<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?><rss version="2.0"><channel><title>AGROTEC - Revista Técnico-Científica Agrícola</title><link>http://www.agrotec.pt</link><description>Agricultura de Precisão, Cerealicultura, Fruticultura, Pequenos Frutos, Horticultura, Zootecnia, Cuidados Veterinários, Pecuária, Apicultura, Floricultura, Máquinas Agrícolas, Viticultura, Ciência &amp; Investigação, Tecnologia, Produção, Culturas</description><ttl>100</ttl><item><title>GROW Learn: Autumn School regressa em outubro com formação sobre novos riscos, digitalização e futuro da agricultura</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/grow-learn-autumn-school-regressa-em-outubro-com-formacao-sobre-novos-riscos-digitalizacao-e-futuro-da-agricultura/</link><guid isPermaLink='false'>41909</guid><description><![CDATA[<div>
<p><strong>A GROW Learn: Autumn School regressa em 2026 com uma nova edi&ccedil;&atilde;o dedicada aos desafios emergentes da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola e &agrave;s solu&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o a transformar o setor. A forma&ccedil;&atilde;o, promovida no &acirc;mbito do programa europeu GROW e coordenada pela Food4Sustainability, decorre online entre 13 e 28 de outubro de 2026.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921144712-grow.jpg" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Sob o tema &ldquo;Do Risco &agrave; Resili&ecirc;ncia: Preparar a Produ&ccedil;&atilde;o Agr&iacute;cola para as Novas Exig&ecirc;ncias&rdquo;, a GROW Learn re&uacute;ne seis sess&otilde;es dirigidas a agricultores, t&eacute;cnicos, consultores e profissionais do setor agroalimentar, com foco em conhecimento e ferramentas que apoiem uma tomada de decis&atilde;o mais informada e pr&aacute;ticas agr&iacute;colas mais resilientes.&nbsp;</p>
<p>Ao longo de tr&ecirc;s semanas, o programa ir&aacute; explorar riscos e exig&ecirc;ncias emergentes para a agricultura, abordando enquadramento regulat&oacute;rio das aplica&ccedil;&otilde;es com base em biologia do solo, a utiliza&ccedil;&atilde;o de microalgas na mitiga&ccedil;&atilde;o do stress abi&oacute;tico, os biorreatores, os desafios associados &agrave; seguran&ccedil;a &agrave; importa&ccedil;&atilde;o de frutas e vegetais e a resist&ecirc;ncia microbiana; e agricultura do futuro e transforma&ccedil;&atilde;o digital, com destaque para a agricultura de precis&atilde;o e digitaliza&ccedil;&atilde;o, a pegada de carbono na agricultura e a prepara&ccedil;&atilde;o para o futuro do setor.&nbsp;</p>
<p>A edi&ccedil;&atilde;o de 2026 procura, assim, aproximar desafios agricultura das solu&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas, tecnol&oacute;gicas e pr&aacute;ticas que possam apoiar a capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o do setor e preparar a produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola para novas exig&ecirc;ncias.&nbsp;</p>
<p>A GROW Learn integra o GROW, uma colabora&ccedil;&atilde;o europeia apoiada pelo EIT Food. A iniciativa &eacute; coordenada pela Food4Sustainability, em coopera&ccedil;&atilde;o com a BGI &ndash; Sustainable Ventures, Lund University, Queen&rsquo;s University Belfast e New Agriculture New Generation.&nbsp;</p>
<p>As inscri&ccedil;&otilde;es est&atilde;o abertas at&eacute; 30 de setembro de 2026.&nbsp;</p>
<p>Mais informa&ccedil;&otilde;es e inscri&ccedil;&otilde;es: <a href="https://learning.eitfood.eu/courses/grow-learn-autumn-school ">https://learning.eitfood.eu/courses/grow-learn-autumn-school&nbsp;</a></p>
</div>
<p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 27px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 9px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
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</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 24 Sep 2026 06:44:56 GMT</pubDate></item><item><title>Ash2Soil regressa ao território com a Intervenção de Outono “O Solo que se Fortalece”</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ash2soil-regressa-ao-territorio-com-a-intervencao-de-outono-o-solo-que-se-fortalece/</link><guid isPermaLink='false'>41908</guid><description><![CDATA[<p><strong>O projeto Ash2Soil: Das Cinzas ao Solo Vivo, integrado na iniciativa europeia SoilTribes, realiza no dia 10 de outubro de 2026, na Quinta do C&eacute;u, em Casegas (Covilh&atilde;), a sua Interven&ccedil;&atilde;o de Outono, &ldquo;O Solo que se Fortalece&rdquo;.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921144345-ash.jpg" width="850" height="487" alt="" /></p>
<p>Depois de uma Primavera dedicada ao despertar do solo e de um Ver&atilde;o centrado na sua resist&ecirc;ncia, esta nova etapa coloca a &aacute;gua no centro da regenera&ccedil;&atilde;o. Com o regresso das chuvas, o projeto prop&otilde;e explorar de que forma a infiltra&ccedil;&atilde;o, a reten&ccedil;&atilde;o e o escoamento influenciam a prote&ccedil;&atilde;o do solo e a recupera&ccedil;&atilde;o de paisagens afetadas pelos inc&ecirc;ndios.<o:p></o:p></p>
<p>Desenvolvido como um programa de ci&ecirc;ncia cidad&atilde;, o Ash2Soil cruza conhecimento cient&iacute;fico, interven&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica, express&atilde;o art&iacute;stica e participa&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria.<o:p></o:p></p>
<p>O programa inclui:<o:p></o:p></p>
<p>Sess&atilde;o cient&iacute;fica participativa, dinamizada pelo Food4Sustainability CoLAB, dedicada &agrave; import&acirc;ncia da &aacute;gua na regenera&ccedil;&atilde;o do solo;<o:p></o:p></p>
<p>Atividades M&atilde;os-na-Terra, com o EcoAtivo, incluindo a constru&ccedil;&atilde;o de estruturas de reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua e estruturas an&aacute;logas &agrave;s barragens de castor, pensadas para abrandar o escoamento e favorecer a infiltra&ccedil;&atilde;o;<o:p></o:p></p>
<p>O Solo ao Microsc&oacute;pio, uma atividade do Food4Sustainability CoLAB que convida os participantes a observar o solo a outra escala;<o:p></o:p></p>
<p>Cria&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica, com a ARTivos, e momentos de partilha promovidos pelo PRIP, terminando com lanche, c&iacute;rculo de encerramento e c&acirc;nticos tradicionais na Casa do Povo de Casegas.<o:p></o:p></p>
<p>Ao longo de 2026, o Ash2Soil acompanha diferentes momentos da regenera&ccedil;&atilde;o do solo atrav&eacute;s de interven&ccedil;&otilde;es sazonais que aproximam comunidade, territ&oacute;rio e conhecimento.<o:p></o:p></p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o &eacute; gratuita, mediante registo obrigat&oacute;rio.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas<o:p></o:p></p>
<p>Local: Quinta do C&eacute;u, Casegas, Covilh&atilde; Datas: 10 de Outubro Inscri&ccedil;&otilde;es: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfDvdhAl_nzZPwCaTb4q2btNxoq-OLAAkbJ8gfk-HnBJ9dFtw/viewform">Ash2Soil Das Cinzas ao Solo Vivo: Interven&ccedil;&atilde;o de Outono - O Solo Que Se Fortalece | Registo</a> Organiza&ccedil;&atilde;o: Ash2Soil / SoilTribes Enquadramento: Horizon Europe &mdash; Mission Soil<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 501px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 23 Sep 2026 07:40:40 GMT</pubDate></item><item><title>Inscrições abertas para a 10ª Edição da Formação Técnica Prática em Cereais de Outono/Inverno</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/inscricoes-abertas-para-a-10-edicao-da-formacao-tecnica-pratica-em-cereais-de-outono-inverno/</link><guid isPermaLink='false'>41907</guid><description><![CDATA[<p><strong>De outubro de 2026 a julho de 2027, o Alto Alentejo e o Ribatejo voltam a ser o palco principal da forma&ccedil;&atilde;o mais completa e pr&aacute;tica sobre cereais de outono/inverno em Portugal. As inscri&ccedil;&otilde;es j&aacute; se encontram abertas, mas os lugares s&atilde;o limitados.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921143701-cereais.jpg" width="850" height="1133" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Organizada numa parceria de excel&ecirc;ncia entre a ANPOC, o INIAV-Elvas e a UPBeja/ESA, a 10&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Forma&ccedil;&atilde;o T&eacute;cnica Pr&aacute;tica em Cereais Outono/Inverno promete dotar os participantes das melhores ferramentas e conhecimentos do setor para a nova campanha agr&iacute;cola.<o:p></o:p></p>
<p>Com um modelo focado na aprendizagem in loco, a forma&ccedil;&atilde;o divide-se entre sess&otilde;es pr&aacute;ticas, que decorrer&atilde;o diretamente em explora&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas no Alto Alentejo e no Ribatejo, e sess&otilde;es te&oacute;ricas, que ter&atilde;o lugar nas instala&ccedil;&otilde;es do INIAV em Elvas e da UPBeja.<o:p></o:p></p>
<p>O grande objetivo desta iniciativa &eacute; permitir que produtores, t&eacute;cnicos e estudantes aprendam diretamente no campo, acompanhados por especialistas de refer&ecirc;ncia. O programa abordar&aacute; de forma detalhada como otimizar os fatores de produ&ccedil;&atilde;o ao longo das diferentes fases vegetativas dos cereais, ajustando as decis&otilde;es ao potencial de cada parcela. O foco estrat&eacute;gico estar&aacute; sempre assente em dois pilares fundamentais para a agricultura moderna: a sustentabilidade e a rentabilidade econ&oacute;mica.<o:p></o:p></p>
<p>Estrutura do Programa e Inscri&ccedil;&otilde;es<o:p></o:p></p>
<p>Ao longo de quase um ano, o curso ser&aacute; composto por 7 sess&otilde;es pr&aacute;ticas, oferecendo ainda aos formandos a possibilidade de realizar uma visita t&eacute;cnica opcional a uma feira especializada em Fran&ccedil;a.<o:p></o:p></p>
<p>O custo da inscri&ccedil;&atilde;o &eacute; de 450&euro;, um valor que j&aacute; inclui as refei&ccedil;&otilde;es durante as sess&otilde;es, bem como o acesso a todos os materiais e conte&uacute;dos pedag&oacute;gicos disponibilizados ao longo da forma&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Dado o car&aacute;ter pr&aacute;tico e de proximidade desta forma&ccedil;&atilde;o, os lugares s&atilde;o limitados. Os interessados em garantir a sua participa&ccedil;&atilde;o nesta 10&ordf; edi&ccedil;&atilde;o devem efetuar a sua inscri&ccedil;&atilde;o o mais rapidamente poss&iacute;vel.<o:p></o:p></p>
<p>Formul&aacute;rio de Inscri&ccedil;&atilde;o: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSerYzBO_xW5SscPb7vPn7diHPea1ibp2ig4R6wjDlQCQj7oxA/viewform">Clique aqui para se inscrever</a></p>
<p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 23 Sep 2026 06:35:26 GMT</pubDate></item><item><title>Quatro Living Labs europeus avançam na produção alimentar resiliente às alterações climáticas</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/quatro-living-labs-europeus-avancam-na-producao-alimentar-resiliente-as-alteracoes-climaticas/</link><guid isPermaLink='false'>41906</guid><description><![CDATA[<p><strong>Cons&oacute;rcio financiado pela Uni&atilde;o Europeia atrav&eacute;s do Horizonte Europa, com 22 parceiros de 12 pa&iacute;ses, trabalha para tornar as estufas e as explora&ccedil;&otilde;es verticais mais sustent&aacute;veis e preparadas para o futuro.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921143427-labs.jpg" width="850" height="567" alt="" /></p>
<div>
<p>Tr&ecirc;s meses ap&oacute;s a euni&atilde;o de Arranque oficial na Wageningen University &amp; Research, nos Pa&iacute;ses Baixos, o projeto FIT4CEA passou da fase de planeamento para a investiga&ccedil;&atilde;o ativa, com trabalho j&aacute; em curso em quatro Living Labs nos Pa&iacute;ses Baixos, na Gr&eacute;cia, em Espanha e em It&aacute;lia.&nbsp;</p>
<p>O FIT4CEA (Futureproof Innovations and Technologies for Controlled Environment Agriculture) &eacute; um Projeto de Investiga&ccedil;&atilde;o e Inova&ccedil;&atilde;o de 6 milh&otilde;es de euros, com a dura&ccedil;&atilde;o de 48 meses, financiada pela Uni&atilde;o Europeia no &acirc;mbito do programa Horizonte Europa (Acordo n&ordm; 101287460, concurso HORIZON-CL6-2025-02-FARM2FORK-08). O projeto re&uacute;ne 22 parceiros &mdash; universidades, institutos de investiga&ccedil;&atilde;o, associa&ccedil;&otilde;es de produtores e empresas tecnol&oacute;gicas &mdash; de 12 pa&iacute;ses europeus, bem como do Canad&aacute; e da Coreia do Sul, coordenado pela Wageningen University &amp; Research.&nbsp;</p>
<p>A Agricultura em Ambiente Controlado (CEA, na sigla inglesa) abrange desde estufas de baixa tecnologia at&eacute; explora&ccedil;&otilde;es verticais de alta tecnologia, permitindo produzir alimentos durante todo o ano com maior efici&ecirc;ncia de recursos, independentemente das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas exteriores. O trabalho do FIT4CEA est&aacute; estruturado em torno de seis &aacute;reas: resili&ecirc;ncia clim&aacute;tica, efici&ecirc;ncia h&iacute;drica e de recursos, sistemas circulares sem recurso a combust&iacute;veis f&oacute;sseis, produ&ccedil;&atilde;o inteligente integrada, valor nutricional atrav&eacute;s de culturas inovadoras, e os enquadramentos pol&iacute;ticos necess&aacute;rios para apoiar uma ado&ccedil;&atilde;o mais alargada.&nbsp;</p>
<p>Quatro Living Labs, uma miss&atilde;o&nbsp;</p>
<p>No centro do projeto est&atilde;o quatro Living Labs, cada um a testar uma abordagem diferente &agrave; CEA, adaptada &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es locais:&nbsp;</p>
<p>Pa&iacute;ses Baixos (Wageningen University &amp; Research): gest&atilde;o aut&oacute;noma de estufas orientada por intelig&ecirc;ncia artificial.&nbsp;</p>
<p>Gr&eacute;cia (Agricultural University of Athens): controlo em tempo real das condi&ccedil;&otilde;es &oacute;timas da zona radicular, para otimizar a efici&ecirc;ncia no uso de &aacute;gua e nutrientes.&nbsp;</p>
<p>Espanha (Universidad de Almer&iacute;a, com a COEXPHAL): controlo clim&aacute;tico passivo para produtores em estufa.&nbsp;</p>
<p>It&aacute;lia (Alma Mater Studiorum &ndash; Universit&agrave; di Bologna, com a Kilowatt): protocolos de culturas inovadoras para produ&ccedil;&atilde;o em ambiente interior e urbano.&nbsp;</p>
<p></p>
<p>&ldquo;Os sistemas alimentares na Europa est&atilde;o sob press&atilde;o real &mdash; devido &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, ao aperto das restri&ccedil;&otilde;es de recursos e &agrave; necessidade de fornecer alimentos nutritivos a mais pessoas com menos terra e &aacute;gua. A Agricultura em Ambiente Controlado n&atilde;o vai resolver isto por si s&oacute;, mas d&aacute;-nos um conjunto de ferramentas que podemos efetivamente utilizar&rdquo;, refere o Professor Leo Marcelis, Coordenador do Projeto FIT4CEA e Diretor do Grupo de Horticultura e Fisiologia de Produtos na Wageningen University &amp; Research.&nbsp;</p>
<p>E acrescenta: &ldquo;O que torna este cons&oacute;rcio diferente &eacute; que n&atilde;o estamos a testar uma &uacute;nica solu&ccedil;&atilde;o na esperan&ccedil;a de que se generalize a todos os contextos. Estamos a testar quatro abordagens genuinamente diferentes, em quatro climas diferentes, em conjunto com os produtores e as ind&uacute;strias que efetivamente as v&atilde;o utilizar. Se conseguirmos faz&ecirc;-lo bem, as li&ccedil;&otilde;es de cada Living Lab dever&atilde;o ser transfer&iacute;veis &mdash; de Wageningen para Atenas, para Almer&iacute;a e para Bolonha.&rdquo;&nbsp;</p>
<p>Para al&eacute;m dos Living Labs, a investiga&ccedil;&atilde;o do FIT4CEA abrange ainda seis &aacute;reas adicionais: intelig&ecirc;ncia artificial e cultivo aut&oacute;nomo, dete&ccedil;&atilde;o e IoT, fot&oacute;nica e ilumina&ccedil;&atilde;o, sistemas de &aacute;gua e nutrientes, integra&ccedil;&atilde;o de energias renov&aacute;veis, e culturas inovadoras e nutri&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
</div>
<p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 422px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 07:29:04 GMT</pubDate></item><item><title>AJAP promove formação para técnicos em Modo de Produção Biológico</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ajap-promove-formacao-para-tecnicos-em-modo-de-producao-biologico/</link><guid isPermaLink='false'>41904</guid><description><![CDATA[<p><strong>Inscri&ccedil;&otilde;es decorrem at&eacute; 25 de setembro para o curso homologado pela DGADR, que arranca a 30 de setembro e tem uma dura&ccedil;&atilde;o total de 135 horas.</strong></p>
<p><o:p>&nbsp;<img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921142630-bilogica.jpg" width="850" height="1206" alt="" /></o:p></p>
<p>A AJAP &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o dos Jovens Agricultores de Portugal vai promover uma nova edi&ccedil;&atilde;o do curso &ldquo;Modo de Produ&ccedil;&atilde;o Biol&oacute;gico (MPB) &ndash; Curso para T&eacute;cnicos&rdquo;, forma&ccedil;&atilde;o homologada pela Dire&ccedil;&atilde;o-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR). As inscri&ccedil;&otilde;es est&atilde;o abertas at&eacute; 25 de setembro e a forma&ccedil;&atilde;o tem in&iacute;cio no pr&oacute;ximo dia 30 de setembro.<o:p></o:p></p>
<p>Com uma dura&ccedil;&atilde;o total de 135 horas, o curso pretende dotar os participantes de conhecimentos te&oacute;ricos e pr&aacute;ticos no &acirc;mbito do Modo de Produ&ccedil;&atilde;o Biol&oacute;gico, permitindo-lhes adquirir as compet&ecirc;ncias necess&aacute;rias para atuar como t&eacute;cnicos credenciados em produ&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica.<o:p></o:p></p>
<p>A forma&ccedil;&atilde;o destina-se a detentores de Bacharelato ou Licenciatura, correspondente ao n&iacute;vel 6 ou superior do Quadro Nacional de Qualifica&ccedil;&otilde;es, na &aacute;rea das ci&ecirc;ncias agr&aacute;rias e afins, que exer&ccedil;am atividades de apoio t&eacute;cnico aos setores agropecu&aacute;rio, florestal ou agroalimentar.<o:p></o:p></p>
<p>Forma&ccedil;&atilde;o decorre em regime misto<o:p></o:p></p>
<p>O curso combina forma&ccedil;&atilde;o &agrave; dist&acirc;ncia e presencial, procurando facilitar a participa&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos provenientes de diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s.<o:p></o:p></p>
<p>Das 135 horas de forma&ccedil;&atilde;o, 107 horas ser&atilde;o realizadas &agrave; dist&acirc;ncia, incluindo sess&otilde;es s&iacute;ncronas e ass&iacute;ncronas, e 28 horas decorrer&atilde;o presencialmente.<o:p></o:p></p>
<p>As sess&otilde;es s&iacute;ncronas t&ecirc;m in&iacute;cio a 30 de setembro e prolongam-se at&eacute; 31 de mar&ccedil;o, em diferentes datas, maioritariamente no hor&aacute;rio das 19h00 &agrave;s 22h00.<o:p></o:p></p>
<p>A componente presencial est&aacute; prevista para os dias 27 de fevereiro, 13 de mar&ccedil;o e 3 e 4 de abril, das 9h00 &agrave;s 18h00, sendo o local definido em fun&ccedil;&atilde;o da proveni&ecirc;ncia dos formandos.<o:p></o:p></p>
<p>Com esta iniciativa, a AJAP prossegue a sua aposta na qualifica&ccedil;&atilde;o dos profissionais que prestam apoio t&eacute;cnico ao setor agr&iacute;cola, contribuindo para refor&ccedil;ar as compet&ecirc;ncias dispon&iacute;veis numa &aacute;rea que assume crescente import&acirc;ncia no desenvolvimento de modelos de produ&ccedil;&atilde;o mais sustent&aacute;veis.<o:p></o:p></p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas<o:p></o:p></p>
<p>Curso: Modo de Produ&ccedil;&atilde;o Biol&oacute;gico (MPB) &ndash; Curso para T&eacute;cnicos<o:p></o:p></p>
<p>Homologa&ccedil;&atilde;o: DGADR<o:p></o:p></p>
<p>In&iacute;cio: 30 de setembro<o:p></o:p></p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es at&eacute;: 25 de setembro<o:p></o:p></p>
<p>Dura&ccedil;&atilde;o: 135 horas<o:p></o:p></p>
<p>Regime: 107 horas &agrave; dist&acirc;ncia + 28 horas presenciais<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;Valor: 380 euros (isento de IVA)<o:p></o:p></p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es e programa completo:&nbsp;<o:p></o:p><a href="https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=221&amp;accao=3994">https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=221&amp;accao=3994</a></p>
<p><o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 21.3438px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 22 Sep 2026 06:23:41 GMT</pubDate></item><item><title>Governo reforça apoio aos viticultores com linha de 110 milhões para pagamentos de uva e reestruturação de créditos</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/governo-reforca-apoio-aos-viticultores-com-linha-de-110-milhoes-para-pagamentos-de-uva-e-reestruturacao-de-creditos/</link><guid isPermaLink='false'>41903</guid><description><![CDATA[<p><strong>O Governo aprovou a Linha de Tesouraria &ndash; Setor Vin&iacute;cola II, um mecanismo de apoio financeiro de 110 milh&otilde;es de euros destinado a assegurar liquidez &agrave;s cooperativas e entidades transformadoras para pagar a uva das campanhas de 2025 e 2026 e reestruturar cr&eacute;ditos anteriores. A prioridade do Governo &eacute; garantir que os produtores recebem atempadamente o valor justo pela sua produ&ccedil;&atilde;o, protegendo o rendimento agr&iacute;cola num momento de maior press&atilde;o sobre o setor.</strong></p>
<p><strong><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260921134534-vinha.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></strong></p>
<p></p>
<p>A medida surge num contexto de abrandamento do consumo nos mercados nacional e internacional, dificuldades de escoamento da produ&ccedil;&atilde;o e acumula&ccedil;&atilde;o elevada de stocks. O desequil&iacute;brio entre a oferta dispon&iacute;vel e a procura efetiva do mercado tem pressionado a tesouraria das empresas, sobretudo das entidades transformadoras e cooperativas respons&aacute;veis pela aquisi&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o aos viticultores. Num cen&aacute;rio em que muitas cooperativas enfrentam dificuldades financeiras, o Governo refor&ccedil;a que pagar aos agricultores &eacute; o objetivo central desta linha.</p>
<p>A nova linha permite financiar os pagamentos de uva que as cooperativas e empresas transformadoras fa&ccedil;am aos viticultores e reestruturar cr&eacute;ditos contra&iacute;dos ao abrigo do mecanismo equivalente criado em 2024. Os empr&eacute;stimos destinados ao pagamento da produ&ccedil;&atilde;o beneficiam de uma bonifica&ccedil;&atilde;o de juros at&eacute; 75%.&nbsp;</p>
<p>A portaria estabelece condi&ccedil;&otilde;es de acesso relacionadas com a aquisi&ccedil;&atilde;o de vinho importado. Os benefici&aacute;rios n&atilde;o podem ter introduzido no consumo vinho proveniente de outro Estado-Membro ou de pa&iacute;ses terceiros nas campanhas vitivin&iacute;colas de 2023/2024, 2024/2025 e 2025/2026.</p>
<p>&ldquo;O viticultor &eacute; o mais importante credor das adegas. A prioridade &eacute; pagar atempadamente aos agricultores o pre&ccedil;o justo pela sua produ&ccedil;&atilde;o. As cooperativas e as empresas s&oacute; acedem &agrave; linha de cr&eacute;dito se n&atilde;o tiverem importado vinho nas &uacute;ltimas 3 campanhas.&rdquo;, afirma o Ministro da Agricultura e Mar, Jos&eacute; Manuel Fernandes, acrescentando: &ldquo;O setor tem os recursos, o talento e a experi&ecirc;ncia para superar qualquer momento e o Governo continuar&aacute; a criar as condi&ccedil;&otilde;es para que se continue a afirmar como um dos grandes embaixadores de Portugal no mundo.&rdquo;</p>
<p>A Linha de Tesouraria &ndash; Setor Vin&iacute;cola II integra uma a&ccedil;&atilde;o mais ampla do Governo para responder aos desafios imediatos do setor e, em simult&acirc;neo, refor&ccedil;ar as suas bases para o futuro. Entre as medidas j&aacute; adotadas encontram-se, por exemplo, as novas regras de rotulagem, o refor&ccedil;o do controlo e da rastreabilidade, com a cria&ccedil;&atilde;o de um sistema digital de rastreabilidade, o refor&ccedil;o da promo&ccedil;&atilde;o internacional, a cria&ccedil;&atilde;o do Observat&oacute;rio da Vinha e do Vinho, o Plano de A&ccedil;&atilde;o para a Gest&atilde;o Sustent&aacute;vel e Valoriza&ccedil;&atilde;o do Setor Vitivin&iacute;cola da Regi&atilde;o Demarcada do Douro (2026-2032), e a institui&ccedil;&atilde;o do Dia Nacional da Vinha e do Vinho.</p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 689px; left: 9px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 21 Sep 2026 13:41:18 GMT</pubDate></item><item><title>Inovação, tendências e negócios: os momentos imperdíveis do SIAL Paris 2026</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/inovacao-tendencias-e-negocios-os-momentos-imperdiveis-do-sial-paris-2026/</link><guid isPermaLink='false'>41902</guid><description><![CDATA[<p><strong>De 17 a 21 de outubro de 2026, a maior feira internacional dedicada &agrave; ind&uacute;stria agroalimentar e de inova&ccedil;&atilde;o alimentar regressa a Paris, reunindo todo o ecossistema alimentar global.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260918103453-sial.jpg" width="850" height="506" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>A um m&ecirc;s de come&ccedil;ar, a nova edi&ccedil;&atilde;o do <strong><a href="https://www.sialparis.com/en">SIAL Paris</a></strong> tem tudo pronto para apresentar as inova&ccedil;&otilde;es, as transforma&ccedil;&otilde;es do mercado e as oportunidades de neg&oacute;cio que est&atilde;o a moldar o futuro do setor, numa altura em que as expectativas dos consumidores, os desafios econ&oacute;micos e as transi&ccedil;&otilde;es alimentares est&atilde;o a evoluir mais rapidamente do que nunca.<o:p></o:p></p>
<p>Entre os destaques deste ano, encontra-se a celebra&ccedil;&atilde;o dos 30 anos do <strong><a href="https://www.sialparis.com/en/highlights/sial-innovation">SIAL Innovation</a></strong>, o epicentro das tend&ecirc;ncias gastron&oacute;micas mundiais, onde se destacam a criatividade e os sabores &uacute;nicos. O SIAL Innovation vai, por isso, refor&ccedil;ar a sua posi&ccedil;&atilde;o como refer&ecirc;ncia internacional na identifica&ccedil;&atilde;o dos produtos, servi&ccedil;os e conceitos que ir&atilde;o definir o mercado alimentar do futuro.<o:p></o:p></p>
<p>A inova&ccedil;&atilde;o ser&aacute; tamb&eacute;m destacada atrav&eacute;s da presen&ccedil;a de mais de 650 startups, incluindo 150 expositores reunidos numa Startup Village, proporcionando aos visitantes acesso privilegiado &agrave;s solu&ccedil;&otilde;es emergentes que est&atilde;o a reinventar todas as fases da cadeia de valor alimentar.<o:p></o:p></p>
<p>&Agrave; medida que os desafios do setor exigem cada vez mais colabora&ccedil;&atilde;o e partilha de conhecimentos, o SIAL Paris 2026 contar&aacute; tamb&eacute;m com um extenso programa de cimeiras, palestras e confer&ecirc;ncias, reunindo especialistas, decisores, fabricantes, retalhistas e empreendedores de todo o mundo.<o:p></o:p></p>
<p>Estas sess&otilde;es foram concebidas para inspirar o pensamento coletivo, analisar as principais transforma&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o a remodelar a ind&uacute;stria alimentar e fornecer respostas pr&aacute;ticas aos desafios econ&oacute;micos, sociais, tecnol&oacute;gicos e ambientais que o setor enfrenta.<o:p></o:p></p>
<p>A edi&ccedil;&atilde;o de 2026 ir&aacute; tamb&eacute;m apresentar v&aacute;rias &aacute;reas tem&aacute;ticas, que exploram os mais recentes desenvolvimentos da ind&uacute;stria.<o:p></o:p></p>
<p>O <strong><a href="https://www.sialparis.com/en/highlights/SIAL-for-change">SIAL for Change</a></strong>, o primeiro pr&eacute;mio dedicado a reconhecer iniciativas relacionadas com a Responsabilidade Social das Empresas e criado em 2024, ir&aacute; expandir-se este ano para apoiar ainda mais as empresas nas suas jornadas de sustentabilidade e transforma&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>O <strong><a href="https://www.sialparis.com/en/highlights/SIAL-StrEat-Lab">SIAL Street Food Lab</a></strong> &eacute; um novo espa&ccedil;o que pretende destacar as &uacute;ltimas tend&ecirc;ncias em comida de rua e take-away, enquanto o <strong><a href="https://www.sialparis.com/en/highlights/SIAL-Bakery">SIAL Bakery</a></strong> ir&aacute; celebrar a inova&ccedil;&atilde;o e a especializa&ccedil;&atilde;o nos mundos do p&atilde;o e da pastelaria.<o:p></o:p></p>
<p>Em conjunto, estas novas iniciativas foram concebidas para inspirar os visitantes, fomentar novas liga&ccedil;&otilde;es e criar oportunidades de neg&oacute;cio a n&iacute;vel internacional.<o:p></o:p></p>
<p>O SIAL Paris 2026 tem lugar entre os dias 17 e 21 de outubro no Parc des Expositions de Paris-Nord Villepinte, em Fran&ccedil;a. As acredita&ccedil;&otilde;es para visitar a feira podem ser compradas online, <a href="https://badge.sialparis.fr/en/home.htm?utm_source=website&amp;utm_medium=barter&amp;utm_campaign=sialparis-2026-leadgen-PS-Portugal-partenaires-digitaux-GB&amp;utm_term=visiteur&amp;utm_content=externe">AQUI</a>.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 520px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 10:12:36 GMT</pubDate></item><item><title>IVDP, ASAE e GNR realizam ação conjunta de fiscalização na Região Demarcada do Douro</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ivdp-asae-e-gnr-realizam-acao-conjunta-de-fiscalizacao-na-regiao-demarcada-do-douro/</link><guid isPermaLink='false'>41901</guid><description><![CDATA[<p><strong>Opera&ccedil;&atilde;o decorreu em Alij&oacute;, S&atilde;o Jo&atilde;o da Pesqueira e Vila Nova de Foz C&ocirc;a e permitiu fiscalizar 43 viaturas em defesa das Denomina&ccedil;&otilde;es de Origem Porto e Douro e da Indica&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica Duriense.</strong></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p>&nbsp;<img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260916095603-vinha.jpg" width="850" height="638" class="img-responsive" alt="" /><o:p></o:p></p>
<p>O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, I.P. (IVDP, IP), a Autoridade de Seguran&ccedil;a Alimentar e Econ&oacute;mica (ASAE) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) realizaram, a 11 de setembro, uma a&ccedil;&atilde;o conjunta de fiscaliza&ccedil;&atilde;o na Regi&atilde;o Demarcada do Douro, incidindo sobre os movimentos de transportes v&iacute;nicos em per&iacute;odo de vindima.<o:p></o:p></p>
<p>A opera&ccedil;&atilde;o decorreu, em simult&acirc;neo, em tr&ecirc;s pontos distintos da Regi&atilde;o: Alij&oacute;, S&atilde;o Jo&atilde;o da Pesqueira e Vila Nova de Foz C&ocirc;a, tendo sido fiscalizadas 43 viaturas.<o:p></o:p></p>
<p>A sele&ccedil;&atilde;o dos locais teve em considera&ccedil;&atilde;o a movimenta&ccedil;&atilde;o dos transportes de produtos v&iacute;nicos e a proximidade dos limites da Regi&atilde;o Demarcada do Douro, permitindo refor&ccedil;ar o controlo dos movimentos de entrada, sa&iacute;da e circula&ccedil;&atilde;o de produtos e assegurar uma maior cobertura territorial da a&ccedil;&atilde;o fiscalizadora.<o:p></o:p></p>
<p>O modelo adotado, atrav&eacute;s da descentraliza&ccedil;&atilde;o das equipas por tr&ecirc;s zonas distintas, permitiu refor&ccedil;ar a efic&aacute;cia operacional e aproximar a fiscaliza&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas de maior circula&ccedil;&atilde;o de transportes v&iacute;nicos, contribuindo simultaneamente para melhores condi&ccedil;&otilde;es de atua&ccedil;&atilde;o das equipas e para uma interven&ccedil;&atilde;o organizada junto dos operadores e transportadores.<o:p></o:p></p>
<p>Estas a&ccedil;&otilde;es conjuntas inserem-se no trabalho de articula&ccedil;&atilde;o que o IVDP, IP mant&eacute;m com as entidades com compet&ecirc;ncias de fiscaliza&ccedil;&atilde;o e controlo, visando assegurar a rastreabilidade dos produtos vitivin&iacute;colas, o cumprimento das regras aplic&aacute;veis &agrave; circula&ccedil;&atilde;o de uvas, mostos e vinhos e a defesa das Denomina&ccedil;&otilde;es de Origem Porto e Douro e da Indica&ccedil;&atilde;o Geogr&aacute;fica Duriense.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;A articula&ccedil;&atilde;o entre o IVDP, a ASAE e a GNR &eacute; particularmente importante durante a vindima. A presen&ccedil;a no terreno, de forma coordenada e abrangendo diferentes pontos da Regi&atilde;o, permite refor&ccedil;ar a rastreabilidade dos movimentos v&iacute;nicos e a confian&ccedil;a num sistema que existe para proteger a Regi&atilde;o Demarcada do Douro, os seus operadores e as suas denomina&ccedil;&otilde;es de origem&rdquo;, afirma Gilberto Igrejas, Presidente do Conselho Diretivo do IVDP, IP.<o:p></o:p></p>
<p>O IVDP continuar&aacute;, ao longo da vindima, a desenvolver e a participar em a&ccedil;&otilde;es de controlo e fiscaliza&ccedil;&atilde;o, em articula&ccedil;&atilde;o com as entidades policiais competentes, ajustando a sua interven&ccedil;&atilde;o &agrave;s necessidades identificadas no terreno.<o:p></o:p></p> ]]></description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 09:54:12 GMT</pubDate></item><item><title>“A cortadéria não está a invadir Portugal. Portugal é que está a deixar a cortadéria invadir”</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/a-cortaderia-nao-esta-a-invadir-portugal-portugal-e-que-esta-a-deixar-a-cortaderia-invadir/</link><guid isPermaLink='false'>41900</guid><description><![CDATA[<p><strong>H&aacute; uma invas&atilde;o a acontecer em Portugal que cresce &agrave; margem das estradas, ocupa terrenos abandonados, invade &aacute;reas naturais, margens de rios e zonas costeiras e, em muitos locais, j&aacute; faz parte da paisagem ao ponto de deixar de ser reconhecida como uma planta que veio de fora h&aacute; menos de um s&eacute;culo. Tamb&eacute;m cresce em jardins privados, de munic&iacute;pios, de juntas de freguesias, de escolas, de empresas e de outras entidades! &Eacute; a erva-das-pampas, penachos, plumas, cortad&eacute;ria ou Cortaderia selloana.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260916095258-cortaderia.jpg" width="850" height="383" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Bonita, ornamental, plantada em jardins e colocada em jarras, aparentemente inofensiva, esta gram&iacute;nea origin&aacute;ria da Am&eacute;rica do Sul &eacute;, na realidade, uma esp&eacute;cie ex&oacute;tica invasora com uma enorme capacidade de dispers&atilde;o. Um estudo cient&iacute;fico recente [1] sobre a distribui&ccedil;&atilde;o das plantas invasoras em Portugal continental identificou Cortaderia selloana em 208 munic&iacute;pios (&eacute; poss&iacute;vel que esteja em mais!), colocando-a entre as dez plantas invasoras com distribui&ccedil;&atilde;o mais ampla no pa&iacute;s.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;N&atilde;o estamos perante uma amea&ccedil;a futura. A invas&atilde;o j&aacute; est&aacute; instalada. E est&aacute; a avan&ccedil;ar rapidamente. O problema n&atilde;o &eacute; a falta de conhecimento. &Eacute; a falta de a&ccedil;&atilde;o &agrave; escala necess&aacute;ria. Portugal sabe h&aacute; anos que a cortad&eacute;ria &eacute; uma esp&eacute;cie invasora&rdquo;, refor&ccedil;a H&eacute;lia Marchante, professora na Escola Superior Agr&aacute;ria da Universidade Polit&eacute;cnica de Coimbra, entidade parceira do projeto LIFE COOP Cortaderia.<o:p></o:p></p>
<p>O Decreto-Lei n.&ordm; 92/2019, que estabelece o regime nacional de preven&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o das esp&eacute;cies ex&oacute;ticas invasoras, inclui expressamente a Cortaderia selloana na Lista Nacional de Esp&eacute;cies Invasoras. A legisla&ccedil;&atilde;o interdita, entre outros, a sua deten&ccedil;&atilde;o, cultivo, com&eacute;rcio, transporte e utiliza&ccedil;&atilde;o como planta ornamental e determina a ado&ccedil;&atilde;o de medidas de gest&atilde;o adequadas. Mais importante, a pr&oacute;pria legisla&ccedil;&atilde;o estabelece uma l&oacute;gica inequ&iacute;voca: prevenir, detetar cedo e agir rapidamente.<o:p></o:p></p>
<p>O artigo 23.&ordm; determina a exist&ecirc;ncia de um sistema de vigil&acirc;ncia; o artigo 24.&ordm; estabelece a comunica&ccedil;&atilde;o imediata de novas ocorr&ecirc;ncias; e o artigo 28.&ordm; determina que as esp&eacute;cies invasoras com ocorr&ecirc;ncia no territ&oacute;rio nacional sejam objeto de planos de a&ccedil;&atilde;o para controlo, conten&ccedil;&atilde;o ou erradica&ccedil;&atilde;o, com prioridades definidas em fun&ccedil;&atilde;o da gravidade da amea&ccedil;a e da dificuldade de interven&ccedil;&atilde;o. O Instituto da Conserva&ccedil;&atilde;o da Natureza e das Florestas (ICNF) tem o Plano de A&ccedil;&atilde;o para controlo de Cortaderia praticamente pronto, mas a sua publica&ccedil;&atilde;o e, mais relevante ainda, a sua implementa&ccedil;&atilde;o teima em n&atilde;o acontecer&hellip;<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;A ci&ecirc;ncia diz para agir cedo. A legisla&ccedil;&atilde;o diz para atuar. A experi&ecirc;ncia internacional mostra que esperar torna tudo pior. Ent&atilde;o, porque continuamos a assistir &agrave; expans&atilde;o da cortad&eacute;ria?&rdquo;, pergunta a investigadora e especialista em esp&eacute;cies invasoras.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;Cada planta que se deixa produzir sementes &eacute; uma f&aacute;brica de novas invas&otilde;es!&rdquo;, assegura H&eacute;lia Marchante.<o:p></o:p></p>
<p>Uma &uacute;nica planta feminina pode produzir dezenas de milhares de sementes, transportadas pelo vento a grandes dist&acirc;ncias. A esp&eacute;cie instala-se particularmente bem em solos perturbados e &aacute;reas humanizadas e, a partir da&iacute;, pode avan&ccedil;ar para habitats naturais. Quando a popula&ccedil;&atilde;o ainda &eacute; pequena, a interven&ccedil;&atilde;o pode ser relativamente simples. Arrancar com uma enxada pode ser suficiente. Quando j&aacute; existem centenas ou milhares de plantas, a realidade muda radicalmente: a erradica&ccedil;&atilde;o torna-se tecnicamente imposs&iacute;vel! O controlo e conten&ccedil;&atilde;o tornam-se mais dif&iacute;ceis, mais prolongados e muito mais dispendiosos. &Eacute; precisamente por isso que a dete&ccedil;&atilde;o precoce e a r&aacute;pida interven&ccedil;&atilde;o s&atilde;o princ&iacute;pios fundamentais na gest&atilde;o das invas&otilde;es biol&oacute;gicas, explica Pedro Gomes, investigador do projeto LIFE COOP Cortaderia.<o:p></o:p></p>
<p>No caso da cortad&eacute;ria, uma investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica publicada em 2024 salienta precisamente os elevados custos de controlo associados ao seu extenso sistema radicular e &agrave; capacidade de rebentamento ap&oacute;s danos f&iacute;sicos [2]. Nessa medida, &ldquo;o que hoje pode ser travado com uma interven&ccedil;&atilde;o atempada pode amanh&atilde; exigir anos de trabalho e muito mais dinheiro p&uacute;blico e privado&rdquo;, avisam os especialistas.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;E h&aacute; outra dimens&atilde;o que n&atilde;o podemos continuar a ignorar: a sa&uacute;de humana.&rdquo; A cortad&eacute;ria n&atilde;o &eacute; apenas um problema de biodiversidade. O seu p&oacute;len pode ser alerg&eacute;nico. Um estudo cl&iacute;nico publicado na revista Scientific Reports encontrou evid&ecirc;ncias fortes de que pessoas sens&iacute;veis ao p&oacute;len de outras gram&iacute;neas podem tamb&eacute;m reagir ao p&oacute;len da cortad&eacute;ria. Os autores alertam para o potencial da esp&eacute;cie em se constituir um problema de sa&uacute;de ambiental, particularmente porque a sua flora&ccedil;&atilde;o tardia pode prolongar o per&iacute;odo de exposi&ccedil;&atilde;o ao p&oacute;len [3]. Outro artigo refor&ccedil;a esta preocupa&ccedil;&atilde;o: em regi&otilde;es mediterr&acirc;nicas, esp&eacute;cies ex&oacute;ticas como a cortad&eacute;ria podem criar uma segunda &eacute;poca de exposi&ccedil;&atilde;o ao p&oacute;len no outono, com implica&ccedil;&otilde;es para a sa&uacute;de p&uacute;blica [4].<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;A discuss&atilde;o sobre a Cortaderia n&atilde;o pode continuar confinada &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o da natureza.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; uma quest&atilde;o de biodiversidade.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; uma quest&atilde;o de territ&oacute;rio.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; uma quest&atilde;o econ&oacute;mica.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; uma quest&atilde;o de sa&uacute;de p&uacute;blica.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute;, em &uacute;ltima an&aacute;lise, uma quest&atilde;o de qualidade de vida.<o:p></o:p></p>
<p>O custo da ina&ccedil;&atilde;o ser&aacute; pago por todos!&rdquo;, garantem os investigadores.<o:p></o:p></p>
<p>Os impactes das invas&otilde;es biol&oacute;gicas n&atilde;o terminam quando uma planta ocupa um terreno. A cortad&eacute;ria altera habitats, compete com a vegeta&ccedil;&atilde;o aut&oacute;ctone, degrada &aacute;reas naturais e afeta atividades produtivas e o valor recreativo e paisag&iacute;stico dos territ&oacute;rios. A literatura cient&iacute;fica sobre a esp&eacute;cie identifica impactes ambientais e socioecon&oacute;micos e alerta para os elevados custos associados ao seu controlo [2].<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;E existe uma regra simples que precisamos de levar a s&eacute;rio: quanto mais esperamos, mais pagamos.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos em dinheiro p&uacute;blico.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos em biodiversidade perdida.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos em qualidade da paisagem.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos em &aacute;reas naturais degradadas.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos em horas de trabalho que poderiam ter sido evitadas.<o:p></o:p></p>
<p>Pagamos tamb&eacute;m em degrada&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de P&uacute;blica.<o:p></o:p></p>
<p>N&atilde;o basta pedir aos cidad&atilde;os que arranquem todas as plantas. Os cidad&atilde;os t&ecirc;m um papel fundamental: reconhecer a esp&eacute;cie, evitar a sua utiliza&ccedil;&atilde;o e dissemina&ccedil;&atilde;o, controlar nos seus jardins e terrenos e comunicar novas ocorr&ecirc;ncias. Podem faz&ecirc;-lo na App iNaturalist, projeto invasoras.pt. Mas n&atilde;o podemos transferir para os cidad&atilde;os a responsabilidade de resolver uma invas&atilde;o &agrave; escala nacional.&rdquo;<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;&Eacute; necess&aacute;ria uma resposta coordenada entre administra&ccedil;&atilde;o central, munic&iacute;pios, propriet&aacute;rios, gestores de infraestruturas, empresas, agricultores, entidades gestoras de &aacute;reas protegidas, investigadores, organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais e cidad&atilde;os.<o:p></o:p></p>
<p>E &eacute; necess&aacute;ria uma mudan&ccedil;a de paradigma: n&atilde;o podemos continuar a intervir apenas onde e quando a cortad&eacute;ria j&aacute; domina. Temos de procurar e eliminar os novos focos antes que se transformem em grandes focos.&rdquo;<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;E os meios de comunica&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m t&ecirc;m um papel a desempenhar: a comunica&ccedil;&atilde;o social tem um papel decisivo na preven&ccedil;&atilde;o das invas&otilde;es biol&oacute;gicas.<o:p></o:p></p>
<p>Uma planta invasora que passa despercebida &eacute; uma planta que pode continuar a reproduzir-se. Durante anos, a cortad&eacute;ria foi frequentemente apresentada como uma planta ornamental, bonita ou caracter&iacute;stica da paisagem, sem que fosse explicado ao p&uacute;blico que se trata de uma esp&eacute;cie invasora legalmente reconhecida como tal. A normaliza&ccedil;&atilde;o de uma invasora tamb&eacute;m contribui para a sua expans&atilde;o. Os media n&atilde;o t&ecirc;m de transformar cada avistamento numa not&iacute;cia. Mas t&ecirc;m condi&ccedil;&otilde;es &uacute;nicas para fazer aquilo que muitas campanhas de conserva&ccedil;&atilde;o n&atilde;o conseguem fazer sozinhas: tornar o problema vis&iacute;vel, explicar como reconhec&ecirc;-lo e criar press&atilde;o social para que a resposta aconte&ccedil;a.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; urgente que a comunica&ccedil;&atilde;o sobre esp&eacute;cies invasoras deixe de acontecer apenas quando h&aacute; uma campanha, um projeto europeu ou uma a&ccedil;&atilde;o de voluntariado.<o:p></o:p></p>
<p>O problema exige aten&ccedil;&atilde;o quando est&aacute; a acontecer &mdash; n&atilde;o quando j&aacute; se tornou imposs&iacute;vel ignor&aacute;-lo. Portugal ainda pode travar a invas&atilde;o. Mas n&atilde;o pode continuar a esperar&rdquo;, asseveram os entendidos na mat&eacute;ria.<o:p></o:p></p>
<p>O projeto europeu LIFE COOP Cortaderia, que envolve Portugal, Espanha e Fran&ccedil;a, est&aacute; a trabalhar para refor&ccedil;ar a coopera&ccedil;&atilde;o, a governa&ccedil;&atilde;o e a a&ccedil;&atilde;o coordenada contra esta esp&eacute;cie no Arco Atl&acirc;ntico, incluindo a prote&ccedil;&atilde;o de zonas da Rede Natura 2000 e corredores fluviais.<o:p></o:p></p>
<p>Existe conhecimento cient&iacute;fico.<o:p></o:p></p>
<p>Existem m&eacute;todos de controlo.<o:p></o:p></p>
<p>Existe legisla&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Existem projetos e redes de coopera&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Existem cidad&atilde;os dispon&iacute;veis para ajudar.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;O que falta &eacute; transformar estes recursos numa resposta r&aacute;pida, abrangente e continuada&rdquo;, defendem H&eacute;lia Marchante e Pedro Gomes.<o:p></o:p></p>
<p>E prosseguem, &ldquo;a cortad&eacute;ria n&atilde;o vai esperar pela pr&oacute;xima estrat&eacute;gia, pelo pr&oacute;ximo plano, pelo pr&oacute;ximo financiamento, pela pr&oacute;xima campanha de sensibiliza&ccedil;&atilde;o&hellip;<o:p></o:p></p>
<p>Vai continuar a produzir sementes.<o:p></o:p></p>
<p>Vai continuar a dispersar-se.<o:p></o:p></p>
<p>Vai continuar a ocupar territ&oacute;rio e a causar problemas.&rdquo;<o:p></o:p></p>
<p>Segundo estes dois especialistas, a pergunta &agrave; qual todos temos de responder &eacute; simples: &ldquo;Vamos agir enquanto ainda conseguimos trav&aacute;-la &mdash; ou vamos esperar que outros o fa&ccedil;am, quando for demasiado tarde?&rdquo;<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informa&ccedil;&atilde;o:<o:p></o:p></p>
<p>Contactar: H&eacute;lia Marchante <a href="mailto:hmarchante@esac.pt">hmarchante@esac.pt</a>, 934244614<o:p></o:p></p>
<p>A plataforma Invasoras.pt disponibiliza informa&ccedil;&atilde;o sobre plantas invasoras em Portugal e permite aos cidad&atilde;os contribuir para o conhecimento da sua distribui&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Legisla&ccedil;&atilde;o: Decreto-Lei n.&ordm; 92/2019, de 10 de julho, na sua reda&ccedil;&atilde;o atual &mdash; regime jur&iacute;dico aplic&aacute;vel ao controlo, deten&ccedil;&atilde;o, introdu&ccedil;&atilde;o na natureza e repovoamento de esp&eacute;cies ex&oacute;ticas da flora e fauna. Cortaderia selloana integra a Lista Nacional de Esp&eacute;cies Invasoras (Anexo II).<o:p></o:p></p>
<p>Projeto LIFE COOP Cortaderia: LIFE22-NAT-ES-Coop-Cortaderia / 101113757. (<a href="https://lifecoopcortaderia.org/pt/portada-pt/?utm_source=chatgpt.com" title="PORTADA PT - LIFE COOP Cortaderia - Medidas urgentes de lucha contra el plumero de la Pampa">lifecoopcortaderia.org</a>)<span style="font-size: 11.5pt; font-family: &quot;Calibri Light&quot;, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 411px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 411px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 16 Sep 2026 09:50:12 GMT</pubDate></item><item><title>Empresa portuguesa ganha prémio de inovação vitivinícola em França</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/empresa-portuguesa-ganha-premio-de-inovacao-vitivinicola-em-franca/</link><guid isPermaLink='false'>41899</guid><description><![CDATA[<p><strong>A Watgrid foi distinguida na categoria &ldquo;Transforma&ccedil;&atilde;o&rdquo; pelo seu sistema de monitoriza&ccedil;&atilde;o da fermenta&ccedil;&atilde;o, nos Pr&eacute;mios de Inova&ccedil;&atilde;o da feira vitivin&iacute;cola Vinitech-Sifel.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260914101158-vinitech.jpg" alt="Vinitech" width="850" height="1063" class="img-responsive" /></p>
<p>Os vencedores dos Pr&eacute;mios de Inova&ccedil;&atilde;o da <a href="https://www.vinitech-sifel.com/en" target="_blank">Vinitech-Sifel</a> foram divulgados na &uacute;ltima semana e a empresa de &Iacute;lhavo, fundada em 2014 e que criou o <a href="https://www.winegrid.com/pt/" target="_blank">WINEGRID</a>, est&aacute; entre os galardoados.<o:p></o:p></p>
<p>A distin&ccedil;&atilde;o foi para o Winegrid, um sistema de alta precis&atilde;o, ligado a sensores em tempo real, que alerta o en&oacute;logo para os riscos de desvios e otimiza cada fase da fermenta&ccedil;&atilde;o a partir de um &uacute;nico interface. Monitoriza continuamente a cor, a opacidade, o n&iacute;vel e a temperatura no interior do barril, para controlar o envelhecimento e a agita&ccedil;&atilde;o e j&aacute; ajudou a produzir mais de 150 milh&otilde;es de garrafas de vinho em todo o mundo.<o:p></o:p></p>
<p>Verdadeiro bar&oacute;metro tecnol&oacute;gico h&aacute; 45 anos, os Pr&eacute;mios de Inova&ccedil;&atilde;o da Vinitech-Sifel distinguem os equipamentos, processos e servi&ccedil;os que est&atilde;o a impulsionar mudan&ccedil;as duradouras nas pr&aacute;ticas profissionais do setor vitivin&iacute;cola.</p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260914101332-appvini.jpg" width="850" height="567" alt="" /></p>
<p><o:p></o:p></p>
<p>A cerim&oacute;nia oficial de entrega dos Pr&eacute;mios ter&aacute; lugar na ter&ccedil;a-feira, dia 1 de dezembro de 2026, a partir das 17h, no Pavilh&atilde;o 1 &ndash; &Aacute;rea do F&oacute;rum, na Vinitech-Sifel, no Centro de Exposi&ccedil;&otilde;es de Bord&eacute;us, em Fran&ccedil;a.<o:p></o:p></p>
<p>As inova&ccedil;&otilde;es premiadas estar&atilde;o em exposi&ccedil;&atilde;o e dispon&iacute;veis para teste ao longo dos tr&ecirc;s dias da feira, nos stands dos expositores distribu&iacute;dos pelos cinco p&oacute;los setoriais, em condi&ccedil;&otilde;es reais, nos 3 000 m&sup2; de &aacute;reas de teste din&acirc;mico.<o:p></o:p></p>
<p>H&aacute; quase 50 anos que a Vinitech-Sifel acompanha a evolu&ccedil;&atilde;o dos setores agr&iacute;colas. Este ponto de encontro internacional de refer&ecirc;ncia, vai reunir este ano, em Bord&eacute;us, 700 expositores e 40 000 profissionais provenientes de mais de 70&nbsp;<o:p></o:p>pa&iacute;ses, em torno de uma oferta que abrange toda a cadeia de valor, desde a produ&ccedil;&atilde;o at&eacute; &agrave; comercializa&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>A feira realiza-se entre os dias 1 e 3 de dezembro, no Centro de Exposi&ccedil;&otilde;es de Bord&eacute;us, em Fran&ccedil;a.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es adicionais:<o:p></o:p></p>
<p>O acesso &agrave; Vinitech-Sifel tem um custo de 25&euro;, mas pode ser gratuito, para os visitantes portugueses, ao introduzir o c&oacute;digo 65WC62 no link de registo: <a href="https://billetterie.vinitech-sifel.com/Boutique-Billetterie-en-US/trk/EMA">https://billetterie.vinitech-sifel.com/Boutique-Billetterie-en-US/trk/EMA</a><o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:09:43 GMT</pubDate></item><item><title>AJAP promove 39.ª edição da formação em Agricultura Sustentável</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ajap-promove-39-edicao-da-formacao-em-agricultura-sustentavel/</link><guid isPermaLink='false'>41898</guid><description><![CDATA[<p><strong><big><small>Curso &ldquo;Implementar medidas de sustentabilidade e economia circular na agricultura&rdquo; arranca a 11 de setembro, tem a dura&ccedil;&atilde;o de 50 horas e decorre totalmente &agrave; dist&acirc;ncia.</small></big></strong></p>
<p><big><small>&nbsp;<img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260910094050-cursomini.jpg" width="850" height="680" alt="" /></small></big></p>
<p><big><small>Associa&ccedil;&atilde;o dos Jovens Agricultores de Portugal promove, a partir de 11 de setembro, a 39.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do curso &ldquo;Agricultura Sustent&aacute;vel&rdquo; (UFCD 11026), atualmente designado &ldquo;Implementar medidas de sustentabilidade e economia circular na agricultura&rdquo; (UC05205).</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>Com uma dura&ccedil;&atilde;o total de 50 horas e em formato 100% online, a forma&ccedil;&atilde;o pretende proporcionar aos participantes conhecimentos e compet&ecirc;ncias para a implementa&ccedil;&atilde;o de medidas de sustentabilidade e economia circular na atividade agr&iacute;cola, promovendo uma utiliza&ccedil;&atilde;o mais eficiente dos recursos e pr&aacute;ticas adaptadas aos atuais desafios do setor.</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>A forma&ccedil;&atilde;o integra cinco horas de sess&otilde;es s&iacute;ncronas e 45 horas de sess&otilde;es ass&iacute;ncronas, permitindo aos formandos conciliar a aprendizagem com a sua atividade profissional.</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>As sess&otilde;es s&iacute;ncronas realizam-se nos dias 11, 18 e 25 de setembro e 2 e 9 de outubro, entre as 19h30 e as 20h30.</small></big></p>
<p><big><small><br type="_moz" />
</small></big></p>
<p><big><small>Forma&ccedil;&atilde;o para uma agricultura mais sustent&aacute;vel</small></big></p>
<p><big><small>A sustentabilidade e a utiliza&ccedil;&atilde;o eficiente dos recursos assumem uma import&acirc;ncia crescente na atividade agr&iacute;cola. A forma&ccedil;&atilde;o promovida pela AJAP procura contribuir para a capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais do setor, disponibilizando ferramentas e conhecimentos que apoiem a ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas mais sustent&aacute;veis e dos princ&iacute;pios da economia circular na agricultura.</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>A participa&ccedil;&atilde;o tem um custo de 170 euros, isento de IVA.</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>Os formandos que frequentem tr&ecirc;s a&ccedil;&otilde;es de forma&ccedil;&atilde;o, num total de 150 horas, beneficiam de um desconto de 20%, correspondendo a um valor de 136 euros por curso e 408 euros no total. O desconto &eacute; aplicado no terceiro curso.</small></big></p>
<p><big><small><br type="_moz" />
</small></big></p>
<p><big><small>Inscri&ccedil;&otilde;es aberta</small></big></p>
<p><big><small>As inscri&ccedil;&otilde;es para a 39.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do curso &ldquo;Implementar medidas de sustentabilidade e economia circular na agricultura&rdquo; encontram-se abertas e podem ser efetuadas atrav&eacute;s da plataforma de forma&ccedil;&atilde;o da AJAP:</small></big><o:p></o:p></p>
<p><big><small>Inscri&ccedil;&otilde;es e mais informa&ccedil;&otilde;es:<br />
</small></big><a href="https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=155&amp;accao=3982&amp;utm_source=chatgpt.com"><big><small>https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=155&amp;accao=3982&amp;utm_source=chatgpt.com</small></big></a><o:p></o:p></p>
<p><big><small>Com esta iniciativa, a AJAP prossegue a sua aposta na forma&ccedil;&atilde;o e capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais do setor agr&iacute;cola, contribuindo para a atualiza&ccedil;&atilde;o de conhecimentos e compet&ecirc;ncias essenciais para responder aos atuais desafios da agricultura portuguesa.</small></big><span style="font-size: 10pt; line-height: 20px; font-family: Tahoma, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 694px; left: 21.3438px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 09:38:05 GMT</pubDate></item><item><title>Polo de Inovação da Fataca promove Dia Aberto dedicado aos pequenos frutos e à sustentabilidade</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/polo-de-inovacao-da-fataca-promove-dia-aberto-dedicado-aos-pequenos-frutos-e-a-sustentabilidade/</link><guid isPermaLink='false'>41897</guid><description><![CDATA[<p><strong>O Instituto Nacional de Investiga&ccedil;&atilde;o Agr&aacute;ria e Veterin&aacute;ria (INIAV, I.P.) realiza no pr&oacute;ximo dia 17 de setembro o Dia Aberto do Polo de Inova&ccedil;&atilde;o da Fataca, em Odemira. O evento visa aproximar o conhecimento cient&iacute;fico da pr&aacute;tica agr&iacute;cola, promovendo a partilha de solu&ccedil;&otilde;es inovadoras, experi&ecirc;ncias e resultados no setor dos pequenos frutos.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/file/dropzone/blogs/20260910093206-fatacanovo.jpeg" width="850" height="638" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>A iniciativa insere-se no projeto &ldquo;Ver, Testar, Aplicar - Demonstra&ccedil;&atilde;o, capacita&ccedil;&atilde;o e inova&ccedil;&atilde;o colaborativa&rdquo; e conta com a colabora&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias entidades parceiras, nomeadamente a Beira Baga, Berrysmart, OP MadreFruta, o Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o para a Sustentabilidade e a Deifil.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Programa em destaque: Melhoramento, Sustentabilidade e Tecnologias<o:p></o:p></p>
<p>O programa do dia combina sess&otilde;es tem&aacute;ticas de debate com visitas pr&aacute;ticas aos campos experimentais:&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>09:00 | Recursos Gen&eacute;ticos e Melhoramento: Com modera&ccedil;&atilde;o de Pedro Br&aacute;s de Oliveira (INIAV), o painel aborda temas como o melhoramento de pequenos frutos, a sele&ccedil;&atilde;o de gen&oacute;tipos de framboesa face &agrave; escassez de &aacute;gua (por Francisco Luz, Beira Baga/INIAV), tecnologias emergentes em amoras (Manuel Roque, Madre Fruta/INIAV), qualidade e conserva&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-colheita em Rubus, e o potencial de valoriza&ccedil;&atilde;o de culturas aut&oacute;ctones e alternativas como a camarinha e o medronheiro.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>11:00 | Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o para a Sustentabilidade: Moderado por N&iacute;dia Pita (Lusomorango), este bloco foca-se na otimiza&ccedil;&atilde;o da rega, na redu&ccedil;&atilde;o do uso de &aacute;gua na cultura da framboesa, na reutiliza&ccedil;&atilde;o de substratos e em abordagens ecol&oacute;gicas e tecnol&oacute;gicas para o controlo de pragas (como os tripes e a Drosophila suzukii).&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>12:00 | Outros Projetos em Curso: Apresenta&ccedil;&atilde;o de iniciativas de co-inova&ccedil;&atilde;o e Grupos Operacionais de refer&ecirc;ncia para o setor, incluindo o projeto ACROPICS, a biodiversidade na regi&atilde;o de Odemira, o Stressberry, o + COPMirtilo e o Pomona Vision.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>14:30 | Visitas aos Campos Experimentais: O per&iacute;odo da tarde ser&aacute; dedicado a percursos guiados por cinco esta&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas, cobrindo o Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o para a Sustentabilidade, recursos gen&eacute;ticos (camarinhas e medronhos), programas de melhoramento de amoras e framboesas, e a aplica&ccedil;&atilde;o da tecnologia NIR na avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade da framboesa (projeto TID4AGRO).&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es<o:p></o:p></p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o no Dia Aberto &eacute; gratuita, mas de inscri&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria e limitada aos primeiros 100 registos. Os interessados podem garantir o seu lugar atrav&eacute;s do formul&aacute;rio oficial de inscri&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel online (<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScAa5h8IorEcu8ch1NSlCXHEUiFtWOjO1880W36atw9pvXFdA/viewform">aceder ao formul&aacute;rio</a>).<o:p></o:p></p> ]]></description><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 09:27:42 GMT</pubDate></item><item><title>COTR promove webinar gratuito dedicado à "Digitalização na Agricultura de Regadio"</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/cotr-promove-webinar-gratuito-dedicado-a-digitalizacao-na-agricultura-de-regadio/</link><guid isPermaLink='false'>41896</guid><description><![CDATA[<p><strong>O COTR &ndash; Centro Operativo e Tecnol&oacute;gico de Regadio vai realizar um webinar dedicado ao tema &quot;Digitaliza&ccedil;&atilde;o na Agricultura de Regadio&quot;, agendado para o pr&oacute;ximo dia 18 de setembro de 2026.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260910092022-cotr1.jpg" width="850" height="456" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>A iniciativa tem como principal objetivo dar a conhecer solu&ccedil;&otilde;es e ferramentas tecnol&oacute;gicas que ajudam a tornar a agricultura de regadio mais eficiente, inteligente e preparada para os desafios futuros.<o:p></o:p></p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es Principais do Evento<o:p></o:p></p>
<p>Data: 18 de setembro de 2026<o:p></o:p></p>
<p>Hor&aacute;rio: Das 10:00 &agrave;s 12:15<o:p></o:p></p>
<p>Formato: Online, atrav&eacute;s da plataforma Zoom<o:p></o:p></p>
<p>Destinat&aacute;rios: Agricultores e T&eacute;cnicos<o:p></o:p></p>
<p>Participa&ccedil;&atilde;o: Gratuita, mas sujeita a inscri&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria atrav&eacute;s do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdbN1kgNktKY9iZI-Mr2qyc50XyCPF9xGx_S92f9wjFNeFfNQ/viewform">formul&aacute;rio online</a><o:p></o:p></p>
<p>Organiza&ccedil;&atilde;o: COTR &ndash; Centro Operativo e Tecnol&oacute;gico de Regadio<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 470px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 09:17:45 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto "EntreLinhasVerdes" promove 1.ª Demonstração em Campo dedicada ao enrelvamento na região do Oeste</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-entrelinhasverdes-promove-1-demonstracao-em-campo-dedicada-ao-enrelvamento-na-regiao-do-oeste/</link><guid isPermaLink='false'>41895</guid><description><![CDATA[<p><strong>O projeto &quot;EntreLinhasVerdes&quot; vai realizar a sua 1.&ordf; Demonstra&ccedil;&atilde;o em Campo, focada na Instala&ccedil;&atilde;o de Enrelvamento na Entrelinha do Pomar e da Vinha. A iniciativa tem como principal objetivo demonstrar, em verdadeiro contexto de produ&ccedil;&atilde;o, as vantagens pr&aacute;ticas do enrelvamento nas entrelinhas para os pomares e vinhas da regi&atilde;o do Oeste.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260909104005-projetca.jpg" width="850" height="959" alt="" /></p>
<p>O evento decorre no pr&oacute;ximo dia 9 de outubro de 2026, entre as 10h30 e as 12h30, num ensaio de vinha localizado em Ch&atilde;os, Freiria, Torres Vedras (coordenadas 39.0441372, -9.3213731), encerrando com um almo&ccedil;o de confraterniza&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Tem&aacute;ticas em Destaque<o:p></o:p></p>
<p>Demonstra&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica de sementeira: Utiliza&ccedil;&atilde;o de semeador direto, incluindo as respetivas afina&ccedil;&otilde;es e calibra&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>Sele&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies: Que tipo de sementes utilizar, assim como os m&eacute;todos e a altura ideal para a sementeira.<o:p></o:p></p>
<p>Gest&atilde;o do solo: A import&acirc;ncia do enrelvamento no combate &agrave; eros&atilde;o do solo e na melhoria da fertilidade.<o:p></o:p></p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es &Uacute;teis<o:p></o:p></p>
<p>Data: 9 de outubro de 2026<o:p></o:p></p>
<p>Hor&aacute;rio: Das 10h30 &agrave;s 12h30 (seguido de almo&ccedil;o de confraterniza&ccedil;&atilde;o)<o:p></o:p></p>
<p>Local: Ensaio Vinha - Ch&atilde;os, Freiria, Torres Vedras<o:p></o:p></p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdQh-AJpvV8jwi4VgemIW2XKtPuyxmfbqS1VBLnW12ksY-7zw/viewform">https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdQh-AJpvV8jwi4VgemIW2XKtPuyxmfbqS1VBLnW12ksY-7zw/viewform</a><o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:37:15 GMT</pubDate></item><item><title>Universidade de Coimbra abre candidaturas para a 21.ª edição do curso de Plantas Aromáticas e Óleos Essenciais</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/universidade-de-coimbra-abre-candidaturas-para-a-21-edicao-do-curso-de-plantas-aromaticas-e-oleos-essenciais/</link><guid isPermaLink='false'>41894</guid><description><![CDATA[<p>Est&atilde;o abertas as candidaturas para a 21.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do curso de forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua em Plantas Arom&aacute;ticas e &Oacute;leos Essenciais da Universidade de Coimbra, uma oportunidade para aprofundar conhecimentos sobre a produ&ccedil;&atilde;o, caracteriza&ccedil;&atilde;o e o potencial destes recursos nas &aacute;reas da sa&uacute;de e da ind&uacute;stria.</p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260909102355-plantas.jpg" width="850" height="713" alt="" /></p>
<p>Com uma carga hor&aacute;ria total de 60 horas (equivalentes a 2 ECTS), a forma&ccedil;&atilde;o decorre em regime de ensino a dist&acirc;ncia (ass&iacute;ncrono), permitindo uma gest&atilde;o flex&iacute;vel do tempo de estudo. O programa foca-se no estudo dos metabolitos secund&aacute;rios, &oacute;leos essenciais e respetivas tecnologias de extra&ccedil;&atilde;o e aplica&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Resumo das Informa&ccedil;&otilde;es Chave<o:p></o:p></p>
<p>Data de realiza&ccedil;&atilde;o: 27 de outubro a 21 de dezembro de 2026<o:p></o:p></p>
<p>Prazo de candidaturas: At&eacute; 15 de setembro de 2026<o:p></o:p></p>
<p>Formato: Online (ass&iacute;ncrono), ministrado em portugu&ecirc;s<o:p></o:p></p>
<p>Propina: 300&euro;<o:p></o:p></p>
<p>Candidatura: <a href="https://www.uc.pt/ucd/cursos/cursos-com-candidaturas-abertas/paoe/?fbclid=IwY2xjawULkoRwZG9mAWV4dG4DYWVtAjEwAGJyaWQRMTZrV2JwdkhQNnZnRnR4MVRzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEejmK1UG9hPGL7RZ0IiCLaNGsWUpW1zXJG5Zl_xpUMLXHDAWHpH8UaLxGFBXk_aem_Di9WhjlKOwjWs0U72DIiWg">https://www.uc.pt/ucd/cursos/cursos-com-candidaturas-abertas/paoe/?fbclid=IwY2xjawULkoRwZG9mAWV4dG4DYWVtAjEwAGJyaWQRMTZrV2JwdkhQNnZnRnR4MVRzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEejmK1UG9hPGL7RZ0IiCLaNGsWUpW1zXJG5Zl_xpUMLXHDAWHpH8UaLxGFBXk_aem_Di9WhjlKOwjWs0U72DIiWg</a><o:p></o:p></p>
<p>Nota: Esta forma&ccedil;&atilde;o destina-se a profissionais, investigadores, estudantes e entusiastas que pretendam explorar o valor agron&oacute;mico, industrial e terap&ecirc;utico das plantas arom&aacute;ticas.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 588px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:11:18 GMT</pubDate></item><item><title>Mondego Agrícola regressa com foco na inovação e segurança alimentar</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/mondego-agricola-regressa-com-foco-na-inovacao-e-seguranca-alimentar/</link><guid isPermaLink='false'>41893</guid><description><![CDATA[<p><strong>O evento Mondego Agr&iacute;cola 2026 realiza-se nos pr&oacute;ximos dias 10 e 11 de setembro, assumindo-se como um ponto de encontro incontorn&aacute;vel para o setor agr&iacute;cola nacional.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260908125343-mondego.jpg" width="850" height="978" alt="" /></p>
<p>A iniciativa, organizada pela EPDRBM (Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Baixo Mondego), combina a vertente t&eacute;cnico-cient&iacute;fica com a demonstra&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica no terreno.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Destaques do Programa e Debates Estrat&eacute;gicos<o:p></o:p></p>
<p>A edi&ccedil;&atilde;o deste ano conta com um programa robusto de palestras e pain&eacute;is tem&aacute;ticos:<o:p></o:p></p>
<p>Sess&atilde;o de Abertura (10 de setembro, 14:30): Conta com interven&ccedil;&otilde;es institucionais de Vasco Martins (ADA), Carlos Pl&aacute;cido (CACMV), Ribau Esteves (CCDRC), Jos&eacute; Ver&iacute;ssimo (CMMV) e do Secret&aacute;rio de Estado da Agricultura, Jo&atilde;o Moura.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>Painel 1 &ndash; &quot;Inovar para alimentar: Agricultura Regenerativa e Tecnologias de Precis&atilde;o ao Servi&ccedil;o da Seguran&ccedil;a Alimentar&quot; (10 de setembro, 15:00): Re&uacute;ne peritos como Lu&iacute;s Alcino (IPPortalegre), Lu&iacute;s Coelho (ESAC), o consultor Andr&eacute; Antunes e Jo&atilde;o Toledo (GPP), com modera&ccedil;&atilde;o de Vanda Batista (CCDRC).&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>Painel 2 &ndash; &quot;PAC p&oacute;s 2027: Evolu&ccedil;&atilde;o dos mercados dos cereais&quot; (11 de setembro, 11:30): Um debate focado no futuro agr&iacute;cola europeu e na fileira dos cereais, com as participa&ccedil;&otilde;es de Bruno Dimas (GPP), Jaime Pi&ccedil;arra (ANAC), Carlos Amaral (AOP) e Jo&atilde;o Grilo (AAVM), moderado por Tiago Pinto (ANPROMIS).&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Ensaios de Campo e Demonstra&ccedil;&atilde;o de M&aacute;quinas<o:p></o:p></p>
<p>Ao longo dos dois dias, entre as 09:00 e as 18:00 (com adapta&ccedil;&otilde;es hor&aacute;rias no dia 11), os visitantes poder&atilde;o acompanhar de perto ensaios pr&aacute;ticos dedicados a culturas predominantes na regi&atilde;o:<o:p></o:p></p>
<p>Ensaios de Arroz: Focados em tecnologias de condu&ccedil;&atilde;o, variedades, herbicidas, fungicidas e bioestimulantes.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>Ensaios de Milho: Centrados em novas variedades, herbicidas, bioestimulantes e solu&ccedil;&otilde;es de fertiliza&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>Ensaios de Batata: Avalia&ccedil;&atilde;o de variedades, fitof&aacute;rmacos, fertilizantes e bioestimulantes, incluindo momentos dedicados &agrave; colheita.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>O evento destaca-se igualmente pela forte componente mec&acirc;nica e tecnol&oacute;gica, com demonstra&ccedil;&otilde;es em campo de tratores, ceifeiras, alfaias e drones. A tradicional Exposi&ccedil;&atilde;o de Tratores do Baixo Mondego e a habitual marcha de encerramento de tratores e alfaias (marcada para as 18:00 de ambos os dias) completam o programa din&acirc;mico no terreno.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 12:51:02 GMT</pubDate></item><item><title>A agricultura entra na era dos sistemas conectados: cinco tecnologias que estão a transformar o campo</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/a-agricultura-entra-na-era-dos-sistemas-conectados-cinco-tecnologias-que-estao-a-transformar-o-campo/</link><guid isPermaLink='false'>41892</guid><description><![CDATA[<p><strong>A Stratesys identifica a interoperabilidade entre maquinaria, dados e plataformas como o pr&oacute;ximo grande salto da agricultura de precis&atilde;o. A falta de conectividade rural, o investimento inicial e a forma&ccedil;&atilde;o digital continuam a travar a ado&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica entre as explora&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas de menor dimens&atilde;o.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260908124916-strategys.jpg" width="850" height="567" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Durante s&eacute;culos, a produtividade agr&iacute;cola dependeu quase por completo da experi&ecirc;ncia acumulada pelo agricultor: o conhecimento do terreno, a leitura do clima e a intui&ccedil;&atilde;o desenvolvida ao longo de sucessivas temporadas. Essa forma de gerir o campo convive hoje com sat&eacute;lites, sensores, algoritmos e rob&ocirc;s que permitem tomar decis&otilde;es com um n&iacute;vel de precis&atilde;o impens&aacute;vel h&aacute; apenas uma d&eacute;cada.<o:p></o:p></p>
<p>O setor agro tem-se tornado, assim, uma das &aacute;reas onde a transforma&ccedil;&atilde;o digital avan&ccedil;a com intensidade, impulsionada pela press&atilde;o regulamentar, pelo aumento do custo dos fatores de produ&ccedil;&atilde;o, pela escassez de m&atilde;o de obra e por uma exig&ecirc;ncia crescente de sustentabilidade.<o:p></o:p></p>
<p>Esta &eacute; uma das principais conclus&otilde;es da an&aacute;lise realizada por especialistas da Stratesys sobre a evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica do setor agro. A an&aacute;lise assinala que o setor est&aacute; a entrar numa nova etapa da agricultura de precis&atilde;o. Perante uma primeira fase caracterizada pela incorpora&ccedil;&atilde;o de ferramentas digitais independentes, a denominada Agricultura de Precis&atilde;o 2.0 baseia-se na liga&ccedil;&atilde;o entre sistemas, na integra&ccedil;&atilde;o dos dados e na automatiza&ccedil;&atilde;o das decis&otilde;es no &acirc;mbito da opera&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria das explora&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>&laquo;A tecnologia n&atilde;o vem substituir o conhecimento acumulado pelos agricultores. A sua fun&ccedil;&atilde;o &eacute; complementar essa experi&ecirc;ncia com informa&ccedil;&atilde;o mais precisa, antecipar riscos e ajudar a utilizar melhor recursos que s&atilde;o cada vez mais escassos e dispendiosos&raquo;, explica Luis Piguillem, diretor associado da Stratesys e respons&aacute;vel pelo setor agro.</p>
<p><o:p></o:p></p>
<p><strong>Cinco tecnologias que est&atilde;o a redefinir a atividade agr&iacute;cola</strong><o:p></o:p></p>
<p>Neste sentido, os especialistas da Stratesys identificam cinco grandes blocos tecnol&oacute;gicos que est&atilde;o a impulsionar a transforma&ccedil;&atilde;o do setor:<o:p></o:p></p>
<p>Sensores e Internet das Coisas. Os sistemas de medi&ccedil;&atilde;o permitem conhecer vari&aacute;veis como a humidade do solo, o n&iacute;vel de nutrientes, a radia&ccedil;&atilde;o solar ou as condi&ccedil;&otilde;es ambientais. Esta informa&ccedil;&atilde;o ajuda a aplicar &aacute;gua, fertilizantes ou sementes de forma diferenciada em cada zona da explora&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Sat&eacute;lites e drones. A observa&ccedil;&atilde;o remota facilita a monitoriza&ccedil;&atilde;o do estado das culturas e a dete&ccedil;&atilde;o precoce de pragas, defici&ecirc;ncias nutricionais ou situa&ccedil;&otilde;es de stress h&iacute;drico. Deste modo, os agricultores podem atuar apenas nas &aacute;reas que necessitam de interven&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Intelig&ecirc;ncia artificial e an&aacute;lise preditiva. Os algoritmos combinam informa&ccedil;&atilde;o proveniente de sensores, imagens de sat&eacute;lite e previs&otilde;es meteorol&oacute;gicas para antecipar riscos, recomendar a&ccedil;&otilde;es, estimar o volume das colheitas e otimizar os calend&aacute;rios de sementeira, rega e fertiliza&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Rob&oacute;tica e automatiza&ccedil;&atilde;o. A maquinaria aut&oacute;noma come&ccedil;a a assumir tarefas como a sementeira, a pulveriza&ccedil;&atilde;o seletiva ou a manuten&ccedil;&atilde;o das culturas, reduzindo a necessidade de supervis&atilde;o cont&iacute;nua e contribuindo para fazer face &agrave; escassez de m&atilde;o de obra.<o:p></o:p></p>
<p>Blockchain e rastreabilidade alimentar. A tecnologia de blockchain permite registar informa&ccedil;&atilde;o sobre a origem do produto, a data da colheita, os tratamentos aplicados, as condi&ccedil;&otilde;es de transporte e armazenamento ou a sua pegada de carbono, refor&ccedil;ando a transpar&ecirc;ncia de toda a cadeia alimentar.<o:p></o:p></p>
<p>A aplica&ccedil;&atilde;o conjunta destas tecnologias permite passar de uma gest&atilde;o uniforme das explora&ccedil;&otilde;es para um modelo de interven&ccedil;&atilde;o seletiva, no qual os recursos s&atilde;o utilizados apenas onde e quando s&atilde;o necess&aacute;rios.<o:p></o:p></p>
<p>A margem de crescimento, contudo, continua a ser ampla.<o:p></o:p></p>
<p>Em Portugal, a agricultura representa uma parte significativa do territ&oacute;rio nacional: em 2023, a Superf&iacute;cie Agr&iacute;cola Utilizada (SAU) correspondia a 41,9% da superf&iacute;cie territorial do pa&iacute;s, segundo dados do INE disponibilizados pela PORDATA. Portugal tem sofrido transforma&ccedil;&otilde;es ao n&iacute;vel da incorpora&ccedil;&atilde;o da tecnologia, refor&ccedil;ando sempre a import&acirc;ncia de tecnologias capazes de melhorar a efici&ecirc;ncia da utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos, otimizar as opera&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas e apoiar uma gest&atilde;o mais precisa e sustent&aacute;vel das explora&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>De acumular informa&ccedil;&atilde;o a tomar melhores decis&otilde;es<o:p></o:p></p>
<p>Uma das principais mudan&ccedil;as identificadas pela Stratesys &eacute; a evolu&ccedil;&atilde;o das necessidades das explora&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas. Depois de anos a gerar grandes quantidades de informa&ccedil;&atilde;o, o setor come&ccedil;a a procurar plataformas capazes de integrar esses dados e traduzi-los em recomenda&ccedil;&otilde;es diretamente aplic&aacute;veis.<o:p></o:p></p>
<p>&laquo;A tecnologia s&oacute; acrescenta valor quando simplifica a tomada de decis&otilde;es. O agricultor n&atilde;o precisa de receber mais dados, mas de saber o que deve fazer, em que momento e em que zona concreta da sua explora&ccedil;&atilde;o&raquo;, sublinha Piguillem.<o:p></o:p></p>
<p>A interoperabilidade ser&aacute;, neste contexto, um dos elementos determinantes para a evolu&ccedil;&atilde;o do setor. A possibilidade de ligar maquinaria de diferentes fabricantes e centralizar a informa&ccedil;&atilde;o numa &uacute;nica plataforma pode contribuir para prolongar a vida &uacute;til dos equipamentos, reduzir a depend&ecirc;ncia de ecossistemas tecnol&oacute;gicos fechados e melhorar a rentabilidade dos investimentos.<o:p></o:p></p>
<p>Al&eacute;m disso, uma gest&atilde;o integrada dos dados facilitar&aacute; o cumprimento das novas obriga&ccedil;&otilde;es regulamentares relacionadas com a utiliza&ccedil;&atilde;o de fertilizantes, os tratamentos aplicados, a rastreabilidade dos alimentos e a medi&ccedil;&atilde;o do impacto ambiental.<o:p></o:p></p>
<p>Conectividade, investimento e forma&ccedil;&atilde;o: os principais desaf&iacute;os<o:p></o:p></p>
<p>Apesar do avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico, a ado&ccedil;&atilde;o continua a ser desigual. O custo inicial dos equipamentos continua a constituir uma barreira para as explora&ccedil;&otilde;es de pequena e m&eacute;dia dimens&atilde;o, enquanto as limita&ccedil;&otilde;es de conectividade em determinadas zonas rurais dificultam a utiliza&ccedil;&atilde;o de plataformas na nuvem e de solu&ccedil;&otilde;es que exigem uma troca cont&iacute;nua de informa&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>A isto junta-se a necessidade de refor&ccedil;ar a forma&ccedil;&atilde;o digital dos profissionais do setor agr&iacute;cola e de estabelecer modelos claros relativamente &agrave; propriedade, ao armazenamento e &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o dos dados gerados pelas explora&ccedil;&otilde;es. A confian&ccedil;a constitui um requisito pr&eacute;vio para a partilha de informa&ccedil;&atilde;o. Os agricultores precisam de saber quem controla esses dados, onde est&atilde;o alojados, quem pode aceder-lhes e para que finalidade s&atilde;o utilizados.<o:p></o:p></p>
<p>Sem estas garantias, dificilmente as explora&ccedil;&otilde;es partilhar&atilde;o informa&ccedil;&atilde;o produtiva, econ&oacute;mica ou agron&oacute;mica que consideram estrat&eacute;gica. Esta falta de partilha limitaria a capacidade de ligar diferentes fontes, alimentar modelos preditivos fi&aacute;veis e dispor de uma vis&atilde;o completa sobre a qual basear as decis&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>&laquo;O desafio n&atilde;o &eacute; exclusivamente tecnol&oacute;gico. Para que esta transforma&ccedil;&atilde;o chegue ao conjunto do setor, &eacute; necess&aacute;rio facilitar a conectividade, desenvolver solu&ccedil;&otilde;es compat&iacute;veis e acess&iacute;veis, acompanhar os agricultores durante todo o processo de ado&ccedil;&atilde;o e estabelecer garantias de seguran&ccedil;a e transpar&ecirc;ncia que permitam a cada explora&ccedil;&atilde;o manter o controlo sobre a sua informa&ccedil;&atilde;o&raquo;, defende o diretor associado da Stratesys.<o:p></o:p></p>
<p></p>
<p>Segundo a empresa, a digitaliza&ccedil;&atilde;o deixar&aacute; progressivamente de ser um elemento diferenciador reservado &agrave;s explora&ccedil;&otilde;es mais avan&ccedil;adas para se tornar uma condi&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria para competir, responder &agrave;s exig&ecirc;ncias do mercado e avan&ccedil;ar rumo a uma produ&ccedil;&atilde;o mais eficiente e sustent&aacute;vel, sempre como apoio ao crit&eacute;rio e ao conhecimento profissional do agricultor.<span style="font-size: 10pt; line-height: 15.3333px; font-family: &quot;Open Sans&quot;;"><o:p></o:p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; line-height: 16.8667px; font-size: 11pt; font-family: Calibri, sans-serif; text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10pt; line-height: 15.3333px; font-family: &quot;Open Sans&quot;;"><o:p></o:p></span></b></p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 591px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 12:46:51 GMT</pubDate></item><item><title>Mondego Agrícola: Evento debate inovação, segurança alimentar e o futuro da PAC</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/mondego-agricola-evento-debate-inovacao-seguranca-alimentar-e-o-futuro-da-pac/</link><guid isPermaLink='false'>41891</guid><description><![CDATA[<p><strong>&nbsp;O evento Mondego Agr&iacute;cola prepara-se para decorrer nos pr&oacute;ximos dias 10 e 11 de setembro, contando com um programa de palestras focado nos grandes desafios atuais do setor agr&iacute;cola, desde a agricultura regenerativa at&eacute; &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o dos mercados de cereais.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260907143520-mondego.jpg" width="850" height="909" class="img-responsive" alt="" /></p>
<h3 data-path-to-node="2">Destaques do Programa:</h3>
<ul data-path-to-node="3">
    <li>
    <p data-path-to-node="3,0,0">10 de setembro (Tarde): A sess&atilde;o de abertura, marcada para as 14h30, contar&aacute; com interven&ccedil;&otilde;es institucionais de Vasco Martins (ADA), Carlos Pl&aacute;cido (CACMV), Ribau Esteves (CCDRC), Jos&eacute; Ver&iacute;ssimo (CMMV) e do Secret&aacute;rio de Estado da Agricultura, Jo&atilde;o Moura.</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="3,1,0">Painel 1 &ndash; &quot;Inovar para alimentar. Agricultura Regenerativa e Tecnologias de Precis&atilde;o ao Servi&ccedil;o da Seguran&ccedil;a Alimentar&quot;: Agendado para as 15h00, este painel re&uacute;ne especialistas como Lu&iacute;s Alcino (Instituto Polit&eacute;cnico de Portalegre), Lu&iacute;s Coelho (Escola Superior Agr&aacute;ria de Coimbra), o consultor Andr&eacute; Antunes e Jo&atilde;o Toledo (GPP), com modera&ccedil;&atilde;o de Vanda Batista (CCDRC).</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="3,2,0">11 de setembro (Manh&atilde;): Pelas 11h30, o Painel 2 coloca em cima da mesa o tema &quot;PAC p&oacute;s 2027. Evolu&ccedil;&atilde;o dos mercados dos cereais&quot;. A discuss&atilde;o contar&aacute; com as perspetivas de Bruno Dimas (GPP), Jaime Pi&ccedil;arra (AAC), Carlos Amaral (AOP) e Jo&atilde;o Grilo (AAVM), sob a modera&ccedil;&atilde;o de Tiago Pinto (ANPROMIS).</p>
    </li>
</ul>
<p data-path-to-node="4">Organizado pela EPDRBM (Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Baixo Mondego), o evento conta com uma vasta rede de parceiros e colaboradores institucionais e empresariais ligados ao setor agroindustrial.</p>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 14:32:58 GMT</pubDate></item><item><title>Quanto vale um solo saudável? Primeiro encontro nacional de agricultura regenerativa arranca quarta-feira na Golegã</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/quanto-vale-um-solo-saudavel-primeiro-encontro-nacional-de-agricultura-regenerativa-arranca-quarta-feira-na-golega/</link><guid isPermaLink='false'>41890</guid><description><![CDATA[<p><strong>A 9 e 10 de setembro, a Quinta da Melhorada, na Azinhaga, recebe o TERRA&rsquo;26: dois dias, 46 sess&otilde;es, cerca de 60 oradores e 40 expositores, num ano em que o Banco Mundial projeta uma subida superior a 30% no &iacute;ndice global de fertilizantes.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260907142829-terra26.jpg" width="850" height="1038" alt="" /></p>
<div>
<p>O TERRA&rsquo;26 &ndash; Enraizados no Futuro re&uacute;ne esta quarta e quinta-feira, na Quinta da Melhorada, na Azinhaga, Goleg&atilde;, agricultores, investigadores, empresas e decisores p&uacute;blicos. &Eacute; o primeiro encontro profissional em Portugal inteiramente dedicado &agrave; agricultura regenerativa e junta, em dois dias cerca de 60 oradores e 40 expositores, em torno de uma pergunta que ganhou urg&ecirc;ncia este ano: como continuar a produzir alimentos quando os custos dos fatores de produ&ccedil;&atilde;o disparam.&nbsp;</p>
<p>O encontro chega num dos anos mais dif&iacute;ceis da &uacute;ltima d&eacute;cada para os custos agr&iacute;colas. Depois do encerramento quase total do Estreito de Ormuz, por onde passa perto de um quarto das exporta&ccedil;&otilde;es mundiais de ureia, o pre&ccedil;o deste fertilizante azotado subiu cerca de 80% entre fevereiro e abril e ultrapassou os 850 d&oacute;lares por tonelada. O Banco Mundial projeta para 2026 uma subida superior a 30% no &iacute;ndice global de fertilizantes, que levou a Comiss&atilde;o Europeia a apresentar em maio uma estrat&eacute;gia para reduzir a exposi&ccedil;&atilde;o externa do setor.&nbsp;</p>
<p>&Eacute; aqui que a agricultura regenerativa deixa de ser apenas um debate ambiental. Pr&aacute;ticas regenerativas como reduzir a mobiliza&ccedil;&atilde;o do solo, mant&ecirc;-lo coberto, introduzir culturas de cobertura com leguminosas, aproveitar melhor os nutrientes e os efluentes pecu&aacute;rios e produzir localmente mais alimenta&ccedil;&atilde;o animal traduz-se em menos gas&oacute;leo queimado e menos fertilizante comprado fora da Europa. &laquo;Este modelo pretende que os agricultores ganhem mais dinheiro, tenham mais economia na sua produ&ccedil;&atilde;o a partir da redu&ccedil;&atilde;o dos custos&raquo;, resume Jo&atilde;o Coimbra, agricultor da Quinta da Cholda e impulsionador do encontro.&nbsp;</p>
<p>A proposta n&atilde;o se esgota na conta de custos. &laquo;O agricultor hoje &eacute; chamado a fazer muito mais do que produzir s&oacute; alimentos. Tem de tomar conta do territ&oacute;rio, tem de aumentar os n&iacute;veis de biodiversidade, porque o modelo agr&iacute;cola tem de estar integrado num territ&oacute;rio cada vez mais saud&aacute;vel e n&atilde;o pode ser s&oacute; uma coisa isolada, em que se produzem ali alimentos e n&atilde;o temos mais nenhum contacto com a sociedade.&raquo;&nbsp;</p>
<p>Durante dois dias h&aacute; confer&ecirc;ncias, ensaios de campo e m&aacute;quinas em demonstra&ccedil;&atilde;o &mdash; incluindo um audit&oacute;rio onde o p&uacute;blico entra literalmente dentro do solo. O programa organiza-se em cinco eixos &mdash; sa&uacute;de do solo, das plantas, dos animais, das pessoas e da paisagem e sociedade &mdash; e junta representantes da FAO, da Dire&ccedil;&atilde;o-Geral da Agricultura da Comiss&atilde;o Europeia, do Gabinete de Planeamento e Pol&iacute;ticas (GPP) e da European Alliance for Regenerative Agriculture, a par de agricultores e t&eacute;cnicos de v&aacute;rios pa&iacute;ses europeus e de investigadores da Universidade de &Eacute;vora, do Instituto Superior de Agronomia e da NOVA Medical School.&nbsp;</p>
<p></p>
<p>Do solo ao prato&nbsp;</p>
<p>A agricultura regenerativa parte de uma invers&atilde;o: &laquo;a agricultura moderna faz crescer plantas a partir do solo; a agricultura regenerativa faz crescer solo a partir das plantas&raquo;. Em vez de tratar a terra como um suporte a que se rep&otilde;e com adubo aquilo que a colheita levou, trata-a como um organismo vivo que se alimenta e faz crescer &mdash; mantendo o solo sempre coberto, revolvendo-o o menos poss&iacute;vel, alternando culturas, com ra&iacute;zes vivas todo o ano e, onde fa&ccedil;a sentido, com os animais de volta. Uma agricultura que esgota a terra &eacute; degenerativa; uma agricultura sustent&aacute;vel mant&eacute;m o que encontrou; regenerar &eacute; deix&aacute;-la melhor do que estava.&nbsp;</p>
<p>O modelo acaba por inevitavelmente ser influenciado pela &aacute;gua. Um solo compactado e nu deixa a chuva escorrer &agrave; superf&iacute;cie e leva terra consigo; um solo coberto e com estrutura absorve-a e guarda-a. Num pa&iacute;s que alterna secas prolongadas com chuvadas violentas, &eacute; a diferen&ccedil;a entre um aqu&iacute;fero que recarrega e uma ribeira que transborda. Mais mat&eacute;ria org&acirc;nica no solo &eacute; tamb&eacute;m carbono retirado da atmosfera, e uma paisagem com mais coberto &eacute; uma paisagem com mais vida.&nbsp;</p>
<p>Depois, vem a quest&atilde;o da alimenta&ccedil;&atilde;o. A qualidade do que comemos come&ccedil;a naquilo que a planta conseguiu retirar da terra, e &eacute; a vida do solo &mdash; bact&eacute;rias, fungos, minhocas &mdash; que torna os minerais acess&iacute;veis &agrave;s ra&iacute;zes. Quando essa vida se degrada continua a haver colheita: com azoto, &aacute;gua e sol produz-se volume. A d&uacute;vida &eacute; se se produz o mesmo alimento. &laquo;Hoje temos uma alimenta&ccedil;&atilde;o pobre, pobre em nutrientes, pobre em vitaminas&raquo;, afirma Jo&atilde;o Coimbra.&nbsp;</p>
<p>Nada disto &eacute; consensual, e a organiza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o finge que seja. &laquo;A feira vai ser uma feira de provoca&ccedil;&otilde;es&raquo;, avisa Jo&atilde;o Coimbra. &laquo;Tem coisas que os agricultores n&atilde;o v&atilde;o considerar aceit&aacute;vel fazer.&raquo; O objetivo n&atilde;o &eacute; vender uma receita, mas for&ccedil;ar uma pergunta: se o modelo atual permite, ou n&atilde;o, entregar a explora&ccedil;&atilde;o &agrave; gera&ccedil;&atilde;o seguinte &mdash; numa altura em que se assiste ao fim de muitas gera&ccedil;&otilde;es de agricultores e ao abandono de explora&ccedil;&otilde;es em toda a Europa. Porque no fundo, a agricultura regenerativa, n&atilde;o &eacute; s&oacute; agricultura, mas sim todo um ecossistema que a rodeia e que tem de ser preservado e desenvolvido, para o bem de toda a sociedade.&nbsp;</p>
</div>
<div class="simg-pop-btn" style="position: fixed; top: 910px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 07 Sep 2026 14:18:45 GMT</pubDate></item><item><title>Escola Superior Agrária de Coimbra recebe o Encontro Nacional de Agricultura e Produção Biológica</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/escola-superior-agraria-de-coimbra-recebe-o-encontro-nacional-de-agricultura-e-producao-biologica/</link><guid isPermaLink='false'>41889</guid><description><![CDATA[<p><strong>Nos dias 23, 24 e 25 de setembro, realiza-se o Encontro Nacional de Agricultura e Produ&ccedil;&atilde;o Biol&oacute;gica, na ESAC - Escola Superior Agr&aacute;ria de Coimbra, organizado pela AGROBIO - Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Agricultura Biol&oacute;gica em parceria com a Minha Terra - Federa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Associa&ccedil;&otilde;es de Desenvolvimento Local, reunindo especialistas, representantes institucionais, produtores, investigadores e profissionais do setor para debater os principais desafios e oportunidades da Agricultura Biol&oacute;gica em Portugal.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827140200-bilogo.jpg" width="850" height="1202" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Ao longo dos tr&ecirc;s dias ser&atilde;o abordados temas centrais como:<o:p></o:p></p>
<ul type="disc">
    <li>O futuro da Agricultura;<o:p></o:p></li>
    <li>A PAC (2028&ndash;2034) e a Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola Nacional;<o:p></o:p></li>
    <li>Agricultura Biol&oacute;gica nos Territ&oacute;rios Rurais e Bio-Regi&otilde;es;<o:p></o:p></li>
    <li>Comercializa&ccedil;&atilde;o em Agricultura Biol&oacute;gica;<o:p></o:p></li>
    <li>Inova&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento em Produ&ccedil;&atilde;o Biol&oacute;gica;<o:p></o:p></li>
    <li>Agricultura Biol&oacute;gica, Sa&uacute;de e Ecologia.<o:p></o:p></li>
</ul>
<p>O programa inclui ainda a apresenta&ccedil;&atilde;o de trabalhos cient&iacute;ficos em Agricultura Biol&oacute;gica, a realiza&ccedil;&atilde;o dos Pr&eacute;mios Nacionais da Agricultura Biol&oacute;gica e, no dia 25 de setembro, visitas t&eacute;cnicas &agrave; Quinta do Montalto e &agrave; The Landscape Farm.<o:p></o:p></p>
<p>O evento dirige-se a agricultores, t&eacute;cnicos, estudantes, investigadores, profissionais do setor agroalimentar, entidades e a todos os interessados no desenvolvimento da Agricultura Biol&oacute;gica.<o:p></o:p></p>
<p>📍 Local: ESAC - Escola Superior Agr&aacute;ria de Coimbra<br />
📅 Data: 23 a 25 de setembro<o:p></o:p></p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o no evento &eacute; gratuita, podendo fazer a inscri&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do link: https://forms.gle/tjbbEuoWWPJUCvUq7<o:p></o:p></p>
<p>Para mais informa&ccedil;&otilde;es os interessados poder&atilde;o acompanhar os canais oficiais da Agrobio.<span style="font-size: 11pt; line-height: 16.8667px;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 1230px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 14:00:26 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto INTAQT apresenta resultados de investigação sobre produção pecuária sustentável e de elevada qualidade</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-intaqt-apresenta-resultados-de-investigacao-sobre-producao-pecuaria-sustentavel-e-de-elevada-qualidade/</link><guid isPermaLink='false'>41888</guid><description><![CDATA[<p><strong>Investigadores e representantes do setor pecu&aacute;rio, decisores pol&iacute;ticos e outras partes interessadas ir&atilde;o reunir-se em Hamburgo e online para a Confer&ecirc;ncia Cient&iacute;fica Final do INTAQT, na qual ser&atilde;o apresentados os resultados do projeto.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827140001-projeto.jpg" width="850" height="449" alt="" /></p>
<div>
<p>A confer&ecirc;ncia, que ser&aacute; em ingl&ecirc;s, dar&aacute; a conhecer evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica e ferramentas pr&aacute;ticas desenvolvidas pelo projeto INTAQT para apoiar sistemas de produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria capazes de fornecer produtos de origem animal de elevada qualidade, respondendo simultaneamente a desafios ambientais, econ&oacute;micos e sociais.&nbsp;</p>
<p>Um dos temas centrais do evento ser&aacute; o conceito de &ldquo;multidesempenho&rdquo;, que analisa se os sistemas de produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria podem alcan&ccedil;ar, em simult&acirc;neo, elevados padr&otilde;es de qualidade do produto, sustentabilidade e efici&ecirc;ncia na utiliza&ccedil;&atilde;o dos recursos. Ser&atilde;o apresentados resultados sobre valor nutricional, caracter&iacute;sticas sensoriais, aspetos de sa&uacute;de e seguran&ccedil;a dos produtos de origem animal, envolvimento das partes interessadas e abordagens para avaliar os impactos ambientais ao longo das cadeias de valor.&nbsp;</p>
<p>O programa incluir&aacute; tamb&eacute;m demonstra&ccedil;&otilde;es de ferramentas inovadoras de apoio &agrave; decis&atilde;o desenvolvidas no &acirc;mbito do projeto, incluindo m&eacute;todos de autentica&ccedil;&atilde;o e previs&atilde;o, um quadro de avalia&ccedil;&atilde;o multicrit&eacute;rio e uma plataforma espec&iacute;fica concebida para facilitar a avalia&ccedil;&atilde;o dos sistemas de produ&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>Ser&aacute; dada especial aten&ccedil;&atilde;o ao papel da participa&ccedil;&atilde;o das partes interessadas e dos Living Labs na cocria&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es com produtores, agentes da ind&uacute;stria e outros intervenientes das cadeias de valor. Estas abordagens t&ecirc;m sido determinantes para assegurar que os desenvolvimentos cient&iacute;ficos respondem aos desafios pr&aacute;ticos enfrentados pelo setor pecu&aacute;rio.&nbsp;</p>
<p>A confer&ecirc;ncia ter&aacute; lugar no CCH &ndash; Congress Center Hamburg (Sala Y3) e com participa&ccedil;&atilde;o online dispon&iacute;vel. Ser&aacute; uma excelente oportunidade de debater as implica&ccedil;&otilde;es dos resultados do projeto e o respetivo contributo para a transi&ccedil;&atilde;o para sistemas de produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria mais resilientes.&nbsp;</p>
<p>Informa&ccedil;&otilde;es sobre o evento&nbsp;</p>
<p>Data: 11 de setembro de 2026 Hora: 08:30&ndash;14:30 Local: CCH &ndash; Congress Center Hamburg, Sala Y3, Alemanha Formato: H&iacute;brido (participa&ccedil;&atilde;o presencial e online) Inscri&ccedil;&atilde;o: Gratuita; n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio bilhete para a EAAP&nbsp;</p>
<p>A inscri&ccedil;&atilde;o est&aacute; dispon&iacute;vel em:&nbsp;</p>
<p>https://forms.cloud.microsoft/pages/responsepage.aspx?id=jmw0_SRzDkuaKWDo1QM-P-tGRiTd1l1HrKnSHrKonDBUOE1aRlBQRTRJRVE1VThHUzhOWlVETjJGNC4u&amp;route=shorturl&nbsp;</p>
</div>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 463px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:56:33 GMT</pubDate></item><item><title>EXPOMOR 2026 destaca o papel das mulheres no mundo rural</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/expomor-2026-destaca-o-papel-das-mulheres-no-mundo-rural/</link><guid isPermaLink='false'>41887</guid><description><![CDATA[<p><strong>Feira da Luz, um dos principais pontos de encontro do setor da pecu&aacute;ria extensiva em Portugal, realiza-se de 2 a 7 de setembro, no Parque de Leil&otilde;es de Montemor-o-Novo, reunindo produtores, criadores, associa&ccedil;&otilde;es, empresas, t&eacute;cnicos e outros agentes do mundo rural.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827135537-apormor.jpg" width="850" height="614" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Com entrada gratuita, o certame organizado pela APORMOR - Associa&ccedil;&atilde;o de Produtores do Mundo Rural da Regi&atilde;o de Montemor-o-Novo, apresenta um programa diversificado que combina concursos de ra&ccedil;as bovinas, ovinas, su&iacute;nas e equinas, leil&otilde;es de bovinos reprodutores; exposi&ccedil;&atilde;o de mais de 1000 animais, al&eacute;m de debates e iniciativas de valoriza&ccedil;&atilde;o da atividade agr&iacute;cola e pecu&aacute;ria.<o:p></o:p></p>
<p>Entre os momentos de maior relev&acirc;ncia desta edi&ccedil;&atilde;o est&aacute; o almo&ccedil;o-debate sobre a situa&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola Comum (PAC), no dia 5 de setembro. O encontro ser&aacute; uma oportunidade para reunir produtores e representantes do setor em torno dos principais desafios e perspetivas para a agricultura e a pecu&aacute;ria, num contexto de mudan&ccedil;a das pol&iacute;ticas agr&iacute;colas europeias com a negocia&ccedil;&atilde;o da PAC p&oacute;s 2027 em curso.<o:p></o:p></p>
<p>O programa arranca a 3 de setembro, com o Dia da Ra&ccedil;a Bovina Mertolenga, que &eacute; a Ra&ccedil;a do Ano na EXPOMOR 2026, o Concurso de Melhores Grupo de Alfeires, o Concurso Nacional de Ovinos Merino Precoce e o Concurso do Poldro Mam&atilde;o da Ra&ccedil;a Puro Sangue Lusitano.<o:p></o:p></p>
<p>No dia 4 de setembro, a programa&ccedil;&atilde;o inclui as Agrotalks by Fertiprado, o Concurso Nacional de Presunto e as Conversas de Montanheira, o Concurso de Bovinos da Ra&ccedil;a Charolesa, o Concurso de Ovinos Merino Alem&atilde;o e o workshop &ldquo;A Arte de pegar touros&rdquo;.<o:p></o:p></p>
<p>O dia 5 de setembro ser&aacute; marcado pelo Open de Machos Limousine, pelos concursos de Jovens Reprodutores Ovinos das ra&ccedil;as P3 e &Icirc;le de France, pelo almo&ccedil;o-debate sobre a PAC, pelos leil&otilde;es de vacas gordas e de bovinos machos reprodutores e pela apresenta&ccedil;&atilde;o comentada de bovinos da ra&ccedil;a Wagyu.<o:p></o:p></p>
<p>O dia 6 de setembro ser&aacute; dedicado aos Concursos Nacionais de Bovinos da Ra&ccedil;a Salers e de Ovinos da Ra&ccedil;a Suffolk.<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Mulheres agricultoras em destaque<o:p></o:p></p>
<p>No dia 7 de setembro, a EXPOMOR promove o col&oacute;quio &ldquo;Mulheres Agricultoras &ndash; Vozes, Experi&ecirc;ncias e Desafios&rdquo;, uma iniciativa integrada nas comemora&ccedil;&otilde;es do Ano Internacional da Mulher Agricultora.<o:p></o:p></p>
<p>O encontro pretende dar visibilidade ao papel das mulheres na agricultura e na pecu&aacute;ria, atrav&eacute;s de testemunhos de empreendedoras de diferentes regi&otilde;es e subsetores de Portugal e Espanha. Do vinho do Douro &agrave; horticultura biol&oacute;gica, da produ&ccedil;&atilde;o de pist&aacute;cio, &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de queijo artesanal, passando pela cria&ccedil;&atilde;o de bovinos e pela atividade florestal, o col&oacute;quio dar&aacute; voz a mulheres que lideraram projetos, empresas e explora&ccedil;&otilde;es em diferentes &aacute;reas do mundo rural.<o:p></o:p></p>
<p>Mais do que reconhecer o contributo das mulheres para o setor agr&iacute;cola, o col&oacute;quio pretende promover a partilha de experi&ecirc;ncias e de desafios, mostrando a diversidade dos percursos empresariais e profissionais das mulheres que hoje assumem um papel cada vez mais relevante na agricultura e na pecu&aacute;ria ib&eacute;ricas. O Secret&aacute;rio de Estado da Agricultura, Jo&atilde;o Moura, participa no col&oacute;quio.<o:p></o:p></p>
<p>Durante os dias do certame ser&atilde;o projetadas 14 reportagens em v&iacute;deo com mulheres agricultoras de v&aacute;rias regi&otilde;es de Portugal e de Espanha. A exposi&ccedil;&atilde;o de fotografia &lsquo;Ra&iacute;zes de Mulher &ndash; Sementes de Futuro&rsquo;, promovida pela CCDR Centro- Comiss&atilde;o de Coordena&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Regional do Centro, estar&aacute; patente na EXPOMOR, para dar a conhecer o papel da mulher na agricultura em Portugal ao longo dos tempos.<o:p></o:p></p>
<p>Com um programa que cruza tradi&ccedil;&atilde;o, inova&ccedil;&atilde;o, produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria, conhecimento e debate sobre o futuro do setor, a EXPOMOR 2026 afirma-se como um espa&ccedil;o privilegiado de encontro do mundo rural e de valoriza&ccedil;&atilde;o da agricultura e da pecu&aacute;ria extensiva.<o:p></o:p></p>
<p>A iniciativa conta com o patroc&iacute;nio da C&acirc;mara Municipal de Montemor-o-Novo, Novo Banco, Cr&eacute;dito Agr&iacute;cola e Banco BPI, tendo como parceiro o Rugby Clube de Montemor-o-Novo. Colaboram na organiza&ccedil;&atilde;o diversas associa&ccedil;&otilde;es de criadores, entidades t&eacute;cnicas e cient&iacute;ficas e empresas do setor.<span style="font-size: 12pt; line-height: 17.12px;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 628px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:53:08 GMT</pubDate></item><item><title>AJAP promove formação para Técnicos em Modo de Produção Integrada em Vinha</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ajap-promove-formacao-para-tecnicos-em-modo-de-producao-integrada-em-vinha/</link><guid isPermaLink='false'>41886</guid><description><![CDATA[<p><strong>Associa&ccedil;&atilde;o dos Jovens Agricultores de Portugal promove uma nova edi&ccedil;&atilde;o do curso &ldquo;Modo de Produ&ccedil;&atilde;o Integrada em Vinha&rdquo;, destinado a t&eacute;cnicos que pretendam adquirir ou refor&ccedil;ar conhecimentos e compet&ecirc;ncias para a aplica&ccedil;&atilde;o deste modo de produ&ccedil;&atilde;o na viticultura.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827135224-vinha.jpg" width="850" height="567" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>A forma&ccedil;&atilde;o, homologada pela Dire&ccedil;&atilde;o-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR), tem in&iacute;cio a 29 de setembro e destina-se a detentores de Bacharelato ou Licenciatura &ndash; n&iacute;vel 6 ou superior do Quadro Nacional de Qualifica&ccedil;&otilde;es &ndash; na &aacute;rea das ci&ecirc;ncias agr&aacute;rias e afins, que exer&ccedil;am atividades de apoio t&eacute;cnico aos setores agropecu&aacute;rio, florestal ou agroalimentar.<o:p></o:p></p>
<p>Com uma dura&ccedil;&atilde;o total de 106 horas, o curso pretende capacitar os participantes com os conhecimentos, compet&ecirc;ncias e atitudes necess&aacute;rios &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o do Modo de Produ&ccedil;&atilde;o Integrada em vinha, refor&ccedil;ando a qualifica&ccedil;&atilde;o dos t&eacute;cnicos que prestam apoio ao setor vitivin&iacute;cola.<o:p></o:p></p>
<p>A forma&ccedil;&atilde;o combina uma componente &agrave; dist&acirc;ncia e uma componente presencial. Das 106 horas previstas, 89 decorrem online, distribu&iacute;das por 29 horas de sess&otilde;es s&iacute;ncronas e 60 horas de sess&otilde;es ass&iacute;ncronas, e 17 horas s&atilde;o presenciais.<o:p></o:p></p>
<p>As sess&otilde;es s&iacute;ncronas realizam-se nos dias 29 de setembro; 8, 13, 15, 20, 22, 27 e 29 de outubro; e 3 de novembro, entre as 19h00 e as 22h00.<o:p></o:p></p>
<p>Para facilitar a participa&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos de diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s, a componente presencial est&aacute; organizada em dois grupos. No Grupo Norte/Centro, as sess&otilde;es realizam-se a 24 de outubro, 7 e 28 de novembro. No Grupo Sul, est&atilde;o previstas para os dias 7 e 21 de novembro e 5 de dezembro.<o:p></o:p></p>
<p>O valor da forma&ccedil;&atilde;o &eacute; de 375 euros, isento de IVA, e as inscri&ccedil;&otilde;es j&aacute; se encontram abertas.</p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es e mais informa&ccedil;&otilde;es:<br />
<a href="https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=238&amp;accao=3954&amp;utm_source=chatgpt.com">https://formacao.ajap.pt/informacaocurso.aspx?id=238&amp;accao=3954</a><o:p></o:p></p>
<p>Com esta iniciativa, a AJAP prossegue a sua aposta na forma&ccedil;&atilde;o e capacita&ccedil;&atilde;o dos profissionais do setor agr&iacute;cola, contribuindo para a atualiza&ccedil;&atilde;o de conhecimentos e para o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias t&eacute;cnicas fundamentais para uma viticultura mais sustent&aacute;vel.<span style="font-size: 10pt; line-height: 20px; font-family: Tahoma, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 581px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:50:32 GMT</pubDate></item><item><title>Dia de Campo InovMilho: Solo como ecossistema vivo que pode tornar a agricultura mais resiliente</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/dia-de-campo-inovmilho-solo-como-ecossistema-vivo-que-pode-tornar-a-agricultura-mais-resiliente/</link><guid isPermaLink='false'>41885</guid><description><![CDATA[<p><strong>O solo &eacute; um dos temas em destaque no Dia de Campo InovMilho, que se realiza a 2 de setembro, na Esta&ccedil;&atilde;o Experimental Ant&oacute;nio Teixeira, em Coruche. A import&acirc;ncia de uma utiliza&ccedil;&atilde;o mais sustent&aacute;vel deste recurso ser&aacute; abordada numa sess&atilde;o dedicada ao projeto Soil Academy, apresentado por Cristina Cruz, da Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Universidade de Lisboa.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827134947-diacampo.jpg" width="850" height="1202" alt="" /></p>
<p>&ldquo;A vis&atilde;o que temos do solo mudou muito nos &uacute;ltimos anos. Hoje sabemos que o solo &eacute; um ecossistema vivo que pode estar saud&aacute;vel ou doente e isso faz toda a diferen&ccedil;a na forma como o cuidamos. Apesar deste conhecimento, h&aacute; ainda muito trabalho a fazer para levar esta ideia &agrave;queles que realmente trabalham a terra&rdquo;, afirma Cristina Cruz.<o:p></o:p></p>
<p>Num contexto de altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, maior press&atilde;o sobre os recursos naturais e necessidade de aumentar a efici&ecirc;ncia da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, o conhecimento e a gest&atilde;o adequada do solo assumem uma import&acirc;ncia crescente. A sua conserva&ccedil;&atilde;o &eacute; essencial para garantir a produtividade das culturas e a resili&ecirc;ncia dos sistemas agr&iacute;colas.<o:p></o:p></p>
<p>O Soil Academy aposta precisamente na aproxima&ccedil;&atilde;o entre conhecimento cient&iacute;fico e pr&aacute;tica agr&iacute;cola, promovendo uma utiliza&ccedil;&atilde;o mais sustent&aacute;vel do solo e contribuindo para a capacita&ccedil;&atilde;o dos agricultores.<o:p></o:p></p>
<p>Na visita ao campo, Andr&eacute; Antunes, consultor em Resili&ecirc;ncia Agropecu&aacute;ria, e tamb&eacute;m membro do projeto Soil Academy, falar&aacute; sobre &ldquo;Desafios e oportunidades&rdquo; de uma agricultura mais resiliente, com demonstra&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica do que tem sido feito numa parcela da Esta&ccedil;&atilde;o Experimentar Ant&oacute;nio Teixeira em que foram semeadas, como precedente da cultura do milho, uma mistura com triticale, ervilhaca e trevos. As culturas de cobertura instaladas permitiram mitigar a eros&atilde;o do solo e aportar carbono ao milho. &ldquo;A presen&ccedil;a de carbono pode permitir a utiliza&ccedil;&atilde;o de menos rega e aumentar a capacidade de guardar nutrientes para a planta&rdquo;, explica Andr&eacute; Antunes.<o:p></o:p></p>
<p>O programa do Dia de Campo inclui ainda temas como a agricultura de precis&atilde;o, a fotogrametria aplicada &agrave; cultura do milho, a utiliza&ccedil;&atilde;o de Intelig&ecirc;ncia Artificial e imagens de sat&eacute;lite na monitoriza&ccedil;&atilde;o das culturas e as principais novidades tecnol&oacute;gicas na produ&ccedil;&atilde;o de milho.<o:p></o:p>&nbsp;</p>
<p>Com esta programa&ccedil;&atilde;o, o InovMilho pretende promover a partilha de conhecimento e colocar em debate solu&ccedil;&otilde;es para uma agricultura mais eficiente, sustent&aacute;vel e preparada para os desafios futuros.<span style="font-size: 12pt; line-height: 18.4px; font-family: &quot;Calibri Light&quot;, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 1230px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:47:32 GMT</pubDate></item><item><title>Fundação Mendes Gonçalves lança guia para promover práticas de proteção e regeneração dos solos</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/fundacao-mendes-goncalves-lanca-guia-para-promover-praticas-de-protecao-e-regeneracao-dos-solos/</link><guid isPermaLink='false'>41883</guid><description><![CDATA[<p><strong>A Funda&ccedil;&atilde;o Mendes Gon&ccedil;alves apresenta o guia de boas pr&aacute;ticas Prote&ccedil;&atilde;o e Regenera&ccedil;&atilde;o do Solo, uma publica&ccedil;&atilde;o que re&uacute;ne recomenda&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas baseadas em conhecimento cient&iacute;fico para apoiar agricultores, t&eacute;cnicos e profissionais ligados &agrave; gest&atilde;o do territ&oacute;rio na ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas que contribuam para solos mais saud&aacute;veis e sistemas agr&iacute;colas mais resilientes, produtivos e sustent&aacute;veis. Desenvolvido no &acirc;mbito do programa Regenerar, com o apoio financeiro do projeto Soilscape e enquadrado nos objetivos da Miss&atilde;o Solo do Horizonte Europa, o guia procura aproximar a investiga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da pr&aacute;tica agr&iacute;cola e contribuir para decis&otilde;es adaptadas &agrave; realidade de cada solo, cultura e explora&ccedil;&atilde;o.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260827134546-solos.jpg" width="850" height="567" alt="" /></p>
<p>A agricultura regenerativa tem vindo a ganhar espa&ccedil;o no debate sobre o futuro da produ&ccedil;&atilde;o alimentar, num contexto marcado pelas altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, escassez de &aacute;gua, perda de biodiversidade e necessidade de tornar os sistemas agr&iacute;colas mais resilientes. Transformar estes princ&iacute;pios em decis&otilde;es concretas no terreno exige mais do que adotar um conjunto de pr&aacute;ticas: primeiro &eacute; necess&aacute;rio compreender o contexto e diagnosticar as limita&ccedil;&otilde;es existentes.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; precisamente dessa premissa que parte o guia de boas pr&aacute;ticas Prote&ccedil;&atilde;o e Regenera&ccedil;&atilde;o do Solo: n&atilde;o existem receitas universais para regenerar um solo. Antes de qualquer interven&ccedil;&atilde;o, &eacute; necess&aacute;rio avaliar tr&ecirc;s dimens&otilde;es insepar&aacute;veis da sa&uacute;de do solo &mdash; f&iacute;sica, qu&iacute;mica e biol&oacute;gica. O documento prop&otilde;e, por isso, um percurso que come&ccedil;a no conhecimento e mapeamento do territ&oacute;rio, passa pela observa&ccedil;&atilde;o no campo e pelas an&aacute;lises laboratoriais e s&oacute; depois conduz &agrave; defini&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas mais adequadas a cada realidade.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;A agricultura regenerativa n&atilde;o deve ser encarada como uma receita que se aplica da mesma forma em todo o lado. O primeiro passo &eacute; perceber o estado do solo, quais as suas limita&ccedil;&otilde;es e potencial. Com este guia queremos apoiar a dissemina&ccedil;&atilde;o de conhecimento cient&iacute;fico, tornando-o n&atilde;o s&oacute; mais acess&iacute;vel, mas, sobretudo, mais &uacute;til para quem tem de tomar decis&otilde;es dia a dia no terreno&rdquo;, afirma Manuel dos Santos, diretor do programa Regenerar da Funda&ccedil;&atilde;o Mendes Gon&ccedil;alves.<o:p></o:p></p>
<p>O guia de boas pr&aacute;ticas Prote&ccedil;&atilde;o e Regenera&ccedil;&atilde;o do Solo organiza esta abordagem em torno de seis princ&iacute;pios fundamentais: compreender o contexto; minimizar a perturba&ccedil;&atilde;o do solo; fornecer o solo com carbono; manter o solo coberto; promover a biodiversidade acima e abaixo da superf&iacute;cie; e integrar a pecu&aacute;ria. A partir destes princ&iacute;pios, s&atilde;o aprofundadas seis &aacute;reas: interven&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica no solo; culturas de cobertura; mat&eacute;rias org&acirc;nicas e mulching; fertiliza&ccedil;&atilde;o integrada; gest&atilde;o de pragas e doen&ccedil;as; e integra&ccedil;&atilde;o animal. Em cada uma s&atilde;o apresentados fundamentos agron&oacute;micos, benef&iacute;cios, estrat&eacute;gias de aplica&ccedil;&atilde;o e principais erros a evitar.<o:p></o:p></p>
<p>Entre as pr&aacute;ticas analisadas est&atilde;o, por exemplo, as culturas de cobertura, utilizadas para proteger o solo da eros&atilde;o, favorecer a infiltra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua e aumentar a biodiversidade; a gest&atilde;o da mat&eacute;ria org&acirc;nica, determinante para a estrutura do solo, a reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua e a disponibilidade de nutrientes; ou a fertiliza&ccedil;&atilde;o integrada, assente no equil&iacute;brio nutricional e no conhecimento das necessidades efetivas do solo e das culturas.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;Um dos grandes desafios est&aacute; em conseguir fazer chegar o conhecimento cient&iacute;fico a quem trabalha diariamente no terreno, de forma &uacute;til e reaplic&aacute;vel. &Eacute; esse o papel que queremos assumir com o programa Regenerar: criar pontes entre investiga&ccedil;&atilde;o e pr&aacute;tica, partilhar conhecimento e contribuir para que agricultores e t&eacute;cnicos tenham cada vez mais ferramentas para tomar decis&otilde;es informadas e ajustadas ao seu contexto&rdquo;, acrescenta Manuel dos Santos.<o:p></o:p></p>
<p>O lan&ccedil;amento do guia insere-se na atua&ccedil;&atilde;o do programa Regenerar da Funda&ccedil;&atilde;o Mendes Gon&ccedil;alves, que procura aproximar a ci&ecirc;ncia da pr&aacute;tica agr&iacute;cola, promover a capacita&ccedil;&atilde;o de agricultores, t&eacute;cnicos, escolas e comunidade e contribuir para a regenera&ccedil;&atilde;o dos solos e da biodiversidade. O guia re&uacute;ne refer&ecirc;ncias cient&iacute;ficas nacionais e internacionais e pretende funcionar como uma ferramenta de apoio &agrave; ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas ajustadas &agrave;s caracter&iacute;sticas e objetivos de cada explora&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Pode consultar o guia <a href="https://indd.adobe.com/view/15f394b5-aff1-489a-80c0-3d107e1f07c3">AQUI</a>.&nbsp; &nbsp;<span style="font-size: 11pt; line-height: 16.8667px; font-family: Calibri, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 609px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 13:43:40 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto Rural Innovation Challenges procura candidaturas inovadoras para os territórios rurais</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-rural-innovation-challenges-procura-candidaturas-inovadoras-para-os-territorios-rurais/</link><guid isPermaLink='false'>41882</guid><description><![CDATA[<p><strong>Termina a 16 de agosto o prazo de candidaturas ao Projeto Rural Innovation Challenges, uma iniciativa da AJAP &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o dos Jovens Agricultores de Portugal, que vai premiar 12 candidaturas inovadoras, atribuindo mais de 20 mil euros em pr&eacute;mios a jovens agricultores, jovens empres&aacute;rios rurais e estudantes do ensino profissional e superior.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260811104546-ajap.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Mais do que um concurso, o Projeto Rural Innovation Challenges pretende incentivar&nbsp; a inova&ccedil;&atilde;o e o empreendedorismo nos territ&oacute;rios rurais, promovendo a instala&ccedil;&atilde;o de jovens agricultores e de jovens empres&aacute;rios rurais, valorizando iniciativas com impacto econ&oacute;mico, social e ambiental. O projeto surge numa altura em que Portugal enfrenta um dos seus maiores desafios: a renova&ccedil;&atilde;o geracional e o envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>O Concurso distingue projetos nas categorias Jovem Agricultor, Jovem Empres&aacute;rio Rural, Jovem Talento Agro Rural e Academia Rural, reconhecendo iniciativas inovadoras com impacto econ&oacute;mico, social e ambiental e capazes de contribuir para a valoriza&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>Atualmente, cerca de 80% da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa concentra-se em apenas 20% do territ&oacute;rio nacional, enquanto grande parte das regi&otilde;es do interior continua a perder popula&ccedil;&atilde;o, atividade econ&oacute;mica e capacidade para atrair e fixar jovens.<o:p></o:p></p>
<p>A agricultura enfrenta um enorme desafio de renova&ccedil;&atilde;o geracional. A idade m&eacute;dia dos agricultores portugueses ronda os 64 anos, bastante acima da m&eacute;dia da Uni&atilde;o Europeia (57 anos), e apenas cerca de 3,7% dos agricultores portugueses t&ecirc;m menos de 40 anos, quando a m&eacute;dia europeia&nbsp; n&atilde;o ultrapassa os 11%.<o:p></o:p></p>
<p>Apesar deste cen&aacute;rio, come&ccedil;am a surgir sinais positivos. Entre 2024 e 2025 foram apresentadas mais de 2.000 candidaturas aos apoios &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de Jovens Agricultores, demonstrando que existe uma nova gera&ccedil;&atilde;o interessada em investir na agricultura e nos territ&oacute;rios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; neste contexto que o Projeto Rural Innovation Challenges procura mobilizar uma nova gera&ccedil;&atilde;o para investir, inovar e empreender nos territ&oacute;rios rurais. Para a AJAP, este interesse deve ser acompanhado por pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que para al&eacute;m da agricultura atrav&eacute;s dos jovens agricultores incentive igualmente o empreendedorismo, a inova&ccedil;&atilde;o e a diversifica&ccedil;&atilde;o das atividades econ&oacute;micas no mundo rural atrav&eacute;s da figura do jovem empres&aacute;rio rural.<o:p></o:p></p>
<p>&quot;Queremos mostrar aos jovens que os territ&oacute;rios rurais oferecem hoje oportunidades muito para al&eacute;m da agricultura, em setores como o turismo rural, a economia circular ou as novas tecnologias. Procuramos projetos inovadores capazes de valorizar os recursos locais e contribuir para tornar estes territ&oacute;rios mais competitivos, sustent&aacute;veis e atrativos&quot;, afirma o Diretor-Geral da AJAP, Eng.&ordm; Firmino Cordeiro.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Projeto Rural Innovation Challenges: uma iniciativa nacional em tr&ecirc;s fases<o:p></o:p></p>
<p>O Projeto assenta numa estrat&eacute;gia integrada de valoriza&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios rurais, desenvolvida em tr&ecirc;s fases complementares:<o:p></o:p></p>
<p>Sess&otilde;es de divulga&ccedil;&atilde;o e esclarecimento, que mobilizaram o pa&iacute;s atrav&eacute;s da realiza&ccedil;&atilde;o de 60 sess&otilde;es em escolas profissionais, universidades, institutos polit&eacute;cnicos, escolas superiores agr&aacute;rias, cooperativas, associa&ccedil;&otilde;es de agricultores, munic&iacute;pios, juntas de freguesia, comunidades intermunicipais, CCDR e outras entidades;<o:p></o:p></p>
<p>Concurso Rural Innovation Challenges, com 4 categorias, cujas candidaturas decorrem at&eacute; 16 de agosto;<o:p></o:p></p>
<p>Gala AJAP Portugal Winners, um evento comemorativo, que para al&eacute;m da entrega&nbsp; dos pr&eacute;mios aos 12 projetos vencedores, e que constitui, igualmente, um espa&ccedil;o de reflex&atilde;o e debate sobre o futuro dos territ&oacute;rios rurais.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>O Projeto &eacute; promovido pela AJAP, em parceria com a Caja Rural del Sur e a Agrim&uacute;tuo, contando com o Alto Patroc&iacute;nio do Minist&eacute;rio da Agricultura e Mar e do Grupo do Partido Popular Europeu (PPE), atrav&eacute;s do eurodeputado Paulo Nascimento Cabral.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Candidaturas abertas at&eacute; 16 de agosto<o:p></o:p></p>
<p>A AJAP apela a todos os jovens agricultores, jovens empres&aacute;rios rurais e estudantes eleg&iacute;veis para que aproveitem esta oportunidade e apresentemos as suas iniciativas e projetos inovadores que valorizem os recursos locais e reforcem a competitividade e a atratividade dos territ&oacute;rios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>As candidaturas decorrem at&eacute; 16 de agosto e podem ser submetidas atrav&eacute;s do site da AJAP: www.ajap.pt<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 708px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:41:17 GMT</pubDate></item><item><title>Grande iniciativa de luta dos viticultores pelo futuro do Douro</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/grande-iniciativa-de-luta-dos-viticultores-pelo-futuro-do-douro/</link><guid isPermaLink='false'>41881</guid><description><![CDATA[<p><strong>Foi uma grande iniciativa a Concentra&ccedil;&atilde;o promovida, esta sexta-feira, 7 de Agosto, pela CNA e pela AVADOURIENSE &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o dos Viticultores e da Agricultura Familiar Douriense, frente ao Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), na R&eacute;gua.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260811104031-viti.jpg" width="850" height="622" alt="" /></p>
<div>
<p>Empunhando uma faixa onde se lia &ldquo;Viticultores do Douro em Luta! Pre&ccedil;os Justos! Contratos! Escoar toda a produ&ccedil;&atilde;o!&rdquo;, os viticultores levantaram de novo a voz do Douro, para reafirmar que a actual situa&ccedil;&atilde;o &eacute; insustent&aacute;vel e insuport&aacute;vel, e exigiram a concretiza&ccedil;&atilde;o urgente, j&aacute; nesta vindima, de medidas estruturais para a sua resolu&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>A vindima est&aacute; &agrave; porta e circula novamente no Douro a informa&ccedil;&atilde;o de que as casas compradoras n&atilde;o v&atilde;o ficar com as uvas. Os produtores, sobretudo os pequenos e m&eacute;dios, est&atilde;o, mais uma vez, &agrave; beira do abismo, sem ter a quem vender as uvas, sem pre&ccedil;os ou pre&ccedil;os de mis&eacute;ria, e j&aacute; com os brutais custos de produ&ccedil;&atilde;o suportados.&nbsp;</p>
<p>A poucos dias da Concentra&ccedil;&atilde;o, o Governo, atrav&eacute;s do IVDP, tornou p&uacute;blico mais um Plano para o Douro, mostrando que &eacute; a luta dos viticultores, com reclama&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m com propostas concretas, que pode obrigar o Governo a dar as respostas necess&aacute;rias &agrave; dif&iacute;cil situa&ccedil;&atilde;o da Regi&atilde;o Demarcada do Douro.&nbsp;</p>
<p>Mas a gravidade da situa&ccedil;&atilde;o exige respostas imediatas e n&atilde;o se compadece com cadernos de inten&ccedil;&otilde;es que a realidade tem mostrado que nem sempre se concretizam ou que chegam demasiado tarde para salvar os agricultores da ru&iacute;na.&nbsp;</p>
<p>Medidas como a obrigatoriedade de contratos, com pre&ccedil;os m&iacute;nimos para as uvas fixados pelo Estado, ou a proibi&ccedil;&atilde;o de compra de uvas abaixo dos custos de produ&ccedil;&atilde;o n&atilde;o podem esperar mais um ano para serem aplicadas.&nbsp;</p>
<p>Exige-se tamb&eacute;m no imediato o aumento do quantitativo do benef&iacute;cio1, a utiliza&ccedil;&atilde;o de aguardente regional na produ&ccedil;&atilde;o do vinho generoso, bem como uma medida de destila&ccedil;&atilde;o de crise direccionada prioritariamente para as produ&ccedil;&otilde;es dos s&oacute;cios das adegas cooperativas e para os produtores que n&atilde;o tenham adquirido vinhos a terceiros.&nbsp;</p>
<p>Estas e outras reclama&ccedil;&otilde;es constam de um documento entregue no IVDP por uma delega&ccedil;&atilde;o dos viticultores, reiterando a urg&ecirc;ncia da sua implementa&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>O Douro n&atilde;o pode esperar mais. Os viticultores durienses, com a CNA e a AVADOURIENSE, manter-se-&atilde;o expectantes, e interventivos, pela concretiza&ccedil;&atilde;o das necess&aacute;rias medidas para salvar as suas explora&ccedil;&otilde;es e a RDD e, se nada for feito durante esta vindima, prometem avan&ccedil;ar para novas formas de luta.&nbsp;</p>
<p>Por rendimentos dignos, que permitam continuar a trabalhar as vinhas e a contribuir para a preserva&ccedil;&atilde;o do valios&iacute;ssimo patrim&oacute;nio econ&oacute;mico, social e cultural, que &eacute; a RDD, constru&iacute;da pelas m&atilde;os e pelo suor de muitas gera&ccedil;&otilde;es de viticultores.&nbsp;</p>
</div>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 636px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:34:22 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto europeu aWISH apresenta resultados finais sobre bem-estar animal na EAAP 2026</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-europeu-awish-apresenta-resultados-finais-sobre-bem-estar-animal-na-eaap-2026/</link><guid isPermaLink='false'>41880</guid><description><![CDATA[<p data-path-to-node="2" style="caret-color: rgb(0, 0, 0);"><strong>O projeto europeu aWISH (Animal Welfare Indicators at the Slaughterhouse), financiado pelo programa Horizonte Europa e que conta com a participa&ccedil;&atilde;o da empresa portuguesa CONSULAI, prepara-se para apresentar os seus resultados finais no pr&oacute;ximo dia 10 de setembro de 2026. A apresenta&ccedil;&atilde;o decorrer&aacute; no &acirc;mbito da 77.&ordf; Reuni&atilde;o Anual da EAAP (European Federation of Animal Science), em Hamburgo, Alemanha.</strong></p>
<p data-path-to-node="2" style="caret-color: rgb(0, 0, 0);"><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260805144015-aqwish.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p data-path-to-node="3">Ap&oacute;s quatro anos de investiga&ccedil;&atilde;o, desenvolvimento tecnol&oacute;gico e coopera&ccedil;&atilde;o transnacional, o cons&oacute;rcio do projeto conclui esta fase com solu&ccedil;&otilde;es inovadoras focadas na monitoriza&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o do bem-estar animal em su&iacute;nos e frangos de carne ao longo da cadeia de produ&ccedil;&atilde;o.</p>
<p data-path-to-node="4">Tecnologia e Intelig&ecirc;ncia Artificial ao servi&ccedil;o da Pecu&aacute;ria</p>
<p data-path-to-node="5">O evento final ir&aacute; focar-se na aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica de ferramentas como sensores, intelig&ecirc;ncia artificial, monitoriza&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica e an&aacute;lise avan&ccedil;ada de dados, testadas em diversos contextos produtivos na Europa.</p>
<p data-path-to-node="6">O objetivo destas tecnologias passa por recolher informa&ccedil;&atilde;o objetiva sobre os indicadores de bem-estar animal, apoiando a tomada de decis&atilde;o de produtores, matadouros, t&eacute;cnicos e demais agentes do setor pecu&aacute;rio.</p>
<p data-path-to-node="7">Programa e Participa&ccedil;&atilde;o</p>
<p data-path-to-node="8">Inseridas na programa&ccedil;&atilde;o oficial da EAAP 2026, as apresenta&ccedil;&otilde;es estar&atilde;o divididas em duas sess&otilde;es tem&aacute;ticas subordinadas ao tema &quot;Advancing Animal Welfare Assessment with PLF Technologies: Insights from the aWISH Project and Related Research&quot;:</p>
<ul data-path-to-node="9">
    <li>
    <p data-path-to-node="9,0,0">Sess&atilde;o 79 (Parte 1): In&iacute;cio &agrave;s 08h30 (CET)</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="9,1,0">Sess&atilde;o 94 (Parte 2): In&iacute;cio &agrave;s 14h15 (CET)</p>
    </li>
</ul>
<p data-path-to-node="10">As sess&otilde;es ser&atilde;o dinamizadas em l&iacute;ngua inglesa e contar&atilde;o com a presen&ccedil;a de investigadores, especialistas, representantes da ind&uacute;stria e decisores pol&iacute;ticos para debater a digitaliza&ccedil;&atilde;o e a sustentabilidade no setor pecu&aacute;rio.</p>
<p data-path-to-node="11">Al&eacute;m da presen&ccedil;a f&iacute;sica em Hamburgo, o evento disponibiliza acesso remoto em formato online. Os interessados podem inscrever-se para a <response-element ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER">
<link-block _nghost-ng-c853768019=""><a _ngcontent-ng-c853768019="" target="_blank" rel="noopener" externallink="" _nghost-ng-c2788956453="" jslog="197247;track:generic_click,impression,attention;BardVeMetadataKey:[[&quot;r_f233b1a2b6db1e76&quot;,&quot;c_c5a96f17df0dbad5&quot;,null,&quot;rc_e83a304f50fbae12&quot;,null,null,&quot;pt&quot;,null,1,null,null,1,0]]" href="https://www.google.com/search?q=https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_5245b2woTvW6Q5xjX2WJSg%23/registration" data-hveid="0" decode-data-ved="1" data-ved="0CAAQ_4QMahcKEwipt5nGyYmWAxUAAAAAHQAAAAAQcw">participa&ccedil;&atilde;o online via Zoom</a></link-block>
</response-element></p> ]]></description><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:36:12 GMT</pubDate></item><item><title>Investigadores da Universidade de Leiria e Oeste desenvolvem sistema autónomo de vigilância florestal com operação permanente</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/investigadores-da-universidade-de-leiria-e-oeste-desenvolvem-sistema-autonomo-de-vigilancia-florestal-com-operacao-permanente/</link><guid isPermaLink='false'>41879</guid><description><![CDATA[<p><strong>Investiga&ccedil;&atilde;o prossegue ap&oacute;s o fim do financiamento do projeto DBoidS e evolui em colabora&ccedil;&atilde;o com o Comando Territorial de Leiria da GNR.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260805143536-infodrin.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" />&nbsp;</p>
<p>A tecnologia desenvolvida por investigadores da Universidade de Leiria e Oeste, no &acirc;mbito do projeto DBoidS &ndash; Sistema de G&eacute;meos Digitais e Boids para a Preven&ccedil;&atilde;o de Fogos, continua a evoluir, mais de um ano ap&oacute;s o fim do financiamento atribu&iacute;do pela Funda&ccedil;&atilde;o para a Ci&ecirc;ncia e a Tecnologia (FCT). Numa nova fase de desenvolvimento, os investigadores do CIIC &ndash; Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Inform&aacute;tica e Comunica&ccedil;&otilde;es criaram um sistema aut&oacute;nomo de vigil&acirc;ncia florestal capaz de operar de forma permanente, 24 horas por dia, sete dias por semana.<o:p></o:p></p>
<p>A evolu&ccedil;&atilde;o do sistema decorre em colabora&ccedil;&atilde;o com o Comando Territorial de Leiria da Guarda Nacional Republicana (GNR), tendo em vista a sua futura implementa&ccedil;&atilde;o operacional na preven&ccedil;&atilde;o e dete&ccedil;&atilde;o precoce de inc&ecirc;ndios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>Este novo sistema representa um salto significativo face ao prot&oacute;tipo apresentado em junho de 2025. Gra&ccedil;as &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o de novos equipamentos, nomeadamente drones de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o e uma doca inteligente que permite a aterragem, carregamento e nova descolagem autom&aacute;ticos, o sistema passou a operar de forma totalmente aut&oacute;noma. Enquanto um drone realiza a vigil&acirc;ncia da &aacute;rea florestal, outro permanece na doca a recarregar a bateria, assegurando uma monitoriza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua, sem interrup&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;Quando apresent&aacute;mos os resultados do DBoidS, afirm&aacute;mos que o fim do projeto seria um ponto de partida e n&atilde;o um ponto de chegada. Foi precisamente isso que aconteceu. O interesse demonstrado pelas entidades com quem trabalh&aacute;mos desde o in&iacute;cio, em particular pelo Comando Territorial de Leiria da GNR, motivou-nos a continuar a desenvolver esta tecnologia e a aproxim&aacute;-la das necessidades reais de quem trabalha diariamente na prote&ccedil;&atilde;o da floresta. Hoje damos mais um passo importante, ao transformar uma tecnologia desenvolvida em contexto de investiga&ccedil;&atilde;o num sistema aut&oacute;nomo de vigil&acirc;ncia permanente&rdquo;, afirma Ant&oacute;nio Pereira, professor catedr&aacute;tico e investigador.<o:p></o:p></p>
<p>A colabora&ccedil;&atilde;o com o Comando Territorial de Leiria da GNR tem permitido validar funcionalidades e introduzir melhorias que respondem &agrave;s exig&ecirc;ncias operacionais da vigil&acirc;ncia e preven&ccedil;&atilde;o de inc&ecirc;ndios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;Acompanhamos este projeto desde o in&iacute;cio e reconhecemos o potencial desta tecnologia para complementar os meios atualmente dispon&iacute;veis. Num territ&oacute;rio particularmente sens&iacute;vel ao risco de inc&ecirc;ndio, solu&ccedil;&otilde;es que permitam refor&ccedil;ar a vigil&acirc;ncia permanente e a dete&ccedil;&atilde;o precoce representam uma mais-valia. Acreditamos que este sistema poder&aacute; complementar os meios atualmente existentes e esperamos que, assim que estiverem reunidas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias, possa vir a integrar os instrumentos de apoio &agrave; nossa miss&atilde;o&rdquo;, refere Paulo Sousa, chefe da Sec&ccedil;&atilde;o do Servi&ccedil;o de Prote&ccedil;&atilde;o da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Comando Territorial de Leiria da GNR.<o:p></o:p></p>
<p>O sistema combina drones aut&oacute;nomos, intelig&ecirc;ncia artificial e g&eacute;meos digitais para vigiar &aacute;reas florestais de maior risco, recolhendo e analisando informa&ccedil;&atilde;o em tempo real. Atrav&eacute;s da monitoriza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua, permite identificar potenciais focos de igni&ccedil;&atilde;o e fornecer &agrave;s autoridades informa&ccedil;&atilde;o de apoio &agrave; decis&atilde;o, contribuindo para refor&ccedil;ar a preven&ccedil;&atilde;o e a dete&ccedil;&atilde;o precoce de inc&ecirc;ndios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>Nesta nova fase, o objetivo passa por consolidar a robustez e aperfei&ccedil;oar diferentes componentes da plataforma, designadamente ao n&iacute;vel da interface de visualiza&ccedil;&atilde;o e apoio &agrave; decis&atilde;o, prosseguindo o trabalho de valida&ccedil;&atilde;o operacional da solu&ccedil;&atilde;o com o Comando Territorial de Leiria da GNR, preparando as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para a sua futura implementa&ccedil;&atilde;o pelas autoridades competentes.<span style="font-family: Calibri, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 694px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:34:42 GMT</pubDate></item><item><title>Dia de Campo do InovMilho mostra a Inovação na cultura do milho</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/inovmilho-mostra-a-inovacao-na-cultura-do-milho/</link><guid isPermaLink='false'>41878</guid><description><![CDATA[<p><strong>O Centro Nacional de Compet&ecirc;ncias das Culturas do Milho e Sorgo &ldquo;InovMilho&rdquo; vai levar a cabo no pr&oacute;ximo dia 02 de Setembro, a partir das 09h00, mais um dos seus j&aacute; tradicionais Dias de Campo, na Esta&ccedil;&atilde;o Experimental Ant&oacute;nio Teixeira (INIAV), em Coruche.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260805143025-inovmilho.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Os Dias de Campo do InovMilho constituem uma refer&ecirc;ncia no panorama agr&iacute;cola nacional, revelando-se uma iniciativa fundamental para a cria&ccedil;&atilde;o de sinergias entre o meio cient&iacute;fico-acad&eacute;mico, o sector produtivo nacional e as ind&uacute;strias agro-alimentares.<o:p></o:p></p>
<p>Durante a visita aos ensaios de campo, as empresas e a comunidade cient&iacute;fica e acad&eacute;mica dar&atilde;o a conhecer t&eacute;cnicas e tecnologias inovadoras que potenciam a produtividade e a sustentabilidade da cultura do milho em Portugal.<o:p></o:p></p>
<p>A inscri&ccedil;&atilde;o no Dia de Campo &eacute; gratuita, mas obrigat&oacute;ria e deve ser efetuada at&eacute; dia 26/08/2026. Preencha <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfjlaiufjxzAoC8ZTkRMCPuiNI2krWPIInjVUU5uIl7zH4EAg/viewform">aqui</a> a Ficha de Inscri&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 694px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:21:37 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto FORSAID demonstra tecnologias de monitorização de pragas florestais em Coruche</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-forsaid-demonstra-tecnologias-de-monitorizacao-de-pragas-florestais-em-coruche/</link><guid isPermaLink='false'>41877</guid><description><![CDATA[<p><strong>No pr&oacute;ximo dia 10 de setembro de 2026, o Observat&oacute;rio do Sobreiro e da Corti&ccedil;a, em Coruche, acolhe uma sess&atilde;o de demonstra&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o promovida pelo Instituto Superior de Agronomia (ISA), atrav&eacute;s do Centro de Estudos Florestais (CEF), em parceria com a UNAC &ndash; Uni&atilde;o da Floresta Mediterr&acirc;nica.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260805142039-forsaid.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p data-path-to-node="2">Inserida no &acirc;mbito do projeto europeu FORSAID, a iniciativa &eacute; dirigida aos agentes do setor florestal e centra-se na automatiza&ccedil;&atilde;o da dete&ccedil;&atilde;o e monitoriza&ccedil;&atilde;o de pragas florestais. Durante o evento, ser&atilde;o apresentadas armadilhas inteligentes/autom&aacute;ticas e solu&ccedil;&otilde;es de dete&ccedil;&atilde;o remota com processamento avan&ccedil;ado de dados para identifica&ccedil;&atilde;o de insetos, contando ainda com uma demonstra&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica em campo.</p>
<p data-path-to-node="3">Detalhes do evento:</p>
<ul data-path-to-node="4">
    <li>
    <p data-path-to-node="4,0,0">Data: 10 de setembro de 2026</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="4,1,0">Local: Observat&oacute;rio do Sobreiro e da Corti&ccedil;a, Coruche</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="4,2,0">Organiza&ccedil;&atilde;o: ISA, CEF e UNAC (com o apoio do Munic&iacute;pio de Coruche)</p>
    </li>
    <li>
    <p data-path-to-node="4,3,0">Inscri&ccedil;&otilde;es: As participa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o gratuitas, mas sujeitas a registo pr&eacute;vio atrav&eacute;s do <response-element ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER">
    <link-block _nghost-ng-c853768019=""><a _ngcontent-ng-c853768019="" target="_blank" rel="noopener" externallink="" _nghost-ng-c2788956453="" jslog="197247;track:generic_click,impression,attention;BardVeMetadataKey:[[&quot;r_006b53b86d805b76&quot;,&quot;c_c5a96f17df0dbad5&quot;,null,&quot;rc_c10ae430a86f8625&quot;,null,null,&quot;pt&quot;,null,1,null,null,1,0]]" href="https://forms.gle/DQXTcEE3su5d6YGg6" data-hveid="0" decode-data-ved="1" data-ved="0CAAQ_4QMahcKEwipt5nGyYmWAxUAAAAAHQAAAAAQIQ">formul&aacute;rio de inscri&ccedil;&atilde;o</a></link-block>
    </response-element>.</p>
    </li>
</ul> ]]></description><pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:18:47 GMT</pubDate></item><item><title>Nova edição da Agrotec analisa o futuro do regadio em Portugal através da inteligência de dados</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/nova-edicao-da-agrotec-analisa-o-futuro-do-regadio-em-portugal-atraves-da-inteligencia-de-dados/</link><guid isPermaLink='false'>41876</guid><description><![CDATA[<p><strong>J&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel a edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 58 da revista Agrotec, uma publica&ccedil;&atilde;o de refer&ecirc;ncia t&eacute;cnico-cient&iacute;fica para o setor agr&iacute;cola nacional. Sob o tema central &quot;&Aacute;gua: O Futuro do Regadio em Portugal&quot;, este n&uacute;mero aprofunda os desafios da gest&atilde;o h&iacute;drica num cen&aacute;rio de crescentes press&otilde;es clim&aacute;ticas e custos energ&eacute;ticos vol&aacute;teis, cruzando a ci&ecirc;ncia com a tecnologia de precis&atilde;o diretamente aplicada no terreno.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260720123649-banner58.jpg" alt="Agrotec 58" class="img-responsive" /></p>
<p><strong>Dossier Especial: As ferramentas e estrat&eacute;gias que redesenham o regadio</strong><o:p></o:p></p>
<p>O recurso mais estrat&eacute;gico da agricultura moderna &eacute; analisado a fundo neste dossier especial, que conta com perspetivas institucionais e t&eacute;cnicas das vozes l&iacute;deres do setor:<o:p></o:p></p>
<ul type="disc">
    <li>Entrevista Central com Jos&eacute; N&uacute;ncio (FENAREG): O presidente da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional de Regantes de Portugal aborda o diagn&oacute;stico atual da resili&ecirc;ncia h&iacute;drica no pa&iacute;s. Numa an&aacute;lise clara, N&uacute;ncio salienta: &quot;A efici&ecirc;ncia reduz perdas e aumenta a disponibilidade, mas, por si s&oacute;, n&atilde;o cria &aacute;gua&quot;, enfatizando a necessidade urgente de traduzir o plano pol&iacute;tico &quot;&Aacute;gua que Une&quot; em investimentos concretos de armazenamento e moderniza&ccedil;&atilde;o estrutural.<o:p></o:p></li>
    <li>A Inova&ccedil;&atilde;o com Gon&ccedil;alo Morais Trist&atilde;o (COTR): O Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio detalha como as sondas capacitivas de humidade do solo, a observa&ccedil;&atilde;o orbital e a Intelig&ecirc;ncia Artificial se democratizaram no campo, permitindo reduzir os consumos hist&oacute;ricos de 16.000 m&sup3;/ha na d&eacute;cada de 60 para valores inferiores a 4.000 m&sup3;/ha na atualidade.<o:p></o:p></li>
    <li>Rega de Precis&atilde;o no Milho (Universidade de &Eacute;vora &amp; Terrapro): Jo&atilde;o Serrano e Jo&atilde;o No&eacute;me resumem os resultados do projeto piloto &quot;GO: Regadio de Precis&atilde;o&quot;. Atrav&eacute;s da varia&ccedil;&atilde;o da velocidade de avan&ccedil;o de pivots rotativos &mdash; integrando mapas de condutividade el&eacute;trica aparente do solo (CEa), altimetria e s&eacute;ries temporais de NDVI (Sentinel-2) &mdash;, o estudo demonstra um acr&eacute;scimo de 8% na produtividade m&eacute;dia e uma redu&ccedil;&atilde;o substancial da variabilidade espacial.<o:p></o:p></li>
    <li>Gest&atilde;o Inteligente em Olival Superintensivo: Uma revis&atilde;o assinada por Hugo Escola, J.R. Marques da Silva e Manuela Sim&otilde;es detalha a aplica&ccedil;&atilde;o bem-sucedida da Rega Deficit&aacute;ria Controlada (RDC) no olival em sebe. A imposi&ccedil;&atilde;o de restri&ccedil;&otilde;es h&iacute;dricas moderadas (30-50% da ETc) durante a fase cr&iacute;tica de endurecimento do caro&ccedil;o permite poupan&ccedil;as severas de &aacute;gua sem comprometer a produ&ccedil;&atilde;o, incrementando ainda o teor de polifen&oacute;is no azeite.<o:p></o:p></li>
    <li>Tecnologia e Machine Learning (Projeto HidroliVAR): O Smart Farm Colab, em parceria com a Tero Movigo e a Cooperativa Agr&iacute;cola de Beja e Brinches, apresenta uma metodologia que combina dados meteorol&oacute;gicos ed&aacute;ficos (sistema SOFIS&reg;) com imagens de alta resolu&ccedil;&atilde;o obtidas por drones (VANTs) e sat&eacute;lites di&aacute;rios (LSTFusion/Constellr) para gerar recomenda&ccedil;&otilde;es preditivas e mapas t&eacute;rmicos de stress h&iacute;drico.</li>
</ul>
<p><o:p></o:p></p>
<p><strong>Editorial: &quot;Plano '&Aacute;gua que Une' ou &Aacute;gua que Segrega?&quot;</strong><o:p></o:p></p>
<p>Na abertura da edi&ccedil;&atilde;o, o Diretor da Agrotec, Ant&oacute;nio Malheiro, lan&ccedil;a uma reflex&atilde;o cr&iacute;tica sobre o investimento anunciado de 5400 milh&otilde;es de euros em regadio at&eacute; 2030. Malheiro alerta para o risco de uma &quot;injusti&ccedil;a geogr&aacute;fica&quot; e defende que o desenvolvimento rural deve ser inclusivo, salvaguardando tamb&eacute;m a agricultura de sequeiro, a pastor&iacute;cia tradicional do Interior e a coes&atilde;o territorial.</p>
<p><o:p></o:p></p>
<p><strong>Sa&uacute;de Global (One Health) e Sustentabilidade Ecol&oacute;gica</strong><o:p></o:p></p>
<p>Para al&eacute;m do dossier h&iacute;drico, a edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 58 expande o horizonte cient&iacute;fico para outras tem&aacute;ticas prementes:<o:p></o:p></p>
<ul type="disc">
    <li>A Desfloresta&ccedil;&atilde;o e as Doen&ccedil;as Infeciosas: Um artigo de revis&atilde;o cient&iacute;fica assinado por investigadoras da Escola Superior Agr&aacute;ria do IPVC e do CISAS cruza a destrui&ccedil;&atilde;o de habitats selvagens e as altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas com o fen&oacute;meno de spillover e a emerg&ecirc;ncia de zoonoses (como o &Eacute;bola, Mal&aacute;ria e Coronav&iacute;rus), demonstrando a interdepend&ecirc;ncia descrita pelo conceito One Health.<o:p></o:p></li>
    <li>A Valora&ccedil;&atilde;o dos Polinizadores em Portugal: Uma avalia&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica e financeira in&eacute;dita, coordenada por investigadores do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra, revela que os polinizadores animais s&atilde;o diretamente respons&aacute;veis por 53% da produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola nacional das culturas dependentes. Em 2023, este servi&ccedil;o ecossist&eacute;mico representou um contributo financeiro direto superior a 1,15 mil milh&otilde;es de euros por ano para os produtores portugueses, com destaque para a ma&ccedil;&atilde;, framboesa e pera.<o:p></o:p></li>
</ul>
<p>A edi&ccedil;&atilde;o digital e impressa da Agrotec 58 pode ser adquirida diretamente na loja online em <response-element ng-version="0.0.0-PLACEHOLDER">
<link-block _nghost-ng-c2101998257=""><a href="https://loja.agrotec.pt/" target="_blank" _ngcontent-ng-c2101998257="" externallink="" _nghost-ng-c261213640="" jslog="197247;track:generic_click,impression,attention;BardVeMetadataKey:[[&quot;r_6ad4bf691671f2c6&quot;,&quot;c_9dc19cd233f558ef&quot;,null,&quot;rc_94eb177ab679b7b3&quot;,null,null,&quot;pt&quot;,null,1,null,null,1,0]]" data-hveid="0" decode-data-ved="1" data-ved="0CAAQ_4QMahgKEwij9bqPk-GVAxUAAAAAHQAAAAAQngE">loja.agrotec.pt</a></link-block>
</response-element> ou atrav&eacute;s de assinatura anual. O n&uacute;mero conta ainda com o habitual sum&aacute;rio de novidades bibliogr&aacute;ficas da chancela Agrobook e lan&ccedil;amentos do setor agroalimentar.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 422px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:33:24 GMT</pubDate></item><item><title>Setor da Cortiça aposta na valorização estratégica da fileira para garantir o futuro do Montado</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/setor-da-cortica-aposta-na-valorizacao-estrategica-da-fileira-para-garantir-o-futuro-do-montado/</link><guid isPermaLink='false'>41875</guid><description><![CDATA[<p><strong><span style="font-family: Helvetica; font-size: 11px;">A fileira da corti&ccedil;a em Portugal mant&eacute;m a sua confian&ccedil;a no futuro, alicer&ccedil;ada na inova&ccedil;&atilde;o, na conquista de novos mercados e no compromisso comum entre produ&ccedil;&atilde;o e ind&uacute;stria. Esta mensagem de resili&ecirc;ncia marcou o debate </span><span style="font-family: Helvetica; font-size: 11px;">&ldquo;Corti&ccedil;a: Que Futuro?&rdquo;</span><span style="font-family: Helvetica; font-size: 11px;">, promovido no dia 14 de julho pela UNAC - Uni&atilde;o da Floresta Mediterr&acirc;nica, no Audit&oacute;rio da Confedera&ccedil;&atilde;o dos Agricultores de Portugal (CAP), em Lisboa, com modera&ccedil;&atilde;o de Rita Bonacho, da Dire&ccedil;&atilde;o da UNAC.</span><span style="font-family: Helvetica; font-size: 11px;">&nbsp;</span></strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260720122226-unac.jpg" width="850" height="591" class="img-responsive" alt="" /></p>
<div>
<p class="p2" style="margin: 0px; font-style: normal; font-variant: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; font-size: 11px; line-height: normal; font-family: Helvetica;">Apesar da turbul&ecirc;ncia no mercado da corti&ccedil;a resultante em grande parte das transforma&ccedil;&otilde;es no consumo global de vinho, os principais atores do setor, presentes no evento, tra&ccedil;aram um roteiro de crescimento e sustentabilidade para a pr&oacute;xima d&eacute;cada, reconhecendo a import&acirc;ncia de um pre&ccedil;o justo pago &agrave; produ&ccedil;&atilde;o que, na sua expectativa, dever&aacute; voltar a n&iacute;veis sustent&aacute;veis at&eacute; 2028.&nbsp;</p>
<p>Os participantes convergiram ainda na convic&ccedil;&atilde;o de que a corti&ccedil;a disp&otilde;e de vantagens competitivas &uacute;nicas para continuar a liderar o mercado mundial como mat&eacute;ria-prima de excel&ecirc;ncia, impulsionada pela sua excecional performance ambiental e pelo desenvolvimento de novos segmentos de alto valor acrescentado.&nbsp;</p>
<p>Uni&atilde;o e Sustentabilidade como Pilares de Confian&ccedil;a&nbsp;</p>
<p>Na sess&atilde;o de abertura, o Presidente da CAP, &Aacute;lvaro Mendon&ccedil;a e Moura, destacou a interdepend&ecirc;ncia de todos os atores da fileira que devem saber trabalhar em conjunto, a partir de uma vis&atilde;o comum que seja partilhada por produtores, ind&uacute;stria e Estado, de forma a ser poss&iacute;vel assegurar, a longo prazo, a rentabilidade de todos os elos da cadeia.&nbsp;</p>
<p>Por sua vez Pedro Silveira, Presidente da UNAC, alertou para a perda de rentabilidade dos produtores de corti&ccedil;a e para o risco de degrada&ccedil;&atilde;o da sustentabilidade econ&oacute;mica do montado, defendendo uma valoriza&ccedil;&atilde;o mais justa da produ&ccedil;&atilde;o. Embora reconhe&ccedil;a o potencial dos mercados volunt&aacute;rios de carbono e de futuros mecanismos de valoriza&ccedil;&atilde;o da biodiversidade, Pedro Silveira advertiu que estes instrumentos ainda n&atilde;o est&atilde;o suficientemente acess&iacute;veis aos produtores, pelo que a corti&ccedil;a deve continuar a ser vista como o principal ativo destes ecossistemas florestais &uacute;nicos.&nbsp;</p>
<p>Ind&uacute;stria aposta em mercados alternativos e na valoriza&ccedil;&atilde;o dos produtos&nbsp;</p>
<p>Em resposta &agrave;s queixas dos produtores sobre a atual rentabilidade da corti&ccedil;a a ind&uacute;stria apresentou uma vis&atilde;o focada na cria&ccedil;&atilde;o de valor.&nbsp;</p>
<p>Paulo Am&eacute;rico Oliveira, CEO da Unidade de Neg&oacute;cios da Amorim Florestal, defendeu que a atual redu&ccedil;&atilde;o do consumo de vinho, a n&iacute;vel global, n&atilde;o deve ser encarada como uma amea&ccedil;a inevit&aacute;vel ao futuro da corti&ccedil;a. Para este respons&aacute;vel a fileira tem margem para compensar eventuais perdas atrav&eacute;s da entrada em novos mercados, da valoriza&ccedil;&atilde;o dos vedantes naturais e t&eacute;cnicos ou do crescimento em segmentos premium de v&aacute;rias bebidas espirituosas.&nbsp;</p>
<p>Por seu lado o presidente da ViniPortugal, Frederico Falc&atilde;o, prev&ecirc; que o consumo de vinho continue a diminuir nos pr&oacute;ximos anos, sobretudo na Europa mas, ainda assim, acredita que o crescimento em mercados emergentes poder&aacute; compensar parcialmente as perdas nos pa&iacute;ses tradicionalmente consumidores, identificando novas oportunidades de expans&atilde;o nos mercados da Am&eacute;rica Latina e da &Aacute;sia.&nbsp;</p>
<p>Para o diretor de Gest&atilde;o Florestal e Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais da DIAM, Joaquim Herreros, a sustentabilidade a longo prazo da fileira da corti&ccedil;a depende de um equil&iacute;brio estrutural na cadeia de valor, onde todos os intervenientes - da produ&ccedil;&atilde;o &agrave; ind&uacute;stria - sejam devidamente compensados. Herreros, que tamb&eacute;m defende uma forte aposta na valoriza&ccedil;&atilde;o dos produtos, manifestou a convic&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o ser&aacute; poss&iacute;vel manter, de forma estrutural e prolongada, um cen&aacute;rio em que um segmento da cadeia n&atilde;o seja compensado pelo seu trabalho e investimento.&nbsp;</p>
<p>Tamb&eacute;m o presidente da Cork Supply, Jochen Michalsky, defende um aumento do valor da corti&ccedil;a e dos seus produtos, que deve ser uma prioridade comum &agrave; ind&uacute;stria e aos produtores florestais. Michalsky defendeu que pagar mais pela corti&ccedil;a n&atilde;o significa necessariamente reduzir a rentabilidade das empresas, desde que esse custo esteja associado a mat&eacute;ria-prima de qualidade e a produtos capazes de gerar valor no mercado.&nbsp;</p>
<p>O encerramento do debate foi feito por Nuno Sequeira, do Conselho Diretivo do ICNF que, em representa&ccedil;&atilde;o do Secret&aacute;rio de Estado das Florestas, reafirmou a import&acirc;ncia estrat&eacute;gica para Portugal do montado e da fileira da corti&ccedil;a.&nbsp;</p>
<p>O debate terminou passando a mensagem clara de que a sobreviv&ecirc;ncia deste setor &uacute;nico no mundo exige resili&ecirc;ncia, inova&ccedil;&atilde;o constante e, sobretudo, uma coopera&ccedil;&atilde;o estreita entre quem gere a floresta e quem transforma e comercializa a corti&ccedil;a nos mercados globais.&nbsp;</p>
</div>
<p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 617px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:12:39 GMT</pubDate></item><item><title>Novo guia alimentar revela que mais vegetais podem poupar 57 milhões de euros ao Estado português</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/refeitorios-poblicos-novo-guia-alimentar-revela-que-mais-vegetais-podem-poupar-57-milhoes-de-euros-ao-estado-portugues/</link><guid isPermaLink='false'>41874</guid><description><![CDATA[<p>A associa&ccedil;&atilde;o ProVeg Portugal lan&ccedil;ou um novo guia dedicado &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva, com o objetivo de promover refeit&oacute;rios p&uacute;blicos mais saud&aacute;veis e sustent&aacute;veis.</p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260720120931-legumi.jpg" width="850" height="551" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>O documento destaca a import&acirc;ncia da inclus&atilde;o di&aacute;ria e apelativa de leguminosas e hort&iacute;colas nas ementas escolares, da diversifica&ccedil;&atilde;o das fontes de prote&iacute;na, da prioriza&ccedil;&atilde;o de produtos sazonais, de proximidade e de produ&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica, bem como da limita&ccedil;&atilde;o do consumo de alimentos ultraprocessados.</p>
<p>O guia afirma-se como uma ferramenta estrat&eacute;gica para apoiar as entidades p&uacute;blicas na defini&ccedil;&atilde;o de cadernos de encargos que integrem crit&eacute;rios de sustentabilidade e de promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de. Intitulado de &lsquo;Ementas e Compras P&uacute;blicas Sustent&aacute;veis: Leguminosas na Restaura&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica&rsquo;, o relat&oacute;rio alerta que a alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva representa uma alavanca crucial para a sustentabilidade ambiental, considerando as milh&otilde;es de refei&ccedil;&otilde;es consumidas diariamente, na Europa. &ldquo;A contrata&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica representa cerca de 15% do PIB da Uni&atilde;o Europeia&rdquo;, afirma Joana Oliveira, Diretora Nacional da ProVeg Portugal. &ldquo;Verific&aacute;mos que a&ccedil;&otilde;es simples, como incluir mais vegetais nas ementas, n&atilde;o s&oacute; reduz a pegada ecol&oacute;gica, como constitui uma oportunidade de poupan&ccedil;a financeira substancial para os cofres do Estado portugu&ecirc;s&rdquo;.</p>
<p>O desafio do consumo de leguminosas em Portugal</p>
<p>O foco central do guia reside nas leguminosas, tais como o feij&atilde;o, o gr&atilde;o-de-bico, as lentilhas e as favas. Embora se tratem de alimentos ricos em prote&iacute;na vegetal, fibra, vitaminas e minerais, o consumo m&eacute;dio di&aacute;rio em Portugal permanece significativamente abaixo do recomendado pela Roda dos Alimentos. Para inverter este cen&aacute;rio, a ProVeg Portugal prop&otilde;e diretrizes t&eacute;cnicas para os novos contratos p&uacute;blicos assentes em quatro pilares: a inclus&atilde;o obrigat&oacute;ria e di&aacute;ria de leguminosas, a par com as hort&iacute;colas, nas ementas; privilegiar a produ&ccedil;&atilde;o de proximidade e sazonal atrav&eacute;s de circuitos curtos para apoiar a agricultura nacional; e restri&ccedil;&atilde;o aos alimentos ultraprocessados, dando primazia a op&ccedil;&otilde;es menos processadas e integrais.</p>
<p>Impacto or&ccedil;amental, ambiental e na sa&uacute;de</p>
<p>De acordo com um estudo desenvolvido pela Bryant Research e promovido pela ProVeg International, estabelecer uma meta de 85% de alimentos de origem vegetal nas compras p&uacute;blicas alimentares tem o potencial de gerar uma poupan&ccedil;a direta de 57 milh&otilde;es de euros anuais nos or&ccedil;amentos de aquisi&ccedil;&atilde;o de alimentos do Estado portugu&ecirc;s. A mesma an&aacute;lise prev&ecirc; tamb&eacute;m uma redu&ccedil;&atilde;o de 177,4 milh&otilde;es de euros em custos ambientais e um ganho preventivo na sa&uacute;de p&uacute;blica capaz de evitar quase 26 mil futuros casos de obesidade na popula&ccedil;&atilde;o adulta portuguesa, sublinhando o impacto concreto e tang&iacute;vel da implementa&ccedil;&atilde;o do novo guia da ProVeg Portugal. Apoio t&eacute;cnico gratuito &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es No &acirc;mbito do seu compromisso com a promo&ccedil;&atilde;o de uma alimenta&ccedil;&atilde;o coletiva mais sustent&aacute;vel, a ProVeg Portugal anunciou a disponibiliza&ccedil;&atilde;o de apoio t&eacute;cnico e servi&ccedil;os de consultoria gratuitos &agrave;s entidades p&uacute;blicas. O objetivo da organiza&ccedil;&atilde;o &eacute; apoiar as entidades p&uacute;blicas na elabora&ccedil;&atilde;o ou revis&atilde;o dos cadernos de encargos, de forma a contribuir para o desenvolvimento de ementas que conciliem a aceita&ccedil;&atilde;o por parte dos utentes, a adequa&ccedil;&atilde;o nutricional e a sustentabilidade ambiental.</p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 546px; left: 9px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:06:04 GMT</pubDate></item><item><title>Jovens agricultores impulsionam a agricultura portuguesa com mais de 1,5 mil milhões de euros</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/jovens-agricultores-impulsionam-a-agricultura-portuguesa-com-mais-de-1-5-mil-milhoes-de-euros/</link><guid isPermaLink='false'>41873</guid><description><![CDATA[<p><strong>Mais de 10 mil projetos apoiados nos &uacute;ltimos 15 anos representam 16% do investimento agr&iacute;cola nacional e confirmam o peso crescente da nova gera&ccedil;&atilde;o na transforma&ccedil;&atilde;o do setor.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260720120529-brural.jpg" width="850" height="386" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>O B-Rural Summit 2026 &ndash; um espa&ccedil;o de reflex&atilde;o e debate sobre os desafios e as oportunidades do mundo rural promovida pelo setor agroflorestal e coordenada pela CONSULAI, identificou um conjunto de prioridades para refor&ccedil;ar a competitividade e construir o futuro do setor agroflorestal em Portugal: atrair talento, acelerar a inova&ccedil;&atilde;o, simplificar as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e direcion&aacute;-las para os grandes desafios do setor, bem como aproximar a agricultura da sociedade.<o:p></o:p></p>
<p>Durante o evento poi revelado que, nos&nbsp; &uacute;ltimos 15 anos, os jovens agricultores afirmaram-se como um dos principais motores do investimento e da renova&ccedil;&atilde;o do setor agr&iacute;cola portugu&ecirc;s, sendo respons&aacute;veis por 16% do investimento total realizado na agricultura. Neste per&iacute;odo, foram mobilizados mais de 1,5 mil milh&otilde;es de euros, apoiados mais de 10 mil projetos e consolidada uma nova gera&ccedil;&atilde;o de empres&aacute;rios agr&iacute;colas que gere atualmente cerca de 252 mil hectares de superf&iacute;cie agr&iacute;cola em Portugal. Estes indicadores demonstram o peso crescente dos jovens agricultores na moderniza&ccedil;&atilde;o, competitividade e sustentabilidade do setor, contribuindo para a cria&ccedil;&atilde;o de valor e para a renova&ccedil;&atilde;o geracional da agricultura nacional.<o:p></o:p></p>
<p>Especialistas, empres&aacute;rios, decisores e jovens profissionais e estudantes, reunidos em Lisboa e perante uma plateia cheia e atenta, convergiram na ideia de que o setor re&uacute;ne hoje todas as condi&ccedil;&otilde;es para crescer, criar valor e afirmar-se como um motor de desenvolvimento econ&oacute;mico, territorial, social e ambiental.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>&Agrave; procura de mais talento para continuar a crescer<o:p></o:p></p>
<p>Assumindo, a renova&ccedil;&atilde;o geracional como prioridade do setor que j&aacute; representa mais de 5% do PIB nacional, e tendo em conta que apenas 4,7% dos dirigentes agr&iacute;colas portugueses t&ecirc;m menos de 40 anos, o B-Rural Summit apontou os caminhos para superar este desafio: criar melhores condi&ccedil;&otilde;es para atrair talento, promover o investimento, acelerar a inova&ccedil;&atilde;o e aproximar a agricultura da sociedade.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>O consenso entre os v&aacute;rios participantes foi claro: o setor agroflorestal nacional disp&otilde;e hoje de bases s&oacute;lidas para continuar a crescer, mas o seu futuro depender&aacute; da capacidade de mobilizar pessoas, conhecimento e investimento em torno de uma vis&atilde;o comum.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Uma agricultura mais produtiva, tecnol&oacute;gica e com novas oportunidades para as pessoas<o:p></o:p></p>
<p>A apresenta&ccedil;&atilde;o do estudo &quot;Evolu&ccedil;&atilde;o do Trabalho na Agricultura&quot;, por Pompeu Pais Dias, consultor da CONSULAI, deu in&iacute;cio aos trabalhos evidenciando a profunda transforma&ccedil;&atilde;o que a agricultura portuguesa tem vindo a viver nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas.<o:p></o:p></p>
<p>Os dados mostram um setor cada vez mais produtivo e tecnologicamente evolu&iacute;do, onde a produtividade do trabalho aumentou 277% nos &uacute;ltimos 30 anos, impulsionada pela mecaniza&ccedil;&atilde;o, pela inova&ccedil;&atilde;o e pela ado&ccedil;&atilde;o de tecnologia.<o:p></o:p></p>
<p>A valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho agr&iacute;cola &eacute; igualmente evidente: os sal&aacute;rios cresceram mais de 50% na &uacute;ltima d&eacute;cada e os trabalhadores estrangeiros representam atualmente mais de 40% da m&atilde;o de obra, refletindo o dinamismo de um setor que continua a crescer e a criar oportunidades.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para acelerar a renova&ccedil;&atilde;o geracional<o:p></o:p></p>
<p>Na sess&atilde;o dedicada &agrave;s pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para a agricultura, Isabel Abreu Lima, da CAP, destacou o contributo dos jovens agricultores para a moderniza&ccedil;&atilde;o do setor e defendeu um enquadramento mais favor&aacute;vel &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de novas gera&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>Entre as prioridades identificadas pela oradora, que sublinhou que a necessidade de trazer mais jovens para o setor &eacute; tamb&eacute;m uma prioridade da UE,&nbsp; estiveram uma Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola Comum mais simples, instrumentos de financiamento mais eficazes, maior previsibilidade dos apoios e melhores condi&ccedil;&otilde;es de acesso &agrave; terra, criando um ambiente mais favor&aacute;vel ao investimento e ao desenvolvimento de novos projetos no setor agroflorestal.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Inova&ccedil;&atilde;o, comunica&ccedil;&atilde;o e empreendedorismo para construir a agricultura do futuro<o:p></o:p></p>
<p>A mesa-redonda &quot;Novas Gera&ccedil;&otilde;es e Novas Ideias&quot;, moderada por Rui Almeida, diretor da CONSULAI, reuniu Jos&eacute; Maria Perdig&atilde;o, da OFFCOUSTIC, Isabel Abreu Lima, da CAP, e Rui Quinta, fundador da WITH COMPANY.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Apesar da diversidade dos seus percursos, os intervenientes convergiram numa ideia central: a agricultura do futuro ser&aacute; cada vez mais inovadora, tecnol&oacute;gica e multidisciplinar.<o:p></o:p></p>
<p>A inova&ccedil;&atilde;o, a comunica&ccedil;&atilde;o, a capacidade de trabalhar em rede e o empreendedorismo foram identificados como fatores determinantes para refor&ccedil;ar a competitividade do setor e captar novos perfis profissionais. Os oradores defenderam igualmente que o setor agroflorestal deve comunicar melhor a sua realidade, valorizar os seus casos de sucesso e mostrar &agrave;s novas gera&ccedil;&otilde;es as oportunidades que hoje oferece em &aacute;reas como a gest&atilde;o, a sustentabilidade, a engenharia, a tecnologia ou a comunica&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Da inspira&ccedil;&atilde;o &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o: colabora&ccedil;&atilde;o para construir o futuro<o:p></o:p></p>
<p>No momento de reflex&atilde;o &quot;Da Inspira&ccedil;&atilde;o &agrave; Transforma&ccedil;&atilde;o&quot;, a CONSULAI reuniu Henrique Silvestre Ferreira, presidente da AJAP, Mariana Franco, presidente da AEISA, Matilde Antunes, consultora da CONSULAI, e M&oacute;nica Onofre, respons&aacute;vel de Comunica&ccedil;&atilde;o da CROPLIFE Portugal, contando ainda com o testemunho de Crist&oacute;v&atilde;o Ferreira, distinguido como Melhor Jovem Agricultor de Portugal em 2020.<o:p></o:p></p>
<p>As diferentes interven&ccedil;&otilde;es refor&ccedil;aram uma vis&atilde;o comum sobre os fatores que permitir&atilde;o acelerar a transforma&ccedil;&atilde;o do setor: refor&ccedil;ar os apoios aos jovens agricultores, apostar na forma&ccedil;&atilde;o, valorizar o empreendedorismo e aproximar a agricultura da sociedade atrav&eacute;s de uma comunica&ccedil;&atilde;o mais eficaz.<o:p></o:p></p>
<p>A partilha de conhecimento entre gera&ccedil;&otilde;es, o fortalecimento das redes de colabora&ccedil;&atilde;o e a divulga&ccedil;&atilde;o de exemplos inspiradores surgiram igualmente como elementos fundamentais para tornar o setor mais atrativo e competitivo.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Competitividade, inova&ccedil;&atilde;o e coes&atilde;o territorial<o:p></o:p></p>
<p>Na entrevista que encerrou os trabalhos do B-Rural Summit, conduzida por Paulo Ferreira, do Observador, &Aacute;lvaro Beleza, presidente da SEDES, destacou a agricultura como um dos setores estrat&eacute;gicos para refor&ccedil;ar a competitividade da economia portuguesa.<o:p></o:p></p>
<p>Beleza defendeu uma maior aposta na inova&ccedil;&atilde;o, na tecnologia, na imigra&ccedil;&atilde;o e na coes&atilde;o territorial como fatores essenciais para promover o desenvolvimento econ&oacute;mico e criar novas oportunidades no interior do pa&iacute;s, deixando tamb&eacute;m um apelo aos jovens para assumirem um papel ativo na transforma&ccedil;&atilde;o da agricultura portuguesa e afirmando a sua confian&ccedil;a no futuro e na capacidade de Portugal se impor como um dos grandes l&iacute;deres mundiais.<o:p></o:p></p>
<p><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p>Uma vis&atilde;o mobilizadora para o futuro<o:p></o:p></p>
<p>No encerramento do B-Rural Summit, Pedro Santos, diretor-geral da CONSULAI, sublinhou que a renova&ccedil;&atilde;o geracional &eacute; um desafio que ultrapassa o setor agroflorestal e constitui uma oportunidade para refor&ccedil;ar o desenvolvimento econ&oacute;mico e territorial do pa&iacute;s.<o:p></o:p></p>
<p>O Diretor Geral da CONSULAI destacou que aproximar o mundo rural da sociedade, combater estere&oacute;tipos e dar visibilidade &agrave;s oportunidades existentes na agricultura e na floresta &ndash; a miss&atilde;o que o projeto B-Rural abra&ccedil;a, ser&aacute; determinante para atrair mais novos profissionais, fortalecer as empresas e assegurar a competitividade do setor.<o:p></o:p></p>
<p>Segundo Pedro Santos, para quem investir na instala&ccedil;&atilde;o de jovens agricultores &eacute; investir na competitividade, na inova&ccedil;&atilde;o e na resili&ecirc;ncia da agricultura portuguesa, as diferentes sess&otilde;es do B-Rural Summit 2026 demonstraram um consenso alargado: a agricultura portuguesa &eacute; hoje mais tecnol&oacute;gica, inovadora e qualificada, dispondo de condi&ccedil;&otilde;es para continuar a crescer e afirmar-se como um setor ainda mais estrat&eacute;gico para Portugal. O pr&oacute;ximo passo passa, por isso por mobilizar talento, investimento, conhecimento e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas capazes de transformar esse potencial em desenvolvimento econ&oacute;mico, sustentabilidade e coes&atilde;o territorial.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 400px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:01:46 GMT</pubDate></item><item><title>Food4Sustainability lança nova edição em português do Curso Teórico-Prático em Análise do Microbioma do Solo</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/food4sustainability-lanca-nova-edicao-em-portugues-do-curso-teorico-pratico-em-analise-do-microbioma-do-solo/</link><guid isPermaLink='false'>41872</guid><description><![CDATA[<p><strong>A Food4Sustainability anuncia uma nova edi&ccedil;&atilde;o do Curso Te&oacute;rico-Pr&aacute;tico em An&aacute;lise do Microbioma do Solo, que decorrer&aacute; online, de 9 a 18 de setembro de 2026, marcando pela primeira vez a disponibiliza&ccedil;&atilde;o integral do curso em portugu&ecirc;s.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260714160404-cursos.jpg" width="850" height="850" class="img-responsive" alt="" /></p>
<div>
<p>Com uma dura&ccedil;&atilde;o total de 24 horas, o curso foi desenvolvido para agricultores, t&eacute;cnicos agr&iacute;colas, consultores, investigadores, profissionais de laborat&oacute;rio e especialistas em sustentabilidade que pretendem compreender e aplicar a informa&ccedil;&atilde;o proveniente das an&aacute;lises do microbioma do solo na tomada de decis&otilde;es agr&iacute;colas.&nbsp;</p>
<p>Ao longo da forma&ccedil;&atilde;o, os participantes aprender&atilde;o a interpretar indicadores da sa&uacute;de do solo, compreender o papel dos microrganismos na fertilidade e nos ciclos de nutrientes, analisar dados reais e traduzir resultados microbiol&oacute;gicos em estrat&eacute;gias que promovam sistemas agr&iacute;colas mais produtivos, sustent&aacute;veis e resilientes.&nbsp;</p>
<p>A forma&ccedil;&atilde;o decorre em formato online, com sess&otilde;es s&iacute;ncronas, e inclui certifica&ccedil;&atilde;o profissional no &acirc;mbito do Sistema Nacional de Qualifica&ccedil;&otilde;es, correspondente a 24 horas de forma&ccedil;&atilde;o e v&aacute;lida para efeitos das 40 horas obrigat&oacute;rias de forma&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua dos trabalhadores.&nbsp;</p>
<p>Esta edi&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;a o compromisso do Food4Sustainability CoLAB em aproximar o conhecimento cient&iacute;fico da pr&aacute;tica agr&iacute;cola, disponibilizando ferramentas que permitem aos profissionais tirar maior partido das tecnologias de an&aacute;lise do microbioma do solo e melhorar a gest&atilde;o da sa&uacute;de dos seus solos.&nbsp;</p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s do link: https://www.eventbrite.pt/e/curso-teorico-pratico-de-analise-do-microbioma-do-solo-tickets-1988467704432?aff=oddtdtcreator&amp;_gl=1*105bx91*_up*MQ..*_ga*MTIxNzI0MzM3My4xNzc3OTcxMDQw*_ga_TQVES5V6SH*czE3Nzc5NzEwMzkkbzEkZzAkdDE3Nzc5NzEwMzkkajYwJGwwJGgw&amp;keep_tld=true&nbsp;</p>
</div> ]]></description><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 16:02:18 GMT</pubDate></item><item><title>Carlota Vaz Patto eleita Presidente da Sociedade Internacional de Leguminosas</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/carlota-vaz-patto-eleita-presidente-da-sociedade-internacional-de-leguminosas/</link><guid isPermaLink='false'>41871</guid><description><![CDATA[<p><strong>&nbsp;Investigadora do ITQB NOVA assume lideran&ccedil;a numa refer&ecirc;ncia global na investiga&ccedil;&atilde;o em leguminosas.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260714160137-carlota.jpg" width="850" height="567" class="img-responsive" alt="" /></p>
<div>
<p>Carlota Vaz Patto, investigadora que lidera o Laborat&oacute;rio de Gen&eacute;tica e Gen&oacute;mica das Caracter&iacute;sticas Complexas de Plantas no ITQB NOVA, foi eleita Presidente da Sociedade Internacional de Leguminosas (International Legume Society, ILS), uma refer&ecirc;ncia global no estudo das leguminosas. &Eacute; a primeira mulher a assumir este cargo.&nbsp;</p>
<p>A ILS foi criada em 2011 e re&uacute;ne especialistas de v&aacute;rios pa&iacute;ses para partilhar conhecimento, promover colabora&ccedil;&atilde;o e acelerar solu&ccedil;&otilde;es ligadas &agrave;s leguminosas, desde o campo at&eacute; ao consumo. Tudo com o intuito de desenvolver leguminosas mais produtivas e resistentes, contribuindo para sistemas agr&iacute;colas mais sustent&aacute;veis e para uma alimenta&ccedil;&atilde;o mais diversificada.&nbsp;</p>
<p>Para a investigadora, que acompanhou de perto a evolu&ccedil;&atilde;o da Sociedade, desde a sua origem como associa&ccedil;&atilde;o europeia at&eacute; &agrave; sua afirma&ccedil;&atilde;o como organiza&ccedil;&atilde;o internacional, esta elei&ccedil;&atilde;o &eacute; uma honra e representa tamb&eacute;m uma grande responsabilidade. &ldquo;Assumir esta fun&ccedil;&atilde;o &eacute; dar continuidade a esse trabalho e contribuir para fortalecer uma comunidade cient&iacute;fica cada vez mais inclusiva, interdisciplinar e global,&rdquo; explica Carlota Vaz Patto.&nbsp;</p>
<p>Enquanto Presidente, a investigadora pretende &ldquo;promover uma maior liga&ccedil;&atilde;o entre o conhecimento cient&iacute;fico produzido e os decisores pol&iacute;ticos e outras redes internacionais&rdquo; e &ldquo;investir na valoriza&ccedil;&atilde;o das novas gera&ccedil;&otilde;es e na promo&ccedil;&atilde;o da igualdade de oportunidades, incentivando a participa&ccedil;&atilde;o de jovens investigadores e de mulheres, bem como o interc&acirc;mbio intergeracional&rdquo;. Carlota tem tamb&eacute;m como objetivo &ldquo;envolver regi&otilde;es ainda sub-representadas, e estimular um envolvimento mais ativo, regular e participativo dos membros da Sociedade.&rdquo;&nbsp;</p>
<p>No ITQB NOVA, Carlota Vaz Patto foca-se em identificar os genes que controlam caracter&iacute;sticas complexas em leguminosas e cereais de interesse nacional &ndash; como o feij&atilde;o-comum, o milho e o ch&iacute;charo, uma leguminosa subutilizada com elevado potencial nutricional e agron&oacute;mico. &Eacute; uma forte defensora da investiga&ccedil;&atilde;o participativa, envolvendo agricultores e consumidores nos projetos.&nbsp;</p>
<p>A elei&ccedil;&atilde;o foi anunciada na mais recente Confer&ecirc;ncia da ILS, na Cro&aacute;cia, de 8 a 12 de junho de 2026.&nbsp;</p>
</div> ]]></description><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:59:44 GMT</pubDate></item><item><title>Agrária de Coimbra acolheu Encontro Anual das Ciências do Solo’26</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/agraria-de-coimbra-acolheu-encontro-anual-das-ciencias-do-solo-26/</link><guid isPermaLink='false'>41870</guid><description><![CDATA[<p><strong>A Escola Superior Agr&aacute;ria do Instituto Polit&eacute;cnico de Coimbra (ESAC-IPC) foi a anfitri&atilde; do Encontro Anual das Ci&ecirc;ncias do Solo, que este ano se realizou de 1 a 3 de julho e se subordinou ao tema &ldquo;Gest&atilde;o Sustent&aacute;vel do Solo: Base de Agroecossistemas Sustent&aacute;veis&rdquo;. Promovido pela Sociedade Portuguesa da Ci&ecirc;ncia do Solo (SPCS), o Encontro foi organizado conjuntamente pela ESAC e pela SPCS. Da comiss&atilde;o organizadora fizeram parte as docentes Maria Filomena Miguens e Daniela Santos, a t&eacute;cnica superior Rosinda Leonor Pato (ESAC), a investigadora Ver&oacute;nica Oliveira (Instituto de Investiga&ccedil;&atilde;o Aplicada &ndash; i2A) e a t&eacute;cnica superior Rosa Guilherme (Comiss&atilde;o de Coordena&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Regional do Centro &ndash; CCDR Centro), al&eacute;m de mais cinco elementos da dire&ccedil;&atilde;o da SPCS.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260714155856-agaria.jpg" width="850" height="640" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Foram dois dias dedicados a apresenta&ccedil;&otilde;es orais e em painel, distribu&iacute;das por cinco sess&otilde;es tem&aacute;ticas num total de 58 trabalhos, duas palestras proferidas pelos Professores Manuel Madeira, do Instituto Superior de Agronomia, e Cristina Cruz, da Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Universidade de Lisboa e a apresenta&ccedil;&atilde;o de quatro projetos nacionais que s&atilde;o refer&ecirc;ncias de excel&ecirc;ncia na gest&atilde;o sustent&aacute;vel do solo e da paisagem em agricultura e agrofloresta. Um dos dias (2 de julho) foi totalmente dedicado &agrave; visita t&eacute;cnica, que teve in&iacute;cio na Quinta do Loreto, Polo de Inova&ccedil;&atilde;o de Coimbra da CCDR Centro, seguindo-se a visita a duas quintas na Regi&atilde;o da Bairrada (Quinta de Baixo, da Nieport, e Vinha do Rexarte, da Vadio Wines) e ao Polo de Inova&ccedil;&atilde;o de Anadia da CCDR Centro (Esta&ccedil;&atilde;o Vitivin&iacute;cola da Bairrada), nas quais houve a oportunidade de avaliar os diferentes ensaios realizados com novas pr&aacute;ticas de gest&atilde;o sustent&aacute;vel do solo, pr&aacute;ticas sustent&aacute;veis implementadas h&aacute; mais de cinco anos nas vinhas da Bairrada, bem como de observar e de assistir &agrave; descri&ccedil;&atilde;o da evolu&ccedil;&atilde;o pedol&oacute;gica de dois perfis de solos. Foi um dia bastante enriquecedor para os participantes, apesar do muito calor, que culminou com uma recomend&aacute;vel visita guiada ao Museu do Vinho da Bairrada e uma refrescante prova de espumantes na Esta&ccedil;&atilde;o Vitivin&iacute;cola, atual Polo de Inova&ccedil;&atilde;o de Anadia da CCDR Centro.<o:p></o:p></p>
<p>O evento foi uma excelente oportunidade de atualiza&ccedil;&atilde;o do que melhor tem sido feito na investiga&ccedil;&atilde;o nacional em ci&ecirc;ncias do solo e tamb&eacute;m de encontro e partilha de conhecimento e experi&ecirc;ncias entre os investigadores, bolseiros, estudantes e demais profissionais que investigam, ensinam, analisam e trabalham os solos diariamente nas mais variadas fun&ccedil;&otilde;es que lhes s&atilde;o atribu&iacute;das enquanto suporte de produ&ccedil;&atilde;o de alimentos e fibras e suporte de ecossistemas, sequestro de carbono, transforma&ccedil;&atilde;o e regenera&ccedil;&atilde;o de materiais, regula&ccedil;&atilde;o clim&aacute;tica e tantos outros servi&ccedil;os de ecossistemas.<o:p></o:p></p>
<p>O pr&eacute;mio do melhor p&oacute;ster foi atribu&iacute;do ao trabalho intitulado &ldquo;Valoriza&ccedil;&atilde;o da l&atilde; de ovelha para substratos de sementeira&rdquo;, da autoria de In&ecirc;s Baptista, Erika Santos e Diego Ar&aacute;n, do Instituto Superior de Agronomia, Universidade de Lisboa (ISA, UL). A apresenta&ccedil;&atilde;o do p&oacute;ster coube a In&ecirc;s Baptista, aluna de mestrado do ISA. Aos vencedores ser&aacute; oferecida pela SPCS a inscri&ccedil;&atilde;o no pr&oacute;ximo Encontro Anual de Ci&ecirc;ncias do Solo.<span style="font-family: &quot;Calibri Light&quot;, sans-serif; color: windowtext;"><o:p></o:p></span></p> ]]></description><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:57:11 GMT</pubDate></item><item><title>Campus de Vairão acolhe conferência sobre Tecnologias de Luz na Horticultura Sustentável</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/polo-de-vairao-acolhe-conferencia-sobre-tecnologias-de-luz-na-horticultura-sustentavel/</link><guid isPermaLink='false'>41869</guid><description><![CDATA[<p><b>O Campus de Vair&atilde;o da Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Universidade do Porto&nbsp;vai acolher, no pr&oacute;ximo dia 14 de julho, a Confer&ecirc;ncia Internacional &quot;Light Technologies for Sustainable Horticulture: Enhancing Resource Efficiency, Crop Quality and Plant Health&quot;.&nbsp;O evento &eacute; organizado pelo GreenUPorto - CROP Lab da Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Universidade do Porto (FCUP), e conta com a Agrotec como Media Partner.</b></p>
<p><o:p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260708163249-cartaz.jpg" width="850" height="1063" class="img-responsive" alt="" />&nbsp;</o:p></p>
<p>A iniciativa ir&aacute; reunir investigadores e especialistas nacionais e internacionais com o objetivo de partilhar e discutir os mais recentes avan&ccedil;os cient&iacute;ficos na aplica&ccedil;&atilde;o de tecnologias baseadas na luz para o desenvolvimento de uma horticultura mais sustent&aacute;vel. Entre as principais tem&aacute;ticas em debate destacam-se a ilumina&ccedil;&atilde;o em ambientes controlados, a gest&atilde;o de radia&ccedil;&atilde;o UV, a imagem hiperespectral e outras abordagens inovadoras destinadas a maximizar a efici&ecirc;ncia no uso de recursos, a qualidade das culturas e a sanidade vegetal.<o:p></o:p></p>
<p></p>
<p><strong>Um programa focado na inova&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o das culturas</strong><o:p></o:p></p>
<p>O programa t&eacute;cnico e cient&iacute;fico est&aacute; dividido em duas grandes sess&otilde;es tem&aacute;ticas:<o:p></o:p></p>
<p>Sess&atilde;o 1 &ndash; Estufas e Quintas Verticais (Greenhouses and Vertical Farms): Contar&aacute; com uma interven&ccedil;&atilde;o Keynote de Ep Heuvelink (Wageningen University, Holanda) sobre efici&ecirc;ncia de recursos, seguindo-se apresenta&ccedil;&otilde;es dedicadas &agrave; modela&ccedil;&atilde;o da radia&ccedil;&atilde;o UV para melhoria da qualidade e supress&atilde;o de doen&ccedil;as na horticultura protegida, e &agrave; otimiza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de alcaloides em sistemas de agricultura vertical.<o:p></o:p></p>
<p>Sess&atilde;o 2 &ndash; Culturas de Campo e Alimenta&ccedil;&atilde;o (Food and Open Field Crops): Ter&aacute; como Keynote Monika Schreiner (Leibniz Institute, Alemanha), que abordar&aacute; fontes alternativas de alimento e o papel do UV-B numa dieta sustent&aacute;vel. A sess&atilde;o incluir&aacute; ainda comunica&ccedil;&otilde;es sobre a aplica&ccedil;&atilde;o de UV-C na viticultura (avalia&ccedil;&atilde;o em estufa e campo) e o uso de imagem hiperespectral como ferramenta de monitoriza&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade das culturas.<o:p></o:p></p>
<p>A sess&atilde;o de abertura estar&aacute; a cargo de Susana Carvalho (Presidente da Comiss&atilde;o Organizadora), Ruth Pereira (Diretora do GreenUPorto) e Joaquim Esteves da Silva (Diretor do DGAOT-FCUP). A confer&ecirc;ncia conta com o financiamento de fundos nacionais atrav&eacute;s da FCT e do Projeto REFARMING (Norte 2030 / Portugal 2030).</p>
<p><o:p></o:p></p>
<p><o:p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260708163325-prog.jpg" class="img-responsive" alt="" />&nbsp;</o:p></p>
<p><strong>Informa&ccedil;&otilde;es &Uacute;teis:</strong><o:p></o:p></p>
<p>Data: 14 de julho de 2026<o:p></o:p></p>
<p>Hora: A partir das 08h45 (Rece&ccedil;&atilde;o) | In&iacute;cio das sess&otilde;es &agrave;s 09h15<o:p></o:p></p>
<p>Local: GreenUPorto | Faculdade de Ci&ecirc;ncias da Universidade do Porto | Campus de Vair&atilde;o<o:p></o:p></p>
<p>Inscri&ccedil;&otilde;es: A participa&ccedil;&atilde;o no evento &eacute; totalmente gratuita, mas a inscri&ccedil;&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;ria. Os interessados devem garantir o seu lugar <a href="https://forms.cloud.microsoft/Pages/ResponsePage.aspx?id=yBuCt8xne0S1eYL3hUF0_M_bCd-qgItDs06l3zHfEu1UNUozWkwxVzBBMUkwWlNSM1NOTDJUVFRNNC4u" target="_blank">aqui</a> ou efetuando a leitura do QR Code presente no cartaz oficial do evento.<o:p></o:p></p>
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<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
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<p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 1072px; left: 9px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 08 Jul 2026 16:16:05 GMT</pubDate></item><item><title>Bibliografia do artigo “A desflorestação e a emergência  De doenças infeciosas”</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/bibliografia-do-artigo-a-desflorestacao-e-a-emergencia-de-doencas-infeciosas/</link><guid isPermaLink='false'>41868</guid><description><![CDATA[<p>&nbsp;Acosta, A. L., Xavier, F., Chaves, L. S. M., Sabino, E. C., Saraiva, A. M., &amp; Sallum, M. A. M. (2020). Interfaces &agrave; transmiss&atilde;o e spillover do coronav&iacute;rus entre florestas e cidades. Estudos Avan&ccedil;ados, 34(99), 191&ndash;208. <a href="https://doi.org/10.1590/S0103-4014.2020.3499.01" target="_new">https://doi.org/10.1590/S0103-4014.2020.3499.01</a></p>
<p>Burdon, J. J., Thrall, P. H., &amp; Ericson, L. (2019). The current and future dynamics of disease in plant communities. Annual Review of Phytopathology, 57, 19&ndash;41. <a href="https://doi.org/10.1146/annurev-phyto-082718-100248" target="_new">https://doi.org/10.1146/annurev-phyto-082718-100248</a><o:p></o:p></p>
<p>Estifanos, T. K., Fisher, B., Galford, G. L., &amp; Ricketts, T. H. (2024). Impacts of deforestation on childhood malaria depend on wealth and vector biology. GeoHealth, 8(3), e2022GH000764. <a href="https://doi.org/10.1029/2022GH000764" target="_new">https://doi.org/10.1029/2022GH000764</a><o:p></o:p></p>
<p>Santos, R. R. (2020). Desfloresta&ccedil;&atilde;o: Um problema de sa&uacute;de ambiental? <a href="https://www.medicina.ulisboa.pt/newsfmul-artigo/103/desflorestacao-um-problema-de-saude-ambiental?utm_source=chatgpt.com" target="_new">https://www.medicina.ulisboa.pt/newsfmul-artigo/103/desflorestacao-um-problema-de-saude-ambiental</a>. Consultado em 16/01/2026<o:p></o:p></p>
<p>Gu&eacute;gan, J.-F., de Thoisy, B., Gomez-Gallego, M., &amp; Jactel, H. (2023). World forests, global change, and emerging pests and pathogens. Current Opinion in Environmental Sustainability, 61, 101266. <a href="https://doi.org/10.1016/j.cosust.2023.101266" target="_new">https://doi.org/10.1016/j.cosust.2023.101266</a><o:p></o:p></p>
<p>Li, W., Shi, Z., Yu, M., Ren, W., Smith, C., Epstein, J. H., Wang, H., Crameri, G., Hu, Z., Zhang, H., Zhang, J., McEachern, J., Field, H., Daszak, P., Eaton, B. T., Zhang, S., &amp; Wang, L.-F. (2005). Bats are natural reservoirs of SARS-like coronaviruses. Science, 310(5748), 676&ndash;679. <a href="https://doi.org/10.1126/science.1118391" target="_new">https://doi.org/10.1126/science.1118391</a><o:p></o:p></p>
<p>Liu, P., Jiang, J. Z., Wan, X.-F., Hua, Y., Li, L., Zhou, J., Wang, X., Hou, F., Chen, J., Zou, J., &amp; Chen, J. (2020). Are pangolins the intermediate host of the 2019 novel coronavirus (SARS-CoV-2)? PLoS Pathogens, 16(5), e1008421. <a href="https://doi.org/10.1371/journal.ppat.1008421" target="_new">https://doi.org/10.1371/journal.ppat.1008421</a><o:p></o:p></p>
<p>Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de. (2021). Altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e zoonoses: Influ&ecirc;ncia das altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas na propaga&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as infecciosas.&nbsp; &nbsp;<a href="https://revistahigeia.ipcb.pt/artigos_n5/04_lteracoes%20Climaticas%20e%20Zoonoses%20Influencia%20das%20Alteracoes%20Climaticas%20na%20Propagacao%20de%20Doencas%20Infeciosas.pdf">04_lteracoes Climaticas e Zoonoses Influencia das Alteracoes Climaticas na Propagacao de Doencas Infeciosas.pdf</a> (consultado em 19.09.2025)<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Patz, J. A., Daszak, P., Tabor, G. M., Aguirre, A. A., Pearl, M., Epstein, J., Wolfe, N. D., Kilpatrick, A. M., Foufopoulos, J., Molyneux, D., &amp; Bradley, D. J. (2004). Unhealthy landscapes: Policy recommendations on land use change and infectious disease emergence. Environmental Health Perspectives, 112(10), 1092&ndash;1098. <a href="https://doi.org/10.1289/ehp.6877" target="_new">https://doi.org/10.1289/ehp.6877</a><o:p></o:p></p>
<p>Plowright, R. K., Parrish, C. R., McCallum, H., Hudson, P. J., Ko, A. I., Graham, A. L., &amp; Lloyd-Smith, J. O. (2017). Pathways to zoonotic spillover. Nature Reviews Microbiology, 15(8), 502&ndash;510. <a href="https://doi.org/10.1038/nrmicro.2017.45" target="_new">https://doi.org/10.1038/nrmicro.2017.45</a><o:p></o:p></p>
<p>Rulli, M. C., Santini, M., Hayman, D. T. S., &amp; D&rsquo;Odorico, P. (2017). The nexus between forest fragmentation in Africa and Ebola virus disease outbreaks. Scientific Reports, 7, 41613. <a href="https://doi.org/10.1038/srep41613" target="_new">https://doi.org/10.1038/srep41613</a><o:p></o:p></p>
<p>Silva, C. A. G. (2024). Infe&ccedil;&otilde;es virais emergentes: Influ&ecirc;ncia das altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas [Monografia de licenciatura]. Universidade de Lisboa. <a href="https://www.bing.com/ck/a?!&amp;&amp;p=9c7c1bb5f56635f0aeaf5d74ab30ea3965363d4b0e404c5af7128922075575edJmltdHM9MTc2MTI2NDAwMA&amp;ptn=3&amp;ver=2&amp;hsh=4&amp;fclid=2bc9a406-d41d-62e2-12d1-b0fed5646349&amp;psq=Almeida+Garcia+da+Silva+Monografia%2c+C.%2c+de+Campo+orientado+pelo+Professor+Doutor+Jos%c3%a9+Miguel+Azevedo+Pereira%2c+T.%2c+%26+Associado+com+Agrega%c3%a7%c3%a3o%2c+P.+(2024).+Infe%c3%a7%c3%b5es+virais+emergentes+Influ%c3%aancia+das+altera%c3%a7%c3%b5es+clim%c3%a1ticas.&amp;u=a1aHR0cHM6Ly9yZXBvc2l0b3Jpby51bGlzYm9hLnB0L2JpdHN0cmVhbS8xMDQwMC41LzEwMTM0Ny8xL01JQ0ZfQ2F0YXJpbmFfU2lsdmEucGRm">Infe&ccedil;&otilde;es virais emegentes e influ&ecirc;ncia das altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas</a> (consultado em 26.09.2025)<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tilman, D., Fargione, J., Wolff, B., D&rsquo;Antonio, C., Dobson, A., Howarth, R., Schindler, D., Schlesinger, W. H., Simberloff, D., &amp; Swackhamer, D. (2001). Forecasting agriculturally driven global environmental change. Science, 292(5515), 281&ndash;284. <a href="https://doi.org/10.1126/science.1057544" target="_new">https://doi.org/10.1126/science.1057544</a><o:p></o:p></p>
<p>Turner, M. G. (2010). Disturbance and landscape dynamics in a changing world. Ecology, 91(10), 2833&ndash;2849. <a href="https://doi.org/10.1890/10-0097.1" target="_new">https://doi.org/10.1890/10-0097.1</a><o:p></o:p></p>
<p>Van Langevelde, F., Mendoza, R., Matson, K. D., Esser, H. J., de Boer, W. F., &amp; Schindler, S. (2020). The link between biodiversity loss and the increasing spread of zoonotic diseases. European Parliament, Policy Department for Economic, Scientific and Quality of Life Policies. <a href="https://www.medicina.ulisboa.pt/newsfmul-artigo/103/desflorestacao-um-problema-de-saude-ambiental">Desfloresta&ccedil;&atilde;o: Um problema de Sa&uacute;de Ambiental? | Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa</a> (consultado em 24.09.2025)<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Wilkinson, K., Grant, W. P., Green, L. E., Hunter, S., Jeger, M. J., Lowe, P., Medley, G. F., Mills, P., Phillipson, J., Poppy, G. M., Waage, J., &amp; Wilson, K. (2018). Infectious diseases of animals and plants: An interdisciplinary approach. Philosophical Transactions of the Royal Society B: Biological Sciences, 373(1745), 20170082. <a href="https://doi.org/10.1098/rstb.2017.0082" target="_new">https://doi.org/10.1098/rstb.2017.0082</a><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;"><o:p></o:p></span></p> ]]></description><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 18:04:45 GMT</pubDate></item><item><title>Águas do Alto Alentejo promove Conferência dedicada à Eficiência Hídrica e Economia Circular</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/aguas-do-alto-alentejo-promove-conferencia-dedicada-a-eficiencia-hidrica-e-economia-circular/</link><guid isPermaLink='false'>41867</guid><description><![CDATA[<p><strong>A &Aacute;guas do Alto Alentejo promove, no pr&oacute;ximo dia 3 de julho, pelas 09H30, no Audit&oacute;rio da Biblioteca Municipal Dr. Ant&oacute;nio Gar&ccedil;&atilde;o, em Sousel, a sua Confer&ecirc;ncia Anual subordinada ao tema &ldquo;Efici&ecirc;ncia H&iacute;drica e Economia Circular: Caminhos para o Futuro&rdquo;.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260701111729-hidrica.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>O encontro reunir&aacute; especialistas, respons&aacute;veis institucionais, representantes do setor da &aacute;gua e do meio acad&eacute;mico para refletir sobre os desafios e as oportunidades associados &agrave; sustentabilidade, &agrave; efici&ecirc;ncia h&iacute;drica e &agrave; economia circular, com especial enfoque nos territ&oacute;rios do Alto Alentejo.<o:p></o:p></p>
<p>Ao longo da manh&atilde; ser&atilde;o debatidas quest&otilde;es relacionadas com o financiamento para a sustentabilidade, a gest&atilde;o eficiente dos recursos h&iacute;dricos e a adapta&ccedil;&atilde;o &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas, enquanto fatores determinantes para a constru&ccedil;&atilde;o de sistemas mais resilientes e sustent&aacute;veis. A confer&ecirc;ncia abordar&aacute; ainda a evolu&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria do paradigma da gest&atilde;o da &aacute;gua, bem como as oportunidades geradas pela economia circular e pela valoriza&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais.<o:p></o:p></p>
<p>Entre os momentos em destaque estar&aacute; a apresenta&ccedil;&atilde;o de um caso de estudo sobre a transforma&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos em recursos atrav&eacute;s da produ&ccedil;&atilde;o de biometano, evidenciando o contributo desta solu&ccedil;&atilde;o para a transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica e para o desenvolvimento de modelos circulares mais sustent&aacute;veis.<o:p></o:p></p>
<p>O programa inclui igualmente um painel de debate dedicado aos desafios futuros da efici&ecirc;ncia h&iacute;drica e da economia circular, promovendo a partilha de conhecimento, experi&ecirc;ncias e boas pr&aacute;ticas entre entidades p&uacute;blicas, acad&eacute;micas e gestoras do setor&nbsp;</p>
<p>Com esta iniciativa, a &Aacute;guas do Alto Alentejo pretende refor&ccedil;ar a import&acirc;ncia da inova&ccedil;&atilde;o, da preserva&ccedil;&atilde;o ambiental e da ado&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es sustent&aacute;veis para os sistemas de abastecimento de &aacute;gua e saneamento, contribuindo para um desenvolvimento mais equilibrado e resiliente da regi&atilde;o</p>
<p>&nbsp; &nbsp;</p>
<p>Data: 3 de julho<o:p></o:p></p>
<p>Hora: 9H30<o:p></o:p></p>
<p>Local: Audit&oacute;rio da Biblioteca Municipal Dr. Ant&oacute;nio Gar&ccedil;&atilde;o, Sousel<o:p></o:p></p>
<p>Programa:<o:p></o:p>&nbsp;</p>
<p>09H30 | Rece&ccedil;&atilde;o aos convidados<o:p></o:p></p>
<p>10H00 | Sess&atilde;o de Abertura<o:p></o:p></p>
<p>&sect;&nbsp; Manuel Val&eacute;rio, Presidente da C&acirc;mara Municipal de Sousel<o:p></o:p></p>
<p>&sect;&nbsp; Rog&eacute;rio Alves, Presidente da &Aacute;guas do Alto Alentejo<o:p></o:p>&nbsp;</p>
<p>10H30 | Financiamento para a Sustentabilidade: Caminhos para o futuro &nbsp;&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>Ricardo Pinheiro, Presidente da CCDR Alentejo&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>10H45 | Efici&ecirc;ncia h&iacute;drica e gest&atilde;o da seca no Alto Alentejo<o:p></o:p></p>
<p>Rog&eacute;rio Silva, Vice-presidente Ag&ecirc;ncia Portuguesa do Ambiente<o:p></o:p></p>
<p>11H00 | Case Study: Do res&iacute;duo ao recurso: Biometano na nova economia circular<o:p></o:p></p>
<p>Nuno Pinto, CCO / Head of Biomethane, REGA Energy<o:p></o:p></p>
<p>11H15 Pausa para Caf&eacute;<o:p></o:p></p>
<p>11H30 | Debate: Efici&ecirc;ncia H&iacute;drica e Economia Circular: Caminhos para o futuro<o:p></o:p></p>
<p>&sect;&nbsp; Teresa Alvares, Administradora Regional, Administra&ccedil;&atilde;o da Regi&atilde;o Hidrogr&aacute;fica do Tejo e Oeste<o:p></o:p></p>
<p>&sect;&nbsp; Lu&iacute;s Carlos Loures, Presidente do Instituto Polit&eacute;cnico de Portalegre&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>&sect;&nbsp; Jos&eacute; Santos, Diretor Geral Tejo Ambiente<o:p></o:p></p>
<p>&sect;&nbsp; J&oacute;ni Barroso, Diretor Regional e Especialista de Desenvolvimento de Neg&oacute;cio da INDAQUA<o:p></o:p></p>
<p>Moderador: Jorge Cardoso Gon&ccedil;alves, Presidente da CAPEP - Comunidade da &Aacute;gua dos Pa&iacute;ses de Express&atilde;o Portuguesa<o:p></o:p></p>
<p>12H30 | Encerramento<o:p></o:p></p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Rui Cho&ccedil;as, Diretor geral da &Aacute;guas do Alto Alentejo<span style="font-size: 9pt; font-family: Arial, sans-serif;"><o:p></o:p></span></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 694px; left: 18px; display: flex;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 11:15:01 GMT</pubDate></item><item><title>IVDP, IP em conferência europeia sobre o reforço dos agrupamentos de produtores de Indicações Geográficas</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ivdp-ip-em-conferencia-europeia-sobre-o-reforco-dos-agrupamentos-de-produtores-de-indicacoes-geograficas/</link><guid isPermaLink='false'>41866</guid><description><![CDATA[<p><strong>O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, I.P. (IVDP, IP) participou, em Bruxelas, na confer&ecirc;ncia europeia &ldquo;From Recognition to Value: Strengthening GI Producers Groups Across the EU&rdquo;, integrada na 4.&ordf; reuni&atilde;o do GI SMART EU MAP &mdash; A Workshop for Policy Makers, Producers and Experts.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260701111422-vinha.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>O encontro, realizado no Comit&eacute; Europeu das Regi&otilde;es, reuniu decisores pol&iacute;ticos, representantes de administra&ccedil;&otilde;es nacionais, investigadores, produtores e especialistas, num momento particularmente relevante para o futuro das Indica&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas, na sequ&ecirc;ncia da entrada em vigor do Regulamento (UE) 2024/1143, relativo &agrave;s indica&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas. Este novo enquadramento jur&iacute;dico abre um novo cap&iacute;tulo para os agrupamentos de produtores de IG na Europa, introduzindo novas oportunidades e desafios em mat&eacute;ria de governa&ccedil;&atilde;o, reconhecimento, participa&ccedil;&atilde;o dos produtores e valoriza&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios.<o:p></o:p></p>
<p>A iniciativa, promovida pela AREPO, EFOW, INRAE e oriGIn EU, no &acirc;mbito do projeto GI SMART, constituiu a quarta reuni&atilde;o da plataforma europeia GI SMART EU MAP, criada para promover o di&aacute;logo, a partilha de conhecimento e a formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas baseadas em evid&ecirc;ncia sobre o contributo das Indica&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas para o desenvolvimento territorial sustent&aacute;vel.<o:p></o:p></p>
<p>A presen&ccedil;a do IVDP, IP, representado pelo seu presidente, Gilberto Igrejas, e pelo Coordenador do Gabinete Jur&iacute;dico, permitiu acompanhar e contribuir para a reflex&atilde;o europeia sobre algumas das quest&otilde;es mais urgentes neste dom&iacute;nio, em particular a estrutura&ccedil;&atilde;o, a miss&atilde;o e o reconhecimento dos agrupamentos de produtores, a articula&ccedil;&atilde;o entre os regimes nacionais e o quadro europeu, a legitimidade representativa destes agrupamentos, bem como o seu papel na prote&ccedil;&atilde;o, promo&ccedil;&atilde;o e valoriza&ccedil;&atilde;o das Denomina&ccedil;&otilde;es de Origem e Indica&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas.<o:p></o:p></p>
<p>Gilberto Igrejas sublinha que, &ldquo;no caso do setor vitivin&iacute;cola, estas mat&eacute;rias assumem especial import&acirc;ncia, atendendo &agrave; necessidade de assegurar uma governa&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida, transparente e eficaz das Indica&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas, capaz de proteger o valor criado, regular o potencial de produ&ccedil;&atilde;o, refor&ccedil;ar a competitividade dos territ&oacute;rios e garantir a sustentabilidade econ&oacute;mica, social e ambiental das regi&otilde;es demarcadas&rdquo;.<o:p></o:p></p>
<p>Ao longo do workshop foram debatidas experi&ecirc;ncias de diferentes Estados-Membros, incluindo Alemanha, Espanha, Fran&ccedil;a, Gr&eacute;cia, It&aacute;lia e Portugal, bem como exemplos pr&aacute;ticos de agrupamentos de produtores dos setores do vinho, dos produtos agroalimentares e da cerveja, com enfoque na gest&atilde;o do potencial de produ&ccedil;&atilde;o, na cria&ccedil;&atilde;o de valor atrav&eacute;s de estrat&eacute;gias coletivas e na preserva&ccedil;&atilde;o do valor gerado pelas Indica&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas.<o:p></o:p></p>
<p>As discuss&otilde;es evidenciaram que o reconhecimento jur&iacute;dico, por si s&oacute;, n&atilde;o &eacute; suficiente. Para que as Indica&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas realizem plenamente o seu potencial, os agrupamentos de produtores devem dispor de estruturas de governa&ccedil;&atilde;o, recursos e compet&ecirc;ncias adequadas, que lhes permitam agir coletivamente, proteger os direitos de propriedade industrial, promover iniciativas de sustentabilidade e contribuir para o desenvolvimento territorial a longo prazo.<o:p></o:p></p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o do IVDP, IP neste f&oacute;rum europeu refor&ccedil;a o compromisso do instituto com a defesa e valoriza&ccedil;&atilde;o das Denomina&ccedil;&otilde;es de Origem Protegidas Douro e Porto, bem como para com o acompanhamento ativo dos desenvolvimentos legislativos e institucionais que possam impactar a organiza&ccedil;&atilde;o do setor, a defesa dos nomes protegidos e a competitividade dos vinhos com denomina&ccedil;&atilde;o de origem.<o:p></o:p></p>
<p>O IVDP, IP continuar&aacute; a acompanhar estes trabalhos a n&iacute;vel europeu, em particular a reflex&atilde;o dedicada ao refor&ccedil;o do papel dos agrupamentos de produtores de Indica&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas na Uni&atilde;o Europeia, contribuindo para solu&ccedil;&otilde;es que reconhe&ccedil;am a especificidade das regi&otilde;es vitivin&iacute;colas hist&oacute;ricas, promovam a participa&ccedil;&atilde;o dos produtores e assegurem a prote&ccedil;&atilde;o efetiva do patrim&oacute;nio coletivo associado &agrave;s Indica&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 708px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 11:12:27 GMT</pubDate></item><item><title>ISA lidera transformação tecnológica e sustentável das Ciências Agrárias</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/isa-lidera-transformacao-tecnologica-e-sustentavel-das-ciencias-agrarias/</link><guid isPermaLink='false'>41865</guid><description><![CDATA[<p><strong>Nos &uacute;ltimos quatro anos, o Instituto Superior de Agronomia (ISA) transformou os seus cursos, integrou intelig&ecirc;ncia artificial, rob&oacute;tica e ci&ecirc;ncia de dados no ensino, refor&ccedil;ou a liga&ccedil;&atilde;o &agrave;s empresas e consolidou uma empregabilidade pr&oacute;xima dos 100%. Hoje, afirma-se como uma das institui&ccedil;&otilde;es mais inovadoras do pa&iacute;s na forma&ccedil;&atilde;o para os desafios da agricultura, da floresta, do ambiente e da sustentabilidade.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260701111123-isa.jpg" width="850" height="567" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Como ser&aacute; poss&iacute;vel alimentar uma popula&ccedil;&atilde;o mundial crescente, proteger os recursos naturais e responder aos desafios clim&aacute;ticos atrav&eacute;s da tecnologia? No Instituto Superior de Agronomia esta resposta est&aacute; j&aacute; a ser constru&iacute;da.<o:p></o:p></p>
<p>Num contexto em que a seguran&ccedil;a e a soberania alimentar voltaram ao centro das preocupa&ccedil;&otilde;es europeias, o papel das Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias torna-se cada vez mais estrat&eacute;gico para Portugal.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;No ISA os estudantes t&ecirc;m um percurso acad&eacute;mico interdisciplinar, adquirem compet&ecirc;ncias para desenvolver carreiras profissionais desafiantes, com prop&oacute;sito, e a empregabilidade &eacute; pr&oacute;xima de 100%&rdquo;, garante Madalena Lordelo, vice-presidente do Conselho de Gest&atilde;o e do ISA.<o:p></o:p></p>
<p>Depois da maior revis&atilde;o curricular da &uacute;ltima d&eacute;cada no ISA, implementada em 2023, os estudantes do ISA beneficiam de um ensino com novas metodologias pedag&oacute;gicas e mais pr&oacute;ximo da realidade profissional atual e dos desafios contempor&acirc;neos. Em &aacute;reas como Agronomia, Engenharia Florestal, Zootecnia, Engenharia do Ambiente, Biologia ou Arquitetura Paisagista, a aprendizagem privilegia a resolu&ccedil;&atilde;o de problemas, a criatividade e o trabalho colaborativo. O professor assume cada vez mais o papel de facilitador, enquanto os estudantes desenvolvem compet&ecirc;ncias essenciais para um mercado de trabalho em r&aacute;pida evolu&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>A reforma curricular das licenciaturas e mestrados, liderada pela presidente do Conselho Cient&iacute;fico, Teresa Ferreira, e implementada pelo Conselho da Gest&atilde;o do ISA, introduziu conte&uacute;dos centrados na digitaliza&ccedil;&atilde;o, na inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica e na sustentabilidade ecol&oacute;gica.<o:p></o:p></p>
<p>Aprender fazendo: tecnologia ao servi&ccedil;o da sustentabilidade<o:p></o:p></p>
<p>A aposta na tecnologia &eacute; uma das marcas desta nova fase do ISA. Nas aulas de Sistemas Inteligentes e Rob&oacute;tica, cadeira transversal a v&aacute;rias licenciaturas, os estudantes concebem e desenvolvem solu&ccedil;&otilde;es para responder a problemas concretos do setor. A an&aacute;lise de dados, a intelig&ecirc;ncia artificial, os drones, os sensores ambientais e os rob&ocirc;s agr&iacute;colas fazem j&aacute; parte do dia-a-dia dos estudantes.<o:p></o:p></p>
<p>A agronomia preditiva permite antecipar pragas, otimizar a rega e melhorar a gest&atilde;o dos recursos naturais. Tudo isto com um objetivo claro: produzir mais e melhor, utilizando menos recursos e preservando a biodiversidade.<o:p></o:p></p>
<p>O projeto AgriTechEdu, iniciado em 2024 e liderado pelo ISA, &eacute; uma resposta ao desafio europeu de capacitar pessoas para compet&ecirc;ncias digitais e tecnol&oacute;gicas nas Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias. O AgriTechEdu veio dotar o ISA com tecnologia de ponta, elevando a aprendizagem a um novo patamar.<o:p></o:p></p>
<p>Esta vis&atilde;o de hub din&acirc;mico de aprendizagem, aberto &agrave; comunidade, ganha express&atilde;o no Living Lab da Tapada da Ajuda, o primeiro integrado numa institui&ccedil;&atilde;o de ensino superior portuguesa a fazer parte da Rede Europeia de Living Labs. Neste ecossistema de inova&ccedil;&atilde;o aberta, empresas, investigadores e estudantes testam tecnologias verdes e digitais em contexto real. Um dos exemplos &eacute; o projeto desenvolvido com a Galp para avaliar o impacto de pain&eacute;is fotovoltaicos instalados na vinha do ISA.<o:p></o:p></p>
<p>A forma&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica estende-se tamb&eacute;m &agrave; sociedade atrav&eacute;s do Open Campus do ISA, iniciativa lan&ccedil;ada em 2023 para promover a aprendizagem ao longo da vida. Desde rob&oacute;tica agr&iacute;cola e an&aacute;lise de dados at&eacute; temas como provas de azeites virgens ou dieta mediterr&acirc;nica, a oferta responde &agrave;s necessidades de profissionais, estudantes e cidad&atilde;os.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;Cada vez mais somos procurados por profissionais para upskilling (qualifica&ccedil;&atilde;o adicional) e reskilling (requalifica&ccedil;&atilde;o), mas tamb&eacute;m por cidad&atilde;os interessados em aprender por pura curiosidade, &eacute; um open campus para todos. O nosso objetivo &eacute; estruturar uma oferta robusta e cont&iacute;nua de microcredenciais e de forma&ccedil;&atilde;o ao longo da vida&rdquo;, afirma Madalena Lordelo.<o:p></o:p></p>
<p>O ISA figura no Ranking de Xangai, uma das classifica&ccedil;&otilde;es de ensino superior mais prestigiadas e antigas do mundo, entre as 100 melhores institui&ccedil;&otilde;es do mundo em Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias.<o:p></o:p></p>
<p>Formar talento para alimentar o pa&iacute;s e o mundo<o:p></o:p></p>
<p>A relev&acirc;ncia do ISA mede-se tamb&eacute;m pelo impacto dos seus diplomados. A empregabilidade dos estudantes formados no ISA &eacute; praticamente 100% e desempenham fun&ccedil;&otilde;es em setores fundamentais para a economia portuguesa, da alimenta&ccedil;&atilde;o &agrave; floresta, passando pela gest&atilde;o do territ&oacute;rio e pela sustentabilidade ambiental.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;H&aacute; empresas como a Corticeira Amorim ou a The Navigator Company que procuram ativamente engenheiros florestais de excel&ecirc;ncia, como os que aqui s&atilde;o formados&rdquo;, exemplifica Madalena Lordelo.<o:p></o:p></p>
<p>A integra&ccedil;&atilde;o de est&aacute;gios curriculares em todas as licenciaturas e o refor&ccedil;o do contacto com empresas, atrav&eacute;s da promo&ccedil;&atilde;o regular de col&oacute;quios, workshops e webinars no ISA, contribuem para uma forma&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e alinhada com as necessidades do mercado. A alumnISA, a associa&ccedil;&atilde;o de antigos alunos do ISA, &eacute; fundamental na liga&ccedil;&atilde;o da escola ao mundo empresarial.<o:p></o:p></p>
<p>O futuro passa pela Intelig&ecirc;ncia Artificial<o:p></o:p></p>
<p>Depois de conclu&iacute;do este ciclo de moderniza&ccedil;&atilde;o, o ISA dever&aacute; entrar numa nova etapa de crescimento e inova&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>&ldquo;Acab&aacute;mos de criar um assistente virtual no website do ISA, para facilitar a intera&ccedil;&atilde;o entre potenciais estudantes e atuais estudantes do ISA com a nossa Divis&atilde;o Acad&eacute;mica&rdquo;, exemplifica Madalena Lordelo.<o:p></o:p></p>
<p>O caminho futuro passa por consolidar uma cultura de atualiza&ccedil;&atilde;o curricular permanente, integrar cada vez mais intelig&ecirc;ncia artificial nos modelos de ensino e avalia&ccedil;&atilde;o e aproximar ainda mais o ISA dos estudantes do ensino secund&aacute;rio, atrav&eacute;s de experi&ecirc;ncias imersivas. Na liga&ccedil;&atilde;o com a comunidade, as prioridades passam por expandir o Living Lab e refor&ccedil;ar a oferta da forma&ccedil;&atilde;o ao longo da vida (Open Campus).<o:p></o:p></p>
<p>Num campus &uacute;nico de 100 hectares no centro de Lisboa, onde convivem ci&ecirc;ncia, natureza, inova&ccedil;&atilde;o, vida acad&eacute;mica e desporto, o ISA forma profissionais capazes de responder a alguns dos maiores desafios do s&eacute;culo XXI. Produzir alimentos, gerir florestas, proteger a biodiversidade e utilizar a tecnologia para tornar os recursos naturais mais sustent&aacute;veis. Porque o futuro n&atilde;o se espera: constr&oacute;i-se.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 595px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 11:08:10 GMT</pubDate></item><item><title>3º Open Day da Batata reúne setor em Salvaterra de Magos</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/3-open-day-da-batata-reone-setor-em-salvaterra-de-magos/</link><guid isPermaLink='false'>41864</guid><description><![CDATA[<p><strong>O Open Day da Batata regressa no pr&oacute;ximo dia 14 de julho para a sua 3.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, voltando a reunir em Salvaterra de Magos os principais agentes ligados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o de batata em Portugal.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260618121911-batata.jpg" width="850" height="564" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>A iniciativa, j&aacute; considerada uma refer&ecirc;ncia nacional para o setor, contar&aacute; este ano com a participa&ccedil;&atilde;o de 8 empresas associadas da Porbatata, integradas num campo de ensaio com 12 variedades de batata, permitindo aos participantes acompanhar no terreno diferentes solu&ccedil;&otilde;es varietais destinadas ao mercado de ind&uacute;stria, com aptid&atilde;o para chips.<o:p></o:p></p>
<p>O campo de ensaio conta com acompanhamento t&eacute;cnico especializado assegurado pela Pelarigo, em conjunto com as suas empresas parceiras, garantindo a monitoriza&ccedil;&atilde;o agron&oacute;mica das diferentes variedades em demonstra&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p></p>
<p>Ao longo do dia, produtores, t&eacute;cnicos, empresas e restantes profissionais do setor ter&atilde;o oportunidade de visitar o campo de ensaio, conhecer novas variedades, trocar experi&ecirc;ncias e acompanhar as mais recentes tend&ecirc;ncias e desafios da fileira da batata.<o:p></o:p></p>
<p>O 3.&ordm; Open Day da Batata &eacute; organizado pela Pelarigo, Sociedade Agr&iacute;cola Herdade das Malhadinhas (SAHM), Porbatata &ndash; Associa&ccedil;&atilde;o da Batata de Portugal, COTHN e Munic&iacute;pio de Salvaterra de Magos.<o:p></o:p></p>
<p>A organiza&ccedil;&atilde;o pretende, uma vez mais, promover um espa&ccedil;o de partilha t&eacute;cnica e aproxima&ccedil;&atilde;o entre os diferentes intervenientes da fileira, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia da inova&ccedil;&atilde;o, da valoriza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o nacional e da sustentabilidade da cultura da batata em Portugal.<o:p></o:p></p>
<p>As inscri&ccedil;&otilde;es encontram-se dispon&iacute;veis atrav&eacute;s do QR Code presente nos materiais de divulga&ccedil;&atilde;o do evento.<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 578px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:15:56 GMT</pubDate></item><item><title>Dentro da exploração agrícola Inteligente: a tecnologia que liga Satélites, Sensores e IA</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/dentro-da-exploracao-agricola-inteligente-a-tecnologia-que-liga-satelites-sensores-e-ia/</link><guid isPermaLink='false'>41863</guid><description><![CDATA[<p>A agricultura passou por mudan&ccedil;as profundas nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. Antigamente, a atividade agr&iacute;cola era baseada principalmente na experi&ecirc;ncia e intui&ccedil;&atilde;o, sem qualquer oportunidade de prognosticar ou planejar rendimentos e lucros. Mas o que mudou? Os agricultores modernos utilizam imagens de sat&eacute;lite, sensores IoT e an&aacute;lises de IA para monitorar seus campos em tempo real, mesmo sem inspe&ccedil;&otilde;es presenciais. Todos esses dados s&atilde;o apresentados em um formato claro e compreens&iacute;vel &ndash; e voc&ecirc; pode <strong><em>aceder a imagens de sat&eacute;lite em tempo real</em></strong><em> </em>atrav&eacute;s de uma plataforma dedicada, que permite visualizar condi&ccedil;&otilde;es do solo, sa&uacute;de das culturas, padr&otilde;es clim&aacute;ticos e progresso do crescimento em um s&oacute; lugar. O resultado? Uma agricultura mais inteligente, melhores rendimentos e um uso mais sustent&aacute;vel de cada recurso.</p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260617151835-cm_agrotec.jpg" width="850" height="567" class="img-responsive" alt="" /></p>
<h3>Gest&atilde;o de riscos na agricultura por meio de imagens de sat&eacute;lite</h3>
<p>O uso de imagens de sat&eacute;lite pode ajudar agricultores e empresas agr&iacute;colas a reunir informa&ccedil;&otilde;es valiosas. Ao <a href="https://eos.com/pt/products/landviewer/">aceder a imagens de sat&eacute;lite em tempo real</a>, os produtores podem obter dados precisos por meio de diferentes tipos de &iacute;ndices de vegeta&ccedil;&atilde;o, que analisam a sa&uacute;de geral da cultura e a biomassa. Embora existam muitos &iacute;ndices de vegeta&ccedil;&atilde;o, e cada um deles forne&ccedil;a informa&ccedil;&otilde;es diferentes, todos funcionam de forma semelhante e perseguem o mesmo objetivo. Mais precisamente, o que &eacute; comum a todos os &iacute;ndices de vegeta&ccedil;&atilde;o &eacute; que todos eles analisam a condi&ccedil;&atilde;o da cultura por meio de mapas de sat&eacute;lite, e n&atilde;o diretamente no campo.<o:p></o:p></p>
<p>Agricultores que utilizam imagens de sat&eacute;lite no manejo das culturas podem identificar sinais precoces de dist&uacute;rbios no crescimento das plantas. A monitoriza&ccedil;&atilde;o do estado das plantas durante o per&iacute;odo vegetativo por meio de imagens de sat&eacute;lite permite uma resposta oportuna em caso de infesta&ccedil;&otilde;es, defici&ecirc;ncias de nutrientes ou quaisquer outros danos. &Agrave;s vezes, as imagens de sat&eacute;lite revelam casos de infesta&ccedil;&atilde;o invis&iacute;veis a olho nu. Em outras palavras, as imagens de sat&eacute;lite detectam a infec&ccedil;&atilde;o antes mesmo do surgimento de sintomas secund&aacute;rios.<o:p></o:p></p>
<p>Quando os agricultores detectam anomalias nas culturas, eles podem investigar a causa e encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o adequada. Dessa forma, o uso de imagens de sat&eacute;lite pode economizar muito tempo para os agricultores. A principal raz&atilde;o &eacute; que os agricultores n&atilde;o precisam realizar inspe&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias no campo. Eles podem fazer a inspe&ccedil;&atilde;o apenas quando as imagens de sat&eacute;lite mostram que algo est&aacute; acontecendo com as plantas. Mais importante ainda, as imagens de sat&eacute;lite permitem identificar com precis&atilde;o o local no campo onde a anomalia foi detectada. Assim, quando os agricultores precisam fazer uma inspe&ccedil;&atilde;o, eles n&atilde;o precisam vistoriar todo o campo, mas apenas uma parte espec&iacute;fica dele.</p>
<p>Como vantagem adicional, as imagens de sat&eacute;lite fornecem outra informa&ccedil;&atilde;o &uacute;til: a determina&ccedil;&atilde;o da maturidade da cultura. &Agrave; primeira vista, determinar a maturidade da colheita pode parecer n&atilde;o estar relacionado ao gerenciamento de riscos. No entanto, a colheita no momento ideal tem um impacto s&eacute;rio no rendimento e na qualidade do produto. Portanto, agricultores bem-sucedidos praticam a colheita no momento ideal e frequentemente usam imagens de sat&eacute;lite para analisar se as culturas est&atilde;o prontas para a colheita ou se precisam esperar um pouco mais.</p>
<p></p>
<h3>O que &eacute; uma plataforma de Monitoriza&ccedil;&atilde;o de Culturas?</h3>
<p>Uma plataforma de monitoriza&ccedil;&atilde;o de culturas &eacute; um centro de comando central, onde o agricultor pode acessar dados de m&uacute;ltiplas fontes sobre as condi&ccedil;&otilde;es das culturas, umidade do solo, previs&otilde;es meteorol&oacute;gicas e muito mais. Como resultado, os produtores recebem uma vis&atilde;o abrangente e em tempo real do ciclo de vida da cultura por meio de imagens de sat&eacute;lite, sensores em solo e ferramentas anal&iacute;ticas. Funciona assim:<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp;&nbsp;Sat&eacute;lites como o Sentinel e o Landsat capturam imagens dos campos em v&aacute;rias bandas espectrais (vis&iacute;vel, infravermelho pr&oacute;ximo e outras, dependendo da finalidade).<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp;&nbsp;Em conjunto com os sat&eacute;lites, sensores IoT no solo medem a umidade, a temperatura e outros indicadores vitais. Em seguida, esses dados s&atilde;o enviados sem fio para o dispositivo do agricultor.<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp;&nbsp;Informa&ccedil;&otilde;es em tempo real sobre padr&otilde;es clim&aacute;ticos, umidade e vento tamb&eacute;m s&atilde;o enviadas para a plataforma via API.<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp; De acordo com os dados coletados, tratores e colheitadeiras, equipados com GPS a bordo, podem se sincronizar para ajustar a irriga&ccedil;&atilde;o e a fertiliza&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de relatar seu desempenho geral.<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp;&nbsp;Todos os dados coletados e gerados s&atilde;o armazenados na nuvem da plataforma e est&atilde;o dispon&iacute;veis em qualquer lugar do mundo, garantindo clareza e padroniza&ccedil;&atilde;o para todas as pessoas autorizadas.</p>
<p></p>
<h3>Transformando a Luz dos Sat&eacute;lites em Informa&ccedil;&atilde;o: Como os &Iacute;ndices de Vegeta&ccedil;&atilde;o Ajudam os Agricultores a Agir Cedo</h3>
<p>Os sat&eacute;lites Sentinel e Landsat s&atilde;o as principais fontes de imagens em v&aacute;rias bandas espectrais &ndash; comprimentos de onda vis&iacute;veis, infravermelho pr&oacute;ximo (NIR) e infravermelho de ondas curtas (SWIR). Com base nessas informa&ccedil;&otilde;es e nos &iacute;ndices de vegeta&ccedil;&atilde;o, um aplicativo constr&oacute;i um mapa para os produtores, que podem melhorar o processo de plantio antes que as consequ&ecirc;ncias afetem os rendimentos e os lucros. Uma ampla variedade de &iacute;ndices est&aacute; &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o dos agricultores:<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp;&nbsp;NDVI (&Iacute;ndice de Vegeta&ccedil;&atilde;o por Diferen&ccedil;a Normalizada): Mede a &quot;sa&uacute;de&quot; da planta e a atividade fotossint&eacute;tica. Se os valores de NDVI estiverem baixos, significa que a planta est&aacute; sofrendo com estresse h&iacute;drico, danos por pragas ou defici&ecirc;ncia de nutrientes. O <a href="https://www.iac.sp.gov.br/">Instituto Agron&ocirc;mico (IAC)</a> possui estudos que correlacionam a varia&ccedil;&atilde;o temporal do NDVI ao uso e manejo do solo.<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp;&nbsp;EVI (&Iacute;ndice de Vegeta&ccedil;&atilde;o Melhorado): Este &iacute;ndice &eacute; semelhante ao NDVI, mas &eacute; menos sens&iacute;vel &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es atmosf&eacute;ricas e &agrave; densidade do dossel, tornando-o adequado para &aacute;reas com vegeta&ccedil;&atilde;o densa.<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp;&nbsp;NDWI (&Iacute;ndice de &Aacute;gua por Diferen&ccedil;a Normalizada): Este &iacute;ndice ajuda os agricultores a avaliar o teor de &aacute;gua nos campos e identificar zonas com irriga&ccedil;&atilde;o excessiva ou insuficiente.</p>
<p></p>
<h3>O Papel da IoT na Agricultura Inteligente</h3>
<p>A Internet das Coisas traz um toque de magia ao que acontece no solo. Ela combina todos os pequenos sensores nos campos e nas m&aacute;quinas, criando um sistema nervoso abrangente para a fazenda. Como resultado, todos os dados poss&iacute;veis, como n&iacute;veis de umidade, cronogramas de irriga&ccedil;&atilde;o, temperatura e muitos outros fatores, s&atilde;o sincronizados em tempo real e submetidos a uma &uacute;nica plataforma em um formato claro e compreens&iacute;vel. Portanto, n&atilde;o haver&aacute; mais adivinha&ccedil;&otilde;es para o agricultor sobre o que fazer em seguida. De modo geral, os processos podem ser automatizados sem a necessidade de participa&ccedil;&atilde;o nas atividades agr&iacute;colas principais:<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp;Irriga&ccedil;&atilde;o Inteligente: Os sensores detectam o n&iacute;vel de umidade e transmitem esses dados aos sistemas de irriga&ccedil;&atilde;o. Eles s&atilde;o ajustados automaticamente, fornecendo a quantidade perfeita de &aacute;gua para as plantas, exatamente nos momentos em que elas precisam.<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp;Agricultura de Precis&atilde;o: As bordas dos campos s&atilde;o sincronizadas com os dados dos sat&eacute;lites, e os tratores s&atilde;o guiados com precis&atilde;o centim&eacute;trica para evitar desperd&iacute;cios.<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp;Controle de Pragas Direcionado: Usando dados do espa&ccedil;o e sensores no local, armadilhas com IA permitem que os agricultores pulverizem apenas onde necess&aacute;rio, em vez de todo o campo.<o:p></o:p></p>
<p>●&nbsp;&nbsp;Equipamentos Saud&aacute;veis: Os sensores atuam como um rastreador de fitness para tratores e prevem se eles precisam de manuten&ccedil;&atilde;o antes que ocorra uma quebra. Dizem que &eacute; mais barato e f&aacute;cil prevenir do que remediar.<o:p></o:p></p>
<p>O resultado s&atilde;o colheitas maiores e menos &aacute;gua desperdi&ccedil;ada. Na verdade, a Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alimenta&ccedil;&atilde;o e a Agricultura descobriu que essa tecnologia pode aumentar a efici&ecirc;ncia agr&iacute;cola em at&eacute; 25%.</p>
<p></p>
<h3>O Futuro da Agricultura Inteligente</h3>
<p>Os m&eacute;todos tradicionais de gest&atilde;o de culturas n&atilde;o s&atilde;o mais eficazes nas realidades modernas. As cadeias de abastecimento precisam ser est&aacute;veis devido ao crescimento populacional e &agrave;s mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. Hoje, precisamos prever com precis&atilde;o o que as plantas precisar&atilde;o em seguida e identificar os fatores que podem impact&aacute;-las negativamente. &Eacute; aqui que entram todas as tecnologias que podem n&atilde;o ter sido desenvolvidas para a agricultura, mas que, no entanto, s&atilde;o utilizadas nela. Pesquisadores da <a href="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/104076512/sensoriamento-remoto-com-ia-mapeia-pequenos-cafezais-com-elevada-precisao">Embrapa</a> j&aacute; desenvolveram m&eacute;todos in&eacute;ditos que combinam imagens de sat&eacute;lite e algoritmos de intelig&ecirc;ncia artificial para mapear lavouras com mais de 95% de precis&atilde;o<o:p></o:p></p>
<p>Os drones atuar&atilde;o como batedores incans&aacute;veis, percorrendo vastos quil&ocirc;metros de campos sem necessidade de recarga. A IA continuar&aacute; a avan&ccedil;ar, automatizando processos e aprendendo com novas circunst&acirc;ncias em tempo real. Enquanto isso, o blockchain criar&aacute; um &quot;passaporte digital&quot; para todos os rendimentos e produtos dos campos. Como resultado, a log&iacute;stica ser&aacute; clara e transparente, e voc&ecirc; ter&aacute; uma compreens&atilde;o precisa do que est&aacute; na sua prateleira e onde cada alimento foi produzido. Isso construir&aacute; uma cadeia de abastecimento mais confi&aacute;vel e segura.<o:p></o:p></p>
<p>&Eacute; assim que construiremos um futuro mais brilhante e mais verde para a agricultura, que aumente os lucros e fortale&ccedil;a a nossa seguran&ccedil;a alimentar global.<o:p></o:p></p>
<p>______________<o:p></o:p></p>
<p>Autor:&nbsp;<a href="https://eos.com/pt/blog-author/kateryna-sergieieva/">Kateryna Sergieieva</a><o:p></o:p></p>
<p>Kateryna Sergieieva tem um Ph.D. em tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o e 15 anos de experi&ecirc;ncia em sensoriamento remoto. Ela &eacute; uma cientista respons&aacute;vel pelo desenvolvimento de tecnologias para monitoriza&ccedil;&atilde;o por sat&eacute;lite e detec&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as em caracter&iacute;sticas de superf&iacute;cie. Kateryna &eacute; autora de mais de 60 publica&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas.<span lang="EN"><o:p></o:p></span></p>
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<p></p>
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<p></p>
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</svg></div> ]]></description><pubDate>Wed, 17 Jun 2026 15:08:25 GMT</pubDate></item><item><title>10.º Congresso da CNA debate o futuro da Agricultura Familiar em Vila Real</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/10-congresso-da-cna-debate-o-futuro-da-agricultura-familiar-em-vila-real/</link><guid isPermaLink='false'>41862</guid><description><![CDATA[<p><strong>Sob o lema &ldquo;Produ&ccedil;&atilde;o. Alimenta&ccedil;&atilde;o. Soberania&rdquo;, o encontro nacional da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Agricultura (CNA) est&aacute; agendado para o dia 15 de novembro de 2026, no Teatro Municipal de Vila Real. O evento coincide com o Ano Internacional da Mulher Agricultora.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260616151346-agriculturafam.jpg" width="850" height="567" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>A Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Agricultura (CNA) anunciou a realiza&ccedil;&atilde;o do seu 10.&ordm; Congresso da CNA e da Agricultura Familiar, que ter&aacute; lugar a 15 de novembro de 2026, em Vila Real. O encontro pretende reunir centenas de delegados, agricultores e convidados nacionais e internacionais &mdash; incluindo representantes da Coordenadora Europeia Via Campesina (ECVC) &mdash; para debater os caminhos da sustentabilidade e resili&ecirc;ncia do setor face ao atual panorama pol&iacute;tico e econ&oacute;mico.<o:p></o:p></p>
<p>Aprovado em Conselho Nacional, o lema do congresso assenta em tr&ecirc;s pilares estrat&eacute;gicos:<o:p></o:p></p>
<p>Produ&ccedil;&atilde;o: Destacar a Agricultura Familiar como o modelo predominante a n&iacute;vel global (respons&aacute;vel por 90% das explora&ccedil;&otilde;es mundiais), essencial para a biodiversidade, preserva&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais e vitalidade do mundo rural.<o:p></o:p></p>
<p>Alimenta&ccedil;&atilde;o: Promover a sustentabilidade atrav&eacute;s de circuitos curtos agroalimentares, reduzindo o n&uacute;mero de intermedi&aacute;rios e garantindo uma maior justi&ccedil;a na cadeia de valor, entre produtores e consumidores.<o:p></o:p></p>
<p>Soberania: Refor&ccedil;ar a produ&ccedil;&atilde;o orientada para o mercado interno e a menor depend&ecirc;ncia de fatores de produ&ccedil;&atilde;o externos, reduzindo a vulnerabilidade do pa&iacute;s a crises de abastecimento internacionais.<o:p></o:p></p>
<p>Um ano de desafios estruturais e transi&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica<o:p></o:p></p>
<p>O congresso realiza-se num contexto que a CNA classifica como particularmente dif&iacute;cil para as pequenas e m&eacute;dias explora&ccedil;&otilde;es. Entre as principais preocupa&ccedil;&otilde;es do setor destacam-se os preju&iacute;zos acumulados por intemp&eacute;ries, a subida dos custos de produ&ccedil;&atilde;o, a press&atilde;o do capital financeiro sobre a terra (incluindo as &aacute;reas de baldios) e as linhas orientadoras da futura Pol&iacute;tica Agr&iacute;cola Comum (PAC), que a organiza&ccedil;&atilde;o antev&ecirc; como penalizadoras para as explora&ccedil;&otilde;es de menor escala, face ao avan&ccedil;o do agro-neg&oacute;cio intensivo.<o:p></o:p></p>
<p>A dire&ccedil;&atilde;o da CNA sublinha que o evento ser&aacute; um espa&ccedil;o central para a &quot;apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas e reclama&ccedil;&otilde;es para outras e melhores pol&iacute;ticas p&uacute;blicas&quot;, visando contrariar o desaparecimento de milhares de explora&ccedil;&otilde;es familiares e garantir a viabilidade econ&oacute;mica do tecido rural portugu&ecirc;s.<o:p></o:p></p>
<p>Foco no papel das mulheres rurais<o:p></o:p></p>
<p>A edi&ccedil;&atilde;o deste ano ganha um relevo acrescido por se realizar no Ano Internacional da Mulher Agricultora, institu&iacute;do pelas Na&ccedil;&otilde;es Unidas. O congresso reservar&aacute; espa&ccedil;os de debate dedicados &agrave; defini&ccedil;&atilde;o de medidas p&uacute;blicas que valorizem e capacitem o papel da mulher no setor agr&iacute;cola e no desenvolvimento dos territ&oacute;rios rurais, combatendo assimetrias e discrimina&ccedil;&otilde;es.<o:p></o:p></p>
<p>A organiza&ccedil;&atilde;o adianta que as informa&ccedil;&otilde;es sobre as inscri&ccedil;&otilde;es e o programa detalhado das sess&otilde;es ser&atilde;o atualizadas progressivamente no portal oficial da confedera&ccedil;&atilde;o (www.cna.pt).<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 581px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
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</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 15:10:27 GMT</pubDate></item><item><title>Workshop destaca a cooperação como motor de desenvolvimento dos territórios rurais</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/workshop-destaca-a-cooperacao-como-motor-de-desenvolvimento-dos-territorios-rurais/</link><guid isPermaLink='false'>41861</guid><description><![CDATA[<p><strong>A aldeia de Aldeia Nova, no concelho de Trancoso, ser&aacute; palco, no pr&oacute;ximo dia 21 de junho, pelas 16h30, do workshop &ldquo;Coopera&ccedil;&atilde;o no Mundo Rural&rdquo;, uma iniciativa que convida a comunidade a refletir sobre a import&acirc;ncia da uni&atilde;o de esfor&ccedil;os na constru&ccedil;&atilde;o de territ&oacute;rios mais din&acirc;micos, resilientes e preparados para os desafios do futuro.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260616150805-flyer.jpg" width="850" height="1202" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>Promovido no &acirc;mbito do projeto INOV RURAL, o workshop pretende criar um espa&ccedil;o de partilha de experi&ecirc;ncias, ideias e boas pr&aacute;ticas, evidenciando o papel fundamental que a coopera&ccedil;&atilde;o desempenha na valoriza&ccedil;&atilde;o dos recursos locais, no fortalecimento das comunidades e na cria&ccedil;&atilde;o de novas oportunidades de desenvolvimento econ&oacute;mico e social.<o:p></o:p></p>
<p>Num momento em que os territ&oacute;rios rurais enfrentam desafios cada vez mais complexos, desde a desertifica&ccedil;&atilde;o e o envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o &agrave; necessidade de atrair investimento e fixar pessoas, torna-se essencial promover uma cultura de colabora&ccedil;&atilde;o entre cidad&atilde;os, associa&ccedil;&otilde;es, empresas e entidades p&uacute;blicas. &Eacute; precisamente nesta perspetiva que surge esta iniciativa, que procurar&aacute; demonstrar como o trabalho conjunto pode gerar solu&ccedil;&otilde;es inovadoras e contribuir para um futuro mais sustent&aacute;vel para o mundo rural.<o:p></o:p></p>
<p>A sess&atilde;o decorrer&aacute; na Junta de Freguesia de Aldeia Nova e destina-se a toda a popula&ccedil;&atilde;o, bem como a empreendedores, agricultores, dirigentes associativos, autarcas e todos os interessados no desenvolvimento dos territ&oacute;rios rurais.<o:p></o:p></p>
<p>Integrado no conjunto de a&ccedil;&otilde;es de capacita&ccedil;&atilde;o e dinamiza&ccedil;&atilde;o territorial promovidas pelo projeto INOV RURAL, este workshop refor&ccedil;a o compromisso com a valoriza&ccedil;&atilde;o das comunidades locais e com a cria&ccedil;&atilde;o de redes de coopera&ccedil;&atilde;o capazes de transformar desafios em oportunidades.<o:p></o:p></p>
<p>O projeto INOV RURAL &eacute; promovido pela Inovterra Associa&ccedil;&atilde;o e financiado pelo programa Portugal Inova&ccedil;&atilde;o Social, atrav&eacute;s do Centro 2030, com cofinanciamento da Uni&atilde;o Europeia.<o:p></o:p></p> ]]></description><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 15:05:01 GMT</pubDate></item><item><title>Ascendi reuniu mais de 100 profissionais no Porto para debater o controlo de espécies invasoras</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/ascendi-reone-mais-de-cem-profissionais-no-porto-para-debater-o-controlo-de-especies-invasoras/</link><guid isPermaLink='false'>41860</guid><description><![CDATA[<p><strong>Integrado na Semana sobre Esp&eacute;cies Invasoras 2026, a Ascendi organizou no Porto a terceira edi&ccedil;&atilde;o do seu Semin&aacute;rio Invasoras, subordinado ao tema dos &quot;Desafios da Gest&atilde;o Florestal&quot;.</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260609134737-ascendi.jpg" alt="Ascendi" width="850" height="680" class="img-responsive" /></p>
<p>O encontro contou com mais de uma centena de participantes, divididos entre profissionais do setor e entidades p&uacute;blicas e privadas com interven&ccedil;&atilde;o direta no territ&oacute;rio, com o objetivo de definir solu&ccedil;&otilde;es operacionais e t&eacute;cnicas r&aacute;pidas e eficazes para conter a press&atilde;o ecol&oacute;gica das esp&eacute;cies invasoras.&nbsp;</p>
<p>Durante o evento, a concession&aacute;ria detalhou o seu Plano de A&ccedil;&atilde;o de Gest&atilde;o das Invasoras, um projeto desenvolvido em parceria com a Escola Superior Agr&aacute;ria de Coimbra (ESAC). Este plano operacional abrange as seis concess&otilde;es rodovi&aacute;rias geridas pela Ascendi, organizando as interven&ccedil;&otilde;es com base em quatro eixos estrat&eacute;gicos: preven&ccedil;&atilde;o, dete&ccedil;&atilde;o precoce, conten&ccedil;&atilde;o e restauro ambiental. Est&atilde;o estabelecidas metas claras a tr&ecirc;s anos, destacando-se a redu&ccedil;&atilde;o de 50% nos focos de esp&eacute;cies invasoras classificadas como priorit&aacute;rias e a forma&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica de 85% dos colaboradores da empresa at&eacute; ao t&eacute;rmino do plano.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>A Ascendi, que tem sede no Porto e &eacute; controlada pela sociedade de investimento privado francesa Ardian , disponibilizou a grava&ccedil;&atilde;o integral de todas as interven&ccedil;&otilde;es do semin&aacute;rio no seu canal oficial de YouTube.<o:p></o:p></p> ]]></description><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:45:40 GMT</pubDate></item><item><title>AGRIPRO lança ciclo de webinars técnicos com foco na tecnologia biológica GENEX</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/agripro-lanca-ciclo-de-webinars-tecnicos-com-foco-na-tecnologia-biologica-genex/</link><guid isPermaLink='false'>41859</guid><description><![CDATA[<p><strong>No pr&oacute;ximo dia 16 de junho, &agrave;s 16h00, a AGRIPRO inicia uma nova estrat&eacute;gia de comunica&ccedil;&atilde;o digital e proximidade com o setor agr&iacute;cola atrav&eacute;s do lan&ccedil;amento de um ciclo de webinars t&eacute;cnicos. Os encontros online s&atilde;o inteiramente gratuitos e visam debater a inova&ccedil;&atilde;o e o aumento da competitividade sustent&aacute;vel das explora&ccedil;&otilde;es agr&iacute;colas profissionais.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260609134510-genex.jpg" width="850" height="680" class="img-responsive" alt="" /></p>
<p>O primeiro webinar ser&aacute; focado na tecnologia GENEX, uma solu&ccedil;&atilde;o inovadora concebida para a ativa&ccedil;&atilde;o do potencial biol&oacute;gico das culturas, promovendo maior produtividade, resili&ecirc;ncia e efici&ecirc;ncia na gest&atilde;o de recursos face &agrave;s exig&ecirc;ncias do mercado atual. A AGRIPRO, que atua no apoio direto atrav&eacute;s do fornecimento de fatores de produ&ccedil;&atilde;o e acompanhamento agron&oacute;mico especializado , disp&otilde;e de um portef&oacute;lio que abrange produtos fitofarmac&ecirc;uticos, nutri&ccedil;&atilde;o vegetal especializada, bioestimulantes e tecnologias de gest&atilde;o. A empresa mant&eacute;m ainda parcerias com centros de investiga&ccedil;&atilde;o e entidades tecnol&oacute;gicas para introduzir avan&ccedil;os em gen&eacute;tica e biotecnologia.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>O evento decorrer&aacute; em formato online e as inscri&ccedil;&otilde;es obrigat&oacute;rias devem ser submetidas previamente atrav&eacute;s do link disponibilizado pela empresa ou via e-mail para agripro@agripro.pt.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 708px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
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</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:41:54 GMT</pubDate></item><item><title>Projeto LiveNet cria rede nacional em Portugal para fortalecer o aconselhamento técnico pecuário</title><link>http://www.agrotec.pt/noticias/projeto-livenet-cria-rede-nacional-em-portugal-para-fortalecer-o-aconselhamento-tecnico-pecuario/</link><guid isPermaLink='false'>41858</guid><description><![CDATA[<p><strong>O projecto europeu LiveNet, financiado pelo programa Horizonte Europa e que tem a CONSULAI como parceira nacional, est&aacute; a implementar uma rede em Portugal para t&eacute;cnicos especializados em produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria. O objetivo principal &eacute; criar um espa&ccedil;o estruturado de colabora&ccedil;&atilde;o e aprendizagem cont&iacute;nua para apoiar a transi&ccedil;&atilde;o para sistemas pecu&aacute;rios mais sustent&aacute;veis, resilientes e inovadores.&nbsp;</strong></p>
<p><img src="http://www.agrotec.pt/userfiles/image/dropzone/blogs/20260609133823-pecuaria.jpg" width="850" height="680" alt="" /></p>
<p>A rede europeia promove o interc&acirc;mbio de solu&ccedil;&otilde;es e a adapta&ccedil;&atilde;o das pr&aacute;ticas aos contextos locais , focando-se em desafios como a sustentabilidade ambiental, o bem-estar animal, a efici&ecirc;ncia produtiva e a renova&ccedil;&atilde;o geracional no campo. Os t&eacute;cnicos que integrarem a iniciativa ter&atilde;o a oportunidade de participar em reuni&otilde;es regulares a n&iacute;vel nacional e europeu , expandir as suas redes profissionais, aceder a metodologias inovadoras de aconselhamento e integrar visitas de interc&acirc;mbio, a&ccedil;&otilde;es de demonstra&ccedil;&atilde;o e eventos internacionais com contacto direto no terreno.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<p>A iniciativa conta com o financiamento da Uni&atilde;o Europeia e com o apoio do Governo da Confedera&ccedil;&atilde;o Su&iacute;&ccedil;a atrav&eacute;s do Departamento Federal de Assuntos Econ&oacute;micos, Educa&ccedil;&atilde;o e Investiga&ccedil;&atilde;o (EAER) e do Secretariado de Estado para a Educa&ccedil;&atilde;o, Investiga&ccedil;&atilde;o e Inova&ccedil;&atilde;o (SERI). Os t&eacute;cnicos interessados em fazer parte da rede em Portugal podem obter mais informa&ccedil;&otilde;es e efetivar a sua inscri&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do formul&aacute;rio oficial disponibilizado pela organiza&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<o:p></o:p></p>
<div class="simg-pop-btn" style="top: 708px; left: 18px; display: none;"><svg focusable="false" aria-hidden="true" viewbox="" data-testid="ImageSearchIcon">
<path d="M18 13v7H4V6h5.02c.05-.71.22-1.38.48-2H4c-1.1 0-2 .9-2 2v14c0 1.1.9 2 2 2h14c1.1 0 2-.9 2-2v-5zm-1.5 5h-11l2.75-3.53 1.96 2.36 2.75-3.54zm2.8-9.11c.44-.7.7-1.51.7-2.39C20 4.01 17.99 2 15.5 2S11 4.01 11 6.5s2.01 4.5 4.49 4.5c.88 0 1.7-.26 2.39-.7L21 13.42 22.42 12zM15.5 9C14.12 9 13 7.88 13 6.5S14.12 4 15.5 4 18 5.12 18 6.5 16.88 9 15.5 9"></path>
</svg></div> ]]></description><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:35:55 GMT</pubDate></item></channel></rss>