao introduzir o c&oacute;digo 65WC62 no link de registo: <a href="https://billetterie.vinitech-sifel.com/Boutique-Billetterie-en-US/trk/EMA">https://billetterie.vinitech-sifel.com/Boutique-Billetterie-en-US/trk/EMA</a><o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:09:43 GMT</pubDate></item><item><title>AJAP promove 39.ª edição da formação em Agricultura Sustentável</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ajap-promove-39-edicao-da-formacao-em-agricultura-sustentavel/</link><guid isPermaLink='false'>41898</guid><description><![CDATA[<p><strong><big><small>Curso &ldquo;Implementar medidas de sustentabilidade e economia circular na agricultura&rdquo; arranca a 11 de setembro, tem a dura&ccedil;&atilde;o de 50 horas e decorre totalmente &agrave; dist&acirc;ncia.</small></big></strong></p>
<p><big><small>&nbsp;<img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260910094050-cursomini.jpg" width="850" height="680" alt="" /></small></big></p>
<p><big><small>Associa&ccedil;&atilde;o dos Jovens Agricultores de Portugal promove, a partir de 11 de setembro, a 39.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do curso &ldquo;Agricultura Sustent&aacute;vel&rdquo; (UFCD 11026), atualmente designado &ldquo;Implementar medidas de sustentabilidade e economia circular na agricultura&rdquo; (UC05205).</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>Com uma dura&ccedil;&atilde;o total de 50 horas e em formato 100% online, a forma&ccedil;&atilde;o pretende proporcionar aos participantes conhecimentos e compet&ecirc;ncias para a implementa&ccedil;&atilde;o de medidas de sustentabilidade e economia circular na atividade agr&iacute;cola, promovendo uma utiliza&ccedil;&atilde;o mais eficiente dos recursos e pr&aacute;ticas adaptadas aos atuais desafios do setor.</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>A forma&ccedil;&atilde;o integra cinco horas de sess&otilde;es s&iacute;ncronas e 45 horas de sess&otilde;es ass&iacute;ncronas, permitindo aos formandos conciliar a aprendizagem com a sua atividade profissional.</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>As sess&otilde;es s&iacute;ncronas realizam-se nos dias 11, 18 e 25 de setembro e 2 e 9 de outubro, entre as 19h30 e as 20h30.</small></big></p>
<p><big><small><br type="_moz" />
</small></big></p>
<p><big><small>Forma&ccedil;&atilde;o para uma agricultura mais sustent&aacute;vel</small></big></p>
<p><big><small>A sustentabilidade e a utiliza&ccedil;&atilde;o eficiente dos recursos assumem uma import&acirc;ncia crescente na atividade agr&iacute;cola. A forma&ccedil;&atilde;o promovida pela AJAP procura contribuir para a capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais do setor, disponibilizando ferramentas e conhecimentos que apoiem a ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas mais sustent&aacute;veis e dos princ&iacute;pios da economia circular na agricultura.</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>A participa&ccedil;&atilde;o tem um custo de 170 euros, isento de IVA.</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>Os formandos que frequentem tr&ecirc;s a&ccedil;&otilde;es de forma&ccedil;&atilde;o, num total de 150 horas, beneficiam de um desconto de 20%, correspondendo a um valor de 136 euros por curso e 408 euros no total. O desconto &eacute; aplicado no terceiro curso.</small></big></p>
<p><big><small><br type="_moz" />
</small></big></p>
<p><big><small>Inscri&ccedil;&otilde;es aberta</small></big></p>
<p><big><small>As inscri&ccedil;&otilde;es para a 39.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do curso &ldquo;Implementar medidas de sustentabilidade e economia circular na agricultura&rdquo; encontram-se abertas e podem ser efetuadas atrav&eacute;s da plataforma de forma&ccedil;&atilde;o da AJAP:</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>Inscri&ccedil;&otilde;es e mais informa&ccedil;&otilde;es:<br />
</small></big><a href="https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=155&amp;accao=3982&amp;utm_source=chatgpt.com"><big><small>https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=155&amp;accao=3982&amp;utm_source=chatgpt.com</small></big></a><o:p></o:p></p>
<p><big><small>Com esta iniciativa, a AJAP prossegue a sua aposta na forma&ccedil;&atilde;o e capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais do setor agr&iacute;cola, contribuindo para a atualiza&ccedil;&atilde;o de conhecimentos e compet&ecirc;ncias essenciais para responder aos atuais desafios da agricultura portuguesa.</small></big><span style="font-size: 10pt; line-height: 20px; font-family: Tahoma, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 694px; left: 21.3438px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 09:38:05 GMT</pubDate></item><item><title>Polo de Inovação da Fataca promove Dia Aberto dedicado aos pequenos frutos e à sustentabilidade</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/polo-de-inovacao-da-fataca-promove-dia-aberto-dedicado-aos-pequenos-frutos-e-a-sustentabilidade/</link><guid isPermaLink='false'>41897</guid><description><![CDATA[<p><strong>O Instituto Nacional de Investiga&ccedil;&atilde;o Agr&aacute;ria e Veterin&aacute;ria (INIAV, I.P.) realiza no pr&oacute;ximo dia 17 de setembro o Dia Aberto do Polo de Inova&ccedil;&atilde;o da Fataca, em Odemira. O evento visa aproximar o conhecimento cient&iacute;fico da pr&aacute;tica agr&iacute;cola, promovendo a partilha de solu&ccedil;&otilde;es inovadoras, experi&ecirc;ncias e resultados no setor dos pequenos frutos.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/file/dropzone/blogs/20260910093206-fatacanovo.jpeg" width="850" height="638" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>A iniciativa insere-se no projeto &ldquo;Ver, Testar, Aplicar - Demonstra&ccedil;&atilde;o, capacita&ccedil;&atilde;o e inova&ccedil;&atilde;o colaborativa&rdquo; e conta com a colabora&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias entidades parceiras, nomeadamente a Beira Baga, Berrysmart, OP MadreFruta, o Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o para a Sustentabilidade e a Deifil.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Programa em destaque: Melhoramento, Sustentabilidade e Tecnologias<o:p></o:p></p>
<p>O programa do dia combina sess&otilde;es tem&aacute;ticas de debate com visitas pr&aacute;ticas aos campos experimentais:&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>09:00 | Recursos Gen&eacute;ticos e Melhoramento: Com modera&ccedil;&atilde;o de Pedro Br&aacute;s de Oliveira (INIAV), o painel aborda temas como o melhoramento de pequenos frutos, a sele&ccedil;&atilde;o de gen&oacute;tipos de framboesa face &agrave; escassez de &aacute;gua (por Francisco Luz, Beira Baga/INIAV), tecnologias emergentes em amoras (Manuel Roque, Madre Fruta/INIAV), qualidade e conserva&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-colheita em Rubus, e o potencial de valoriza&ccedil;&atilde;o de culturas aut&oacute;ctones e alternativas como a camarinha e o medronheiro.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>11:00 | Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o para a Sustentabilidade: Moderado por N&iacute;dia Pita (Lusomorango), este bloco foca-se na otimiza&ccedil;&atilde;o da rega, na redu&ccedil;&atilde;o do uso de &aacute;gua na cultura da framboesa, na reutiliza&ccedil;&atilde;o de substratos e em abordagens ecol&oacute;gicas e tecnol&oacute;gicas para o controlo de pragas (como os tripes e a Drosophila suzukii).&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>12:00 | Outros Projetos em Curso: Apresenta&ccedil;&atilde;o de iniciativas de co-inova&ccedil;&atilde;o e Grupos Operacionais de refer&ecirc;ncia para o setor, incluindo o projeto ACROPICS, a biodiversidade na regi&atilde;o de Odemira, o Stressberry, o + COPMirtilo e o Pomona Vision.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>14:30 | Visitas aos Campos Experimentais: O per&iacute;odo da tarde ser&aacute; dedicado a percursos guiados por cinco esta&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas, cobrindo o Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o para a Sustentabilidade, recursos gen&eacute;ticos (camarinhas e medronhos), programas de melhoramento de amoras e framboesas, e a aplica&ccedil;&atilde;o da tecnologia NIR na avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade da framboesa (projeto TID4AGRO).&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es<o:p></o:p></p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o no Dia Aberto &eacute; gratuita, mas de inscri&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria e limitada aos primeiros 100 registos. Os interessados podem garantir o seu lugar atrav&eacute;s do formul&aacute;rio oficial de inscri&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel online (<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScAa5h8IorEcu8ch1NSlCXHEUiFtWOjO1880W36atw9pvXFdA/viewform">aceder ao formul&aacute;rio</a>).<o:p></o:p></p> ]]></description><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 09:27:42 GMT</pubDate></item><item><title>COTR promove webinar gratuito dedicado à "Digitalização na Agricultura de Regadio"</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/cotr-promove-webinar-gratuito-dedicado-a-digitalizacao-na-agricultura-de-regadio/</link><guid isPermaLink='false'>41896</guid><description><![CDATA[<p><strong>O COTR &ndash; Centro Operativo e Tecnol&oacute;gico de Regadio vai realizar um webinar dedicado ao tema &quot;Digitaliza&ccedil;&atilde;o na Agricultura de Regadio&quot;, agendado para o pr&oacute;ximo dia 18 de setembro de 2026.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260910092022-cotr1.jpg" width="850" height="456" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>A iniciativa tem como principal objetivo dar a conhecer solu&ccedil;&otilde;es e ferramentas tecnol&oacute;gicas que ajudam a tornar a agricultura de regadio mais eficiente, inteligente e preparada para os desafios futuros.<o:p></o:p></p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es Principais do Evento<o:p></o:p></p>
<p>Data: 18 de setembro de 2026<o:p></o:p></p>
<p>Hor&aacute;rio: Das 10:00 &agrave;s 12:15<o:p></o:p></p>
<p>Formato: Online, atrav&eacute;s da plataforma Zoom<o:p></o:p></p>
<p>Destinat&aacute;rios: Agricultores e T&eacute;cnicos<o:p></o:p></p>
<p>Participa&ccedil;&atilde;o: Gratuita, mas sujeita a inscri&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria atrav&eacute;s do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdbN1kgNktKY9iZI-Mr2qyc50XyCPF9xGx_S92f9wjFNeFfNQ/viewform">formul&aacute;rio online</a><o:p></o:p></p>
<p>Organiza&ccedil;&atilde;o: COTR &ndash; Centro Operativo e Tecnol&oacute;gico de Regadio<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 470px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 09:17:45 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto "EntreLinhasVerdes" promove 1.ª Demonstração em Campo dedicada ao enrelvamento na região do Oeste</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-entrelinhasverdes-promove-1-demonstracao-em-campo-dedicada-ao-enrelvamento-na-regiao-do-oeste/</link><guid isPermaLink='false'>41895</guid><description><![CDATA[<p><strong>O projeto &quot;EntreLinhasVerdes&quot; vai realizar a sua 1.&ordf; Demonstra&ccedil;&atilde;o em Campo, focada na Instala&ccedil;&atilde;o de Enrelvamento na Entrelinha do Pomar e da Vinha. A iniciativa tem como principal objetivo demonstrar, em verdadeiro contexto de produ&ccedil;&atilde;o, as vantagens pr&aacute;ticas do enrelvamento nas entrelinhas para os pomares e vinhas da regi&atilde;o do Oeste.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260909104005-projetca.jpg" width="850" height="959" alt="" /></p>
<p>O evento decorre no pr&oacute;ximo dia 9 de outubro de 2026, entre as 10h30 e as 12h30, num ensaio de vinha localizado em Ch&atilde;os, Freiria, Torres Vedras (coordenadas 39.0441372, -9.3213731), encerrando com um almo&ccedil;o de confraterniza&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Tem&aacute;ticas em Destaque<o:p></o:p></p>
<p>Demonstra&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica de sementeira: Utiliza&ccedil;&atilde;o de semeador direto, incluindo as respetivas afina&ccedil;&otilde;es e calibra&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>Sele&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies: Que tipo de sementes utilizar, assim como os m&eacute;todos e a altura ideal para a sementeira.<o:p></o:p></p>
<p>Gest&atilde;o do solo: A import&acirc;ncia do enrelvamento no combate &agrave; eros&atilde;o do solo e na melhoria da fertilidade.<o:p></o:p></p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es &Uacute;teis<o:p></o:p></p>
<p>Data: 9 de outubro de 2026<o:p></o:p></p>
<p>Hor&aacute;rio: Das 10h30 &agrave;s 12h30 (seguido de almo&ccedil;o de confraterniza&ccedil;&atilde;o)<o:p></o:p></p>
<p>Local: Ensaio Vinha - Ch&atilde;os, Freiria, Torres Vedras<o:p></o:p></p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdQh-AJpvV8jwi4VgemIW2XKtPuyxmfbqS1VBLnW12ksY-7zw/viewform">https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdQh-AJpvV8jwi4VgemIW2XKtPuyxmfbqS1VBLnW12ksY-7zw/viewform</a><o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:37:15 GMT</pubDate></item><item><title>Universidade de Coimbra abre candidaturas para a 21.ª edição do curso de Plantas Aromáticas e Óleos Essenciais</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/universidade-de-coimbra-abre-candidaturas-para-a-21-edicao-do-curso-de-plantas-aromaticas-e-oleos-essenciais/</link><guid isPermaLink='false'>41894</guid><description><![CDATA[<p>Est&atilde;o abertas as candidaturas para a 21.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do curso de forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua em Plantas Arom&aacute;ticas e &Oacute;leos Essenciais da Universidade de Coimbra, uma oportunidade para aprofundar conhecimentos sobre a produ&ccedil;&atilde;o, caracteriza&ccedil;&atilde;o e o potencial destes recursos nas &aacute;reas da sa&uacute;de e da ind&uacute;stria.</p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260909102355-plantas.jpg" width="850" height="713" alt="" /></p>
<p>Com uma carga hor&aacute;ria total de 60 horas (equivalentes a 2 ECTS), a forma&ccedil;&atilde;o decorre em regime de ensino a dist&acirc;ncia (ass&iacute;ncrono), permitindo uma gest&atilde;o flex&iacute;vel do tempo de estudo. O programa foca-se no estudo dos metabolitos secund&aacute;rios, &oacute;leos essenciais e respetivas tecnologias de extra&ccedil;&atilde;o e aplica&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Resumo das Informa&ccedil;&otilde;es Chave<o:p></o:p></p>
<p>Data de realiza&ccedil;&atilde;o: 27 de outubro a 21 de dezembro de 2026<o:p></o:p></p>
<p>Prazo de candidaturas: At&eacute; 15 de setembro de 2026<o:p></o:p></p>
<p>Formato: Online (ass&iacute;ncrono), ministrado em portugu&ecirc;s<o:p></o:p></p>
<p>Propina: 300&euro;<o:p></o:p></p>
<p>Candidatura: <a href="https://www.uc.pt/ucd/cursos/cursos-com-candidaturas-abertas/paoe/?fbclid=IwY2xjawULkoRwZG9mAWV4dG4DYWVtAjEwAGJyaWQRMTZrV2JwdkhQNnZnRnR4MVRzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEejmK1UG9hPGL7RZ0IiCLaNGsWUpW1zXJG5Zl_xpUMLXHDAWHpH8UaLxGFBXk_aem_Di9WhjlKOwjWs0U72DIiWg">https://www.uc.pt/ucd/cursos/cursos-com-candidaturas-abertas/paoe/?fbclid=IwY2xjawULkoRwZG9mAWV4dG4DYWVtAjEwAGJyaWQRMTZrV2JwdkhQNnZnRnR4MVRzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEejmK1UG9hPGL7RZ0IiCLaNGsWUpW1zXJG5Zl_xpUMLXHDAWHpH8UaLxGFBXk_aem_Di9WhjlKOwjWs0U72DIiWg</a><o:p></o:p></p>
<p>Nota: Esta forma&ccedil;&atilde;o destina-se a profissionais, investigadores, estudantes e entusiastas que pretendam explorar o valor agron&oacute;mico, industrial e terap&ecirc;utico das plantas arom&aacute;ticas.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 588px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:11:18 GMT</pubDate></item><item><title>Mondego Agrícola regressa com foco na inovação e segurança alimentar</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/mondego-agricola-regressa-com-foco-na-inovacao-e-seguranca-alimentar/</link><guid isPermaLink='false'>41893</guid><description><![CDATA[<p><strong>O evento Mondego Agr&iacute;cola 2026 realiza-se nos pr&oacute;ximos dias 10 e 11 de setembro, assumindo-se como um ponto de encontro incontorn&aacute;vel para o setor agr&iacute;cola nacional.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260908125343-mondego.jpg" width="850" height="978" alt="" /></p>
<p>A iniciativa, organizada pela EPDRBM (Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Baixo Mondego), combina a vertente t&eacute;cnico-cient&iacute;fica com a demonstra&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica no terreno.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Destaques do Programa e Debates Estrat&eacute;gicos<o:p></o:p></p>
<p>A edi&ccedil;&atilde;o deste ano conta com um programa robusto de palestras e pain&eacute;is tem&aacute;ticos:<o:p></o:p></p>
<p>Sess&atilde;o de Abertura (10 de setembro, 14:30): Conta com interven&ccedil;&otilde;es institucionais de Vasco Martins (ADA), Carlos Pl&aacute;cido (CACMV), Ribau Esteves (CCDRC), Jos&eacute; Ver&iacute;ssimo (CMMV) e do Secret&aacute;rio de Estado da Agricultura, Jo&atilde;o Moura.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>Painel 1 &ndash; &quot;Inovar para alimentar: Agricultura Regenerativa e Tecnologias de Precis&atilde;o ao Servi&ccedil;o da Seguran&ccedil;a Alimentar&quot; (10 de setembro, 15:00): Re&uacute;ne peritos como Lu&iacute;s Alcino (IPPortalegre), Lu&iacute;s Coelho (ESAC), o consultor Andr&eacute; Antunes e Jo&atilde;o Toledo (GPP), com modera&ccedil;&atilde;o de Vanda Batista (CCDRC).&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>Painel 2 &ndash; &quot;PAC p&oacute;s 2027: Evolu&ccedil;&atilde;o dos mercados dos cereais&quot; (11 de setembro, 11:30): Um debate focado no futuro agr&iacute;cola europeu e na fileira dos cereais, com as participa&ccedil;&otilde;es de Bruno Dimas (GPP), Jaime Pi&ccedil;arra (ANAC), Carlos Amaral (AOP) e Jo&atilde;o Grilo (AAVM), moderado por Tiago Pinto (ANPROMIS).&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Ensaios de Campo e Demonstra&ccedil;&atilde;o de M&aacute;quinas<o:p></o:p></p>
<p>Ao longo dos dois dias, entre as 09:00 e as 18:00 (com adapta&ccedil;&otilde;es hor&aacute;rias no dia 11), os visitantes poder&atilde;o acompanhar de perto ensaios pr&aacute;ticos dedicados a culturas predominantes na regi&atilde;o:<o:p></o:p></p>
<p>Ensaios de Arroz: Focados em tecnologias de condu&ccedil;&atilde;o, variedades, herbicidas, fungicidas e bioestimulantes.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>Ensaios de Milho: Centrados em novas variedades, herbicidas, bioestimulantes e solu&ccedil;&otilde;es de fertiliza&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>Ensaios de Batata: Avalia&ccedil;&atilde;o de variedades, fitof&aacute;rmacos, fertilizantes e bioestimulantes, incluindo momentos dedicados &agrave; colheita.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>O evento destaca-se igualmente pela forte componente mec&acirc;nica e tecnol&oacute;gica, com demonstra&ccedil;&otilde;es em campo de tratores, ceifeiras, alfaias e drones. A tradicional Exposi&ccedil;&atilde;o de Tratores do Baixo Mondego e a habitual marcha de encerramento de tratores e alfaias (marcada para as 18:00 de ambos os dias) completam o programa din&acirc;mico no terreno.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 12:51:02 GMT</pubDate></item><item><title>A agricultura entra na era dos sistemas conectados: cinco tecnologias que estão a transformar o campo</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/a-agricultura-entra-na-era-dos-sistemas-conectados-cinco-tecnologias-que-estao-a-transformar-o-campo/</link><guid isPermaLink='false'>41892</guid><description><![CDATA[<p><strong>A Stratesys identifica a interoperabilidade entre maquinaria, dados e plataformas como o pr&oacute;ximo grande salto da agricultura de precis&atilde;o. A falta de conectividade rural, o investimento inicial e a forma&ccedil;&atilde;o digital continuam a travar a ado&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica entre as explora&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas de menor dimens&atilde;o.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260908124916-strategys.jpg" width="850" height="567" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Durante s&eacute;culos, a produtividade agr&iacute;cola dependeu quase por completo da experi&ecirc;ncia acumulada pelo agricultor: o conhecimento do terreno, a leitura do clima e a intui&ccedil;&atilde;o desenvolvida ao longo de sucessivas temporadas. Essa forma de gerir o campo convive hoje com sat&eacute;lites, sensores, algoritmos e rob&ocirc;s que permitem tomar decis&otilde;es com um n&iacute;vel de precis&atilde;o impens&aacute;vel h&aacute; apenas uma d&eacute;cada.<o:p></o:p></p>
<p>O setor agro tem-se tornado, assim, uma das &aacute;reas onde a transforma&ccedil;&atilde;o digital avan&ccedil;a com intensidade, impulsionada pela press&atilde;o regulamentar, pelo aumento do custo dos fatores de produ&ccedil;&atilde;o, pela escassez de m&atilde;o de obra e por uma exig&ecirc;ncia crescente de sustentabilidade.<o:p></o:p></p>
<p>Esta &eacute; uma das principais conclus&otilde;es da an&aacute;lise realizada por especialistas da Stratesys sobre a evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica do setor agro. A an&aacute;lise assinala que o setor est&aacute; a entrar numa nova etapa da agricultura de precis&atilde;o. Perante uma primeira fase caracterizada pela incorpora&ccedil;&atilde;o de ferramentas digitais independentes, a denominada Agricultura de Precis&atilde;o 2.0 baseia-se na liga&ccedil;&atilde;o entre sistemas, na integra&ccedil;&atilde;o dos dados e na automatiza&ccedil;&atilde;o das decis&otilde;es no &acirc;mbito da opera&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria das explora&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>&laquo;A tecnologia n&atilde;o vem substituir o conhecimento acumulado pelos agricultores. A sua fun&ccedil;&atilde;o &eacute; complementar essa experi&ecirc;ncia com informa&ccedil;&atilde;o mais precisa, antecipar riscos e ajudar a utilizar melhor recursos que s&atilde;o cada vez mais escassos e dispendiosos&raquo;, explica Luis Piguillem, diretor associado da Stratesys e respons&aacute;vel pelo setor agro.</p>
<p><o:p></o:p></p>
<p><strong>Cinco tecnologias que est&atilde;o a redefinir a atividade agr&iacute;cola</strong><o:p></o:p></p>
<p>Neste sentido, os especialistas da Stratesys identificam cinco grandes blocos tecnol&oacute;gicos que est&atilde;o a impulsionar a transforma&ccedil;&atilde;o do setor:<o:p></o:p></p>
<p>Sensores e Internet das Coisas. Os sistemas de medi&ccedil;&atilde;o permitem conhecer vari&aacute;veis como a humidade do solo, o n&iacute;vel de nutrientes, a radia&ccedil;&atilde;o solar ou as condi&ccedil;&otilde;es ambientais. Esta informa&ccedil;&atilde;o ajuda a aplicar &aacute;gua, fertilizantes ou sementes de forma diferenciada em cada zona da explora&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Sat&eacute;lites e drones. A observa&ccedil;&atilde;o remota facilita a monitoriza&ccedil;&atilde;o do estado das culturas e a dete&ccedil;&atilde;o precoce de pragas, defici&ecirc;ncias nutricionais ou situa&ccedil;&otilde;es de stress h&iacute;drico. Deste modo, os agricultores podem atuar apenas nas &aacute;reas que necessitam de interven&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Intelig&ecirc;ncia artificial e an&aacute;lise preditiva. Os algoritmos combinam informa&ccedil;&atilde;o proveniente de sensores, imagens de sat&eacute;lite e previs&otilde;es meteorol&oacute;gicas para antecipar riscos, recomendar a&ccedil;&otilde;es, estimar o volume das colheitas e otimizar os calend&aacute;rios de sementeira, rega e fertiliza&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Rob&oacute;tica e automatiza&ccedil;&atilde;o. A maquinaria aut&oacute;noma come&ccedil;a a assumir tarefas como a sementeira, a pulveriza&ccedil;&atilde;o seletiva ou a manuten&ccedil;&atilde;o das culturas, reduzindo a necessidade de supervis&atilde;o cont&iacute;nua e contribuindo para fazer face &agrave; escassez de m&atilde;o de obra.<o:p></o:p></p>
<p>Blockchain e rastreabilidade alimentar. A tecnologia de blockchain permite registar informa&ccedil;&atilde;o sobre a origem do produto, a data da colheita, os tratamentos aplicados, as condi&ccedil;&otilde;es de transporte e armazenamento ou a sua pegada de carbono, refor&ccedil;ando a transpar&ecirc;ncia de toda a cadeia alimentar.<o:p></o:p></p>
<p>A aplica&ccedil;&atilde;o conjunta destas tecnologias permite passar de uma gest&atilde;o uniforme das explora&ccedil;&otilde;es para um modelo de interven&ccedil;&atilde;o seletiva, no qual os recursos s&atilde;o utilizados apenas onde e quando s&atilde;o necess&aacute;rios.<o:p></o:p></p>
<p>A margem de crescimento, contudo, continua a ser ampla.<o:p></o:p></p>
<p>Em Portugal, a agricultura representa uma parte significativa do territ&oacute;rio nacional: em 2023, a Superf&iacute;cie Agr&iacute;cola Utilizada (SAU) correspondia a 41,9% da superf&iacute;cie territorial do pa&iacute;s, segundo dados do INE disponibilizados pela PORDATA. Portugal tem sofrido transforma&ccedil;&otilde;es ao n&iacute;vel da incorpora&ccedil;&atilde;o da tecnologia, refor&ccedil;ando sempre a import&acirc;ncia de tecnologias capazes de melhorar a efici&ecirc;ncia da utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos, otimizar as opera&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas e apoiar uma gest&atilde;o mais precisa e sustent&aacute;vel das explora&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>De acumular informa&ccedil;&atilde;o a tomar melhores decis&otilde;es<o:p></o:p></p>
<p>Uma das principais mudan&ccedil;as identificadas pela Stratesys &eacute; a evolu&ccedil;&atilde;o das necessidades das explora&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas. Depois de anos a gerar grandes quantidades de informa&ccedil;&atilde;o, o setor come&ccedil;a a procurar plataformas capazes de integrar esses dados e traduzi-los em recomenda&ccedil;&otilde;es diretamente aplic&aacute;veis.<o:p></o:p></p>
<p>&laquo;A tecnologia s&oacute; acrescenta valor quando simplifica a tomada de decis&otilde;es. O agricultor n&atilde;o precisa de receber mais dados, mas de saber o que deve fazer, em que momento e em que zona concreta da sua explora&ccedil;&atilde;o&raquo;, sublinha Piguillem.<o:p></o:p></p>
<p>A interoperabilidade ser&aacute;, neste contexto, um dos elementos determinantes para a evolu&ccedil;&atilde;o do setor. A possibilidade de ligar maquinaria de diferentes fabricantes e centralizar a informa&ccedil;&atilde;o numa &uacute;nica plataforma pode contribuir para prolongar a vida &uacute;til dos equipamentos, reduzir a depend&ecirc;ncia de ecossistemas tecnol&oacute;gicos fechados e melhorar a rentabilidade dos investimentos.<o:p></o:p></p>
<p>Al&eacute;m disso, uma gest&atilde;o integrada dos dados facilitar&aacute; o cumprimento das novas obriga&ccedil;&otilde;es regulamentares relacionadas com a utiliza&ccedil;&atilde;o de fertilizantes, os tratamentos aplicados, a rastreabilidade dos alimentos e a medi&ccedil;&atilde;o do impacto ambiental.<o:p></o:p></p>
<p>Conectividade, investimento e forma&ccedil;&atilde;o: os principais desaf&iacute;os<o:p></o:p></p>
<p>Apesar do avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico, a ado&ccedil;&atilde;o continua a ser desigual. O custo inicial dos equipamentos continua a constituir uma barreira para as explora&ccedil;&otilde;es de pequena e m&eacute;dia dimens&atilde;o, enquanto as limita&ccedil;&otilde;es de conectividade em determinadas zonas rurais dificultam a utiliza&ccedil;&atilde;o de plataformas na nuvem e de solu&ccedil;&otilde;es que exigem uma troca cont&iacute;nua de informa&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>A isto junta-se a necessidade de refor&ccedil;ar a forma&ccedil;&atilde;o digital dos profissionais do setor agr&iacute;cola e de estabelecer modelos claros relativamente &agrave; propriedade, ao armazenamento e &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o dos dados gerados pelas explora&ccedil;&otilde;es. A confian&ccedil;a constitui um requisito pr&eacute;vio para a partilha de informa&ccedil;&atilde;o. Os agricultores precisam de saber quem controla esses dados, onde est&atilde;o alojados, quem pode aceder-lhes e para que finalidade s&atilde;o utilizados.<o:p></o:p></p>
<p>Sem estas garantias, dificilmente as explora&ccedil;&otilde;es partilhar&atilde;o informa&ccedil;&atilde;o produtiva, econ&oacute;mica ou agron&oacute;mica que consideram estrat&eacute;gica. Esta falta de partilha limitaria a capacidade de ligar diferentes fontes, alimentar modelos preditivos fi&aacute;veis e dispor de uma vis&atilde;o completa sobre a qual basear as decis&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>&laquo;O desafio n&atilde;o &eacute; exclusivamente tecnol&oacute;gico. Para que esta transforma&ccedil;&atilde;o chegue ao conjunto do setor, &eacute; necess&aacute;rio facilitar a conectividade, desenvolver solu&ccedil;&otilde;es compat&iacute;veis e acess&iacute;veis, acompanhar os agricultores durante todo o processo de ado&ccedil;&atilde;o e estabelecer garantias de seguran&ccedil;a e transpar&ecirc;ncia que permitam a cada explora&ccedil;&atilde;o manter o controlo sobre a sua informa&ccedil;&atilde;o&raquo;, defende o diretor associado da Stratesys.<o:p></o:p></p>
<p></p>
<p>Segundo a empresa, a digitaliza&ccedil;&atilde;o deixar&aacute; progressivamente de ser um elemento diferenciador reservado &agrave;s explora&ccedil;&otilde;es mais avan&ccedil;adas para se tornar uma condi&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para competir, responder &agrave;s exig&ecirc;ncias do mercado e avan&ccedil;ar rumo a uma produ&ccedil;&atilde;o mais eficiente e sustent&aacute;vel, sempre como apoio ao crit&eacute;rio e ao conhecimento profissional do agricultor.<span style="font-size: 10pt; line-height: 15.3333px; font-family: &quot;Open Sans&quot;;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 16.8667px; font-size: 11pt; font-family: Calibri, sans-serif; text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10pt; line-height: 15.3333px; font-family: &quot;Open Sans&quot;;"><o:p></o:p></span></b></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 591px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 12:46:51 GMT</pubDate></item><item><title>Mondego Agrícola: Evento debate inovação, segurança alimentar e o futuro da PAC</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/mondego-agricola-evento-debate-inovacao-seguranca-alimentar-e-o-futuro-da-pac/</link><guid isPermaLink='false'>41891</guid><description><![CDATA[<p><strong>&nbsp;O evento Mondego Agr&iacute;cola prepara-se para decorrer nos pr&oacute;ximos dias 10 e 11 de setembro, contando com um programa de palestras focado nos grandes desafios atuais do setor agr&iacute;cola, desde a agricultura regenerativa at&eacute; &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o dos mercados de cereais.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260907143520-mondego.jpg" width="850" height="909" class="img-responsive" alt="" /></p>
<h3 data-path-to-node="2">Destaques do Programa:</h3>
<ul data-path-to-node="3">
    <li>
    <p data-path-to-node="3,0,0">10 de setembro (Tarde): A sess&atilde;o de abertura, marcada para as 14h30, contar&aacute; com interven&ccedil;&otilde;es institucionais de Vasco Martins (ADA), Carlos Pl&aacute;cido (CACMV), Ribau Esteves (CCDRC), Jos&eacute; Ver&iacute;ssimo (CMMV) e do Secret&aacute;rio de Estado da Agricultura, Jo&atilde;o Moura.</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="3,1,0">Painel 1 &ndash; &quot;Inovar para alimentar. Agricultura Regenerativa e Tecnologias de Precis&atilde;o ao Servi&ccedil;o da Seguran&ccedil;a Alimentar&quot;: Agendado para as 15h00, este painel re&uacute;ne especialistas como Lu&iacute;s Alcino (Instituto Polit&eacute;cnico de Portalegre), Lu&iacute;s Coelho (Escola Superior Agr&aacute;ria de Coimbra), o consultor Andr&eacute; Antunes e Jo&atilde;o Toledo (GPP), com modera&ccedil;&atilde;o de Vanda Batista (CCDRC).</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="3,2,0">11 de setembro (Manh&atilde;): Pelas 11h30, o Painel 2 coloca em cima da mesa o tema &quot;PAC p&oacute;s 2027. Evolu&ccedil;&atilde;o dos mercados dos cereais&quot;. A discuss&atilde;o contar&aacute; com as perspetivas de Bruno Dimas (GPP), Jaime Pi&ccedil;arra (AAC), Carlos Amaral (AOP) e Jo&atilde;o Grilo (AAVM), sob a modera&ccedil;&atilde;o de Tiago Pinto (ANPROMIS).</p>
    </li>
</ul>
<p data-path-to-node="4">Organizado pela EPDRBM (Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Baixo Mondego), o evento conta com uma vasta rede de parceiros e colaboradores institucionais e empresariais ligados ao setor agroindustrial.</p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 14:32:58 GMT</pubDate></item><item><title>Quanto vale um solo saudável? Primeiro encontro nacional de agricultura regenerativa arranca quarta-feira na Golegã</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/quanto-vale-um-solo-saudavel-primeiro-encontro-nacional-de-agricultura-regenerativa-arranca-quarta-feira-na-golega/</link><guid isPermaLink='false'>41890</guid><description><![CDATA[<p><strong>A 9 e 10 de setembro, a Quinta da Melhorada, na Azinhaga, recebe o TERRA&rsquo;26: dois dias, 46 sess&otilde;es, cerca de 60 oradores e 40 expositores, num ano em que o Banco Mundial projeta uma subida superior a 30% no &iacute;ndice global de fertilizantes.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260907142829-terra26.jpg" width="850" height="1038" alt="" /></p>
<div>
<p>O TERRA&rsquo;26 &ndash; Enraizados no Futuro re&uacute;ne esta quarta e quinta-feira, na Quinta da Melhorada, na Azinhaga, Goleg&atilde;, agricultores, investigadores, empresas e decisores p&uacute;blicos. &Eacute; o primeiro encontro profissional em Portugal inteiramente dedicado &agrave; agricultura regenerativa e junta, em dois dias cerca de 60 oradores e 40 expositores, em torno de uma pergunta que ganhou urg&ecirc;ncia este ano: como continuar a produzir alimentos quando os custos dos fatores de produ&ccedil;&atilde;o disparam.&nbsp;</p>
<p>O encontro chega num dos anos mais dif&iacute;ceis da &uacute;ltima d&eacute;cada para os custos agr&iacute;colas. Depois do encerramento quase total do Estreito de Ormuz, por onde passa perto de um quarto das exporta&ccedil;&otilde;es mundiais de ureia, o pre&ccedil;o deste fertilizante azotado subiu cerca de 80% entre fevereiro e abril e ultrapassou os 850 d&oacute;lares por tonelada. O Banco Mundial projeta para 2026 uma subida superior a 30% no &iacute;ndice global de fertilizantes, que levou a Comiss&atilde;o Europeia a apresentar em maio uma estrat&eacute;gia para reduzir a exposi&ccedil;&atilde;o externa do setor.&nbsp;</p>
<p>&Eacute; aqui que a agricultura regenerativa deixa de ser apenas um debate ambiental. Pr&aacute;ticas regenerativas como reduzir a mobiliza&ccedil;&atilde;o do solo, mant&ecirc;-lo coberto, introduzir culturas de cobertura com leguminosas, aproveitar melhor os nutrientes e os efluentes pecu&aacute;rios e produzir localmente mais alimenta&ccedil;&atilde;o animal traduz-se em menos gas&oacute;leo queimado e menos fertilizante comprado fora da Europa. &laquo;Este modelo pretende que os agricultores ganhem mais dinheiro, tenham mais economia na sua produ&ccedil;&atilde;o a partir da redu&ccedil;&atilde;o dos custos&raquo;, resume Jo&atilde;o Coimbra, agricultor da Quinta da Cholda e impulsionador do encontro.&nbsp;</p>
<p>A proposta n&atilde;o se esgota na conta de custos. &laquo;O agricultor hoje &eacute; chamado a fazer muito mais do que produzir s&oacute; alimentos. Tem de tomar conta do territ&oacute;rio, tem de aumentar os n&iacute;veis de biodiversidade, porque o modelo agr&iacute;cola tem de estar integrado num territ&oacute;rio cada vez mais saud&aacute;vel e n&atilde;o pode ser s&oacute; uma coisa isolada, em que se produzem ali alimentos e n&atilde;o temos mais nenhum contacto com a sociedade.&raquo;&nbsp;</p>
<p>Durante dois dias h&aacute; confer&ecirc;ncias, ensaios de campo e m&aacute;quinas em demonstra&ccedil;&atilde;o &mdash; incluindo um audit&oacute;rio onde o p&uacute;blico entra literalmente dentro do solo. O programa organiza-se em cinco eixos &mdash; sa&uacute;de do solo, das plantas, dos animais, das pessoas e da paisagem e sociedade &mdash; e junta representantes da FAO, da Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Agricultura da Comiss&atilde;o Europeia, do Gabinete de Planeamento e Pol&iacute;ticas (GPP) e da European Alliance for Regenerative Agriculture, a par de agricultores e t&eacute;cnicos de v&aacute;rios pa&iacute;ses europeus e de investigadores da Universidade de &Eacute;vora, do Instituto Superior de Agronomia e da NOVA Medical School.&nbsp;</p>
<p></p>
<p>Do solo ao prato&nbsp;</p>
<p>A agricultura regenerativa parte de uma invers&atilde;o: &laquo;a agricultura moderna faz crescer plantas a partir do solo; a agricultura regenerativa faz crescer solo a partir das plantas&raquo;. Em vez de tratar a terra como um suporte a que se rep&otilde;e com adubo aquilo que a colheita levou, trata-a como um organismo vivo que se alimenta e faz crescer &mdash; mantendo o solo sempre coberto, revolvendo-o o menos poss&iacute;vel, alternando culturas, com ra&iacute;zes vivas todo o ano e, onde fa&ccedil;a sentido, com os animais de volta. Uma agricultura que esgota a terra &eacute; degenerativa; uma agricultura sustent&aacute;vel mant&eacute;m o que encontrou; regenerar &eacute; deix&aacute;-la melhor do que estava.&nbsp;</p>
<p>O modelo acaba por inevitavelmente ser influenciado pela &aacute;gua. Um solo compactado e nu deixa a chuva escorrer &agrave; superf&iacute;cie e leva terra consigo; um solo coberto e com estrutura absorve-a e guarda-a. Num pa&iacute;s que alterna secas prolongadas com chuvadas violentas, &eacute; a diferen&ccedil;a entre um aqu&iacute;fero que recarrega e uma ribeira que transborda. Mais mat&eacute;ria org&acirc;nica no solo &eacute; tamb&eacute;m carbono retirado da atmosfera, e uma paisagem com mais coberto &eacute; uma paisagem com mais vida.&nbsp;</p>
<p>Depois, vem a quest&atilde;o da alimenta&ccedil;&atilde;o. A qualidade do que comemos come&ccedil;a naquilo que a planta conseguiu retirar da terra, e &eacute; a vida do solo &mdash; bact&eacute;rias, fungos, minhocas &mdash; que torna os minerais acess&iacute;veis &agrave;s ra&iacute;zes. Quando essa vida se degrada continua a haver colheita: com azoto, &aacute;gua e sol produz-se volume. A d&uacute;vida &eacute; se se produz o mesmo alimento. &laquo;Hoje temos uma alimenta&ccedil;&atilde;o pobre, pobre em nutrientes, pobre em vitaminas&raquo;, afirma Jo&atilde;o Coimbra.&nbsp;</p>
<p>Nada disto &eacute; consensual, e a organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o finge que seja. &laquo;A feira vai ser uma feira de provoca&ccedil;&otilde;es&raquo;, avisa Jo&atilde;o Coimbra. &laquo;Tem coisas que os agricultores n&atilde;o v&atilde;o considerar aceit&aacute;vel fazer.&raquo; O objetivo n&atilde;o &eacute; vender uma receita, mas for&ccedil;ar uma pergunta: se o modelo atual permite, ou n&atilde;o, entregar a explora&ccedil;&atilde;o &agrave; gera&ccedil;&atilde;o seguinte &mdash; numa altura em que se assiste ao fim de muitas gera&ccedil;&otilde;es de agricultores e ao abandono de explora&ccedil;&otilde;es em toda a Europa. Porque no fundo, a agricultura regenerativa, n&atilde;o &eacute; s&oacute; agricultura, mas sim todo um ecossistema que a rodeia e que tem de ser preservado e desenvolvido, para o bem de toda a sociedade.&nbsp;</p>
</div>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 14:18:45 GMT</pubDate></item><item><title>Escola Superior Agrária de Coimbra recebe o Encontro Nacional de Agricultura e Produção Biológica</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/escola-superior-agraria-de-coimbra-recebe-o-encontro-nacional-de-agricultura-e-producao-biologica/</link><guid isPermaLink='false'>41889</guid><description><![CDATA[<p><strong>Nos dias 23, 24 e 25 de setembro, realiza-se o Encontro Nacional de Agricultura e Produ&ccedil;&atilde;o Biol&oacute;gica, na ESAC - Escola Superior Agr&aacute;ria de Coimbra, organizado pela AGROBIO - Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Agricultura Biol&oacute;gica em parceria com a Minha Terra - Federa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Associa&ccedil;&otilde;es de Desenvolvimento Local, reunindo especialistas, representantes institucionais, produtores, investigadores e profissionais do setor para debater os principais desafios e oportunidades da Agricultura Biol&oacute;gica em Portugal.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827140200-bilogo.jpg" width="850" height="1202" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Ao longo dos tr&ecirc;s dias ser&atilde;o abordados temas centrais como:<o:p></o:p></p>
<ul type="disc">
    <li>O futuro da Agricultura;<o:p></o:p></li>
    <li>A PAC (2028&ndash;2034) e a Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola Nacional;<o:p></o:p></li>
    <li>Agricultura Biol&oacute;gica nos Territ&oacute;rios Rurais e Bio-Regi&otilde;es;<o:p></o:p></li>
    <li>Comercializa&ccedil;&atilde;o em Agricultura Biol&oacute;gica;<o:p></o:p></li>
    <li>Inova&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento em Produ&ccedil;&atilde;o Biol&oacute;gica;<o:p></o:p></li>
    <li>Agricultura Biol&oacute;gica, Sa&uacute;de e Ecologia.<o:p></o:p></li>
</ul>
<p>O programa inclui ainda a apresenta&ccedil;&atilde;o de trabalhos cient&iacute;ficos em Agricultura Biol&oacute;gica, a realiza&ccedil;&atilde;o dos Pr&eacute;mios Nacionais da Agricultura Biol&oacute;gica e, no dia 25 de setembro, visitas t&eacute;cnicas &agrave; Quinta do Montalto e &agrave; The Landscape Farm.<o:p></o:p></p>
<p>O evento dirige-se a agricultores, t&eacute;cnicos, estudantes, investigadores, profissionais do setor agroalimentar, entidades e a todos os interessados no desenvolvimento da Agricultura Biol&oacute;gica.<o:p></o:p></p>
<p>📍 Local: ESAC - Escola Superior Agr&aacute;ria de Coimbra<br />
📅 Data: 23 a 25 de setembro<o:p></o:p></p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o no evento &eacute; gratuita, podendo fazer a inscri&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do link: https://forms.gle/tjbbEuoWWPJUCvUq7<o:p></o:p></p>
<p>Para mais informa&ccedil;&otilde;es os interessados poder&atilde;o acompanhar os canais oficiais da Agrobio.<span style="font-size: 11pt; line-height: 16.8667px;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 1230px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:00:26 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto INTAQT apresenta resultados de investigação sobre produção pecuária sustentável e de elevada qualidade</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-intaqt-apresenta-resultados-de-investigacao-sobre-producao-pecuaria-sustentavel-e-de-elevada-qualidade/</link><guid isPermaLink='false'>41888</guid><description><![CDATA[<p><strong>Investigadores e representantes do setor pecu&aacute;rio, decisores pol&iacute;ticos e outras partes interessadas ir&atilde;o reunir-se em Hamburgo e online para a Confer&ecirc;ncia Cient&iacute;fica Final do INTAQT, na qual ser&atilde;o apresentados os resultados do projeto.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827140001-projeto.jpg" width="850" height="449" alt="" /></p>
<div>
<p>A confer&ecirc;ncia, que ser&aacute; em ingl&ecirc;s, dar&aacute; a conhecer evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica e ferramentas pr&aacute;ticas desenvolvidas pelo projeto INTAQT para apoiar sistemas de produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria capazes de fornecer produtos de origem animal de elevada qualidade, respondendo simultaneamente a desafios ambientais, econ&oacute;micos e sociais.&nbsp;</p>
<p>Um dos temas centrais do evento ser&aacute; o conceito de &ldquo;multidesempenho&rdquo;, que analisa se os sistemas de produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria podem alcan&ccedil;ar, em simult&acirc;neo, elevados padr&otilde;es de qualidade do produto, sustentabilidade e efici&ecirc;ncia na utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos. Ser&atilde;o apresentados resultados sobre valor nutricional, caracter&iacute;sticas sensoriais, aspetos de sa&uacute;de e seguran&ccedil;a dos produtos de origem animal, envolvimento das partes interessadas e abordagens para avaliar os impactos ambientais ao longo das cadeias de valor.&nbsp;</p>
<p>O programa incluir&aacute; tamb&eacute;m demonstra&ccedil;&otilde;es de ferramentas inovadoras de apoio &agrave; decis&atilde;o desenvolvidas no &acirc;mbito do projeto, incluindo m&eacute;todos de autentica&ccedil;&atilde;o e previs&atilde;o, um quadro de avalia&ccedil;&atilde;o multicrit&eacute;rio e uma plataforma espec&iacute;fica concebida para facilitar a avalia&ccedil;&atilde;o dos sistemas de produ&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>Ser&aacute; dada especial aten&ccedil;&atilde;o ao papel da participa&ccedil;&atilde;o das partes interessadas e dos Living Labs na cocria&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es com produtores, agentes da ind&uacute;stria e outros intervenientes das cadeias de valor. Estas abordagens t&ecirc;m sido determinantes para assegurar que os desenvolvimentos cient&iacute;ficos respondem aos desafios pr&aacute;ticos enfrentados pelo setor pecu&aacute;rio.&nbsp;</p>
<p>A confer&ecirc;ncia ter&aacute; lugar no CCH &ndash; Congress Center Hamburg (Sala Y3) e com participa&ccedil;&atilde;o online dispon&iacute;vel. Ser&aacute; uma excelente oportunidade de debater as implica&ccedil;&otilde;es dos resultados do projeto e o respetivo contributo para a transi&ccedil;&atilde;o para sistemas de produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria mais resilientes.&nbsp;</p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es sobre o evento&nbsp;</p>
<p>Data: 11 de setembro de 2026 Hora: 08:30&ndash;14:30 Local: CCH &ndash; Congress Center Hamburg, Sala Y3, Alemanha Formato: H&iacute;brido (participa&ccedil;&atilde;o presencial e online) Inscri&ccedil;&atilde;o: Gratuita; n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio bilhete para a EAAP&nbsp;</p>
<p>A inscri&ccedil;&atilde;o est&aacute; dispon&iacute;vel em:&nbsp;</p>
<p>https://forms.cloud.microsoft/pages/responsepage.aspx?id=jmw0_SRzDkuaKWDo1QM-P-tGRiTd1l1HrKnSHrKonDBUOE1aRlBQRTRJRVE1VThHUzhOWlVETjJGNC4u&amp;route=shorturl&nbsp;</p>
</div>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 463px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:56:33 GMT</pubDate></item><item><title>EXPOMOR 2026 destaca o papel das mulheres no mundo rural</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/expomor-2026-destaca-o-papel-das-mulheres-no-mundo-rural/</link><guid isPermaLink='false'>41887</guid><description><![CDATA[<p><strong>Feira da Luz, um dos principais pontos de encontro do setor da pecu&aacute;ria extensiva em Portugal, realiza-se de 2 a 7 de setembro, no Parque de Leil&otilde;es de Montemor-o-Novo, reunindo produtores, criadores, associa&ccedil;&otilde;es, empresas, t&eacute;cnicos e outros agentes do mundo rural.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827135537-apormor.jpg" width="850" height="614" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Com entrada gratuita, o certame organizado pela APORMOR - Associa&ccedil;&atilde;o de Produtores do Mundo Rural da Regi&atilde;o de Montemor-o-Novo, apresenta um programa diversificado que combina concursos de ra&ccedil;as bovinas, ovinas, su&iacute;nas e equinas, leil&otilde;es de bovinos reprodutores; exposi&ccedil;&atilde;o de mais de 1000 animais, al&eacute;m de debates e iniciativas de valoriza&ccedil;&atilde;o da atividade agr&iacute;cola e pecu&aacute;ria.<o:p></o:p></p>
<p>Entre os momentos de maior relev&acirc;ncia desta edi&ccedil;&atilde;o est&aacute; o almo&ccedil;o-debate sobre a situa&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola Comum (PAC), no dia 5 de setembro. O encontro ser&aacute; uma oportunidade para reunir produtores e representantes do setor em torno dos principais desafios e perspetivas para a agricultura e a pecu&aacute;ria, num contexto de mudan&ccedil;a das pol&iacute;ticas agr&iacute;colas europeias com a negocia&ccedil;&atilde;o da PAC p&oacute;s 2027 em curso.<o:p></o:p></p>
<p>O programa arranca a 3 de setembro, com o Dia da Ra&ccedil;a Bovina Mertolenga, que &eacute; a Ra&ccedil;a do Ano na EXPOMOR 2026, o Concurso de Melhores Grupo de Alfeires, o Concurso Nacional de Ovinos Merino Precoce e o Concurso do Poldro Mam&atilde;o da Ra&ccedil;a Puro Sangue Lusitano.<o:p></o:p></p>
<p>No dia 4 de setembro, a programa&ccedil;&atilde;o inclui as Agrotalks by Fertiprado, o Concurso Nacional de Presunto e as Conversas de Montanheira, o Concurso de Bovinos da Ra&ccedil;a Charolesa, o Concurso de Ovinos Merino Alem&atilde;o e o workshop &ldquo;A Arte de pegar touros&rdquo;.<o:p></o:p></p>
<p>O dia 5 de setembro ser&aacute; marcado pelo Open de Machos Limousine, pelos concursos de Jovens Reprodutores Ovinos das ra&ccedil;as P3 e &Icirc;le de France, pelo almo&ccedil;o-debate sobre a PAC, pelos leil&otilde;es de vacas gordas e de bovinos machos reprodutores e pela apresenta&ccedil;&atilde;o comentada de bovinos da ra&ccedil;a Wagyu.<o:p></o:p></p>
<p>O dia 6 de setembro ser&aacute; dedicado aos Concursos Nacionais de Bovinos da Ra&ccedil;a Salers e de Ovinos da Ra&ccedil;a Suffolk.<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Mulheres agricultoras em destaque<o:p></o:p></p>
<p>No dia 7 de setembro, a EXPOMOR promove o col&oacute;quio &ldquo;Mulheres Agricultoras &ndash; Vozes, Experi&ecirc;ncias e Desafios&rdquo;, uma iniciativa integrada nas comemora&ccedil;&otilde;es do Ano Internacional da Mulher Agricultora.<o:p></o:p></p>
<p>O encontro pretende dar visibilidade ao papel das mulheres na agricultura e na pecu&aacute;ria, atrav&eacute;s de testemunhos de empreendedoras de diferentes regi&otilde;es e subsetores de Portugal e Espanha. Do vinho do Douro &agrave; horticultura biol&oacute;gica, da produ&ccedil;&atilde;o de pist&aacute;cio, &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de queijo artesanal, passando pela cria&ccedil;&atilde;o de bovinos e pela atividade florestal, o col&oacute;quio dar&aacute; voz a mulheres que lideraram projetos, empresas e explora&ccedil;&otilde;es em diferentes &aacute;reas do mundo rural.<o:p></o:p></p>
<p>Mais do que reconhecer o contributo das mulheres para o setor agr&iacute;cola, o col&oacute;quio pretende promover a partilha de experi&ecirc;ncias e de desafios, mostrando a diversidade dos percursos empresariais e profissionais das mulheres que hoje assumem um papel cada vez mais relevante na agricultura e na pecu&aacute;ria ib&eacute;ricas. O Secret&aacute;rio de Estado da Agricultura, Jo&atilde;o Moura, participa no col&oacute;quio.<o:p></o:p></p>
<p>Durante os dias do certame ser&atilde;o projetadas 14 reportagens em v&iacute;deo com mulheres agricultoras de v&aacute;rias regi&otilde;es de Portugal e de Espanha. A exposi&ccedil;&atilde;o de fotografia &lsquo;Ra&iacute;zes de Mulher &ndash; Sementes de Futuro&rsquo;, promovida pela CCDR Centro- Comiss&atilde;o de Coordena&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Regional do Centro, estar&aacute; patente na EXPOMOR, para dar a conhecer o papel da mulher na agricultura em Portugal ao longo dos tempos.<o:p></o:p></p>
<p>Com um programa que cruza tradi&ccedil;&atilde;o, inova&ccedil;&atilde;o, produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria, conhecimento e debate sobre o futuro do setor, a EXPOMOR 2026 afirma-se como um espa&ccedil;o privilegiado de encontro do mundo rural e de valoriza&ccedil;&atilde;o da agricultura e da pecu&aacute;ria extensiva.<o:p></o:p></p>
<p>A iniciativa conta com o patroc&iacute;nio da C&acirc;mara Municipal de Montemor-o-Novo, Novo Banco, Cr&eacute;dito Agr&iacute;cola e Banco BPI, tendo como parceiro o Rugby Clube de Montemor-o-Novo. Colaboram na organiza&ccedil;&atilde;o diversas associa&ccedil;&otilde;es de criadores, entidades t&eacute;cnicas e cient&iacute;ficas e empresas do setor.<span style="font-size: 12pt; line-height: 17.12px;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 628px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:53:08 GMT</pubDate></item><item><title>AJAP promove formação para Técnicos em Modo de Produção Integrada em Vinha</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ajap-promove-formacao-para-tecnicos-em-modo-de-producao-integrada-em-vinha/</link><guid isPermaLink='false'>41886</guid><description><![CDATA[<p><strong>Associa&ccedil;&atilde;o dos Jovens Agricultores de Portugal promove uma nova edi&ccedil;&atilde;o do curso &ldquo;Modo de Produ&ccedil;&atilde;o Integrada em Vinha&rdquo;, destinado a t&eacute;cnicos que pretendam adquirir ou refor&ccedil;ar conhecimentos e compet&ecirc;ncias para a aplica&ccedil;&atilde;o deste modo de produ&ccedil;&atilde;o na viticultura.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827135224-vinha.jpg" width="850" height="567" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>A forma&ccedil;&atilde;o, homologada pela Dire&ccedil;&atilde;o-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR), tem in&iacute;cio a 29 de setembro e destina-se a detentores de Bacharelato ou Licenciatura &ndash; n&iacute;vel 6 ou superior do Quadro Nacional de Qualifica&ccedil;&otilde;es &ndash; na &aacute;rea das ci&ecirc;ncias agr&aacute;rias e afins, que exer&ccedil;am atividades de apoio t&eacute;cnico aos setores agropecu&aacute;rio, florestal ou agroalimentar.<o:p></o:p></p>
<p>Com uma dura&ccedil;&atilde;o total de 106 horas, o curso pretende capacitar os participantes com os conhecimentos, compet&ecirc;ncias e atitudes necess&aacute;rios &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o do Modo de Produ&ccedil;&atilde;o Integrada em vinha, refor&ccedil;ando a qualifica&ccedil;&atilde;o dos t&eacute;cnicos que prestam apoio ao setor vitivin&iacute;cola.<o:p></o:p></p>
<p>A forma&ccedil;&atilde;o combina uma componente &agrave; dist&acirc;ncia e uma componente presencial. Das 106 horas previstas, 89 decorrem online, distribu&iacute;das por 29 horas de sess&otilde;es s&iacute;ncronas e 60 horas de sess&otilde;es ass&iacute;ncronas, e 17 horas s&atilde;o presenciais.<o:p></o:p></p>
<p>As sess&otilde;es s&iacute;ncronas realizam-se nos dias 29 de setembro; 8, 13, 15, 20, 22, 27 e 29 de outubro; e 3 de novembro, entre as 19h00 e as 22h00.<o:p></o:p></p>
<p>Para facilitar a participa&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos de diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s, a componente presencial est&aacute; organizada em dois grupos. No Grupo Norte/Centro, as sess&otilde;es realizam-se a 24 de outubro, 7 e 28 de novembro. No Grupo Sul, est&atilde;o previstas para os dias 7 e 21 de novembro e 5 de dezembro.<o:p></o:p></p>
<p>O valor da forma&ccedil;&atilde;o &eacute; de 375 euros, isento de IVA, e as inscri&ccedil;&otilde;es j&aacute; se encontram abertas.</p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es e mais informa&ccedil;&otilde;es:<br />
<a href="https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=238&amp;accao=3954&amp;utm_source=chatgpt.com">https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=238&amp;accao=3954</a><o:p></o:p></p>
<p>Com esta iniciativa, a AJAP prossegue a sua aposta na forma&ccedil;&atilde;o e capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais do setor agr&iacute;cola, contribuindo para a atualiza&ccedil;&atilde;o de conhecimentos e para o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias t&eacute;cnicas fundamentais para uma viticultura mais sustent&aacute;vel.<span style="font-size: 10pt; line-height: 20px; font-family: Tahoma, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 581px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:50:32 GMT</pubDate></item><item><title>Dia de Campo InovMilho: Solo como ecossistema vivo que pode tornar a agricultura mais resiliente</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/dia-de-campo-inovmilho-solo-como-ecossistema-vivo-que-pode-tornar-a-agricultura-mais-resiliente/</link><guid isPermaLink='false'>41885</guid><description><![CDATA[<p><strong>O solo &eacute; um dos temas em destaque no Dia de Campo InovMilho, que se realiza a 2 de setembro, na Esta&ccedil;&atilde;o Experimental Ant&oacute;nio Teixeira, em Coruche. A import&acirc;ncia de uma utiliza&ccedil;&atilde;o mais sustent&aacute;vel deste recurso ser&aacute; abordada numa sess&atilde;o dedicada ao projeto Soil Academy, apresentado por Cristina Cruz, da Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Universidade de Lisboa.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827134947-diacampo.jpg" width="850" height="1202" alt="" /></p>
<p>&ldquo;A vis&atilde;o que temos do solo mudou muito nos &uacute;ltimos anos. Hoje sabemos que o solo &eacute; um ecossistema vivo que pode estar saud&aacute;vel ou doente e isso faz toda a diferen&ccedil;a na forma como o cuidamos. Apesar deste conhecimento, h&aacute; ainda muito trabalho a fazer para levar esta ideia &agrave;queles que realmente trabalham a terra&rdquo;, afirma Cristina Cruz.<o:p></o:p></p>
<p>Num contexto de altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, maior press&atilde;o sobre os recursos naturais e necessidade de aumentar a efici&ecirc;ncia da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, o conhecimento e a gest&atilde;o adequada do solo assumem uma import&acirc;ncia crescente. A sua conserva&ccedil;&atilde;o &eacute; essencial para garantir a produtividade das culturas e a resili&ecirc;ncia dos sistemas agr&iacute;colas.<o:p></o:p></p>
<p>O Soil Academy aposta precisamente na aproxima&ccedil;&atilde;o entre conhecimento cient&iacute;fico e pr&aacute;tica agr&iacute;cola, promovendo uma utiliza&ccedil;&atilde;o mais sustent&aacute;vel do solo e contribuindo para a capacita&ccedil;&atilde;o dos agricultores.<o:p></o:p></p>
<p>Na visita ao campo, Andr&eacute; Antunes, consultor em Resili&ecirc;ncia Agropecu&aacute;ria, e tamb&eacute;m membro do projeto Soil Academy, falar&aacute; sobre &ldquo;Desafios e oportunidades&rdquo; de uma agricultura mais resiliente, com demonstra&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica do que tem sido feito numa parcela da Esta&ccedil;&atilde;o Experimentar Ant&oacute;nio Teixeira em que foram semeadas, como precedente da cultura do milho, uma mistura com triticale, ervilhaca e trevos. As culturas de cobertura instaladas permitiram mitigar a eros&atilde;o do solo e aportar carbono ao milho. &ldquo;A presen&ccedil;a de carbono pode permitir a utiliza&ccedil;&atilde;o de menos rega e aumentar a capacidade de guardar nutrientes para a planta&rdquo;, explica Andr&eacute; Antunes.<o:p></o:p></p>
<p>O programa do Dia de Campo inclui ainda temas como a agricultura de precis&atilde;o, a fotogrametria aplicada &agrave; cultura do milho, a utiliza&ccedil;&atilde;o de Intelig&ecirc;ncia Artificial e imagens de sat&eacute;lite na monitoriza&ccedil;&atilde;o das culturas e as principais novidades tecnol&oacute;gicas na produ&ccedil;&atilde;o de milho.<o:p></o:p>&nbsp;</p>
<p>Com esta programa&ccedil;&atilde;o, o InovMilho pretende promover a partilha de conhecimento e colocar em debate solu&ccedil;&otilde;es para uma agricultura mais eficiente, sustent&aacute;vel e preparada para os desafios futuros.<span style="font-size: 12pt; line-height: 18.4px; font-family: &quot;Calibri Light&quot;, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 1230px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:47:32 GMT</pubDate></item><item><title>Fundação Mendes Gonçalves lança guia para promover práticas de proteção e regeneração dos solos</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/fundacao-mendes-goncalves-lanca-guia-para-promover-praticas-de-protecao-e-regeneracao-dos-solos/</link><guid isPermaLink='false'>41883</guid><description><![CDATA[<p><strong>A Funda&ccedil;&atilde;o Mendes Gon&ccedil;alves apresenta o guia de boas pr&aacute;ticas Prote&ccedil;&atilde;o e Regenera&ccedil;&atilde;o do Solo, uma publica&ccedil;&atilde;o que re&uacute;ne recomenda&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas baseadas em conhecimento cient&iacute;fico para apoiar agricultores, t&eacute;cnicos e profissionais ligados &agrave; gest&atilde;o do territ&oacute;rio na ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas que contribuam para solos mais saud&aacute;veis e sistemas agr&iacute;colas mais resilientes, produtivos e sustent&aacute;veis. Desenvolvido no &acirc;mbito do programa Regenerar, com o apoio financeiro do projeto Soilscape e enquadrado nos objetivos da Miss&atilde;o Solo do Horizonte Europa, o guia procura aproximar a investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da pr&aacute;tica agr&iacute;cola e contribuir para decis&otilde;es adaptadas &agrave; realidade de cada solo, cultura e explora&ccedil;&atilde;o.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827134546-solos.jpg" width="850" height="567" alt="" /></p>
<p>A agricultura regenerativa tem vindo a ganhar espa&ccedil;o no debate sobre o futuro da produ&ccedil;&atilde;o alimentar, num contexto marcado pelas altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, escassez de &aacute;gua, perda de biodiversidade e necessidade de tornar os sistemas agr&iacute;colas mais resilientes. Transformar estes princ&iacute;pios em decis&otilde;es concretas no terreno exige mais do que adotar um conjunto de pr&aacute;ticas: primeiro &eacute; necess&aacute;rio compreender o contexto e diagnosticar as limita&ccedil;&otilde;es existentes.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; precisamente dessa premissa que parte o guia de boas pr&aacute;ticas Prote&ccedil;&atilde;o e Regenera&ccedil;&atilde;o do Solo: n&atilde;o existem receitas universais para regenerar um solo. Antes de qualquer interven&ccedil;&atilde;o, &eacute; necess&aacute;rio avaliar tr&ecirc;s dimens&otilde;es insepar&aacute;veis da sa&uacute;de do solo &mdash; f&iacute;sica, qu&iacute;mica e biol&oacute;gica. O documento prop&otilde;e, por isso, um percurso que come&ccedil;a no conhecimento e mapeamento do territ&oacute;rio, passa pela observa&ccedil;&atilde;o no campo e pelas an&aacute;lises laboratoriais e s&oacute; depois conduz &agrave; defini&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas mais adequadas a cada realidade.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;A agricultura regenerativa n&atilde;o deve ser encarada como uma receita que se aplica da mesma forma em todo o lado. O primeiro passo &eacute; perceber o estado do solo, quais as suas limita&ccedil;&otilde;es e potencial. Com este guia queremos apoiar a dissemina&ccedil;&atilde;o de conhecimento cient&iacute;fico, tornando-o n&atilde;o s&oacute; mais acess&iacute;vel, mas, sobretudo, mais &uacute;til para quem tem de tomar decis&otilde;es dia a dia no terreno&rdquo;, afirma Manuel dos Santos, diretor do programa Regenerar da Funda&ccedil;&atilde;o Mendes Gon&ccedil;alves.<o:p></o:p></p>
<p>O guia de boas pr&aacute;ticas Prote&ccedil;&atilde;o e Regenera&ccedil;&atilde;o do Solo organiza esta abordagem em torno de seis princ&iacute;pios fundamentais: compreender o contexto; minimizar a perturba&ccedil;&atilde;o do solo; fornecer o solo com carbono; manter o solo coberto; promover a biodiversidade acima e abaixo da superf&iacute;cie; e integrar a pecu&aacute;ria. A partir destes princ&iacute;pios, s&atilde;o aprofundadas seis &aacute;reas: interven&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica no solo; culturas de cobertura; mat&eacute;rias org&acirc;nicas e mulching; fertiliza&ccedil;&atilde;o integrada; gest&atilde;o de pragas e doen&ccedil;as; e integra&ccedil;&atilde;o animal. Em cada uma s&atilde;o apresentados fundamentos agron&oacute;micos, benef&iacute;cios, estrat&eacute;gias de aplica&ccedil;&atilde;o e principais erros a evitar.<o:p></o:p></p>
<p>Entre as pr&aacute;ticas analisadas est&atilde;o, por exemplo, as culturas de cobertura, utilizadas para proteger o solo da eros&atilde;o, favorecer a infiltra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua e aumentar a biodiversidade; a gest&atilde;o da mat&eacute;ria org&acirc;nica, determinante para a estrutura do solo, a reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua e a disponibilidade de nutrientes; ou a fertiliza&ccedil;&atilde;o integrada, assente no equil&iacute;brio nutricional e no conhecimento das necessidades efetivas do solo e das culturas.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;Um dos grandes desafios est&aacute; em conseguir fazer chegar o conhecimento cient&iacute;fico a quem trabalha diariamente no terreno, de forma &uacute;til e reaplic&aacute;vel. &Eacute; esse o papel que queremos assumir com o programa Regenerar: criar pontes entre investiga&ccedil;&atilde;o e pr&aacute;tica, partilhar conhecimento e contribuir para que agricultores e t&eacute;cnicos tenham cada vez mais ferramentas para tomar decis&otilde;es informadas e ajustadas ao seu contexto&rdquo;, acrescenta Manuel dos Santos.<o:p></o:p></p>
<p>O lan&ccedil;amento do guia insere-se na atua&ccedil;&atilde;o do programa Regenerar da Funda&ccedil;&atilde;o Mendes Gon&ccedil;alves, que procura aproximar a ci&ecirc;ncia da pr&aacute;tica agr&iacute;cola, promover a capacita&ccedil;&atilde;o de agricultores, t&eacute;cnicos, escolas e comunidade e contribuir para a regenera&ccedil;&atilde;o dos solos e da biodiversidade. O guia re&uacute;ne refer&ecirc;ncias cient&iacute;ficas nacionais e internacionais e pretende funcionar como uma ferramenta de apoio &agrave; ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas ajustadas &agrave;s caracter&iacute;sticas e objetivos de cada explora&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Pode consultar o guia <a href="https://indd.adobe.com/view/15f394b5-aff1-489a-80c0-3d107e1f07c3">AQUI</a>.&nbsp; &nbsp;<span style="font-size: 11pt; line-height: 16.8667px; font-family: Calibri, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 609px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:43:40 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto Rural Innovation Challenges procura candidaturas inovadoras para os territórios rurais</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-rural-innovation-challenges-procura-candidaturas-inovadoras-para-os-territorios-rurais/</link><guid isPermaLink='false'>41882</guid><description><![CDATA[<p><strong>Termina a 16 de agosto o prazo de candidaturas ao Projeto Rural Innovation Challenges, uma iniciativa da AJAP &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o dos Jovens Agricultores de Portugal, que vai premiar 12 candidaturas inovadoras, atribuindo mais de 20 mil euros em pr&eacute;mios a jovens agricultores, jovens empres&aacute;rios rurais e estudantes do ensino profissional e superior.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260811104546-ajap.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Mais do que um concurso, o Projeto Rural Innovation Challenges pretende incentivar&nbsp; a inova&ccedil;&atilde;o e o empreendedorismo nos territ&oacute;rios rurais, promovendo a instala&ccedil;&atilde;o de jovens agricultores e de jovens empres&aacute;rios rurais, valorizando iniciativas com impacto econ&oacute;mico, social e ambiental. O projeto surge numa altura em que Portugal enfrenta um dos seus maiores desafios: a renova&ccedil;&atilde;o geracional e o envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>O Concurso distingue projetos nas categorias Jovem Agricultor, Jovem Empres&aacute;rio Rural, Jovem Talento Agro Rural e Academia Rural, reconhecendo iniciativas inovadoras com impacto econ&oacute;mico, social e ambiental e capazes de contribuir para a valoriza&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>Atualmente, cerca de 80% da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa concentra-se em apenas 20% do territ&oacute;rio nacional, enquanto grande parte das regi&otilde;es do interior continua a perder popula&ccedil;&atilde;o, atividade econ&oacute;mica e capacidade para atrair e fixar jovens.<o:p></o:p></p>
<p>A agricultura enfrenta um enorme desafio de renova&ccedil;&atilde;o geracional. A idade m&eacute;dia dos agricultores portugueses ronda os 64 anos, bastante acima da m&eacute;dia da Uni&atilde;o Europeia (57 anos), e apenas cerca de 3,7% dos agricultores portugueses t&ecirc;m menos de 40 anos, quando a m&eacute;dia europeia&nbsp; n&atilde;o ultrapassa os 11%.<o:p></o:p></p>
<p>Apesar deste cen&aacute;rio, come&ccedil;am a surgir sinais positivos. Entre 2024 e 2025 foram apresentadas mais de 2.000 candidaturas aos apoios &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de Jovens Agricultores, demonstrando que existe uma nova gera&ccedil;&atilde;o interessada em investir na agricultura e nos territ&oacute;rios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; neste contexto que o Projeto Rural Innovation Challenges procura mobilizar uma nova gera&ccedil;&atilde;o para investir, inovar e empreender nos territ&oacute;rios rurais. Para a AJAP, este interesse deve ser acompanhado por pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que para al&eacute;m da agricultura atrav&eacute;s dos jovens agricultores incentive igualmente o empreendedorismo, a inova&ccedil;&atilde;o e a diversifica&ccedil;&atilde;o das atividades econ&oacute;micas no mundo rural atrav&eacute;s da figura do jovem empres&aacute;rio rural.<o:p></o:p></p>
<p>&quot;Queremos mostrar aos jovens que os territ&oacute;rios rurais oferecem hoje oportunidades muito para al&eacute;m da agricultura, em setores como o turismo rural, a economia circular ou as novas tecnologias. Procuramos projetos inovadores capazes de valorizar os recursos locais e contribuir para tornar estes territ&oacute;rios mais competitivos, sustent&aacute;veis e atrativos&quot;, afirma o Diretor-Geral da AJAP, Eng.&ordm; Firmino Cordeiro.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Projeto Rural Innovation Challenges: uma iniciativa nacional em tr&ecirc;s fases<o:p></o:p></p>
<p>O Projeto assenta numa estrat&eacute;gia integrada de valoriza&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios rurais, desenvolvida em tr&ecirc;s fases complementares:<o:p></o:p></p>
<p>Sess&otilde;es de divulga&ccedil;&atilde;o e esclarecimento, que mobilizaram o pa&iacute;s atrav&eacute;s da realiza&ccedil;&atilde;o de 60 sess&otilde;es em escolas profissionais, universidades, institutos polit&eacute;cnicos, escolas superiores agr&aacute;rias, cooperativas, associa&ccedil;&otilde;es de agricultores, munic&iacute;pios, juntas de freguesia, comunidades intermunicipais, CCDR e outras entidades;<o:p></o:p></p>
<p>Concurso Rural Innovation Challenges, com 4 categorias, cujas candidaturas decorrem at&eacute; 16 de agosto;<o:p></o:p></p>
<p>Gala AJAP Portugal Winners, um evento comemorativo, que para al&eacute;m da entrega&nbsp; dos pr&eacute;mios aos 12 projetos vencedores, e que constitui, igualmente, um espa&ccedil;o de reflex&atilde;o e debate sobre o futuro dos territ&oacute;rios rurais.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>O Projeto &eacute; promovido pela AJAP, em parceria com a Caja Rural del Sur e a Agrim&uacute;tuo, contando com o Alto Patroc&iacute;nio do Minist&eacute;rio da Agricultura e Mar e do Grupo do Partido Popular Europeu (PPE), atrav&eacute;s do eurodeputado Paulo Nascimento Cabral.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Candidaturas abertas at&eacute; 16 de agosto<o:p></o:p></p>
<p>A AJAP apela a todos os jovens agricultores, jovens empres&aacute;rios rurais e estudantes eleg&iacute;veis para que aproveitem esta oportunidade e apresentemos as suas iniciativas e projetos inovadores que valorizem os recursos locais e reforcem a competitividade e a atratividade dos territ&oacute;rios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>As candidaturas decorrem at&eacute; 16 de agosto e podem ser submetidas atrav&eacute;s do site da AJAP: www.ajap.pt<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 708px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:41:17 GMT</pubDate></item><item><title>Grande iniciativa de luta dos viticultores pelo futuro do Douro</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/grande-iniciativa-de-luta-dos-viticultores-pelo-futuro-do-douro/</link><guid isPermaLink='false'>41881</guid><description><![CDATA[<p><strong>Foi uma grande iniciativa a Concentra&ccedil;&atilde;o promovida, esta sexta-feira, 7 de Agosto, pela CNA e pela AVADOURIENSE &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o dos Viticultores e da Agricultura Familiar Douriense, frente ao Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), na R&eacute;gua.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260811104031-viti.jpg" width="850" height="622" alt="" /></p>
<div>
<p>Empunhando uma faixa onde se lia &ldquo;Viticultores do Douro em Luta! Pre&ccedil;os Justos! Contratos! Escoar toda a produ&ccedil;&atilde;o!&rdquo;, os viticultores levantaram de novo a voz do Douro, para reafirmar que a actual situa&ccedil;&atilde;o &eacute; insustent&aacute;vel e insuport&aacute;vel, e exigiram a concretiza&ccedil;&atilde;o urgente, j&aacute; nesta vindima, de medidas estruturais para a sua resolu&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>A vindima est&aacute; &agrave; porta e circula novamente no Douro a informa&ccedil;&atilde;o de que as casas compradoras n&atilde;o v&atilde;o ficar com as uvas. Os produtores, sobretudo os pequenos e m&eacute;dios, est&atilde;o, mais uma vez, &agrave; beira do abismo, sem ter a quem vender as uvas, sem pre&ccedil;os ou pre&ccedil;os de mis&eacute;ria, e j&aacute; com os brutais custos de produ&ccedil;&atilde;o suportados.&nbsp;</p>
<p>A poucos dias da Concentra&ccedil;&atilde;o, o Governo, atrav&eacute;s do IVDP, tornou p&uacute;blico mais um Plano para o Douro, mostrando que &eacute; a luta dos viticultores, com reclama&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m com propostas concretas, que pode obrigar o Governo a dar as respostas necess&aacute;rias &agrave; dif&iacute;cil situa&ccedil;&atilde;o da Regi&atilde;o Demarcada do Douro.&nbsp;</p>
<p>Mas a gravidade da situa&ccedil;&atilde;o exige respostas imediatas e n&atilde;o se compadece com cadernos de inten&ccedil;&otilde;es que a realidade tem mostrado que nem sempre se concretizam ou que chegam demasiado tarde para salvar os agricultores da ru&iacute;na.&nbsp;</p>
<p>Medidas como a obrigatoriedade de contratos, com pre&ccedil;os m&iacute;nimos para as uvas fixados pelo Estado, ou a proibi&ccedil;&atilde;o de compra de uvas abaixo dos custos de produ&ccedil;&atilde;o n&atilde;o podem esperar mais um ano para serem aplicadas.&nbsp;</p>
<p>Exige-se tamb&eacute;m no imediato o aumento do quantitativo do benef&iacute;cio1, a utiliza&ccedil;&atilde;o de aguardente regional na produ&ccedil;&atilde;o do vinho generoso, bem como uma medida de destila&ccedil;&atilde;o de crise direccionada prioritariamente para as produ&ccedil;&otilde;es dos s&oacute;cios das adegas cooperativas e para os produtores que n&atilde;o tenham adquirido vinhos a terceiros.&nbsp;</p>
<p>Estas e outras reclama&ccedil;&otilde;es constam de um documento entregue no IVDP por uma delega&ccedil;&atilde;o dos viticultores, reiterando a urg&ecirc;ncia da sua implementa&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>O Douro n&atilde;o pode esperar mais. Os viticultores durienses, com a CNA e a AVADOURIENSE, manter-se-&atilde;o expectantes, e interventivos, pela concretiza&ccedil;&atilde;o das necess&aacute;rias medidas para salvar as suas explora&ccedil;&otilde;es e a RDD e, se nada for feito durante esta vindima, prometem avan&ccedil;ar para novas formas de luta.&nbsp;</p>
<p>Por rendimentos dignos, que permitam continuar a trabalhar as vinhas e a contribuir para a preserva&ccedil;&atilde;o do valios&iacute;ssimo patrim&oacute;nio econ&oacute;mico, social e cultural, que &eacute; a RDD, constru&iacute;da pelas m&atilde;os e pelo suor de muitas gera&ccedil;&otilde;es de viticultores.&nbsp;</p>
</div>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 636px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:34:22 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto europeu aWISH apresenta resultados finais sobre bem-estar animal na EAAP 2026</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-europeu-awish-apresenta-resultados-finais-sobre-bem-estar-animal-na-eaap-2026/</link><guid isPermaLink='false'>41880</guid><description><![CDATA[<p data-path-to-node="2" style="caret-color: rgb(0, 0, 0);"><strong>O projeto europeu aWISH (Animal Welfare Indicators at the Slaughterhouse), financiado pelo programa Horizonte Europa e que conta com a participa&ccedil;&atilde;o da empresa portuguesa CONSULAI, prepara-se para apresentar os seus resultados finais no pr&oacute;ximo dia 10 de setembro de 2026. A apresenta&ccedil;&atilde;o decorrer&aacute; no &acirc;mbito da 77.&ordf; Reuni&atilde;o Anual da EAAP (European Federation of Animal Science), em Hamburgo, Alemanha.</strong></p>
<p data-path-to-node="2" style="caret-color: rgb(0, 0, 0);"><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260805144015-aqwish.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p data-path-to-node="3">Ap&oacute;s quatro anos de investiga&ccedil;&atilde;o, desenvolvimento tecnol&oacute;gico e coopera&ccedil;&atilde;o transnacional, o cons&oacute;rcio do projeto conclui esta fase com solu&ccedil;&otilde;es inovadoras focadas na monitoriza&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o do bem-estar animal em su&iacute;nos e frangos de carne ao longo da cadeia de produ&ccedil;&atilde;o.</p>
<p data-path-to-node="4">Tecnologia e Intelig&ecirc;ncia Artificial ao servi&ccedil;o da Pecu&aacute;ria</p>
<p data-path-to-node="5">O evento final ir&aacute; focar-se na aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica de ferramentas como sensores, intelig&ecirc;ncia artificial, monitoriza&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica e an&aacute;lise avan&ccedil;ada de dados, testadas em diversos contextos produtivos na Europa.</p>
<p data-path-to-node="6">O objetivo destas tecnologias passa por recolher informa&ccedil;&atilde;o objetiva sobre os indicadores de bem-estar animal, apoiando a tomada de decis&atilde;o de produtores, matadouros, t&eacute;cnicos e demais agentes do setor pecu&aacute;rio.</p>
<p data-path-to-node="7">Programa e Participa&ccedil;&atilde;o</p>
<p data-path-to-node="8">Inseridas na programa&ccedil;&atilde;o oficial da EAAP 2026, as apresenta&ccedil;&otilde;es estar&atilde;o divididas em duas sess&otilde;es tem&aacute;ticas subordinadas ao tema &quot;Advancing Animal Welfare Assessment with PLF Technologies: Insights from the aWISH Project and Related Research&quot;:</p>
<ul data-path-to-node="9">
    <li>
    <p data-path-to-node="9,0,0">Sess&atilde;o 79 (Parte 1): In&iacute;cio &agrave;s 08h30 (CET)</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="9,1,0">Sess&atilde;o 94 (Parte 2): In&iacute;cio &agrave;s 14h15 (CET)</p>
    </li>
</ul>
<p data-path-to-node="10">As sess&otilde;es ser&atilde;o dinamizadas em l&iacute;ngua inglesa e contar&atilde;o com a presen&ccedil;a de investigadores, especialistas, representantes da ind&uacute;stria e decisores pol&iacute;ticos para debater a digitaliza&ccedil;&atilde;o e a sustentabilidade no setor pecu&aacute;rio.</p>
<p data-path-to-node="11">Al&eacute;m da presen&ccedil;a f&iacute;sica em Hamburgo, o evento disponibiliza acesso remoto em formato online. Os interessados podem inscrever-se para a <response-element ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER">
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</response-element></p> ]]></description><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:36:12 GMT</pubDate></item><item><title>Investigadores da Universidade de Leiria e Oeste desenvolvem sistema autónomo de vigilância florestal com operação permanente</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/investigadores-da-universidade-de-leiria-e-oeste-desenvolvem-sistema-autonomo-de-vigilancia-florestal-com-operacao-permanente/</link><guid isPermaLink='false'>41879</guid><description><![CDATA[<p><strong>Investiga&ccedil;&atilde;o prossegue ap&oacute;s o fim do financiamento do projeto DBoidS e evolui em colabora&ccedil;&atilde;o com o Comando Territorial de Leiria da GNR.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260805143536-infodrin.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" />&nbsp;</p>
<p>A tecnologia desenvolvida por investigadores da Universidade de Leiria e Oeste, no &acirc;mbito do projeto DBoidS &ndash; Sistema de G&eacute;meos Digitais e Boids para a Preven&ccedil;&atilde;o de Fogos, continua a evoluir, mais de um ano ap&oacute;s o fim do financiamento atribu&iacute;do pela Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e a Tecnologia (FCT). Numa nova fase de desenvolvimento, os investigadores do CIIC &ndash; Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Inform&aacute;tica e Comunica&ccedil;&otilde;es criaram um sistema aut&oacute;nomo de vigil&acirc;ncia florestal capaz de operar de forma permanente, 24 horas por dia, sete dias por semana.<o:p></o:p></p>
<p>A evolu&ccedil;&atilde;o do sistema decorre em colabora&ccedil;&atilde;o com o Comando Territorial de Leiria da Guarda Nacional Republicana (GNR), tendo em vista a sua futura implementa&ccedil;&atilde;o operacional na preven&ccedil;&atilde;o e dete&ccedil;&atilde;o precoce de inc&ecirc;ndios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>Este novo sistema representa um salto significativo face ao prot&oacute;tipo apresentado em junho de 2025. Gra&ccedil;as &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o de novos equipamentos, nomeadamente drones de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o e uma doca inteligente que permite a aterragem, carregamento e nova descolagem autom&aacute;ticos, o sistema passou a operar de forma totalmente aut&oacute;noma. Enquanto um drone realiza a vigil&acirc;ncia da &aacute;rea florestal, outro permanece na doca a recarregar a bateria, assegurando uma monitoriza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua, sem interrup&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;Quando apresent&aacute;mos os resultados do DBoidS, afirm&aacute;mos que o fim do projeto seria um ponto de partida e n&atilde;o um ponto de chegada. Foi precisamente isso que aconteceu. O interesse demonstrado pelas entidades com quem trabalh&aacute;mos desde o in&iacute;cio, em particular pelo Comando Territorial de Leiria da GNR, motivou-nos a continuar a desenvolver esta tecnologia e a aproxim&aacute;-la das necessidades reais de quem trabalha diariamente na prote&ccedil;&atilde;o da floresta. Hoje damos mais um passo importante, ao transformar uma tecnologia desenvolvida em contexto de investiga&ccedil;&atilde;o num sistema aut&oacute;nomo de vigil&acirc;ncia permanente&rdquo;, afirma Ant&oacute;nio Pereira, professor catedr&aacute;tico e investigador.<o:p></o:p></p>
<p>A colabora&ccedil;&atilde;o com o Comando Territorial de Leiria da GNR tem permitido validar funcionalidades e introduzir melhorias que respondem &agrave;s exig&ecirc;ncias operacionais da vigil&acirc;ncia e preven&ccedil;&atilde;o de inc&ecirc;ndios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;Acompanhamos este projeto desde o in&iacute;cio e reconhecemos o potencial desta tecnologia para complementar os meios atualmente dispon&iacute;veis. Num territ&oacute;rio particularmente sens&iacute;vel ao risco de inc&ecirc;ndio, solu&ccedil;&otilde;es que permitam refor&ccedil;ar a vigil&acirc;ncia permanente e a dete&ccedil;&atilde;o precoce representam uma mais-valia. Acreditamos que este sistema poder&aacute; complementar os meios atualmente existentes e esperamos que, assim que estiverem reunidas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias, possa vir a integrar os instrumentos de apoio &agrave; nossa miss&atilde;o&rdquo;, refere Paulo Sousa, chefe da Sec&ccedil;&atilde;o do Servi&ccedil;o de Prote&ccedil;&atilde;o da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Comando Territorial de Leiria da GNR.<o:p></o:p></p>
<p>O sistema combina drones aut&oacute;nomos, intelig&ecirc;ncia artificial e g&eacute;meos digitais para vigiar &aacute;reas florestais de maior risco, recolhendo e analisando informa&ccedil;&atilde;o em tempo real. Atrav&eacute;s da monitoriza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua, permite identificar potenciais focos de igni&ccedil;&atilde;o e fornecer &agrave;s autoridades informa&ccedil;&atilde;o de apoio &agrave; decis&atilde;o, contribuindo para refor&ccedil;ar a preven&ccedil;&atilde;o e a dete&ccedil;&atilde;o precoce de inc&ecirc;ndios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>Nesta nova fase, o objetivo passa por consolidar a robustez e aperfei&ccedil;oar diferentes componentes da plataforma, designadamente ao n&iacute;vel da interface de visualiza&ccedil;&atilde;o e apoio &agrave; decis&atilde;o, prosseguindo o trabalho de valida&ccedil;&atilde;o operacional da solu&ccedil;&atilde;o com o Comando Territorial de Leiria da GNR, preparando as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para a sua futura implementa&ccedil;&atilde;o pelas autoridades competentes.<span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 694px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:34:42 GMT</pubDate></item><item><title>Dia de Campo do InovMilho mostra a Inovação na cultura do milho</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/inovmilho-mostra-a-inovacao-na-cultura-do-milho/</link><guid isPermaLink='false'>41878</guid><description><![CDATA[<p><strong>O Centro Nacional de Compet&ecirc;ncias das Culturas do Milho e Sorgo &ldquo;InovMilho&rdquo; vai levar a cabo no pr&oacute;ximo dia 02 de Setembro, a partir das 09h00, mais um dos seus j&aacute; tradicionais Dias de Campo, na Esta&ccedil;&atilde;o Experimental Ant&oacute;nio Teixeira (INIAV), em Coruche.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260805143025-inovmilho.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Os Dias de Campo do InovMilho constituem uma refer&ecirc;ncia no panorama agr&iacute;cola nacional, revelando-se uma iniciativa fundamental para a cria&ccedil;&atilde;o de sinergias entre o meio cient&iacute;fico-acad&eacute;mico, o sector produtivo nacional e as ind&uacute;strias agro-alimentares.<o:p></o:p></p>
<p>Durante a visita aos ensaios de campo, as empresas e a comunidade cient&iacute;fica e acad&eacute;mica dar&atilde;o a conhecer t&eacute;cnicas e tecnologias inovadoras que potenciam a produtividade e a sustentabilidade da cultura do milho em Portugal.<o:p></o:p></p>
<p>A inscri&ccedil;&atilde;o no Dia de Campo &eacute; gratuita, mas obrigat&oacute;ria e deve ser efetuada at&eacute; dia 26/08/2026. Preencha <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfjlaiufjxzAoC8ZTkRMCPuiNI2krWPIInjVUU5uIl7zH4EAg/viewform">aqui</a> a Ficha de Inscri&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 694px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:21:37 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto FORSAID demonstra tecnologias de monitorização de pragas florestais em Coruche</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-forsaid-demonstra-tecnologias-de-monitorizacao-de-pragas-florestais-em-coruche/</link><guid isPermaLink='false'>41877</guid><description><![CDATA[<p><strong>No pr&oacute;ximo dia 10 de setembro de 2026, o Observat&oacute;rio do Sobreiro e da Corti&ccedil;a, em Coruche, acolhe uma sess&atilde;o de demonstra&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o promovida pelo Instituto Superior de Agronomia (ISA), atrav&eacute;s do Centro de Estudos Florestais (CEF), em parceria com a UNAC &ndash; Uni&atilde;o da Floresta Mediterr&acirc;nica.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260805142039-forsaid.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p data-path-to-node="2">Inserida no &acirc;mbito do projeto europeu FORSAID, a iniciativa &eacute; dirigida aos agentes do setor florestal e centra-se na automatiza&ccedil;&atilde;o da dete&ccedil;&atilde;o e monitoriza&ccedil;&atilde;o de pragas florestais. Durante o evento, ser&atilde;o apresentadas armadilhas inteligentes/autom&aacute;ticas e solu&ccedil;&otilde;es de dete&ccedil;&atilde;o remota com processamento avan&ccedil;ado de dados para identifica&ccedil;&atilde;o de insetos, contando ainda com uma demonstra&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica em campo.</p>
<p data-path-to-node="3">Detalhes do evento:</p>
<ul data-path-to-node="4">
    <li>
    <p data-path-to-node="4,0,0">Data: 10 de setembro de 2026</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="4,1,0">Local: Observat&oacute;rio do Sobreiro e da Corti&ccedil;a, Coruche</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="4,2,0">Organiza&ccedil;&atilde;o: ISA, CEF e UNAC (com o apoio do Munic&iacute;pio de Coruche)</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="4,3,0">Inscri&ccedil;&otilde;es: As participa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o gratuitas, mas sujeitas a registo pr&eacute;vio atrav&eacute;s do <response-element ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER">
    <link-block _nghost-ng-c853768019=""><a _ngcontent-ng-c853768019="" target="_blank" rel="noopener" externallink="" _nghost-ng-c2788956453="" jslog="197247;track:generic_click,impression,attention;BardVeMetadataKey:[[&quot;r_006b53b86d805b76&quot;,&quot;c_c5a96f17df0dbad5&quot;,null,&quot;rc_c10ae430a86f8625&quot;,null,null,&quot;pt&quot;,null,1,null,null,1,0]]" href="https://forms.gle/DQXTcEE3su5d6YGg6" data-hveid="0" decode-data-ved="1" data-ved="0CAAQ_4QMahcKEwipt5nGyYmWAxUAAAAAHQAAAAAQIQ">formul&aacute;rio de inscri&ccedil;&atilde;o</a></link-block>
    </response-element>.</p>
    </li>
</ul> ]]></description><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:18:47 GMT</pubDate></item><item><title>Nova edição da Agrotec analisa o futuro do regadio em Portugal através da inteligência de dados</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/nova-edicao-da-agrotec-analisa-o-futuro-do-regadio-em-portugal-atraves-da-inteligencia-de-dados/</link><guid isPermaLink='false'>41876</guid><description><![CDATA[<p><strong>J&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel a edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 58 da revista Agrotec, uma publica&ccedil;&atilde;o de refer&ecirc;ncia t&eacute;cnico-cient&iacute;fica para o setor agr&iacute;cola nacional. Sob o tema central &quot;&Aacute;gua: O Futuro do Regadio em Portugal&quot;, este n&uacute;mero aprofunda os desafios da gest&atilde;o h&iacute;drica num cen&aacute;rio de crescentes press&otilde;es clim&aacute;ticas e custos energ&eacute;ticos vol&aacute;teis, cruzando a ci&ecirc;ncia com a tecnologia de precis&atilde;o diretamente aplicada no terreno.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260720123649-banner58.jpg" alt="Agrotec 58" class="img-responsive" /></p>
<p><strong>Dossier Especial: As ferramentas e estrat&eacute;gias que redesenham o regadio</strong><o:p></o:p></p>
<p>O recurso mais estrat&eacute;gico da agricultura moderna &eacute; analisado a fundo neste dossier especial, que conta com perspetivas institucionais e t&eacute;cnicas das vozes l&iacute;deres do setor:<o:p></o:p></p>
<ul type="disc">
    <li>Entrevista Central com Jos&eacute; N&uacute;ncio (FENAREG): O presidente da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional de Regantes de Portugal aborda o diagn&oacute;stico atual da resili&ecirc;ncia h&iacute;drica no pa&iacute;s. Numa an&aacute;lise clara, N&uacute;ncio salienta: &quot;A efici&ecirc;ncia reduz perdas e aumenta a disponibilidade, mas, por si s&oacute;, n&atilde;o cria &aacute;gua&quot;, enfatizando a necessidade urgente de traduzir o plano pol&iacute;tico &quot;&Aacute;gua que Une&quot; em investimentos concretos de armazenamento e moderniza&ccedil;&atilde;o estrutural.<o:p></o:p></li>
    <li>A Inova&ccedil;&atilde;o com Gon&ccedil;alo Morais Trist&atilde;o (COTR): O Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio detalha como as sondas capacitivas de humidade do solo, a observa&ccedil;&atilde;o orbital e a Intelig&ecirc;ncia Artificial se democratizaram no campo, permitindo reduzir os consumos hist&oacute;ricos de 16.000 m&sup3;/ha na d&eacute;cada de 60 para valores inferiores a 4.000 m&sup3;/ha na atualidade.<o:p></o:p></li>
    <li>Rega de Precis&atilde;o no Milho (Universidade de &Eacute;vora &amp; Terrapro): Jo&atilde;o Serrano e Jo&atilde;o No&eacute;me resumem os resultados do projeto piloto &quot;GO: Regadio de Precis&atilde;o&quot;. Atrav&eacute;s da varia&ccedil;&atilde;o da velocidade de avan&ccedil;o de pivots rotativos &mdash; integrando mapas de condutividade el&eacute;trica aparente do solo (CEa), altimetria e s&eacute;ries temporais de NDVI (Sentinel-2) &mdash;, o estudo demonstra um acr&eacute;scimo de 8% na produtividade m&eacute;dia e uma redu&ccedil;&atilde;o substancial da variabilidade espacial.<o:p></o:p></li>
    <li>Gest&atilde;o Inteligente em Olival Superintensivo: Uma revis&atilde;o assinada por Hugo Escola, J.R. Marques da Silva e Manuela Sim&otilde;es detalha a aplica&ccedil;&atilde;o bem-sucedida da Rega Deficit&aacute;ria Controlada (RDC) no olival em sebe. A imposi&ccedil;&atilde;o de restri&ccedil;&otilde;es h&iacute;dricas moderadas (30-50% da ETc) durante a fase cr&iacute;tica de endurecimento do caro&ccedil;o permite poupan&ccedil;as severas de &aacute;gua sem comprometer a produ&ccedil;&atilde;o, incrementando ainda o teor de polifen&oacute;is no azeite.<o:p></o:p></li>
    <li>Tecnologia e Machine Learning (Projeto HidroliVAR): O Smart Farm Colab, em parceria com a Tero Movigo e a Cooperativa Agr&iacute;cola de Beja e Brinches, apresenta uma metodologia que combina dados meteorol&oacute;gicos ed&aacute;ficos (sistema SOFIS&reg;) com imagens de alta resolu&ccedil;&atilde;o obtidas por drones (VANTs) e sat&eacute;lites di&aacute;rios (LSTFusion/Constellr) para gerar recomenda&ccedil;&otilde;es preditivas e mapas t&eacute;rmicos de stress h&iacute;drico.</li>
</ul>
<p><o:p></o:p></p>
<p><strong>Editorial: &quot;Plano '&Aacute;gua que Une' ou &Aacute;gua que Segrega?&quot;</strong><o:p></o:p></p>
<p>Na abertura da edi&ccedil;&atilde;o, o Diretor da Agrotec, Ant&oacute;nio Malheiro, lan&ccedil;a uma reflex&atilde;o cr&iacute;tica sobre o investimento anunciado de 5400 milh&otilde;es de euros em regadio at&eacute; 2030. Malheiro alerta para o risco de uma &quot;injusti&ccedil;a geogr&aacute;fica&quot; e defende que o desenvolvimento rural deve ser inclusivo, salvaguardando tamb&eacute;m a agricultura de sequeiro, a pastor&iacute;cia tradicional do Interior e a coes&atilde;o territorial.</p>
<p><o:p></o:p></p>
<p><strong>Sa&uacute;de Global (One Health) e Sustentabilidade Ecol&oacute;gica</strong><o:p></o:p></p>
<p>Para al&eacute;m do dossier h&iacute;drico, a edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 58 expande o horizonte cient&iacute;fico para outras tem&aacute;ticas prementes:<o:p></o:p></p>
<ul type="disc">
    <li>A Desfloresta&ccedil;&atilde;o e as Doen&ccedil;as Infeciosas: Um artigo de revis&atilde;o cient&iacute;fica assinado por investigadoras da Escola Superior Agr&aacute;ria do IPVC e do CISAS cruza a destrui&ccedil;&atilde;o de habitats selvagens e as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas com o fen&oacute;meno de spillover e a emerg&ecirc;ncia de zoonoses (como o &Eacute;bola, Mal&aacute;ria e Coronav&iacute;rus), demonstrando a interdepend&ecirc;ncia descrita pelo conceito One Health.<o:p></o:p></li>
    <li>A Valora&ccedil;&atilde;o dos Polinizadores em Portugal: Uma avalia&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica e financeira in&eacute;dita, coordenada por investigadores do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, revela que os polinizadores animais s&atilde;o diretamente respons&aacute;veis por 53% da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola nacional das culturas dependentes. Em 2023, este servi&ccedil;o ecossist&eacute;mico representou um contributo financeiro direto superior a 1,15 mil milh&otilde;es de euros por ano para os produtores portugueses, com destaque para a ma&ccedil;&atilde;, framboesa e pera.<o:p></o:p></li>
</ul>
<p>A edi&ccedil;&atilde;o digital e impressa da Agrotec 58 pode ser adquirida diretamente na loja online em <response-element ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER">
<link-block _nghost-ng-c2101998257=""><a href="https://loja.agrotec.pt/" target="_blank" _ngcontent-ng-c2101998257="" externallink="" _nghost-ng-c261213640="" jslog="197247;track:generic_click,impression,attention;BardVeMetadataKey:[[&quot;r_6ad4bf691671f2c6&quot;,&quot;c_9dc19cd233f558ef&quot;,null,&quot;rc_94eb177ab679b7b3&quot;,null,null,&quot;pt&quot;,null,1,null,null,1,0]]" data-hveid="0" decode-data-ved="1" data-ved="0CAAQ_4QMahgKEwij9bqPk-GVAxUAAAAAHQAAAAAQngE">loja.agrotec.pt</a></link-block>
</response-element> ou atrav&eacute;s de assinatura anual. O n&uacute;mero conta ainda com o habitual sum&aacute;rio de novidades bibliogr&aacute;ficas da chancela Agrobook e lan&ccedil;amentos do setor agroalimentar.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 422px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:33:24 GMT</pubDate></item><item><title>Setor da Cortiça aposta na valorização estratégica da fileira para garantir o futuro do Montado</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/setor-da-cortica-aposta-na-valorizacao-estrategica-da-fileira-para-garantir-o-futuro-do-montado/</link><guid isPermaLink='false'>41875</guid><description><![CDATA[<p><strong><span style="font-family: Helvetica; font-size: 11px;">A fileira da corti&ccedil;a em Portugal mant&eacute;m a sua confian&ccedil;a no futuro, alicer&ccedil;ada na inova&ccedil;&atilde;o, na conquista de novos mercados e no compromisso comum entre produ&ccedil;&atilde;o e ind&uacute;stria. Esta mensagem de resili&ecirc;ncia marcou o debate </span><span style="font-family: Helvetica; font-size: 11px;">&ldquo;Corti&ccedil;a: Que Futuro?&rdquo;</span><span style="font-family: Helvetica; font-size: 11px;">, promovido no dia 14 de julho pela UNAC - Uni&atilde;o da Floresta Mediterr&acirc;nica, no Audit&oacute;rio da Confedera&ccedil;&atilde;o dos Agricultores de Portugal (CAP), em Lisboa, com modera&ccedil;&atilde;o de Rita Bonacho, da Dire&ccedil;&atilde;o da UNAC.</span><span style="font-family: Helvetica; font-size: 11px;">&nbsp;</span></strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260720122226-unac.jpg" width="850" height="591" class="img-responsive" alt="" /></p>
<div>
<p class="p2" style="margin: 0px; font-style: normal; font-variant: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; font-size: 11px; line-height: normal; font-family: Helvetica;">Apesar da turbul&ecirc;ncia no mercado da corti&ccedil;a resultante em grande parte das transforma&ccedil;&otilde;es no consumo global de vinho, os principais atores do setor, presentes no evento, tra&ccedil;aram um roteiro de crescimento e sustentabilidade para a pr&oacute;xima d&eacute;cada, reconhecendo a import&acirc;ncia de um pre&ccedil;o justo pago &agrave; produ&ccedil;&atilde;o que, na sua expectativa, dever&aacute; voltar a n&iacute;veis sustent&aacute;veis at&eacute; 2028.&nbsp;</p>
<p>Os participantes convergiram ainda na convic&ccedil;&atilde;o de que a corti&ccedil;a disp&otilde;e de vantagens competitivas &uacute;nicas para continuar a liderar o mercado mundial como mat&eacute;ria-prima de excel&ecirc;ncia, impulsionada pela sua excecional performance ambiental e pelo desenvolvimento de novos segmentos de alto valor acrescentado.&nbsp;</p>
<p>Uni&atilde;o e Sustentabilidade como Pilares de Confian&ccedil;a&nbsp;</p>
<p>Na sess&atilde;o de abertura, o Presidente da CAP, &Aacute;lvaro Mendon&ccedil;a e Moura, destacou a interdepend&ecirc;ncia de todos os atores da fileira que devem saber trabalhar em conjunto, a partir de uma vis&atilde;o comum que seja partilhada por produtores, ind&uacute;stria e Estado, de forma a ser poss&iacute;vel assegurar, a longo prazo, a rentabilidade de todos os elos da cadeia.&nbsp;</p>
<p>Por sua vez Pedro Silveira, Presidente da UNAC, alertou para a perda de rentabilidade dos produtores de corti&ccedil;a e para o risco de degrada&ccedil;&atilde;o da sustentabilidade econ&oacute;mica do montado, defendendo uma valoriza&ccedil;&atilde;o mais justa da produ&ccedil;&atilde;o. Embora reconhe&ccedil;a o potencial dos mercados volunt&aacute;rios de carbono e de futuros mecanismos de valoriza&ccedil;&atilde;o da biodiversidade, Pedro Silveira advertiu que estes instrumentos ainda n&atilde;o est&atilde;o suficientemente acess&iacute;veis aos produtores, pelo que a corti&ccedil;a deve continuar a ser vista como o principal ativo destes ecossistemas florestais &uacute;nicos.&nbsp;</p>
<p>Ind&uacute;stria aposta em mercados alternativos e na valoriza&ccedil;&atilde;o dos produtos&nbsp;</p>
<p>Em resposta &agrave;s queixas dos produtores sobre a atual rentabilidade da corti&ccedil;a a ind&uacute;stria apresentou uma vis&atilde;o focada na cria&ccedil;&atilde;o de valor.&nbsp;</p>
<p>Paulo Am&eacute;rico Oliveira, CEO da Unidade de Neg&oacute;cios da Amorim Florestal, defendeu que a atual redu&ccedil;&atilde;o do consumo de vinho, a n&iacute;vel global, n&atilde;o deve ser encarada como uma amea&ccedil;a inevit&aacute;vel ao futuro da corti&ccedil;a. Para este respons&aacute;vel a fileira tem margem para compensar eventuais perdas atrav&eacute;s da entrada em novos mercados, da valoriza&ccedil;&atilde;o dos vedantes naturais e t&eacute;cnicos ou do crescimento em segmentos premium de v&aacute;rias bebidas espirituosas.&nbsp;</p>
<p>Por seu lado o presidente da ViniPortugal, Frederico Falc&atilde;o, prev&ecirc; que o consumo de vinho continue a diminuir nos pr&oacute;ximos anos, sobretudo na Europa mas, ainda assim, acredita que o crescimento em mercados emergentes poder&aacute; compensar parcialmente as perdas nos pa&iacute;ses tradicionalmente consumidores, identificando novas oportunidades de expans&atilde;o nos mercados da Am&eacute;rica Latina e da &Aacute;sia.&nbsp;</p>
<p>Para o diretor de Gest&atilde;o Florestal e Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais da DIAM, Joaquim Herreros, a sustentabilidade a longo prazo da fileira da corti&ccedil;a depende de um equil&iacute;brio estrutural na cadeia de valor, onde todos os intervenientes - da produ&ccedil;&atilde;o &agrave; ind&uacute;stria - sejam devidamente compensados. Herreros, que tamb&eacute;m defende uma forte aposta na valoriza&ccedil;&atilde;o dos produtos, manifestou a convic&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o ser&aacute; poss&iacute;vel manter, de forma estrutural e prolongada, um cen&aacute;rio em que um segmento da cadeia n&atilde;o seja compensado pelo seu trabalho e investimento.&nbsp;</p>
<p>Tamb&eacute;m o presidente da Cork Supply, Jochen Michalsky, defende um aumento do valor da corti&ccedil;a e dos seus produtos, que deve ser uma prioridade comum &agrave; ind&uacute;stria e aos produtores florestais. Michalsky defendeu que pagar mais pela corti&ccedil;a n&atilde;o significa necessariamente reduzir a rentabilidade das empresas, desde que esse custo esteja associado a mat&eacute;ria-prima de qualidade e a produtos capazes de gerar valor no mercado.&nbsp;</p>
<p>O encerramento do debate foi feito por Nuno Sequeira, do Conselho Diretivo do ICNF que, em representa&ccedil;&atilde;o do Secret&aacute;rio de Estado das Florestas, reafirmou a import&acirc;ncia estrat&eacute;gica para Portugal do montado e da fileira da corti&ccedil;a.&nbsp;</p>
<p>O debate terminou passando a mensagem clara de que a sobreviv&ecirc;ncia deste setor &uacute;nico no mundo exige resili&ecirc;ncia, inova&ccedil;&atilde;o constante e, sobretudo, uma coopera&ccedil;&atilde;o estreita entre quem gere a floresta e quem transforma e comercializa a corti&ccedil;a nos mercados globais.&nbsp;</p>
</div>
<p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 617px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:12:39 GMT</pubDate></item><item><title>Novo guia alimentar revela que mais vegetais podem poupar 57 milhões de euros ao Estado português</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/refeitorios-poblicos-novo-guia-alimentar-revela-que-mais-vegetais-podem-poupar-57-milhoes-de-euros-ao-estado-portugues/</link><guid isPermaLink='false'>41874</guid><description><![CDATA[<p>A associa&ccedil;&atilde;o ProVeg Portugal lan&ccedil;ou um novo guia dedicado &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva, com o objetivo de promover refeit&oacute;rios p&uacute;blicos mais saud&aacute;veis e sustent&aacute;veis.</p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260720120931-legumi.jpg" width="850" height="551" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>O documento destaca a import&acirc;ncia da inclus&atilde;o di&aacute;ria e apelativa de leguminosas e hort&iacute;colas nas ementas escolares, da diversifica&ccedil;&atilde;o das fontes de prote&iacute;na, da prioriza&ccedil;&atilde;o de produtos sazonais, de proximidade e de produ&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica, bem como da limita&ccedil;&atilde;o do consumo de alimentos ultraprocessados.</p>
<p>O guia afirma-se como uma ferramenta estrat&eacute;gica para apoiar as entidades p&uacute;blicas na defini&ccedil;&atilde;o de cadernos de encargos que integrem crit&eacute;rios de sustentabilidade e de promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de. Intitulado de &lsquo;Ementas e Compras P&uacute;blicas Sustent&aacute;veis: Leguminosas na Restaura&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica&rsquo;, o relat&oacute;rio alerta que a alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva representa uma alavanca crucial para a sustentabilidade ambiental, considerando as milh&otilde;es de refei&ccedil;&otilde;es consumidas diariamente, na Europa. &ldquo;A contrata&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica representa cerca de 15% do PIB da Uni&atilde;o Europeia&rdquo;, afirma Joana Oliveira, Diretora Nacional da ProVeg Portugal. &ldquo;Verific&aacute;mos que a&ccedil;&otilde;es simples, como incluir mais vegetais nas ementas, n&atilde;o s&oacute; reduz a pegada ecol&oacute;gica, como constitui uma oportunidade de poupan&ccedil;a financeira substancial para os cofres do Estado portugu&ecirc;s&rdquo;.</p>
<p>O desafio do consumo de leguminosas em Portugal</p>
<p>O foco central do guia reside nas leguminosas, tais como o feij&atilde;o, o gr&atilde;o-de-bico, as lentilhas e as favas. Embora se tratem de alimentos ricos em prote&iacute;na vegetal, fibra, vitaminas e minerais, o consumo m&eacute;dio di&aacute;rio em Portugal permanece significativamente abaixo do recomendado pela Roda dos Alimentos. Para inverter este cen&aacute;rio, a ProVeg Portugal prop&otilde;e diretrizes t&eacute;cnicas para os novos contratos p&uacute;blicos assentes em quatro pilares: a inclus&atilde;o obrigat&oacute;ria e di&aacute;ria de leguminosas, a par com as hort&iacute;colas, nas ementas; privilegiar a produ&ccedil;&atilde;o de proximidade e sazonal atrav&eacute;s de circuitos curtos para apoiar a agricultura nacional; e restri&ccedil;&atilde;o aos alimentos ultraprocessados, dando primazia a op&ccedil;&otilde;es menos processadas e integrais.</p>
<p>Impacto or&ccedil;amental, ambiental e na sa&uacute;de</p>
<p>De acordo com um estudo desenvolvido pela Bryant Research e promovido pela ProVeg International, estabelecer uma meta de 85% de alimentos de origem vegetal nas compras p&uacute;blicas alimentares tem o potencial de gerar uma poupan&ccedil;a direta de 57 milh&otilde;es de euros anuais nos or&ccedil;amentos de aquisi&ccedil;&atilde;o de alimentos do Estado portugu&ecirc;s. A mesma an&aacute;lise prev&ecirc; tamb&eacute;m uma redu&ccedil;&atilde;o de 177,4 milh&otilde;es de euros em custos ambientais e um ganho preventivo na sa&uacute;de p&uacute;blica capaz de evitar quase 26 mil futuros casos de obesidade na popula&ccedil;&atilde;o adulta portuguesa, sublinhando o impacto concreto e tang&iacute;vel da implementa&ccedil;&atilde;o do novo guia da ProVeg Portugal. Apoio t&eacute;cnico gratuito &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es No &acirc;mbito do seu compromisso com a promo&ccedil;&atilde;o de uma alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva mais sustent&aacute;vel, a ProVeg Portugal anunciou a disponibiliza&ccedil;&atilde;o de apoio t&eacute;cnico e servi&ccedil;os de consultoria gratuitos &agrave;s entidades p&uacute;blicas. O objetivo da organiza&ccedil;&atilde;o &eacute; apoiar as entidades p&uacute;blicas na elabora&ccedil;&atilde;o ou revis&atilde;o dos cadernos de encargos, de forma a contribuir para o desenvolvimento de ementas que conciliem a aceita&ccedil;&atilde;o por parte dos utentes, a adequa&ccedil;&atilde;o nutricional e a sustentabilidade ambiental.</p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 546px; left: 9px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:06:04 GMT</pubDate></item><item><title>Jovens agricultores impulsionam a agricultura portuguesa com mais de 1,5 mil milhões de euros</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/jovens-agricultores-impulsionam-a-agricultura-portuguesa-com-mais-de-1-5-mil-milhoes-de-euros/</link><guid isPermaLink='false'>41873</guid><description><![CDATA[<p><strong>Mais de 10 mil projetos apoiados nos &uacute;ltimos 15 anos representam 16% do investimento agr&iacute;cola nacional e confirmam o peso crescente da nova gera&ccedil;&atilde;o na transforma&ccedil;&atilde;o do setor.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260720120529-brural.jpg" width="850" height="386" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>O B-Rural Summit 2026 &ndash; um espa&ccedil;o de reflex&atilde;o e debate sobre os desafios e as oportunidades do mundo rural promovida pelo setor agroflorestal e coordenada pela CONSULAI, identificou um conjunto de prioridades para refor&ccedil;ar a competitividade e construir o futuro do setor agroflorestal em Portugal: atrair talento, acelerar a inova&ccedil;&atilde;o, simplificar as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e direcion&aacute;-las para os grandes desafios do setor, bem como aproximar a agricultura da sociedade.<o:p></o:p></p>
<p>Durante o evento poi revelado que, nos&nbsp; &uacute;ltimos 15 anos, os jovens agricultores afirmaram-se como um dos principais motores do investimento e da renova&ccedil;&atilde;o do setor agr&iacute;cola portugu&ecirc;s, sendo respons&aacute;veis por 16% do investimento total realizado na agricultura. Neste per&iacute;odo, foram mobilizados mais de 1,5 mil milh&otilde;es de euros, apoiados mais de 10 mil projetos e consolidada uma nova gera&ccedil;&atilde;o de empres&aacute;rios agr&iacute;colas que gere atualmente cerca de 252 mil hectares de superf&iacute;cie agr&iacute;cola em Portugal. Estes indicadores demonstram o peso crescente dos jovens agricultores na moderniza&ccedil;&atilde;o, competitividade e sustentabilidade do setor, contribuindo para a cria&ccedil;&atilde;o de valor e para a renova&ccedil;&atilde;o geracional da agricultura nacional.<o:p></o:p></p>
<p>Especialistas, empres&aacute;rios, decisores e jovens profissionais e estudantes, reunidos em Lisboa e perante uma plateia cheia e atenta, convergiram na ideia de que o setor re&uacute;ne hoje todas as condi&ccedil;&otilde;es para crescer, criar valor e afirmar-se como um motor de desenvolvimento econ&oacute;mico, territorial, social e ambiental.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>&Agrave; procura de mais talento para continuar a crescer<o:p></o:p></p>
<p>Assumindo, a renova&ccedil;&atilde;o geracional como prioridade do setor que j&aacute; representa mais de 5% do PIB nacional, e tendo em conta que apenas 4,7% dos dirigentes agr&iacute;colas portugueses t&ecirc;m menos de 40 anos, o B-Rural Summit apontou os caminhos para superar este desafio: criar melhores condi&ccedil;&otilde;es para atrair talento, promover o investimento, acelerar a inova&ccedil;&atilde;o e aproximar a agricultura da sociedade.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>O consenso entre os v&aacute;rios participantes foi claro: o setor agroflorestal nacional disp&otilde;e hoje de bases s&oacute;lidas para continuar a crescer, mas o seu futuro depender&aacute; da capacidade de mobilizar pessoas, conhecimento e investimento em torno de uma vis&atilde;o comum.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Uma agricultura mais produtiva, tecnol&oacute;gica e com novas oportunidades para as pessoas<o:p></o:p></p>
<p>A apresenta&ccedil;&atilde;o do estudo &quot;Evolu&ccedil;&atilde;o do Trabalho na Agricultura&quot;, por Pompeu Pais Dias, consultor da CONSULAI, deu in&iacute;cio aos trabalhos evidenciando a profunda transforma&ccedil;&atilde;o que a agricultura portuguesa tem vindo a viver nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas.<o:p></o:p></p>
<p>Os dados mostram um setor cada vez mais produtivo e tecnologicamente evolu&iacute;do, onde a produtividade do trabalho aumentou 277% nos &uacute;ltimos 30 anos, impulsionada pela mecaniza&ccedil;&atilde;o, pela inova&ccedil;&atilde;o e pela ado&ccedil;&atilde;o de tecnologia.<o:p></o:p></p>
<p>A valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho agr&iacute;cola &eacute; igualmente evidente: os sal&aacute;rios cresceram mais de 50% na &uacute;ltima d&eacute;cada e os trabalhadores estrangeiros representam atualmente mais de 40% da m&atilde;o de obra, refletindo o dinamismo de um setor que continua a crescer e a criar oportunidades.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para acelerar a renova&ccedil;&atilde;o geracional<o:p></o:p></p>
<p>Na sess&atilde;o dedicada &agrave;s pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para a agricultura, Isabel Abreu Lima, da CAP, destacou o contributo dos jovens agricultores para a moderniza&ccedil;&atilde;o do setor e defendeu um enquadramento mais favor&aacute;vel &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de novas gera&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>Entre as prioridades identificadas pela oradora, que sublinhou que a necessidade de trazer mais jovens para o setor &eacute; tamb&eacute;m uma prioridade da UE,&nbsp; estiveram uma Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola Comum mais simples, instrumentos de financiamento mais eficazes, maior previsibilidade dos apoios e melhores condi&ccedil;&otilde;es de acesso &agrave; terra, criando um ambiente mais favor&aacute;vel ao investimento e ao desenvolvimento de novos projetos no setor agroflorestal.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Inova&ccedil;&atilde;o, comunica&ccedil;&atilde;o e empreendedorismo para construir a agricultura do futuro<o:p></o:p></p>
<p>A mesa-redonda &quot;Novas Gera&ccedil;&otilde;es e Novas Ideias&quot;, moderada por Rui Almeida, diretor da CONSULAI, reuniu Jos&eacute; Maria Perdig&atilde;o, da OFFCOUSTIC, Isabel Abreu Lima, da CAP, e Rui Quinta, fundador da WITH COMPANY.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Apesar da diversidade dos seus percursos, os intervenientes convergiram numa ideia central: a agricultura do futuro ser&aacute; cada vez mais inovadora, tecnol&oacute;gica e multidisciplinar.<o:p></o:p></p>
<p>A inova&ccedil;&atilde;o, a comunica&ccedil;&atilde;o, a capacidade de trabalhar em rede e o empreendedorismo foram identificados como fatores determinantes para refor&ccedil;ar a competitividade do setor e captar novos perfis profissionais. Os oradores defenderam igualmente que o setor agroflorestal deve comunicar melhor a sua realidade, valorizar os seus casos de sucesso e mostrar &agrave;s novas gera&ccedil;&otilde;es as oportunidades que hoje oferece em &aacute;reas como a gest&atilde;o, a sustentabilidade, a engenharia, a tecnologia ou a comunica&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Da inspira&ccedil;&atilde;o &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o: colabora&ccedil;&atilde;o para construir o futuro<o:p></o:p></p>
<p>No momento de reflex&atilde;o &quot;Da Inspira&ccedil;&atilde;o &agrave; Transforma&ccedil;&atilde;o&quot;, a CONSULAI reuniu Henrique Silvestre Ferreira, presidente da AJAP, Mariana Franco, presidente da AEISA, Matilde Antunes, consultora da CONSULAI, e M&oacute;nica Onofre, respons&aacute;vel de Comunica&ccedil;&atilde;o da CROPLIFE Portugal, contando ainda com o testemunho de Crist&oacute;v&atilde;o Ferreira, distinguido como Melhor Jovem Agricultor de Portugal em 2020.<o:p></o:p></p>
<p>As diferentes interven&ccedil;&otilde;es refor&ccedil;aram uma vis&atilde;o comum sobre os fatores que permitir&atilde;o acelerar a transforma&ccedil;&atilde;o do setor: refor&ccedil;ar os apoios aos jovens agricultores, apostar na forma&ccedil;&atilde;o, valorizar o empreendedorismo e aproximar a agricultura da sociedade atrav&eacute;s de uma comunica&ccedil;&atilde;o mais eficaz.<o:p></o:p></p>
<p>A partilha de conhecimento entre gera&ccedil;&otilde;es, o fortalecimento das redes de colabora&ccedil;&atilde;o e a divulga&ccedil;&atilde;o de exemplos inspiradores surgiram igualmente como elementos fundamentais para tornar o setor mais atrativo e competitivo.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Competitividade, inova&ccedil;&atilde;o e coes&atilde;o territorial<o:p></o:p></p>
<p>Na entrevista que encerrou os trabalhos do B-Rural Summit, conduzida por Paulo Ferreira, do Observador, &Aacute;lvaro Beleza, presidente da SEDES, destacou a agricultura como um dos setores estrat&eacute;gicos para refor&ccedil;ar a competitividade da economia portuguesa.<o:p></o:p></p>
<p>Beleza defendeu uma maior aposta na inova&ccedil;&atilde;o, na tecnologia, na imigra&ccedil;&atilde;o e na coes&atilde;o territorial como fatores essenciais para promover o desenvolvimento econ&oacute;mico e criar novas oportunidades no interior do pa&iacute;s, deixando tamb&eacute;m um apelo aos jovens para assumirem um papel ativo na transforma&ccedil;&atilde;o da agricultura portuguesa e afirmando a sua confian&ccedil;a no futuro e na capacidade de Portugal se impor como um dos grandes l&iacute;deres mundiais.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Uma vis&atilde;o mobilizadora para o futuro<o:p></o:p></p>
<p>No encerramento do B-Rural Summit, Pedro Santos, diretor-geral da CONSULAI, sublinhou que a renova&ccedil;&atilde;o geracional &eacute; um desafio que ultrapassa o setor agroflorestal e constitui uma oportunidade para refor&ccedil;ar o desenvolvimento econ&oacute;mico e territorial do pa&iacute;s.<o:p></o:p></p>
<p>O Diretor Geral da CONSULAI destacou que aproximar o mundo rural da sociedade, combater estere&oacute;tipos e dar visibilidade &agrave;s oportunidades existentes na agricultura e na floresta &ndash; a miss&atilde;o que o projeto B-Rural abra&ccedil;a, ser&aacute; determinante para atrair mais novos profissionais, fortalecer as empresas e assegurar a competitividade do setor.<o:p></o:p></p>
<p>Segundo Pedro Santos, para quem investir na instala&ccedil;&atilde;o de jovens agricultores &eacute; investir na competitividade, na inova&ccedil;&atilde;o e na resili&ecirc;ncia da agricultura portuguesa, as diferentes sess&otilde;es do B-Rural Summit 2026 demonstraram um consenso alargado: a agricultura portuguesa &eacute; hoje mais tecnol&oacute;gica, inovadora e qualificada, dispondo de condi&ccedil;&otilde;es para continuar a crescer e afirmar-se como um setor ainda mais estrat&eacute;gico para Portugal. O pr&oacute;ximo passo passa, por isso por mobilizar talento, investimento, conhecimento e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas capazes de transformar esse potencial em desenvolvimento econ&oacute;mico, sustentabilidade e coes&atilde;o territorial.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 400px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:01:46 GMT</pubDate></item><item><title>Food4Sustainability lança nova edição em português do Curso Teórico-Prático em Análise do Microbioma do Solo</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/food4sustainability-lanca-nova-edicao-em-portugues-do-curso-teorico-pratico-em-analise-do-microbioma-do-solo/</link><guid isPermaLink='false'>41872</guid><description><![CDATA[<p><strong>A Food4Sustainability anuncia uma nova edi&ccedil;&atilde;o do Curso Te&oacute;rico-Pr&aacute;tico em An&aacute;lise do Microbioma do Solo, que decorrer&aacute; online, de 9 a 18 de setembro de 2026, marcando pela primeira vez a disponibiliza&ccedil;&atilde;o integral do curso em portugu&ecirc;s.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260714160404-cursos.jpg" width="850" height="850" class="img-responsive" alt="" /></p>
<div>
<p>Com uma dura&ccedil;&atilde;o total de 24 horas, o curso foi desenvolvido para agricultores, t&eacute;cnicos agr&iacute;colas, consultores, investigadores, profissionais de laborat&oacute;rio e especialistas em sustentabilidade que pretendem compreender e aplicar a informa&ccedil;&atilde;o proveniente das an&aacute;lises do microbioma do solo na tomada de decis&otilde;es agr&iacute;colas.&nbsp;</p>
<p>Ao longo da forma&ccedil;&atilde;o, os participantes aprender&atilde;o a interpretar indicadores da sa&uacute;de do solo, compreender o papel dos microrganismos na fertilidade e nos ciclos de nutrientes, analisar dados reais e traduzir resultados microbiol&oacute;gicos em estrat&eacute;gias que promovam sistemas agr&iacute;colas mais produtivos, sustent&aacute;veis e resilientes.&nbsp;</p>
<p>A forma&ccedil;&atilde;o decorre em formato online, com sess&otilde;es s&iacute;ncronas, e inclui certifica&ccedil;&atilde;o profissional no &acirc;mbito do Sistema Nacional de Qualifica&ccedil;&otilde;es, correspondente a 24 horas de forma&ccedil;&atilde;o e v&aacute;lida para efeitos das 40 horas obrigat&oacute;rias de forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua dos trabalhadores.&nbsp;</p>
<p>Esta edi&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;a o compromisso do Food4Sustainability CoLAB em aproximar o conhecimento cient&iacute;fico da pr&aacute;tica agr&iacute;cola, disponibilizando ferramentas que permitem aos profissionais tirar maior partido das tecnologias de an&aacute;lise do microbioma do solo e melhorar a gest&atilde;o da sa&uacute;de dos seus solos.&nbsp;</p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s do link: https://www.eventbrite.pt/e/curso-teorico-pratico-de-analise-do-microbioma-do-solo-tickets-1988467704432?aff=oddtdtcreator&amp;_gl=1*105bx91*_up*MQ..*_ga*MTIxNzI0MzM3My4xNzc3OTcxMDQw*_ga_TQVES5V6SH*czE3Nzc5NzEwMzkkbzEkZzAkdDE3Nzc5NzEwMzkkajYwJGwwJGgw&amp;keep_tld=true&nbsp;</p>
</div> ]]></description><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:02:18 GMT</pubDate></item></channel></rss>