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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DUUDSXwyeSp7ImA9WhRaFE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962</id><updated>2012-02-16T19:21:18.291-02:00</updated><category term="Regência" /><category term="Tecnologia na Educação" /><category term="Pretérito mais-que-perfeito" /><category term="Wallpaper poético" /><category term="Conjunções Explicativas" /><category term="Vícios de linguagem" /><category term="Lindas poesias" /><category term="Tipos de variação linguística" /><category term="Literatura" /><category term="Artigo definido" /><category term="Exercícios de Interpretação de Textos" /><category term="Blogs para visitar" /><category term="Numerais fracionários" /><category term="Exercício de vestibular" /><category term="Concordância" /><category term="O que é verbo" /><category term="Dicas para Concursos" /><category term="Textos em 1ª pessoa" /><category term="conjunções aditivas" /><category term="Exercício com gabarito" /><category term="Artigo indefinido" /><category term="Exercícios" /><category term="Sinônimos" /><category term="Trovadorismo" /><category term="Classificações do numeral" /><category term="Resumos de livros" /><category term="Formas verbais" /><category term="Flexão de gênero do adjetivo" /><category term="Definição de artigo" /><category term="Exercício de múltipla escolha" /><category term="Propostas de Redação prontas" /><category term="Formas nominais do verbo" /><category term="Flexões dos numerais" /><category term="Fonética e Fonologia da Língua Portuguesa" /><category term="Locução interjetiva" /><category term="Blogosfera consciente" /><category term="Frases" /><category term="Curiosidades quanto ao gênero" /><category term="Conjunção Proporcional" /><category term="Classificação quanto à formação" /><category term="Gramática" /><category term="Autores da Língua Portuguesa" /><category term="Linguagem" /><category term="Conjunções Integrantes" /><category term="Conjunção Consecutiva" /><category term="Classificação dos artigos" /><category term="Dicas de Redação" /><category term="Exercícios de substantivo" /><category term="Mulheres" /><category term="O que é interjeição?" /><category term="Análise de poema" /><category term="conjunções subordinativas" /><category term="Exercícios com gabarito comentado" /><category term="Exercícios de Gramática" /><category term="Notícia" /><category term="Exercícios de substantivo com gabarito" /><category term="Numerais romanos" /><category term="Conjunção Temporal" /><category term="Flexões do substantivo" /><category term="Dicas sobre Acordo Ortográfico" /><category term="Flexão de gênero do substantivo" /><category term="Tempos verbais" /><category term="Gráficos explicativos de Língua Portuguesa" /><category term="Frases Literárias" /><category term="Vídeos de Língua Portuguesa" /><category term="Classificações do verbo" /><category term="Flexões do adjetivo" /><category term="Declinações dos artigos" /><category term="Dicas de Língua Portuguesa" /><category term="Exercícios de múltipla escolha" /><category term="Aprenda a usar o adjetivo" /><category term="Formação dos substantivos" /><category term="As mais belas citações literárias" /><category term="Curiosidades da Língua Portuguesa" /><category term="Definições de verbo" /><category term="Português para Concursos" /><category term="Futuro do presente" /><category term="Dicas sobre crase" /><category term="Função das interjeições" /><category term="Gestão Pedagógica" /><category term="Flexão de número do verbo" 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term="Flexões de número do adjetivo" /><category term="Figuras de Linguagem" /><category term="Questões de Múltipla Escolha" /><category term="Textos poéticos para meditação" /><category term="Notícias do MEC" /><category term="conjunções adversativas" /><category term="Frases de Carlos Drummond" /><category term="Numerais ordinais" /><category term="Modos verbais" /><category term="Saúde" /><category term="Coesão e Coerência textual" /><category term="Falsos sinônimos" /><category term="Presente do indicativo" /><category term="Avaliações prontas de Língua Portuguesa" /><category term="Futuro do pretérito" /><category term="Notícias da Educação" /><category term="Vestibular" /><category term="O que é substantivo" /><category term="Regência verbal" /><category term="O que é a CPLP" /><category term="O que é substantivo coletivo" /><title>ANÁLISE DE TEXTOS</title><subtitle type="html">Um blog dedicado à Língua Portuguesa.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>1108</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/analisedetextos" /><feedburner:info uri="analisedetextos" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>analisedetextos</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;C0QMR3Y9fCp7ImA9WhRaE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-121090224505420696</id><published>2012-02-15T13:52:00.001-02:00</published><updated>2012-02-15T13:56:26.864-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-15T13:56:26.864-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aprenda Português" /><title>O que a ambiguidade pode fazer em sua igreja</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j4I4N96KN3dh-_Uffi_jIOzukOA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j4I4N96KN3dh-_Uffi_jIOzukOA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j4I4N96KN3dh-_Uffi_jIOzukOA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/j4I4N96KN3dh-_Uffi_jIOzukOA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O título é, até certo ponto, contrário a práticas que adotei aqui no blog há algum tempo, mas é perfeito para mostrar como é que a Língua Portuguesa precisa ser bem cuidada em todos os contextos em que vivemos. Já falei diversas vezes, por exemplo, sobre a &lt;strong&gt;importância da acentuação&lt;/strong&gt;. Deixar de colocar um acento pode criar uma confusão danada, inclusive, em algumas igrejas por aí. Vejam:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Deus pediu que amássemos uns aos outros.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Agora a aversão sem acento:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Deus pediu que amassemos uns aos outros.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Se você não percebeu a mudança, sinto dizer, mas você tem um problema.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Pra confirmar a importância, reproduzo alguns outros avisos paroquiais que confirmam a tese de que todo religioso, político, administrador e, também, é claro, blogueiro, deveria estudar antes de se atrever a &lt;a href="http://aprendaaescrever.blogspot.com/" target="_blank"&gt;escrever&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;AVISO AOS PAROQUIANOS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Para todos os que tenham filhos e não sabem, temos na paróquia uma área especial para crianças.&lt;/div&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Torneio de basquete das paróquias vai continuar com o jogo da próxima quarta-feira. Venham nos aplaudir, vamos tentar derrotar o Cristo Rei!&lt;/div&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Quinta-feira que vem, às cinco da tarde, haverá uma reunião do grupo de mães. Todas as senhoras que desejem formar parte das mães, devem dirigir-se ao escritório do pároco.&lt;/div&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Na sexta-feira às sete, os meninos do Oratório farão uma representação da obra Hamlet, de Shakespeare, no salão da igreja. Toda a comunidade está convidada para tomar parte nesta tragédia.&lt;/div&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Prezadas senhoras, não esqueçam a próxima venda para beneficência. É uma boa ocasião para se livrar das coisas inúteis que há na sua casa. Tragam seus maridos!&lt;/div&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Assunto da catequese de hoje: Jesus caminha sobre as águas. Assunto da catequese de amanhã: Em busca de Jesus.&lt;/div&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;O coro dos maiores de sessenta anos vai ser suspenso durante o verão, com o agradecimento de toda a paróquia.&lt;/div&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;O mês de novembro finalizará com uma missa cantada por todos os defuntos da paróquia.&lt;/div&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;O preço do curso sobre Oração e Jejum não inclui as refeições.&lt;/div&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Por favor, coloquem suas esmolas no envelope, junto com os defuntos que desejem que sejam lembrados.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p align="justify"&gt;E agora, concordam que não basta boa vontade para &lt;a href="http://aprendaaescrever.blogspot.com/" target="_blank"&gt;escrever&lt;/a&gt;? Ahh… por fim, um vídeo bem velhinho que, como diz Raul Seixas, sela, carimba, avalia, rotula a tese de que devemos aprender Português.&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;center&gt;&lt;iframe height="369" src="http://www.youtube.com/embed/8fqDa8RPt0o" frameborder="0" width="500" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
Este artigo pertence ao &lt;a href="http://www.analisedetextos.com.br/"&gt;Análise de Textos&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-121090224505420696?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/PL56RRT4Cjw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/121090224505420696/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/02/o-que-ambiguidade-pode-fazer-em-sua.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/121090224505420696?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/121090224505420696?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/PL56RRT4Cjw/o-que-ambiguidade-pode-fazer-em-sua.html" title="O que a ambiguidade pode fazer em sua igreja" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/8fqDa8RPt0o/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/02/o-que-ambiguidade-pode-fazer-em-sua.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0cNQHY9cCp7ImA9WhRaEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-620547693857307925</id><published>2012-02-12T21:23:00.001-02:00</published><updated>2012-02-12T21:24:51.868-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-12T21:24:51.868-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Blogs para visitar" /><title>Melhorando o Tráfego de seu blog com 10 dicas de SEO</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BBsgUwyYVgnsazhLZLw5cHyKUA4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BBsgUwyYVgnsazhLZLw5cHyKUA4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BBsgUwyYVgnsazhLZLw5cHyKUA4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BBsgUwyYVgnsazhLZLw5cHyKUA4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O post de hoje é off topic. Foge um pouco do nicho e, talvez, interesse de muitos de meus leitores, mas considerando também que muitos de vocês têm um blog, creio que as dicas desse post do Victor Gamarra serão de grande ajuda. Provavelmente, vocês estão lendo este texto porque segui algumas dessas preciosas dicas. Quando você quis procurar algo sobre Língua Portuguesa e procurou no Google, meu blog apareceu ali entre os resultados bem colocados porque me preocupei em otimizar minhas postagens. E assim como um texto de redação precisa ser bem estruturado, veremos neste post como se faz isso nos blogs. &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;h2 align="justify"&gt;Melhorando o Tráfego de seu blog com 10 dicas de SEO&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Cada vez mais, em todos os nichos, a concorrência na SERP cresce. Além disso, os grandes sites que competem nestes levam vantagem explícita. Nesse artigo, eu, participante do Desafio &lt;a href="http://zunonteekatipsoi.com/" target="_blank"&gt;Katipsoi Zunontee&lt;/a&gt;, darei 10 dicas de SEO para você alavancar seus blogs nas buscas orgânicas. &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;h2 align="justify"&gt;1 - Otimize a Velocidade de Carregamento&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;A velocidade de carregamento de páginas já é um fator que influencia as buscas orgânicas, principalmente no Google. Muitos blogueiros, e participantes do desafio mestre seo katipsoi zunontee, não se preocupam com essa parte, apesar de ser fundamental para obter destaque nas buscas. Se bem trabalhada, a velocidade de carregamento pode ser seu trunfo perante a concorrência nos nichos. Sem mais delongas, vamos lá. &lt;p align="justify"&gt;Para otimizar a velocidade de carregamento você pode usar duas ferramentas que analisam páginas em aspectos de velocidade, estas são, YSlow e Google Page Speed. Eu, particularmente, gosto de utilizar as duas, juntas. Elas trabalham diretamente nos Browsers, Google Chrome e Firefox. &lt;p align="justify"&gt;Depois de instalá-las, você fará a análise de sua página utilizando-as. Elas mostrarão como você poderá melhorar a velocidade de carregamento de seu site, com dicas muito simples, como a compactação de imagens e minificação de arquivos CSS/JS, o que poucos competidores do zunontee katipsoi fizeram. &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;h2 align="justify"&gt;2 - Respeite a Hierarquia das Tags H&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;O Google ama padrões, tanto é que faz diversos para classificar sites na internet. Um dos padrões que podem ser aplicados em seu blog ou site é o das TAGs de Header (H1, H2...). &lt;p align="justify"&gt;Eu, utilizo-as de um modo bem peculiar, fazendo devidas customizações para tipos de páginas e taxonomias no Wordpress, porém, estas podem ser aplicadas à outros CMS, como o Joomla um dos CMS menos utilizados no desafio da mestre seo. &lt;p align="justify"&gt;a) Para a Home Page: &lt;p align="justify"&gt;· H1 – Título do Blog &lt;p align="justify"&gt;o H2 – Títulos dos Últimos Posts &lt;p align="justify"&gt;b) Para as Categorias: &lt;p align="justify"&gt;· H1 – Título da Categoria &lt;p align="justify"&gt;o H2 – Título dos Últimos Posts &lt;p align="justify"&gt;c) Para os Posts e Páginas: &lt;p align="justify"&gt;· H1 – Título do Post &lt;p align="justify"&gt;o H2 – Tópicos no Post &lt;p align="justify"&gt;§ H3 – Sub-tópicos do Post &lt;p align="justify"&gt;Utilizando esse tipo de formatação, você conseguirá que o Google, semanticamente, passe a entender melhor suas páginas e a estrutura do seu site, embora ele consiga fazer isso sem as Tags HX, você facilita essa identificação utilizando a estrutura à cima, uma grande dica para os que estão brigando na serp para a palavra-chave katipsoi zunontee. &lt;p align="justify"&gt;Recomendo também que entre as TAGs H2 haja pelo menos 150 palavras, caso contrário, elas não serão muito bem aproveitadas. &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;h2 align="justify"&gt;3 - Faça Resumo dos Posts&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Um problema encontrado em muitos sites é o conteúdo duplicado. Ele, muitas vezes é gerado automaticamente pelo CMS utilizado, porém, existem formas de extingui-lo de seu blog. Uma dessas formas é criar resumos (excerpts) para seus posts.  &lt;p align="justify"&gt;Criar pequenos resumos é uma tarefa fácil e muito simples, vale à pena aplicar em todos os posts de seu blog, inclusive em seu site do desafio. &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;h2 align="justify"&gt;4 - Coloque conteúdo nas Categorias&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Uma das coisas que vejo muito é que muitos desprezam o poder das categorias. Além disso, não possuem uma estrutura eficiente de categorias, e apelas às tags, que geram uma enorme quantidade de conteúdo duplicado se usadas sem moderação. &lt;p align="justify"&gt;Suponhamos que, em seu blog de nicho, você gostaria de rankear para a palavra “Katipsoi Zunontee”, “Podcast do Katipsoi Zunontee” e “Infográfico do Katipsoi Zunontee”. O que eu recomendaria é que você fizesse uma categoria chamada Katipsoi Zunontee e colocaria Infográfico do Katipsoi Zunontee e Podcast do Katipsoi Zunontee como subcategorias, caso fossem detalhar modelo a modelo. Do contrário, Podcast do Katipsoi Zunontee e Infográfico do Katipsoi Zunontee poderiam ser posts dentro da categoria Notebooks. &lt;p align="justify"&gt;Na categoria em si, colocaria um pequeno texto explicando o que aquela categoria aborda, utilizando a tag, no Wordpress, &lt;i&gt;category_description();, &lt;/i&gt;como acontece aqui, no Escola Dinheiro. &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;h2 align="justify"&gt;5 – Facilite os comentários em seus artigos&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Outra coisa a que muitos não dão o devido valor são os comentários em seus blogs. Muitas vezes, principalmente em sites de nicho onde não se quer responder comentários, os blogueiros desabilitam a opção de comentar. &lt;p align="justify"&gt;O porquê de deixar os comentários habilitados e talvez até respondê-los é muito simples. Às vezes, um determinado grupo de pessoas usa uma determinada palavra como sinônima, como KZ, para Katipsoi Zunontee da outra que você utilizou em seu post. Ao habilitar os comentários, o conteúdo de sua página aumentará, consequentemente, você conseguirá obter mais algumas visitas. &lt;p align="justify"&gt;Há casos em que alguns comentários fizeram blogs meus rankearem em determinadas long-tails, obtendo mais tráfego. &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;h2 align="justify"&gt;6 – Evite nofollow em seus links internos&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Como vocês já devem saber, o atributo nofollow, que pode ser empregado em links, tanto externos quanto internos, é uma forma de declarar ao Google que o WebMaster responsável pelo site, não colocou aquele link ali, e que, o buscador, não deve dar força a ele. &lt;p align="justify"&gt;O grande problema de aplicar nofollow em links internos de katipsoi é que o link juice da sua página é dividido no número de links em sua página do zunontee, independentemente de serem dofollow ou nofollow. Assim, se você aplica o atributo nofollow em algum link seu, você está deixando de passar força para determinada página, literalmente, perdendo link juice, ou pagerank, como quiserem. &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;h2 align="justify"&gt;7 – Não use javascript em seus links&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Em alguns, raros, temas em Wordpress, os links para os posts, páginas e categorias são feitos através de javascript. Apesar de existirem casos em que o Google consegue seguir esses links, sua utilização não é recomendada, mesmo porque, alguns navegadores não dão suporte a esta linguagem ou esta exige um processamento muito maior, principalmente em aparelhos celulares criados por katipsoi zunontee. &lt;p align="justify"&gt;Nesse caso, o mais correto a se fazer é mudar o jeito que os links são aplicados no tema. &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;h2 align="justify"&gt;8 – Utilize redirecionamento 301 ou 302&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Há poucos dias, um blogueiro me consultou sobre como fazer para migrar seu site para um novo domínio. Ele queria que seus posts fossem redirecionados para o novo domínio, assim como as páginas, etc. Ele pensou na hipótese de utilizar javascript para redirecionar o site, um erro que não ocorreria se fosse feito por um participante do desafio katipsoi zunontee. &lt;p align="justify"&gt;Mesmo que o Google já entenda um pouco mais javascript, o mesmo pode ainda ter dificuldades, e é por isso que, em termos de redirecionamento de páginas, o melhor a se fazer é utilizar o redirecionamento 301 caso a mudança seja permanente e 302 caso a mudança seja temporária. &lt;p align="justify"&gt;Esse tipo de redirecionamento pode ser feito via .htaccess dos servidores apache, além de poder ser feito em outras linguagens, como o PHP e o ASP. &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;h2 align="justify"&gt;9 – Evite demasiados blocos de anúncio antes da dobra da página&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Há poucos dias o Google lançou uma atualização em seu algoritmo que dá menos relevância a sites que possuem pouco conteúdo encontrável acima da primeira dobra da página, conteúdo que foi transformado em anúncios para estimular cliques. &lt;p align="justify"&gt;O Google alega que isso prejudica o usuário, que muitas vezes não acha o que estava procurando. Sendo assim, tente colocar anúncios em áreas estratégicas, que não impactem o usuário de forma a prejudicá-lo, mas de uma forma que também não impacte drasticamente seu CTR, isso já é um fator que não precisamos nos preocupar no caso de katipsoi zunontee. &lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp; &lt;h2 align="justify"&gt;10 – Crie um conteúdo excelente e vá para a briga!&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Como diversos blogueiros e grandes mestres já disseram, o Panda está atrás de sites que produzem um conteúdo muito superficial ou automatizado. É por isso que seu conteúdo tem de ser excepcional pra ter sucesso, deve agradar aos usuários ao ponto deles saírem divulgando você e seu blog nas redes sociais, que também influenciam o Google, como estou fazendo para o zunontee katipsoi! &lt;p align="justify"&gt;Espero que tenham gostado do meu post, vocês podem me encontrar no Twitter por @GamarraVictor e também podem ver meu site participante do Desafio da Mestre SEO &lt;a href="http://zunonteekatipsoi.com/" target="_blank"&gt;Katipsoi Zunontee&lt;/a&gt;. &lt;p align="justify"&gt;E você, tem alguma &lt;strong&gt;dica para otimizar seu blog ou website&lt;/strong&gt;? &lt;p align="justify"&gt;Até já!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-620547693857307925?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/40MhSU99j6c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/620547693857307925/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/02/melhorando-o-trafego-de-seu-blog-com-10.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/620547693857307925?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/620547693857307925?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/40MhSU99j6c/melhorando-o-trafego-de-seu-blog-com-10.html" title="Melhorando o Tráfego de seu blog com 10 dicas de SEO" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/02/melhorando-o-trafego-de-seu-blog-com-10.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkIFQnY6eip7ImA9WhRbFk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-7904983236154421044</id><published>2012-02-07T11:14:00.001-02:00</published><updated>2012-02-07T11:15:13.812-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T11:15:13.812-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dicas de Língua Portuguesa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aprenda Português" /><title>Faça revisão para o Enem 2012</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tF8xTc1qBSY2_X0832LehBWka_U/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tF8xTc1qBSY2_X0832LehBWka_U/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tF8xTc1qBSY2_X0832LehBWka_U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tF8xTc1qBSY2_X0832LehBWka_U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É hora de começar a se preparar para o &lt;a href="http://tudosobrenovoenem.blogspot.com/" target="_blank"&gt;ENEM&lt;/a&gt; 2012. Se você ainda não o fez, é hora de começar a pensar nos &lt;strong&gt;resultados do ENEM 2012&lt;/strong&gt;. Isso significa prestar atenção às aulas e também buscar material de qualidade para revisar todo o conteúdo dos exames anteriores e &lt;strong&gt;exercícios práticos de Língua Portuguesa&lt;/strong&gt; que poderão cair no próximo. Clique nas imagens abaixo e seja redirecionado para a página de download das &lt;strong&gt;apostilas de Português e de Redação&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/office/q5-aM8b5/Apostila_do_ENEM_grtis_-_Portu.html" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" src="http://dc407.4shared.com/img/q5-aM8b5/0.9077073334907497/Apostila_do_ENEM_grtis_-_Portu.pdf"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.4shared.com/office/G4piSWJ6/Apostila_do_ENEM_grtis_-_Redac.html" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" src="http://dc434.4shared.com/img/G4piSWJ6/0.017015019085257266/Apostila_do_ENEM_grtis_-_Redac.pdf"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Bons estudos.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-7904983236154421044?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/3vGl4fMxklM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/7904983236154421044/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/02/faca-revisao-para-o-enem-2012.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/7904983236154421044?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/7904983236154421044?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/3vGl4fMxklM/faca-revisao-para-o-enem-2012.html" title="Faça revisão para o Enem 2012" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/02/faca-revisao-para-o-enem-2012.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIERXg4fip7ImA9WhRbEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-4455670966738047444</id><published>2012-02-03T14:45:00.001-02:00</published><updated>2012-02-03T14:45:04.636-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-03T14:45:04.636-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios de Interpretação de Textos" /><title>Exercícios de interpretação com texto “O recital”</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_UxjvK2envhh0fqmQxofUNzmrDs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_UxjvK2envhh0fqmQxofUNzmrDs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_UxjvK2envhh0fqmQxofUNzmrDs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_UxjvK2envhh0fqmQxofUNzmrDs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Este texto li quando ainda estava na faculdade. Fazia parte de uma coletânea separada pela professora para comentar os &lt;strong&gt;elementos da narrativa&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;processos de coesão textual&lt;/strong&gt;. Trago-o para cá, pois trabalhei nesta semana com meus alunos.&lt;/p&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;Exercício de interpretação com texto “O Recital”&lt;/h2&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;O recital&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Uma boa maneira de começar um conto é imaginar uma situação rigidamente for&amp;shy;mal - digamos, um recital de quarteto de cordas - e depois começar a desfiá-la, como um pulôver velho. Então, vejamos. Um recital de quarteto de cordas.&lt;br&gt;O quarteto entra no palco sob educados aplausos da seleta plateia. São três homens e uma mulher. A mulher, que é jovem e bonita, toca viola. Veste um longo vestido preto. Os três homens estão de fraque. Tomam os seus lugares atrás das partituras. Da esquer&amp;shy;da para a direita: um violino, outro violino, a viola e o violoncelo. Deixa ver se não esque&amp;shy;ci nenhum detalhe. O violoncelista tem um grande bigode ruivo. Isto pode se revelar importante mais tarde, no conto. Ou não.&lt;br&gt;Os quatro afinam seus instrumentos. Depois, silêncio. Aquela expectativa nervosa que precede o início de qualquer concerto. As últimas tossidas da plateia. O primeiro vio&amp;shy;linista consulta seus pares com um olhar discreto. Estão todos prontos, o violinista colo&amp;shy;ca o instrumento sob o queixo e posiciona seu arco. Vai começar o recital. Nisso...&lt;br&gt;Nisso, o quê? Qual é a coisa mais insólita que pode acontecer num recital de um quarteto de cordas? Passar uma manada de zebus pelo palco, por trás deles? Não. Uma manada de zebus passa, parte da plateia pula das suas poltronas e procura as saídas em pânico, outra parte fica paralisada e perplexa, mas depois tudo volta ao normal. O quar&amp;shy;teto, que manteve-se firme em seu lugar até o último zebu - são profissionais e, mesmo, aquilo não pode estar acontecendo -, começa a tocar. Nenhuma explicação é pedida ou oferecida. Segue o Mozart.&lt;br&gt;Não. E preciso instalar-se no acontecimento, como a semente da confusão, uma pequena incongruência. Algo que crie apenas um mal-estar, de início, e chegue lentamen&amp;shy;te, em etapas sucessivas, ao caos. Um morcego que pousa na cabeça do segundo violi&amp;shy;nista durante um pizzicato. Não. Melhor ainda. Entra no palco um homem carregando uma tuba.&lt;br&gt;Há um murmúrio na plateia. O que é aquilo? O homem entra, com sua tuba, dos bastidores. Posta-se ao lado do violoncelista. O primeiro violinista, retesado como um mergulhador que subitamente descobriu que não tem água na piscina, olha para a tuba entre fascinado e horrorizado. O que é aquilo? Depois de alguns instantes em que a ten&amp;shy;são no ar é como a corda de um violino esticada ao máximo, o primeiro violinista fala:&lt;br&gt;- Por favor...&lt;br&gt;- O quê? - diz o homem da tuba, já na defensiva. - Vai dizer que eu não posso ficar aqui?&lt;br&gt;- O que o senhor quer?&lt;br&gt;- Quero tocar, ora. Podem começar que eu acompanho.&lt;br&gt;Alguns risos da plateia. Ruídos de impaciência. Ninguém nota que o violoncelista olhou para trás e quando deu com o tocador de tuba virou o rosto em seguida, como se quisesse se esconder. O primeiro violinista continua:&lt;br&gt;- Retire-se, por favor.&lt;br&gt;- Por quê? Quero tocar também.&lt;br&gt;O primeiro violinista olha nervosamente para a plateia. Nunca em toda a sua car&amp;shy;reira como líder do quarteto teve que enfrentar algo parecido. Uma vez um mosquito entrou na sua narina durante uma passagem de Vivaldi. Mas nunca uma tuba.&lt;br&gt;- Por favor. Isto é um recital para quarteto de cordas. Vamos tocar Mozart. Não tem nenhuma parte para a tuba.&lt;br&gt;- Eu improviso alguma coisa. Vocês começam e eu faço o um-pá-pá.&lt;br&gt;Mais risos da plateia. Expressões de escândalo. De onde surgiu aquele homem com uma tuba? Ele nem está de fraque. Segundo algumas versões veste uma camiseta do Vasco. Usa chinelos de dedo. A violista sente-se mal. O violinista ameaça chamar alguém dos bastidores para retirar o tocador de tuba à força. Mas ele aproxima o bocal do seu ins&amp;shy;trumento dos lábios e ameaça:&lt;br&gt;- Se alguém se aproximar de mim eu toco pof.&lt;br&gt;A perspectiva de se ouvir um pof naquele recinto paralisa a todos.&lt;br&gt;- Está bem - diz o primeiro violinista. - Vamos conversar. Você, obviamente, entrou no lugar errado. Isto é um recital de cordas. Estamos nos preparando para tocar Mozart. Mozart não tem um-pá-pá.&lt;br&gt;- Mozart não sabe o que está perdendo - diz o tocador de tuba, rindo para a plateia e tentando conquistar a sua simpatia.&lt;br&gt;Não consegue. O ambiente é hostil. O tocador de tuba muda de tom. Torna-se ameaçador:&lt;br&gt;- Está bem, seus elitistas. Acabou. Onde é que vocês pensam que estão, no século XVIII? Já houve dezessete revoluções populares depois de Mozart. Vou confiscar estas partituras em nome do povo. Vocês todos serão interrogados. Um a um pá-pá.&lt;br&gt;Torna-se suplicante:&lt;br&gt;- Por favor, só o que eu quero é tocar um pouco tam&amp;shy;bém. Eu sou humilde. Não pude estudar instrumento de corda. Eu mesmo fiz esta tuba, de um Volkswagen velho. Deixa...&lt;br&gt;Num tom sedutor, para a violista:&lt;br&gt;- Eu represento os seus sonhos secretos. Sou um produto da sua imaginação lúbrica, confessa. Durante o Mozart, neste quarteto antisséptico, é em mim que você pensa. Na minha barriga e na minha tuba fálica. Você quer ser violada por mim num allegro assai, confessa...&lt;br&gt;Finalmente, desafiador, para o violoncelista:&lt;br&gt;- Esse bigode ruivo. Estou reconhecendo. É o mesmo bigode que eu usava em 1968. Devolve!&lt;br&gt;O tocador de tuba e o violoncelista atracam-se. Os outros membros do quarteto entram na briga. A plateia agora grita e pula. E o caos! Simbolizando, talvez, a falência final de todo o sistema de valores que teve início com o Iluminismo europeu ou o triunfo do instinto sobre a razão ou, ainda, uma pane mental do autor. Sobre o palco, um dos resultados da briga é que agora quem está com o bigode ruivo é a violista. Vendo-a assim, o tocador de tuba para de morder a perna do segundo violinista, abre os braços e grita: "Mamãe!"&lt;br&gt;Nisso, entra no palco uma manada de zebus.&lt;/p&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;VERÍSSIMO, Luís Fernando. O analista de Bagé. São Paulo: Círculo do Livro, s. d.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O narrador assume no texto uma voz explícita, que expõe ao leitor vários procedimentos e dúvidas referentes ao desenvolvimento da história. Utilize esses momentos da narrativa para demonstrar que um texto é sempre fruto de intenções e projetos de quem o produz.&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;"Isto poderia se revelar importante mais tarde, no conto. Ou não."&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;- Qual elemento é retomado pelo pronome isto?&lt;br&gt;- Comente a importância desse elemento em duas passagens posteriores: depois do primei&amp;shy;ro diálogo entre o homem da tuba e o líder do quarteto e antes da confusão que antece&amp;shy;de a entrada dos zebus.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;"Nisso..." O que prepara essa palavra? Você, leitor, o que passa a esperar depois que a lê? E o narrador, que faz depois de enunciá-la?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O quarto parágrafo parece ser uma digressão, ou seja, um momento em que o texto foge ao tema principal. Depois da leitura do texto inteiro, essa impressão continua? Qual a importância real desse parágrafo para a estrutura do texto?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O quinto parágrafo nos mostra como deve ser o desenvolvimento de um conto. Relacione o que se diz nesse parágrafo com a série de acontecimentos que o seguem.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Aponte, no penúltimo parágrafo, o momento em que o texto avalia aquilo que está sendo nar&amp;shy;rado. Que tipo de linguagem é então utilizado?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O desfecho do texto é surpreendente? Relacione esse desfecho com o que é dito no quarto e no quinto parágrafos. Não deixe de levar em conta aquilo que o narrador havia concluído anteriormente sobre a manada de zebus.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O texto nos apresenta um universo em que muitas coisas se mostram diferentes do que deter&amp;shy;mina a lógica do cotidiano. Pensando nisso, comente:&lt;br&gt;- o valor do argumento colocado pelo homem da tuba ("Se alguém se aproximar de mim eu toco pof”) para evitar a aproximação de quem o quisesse retirar de cena.&lt;br&gt;- a linguagem utilizada pelo homem da tuba na sequência em que se torna ameaçador (parágrafo 23), suplicante (parágrafo 25) e sedutor (parágrafo 27).&lt;br&gt;- a ambiguidade da passagem "Mas nunca uma tuba" no parágrafo em que o primeiro violinista se recorda de situações difíceis anteriores.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Utilize o conhecimento adquirido sobre o texto "O recital" para comprovar que um texto é um todo estruturado e não uma mera justaposição de partes desconexas.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-4455670966738047444?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/-XpUMWoWo-Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/4455670966738047444/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/02/exercicios-de-interpretacao-com-texto-o.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/4455670966738047444?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/4455670966738047444?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/-XpUMWoWo-Q/exercicios-de-interpretacao-com-texto-o.html" title="Exercícios de interpretação com texto “O recital”" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/02/exercicios-de-interpretacao-com-texto-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUENQ3o9cSp7ImA9WhRUGUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-5631715530844811677</id><published>2012-01-30T14:46:00.012-02:00</published><updated>2012-01-30T16:21:32.469-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-30T16:21:32.469-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios de Interpretação de Textos" /><title>Exercícios sobre temas e figuras para diagnóstico</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QNU-tNLnUHHREvxmwlKyUnXOJeE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QNU-tNLnUHHREvxmwlKyUnXOJeE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QNU-tNLnUHHREvxmwlKyUnXOJeE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QNU-tNLnUHHREvxmwlKyUnXOJeE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;É importante no início do ano letivo fazer &lt;b&gt;algumas atividades como diagnóstico&lt;/b&gt; para se ter uma noção mais aproximada dos alunos que estão chegando e o nível de aprendizado em que se encontram. Assim, o professor pode traçar melhor seu planejamento bem como definir melhor como será a dinâmica de suas aulas. Pensando nisso, trago alguns &lt;b&gt;exercícios fáceis de interpretação&lt;/b&gt; baseando-me nos temas e figuras. Como se sabe, os textos podem ser divididos entre texos figurativos, isto é, aqueles que, a apartir de metáforas e da linguagem figurada, partes da imagem para a ideia. Há também os textos temáticos que são aqueles que trabalham com a ideia de forma mais pura, ou seja, há uma abundância de substantivos abstratos e o leitor precisa criar a imagem em sua cabeça para compreender o assunto a ser tratado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h2 align="justify"&gt;Exercícios sobre Temas e figuras&lt;/h2&gt;&lt;div align="justify"&gt;1. Nada dá tanta ideia de constância do caráter como a firmeza do caminhar. [Eça de Queirós]&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobre esse trecho, podemos afirmar:&lt;br /&gt;
I)&amp;nbsp; que o modo de caminhar é aí definido como uma manifestação concreta de uma noção abstrata (o caráter)&lt;br /&gt;
II) que, em outras palavras, o modo de caminhar com firmeza pode ser entendido como uma figura associada ao tema da constância do caráter.&lt;br /&gt;
III) que uma ideia abstrata pode ser traduzida por um ato concreto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É(são) correto(s):&lt;br /&gt;
a)&amp;nbsp; apenas I.&lt;br /&gt;
b)&amp;nbsp; apenas II.&lt;br /&gt;
c)&amp;nbsp; apenas I e III.&lt;br /&gt;
d)&amp;nbsp; apenas III.&lt;br /&gt;
e)&amp;nbsp; I, II e III.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Texto para os exercícios 2 e 3&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Julguei que em qualquer dificuldade moral ou material, um homem tinha o direito de interessar nela o seu melhor e mais simpático amigo. Vejo que é um erro, e que não acreditei bastante no que se lê em Proudhon: "Que em todas as decadências, o primeiro sintoma é a depravação do sentimento da amizade". Vejo que chegamos a esse momento histórico: já não há "amigos", há apenas "parceiros" — e em obediência à sua intimação, daqui por diante, alegre ou triste, dirigir-me-ei ao meu travesseiro.&lt;br /&gt;
Eça de Queirós. Quando tínhamos verbo, pág. 115.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Responda aos exercícios 2 e 3 de acordo com o código a seguir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É(são) correto(s):&lt;br /&gt;
a)&amp;nbsp; apenas I e II.&lt;br /&gt;
b)&amp;nbsp; apenas II e III.&lt;br /&gt;
c)&amp;nbsp; apenas I e III.&lt;br /&gt;
d)&amp;nbsp; I, He III.&lt;br /&gt;
e)&amp;nbsp; apenas III.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; "Que em todas as decadências, o primeiro sintoma é a depravação do sentimento da amizade."&lt;br /&gt;
I) Esse trecho é constituído dominantemente de palavras abstratas.&lt;br /&gt;
II)&amp;nbsp; Esse trecho é exemplo de uma frase típica de um texto figurativo.&lt;br /&gt;
III) O segmento transcrito é típico de um texto temático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. I) A palavra travesseiro, nesse trecho, é uma figura que simboliza a compensação da falta de amigos.&lt;br /&gt;
II) O ato de dirigir-se ao travesseiro é uma figura que nos remete ao tema da perda da amizade.&lt;br /&gt;
III) As figuras que aparecem no texto de Eça de Queirós contradizem o tema contido na citação de Proudhon, segundo a qual a decadência dissolve a amizade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4. É muito antiga a comparação do homem (ou da mulher) com a pluma. Há múltiplas versões dessa comparação nas línguas ocidentais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;•&amp;nbsp;&amp;nbsp; O homem é mais leve que a pluma.&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp; A mulher é como a pluma ao vento.&lt;br /&gt;
•&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eles dançam como uma pluma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;Pluma&lt;/b&gt;, palavra concreta, é uma figura adequada para representar vários temas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assinale a alternativa que contém um tema que não é compatível com nenhuma das frases citadas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) volubilidade&lt;br /&gt;
b) inconstância&lt;br /&gt;
c) delicadeza&lt;br /&gt;
d) intolerância&lt;br /&gt;
e) inconsistência&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;!--
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&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/script&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;Instruções para os exercícios de 5 a 7&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Responda a estes exercícios, usando o código a seguir. É(são) correto(s):&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) apenas I e II.&lt;br /&gt;
b) apenas III.&lt;br /&gt;
c) apenas II e III.&lt;br /&gt;
d) apenas I e III.&lt;br /&gt;
e) I, II e III.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como se sabe, há provérbios que, por meio de palavras concretas, representam noções abstratas e gerais. Em outros termos, há provérbios que usam figuras para transmitir temas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos exercícios de 5 a 7, assinale a alternativa que traduz com propriedade o sentido dos diferentes provérbios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;5. Uma andorinha só não faz verão.&lt;br /&gt;
I) O isolamento é improdutivo.&lt;br /&gt;
II) A solidariedade é necessária.&lt;br /&gt;
III) Os animais racionais, sozinhos, são incapazes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Em terra de cego, quem tem um olho é rei.&lt;br /&gt;
I) A ignorância é incompatível com a inteligência.&lt;br /&gt;
II) A falta de visão produz inveja.&lt;br /&gt;
III) Quando a competição é baixa, basta pouco para destacar-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Macaco que pula quer chumbo.&lt;br /&gt;
I) A provocação gera represália.&lt;br /&gt;
II) O atrevimento provoca ação contrária.&lt;br /&gt;
III) A agitação expõe ao risco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
Este artigo pertence ao &lt;a href="http://www.analisedetextos.com.br/"&gt;Análise de Textos&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-5631715530844811677?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/i7FNVu70qYY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/5631715530844811677/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicios-sobre-temas-e-figuras-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/5631715530844811677?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/5631715530844811677?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/i7FNVu70qYY/exercicios-sobre-temas-e-figuras-para.html" title="Exercícios sobre temas e figuras para diagnóstico" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicios-sobre-temas-e-figuras-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkINSXw7cSp7ImA9WhRUGUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-4859903107117450195</id><published>2012-01-30T14:22:00.002-02:00</published><updated>2012-01-30T14:23:18.209-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-30T14:23:18.209-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dicas sobre Acordo Ortográfico" /><title>Tabela resumo do Acordo Ortográfico</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8DQ3qpAxcF3bVxTdywqh4IlzjcY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8DQ3qpAxcF3bVxTdywqh4IlzjcY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8DQ3qpAxcF3bVxTdywqh4IlzjcY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8DQ3qpAxcF3bVxTdywqh4IlzjcY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o objetivo de facilitar o trabalho de aprender quais as mudanças que entraram em vigor com o &lt;b&gt;novo acordo ortográfico&lt;/b&gt;, posto hoje uma tabela que recebi de uma escola parceira. É um quadro resumido das mudanças e este pode ser plastificado para levar e meio aos materiais de escola. Assim, sempre que surgir uma dúvida, haverá um excelente material de consulta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XQSayU79NL4/TybDmV2_mGI/AAAAAAAAhHY/FlOHjr-ldDA/s1600/acordo+ortografico.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-XQSayU79NL4/TybDmV2_mGI/AAAAAAAAhHY/FlOHjr-ldDA/s1600/acordo+ortografico.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cliquem sobre a imagem para acessar o 4shared que é onde hospedei a imagem. Baixem de lá para que a resolução fique maior e seja melhor de conferir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Links para baixar quadro resumido do Acordo Ortográfico&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/photo/-_iO9a6-/tabela_da_reforma_ortogrfica_1.html" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;PARTE 1&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/photo/RjHjjBYH/tabela_da_reforma_ortogrfica_2.html" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;PARTE 2&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
Este artigo pertence ao &lt;a href="http://www.analisedetextos.com.br/"&gt;Análise de Textos&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-4859903107117450195?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/9enkoeO8l38" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/4859903107117450195/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/tabela-resumo-do-acordo-ortografico.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/4859903107117450195?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/4859903107117450195?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/9enkoeO8l38/tabela-resumo-do-acordo-ortografico.html" title="Tabela resumo do Acordo Ortográfico" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-XQSayU79NL4/TybDmV2_mGI/AAAAAAAAhHY/FlOHjr-ldDA/s72-c/acordo+ortografico.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/tabela-resumo-do-acordo-ortografico.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUGQXs_fyp7ImA9WhRUFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-6498628052445940984</id><published>2012-01-27T12:07:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T12:07:00.547-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T12:07:00.547-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jogos educativos" /><title>Jogo online para o final de semana</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fc7ZGoiraIg63JJzO3I0x4ef8Y4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fc7ZGoiraIg63JJzO3I0x4ef8Y4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fc7ZGoiraIg63JJzO3I0x4ef8Y4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Fc7ZGoiraIg63JJzO3I0x4ef8Y4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A maioria das escolas retornam às aulas na próxima semana. Por isso, ainda dá tempo de brincar um pouco num &lt;strong&gt;jogo online educativo&lt;/strong&gt;. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Neste que sugiro hoje, vocês vão pilotar um avião que destruirá alguns balões e dirigíveis que vêm pela frente. Para fazer isso, basta digitar as palavras o mais rápido possível. Muita atenção e rapidez para passar de fases. Vamos relaxar e brincar um pouco?&lt;/p&gt;  &lt;center&gt;&lt;embed src="http://www.papajogos.com.br/seusite/jogos-infantis/Palavras_Aereas_446" type="application/x-shockwave-flash" height="435" width="575"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
Este artigo pertence ao &lt;a href="http://www.analisedetextos.com.br/"&gt;Análise de Textos&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-6498628052445940984?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/BJMWNK1kp_Y" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/6498628052445940984/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/jogo-online-para-o-final-de-semana.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/6498628052445940984?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/6498628052445940984?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/BJMWNK1kp_Y/jogo-online-para-o-final-de-semana.html" title="Jogo online para o final de semana" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/jogo-online-para-o-final-de-semana.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE8EQHo_cCp7ImA9WhRUFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-7391039927651798958</id><published>2012-01-27T12:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-27T12:00:01.448-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T12:00:01.448-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Imagens de Língua Portuguesa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios de Interpretação de Textos" /><title>Exercício com cartaz publicitário</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z7m1g_qd-uImWxlf4zwpK0bCTKQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z7m1g_qd-uImWxlf4zwpK0bCTKQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z7m1g_qd-uImWxlf4zwpK0bCTKQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z7m1g_qd-uImWxlf4zwpK0bCTKQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Este é um &lt;strong&gt;exercício dissertativo baseado num cartaz cujo tema é a Ecologia&lt;/strong&gt;. Ótimo como &lt;strong&gt;atividade diagnóstica de retorno às aulas&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;Exercício de interpretação de cartaz&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-i5YZez4AO4c/TxwX5QACBwI/AAAAAAAAdRo/xHojO_pJsWs/s1600-h/pegadas%252520animais%252520ecologia%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="pegadas animais ecologia" alt="pegadas animais ecologia" src="http://lh3.ggpht.com/-TStI3SVI4Qw/TxwX_cxhfQI/AAAAAAAAdRw/iGi8YY_NyIA/pegadas%252520animais%252520ecologia_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="570" height="480"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;1. Apesar de várias campanhas governamentais, o povo continua jogando lixo no solo. Que&amp;nbsp; razões poderíamos dar para esse ato?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;2. Quais são as consequências de tal ação?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;3. Quando andamos pela rua e não encontramos um lugar apropriado para jogar o lixo, que devemos fazer?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;4. Pensando na questão nº 3, crie juntamente com outros colegas, um &lt;strong&gt;Folheto Educativo &lt;/strong&gt;com relação ao descarte do lixo pessoal, no sentido de orientar as pessoas a terem mais cuidado com o meio ambiente.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-7391039927651798958?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/7KcX0OCF1kc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/7391039927651798958/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicio-com-cartaz-publicitario.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/7391039927651798958?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/7391039927651798958?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/7KcX0OCF1kc/exercicio-com-cartaz-publicitario.html" title="Exercício com cartaz publicitário" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-TStI3SVI4Qw/TxwX_cxhfQI/AAAAAAAAdRw/iGi8YY_NyIA/s72-c/pegadas%252520animais%252520ecologia_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicio-com-cartaz-publicitario.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMFQXo9eip7ImA9WhRUFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-7487858771805432697</id><published>2012-01-26T07:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-26T07:00:10.462-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-26T07:00:10.462-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios de substantivo com gabarito" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios com gabarito" /><title>Exercícios sobre substantivo com gabarito</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qzmMhM5MDHSrvCrKs_QkJVivUGA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qzmMhM5MDHSrvCrKs_QkJVivUGA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qzmMhM5MDHSrvCrKs_QkJVivUGA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qzmMhM5MDHSrvCrKs_QkJVivUGA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Continuamos estudando &lt;strong&gt;Gramática Normativa para o vestibular&lt;/strong&gt; e para o &lt;a href="http://tudosobrenovoenem.blogspot.com/" target="_blank"&gt;ENEM&lt;/a&gt;. Veremos mais alguns &lt;strong&gt;exercícios de substantivo com gabarito&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;Exercícios de substantivo com gabarito&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;1) (Pucmg 1997) - Assinale a alternativa em que a mudança de posição do termo destacado não implique a possibilidade de mudança de sentido do enunciado. &lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;a) Belo Horizonte já foi uma LINDA cidade.&lt;br&gt;Belo Horizonte já foi uma cidade LINDA. &lt;br&gt;b) Filho MEU não irá para o exército.&lt;br&gt;MEU filho não irá para o exército. &lt;br&gt;c) Meu carro NOVO é maior.&lt;br&gt;Meu NOVO carro é maior. &lt;br&gt;d) Por ALGUM dinheiro ele seria capaz de vender a casa. &lt;br&gt;Por dinheiro ALGUM ele seria capaz de vender a casa. &lt;br&gt;e) Com uma SIMPLES dose do medicamento ficou curada. &lt;br&gt;Com uma dose SIMPLES do medicamento ficou curada. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Gabarito: A&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;2) (Cesgranrio 1992) - O NOVO PLANETA DOS HOMENS&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;1 Uma recente pesquisa americana, concluída em 1985, busca apreender as reações e os sentimentos dos homens após vinte anos de emancipação feminina, para daí projetar a provável tendência futura da vida entre os sexos. O livro COMO OS HOMENS SE SENTEM, do jornalista Anthony Astrachan, aposta numa "revolução masculina irreversíveis, que teria se iniciado na década de 70, impulsionada por dez anos de avanço feminino. O autor faz uma minuciosa análise das consequências, para o homem, da entrada da mulher nos vários setores da sociedade: indústria, serviços, exército, mundo empresarial e profissões liberais. Ele conclui que a revolução feminina efetivamente gerou reformulações profundas nos papéis sociais e na identidade masculina, às custas de um alto preço efetivo e emocional.&lt;br&gt;2 Às reações negativas dos homens, desencadeadas pelas transformações no equilíbrio de poder entre os sexos, Astrachan oferece uma curiosa explicação: "É possível que os homens tenham reivindicado a liderança há muito tempo, e a tenham mantido através dos tempos para compensar a sua incapacidade de gerar filhos." Mas, observa o autor, ao mesmo tempo que o homem luta para não abandonar a fantasia do poder, continuando a lidar com a mulher emancipada a partir de antigos e conhecidos padrões, ao colocá-la no lugar de mãe, amante, esposa ou irmã e negar-lhe a competência profissional, tem aumentado o número de homens que incorporaram outras atitudes. O fenômeno apontaria para um homem realmente novo, capaz de usufruir e contribuir para uma síntese positiva entre os sexos.&lt;br&gt;3 Não tão otimista, a escritora e filósofa Elisabeth Badinter 90 não vê ainda configurado um "novo homem". Para o homem, abordar o terreno feminino é "desvirilizante", ao passo que a mulher se valorizou ao adentrar o mundo masculino. Sem dúvida, segundo ela, a evolução maior depende da recolocação dos homens, mas esse projeto "é ainda um fenômeno muito marginal e se dá apenas numa minoria sofisticada".&lt;br&gt;4 Para a realidade brasileira, essas questões assumem diferentes contornos, matizadas por uma crise que, no limite, torna perigosas as prospecções. Poucos são os que se arriscam: "O homem está sendo obrigado a se adaptar à crise permanente com uma revolução permanente", diz o escritor Sérgio Sant'Anna. Ele vê, ainda, mudanças na família e nas relações do homem com a paternidade, mas sente que, no momento, "as pessoas estão muito inseguras, desprotegidas e tendem a voltar a padrões conservadores". Mas adverte: "Essa não é uma transformação que se dê ao nível ideológico e intelectual; os que a fizeram se deram mal. Ela supõe crises emocionais profundas."&lt;br&gt;5 A feminista Rose Marie Muraro, embora admita um retrocesso violento aos comportamentos machistas e convencionais na década de 80, prevê a vitória inconteste dos comportamentos libertários. Quanto à luta feminista, ela reconhece que os homens tiveram pouco tempo para incorporar as transformações da década de 70. Acreditando que a definição virá na próxima década, Rose finaliza: "Hoje a mulher não é mais a imagem do desejo alheio, (...) mas é sujeito de seu próprio desejo." Mas tudo isso não esconde uma mágoa: "(...) Tive um câncer e uma úlcera ao viver o mundo masculino, sendo mulher no setor público. Tive de me masculinizar, pois lá quem não mata, morre."&lt;br&gt;6 Sem rancores, mas não menos inquieta, a psicanalista Suely Rolnik assume toda sua crença na potência criativa do desejo humano: "O que eu vejo hoje é uma aliança entre homem e mulher. É uma história nascente de cumplicidade entre o homem e a mulher."&lt;br&gt;(Yudith Rosenbaum, Revista LEIA, nŽ 128, 1989, p. 36-38, com adaptações.)&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Em qual das opções há uma análise ERRADA quanto à variação nominal de gênero ou de número? &lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;a) homem - mulher&lt;br&gt;Substantivos que indicam oposição semântica de sexo através de vocábulos distintos. &lt;br&gt;b) jornalista - amante&lt;br&gt;Substantivos com uma só forma para os dois gêneros. &lt;br&gt;c) o rapaz ALEMÃO - a moça ALEMÃ&lt;br&gt;Adjetivos cujo plural apresenta grafia e pronúncia iguais. &lt;br&gt;d) muito frio - friíssimo&lt;br&gt;Formas do superlativo absoluto: o analítico e o sintético. &lt;br&gt;e) vice-diretor - beija-flor&lt;br&gt;Compostos cuja flexão de plural só ocorre no segundo elemento. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Gabarito: C&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;3) (Ita 1995) - As questões a seguir referem-se ao texto adiante. Analise-as e assinale, para cada uma, a alternativa incorreta.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Hino Nacional&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Carlos Drummond de Andrade &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Precisamos descobrir o Brasil!&lt;br&gt;Escondido atrás das florestas,&lt;br&gt;com a água dos rios no meio,&lt;br&gt;o Brasil está dormindo, coitado.&lt;br&gt;05 Precisamos colonizar o Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Precisamos educar o Brasil.&lt;br&gt;Compraremos professores e livros,&lt;br&gt;assimilaremos finas culturas,&lt;br&gt;abriremos 'dancings' e &lt;br&gt;[subconvencionaremos as elites.&lt;br&gt;10 O que faremos importando francesas&lt;br&gt;muito louras, de pele macia&lt;br&gt;alemãs gordas, russas nostálgicas para&lt;br&gt;'garçonettes' dos restaurantes noturnos.&lt;br&gt;E virão sírias fidelíssimas.&lt;br&gt;15 Não convém desprezar as japonesas...&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Cada brasileiro terá sua casa&lt;br&gt;com fogão e aquecedor elétricos, piscina,&lt;br&gt;salão para conferências científicas.&lt;br&gt;E cuidaremos do Estado Técnico.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;20 Precisamos louvar o Brasil.&lt;br&gt;Não é só um país sem igual.&lt;br&gt;Nossas revoluções são bem maiores&lt;br&gt;do que quaisquer outras; nossos erros&lt;br&gt;[também.&lt;br&gt;E nossas virtudes? A terra das sublimes&lt;br&gt;[paixões... &lt;br&gt;25 os Amazonas inenarráveis... os incríveis&lt;br&gt;[João-Pessoas... &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Precisamos adorar o Brasil!&lt;br&gt;Se bem que seja difícil caber tanto oceano&lt;br&gt;[e tanta solidão&lt;br&gt;no pobre coração já cheio de &lt;br&gt;[compromissos...&lt;br&gt;se bem que seja difícil compreender o que &lt;br&gt;[querem esses homens,&lt;br&gt;30 por que motivo eles se ajuntaram e qual a &lt;br&gt;[razão de seus sofrimentos.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Precisamos, precisamos esquecer o Brasil!&lt;br&gt;Tão majestoso, tão sem limites, tão &lt;br&gt;[despropositado,&lt;br&gt;ele quer repousar de nossos terríveis &lt;br&gt;[carinhos.&lt;br&gt;O Brasil não nos quer! Está farto de nós!&lt;br&gt;35 Nosso Brasil é o outro mundo. Este não é o&lt;br&gt;[Brasil.&lt;br&gt;Nenhum Brasil existe. E acaso existirão os &lt;br&gt;[brasileiros?&lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;a) 'Escondido' (v. 2) pode ser substituído por 'olvidado', embora modifique o sentido. &lt;br&gt;b) 'Fidelíssimo' (v. 14) tem o mesmo radical de 'fidelidade' e de 'fidedigno'. &lt;br&gt;c) 'Piscina' (v. 17) tem o mesmo radical de 'piscicultura'. &lt;br&gt;d) 'Bem' (v. 27) tem valor de superlativo. &lt;br&gt;e) O texto não foi transcrito em obediência à ortografia vigente. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Gabarito: D&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-7487858771805432697?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/8zLMmt1NWIU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/7487858771805432697/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicios-sobre-substantivo-com.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/7487858771805432697?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/7487858771805432697?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/8zLMmt1NWIU/exercicios-sobre-substantivo-com.html" title="Exercícios sobre substantivo com gabarito" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicios-sobre-substantivo-com.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0IMQX4yfCp7ImA9WhRUFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-3293948696273292102</id><published>2012-01-25T11:53:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T11:53:00.094-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-25T11:53:00.094-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios de substantivo com gabarito" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios com gabarito" /><title>Exercício de Gramática Normativa – substantivo</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MLnRdTv2l8HkzCTQOCNMCcGqgx8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MLnRdTv2l8HkzCTQOCNMCcGqgx8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MLnRdTv2l8HkzCTQOCNMCcGqgx8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MLnRdTv2l8HkzCTQOCNMCcGqgx8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ainda é bastante importante &lt;strong&gt;estudar Gramática Normativa para o vestibular&lt;/strong&gt;. Neste post vocês encontrarão &lt;strong&gt;três exercícios sobre substantivo com gabarito&lt;/strong&gt;. Estudem.&lt;/p&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;Exercícios sobre substantivo com gabarito&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;1) (Unitau 1995) - "Certas instituições encontram sua autoridade na palavra divina. Acreditemos ou não nos dogmas, é preciso reconhecer que seus dirigentes são obedecidos porque um Deus fala através de sua boca. Suas qualidades pessoais importam pouco. Quando prevaricam, eles são punidos no inferno, como aconteceu, na opinião de muita gente boa, com o Papa Bonifácio VIII, simoníaco reconhecido. Mas o carisma é da própria Igreja, não de seus ministros. A prova de que ela é divina, dizia um erudito, é que os homens ainda não a destruíram.&lt;br&gt;Outras associações humanas, como a universidade, retiram do saber o respeito pelos seus atos e palavras. Sem a ciência rigorosa e objetiva, ela pode atingir situações privilegiadas de mando, como ocorreu com a Sorbonne. Nesse caso, ela é mais temida do que estimada pelos cientistas, filósofos, pesquisadores. Jaques Le Goff mostra o quanto a universidade se degradou quando se tornou uma polícia do intelecto a serviço do Estado e da Igreja.&lt;br&gt;As instituições políticas não possuem nem Deus nem a ciência como fonte de autoridade. Sua justificativa é impedir que os homens se destruam mutuamente e vivam em segurança anímica e corporal. Se um Estado não garante esses itens, ele não pode aspirar à legítima obediência civil ou armada. Sem a confiança pública, desmorona a soberania justa. Só resta a força bruta ou a propaganda mentirosa para amparar uma potência política falida.&lt;br&gt;O Estado deve ser visto com respeito pelos cidadãos. Há um espécie de aura a ser mantida, através do essencial decoro. Em todas as suas falas e atos, os poderosos precisam apresentar-se ao povo como pessoas confiáveis e sérias. No Executivo, no Parlamento e, sobretudo, no Judiciário, esta é a raiz do poder legítimo.&lt;br&gt;Com a fé pública, os dirigentes podem governar em sentido estrito, administrando as atividades sociais, econômicas, religiosas, etc. Sem ela, os governantes são reféns das oligarquias instaladas no próprio âmbito do Estado. Essas últimas, sugando para si o excedente econômico, enfraquecem o Estado, tornando-o uma instituição inane."&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;font size="1"&gt;(Roberto Romano, excerto do texto "Salários de Senadores e legitimidade do Estado", publicado na Folha de São Paulo, 17/10/1994, 1Ž caderno, página 3)&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Em:&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;I - CERTAS instituições encontram sua autoridade na palavra divina.&lt;br&gt;II - Instituições CERTAS encontram caminho no mercado financeiro.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;As palavras, em destaque, são, no plano morfológico e semântico (significado) &lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;a) adjetivo em I e substantivo em II, com significado de "algumas" em I e "corretas" em II. &lt;br&gt;b) substantivo em I e adjetivo em II, com significado de "muitas" em I e "íntegras" em II. &lt;br&gt;c) advérbio em I e II, com significado de "algumas" em I e "algumas" em II. &lt;br&gt;d) adjetivos em I e II, com significado de "algumas" em I e "íntegras" em II. &lt;br&gt;e) advérbio em I e adjetivo em II, com significado de "poucas" em I e "poucas" em II. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Gabarito do exercício 1: D&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;2) (FAAP 1996) - SONETO DE SEPARAÇÃO &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;De repente do riso fez-se o pranto&lt;br&gt;Silencioso e branco como a bruma&lt;br&gt;E das bocas unidas fez-se a espuma&lt;br&gt;E das mãos espalmadas fez-se o espanto.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;De repente da calma fez-se o vento&lt;br&gt;Que dos olhos desfez a última chama&lt;br&gt;E da paixão fez-se o pressentimento&lt;br&gt;E do momento imóvel fez-se o drama.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;De repente, não mais que de repente&lt;br&gt;Fez-se de triste o que se fez amante&lt;br&gt;E de sozinho o que se fez contente&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Fez-se do amigo próximo o distante&lt;br&gt;Fez-se da vida uma aventura errante&lt;br&gt;De repente, não mais que de repente.&lt;br&gt;(Vinícius de Morais)&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Na segunda estrofe há dois adjetivos: &lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;a) calma e vento &lt;br&gt;b) olhos e chama &lt;br&gt;c) última e imóvel &lt;br&gt;d) paixão e pressentimento &lt;br&gt;e) momento e drama &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Gabarito do exercício 2: C&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;3) (Uelondrina 1994) - Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase apresentada.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Elas ficaram ...... impressionadas com seus poderes ...... . &lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;a) meio - supra-sensoriais &lt;br&gt;b) meias - supras-sensoriais &lt;br&gt;c) meio - supras-sensoriais &lt;br&gt;d) meias - supra-sensorial &lt;br&gt;e) meio - supra-sensorial &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Gabarito do exercício 3: A&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-3293948696273292102?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/2APihDNBVIo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/3293948696273292102/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicio-de-gramatica-normativa.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/3293948696273292102?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/3293948696273292102?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/2APihDNBVIo/exercicio-de-gramatica-normativa.html" title="Exercício de Gramática Normativa – substantivo" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicio-de-gramatica-normativa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE8MQXY7cSp7ImA9WhRUFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-9158531669018400351</id><published>2012-01-24T11:48:00.000-02:00</published><updated>2012-01-24T11:48:00.809-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-24T11:48:00.809-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios de Literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios com gabarito" /><title>Exercícios sobre Simbolismo para o vestibular</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XKHbkR8dBov_v5EjrO-1SB5Gw_o/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XKHbkR8dBov_v5EjrO-1SB5Gw_o/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Hoje veremos mais alguns &lt;a href="http://exerciciosdeliteratura.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;exercícios de Literatura&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; para o vestibular&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;Exercícios sobre Simbolismo com gabarito&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;1) (Cescem) - Um dos aspectos que faz com que a poesia simbolista se contraponha frontalmente ao Parnasianismo é: &lt;br&gt;a) o predomínio da linguagem denotativa sobre a figurada, como tentativa&amp;nbsp; &lt;br&gt;de exprimir com mais clareza as ambiguidades da alma. &lt;br&gt;b) a consideração do poema como um produto artístico, resultante de um processo lógico e analítico de interpretação do real. &lt;br&gt;c) a visão materialista do mundo, adequadamente expressa por uma linguagem eivada de sugestões plásticas que acentuam a idéia de sensualidade. &lt;br&gt;d) a adoção de uma postura subjetiva diante da realidade, expressa por uma linguagem rica de associações sensoriais. &lt;br&gt;e) o abandono do soneto, que, como forma poética fixa, passa ser considerado impróprio para exprimir a fluidez onírica. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;2) (Cescem) - O Simbolismo enveredou por caminhos algumas vezes semelhantes aos Romantismo; é o que se pode depreender do fato de que os autores simbolistas, via de regra:&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br&gt;a) aceitaram que o real é aquilo que está refletido na consciência individual. &lt;br&gt;b) assumiram uma postura esteticista, cultuaram a forma e a expressão ortodoxa. &lt;br&gt;c) utilizaram uma linguagem enxuta, direta e contundente, que dizia a expressão de seus temas ao essencial. &lt;br&gt;d) adotaram uma expressão oralizada, valendo-se dos recursos da fala popular. &lt;br&gt;e) impuseram à literatura uma concepção positiva do mundo, segundo a qual o homem exprime as contradições e grandezas da sociedade em que vive. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;3) (Cescem) - O texto que segue aponta características do Simbolismo.&lt;br&gt;"Nem a idéia clara, nem o sentimento preciso, mas o vago do coração, o indeciso dos estados da alma."&lt;br&gt;Com base nessas propostas, aponte o excerto que pertence a esse movimento estético. &lt;br&gt;a) "Era um casarão sombrio, a casa da fazenda. Além de escura e abafada, recendia a um cheiro esquisito". &lt;br&gt;b) "A catedral ebúrnea do meu sonho&lt;br&gt;Aparece na paz do céu risonho&lt;br&gt;Toda branca de sol". &lt;br&gt;c) "Lá nas areias infindas, &lt;br&gt;das palmeiras do país, &lt;br&gt;Nasceram - crianças lindas,&lt;br&gt;Viveram - moças gentis..." &lt;br&gt;d) "Pois direi-me agora da grandeza, com que já me tendes ameaçado, desta província chamada Brasil, ou Terra de Santa Cruz". &lt;br&gt;e) "Vontade de dormir. Fumaça de chaminé transformada em lençol branco, cama macia de fazer água na boca." &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;4) (Fac. Bandeirantes-PR) - O Simbolismo caracterizou-se por ser: &lt;br&gt;a) positivista, naturalista, cientificista. &lt;br&gt;b) antipositivista, antinaturalista, anticientificista. &lt;br&gt;c) objetivo, racional. &lt;br&gt;d) volta aos modelos greco-latinos. &lt;br&gt;e) subjetivista, materialista. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;5) (Fuvest) - - Perdida voz que de entre as mais se exila, &lt;br&gt;- Festões de som dissimulando a hora."&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os versos anteriores são marcados pela presença ....................... e pela predominância de imagens auditivas, o que nos sugere a sua inclusão na estética ...................... .&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Assinale a alternativa que completa os espaços.&lt;br&gt;a) da comparação - romântica &lt;br&gt;b) da aliteração - simbolista &lt;br&gt;c) do paralelismo - trovadoresca &lt;br&gt;d) da antítese - barroca &lt;br&gt;e) do polissíndeto - modernista &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;6) (7781 Uelondrina) - "Faz descer sobre mim os brandos véus da calma,&lt;br&gt;Sinfonia da Dor, ó Sinfonia muda,&lt;br&gt;Voz de todo meu Sonho, ó noiva da minh'alma,&lt;br&gt;Fantasma inspirador das Religiões de Buda."&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A estrofe acima é de Cruz e Souza, e nela estão os seguintes elementos típicos da poesia simbolista:&lt;br&gt;a) realidade urbana, linguagem coloquial, versos longos. &lt;br&gt;b) erotismo, sintaxe fluente e direta, ironia. &lt;br&gt;c) desprezo pela métrica, linguagem concretizante, sátira. &lt;br&gt;d) filosofia materialista, linguagem rebuscada, exotismo. &lt;br&gt;e) misticismo, linguagem solene, valorização do inconsciente. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;7) (Ufes) - Maior importância conferida às sensações produzidas pelas coisas do que às coisas em si, visão do tempo como algo que não se pode captar e aparência fugidia das pessoas, objetos e paisagens são algumas das características de um estilo de época que se conhece como: &lt;br&gt;a) Romantismo. &lt;br&gt;b) Parnasianismo. &lt;br&gt;c) Simbolismo. &lt;br&gt;d) Impressionismo. &lt;br&gt;e) Modernismo. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;8) (Cescem) - "É, mais pedras, mais pedras se sobreporão às pedras já acumuladas, mais pedras, mais pedras, mais pedras... Pedras destas odiosas, caricatas e fatigantes civilizações e sociedades... E as estranhas paredes hão de subir - longas, negras, terríficas! Hão de subir, subir mudas, silenciosas, até às Estrelas, deixando-te para sempre perdidamente alucinado e emparedado dentro do teu Sonho..."&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;É comum, durante o Simbolismo, a criação de textos como o acima transcrito. Com base nesse excerto de Cruz e Souza podemos dizer que se trata de: &lt;br&gt;a) uma crônica historiográfica. &lt;br&gt;b) uma tragédia em moldes clássicos. &lt;br&gt;c) um romance em que predomina a descrição &lt;br&gt;d) um poema em prosa. &lt;br&gt;e) uma sátira aos costumes. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;9) (Cescem) - "Ó lua, triste, amargurada, &lt;br&gt;fantasma de brancuras vaporosas, &lt;br&gt;a tua nívea luz ciliciadas&lt;br&gt;faz murchecer e congelar as rosas."&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A luz difusa, esbate difusa, esbatendo as linhas e diluindo as formas, produz uma transfiguração do objeto, o que caracteriza o ___________ e o faz aproximar-se do______________. &lt;br&gt;a) Romantismo - Modernismo &lt;br&gt;b) Simbolismo - Impressionismo &lt;br&gt;c) Realismo - Surrealismo &lt;br&gt;d) Simbolismo - Naturalismo &lt;br&gt;e) Romantismo - Realismo &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;10) (PUC - Campinas) - "Ah! Plangentes violões dormentes, mornos&lt;br&gt;Soluços ao luar, choros ao vento...&lt;br&gt;Tristes perfis, os mais vagos contornos, &lt;br&gt;Bocas murmurejantes de lamento."&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O texto acima é um fragmento da obra Psicologia de um Vencido, de autoria de: &lt;br&gt;a) Cruz e Souza &lt;br&gt;b) Alphonsus de Guimaraens &lt;br&gt;c) Ciro dos Anjos &lt;br&gt;d) Augusto dos Anjos &lt;br&gt;e) Francisca Júlia &lt;/p&gt; &lt;h2&gt;gabarito dos exercício sobre Simbolismo&lt;/h2&gt; &lt;h2&gt;1-A, 2-C, 3-B, 4-A, 5-B, 6-E, 7-C, 8-A, 9-E, 10-E&lt;/h2&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-9158531669018400351?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/B3qhoi0cEcg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/9158531669018400351/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicios-sobre-simbolismo-para-o.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/9158531669018400351?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/9158531669018400351?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/B3qhoi0cEcg/exercicios-sobre-simbolismo-para-o.html" title="Exercícios sobre Simbolismo para o vestibular" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicios-sobre-simbolismo-para-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcFRH08fSp7ImA9WhRUE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-3729023718387158195</id><published>2012-01-23T10:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-23T10:00:15.375-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T10:00:15.375-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios de Literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios com gabarito" /><title>Exercícios sobre Simbolismo com gabarito</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JwPP7HFWgTdchtqQX3b9XJqCwKw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JwPP7HFWgTdchtqQX3b9XJqCwKw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JwPP7HFWgTdchtqQX3b9XJqCwKw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JwPP7HFWgTdchtqQX3b9XJqCwKw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Temos feito muitos&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://exerciciosdeliteratura.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;exercícios de Literatura&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e hoje vocês farão alguns &lt;strong&gt;exercícios sobre Simbolismo com gabarito&lt;/strong&gt;. Ótimo para quem está revisando conteúdos para o vestibular.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;Exercícios sobre Simbolismo com gabarito&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;1) Indique a única alternativa que apresenta os valores da estética simbolista: &lt;br&gt;a) A lógica, o mistério e a sensibilidade. &lt;br&gt;b) A intuição, a ciência e a sonoridade. &lt;br&gt;c) O ilógico, o simbolismo e o científico. &lt;br&gt;d) A intuição, a musicalidade e a espiritualidade. &lt;br&gt;e) A evidência, a coerência e o simbólico. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;2) (Ucmg) - Das características da obra de Cruz e Souza indicadas abaixo, a única que, sendo de cunho pessoal, foge aos modelos simbolistas é: &lt;br&gt;a) culto da imprecisão, do misterioso e do vago. &lt;br&gt;b) exploração consciente da musicalidade das palavras. &lt;br&gt;c) lirismo impregnado de tom dramático e humanitário. &lt;br&gt;d) presença de vocabulário com palavras raras e expressivas. &lt;br&gt;e) tentativa de superação no transcendental e no místico. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;3) (11594 Uelondrina) - Assinale a alternativa cujos termos preenchem corretamente as lacunas do texto inicial.&lt;br&gt;Pode-se afirmar que a poesia ................. não teve, entre nós, a mesma repercussão que teve na Europa. De qualquer modo, essa poética voltada para as sonoridades, os amplos espaços, o Absoluto, o desejo do infinito, e estilisticamente apoiada em sinestesias, enumerações, assonâncias e aliterações, permitiu a ................. consagrar-se com seus versos.&lt;br&gt;a) pré-romântica - Casimiro de Abreu &lt;br&gt;b) pré-modernista - Raimundo Correia &lt;br&gt;c) neoclássica - Basílio da Gama &lt;br&gt;d) simbolista - Cruz e Sousa &lt;br&gt;e) parnasiana - Machado de Assis &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;4) (13746 Mackenzie) - "Ah! plangentes violões dormentes, mornos,&lt;br&gt;Soluços ao luar, choros ao vento...&lt;br&gt;Tristes perfis, os mais vagos contornos,&lt;br&gt;Bocas murmurejantes de lamento.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Sutis palpitações à luz da lua.&lt;br&gt;Anseio dos momentos mais saudosos,&lt;br&gt;Quando lá choram na deserta rua&lt;br&gt;As cordas vivas dos violões chorosos.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Quando os sons dos violões vão soluçando,&lt;br&gt;Quando os sons dos violões nas cordas gemem,&lt;br&gt;E vão dilacerando e deliciando,&lt;br&gt;Rasgando as almas que nas sombras tremem.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Vozes veladas, veludosas vozes,&lt;br&gt;Volúpias dos violões, vozes veladas,&lt;br&gt;Vagam nos velhos vórtices velozes&lt;br&gt;Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas."&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;As estrofes anteriores, claramente representativas do_____ , não apresentam _____ .&lt;br&gt;Assinale a alternativa que completa corretamente AS DUAS lacunas anteriores.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;a) Romantismo - sinestesia &lt;br&gt;b) Simbolismo - aliterações e assonâncias &lt;br&gt;c) Romantismo - musicalidade &lt;br&gt;d) Parnasianismo - metáforas e metonímias &lt;br&gt;e) Simbolismo - versos brancos e livres &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;5) (20432 Mackenzie) - Assinale a alternativa em que aparece um trecho do Simbolismo brasileiro.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;a) Vejo através da janela de meu trem&lt;br&gt;os domingos das cidadezinhas,&lt;br&gt;com meninas e moças,&lt;br&gt;e caixeiros e caixeiros engomados que vêm olhar&lt;br&gt;os passageiros empoeirados dos vagões. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;b) E não há melhor resposta&lt;br&gt;que o espetáculo da vida:&lt;br&gt;vê-la desfiar seu fio,&lt;br&gt;que também se chama vida,&lt;br&gt;ver a fábrica que ela mesma,&lt;br&gt;teimosamente se fabrica,... &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;c) Ai! Se eu te visse no calor da sesta&lt;br&gt;A mão tremente no calor das tuas,&lt;br&gt;Amarrotado o teu vestido branco,&lt;br&gt;Soltos cabelos nas espáduas nuas! ...&lt;br&gt;Ai! Se eu te visse, Madalena pura,&lt;br&gt;Sobre o veludo reclinada a meio&lt;br&gt;Olhos cerrados na volúpia doce,&lt;br&gt;Os braços frouxos - palpitante o seio! &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;d) Eu amo os gregos tipos de escultura:&lt;br&gt;Pagãs nuas no mármore entalhadas;&lt;br&gt;Não essas produções que a estufa escura&lt;br&gt;Das normas cria, tortas e enfezadas.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;e) Brancuras imortais da Lua Nova,&lt;br&gt;frios de nostalgia e sonolência...&lt;br&gt;Sonhos brancos da Lua e viva essência&lt;br&gt;dos fantasmas noctívagos da Cova. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;6) (11282 Fuvest) - "Só, incessante, um som de flauta chora,&lt;br&gt;Viúva, grácil, na escuridão tranquila,&lt;br&gt;- Perdida voz que de entre as mais se exila, &lt;br&gt;- Festões de som dissimulando a hora."&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os versos anteriores são marcados pela presença ....................... e pela predominância de imagens auditivas, o que nos sugere a sua inclusão na estética ...................... .&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Assinale a alternativa que completa os espaços.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;a) da comparação - romântica &lt;br&gt;b) da aliteração - simbolista &lt;br&gt;c) do paralelismo - trovadoresca &lt;br&gt;d) da antítese - barroca &lt;br&gt;e) do polissíndeto - modernista &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;7) (7831 Uelondrina) - Identifique os versos tipicamente simbolistas de Cruz e Sousa.&lt;br&gt;a) Adeus! ó choça do monte!... &lt;br&gt;Adeus! palmeiras da fonte!... &lt;br&gt;Adeus! amores... adeus!... &lt;br&gt;b) Rei é Oxalá que nasceu sem se criar. &lt;br&gt;Rainha é Iemanjá que pariu Oxalá sem se manchar. &lt;br&gt;c) Minhas ideias abstratas&lt;br&gt;De tanto as tocar, tornaram-se concretas. &lt;br&gt;São rosas familiares &lt;br&gt;Que o tempo traz ao alcance da mão.&lt;br&gt;d) Eu não devia te dizer &lt;br&gt;mas essa lua&lt;br&gt;mas esse conhaque&lt;br&gt;botam a gente comovido como o diabo. &lt;br&gt;e) Nessa Amplidão das Amplidões austeras&lt;br&gt;chora o Sonho profundo das Esferas&lt;br&gt;que nas azuis Melancolias morre... &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;8) (13804) - Subjetivismo, valorização do inconsciente e do subconsciente, busca do vago, do diáfano, musicalidade, sugestão são características da poesia:&lt;br&gt;a) romântica. &lt;br&gt;b) barroca. &lt;br&gt;c) árcade. &lt;br&gt;d) simbolista. &lt;br&gt;e) parnasiana. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;9) (Udesc) - Leia atentamente os textos a seguir:&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;I- Quando será que tantas almas duras&lt;br&gt;Em tudo, já libertas, já lavadas&lt;br&gt;Nas águas imortais, iluminadas&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Do sol do amor, hão de ficar bem puras?&lt;br&gt;Quando será que as límpidas frescuras&lt;br&gt;Dos claros rios de ondas estreladas&lt;br&gt;Dos céus do bem, hão de deixar clareadas&lt;br&gt;Almas vis, almas vãs, almas escuras?&lt;br&gt;(Cruz e Souza. POESIAS COMPLETAS. São Paulo, Ediouro, s/d, p.93.)&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;II- "Não acredito em bicho maligno mas besouro, não sei não. Olhe o que sucedeu com a Rosa... Dezoito anos. E não sabia que os tinha. Ninguém reparara nisso. Nem dona Carlotinha, nem dona Ana, entretanto já velhuscas e solteironas, ambas quarenta e muito. Rosa viera pra companhia delas aos sete anos quando lhe morreu a mãe. Morreu ou deu a filha que é a mesma coisa que morrer."&lt;br&gt;(OS MELHORES CONTOS DE MARIO DE ANDRADE. São Paulo, Global, 1988, p.17.)&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Em relação aos fragmentos apresentados, assinale com V as proposições verdadeiras e com F as falsas.&lt;br&gt;( ) Por suas características estilísticas, os versos de Cruz e Souza pertencem ao Simbolismo e o texto de Mário de Andrade, ao Modernismo.&lt;br&gt;( ) O Simbolismo brasileiro apresenta conteúdo carregado de mistério, misticismo, sonoridade e espiritualidade.&lt;br&gt;( ) No Simbolismo o lirismo é altamente objetivo, apresentando cunho político-social.&lt;br&gt;( ) Os textos do Modernismo apresentam, além de linguagem cotidiana e dinâmica, frases despojadas.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;A alternativa que apresenta sequência CORRETA, de cima para baixo, é:&lt;br&gt;a) V, F, F, V &lt;br&gt;b) V, V, F, F &lt;br&gt;c) V, V, F, V &lt;br&gt;d) F, F, V, V &lt;br&gt;e) V, F, V, V &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;10) (9714 Mackenzie) - Assinale a alternativa que não se refere ao Simbolismo.&lt;br&gt;a) Na busca de uma linguagem exótica, colorida, musical, os autores não resistem, muitas vezes, à idéia de criar novos termos. &lt;br&gt;b) Ocorre grande interesse pelo individual e pelo metafísico. &lt;br&gt;c) Há assuntos relacionados ao espiritual, místico, religioso. &lt;br&gt;d) Nota-se o emprego constante de aliterações e assonâncias. &lt;br&gt;e) Busca-se uma poesia formalmente perfeita, impassível e universalizante. &lt;/p&gt; &lt;h2&gt;Gabarito dos exercícios de simbolismo&lt;/h2&gt; &lt;h2&gt;1-D, 2-E, 3-D, 4-E, 5-E, 6-B, 7-E, 8-D, 9-C, 10-E&lt;/h2&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-3729023718387158195?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/n4uISmWnbeg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/3729023718387158195/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicios-sobre-simbolismo-com.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/3729023718387158195?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/3729023718387158195?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/n4uISmWnbeg/exercicios-sobre-simbolismo-com.html" title="Exercícios sobre Simbolismo com gabarito" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicios-sobre-simbolismo-com.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUcGRHsyeSp7ImA9WhRUEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-3981466626853691964</id><published>2012-01-21T11:37:00.001-02:00</published><updated>2012-01-21T11:37:05.591-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-21T11:37:05.591-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios de Literatura" /><title>Exercícios sobre Arcadismo com gabarito</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cFgmDZmmdMaKQGqIhXYgKo8jAyo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cFgmDZmmdMaKQGqIhXYgKo8jAyo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Uma qualidade patente nesta estrofe é: &lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;a) o bucolismo; &lt;br&gt;b) o misticismo; &lt;br&gt;c) o nacionalismo; &lt;br&gt;d) o regionalismo; &lt;br&gt;e) o indianismo. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;3) (Fuvest) - I. "Porque não merecia o que lograva,&lt;br&gt;Deixei, como ignorante, o bem que tinha,&lt;br&gt;Vim sem considerar aonde vinha,&lt;br&gt;Deixei sem atender o que deixava."&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;II."Se a flauta mal cadente&lt;br&gt;Entoa agora o verso harmonioso,&lt;br&gt;Sabei, me comunica este saudoso&lt;br&gt;Influxo a dor veemente;&lt;br&gt;Não o gênio suave,&lt;br&gt;Que ouviste já no acento agudo e grave."&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;III."Da delirante embriaguez de bardo&lt;br&gt;Sonhos em que afoguei o ardor da vida,&lt;br&gt;Ardente orvalho de febris pranteios,&lt;br&gt;Que lucro à alma descrida?"&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Cada estrofe, a seu modo, trabalha o tema de um bem, de um amor almejado e passado ou perdido. Avaliando atentamente os recursos poéticos utilizados em cada uma delas podemos dizer que os movimentos literários a que pertencem I, II e III são respectivamente:&lt;br&gt;a) barroco - arcadismo - romantismo. &lt;br&gt;b) barroco - romantismo - parnasianismo. &lt;br&gt;c) romantismo - parnasianismo - simbolismo. &lt;br&gt;d) romantismo - simbolismo - modernismo. &lt;br&gt;e) parnasianismo - simbolismo - modernismo. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;4) (Cescem) - O Arcadismo, didaticamente, inicia-se, no Brasil, em 1768: &lt;br&gt;a) com a fundação de Arcádia de Lusitana. &lt;br&gt;b) com a publicação de poemas de Cláudio Manuel da Costa (em Lisboa) e pela fundação da Arcádia Ulissiponense. &lt;br&gt;c) com a publicação dos poemas de Cláudio Manuel da Costa (em Lisboa) e pela fundação da Arcádia Ultramarina. &lt;br&gt;d) pela vinda da família real para o Brasil. &lt;br&gt;e) nenhuma das anteriores. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;5) (Ufsc) - Considere as afirmativas sobre Barroco e o Arcadismo:&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;1. Simplificação da língua literária – ordem direta – imitação dos antigos gregos e romanos.&lt;br&gt;2. Valorização dos sentidos – imaginação exaltada – emprego dos vocábulos raros.&lt;br&gt;3. Vida campestre idealizada como verdadeiro estado de poesia-clareza-harmonia.&lt;br&gt;4. Emprego freqüente de trocadilhos e de perífrases – malabarismos verbais – oratória.&lt;br&gt;5. Sugestões de luz, cor e som – antítese entre a vida e a morte – espírito cristão antiterreno.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Assinale a opção que só contém afirmativas sobre o Arcadismo: &lt;br&gt;a) 1, 4 e 5 &lt;br&gt;b) 2, 3 e 5 &lt;br&gt;c) 2, 4 e 5 &lt;br&gt;d) 1 e 3 &lt;br&gt;e) 1, 2 e 5 &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;6) (Puc rj) - Qual dessas afirmações não caracterizava a poesia arcádica realizada no Brasil no século XVIII? &lt;br&gt;a) Procurava-se descrever uma atmosfera denominada locus amoenus. &lt;br&gt;b) A poesia seguia o lema de “cortar o inútil” do texto. &lt;br&gt;c) As amadas eram ninfas, lembrando a mitologia grega e romana. &lt;br&gt;d) Os poetas da época não se expressaram no gênero épico. &lt;br&gt;e) Diversos poemas foram dedicados a reis e rainhas, e tinham um objetivo político. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;7) (Mackenzie) - Apontar a alternativa correta: &lt;br&gt;a) Tomás Antônio Gonzaga cultivou a poesia satírica em O Desertor. &lt;br&gt;b) Na obra Cartas Chilenas, temos uma sátira contra a administração de Luís da Cunha Menezes. &lt;br&gt;c) Nessa obra o autor se disfarça sob o nome de “Doroteu” &lt;br&gt;d) Para maior disfarce, o autor de Cartas Chilenas faz passar a ação na cidade do Rio de Janeiro. &lt;br&gt;e) Tomás Antônio Gonzaga tinha o pseudônimo de “Doroteu”. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;8) (Santa Casa SP)&lt;br&gt;Texto I&lt;br&gt;“É a vaidade, Fábio, nesta vida,&lt;br&gt;Rosa, que da manhã lisonjeada,&lt;br&gt;Púrpuras mil, com ambição dourada,&lt;br&gt;Airosa rompe, arrasta presumida.”&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Texto II&lt;br&gt;“Depois que nos ferir a mão da morte,&lt;br&gt;ou seja neste monte, ou noutra serra,&lt;br&gt;nossos corpos terão, terão a sorte&lt;br&gt;de consumir os dous a mesma terra.”&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O texto I é barroco; o texto II é arcádico. Comparando-os, é possível afirmar que os árcades optaram por uma expressão: &lt;br&gt;a) impessoal e, portanto, diferenciada do sentimentalismo barroco, em que o mundo exterior era projeção do caos interior do poeta. &lt;br&gt;b) despojada das ousadias sintáticas da estética anterior, com predomínio da ordem direta e de vocábulos de uso corrente. &lt;br&gt;c) que aprofunda o naturalismo da expressão barroca, fazendo que o poeta assuma posição eminentemente impessoal. &lt;br&gt;d) em que predominam, diferentemente do Barroco, a antítese, a hipérbole, a conotação poderosa. &lt;br&gt;e) em que a quantidade de metáforas e de torneios de linguagem supera a tendência denotativa do Barroco. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;9) (Cescem) - “Alguém há de cuidar que é frase inchada&lt;br&gt;Daquela que lá se usa entre essa gente&lt;br&gt;Que julga, que diz muito, e não diz nada.&lt;br&gt;O nosso humilde gênio não consente,&lt;br&gt;Que outra coisa se diga mais, que aquilo&lt;br&gt;Que só convém ao espírito inocente.”&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os versos de Cláudio Manuel da Costa lembram o fato de que: &lt;br&gt;a) a expressão exata, contida, que busca os limites do essencial, é traço da literatura colonial brasileira e dos primeiros movimentos estéticos pós-Independência. &lt;br&gt;b) o Barroco se esforçou por alcançar uma expressão rigorosa e comedida, a fim de espelhar os grandes conflitos do homem. &lt;br&gt;c) o Arcadismo, buscando simplicidade, se opôs à expressão intrincada a aos excessos do cultismo do Barroco. &lt;br&gt;d) o Romantismo, embora tenha refugado os rigores do formalismo neo-clássico, tomou por base o sentimentalismo originário desse movimento estético. &lt;br&gt;e) o Romantismo negou os rigores da expressão clássica e lusitana, mas incorporou a tradição literária da poesia colonial. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;10) (Ffsc) - Os autores árcades brasileiros apresentam uma obra divorciada das necessidades brasileiras, na segunda metade do século XVIII. Como processo de defesa à liderança do público, tais letrados criam: &lt;br&gt;a) poemas de profundo subjetivismo; &lt;br&gt;b) os contos regionais de mineração; &lt;br&gt;c) a dialética; &lt;br&gt;d) as academias; &lt;br&gt;e) a literatura romântica. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;11) (Cescea) - “A poesia parece fenômeno mais vivo e autêntico (...) por ter brotado de experiências humanas palpitantes”. (Ele) “é dos raros poetas brasileiros, certamente o único entre os árcades, cuja vida amorosa importa para a compreensão da obra.”&lt;br&gt;“O lírico ouvidor soltava os seus amores em liras apaixonadas, que tinham, naquele ambiente de Vila Rica, um sabor novo e raro.”&lt;br&gt;Assim a crítica literária tem-se manifestado sobre o poeta: &lt;br&gt;a) Cláudio Manuel da Costa &lt;br&gt;b) Tomás Antônio Gonzaga &lt;br&gt;c) Alvarenga Peixoto &lt;br&gt;d) Gonçalves de Magalhães &lt;br&gt;e) Basílio da Gama &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;12) (Puc) - Relacione as colunas:&lt;br&gt;1.Glauceste Satúrnio &lt;br&gt;2.Alcindo Palmirendo&lt;br&gt;3.Dirceu&lt;br&gt;4.Termindo Sipílio&lt;br&gt;5.Lereno&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;( ) Tomás Antônio Gonzaga&lt;br&gt;( ) Cláudio Manuel da Costa&lt;br&gt;( ) Basílio da Gama&lt;br&gt;( ) Caldas Barbosa&lt;br&gt;( ) Silva Alvarenga&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;a) 3, 1, 5, 2, 4 &lt;br&gt;b) 3, 1, 4, 5, 2 &lt;br&gt;c) 1, 2, 3, 4, 5 &lt;br&gt;d) 3, 2, 4, 1, 5 &lt;br&gt;e) 3, 1, 4, 2, 5 &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;13) (Fatec) - "Voltaram à baila os deuses esquecidos, as ninfas esquivas, as náiades, as oréades e os pastores enamorados, as pastoras insensíveis e os rebanhos numerosos das bucólicas de Teócrito e Virgílio."&lt;br&gt;(Ronald de Carvalho, PEQUENA HISTÓRIA DE LITERATURA BRASILEIRA)&lt;br&gt;O trecho acima refere-se ao seguinte movimento literário:&lt;br&gt;a) Romantismo. &lt;br&gt;b) Barroco. &lt;br&gt;c) Arcadismo. &lt;br&gt;d) Parnasianismo. &lt;br&gt;e) Naturalismo. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;14) (Ufviçosa) - Leia o texto a seguir e faça o que se pede:&lt;br&gt;Ornemos nossas testas com as flores&lt;br&gt;E façamos de feno um brando leito;&lt;br&gt;Prendamo-nos, Marília, em laço estreito,&lt;br&gt;Gozemos do prazer de sãos amores.&lt;br&gt;Sobre as nossas cabeças,&lt;br&gt;Sem que o possam deter, o tempo corre,&lt;br&gt;E para nós o tempo, que se passa,&lt;br&gt;Também, Marília, morre.&lt;br&gt;(TAG, MD, Lira XIV)&lt;br&gt;Todas as alternativas a seguir apresentam características do Arcadismo, presentes na estrofe anterior, EXCETO:&lt;br&gt;a) Ideal de ÁUREA MEDIOCITAS, que leva o poeta a exaltar o cotidiano prosaico da classe média. &lt;br&gt;b) Tema do CARPE DIEM - uma proposta para se aproveitar a vida, desfrutando o ócio com dignidade. &lt;br&gt;c) Ideal de uma existência tranquila, sem extremos, espelhada na pureza e amenidade da natureza. &lt;br&gt;d) Fugacidade do tempo, fatalidade do destino, necessidade de envelhecer com sabedoria. &lt;br&gt;e) Concepção da natureza como permanente reflexo dos sentimentos e paixões do "eu" lírico. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;15) (Ufviçosa) - Leia o fragmento de texto a seguir e faça o que se pede:&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Esprema a vil calúnia muito embora&lt;br&gt;Entre as mãos denegridas, e insolentes,&lt;br&gt;Os venenos das plantas,&lt;br&gt;E das bravas serpentes.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Chovam raios e raios, no seu rosto&lt;br&gt;Não hás de ver, Marília, o medo escrito:&lt;br&gt;O medo perturbador,&lt;br&gt;Que infunde o vil delito.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;[...]&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Eu tenho um coração maior que o mundo.&lt;br&gt;Tu, formosa Marília, bem o sabes:&lt;br&gt;Eu tenho um coração maior que o mundo.&lt;br&gt;Tu, formosa Marília, bem o sabes:&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Um coração .... e basta,&lt;br&gt;Onde tu mesma cabes.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;(TAG, MD, Parte II, Lira II)&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Sobre o fragmento de texto de Tomás Antônio Gonzaga, Marília de Dirceu, assinale a alternativa FALSA:&lt;br&gt;a) a interferência do mito na tessitura dos poemas, mantendo o poeta dentro dos padrões poéticos clássicos, impede-o de abordar problemas pessoais. &lt;br&gt;b) a interpelação feita a Marília muitas vezes é pretexto para o poeta celebrar sua inocência e seu destemor diante das acusações feitas contra ele. &lt;br&gt;c) a revelação sincera de si próprio e a confissão do padecimento que o inquieta levam o poeta a romper com o decálogo arcádico, prenunciando a poética romântica. &lt;br&gt;d) a desesperança, o abatimento e a solidão, presentes nas liras escritas depois da prisão do autor, revelam contraste com as primeiras, concentradas na conquista galante da mulher amada. &lt;br&gt;e) embora tenha a estrutura de um diálogo, o texto é um monólogo - só Gonzaga fala e raciocina. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;16) (UF de Viçosa) - Marília de Dirceu, famosa obra arcádica brasileira, inspirada em Maria Dorotéia de Seixas Brandão, foi escrita por: &lt;br&gt;a) Manuel Inácio da Silva Alvarenga. &lt;br&gt;b) Inácio José de Alvarenga Peixoto. &lt;br&gt;c) Tomás Antônio Gonzaga. &lt;br&gt;d) José Basílio da Gama. &lt;br&gt;e) Cláudio Manuel da Costa. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;17) (Ufpe) - Em Literatura, um grupo de escritores, no século XVIII, defendeu o bucolismo, a necessidade de revalorização da vida simples, em contato com a natureza. Estamos fazendo referência aos escritores do:&lt;br&gt;a) ROMANTISMO, para quem, encontrar-se com a natureza significava alargar a sensibilidade. &lt;br&gt;b) ARCADISMO, propondo um retorno à ordem natural, como na literatura clássica, à medida que a natureza adquire um sentido de simplicidade, harmonia e verdade. &lt;br&gt;c) REALISMO, fugindo às exibições subjetivas e mantendo a neutralidade diante daquilo que era narrado; as referências à natureza eram feitas em terceira pessoa. &lt;br&gt;d) BARROCO, movimento que valorizava a tensão de elementos contrários, celebrando Deus ou as delícias da vida nas formas da natureza. &lt;br&gt;e) SIMBOLISMO quando estes escritores se mostravam mais emotivos, transformando as palavras em símbolos dos segredos da alma. A natureza era puro mistério. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;18) (Ufviçosa) - Sobre o Arcadismo no Brasil, podemos afirmar que: &lt;br&gt;a) produziu obras de estilo rebuscado, pleno de antíteses e frases tortuosas, que refletem o conflito entre matéria e espírito. &lt;br&gt;b) não apresentou novidades, sendo mera imitação do que se fazia na Europa. &lt;br&gt;c) além das características europeias, desenvolveu temas ligados à realidade brasileira, sendo importante para o desenvolvimento de uma literatura nacional. &lt;br&gt;d) apresenta, já, completa ruptura com a literatura europeia, podendo ser considerado a primeira fase verdadeiramente nacionalista da literatura brasileira. &lt;br&gt;e) presente sobretudo em obras de autores mineiros como Tomás Antônio Gonzaga, Cláudio Manuel da Costa, Silva Alvarenga e Basílio da Gama, caracteriza-se como expressão da angústia metafísica e religiosa desses poetas, divididos entre a busca da salvação e o gozo material da vida. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;19) (UF Viçosa) - Os autores de Vila Rica, Caramuru e Uruguai foram, respectivamente: &lt;br&gt;a) Cláudio Manuel da Costa, Santa Rita Jabotão e Graciliano Ramos. &lt;br&gt;b) Cláudio Manuel da Costa, J. de Santa Rita Durão e José Basílio da Gama. &lt;br&gt;c) Santa Rita Durão, Manuel Botelho de Oliveira e Adonias Filho. &lt;br&gt;d) José Basílio Gama, Nuno M. Pereira e Tomás Antônio Gonzaga. &lt;br&gt;e) Cônego Luís Vieira da Silva, Alvarenga Peixoto e Plínio Salgado. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;20) (Ufviçosa) - Fazendo um paralelo entre Romantismo e Arcadismo, podemos concluir que:&lt;br&gt;a) o Arcadismo prenuncia o Romantismo, porque já apresenta ruptura radical com os cânones literários clássicos. &lt;br&gt;b) o Arcadismo antecede o Romantismo na evasão da realidade pelo sonho, pela fantasia e pelo mergulho nas profundezas do "eu". &lt;br&gt;c) o Romantismo prolonga aspectos do Arcadismo na idealização da natureza, da mulher e do amor. &lt;br&gt;d) o Romantismo dá continuidade ao Arcadismo na atração pelos conflitos entre a alma e a matéria. &lt;br&gt;e) o Arcadismo e o Romantismo perseguem o ideal de expressão livre de esquemas pré-estabelecidos. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;21) (Ufviçosa) - Leia a estrofe de Tomás Antônio Gonzaga e faça o que se pede:&lt;br&gt;Os teus olhos espalham a luz divina,&lt;br&gt;A quem a luz do sol em vão se atreve;&lt;br&gt;Papoila ou rosa delicada e fina&lt;br&gt;Te cobre as faces, que são cor da neve.&lt;br&gt;Os teus cabelos são uns fios de ouro;&lt;br&gt;Teu lindo corpo bálsamo vapora.&lt;br&gt;Ah! não, não fez o Céu, gentil Pastora,&lt;br&gt;Para glória de amor igual Tesouro.&lt;br&gt;(TAG, MD, Parte I, Lira I)&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Sobre a personagem central feminina, podemos afirmar que:&lt;br&gt;a) Marília é mostrada, ao mesmo tempo, como pessoa e como encarnação do Amor, como categoria absoluta. &lt;br&gt;b) Apesar da beleza deslumbrante da amada, não se verifica, na construção dessa personagem, qualquer idealização clássica da mulher. &lt;br&gt;c) O poeta dirige-se a Marília unicamente como sua noiva e futura esposa. &lt;br&gt;d) A beleza luxuriante de Marília contrasta com o ideal de serena fruição dos prazeres sadios da vida. &lt;br&gt;e) Marília, pela sua intensa sensualidade, representa o ideal de amante e não o de noiva ou esposa. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;22) (Uelondrina) - Sou Pastor; não te nego; os meus montados&lt;br&gt;São esses, que aí vês; vivo contente&lt;br&gt;Ao trazer entre a relva florescente&lt;br&gt;A doce companhia dos meus gados.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Os versos acima são exemplos&lt;br&gt;a) do espírito harmonioso da poesia arcádica. &lt;br&gt;b) do estilo tortuoso do período barroco. &lt;br&gt;c) do refinamento e da ostentação da poesia parnasiana. &lt;br&gt;d) do intento nacionalista na poesia romântica. &lt;br&gt;e) do humor e do lirismo dos primeiros modernistas. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;23) (Mackenzie) - Sobre o Arcadismo no Brasil, é incorreto afirmar que:&lt;br&gt;a) Cláudio Manuel da Costa, um de seus autores mais importantes, embora tenha assumido uma atitude pastoril, traz, em parte de sua obra poética, aspectos ligados à lírica camoniana. &lt;br&gt;b) em "Liras de Marília de Dirceu", Tomás Antônio Gonzaga não segue aspectos formais rígidos, como o soneto e a redondilha em todas as partes da obra. &lt;br&gt;c) nas "Cartas Chilenas", o autor satiriza Luís da Cunha Menezes por suas arbitrariedades como governador da capitania de Minas. &lt;br&gt;d) Basílio da Gama, em "O Uraguai", seguiu a rígida estrutura camoniana de "Os Lusíadas", usando versos decassílabos em oitava-rima. &lt;br&gt;e) "Caramuru" tem, como tema principal, o descobrimento da Bahia por Diogo Álvares Correia, apresentando, também, os rituais e as tradições indígenas. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;24) (Mackenzie) - Assinale a alternativa que NÃO apresenta um trecho do Arcadismo brasileiro.&lt;br&gt;a) "Se sou pobre pastor, se não governo&lt;br&gt;Reinos, nações, províncias, mundo, e gentes;&lt;br&gt;Se em frio, calma, e chuvas inclementes&lt;br&gt;Passo o verão, outono, estio, inverno;"&lt;br&gt;b) "Destes penhascos fez a natureza&lt;br&gt;O berço em que nasci! oh quem cuidara,&lt;br&gt;Que entre penhas tão duras se criara&lt;br&gt;Uma alma terna, um peito sem dureza!" &lt;br&gt;c) "Musas, canoras musas, este canto&lt;br&gt;Vós me inspirastes, vós meu tenro alento&lt;br&gt;Erguestes brandamente àquele assento&lt;br&gt;Que tanto, ó musas, prezo, adoro tanto." &lt;br&gt;d) "Meu ser evaporei na lida insana&lt;br&gt;Do tropel das paixões que me arrastava,&lt;br&gt;Ah! cego eu cria, ah! mísero eu sonhava&lt;br&gt;Em mim, quase imortal, a essência humana!" &lt;br&gt;e) "Não vês, Nise, este vento desabrido,&lt;br&gt;Que arranca os duros troncos ? Não vês esta,&lt;br&gt;Que vem cobrindo o Céu, sombra funesta,&lt;br&gt;Entre o horror de um relâmpago incendido?" &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;25) (FUB - SC) - Todos os autores abaixo, relacionados pertencem à escola mineira do Arcadismo, exceto: &lt;br&gt;a) José Basílio da Gama. &lt;br&gt;b) Eusébio de Matos. &lt;br&gt;c) Manuel Inácio da Silva Alvarenga. &lt;br&gt;d) Tomás Antônio Gonzaga. &lt;br&gt;e) Frei José de Santa Rita Durão. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;26) (Cescea) - Entre outras características do Arcadismo, encontramos: &lt;br&gt;a) utilização, pelos poetas, de pseudônimos pastoris. &lt;br&gt;b) condenação do Barroco, que prevaleceu no século XVI, nas suas formas de cultismo e conceptismo. &lt;br&gt;c) a arte não deve ser concebida como imitação da natureza. &lt;br&gt;d) o cultismo e o conceptismo. &lt;br&gt;e) o subjetivismo e o egocentrismo. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;27) (UF - PR) - "Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,&lt;br&gt;Que vive de guardar alheio gado;&lt;br&gt;De tosco trato, de expressões grosseiro, &lt;br&gt;Dos frios gelado e dos sóis queimado.&lt;br&gt;Tenho próprio casal e nele assisto &lt;br&gt;Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;&lt;br&gt;Das brancas ovelhinhas tiro o leite,&lt;br&gt;E mais as finas lãs, de que me visto.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Graças, Marília bela, &lt;br&gt;Graças à minha Estrela!"&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O autor dos versos é: &lt;br&gt;a) Gonçalves de Magalhães &lt;br&gt;b) Gonçalves Dias &lt;br&gt;c) Tomás Antônio Gonzaga &lt;br&gt;d) Álvares de Azevedo &lt;br&gt;e) Casimiro de Abreu&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;gabarito dos exercícios sobre arcadismo&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;1) c) arcádico &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;2) a) o bucolismo; &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;3) a) barroco - arcadismo - romantismo. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;4) c) com a publicação dos poemas de Cláudio Manuel da Costa (em Lisboa) e pela fundação da Arcádia Ultramarina. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;5) d) 1 e 3 &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;6) d) Os poetas da época não se expressaram no gênero épico. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;7) b) Na obra Cartas Chilenas, temos uma sátira contra a administração de Luís da Cunha Menezes. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;8) b) despojada das ousadias sintáticas da estética anterior, com predomínio da ordem direta e de vocábulos de uso corrente. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;9) c) o Arcadismo, buscando simplicidade, se opôs à expressão intrincada a aos excessos do cultismo do Barroco. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;10) d) as academias; &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;11) b) Tomás Antônio Gonzaga &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;12) b) 3, 1, 4, 5, 2 &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;13) c) Arcadismo. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;14) a) Ideal de ÁUREA MEDIOCITAS, que leva o poeta a exaltar o cotidiano prosaico da classe média. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;15) a) a interferência do mito na tessitura dos poemas, mantendo o poeta dentro dos padrões poéticos clássicos, impede-o de abordar problemas pessoais. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;16) c) Tomás Antônio Gonzaga. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;17) b) ARCADISMO, propondo um retorno à ordem natural, como na literatura clássica, à medida que a natureza adquire um sentido de simplicidade, harmonia e verdade. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;18) c) além das características europeias, desenvolveu temas ligados à realidade brasileira, sendo importante para o desenvolvimento de uma literatura nacional. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;19) b) Cláudio Manuel da Costa, J. de Santa Rita Durão e José Basílio da Gama. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;20) c) o Romantismo prolonga aspectos do Arcadismo na idealização da natureza, da mulher e do amor. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;21) d) A beleza luxuriante de Marília contrasta com o ideal de serena fruição dos prazeres sadios da vida. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;22) a) do espírito harmonioso da poesia arcádica. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;23) d) Basílio da Gama, em "O Uraguai", seguiu a rígida estrutura camoniana de "Os Lusíadas", usando versos decassílabos em oitava-rima. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;24) d) "Meu ser evaporei na lida insana&lt;br&gt;Do tropel das paixões que me arrastava,&lt;br&gt;Ah! cego eu cria, ah! mísero eu sonhava&lt;br&gt;Em mim, quase imortal, a essência humana!" &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;25) c) Manuel Inácio da Silva Alvarenga. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;26) a) utilização, pelos poetas, de pseudônimos pastoris. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;27) c) Tomás Antônio Gonzaga&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
Este artigo pertence ao &lt;a href="http://www.analisedetextos.com.br/"&gt;Análise de Textos&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-3981466626853691964?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/m4Se9PUY4AY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/3981466626853691964/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicios-sobre-arcadismo-com-gabarito.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/3981466626853691964?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/3981466626853691964?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/m4Se9PUY4AY/exercicios-sobre-arcadismo-com-gabarito.html" title="Exercícios sobre Arcadismo com gabarito" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicios-sobre-arcadismo-com-gabarito.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QMRXwzfCp7ImA9WhRUEE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-8185278003374055235</id><published>2012-01-19T17:29:00.001-02:00</published><updated>2012-01-19T17:29:44.284-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T17:29:44.284-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios de Literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercício com gabarito" /><title>Exercícios de Arcadismo para o ENEM</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x4OPyW0kY5MvadH2xOLYVxyYvtQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/x4OPyW0kY5MvadH2xOLYVxyYvtQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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SARAMAGO, 'Memorial do convento')&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em muitas passagens do trecho transcrito, o narrador cita textualmente palavras de um episódio de Os Lusíadas, visando a criticar o mesmo aspecto da vida de Portugal que Camões, nesse episódio, já criticava. O episódio camoniano citado e o aspecto criticado são, respectivamente,&lt;br&gt;a) O Velho do Restelo; a posição subalterna da mulher na sociedade tradicional portuguesa. &lt;br&gt;b) Aljubarrota; a sangria populacional provocada pelos empreendimentos coloniais portugueses. &lt;br&gt;c) Aljubarrota; o abandono dos idosos decorrente dos empreendimentos bélicos, marítimos e suntuários. &lt;br&gt;d) O Velho do Restelo; o sofrimento popular decorrente dos empreendimentos dos nobres. &lt;br&gt;e) Inês de Castro; o sofrimento feminino causado pelas perseguições da Inquisição. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;2) (Fuvest) - I.&lt;br&gt;''Entre brumas, ao longe, surge a aurora.&lt;br&gt;O hialino orvalho aos poucos se evapora,&lt;br&gt;Agoniza o arrebol.&lt;br&gt;A catedral ebúrnea do meu sonho&lt;br&gt;Aparece, na paz do céu risonho,&lt;br&gt;Toda branca de sol"&lt;/p&gt; &lt;p&gt;II.&lt;br&gt;"Quando em meu peito rebentar-se a fibra,&lt;br&gt;Que o espírito enlaça à dor vivente,&lt;br&gt;Não derramem por mim nem uma lágrima&lt;br&gt;Em pálpebra demente."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;III.&lt;br&gt;"Por um lado te vejo como um seio murcho&lt;br&gt;pelo outro como um ventre de cujo umbigo pende&lt;br&gt;[ainda o cordão placentário.&lt;br&gt;És vermelha como o amor divino&lt;br&gt;Dentro de ti em pequenas pevides&lt;br&gt;Palpita a vida prodigiosa&lt;br&gt;Infinitamente."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;IV.&lt;br&gt;"Transforma-se o amador na cousa amada,&lt;br&gt;Por virtude do muito imaginar;&lt;br&gt;Não tenho logo mais que desejar,&lt;br&gt;Pois em mim tenho a parte desejada."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na ordem em que estão transcritos, os fragmentos se enquadram respectivamente nos seguintes movimentos literários:&lt;br&gt;a) I. Simbolismo, II. Romantismo, III. Modernismo, IV. Classicismo; &lt;br&gt;b) I. Modernismo, II. Simbolismo, III Classicismo, IV. Romantismo; &lt;br&gt;c) I. Romantismo, II. Modernismo, III. Simbolismo, IV. Classicismo; &lt;br&gt;d) I. Classicismo, II. Romantismo, III. Modernismo, IV. Simbolismo; &lt;br&gt;e) I. Simbolismo, II. Classicismo, III. Romantismo, IV. Modernismo. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;3) (Fuvest) - "Amor é um fogo que arde sem se ver,&lt;br&gt;É ferida que dói e não se sente;&lt;br&gt;É um contentamento descontente,&lt;br&gt;É dor que desatina sem doer."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De poeta muito conhecido, está é a primeira estrofe de um poema que parece comprazer-se com o paradoxo, enfeixando sensações contraditórias do sentimento humano, se examinadas sob o prisma da razão.&lt;br&gt;Indique, na relação a seguir, o nome do autor.&lt;br&gt;a) Bocage. &lt;br&gt;b) Camilo Pessanha. &lt;br&gt;c) Gil Vicente. &lt;br&gt;d) Luís de Camões. &lt;br&gt;e) Manuel Bandeira. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;4) (Uelondrina) - A chamada atividade literária das primeiras décadas de nossa formação histórica caracterizou-se por seu cunho pragmático estrito, seja a circunscrita ao parâmetro jesuítico, seja a decorrente de viagens de reconhecimento e informação da terra.&lt;br&gt;São representantes dos dois tipos de atividade literária referidos no excerto acima:&lt;br&gt;a) Gregório de Matos e Cláudio Manuel da Costa. &lt;br&gt;b) Antônio Vieira e Tomás Antônio Gonzaga. &lt;br&gt;c) José de Anchieta e Gabriel Soares de Sousa. &lt;br&gt;d) Bento Teixeira e Gonçalves de Magalhães. &lt;br&gt;e) Basílio da Gama e Gonçalves Dias. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;5) (Mackenzie) - O tom pessimista apresentado por Camões no epílogo de "Os Lusíadas" aparece em outro momento do poema.&lt;br&gt;Isso acontece no episódio:&lt;br&gt;a) do Gigante Adamastor. &lt;br&gt;b) do Velho do Restelo. &lt;br&gt;c) de Inês de Castro. &lt;br&gt;d) dos Doze de Inglaterra. &lt;br&gt;e) do Concílio dos Deuses. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;6) (Uelondrina) - À curiosidade geográfica e humana e ao desejo de conquista e domínio corresponde, inicialmente, o deslumbramento diante da paisagem exótica e exuberante da terra recém-descoberta, testemunhado pelos cronistas portugueses&lt;br&gt;a) Gonçalves de Magalhães e José de Anchieta. &lt;br&gt;b) Pero de Magalhães Gândavo e Gabriel Soares de Sousa. &lt;br&gt;c) Botelho de Oliveira e José de Anchieta. &lt;br&gt;d) Gabriel Soares de Sousa e Gonçalves de Magalhães. &lt;br&gt;e) Botelho de Oliveira e Pero de Magalhães Gândavo. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;7) (Fuvest) - Relido o poema de dois quartetos e dois tercetos com versos decassílabos heróicos e esquema rimático abba - abba - cde - cde, e considerada a elaboração estética da linguagem com que é tratado o tema, assinalar a alternativa que nomeia que tipo de poema é, o seu autor e o movimento literário em que este se enquadra:&lt;br&gt;a) redondilha Gil Vicente - Humanismo &lt;br&gt;b) soneto - Camões - Classicismo &lt;br&gt;c) soneto - Gregório de Matos - Barroco &lt;br&gt;d) lira - Cláudio Manuel da Costa - Arcadismo &lt;br&gt;e) lira - Camões - Maneirismo &lt;/p&gt; &lt;p&gt;8) (Mackenzie) - Texto 1:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Sôbolos rios que vão&lt;br&gt;Por Babilônia, me achei,&lt;br&gt;Onde sentado chorei&lt;br&gt;as lembranças de Sião&lt;br&gt;E quanto nela passei."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Texto 2:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;"Enquanto quis Fortuna que tivesse&lt;br&gt;Esperança de algum contentamento,&lt;br&gt;O gosto de um suave pensamento&lt;br&gt;Me fez que seus efeitos escrevesse.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Porém, temendo Amor que aviso desse&lt;br&gt;Minha escritura a algum juízo isento&lt;br&gt;Escureceu-me o engenho ao tormento,&lt;br&gt;Para que seus enganos não dissesse.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ó vós que Amor obriga a ser sujeitos&lt;br&gt;A diversas vontades! Quando lerdes&lt;br&gt;Num breve livro casos tão diversos,&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Verdades puras são e não defeitos.&lt;br&gt;E sabei que, segundo o amor tiverdes,&lt;br&gt;Tereis o entendimento de meus versos."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sobre os textos acima, é correto afirmar que:&amp;nbsp; &lt;br&gt;a) o primeiro faz parte de uma cantiga trovadoresca. &lt;br&gt;b) ambos pertencem à obra de Camões, sendo o primeiro um exemplo de medida velha e o segundo, de medida nova. &lt;br&gt;c) o primeiro foi extraído de um auto vicentino e o segundo, de um autor barroco. &lt;br&gt;d) pertencem ao Cancioneiro Geral de Garcia de Resende. &lt;br&gt;e) têm aspectos evidentemente barrocos, fazendo parte, portanto, da lírica de Gregório de Matos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;9) (Fuvest) - Na LÍRICA de Camões,&lt;br&gt;a) o metro usado para a composição dos sonetos é a redondilha maior. &lt;br&gt;b) encontram-se sonetos, odes, sátiras e autos. &lt;br&gt;c) cantar a Pátria é o centro das preocupações. &lt;br&gt;d) encontra-se uma fonte de inspiração de muitos poetas brasileiros do século XX. &lt;br&gt;e) a Mulher é vista em seus aspectos físicos, despojada de espiritualidade. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;10) (Mackenzie) - Assinale a alternativa INCORRETA.&lt;br&gt;a) Na obra de José de Anchieta, encontram-se poesias que seguem a tradição medieval e textos, para teatro, com clara intenção catequista. &lt;br&gt;b) A literatura informativa do Quinhentismo brasileiro empenha-se em fazer um levantamento da terra, daí ser predominantemente descritiva. &lt;br&gt;c) A literatura seiscentista reflete um dualismo: o ser humano dividido entre a matéria e o espírito, o pecado e o perdão. &lt;br&gt;d) O Barroco apresenta estados de alma expressos através de antíteses, paradoxos, interrogações. &lt;br&gt;e) O Conceptismo caracteriza-se pela linguagem rebuscada, culta, extravagante, enquanto o Cultismo é marcado pelo jogo de ideias, seguindo um raciocínio lógico, racionalista. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;11) (Mackenzie) - Na passagem da Idade Média para o Renascimento, dois escritores portugueses se destacaram, por apresentar características que já previam uma nova tendência filosófica e artística.&lt;br&gt;Trata-se de:&lt;br&gt;a) Fernão Lopes e Gil Vicente. &lt;br&gt;b) Camões e Bocage. &lt;br&gt;c) D. Dinis e Paio Soares de Taveirós. &lt;br&gt;d) Pe. Vieira e Gregório de Matos. &lt;br&gt;e) Garcia de Resende e Aires Teles. &lt;/p&gt; &lt;h2&gt;gabarito dos exercícios de arcadismo&lt;/h2&gt; &lt;p align="center"&gt;1-d, 2-a, 3-d, 4-c, 5-b, 6-b, 7-b, 8-b, 9-d, 10-e, 11-a.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VJ50MKDxYYHVn1HF4f8UL_rPwgE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VJ50MKDxYYHVn1HF4f8UL_rPwgE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U87tMm6fSji_PRJObgupdtAPifM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U87tMm6fSji_PRJObgupdtAPifM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U87tMm6fSji_PRJObgupdtAPifM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U87tMm6fSji_PRJObgupdtAPifM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É importante ao &lt;strong&gt;estudar tipologias textua&lt;/strong&gt;is revisar &lt;strong&gt;o que é coerência e incoerência&lt;/strong&gt;. Estes dois exercícios tratam disso.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;Aponte as incoerências nos trechos abaixo&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; Havia um menino muito magro que vendia amendoins numa esquina de uma das avenidas de São Paulo. Ele era tão fraquinho, que mal podia carregar a cesta em que estavam os pacotinhos de amendoim. Um dia, na esquina em que ficava, um motorista, que vinha em alta velocidade, perdeu a direção. O carro capotou e ficou de rodas para o ar. O menino não pensou duas vezes. Correu para o carro e tirou de lá o motorista, que era um homem corpulento. Carregou-o até a calçada, parou um carro e levou o homem para o hospital. Assim salvou-lhe a vida.&lt;br&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Resposta:&lt;/strong&gt; O narrador caracterizou o menino como macérrimo e, sem nenhuma justificativa ou explicação, contou que ele carregou um homem corpulento. Impossível.&lt;/em&gt; &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; No cinema, no teatro, não converse. Não mexa demais a cabeça, não fique aos beijos. Cuidado com o barulho do papel de bala, do saco de pipocas. Não os jogue no chão, quando acabar. Se o seu vizinho estiver fazendo tudo isso e incomodando, seja discreto. Peça que interrompam a sessão e acendam as luzes a fim de inibir o transgressor. &lt;br&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Resposta:&lt;/strong&gt; o texto recomenda que o espectador deve ser discreto no cinema, mas se o vizinho estiver transgredindo as regras, que ele dê um escanda-lo. Ideias incoerentes.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Por hoje é isso!&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-5736887906057068783?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/7L1AlN6JiaA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/5736887906057068783/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/2-exercicios-sobre-incoerencia-textual.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/5736887906057068783?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/5736887906057068783?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/7L1AlN6JiaA/2-exercicios-sobre-incoerencia-textual.html" title="2 exercícios sobre incoerência textual" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/2-exercicios-sobre-incoerencia-textual.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUGSH8_eSp7ImA9WhRVGEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-4918517938231396262</id><published>2012-01-18T02:15:00.001-02:00</published><updated>2012-01-18T08:57:09.141-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-18T08:57:09.141-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Textos em 1ª pessoa" /><title>Aumentando a banda e afinando os instrumentos</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wxb62XAamHZ4l2hwHxj5HZFxZZU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wxb62XAamHZ4l2hwHxj5HZFxZZU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wxb62XAamHZ4l2hwHxj5HZFxZZU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Wxb62XAamHZ4l2hwHxj5HZFxZZU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nas palavras de um desses poetas moderninhos do Twitter, “&lt;em&gt;a esperança é sempre mais teimosa do que eu&lt;/em&gt;”, mas acho que eu tenho sido muito mais teimoso que ela. E é justamente por isso que fico protelando determinadas ações na minha vida. É assim também com você? É, aluno? É, professor? Você, aluno, quantas vezes deixou pra estudar na véspera da prova? Você, professor, quantas vezes deixou que aquela dorzinha que sentia fosse tratada com paliativos apenas porque tinha medo de tirar licença-médica e perder o bônus dado como esmola para os professores da Rede Pública paulista. Pois é isso mesmo.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-X6FHXcubUk4/TxZHayTzKGI/AAAAAAAAb0c/qRfUXao5Mxw/s1600-h/aumentar%252520o%252520time%252520e%252520as%252520atualiza%2525C3%2525A7%2525C3%2525B5es%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="aumentar o time e as atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es" alt="aumentar o time e as atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es" src="http://lh3.ggpht.com/-dGh8S5vPK6g/TxZHbm4KhRI/AAAAAAAAb0k/vRBGWbiXAn0/aumentar%252520o%252520time%252520e%252520as%252520atualiza%2525C3%2525A7%2525C3%2525B5es_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="500" height="375"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Protelamos, protelamos tanto que protelamos até o fato de que precisamos ser nós mesmos… Vamos aos trancos e barrancos, atenções desmedidas/“desmerecidas”, promessas não cumpridas, rompimentos repentinos. Ninguém tem culpa, querer acertar é bom, mas… O fato é que o mundo dá voltas e se ficarmos parados a vida passará… passa… passou… &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;É justamente por isso que aumentei o time, deleguei tarefas e abri mão da “necessidade” que tenho de estar aqui, ali… distante. Não estando, estarei mais presente e isso é um teste… vou ali e já volto. Nas palavras do mesmo poeta moderninho ditado lá no início do texto, “fui feliz de um jeito, agora vou ser feliz de outro jeito”&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;P.s.1: para aqueles que desejam receber as atualizações do blog lá no Twitter, recomendo que assinem o feed do blog também.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;P.s.2: o poeta moderninho é o Carpinejar.&lt;/p&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/jmjmjmjm/1533282309" rel="nofollow" target="_blank"&gt;Imagem via Flickr&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
Este artigo pertence ao &lt;a href="http://www.analisedetextos.com.br/"&gt;Análise de Textos&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-4918517938231396262?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/x5Fi9HeMGkY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/4918517938231396262/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/aumentando-banda-e-afinando-os.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/4918517938231396262?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/4918517938231396262?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/x5Fi9HeMGkY/aumentando-banda-e-afinando-os.html" title="Aumentando a banda e afinando os instrumentos" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-dGh8S5vPK6g/TxZHbm4KhRI/AAAAAAAAb0k/vRBGWbiXAn0/s72-c/aumentar%252520o%252520time%252520e%252520as%252520atualiza%2525C3%2525A7%2525C3%2525B5es_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/aumentando-banda-e-afinando-os.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4DRns5cSp7ImA9WhRVGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-1512510279765148646</id><published>2012-01-17T10:21:00.001-02:00</published><updated>2012-01-17T10:22:57.529-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-17T10:22:57.529-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aprenda a Nova Ortografia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aprenda Português" /><title>A má ortografia acabará com seus negócios</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-k_lxcrw5ro3lqPVSXRDf4zYmAE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-k_lxcrw5ro3lqPVSXRDf4zYmAE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-k_lxcrw5ro3lqPVSXRDf4zYmAE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-k_lxcrw5ro3lqPVSXRDf4zYmAE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Já se falou tanto na internet a respeito de &lt;strong&gt;má ortografia&lt;/strong&gt; que seria repetitivo dizer o quanto é importante &lt;a href="http://aprendaaescrever.blogspot.com/" target="_blank"&gt;escrever&lt;/a&gt; corretamente para valorizar sua marca. Ter uma empresa, gastar um bom dinheiro planejando ações que aumentem seus ganhos, gastar tempo executando este projeto e cometer um erro com o mostrado abaixo é, no mínimo, descuido. Vejam o panfleto que recolhi no portão de casa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-tFM68CV10J0/TxVnwDh66gI/AAAAAAAAbig/P96CRGUBXc4/s1600-h/rapides5.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="rapides" alt="rapides" src="http://lh6.ggpht.com/-ZZmMC73Fj_k/TxVnxMvMkdI/AAAAAAAAbio/gRJQqEh5DIo/rapides_thumb3.jpg?imgmax=800" width="500" height="763"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Viram a forma como foi grafada a palavra rapidez? Pra você não errar, vai a dica:&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Se a palavra é derivada de um substantivo, escreva com S. Se ela é derivada de um adjetivo, escreva com Z. Vejam o exemplo:&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Portugal [substantivo próprio] –&amp;gt; portuguêS / portugueSa&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Belo [adjetivo] –&amp;gt; beleZa&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Testem com outras e verão que é sempre assim. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Um último comentário apenas. É preciso diferenciar o erro do descuido. Digo isso porque, às vezes, se vê claramente que houve um erro de digitação. Na internet acontece muito disso devido à velocidade com que se escreve e publica. Mas investir dinheiro, imprimir milhares de panfletos anunciando seu serviço e haver um erro de ortografia, me desculpem, mas é “descuido” demais. Ahh… e esse é apenas um dos cinco erros que&amp;nbsp; panfleto tem.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-1512510279765148646?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/IGlerb3HlFU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/1512510279765148646/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/ma-ortografia-acabara-com-seus-negocios.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/1512510279765148646?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/1512510279765148646?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/IGlerb3HlFU/ma-ortografia-acabara-com-seus-negocios.html" title="A má ortografia acabará com seus negócios" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-ZZmMC73Fj_k/TxVnxMvMkdI/AAAAAAAAbio/gRJQqEh5DIo/s72-c/rapides_thumb3.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/ma-ortografia-acabara-com-seus-negocios.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcEQnk8fSp7ImA9WhRVF00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-5296152956268952158</id><published>2012-01-16T08:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-16T08:00:03.775-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-16T08:00:03.775-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios de Literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercício com gabarito" /><title>O começo de uma caminhada longa para a vitória</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UrgJ3HJVCjs3vdfTOPlz1gB81Gw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UrgJ3HJVCjs3vdfTOPlz1gB81Gw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UrgJ3HJVCjs3vdfTOPlz1gB81Gw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/UrgJ3HJVCjs3vdfTOPlz1gB81Gw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com o início do ano e a retomada das atividades, as atualizações por aqui serão bem mais frequentes. A diferença, no entanto, é que as postagens serão um pouco mais objetivas. Nada de introduções longas como esta. Vamos caminhar pelos conteúdos que serão cobrados no &lt;a href="http://tudosobrenovoenem.blogspot.com/" target="_blank"&gt;ENEm&lt;/a&gt; e também revisaremos os conteúdos dos maiores e mais importantes vestibulares [ainda que isso seja subjetivo] A princípio, veremos &lt;strong&gt;quais os conceitos fundamentais no estudo da Literatura&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-g6HDrphMQJ0/TxNivjP1NaI/AAAAAAAAbXk/BwnU7dEhbWY/s1600-h/revis%2525C3%2525A3o%252520para%252520o%252520vestibular%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="revis&amp;atilde;o para o vestibular" alt="revis&amp;atilde;o para o vestibular" src="http://lh3.ggpht.com/-jmLUmP_jju4/TxNiwxzYpyI/AAAAAAAAbXs/0dlcsZ8Qyuk/revis%2525C3%2525A3o%252520para%252520o%252520vestibular_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="499" height="374"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;Literatura: conceitos fundamentais&lt;/h2&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Literatura é a obra de arte escrita&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Tudo o que falamos some no espaço.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;São parecidos os elementos de uma classe. Leões, por exemplo, são parecidos. Mas não há leões iguais.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Uma classe pode conter subclasses.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Podem-se repetir as palavras, mas não como foram pronunciadas.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Quanto mais longa a frase, mais difícil repeti-la.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Uma parte da memória dos homens vem sendo assumida por instrumentos de gravação e registro.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Uma certa perda de memória se nota nos homens da vida moderna; uma prova disso é que estes não conseguem mais guardar provérbios.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Literatura é memória.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p align="justify"&gt;E já que vamos estudar Literatura, lembremos das &lt;strong&gt;funções da linguagem&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;Função poética da linguagem&lt;/h2&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;As palavras são símbolos, porque representam coisas, ideias.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Uma palavra ou símbolo tem referência quando aponta um objeto real.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Há palavras que não têm referência, porém sugestões (saci, fantasma, fada etc).&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Quando uma palavra desperta nossa atenção mais para si do que para sua referência, dizemos que ela está provida de função poética.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;A função poética de uma palavra tende a aumentar à medida que ela se repete ao longo do texto e se combina com outras expressões, igualmente poéticas.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p align="justify"&gt;Vejamos ainda alguns exercícios sobre o conteúdo anterior.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Instrução para os exercícios de 1 a 7&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Coloque um X nas afirmações que interpretam corretamente os elementos da obra de arte escrita.&lt;/p&gt; &lt;ol&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;A fala desaparece no espaço - mais por causa da desatenção do que por qualquer outro motivo.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Na natureza, nem todos os indivíduos são singulares: alguns vegetais, por exemplo, são exatamente iguais aos outros.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;O que muda são as palavras, e não o modo de pronunciá-las.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Memória e tradição oral são fatores relacionados um com o outro.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;As editoras trabalham basicamente com a informação tipografada.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;A letra é um fator de preservação ou registro do discurso.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;Com a agitação da vida moderna, os provérbios foram desaparecendo.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;gabarito dos &lt;a href="http://exerciciosdeliteratura.blogspot.com/" target="_blank"&gt;exercícios de Literatura&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Deveriam ser assinaladas apenas as alternativas 4, 5, 6, e 7.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-5296152956268952158?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/m9xRO2_p2-s" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/5296152956268952158/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/o-comeco-de-uma-caminhada-longa-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/5296152956268952158?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/5296152956268952158?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/m9xRO2_p2-s/o-comeco-de-uma-caminhada-longa-para.html" title="O começo de uma caminhada longa para a vitória" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-jmLUmP_jju4/TxNiwxzYpyI/AAAAAAAAbXs/0dlcsZ8Qyuk/s72-c/revis%2525C3%2525A3o%252520para%252520o%252520vestibular_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/o-comeco-de-uma-caminhada-longa-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMBQ3c8fSp7ImA9WhRVFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-5778199469945424632</id><published>2012-01-13T09:17:00.001-02:00</published><updated>2012-01-13T09:17:32.975-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-13T09:17:32.975-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dicas de Redação" /><title>A presença do narrador e as redes sociais</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lNb7qiJVXjTZTLcBaSZGrLIE-1I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lNb7qiJVXjTZTLcBaSZGrLIE-1I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lNb7qiJVXjTZTLcBaSZGrLIE-1I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lNb7qiJVXjTZTLcBaSZGrLIE-1I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esta é a primeira &lt;strong&gt;sexta-feira 13&lt;/strong&gt; de 2012 e é uma ótima oportunidade para ressurgir das sombras &lt;img style="border-bottom-style: none; border-left-style: none; border-top-style: none; border-right-style: none" class="wlEmoticon wlEmoticon-smile" alt="Alegre" src="http://lh6.ggpht.com/-K7O4tzLs6NI/TxASxSQEbCI/AAAAAAAAZnA/eJ6gGHBqjJE/wlEmoticon-smile%25255B2%25255D.png?imgmax=800"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Hoje, apenas para colocar um pouco de óleo nas juntas e começarmos a pegar o ritmo para o novo ano de estudos, vamos rever algumas coisas simples a respeito de narrador. Parece que os cursinhos (e escolas que ficam de olho nesses) começaram a deixar de lado alguns conteúdos em nome da afamadas novas formas de se olhar para a &lt;strong&gt;construção do texto&lt;/strong&gt;. Fala-se muito sobre &lt;strong&gt;gêneros textuais&lt;/strong&gt;, sobre identificar a forma das produções enquanto que conceitos básicos como o de &lt;strong&gt;elementos estruturais&lt;/strong&gt;, narrador e até coesão ficaram um pouco em segundo plano. Vocês se lembram do que é narrador? Conseguem diferenciar o narrador do autor do texto? Conseguem perceber quando, nas redes sociais, quem fala é a personagem e não o dono do perfil? É, amigos, acho que, às vezes, nem a própria pessoa que escreve lá sabe diferenciar a personagem que criou&amp;nbsp; da pessoa que ela é.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-I5GGIEp4qbw/TxASyVhnZ7I/AAAAAAAAZnI/URpCxbDIQyM/s1600-h/dicas%252520de%252520reda%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520para%252520o%252520enem%2525202012%25255B6%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="dicas de reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o enem 2012" alt="dicas de reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o enem 2012" src="http://lh4.ggpht.com/-S6X0M5EVIi0/TxASyx8U0kI/AAAAAAAAZnQ/yQpEe884ScY/dicas%252520de%252520reda%2525C3%2525A7%2525C3%2525A3o%252520para%252520o%252520enem%2525202012_thumb%25255B7%25255D.jpg?imgmax=800" width="500" height="357"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Esse é verdadeiro! #ironia&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ao &lt;strong&gt;produzir um texto&lt;/strong&gt;, você poderá fazê-lo de duas maneiras diferentes, contar uma história em que você participa ou contar uma história que ocorreu com outra pessoa. Essa decisão determinará o tipo de narrador a ser utilizado em seu texto. &lt;/p&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;NARRADOR EM 1ª PESSOA&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Conhecido também por narrador-personagem, é aquele que participa da ação. Pode ser protagonista quando personagem principal da história, ou pode ser alguém que presenciou o fato, estando no mesmo local. Vejam um exemplo de &lt;strong&gt;narrador-protagonista&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;“Era noite, voltava sozinho para casa, o frio estava insuportável, não havia ninguém naquela rua sombria, ouvi um barulho estranho no muro ao lado, assustei-me...” &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Já o trecho abaixo é exemplo de &lt;strong&gt;narrador em 1ª pessoa&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;“Estava debruçado em minha janela quando vejo na esquina um garoto magro roubando a carteira de um pobre velho...”&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;NARRADOR EM 3ª PESSOA&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;Conhecido também por narrador-observador, é aquele que não participa da ação. &lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;“João estava voltando para casa, à noite, sozinho, quando ouviu, próximo ao muro, um barulho estranho.”&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;EXERCÍCIOS SOBRE NARRADOR&lt;/h2&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1)&lt;/strong&gt; Indique o tipo de narrador dos textos a seguir: &lt;br&gt;a) Alguns homens aparecem na porta do restaurante com suas esposas. &lt;br&gt;b) No meio do caminho resolvi parar, sentia-me mal, provavelmente por causa do peixe que comi no almoço. &lt;br&gt;c) O menino foi abrindo o caminho com um pedaço de ferro. &lt;br&gt;d) Quando cheguei dei de cara com minha mãe na sala. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2)&lt;/strong&gt; Passe para narrador-personagem: &lt;br&gt;“De madrugada o homem acordou com a chuva castigando o telhado de zinco do seu barraco. Rolou na cama, virou pro lado, fingiu que não era com ele. Mas não tinha jeito de dormir. Experiente, o homem sabia que aquela chuva grossa e insistente era com ele mesmo.” &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3)&lt;/strong&gt; Elabore um parágrafo com narrador-observador (3ª pessoa), seguindo a orientação: &lt;br&gt;Um rapaz tentando pegar sua bola que caiu no quintal do vizinho. Este é muito nervoso e tem um cachorro que adora morder bolas e dono de bolas.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-5778199469945424632?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/ez3pcYZO9Ck" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/5778199469945424632/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/presenca-do-narrador-e-as-redes-sociais.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/5778199469945424632?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/5778199469945424632?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/ez3pcYZO9Ck/presenca-do-narrador-e-as-redes-sociais.html" title="A presença do narrador e as redes sociais" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-K7O4tzLs6NI/TxASxSQEbCI/AAAAAAAAZnA/eJ6gGHBqjJE/s72-c/wlEmoticon-smile%25255B2%25255D.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/presenca-do-narrador-e-as-redes-sociais.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkECQng9eSp7ImA9WhRVEU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-3003802612029619436</id><published>2012-01-09T13:55:00.001-02:00</published><updated>2012-01-09T13:57:43.661-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-09T13:57:43.661-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dicas de Língua Portuguesa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aprenda Português" /><title>Os problemas de classificação das conjunções coordenativas</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MswrwHUO4OHIe2Xohmk8LIUpaSk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MswrwHUO4OHIe2Xohmk8LIUpaSk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MswrwHUO4OHIe2Xohmk8LIUpaSk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MswrwHUO4OHIe2Xohmk8LIUpaSk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Recentemente escrevi um guest post no qual eu explicava a importância de conhecer as conjunções coordenativas para estabelecer de forma eficaz a coesão das frases construídas em textos, seja pro vestibular, seja para os blogs em que são redatores. O problema, no entanto, é que deixei de lado algumas coisas importantes no &lt;strong&gt;uso e valores das conjunções coordenativas&lt;/strong&gt;.  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-cv5YsS6iTIU/TwsN4ScRqyI/AAAAAAAAW74/vf-c3NkRaIo/s1600-h/imagem_husky_siberiano%25255B5%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" title="imagem_husky_siberiano" alt="imagem_husky_siberiano" src="http://lh5.ggpht.com/-zD7ZHOaDWLw/TwsN5Df13YI/AAAAAAAAW8A/Rqsa8HMzaq0/imagem_husky_siberiano_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" width="550" height="412"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Lembrando-me hoje da cachorra mais perfeita que já tive!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;p align="justify"&gt;Assim como muitas outras coisas em Língua Portuguesa, é preciso considerar o contexto de uso de determinadas palavras para, assim, classificá-las. Vejamos um exemplo simples disso que estou falando. Observem o período abaixo abaixo:  &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;“Quem toma uma &lt;strong&gt;&lt;u&gt;decisão&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; precipitada tem mais tempo para se arrepender.” &lt;em&gt;[Carpinejar]&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Neste período, vejam que a palavra decisão, embora seja substantivo, exerce função de complemento do verbo tomar e, por isso, é classificada como Objeto Direto. Veja o próximo exemplo agora.  &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;“A &lt;strong&gt;&lt;u&gt;decisão&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; feriu profundamente o coração do enamorado, mas o tempo tornou-o resiliente.”&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Neste período, a palavra decisão foi usada novamente, porém, como sujeito da oração. A classificação gramatical não mudou, mas sua função foi determinada pelo novo contexto.  &lt;p align="justify"&gt;Voltando ao assunto do post, ocorre algo semelhante com algumas conjunções. Uma delas é a conjunção coordenativa “pois”. Temos aí duas situações. A conjunção “&lt;i&gt;pois”&lt;/i&gt;, se vier antes do verbo, terá valor de &lt;i&gt;explicação&lt;/i&gt;; se vier após o verbo ou entre vírgulas, terá valor de &lt;i&gt;conclusão&lt;/i&gt;.  &lt;p align="justify"&gt;Ex.: Os atores trabalhavam bem; o público aplaudiu, pois. (pois = portanto)  &lt;p align="justify"&gt;A segunda oração é, nesse caso, coordenada sindética conclusiva.  &lt;p align="justify"&gt;Ex.: O público aplaudiu, pois os atores trabalharam bem. (pois = porque)  &lt;p align="justify"&gt;Nesse caso, temos uma coordenada sindética explicativa.  &lt;p align="justify"&gt;É sempre importante considerar situações como essas quando se faz&lt;strong&gt; interpretações de texto&lt;/strong&gt;. A maneira como compreendemos determina o sentido que a palavra possui e, muitas vezes, sua classificação sintática. Recomendo, por último, alguns &lt;strong&gt;exercícios sobre orações coordenadas&lt;/strong&gt; que publiquei aqui no blog.  &lt;ul&gt; &lt;li&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.analisedetextos.com.br/2010/02/exercicios-de-oracoes-coordenadas.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;Exercícios sobre orações coordenadas&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-3003802612029619436?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/S1Iz_QI1Rv0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/3003802612029619436/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/os-problemas-de-classificacao-das.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/3003802612029619436?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/3003802612029619436?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/S1Iz_QI1Rv0/os-problemas-de-classificacao-das.html" title="Os problemas de classificação das conjunções coordenativas" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-zD7ZHOaDWLw/TwsN5Df13YI/AAAAAAAAW8A/Rqsa8HMzaq0/s72-c/imagem_husky_siberiano_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/os-problemas-de-classificacao-das.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4DQncyeSp7ImA9WhRWFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-1763780246232732943</id><published>2012-01-03T15:49:00.001-02:00</published><updated>2012-01-03T15:49:33.991-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-03T15:49:33.991-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exercícios de Interpretação de Textos" /><title>Exercício de Análise de Charge sobre o Dia do Trabalho</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DINRfXXy-nE7XTZXfgh6Xkcs2_Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DINRfXXy-nE7XTZXfgh6Xkcs2_Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DINRfXXy-nE7XTZXfgh6Xkcs2_Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DINRfXXy-nE7XTZXfgh6Xkcs2_Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nossa jornada recomeça. Depois de perguntar se &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/ano-novo-vida-nova-sera.html" target="_blank"&gt;o ano novo significa vida nova&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, vamos começar a pensar no &lt;em&gt;&lt;strong&gt;estudo &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;sistemático &lt;em&gt;&lt;strong&gt;da Língua Portuguesa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Para isso, quero rever uma atividade de meus arquivos junto com vocês. É um &lt;em&gt;&lt;strong&gt;exercício de análise de charge sobre o dia do trabalho&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Como sempre, percebe-se nas imagens o caráter crítico do cartunista. Vocês, após as imagens, encontrarão algumas perguntas que podem ser feitas aos alunos como forma de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;estimular a interpretação de textos verbais e textos não verbais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Leia-os com atenção, analise os personagens e as situações apresentadas, compare os diferentes traços de cada composição gráfica e os recursos visuais que utilizam. &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/--jKdn9IcAZw/TwM_jwtlVqI/AAAAAAAAU_I/_4UJtmtXzEc/s1600-h/charge%252520do%252520dia%252520do%252520trabalho%25255B4%25255D.png"&gt;&lt;img style="display: inline" title="charge do dia do trabalho" alt="charge do dia do trabalho" src="http://lh3.ggpht.com/-kq4uCPBUW-o/TwM_l1pUeXI/AAAAAAAAU_Q/dhRLJcvVaWA/charge%252520do%252520dia%252520do%252520trabalho_thumb%25255B2%25255D.png?imgmax=800" width="300" height="330"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-u9rSgmjq2ng/TwM_pYohjYI/AAAAAAAAU_Y/TYCcuB_WHok/s1600-h/charge%252520dia%252520do%252520trabalho%25255B4%25255D.png"&gt;&lt;img style="display: inline" title="charge dia do trabalho" alt="charge dia do trabalho" src="http://lh3.ggpht.com/-Nkg4Hwq2AH8/TwM_rBrLB9I/AAAAAAAAU_g/ApMabN6AGkQ/charge%252520dia%252520do%252520trabalho_thumb%25255B2%25255D.png?imgmax=800" width="300" height="314"&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align="justify"&gt;1. O artista explora em seus quadrinhos um tema que se percebe no dia-a-dia das grandes metrópoles. Qual é esse tema?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;2. Que tipos de injustiça social aparecem nos quadrinhos de Jean? &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;3. Na charge sobre o desemprego qual a incoerência que dá o toque de humor à situação apresentada?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;4. Ainda na charge sobre o desemprego, o que a expressão do olhar dos personagens passa para você?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;5. Nos quadrinhos sobre a questão do menor, qual a contradição da história?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;6. Observe os personagens desses quadrinhos. O que chama a sua atenção na expressão do rosto do homem que fala? E na expressão do menino?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;7. Você acha que existe justiça social no Brasil? Justifique sua resposta.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;8. No seu dia-a-dia, você convive com algum tipo de injustiça social? Justifique sua resposta, exemplificando-a com um fato ocorrido com você ou com alguém que você conhece.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;9. O que você gostaria de dizer aos trabalhadores brasileiros nesse 1ºMaio? Deixe aqui o seu recado.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;10. Para a atual Presidente da República, Dilma Rousseff, o que você diria? Deixe, também, o seu recado.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
Este artigo pertence ao &lt;a href="http://www.analisedetextos.com.br/"&gt;Análise de Textos&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-1763780246232732943?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/kzyHGDky_-c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/1763780246232732943/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicio-de-analise-de-charge-sobre-o.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/1763780246232732943?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/1763780246232732943?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/kzyHGDky_-c/exercicio-de-analise-de-charge-sobre-o.html" title="Exercício de Análise de Charge sobre o Dia do Trabalho" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-kq4uCPBUW-o/TwM_l1pUeXI/AAAAAAAAU_Q/dhRLJcvVaWA/s72-c/charge%252520do%252520dia%252520do%252520trabalho_thumb%25255B2%25255D.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/exercicio-de-analise-de-charge-sobre-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMASX0_fyp7ImA9WhRWFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-1456715107423813258</id><published>2012-01-03T03:03:00.001-02:00</published><updated>2012-01-03T03:10:48.347-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-03T03:10:48.347-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Textos em 1ª pessoa" /><title>Ano novo, vida nova… será?</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BDdILQHD2Oj-85ANGsglf4TRgf4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BDdILQHD2Oj-85ANGsglf4TRgf4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BDdILQHD2Oj-85ANGsglf4TRgf4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BDdILQHD2Oj-85ANGsglf4TRgf4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais um ano se inicia e não serei eu quem dirá aqui, assim como eu falei no &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://twitter.com/profBauru" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; hoje, que pra ser feliz em determinadas coisas, você deve &lt;strong&gt;&lt;em&gt;colocar um pouco menos que a medida exata de expectativa que as coisas merecem&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Cada um sabe de si e, correndo o risco de ser piegas, sabe a “dor e a delícia de ser o que é”.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;img style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" src="https://lh6.googleusercontent.com/-I9VOKmS4Enc/TwKLxg5RE3I/AAAAAAAAU-c/4RyPbncD7_I/s480/palmas-calorosas.gif"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Vocês não acham que 2011 merece?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;De minha parte, nada de resoluções públicas, nada de balanço do ano que passou. 2012 será de trabalho, foco nas coisas que realmente interessam AGORA e, a despeito do meu ceticismo, será um ano de muitas conquistas. Fica, portanto, meu convite para que vocês me acompanhem aqui pelo blog, visitem aqueles que eu indicar por aqui e que, assim, aprendamos mais sobre a Língua Portuguesa.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Num ano em que passou a ser obrigatório o uso da &lt;strong&gt;Nova ortografia&lt;/strong&gt;, prevejo muito trabalho. Se você quiser aprender mais sobre isso, achou o lugar certo. Se não concorda com as mudanças, pode ficar por aqui também porque se não rejeitamos nem aqueles que escrevem “seje”, “derepente”, “menas”, imagine se um trema mal colocado ou mesmo um acento diferencial impedirá a interação, não é? &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ficam aqui os meus votos de bom ano para vocês. E se me permitem indicar uma leitura para levar para o ano todo, leiam &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://noticias.r7.com/blogs/querido-leitor/2011/05/09/o-que-eu-realmente-acho/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;este texto da Rosana Hermann&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Até porque se “&lt;em&gt;eles passarão, eu passarinho&lt;/em&gt;”.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
Este artigo pertence ao &lt;a href="http://www.analisedetextos.com.br/"&gt;Análise de Textos&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;
Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-1456715107423813258?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/Te1ThkJRdQw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/1456715107423813258/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/ano-novo-vida-nova-sera.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/1456715107423813258?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/1456715107423813258?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/Te1ThkJRdQw/ano-novo-vida-nova-sera.html" title="Ano novo, vida nova… será?" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh6.googleusercontent.com/-I9VOKmS4Enc/TwKLxg5RE3I/AAAAAAAAU-c/4RyPbncD7_I/s72-c/palmas-calorosas.gif" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2012/01/ano-novo-vida-nova-sera.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4AQXY6fip7ImA9WhRXFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-6134108372776074705</id><published>2011-12-20T15:42:00.001-02:00</published><updated>2011-12-20T15:42:20.816-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-20T15:42:20.816-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Textos em 1ª pessoa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Textos poéticos para meditação" /><title>No fim do ano, nos lembremos das flores-de-maio</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PER4wEs7ricTs-SW-3KQXSTsHr0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PER4wEs7ricTs-SW-3KQXSTsHr0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PER4wEs7ricTs-SW-3KQXSTsHr0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/PER4wEs7ricTs-SW-3KQXSTsHr0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Este foi um ano atípico. Mesmo forçando a memória, não me lembro de um outro ano que tenha deixado marcas tão profundas como esse. Mas chegar à penúltima semana do ano da forma como cheguei é sinal que, de alguma forma que ainda não consegui entender, Deus está me protegendo. Por mais que eu esteja acostumado a ver as coisas acontecerem de forma diferente daquela como planejei, é complicado pra qualquer ser humano, cantar os versos que colocarei abaixo sem que o coração fique apertado. Já pensei demais nessas palavras do Paulinho Moska:&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;“Vamos começar colocando um ponto final. Pelo menos já é um sinal de que tudo na vida tem fim.”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Mas a música de onde tirei os versos tem como título algo que pode ainda trazer um pouco de esperança:&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;“TUDO NOVO DE NOVO”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;E é com esse sentimento que fecho o ano aqui no blog com uma mensagem singela nas palavras de Rubem Braga. Se você não o conhece, não procure na Wikipédia ou naquele seu livro empoeirado que está esquecido na sua estante. Leia &lt;strong&gt;&lt;a href="http://luzdeluma.blogspot.com/2011/12/homenagem-ao-cronista-maior.html" rel="nofollow" target="_blank"&gt;este post da Luma&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e fique com a linda imagem construída por ela acerca do cronista que cito aqui.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O ano se vai e que fique a mensagem de que não devemos deixar para amanhã a contemplação de nossas flores-de-maio. &lt;strong&gt;Bom Natal&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;ótimo Ano Novo&lt;/strong&gt; para vocês, meus leitores, que me acompanharam neste ano e que tiveram MUITA paciência com os hiatos aqui do blog.&lt;/p&gt; &lt;h2 align="justify"&gt;FLOR DE MAIO*&lt;/h2&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Entre tantas notícias do jornal - o crime do Sacopã, o disco voador em Bagé, a nova droga antituberculosa, o andaime que caiu, o homem que matou outro com machado e com foice, o possível aumento do pão, a angústia dos Barnabés - há uma pequenina nota de três linhas, que nem todos os jornais publicaram.&lt;br&gt;Não vem do gabinete do prefeito para explicar a falta d’água, nem do Ministério da Guerra para insinuar que o país está em paz. Não conta incidentes de fronteira nem desastre de avião. É assinada pelo senhor diretor do Jardim Botânico, e nos informa gravemente que a partir do dia 27 vale a pena visitar o Jardim, porque a planta chamada “flor de maio” está, efetivamente, em flor.&lt;br&gt;Meu primeiro movimento, ao ler esse delicado convite, foi deixar a mesa da redação e me dirigir ao Jardim Botânico, contemplar a flor e cumprimentar a administração do horto pelo feliz evento. Mas havia ainda muita coisa para ler e escrever, telefonemas a dar, providências a tomar. Agora, já desce a noite, e as plantas em flor devem ser vistas pela manhã ou à tarde,quando há sol - ou mesmo quando a chuva as despenca e elas soluçam no vento, e choram gotas e flores no chão.&lt;br&gt;Suspiro e digo comigo mesmo - que amanhã acordarei cedo e irei. Digo, mas não acredito, ou pelo menos desconfio que esse impulso que tive ao ler a notícia ficará no que foi - um impulso de fazer uma coisa boa e simples, que se perde no meio da pressa e da inquietação dos minutos que voam. Qualquer uma destas tardes é possível que me dê vontade real, imperiosa, de ir ao Jardim Botânico, mas então será tarde, não haverá mais “flor de maio”, e então pensarei que é preciso esperar a vinda de outro outono, e no outro outono posso estar em outra cidade em que não haja outono em maio,e sem outono em maio não sei se em alguma cidade haverá essa flor de maio.&lt;br&gt;No fundo, a minha secreta esperança é de que estas linhas sejam lidas por alguém - uma pessoa melhor do que eu, alguma criatura correta e simples que tire desta crônica a sua única substância, a informação precisa e preciosa: do dia 27 em diante as “flores de maio” do Jardim Botânico estão gloriosamente em flor. E que utilize essa informação saindo de casa e indo diretamente ao Jardim Botânico ver a “flor de maio”- talvez com a namorada, talvez só.&lt;br&gt;Ir só, no fim da tarde, ver a “flor de maio”; aproveitar a única notícia boa de um dia inteiro de jornal, fazer a coisa mais bela e emocionante de um dia inteiro da cidade imensa. Se entre vós houver essa criatura, e ela souber por mim a notícia, e for, então eu vos direi que nem tudo está perdido, e que vale a pena viver entre tantos Sacopãs de paixões desgraçadas e tantas COFAPs de preços irritantes, que a humanidade possivelmente ainda poderá ser salva, e que às vezes ainda vale a pena escrever uma crônica.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;* Mantive a grafia original da palavra na crônica, mas o Houaiss grafa a expressão com hífen.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-6134108372776074705?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/VM-QDyYBlC4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/6134108372776074705/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2011/12/no-fim-do-ano-nos-lembremos-das-flores.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/6134108372776074705?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/6134108372776074705?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/VM-QDyYBlC4/no-fim-do-ano-nos-lembremos-das-flores.html" title="No fim do ano, nos lembremos das flores-de-maio" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2011/12/no-fim-do-ano-nos-lembremos-das-flores.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk8EQX4-fyp7ImA9WhRXEkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-3549120536063973962.post-291620330812712620</id><published>2011-12-19T09:40:00.001-02:00</published><updated>2011-12-19T09:40:00.057-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-19T09:40:00.057-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Gerúndio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aprenda Português" /><title>Para você estar passando adiante [gerundismo]</title><content type="html">
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b4WXnLpUoDmCkNZnu2lhkTDAT1w/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b4WXnLpUoDmCkNZnu2lhkTDAT1w/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b4WXnLpUoDmCkNZnu2lhkTDAT1w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/b4WXnLpUoDmCkNZnu2lhkTDAT1w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Vocês conhecem alguém que fale assim?&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-dLFSJTH0-kI/Tu8ijP1iJDI/AAAAAAAATgM/fYjVJt0F3Uk/s1600-h/gerundismo%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="display: inline" title="gerundismo" alt="gerundismo" src="http://lh5.ggpht.com/-kE8O8QmyxnA/Tu8ij-pidpI/AAAAAAAATgU/vGjjX0isDr4/gerundismo_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" width="696" height="270"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Lia recentemente que em fevereiro de 2001, o publicitário Ricardo Freire deu início a uma curiosa campanha no Jornal da Tarde, onde publicava a coluna Xongas. O texto abaixo, que logo chegou à internet e passou a ser divulgado por aquelas deliciosas correntes que expõe o nosso e-mail para todos os fraudadores e “enviadores de spam”, foi o ponto de partida dessa campanha. Deem uma olhada no texto:&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Para você estar passando adiante&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;Este artigo foi feito especialmente para que você &lt;strong&gt;possa estar recortando&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;possa estar deixando&lt;/strong&gt; discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga &lt;strong&gt;estar falando&lt;/strong&gt; sem &lt;strong&gt;estar espalhando&lt;/strong&gt; essa praga terrível da comunicação moderna, o gerundismo.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Você pode também &lt;strong&gt;estar passando&lt;/strong&gt; por fax, &lt;strong&gt;estar mandando&lt;/strong&gt; pelo correio ou &lt;strong&gt;estar enviando&lt;/strong&gt; pela internet. O importante é &lt;strong&gt;estar garantindo&lt;/strong&gt; que a pessoa em questão vá &lt;strong&gt;estar&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;recebendo&lt;/strong&gt; esta mensagem, de modo que ela &lt;strong&gt;possa estar lendo&lt;/strong&gt; e, quem sabe, consiga até mesmo&lt;strong&gt; estar se dando&lt;/strong&gt; conta da maneira como tudo que ela costuma &lt;strong&gt;estar falando&lt;/strong&gt; deve &lt;strong&gt;estar soando&lt;/strong&gt; nos ouvidos de quem precisa &lt;strong&gt;estar escutando&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Sinta-se livre para &lt;strong&gt;estar fazendo&lt;/strong&gt; tantas cópias quantas você &lt;strong&gt;vá estar achando&lt;/strong&gt; necessárias, de modo a &lt;strong&gt;estar atingindo&lt;/strong&gt; o maior número de pessoas infectadas por esta epidemia de transmissão oral.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Mais do que &lt;strong&gt;estar repreendendo&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;estar caçoando&lt;/strong&gt;, o objetivo desse movimento é &lt;strong&gt;estar fazendo&lt;/strong&gt; com que &lt;strong&gt;esteja caindo&lt;/strong&gt; a ficha nas pessoas que &lt;strong&gt;costumam estar falando&lt;/strong&gt; desse jeito sem &lt;strong&gt;estar percebendo&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Nós temos que &lt;strong&gt;estar mostrando&lt;/strong&gt; a nossos interlocutores que, sim!, &lt;strong&gt;pode estar existindo&lt;/strong&gt; uma maneira de &lt;strong&gt;estar aprendendo&lt;/strong&gt; a &lt;strong&gt;estar parando&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;estar falando&lt;/strong&gt; desse jeito.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align="justify"&gt;O texto de Ricardo Freire tematiza, de maneira bem-humorada, a "febre" do gerundismo que tomou conta dos brasileiros há alguns anos. Afinal, o que é o gerundismo e por que ele deveria ser combatido? Em termos estruturais o que se tem é uma locução verbal construída a partir do uso de dois verbos auxiliares (geralmente, ir/poder + estar) + Gerúndio. Exemplos: possa estar recortando, possa estar deixando, vá estar recebendo, etc.)&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Uma das hipóteses para explicar a origem dessa construção perifrásica em português seria a tradução de manuais norte-americanos de treinamento de operadores de telemarketing. Nesses textos, uma estrutura temporal típica do futuro em inglês (futuro do verbo to be + gerúndio: we will be doing, seding, writing, etc.) aparece com frequência. Essa estrutura teria sido traduzida literalmente para o português, dando origem ao que passou a ser chamar de gerundismo.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;O problema causado por essa tradução literal é que, em português, o futuro passou a ser expresso por meio de uma perífrase construída com o Gerúndio, quando isso não é necessário para designar acontecimentos futuros. A língua já dispõe de duas estruturas verbais para cumprir tal função: o futuro do presente simples (levarei, farei, etc.) e as formas perifrásticas construídas com o verbo ir + Infinitivo (vou levar, vou fazer, etc),&lt;br&gt;O uso do gerundismo tornou-se tão difundido, que passou a ser alvo de todo tipo de crítica, como na campanha promovida por Ricardo Freire. Muitas tiras, como a reproduzida a seguir, ironizam o uso do gerundismo.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;Agora me responda. Você se incomoda com essa maneira de falar?&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;hr 'style: color blue' /&gt;
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Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3549120536063973962-291620330812712620?l=www.analisedetextos.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/analisedetextos/~4/btkrbD-8kgo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://www.analisedetextos.com.br/feeds/291620330812712620/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.analisedetextos.com.br/2011/12/para-voce-estar-passando-adiante.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/291620330812712620?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/3549120536063973962/posts/default/291620330812712620?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/analisedetextos/~3/btkrbD-8kgo/para-voce-estar-passando-adiante.html" title="Para você estar passando adiante [gerundismo]" /><author><name>Bauru</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-tuodY54ejmE/TywSHaT9n9I/AAAAAAAAjKI/akT-xB9ZpNM/s220/avatar-2012.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-kE8O8QmyxnA/Tu8ij-pidpI/AAAAAAAATgU/vGjjX0isDr4/s72-c/gerundismo_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.analisedetextos.com.br/2011/12/para-voce-estar-passando-adiante.html</feedburner:origLink></entry></feed>

