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	<title>André Faria Gomes</title>
	
	<link>http://blog.andrefaria.com</link>
	<description>Tecnologia, Empreendedorismo e Filosofia</description>
	<lastBuildDate>Sat, 25 May 2013 00:10:31 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Injeção de Funcionalidades (Feature Injection)</title>
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		<comments>http://blog.andrefaria.com/injecao-de-funcionalidades-feature-injection#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 May 2013 02:58:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrefaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Injeção de Funcionalidades]]></category>
		<category><![CDATA[Valor de Negocio]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos projetos começam com um bolo de funcionalidades a serem desenvolvidas e, então, o time precisa correr atrás de um valor de negócio desconhecido [1]. Ou seja, é como se soubessem que ter que correr, mas não sabem a direção e nem porque estão correndo. Quando alguém lhe pede para alterar algo da interface de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos projetos começam com um bolo de funcionalidades a serem desenvolvidas e, então, o time precisa correr atrás de um valor de negócio desconhecido [1]. Ou seja, é como se soubessem que ter que correr, mas não sabem a direção e nem porque estão correndo.</p>
<p>Quando alguém lhe pede para alterar algo da interface de usuário, por exemplo? Qual é o valor que está por trás dessa mudança? Reduzir o tempo do Processo? Ganhar novos Usuários? Reduzir a chance de que um erro aconteça? Quando o cliente diz &#8220;Preciso que seja incluído o Campo X no Sistema&#8221;. Você sabe o Motivo? Que valor está por trás disso? Será que isso realmente vai agregar algum valor? Para quem? De que forma? As vezes o cliente vem com &#8220;<strong>o como&#8221;</strong> em vez de vir com <strong>&#8220;o porquê&#8221;</strong>. Mas se ele vier com o porquê, junto com o time, podem chegar a <strong>&#8220;um como&#8221;</strong> muito melhor!</p>
<p>A Injeção de Funcionalidades é um Processo de Análise de Negócios criado por Chris Matts para resolver esse problema! O processo possui três passos bem simples que serão apresentados nesse curto artigo.</p>
<p><strong>1. Persiga o Valor de Negócio</strong></p>
<p>Quando o valor não está claro, as equipes não podem buscar outras formas, muitas vezes, mais eficientes de encontrar o valor e, a funcionalidade pode ser entregue, porém de forma distorcida e não entregar o valor que era esperado.</p>
<p>A Injeção de Funcionalidade propõe que o time comece criando um modelo de entrega de valor.</p>
<p>Ex: &#8220;Nós esperamos que o tempo médio de faturamento reduza de 20 minutos para 5 minutos, que o número de colaboradores dedicados ao processo reduza de 100 para 40, e a quantidade de emissões incorretas reduza de 900 notas fiscais para 100 notas fiscais.&#8221;</p>
<p>Um modelo como esse permite que o time avalie de as funcionalidades que estão desenvolvendo e se, de fato, poderão ou não contribuir para que o modelo de valor seja colocado em prática.</p>
<p>Tornar esse modelo de valor explícito ajuda a criar um entendimento compartilhado de onde o valor está vindo [1].</p>
<p>Para te ajudar a criar o modelo de valor, você pode utilizar algumas ferramentas de pensamento crítico como o método dos 5 por quês da Toyota, por exemplo.</p>
<p>Com um objetivo claro, também fica mais fácil para se definir o que entra ou não entra no escopo. Basta procurar entender em que a funcionalidade contribuirá com o modelo de valor.</p>
<p><strong>2. Injete as Funcionalidades</strong></p>
<p>Depois de ter o modelo bem definido, é hora de criar uma lista de funcionalidades que deverão ser desenvolvidas para atingir o valor de negócio.</p>
<p>O importante é que deve haver uma ligação clara e objetiva entre as funcionalidades e valor de negócio [6].</p>
<p>Muitos analisas começam perguntando o que nós precisamos, em vez perguntar para que nós precisamos, e isso acaba levando a uma série de funcionalidades que para nada contribuem. Por isso, com Injeção de Funcionalidades você começa de trás para frente, ou seja, em de perguntar o que eu preciso (as entradas do sistemas) você pensa no porquê precisa (nas saídas do sistema).</p>
<p>É importante lembrar que o valor não está não funcionalidades em si, mas no resultado que uso delas fornece ao usuário.</p>
<p>Tradicionalmente, as pessoas de negócio, vem com soluções meio-prontas em vez de apresentar o valor de negócio que estão buscando. Com Injeção de Funcionalidades o time propõe soluções em cima do valor apresentado.</p>
<p>Trabalhar com Valor, também é vacina contra &#8220;<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Analysis_paralysis"><em>Analysis Paralysis</em></a>&#8220;, porque em vez de pegar um lista gigante de funcionalidades, e pensar se elas são ou não relevantes, o time proativamente desenvolve funcionalidades que são relevantes para o negócio através de um modelo de valor.</p>
<p>De certa forma, <strong><em>Feature Injection</em></strong> é semelhante a TDD (Desenvolvimento Guiado por Testes), porque em vez de começar por escrever o código da funcionalidade, no TDD, você começa fazendo um teste de que verifica se o resultado está correto e depois faz a implementação da funcionalidade. Com Injeção de Funcionalidades, você começa com o <em>Ouput</em> do Sistema (Saídas, Resultado) e depois descobre os <em>Inputs </em>(Entradas) que precisa para conseguir o <em>Ouput</em> [5].</p>
<p>Essa <a href="http://www.infoq.com/news/2009/05/feature-injection-comics">história em quadrinhos publicada na InfoQ</a> [8], mostra de forma divertida como o conceito de Injeção de Funcionalidades também está relacionado com Sistemas Puxados (assim como uma série de outros conceitos utilizados por métodos ágeis de desenvolvimento de software).</p>
<div id="attachment_2100" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><a href="http://www.infoq.com/news/2009/05/feature-injection-comics"><img class="size-full wp-image-2100" alt="Feature Injection Comics by Chris Matts" src="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/05/feature-injection-comics.jpg" width="650" height="990" /></a><p class="wp-caption-text">Feature Injection Comics by Chris Matts</p></div>
<p>Baixa a História em Quadrinhos Completa no <em>blog</em> decision-coach.com: <a href="http://decision-coach.com/comics/Feature%20Injection%20Comic%20Strip%20-%20Episode%201.pdf">Parte 1</a>, <a href="http://decision-coach.com/comics/Feature%20Injection%20Comic%20Strip%20-%20Episode%202.pdf">Parte 2</a>, <a href="http://decision-coach.com/comics/Feature%20Injection%20Comic%20Strip%20-%20Episode%203.pdf">Parte 3</a> e <a href="http://decision-coach.com/comics/Feature%20Injection%20Comic%20Strip%20-%20Episode%204.pdf">Parte 4</a>.</p>
<p><strong>Invertendo o Formato das Histórias de Usuários</strong></p>
<p>Mike Cohn propõe o seguinte Modelo para se escrever histórias de usuário:</p>
<p>Como um &lt;papel&gt;<br />
Eu quero &lt;funcionalidade&gt;<br />
para que &lt;valor de negócio&gt;</p>
<p>A injeção de Funcionalidades propõe uma formato de diferente que começa pelo valor de negócio [3]:</p>
<p>Para que &lt;valor de negócio&gt;<br />
como um &lt;papel&gt;<br />
eu quero &lt;funcionalidade&gt;</p>
<p>Veja um exemplo apresentado por James Carr:</p>
<p><strong>Para evitar spam no meu site</strong><br />
como um moderador de fórum<br />
eu quero que os usuários preencham um captcha antes de comentar<em id="__mceDel"><em id="__mceDel">.</em></em></p>
<p>Ou ainda</p>
<p><strong>Para evitar spam no meu site</strong><br />
como um moderador de fórum<br />
eu quero que os usuários respondam uma pergunta matemática</p>
<p>Ou ainda</p>
<p><strong>Para evitar spam no meu site</strong><br />
como um moderador de fórum<br />
eu quero que determinados IPs sejam banidos</p>
<p>Note que <strong>o valor permanece</strong>, mas <strong>a funcionalidade pode mudar</strong>. Por isso é importante que o time foque em obter o <strong>valor de negócio</strong> e não a funcionalidade.</p>
<p><strong>3. Encontre Exemplos</strong></p>
<p>Agora é preciso encontrar as variáveis que podem afetar o <em>output, </em>ou seja expandir o escopo, e com a Injeção de Funcionalidades isso é feito através de exemplos. Trabalhar com exemplos é uma ótima forma de verificar se as premissas dos requisitos são de fato válidas.</p>
<p>Comece com os exemplos mais simples, depois parta para os exemplos mais específicos e complicados. Busque exemplos específicos e não exemplo generalizados.</p>
<p>Procure por cenários, por casos reais. É horas de buscar os &#8220;quandos&#8221;, os &#8220;ses&#8221;, os &#8220;naquele caso&#8221;, os &#8220;em particular&#8221;, etc..</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Injeção de Funcionalidade <a href="http://blog.andrefaria.com/compromissos-e-real-options">permite que você não se comprometa cedo demais como uma solução ruim</a> que pode nem sequer agregar valor, mas que, em vez disso, o valor de negócio seja o foco do processo e que puxe tudo o mais que for preciso para que o valor possa ser conquistado.</p>
<h3>Aprenda Mais</h3>
<p>Karl Scotland propõe um modelo que mistura Injeção de Funcionalidades com o conceito de Mapeamento de Estórias de Usuário de Jeff Patton e Ideia de <em>Walking Skeleton</em> do Alistair Cockburn [7]:</p>
<div id="attachment_2097" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/05/us-map-fi.jpg"><img class="size-medium wp-image-2097" alt="Misturando Ideias por Karl Scotland" src="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/05/us-map-fi-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Misturando Ideias por Karl Scotland</p></div>
<p>Leia mais em: <a href="http://availagility.co.uk/2012/09/14/feature-injection-fidelity-and-story-mapping/">http://availagility.co.uk/2012/09/14/feature-injection-fidelity-and-story-mapping</a></p>
<p><strong>Palestra Feature Injection no Scan Agile 2012 por Chris Matts: </strong></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/40028722" width="500" height="281" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<h3><strong>Referências</strong></h3>
<p>[1] Feature Injection: three steps to success. Artigo de Chris Matts &amp; Gojko Adzic na InfoQ  Acesse em <a href="http://www.infoq.com/articles/feature-injection-success">http://www.infoq.com/articles/feature-injection-success</a>.</p>
<p>[2] <a href="http://vimeo.com/40028722">Palestra Feature Injection</a> por Chris Matts no Scan Agile 2012.</p>
<p>[3] Pulling Power por Liz Keogh; Acesse em <a href="http://www.infoq.com/articles/pulling-power">http://www.infoq.com/articles/pulling-power</a>.</p>
<p>[4] Feature Injection: Putting the Value First In Your User Stories por <em id="__mceDel">James Carr</em>; Acesse em <a href="http://blog.james-carr.org/2009/10/02/feature-injection-putting-the-value-first-in-your-user-stories/">http://blog.james-carr.org/2009/10/02/feature-injection-putting-the-value-first-in-your-user-stories</a></p>
<p>[5] BDD, Feature Injection (and the Whirlpool) por Ian Cooper; Acesse em <a href="http://codebetter.com/iancooper/2010/06/15/bdd-feature-injection-and-the-whirlpool">http://codebetter.com/iancooper/2010/06/15/bdd-feature-injection-and-the-whirlpool</a></p>
<p>[6] BDD, Feature Injection, and the Fallacies of Product Ownership por Elena Yatzeck ; Acesse em <a href="http://pagilista.blogspot.com.br/2011/11/bdd-feature-injection-and-fallacies-of.html">http://pagilista.blogspot.com.br/2011/11/bdd-feature-injection-and-fallacies-of.html</a>.</p>
<p>[7] Feature Injection, Fidelity and Story Mapping por Karl Scotland acesse em: <a href="http://availagility.co.uk/2012/09/14/feature-injection-fidelity-and-story-mapping/">http://availagility.co.uk/2012/09/14/feature-injection-fidelity-and-story-mapping</a>.</p>
<p>[8] Feature Injection Comics por Amr Elssamadisy; Acesse em <a href="http://www.infoq.com/news/2009/05/feature-injection-comics">http://www.infoq.com/news/2009/05/feature-injection-comics</a></p>
<p>[9] CukeUp!: Antony Marcano &amp; Chris Matts on Feature Injection. Acesse em http://skillsmatter.com/expert-profile/agile-scrum/chris-matts</p>
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		<title>Compromissos e Real Options</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 01:38:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrefaria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já faz algum tempo que tenho ouvido um comentário aqui e outro ali na comunidade ágil sobre Opções Reais (ou Real Options) e uma das coisas bacanas de usar uma rede social de livros como o GoodReads, é que posso acompanhar o que as pessoas da comunidade ágil estão lendo, e foi assim que descobri [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2073" class="wp-caption alignright" style="width: 206px"><a href="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/05/realoptions-comic-book.png"><img class="size-medium wp-image-2073" alt="Commitment - the book" src="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/05/realoptions-comic-book-196x300.png" width="196" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Commitment &#8211; the book</p></div>
<p>Já faz algum tempo que tenho ouvido um comentário aqui e outro ali na comunidade ágil sobre Opções Reais (<em>ou Real Options</em>) e uma das coisas bacanas de usar uma rede social de livros como o <a href="http://www.goodreads.com/andrefaria">GoodReads</a>, é que posso acompanhar o que as pessoas da comunidade ágil estão lendo, e foi assim que descobri o livro <a href="http://www.amazon.com.br/Commitment-ebook/dp/B00COO8C50/">Commitment</a>, um livro que trata justamente de Opções Reais em um contexto de desenvolvimento de software.</p>
<p>O livro <a href="http://www.amazon.com.br/Commitment-ebook/dp/B00COO8C50/">Commitment</a> trata de Opções Reais de uma forma interessante: através de uma estória em quadrinhos. Os dois primeiros capítulos estão <a href="http://commitment-thebook.com/pages/downloads">gratuitamente disponíveis para download no site oficial do livro</a>.</p>
<p>Apesar de não ser exatamente a mesma coisa, há um relação com as <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mercado_de_opções">opções do mercado financeiro</a> em que uma opção confere, ao titular, o direito (e não obrigação/compromisso) de comprar um determinado ativo (ação, título ou bem qualquer) por um valor determinado, enquanto o vendedor é obrigado a concluir a transação.</p>
<p>Quando você compra um ingresso para o Cinema, por exemplo, para você é uma opção porque mesmo tendo comprado o ingresso você pode ou não ir ver o filme, já para o cinema isso é mais um compromisso, porque ele já te vendeu o bilhete e agora precisará passar o filme no horário determinado. Vai depender do ponto de vista de cada um dos lados da relação.</p>
<p><strong>Características de Opções Reais</strong></p>
<ol>
<li>Opções são valiosas.</li>
<li>
<div>Opções expiram.</div>
</li>
<li>
<div>Nunca comprometa-se cedo, a menos que saiba o porquê.</div>
</li>
</ol>
<p>A principal mensagem do livro é que muita vezes nós vemos e <strong>encaremos as coisas como compromissos em situações que poderíamos encarar como opções. </strong>Opções que podemos ou não exercer.</p>
<p>O pensamento de opções reais consiste em enxergar e avaliar todas essas opções ao seu redor e comprometer apenas de forma deliberada, caso contrário, sempre se deve deixar para assumir o compromisso no último momento possível, ou seja, quando você tem as informações que precisa para tomar a decisão de comprometer-se de verdade.</p>
<p>Uma opção é uma escolha, uma decisão de escolher uma estratégia em vez da outra, de escolher um caminho em vez do outro, de comprar um produto em vez do outro, de trabalhar em uma funcionalidade em vez de em outra. Cada uma dessas escolhas te um retorno sobre o investimento. O desafio é trabalhar com a opção que tiver o melhor retorno sobre o investimento.</p>
<p>A diferença principal entre compromissos e opções é que <a href="http://leanprocrastination.com/blog/2012/08/real-options-a-mindset/">podemos mudar de escolha de opções sem custo</a>, mas mudar um compromisso, geralmente, gera custos ou problemas caso o compromisso não seja cumprido. Temos o custo da opção e o retorno sobre o investimento que cada uma oferecer.</p>
<p>O mais interessante é que valor nas opções que conhecemos e naquelas que não conhecemos também. Por isso é sempre importante considerar todas as opções e procurar aprender sobre opções até então desconhecidas antes de se comprometer.</p>
<p>Decidir no último momento possível (<em>não confundir com negligenciar</em>) é um dos princípios de <em><strong>Lean Software Development</strong></em>, e também é algo que faz parte de uma série de práticas utilizadas em equipes ágeis como <em><strong>Refactoring</strong></em> (no sentido de opções de <em>design</em>), <strong>Planejamento Iterativo</strong> (<em>a equipe se compromete apenas com as histórias de usuário de um iteração e o resto do backlog torna-se uma opção para o Product Owner, essas histórias podem ou não se tornar uma obrigação se incluídas no planejamento da próxima iteração</em>), <strong>Incrementos Potencialmente Entregáveis</strong> (O PO pode exercer ou não a opção de fazer um <em>release</em> do resultado de uma iteração), etc.</p>
<p>Com métodos tradicionais (<em>waterfall</em>), o cliente precisar decidir sobre todo o escopo de antemão, e se precisar de alterações terá custos extras, por isso, é levado a tomar uma série de (más) decisões antecipadas, e esse mesmo erro permanece no levantamento precipitado de requisitos, no Big Design Up Front, etc.</p>
<p>Para <a href="https://www.valueflowquality.com/real-options-embracing-uncertainty/">Özlem Yüce, há três fortes motivos para se aplicar Opções Reais em Desenvolvimento de Software</a>:</p>
<ol>
<li>Os clientes não sabem (de antemão) o que querem</li>
<li>Os desenvolvedores não sabem (de antemão) exatamente como construir a solução.</li>
<li>As coisas mudam o tempo todo.</li>
</ol>
<p>Segundo Chris Matts and Olav Maassen muitas pessoas preferem estar erradas do que estar em dúvida. Por isso, acabam tomando decisões ruins, por tomarem decisões precipitadas. <em>Real Options</em> nos apresentam uma melhor forma de lidar com nossas decisões.</p>
<h3>Aprenda Mais sobre Opções Reais</h3>
<p><strong>Curta palestra sobre Real Options por Olaf Lewitz</strong></p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/5SuGpHYf4ro?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=16154225&amp;doc=realoptionsoop2013-130124050943-phpapp02" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent" /><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=16154225&amp;doc=realoptionsoop2013-130124050943-phpapp02" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355" wmode="transparent"></embed></object>
<p><strong>Google Plus Hangout do Agile Lean Europe sobre Real Options com Chris Matts</strong></p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/5KIoOndKBF0?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p><strong>Chris Matts &#8211; Olav Maassen &#8211; IT Risk Management with Real Options and Real Liquidity</strong></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/30605539" width="500" height="281" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><strong>Jürgen De Smet &#8211; Yves Hanoulle &#8211; Improve your decision making by using Real Option</strong></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/30604063" width="500" height="281" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><strong>Real Options por Olav Maassen em Øredev</strong></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/16956600" width="500" height="300" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><strong>Paper de Portia Tung e Pascal Van Cauwenberghe sobre Real Options</strong></p>
<p><!--?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?--> <a href="http://www.agilecoach.net/html/Real%20Options%20handout.pdf">http://www.agilecoach.net/html/Real%20Options%20handout.pdf</a></p>
<p><strong>Lean Procastination Blog</strong></p>
<p><a href="http://leanprocrastination.com/blog">http://leanprocrastination.com/blog</a></p>
<p><strong>Decision Coach Blog</strong></p>
<p><a href="http://decision-coach.com/lean-and-real-options">http://decision-coach.com/lean-and-real-options</a></p>
<p><strong>Artigos na InfoQ sobre Agilidade e Opções Reais</strong></p>
<p><a href="http://www.infoq.com/articles/real-options-enhance-agility">http://www.infoq.com/articles/real-options-enhance-agility</a></p>
<p><strong>Diversos Tópicos sobre Real Options do Site Leading Agile</strong></p>
<p><a href="http://www.leadingagile.com/category/real-options/">http://www.leadingagile.com/category/real-options/</a></p>
<p><strong>Palestra Realistic about Risk: Software development with Real Options na QCon 2009</strong></p>
<p><a href="http://www.infoq.com/presentations/software-with-real-options">http://www.infoq.com/presentations/software-with-real-options</a></p>
<p><strong>Entrevista com John Rudd sobre o uso de Real Options</strong></p>
<p><a href="http://www.infoq.com/interviews/john-rudd-agile-using-real-options">http://www.infoq.com/interviews/john-rudd-agile-using-real-options</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrefaria/~4/nft6Dfyfbks" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Roubando como um Artista</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/andrefaria/~3/sCCTx5galhE/roubando-como-um-artista</link>
		<comments>http://blog.andrefaria.com/roubando-como-um-artista#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 May 2013 17:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrefaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Book Review]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Bons artistas copiam, grandes artistas roubam&#8221;. Pablo Picasso Austin Kleon, traduziu e explorou muito bem o significado dessa frase de Picasso, em seu livro &#8220;Steal like an Artist&#8221; (Roube como um Artista). Não é um roubar no sentido de tirar do outro, mas no sentido de tomar para si, de tonar aquilo para da sua obra, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>&#8220;Bons artistas copiam, grandes artistas roubam&#8221;</strong></em>. Pablo Picasso</p>
<p><a href="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/05/3d-Steal-Like-an-Artist-NYT.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2062" alt="Steel like an Artist" src="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/05/3d-Steal-Like-an-Artist-NYT-276x300.jpg" width="276" height="300" /></a></p>
<p>Austin Kleon, traduziu e explorou muito bem o significado dessa frase de Picasso, em seu livro <em>&#8220;Steal like an Artist&#8221;</em> (Roube como um Artista).</p>
<p>Não é um roubar no sentido de tirar do outro, mas no sentido de tomar para si, de tonar aquilo para da sua obra, parte de você, sua fonte de inspiração.</p>
<p><em>“Quando duas pessoas se cruzam e trocam seus cavalos, cada uma vai para casa com um cavalo; quando elas se cruzam e trocam suas idéias, cada uma vai para casa com duas idéias.” </em>Provérbio chinês</p>
<p>Um dos pontos do livro é que <strong>Nada Vem do Nada,</strong> e e se todo trabalho criativo surge do que existiu antes, <strong>Nada é Totalmente Original</strong>.</p>
<p>Artistas são colecionadores não acumuladores, eles colecionam somente aquilo que gostam de verdade e, por isso,  Kleon que você tenha um caderno de anotações para guardar tudo aquilo que te inspira. Inspire-se por aquilo que fala a tua alma.</p>
<p>Steve Jobs diz melhor do que ninguém: &#8221;Exponha-se para as melhores coisas que seres humanos já fizeram (suas obras)&#8221;</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/CW0DUg63lqU?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p>Kleon sugere também que você crie sua árvore de inspiração com fotos e obras de seus heróis e que aprenda sobre eles e também sore quem os inspirou. Colete tudo e transforme em algo novo. Mas, seja como um curador e saiba o que deixar de fora.</p>
<p>Lembre-se que você é tão bom quanto as pessoas que te rodeiam. Por isso rodeie-se de pessoa brilhantes. Você é uma combinação de tudo que faz parte da sua vida.</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/GpssyZkcAfA?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p>Você pode fingir ser até que seja de verdade. Pode copiar até encontrar-se. Grandes bandas, por exemplo, começaram como <em>covers</em> de outras bandas. Grandes esportistas inspiram suas jogadas em outros, e misturam e adaptam à seu novo e próprio estilo. Mas não imite superficialmente, busque compreender a essência e o que está por detrás do trabalho do artista.</p>
<p>&#8220;Não escreva o que sabe, escreva o que gosta.<br />
Escreva os Livros que quer Ler;<br />
Desenhe a Arte que quer Ver;<br />
Comece o Negócio que quer Administrar;<br />
Toque a Música que quer Ouvir;<br />
Crie os Produtos que quer Usar;<br />
Faça o trabalho que quer Feito;&#8221;</p>
<p>Veja a palestra de Kleon no TedX para saber mais:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=oww7oB9rjgw">http://www.youtube.com/watch?v=oww7oB9rjgw</a></p>
<p>Criei alguns slides com os pontos principais do Livro:</p>
<object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=21396657&amp;doc=roubacomoumartista-130518080218-phpapp01" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent" /><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=21396657&amp;doc=roubacomoumartista-130518080218-phpapp01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355" wmode="transparent"></embed></object>
<p>Quem são seus heróis?</p>
<p>Quem são as pessoas que te inspiram?</p>
<p>Que legado que você deixará?</p>
<p>Qual é a tua Obra?</p>
<p><em><strong>Inspire em seus heróis e crie algo novo que você poderia criar!</strong></em></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrefaria/~4/sCCTx5galhE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como fazer apresentações bonitas e eficientes?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/andrefaria/~3/WgmaQfBDRY0/como-fazer-apresentacoes-bonitas-e-eficientes</link>
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		<pubDate>Sat, 04 May 2013 20:40:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrefaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[apresentações]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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		<category><![CDATA[estória]]></category>
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		<category><![CDATA[livros]]></category>
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		<category><![CDATA[slides]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas pessoas me pediram pelo twitter e através de comentários neste blog para que eu contasse um pouco mais sobre meu método pessoal de aprendizagem e sobre como faço as apresentações de slides para palestrar. Resolvi unir as coisas neste post para compartilhar com vocês. É importante alertar que esse não o método correto, é apenas o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Algumas pessoas me pediram pelo <a href="http://twitter.com/andrefaria"><em>twitter</em></a> e através de comentários neste <em>blog</em> para que eu contasse um pouco mais sobre meu método pessoal de aprendizagem e sobre como faço as apresentações de <em>slides</em> para palestrar. Resolvi unir as coisas neste <em>post</em> para compartilhar com vocês.</p>
<p>É importante alertar que esse não o método correto, é apenas o que tem funcionado até agora para mim, você pode se inspirar nele, mas é importante que você busque desenvolver um método que funcione bem para você.</p></blockquote>
<h3>Motivação</h3>
<p>Desde os 14 anos, muito do que venho aprendendo, aprendo lendo livros, e textos na internet. Há muito tempo atrás li um livro chamado &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Sete_Hábitos_das_Pessoas_Altamente_Eficazes">Os Sete Hábito das Pessoas Altamente Eficazes</a>&#8221; e, nesse livro, o autor  Stephen R. Covey, recomenda que você leia o livro como se tivesse que ensinar para outra pessoa depois de ler (e se possível, que, de fato, ensine o que aprendeu a pelo menos uma outra pessoa).</p>
<p>Essa simples técnica, para mim, foi fantástica, ao utilizá-la, pensando que depois precisaria ensinar para alguém, a minha percepção de leitor transformou-se completamente no que diz respeito a atenção e a maneira de organizar os pensamentos sobre aquilo que estava aprendendo com a leitura.</p>
<p>A leitura tornou-se então um compromisso muito mais ativo. E foi então que eu descobri que eu aprendia muito mais quando me comprometia a ensinar para outras pessoas aquilo que eu estava aprendendo. Me desafiei a enfrentar o medo de palestrar e de falar em público e, então, comecei a palestrar para meus colegas de trabalho, e pouco-a-pouco fui ganhando confiança para enviar propostas de palestras para eventos e conferências.</p>
<p>Agora, todos os livros que leio, leio com esse compromisso de ensinar para alguém e, quando possível, depois de ler o livro preparo uma palestra, e se não há espaço ou público para palestrar sobre o assunto, preparo um artigo, ou uma simples apresentação de <em>slides</em> e publico aqui no <em>blog</em> ou no <a href="http://www.slideshare.net/andrefaria"><em>slideshare</em></a>. O importante é que todo aprendizado não acabe em si mesmo mas, que além de gerar algum tipo de ação que transforme de alguma forma quem está aprendendo, também gere um entregável, algo que sirva para outras pessoas que também estão aprendendo sobre o assunto.</p>
<p>A medida que vou lendo o livro, vou marcando as partes que considero mais importantes, para que futuramente possa revisar ao preparar uma apresentação. Mais recentemente venho utilizando bastante o Amazon Kindle, e tenho comprado os livros em formato digital. Também uso o <a href="http://www.safaribooksonline.com/">SafariBooks</a>, que é um serviço de assinatura que lhe dá direito a um grande acervo de livros.</p>
<p>Desde que comecei, já tenho <a href="http://www.slideshare.net/andrefaria">71 apresentações publicadas no Slideshare</a>, e <a href="http://blog.andrefaria.com/palestrante">ministrei muitas palestras e cursos em diversas empresas e eventos</a>.</p>
<p><strong>Resumindo Até Aqui: </strong>Sempre que leio um livro, procuro ler com o objetivo de ensinar para outros e, além disso e comprometo-me em produzir como resultado da leitura algo palpável, um artigo, uma apresentação, um vídeo, ou uma palestra. Também procuro refletir sobre como o livro pode melhorar a mim mesmo, seja através da mudança de um hábito ou da criação de um novo hábito. Afinal de contas, como disse Aristóteles, somos o que fazemos com frequência.</p>
<h3>Apresentações</h3>
<p>O modo como faço as apresentações foi influenciado, principalmente, pela leitura do seguintes livros:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.amazon.com/Presentation-Zen-Simple-Delivery-ebook/dp/B000WJSCZE/ref=tmm_kin_title_0">Presentation Zen: Simple Ideas on Presentation Design and Delivery</a></li>
<li><a href="http://www.amazon.com/Presentation-Zen-Design-Presentations-ebook/dp/B002UD62VG/ref=tmm_kin_title_0">Presentation Zen Design: Simple Design Principles and Techniques to Enhance Your Presentations</a></li>
<li><a href="http://www.soap.com.br/livro/">Super Apresentações: Como Vender ideias e Conquistar Audiências</a></li>
</ul>
<p>Os fundamentos que utilizo são:</p>
<ol>
<li><span style="line-height: 13px;"><strong>Slides Simples e Diretos</strong>: Sua apresentação de slides não é Documentação, nem Artigo. Não encha suas apresentações de texto, sua audiência estárá lá presente para vê-lo falar, se fosse apenas para ler seus slides, bastaria você enviar a eles por e-mail ou disponibilizar em seu web<em>site</em>. Em vez disso, use os slides a seu favor e, apenas para ilustrar melhor o que você tem a dizer e guia seu discurso. Use Imagens e Palavras Chave, evite texto enormes. </span></li>
<li><strong>Prepare o Roteiro</strong>: Pense na mensagem principal que quer passar, e programe a ordem de tudo que tem a falar, conte uma história, não lance uma série de fatos desconexos. Transmita confiança para audiência. Mostre que você sabe do que estava falando.</li>
<li><strong>Identidade Visual</strong>: Busque uma identidade visual coerente com a sua mensagem e que seja ao mesmo tempo bonita e agradável. Aproveite-se bem de fontes diferentes. use fotos, imagens e gráficos. Busque Equilíbrio e Harmonia Visual através de bons princípios de <em>Design </em>(explorados com detalhes nos livros citados).</li>
<li><strong>StockPhotos</strong>: Boas imagens fazem muita diferença no visual na apresentação. Eu compro imagens no <em>site</em> DepositPhotos.com, assino uma plano com valor mensal fixo que me dá direito a baixar 5 imagens por dia.</li>
</ol>
<p>Veja alguns exemplos de apresentações que fiz recentemente em diferentes estilos:</p>
<p><strong>Apresentação com Palavras-chave e StockPhotos</strong></p>
<p><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/19553447" width="427" height="356" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC;border-width:1px 1px 0;margin-bottom:5px" allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen> </iframe>
<div style="margin-bottom:5px"> <strong> <a href="http://www.slideshare.net/andrefaria/ok-rs" title="OKRs" target="_blank">OKRs</a> </strong> from <strong><a href="http://www.slideshare.net/andrefaria" target="_blank">André Faria Gomes</a></strong> </div>
<p><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/9957584" width="427" height="356" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC;border-width:1px 1px 0;margin-bottom:5px" allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen> </iframe>
<div style="margin-bottom:5px"> <strong> <a href="http://www.slideshare.net/andrefaria/empreendendo-e-aprendendo-tdc-gyn-2011" title="Empreendendo e Aprendendo - TDC GYN 2011" target="_blank">Empreendendo e Aprendendo &#8211; TDC GYN 2011</a> </strong> from <strong><a href="http://www.slideshare.net/andrefaria" target="_blank">André Faria Gomes</a></strong> </div>
<p><strong>Apresentação com Fontes Especiais</strong></p>
<p><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/16885340" width="427" height="356" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC;border-width:1px 1px 0;margin-bottom:5px" allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen> </iframe>
<div style="margin-bottom:5px"> <strong> <a href="http://www.slideshare.net/andrefaria/storytelling" title="Main Lessons Learned Reading The Leader&#39;s Guide to Storytelling" target="_blank">Main Lessons Learned Reading The Leader&#39;s Guide to Storytelling</a> </strong> from <strong><a href="http://www.slideshare.net/andrefaria" target="_blank">André Faria Gomes</a></strong> </div>
<p><strong>Apresentação Zen (Clean)</strong></p>
<p><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/15091528" width="427" height="356" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC;border-width:1px 1px 0;margin-bottom:5px" allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen> </iframe>
<div style="margin-bottom:5px"> <strong> <a href="http://www.slideshare.net/andrefaria/steve-jobs-lessons-learned" title="Steve Jobs - Lessons Learned" target="_blank">Steve Jobs &#8211; Lessons Learned</a> </strong> from <strong><a href="http://www.slideshare.net/andrefaria" target="_blank">André Faria Gomes</a></strong> </div>
<p><strong>Cores Fortes e Imagens Vetoriais</strong></p>
<p><iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/16275067" width="427" height="356" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC;border-width:1px 1px 0;margin-bottom:5px" allowfullscreen webkitallowfullscreen mozallowfullscreen> </iframe>
<div style="margin-bottom:5px"> <strong> <a href="http://www.slideshare.net/andrefaria/testando-como-um-profissional" title="Testando como um profissional" target="_blank">Testando como um profissional</a> </strong> from <strong><a href="http://www.slideshare.net/andrefaria" target="_blank">André Faria Gomes</a></strong> </div>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Nesse curto tópico apresentei minhas motivações e meus fundamentos e inspirações para fazer apresentações. Agora, é hora de você desenvolver o seu próprio!</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrefaria/~4/WgmaQfBDRY0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tenha esperança, mas não fique aí esperando!</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/andrefaria/~3/4-sgxO1nCpo/tenha-esperanca-mas-nao-fique-ai-esperando</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 00:02:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrefaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[esperança]]></category>
		<category><![CDATA[esperar]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre achei que esperar e ter esperança eram coisas parecidas ou até iguais, mas acabei de descobrir que na verdade são coisas opostas. Esperançar é almejar, sonhar, buscar, agir, ou seja, é contrário de esperar passivamente. Quando estamos sem forças, precisamos ter esperança, que é diferente de ficar esperando, esperançar é sonhar, é definir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre achei que esperar e ter esperança eram coisas parecidas ou até iguais, mas acabei de descobrir que na verdade são coisas opostas.</p>
<p>Esperançar é almejar, sonhar, buscar, agir, ou seja, é contrário de esperar passivamente.</p>
<p>Quando estamos sem forças, precisamos ter esperança, que é diferente de ficar esperando, esperançar é sonhar, é definir o que se quer, e o como irá alcançar, então esperançar passa a ser <a href="http://blog.andrefaria.com/antifragile-vivendo-num-mundo-de-incertezas">uma força que nos torna resilientes</a>.</p>
<p>Então, pare de esperar, e passe a esperançar!</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrefaria/~4/4-sgxO1nCpo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Antifragile: Vivendo num mundo de Incertezas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/andrefaria/~3/iCCn5YwWlrM/antifragile-vivendo-num-mundo-de-incertezas</link>
		<comments>http://blog.andrefaria.com/antifragile-vivendo-num-mundo-de-incertezas#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Mar 2013 19:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrefaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Antifrágil]]></category>
		<category><![CDATA[Antifragile]]></category>
		<category><![CDATA[Taleb]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu já havia lido o Livro The Black Swan, do Taleb e gostado, mas o Livro Antifragile é sua obra prima. Fiz uma apresentação sobre as lições aprendidas para a equipe da Bluesoft, e nessa apresentação menciono os seguintes pontos do livro: Conceito de frágil, robusto e antifrágil. Cisnes Negros. O Problema do Perú. Antifrágil [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-2021" alt="Antifragile" src="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/03/OB-VL312_bkrvta_DV_20121122124330-199x300.jpg" width="199" height="300" /></p>
<p>Eu já havia lido o Livro The Black Swan, do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nassim_Nicholas_Taleb">Taleb</a> e gostado, mas o Livro Antifragile é sua obra prima.</p>
<p>Fiz uma apresentação sobre as lições aprendidas para a equipe da <a href="http://wp.me/p1sdEW-RC">Bluesoft</a>, e nessa apresentação menciono os seguintes pontos do livro:</p>
<ul>
<li>Conceito de frágil, robusto e antifrágil.</li>
<li>Cisnes Negros.</li>
<li>O Problema do Perú.</li>
<li>Antifrágil na Biologia.</li>
<li>Antifrágil na Tecnologia.</li>
<li>Antifrágil na Economia e Política.</li>
<li>Como lidar com incertezas?</li>
</ul>
<p>Veja os slides e assista a apresentação em vídeo:</p>
<object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=16611267&amp;doc=antifragile-130218171941-phpapp01" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent" /><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=16611267&amp;doc=antifragile-130218171941-phpapp01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355" wmode="transparent"></embed></object>
<div class='embed-vimeo' style='text-align:center;'><iframe src='http://player.vimeo.com/video/60161298' width='400' height='300' frameborder='0'></iframe></div>
<p><em><strong>Espero que goste!</strong></em></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrefaria/~4/iCCn5YwWlrM" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.andrefaria.com/antifragile-vivendo-num-mundo-de-incertezas/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
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		<item>
		<title>Valve: Uma Empresa 100% Flat</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/andrefaria/~3/TjsD-Tt-1MA/valve-uma-empresa-100-flat</link>
		<comments>http://blog.andrefaria.com/valve-uma-empresa-100-flat#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 22:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrefaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[valve]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.andrefaria.com/?p=2002</guid>
		<description><![CDATA[Você já ouviu falar de uma Empresa 100% Flat (ou seja, sem nenhuma hierarquia)? Pois é, ela existe! Trata-se da Valve, isso mesmo, aquela empresa que criou o Jogo Half-Life, mais conhecido aqui no Brasil, apenas, como Counter Strike. A Valve não tem gerentes e ninguém diz ao colaborador no que ele deve trabalhar. Ele [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/valve.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-2003" style="margin: 20px;" alt="Valve Handbook" src="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/valve-217x300.png" width="217" height="300" /></a></p>
<p>Você já ouviu falar de uma Empresa 100% <em>Flat </em>(ou seja, sem nenhuma hierarquia)? Pois é, ela existe! Trata-se da <strong><em>Valve</em></strong>, isso mesmo, aquela empresa que criou o Jogo Half-Life, mais conhecido aqui no Brasil, apenas, como Counter Strike.</p>
<p style="text-align: left;">A Valve não tem gerentes e ninguém diz ao colaborador no que ele deve trabalhar. Ele escolhe. E depois de contratado o funcionário recebe um pequeno livro que é um guia de como as coisas funcionam lá, e sobre como ele pode se situar e descobrir formas de agregar valor à empresa. <em><strong>&#8220;Você foi contratado para estar constantemente buscando pela coisa mais valiosa que você pode estar fazendo&#8221;.</strong><br />
</em></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/valve-chart.png"><img class="aligncenter  wp-image-2004" alt="valve-chart" src="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/valve-chart-1024x655.png" width="430" height="275" /></a></p>
<p>Outro aspecto importante dessa forma de organização é que <em>&#8220;a falta de estrutura tradicional vem com uma importante responsabilidade: todos deve esforçar-se em focar no que pensam que as metas de longo prazo da organização deveriam ser&#8221;.</em></p>
<p>A liderança é <em><strong>situacional</strong></em> e independente de cargo.</p>
<p>As mesas são móveis para que o colaborador possa trocar de lugar sempre que precisar para estar próximos das pessoas com quem precisa colaborar mais no momento.</p>
<p>O <em><strong>feedback</strong></em> frequente é incentivado e anualmente são realizadas revisões em par para feedback e avaliações. As pessoas são avaliadas em quatro grupos distintos: Nível de Habililidade/Técnico, Produtividade/Resultado, Contribuição com o Grupo e Contribuição com o Produto.</p>
<p>A lucratividae por colaborador da Valve é bem alta (segundo o <em>handbook</em>, maior que da Google, Amazon e Microsoft) e os salários são mais altos do que o padrão de Mercado.</p>
<p><strong>As Pessoas são Multifuncionais</strong>: <em>&#8220;Dentro da Valve, nós assumimos o papel necessário para o trabalho a nossa frente. Todos somos Designers. Todos podemos questionar o trabalho uns dos outros&#8230;&#8221;</em></p>
<p>Os Profissionais são Profissionais T (<em><strong>Especialistas Generalistas</strong></em>): <em>&#8220;As pessoas mais bem sucedidas na Valve são muito habilidosas em um conjunto de coisas e experts em uma disciplina específica&#8221;.</em></p>
<p>No <em>Handbook</em>, há vários outros aspectos bem originais e interessantes. Quando ao modelo <em>flat</em>, eu, particularmente, acredito que esse modelo de gestão completamente distribuída <strong>não</strong> funcione em todos os contextos (<em>na verdade, acredito que nada funcione em todos os contextos</em>). Mas, sem dúvida, na <strong><em>Valve</em></strong> funciona muito bem, e pode ser uma oportunidade para que muitas outras organizações copiem ou sejam inspiradas por esse modelo de sucesso.</p>
<p><a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;ved=0CEAQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.valvesoftware.com%2Fcompany%2FValve_Handbook_LowRes.pdf&amp;ei=loguUd-3J6bX0QGSmICoCg&amp;usg=AFQjCNGmWgIlQd82l9JBQq0n2a6u61s9KA&amp;sig2=iZkDDvxtM4Bfo-z7eQMzBA&amp;bvm=bv.42965579,d.dmQ">Faça o Download do Handbook no Site da Valve.</a></p>
<p>Agradecimentos Especiais ao <a href="http://www.linkedin.com/profile/view?id=34048972">Cassiano Coria</a> pela Dica da Valve.</p>
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		<title>Dicas para Times Ágeis</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2013 16:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrefaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[agil]]></category>
		<category><![CDATA[agilidade]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
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		<category><![CDATA[dojos @pt-br]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
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		<category><![CDATA[scrum master]]></category>
		<category><![CDATA[session]]></category>
		<category><![CDATA[time]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa apresentação que foi publicada anteriormente no Blog da Bluesoft, é um compilação de dicas para times ágeis. Alguns pontos discutidos: Alguns times deixam de fazer reuniões diárias e retrospectivas com a desculpa de otimização (ou seria abandono?) do processo. Exercite o feedback. Em vez de focar em terminar o seu trabalho, foque em fazer o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Essa apresentação que <a href="http://wp.me/p1sdEW-Rr">foi publicada anteriormente no Blog da Bluesoft</a>, é um compilação de dicas para times ágeis.</p>
<p>Alguns pontos discutidos:</p>
<ul>
<li>Alguns times deixam de fazer reuniões diárias e retrospectivas com a desculpa de otimização (ou seria abandono?) do processo.</li>
<li>Exercite o feedback.</li>
<li>Em vez de focar em terminar o seu trabalho, foque em fazer o que for preciso para que o time entregue.</li>
<li>Propriedade Coletiva.</li>
<li>Cuidado para não cair no padrão de um time ocupado (fazendo coisas) em vez de um time conquistador (terminando coisas).</li>
<li>Faça Code Roasts: Sessão para mostrar o código fonte na tela para todos e discutir sobre boas e más práticas..</li>
<li>Faça Brown Bag Sessions.</li>
<li>Organize Movie Days  (Screencasts, taks, etc).</li>
<li>Faça Mob Programming Sessions.</li>
<li>Organize Dojos (Randoris e Katas).</li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=16214875&amp;doc=dicasparatimesageis-130128044131-phpapp01" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent" /><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=id=16214875&amp;doc=dicasparatimesageis-130128044131-phpapp01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355" wmode="transparent"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><div class='embed-vimeo' style='text-align:center;'><iframe src='http://player.vimeo.com/video/59085583' width='400' height='300' frameborder='0'></iframe></div></p>
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		<title>Os problemas da Gestão Tradicional por Niels Pflaeging</title>
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		<comments>http://blog.andrefaria.com/os-problemas-da-gestao-tradicional-por-niels-pflaeging#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 21:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrefaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[imprevisibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[incerteza]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Niels Pflaeging]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessa curta palestra Niels Pflaeging, nos fala em português sobre alguns problemas da gestão tradicional: Organizações não são pirâmides, organizações são pêssegos. No mundo de hoje dinâmico e complexo não há controle central, e o futuro é imprevisível. A inteligência e o poder de decisão não deve estar no centro, deve estar na periferia. Organizações devem estar preparadas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa curta palestra <strong><em>Niels Pflaeging</em></strong>, nos fala em português sobre alguns problemas da gestão tradicional:</p>
<ul>
<li><span style="line-height: 13px;">Organizações não são <strong>pirâmides</strong>, organizações são <strong>pêssegos</strong>.</span></li>
<li>No mundo de hoje dinâmico e complexo <strong>não há controle central</strong>, e o futuro é <strong>imprevisível</strong>.</li>
<li>A inteligência e o poder de decisão não deve estar no centro, deve estar na periferia.</li>
<li>Organizações devem estar preparadas para lidar com a complexidade e a incerteza.</li>
<li>Abordagens tradicionais de motivação extrínsecas não funcionam.</li>
</ul>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/ICyKTGASkdQ?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
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		<item>
		<title>Chega de Anotações Inúteis! Aprenda a fazer Sketchnotes</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/andrefaria/~3/7DqJj7p4FUw/chega-de-anotacoes-inuteis-aprenda-a-fazer-sketchnotes</link>
		<comments>http://blog.andrefaria.com/chega-de-anotacoes-inuteis-aprenda-a-fazer-sketchnotes#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Feb 2013 17:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andrefaria</dc:creator>
				<category><![CDATA[Book Review]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe aquelas anotações chatas que você faz ao assistir aulas e palestras ou participar de eventos? Aquelas que você nunca mais nem sequer olha para elas? Triste, não é? Bom, mas eu também já fiz anotações assim. Até que li o livro &#8220;The Sketchnote Handbook&#8220;, fantástico! Minhas notas agora se tornaram mais úteis, bonitas e divertidas. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/tsh-video-175.png"><img class="alignright size-full wp-image-1972" alt="tsh-video-175" src="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/tsh-video-175.png" width="175" height="225" /></a>Sabe aquelas anotações chatas que você faz ao assistir aulas e palestras ou participar de eventos? Aquelas que você nunca mais nem sequer olha para elas? Triste, não é? Bom, mas eu também já fiz anotações assim. Até que li o livro &#8220;<em><strong>The Sketchnote Handbook</strong></em>&#8220;<em><strong>,</strong></em><strong> </strong>fantástico! Minhas notas agora se tornaram mais úteis, bonitas e divertidas. Por isso, resolvi escrever este <em>post</em> falando um pouco sobre o assunto. Quem sabe, isso pode também ajudar você ?</p>
<p><em><strong>Sketchnotes</strong></em> são notas (<em>ou anotações</em>) que combinam tipografia e desenhos simples para expressar ideias utilizando imagens e palavras engajando seu cérebro nos modos visual e verbal.</p>
<p>Estudos apontam que sketchnotes podem te ajudar a lembrar sobre o que você está anotando por muito mais tempo do que se você não anotasse nada, ou se apenas escrevesse.</p>
<p>Não se preocupe, você não precisa se um bom desenhista para fazer Sketchnotes.</p>
<p><strong>Vídeos</strong></p>
<p>Assista esses vídeos para entender melhor como funciona:</p>
<p><span class='embed-youtube' style='text-align:center; display: block;'><iframe class='youtube-player' type='text/html' width='640' height='390' src='http://www.youtube.com/embed/6SKQsULasTg?version=3&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;wmode=transparent' frameborder='0'></iframe></span></p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/14236696" width="500" height="281" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><strong>Exemplos</strong></p>
<p>Veja alguns exemplos, e depois tente fazer os seus próprios:<strong><a href="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/8396470252_0767bb2284_c.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1973" alt="8396470252_0767bb2284_c" src="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/8396470252_0767bb2284_c.jpg" width="506" height="800" /></a></strong></p>
<p style="text-align: center;"> The New Reading <a href="https://twitter.com/justsomeguy">Jason Alderman</a></p>
<p><a href="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/8415303214_f737dbdee2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1975" alt="8415303214_f737dbdee2" src="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/8415303214_f737dbdee2.jpg" width="500" height="490" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Design Understanding por <a href="http://www.flickr.com/photos/evalottchen/sets/72157632611724762/with/8415303214/">Eva-Lotta Lamm</a></p>
<h2><a href="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/8031433072_7294b74a8d.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1976" alt="8031433072_7294b74a8d" src="http://blog.andrefaria.com/wp-content/uploads/2013/02/8031433072_7294b74a8d.jpeg" width="500" height="400" /></a></h2>
<p style="text-align: center;">Pixar por <a href="http://twitter.com/turnislefthome">Timothy Reynolds</a></p>
<p><strong>Saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.learnnuggets.com/2013/01/what-are-sketch-notes/">What are Sketchnotes</a>?</li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dual-coding_theory">Dual Coding Theory</a></li>
<li><a href="http://rohdesign.com/sketchnotes/">Livro The Sketchnote Handbook</a> (<a href="http://my.safaribooksonline.com/book/-/9780133088137"><em>disponível também no Safari Books</em></a>)</li>
<li><a href="http://www.evalotta.net/sketchnotes/">Livro Sketchnotes 2011</a></li>
<li><a href="http://sketchnotearmy.com">Sketchnote Army</a></li>
</ul>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/andrefaria/~4/7DqJj7p4FUw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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