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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;Dk8DR3wyeSp7ImA9WxBbFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302</id><updated>2010-03-12T14:27:56.291-03:00</updated><title>AMOR  DE  ALMAS</title><subtitle type="html">A  vida  é  um  reencontro</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.amordealmas.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>394</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/amordealmas" /><feedburner:info uri="amordealmas" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><thespringbox:skin xmlns:thespringbox="http://www.thespringbox.com/dtds/thespringbox-1.0.dtd">http://feeds.feedburner.com/amordealmas?format=skin</thespringbox:skin><xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /><meta xmlns="http://pipes.yahoo.com" name="pipes" content="noprocess" /><entry gd:etag="W/&quot;D0AMQX84cCp7ImA9WxBRFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-8639470262380664360</id><published>2010-01-05T08:03:00.000-02:00</published><updated>2010-01-05T08:03:00.138-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-01-05T08:03:00.138-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor platônico" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor puro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="depoimentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="crônicas" /><title>HISTÓRIA DE AMOR DE UM VERDUREIRO</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/Sy1Vwm9caKI/AAAAAAAACck/1zvlOgkFbck/s1600-h/cronica-manoelcarlos1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 230px; height: 282px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/Sy1Vwm9caKI/AAAAAAAACck/1zvlOgkFbck/s400/cronica-manoelcarlos1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417080220376918178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao chamar de velhos os velhos, acabei ganhando algumas reprimendas durante meu passeio quase diário pelo Leblon. Pois é. Já foi uma caminhada de todos os dias, por um itinerário quase sempre igual, que se encerra na Livraria Argumento ou no Garcia &amp;amp; Rodrigues. Agora, escrevendo novela, esse modesto passeio não é mais diário, apenas frequente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Mas voltemos aos velhos que não gostam de ser chamados de velhos. Quase todos eles usam aquele conhecido argumento de que velho significa fora de uso. Portanto, é depreciativo. Digo que não foi esse o significado que vestiu a palavra na minha última crônica. E que, nos dicionários, velho é também sinônimo de idoso, designação que eles todos elegem como a melhor. Eu apenas exerci o direito de preferir uma palavra à outra. Afinal, a mim mesmo chamei de velho, já que a tal terceira idade, para efeito estatístico, começa aos 65 anos e eu já superei essa marca. Nesse momento lembro a um interlocutor que as crianças não são chamadas de seres da primeira idade, mas de crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que eu voltasse ao meu passeio, uma senhora entrou na conversa e me garantiu que essa preferência pela palavra velho pode até encontrar adeptos entre os homens, mas jamais entre as mulheres, já que a vaidade feminina optou pela eterna juventude, ainda que seja apenas no coração. Teria ela mais ou menos 85 anos. Bonita, olhos azuis ainda brilhantes, elegante, numa magreza saudável. Com ela conversei. Fiquei sabendo que caminha todos os dias pelo Leblon e que por várias vezes cruzou comigo. Não faz caminhadas em ritmo de marcha. Não. Ela anda simplesmente, mais ou menos como eu: faz compras, para na banca de jornais, perde alguns minutos lendo os cartazes dos cinemas, vai ao banco etc. Faz tudo a pé, prazerosamente. Uma graça de mulher. Conta que estudou na Escola Normal, que aprendeu e lecionou piano, seu instrumento preferido. E que persegue pela cidade os concertos de Nelson Freire. Digo que nos parecemos nessas preferências, e recomendo que ouça a Rádio MEC, cuja programação privilegia o piano. Ela me faz anotar o número que sintoniza a estação: 98,9. E assim nos despedimos. Quando já estávamos a uma boa distância, caminhando em sentidos opostos, eu a ouvi me chamando de volta. Fui até ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Esqueci de lhe dizer que meu pai era muito parecido com o pai de uma daquelas senhoras idosas da sua crônica. Ele também tinha o culto da inteligência e do caráter. Só dava livros de presente, mesmo para as pessoas que declaravam não gostar de ler. Uma vez deu Relíquias da Casa Velha, de Machado de Assis, a um verdureiro português, analfabeto, que servia as famílias da nossa rua, na Tijuca. Quando eu chamei a atenção dele, lembrando que o pobre homem não sabia ler nem escrever, ele me respondeu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não sabe, mas vai saber, porque me disse que quer muito aprender. E você é quem vai ensiná-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois foi assim que, menos de dois anos depois, o verdureiro José deixara de ser o analfabeto do bairro, já tendo lido, além de Relíquias, o romance O Guarani, de José de Alencar. Eu fiquei encantado com essa história e perguntei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– E a senhora alfabetizou mais alguém, além do verdureiro José?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sim – ela me respondeu. – Meus oito filhos. Depois de alfabetizados é que eles foram para a escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Oito? – me admirei eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Foram dez, mas dois não vingaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Parabéns. E seu marido está assim, forte e disposto como a senhora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Ah, não, infelizmente não. O ex-verdureiro José morreu há dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase caí para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O ex-verdureiro José... Ah, então a senhora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Isso mesmo. Casei-me com o homem a quem alfabetizei – e arrematou, sorrindo, saudosa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Fui feliz por 63 anos! E devo essa grande felicidade ao meu pai, a Machado de Assis e a um verdureiro que queria aprender a ler!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manoel_Carlos"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Manoel Carlos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;A partir da &lt;a href="http://veja.abril.com.br/"&gt;revista Veja&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/editorial/m1629/uma-historia-de-amor"&gt;Leia no original&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/depre-fim-ano-saiba-como-combater-depressao-natal-520790.shtml"&gt;Ilustração: Léo Martins&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-8639470262380664360?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L3iAuYSGalvCDwO2XF7xup4VzR8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L3iAuYSGalvCDwO2XF7xup4VzR8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L3iAuYSGalvCDwO2XF7xup4VzR8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L3iAuYSGalvCDwO2XF7xup4VzR8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/8639470262380664360/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=8639470262380664360&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/8639470262380664360?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/8639470262380664360?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/KWvS-EbEjFI/historia-de-amor-de-um-verdureiro.html" title="HISTÓRIA DE AMOR DE UM VERDUREIRO" /><author><name>marcos grignolli</name><email>grignolli@gmail.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16043555421785174899" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_wAjbNAr7bHw/Sy1Vwm9caKI/AAAAAAAACck/1zvlOgkFbck/s72-c/cronica-manoelcarlos1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2010/01/historia-de-amor-de-um-verdureiro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8GQXw8fyp7ImA9WxBRFUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-9162786213200613743</id><published>2010-01-03T08:17:00.000-02:00</published><updated>2010-01-03T08:17:00.277-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-01-03T08:17:00.277-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="namoro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mentira" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="fim" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="artigos" /><title>EFEITOS DA MENTIRA NO RELACIONAMENTO</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/Syf-WxJ16VI/AAAAAAAAJsw/MheGKWGNy00/s1600-h/mentira.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/Syf-WxJ16VI/AAAAAAAAJsw/MheGKWGNy00/s400/mentira.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415576744041507154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não existe nada mais devastador para um relacionamento do que a perda da confiança. A pessoa que mente, acaba com as chances de o amor dar certo. E com isso a relação nunca mais será a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a mentira entra no relacionamento, pode acabar de vez com a confiança que existia entre o casal. Quem mente passa a conviver com dois fantasmas: o da MENTIRA e o do MEDO de ser descoberto. Por mais que a gente acredite que não vai fazer mal contar uma mentirinha para o parceiro, uma coisa é certa: mentira tem pernas curtas e o mal feito nem pernas têm. E pior, não existe mentira positiva. Todas são negativas e têm poder suficiente para acabar com qualquer relacionamento, já que a base mais sólida das relações humanas é a confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pior coisa que existe é uma pessoa descobrir que foi enganada. Por isso, mesmo que a verdade seja dolorosa, é melhor optar por ela,  Assuma seu erro o mais depressa possível. Diga que mentiu, porque assim sua chance de ser perdoado é maior. É mais fácil perdoar uma fraqueza momentânea do que uma mentira. Também é mais fácil perdoar o mentiroso que assume sua fraqueza, do que perdoá-lo quando sabemos da mentira através de outra pessoa, afinal ninguém gosta de ser enganado. O relacionamento deixa de ser saudável no momento em que a mentira atravessa a relação. A partir daí o mentiroso passa a conviver com dois fantasmas: o da mentira e o do medo de ser descoberto. Talvez por isso, muita gente passe a acreditar na própria mentira. É como se, assim, pudesse se defender. Entretanto, ao ser descoberto, “bater o pé e persistir na mentira só vai piorar a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O efeito desastroso da mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentir pode causar danos irreversíveis à relação, pois o amor saudável se baseia, principalmente, na confiança. Sem confiança, não há tranqüilidade e o amor não amadurece. Quando um parceiro perde a confiança no outro, o relacionamento acaba. A sensação de sentir-se traído provoca muita dor e rompe com a parceria amorosa. O mentiroso jamais é perdoado, e aquele que foi enganado passa a desconhecer o outro, a questionar quem ele é,  verdadeiramente. Diante da descoberta da traição, a pessoa passa a acreditar que seu relacionamento todo foi uma grande mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Veja o que a mentira pode causar:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•    Decepção: pela constatação de o parceiro não era exatamente quem a gente pensava que fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•    Sentimento de fracasso: pelo erro de avaliação e de ter se apaixonado por alguém que não é confiável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•    Desconfiança: é impossível permanecer num relacionamento se a capacidade de continuar apostando na relação foi destruída pela mentira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•    Ressentimento: sentir-se desconsiderado, desrespeitado e traído provoca mágoa e raiva. O ressentimento é diretamente proporcional à expectativa que se tinha sobre o parceiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•    Desrespeito: o parceiro enganado, insconscientemente, se vinga do mentiroso e o clima entre o casal pode tornar-se hostil e perigoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•    Desinteresse: ao ser enganado, o parceiro interrompe o afeto que era dirigido ao outro. Passa a ver o mentiroso como alguém a ser evitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•    Ruptura: o amor não resiste. Mesmo que o sexo seja maravilhoso, também passa a ser questionado como possível encenação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);font-family:trebuchet ms;" &gt;A partir do site &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);" href="http://www.umamulher.com/"&gt;Uma Mulher&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);font-family:trebuchet ms;" &gt;. &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);" href="http://www.umamulher.com/2009/11/mentiras-no-relacionamento/"&gt;Leia no original&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);font-family:trebuchet ms;" &gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:trebuchet ms;" &gt;Imagem: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(102, 0, 0);" href="http://www.flickr.com/photos/pulguita/" title="Link para a galeria de pulguita" rel="dc:creator cc:attributionURL"&gt;&lt;b property="foaf:name"&gt;pulguita&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-9162786213200613743?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MIBW3Grl13016-_eEiVHzjvN-sY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MIBW3Grl13016-_eEiVHzjvN-sY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MIBW3Grl13016-_eEiVHzjvN-sY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MIBW3Grl13016-_eEiVHzjvN-sY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/9162786213200613743/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=9162786213200613743&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/9162786213200613743?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/9162786213200613743?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/DuRNKjckLa4/efeitos-da-mentira-no-relacionamento.html" title="EFEITOS DA MENTIRA NO RELACIONAMENTO" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/Syf-WxJ16VI/AAAAAAAAJsw/MheGKWGNy00/s72-c/mentira.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2010/01/efeitos-da-mentira-no-relacionamento.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUQEQXw6eyp7ImA9WxBRE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-3382249626497657299</id><published>2010-01-01T08:55:00.000-02:00</published><updated>2010-01-01T08:55:00.213-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-01-01T08:55:00.213-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="namoro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reportagem" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="confiança" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><title>CHAVE DE CASA: MOMENTO DE ASSUMIR O AMOR</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyY3JG_s3pI/AAAAAAAAJsQ/ACTwS9ELr-s/s1600-h/amor-casa1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 400px; height: 270px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyY3JG_s3pI/AAAAAAAAJsQ/ACTwS9ELr-s/s400/amor-casa1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415076231595744914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Vamos falar da dificuldade de partilharmos nosso abrigo particular do resto do mundo. Do difícil momento de assumirmos o amor como confiável, possível e, talvez, duradouro. Do momento crucial em que cedemos uma parte de nossas vidas, talvez a mais íntima, a alguém que conhecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beth Dunn, escritora de Nova Jérsei, disse que o momento-chave em seu romance com Rick, o homem que se mais tarde se tornaria seu marido, veio no Dia dos Namorados de 1997, quando ele casualmente deu a ela as chaves do seu apartamento. Ele estava na escola de medicina na época, e lhe disse que não queria que ela esperasse do lado de fora se ele se atrasasse na volta da escola. "Tentei me manter calma", disse Beth, 37. "Mas por dentro, gritava: ‘Oh, meu Deus! Ele me ama!’. No dia seguinte, fiz cópia das chaves do meu apartamento para ele. Senti como se tivéssemos ficado noivos, embora isso tenha acontecido só um ano mais tarde", conta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da aparente indiferença, Rick Dunn, 43, disse que também levou o momento a sério. Ele tinha se relacionado com outras mulheres antes, mas não havia dado as chaves para nenhuma de suas namoradas anteriores. "Subconscientemente, eu provavelmente sabia que ainda não havia encontrado a pessoa certa", disse ele. "Para mim, dar a chave é caminho para o casamento."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para muitas pessoas, na verdade, esse pequeno ato é um passo gigante em um relacionamento. Mesmo quando é feito como uma questão de conveniência, dar a chave geralmente tem um significado profundo para ambos os envolvidos, levantando questões de confiança, vulnerabilidade e intimidade. Algumas pessoas nunca se sentem confortáveis fazendo isso. Dunn disse que só conseguiu dar as chaves a Beth quando sentiu uma confiança inabalável e grande conexão com sua futura esposa. Até então, sua casinha sempre havia sido um porto seguro, para não dizer um esconderijo, das mulheres que ele namorava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;"Onde moramos é nosso abrigo particular do mundo, o lugar ao qual retornamos todo dia e onde podemos ser nós mesmos da forma mais verdadeira", disse Ellen Helman, professora do Instituto Psicanalítico da Flórida. "Dar as chaves da sua casa diz: ‘Agora você tem acesso ao meu mundo particular’."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O engenheiro Eric Monte, 37, liberou o acesso do seu mundo particular quando presenteou a chave de sua casa à sua futura mulher, Kamini Geer, médica de Manhattan, em uma caixa de presente dois meses após o início do namoro em 2004. Mas isso não foi fácil para ele.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Enquanto decidia, minha cabeça ficou me dizendo: ‘Nossa, cara! Você acabou de conseguir essa casa e agora vai desistir dela?", relembra Monte. "Eu resisti muito. Mas não importa o quanto você curta seu espaço, na verdade, uma casinha de solteiro é um lugar solitário". Kamini, 33, chorou: "Dar sua chave para alguém é mostrar sua zona vulnerável", diz ela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51); font-weight: bold;font-family:trebuchet ms;" &gt;A partir de reportagem do New York Times. &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 51, 51); font-weight: bold;" href="http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=109667"&gt;Leia texto original&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-3382249626497657299?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Jovem, linda, cabelos encaracolados, cheirosos e macios, ela enfrenta mais de três horas de fila para entrar em um lugar aonde ninguém quer ir. Toda semana ela vai visitar o marido, preso há três meses por falsificação de documentos, numa cadeia que abriga mais de 200 homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante quase metade do tempo de casada - sete meses -, período em que muitos casais ainda estão em clima de lua de mel, Renata tem que se sujeitar às rápidas visitas íntimas permitidas dentro de uma cela úmida e fedorenta, ocultadas apenas por um lençol velho, "de onde ninguém se atreve a chegar perto", garante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltam privacidade e conforto: "A 'jega' (como é chamado o local de visitas íntimas dentro da cadeia) é menor do que o banheiro da minha casa", conta Renata. Mesmo assim, a visita pode significar aumento da família. Morando com a sogra e sem estudar desde que casou, ela não usa nada para prevenir uma possível gravidez, mesmo sem o marido ter sido julgado. "Desde que a gente casou não tomo pílula, mas não consegui engravidar. Justo agora, que estou querendo tanto", lamenta, confiante de que o companheiro, office boy, será solto em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na porta de outra cadeia, Bianca, 21 anos, conseguiu realizar o sonho de Renata e de tantas outras mulheres que, como ela, estão presas mesmo sem ter grades e muros em volta. Sua filha de um ano foi "feita" durante uma das muitas visitas íntimas, ao longo dos três anos que o marido está preso. A menina vê o pai - preso por colocar fogo em um ônibus - quinzenalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não poder contar com a ajuda do pai não foi empecilho para Josi, 25 anos, casada há cinco, três filhos, dois deles feitos dentro da prisão. "Tem quase dois anos que meu marido está aqui - na Penitenciária de Segurança Máxima I, em Viana - mas desde que a gente se conhece ele vai e volta da cadeia o tempo todo", admite, sem esconder que o conheceu enquanto estava "de fuga".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bebê mais novo, de um mês, nunca viu o pai, já que as visitas de crianças só são permitidas a cada dois meses. Condenado a mais de 20 anos de prisão por diversos crimes, ele provavelmente não vai fazer parte da vida dos filhos. "Não sei quanto tempo eu vou aguentar ficar vindo aqui. Não vou virar avó no meio da cadeia", destaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Maridos são raros na visita a presídio feminino&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena é rara: com um filho pequeno no colo e segurando a mais velha pela mão, o polidor Cristiano Xavier, 29 anos, sobe a ladeira que dá acesso à penitenciária feminina de Tucum, em Cariacica, em pleno domingo pela manhã. Ele vai visitar a esposa, de 33 anos, presa há um mês e meio. "Ela estava conversando na rua com uns amigos, alguns deles estavam com drogas e todo mundo acabou pagando o pato", conta Cristiano, exceção entre os visitantes do local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria na fila para Tucum é de mães. Os poucos homens na maioria das vezes são filhos ou irmãos das presas. Cristiano sabe bem o porquê. "O cara é humilhado aqui dentro. Tem que abaixar um monte de vezes, esticar o pênis para os lados. Não é qualquer um que aguenta", confirma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A partir da &lt;a href="http://gazetaonline.globo.com/"&gt;Gazeta On Line&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2009/05/511524-amor+bandido+a+prisao+mesmo+fora+da+cela.html"&gt;Leia texto integral&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;Foto: Nestor Müller&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-5114293770705683939?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SbcPwm-LUJOsyQlcG9HJ0hnPFbI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/SbcPwm-LUJOsyQlcG9HJ0hnPFbI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/1805367124150192639/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=1805367124150192639&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/1805367124150192639?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/1805367124150192639?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/vM7L6Y56BDE/mulheres-se-tornam-princesas-as-avessas.html" title="MULHERES SE TORNAM PRINCESAS ÀS AVESSAS" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/mulheres-se-tornam-princesas-as-avessas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MMQX8ycSp7ImA9WxBSGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-6479276664399942385</id><published>2009-12-28T08:18:00.001-02:00</published><updated>2009-12-28T08:18:00.199-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-28T08:18:00.199-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="poesia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="coração" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sentimento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sentido" /><title>SABER VIVER   -   Cora Coralina</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VTlAdDe-5ok&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VTlAdDe-5ok&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Não sei... Se a vida é curta&lt;br /&gt;ou longa demais pra nós,&lt;br /&gt;Mas sei que nada do que vivemos&lt;br /&gt;tem sentido, se não tocamos o&lt;br /&gt;coração das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes basta ter:&lt;br /&gt;Colo que acolhe,&lt;br /&gt;Braço que envolve,&lt;br /&gt;Palavra que conforta,&lt;br /&gt;Silêncio que respeita,&lt;br /&gt;Alegria que contagia,&lt;br /&gt;Lágrima que corre,&lt;br /&gt;Olhar que acaricia,&lt;br /&gt;Desejo que sacia,&lt;br /&gt;Amor que promove.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso não é coisa de outro mundo,&lt;br /&gt;É o que dá sentido à vida.&lt;br /&gt;É o que faz com que ela&lt;br /&gt;não seja nem curta,&lt;br /&gt;nem longa demais,&lt;br /&gt;Mas que seja intensa,&lt;br /&gt;verdadeira, pura...&lt;br /&gt;Enquanto durar.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cora_Coralina"&gt;Cora Coralina&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-6479276664399942385?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/o0VyEAENUeCEanzSi6uLjeNHjqc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/o0VyEAENUeCEanzSi6uLjeNHjqc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/o0VyEAENUeCEanzSi6uLjeNHjqc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/o0VyEAENUeCEanzSi6uLjeNHjqc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/6479276664399942385/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=6479276664399942385&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/6479276664399942385?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/6479276664399942385?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/IcFLAEPZn2Q/saber-viver-cora-coralina.html" title="SABER VIVER   -   Cora Coralina" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/saber-viver-cora-coralina.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0cMQXo-eSp7ImA9WxBSGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-743323762721323109</id><published>2009-12-26T08:58:00.000-02:00</published><updated>2009-12-26T08:58:00.451-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-26T08:58:00.451-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="blogs" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="frases de amor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="internet" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><title>FRASES DE AMOR NADA CONVENCIONAIS</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYsiWfAH_I/AAAAAAAAJro/L7fH3WxVXNo/s1600-h/amigos7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 188px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYsiWfAH_I/AAAAAAAAJro/L7fH3WxVXNo/s320/amigos7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415064570622386162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Uma das melhores coisas na internet, apesar de parecer algo contraditório aos não "iniciados", é a experiência de conhecer pessoas. E, justamente, conhecê-las no melhor sentido, sem os erros ou disfarces das aparências, pois a palavra escrita e a distância têm o dom de privilegiar a sinceridade e o lado amoroso das pessoas. E uma das muitas pessoas que conheci -- na verdade conheci apenas seu trabalho -- é a &lt;a href="http://www.be2.com.br/blog/author/natacha/"&gt;Natacha&lt;/a&gt;, do &lt;a href="http://www.be2.com.br/blog/"&gt;Blog da be2&lt;/a&gt;, um site de relacionamento, com mais de 18 milhões de membros registrados pelo mundo. E em seu espaço Natchi teva a idéia de publicar algumas frases engraçadas relacionadas ao amor, que acabou tornando-se quase uma seção obrigatória.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Decidi, então, pegar uma carona em seu trabalho e reproduzir aqui algumas das melhores frases selecionadas por ela. Aproveite. Divirta-se e, por que não, apaixone-se:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;“O amor é como a criança: deseja tudo o que vê.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;William Shakespeare&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No homem, o desejo gera o amor. Na mulher, o amor gera o desejo.”&lt;br /&gt;Jonathan Swift&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor é um não sei quê, que surge de não sei donde e acaba não sei como.”&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Madeleine Scudéry&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O verdadeiro amor é como os fantasmas. Todos falam nele, mas ainda ninguém o viu.”&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fide da Roche&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se não te lembram as menores tolices que o amor te levou a fazer, é que jamais amaste”.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Shakespeare&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Falar de amor para algumas pessoas, é como tentar falar a um cego em linguagem de surdo.”&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alexander&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Lutar pelo amor é bom, mas alcançá-lo sem luta é melhor.”&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Shakespeare&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando fala o amor, a voz de todos o&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYscAYG-iI/AAAAAAAAJrg/wetZveXV12E/s1600-h/amigos9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 215px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYscAYG-iI/AAAAAAAAJrg/wetZveXV12E/s320/amigos9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415064461608679970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;s deuses deixa o céu embriagado de harmonia.”&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Shakespeare&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.&lt;br /&gt;Também escrevi em meu tempo cartas de amor. Como as outras, ridículas…”&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fernando Pessoa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Saia da roda do tempo e venha para a roda do amor.”&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jalaludin Rumi&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-743323762721323109?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L9gXnAc9SAj4jg7Q43mat5I6IvM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L9gXnAc9SAj4jg7Q43mat5I6IvM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L9gXnAc9SAj4jg7Q43mat5I6IvM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/L9gXnAc9SAj4jg7Q43mat5I6IvM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/743323762721323109/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=743323762721323109&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/743323762721323109?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/743323762721323109?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/egXlTaqhZ3g/frases-de-amor-nada-convencionais.html" title="FRASES DE AMOR NADA CONVENCIONAIS" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYsiWfAH_I/AAAAAAAAJro/L7fH3WxVXNo/s72-c/amigos7.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/frases-de-amor-nada-convencionais.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUEQXYyfyp7ImA9WxBSFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-2478701547150089954</id><published>2009-12-24T18:40:00.000-02:00</published><updated>2009-12-24T18:40:00.897-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-24T18:40:00.897-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tristeza" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="natal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="crônicas" /><title>Crônica de Natal : 'Dezembro tem fome de quimeras'</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyVtfZJInfI/AAAAAAAAJqI/usRmgM_0WTc/s1600-h/natal2.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 310px; height: 372px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyVtfZJInfI/AAAAAAAAJqI/usRmgM_0WTc/s400/natal2.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414854513075461618" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:180%;" &gt;A&lt;/span&gt; família da mãe era o epicentro do discurso amoroso. Gravitávamos em torno dos avós Daniel e Amada e dos tios Maíta, Avelina, Celina, António. A mãe Carmen, traduzia-me a origem para jamais me afastar daquela manjedoura. Havia que cultivar aquela memória onde eu estivesse.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O pai, Lino, aplaudia a realidade que a mãe consolidava a cada visita a Vila Isabel. De acordo com o seu desígnio, eu devia crer na humanidade. Afinal, cada irmão daquela grei era o melhor amigo do outro. Razão bastante para nenhum se atrever a quebrar os grilhões familiares. Ou esquecer a união que devida a serem eles filhos da atormentada imigração. Porque embora passados tantos anos da viagem atlântica empreendida pêlos pais no final do século XIX, em direção ao Brasil, aqueles tios sabiam que eram originários de uma ilusão inesquecível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada semana a mãe me levava à casa matriz em busca do Santo Graal. Do prémio que constituía em conviver com a tribo familiar, com as memórias procedentes das paisagens de São Lourenço-em Minas, e de Cotobade - na Galícia. Entre suas paredes, pautados todos pelas horas de um domingo lento, aquele cotidiano instigava o diálogo, as  narrativas modestas. Aconchegada assim, eu aprendia a expandir os sentimentos incipientes, a dosaras emoções, a zelar pêlos segredos que traziam todos consigo. Éramos criaturas, porém, que temíamos confidências que tinham o efeito de confundir os sinais externos da realidade, de induzir a interpretações maliciosas, ou mesmo equivocadas. Sob a orientação da avó Amada, tínhamos em mira que, a despeito dos erros e das omissões, havia que salvar quem estivesse carente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem batesse à porta de Vila Isabel, era bem-vindo. Em especial os que entraram na família por meio de alianças matrimoniais. Mas estes, conquanto estimados e respeitados, não integravam o núcleo afetivo que abastecia os avós, os tios e os netos. Aquela espécie de amor que dispensava explicações ou declarações públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem a família materna, jamais haveria dezembro. Assim, à margem do que ia assimilando da natureza inóspita das coisas, eu intuía que sem os festejos natalinos, me veria privada do arsenal de lembranças que haveriam de me saciara fome ao longo dos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temerosos pois, de desafiar os deuses, enfeitávamos a noite natalina com esperanças e nozes. Havia em cada qual o esforço conjugado de cuidar da comida como se estivéssemos a preparar o presépio para o próprio menino Jesus na iminência de nascer. Cada palha do seu berço correspondia a um talher polido, a uma travessa esmerada, ao vinho português ou espanhol que esplendia nos cristais. Sem faltar na mesa o polvo - vindo da Espanha, e o bacalhau, que, segundo a designação de origem, chegado do Porto. As demais iguarias, vindas em linha reta da cozinha, faziam os olhos brilhar, propiciavam que erguêssemos as taças brindando a fartura, a própria vida. Enquanto as crianças, sob o incondicional amparo familiar, festejavam suas quimeras com o guaraná borbulhante. Nesses momentos mágicos, renunciava-se para um balanço de acertos e fracassos, e tudo para simular uma mentira benfazeja. Afinal sobravam razões para comemoraruma data que prometia prodígios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal herança, levei para a Lagoa, após enterrar meus mortos. Nesse recanto, que ocupo há anos, vivo com meus pertences, reverencio os que se foram, sou dona das minhas horas e dos meus segredos. Só que agora celebro o Natal com a tribo que elegi ao longo da existência. Nessa noite, os enfeites e os retratos abandonam o porão das lembranças e distribuem-se pela sala, de onde vejo o espelho da Lagoa. Sobre a mesa, como de costume, repousam as iguarias tradicionais, que nunca as esqueço. Aliás, sou meticulosa fazendo a vida emergir. Dessa forma, pelo restante do apartamento, há sinais de um passado feliz e dos desacertos que fui acumulando. Mas serão acaso pecados, ou expressam simplesmente a expressão da ânsia de ser livre?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olho em torno e me emociono. Em cada recanto transitam os restos do intenso horizonte familiar. Há muito cabe-me, e enquanto viva, enaltecer os mortos, incluí-los no meu acervo. Sobretudo o pai, que faleceu no início dos meus vinte anos, e a mãe, que se despediu há dez anos. Mas, ao saber que serei a próxima a despedir-me, indago quem há de cuidar das min hás exéquias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas afinal, qual pode ser o significado desse dezembro no meu calendário sigiloso? Para mim, que sou anfitriã, o que importa de fato? Acaso aguardo, sob o jugo de uma euforia coletiva, que esse mês imprima novas pegadas à memória, recupere cenas que ficaram para trás, regue caprichos oriundos da fornalha dos enigmas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei sim, que esse dezembro incita a perdoarquem somos, a esquecera rota que nos trouxe até onde nos encontramos agora. Mas o que mais nos regala, além da sensação de podermos finalmente recomeçar ávida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, se outrora amei dezembro, deixei de amá-lo após a morte dos seres amados e do catálogo das desilusões. A despeito porém das perdas, este mês alardeia uma intimidade com o que convencionamos chamar de sagrado e profano, e me faz bem. Como se por meio dessa falsa divisão de valores, o Natal, por si só, anunciasse a chegada de aturdidas saturnais e de presépios ungidos pela credulidade coletiva. E tudo para que o imaginário popular, ao som de trombetas e alvíssaras, propague o ocaso dos tempos cruéis e anuncie o advento de um ciclo favorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob os auspícios, no entanto, dos dias ilusórios, meu dezembr&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyRHR4P2k0I/AAAAAAAAJpo/sCJiUXzgKUY/s1600-h/nelidapinon.htm"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 184px; height: 277px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyRHR4P2k0I/AAAAAAAAJpo/sCJiUXzgKUY/s400/nelidapinon.htm" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414531024488403778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;o atrela-se à roda da fortuna e da sorte. Igualmente aos desatinos da paixão e do fastio, aos furtivos amantes que rodopiam pêlos salões à espera de outros casais que, corroídos pela fadiga do cotidiano, bailam aos acordes da valsa antiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observo os amigos que circulam pela casa enquanto riem, sorvem o vinho rubro, mastigam o alimento, fazem declarações afetivas. Sob a proteção de um presépio que armamos em um recanto da sala, é provável que cada qual, empenhado em refazer o caminho da fé, ingresse por breves horas no provisório círculo da fantasia, ao qual jamaisterei acesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, sem dúvida, dezembro tem fome de quimeras. Incluindo as minhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.nelidapinon.com.br/primer.php"&gt;Nélida Pinon&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-2478701547150089954?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ypgFVnXVsZcfmw-vZOfFukMk1qw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ypgFVnXVsZcfmw-vZOfFukMk1qw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Durante nove dias a personagem escreve cartas na tentativa de seduzir e reconquistar o homem o homem que dela se separou. Entregue em envelopes azuis, as cartas relatam momentos de convívio e a falam dos dias anteriores ao rompimento. No entanto, no endereço onde as cartas são entregues não é mais o apartamento do amado. Quem recebe as cartas é o novo inquilino, Marcos, que acabou também de se separar. Movido pela curiosidade, Marcos lê, fica entusiasmado, se apaixona pela mulher e começa a procurá-la pela cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista à Folha de S.Paulo, a autora traçou um painel da obra e de suas motivações. Acompanhe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Porque você escolheu as cartas como meio de comunicação. Elas já não foram esquecidas com a internet?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Carola Saavedra&lt;/span&gt; - Escolhi a carta porque a personagem está presa ao passado. A carta para ela é uma forma de ocupar espaço --porque ela queria de alguma forma atingir esse homem--, de continuar fazendo parte da vida dele. O e-mail seria alguma coisa muito abstrata, pois ele poderia facilmente deletar. Na cabeça da personagem a carta é algo concreto, ocupa um espaço. Ela diz em algum momento no livro assim: "mesmo que você não abra o envelope, que você não leia a carta, ela existe, está ali, ocupa espaço e você vai ser obrigado a jogar fora ou fazer alguma coisa com ela". A escolha pela carta é uma ideia do concreto, é algo que ocupa espaço. Também está relacionado com a personagem apaixonada, que é romântica, que tem um amor extremo e exagerado. Além da relação com a nostalgia, da dificuldade de abrir mão do passado ou daquilo que já passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;O ato de escrever cartas pode ser associado com a forma de escrever romances? Qual a relação que você tem com as cartas, elas são elementos da narrativa da ficção ou fazem parte da sua realidade?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que você escreve tem algo relacionado com a escritora; mas o que, exatamente, é muito difícil tentar destrinchar. Por exemplo, no romance "Toda Terça" tem um momento que a personagem está conversando com o analista e ela mente para ele. E ele diz para ela: "Não importa [você mentir], porque o fato de você ter escolhido essa mentira e não outra já revela alguma coisa sobre você." Então é um pouco de como eu vejo essa relação do escritor com o que ele inventa e o que é realmente dele. Claro, eu não vivi as coisas dessa forma que escrevo, mas o fato de eu ter escolhido construir essa personagem, escrever sobre esse assunto revela algo, mas não de uma forma direta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;No seu primeiro romance, "Toda Terça", o que permeia a narrativa é a falta de amor e a impossibilidade que os personagens têm de amar. Como é inverter a situação neste livro? Escrever sobre isso foi uma forma de se livrar dos sentimentos extremos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu queria trabalhar com o outro extremo, amar demais, o exagero. Acho até que a personagem é bastante exagerada, porque na verdade eu queria trabalhar com o extremo. Escrever não é uma forma de se livrar, é uma forma de viver, viver os sentimentos de outra forma. Eu sinto como se fosse possível viver várias vidas e criar vários mundos em uma. Quando você escreve, é preciso estar dentro daquela personagem. As emoções, você têm que tirá-las de você. Pelo menos eu não consigo criar personagens e emoções que eu não tenha como tirar de mim, que sejam externas. Tudo o que crio, tiro de mim e ao fazer isso é quase como se eu vivesse outra vida. Isso não esgota, acho que a escrita não é uma análise, não é uma cura, pelo contrário, ela possibilita viver várias vidas no espaço de uma única e pensar coisas que normalmente não pensaríamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;O que você aprendeu com o "Flores Azuis"?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi a aceitar mais, a compreender a diferença, os extremos e talvez até a loucura. Muitas pessoas me falaram isso e eu também concordo, é a mulher que se dá completamente, que se entrega completamente ao homem de uma forma quase obsessiva. Muita gente me diz assim: "mas como essa mulher pode ser dessa forma como ela pode se entregar a tanto?". Eu teria dito a mesma coisa antes de ter lido o livro, como alguém pode ser assim? Ao escrever o livro eu construí essa personagem, ao tirar aquilo de dentro de mim, que de alguma forma deve existir, compreendi melhor como funciona a cabeça desta mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;As cartas servem para unir de alguma forma o que foi separado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. As cartas são uma forma da personagem trabalhar essa história, dessa personagem tão passiva que se deu tanto de uma forma tão completa. É um momento de se reconstruir. A personagem retoma o poder com a palavra, tem até um momento que ela diz assim: "isso aconteceu realmente, as coisas foram realmente dessa forma? Porque numa relação amorosa a gente nunca sabe como foi aquilo realmente. Não importa, porque quem está dando a versão sou eu, e sou eu que decido como foi". Assim, ao escrever as cartas ela vai retomando, vai reconstruindo como pessoa e como sujeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Qual é o significado da separação?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A separação é algo que nunca acaba. Tem duas questões da separação que a personagem fala no livro com as quais eu concordo: que a separação nunca é um núcleo, nunca acontece em um momento só. A separação começa a acontecer já muito antes. As pessoas se conhecem e talvez naquele momento as pessoas começam o processo de separação. As pessoas às vezes ficam anos se separando. Então acho que a pessoa que fala "pronto, aqui acabou", "aqui tem uma linha", "aqui tem um limite", acho que não existe. Existe talvez um ato final que aponta uma gota d'água ou algo assim, mas a separação já começou faz muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão é que a separação não acaba no momento em que as pessoas se separam fisicamente, existe uma separação da alma, psicológica, um luto na realidade. Talvez, muitas vezes, as pessoas não vivem o luto, pois vivemos numa sociedade que o luto e o sofrimento são malvistos. Talvez essas cartas sejam também uma forma de luto, necessário até para ter em algum momento deixar de sofrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Todas essas separações têm algo relacionado com suas mudanças de países?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21419919/flores+azuis?menuId=1060&amp;amp;franq=259150"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 169px; height: 169px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYlNLLx6uI/AAAAAAAAJrY/4M6Yvh3xxeE/s320/livro-floresazuis.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415056510230325986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Costumo dizer que eu estou a dez anos em trânsito. Morei em várias cidades na Alemanha, na Espanha, na França e agora no Brasil. Você não precisa apenas se separar de um namorado, de um marido, você pode se separar de uma cidade, dos amigos, tudo isso são processos constantes de luto das coisas que você abandonou ou que você deixou. É sempre uma questão muito difícil e por outro lado tem sempre a alegria do novo, uma porta que se abre para o novo, para o inesperado. Mas, como o livro não tem nada relacionado com minha vida pessoal, foi uma necessidade muito intelectual, no sentido que eu tinha terminado o "Toda Terça" e os personagens tinham essa dificuldade de demonstrar o amor e de se entregar, eram muito covardes, no meu ponto de vista. Então era uma oportunidade de ter personagens completamente diferentes, que tivessem coragem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-family: trebuchet ms; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A partir da &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/"&gt;Folha de S.Paulo&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u611934.shtml"&gt;Leia texto integral&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-2623010018863033865?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z2UvZ7CQliejoI4adSr3o6X7Jxg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z2UvZ7CQliejoI4adSr3o6X7Jxg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z2UvZ7CQliejoI4adSr3o6X7Jxg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z2UvZ7CQliejoI4adSr3o6X7Jxg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/2623010018863033865/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=2623010018863033865&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/2623010018863033865?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/2623010018863033865?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/7AmaLSZ0Vvg/romance-nasce-de-cartas-de-amor.html" title="ROMANCE NASCE DE CARTAS DE AMOR ANÔNIMAS" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYjolK2xDI/AAAAAAAAJrQ/AVsuqujzFRw/s72-c/carola_saavedra.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/romance-nasce-de-cartas-de-amor.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEYAQXw-eCp7ImA9WxBSE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-7553917534154793392</id><published>2009-12-20T08:49:00.000-02:00</published><updated>2009-12-20T08:49:00.250-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-20T08:49:00.250-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor absoluto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor próprio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><title>MEU ERRO FOI AMAR DEMAIS ...</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyWM4o1LQnI/AAAAAAAAJq4/XaZr8vCOYes/s1600-h/amardemais2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 282px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyWM4o1LQnI/AAAAAAAAJq4/XaZr8vCOYes/s400/amardemais2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414889031643906674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o excesso de sentimento acaba com a relação. “Meu erro foi amar demais”! Quem nunca ouviu alguém pronunciar essa frase após o término de um relacionamento? O desequilíbrio nas relações e consequentemente o seu fim, provocam em muitas pessoas o descontrole emocional e pode trazer conseqüências graves. O excesso de sentimento ao invés de ajudar, pode atrapalhar uma relação que no começo parecia ter tudo para dar certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema de “excesso de amor” atinge na maioria das vezes as mulheres. De acordo com especialistas, as mulheres são mais sensíveis, e se entregam mais rapidamente numa relação. O fim de um relacionamento frustrado, a vontade de mudar de vida ou até mesmo o medo da solidão, pode despertar nas pessoas um desejo de se relacionar. Encontros, conversas ao telefone, programas. Tudo começa muito bem. Os encontros se tornam freqüentes e o interesse mútuo se torna cada vez mais visível. É neste momento que é necessário ficar atento e se voltar para si. Antes de se envolver é necessário se preocupar com outros pontos de sua vida e principalmente se amar em primeiro lugar. Do contrário, o sentimento pode se transformar em doença e causar o efeito contrário do que antes se esperava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a psicóloga Silvia Rezende, o sentimento de amar demais e até depender do outro para obter a própria felicidade, é chamado amor patológico. O amor patológico é uma doença que causa dependência como se fosse um entorpecente, mas neste caso a droga não é química e sim o parceiro. Segundo a psicóloga, quando alguém abandona os amigos e o parceiro passa a ocupar mais espaço que a família, o trabalho e outros afazeres ou o medo da relação acabar é incontrolável, é certo que o amor e o relacionamento deixou de ser algo saudável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das pessoas que vivem esse dilema de amar em excesso acabam deixando de lado a vida profissional e pessoal. E, é nesse momento que é hora de procurar ajuda profissional. A estudante, de 22 anos, Simone, viveu por cinco anos uma história que ela chamava de amor, mas que no final ela classificou como possessão. “Não sabia mais o que fazer, não tinha vontade de fazer nada, vivia para agradar meu namorado ou procurar vestígios de traição”, afirma Simone. A psicanalista Valéria Machado afirma que as mulheres que se encontram nessa situação, são tão ligadas a um homem, que mesmo sabendo se tratar de uma pessoa errada para aquele momento, não querem esquecê-lo e nem procurar ajuda. Foi passando por momentos assim que a estudante procurou ajuda, e começou a freqüentar reuniões do MADA, Mulheres que amam demais anônimas. “Falar com pessoas que vivem o mesmo problema foi um passo para enxergar tudo aquilo que estava acabando com minha vida. Foi uma maneira de ver a situação do lado de fora.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofrer demais no fim de uma relação por conta do excesso de sentimento, não é um problema exclusivamente feminino. Apesar de parecer que são fortes e destemidos, alguns homens acabam se entregando demais em um casamento ou namoro, e no final se frustram por não serem correspondidos. O aposentado José Geraldo viveu um casamento de sete anos onde tudo parecia perfeito: “ Eu vivi a minha vida por ela, era o homem dos sonhos. Lavava, cozinhava, cuidava da nossa filha e ainda trabalhava muito. Um dia minha esposa chegou em casa depois de uma viagem e pediu o divórcio. Disse que estava confusa e se sentia sufocada pelos meus sentimentos. Sofri muito e demorei dez anos para refazer minha vida.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano de 2003, foi ao ar pela rede Globo a novela Mulheres Apaixonadas. Um dos temas abordados pela trama, foi o drama de Heloísa, personagem de Giulia Gam. Casada com Sérgio, (Marcelo Antony), Heloísa sentia um sentimento tão grande pelo marido que a fez perder até o próprio controle emocional e amor próprio. Impulsionada por essa obssessão, a personagem chega a fazer ligadura de trompas por medo de engravidar e ter que dividir a atenção do marido com a criança. Após crises e internações, Heloísa é aconselhada por familiares a procurar ajuda. O autor da telenovela Manoel Carlos, procura por meio da ficção mostrar o trabalho do MADA, grupo de apoio que reúne mulheres em todo Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MADA é um programa de recuperação para mulheres que têm como objetivo se recuperar da dependência de relacionamentos destrutivos, aprendendo a se relacionar de forma saudável consigo mesma e com os outros. O grupo foi criado baseado no livro "Mulheres que Amam Demais", de 1985, da autora Robin Norwood. No Brasil o primeiro Grupo MADA foi aberto em São Paulo, por uma mulher casada com um dependente químico que se identificou com a proposta do livro. O Grupo cresceu e, atualmente realiza de 40 reuniões semanais no Brasil distribuídas em 13 Estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje são vários os meios para se curar do mal do amor destrutivo, algumas pessoas recorrem a grupos como o MADA, outras procuram terapia, mas todas com um mesmo objetivo, conquistar a confiança e o amor próprio. No caso da dona de casa Cibele Soares, 27 anos, os sentimentos eram os mesmos, porém a procura por ajuda foi diferente. “Me sentia muito mal, até que procurei uma academia e me matriculei em dança de salão, e hoje vivo bem com meu marido, amo, mas de forma diferente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo a psicanalista Valéria Machado a dependência emocional é o medo de perder.,ausência de confiança e baixa-estima. As pessoas que sofrem desse mal, precisam do outro para conquistar a felicidade. E o primeiro passo é acreditar que aquilo está fazendo mal e procurar amar de forma saudável. A partir daí mudar a frase “diga onde você vai que eu vou varrendo” por “eu varro meu próprio caminho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;a href="http://amandagoulartmesquita.blogspot.com/"&gt;Amanda Goulart&lt;/a&gt; e Júlia Leal&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:trebuchet ms;" &gt;A partir do Blog Amanda Goulart. &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(102, 102, 102);" href="http://amandagoulartmesquita.blogspot.com/2009/10/amor-demais.html"&gt;Leia no original&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:trebuchet ms;" &gt;Imagem:  &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(102, 102, 102);" href="http://www.flickr.com/photos/h-k-d/" title="Link para a galeria de h.koppdelaney" rel="dc:creator cc:attributionURL"&gt;h.koppdelaney&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-7553917534154793392?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4vcrg5cc1BWJtt-3p2XI37Mp9BQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4vcrg5cc1BWJtt-3p2XI37Mp9BQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4vcrg5cc1BWJtt-3p2XI37Mp9BQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4vcrg5cc1BWJtt-3p2XI37Mp9BQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/7553917534154793392/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=7553917534154793392&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/7553917534154793392?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/7553917534154793392?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/zp3cif-YayA/meu-erro-foi-amar-demais.html" title="MEU ERRO FOI AMAR DEMAIS ..." /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyWM4o1LQnI/AAAAAAAAJq4/XaZr8vCOYes/s72-c/amardemais2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/meu-erro-foi-amar-demais.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMMQXo9fSp7ImA9WxBSEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-6857232270978452883</id><published>2009-12-19T08:28:00.000-02:00</published><updated>2009-12-19T08:28:00.465-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-19T08:28:00.465-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor maduro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="crônicas" /><title>AS RAZÕES QUE O AMOR DESCONHECE</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYw_MPkmaI/AAAAAAAAJsA/nDJXl6sX6NU/s1600-h/amigos8.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 342px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYw_MPkmaI/AAAAAAAAJsA/nDJXl6sX6NU/s400/amigos8.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415069464136030626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes do Woody Allen, do Hal Hartley e do Tarantino, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem o seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettuccine ao pesto é imbatível. Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desses, criatura, por que diabo está sem namorado?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim. Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não-fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta. O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar. Costuma ser despertado mais pelas flechas do Cupido do que por uma ficha limpa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai ligar e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário, ele adora o Planet Hemp, que você não suporta. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado, mas você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita de boca, ele adora animais, ele escreve poemas. Por que você ama esse cara? Não pergunte pra mim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou murchar, você levou-a para conhecer sua mãe e ela foi de blusa transparente. Você gosta de rock e ela de MPB, você gosta de praia e ela tem alergia&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYwoskiklI/AAAAAAAAJrw/5sUSMxG8GBI/s1600-h/livro-trem+bala.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 121px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYwoskiklI/AAAAAAAAJrw/5sUSMxG8GBI/s200/livro-trem+bala.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415069077676921426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; a sol, você abomina o Natal e ela detesta o Ano-Novo, nem no ódio vocês combinam. Então? Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são referências, só. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo o que o amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó. Mas só o seu amor consegue ser do jeito que ele é.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a style="color: rgb(102, 0, 0);" href="http://www.pensador.info/autor/Martha_Medeiros/"&gt;Martha Medeiros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;13 de julho de 1998&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/83390/trem-bala/?franq=259150"&gt;Crônica do livro "Trem Bala&lt;/a&gt;"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-6857232270978452883?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ys9HFveG_qnQO4cQhhcxs6i74_I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ys9HFveG_qnQO4cQhhcxs6i74_I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ys9HFveG_qnQO4cQhhcxs6i74_I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ys9HFveG_qnQO4cQhhcxs6i74_I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/6857232270978452883/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=6857232270978452883&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/6857232270978452883?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/6857232270978452883?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/v4X_4vh9bIY/as-razoes-que-o-amor-desconhece.html" title="AS RAZÕES QUE O AMOR DESCONHECE" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyYw_MPkmaI/AAAAAAAAJsA/nDJXl6sX6NU/s72-c/amigos8.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/as-razoes-que-o-amor-desconhece.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEIMQX8ycCp7ImA9WxBSEEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-2530368897017403795</id><published>2009-12-17T08:43:00.000-02:00</published><updated>2009-12-17T08:43:00.198-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-17T08:43:00.198-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor maduro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bodas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><title>OTÍLIA E TONHO: HISTÓRIA DE AMOR QUE DURA 80 ANOS</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyWK28gB3KI/AAAAAAAAJqw/oUuiTCdr8hY/s1600-h/amor-80anos.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 214px; height: 180px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyWK28gB3KI/AAAAAAAAJqw/oUuiTCdr8hY/s400/amor-80anos.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414886803540925602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com o tom de voz bem baixinho, quase num sussurro, na melodia que é uma mistura de notas de cantiga de ninar e cântico de igreja, dona Otília Maria de Jesus entoa uma estrofe que ela mesma compôs: “Ainda vou no céu em vida/ perguntar ao Nosso Senhor/ se no dia que eu morrer/ posso levar o meu amor”. A música tem tudo a ver com a história da “cantora: ela e o marido, Antônio Xavier de Carvalho, estão casados há 80 anos, completados no último dia 9. Os dois vivem na casa de um dos nove filhos, em Monte Mor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sentados lado a lado, as mãos calejadas dos dois se entrelaçam o tempo todo. Quando percebe alguma fala carinhosa do marido, dona Otília se encosta nos ombros dele. Cheios de demonstrações de carinho, a memória é retomada aos poucos, alguns lapsos surgem, um corrige o outro e o sorriso grande, simultâneo entre os companheiros, vem em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na colônia de centenas de empregados de uma fazenda de café na Vila Elisiário, na região de Catanduva (a 300 quilômetros de Campinas), tanto a família de dona Otília, hoje com 99 anos, quanto a de seo Antônio, de 102, foram morar na década de 20, vindas do Sertão da Bahia. Ali, numa das animadas festas, na época em que os bailes começavam às 18h e, no máximo, até as 21h, já tinham acabado, seo Antônio começou a observar a moça. “E não é que eu gostei?”, conta dona Otília. Para que o casamento se realizasse, não demorou sequer dois meses. “E foi uma festança com tanta leitoa assada que eu nunca vi tanta fartura”, relembra seo Antônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casal passou a maior parte da vida na zona rural. Da fazenda da Vila Elisiário, onde nasceram os dois primeiros filhos, dona Otília tem a lembrança também do patrão, Amâncio Pereira, que foi seu padrinho de casamento. “Lá, nós pegamos 5 mil pés de café para cuidar sozinhos. Íamos para o cafezal juntos, logo cedo, quando o sol começava a aparecer no céu”, diz seo Antônio. O costume de acordar ainda de madrugada prevalece até hoje. “E eu lá sou mulher de acordar às 11h? Nessa hora já até almocei”, orgulha-se ela. O casal passou outros 50 anos no Paraná, primeiro como empregados noutra fazenda de café e, depois, como proprietários de um pequeno sítio. Há cerca de cinco anos, mudaram-se para Monte Mor, para ficar mais perto dos filhos e receber os cuidados deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois não se casaram na igreja. “Casamos no civil e já estava bom. O importante era que nós tínhamos amor um pelo outro”, afirma seo Antônio, sem querer dar muitos detalhes da história. A certidão original já deteriorou. A segunda via, que ele gosta de ter sempre no bolso da camisa, foi emitida em 1972. Os dois, ao serem questionados sobre o que foi necessário para ficar tanto tempo juntos, respondem que a receita é a compreensão e o respeito. “Brigar todo casal briga neste mundo. Mas eu não me importo quando ele vem com conversa e cara feia”, diz dona Otília, antes de dar uma olhadinha de desprezo para o marido e soltar um sorriso que faz a alegria contagiar a sala. “Eu deixo para lá, porque sei que ele gosta de mim. Nunca fomos dormir de mal um com o outro. Os casais de hoje não ficam muito tempo juntos porque qualquer coisinha já fazem cara feia. Eles não têm paciência e uma besteirinha causa a maior confusão. Quem é que pode viver só com alegria?”, ensina a avó de 25 netos, bisavó de outros 20 e tataravó de uma menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A festa pelos 80 anos foi simples, como é a família: só um almoço, para os que moram mais perto. Com tantos descendentes, fica impossível conciliar uma data para reunir todos. Para um dos filhos, Evando Xavier de Carvalho, honestidade e os valores morais são as grandes qualidades dos pais. “Durante a vida toda, eles foram assim: bem-humorados e pais que nunca levantaram a mão para nenhum dos filhos. Foram enérgicos quando necessário e conseguiram passar a todos como é importante ter uma família”, diz ele, aos 59 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois também já viveram muitas tristezas, mas há algumas mais dolorosas. “A perda dos meus filhos foi a dor que eu queria ter evitado nesse tempo todo. Ninguém merece o que eu passei. Mãe nenhuma está preparada para isso.” A idade avançada já levou o casal ao velório de três filhos. Um deles morreu ainda recém-nascido. Outros dois morreram quando netos já tinham tomado conta da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Dona Otília gaba-se de ficar “mais de ano sem tomar um comprimido”. Seo Antônio tem dificuldades para ouvir e só consegue caminhar bem devagar, se apoiando na parede. Ela ainda sai para caminhar pelas ruas, até faz umas comprinhas de vez em quando. Gosta também de receber amigos para um café e não descarta uma cerveja preta. “É só ter em casa que eu bebo”, conta. Com colesterol em níveis mais do que satisfatórios, os dois têm entre os pratos prediletos o arroz e o feijão com toucinho. “Se tiver uma mandioca, então, eu como sem parar”, conta ela. Ele já prefere uma estranha combinação: “Eu como arroz, feijão e um pedaço de rapadura de mistura. Isso me deixa forte como nunca”, explica. Dona Otília detesta sopa. “Tem gente por aí que fica falando que eu preciso tomar caldo disso, caldo daquilo. Arroz, feijão e carne são os melhores remédios que Deus deixou nessa terra”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casal que completa 80 anos de casamento comemora "bodas de nogueira". A denominação diz respeito à longevidade que a árvore produtora das nozes costuma ter, além da capacidade que tem para superar adversidades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-2530368897017403795?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Conseqüentemente, quem se propõe a amar, deve saber que está expondo seu corpo e sua alma a vários tipos de ferimentos, e não poderá culpar seu parceiro em nenhum momento, já que o risco é o mesmo para ambos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Art. 2&lt;/span&gt; – Uma vez sendo atingido por uma flecha perdida do arco de Cupido, deve em seguida solicitar ao arqueiro que atire a mesma flecha na direção contrária, de modo a não se submeter ao ferimento conhecido como “amor não correspondido”. Caso Cupido recuse tal gesto, a Convenção ora sendo promulgada exige do ferido que imediatamente retire a flecha do seu coração e a jogue no lixo. Para conseguir tal feito, deve evitar telefonemas, mensagens por internet, remessa de flores que terminam sendo devolvidas, ou todo ou qualquer meio de sedução, já que os mesmos podem dar resultados a curto prazo, mas sempre terminam dando errado com o passar do tempo. A Convenção decreta que o ferido deve imediatamente procurar a companhia de outras pessoas, tentando controlar o pensamento obsessivo “vale a pena lutar por esta pessoa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Art. 3&lt;/span&gt; – Caso o ferimento venha de terceiros, ou seja, o ser amado interessou-se por alguém que não estava no roteiro previamente estabelecido, fica expressamente proibida a vingança. Neste caso, é permitido o uso de lágrimas até que os olhos sequem, alguns socos na parede ou no travesseiro, conversas com amigos onde pode-se insultar o antigo(a) companheiro(a), alegar sua completa falta de gosto, mas sem difamar sua honra. A Convenção determina que seja também aplicada a regra do Art. 2: procurar a companhia de outras pessoas, preferivelmente em lugares diferentes dos freqüentados pela outra parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Art. 4&lt;/span&gt; – Em ferimentos leves, aqui classificados como pequenas traições, paixões fulminantes que não duram muito, desinteresse sexual passageiro, deve-se aplicar com generosidade e rapidez o medicamento chamado Perdão. Uma vez este medicamento aplicado, não se deve voltar atrás uma só vez, e o tema precisa estar completamente esquecido, jamais sendo utilizado como argumento em uma briga ou em um momento de ódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Art. 5&lt;/span&gt; – Em todos os ferimentos definitivos, também chamados “rupturas”, o único medicamento capaz de fazer efeito chama-se Tempo. Não adianta procurar consolo em cartomantes (que sempre dizem que o amor perdido irá voltar), livros românticos (cujo final é sempre feliz), novelas de TV ou coisas do gênero. Deve-se sofrer com intensidade, evitando-se por completo drogas, calmantes, orações para santos. Álcool só é tolerado em um máximo de dois copos de vinho por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Determinação final:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os feridos por amor, ao contrário dos feridos em conflitos armados, não são vítimas nem algozes. Escolheram algo que faz parte da vida, e assim devem encarar a agonia e o êxtase de sua escolha.&lt;br /&gt;E os que jamais foram feridos por amor, não poderão nunca dizer: “vivi”.Porque não viveram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);" href="http://www.paulocoelho.com/port/"&gt;Paulo Coelho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);"&gt;A partir do &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);" href="http://paulocoelhoblog.com/"&gt;Blog do Paulo Coelho&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);" href="http://paulocoelhoblog.com/2009/12/13/convencao-dos-feridos-por-amor/"&gt;Leia no original&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-2686756698729240807?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Se pretende continuar procurando seu "amor de almas", há uma série de motivos (ou "desculpas") que podem ajudá-la a resolver a situação (namoro) e prosseguir na sua busca.  Uma separação será inevitavelmente um momento doloroso, seja para quem decidiu romper o vínculo amoroso, seja àqueles que receberão a notícia de que a história a dois chegou ao fim. Para a psicóloga Carmen Cerqueira Cesar, não há como evitar que ambos sintam-se decepcionados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Mesmo quem escolheu acabar com a relação sofrerá, por saber que irá magoar o outro”, afirma. No entanto, ainda que a situação seja delicada e por vezes constrangedora, não há como evitar uma conversa franca. Isso quer dizer marcar um encontro com o parceiro ou parceira para um bate-papo face a face. Terminar por email, telefone ou MSN, nem pensar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;“Vivemos em uma época em que tudo parece ser descartável, mas não devemos tratar as relações da mesma forma”, diz Carmen. Para a especialista em relacionamentos é preciso ser mais atencioso com as pessoas, especialmente aquelas com quem você tem um histórico afetivo. Resumindo, nada de terminar via post-it, como já foi retratado na série que ganhou versão para o cinema “Sex and the City”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um certo episódio, Carrie é surpreendida com um cartãozinho amarelo com as últimas palavras do futuro ex. Dá para ter menos classe? Sim, ao recorrer a lugares-comuns que representam uma saída cômoda para o fim do relacionamento, mas que pode machucar quem, por azar no amor, será notificado. Carmen lista as principais frases que, embora ouvidas a exaustão, não deveriam nunca ser proferidas. Confira-as e, caso as ouças, saiba seu significado real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;O problema não é com você, é comigo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A frase não poderia ser mais vazia. “Esse discurso sinaliza que a pessoa tentou, sem sucesso, usar palavras que não magoariam o outro”, diz Carmen. Para a psicóloga, pode acontecer de essa frase ser verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quem está enfrentando uma situação difícil como a perda do emprego ou problemas familiares pode não ter disposição para um relacionamento. Mas se o sentimento é verdadeiro, por que não unir forças para superar a crise juntos?” Afinal, quem gosta quer ficar junto, não quer dar chance para outra pessoa aparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Eu quero cuidar da minha carreira &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não há nada de errado em uma ambição saudável. Algumas pessoas, preocupadas com o desempenho profissional querem mesmo mais tempo para se dedicar à carreira, aos estudos etc. No entanto, com um pouquinho de conversa e organização não é preciso terminar um relacionamento. “Pode-se reduzir os encontros para os finais de semana, negociar o tempo juntos... Mas terminar, só quando acaba o amor”, sentencia a psicóloga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Eu preciso de um tempo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pedir um tempo é uma forma de terminar o relacionamento aos poucos e ir se afastando discretamente. Em alguns casos, como em tempos de discussões excessivas ou depois de uma briga séria, o pedido pode expressar um desejo verdadeiro. “Nesse cenário, pode ser interessante se afastar para refletir”, diz Carmen. Mas a profissional afirma que esse acordo deverá ser muito bem conversado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do contrário, um dos lados pode passar a experimentar novas aventuras enquanto o outro espera com a vida no pause. “É preciso ler nas entrelinhas. Se o relacionamento era sólido e amoroso, esse tempo pode ser útil”, afirma. “Caso o casal esteja com as bases estremecidas, o pedido de um tempo pode significar simplesmente o fim. Seja qual for o motivo, Carmen sugere que, ao ouvir essa frase, não se deixe de viver e curtir a vida. “Afinal, não há garantias no amor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Eu não estou pronto para um relacionamento &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Com você. Essas são as duas palavras que faltam nessa frase e que por isso fazem ela soar tão desonesta. “Não é raro os casos de pessoas que disseram isso e logo se envolveram em relacionamentos sérios com outro alguém”, alerta Carmen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitos homens fazem esse discurso quando percebem que um relacionamento sério é o objetivo da parceira”, diz. “Para não machucá-las, colocam um ponto final no momento que percebem o envolvimento da companheira”. Portanto, se você ouviu esse clichê, vale considerar se envolver com alguém com os mesmos interesses que você, em vez de esperá-lo estar pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Nós podemos voltar a ser amigos &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Depois de um relacionamento onde ambos foram cúmplices, sinceros e verdadeiros, é natural que o casal mantenha laços de amizade. Acontece que muitas vezes a relação desde o início era de ordem amorosa. “Quando nunca houve amizade, fica difícil saber como voltar a ser só amigo”, afirma Carmen. Portanto, cuidado para os cenários onde essa frase é usada para deixar as portas abertas para possíveis re-encontros amorosos que só farão sofrer quem ficou para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Você merece encontrar uma pessoa melhor &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma tentativa de terminar a relação de forma honrosa, mas quer dizer tão pouco quanto o discurso do ‘o problema não é com você’. Isso porque essa afirmação não dá pistas ou justificas do motivo do fim do relacionamento e, com isso, não abre margens para questionamento ou mesmo para a possibilidade de encontrar uma solução. Em outras palavras, quem escolhe essa saída não é mesmo a melhor pessoa para estar ao seu lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Eu conheci uma pessoa &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ainda que sincera e na maioria das vezes verdadeira, essa é uma das frases mais cruéis. Ela atesta que, além de haver uma terceira pessoa, o relacionamento já estava ruim antes, do contrário não haveria espaço para mais ninguém. Para Carmen, não é preciso informar, no fim do relacionamento, que você já está envolvido com outro. “Existem casais que formam esse pacto e esperam essa sinceridade um do outro”, diz. Ainda assim, o dia do adeus não é o melhor momento para avisar que o coração já está preenchido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);font-family:trebuchet ms;" &gt;A partir da &lt;a href="http://www.abril.com.br/noticias"&gt;Abril Notícias&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/psicologa-traduz-cliches-mais-usados-terminar-relacao-518410.shtml"&gt;Leia texto integral&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-family:trebuchet ms;" &gt;Imagem: &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(102, 0, 0);" href="http://www.flickr.com/photos/vvasquez/" title="Link para a galeria de vpvasquez8" rel="dc:creator cc:attributionURL"&gt;vpvasquez8&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-2354083589405658514?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fIIzSTLzGYrYcv2mCny7hY10xxU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fIIzSTLzGYrYcv2mCny7hY10xxU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fIIzSTLzGYrYcv2mCny7hY10xxU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fIIzSTLzGYrYcv2mCny7hY10xxU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/2354083589405658514/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=2354083589405658514&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/2354083589405658514?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/2354083589405658514?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/GlnvPVXkPNw/sete-motivos-para-acabar-um-namoro.html" title="SETE 'MOTIVOS' PARA ACABAR UM NAMORO" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyP19Ox06II/AAAAAAAAJpg/4MA6qdkLxks/s72-c/amor-fim-desculpas1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/sete-motivos-para-acabar-um-namoro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUIEQX89cSp7ImA9WxBTF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-2129467425320382964</id><published>2009-12-14T01:59:00.004-02:00</published><updated>2009-12-14T02:05:00.169-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-14T02:05:00.169-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="distância" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="internet" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><title>NOMES IGUAIS UNE CASAL ATRAVÉS DO FACEBOOK</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyW4XJ99UbI/AAAAAAAAJrI/k_qOhQAlYtA/s1600-h/CASALFACEBOOK.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 250px; height: 161px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyW4XJ99UbI/AAAAAAAAJrI/k_qOhQAlYtA/s400/CASALFACEBOOK.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414936834935181746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Fãs do Facebook, Kelly Hildebrand, 23 anos, e Kelly Hildebrand, 20 anos, não são a mesma pessoa e não tem o mesmo perfil no site de relacionamento, apesar de possuírem nomes iguais. Além da diferença de idade, o primeiro é um é homem, enquanto a segunda é uma mulher.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os dois se conheceram no site de relacionamento pela simples curiosidade da estudante Kelly Hildebrand, 20 anos, em achar um outro usuário com o mesmo nome que o dela. Nesta brincadeira, encontrou o também Kelly Hildebrand, 23 anos, funcionário de um pequeno negócio na Flórida, Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De um simples contanto inicial, os dois se aproximaram, engataram um namoro e vão ver esta história cibernética terminar no altar .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temendo um possível grau de parentesco próximo, o futuro casal Hildebrand se comunicou por e-mails durante três meses até decidirem se conhecer pessoalmente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-family: trebuchet ms; color: rgb(51, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A partir do &lt;a href="http://www.dgabc.com.br/"&gt;Diário do Grande ABC&lt;/a&gt;. &lt;a href="http://www.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&amp;amp;pg=detalhe&amp;amp;c=7&amp;amp;id=5756443&amp;amp;titulo=Com+mesmo+nome-+casal+marca+casamento+apos+se+conhecer+no+Facebook"&gt;Veja no original&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-2129467425320382964?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4qG1SeXo3WXUDFDdKaz1qbS51i8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4qG1SeXo3WXUDFDdKaz1qbS51i8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4qG1SeXo3WXUDFDdKaz1qbS51i8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4qG1SeXo3WXUDFDdKaz1qbS51i8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/2129467425320382964/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=2129467425320382964&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/2129467425320382964?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/2129467425320382964?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/XfeBemC4cu8/nomes-iguais-une-casal-atraves-do.html" title="NOMES IGUAIS UNE CASAL ATRAVÉS DO FACEBOOK" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyW4XJ99UbI/AAAAAAAAJrI/k_qOhQAlYtA/s72-c/CASALFACEBOOK.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/nomes-iguais-une-casal-atraves-do.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkIGQX09fSp7ImA9WxBTF08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-9139416338656556839</id><published>2009-12-13T16:22:00.000-02:00</published><updated>2009-12-13T16:22:00.365-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-13T16:22:00.365-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor proibido" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><title>CASAL É CONDENADO POR REATAR CASAMENTO</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A s&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyPiBqi4I9I/AAAAAAAAJpY/X5yHMTj1BFU/s1600-h/arrependimento13.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyPiBqi4I9I/AAAAAAAAJpY/X5yHMTj1BFU/s400/arrependimento13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414419695257789394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;eparação de um casal virar caso de polícia é comum. Na Espanha, foi a reconciliação que foi parar nos tribunais. E terminou em condenação. Um homem e sua ex- (e agora atual) mulher foram condenados à prisão porque descumpriram uma ordem judicial para manterem-se longe um do outro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O casal havia se separado no ano passado. De acordo com uma sentença de setembro de 2008, o marido – identificado pelo jornal espanhol El País pelas iniciais M. H. E. K. – deveria manter uma distância mínima de 500 metros da mulher e não se comunicar com ela, por 40 meses. Ele foi denunciado por violência doméstica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mês passado, porém, eles resolveram reatar o relacionamento. Agentes da Guarda Civil em Motril, na província de Granada, flagraram os dois juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, por descumprir sentença judicial, o marido foi condenado a seis meses de prisão. A mulher, como cúmplice, terá de ficar quatro meses na cadeia. A condenação ocorreu apesar de ambos alegarem que estavam juntos por mútuo acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;A partir do jornal &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms;" href="http://www.elpais.com/"&gt;El País&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms;" href="http://www.elpais.com/articulo/sociedad/Condenada/pareja/romper/mutuo/acuerdo/orden/alejamiento/elpepusoc/20091207elpepusoc_17/Tes"&gt;Leia no original&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-9139416338656556839?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JZIQTB0YwWMXW9p6N9dJ4VfRpEI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JZIQTB0YwWMXW9p6N9dJ4VfRpEI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JZIQTB0YwWMXW9p6N9dJ4VfRpEI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JZIQTB0YwWMXW9p6N9dJ4VfRpEI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/9139416338656556839/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=9139416338656556839&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/9139416338656556839?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/9139416338656556839?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/5CftVvmVZHI/casal-e-condenado-por-reatar-casamento.html" title="CASAL É CONDENADO POR REATAR CASAMENTO" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyPiBqi4I9I/AAAAAAAAJpY/X5yHMTj1BFU/s72-c/arrependimento13.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/casal-e-condenado-por-reatar-casamento.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MFRX4yeCp7ImA9WxBTFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-487588352824183902</id><published>2009-12-12T15:51:00.007-02:00</published><updated>2009-12-12T16:10:14.090-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-12T16:10:14.090-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor platônico" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="felicidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="artigos" /><title>AMOR PLATÔNICO É COMO UM VULCÃO INATIVO</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyPZvrgOtvI/AAAAAAAAJpI/H_It32oNmC4/s1600-h/amorplatonico1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyPZvrgOtvI/AAAAAAAAJpI/H_It32oNmC4/s400/amorplatonico1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414410590184453874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0); font-weight: bold;font-family:times new roman;" &gt;"Amor platônico é como um vulcão inativo" &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(102, 0, 0);font-family:times new roman;" &gt;(Andre Pevostv).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fala-se de amor das mais diversas formas: amor físico, amor materno, amor divino, amor à vida mas é o tipo de amor que tem relação com o caráter da pessoa e o que a motiva a amar, a querer agir em prol desse amor. Podemos dizer muito sobre a personalidade de uma pessoa baseando-se no tipo de amor que ela vivencia. Amar também tem o sentido de "gostar muito" e, sendo assim, é possível amar qualquer ser vivo ou qualquer objeto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amor Platônico é uma expressão popular usada para designar uma amor ideal, um amor impossível de atingir ou se realizar, um amor perfeito, puro e até casto. Mas o porquê desse adjetivo? Platão foi um filósofo grego, nascido em Atenas, discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles e foi quem desenvolveu a Teoria das Ideias ou Teoria das Formas. O conceito de Ideia, para ele, não é uma cogitação da razão ou da fantasia humana mas sim a realidade essencial. O mundo da matéria seria apenas uma sombra que lembraria a luz da verdade essencial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Vincula-se o atributo "platônico" para expressar algo que existe apenas no plano subjetivo, do pensamento, mas é uma interpretação equivocada do conceito de Amor na filosofia de Platão. O amor em Platão é falta, ou seja, o amante busca no amado a ideia —a verdade essencial— que não possui e nisso supre a falta e se torna pleno, de modo dialético e recíproco. Em oposição ao conceito de Amor na filosofia de Platão está o conceito de Paixão. Essa seria o desejo voltado exclusivamente voltado para o mundo das sombras, abandonando-se a busca da realidade essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas que amam sem serem minimamente ou totalmente retribuídas, amam alguém quem talvez nem saiba da sua existência ou da existência desse tipo de afeto por elas. Como poderiam saber? Esse amor platônico costuma ser individual, escondido a sete chaves lá dentro do peito, não há demonstração concreta alguma mas há um sofrimento constante. Mas por que elas fazem isso, qual o medo em se declarar e se arriscar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem, sei que a possibilidade do sofrimento pode ser devastadora e paralisante mas... viver na solidão também não é? Já pensou que, talvez, você possa despertar no outro o afeto? Que ele possa cogitar em te amar também? Em algum momento é preciso sair desse plano das idéias e ir para o plano da ação, quem não arrisca não petisca. Pense nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-family: trebuchet ms; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;a href="mailto:inbio@inbio.com.br"&gt;Luciana Campaner&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-family:trebuchet ms;" &gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Psicóloga clínica e mestre em neurociências. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(102, 102, 102);" href="http://www.inbio.com.br/NewInbio/Artigos/AGPrincipal.asp"&gt;Veja outros artigos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Imagem: &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: arial;" href="http://www.flickr.com/photos/kraetzsche/" title="Link para a galeria de KrätzschePhotography  (happy with you!)" rel="dc:creator cc:attributionURL"&gt;&lt;b property="foaf:name"&gt;KrätzschePhotography  (happy with you!)&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-487588352824183902?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7LJbMxsij9ZpTsCamadAwP-DhYs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7LJbMxsij9ZpTsCamadAwP-DhYs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7LJbMxsij9ZpTsCamadAwP-DhYs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7LJbMxsij9ZpTsCamadAwP-DhYs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/487588352824183902/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=487588352824183902&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/487588352824183902?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/487588352824183902?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/7PRx7ns2L_U/amor-platonico-e-como-um-vulcao-inativo.html" title="AMOR PLATÔNICO É COMO UM VULCÃO INATIVO" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SyPZvrgOtvI/AAAAAAAAJpI/H_It32oNmC4/s72-c/amorplatonico1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/amor-platonico-e-como-um-vulcao-inativo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QAQ3o8cSp7ImA9WxBTE0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-7192860397530018974</id><published>2009-12-08T19:19:00.006-02:00</published><updated>2009-12-08T21:35:42.479-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-08T21:35:42.479-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comunidade no orkut" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor de almas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="depoimentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><title>VOCÊ JÁ ENCONTROU O AMOR DE SUA VIDA ?</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/Sx7ezAgKhcI/AAAAAAAAJi8/eW8Y1sIp7dg/s1600-h/amordealmas68.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 272px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/Sx7ezAgKhcI/AAAAAAAAJi8/eW8Y1sIp7dg/s400/amordealmas68.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413008770035516866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Meses atrás &lt;a href="http://amordealmas.ning.com/forum/topics/voce-acredita-que-ja-encontrou?page=1&amp;amp;commentId=2462333%3AComment%3A11999&amp;amp;x=1#2462333Comment11999"&gt;perguntamos aos membros&lt;/a&gt; de nossa &lt;a href="http://amordealmas.ning.com/"&gt;Rede de Amigos &lt;/a&gt;o que eles tinham a dizer sobre a expectativa ou a experiência de ter encontrado aquele ou aquele que poderia ser chamado de "amor de uma vida". Muitos dos integrantes da &lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=11132874"&gt;Comunidade Amor de Almas&lt;/a&gt; e leitores do blog também aceitaram o desafio de abrir seu coração e revelar um pouco de sua vida. Abaixo, alguns dos depoimentos mais tocantes. Mas ainda esperamos sua participação,  nos comentários, &lt;a href="mailto:amordealmas@uol.com.br"&gt;por e-mail&lt;/a&gt; ou entrando em &lt;a href="http://amordealmas.ning.com/forum/topics/voce-acredita-que-ja-encontrou"&gt;nosso fórum&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Cleidimar&lt;/span&gt; Vieira&lt;/span&gt; - Acredito que amor é plenitude e sempre que me envolvo com alguém, faço com todo o amor que posso destinar a alguém. Casei-me com um homem com quem namorei 6 anos e fui noiva por um ano. Um amor que, naquele instante, tinha certeza que era o grande amor de minha vida. O conheço desde meus quinze anos de idade, hoje estou com trinta e seis. Mas após nos casarmos, nos separamos e estamos divorciados. Nossas duas filhas são um elo eterno e considero o substrato de nosso encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois dele, namorei e fiquei noiva com outro homem por quase dois anos, e acreditava ser o grande amor de minha vida: ame-o com todo meu amor. Nem chegamos a nos casar. Conheci outra pessoa e novamente acreditei ser o amor de minha vida. Estamos fora de sintonia, não conseguimos continuar por causa das diferenças, é uma batalha para isso. O que considero que tive e ainda terei são encontros de almas com certeza. O verdadeiro amor é algo dentro de nós mesmos: ame, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;independente&lt;/span&gt; do outro. Tive um amor &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;platônico&lt;/span&gt; que foi interrompido e passei algum tempo achando que esse era o verdadeiro amor de minha vida. Mas hoje tenho um nível de conhecimento mais amplo. Sei que amores do tipo Romeu e Julieta permanecem em nosso imaginário e se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;enraizam&lt;/span&gt; em nossos corações justamente porque não se concretizam. Não há tempo para nos depararmos com as diferenças que são essenciais para nosso engrandecimento espiritual. Momentos em que teremos que ser amigos e companheiros, em que deveremos exercer toda a nossa caridade com alguém que pode nos magoar. Eu já tive amores verdadeiros na minha vida, e já tive pessoas que nutriram verdadeiros amores por mim, mas duraram o tempo necessário para nosso engrandecimento de vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Inominado&lt;/span&gt; - Sequer sei se encontrarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Maria Aparecida&lt;/span&gt; - Por muitas vezes acreditei que sim, mas quando estava toda feliz, recebia a seguinte frase: "Estou amando outra pessoa". Aí fiquei muito desiludida, mas sei que ainda encontrarei a minha cara metade".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Cristiana&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Turques&lt;/span&gt; da Silva&lt;/span&gt; - Acredito que já encontrei por duas vezes dois tipos de amor que me fizeram achar que eram minha alma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;gêmea&lt;/span&gt;, eram almas que se identificavam... mas por fim não se completavam. Eu sentia uma tristeza enorme, uma falta de alguém que eu mesma não sabia quem era...  Já fui casada, tenho meus filhos, mas mesmo assim não era feliz.  Foi quando perdi, que eu encontrei quem eu tanto procurava.... Conheci pela &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;internet&lt;/span&gt;, olha que engraçado... Depois de muitas conversas resolvemos nos conhecer e quando o vi pela primeira vez me apaixonei. Algo me fazia querer ele por perto e ele a mesma coisa . Reconheci pela alma e não posso nem pensar em perdê-lo...  &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/Sx7eo8EXTtI/AAAAAAAAJi0/KCfHBfxxSdc/s1600-h/amordealmas67.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 322px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/Sx7eo8EXTtI/AAAAAAAAJi0/KCfHBfxxSdc/s400/amordealmas67.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413008597046480594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Demorou muito tempo para reencontrá-lo . Amo tudo o que vem dele, principalmente  seus defeitos. Tenho um sentimento que conheço  há muitos anos, apesar de ter encontrado meu amor há pouco tempo. Ele, com certeza, é meu "amor de alma".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Luisa&lt;/span&gt; Oliveira&lt;/span&gt; - Uma resposta bastante profunda a um tema tão complexo. Cada caso é um caso e eu considero que o amor da nossa vida somos nós próprios e espero não ser considerada egoísta por isso. E por vezes pode ser uma pessoa que nos faz descobrir a nós próprios, através de um simples olhar, durante uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;fração&lt;/span&gt; de segundos. Durante esse instante simplesmente uma pessoa tem acesso à porta que encerra a nossa alma e nos liberta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nunca mais seremos os mesmos e nos dá a conhecer uma amor maior que envolve tudo que nos rodeia, mas principalmente os outros. Sim, porque demoramos toda a nossa vida a procurar o amor numa outra pessoa quando ele está em cada pessoa com quem cruzamos no dia-a-dia, se estivermos atentos e dispostos a tratar cada pessoa com consideração e atenção, o amor preenche-nos em cada conversa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa pessoa nos ensina a ser generosos e a pedir a DEUS que em cada dia nos envie uma pessoa que precise da nossa ajuda e nos sentimos gratificados porque &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;pudemos&lt;/span&gt; ser útil a alguém, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;tivemos&lt;/span&gt; uma palavra de esperança ou de estímulo para alguém que se sentia desesperado ou que achava que o seu problema não tinha solução.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa é a minha ideia do verdadeiro AMOR e só existe uma pessoa no mundo capaz de nos despertar para a outra dimensão, em que a maioria p&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/Sx7eWKYGJGI/AAAAAAAAJis/F18vVw85eig/s1600-h/amigos10.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 351px; height: 262px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/Sx7eWKYGJGI/AAAAAAAAJis/F18vVw85eig/s400/amigos10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413008274469823586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ode não ter acesso porque estão como que anestesiados e &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;obcecados&lt;/span&gt; com a fantasia de viver o amor verdadeiro como nos filmes. a pessoa que nos despertou esse sentimento generoso e imenso pode nunca vir a ter noção disso ou conhecimento de tal coisa, porque isso não é o mais importante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é a minha &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;idéia&lt;/span&gt; do verdadeiro amor e até poderá ser um disparate para os outros, mas o que é certo é que os nossos olhos passam a brilhar mais depois desse &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;contecimento&lt;/span&gt; e nos sentimos mais leves. Parece que as pessoas à nossa volta sentem um brilho que nos rodeia, pois começam a fazer-nos elogios sobre a nossa visão positiva das coisas e nos tratam com mais estima, enfim mimamos os outros e recebemos de volta muitos mimos. Outros acham-nos ingênuos e nos dizem que temos um bom coração, mas afinal trata-se de despertar para uma AMOR mais vasto do que de duas pessoas apenas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-7192860397530018974?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2RdTOKJYp_fixPOFVj3K2nl1WcI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2RdTOKJYp_fixPOFVj3K2nl1WcI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2RdTOKJYp_fixPOFVj3K2nl1WcI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2RdTOKJYp_fixPOFVj3K2nl1WcI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/7192860397530018974/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=7192860397530018974&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/7192860397530018974?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/7192860397530018974?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/VUki0LVdjPk/voce-ja-encontrou-o-amor-de-sua-vida.html" title="VOCÊ JÁ ENCONTROU O AMOR DE SUA VIDA ?" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/Sx7ezAgKhcI/AAAAAAAAJi8/eW8Y1sIp7dg/s72-c/amordealmas68.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/voce-ja-encontrou-o-amor-de-sua-vida.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkcGQXwyeyp7ImA9WxBTEEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-4300313338018995721</id><published>2009-12-06T08:07:00.000-02:00</published><updated>2009-12-06T08:07:00.293-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-06T08:07:00.293-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor de almas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="paixão" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="artigos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor bandido" /><title>PAIXÃO NOS DEIXA COM BORBOLETAS NA BARRIGA</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SwyfrTyqQcI/AAAAAAAAJfg/rgD5bco4rg4/s1600/amorborboletas.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SwyfrTyqQcI/AAAAAAAAJfg/rgD5bco4rg4/s400/amorborboletas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407872818961072578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando nos apaixonamos ficamos com "borboletas" na barriga, com um sorriso de orelha a orelha e com cara de tontos. Andamos desatentos e desligados, ansiosos e curiosos. Ostentamos felicidade e alegria. Entramos num "estado de embriaguez" e quase ficamos alucinados. Só vimos o que queremos ver e para qualquer discrepância que surja, acabamos sempre por inventar uma justificação e colmatar assim algo que poderá ser fatal numa possível relação. Esta fase tem um tempo de duração, de validade. Depois pode ou não conduzirnos ao amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor é algo que tem poder para nos destruir, algo que entregamos a uma pessoa em quem confiamos e que esperamos que não o utilize com tal propósito. Mas ás vezes acontece... O fogo apaga-se, a paixão desaparece e o amor transforma-se. Em troca, recebemos um atestado de propriedade privada, "uma anilha" para o tornar público, aumento de responsabilidades e tentativas de restauração, senão quase, a eliminação de grande parte do nosso carácter. O sexo perde o interesse e a vida quase que também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos a viver mecanicamente, entramos numa rotina e deixamos de sorrir. Vivemos oprimidos, aborrecidos, algumas vezes frustados e sonhamos em silêncio com a vida qque gostaríamos de ter. Pergunto eu...afinal o que se passa? TODOS somos livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um de nós tem direito a equivocar-se, tem direito a apaixonar-se várias vezes e tem direito a amar quem quer que lhe apeteça. Ora quando somos amados, será concerteza pelo que somos, pela nossa essência, pela nossa natureza e pelo nosso carácter e/ou personalidade. Se somos verdeiramente amados, somos em tudo e por tudo, nas qualidades e nos defeitos, na saúde e na doença e, como tal, somos também merecedores de respeito como qualquer ser humano no planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos direito a opinar e a fazer valer o nosso ponto de vista. Temos direito a expressar-nos livremente e a fazer tudo o que nos é possível (tendo em conta os limites) e que nos faz sentir bem. Aprendemos a confiar e demonstramo-lo vezes sem conta, utilizando as mais variadas formas de o fazer. Quem, depois de permitirmos que se aproprie de nós, tenta mudar-nos e moldar-nos à sua semelhança ou até aniquilar-nos enquanto detentores e proprietários de nós mesmos, não nos ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem cria em nós uma sensação de submissão e medo (que não deveremos confundir com respeito), e quem nos faz fechar dentro de nós, criar um mundo só nosso, e indagar a existência de uma vida feliz, efectivamente não nos ama. Quem não respeita os nossos familiares e amigos ou colegas, não nos ama. Quem não respeita os nossos momentos de reflexão e por conseguinte de solidão, não nos ama. Quem não sabe ler os nossos olhos nem compreende o nosso silêncio, não nos ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não sabe ouvir o que dizemos, ou quem não sabe aperceber-se que necessitamos falar, nem tampouco nos permite fazê-lo, não nos ama. Afinal, meu queridos, que é feito do verdadeiro amor? Daquele em que se baseia a amizade, o carinho, o respeito, a compreensão, a solidariedade...? Como podemos permitir que alguém nos roube aos que verdadeiramente nos querem e nos tente manipular, usar e até mutilar psicologicamente, apenas para seu prazer e satisfação??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos ou não somos adultos, inteligentes, responsaveis e conscientes?? Somos adultos, porque temos a capacidade de gerir a nossa própria vida, somos inteligentes porque aprendemos, ensinamos e sabemos distinguir o certo do errado, o bonito do feio, o mau do bom; somos responsáveis, porque assumimos compromissos e sabemo-los cuidar, porque somos filhos, pais, companheiros e amigos dedicados, e somos conscientes porque sabemos que o mundo não tem fim. Que tudo começa onde acaba e acaba onde começa. Que há um sem número de pessoas que poderão querer-nos, respeitar-nos tal e como somos e amar-nos. É assim de simples. Claro como a água. Porque carga de água, nos temos que deixar dominar e quase desaparecer?? Porque não podemos apenas SER? Vamos mas é aprender a amar-nos a nós próprios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que jeito tem, acabar por não atender o telemovel só porque saímos a tomar uma cerveja com um par de amigos e estamos contentes? Ou então pior....atender o telemovel e justificar o nosso comportamento exemplar com uma transmissão em directo do cenário, da localização exacta, dos personagens e dos adornos, justificar o que comemos, o que bebemos, e como nos estamos a comportar, qual filho pequeno a sua mãe...acabando depois por ouvir, de acordo com a confiança, comentários machistas, feministas ou até impróprios por parte dos presentes. Fica então uma estranha sensação de desiquilibrio na vida sentimental e um mau estar, ou até vergonha e tristeza, e, uma vez mais, a cabeça lá nos leva para outros pensamentos...damo-nos conta de que já não somos livres...nem felizes....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuramos nesta vida, alguém para nos acompanhar e amar, alguém com um determinado perfil, de acordo com o que cada um de nós pensa. Se encontramos alguém que nos faz sentir bem, mas que tudo se traduz em momentos, ou numa quantidade de tempo limitado, porque seguir? Não nos devemos culpabilizar por deixar de amar alguém...devemos assumi-lo e contar-se-lho. Muitas vezes, se há que atribuir culpa, ela nem é nossa...no entanto, porque somos adultos e responsáveis, entendemos que assumimos um compromisso e que isso terá que durar sempre. Enganam-se! O segredo está em ter consciência de que o nosso amor para com essa pessoa acabou, admitir que queremos e podemos ser felizes com outro alguém e saber assumir um igual compromisso e responsabilidade para terminar a relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisamos de ter alguém já, " no outro lado" à nossa espera, isso revela cobardia e falta de amor próprio quando serve para tomarmos uma iniciativa, ajuda, mas por si só não deverá justificar a nossa decisão. Basta darmo-nos conta de que ali, onde estamos agora, não é seguramente o nosso lugar. Que não queremos passar o resto das nossas vidas ao lado daquela pessoa. Não é difícil nem cruel. É só pensarmos mais em nós próprios e ver que vale a pena. Afinal todos o merecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Procuramos atenção, carinho, sexo, respeito, admiração, alegria, entre tantas outras coisas fora das relações que temos porque efectivamente algo nos falta. Há uma ou mais lacunas, há espaços importantes por preencher, há sentimentos e emoções por dar e receber. Não é certo fazê-lo, para nada, mas por vezes somos levados a tal devido à dimensão das nossas carências. Vamos pensar bem em tudo isto e apostar em nós, vamos ser razoavelmente destemidos e ousados e procurar bem "a outra metade de nós". Algures por aí, havemos de a encontrar. Beijos e abraços!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;&lt;a style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);" href="http://aeiou.visao.pt/gen.pl?p=users&amp;amp;op=view&amp;amp;user=17757"&gt;Vanda Oliveira&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-4300313338018995721?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/koXaaJrmDsrCPdF8oe3bIRM45ZY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/koXaaJrmDsrCPdF8oe3bIRM45ZY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/koXaaJrmDsrCPdF8oe3bIRM45ZY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/koXaaJrmDsrCPdF8oe3bIRM45ZY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/4300313338018995721/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=4300313338018995721&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/4300313338018995721?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/4300313338018995721?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/_d-nzV_dlxQ/paixao-nos-deixa-com-borboletas-na.html" title="PAIXÃO NOS DEIXA COM BORBOLETAS NA BARRIGA" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SwyfrTyqQcI/AAAAAAAAJfg/rgD5bco4rg4/s72-c/amorborboletas.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/paixao-nos-deixa-com-borboletas-na.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MGQXo4eCp7ImA9WxBTEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-8599099775985547646</id><published>2009-12-05T08:37:00.000-02:00</published><updated>2009-12-05T08:37:00.430-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-05T08:37:00.430-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="partida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor proibido" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><title>POR AMOR, PADRE FOGE COM JOVEM DE 18 ANOS</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SwybdAgv1xI/AAAAAAAAJfY/VHaY3RwCxyA/s1600/padreapaixonado.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 289px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SwybdAgv1xI/AAAAAAAAJfY/VHaY3RwCxyA/s400/padreapaixonado.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407868175220987666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em Carvalho, Portugal, as opiniões dividem-se entre populares incrédulos e aqueles que consideram o comportamento do padre Rui uma “atitude de homem”. A maioria, no entanto, chocada. Quase que esta história se poderia igualar à de Eça de Queiroz, de "O Crime do Padre Amaro", não fosse o jovem padre ter fugido com uma jovem fiel. A fuga foi o resultado de uma recusa: o padre Rui – com 26 anos e apenas 16 meses de sacerdócio - fugiu com Fátima, de 18.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desapareceram no final da semana passada, depois de o jovem padre ter pedido “permissão” à família de Fátima para se casarem.  Mas os pais adotivos da jovem, tradicionalistas,  recusaram a idéia. O sacerdote esperou então que Fátima completasse os 18 anos – que fez um dia antes da fuga -, escreveu uma carta de despedida ao arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, e fugiu com ela, ao que tudo indica, para Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rui Manuel Saraiva Pereira - pároco em Basto, Santa Tecla e Borba da Montanha – foi ordenado padre em Braga, no dia 20 de Julho de 2008.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102); font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A partir do Diário de Notícias (Portugal). &lt;a href="http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1429129&amp;amp;seccao=Norte"&gt;Leia texto original&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-8599099775985547646?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rfbDmoG3TyMIon1rCUKnMC_AsXg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rfbDmoG3TyMIon1rCUKnMC_AsXg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rfbDmoG3TyMIon1rCUKnMC_AsXg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/rfbDmoG3TyMIon1rCUKnMC_AsXg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/8599099775985547646/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=8599099775985547646&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/8599099775985547646?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/8599099775985547646?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/WSDuAR898zE/por-amor-padre-foge-com-jovem-de-18.html" title="POR AMOR, PADRE FOGE COM JOVEM DE 18 ANOS" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SwybdAgv1xI/AAAAAAAAJfY/VHaY3RwCxyA/s72-c/padreapaixonado.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/por-amor-padre-foge-com-jovem-de-18.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQGQX4-eCp7ImA9WxBTEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-4202837648130751126</id><published>2009-12-05T08:02:00.000-02:00</published><updated>2009-12-05T08:02:00.050-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-05T08:02:00.050-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="casamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relacionamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="artigos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="filmes" /><title>SIMPLESMENTE AMOR: HISTÓRIAS QUE SE CRUZAM</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Nct7x0H_6a8/SwnjFSmD3YI/AAAAAAAAQV4/PFoWQGynYVs/s1600/simplesmente-amor-poster05.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_Nct7x0H_6a8/SwnjFSmD3YI/AAAAAAAAQV4/PFoWQGynYVs/s400/simplesmente-amor-poster05.JPG" yr="true" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ontem eu assisti pela quinta ou sexta vez o filme "Simplesmente Amor (Love Actually)", de 2003. Não sei se vocês conhecem, mas ele conta a história de 8 pessoas que moram em Londres e que vivem histórias de amor de diferentes formas, a maioria delas até se cruza em algum momento. Tudo acontece nas semanas que atentecedem o Natal e na noite de Natal em si. O filme é lindo, um dos meus preferidos. Reúne nomes como Colin Firth, Hugh Grant, Emma Thompson, Keira Knightly, Rodrigo Santoro, entre outros. Eu gosto muito da sensibilidade em histórias comuns, cotidianas: o amor entre amigos, a abdicação do amor, o amor maduro, o impossível, o platônico, o recém-descoberto....&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De todas as histórias do filme, as que mais gosto são a do Colin Firth (amo) e a sua ajudante. Ele escritor inglês, ela portuguesa. Ele se refugia numa casa na França para escrever um livro e lá ela é a pessoa que está empregada como ajudante no tempo em que ele permanece na casa. Eles não se entendem porque não falam a mesma língua. Mas ainda assim conversam e, sem saber, estão quase sempre dizendo a mesma coisa um ao outro. E se apaixonam mesmo assim. As cenas são super sensíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Nct7x0H_6a8/Swns1BDegEI/AAAAAAAAQWA/b7ZImqdbW30/s1600/111209-leann-rimes-200.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_Nct7x0H_6a8/Swns1BDegEI/AAAAAAAAQWA/b7ZImqdbW30/s400/111209-leann-rimes-200.JPG" yr="true" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A segunda é a do rapaz que se apaixona pela noiva do melhor amigo (Keira Knightly). Em silêncio, ele filma o casamento dos dois. De volta da lua de mel, a esposa do amigo pede para ver a filmagem. Ele disfarça, tenta se esquivar, mas é obrigado a exibir o filme. Para o espanto da moça, o filme só tem imagens dela na festa, closes, lances lindíssimos que ele captou durante a cerimônia e a festa, editados com músicas lindas de fundo. Ela então percebe que ele é apaixonado por ela e por isso mal lhe dirigia a palavra quase sempre. Na noite de Natal, mais uma vez em silêncio, ele buzina em sua porta e faz uma declaração de amor através de cartazes, para não chamar a atenção do amigo. Um declaração consciente de que o amor entre eles é inviável. Cena linda!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Nct7x0H_6a8/Swns6WrN5oI/AAAAAAAAQWI/DzDtJUhssEk/s1600/love-actually.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_Nct7x0H_6a8/Swns6WrN5oI/AAAAAAAAQWI/DzDtJUhssEk/s400/love-actually.JPG" yr="true" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Nct7x0H_6a8/Swns7Xl2PqI/AAAAAAAAQWQ/LCgWG7lm_Bw/s1600/simplesmente-amor05.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_Nct7x0H_6a8/Swns7Xl2PqI/AAAAAAAAQWQ/LCgWG7lm_Bw/s400/simplesmente-amor05.JPG" yr="true" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Eu adoro histórias de amor. E quando amo um filme, assisto muitas vezes! Sempre levanto mais leve do sofá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right; font-weight: bold; font-family: trebuchet ms; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/profile/11831102205964963272"&gt;Liana Barros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A paretir do blog Intuitif. &lt;a href="http://intuitifnews.blogspot.com/2009/11/simplesmente-amor.html"&gt;Leia texto original&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-4202837648130751126?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m3x2lm2Y-AA_v6Bpktm9uTGNRBM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m3x2lm2Y-AA_v6Bpktm9uTGNRBM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m3x2lm2Y-AA_v6Bpktm9uTGNRBM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/m3x2lm2Y-AA_v6Bpktm9uTGNRBM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/4202837648130751126/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=4202837648130751126&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/4202837648130751126?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/4202837648130751126?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/zhpMZTfXG80/simplesmente-amor-historias-que-se.html" title="SIMPLESMENTE AMOR: HISTÓRIAS QUE SE CRUZAM" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_Nct7x0H_6a8/SwnjFSmD3YI/AAAAAAAAQV4/PFoWQGynYVs/s72-c/simplesmente-amor-poster05.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/simplesmente-amor-historias-que-se.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcGQX0zeSp7ImA9WxNaGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-8006993287295547721</id><published>2009-12-03T08:27:00.002-02:00</published><updated>2009-12-03T08:27:00.381-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-12-03T08:27:00.381-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="poesia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tristeza" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor maduro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor absoluto" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="perda" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="livros" /><title>ÚLTIMO SONETO DE AMOR DE MACHADO DE ASSIS</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SwyXPHbJleI/AAAAAAAAJfQ/_kSb9mYpuGw/s1600/machadoecarolina.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 280px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SwyXPHbJleI/AAAAAAAAJfQ/_kSb9mYpuGw/s400/machadoecarolina.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407863538511877602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando a esposa de Machado de Assis morreu, o escritor, muito triste, escreveu um poema, um verdadeiro réquiem, no qual se despede de Carolina. O soneto, intitulado "A Carolina", faz parte do livro "Relíquias de Casa Velha", publicado em 1906, e foi o último escrito pelo autor. O também escritor Manuel Bandeira destacou este poema como uma das peças mais comoventes da literatura brasileira, de acordo com o "Almanaque Machado de Assis".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O livro "Toda Poesia de Machado de Assis", de Cláudio Murilo Leal, que reúne pela primeira vez toda a obra poética de Machado de Assis, apresenta o poema e traz uma breve análise. Saiba mais sobre o livro. Leia abaixo o trecho do livro que apresenta "A Carolina" e a análise do poema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;*  *  *&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A Carolina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Querida, ao pé do leito derradeiro&lt;br /&gt;Em que descansas dessa longa vida,&lt;br /&gt;Aqui venho e virei, pobre querida,&lt;br /&gt;Trazer-te o coração do companheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pulsa-lhe aquele afeto verdadeiro&lt;br /&gt;Que, a despeito de toda humana lida,&lt;br /&gt;Fez a nossa existência apetecida&lt;br /&gt;E num recanto pôs um mundo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trago-te flores, - restos arrancados&lt;br /&gt;Da terra que nos viu passar unidos&lt;br /&gt;E ora mortos nos deixa separados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que eu, se tenho nos olhos malferidos&lt;br /&gt;Pensamentos de vida formulados,&lt;br /&gt;São pensamentos idos e vividos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;* *  *&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Carolina Augusta Xavier de Novaes e Joaquim Maria Machado de Assis casaram-se no dia 12 de novembro de 1869 e viveram uma plácida e amorosa vida conjugal durante 35 anos. A morte da esposa, em 1904, deixa Machado abatido e queixoso. Em carta a Joaquim Nabuco, datada de 20 de novembro do mesmo ano, escreve, lamentando-se: "Foi-se a melhor parte da minha vida, e aqui estou só no mundo."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1906, depois de terem sido publicadas as Poesias completas, o poeta escreve seu mais pessoal e profundamente sofrido poema, um verdadeiro réquiem, intitulado "A Carolina". Talvez, para não demonstrar vestígios de um sentimentalismo piegas, Machado elege uma forma poética que reverencia também, sutilmente, o tom e a textura camonianos. Essa aproximação estilística à linguagem castiça, que renova, mais do que copia, no século XX, o sabor do verso quinhentista, foi observada por J. Mattoso Câmara, no ensaio "Um soneto de Machado de Assis".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Ao lado de conhecidos poemas como "Círculo vicioso" e "A mosca azul", o soneto "A Carolina" é considerado a mais comovente pedra de toque da obra poética de Machado de Assis. No ano de 2006, comemorou-se o centenário de "A Carolina", publicado pela primeira vez no livro Relíquias de casa velha, soneto que não foi recolhido em algumas edições das poesias completas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: right; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"Toda Poesia de Machado de Assis"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: right; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Autor: Cláudio Murilo Leal&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: right; font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Editora: Record&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0);font-family:trebuchet ms;" &gt;Páginas: 756&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-8006993287295547721?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aGJZ6YbrP4tyHJrXrIAtolQGIa4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aGJZ6YbrP4tyHJrXrIAtolQGIa4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Tinham passado apenas quatro meses desde que ele, com 20 quilos a menos, cabelos esbranquiçados e aparência de muitos anos a mais do que realmente tinha, recuperara a liberdade depois de seis anos seqüestrado pela guerrilha Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). "Se apaixonou por outra", acrescentou Lucy sentida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é um caso isolado. Os seqüestros, todos eles, causam um efeito emocional enorme. Tão grande que os sentimentos mudam. E se transformam no que está lá, isolado, humilhado, e no que fica sonhando com o abraço de boas vindas. Quarenta e oito por cento dos casais concordam que a dolorosa experiência afetou suas relações, como afirma a fundação País Livre, que tenta decifrar as mais profundas marcas deixadas pelo seqüestro, que na Colômbia prolifera com as Farc, o narcotráfico e a criminalidade comum. Foi o que disse Jorge Eduardo Géchen em um comunicado público: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Nossa separação é uma das seqüelas que nos deixaram esse seis anos de profundo sofrimento"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Colômbia não passou despercebida para ninguém a frieza, a indiferença com que Ingrid Betancourt saudou seu segundo marido, Juan Carlos Lecompte, ao chegar a Bogotá depois de seu resgate em 2 de julho passado. Ela viajou um dia depois para Paris e ele ficou em Bogotá. Para conter os rumores e as conjecturas, Lecompte deu a cara. Em uma entrevista ao jornal "El Tiempo", abriu sua alma: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Esperava um abraço forte"&lt;/span&gt;, disse. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O amor por mim pode ter se acabado na selva."&lt;/span&gt; E afirmou que as fofocas sobre as supostas relações que ele teve podem ter levado a esse frio encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora da País Livre, Olga Lucía Gómez, explica graficamente o que acontece. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"É um filme de vídeo; alguém dá pausa, pára o filme e entra em outro mundo. No momento de voltar, deseja que ao apertar de novo pausa continue rodando o mesmo filme; mas acontece que não é mais a mesma."&lt;/span&gt; É o mesmo processo que vivem as famílias. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Voltar a combinar esse acúmulo de vivências e sentimentos, colocá-los em um só caminho, é um tema muito complexo",&lt;/span&gt; afirma a psicóloga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rumores sobre o que acontece aqui e lá estão na lista dos fatores que influem para que o desejado encontro não funcione. Há outros. Nas intermináveis horas de solidão há tempo para revisar, para avaliar cada expressão da relação. Às vezes essa reavaliação não coincide. E há a mudança de papéis. O homem volta e encontra sua mulher - antes tímida e dependente - transformada em hábil negociante, desenvolta em cenários públicos pois assumiu, em sua ausência, a bandeira contra o seqüestro, o manejo do dinheiro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Rojas, seqüestrada com Ingrid Betancourt no início de 2002, afirma que retomar o fio da "novela em pausa" é mais fácil para o seqüestrado. "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;As famílias mudam mas estão no mesmo ambiente. Mas nós tivemos uma vivência totalmente diferente, difícil de explicar e conseguir que se entenda com a óptica daqui."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua experiência foi especialmente dramática. Dois anos depois do seqüestro soube que estava grávida de um guerrilheiro. Sempre quisera ser mãe. Nesse momento tinha 40 anos e pensou: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"E se depois não surgir a oportunidade? Por isso não me coloquei a opção de abortar: decidi lutar por meu filho"&lt;/span&gt;, conta, enquanto acaricia a pulseira cheia de imagens de virgens que ganhou de presente de um de seus irmãos. E foi uma decisão difícil de explicar aos que compartilhavam com ela um cárcere de arame no meio da selva. "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sobretudo os homens estavam inquietos, muito preocupados. Eu lhes disse: como nenhum de vocês é o pai, fiquem tranqüilos, o problema é todo meu. E tomei o controle de minha situação."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje Clara está "se reinventando", como ela mesma diz. Dedica-se a escrever um livro sobre sua dura experiência. O resto do tempo emprega em consentir ao amor que nasceu lá. Emmanuel, de 4 anos, grandes olhos pretos e uma franja lisa sobre a testa. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A gente muda, torna-se mais prática, menos apaixonada. Me pergunto, entre outras coisas, se terei a capacidade de voltar a me apaixonar..."&lt;/span&gt; Diz isso como se pesasse cada palavra, no meio de um sorriso tímido. Tenta falar o mínimo. Acredita que é a maneira de "cicatrizar feridas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"No seqüestro é preciso construir outra vida. Tem de ter algum sentido, algum significado o que se faz lá"&lt;/span&gt;, afirma, enfática, Olga Lucía Gómez. Enquanto fuma, conta que muitos guardam os sentimentos, os bloqueiam - "se pensar muito em sua família, enfraquece" - e concentram toda a energia em sobreviver, enfrentar o presente. "Nas experiências limites, se você não canaliza os sentimentos de amor para algo ou alguém, há menos possibilidade de viver..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse amor se canaliza às vezes para um companheiro de pesadelo. Uma ex-seqüestrada confessou a este jornal que teve opções de se envolver com reféns como ela, mas as recusou. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Todos eram homens casados e não sabíamos se realmente se esforçariam para mudar sua vida quando voltassem." &lt;/span&gt;Ela não queria somar outra dor ao seu calvário. Hoje se alegra. Alguns de seus companheiros "não visualizaram a encruzilhada que os esperava ao recobrar a liberdade e hoje sofrem diante de um novo dilema".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses amores que nascem no meio do seqüestro quase nunca sobrevivem. Perduram fortes laços de lealdade, se dilui a paixão. Dary Lucía Nieto, psicóloga da País Livre, fala de outras relações que ocorrem no âmbito da sobrevivência, que são difíceis de curar. As de afeto, de agradecimento, pelos captores que tiveram gestos mínimos de humanidade. Uma mulher, ela conta, chorava e tinha saudade do guerrilheiro que, no meio das eternas marchas pela selva, a carregava no ombro quando ela tinha os pés cheios de bolhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também há seqüestrados que não têm opção de tentar o reencontro. Um dos 11 soldados que voltou à vida junto com Ingrid Betancourt descobriu que sua mulher já tinha uma família com outro... E também aconteceu com o ex-chanceler Fernando Araujo, que foi seqüestrado quando estava estreando o segundo casamento com uma mulher bem mais moça. Pouco tempo depois começou a estranhar as mensagens dela por rádio - na Colômbia há programas dedicados a enviar mensagens para seqüestrados -, perguntou aos seqüestradores buscando respostas para o silêncio. Mas só quando voltou, seis anos depois, confirmou o que havia se negado a aceitar: ela era feliz ao lado de seu novo marido e seu pequeno filho. Hoje o ex-chanceler também reencontrou o amor. Como diz Olga Lucía Gómez, o seqüestro, que se vive e depois se assimila de diferentes maneiras, às vezes é possível esquecer, mas sempre deixa marcas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);"&gt;A partir do jornal El País. &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: trebuchet ms; font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);" href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2008/07/31/ult581u2712.jhtm"&gt;Leia texto na íntegra&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-3833772401819906580?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/un4iXJbWTNhJc9frL7yvvrGi2bY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/un4iXJbWTNhJc9frL7yvvrGi2bY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Desejava que esse dia não terminasse. Queria segurar o dia comigo pois tenho medo da noite. A noite sempre vem e me tira você de você. E eu necessito para continuar acreditando na vida e nas minhas oportunidades. Fica comigo?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;   2. Quero esquecer que o tempo passa e nem sei onde amanhã estaremos. Andaremos de mãos dadas ainda pela vida? Descobriremos uma sensação da felicidade novamente? Sentiremos ainda essa brisa que toca nosso corpo? Não! Não Permita que esse dia se vá.  Te quero ainda aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  3. Ainda desejo sentir seu abraço. Ainda preciso do seu beijo e de seu calor. Ainda quero sentir o seu coração bater juntamente com o meu.  Que a noite se vá ....  Que se vá ....  Preciso dormir assim, pois não sinto tua falta aqui comigo. Quero acordar com uma cor de um novo dia. Quero que o sol venha aquecer-me e me acordar. Docemente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  4. Meu amor desordena o que parecia correto. Meu amor se condensa e se transforma. Meu amor se projeta e amedronta. Como nuvens negras em dias comuns&lt;br /&gt; Que te deixarao imóvel diante da beleza. E o medo desaparecerá ..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  5. Sinta a magia correr na pele ... Sinta o desejo tomar conta da nossa razão. Sinta que nada que faça muda o que sentimos. Sinta que o medo de tentar pode nos cegar. Fica comigo ....??!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  6. Sejamos completos. Sejamos nós mesmos e únicos. Pois a força existe, e respeitada deve ser a força do que nos trouxe um para o outro.&lt;br /&gt; A força que nos une e nos motiva.&lt;br /&gt; A força que nos move em direção ao que sonhamos. Te amo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;    &lt;span style="font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Célia Regina dos Santos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-3058766533823553560?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IhnGpuYK3mrRjG8ZWvSZL73VlV4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IhnGpuYK3mrRjG8ZWvSZL73VlV4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IhnGpuYK3mrRjG8ZWvSZL73VlV4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IhnGpuYK3mrRjG8ZWvSZL73VlV4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/3058766533823553560/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=3058766533823553560&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/3058766533823553560?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/3058766533823553560?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/6jQkpwztMWY/fica-comigo.html" title="FICA  COMIGO !" /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/12/fica-comigo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU8AQXg6cCp7ImA9WxNaFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-9034046532410684302.post-8846573103108094655</id><published>2009-11-30T08:44:00.000-02:00</published><updated>2009-11-30T08:44:00.618-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-11-30T08:44:00.618-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor partido" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor pedaços" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="separação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="crônicas" /><title>COMO SE FOSSE A ÚLTIMA VEZ...</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SwyQhlObviI/AAAAAAAAJe4/6C5MXJdxG5c/s1600/separacao3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SwyQhlObviI/AAAAAAAAJe4/6C5MXJdxG5c/s400/separacao3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407856159167856162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltou-se e mirou-a como se fosse pela última vez, como quem repete um gesto imemorialmente irremediável. No íntimo, preferia não tê-lo feito; mas ao chegarà porta sentiu que nada poderia evitar a reincidência daquela cena tantas vezes contada na história do amor, que é história do mundo. Ela o olhava com um olhar intenso,onde existia uma incompreensão e um anelo, como a pedir-lhe, ao mesmo tempo, que não fosse e que não deixasse de ir, por isso que era tudo impossível entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Viu-a assim por um lapso, em sua beleza morena, real mas já se distanciando na penumbra ambiente que era para ele como a luz da memória. Quis emprestar tom natural ao olhar que lhe dava, mas em vão, pois sentia todo o seu ser evaporar-se em direção a ela. Mais tarde lembrar-se-ia não recordar nenhuma cor naquele instante de separação, apesar da lâmpada rosa que sabia estar acesa. Lembrar-se-ia haver-se dito que a ausência de cores é completa em todos os instantes de separação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Seus olhares fulguraram por um instante um contra o outro, depois se acariciaram ternamente e, finalmente, se disseram que não havia nada a fazer. Disse-lhe adeus com doçura, virou-se e cerrou, de golpe, a porta sobre si mesmo numa tentativa de seccionar aqueles dois mundos que eram ele e ela. Mas o brusco movimento de fechar prendera-lhe entre as folhas de madeira o espesso tecido da vida, e ele ficou retido, sem se poder mover do lugar, sentindo o pranto formar-se muito longe em seu íntimo e subir em busca de espaço, como um rio que nasce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fechou os olhos, tentando adiantar-se à agonia do momento, mas o fato de sabê-la ali ao lado, e dele separada por imperativos categóricos de suas vidas, não lhe dava forças para desprender-se dela. Sabia que era aquela a sua amada, por quem esperara desde sempre e que por muitos anos buscara em cada mulher, na mais terrível e dolorosa busca. Sabia, também, que o primeiro passo que desse colocaria em movimento sua máquina de viver e ele teria, mesmo como um autômato, de sair, andar, fazer coisas, distanciar-se dela cada vez mais, cada vez mais. E no entanto ali estava, a poucos passos, sua forma feminina que não era nenhuma outra forma feminina, mas a dela, a mulher amada, aquela que ele abençoara com os seus beijos e agasalhara nos instantes do amor de seus corpos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentou imaginá-la em sua dolorosa mudez, já envolta em seu espaço próprio, perdida em suas cogitações próprias - um ser desligado dele pelo limite existente entre todas as coisas criadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De súbito, sentindo que ia explodir em lágrimas, correu para a rua e pôs-se a andar sem saber para onde...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.viniciusdemoraes.com.br/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 102, 102);font-family:trebuchet ms;" &gt;Vinícius de Moraes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 0); font-family: trebuchet ms;font-size:85%;" &gt;Crônica "Separação", do livro  "Pra Viver um Grande Amor"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9034046532410684302-8846573103108094655?l=www.amordealmas.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZfhdkIU66I614IcfGqctd5Bk0a8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZfhdkIU66I614IcfGqctd5Bk0a8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZfhdkIU66I614IcfGqctd5Bk0a8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ZfhdkIU66I614IcfGqctd5Bk0a8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.amordealmas.com/feeds/8846573103108094655/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=9034046532410684302&amp;postID=8846573103108094655&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/8846573103108094655?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/9034046532410684302/posts/default/8846573103108094655?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/amordealmas/~3/EzzsjFOjvdQ/como-se-fosse-ultima-vez.html" title="COMO SE FOSSE A ÚLTIMA VEZ..." /><author><name>MG</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05802282001900114430</uri><email>partidaechegada@uol.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="16958829431512036661" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_zTYxOZYsDcM/SwyQhlObviI/AAAAAAAAJe4/6C5MXJdxG5c/s72-c/separacao3.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.amordealmas.com/2009/11/como-se-fosse-ultima-vez.html</feedburner:origLink></entry></feed>
