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	<description>Estimulando a Anarquia da Informação na Web</description>
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		<title>UPDATE: Rede Social é um conceito, não somente uma ferramenta</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 21:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uriel Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Basicamente, um projeto deveria atender a um plano de marketing que por sua vez tem como objetivo fazer com que o negócio se torne cada vez mais rentável. Lógico que estou reduzindo muito os conceitos de cada uma das partes, mas quando vemos estes elementos juntos precisariam trabalhar dessa forma.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><img title="Panorama das Mídias Sociais" src="http://tassiabolson.files.wordpress.com/2009/09/midias-sociais.jpg" alt="Panorama das Mídias Sociais" width="540" height="360" /><p class="wp-caption-text">Panorama das Mídias Sociais</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com exceção dos projetos essencialmente experimentais, basicamente, um projeto na web é uma entre muitas ferramentas possíveis de serem utilizadas para atender a um plano de marketing. Este, por sua vez, tem como objetivo fazer com que o negócio se torne cada vez mais próspero. Lógico que estou reduzindo muito os conceitos de cada uma das partes, mas quando vemos estes elementos juntos, funcionam mais ou menos dentro desse universo.</p>
<p>Isso sempre funcionou muito bem, porque o plano de marketing define um briefing que é utilizado como base para o escopo do projeto. Os custos e prazos passam a ser mais ou menos controlados, pois todos estavam partindo de dados relativamente fixos entregues pela pesquisa de mercado. A web traz uma nova realidade de múltiplos dados e possibilidades. Estamos conseguindo aproveitar essa característica catalizador de resultados? Ou ainda estamos discutindo a personalização de conteúdo de forma linear?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Um novo paradigma</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saindo da realidade de análise linear para uma análise de dados múltiplos, precisamos de uma quebra de paradigma. Nesta nova realidade, o paradigma anterior passa a ser “questionado” no universo online, visto que o consumidor deixou de ter um comportamento fixo, ou, passou a ter um comportamento fixo de curtíssimo prazo. Algo como 20 minutos.</p>
<p>Como usuário online, temos múltiplos estímulos, assuntos, comportamentos, enfim, tudo simultaneamente. Esse contexto torna as ações que utilizam a visão do marketing tradicional, digamos, inadequadas. Solução: uma nova visão.</p>
<p>Vemos hoje, nos projetos web 2.0, um objetivo claro: captar o máximo de informações comportamentais (navegação) do usuário, a partir de mecanismos interativos para, baseado nisso, tentar entregar a ele exatamente o que ele gostaria de consumir/utilizar em um determinado momento.</p>
<p>A personalização de conteúdo é extremamente útil e importante, porém, ainda estamos pensando com a visão do marketing tradicional: coletar dados comportamentais lineares e gerar oportunidades personalizadas a partir deles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>De onde o usuário veio?</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa é a pergunta crucial desse artigo. Uma breve análise no seu software de web analytics e você terá vários <em>&#8220;referrals&#8221;</em>.  Porém, o meu referral não é sempre o mesmo, ou raramente é. E normalmente não levamos em consideração que cada &#8220;referral&#8221; fará com que o usuário tenha uma experiência diferente a cada vez que ele voltar ao meu site.</p>
<p>A análise consiste no seguinte: quando o usuário entra em um site, normalmente está vindo(origem) de outro que tem temática e assuntos específicos. Ao chegar no meu site hoje, a partir da origem &#8220;x&#8221;, o comportamento do usuário  não é o mesmo que quando ele veio ontem da origem &#8220;y&#8221;. Ele chega sobrecarregado pelas experiências da site anterior, e a cada retorno, se a origem muda, a experiência muda também.</p>
<p>Essas variações podem se repetir infinitamente para o mesmo usuário. Em projetos com audiência de alto nível, essas possibilidades crescem absurdamente. Por isso, a leitura daquela nossa pesquisa, realizada apenas dentro do meu site, pode me trazer grandes inconsistências. Como essas origens são imprevisíveis, aquela personalização que foi criada para aquele usuário, pode não ser mais tão eficiente em cada nova visita.</p>
<p>A web impõe uma nova realidade de múltiplos estímulos, fazendo com que mesmo que o projeto tenha seguido os padrões mais modernos de Arquitetura da Informação, a personalização tão buscada, pode na verdade gerar algum tipo de frustração para o usuário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A vocação das redes sociais</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os mecanismos interativos do meu projeto web 2.0 estão me gerando muitos dados, mas dentro do meu universo, que é uma &#8220;minúscula partícula subatômica&#8221; sobre o comportamento daquele usuário no &#8220;digiverso&#8221; (universo digital). Mas como resolver isso? Que software/empresa/tecnologia/gênio(Google!?) poderia nos entregar dados tão completos?</p>
<p>Para aproveitarmos melhor essa nova realidade e termos um Plano de Marketing Online mais eficiente, precisamos reunir as informações de experiência. objetivos e conteúdos específicos do meu site, e as informações do todo(experiência do usuário em todo o universo online). Parece bastante utópico, mas as redes sociais parecem já ter essa vocação</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>6h por dia nas redes sociais</h3>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>“Pesquisa da E.life mostra que 42,5% dos entrevistados dedicam 41 horas ou mais à internet por semana. Ou seja, quase 6 horas por dia.” (<a title="Brasil Econômico" href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/usuarios-de-redes-sociais-navegam-41-horas-por-semana_99751.html" target="_blank">Brasil Econômico</a>)</strong></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acredito que um dos muitos “segredos” do sucesso das redes sociais consiste exatamente nesse controle de um universo enorme de ações do usuário e essa multipersonalização do conteúdo, ou seja, o conteúdo é personalizado pra mim de “n” formas diferentes de acordo com outros “n” fluxos de navegação e interesse. E eu tenho a liberdade de recustomizá-lo, se quiser.</p>
<p>A partir do momento em que eu crio um ambiente onde tudo pode ser feito ali dentro, eu consigo &#8220;medir&#8221; vários comportamentos diferentes sob uma mesma plataforma. Ou seja, várias combinações de “origens e destinos” daquele usuário.</p>
<p>É nessa realidade proposta pelas redes sociais que o usuário começa a se sentir confortável, pois o projeto começa a entregar a ele, de formas diferentes, em momentos diferentes, recursos que ele jamais conseguiria em apenas um site.</p>
<p>Não acredito que as redes sociais em si, ou apenas elas, sejam o futuro do marketing online, mas sim a visão de seu ambiente múltiplo, que precisa ser trazido para &#8220;todos&#8221; os projetos web, é que importa. Aí sim conseguiremos dar um salto nos resultados do projeto web e, por conseqüência, trazer o tão almejado sucesso para um novo Plano de Marketing.</p>
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		<title>Novo plano de carreira do profissional digital: a Espiral</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 17:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uriel Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; No mercado de publicidade digital temos acompanhado duas grandes características: a falta de profissionais qualificados, e a velocidade com que os profissionais que existem trocam de empresas. A primeira, e mais fácil de entender, é a falta de profissionais qualificados para lidar com as novas técnicas e mídias que a internet disponibiliza. Essa dificuldade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_654" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.anarquiweb.com/2011/08/novo-plano-de-carreira-do-profissional-digital-a-espiral/1160148_14462170/" rel="attachment wp-att-654"><img class="size-full wp-image-654" title="A Espiral" src="http://www.anarquiweb.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/08/1160148_14462170-e1314320257946.jpg" alt="A Espiral" width="555" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Espiral: uma nova ótica de Carreira Profissional</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mercado de publicidade digital temos acompanhado duas grandes características: a falta de profissionais qualificados, e a velocidade com que os profissionais que existem trocam de empresas. A primeira, e mais fácil de entender, é a falta de profissionais qualificados para lidar com as novas técnicas e mídias que a internet disponibiliza. Essa dificuldade acontece exatamente por conta da alta velocidade com ue as mudanças acontecem nesse &#8220;novo mundo&#8221;. Faltam instituições de ensino já atualizadas com as novas teorias, professor es em condições de preparar esses profissionais e empresas que consigam de fato estudar e utiliziar de forma adequada esses novos formatos para assim estimularem a qualificação de suas próprias equipes. Uma pesquisa do instituto Sensus, encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e divulgada nesta terça-feira(16/08), indica que a maioria dos brasileiros &#8211; 55,1% &#8211; ainda não tem acesso à internet (<a title="Menos da metade dos brasileiros tem acesso à internet, aponta CNT/Sensus  Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/08/16/menos-da-metade-dos-brasileiros-tem-acesso-internet-aponta-cnt-sensus-925138891.asp#ixzz1VbxmORww © 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A." href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2011/08/16/menos-da-metade-dos-brasileiros-tem-acesso-internet-aponta-cnt-sensus-925138891.asp" target="_blank">leia aqui</a>). Todo esse contexto nos mostra que essa dificuldade tende a se manter ainda por algum tempo, pois as mudanças necessárias ainda precisam ser feitas em escala nacional em emdiversos níveis.</p>
<p>O segundo ponto, é a velocidade com que os profissionais já inseridos nesse novo mercado mudam de emprego. É nítido que uma das causas dessas mudanças está diretamente relacionada ao  contexto anterior: com poucos profissionais no mercado, as empresas buscam seus profissionais em outras empresas, gerando uma espécie de leilão nos valores e propostas salariais, onde quem paga mais, leva. Mas eu gostaria de apontar outro aspecto que tem como ponto central a percepção do próprio profissional web sobre a sua carreira.</p>
<p>A velocidade com que uma idéia na web pode gerar resultados para uma marca/empresa é espantoso. Em questão de dias uma campanha, ou ainda, uma frase publicada, podem aumentar o valor de uma marca ou comprometê-la totalmente. O profissional digital competente sabe disso e está acostumado com essa velocidade, pois já sabe utilizar essa característica como ferramenta de trabalho. Mas ele espera que sua carreira consiga crescer com uma velocidade similar com a que ele traz resultados. Se a web consegue trazer resultado rápido, eis um grande desafio para os diretores e gestores de recursos humanos: como manter essa profissional satisfeito o suficiente para continuar lutando por melhores resultados? Não é uma pergunta fácil de responder, pois uma folha de pagamento dando saltos a cada dois meses, pode quebrar uma empresa.</p>
<p>Reunidos esses dois aspectos surge o que uma nova realidade nos planos de carreira, a qual chamei de &#8220;plano de carreira em espiral&#8221;. O profissional luta por um tempo relativamente curto para gerar resultados positivos na web e, se é competente, consegue . Se a empresa não reconhece isso na mesma velocidade, ele busca facilmente uma lista de outras empresas com vagas abertas, o que sabemos, há muitas vagas abertas. Quando digo reconhecimento, digo claramente valor de salário + benefícios para o profissional, ou seja, coisas que realmente afetam e melhoram a sua vida pessoal. Conversando com a outra empresa, por conta do déficit de profissionais, e pelos resutados alcançados na empresa anterior, geralmente ele sai para um cargo melhor e salário maior, quando começa novamente a lutar por resultados e todo o ciclo recomeça. Aparentemente são ciclos curtos de 6 a 24 meses que fazem com que o profissional, em 10 anos, tenha passado por mais de 5 empresas sem que isso seja visto como um ponto negativo em seu currículo. Obviamente que para essa análise de um currículo com &#8220;quilometragem alta&#8221; ser positiva, dependem, entre outros aspectos, dos motivos pela troca de emprego tão frequentemente. À repetição desses ciclos subindo para o objetivo de alcançar uma estabilidade na carreira, que seria uma posição de destaque no mercado, chamei da &#8220;Espiral&#8221;.</p>
<p>Vemos então uma troca clara no gestão da carreira tanto do ponto de vista do empregador quanto do funcionário. As empresas que insistirem em trabalhar com o modelos júnior(menos de 3 anos), pleno(3 a 5 anos) e sênior(+7 anos) na web, podem ter problemas na gestão desse profissional de alto desempenho, pois é um crescimento lento demais para tudo que ele pode produzir na web nesse tempo. Por outro lado, este novo profissional precisa ter condições de dialogar com a empresa em que trabalha de forma clara expondo suas expectativas sobre sua carreira, auxiliando assim o empregador a mantê-lo, dando feedbacks constantes e dividindo suas insatisfações para que não pareça que ele está se aproveitando levianamente dessa nova realidade que se apresenta.</p>
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		<title>UPDATE: Toda agência digital pode e deve entregar ROI</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 13:14:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uriel Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Trabalho com web desde 96, ou seja, vi a evolução da web partindo do que era o mais interessante na época, o chat do UOL. Chegando até as discussões atuais sobre Social, Mobile e Experiência do Usuário. Surgiram novas disciplinas, novos empregos, enfim, muita coisa mudou. Uma análise válida, avaliando a minha experiência nesse [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_592" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.anarquiweb.com/2011/08/toda-agencia-digital-pode-e-deve-entregar-roi/1152637_91606882/" rel="attachment wp-att-592"><img class="size-full wp-image-592" title="agencia-web-digital-roi" src="http://www.anarquiweb.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/08/1152637_91606882-e1314320425525.jpg" alt="agencia-web-digital-roi" width="555" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">Gráficos, relatórios, dados...</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trabalho com web desde 96, ou seja, vi a evolução da web partindo do que era o mais interessante na época, o chat do UOL. Chegando até as discussões atuais sobre Social, Mobile e Experiência do Usuário. Surgiram novas disciplinas, novos empregos, enfim, muita coisa mudou. Uma análise válida, avaliando a minha experiência nesse período e mais relatos e conversas com colegas da profissão, foi que saímos da preocupação em ter um portal ou site legal, e nesse momento a preocupação era puramente tecnológica, para uma preocupação com o Business, ou a busca pelo que chamamos hoje de ROI(Return on Investiment) – Retorno de Investimento. O interessante é verificar como essa transição da técnica para a estratégia, ainda não acabou. E é este o tema deste post.</p>
<p><span id="more-469"></span>As Agências de Publicidade tradicionais, ou atualmente chamadas de offline, tem uma conta para gerenciar, onde sempre tiveram dificuldades óbvias para demonstrar os resultados de suas ações e para justificar a continuidade do investimento do seu cliente. Como mensurar, por exemplo, o impacto real de um outdoor em uma via movimentada? Quantos % viram o anúncio? Quantos dos que viram de fato compraram o produto ou serviço? Quando falamos de branding, essas métricas tornam-se tão intangíveis que beiram o impossível.</p>
<p>Com essa realidade, e com todas as possibilidades de controle que a web oferece, os anunciantes começam a migrar para a Web: um ambiente totalmente parametrizável e passível de inúmeras técnicas de medição de resultados.<br />
No momento em que o investimento é transferido ou compartilhado com projetos online, as agências digitais têm a grande oportunidade de garantir aquilo que vendem: resultado.</p>
<p>Porém, temos visto que essa transição de mercado, tanto dos anunciantes, quanto das agências, não etm sido fácil e, muitas vezes, é intencionalmente desestimulada, ou ainda, deixando a obrigatoriedade de demonstrar resultados em segundo plano. Parte disso se deve ao fato de uma fatia relativamente grande do investimento da campanha ser usada para desenvolver as ferramentas que foram planejadas para aquela ação, e muitas vezes, essa necessidade consome a maior parte da verba. Outro ponto importante é que, como ainda há pouca experiência no mercado em Negócios Online, o anunciante permite essa despreocupação, pois fica encantado pelos novos recursos que se apresentam, e as agências por sua vez, se utilizam desse ambiente mágico e livre que é a web, para colocar a criatividade liderando o processo, muitas vezes deixando todo o resto de lado.</p>
<p>Vejam que não há nenhuma crítica a esse cenário da criatividade liderando o processo, pois a criatividade é o “motor” primário da publicidade. Há inclusive inúmeros cases de anunciantes que propositadamente investiram toda a verba e uma ação extremamente criativa, com o objetivo único de experimentar. A web permite isso, e isso é ótimo! Porém, é preciso que todos estejam cientes que nesta ação A, esse é o objetivo. E não deixar que essa falta de controle ou despreocupação com ele aconteça por falta de conhecimento de um dos lados, quando não, de ambos os lados da relação – anunciante e agência.</p>
<p>A palavra é ROI. E deveria ser cantada como um mantra em todo e qualquer projeto nas agências de publicidade. Principalmente para as agências que começaram a trabalhar na web ou nas Full Services, essencialmente onlines. Lembrando que ROI é retorno de investimento, e esse retorno pode ser através de coisas tangíveis, como aumento do faturamento e das vendas, ou de menos tangíveis como “Engajamento” ou “confiança” na marca X. A essência é: temos um objetivo/meta de resultado, precisamos de um investimento de X e de Y de tempo para produção e veiculação. Ao final, preciso demonstrar ao cliente o quanto dessa meta foi atingida, ou qual foi o ROI desta ação. É preciso saber se superou as expectativas ou errou, e o porquê de ambos os resultados. É desse compromisso com essa resposta que ainda sinto falta no mercado digital. A preocupação ainda está somente no que é “INOVADOR”, no que gera “BUZZ”, no que tem mais “LIKES”. Podemos e precisamos sim, buscar inovação e buzz, desde que isso esteja submetido às metas definidas para aquela ação.</p>
<p>Sei que vou me repetir aqui, mas acho que vale a pena, pois uma das coisas mais interessantes da WEB é que praticamente TUDO pode ser medido. Como é um ambiente vivo e imprevisível, o anunciante tem uma tolerância muito maior aos erros, desde que eles tenham sido medidos e esses dados estejam sempre sendo usados para minimizar os riscos das ações seguintes, em um ciclo inteligente. Por isso, na minha análise a idéia é que as Agências Digitais que estão se destacando no mercado, são as que vendem “Controle do ROI” usando ações criativas, e não simplesmente essa segunda parte.</p>
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		<title>Bancos de imagens &#8211; Free e Pagos</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 17:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uriel Marques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eis uma lista que pode auxiliar muitos profissionais e empresas web. É muito frequente ver designers e bloggers usarem imagens sem autorização, para evitar isso, busquei na internet essa lista bastante útil. Espero que ajude. [...] Verifique sempre o tipo de licença para a utilização das respectivas imagens. FREE a partir de $0,20 acima de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.anarquiweb.com/?attachment_id=484"><img class="size-full wp-image-484 alignnone" title="mosaico-imagens" src="http://www.anarquiweb.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/07/mosaico-imagens.jpg" alt="" width="930" /></a></p>
<p>Eis uma lista que pode auxiliar muitos profissionais e empresas web. É muito frequente ver designers e bloggers usarem imagens sem autorização, para evitar isso, busquei na internet essa lista bastante útil. Espero que ajude. [...]<span id="more-465"></span></p>
<table width="100%" border="1">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" bgcolor="gray"><span style="color: white;"><strong>Verifique sempre o tipo de licença para a utilização das respectivas imagens. </strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="whitesmoke" width="33%"><strong>FREE</strong></td>
<td bgcolor="whitesmoke" width="33%"><strong>a partir de $0,20</strong></td>
<td bgcolor="whitesmoke" width="33%"><strong>acima de $0,50</strong></td>
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<strong>6.</strong> <a href="http://amygdela.com/stock/" target="_blank">Amygdela</a><br />
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<strong>8. </strong><a href="http://www.ars.usda.gov/is/graphics/photos/" target="_blank">ARS</a><br />
<strong>9.</strong> <a href="http://www.artfavor.com/types.php?type=12" target="_blank">Artfavor</a><br />
<strong>10.</strong> <a href="http://bancoimagenes.isftic.mepsyd.es/" target="_blank">Banco Imagenes</a><br />
<strong>11.</strong> <a href="http://www.bajstock.com/main.htm" target="_blank">Bajstock</a><br />
<strong>12.</strong> <a href="http://www.bigfoto.com/" target="_blank">Bigfoto<br />
</a> <strong>13.</strong> <a href="http://www.burningwell.org/gallery2/main.php" target="_blank">Burning Well<br />
</a> <strong>14.</strong> <a href="http://www.cepolina.com/freephoto/" target="_blank">Cepolina Photos</a><br />
<strong>15.</strong> <a href="http://www.creativity103.com/" target="_blank">Creativity 103</a><br />
<strong>16.</strong> <a href="http://cromavista.ricardomartin.info/" target="_blank">Cromavista</a><br />
<strong>17.</strong> <a href="http://gallery.hd.org/index.jsp" target="_blank">DHD Multimedia Gallery</a><br />
<strong>18.</strong> <a href="http://www.dieblen.de/" target="_blank">Dieblen</a><br />
<strong>19.</strong> <a href="http://www.diwiesign.com/index.php?page=stockphotos" target="_blank">Diwiesign</a><br />
<strong>20.</strong> <a href="http://www.bancodeimagem.com.br/" target="_blank">Dns Fotografia Digital</a> [Br]<br />
<strong>21.</strong> <a href="http://www.dreamstime.com/free-photos" target="_blank">Dreamstime</a><br />
<strong>22. </strong><a href="http://www.designpacks.com/" target="_blank">Design Packs</a><br />
<strong>23.</strong> <a href="http://www.essendemme.com/stock_photos/" target="_blank">Essendemme</a><br />
<strong>24.</strong> <a href="http://www.everystockphoto.com/" target="_blank">Every Stock Photo</a><br />
<strong>25.</strong> <a href="http://www.farmphoto.com/" target="_blank">Farm Photo</a><br />
<strong>26. </strong><a href="http://www.photolibrary.fema.gov/photolibrary/index.jsp" target="_blank">FEMA</a><br />
<strong>27.</strong> <a href="http://www.fontplay.com/freephotos/" target="_blank">Fontplay</a><br />
<strong>28.</strong> <a href="http://www.fotodatenbank.com/" target="_blank">Fotodatenbank</a><br />
<strong>29.</strong> <a href="http://www.fotoglif.com/home/" target="_blank">Fotoglif</a><br />
<strong>30.</strong> <a href="http://www.fotofree.org/" target="_blank">Foto Free</a><br />
<strong>31.</strong> <a href="http://www.fourbees.com/fourbees/phoelm.asp" target="_blank">Fourbees</a><br />
<strong>32.</strong> <a href="http://www.freefoto.com/index.jsp" target="_blank">Free Foto</a><br />
<strong>33.</strong> <a href="http://www.freedigitalphotos.net/" target="_blank">Free Digital Photos</a><br />
<strong>34.</strong> <a href="http://www.freemediagoo.com/" target="_blank">Freemediagoo</a><br />
<strong>35.</strong> <a href="http://www.freephotobank.org/" target="_blank">Free Photo Bank</a><br />
<strong>36.</strong> <a href="http://www.freephotosweb.com/freephotosweb" target="_blank">Free Photos Web</a><br />
<strong>37.</strong> <a href="http://www.freeimages.co.uk/" target="_blank">Free Images</a><br />
<strong>38.</strong> <a href="http://freestockphotos.com/" target="_blank">Free Stock Photos</a><br />
<strong>39. </strong><a href="http://www.adigitaldreamer.com/gallery/" target="_blank">Free Stock Photography</a><br />
<strong>40.</strong> <a href="http://freerangestock.com/" target="_blank">Freerangestock</a><br />
<strong>41.</strong> <a href="http://www.imageafter.com/" target="_blank">Image After</a><br />
<strong>42.</strong> <a href="http://imagebase.davidniblack.com/main.php" target="_blank">Image Base</a><strong><br />
43.</strong> <a href="http://www.imageblowout.com/" target="_blank">Imageblowout</a><strong><br />
44.</strong> <a href="http://www.insectimages.org/" target="_blank">Insect Images</a><strong><br />
45.</strong> <a href="http://www.lightmatterphotography.com/" target="_blank">Light Matter Photography</a><strong><br />
46. </strong><a href="http://www.microshots.org/" target="_blank">Microshots</a><strong><br />
47.</strong> <a href="http://www.morguefile.com/archive/" target="_blank">Morguefile </a><br />
<strong>48.</strong> <a href="http://openphoto.net/" target="_blank">Open Photo</a><br />
<strong>49.</strong> <a href="http://www.photl.com/pt/" target="_blank">Photl</a><br />
<strong>50.</strong> <a href="http://photobank.net-poland.com/freegallery/Animals/thumb.html" target="_blank">Photo Bank</a><br />
<strong>51.</strong> <a href="http://www.photorack.net/" target="_blank">Photo Rack</a><br />
<strong>52.</strong> <a href="http://www.photogen.com/" target="_blank">Photogen</a><br />
<strong>53.</strong> <a href="http://www.photoxpress.com/" target="_blank">Photoxpress</a><br />
<strong>54. </strong><a href="http://www.hear.org/starr/plants/images/species/" target="_blank">Plants of Hawaii</a><br />
<strong>55.</strong> <a href="http://pix.halal.dk/" target="_blank">Pix</a><br />
<strong>56.</strong> <a href="http://www.pixelperfectdigital.com/free_stock_photos/" target="_blank">Pixel Perfect Digital<br />
</a><strong>57.</strong> <a href="http://www.pixelperfectdigital.com/free_stock_photos/" target="_blank">Pixelio<br />
</a><strong>58.</strong> <a href="http://www.pixelperfectdigital.com/free_stock_photos/" target="_blank">Public Domain Photos<br />
</a><strong>59.</strong> <a href="http://www.pixelperfectdigital.com/free_stock_photos/" target="_blank">Public Domain Stock Photos<br />
</a><strong>60.</strong> <a href="http://www.pixelperfectdigital.com/free_stock_photos/" target="_blank">Star29<br />
</a><strong>61.</strong> <a href="http://www.pixelperfectdigital.com/free_stock_photos/" target="_blank">Stick Stock<br />
</a><strong>62.</strong> <a href="http://www.pixelperfectdigital.com/free_stock_photos/" target="_blank">Stockvault<br />
</a><strong>63.</strong> <a href="http://www.pixelperfectdigital.com/free_stock_photos/" target="_blank">Studio25<br />
</a> <strong>64. </strong><a href="http://www.sxc.hu/" target="_blank">SXC</a><br />
<strong>65.</strong> <a href="http://tofz.org/" target="_blank">Tofz</a><br />
<strong>66. </strong><a href="http://www.tripalbum.net/" target="_blank">Tripalbum</a><br />
<strong>67.</strong> <a href="http://www.unices.org/photo2/" target="_blank">Unices</a><br />
<strong>68.</strong> <a href="http://www.unprofound.com/" target="_blank">Unprofound</a><br />
<strong>69.</strong> <a href="http://www.vintagepixels.com/" target="_blank">Vintage Pixels</a><br />
<strong>70.</strong> <a href="http://visipix.dynalias.com/index_hidden.htm" target="_blank">Visipix</a><br />
<strong>71.</strong> <a href="http://www.woophy.com/" target="_blank">Woophy</a><br />
<strong>72.</strong> <a href="http://www.nps.gov/features/yell/slidefile/index.htm" target="_blank">Yellowstone Digital Slide File</a><br />
<strong>73.</strong> <a href="http://www.zurb.net/zurbphotos/" target="_blank">Zurb</a></td>
<td valign="top"><strong>1. </strong><a href="http://br.fotolia.com/partner/200755100" target="_blank">Fotolia</a><br />
<strong>2.</strong> <a href="http://www.123rf.com/" target="_blank">123RF</a><br />
<strong>3.</strong> <a href="http://www.dreamstime.com/" target="_blank">Dreamstime</a><br />
<strong>4. </strong><a href="http://www.gimmestock.com/" target="_blank">Gimmestock</a><br />
<strong>5.</strong> <a href="http://www.fototic.com.br/index.php" target="_blank">Fototic</a> [Br]<br />
<strong>6.</strong> <a href="http://www.istockphoto.com/index.php" target="_blank">iStockphoto<br />
</a><strong>7.</strong> <a href="http://www.microfoto.com.br/" target="_blank">Microfoto</a><br />
<strong>8.</strong> <a href="http://www.shutterstock.com/" target="_blank">Shutterstock</a></td>
<td valign="top"><strong>1.</strong> <a href="http://www.agefotostock.com/" target="_blank">Age Foto Stock</a><br />
<strong>2. </strong><a href="http://www.ae.com.br/imagens/" target="_blank">Agência Estado</a><br />
<strong>3.</strong> <a href="http://agencia.grupodia.com.br/agenciaodia/scripts/primeira.asp" target="_blank">Agência O Dia</a><br />
<strong>4. </strong><a href="http://banco.agenciaoglobo.com.br/Pages/Capa/" target="_blank">Agência O Globo</a><br />
<strong>5. </strong><a href="http://www.corbisimages.com/" target="_blank">Corbis</a><br />
<strong>6.</strong> <a href="http://www.dpi-imagens.com.br/default.asp" target="_blank">DPI-imagens</a><br />
<strong>7.</strong> <a href="http://www.folhapress.com.br/" target="_blank">Folha Press</a><br />
<strong>8. </strong><a href="http://www.fotosintese.com.br/index.php" target="_blank">Foto Síntese</a><br />
<strong>9.</strong> <a href="http://www.gettyimages.com/" target="_blank">Getty Images</a><br />
<strong>10.</strong> <a href="http://www.grupokeystone.com.br/" target="_blank">Grupo Keystone</a><br />
<strong>11.</strong> <a href="http://www.imageplus.com.br/index.cfm?/home_PT" target="_blank">Image Plus</a><br />
<strong>12.</strong> <a href="http://www.latinstock.com.br/br/homenet/Default.aspx" target="_blank">Latin Stock</a><br />
<strong>13.</strong> <a href="http://www.nextfoto.com.br/novo/index.asp" target="_blank">NextFoto</a><br />
<strong>14.</strong> <a href="http://www.agenciapreview.com/banco.asp" target="_blank">Preview</a><br />
<strong>15.</strong> <a href="http://www.reflexo.com.br/" target="_blank">Reflexo</a><br />
<strong>16.</strong> <a href="http://www.sambaphoto.com.br/" target="_blank">Samba Photo</a><br />
<strong>17. </strong><a href="http://www.stockbrazil.com.br/" target="_blank">Stock Brazil </a><br />
<strong>18. </strong><a href="http://www.terrastock.com.br/default.asp?i=br" target="_blank">Terra Stock<br />
</a> <strong>19.</strong> <a href="http://www.turbophoto.com/" target="_blank">Turbo Photo</a></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="3" align="right" bgcolor="whitesmoke">via<a href="http://lista10.org/mega-lista/mega-listas-todos-os-bancos-de-imagens-da-internet/" target="_blank"> Lista10</a></td>
</tr>
</tbody>
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		<title>Duelo de Titãs: desenvolvedor x cliente</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 01:31:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uriel Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Métodos Ágeis]]></category>
		<category><![CDATA[ágeis]]></category>
		<category><![CDATA[agile]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[scrum]]></category>
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		<description><![CDATA[Aproveitando o lançamento do remake Duelo de Titãs, gostaria de escrever sobre a minha impressão sobre os rumos do mercado de desenvolvimento de software.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_734" class="wp-caption aligncenter" style="width: 565px"><a href="http://www.anarquiweb.com/?attachment_id=734"><img class="size-full wp-image-734" title="projeto_software" src="http://www.anarquiweb.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/08/projeto_software.jpg" alt="Projeto de Software" width="555" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto de Software</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aproveitando o lançamento do remake Duelo de Titãs, gostaria de escrever sobre a minha impressão sobre os rumos do mercado de desenvolvimento de software. É notório que as linguagens de desenvolvimento de softwares para desktop ou irão migrar para linguagens web, ou vão ser extintas. Até mesmo os sistemas operacionais começam a ser modificados para admitir uma utilização quase essencialmente online(vide Google Chrome OS).<span id="more-453"></span> Isso é interessante, pois atualmente, quando um projeto de TI é solicitado, verificam-se as necessidades, ou &#8220;regras de negócio&#8221; e buscam-se as melhores soluções para atendê-las. Porém, o cenário atual de utilização de projetos de tecnologia se modificou com a velocidade que o universo de negócios online impõe.</p>
<p>Hoje, o usuário define suas &#8220;regras de negócio&#8221; baseadas numa realidade imediata. Essa realidade se modifica já no minuto seguinte da aprovação dessas regras. O que acontece é que os usuários, ou clientes, nunca ficam satisfeitos com o resultado final do projeto, nem com seus prazos de execução, pois o tempo gasto no desenvolvimento nunca será tão veloz quanto as modificações no &#8220;business&#8221; do usuário/cliente. Da mesma forma o investimento do projeto para a ser vista como custo e gasta-se muito além do planejado com algo que provavelmente será descontinuado. Fica aquela discussão, por um lado o desenvolvedor:  &#8220;_ O cliente muda tudo toda hora!&#8221;; por outro o cliente: &#8220;_ O mercado não pode esperar todo esse tempo, preciso pra agora!&#8221;.</p>
<p>O profissional de Ti pensa: acho que vou precisar de outro emprego! Ou, ainda, decide abandonar a área por nunca conseguir entregar um projeto em que o cliente fique realmente satisfeito. Eis que existem alternativas. As metodologias ágeis têm sua utilização crescendo a cada dia. Basicamente, sua aplicação consiste em ao invés de se definir início e fim do projeto, trabalha-se com períodos curtos de desenvolvimento que possam testar sua eficácia quando se trata de retorno de investimento (ROI). Passa-se a trabalhar com um produto com &#8220;partes entregáveis&#8221; para o cliente. Dessa forma o produto, ou parte dele, começa a ser testado já no mundo real, e seu desenvolvimento acompanha o feedback positivo ou negativo dos usuários.</p>
<p>No Brasil, o conceito de &#8220;escopo flutuante&#8221; ainda não é bem aceito, pois presume que o cliente não saberá de fato de quanto será o investimento no projeto e nem quando terá o produto completamente pronto.</p>
<p>Nessa realidade o conceito convencional de fábrica de software está morrendo. Para a realidade web vemos que o conceito de projeto pronto não se encaixa. O projeto passa a ser quase um &#8220;organismo vivo&#8221; com mutações constantes.</p>
<p>Posso estar sendo exagerado, mas vejo que para nós profissionais de TI que buscamos realização e reconhecimento profissional, o que só virá com clientes satisfeitos, este é o melhor caminho, senão o único.</p>
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		<title>Sr. Usuário, me desculpe! É por causa do Google&#8230;</title>
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		<comments>http://www.anarquiweb.com/sr-usuario-me-desculpe-e-por-causa-do-google/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 May 2010 02:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uriel Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[ai]]></category>
		<category><![CDATA[flash]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[ux]]></category>

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		<description><![CDATA[Há bem pouco tempo atrás(em se falando de tecnologia nem tão pouco assim), a discussão era "experiência x velocidade", ou, um conflito básico na reflexão: "flash ou html?".]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 559px"><img class="alignnone" title="Logos Google Tools" src="http://blog.narcissique.fr/public/Google/logos-Google-tools.jpg" alt="" width="549" height="458" /><p class="wp-caption-text">Google Services</p></div>
<p>Bem, imagino que alguns já saibam sobre o que eu pretendo falar. Há bem pouco tempo atrás(em se falando de tecnologia nem tão pouco assim), a discussão era &#8220;experiência x velocidade&#8221;, ou, um conflito básico na reflexão: &#8220;flash ou html?&#8221;.</p>
<p>Enquanto isso ocorre o Google constrói um império, não só enquanto empresa, mas enquanto geradora de padrões. Surgem áreas de conhecimento extremamente técnicas tão essenciais quanto, como <em>SEO &#8211; Search Engine Optimization</em> ou <em>SEM &#8211; Search Engine Marketing. <span id="more-158"></span></em></p>
<p>As técnicas aplicadas à web convergem às normas que o <em>Robot</em> do Google precisa para <span style="text-decoration: line-through;">ler melhor</span> indexar melhor as páginas. O que vejo após 10 anos de experiência em web, são os sites <span style="text-decoration: line-through;">sem sal</span> todos iguais. Um verdadeiro absurdo, visto que o ser humano não percebe as coisas de uma mesma forma.</p>
<p>Mas existe alguém que percebe tudo do mesmo jeito: um robô! Cuidado pessoal, cada usuário precisa ser tratado como único e nem as técnicas de marketing convencionais para atingir massa ou, os ainda mais restritos, os nichos, conseguem êxito real na web.</p>
<p>Falaremos um pouco mais sobre a disciplina da Arquitetura da Informação que pretende auxiliar os projetos web a gerarem resultados reais para seus investidores/donos, e mudarem esse cenário &#8220;cinza&#8221; que pairou sobre a web.</p>
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		<title>Campus Party: conhecimento ou acampamento?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 17:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uriel Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[blogueiros]]></category>
		<category><![CDATA[campus party]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Um blog de opinião, se for bem fundamentado e consistente, é Jornalismo. Se for volúvel, inconseqüente, doutrinatório ou venenoso, não.&#8221; Citação do Luli Radfaher no Twitter no dia 31/04/09. &#160; Estou começando com essa citação, pois acho importante um reflexão sobre isso. Não vou me estender aqui pois já fiz um post discutindo o real [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span class="entry-content"><strong>&#8220;Um blog de opinião, se for bem fundamentado e consistente, é Jornalismo. Se for volúvel, inconseqüente, doutrinatório ou venenoso, não.&#8221;</strong><br />
<em>Citação do <a title="Blog do Luli Radfahrer" href="http://www.luli.com.br/" target="_blank">Luli Radfaher</a> no Twitter no dia 31/04/09.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_364" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-364" title="Campus Party" src="http://www.anarquiweb.com/wordpress/wp-content/uploads/2009/04/campus_party-300x200.jpg" alt="Campus Party" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Campus Party</p></div>
<p>Estou começando com essa citação, pois acho importante um reflexão sobre isso. Não vou me estender aqui pois já fiz um <a title="Blog: o que significa isso?" href="http://www.anarquiweb.com/2008/12/19/blog-o-que-significa-isso/" target="_blank">post</a> discutindo o real propósito de um blog.</p>
<p><span class="entry-content">Gostaria aqui de reforçar essa reflexão a partir do que vi na Campus Party. Não estive presente mas assisti a alguns vídeos de debates e palestras. Fiquei bastante atordoado. Vamos pensar no seguinte cenário: &#8220;sou um garoto que gosto de internet e quero entender um pouco mais, quem sabe até seguir carreira na área. Não sei exatamente onde começar a procurar, acho que vou numa Campus Party pra  aprender alguma coisa.&#8221;</span></p>
<p><span class="entry-content">Esse tipo de percepção seria só uma além dos vários outros motivos para alguém participar de uma Campus Party. O que vi nas palestras foram vários, eu disse vários, donos de blogs ou sites de conteúdo questionável, mas que tem muita audiência falando de &#8220;achismos&#8221; e de o que é certo ou errado no mercado, sem ter nenhum tipo de embasamento teórico ou sequer dados além do que a necessidade de conhecimento que o seu projeto exige. Ou seja, &#8220;eu faço assim e acho que assim é certo!&#8221;. Não importa se o mercado tenha outra tendência, se já tenha superado determinados comportamentos, &#8220;eu não preciso me preocupar com isso, pois sou famoso com meu blog e ganho a vida com isso!&#8221;.</span></p>
<p><span class="entry-content">Que me perdoem os comuns, mas o que vi da Campus Party foi um evento para encontro de jovens para curtirem festas e azaração. Estava mais para uma &#8220;rave&#8221; de usuários web do que de um evento para debate e trocas de idéias. Tomara que eu esteja errado, pois senão as incansáveis discussões em fóruns sobre quanto custa um projeto sério, ou se posso ser um web designer só consultando o google, não terão nem fim e ainda aumentarão ainda mais. </span></p>
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		<title>Blog: o que significa isso?</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 01:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uriel Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta é uma pergunta que venho me fazendo há meses. Há alguns anos assisti a um debate caloroso sobre a inexistência de imposição editorial na blogosfera. Alguns dizem que esse é o grande trunfo da internet: conteúdo e informação livre da “mão” das grandes corporações. Outros, por sua vez, dizem que a falta de algum [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_145" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><img class="size-medium wp-image-145 " title="A prensa de Gutemberg" src="http://www.anarquiweb.com/wordpress/wp-content/uploads/2008/12/gutemberg-300x294.jpg" alt="A prensa de Gutemberg" width="210" height="206" /><p class="wp-caption-text">A prensa de Gutemberg</p></div>
<p>Esta é uma pergunta que venho me fazendo há meses. Há alguns anos assisti a um debate caloroso sobre a inexistência de imposição editorial na blogosfera. Alguns dizem que esse é o grande trunfo da internet: conteúdo e informação livre da “mão” das grandes corporações. Outros, por sua vez, dizem que a falta de algum controle no que se produz na blogosfera dissipa a credibilidade necessária para que haja a real troca de conhecimento.</p>
<p>Eu, não poderia de deixar expressar a minha opinião: sou dos do primeiro grupo (o nome desse blog diz por si mesmo). Na verdade, acho que essa discussão tem sentido sim, e que precisa ser muito bem trabalhada para que haja algum tipo de conclusão mais embasada. Mas, enquanto os acadêmicos discutem, eu pergunto: nós blogueiros, entendemos o real sentido ou significado de um blog, de blogar?</p>
<p>Vamos voltar um pouco na história e pensar na era de Gutemberg. Pouquíssimos tinham um prensa, e naquela época a revolução que a impressão de tipos trouxe, praticamente criou a comunicação de massa.</p>
<p>Desde então, aqueles que têm a “prensa”, é quem ditam o que pode ou não ser escrito.   Sociedades inteiras, gerações inteiras passam a ser moldadas por esses “senhores da imprensa”. De repente surge um mecanismo que diminui a distância entre as pessoas e multiplica por milhões as fontes de informação. É até natural que isso gere um “colapso sócio-cultural”, pois foram séculos daquela forma e em apenas 30 anos o computador, e aproximadamente 20, a INTERNET.</p>
<p>A questão é que a nossa geração já nasceu nadando na tecnologia. Não fazemos idéia da importância que as mudanças de hábito e comportamento baseado nos avanços tecnológicos.</p>
<p>Vou logo entrar no assunto, pra não acharem que estou enrolando. Sinceramente me frustra muito navegar pela blogosfera e ver que alguns dos blogs mais visitados simplesmente são de “besteiras”. Quando digo “besteiras”, falo que coisas inúteis, deboches, críticas desnecessárias e/ou textos sem sentido algum. Que me perdoem aqueles que vivem de seus blogs com conteúdo desse tipo, nada pessoal, mas vamos pensar um pouco: as pessoas cansam de criticar os canais e programas de tv por colocarem sexo, nudez, ou outras coisas impróprias, tudo pela audiência. No blog do Nagueva ele fala de objetivos. Se o blog atingiu os objetivos do seu proprietário, isso é o que importa. Eu concordo. O que questiono é exatamente esse objetivo, que acredito que precisam ser revistos.</p>
<p>No <a title="Blog3" href="http://blog3.compra3.com.br" target="_blank">Blog3</a> há o post sobre o Calacanis, um dos fundadores dos “weblogs” que disse estar se retirando da blogosfera, pois esta se modificou muito e hoje é muito mais difícil se manter no topo. Acho que é exatamente por isso que deveríamos nos manter ativos, para que esse “inchaço” não anule a força da blogosfera, e sim para que possamos ajudar a orientar positivamente esse novo mundo que se abre.</p>
<p>Sugiro uma reflexão sobre o que estamos fazendo com a ferramenta que temos na mão. Estamos simplesmente reproduzindo um comportamento que vem de anos e anos… Temos pela primeira vez na história da comunicação de massa a possibilidade de produzir algo que realmente ajude a sociedade a se melhorar, a se modificar. Ao invés disso, estamos anulando o poder dessa ferramenta, e ajudando as grandes corporações a se manterem no controle.</p>
<p>Até a próxima.</p>
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		<title>Web Democrática / Web Anárquica</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 21:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uriel Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[povosfera]]></category>

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		<description><![CDATA[Web Democrática / Web Anárquica: Bom dia a todos. Neste post pretendo conversar um pouco a respeito de uma reflexão extremamente importante para os dias atuais e, principalmente, para o nosso futuro: a força da web no mundo real.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-19" title="Anarquia da Informação" src="http://www.anarquiweb.com/wordpress/wp-content/uploads/2008/09/anarquia_da_informacao-300x300.jpg" alt="Anarquia da Informação" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Anarquia da Informação</p></div>
<p>Bom dia a todos. Neste post pretendo conversar um pouco a respeito de uma reflexão extremamente importante para os dias atuais e, principalmente, para o nosso futuro: a força da web no mundo real.</p>
<p>Já é notório o quanto as corporações, marcas, produtos e serviços se rendem à influência que a web exerce, principalmente sobre seu sucesso ou fracasso. E é exatamente aí que está a questão: a possibilidade de fracasso a partir de reações geradas no mundo virtual.</p>
<p>Qualquer tipo de controle editorial ou de comportamento online que tenta ser implementado vindo tanto do Estado ou de qualquer corporação tende a ser firmemente rejeitado pela “povosfera”. E essa rejeição faz com que determinadas decisões sejam revogadas. Imaginem o Google, uma empresa de tamanho porte, mudando uma decisão de gestão corporativa ou de marketing, que foi incansavelmente discutida entre seus diretores, porque os usuários “ordenaram”. Isso soa um tanto surreal. Para dar base a essa mecânica temos a tentativa do Google de colocar publicidade no youtube(que é considerado um fracasso em faturamento) enquanto seus vídeos seriam visualizados sendo totalmente banida pelos usuários. Isso que é interessante. A empresa tem um sistema de compartilhamento de vídeos que geras custos operacionais, tecnológicos, de infra-estrutura e de pessoal, mas os “donos” são os usuários. Eles decidem se determinada estratégia pode ou não ser aplicada. Uma inversão bastante interessante.</p>
<p>Creio que nenhum estudioso ou pensador das possibilidades do futuro tecnológico imaginou um cenário desse tipo. Isso é anarquia em sua essência. Por desconhecimento, medo ou até por manipulação, a idéia de anarquia foi historicamente associada ao caos e à desordem. Isso é um erro gravíssimo. A anarquia prega a ausência de um estado que controla a sociedade e propõe que cada um de nós saibamos o que é melhor para nos e para o grupo e consigamos administrar os diversos interesses sem que um “organismo superior” nos diga o que fazer, ou o que é certo ou errado. Segundo a Wikipedia anarquia é&#8230; Tudo bem que quando olhamos em volta achamos muito difícil a aplicação desta idéia no mundo real. Mas no mundo virtual isso já está acontecendo, e de forma ainda mais surpreendente.</p>
<p>Esse mundo é realmente algo que vai muito além da tecnologia em si, mas diz respeito ao nosso modo de produção e suas possibilidades. É importante refletirmos e continuarmos atentos, pois a Web 2.0 tem por premissa dar controle ao usuário. Talvez COs não tivessem tido tempo de imaginar que esse “controle” iria chegar a reescrever, em tempo real, novas linhas em seus planejamentos estratégicos.</p>
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		<title>Web 3.0: web semântica. Web o quê!?</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 21:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uriel Marques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência de dados]]></category>
		<category><![CDATA[web 3.0]]></category>
		<category><![CDATA[web semântica]]></category>

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		<description><![CDATA[Não quero ficar no lugar comum de simplesmente explicar o significado desse termo. Vamos tentar aprofundar um pouco mais as possibilidades desse novo mundo que se abre. De qualquer forma não posso começar sem antes explicar o que é a Web 3.0. Prometo ser rápido: Web 1.0 – é simplesmente uma grande rede de computadores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://anarquiweb.files.wordpress.com/2008/09/semantica_by_labes.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-30" title="Semântica" src="http://anarquiweb.files.wordpress.com/2008/09/semantica_by_labes.jpg" alt="" width="200" height="194" /></a>Não quero ficar no lugar comum de simplesmente explicar o significado desse termo. Vamos tentar aprofundar um pouco mais as possibilidades desse novo mundo que se abre.</p>
<p>De qualquer forma não posso começar sem antes explicar o que é a Web 3.0. Prometo ser rápido:</p>
<p>Web 1.0 – é simplesmente uma grande rede de computadores interligados trocando informação através de protocolos de transmissão de dados que podem ser “lidos” com uma estrutura gráfica tendo o recurso do “hyperlink” (textos menores ligado direto à textos maiores) como sua principal característica.</p>
<p>Web 2.0 – é a evolução natural da primeira visto que se aproveita do ambiente saturado de informações fixas que partiam de quem produz para quem consome simplesmente, para evoluir para informações voláteis onde todos produzem conteúdo e todos o consomem, cada um à sua forma. Essa evolução se torna possível a partir de sistemas bastante complexos de armazenamento de dados. O resultado desse momento que estamos passando é um aumento rápido e exponencial na quantidade de dados e produção de conteúdo que passa a trafegar na web. E mesmo que os sites tentem através de recursos cada vez mais sofisticados “tratar” essa massa de dados, ela é grande e rápida demais. O que nos levará naturalmente à Web 3.0.</p>
<p>Web 3.0 &#8211; A pretensão deste novo “ambiente” que na verdade não é novo, é só uma forma didática de se analisar a evolução da web, é não só tratar esses dados, mas também combiná-los criando resultados inteligentes. Por exemplo: um sistema sem interferência humana direta sabe meus dados pessoais, minhas preferências culturais, o tipo de livro que gosto, o estilo de roupa que eu uso, quais foram os 20 últimos filmes que vi e muito mais detalhes a meu respeito, mas sem eu nunca ter dito isso ao sistema diretamente, mas o meu comportamento online no último ano gerou um “rastro” de dados que tornou essas combinações possíveis. Poderemos também fazer uma consulta a determinado serviço onde eu vou entrar por um caminho que foi decidido partindo de dados anteriores a minha chegada ao site e os caminhos que vou percorrer serão recombinados a partir da análise “inteligente” de minhas escolhas.</p>
<p>Basicamente semântica é estudo de significante e significado. A palavra maçã para um computador hoje é só a combinação de quatro letras, ou seja, só tem significante. Na web 3.0, a internet irá proporcionar condições do computador saber o seu significado. Que maçã é uma fruta, vermelha e saborosa, redonda e, quem sabe, saber que no mercado na esquina da minha casa acaba de chegar uma remessa da colheita mais recente. (risos)</p>
<p>No dia-a-dia do internauta essa influêcia taçvez passe despercebida, visto qeu o processo não é brusco e será facilmente assimilado pelo comportamento comum, mas para aqueles que viveram na época do XT e da coneão via fax modem de 56kb, poderemos comparar e sentir a significativa(sem trocadilho) melhora na qualidade e na seleção de conteúdo que nos será apresentado neste novo panorama.</p>
<p>As perspectivas dessa nova, e não muito distante realidade, são bastante promissoras e ao mesmo tempo nos dá um pouco de medo. Precisamos começar a refletir e discutir este tema agora enquanto nada de tão grande foi criado a partir deste conceito. Eu poderia listar aqui pelos menos 10 aspectos para serem discutidos só sobre esse novo mundo que surge, mas isso deixarei para novos posts. Aguardem.</p>
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