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	<title>Antropologia Digital</title>
	
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	<description>Tudo sobre o homem e o mercado digital</description>
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		<title>Como usar o Twitter de forma corporativa?</title>
		<link>http://www.antropologiadigital.com.br/como-usar-o-twitter-de-forma-corporativa</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:53:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everson Costa - @eversoncosta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quase todos os dias alguém me faz esta pergunta, e sempre explico com todo o prazer, mas desta vez decidir compartilhar como todos uma podcast com alguns feras de grandes empresas. Neste podcsast você vai ouvir: Cristiana Rodrigues, gerente de web marketing da TIM Fábio Marão, Gerente de marketing e redes sociais da Azul Débora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase todos os dias alguém me faz esta pergunta, e sempre explico com todo o prazer, mas desta vez decidir compartilhar como todos uma podcast com alguns feras de grandes empresas.</p>
<p>Neste podcsast você vai ouvir:</p>
<ul>
<li>Cristiana Rodrigues, gerente de web marketing da TIM</li>
<li>Fábio Marão, Gerente de marketing e redes sociais da Azul</li>
<li>Débora Petrin, gerente de comunicação online do segmento residencial da Telefônica</li>
<li>Renato Ramos, Gerente de marketing interativo da TAM</li>
</ul>
<p>Rodrigues, da TIM, explica que é preciso criar alguns atrativos para atrair os clientes. Uma dessas maneiras é fazer com que os seguidores se sintam exclusivos. A operadora, por exemplo, fez promoções quando lançou o primeiro celular com Android no país, em 2009. “A ação, que sorteou aparelhos com Android, ajudou também os canais de vendas da empresa. Porque disse ao seguidor que todos os canais da empresa teriam o celular para a venda.”</p>
<p>Manter um relacionamento com o seguidor também é necessário, explica Ramos. Ele disse que quando a TAM entrou no Twitter não seguia ninguém. “Isso passou uma imagem negativa. E os seguidores tendem a não retuitar as suas promoções.” O executivo da empresa diz que  empresa aérea, agora, segue as pessoas e responde algumas mensagens. “No final das contas, isso impacta de alguma forma nas vendas pelo canal de internet.”</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Governo lança diretrizes para defesa do consumidor em e-commerce</title>
		<link>http://www.antropologiadigital.com.br/governo-lanca-diretrizes-para-defesa-do-consumidor-em-e-commerce</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 13:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everson Costa - @eversoncosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[Um documento com diretrizes para a proteção do consumidor nas compras via Internet foi divulgado nesta sexta-feira (20/8) pelo Ministério da Justiça. O texto foi lançado durante a 65.ª reunião do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor. Segundo o ministério, o documento condensa interpretações sobre a aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Um documento com diretrizes para a proteção do consumidor nas compras via Internet foi divulgado nesta sexta-feira (20/8) pelo Ministério da Justiça. O texto foi lançado durante a 65.ª reunião do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor.</p>
<p>Segundo o ministério, o documento condensa interpretações sobre a aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) em negociações efetuadas no comércio virtual, feitas por entidades como Procons, Ministério Público, Defensorias Públicas, entidades civis e Departamentos de Proteção e Defesa do Consumidor.</p>
<p>Em cinco páginas, o documento é organizado em diretrizes gerais, informação, processo de confirmaçao, pagamento, resolução de conflitos e responsabilidade.</p>
<p>Um dos pontos destacados pelo documento é o direito de arrependimento, previsto no CDC. Ele estabelece que os consumidores podem desistir dos contratos fechados no comércio eletrônico. Na oferta, as lojas devem fornecer &#8220;detalhes e procedimentos quanto à revogação, resolução, reenvio, troca, anulação e/ou reembolso&#8221;.</p>
<p>O documento ressalta também que a utilização de cãmaras de arbitragem para resolver disputas não pode servir de pretexto para negar direitos e garantias previstos no CDC.</p>
<p><strong>Reclamações</strong><br />
No Brasil, o setor de comércio eletrônico tem crescido de forma vigorosa. Segundo o relatório &#8220;WebShoppers&#8221;, da e-bit e Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o setor faturou 6,7 bilhões no primeiro semestre de 2010, 40% mais que o mesmo período de 2009.</p>
<p>O crescimento reflete-se também nos índices de reclamações. Entre janeiro e julho de 2010, o Procon de São Paulo afirma ter prestado 11.512 atendimentos em relação a comércio eletrônico. As principais reclamações dizem respeito a demora na entrega, ou não entrega (27,9% dos atendimentos); produto entregue com dano ou defeito (12,1%) e desistência da compra (7,6%).</p>
<p>A íntegra das diretrizes pode ser consultada no <a href="http://portal.mj.gov.br/services/DocumentManagement/FileDownload.EZTSvc.asp?DocumentID={5663A18D-7987-4E77-B5FD-81B2DF487C75}&amp;ServiceInstUID={7C3D5342-485C-4944-BA65-5EBCD81ADCD4}">site do Ministério da Justiça</a>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/08/20/governo-lanca-diretrizes-para-defesa-do-consumidor-de-e-commerce/" target="_blank">IDGNOW</a></p>
</div>
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		<item>
		<title>Pós-Graduação Marketing Digital na FIT</title>
		<link>http://www.antropologiadigital.com.br/pos-graduacao-marketing-digital-na-fit</link>
		<comments>http://www.antropologiadigital.com.br/pos-graduacao-marketing-digital-na-fit#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 16:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everson Costa - @eversoncosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
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		<description><![CDATA[Faculdade Impacta de Tecnologia reúne grandes profissionais do mercado em primeiro curso de especialização na cidade A FIT (Faculdade Impacta de Tecnologia) com mais de 22 anos de experiência, tendo formado mais de 350 mil alunos em diversos cursos profissionalizantes, graduação e pós-graduação está lançando em Agosto de 2010 a primeira pós-graduação em marketing digital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faculdade Impacta de Tecnologia reúne grandes profissionais do mercado em primeiro curso de especialização na cidade</p>
<p>A FIT (Faculdade Impacta de Tecnologia) com mais de 22 anos de experiência, tendo formado mais de 350 mil alunos em diversos cursos profissionalizantes, graduação e pós-graduação está lançando em Agosto de 2010 a primeira pós-graduação em marketing digital na cidade de São Paulo e uma das primeiras em todo o Brasil.</p>
<p>De olho no amplo crescimento do mercado de marketing e comunicação digital que onde faltam pessoas qualificadas para atender a enorme demanda do mercado, a FIT, deseja aprimorar os profissionais que trabalham ou desejam trabalhar com marketing e comunicação digital fazendo jus ao seu conhecido nome de empresa qualificadora e com alto reconhecimento pelo mercado contratante.</p>
<p>Para isso, reuniu grandes profissionais do mercado, com anos de experiência e que já trabalharam com grandes anunciantes, e que hoje estão nas melhores agências e veículos de comunicação do país, para abrir essa pós-graduação com foco no marketing digital.</p>
<p>São profissionais unem total conhecimento dos temas com dinâmica e experiência em sala de aula para apresentar o conteúdo de forma didática e de fácil entendimento aos alunos, para isso, serão usados cases pessoais, cases de grandes empresas (Brasil e exterior) e conhecimento teórico apoiado em livros, revistas, sites, pesquisas, institutos de pesquisas, conceitos que esses profissionais seguem, deixando a aula o mais próximo possível da realidade profissional.</p>
<p>Além das disciplinas, onde pode-se destacar planejamento estratégico digital, mídia online, redes sociais, cibercultura&amp;semiótica, Branding digital, Criação online, Arquitetura de informação, SEO&amp;SEM, E-commerce, Interface de dispositivos móveis, Comportamento do consumidor online, Mobile Marketing também há o diferencial do curso em ter periodicamente workshops, seminários e palestras para os alunos com outros profissionais do mercado que irão a faculdade contar seus cases de sucesso, experiências para compartilhar conhecimento. Essas ações serão complementares a tudo o que for abordado nas aulas, que não ficarão restritas apenas a sala de aula.</p>
<p>Com aulas aos sábados, das 9h às 18h – com 2 módulos por sábado &#8211; a pós-graduação começará em 21.08.2010 tendo na sua aula inaugural um grande nome do mercado de marketing digital para ser o primeiro palestrante e dando início as aulas.</p>
<p>Serão 380 horas de conteúdo, aulas, workshops, seminários, trabalhos escritos, trabalhos de campo e conhecimento sendo compartilhados entre alunos e professores para que os alunos saiam do curso tendo não apenas uma visão teórica de marketing digital, mas com uma quantidade enorme de prática, que podem e devem ser usadas em suas vidas profissionais para os clientes e empresas com as quais trabalham!</p>
<p>Quer saber mais? Acesse: <a href="http://migre.me/WbY5" target="_blank">http://migre.me/WbY5</a></p>
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		<title>Propaganda na internet e a taxa de conversão</title>
		<link>http://www.antropologiadigital.com.br/propaganda-internet-taxa-conversao</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 20:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everson Costa - @eversoncosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento Digital]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento do consumidor]]></category>
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		<description><![CDATA[A propaganda na internet é o tipo de comunicação que permite medir quase todas as ações. Sendo assim, criamos um modelo onde os anúncios são veiculados na mídia digital, os usuários clicam nos anúncios, acessam a página de um produto ou categoria, clica em detalhes, percorre o carrinho e realiza a compra. Dentro deste modelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A propaganda na internet é o tipo de comunicação que permite medir quase todas as ações. Sendo assim, criamos um modelo onde os anúncios são veiculados na mídia digital, os usuários clicam nos anúncios, acessam a página de um produto ou categoria, clica em detalhes, percorre o carrinho e realiza a compra. Dentro deste modelo definimos um taxa de conversão  (A taxa de conversão representa a porcentagem de usuários que fizeram aquilo que a empresa espera que eles façam no site, neste caso a compra) aceitável. Mas na vida real as coisas nem sempre ocorrem assim.</p>
<p>O usuário na frente do computador recebe diversos estímulos que pode fazer ele mudar de idéia, distrair ou perder o interesse pelo seu site sem considerar aqueles que fecham a página sem querer.</p>
<p>Além dos fatores citados acima, há de considerar que o usuário entra num site com diversos objetivos que nem sempre é de realizar uma compra. Dependendo do estágio do processo de compra que este usuário está, o objetivo dele pode ser apenas saber mais sobre um produto ou ler comentários. E tem uma parcela dos usuários que acessam um site depois de fazer uma pesquisa no buscador e acabam entrando no site e saem, pois a página não tem o conteúdo que ela buscava.</p>
<p>Não há dúvida que quanto maior a taxa de conversão melhor, e que devemos usar está métrica para aumentar as vendas, mas é essencial entender que mesmo que a taxa de conversão seja baixa a campanha traz outros benefícios para a empresa anunciante, como o Branding (a construção da marca de uma empresa), que a longo prazo trará grande retorno para a empresa.</p>
<p>Imagine se a casas Bahia fosse medir a quantidade de vendas realizadas nas lojas um dia após o comercial na TV? Eles iriam desistir de anunciar. Mas o que acontece é que você ouve diversas vezes aquela propaganda, conhece a marca e quando precisar do produto, você saberá que existe a casas Bahia e que eles dividem produtos em 24 vezes&#8230;</p>
<p>Na internet não é diferente. Então faça uma comunicação bem feita e pense a longo prazo.</p>
<p>Em breve trarei um novo artigo sobre como melhorar a taxa de conversão.</p>
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		<title>Os sete pecados capitais do Twitter</title>
		<link>http://www.antropologiadigital.com.br/os-sete-pecados-capitais-do-twitter</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 06:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everson Costa - @eversoncosta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Em um mundo onde os contatos sociais migraram de vez para o espaço virtual, é possível pecar – e muito! – na tela do Twitter De Xuxa &#8211; que se estranhou com sua legião de fãs tão rápido quanto arrebanhou seguidores &#8211; ao funcionário que perdeu o emprego por torcer por seu time &#8211; por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Em um mundo onde os contatos sociais migraram de vez para o espaço virtual, é possível pecar – e muito! – na tela do Twitter</h3>
<p>De Xuxa &#8211; que se estranhou com sua legião de fãs tão rápido quanto arrebanhou seguidores &#8211; ao funcionário que perdeu o emprego por torcer por seu time &#8211; por coincidência, adversário do time patrocinado pela empresa onde ele trabalhava. Nem famosos, nem anônimos estão a salvo dos pecados do Twitter.</p>
<p>Como toda rede social, o sistema de microblogging, que há um mês atingiu a marca de 100 milhões de usuários, tem seu próprio código de etiqueta &#8211; e, por consequência, seus deslizes mais clássicos. Conversamos com especialistas que indicaram os sete pecados capitais do Twitter.</p>
<p><strong>A ira: não sei lidar com brincadeiras e críticas<br />
</strong><br />
Uma vez criado seu perfil, está aberta uma frente de relacionamento com as pessoas. É preciso ter senso de humor para lidar com críticas, brincadeiras e com o retorno dos leitores. Se essa qualidade está em falta, melhor nem criar uma conta. &#8220;Qualquer pessoa pode zombar de algo que você escreveu, sacanear sua foto de perfil e fazer uma paródia da sua biografia&#8221;, diz Edney Souza, diretor de operações da Polvora! Comunicação, consultoria especializada em mídias sociais. &#8220;Se você não sabe lidar com isso, então é melhor não brincar com o Twitter&#8221;.</p>
<p>A apresentadora Xuxa, cujo último tweet data exatamente de um mês depois do inaugural, que o diga: a celebridade abandonou o Twitter depois que seus seguidores apontaram um erro de português (ela escreveu cena com s) cometido por Sasha em um dos posts.</p>
<p><strong>A inveja: quero mais seguidores que as celebridades<br />
</strong><br />
Não bastasse ser casado com a Demi Moore, o ator americano Ashton Kutcher ainda contabiliza outro motivo de olho gordo: ele tem nada menos que 4.907.901 seguidores no Twitter (até o momento desta reportagem). No entanto, para as pessoas comuns como eu e você, o Twitter não é uma corrida por fãs.</p>
<p>&#8220;Ter seguidores é legal, são mais pessoas que te respondem e interagem contigo&#8221;, admite Edney. &#8220;Mas se você não for o Ashton Kutcher ou a Britney Spears, é melhore desencanar do número de seguidores e se focar na qualidade da relação com eles&#8221;, aconselha.</p>
<p><strong>A luxúria: confundo o espaço público com o espaço privado</strong></p>
<p>Nem todos os seus seguidores estão interessados em saber, todos os dias, o que você comeu no almoço &#8211; muito menos como foi sua noite anterior. &#8220;A confusão entre o público e o privado é muito comum nesta cultura de imediatismo&#8221;, diz Elizabeth Saad Corrêa, professora da Escola de Comunicações e Artes (USP) na área de Jornalismo, Internet e Sociedade.</p>
<p>Não se esqueça de que, apesar de aparentemente protegida pela tela do computador, você está vulnerável a todos que a seguem &#8211; e aos seguidores dos seus amigos, e a muito mais gente &#8211; sempre que registra um comentário qualquer. &#8220;É preciso saber se comportar em um espaço público, onde você não faz coisas que não faria fora da sua casa&#8221;, ensina Elizabeth.</p>
<p><strong>A vaidade: quero aparecer mais que todo mundo</strong></p>
<p>Pegue leve no número de fotografias postadas. Sua imagem (ainda) é um bem privado e há limites para torná-la pública. Na opinião de @oCriador, personagem popularíssimo que se identifica no Twitter como Deus, existe a pior das poses. &#8220;O pecado mais preocupante é a infração ao 11º mandamento: &#8216;Não postarás foto fazendo biquinho na internet&#8217;&#8221;, brinca. &#8220;Além de vocês desonrarem seus pais, ficam adorando essas imagens ridículas, o que é veementemente proibido&#8221;. @oCriador, que também mantém o blog <a href="http://sacdivino.org/">Sac Divino </a>, recomenda aos usuários que abandonem este tipo de foto. &#8220;Procure algo mais proveitoso para fazer com a vida que lhes dei&#8221;.</p>
<p><strong>A avareza: posto somente anúncios de venda</strong></p>
<p>Se você criou um perfil, ainda que seja para divulgar seus produtos ou serviços, não se esqueça de complementar com alguma produção de conteúdo, ou pelo menos com indicações de links e conteúdos interessantes para seus clientes. &#8220;Experimente conversar no twitter, ao invés de só agir como um feirante&#8221;, sugere Edney Souza.</p>
<p><strong>A preguiça: escrevo tudo errado</strong></p>
<p>Na pressa que pontua a maioria das comunicações via internet, poucos pensam em uma revisão &#8211; ainda que rápida &#8211; da mensagem que acabou de escrever. O resultado? Erros de toda espécie &#8211; da digitação à ortografia, passando por problemas de contexto. &#8220;O pior pecado do Twitter é o total desleixo com a língua, seja em qual idioma for&#8221;, elege Anderson da Silva Vieira, autor do livro &#8221;Twitter &#8211; Influenciando Pessoas &amp; Conquistando o Mercado&#8221; (editora Alta Books).</p>
<p>&#8220;Uma postagem no seu perfil, por mais simples que seja, pode lhe trazer sérios problemas &#8211; até mesmo perder uma vaga de emprego, já que muitos recrutadores buscam o perfil do candidato no Twitter e em outras redes, para obtenção de mais informações e análise do candidato&#8221;, alerta ele, que recomenda diminuir a quantidade de postagem e trabalhar mais na qualidade delas. &#8220;Com isso, seus seguidores perceberão que você está, digamos, evoluindo&#8221;, conclui.</p>
<p>Achou um link legal e quer compartilhar? Tenha a delicadeza de tecer algum comentário a respeito. Gabriela Zago, mestranda em Comunicação e Informação e uma das autoras do <a href="http://www.twitterbrasil.org/">blog Twitter Brasil</a>, recomenda que o conteúdo guardado na URL compactada seja minimamente descrito, ainda que em uma palavra. &#8220;Também não é legal postar um link com um comentário genérico, do tipo &#8216;que legal&#8217; ou &#8216;divertido&#8217;&#8221;, ensina.</p>
<p><strong>A gula: vivo devorando a produção alheia</strong></p>
<p>A ferramenta oferece a possibilidade de &#8220;retwitar&#8221; &#8211; ou seja, copiar em seu perfil um post de outra pessoa &#8211; com apenas um toque. Embora o crédito seja dado, viver só de conteúdo dos outros &#8211; ou twitar exageradamente, contando a cada vez que você se levanta da cadeira para comer &#8211; é bola fora. &#8220;Postar eventualmente coisas interessantes é legal. Postar 100 tweets num período de 10 minutos só inunda a timeline dos outros&#8221;, diz Gabriela. Há diversas estratégias para evitar o exagero: &#8220;pensar antes de twitar, manter um foco temático, distribuir os tweets ao longo do dia&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/os+sete+pecados+capitais+do+twitter/n1237625905633.html" target="_blank">Delas.IG</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Search Labs – Vídeo da Palestra Site Clinic</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 18:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everson Costa - @eversoncosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos digitais]]></category>

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		<description><![CDATA[Participei na semana passado do Search Labs &#8217;10. O evento foi a primeira edição de uma nova e promissora série de eventos. Foram 3 salas simultâneas e quase 40 sessões durante 2 dias com palestras orientadas às tendências de search, casos reais nunca antes compartilhados e workshops focados em técnicas avançadas e análises de código. No palco, varejistas, publishers, consultores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.agenciaenfase.com.br/wp-content/uploads/2010/07/logo_searchlabs.jpg" alt="" width="247" height="135" />Participei na semana passado do Search Labs &#8217;10. O evento foi a primeira edição de uma nova e promissora série de eventos. Foram 3 salas simultâneas e quase 40 sessões durante 2 dias com palestras orientadas às tendências de search, casos reais nunca antes compartilhados e workshops focados em técnicas avançadas e análises de código. No palco, varejistas, publishers, consultores, agências, buscadores, analistas e algumas &#8220;search stars&#8221; levarão uma visão 360º da área e falarão das suas mais recentes metamorfoses.</p>
<p>Gravei diversas palestras e vou disponibilizar uma parte da palestra Site Clinic, onde os palestrantes, avaliaram o site vagalume. Veja ai e comente&#8230;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8gkjZGLy6sE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/8gkjZGLy6sE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Pesquisa sobre redes sociais: Empresas x Consumidor</title>
		<link>http://www.antropologiadigital.com.br/pesquisa-sobre-redes-sociais-empresas-x-consumidor</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 12:42:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everson Costa - @eversoncosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria dos consumidores quer interagir com as empresas por meio de redes sociais como Facebook e  Twitter, mas apenas 30% das companhias estão preparadas, de acordo com uma pesquisa. Cerca de 70% dos consumidores buscam informação e comunicação por redes sociais, mas as empresas falham em suas tentativas de ingressar nessas redes e colocam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a href="http://www.antropologiadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/rede-social-empresa-antropologia-digital.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-539" title="rede-social-empresa-antropologia-digital" src="http://www.antropologiadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/rede-social-empresa-antropologia-digital-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a>A maioria dos consumidores quer interagir com as empresas por meio de redes sociais como Facebook e  Twitter, mas apenas 30% das companhias estão preparadas, de acordo com uma pesquisa.</p>
<p>Cerca de 70% dos consumidores buscam informação e comunicação por redes sociais, mas as empresas falham em suas tentativas de ingressar nessas redes e colocam a si mesmas em risco, alerta o Yankee Group, uma empresa de análises de mercado que produziu uma pesquisa para a Siemens Enterprise Communications, uma empresa de software corporativo.</p>
<p>O relatório, feito com base em entrevistas realizadas com 750 americanos entre março e abril de 2010, também revelou que a satisfação dos consumidores com suas interações comerciais em redes sociais ficou em 65%.</p>
<p>&#8220;As mídias sociais estão mudando o modo como negócios, clientes e empregados interagem, e isso cria oportunidades significativas para que contact centers e empresas aumentem a integração dessas ferramentas em seus processos de negócio&#8221;, afirmou Zeus Kerravala, vice-presidente sênior do Yankee Group, em comunicado.</p>
<p>&#8220;À medida que a integração da mídia social evolui dentro do contact center e nos sistemas de colaboração e comunicações unificadas, as empresas podem melhorar sua interação com os consumidores e causar um impacto positivo na produtividade e no envolvimento dos empregados&#8221;, disse Kerravala.</p>
</div>
<p><strong>Agilidade</strong><br />
O estudo destaca que as companhias podem não abraçar os sites de redes sociais, como Facebook e Twitter, ou ferramentas corporativas 2.0 com a agilidade necessária para satisfazer muitos de seus clientes.</p>
<p>O Yankee e a Siemens Enterprise informaram que cerca de 60% dos entrevistados disseram que as empresas com presença nas mídias sociais podem potencialmente aumentar a lealdade que eles nutrem por elas. A maioria disse esperar que as empresas monitorem as redes sociais em busca de comentários e queixas de consumidores.</p>
<p>O estudo também mostrou que 50% dos entrevistados usam mídia social pelo menos uma vez por dia.</p>
<p>No começo do ano, Andrew McAfee, um cientista do Centro para Negócios Digitais da Sloan School of Management do MIT, afirmou à Computerworld que muitas empresas têm começado vagarosamente usar as ferramentas corporativas 2.0, e que isso é apenas o começo das mudanças que virão no modo como as pessoas trabalham e como as empresas fazem negócios.</p>
<p>Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/16/alerta-so-tres-em-cada-dez-empresas-estao-prontas-para-as-redes-sociais/" target="_blank">IDGNow</a></p>
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		<title>Raio X da classe C brasileira</title>
		<link>http://www.antropologiadigital.com.br/raio-x-da-classe-c-brasileira</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 13:06:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everson Costa - @eversoncosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[A agência de publicidade NovaS/B realizou um estudo que analisa em profundidade os hábitos de consumo da classe C brasileira. O Estudo +100 é uma inédita e completa radiografia dessa camada da população, apontando conclusões mais duráveis e menos suscetíveis a mudanças na conjuntura econômica nacional. O trabalho foi feito com base em estudos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antropologiadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/classeC.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-535" title="classeC" src="http://www.antropologiadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/classeC-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>A agência de publicidade NovaS/B realizou um estudo que analisa em profundidade os hábitos de consumo da classe C brasileira. O Estudo +100 é uma inédita e completa radiografia dessa camada da população, apontando conclusões mais duráveis e menos suscetíveis a mudanças na conjuntura econômica nacional. O trabalho foi feito com base em estudos de casos, cruzamentos quantitativos e análises qualitativas a partir de um ponto de vista diferenciado: que uso um domicílio da classe C faria de R$ 100 adicionais no seu orçamento mensal?</p>
<p>O estudo, conduzido pelo IBOPE Inteligência, levantou informações relevantes que possibilitarão à agência desenvolver estratégias mercadológicas muito mais próximas dos diversos perfis atitudinais de consumo dos brasileiros da classe C, respondendo melhor aos seus anseios e particularidades. Conforme análise da Fundação Getulio Vargas, a chamada &#8220;Classe Média brasileira&#8221; já engloba 53,8% da população (estimados em cerca de 99 milhões de pessoas, segundo dados do IBGE) e consome cada vez mais e com qualidade, principalmente devido ao acesso facilitado ao crédito e a programas de distribuição de renda do governo federal, como o Bolsa-Família.</p>
<p>Tomando por base mais de 4.500 entrevistas feitas pelo IBOPE Mídia (Target Group Index – Ano 9 / Onda 1 e 2 &#8211; ago/07 a jul/08), a NovaS/B fez uma análise exclusiva dos dados para identificar um grupo bastante específico: administradores do lar (responsáveis por pelo menos 50% das compras da casa), homens e mulheres de 18 a 60 anos de idade, da classe C (de acordo com o Critério de Classificação Econômica Brasil – CCEB).</p>
<p>Essa análise gerou três subgrupos distintos de consumidores: “retraídos”, “consumistas” e “planejadores”, cada um com comportamentos e estilos de vida próprios, mas dentro de uma mesma faixa de renda. O Estudo +100 recrutou, então, 31 casos representativos desses subgrupos de consumidores em Recife, São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro. O estudo desses casos foi baseado no preenchimento de um diário de despesas de setembro a novembro de 2008, entrevistas com questionário semi-estruturado e registros fotográficos feitos pelos pesquisadores e pelos próprios pesquisados.</p>
<p>Com essa metodologia, foi possível constatar que a classe C brasileira, do ponto de vista do consumo, é multifacetada &#8211; as atitudes em relação aos gastos variam consideravelmente dentro de uma mesma faixa de renda. De um lado, há os “planejadores”, que conseguem equilibrar seus desejos de consumo com as possibilidades financeiras; do outro, há os “consumistas”, mais propensos aos impulsos de compra e, consequentemente, a um maior desequilíbrio orçamentário.</p>
<p>“Para a agência, compreender estes perfis atitudinais dentro de uma mesma mesma camada socioeconômica e seus  diferentes padrões de comportamento  será fundamental na definição de novas linguagens e estratégias de comunicação para nossos clientes”, afirma João Roberto Vieira da Costa, sócio-diretor da NovaS/B e idealizador do Estudo +100.</p>
<p><strong>Crise e educação financeira</strong></p>
<p>A pesquisa evidenciou um estado de espírito para o consumo muito próprio da classe C. Todas as informações apontam que esses consumidores têm conhecimento e estão atentos em relação à crise, mas caso venha a sofrer cortes em seu orçamento doméstico, a classe C demonstra estar preparada para retornar às compras na primeira oportunidade que tiver, sem abrir mão do padrão de vida e de consumo conquistado.</p>
<p>“Neste momento, é fundamental que as empresas mantenham estratégias diferenciadas de aproximação com esses consumidores, por meio, por exemplo, de iniciativas de educação financeira, uma necessidade demonstrada pelos participantes do Estudo + 100”, diz Alessandro Bottini, diretor de planejamento da NovaS/B. “Quem tiver essas estratégias neste momento, quando houver a retomada do consumo, estará em vantagem em relação aos seus concorrentes”, complementa.</p>
<p>Depoimentos dos pesquisados, principalmente no terceiro e último mês do estudo, mostram que a assimilação do hábito de preencher o diário levou a um esboço de compreensão da necessidade de planejamento dos gastos para que a família possa satisfazer com mais tranqüilidade seus anseios e desejos de consumo.</p>
<p>Sobre o destino dos R$ 100 extras no orçamento por três meses, o estudo mostrou que o consumidor da classe C tende a pulverizar e não concentrar seus gastos. Em geral, o dinheiro foi gasto em itens mais próximos e mais imediatos, como alimentos, artigos de beleza, roupas, acessórios e outros itens ligados à auto-estima. Isto revela uma dificuldade na concentração de recursos para compras de itens desejados de maior valor, como eletrodomésticos, máquinas fotográficas e aparelhos eletrônicos, identificados em pesquisas superficiais sobre essa classe. Como conseqüência, na maioria das vezes esses desejos demoram a se concretizar.</p>
<p>“As empresas precisam entender melhor essa dinâmica e desenvolver estratégias de negócios e de comunicação que levem o consumidor a buscar, para além do crediário e com segurança, seus sonhos e desejos de consumo, e não apenas a satisfação imediata”, conclui Vieira da Costa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ibope.com.br" target="_blank">Ibope</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>8 Motivos que podem levar uma pessoa a sair de um site</title>
		<link>http://www.antropologiadigital.com.br/8-motivos-que-podem-levar-uma-pessoa-a-sair-de-um-site</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 15:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everson Costa - @eversoncosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Trazer uma pessoa a um site não é uma tarefa fácil, por isso, é necessário tomar muito cuidado para não perdermos estes visitantes. Segue abaixo 8 motivos que podem levar uma pessoa a sair de um site e 8 dicas para não perder o visitante. 1. Página não convincente – As pessoas chegam a uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antropologiadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/bounce-rate-antropologia-digital.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-523" title="bounce-rate-antropologia-digital" src="http://www.antropologiadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/bounce-rate-antropologia-digital.jpg" alt="" width="204" height="202" /></a>Trazer uma pessoa a um site não é uma tarefa fácil, por isso, é necessário tomar muito cuidado para não perdermos estes visitantes. Segue abaixo 8 motivos que podem levar uma pessoa a sair de um site e 8 dicas para não perder o visitante.</p>
<p><strong>1. Página      não convincente</strong> – As pessoas chegam a uma página em busca de      um produto, serviço ou uma informação, mas quando a página não mostra de      forma clara os benefícios daquilo que está sendo oferecida, a pessoa dificilmente      irá continuar navegando no site.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Mostre de forma clara os      benefícios de seu produto/serviço e leve o usuário a uma ação.</p>
<p><strong>2.</strong> <strong>Dificuldade      de navegação</strong><strong> / Layout confuso</strong> – Um site deve ser intuitivo, fácil de      navegar. Se a pessoa precisar fazer muito esforço para encontrar o que      precisa ela dificilmente irá continuar navegando no site. Estas dificuldades      são geralmente vistas em formulários longos, em páginas que precisam      ativar scripts, links de ação pouco visíveis, ou páginas que não funcionam      em determinados navegadores.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Faça páginas intuitivas,      simples de navegar e quem não tome muito tempo do internauta.</p>
<p><strong>3. Falta      de apelo para uma ação</strong> – Os principais links e botões que vão      levar a uma ação devem estar visíveis na tela sem precisar usar a barra de      rolagem, e em cores de contraste com a página.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Faça um belo botão numa      cor bem visível, de forma que ao correr o olho na página o usuário      encontre Rapidamente o botão.</p>
<p><strong>4. Excesso      de apelo para uma ação</strong> – Há sites que colocam vários elementos      chamando a atenção do usuário. Isso geralmente confunde o internauta.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Coloque o principal      apelo, de forma mais visível e os demais bem menos visíveis, para não      disputar a atenção do usuário.</p>
<p><strong>5. Conteúdo      que não interessa ao visitante</strong> &#8211; Isso pode acontecer      principalmente quando ele chega através de uma ferramenta de busca. Após a      abrir a página ele vai ver que o site aberto não tem o que ele procurava e      simplesmente vai sair do site.</p>
<p><strong>Dica</strong>: As informações usadas no      título e descrição que aparecem nas buscas, devem estar totalmente      relacionadas ao conteúdo da página.</p>
<p><strong>6. Falta      de conteúdo relacionado</strong> – Se a sua página interessou      ao internauta, mas você não oferece outras páginas relacionadas, ele irá      sair de seu site sem ver outras páginas.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Mostre ao visitante,      outros conteúdos relacionados à página atual. Pode ser uma lista de tags,  link para contato, páginas relacionadas      ou mais informações sobre este conteúdo. Desta forma, o visitante pode      mudar para outra página relacionada.</p>
<p><strong>7. Páginas pesadas</strong> e demoradas para carregar, que fazem com      que o visitante desista de esperar;</p>
<p><strong>Dica</strong>: Evite animações ou      conteúdo que demore a carregar.</p>
<p><strong>8. Textos desorganizados</strong> – Textos enormes,      cansativos e mal-organizados cansam e espantam o visitante.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Divida-o em tópicos, use figuras e organize suas idéias.</p>
<p><strong>Dicas para resolver estes problemas?</strong></p>
<ul>
<li>Identifique as páginas com alta taxa de rejeição</li>
<li>Faça um teste A/B. Se você não sabe por que determinado percentual de usuários insiste em abandonar a página talvez seja uma boa idéia testar diferentes versões da página e ver o impacto gerado.</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>A influencia da internet na aquisição de produtos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Everson Costa - @eversoncosta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[A convergência das redes sociais e as redes digitais (no computador, nos telefones e em breve nas televisões) já alterou profundamente a maneira como os consumidores se relacionam com as marcas. Pesquisa recente do Centro de Altos Estudos em Publicidade da ESPM e o IBOPE Inteligência mostrou que 46% dos internautas brasileiros consideram a web [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.antropologiadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/web-20-antropologia-digital.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-479" title="web-20-antropologia-digital" src="http://www.antropologiadigital.com.br/wp-content/uploads/2010/07/web-20-antropologia-digital-300x270.jpg" alt="" width="300" height="270" /></a>A convergência das redes sociais e as redes digitais (no computador, nos telefones e em breve nas televisões) já alterou profundamente a maneira como os consumidores se relacionam com as marcas. Pesquisa recente do Centro de Altos Estudos em Publicidade da ESPM e o IBOPE Inteligência mostrou que 46% dos internautas brasileiros consideram a web como sua principal fonte de influência na aquisição de um produto, superando todos os outros meios, inclusive a televisão.</p>
<p>As organizações que não acompanharem as modificações nos hábitos de informação dos consumidores correm o risco de perderem relevância em um curto espaço de tempo. Ainda mais em países como o Brasil, onde as transformações demográficas vão fazer, em pouco tempo, chegar ao mercado de consumo uma geração que cresceu sob paradigmas midiáticos muito diferentes dos da geração que atualmente comanda a maior parte das empresas em nosso país.</p>
<p>As modificações também afetam a maneira pela qual buscamos compreender a relação dos consumidores com as marcas. Uma marca é basicamente informação – sobre quem produz e sobre quem consome – e dessa forma está sujeita às mesmas transformações que afetam os relacionamentos sociais em redes digitais. O mesmo vale para o resultado dos processos de pesquisas – informações sobre o relacionamento entre pessoas e marcas.</p>
<p>Pesquisas são baseadas em amostragens, e uma amostra é também a resposta para um problema econômico. Em uma sociedade na qual custa caro capturar as opiniões das pessoas, quanto menor a amostra maior é sua eficiência do ponto de vista da relação custo-benefício. Daí que os processos de amostragem podem ser entendidos também como uma solução eficiente em termos de custos para a pergunta “o que as pessoas acham desta marca / produto / candidato?”</p>
<p>A expansão das redes sociais permite reduzir o custo de captação das opiniões das pessoas sobre marcas e produtos. Ao se relacionar socialmente através de canais digitais, os internautas constroem sua identidade por meio de afinidades que não dependem somente da proximidade geográfica.</p>
<p>Assim, é possível encontrar milhares de grupos que compartilham o amor (ou ódio) por uma mesma marca, produto ou pessoa (principalmente no caso de celebridades e candidatos políticos). Ora, essas interações digitais podem ser armazenadas de forma cada vez mais rápida e barata e, em um futuro próximo, possivelmente analisadas também em tempo real <strong>[2].</strong> É como se as opiniões resultantes de milhões de focus groups pudessem ser acessadas, armazenadas e analisadas por uma fração do custo por meio do formato tradicional de pesquisa.</p>
<p>É importante destacar, não estamos falando somente da dimensão puramente quantitativa (ou seja, número de menções sobre uma marca). Sob esse aspecto, é particularmente interessante um estudo recentemente divulgado no Congresso da Associação Americana para o Avanço da Inteligência Artificial.</p>
<p>Através da análise de mais de 1 bilhão de comentários feitos no Twitter, entre 2008 e 2009, pesquisadores da Carnegie Mellon University demonstraram uma correlação de 0,79 entre a análise das opiniões expressas no Twitter, as pesquisas de sentimento de consumidor e avaliação do primeiro ano da gestão Obama (O’Connory e Balasubramanyany, 2010).</p>
<p>Mais espantoso ainda é que o sentimento expresso pelas pessoas no Twitter “previa”, com razoável acurácia, o resultado das pesquisas de sentimento do consumidor e aprovação da administração americana. Os autores concluem que, apesar de todos os cuidados e restrições que devem ser observadas na coleta de dados, “é encorajador que pesquisas de custo elevado e ciclo de aplicação longo possam ser complementadas ou suplantadas por observações textuais facilmente coletáveis em redes sociais online”.</p>
<p>Medir a emoção que as marcas despertam, e não simplesmente nossa racionalização sobre essas emoções sempre foi um desafio para as empresas. Em um mundo no qual as interações online crescem de forma exponencial, esse novo formato de análise permite combinar insights qualitativos com dados estatisticamente significantes (não somente por regras matemáticas, como também pelo enorme volume de interações que podem ser analisadas). Por maiores que sejam as dificuldades metodológicas (e elas não são poucas), o futuro do Marketing provavelmente passa pelo desenvolvimento desses novos formatos de pesquisa.</p>
<p><strong>[1]</strong> Por exemplo, o volume de tempo de utilização da internet já supera o da TV por assinatura em mais de 40%, segundo dados do Ibope.</p>
<p><strong>[2]</strong> A IBM está desenvolvendo softwares capazes de analisar vastos bancos de dados produzidos em tempo real e projetar tendências nos mais diversos setores, como ocorre hoje nos mercados financeiros. De certa forma, as interações entre marcas e pessoas podem ser consideradas também como “cotações”, que agrupadas em vastos números permitem extrapolar comportamentos agregados. Recentemente, o Google anunciou investimentos na Recorded Future, empresa que se propõe a desenvolver serviço similar (<a href="http://www.recordedfuture.com/">www.recordedfuture.com</a>).</p>
<p><em>Marcelo Coutinho (Pesquisador do Centro Avançado de Estudos e Propaganda e Marketing (CAEPM) da ESPM. É professor da FGV e diretor de Inteligência de Mercado para a América Latina, da Terra Networks).</em></p>
<p><em>Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com/notas/57806-uma-amostra-do-futuro-das-marcas?utm_source=040610_marketing&amp;utm_medium=040610_marketing&amp;utm_content=040610_marketing_uma-amostra-do-futuro-das-marcas&amp;utm_campaign=040610_marketing">HSM Management</a></em></p>
 <img src="http://www.antropologiadigital.com.br/wp-content/plugins/feed-statistics.php?view=1&post_id=478" width="1" height="1" style="display: none;" />]]></content:encoded>
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