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        <title>Alex Nunes - Blog - RSS</title>
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        <description>Site pessoal do web designer Alex Nunes</description>
        <language>pt-br</language>
        <copyright>Site - Todos os direitos reservados.</copyright>
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<item><title>Peda�o</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=28</link><description><![CDATA[Hoje me arrancaram um peda�o. 
Meus poucos quilos de peso pena, s�o suficientes para que meus joelhos n�o suportem a dor da perda. 
E agora, agora! O caminho da felicidade se abre diante de mim, curto, liso, reto, quase posso toc�-la.
Sem o peda�o sou pesado demais pra continuar.
]]></description><pubDate>2011-01-24</pubDate><datePosted>2011-01-24</datePosted></item><item><title>O Pr�ximo presidente antes das elei��es.</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=27</link><description><![CDATA[O Lula pode se afastar para ajudar a Dilma nas campanhas, isso � direito constitucional, o vice � o Jos� Alencar coitado. Adivinha quem vai ser o presidente do Brasil???? Ele � claro, o Rei do Maranh�o, Ele o senador do Amap�, O Coronel, O bigode mais famoso do Brasil! Algu�m arrisca um palpite?????]]></description><pubDate>2010-03-10</pubDate><datePosted>2010-03-10</datePosted></item><item><title>L-I-X-�-R-I-A</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=26</link><description><![CDATA[

Estamos na ilha do lix�o. As autoridades dizem que foi a �nica maneira de minimizar o problema dos aterros do estado. 

Era uma ilha como outra qualquer, ent�o, prevendo o que n�o tardaria para acontecer, os respons�veis fizeram vistas grossas at� chegar ao ponto onde n�o dava pra voltar atr�s e dizer para a popula��o que o dano era irrepar�vel, e a �nica coisa a ser feita seria tentar aproveitar a situa��o para transformar a ilha em uma esta��o de tratamento de lixo e, ainda por cima, acabar com a farra das empresas de ca�amba que destru�ram a ilha levando o lixo de todos os lugares imagin�veis pra l�.

Com a situa��o fora de controle, a solu��o proposta pelos governantes foi aceita sem muita dificuldade e, em menos de dois anos, a ilha foi transformada na maior esta��o de coleta, reciclagem, tratamento e aterro de lixo, todas as tecnologias dispon�veis  foram utilizadas naquela �poca.

O esc�ndalo do assassinato da ilha logo foi substitu�do pela p�rola  ecologicamente correta que resolvia v�rios problemas da sociedade, um grande n�mero de empregos foi gerado e 90% do lixo produziam algo a se reutilizar, o que n�o servia, ia para o gigantesco aterro que produzia g�s que era combust�vel para o funcionamento de tudo para a ilha.

Os anos foram passando e a ilha foi perdendo seu brilho, n�o sua funcionalidade, afinal o lixo n�o � bonito e nem agrad�vel de se ver, as pessoas que aceitaram os primeiros trabalhos, eram desempregados que estavam fora do mercado a bastante tempo e viviam no limite da mis�ria, mas depois de um tempo se recolocaram na sociedade e � medida que conseguiam, trocavam de emprego e com as mudan�as de administra��o, muitos catadores de lixo da  se mudaram da cidade para ilha clandestinamente, mas, novamente, era melhor fazer vista grossa. 

A favela na ilha foi crescendo de tal maneira que tomou conta de quase tudo e todo seu glamour foi se perdendo, mas, como todos que l� viviam dependiam do lixo, ela melhorava seu desempenho cada vez mais e as partes que n�o foram tomadas pela clandestinidade foram privatizadas. Sua efici�ncia era t�o grande que todas as pessoas que trabalhavam nela tamb�m moravam l� e por isso foi esquecida completamente pelos  ecochatos  e virou um lugar que as pessoas sabiam que existiam, mas n�o ligavam, pois faziam o seu trabalho sem importunar ningu�m, como as algas que geram oxig�nio, fora os bi�logos ningu�m est� muito a� para elas, a ilha era uma esp�cie de buraco negro.

Uma grande grife de roupas contratou o fot�grafo mais conceituado da atualidade para fazer a campanha de outono de suas pe�as. Conhecido por ser pol�mico, estava disposto a fazer o seu maior trabalho, para tanto, ele tinha que surpreender em todos os sentidos. Ent�o decidiu n�o usar nenhuma das badaladas modelos, daquelas que o bico podia custar o que muitos n�o ganham durante uma vida. Ent�o viajou o pa�s todo e encontrou em um orfanato uma garota de 15 anos de idade e realmente era linda. Com todos os tr�mites feitos, a ag�ncia do fot�grafo se comprometeu em ajudar a achar algu�m que a adotasse, o que n�o parecia um futuro muito distante j� que a promessa era que ela seria uma grande estrela da moda depois do grande trabalho do fot�grafo. Ele perdeu muito tempo procurando a modelo perfeita, o que quase comprometeu a data da campanha e por isso teve que correr com todos os preparativos do trabalho.

A beleza da garota s� n�o era maior que sua ingenuidade e dizer que ela era linda, parecia n�o chegar perto do elogio que merecia.

Chegou o grande dia, depois de oito horas de viagem de barco da cidade mais pr�xima e mais 4 horas de montagem de equipamentos de luz e afins, fizeram o cen�rio perfeito como se sa�do da cabe�a do fot�grafo direto para o lix�o. A garota estava indescritivelmente bela, fazia tudo que o homem atr�s das lentes mandava, tudo estava dando t�o certo que todos da equipe estavam deslumbrados, cada clique da c�mera produzia instantaneamente um sorriso no rosto de cada um, tanto que, a cada pausa, todos se reuniam em volta do notebook para ver a seq��ncia das fotos e cada uma que passava produzia todo o tipo de elogio,. Euf�ricos, todos estavam t�o felizes que acabaram esquecendo da modelo que, sem saber o que fazer, ficou esperando a ordem de algu�m, at� que o fotografo gritou pra que a equipe preparasse a modelo com o pr�ximo figurino. O processo se repetiu por diversas vezes e cada uma delas mais festa ainda. O  prazer naquele trabalho era m�gico, percebendo que era a ultima sess�o, a equipe foi recolhendo tudo para 
o barco, at� que foi dado o �ltimo clique e num piscar de olhos estavam todos no barco em volta do notebook assistindo � gl�ria de um trabalho que n�o tinha outro adjetivo se n�o perfeito. E assim foram as oito horas de volta a cidade, regadas a champanhe e elogios, ningu�m percebeu que a modelo ficou na ilha.

A falta das luzes n�o diminuiu em nada a beleza da assustada garota que achava que tudo aquilo era uma brincadeira e que logo voltariam para busc�-la. O tempo foi passando e ela adormeceu, ali mesmo numa das partes mais feias do lix�o. N�o que o lix�o tivesse alguma parte bonita, agora a triste cena vista a olho nu, sem filtros, nem luzes, n�o tinha nada de bonito. A bela garota deitada sobre o lixo dava d� que arrancaria l�grimas do mais cruel carrasco, a tradu��o da beleza em forma de garota n�o era suficiente para combater a tristeza da cena e foi essa vis�o que uma velha catadora teve depois de acordar cedinho e ir para o local que costumava garimpar o sustento. Poucos iam para aqueles lados porque era o lugar com o pior cheiro de todo o lix�o. A velha achou que a garota estava morta e come�ou a chorar, o que fez com que a garota acordasse, foi ent�o que a velha ficou em prantos de vez, a garota foi acudir a senhora, que s� solu�ava. De tanto que a garota tentou a velha foi aos poucos parando de chorar, p
egou na m�o da modelo, e levou-a at� a sua casa, durante o caminho ainda solu�ava ao ver a beleza do seu lado, mesmo suja e maltrapilha, ainda era linda, mas que a realidade n�o deixava ser bela.

Dois dias se passaram nenhuma das duas havia dito uma palavra, ningu�m voltou para buscar a garota, os grandes barcos do lixo s� chegariam em trinta dias, e a velha decidiu ir catar lixo,  a garota foi com ela sem nenhuma frescura e, pensando como seria sua vida agora, a velha pensou:

-Agora eles jogam pessoas fora.
]]></description><pubDate>2009-11-08</pubDate><datePosted>2009-11-08</datePosted></item><item><title>Ep�stola a Tim�teo.</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=25</link><description><![CDATA[Caro vereador, eu fico pensando como o senhor deve ser uma pessoa atarefada com os assuntos da nossa cidade.
Tantos assuntos esses que escolher qual dar prioridade deve ser outra tarefa dif�cil, pois tentei fazer um simples exerc�cio de me colocar em poucos segundos no seu lugar e constatei a dificuldade, por exemplo, como escolher entre as seguintes quest�es : 

- Alguns problemas de transito
- Alguns problemas de sa�de
- Alguns problemas de saneamento 
- Alguns problemas de educa��o 

Entre tantos outros, mesmo que eu escolhesse lazer, pois o povo dessa cidade tem demandas nesse sentido, qual dos problemas eu tentaria ajudar a resolver como representante do povo?
E cheguei a seguinte conclus�o que seria um grande servi�o aos moradores da cidade que eu dedicasse meu tempo levando a proposta at� aos outros vereadores de que Um grande parque de S�o Paulo estava prejudicando em muito a popula��o tendo o nome de Ibirapuera, ent�o com in�meros argumentos, inclusive os de ordem cultural sugerindo que o nome desse parque mudasse para Parque Michael Jackson, e assim os meus eleitores saberiam que escolheram um verdadeiro representante do povo. Desejo boa sorte a cidade de S�o Paulo

Veja a sugest�o do meu amigo Ricardo Silveira.
mandem um e-mail para o Vereador e digam exatamente o que voc�s pensam. E repassem isso aos seus amigos, quem sabe uma inunda��o da caixa de e-mail signifique alguma coisa pra ele: agnaldotimoteovereador@camara.sp.gov.br

Eu mandei essa cartinha pra ele.]]></description><pubDate>2009-09-28</pubDate><datePosted>2009-09-28</datePosted></item><item><title>Me lembre de n�o jogar com a morte.</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=24</link><description><![CDATA[Depois de uma semana inteira com aquele tempo chato, frio, chovendo, nessa ter�a-feira o dia estava sequinho, claro, quente o bastante para usar uma regata, mas n�o estava abafado, eu tinha cochilado no sof� depois do almo�o, quando levantei a sensa��o de leveza era muito boa, ao terminar de me espregui�ar abri meus olhos e me vi dormindo no sof�, passei a m�o na cabe�a esfreguei os olhos mas quando abri eu continuava l� no sof� dormindo, dormindo n�o � bem a palavra correta, mas eu entendia o que estava acontecendo, era tudo t�o normal, sentia a temperatura do ch�o sob meus p�s, respirava e tudo mais, quando eu ia beliscar meu bra�o, meu bra�o do meu eu dormindo no sof�, ouvi:
- N�o precisa fazer isso, voc� j� sabe o que aconteceu.
Me virei na dire��o da voz e vi um camarada sentado no outro sof� da sala antes que eu conseguisse me interromper porque a pergunta era �bvia soltei:
- Quem � voc�?
- Pois �, voc� quase conseguiu n�o fazer essa pergunta, mas para que n�o exista d�vida nenhuma, sou a sua morte e vou te levar a te a porta.
- At� a porta, que porta?
- Da sua passagem.
- E o que tem atr�s da porta?
- O que voc� merecer.
- Que processo burocr�tico, qual a necessidade de te mandar at� aqui pra me levar l�, n�o poderia acordar direto do outro lado da porta?
- Poder, podia, mas essas perguntas sempre s�o feitas, ent�o eu tenho que preparar para quando voc� chegue do outro lado, essa parte aqui j� esteja completamente resolvida.
Imagine voc� que eu estava ali vendo minha morte, um sujeito com uma apar�ncia t�o normal quanto a de um caixa de banco, s�o tantas perguntas, tantas d�vidas, uma delas era de que se valia a pena questionar todas elas.
Ent�o escutei a morte resmungar. � Ai caramba esse vai dar trabalho.
- Que trabalho posso dar, estou morto?
Nesse momento o caixa de banco fez uma cara t�o feia, seus olhos viraram bolas de fogo e gritou uma coisa que eu n�o entendi, mas tinha certeza que era um palavr�o e depois disse:
- Cara eu j� vi onde isso vai levar, eu vou encurtar o caminho que eu percebi que voc� ia pegar e quando chegasse l� ia perceber que eu tenho que te responder todas as perguntas que voc� quiser at� achar que est� pronto pra ir, a maioria n�o percebe e a� depois de alguma lamurias o cara se cansa e diz tudo bem onde � que � essa porta e pronto trabalho conclu�do, mas com tipos iguais a voc� isso pode durar uma eternidade ent�o por isso j� estou falando, tenho que te responder tudo at� voc� querer realmente saber o que tem atr�s da sua porta e pra saber abrir e entrar, ent�o pergunte.
Eram tantas mas n�o conseguia definir as ordens das perguntas, de que eu morri, essa n�o, j� n�o faz mais diferen�a. � Acho que por enquanto n�o quero perguntar nada.
- Ent�o �timo, voc� quer saber o que te espera atr�s da sua porta?
- Tamb�m n�o.
Outro palavr�o. � Voc� n�o vai perguntar onde est� a foice o capuz, porque eu n�o sou uma caveira?
- N�o, se voc� apareceu assim pra mim, ou voc� � assim mesmo ou por algum motivo n�o quis me assustar ou ia gerar mais perguntas, o que eu j� vi que voc� n�o gosta.
Ent�o resolvi ver o que se consegue fazer neste estado, de cara vi que n�o dava pra interagir com nada, mas o resto parecia que era igual, sa� do apartamento fui at� a padaria ouvi as mesmas piadas do Chico, s� que n�o eram pra mim, mas ri do mesmo jeito, o morte estava sempre do meu lado, as vezes irritado, mas agora parecia que estava pensando no que ia argumentar para fazer eu tirar minhas d�vidas e assim estar preparado para entrar na porta, o ruim � que voc� tem que fazer tudo a p�, por causa daquele lance de ser tipo fantasma atravessa tudo, sentei at� num t�xi, mas quando ele saiu eu fiquei.
- Logo, logo, voc� vai se entediar de ficar andando a p�, olhando e ouvindo as conversas dos outros sem poder fazer nada.
- Pode ser mas, at� agora est� legal, parece um filme 3d, com cheiro e sensa��es, por enquanto est� legal.
- Mas quanto as pessoas que voc� gosta? � Logo que a morte fez essa pergunta, soltou outro palavr�o, esse infeliz � filho �nico e os pais j� foram, sem amigos e tomou o fora da �ltima namorada, n�o tem ningu�m e pior, n�o est� nem a� pra ningu�m.
Eu fui fazendo tudo que eu queria que podia fazer, o morte nem me acompanhava mais, s� aparecia quando eu lembrava que estava morto,  acabou que por esse motivo eu o morte passou um bom tempo sem fazer o trabalho dele e me prop�s um acordo.
- Escuta aqui, o que voc� acha de ficar vagando por a� enquanto eu vou trabalhar com quem interessa e quando realmente se cansar eu te darei as respostas que voc� precisa para fazer a passagem, mas te digo uma coisa um dia mesmo que demore voc� vai querer saber e nesse dia vou te dizer tudo de uma vez e voc� vai atravessar a sua porta.
- Justo!
Nesse instante ele desapareceu, mas nem por isso deixei de v�-lo, as vezes eu estava em algum lugar e plau, uma batida de carro, algu�m morria e l� estava ele, mas eu nunca conseguia ouvir o que ele dizia para a pessoa, outras vezes n�o era ele mas vinha fazer o mesmo servi�o. O tempo foi passando, as vezes eu encucava e escolhia uma pessoa para acompanhar, ficava dias vivendo numa casa como se fosse da fam�lia,  as vezes chegava a gostar de algu�m e tentava ajudar de alguma maneira, falava no ouvido, tentava entrar na frente, mas a intera��o era zero, quando percebia que algu�m ia se dar mal e me afastava ia para outro lugar pois n�o havia nada que eu pudesse fazer ent�o procurava achar lugares alegres, percebi que n�o existe um lugar feliz, existem lugares alegres com momentos de felicidade, mas um lugar feliz n�o eu ainda n�o achei. Ainda n�o consegui definir se eu sinto ou n�o as coisas, porque eu consigo achar uma coisa engra�ada, consigo achar uma coisa chata, vejo o que � certo e o que � errado, mas n�o fico triste nem feliz, mas confesso que prefiro estar em lugares que proporcionem a alegria, n�o sinto fome nem frio, �ltima coisa que senti com o tato foi o ch�o do meu apartamento mas acho que � porque tinha acabado de morrer, mas n�o vou chamar o morte para saber isso, vagar � uma coisa estranha muito solit�ria, mas n�o muito mais do que eu j� era em vida, estou me adaptando, � como ir ao cinema com os amigos, mas uma vez que o filme come�a voc� est� sozinho, algumas respostas consigo na pr�tica, nesse estado e com o acordo que fiz o que eu mais tenho � tempo, ent�o j� fiz cada coisa, quando desencanei de vez que estava morto, vi uma linda mulher e a segui, esperei at� o momento que ela fosse tomar banho, as sensa��es at� antes de v�-la nua eram de expectativa, uma certa ansiedade, mas voc� percebe que ningu�m te nota ent�o s� espera o momento, foi quando eu descobri que n�o existe a excita��o, nem nada fisiol�gico, lembra do fantasminha, pois � voc� acha legal porque � uma coisa que ningu�m consegue fazer n�o vai muito alem disso, sem contar que nenhuma delas toma banho fazendo caras e bocas nem poses sensuais, sem contar que muitas s�o muito mais interessantes vestidas e a� voc� vai dando cada vez menos import�ncia pra esse tipo de coisa, mas tem coisas legais tamb�m, passei uma semana que todas as noites depois dos meus passeios voltava para casa da Ant�nia, uma das meninas que vi tomando banho, mas muito mais legal que isso foi, toda noite deit�vamos para ler um livro e ver todas as suas rea��es aquilo era muito legal, n�o quis saber mais nada sobre ela para n�o quebrar o encanto, ela parecia ser uma �tima pessoa, parecia ser meiga, doce, ador�vel, s� que aprendi que nem tudo � o que parece, ent�o s� entrava no quarto dela quando ela se trocava para ir dormir e pegava o livro, fiz muito esse tipo de coisa pois assim n�o fico com bronca de ningu�m.
Certa vez me apaixonei por uma outra linda garota, estava o tempo todo do lado dela, ela tinha acabado de sair de um relacionamento, estava na fase querendo viver a vida, �amos ao cinema, corr�amos pela manh�, v�rias tardes lendo no parque, o ruim que as amigas viviam tentando apresentar uns caras pra ela, mas eu sempre dava sorte porque ela estava muito feliz nessa fase comigo, eu gostava de tudo que ela gostava, desde que eu morri e at� mesmo de antes quando eu estava vivo n�o gostava tanto de estar com algu�m como ela, n�o existe nada mais triste que a solid�o e eu havia aprendido a esquecer a solid�o completamente enquanto estive com ela. Eu parei de planejar o que eu ia fazer, porque sabia que o tempo n�o importava eu tinha todo o tempo pra fazer o que eu quisesse ent�o adiei tudo pra ficar com ela, tinha planos de viajar o mundo a p� e aprender tudo o que fosse poss�vel, mas adiei tudo, eu estava amando, n�o achei que pudesse se amar nessa condi��o eu a amava s� por acordar do meu lado, por respirar, por chorar nas novelas, por tudo e gostei disso. 
Est�vamos na sala e o morte apareceu em p� na frente da televis�o.
- Ainda n�o estou a fim de atravessar a porta. � Eu disse como quem diz estar muito bem obrigado.
- Eu n�o vim buscar voc�.

FIM
]]></description><pubDate>2009-09-07</pubDate><datePosted>2009-09-07</datePosted></item><item><title>Surreal</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=23</link><description><![CDATA[Talvez surreal seja um pouco de exagero, mas pra a minha gera��o que est� no meio da transi��o tecnol�gica, as coisas as vezes assustam, n�s que grav�vamos fita cassetes nem conseguimos fazer as contas de quantas fitas cabem dentro e um ipod, n�s que fizemos curso de datilografia, que quando tinham telefone fixo fora usar para falar era investimento, que escrevia carta para contar e saber das novidades, que esper�vamos dias para poder ver as fotografias e muitas outras coisas desse tipo da idade da pedra.
Hoje tive um desses sustos, comecei o trabalho cedinho e pensei vou ouvir a CBN, liguei o r�dio, era um chiado s�, a� pensei que burro posso ouvir pela internet, ent�o fui no site e cliquei no link da r�dio online, e o link estava com pau, j� estava quase desistindo quando vi outro link "Assista CBN ao vivo" cliquei e n�o � que o video da r�dio estava sendo transmitido ao vivo pela internet e pra completar a farra, como o meu micro tem sa�da pra tv, coloquei a bagun�a na tela da televis�o.
Minha esposa perguntou o que eu estava fazendo e por um instante n�o soube responder.

Assistindo o r�dio.
Navegando na tv.
Ouvindo a internet.
Tudo ao mesmo tempo agora de uma vez em um s� lugar.

A pessoa se confunde.


<br/><br/><br/><br/>

<script src="http://cbn.globoradio.globo.com/widgets/barravertical_160_370.js"></script>]]></description><pubDate>2009-07-23</pubDate><datePosted>2009-07-23</datePosted></item><item><title>Quanto vale o conhecimento?</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=22</link><description><![CDATA[Ser� que o pessoal do Estad�o acredita mesmo nessa campanha?
E aquele cara tentando dizer que o conhecimento vale muito, n�o era mais f�cil falar que o primeiro m�s da assinatura � gratis?
Imagine o cara que criou a campanha; 
- Pessoal tive uma id�ia, a gente j� permite que o cliente pague depois de 30 dias, mas e se a gente passasse a responsabilidade para o cliente de dizer quanto vale a informa��o,
no primeiro m�s ele paga o quanto ele acha que vale a informa��o, ningu�m vai querer falar que o conhecimento vale pouco, a� qualquer valor que entrar j� � mais do que os 30 dias 
que passariam em branco. ]]></description><pubDate>2009-07-22</pubDate><datePosted>2009-07-22</datePosted></item><item><title>Ecologicamente corretos?</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=21</link><description><![CDATA[Questione se o produto ecologicamente correto que voc� est� comprando realmente ajuda o meio ambiente, as vezes o processo pode poluir de outra maneira ou gastar mais energia que o convencional, as vezes o lobo vem em pele de cordeiro. Eu mesmo pesquisei algumas marcas e as informa��es s�o muito subjetivas. Se o pessoal fizer tudo certinho um pouco mais de informa��o n�o vai fazer mal pra ningu�m.]]></description><pubDate>2009-07-21</pubDate><datePosted>2009-07-21</datePosted></item><item><title>Antes da crise financeira o mundo n�o tinha problemas, era tudo lindo!</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=20</link><description><![CDATA[Voc� j� deve ter ouvido falar que o mundo est� socializando o preju�zo causado pela m� administra��o financeira mundial. Pois o povo est� comprando na amarra bancos falidos, o engra�ado � que esses mesmos bancos quando anunciavam lucros astron�micos n�o vinham ao povo dizendo: Olha aqui como eu sou legal, como estamos ganhando muito dinheiro e n�s n�o precisamos de tudo isso, n�s vamos reverter boa parte desse lucro para a sociedade viva! 
Como se n�o bastasse enriquecer a nossa custa, agora os nossos representantes nos for�am a dar mais dinheiro, pois esse pessoal torrou tudo com a sua irresponsabilidade, sempre sobra pra n�s, veja voc� que nessas horas eles se re�nem de madrugada, de finais de semana, consultam todos os especialistas e decidem liberar bilh�es e bilh�es para arrumar essa cagada, 
Agora eu pergunto onde estava toda essa vontade de trabalhar meses antes quando tudo estava bem no mundo financeiro, mas o aquecimento global torrando as nossas carecas, a fome e outros males que se arrastam por s�culos, onde estavam esses bilh�es que a sociedade nem sabia que tinha para usar com a pr�pria sociedade.
J� parou para pensar nisso?

]]></description><pubDate>2008-10-15</pubDate><datePosted>2008-10-15</datePosted></item><item><title>Voto n�o tem pre�o, tem conseq��ncias!</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=19</link><description><![CDATA[O t�tulo desse post � do site do <a href="http://www.mcce.org.br" target="_blank">movimento contra � corrup��o eleitoral</a>, nas minhas pesquisas para tentar n�o jogar meu voto no lixo na pr�xima elei��o para prefeito, vice prefeito e vereadores, achei alguns sites que pelo menos ajudam voc� saber em que n�o votar. Por exemplo no site da  <a href="http://www.amb.com.br/?secao=listacandidatos" target="_blank">Associa��o dos Magistrados Brasileiros</a>, � poss�vel ver a lista de candidatos que respondem a processos na justi�a. Voc� contrataria algu�m ou alguma empresa para prestar qualquer tipo de servi�os se soubesse que eles t�m v�rios processos na justi�a, no m�nimo ficar�amos com um p� atr�s, e quando contratamos nos damos muito mal como por exemplo uma grande parte da popula��o de S�o Paulo que contrata os servi�os da Telefonica mesmo sabendo que ela tem v�rias reclama��es no procom e v�rios processos, como n�o temos op��o melhor nos sujeitamos, mas no caso da elei��o temos que reavaliar esse nosso conceito.
Ent�o pessoal percam um pouco do tempo pesquisando seus candidatos, seus planos de governo e caso voc� consiga achar algu�m que mere�a seu voto para prefeito, pense no vice, pois em 2010 teremos novas elei��es e � bem prov�vel que alguns candidatos se eleitos, abandonem o cargo na m�o do vice para concorrer a outras e candidaturas como fez Jos� Serra para concorrer ao governo do estado, e tudo que ele prometeu que faria pela prefeitura como fica, fica na m�o do vice que n�o era a minha op��o de Prefeito. E caso voc� encontre o merecedor da sua confian�a n�o esque�a de eleger vereadores que v�o apoia-lo nas decis�es certas e veta-lo no que n�o estiver de acordo com as necessidades da popula��o.
Resumindo, voto n�o tem pre�o, tem conseq��ncias.]]></description><pubDate>2008-09-09</pubDate><datePosted>2008-09-09</datePosted></item><item><title>Aproveitando melhor sua compacta digital.</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=17</link><description><![CDATA[� verdade, as compactas digitais ficaram mais acess�veis. Em qualquer festinha sempre tem algu�m com uma, e n�o s�o raras as vezes que s�o duas, tr�s ou mais, o que se v� cada vez menos s�o as compactas de filme. Ent�o se voc� � uma dessas pessoas que veio para o mundo digital, pode ser que a sua c�mera tenha um encaixe para um adaptador que normalmente servem para usar em conjunto com um teleconverter ou uma grande-angular, � a� que come�a a brincadeira. O teleconverter pode dobrar o alcance do zoon da sua c�mera, a grande-angular vai aumentar a �rea de captura da imagem at� duas vezes, com esses acess�rios sua compacta digital vai abrir um leque de op��es para novas fotos.
O problema � que, as vezes esses acess�rios s�o muito caros, coisa que desestimula qualquer um, mas, antes de desistir pense que voc� n�o precisa gastar uma fortuna  se tiver um pouco de criatividade. Descubra qual � o anel adaptador da sua c�mera, veja qual � o di�metro da rosca da parte oposta da que encaixa na c�mera, pronto voc� j� pode acoplar �qualquer� coisa que tenha o mesmo di�metro, isso significa, filtros de todos os tipos, coloridos, polarizadores, close-ups, uv e outros, tamb�m pode usar diversos acess�rios �pticos de rosca das antigas filmadoras 8mm, enfim qualquer coisa que seja de rosca inclusive grande-angulares e teleconverters, s� que com uma vantagem, como eles n�o foram feitos especificamente para aquela determinada c�mera e na maioria das vezes s�o usados o pre�o pode ser de at� 10% do valor dos acess�rios originais, e como eles s�o de rosca mesmo que o acess�rio n�o tiver o mesmo di�metro, voc� pode comprar an�is adaptadores que resolver�o facilmente esse impasse, pode ainda colocar acess�rio sobre acess�rio, o limite � o da sua imagina��o. Se algu�m lhe dissesse que usa uma lente c�non para c�meras reflex em uma compacta digital de 2 mega pixels, voc� acreditaria? Pois acredite, com um anel de 52mm, o adaptador e a lente EF fixa de 50mm � poss�vel obter imagens macro incr�veis e voc� ainda pode fazer muito mais. 
<img src="http://www.ememo.com.br/alex/arquivos/aproveitando1.jpg" alt="sugest�o de macro com lente reflex invertida, necess�rio anel especial." class="imageml"/>

Uso no trabalho.
Para quem trabalha com fotos para web essas dicas podem significar uma grande economia em equipamentos, uma c�mera de 2 mega pixels e recursos manuais tem resolu��o suficiente, mas se a imagem a ser fotografada tem reflexos que podem comprometer a foto ao ponto que nem o photoshop poder� salva-la, a solu��o seria o filtro polarizador, resultado, trabalho de boa qualidade e baixo custo. 
<img src="http://www.ememo.com.br/alex/arquivos/aproveitando2.jpg" alt="uso de polarizador." class="imageml"/>

Acess�rio 2em1
Em uma loja de equipamentos usados encontrei um acess�rio antigo da Sakar feito para filmadoras, que dependendo do lado que � utilizado, ele pode ser uma grande angular ou teleconverter de 2X, com di�metro de 56mm, nada que um anel conversor de 52mm para 56mm n�o resolvesse, essa pe�a n�o � a oitava maravilha da fotografia, pois ela cria um halo de distor��o de cores nas bordas, mas por R$100.00, um custo benef�cio fant�stico em rela��o ao equipamento original.
<img src="http://www.ememo.com.br/alex/arquivos/aproveitando3.jpg" alt="Teleconverter ou grande angular com rosca dos dois lados." class="imageml"/>

Graaaaaaaaande Angular
Depois de um tempo voltei na mesma loja e comprei uma ultra-wider por R$65.00 em perfeito estado, agora consigo fotos com uma grande angular de 12mm, sendo que originalmente a minha compacta digital me oferecia apenas 35mm. 
<img src="http://www.ememo.com.br/alex/arquivos/aproveitando4.jpg" alt="Grande angular de 12mm." class="imageml"/>

Moral da hist�ria:
� acess�rio �ptico?
D� para encaixar na frente da objetiva da sua digital?
Fa�a um teste, voc� pode se surpreender com o resultado.
<img src="http://www.ememo.com.br/alex/arquivos/aproveitando5.jpg" alt="todos rosqueados entre si." class="imageml"/>
]]></description><pubDate>2008-07-26</pubDate><datePosted>2008-07-26</datePosted></item><item><title>Eu tamb�m vou fruir!</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=15</link><description><![CDATA[Ol� pessoal, algumas das minhas fotos estar�o ilustrando a exposi��o do SER-Urbano.
Conto com a presen�a de todos. 
Baixe o release em pdf e saiba tudo que vai rolar,]]></description><pubDate>2008-06-05</pubDate><datePosted>2008-06-05</datePosted></item><item><title>Foto Noturna?</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=16</link><description><![CDATA[Eu adoro fotografar, principalmente � noite, porque dependendo da regulagem que se faz na c�mera na hora da foto, a imagem captada n�o � exatamente o que voc� est� vendo, as vezes uma foto noturna pode ser interpretada como uma foto feita na luz do dia.
Esta fotografia foi feita com um c�u muito escuro, naquelas noites que n�o se consegue ver as nuvens, qual n�o foi a minha surpresa quando vi as nuvens na foto. Por esse motivo eu gosto muito desse tipo de foto. Mas isto tamb�m me deixou curioso sobre uma quest�o, fotos noturnas que mostram exatamente o que voc� est� vendo, pois � j� n�o � de agora que eu venho procurando esse tipo de fotografia e ainda n�o achei, e o pior ainda minha c�mera est� quebrada e eu n�o consigo fazer testes para ver se consigo um resultado satisfat�rio, por exemplo, a vis�o de dentro de um quarto com a luz apagada, a porta aberta apenas com uma fr�stinha por onde entra a luz do outro c�modo, depois de um tempo os olhos se acostuma com a pouca luz e se consegue ver o quarto de um jeito todo diferente. Eu nunca vi nenhuma fotografia desse tipo do jeito que a gente v�, j� fotografias com esta, mas a luz da porta d� um toque todo diferente e por isso a foto fica muito bonita, mas do jeito que gente v� mesmo, isso eu nunca vi. Ser� que s� eu tenho esse tipo de sensa��o?
Se voc� j� viu alguma fotografia desse jeito, por favor me envie essa foto.
]]></description><pubDate>2008-06-05</pubDate><datePosted>2008-06-05</datePosted></item><item><title>Lei para proteger ou tapar buraco?</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=14</link><description><![CDATA[Por ser muito grande o n�mero de motos rodando em S�o Paulo diariamente, percebeu-se que havia uma necessidade de legislar para esse novo grupo que cresceu muito r�pido e tudo que cresce muito precisa de regras para que n�o se instale o caos. Algumas dessas regras servem apenas para aumentar a arrecada��o de impostos, porque todo grupo que for grande o suficiente para precisar de regras estar� prop�cio a impostos.
Bem, agora que j� falei das regras e dos impostos, vou falar sobre as idiotices que as vezes passam pela cabe�a daqueles que fazem as regras. 

Ser� proibido levar uma pessoa na garupa de sua motocicleta.

Talvez, talvez, voc� que n�o tenha uma moto possa achar a id�ia interessante, pois, a lei quer proteger as pessoas que possam ser alvo dos garupas mal intencionados. 
Vamos refletir sobre o tema:

Ser� que a lei pensa naquelas pessoas que tem a motocicleta como �nico meio de transporte e precisam, por exemplo, levar a esposa para a faculdade?

Ser� que a lei que deveria proteger as pessoas, n�o est� tentando resolver o problema da falta de estrutura policial da maneira mais f�cil, porque se o problema � o garupa, pro�be-se o garupa e n�o se tem mais problema, pronto. 

Ser� que o criminoso que usa a moto para metralhar os postos policiais na madrugada, ir� deixar de levar o seu companheiro garupa porque ele n�o quer levar uma multa?

Tudo bem, eu s� tenho uma motoquinha, mas todos temos sonhos nessa vida e quando eu chegar l� e poder comprar uma motona, daquelas que o acento do garupa parece uma poltrona de couro para viajar com meus amigos e minha esposa que � pra isso que ela serve, n�o quero que tenha uma lei que pro�ba a minha esposa de viajar comigo, sem contar que eu teria pago uma fortuna na moto que depois seria um mico, pois, ningu�m compraria uma moto que tem dois lugares para andar sozinho, quem ficaria com o preju�zo? Eu claro. Ah! Espera a�, pode ser que um vereador que goste de andar de harley  com a sua companheira, pense: Poxa mas a� eu vou me ferrar, vou mexer alguns pauzinhos para que a lei n�o me prejudique. Voil� temos a seguinte altera��o na lei: Motos acima de x cilindradas n�o entram no grande grupo, pois, s�o muito grande e n�o s�o �geis para usar nos crimes.

Opa, ent�o eu n�o entendi para que serve a lei, se o criminoso n�o est� nem a� para a multa e a lei nem se aplica a todo mundo.

Deixem-me viajar s� mais um pouquinho, pergunte-se: Se em S�o Paulo n�o houvesse tantas motos e muitos crimes fossem cometidos pelas pessoas que sentam no banco do passageiro dos carros, ser� que algu�m inventaria uma lei que n�o se pode levar pessoas nos carros?

E tudo isso porque n�o sabemos votar, n�o sabemos escolher nem o candidato principal, imagine se algu�m, se preocupa com o vice, a� ningu�m pode reclamar quando ganhar um vice de presente. Bem, isso � pano para outra manga.
]]></description><pubDate>2008-01-19</pubDate><datePosted>2008-01-19</datePosted></item><item><title>Complemento do Estudo do MP3</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=12</link><description><![CDATA[Um fato relevante que esqueci de citar no texto �Estudo sobre o comportamento afetado pelo mp3� � que n�o se v� mais as pessoas comprando cd�s como antigamente. O cd j� foi uma m�o na roda de muita gente, era um presente vers�til, a pessoa tinha um anivers�rio e esqueceu de comprar um presente, no caminho da festa de anivers�rio era s� parar em algum lugar comprar um cd e pronto, amigo secreto no fim do ano das empresas, era a salva��o, observando percebi que j� n�o se v� mais isso com tanta freq��ncia.
Adicionando esse fato com o resto do texto �Estudo sobre o comportamento afetado pelo mp3� fica aqui uma pergunta: Ser� que se o pre�o dos cd�s  ficassem na faixa de R$10,00 as pessoas voltariam a comprar cd�s como antes ou obter m�sica por meio de uma m�dia f�sica � mais uma altera��o de comportamento causado pelo advento do MP3?
]]></description><pubDate>2008-01-14</pubDate><datePosted>2008-01-14</datePosted></item><item><title>Estudo sobre o comportamento afetado pelo mp3</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=11</link><description><![CDATA[A base de pesquisa para este estudo foi a observa��o do comportamento das pessoas ao meu redor. Pessoas que possu�am ou possuem de 20 CDs at� 500. Todas elas gostam de ouvir m�sica, ouvem seus CDs  regularmente e tiveram o seu comportamento alterado pelo advento do MP3. Mas eu n�o estou falando da mudan�a de comportamento de poder ouvir m�sicas no DVD, no carro, no MP3 Player, no celular, enviar pela Internet, baixar pela Internet, ter zilh�es de m�sicas no computador, n�o � desse comportamento que eu estou falando.

O que eu venho observando nas pessoas � diferente. Claro que as pessoas tamb�m j� assimilaram os padr�es de comportamento j� citados, mas foram al�m. Eu comecei a notar a mudan�a em mim, depois achei que era uma fase e n�o dei mais aten��o, mas come�ou a me incomodar novamente, ent�o comecei a observar as pessoas e percebi que isso tamb�m estava acontecendo com elas. Eu s� n�o soube precisar se elas perceberam, mas como n�o formam um n�mero muito grande de pessoas e n�o foi usado nenhum m�todo cient�fico na pesquisa n�o posso fazer nenhuma afirma��o, mas criei uma teoria.

Que o f�cil acesso a c�pias de m�sicas em  formato MP3 � o maior pesadelo da ind�stria fonogr�fica todos sabem, mas ser� que o mundo da m�sica parou para pensar em outras poss�veis malef�cios causados por essa tecnologia?

O surgimento do MP3 parece ter feito as pessoas perderem o interesse por conhecer e ouvir novas m�sicas. A altera��o do comportamento n�o se d� imediatamente no nascimento do formato MP3, pois mesmo antes do seu surgimento as pessoas j� conseguiam fazer c�pias de CDs em computadores. Mas j� faria parte da receita para esse processo de descaso com o conhecer novas m�sicas. Acredito que o ingrediente final seria a populariza��o da Internet e modo de transfer�ncias dos arquivos.

No primeiro momento, todos se maravilharam com poder de ter as m�sicas que quisessem - na hora que quisessem - e, logo depois, uma invas�o de aparelhos port�teis para ouvir essas m�sicas em qualquer lugar. Ent�o � a� que come�a altera��o no comportamento das pessoas observadas: uma pessoa que gostava de comprar um CD de sua cantora favorita, logo que sa�sse, h� tempos ouve apenas r�dio ou m�sicas adquiridas at� o primeiro boom da troca de arquivos;  outra pessoa era f� de uma banda e tinha todos os CDs lan�ados at� o primeiro boom da troca de arquivos; outra pessoa sempre sabia o que estava acontecendo com as bandas, cantores, etc... que gostava e praticamente sabia o dia que em que os CDs seriam vendidos e, assim que aparecesse, teria um exemplar original. E hoje esta mesma pessoa j� n�o � mais t�o antenada com as novidades, por�m n�o deixa de ouvir as m�sicas que j� possui. Todas as pessoas sempre ouvem as m�sicas que j� possuem porque gostam de ouvir m�sica.

O que acontece, ao meu ver, � que tudo est� t�o mais f�cil de conseguir que as pessoas sempre deixam para segundo plano a aquisi��o das m�sicas porque sabe que quando quiser � s� mexer uns pauzinhos e consegue o CD que quiser. Mas como nunca lembra, na hora que quer ouvir uma m�sica, a pessoa simplesmente pega um CD que j� tem e coloca pra tocar, mesmo sendo que � f�cil de conseguir. � que �s vezes a pessoa n�o est� perto do computador quando quer ouvir uma m�sica.

Como vai ficando sempre pra depois, imagine ent�o como essas pessoas fazem para conhecer m�sicas novas? Baseado no comportamento de deixar para depois sabemos que ser� dif�cil que seja feito atrav�s de pesquisa pr�pria, na maioria das vezes o conhecimento vem pelo r�dio ou indica��o de uma amigo. Existem muitos casos de pessoas que n�o ouvem mais r�dio, extamente porque o r�dio ficou com cara de velho neste novo cen�rio, ent�o o conhecimento sobre uma m�sica nova se limita a indica��o de outras pessoas.

Conclus�o: A facilidade de se conseguir coisas que antes eram dif�ceis permite que se busque conseguir outras coisas de interesse igual ou superior chegando a um ponto de se esquecer quase que completamente de conseguir as outras coisas que s�o f�ceis, at� o momento que se precise muito delas, caso contr�rio elas podem ser esquecidas por completo.

Se isso aconteceu com voc�, e at� ler este mini-estudo ainda n�o havia percebido o comportamento de falta de interesse pelo novo na m�sica, fico feliz em t�-lo ajudado e gostaria de pedir que enviasse um email apenas com o assunto: �Concordo, ou n�o, com o estudo� para alex.ememo@gmail.com para que possamos contabilizar uma estat�stica.

Obrigado

Alex Nunes
]]></description><pubDate>2008-01-09</pubDate><datePosted>2008-01-09</datePosted></item><item><title>Arroz e carne mo�da</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=10</link><description><![CDATA[<br style="clear:both;"/><br/>Um belo dia voc� est� em casa come�ando a preparar uma gororoba para comer, quando toca o telefone, � um amigo seu dizendo que est� nas proximidades e pergunta: Estou aqui perto, tem janta a� para um velho amigo? Voc� responde, � claro vem pra c�.
Quando voc� desliga o telefone percebe que vai ter que fazer outro tipo de comida, pois voc� n�o vai dar arroz com carne moida para uma visita. S� que voc� percebe que a dispensa est� vazia. E agora?

Depois de lamber os bei�os o amigo satisfeito com a refei��o pergunta: Que prato � esse?
E voc� responde na maior cara de pau: riz et viande hach�e.]]></description><pubDate>2007-10-16</pubDate><datePosted>2007-10-16</datePosted></item><item><title>Precisa - se de Exorcista</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=8</link><description><![CDATA[Experi�ncia em exorcismo de computadores.
Quando voc� tem um computador que sempre funcionou normalmente e um belo dia a fonte dele explode, ele estava apenas ligado na tomada, mas desligado, a� voc� acorda com os barulhos da fonte pipocando, � estrenho, mas at� a� dizer que ele precisa de um exorcista pode parecer demais, ok. Mas este mesmo computador que nunca se conecta na internet uma semana depois de ser concertado, lhe surpreende ficando com a tela toda borrada, e nunca mais volta ao normal.

Agora eu pergunto, se ele explode sem ser usado, mesmo sendo um computador que nunca se conecta na internet, ent�o descartamos a op��o virus, e do nada a sua tela fica toda borrada e nunca mais volta, estaria esse computador possuido?
Existe mandinga que pegue em computador?

Que computador tem vontade pr�pria todo mundo sabe, mas casos de auto combust�o j� � demais.

DESABAFEI!]]></description><pubDate>2007-10-11</pubDate><datePosted>2007-10-11</datePosted></item><item><title>Falta de educa��o nos coletivos.</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=7</link><description><![CDATA[O transporte p�blico de S�o Paulo n�o � exatamente o que gostariamos que fosse, mas ele poderia ser bem melhor se alguns usu�rios tivessem um pouco mais de respeito pelo pr�ximo, como dar o lugar a quem precisa mais do que voc� independente se o banco � exclusivo ou n�o, n�o sujar, nem danificar. Tenho certeza que muita gente j� se comporta dessa maneira, mas dentro do grupo dos bem comportados est�o aqueles que nos desrespeitam e acham que est�o certos, isso mesmo, o cidad�o com uma mochila enorme nas costas no corredor do trem ou do �nibus, ent�o o espa�o que j� n�o � suficiente fica menor, agora imagine isso no hor�rio de pico quando v�rias mochilas est�o nas costas de seus donos, � de tirar a paci�ncia de qualquer um. Ent�o se voc� acha que vai passar por essa situa��o novamente, D� um tapinha no ombro do homem tartaruga e diga, por favor amigo voc� faria a gentileza de segurar a sua mochila na m�o? Assim quem sabe a gente educa esse pessoal.]]></description><pubDate>2007-07-26</pubDate><datePosted>2007-07-26</datePosted></item><item><title>Correria total.</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=5</link><description><![CDATA[A frase que representa muito bem meu momento atual �: "N�o tenho tempo para fazer mais nada, mas sempre acabo arrumando mais alguma coisa nova para fazer"
Estranho n�o �? Chega a ser ca�tico, mas at� o caos tem a sua l�gica e sendo assim estranhamente estou conseguindo fazer tudo, numa correria danada, conseguindo.
Com essa correria n�o estou conseguindo escrever aqui o tanto que eu gostaria, mas acho que em breve estarei em um momento de calmaria e a� contarei as novidades.

Abra�o.
]]></description><pubDate>2007-07-24</pubDate><datePosted>2007-07-24</datePosted></item><item><title>Corrente do NoteBook</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=4</link><description><![CDATA[Se voc� aproveitou a queda dos pre�os dos notebooks e comprou um mais novo e  encostou o seu antigo porque ele n�o aguenta mais o tranco, afinal de contas ele tem um windows 98 instalado mesmo, ent�o fa�a uma doa��o, ele pode n�o ser grande coisa pra voc� agora, mas se trocarmos o windows pelo linux ele poder� rodar programas semelhantes ao Office, navegar na internet, etc... 
Pode parecer estranho, mas eu mesmo tenho amigos que n�o t�m computador e s�o alheios a esse mundo t�o comum das fotos digitais, do messenger, dos blogs, mp3 e outros.
As vezes essas pessoas n�o se sentem bem de mexer em computadores por n�o saber usar e se nunca usarem nunca v�o saber se gostam ou n�o da coisa. Bem � isso se algu�m quiser doar eu me disponho a instalar o linux e passar para pessoas que n�o tem computador.]]></description><pubDate>2007-07-17</pubDate><datePosted>2007-07-17</datePosted></item><item><title>Nova plataforma.</title><link>http://www.ememo.com.br/alex//blog_coment.php?evto=3</link><description><![CDATA[Agora sim a coisa vai come�ar a funcionar, formatei o desktop, instalei os ambientes  de desenvolvimento de sites, a plataforma para a produ��o das m�sicas est� ok, s� est� faltando o corel e o ilustrator, para a produ��o das capas de cds e dvds. Com ajuda do Theo e do Edson, o linux t� conversando completamente  com o win xp assim eu consigo testar os sites no ie6 e 7, mozilla firefox do xp e no mozilla firefox e konqueror do linux. ]]></description><pubDate>2007-07-16</pubDate><datePosted>2007-07-16</datePosted></item>    </channel>
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