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	<title>A Prancheta</title>
	
	<link>http://www.aprancheta.com</link>
	<description>Um blog sobre design, ilustração, fotografia, música, cinema e muito mais.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 14 Jun 2013 17:55:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Você fode o amor</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 21:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Eduarda Buarque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantos peguetes você tem? Vai, se esforça. Fala só para você. Vale contar os mimimis, os rolos inacabados (do tipo opa! Tamo aí), os que mandam mensagem de madrugada e os que só mantem por garantia do usucapião &#8211; vai que você resolve dar uma chance ao amor, né? Oi! Aqui! Amor? Ah, você tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos peguetes você tem? Vai, se esforça. Fala só para você. Vale contar os mimimis, os rolos inacabados (do tipo opa! Tamo aí), os que mandam mensagem de madrugada e os que só mantem por garantia do usucapião &#8211; vai que você resolve dar uma chance ao amor, né?</p>
<p>Oi! Aqui! Amor?</p>
<p>Ah, você tem o dedo podre. Só se mete em furada – pega uma fila de gatos mas nenhum deles presta. Ou até sim, mas tá curtindo uma fase, não pode agora. Sei como é.</p>
<p>Para completar &#8211; quem merece? Você mora em São Paulo, cidade cinza onde todo mundo acredita que não existe amor porque o Criolo disse – já cantou essa com as mãozinhas no peito, né? Bêbada.</p>
<p>Não foi só ele, você vai retrucar. Em São Paulo também tem gente que sai de madrugada pichando as bancas de revista pedindo por favor pelo pobre do amor. Por favor – já viu disso? Tá lá, ó: no Instagram de todo mundo.</p>
<p>Pobre do amor. Você até tentou engrossar o coro. Usou hashtag, venue do Foursquare, arrecadou likes e manifestantes em prol do coitado. Alguém foi lá e comentou entre aspas que “o amor é importante, porra!” e você respondeu com um S2.</p>
<p>Não era nenhum dos seus lances, né? Imagina se algum deles ia fazer isso. Vai que você leva a sério, acha que ele tá querendo algo, se declarando, te pedindo em casamento. Não! Pelo amor de deus!</p>
<p>Mas e os peguetes? Chegou a um número? Contabiliza os pokes também &#8211; claro que vale! Tem poke que vem com intenção embutida, boba. Fechou a conta? Ótimo. Agora me diz: vai passar o Dia dos Namorados sozinha, né? E postar no Facebook que tá feliz da vida, o amor que se foda.</p>
<div id="tweetbutton11376" class="tw_button" style="float: left; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px;  margin-left: 5px; ;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.aprancheta.com%2Fcomportamento%2Fvoce-fode-o-amor%2F&amp;via=aprancheta&amp;text=Voc%C3%AA%20fode%20o%20amor&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.aprancheta.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Quem matou Rosie Larsen?</title>
		<link>http://www.aprancheta.com/tv/quem-matou-rosie-larsen/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 11:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcia Lira</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[AMC]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[policial]]></category>
		<category><![CDATA[série de TV]]></category>
		<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[the killing]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você está entre os #chatiados com mais um final iminente de temporada de Game of Thrones, ou preocupado com o que vai fazer quando Dexter acabar, ou ainda avalia que The Walking Dead se perdeu um pouco nos episódios, tenho uma dica para você. Embora longe de ser unanimidade nos bate papos de mesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/the-killing-rosie-larsen.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11364" title="The Killing" src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/the-killing-rosie-larsen-e1369826497478.jpg" alt="The Killing" width="469" height="263" /></a></p>
<p><a href="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/the_killing_rosie_larsen.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11362" title="A vítima" src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/the_killing_rosie_larsen-e1369826403735.jpg" alt="A vítima" width="469" height="312" /></a></p>
<p>Se você está entre os <a href="https://twitter.com/search/realtime?q=%23chatiado&amp;src=typd">#chatiados</a> com mais um final iminente de temporada de <strong>Game of Thrones</strong>, ou preocupado com o que vai fazer quando <strong>Dexter</strong> acabar, ou ainda avalia que <strong>The Walking Dead</strong> se perdeu um pouco nos episódios, tenho uma dica para você.</p>
<p>Embora longe de ser unanimidade nos bate papos de mesa de bar, The Killing é uma das melhores séries que eu já vi &#8211; e eu vejo um bocado delas. Digo de antemão que é totalmente contra-indicada para quem tem que acordar cedo no dia seguinte: é necessário muito controle pra parar de assistir.</p>
<p>De cara, lembra um pouco <a href="http://www.youtube.com/watch?v=uslU4yQfkr4">Twin Peaks</a>, de David Lynch. Primeiro por conta do ritmo mais lento no desenrolar da investigação de um assassinato. Para mim, um dos principais méritos da série. Enquanto a maioria adota um caso por episódio, uma velocidade <a href="http://www.youtube.com/watch?v=cSQq_bC5kIw">Sherlock Holmes</a> de ser, The Killing conduz o espectador com pouca pressa para desvendar o crime por episódios e episódios a fio.</p>
<p>Ainda na comparação com Twin Peaks, nas duas séries uma adolescente perde brutalmente a vida: Laura Palmer na produção de Lynch, e Rosie Larsen na história da AMC. Quando a detetive Sarah Linden pega o caso, a gente sabe pouco mais que ela sobre o assassinato. E a partir de então, vamos acompanhando a investigação passo a passo.</p>
<p><a href="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/The-Killing-Retorno.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11363" title="Os detetives" src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/The-Killing-Retorno-e1369826454303.jpg" alt="Os detetives" width="469" height="351" /></a></p>
<p>Outra das melhores coisas é que Linden é uma mulher normal. Nada de policiais morenas fatais, metidas a machonas, bem resolvidas em suas roupas coladas &#8211; ou usando aquele vestido de grife superultradecotado na hora em que precisa se disfarçar numa festa. Linden é gente como a gente, tem seus anos de experiência e sérias dificuldades de relacionamento com o filho adolescente. Obssessiva pelo trabalho, ela deixa o resto da vida de lado enquanto segue seus instintos, ora abrindo caminho, ora levando bons foras. É preciso dizer que a atuação de Mireille Enos faz toda a diferença.</p>
<p>Os personagens são muito palpáveis, como Holder, o parceiro da detetive, cheio de segredos e inseguranças. A série no entanto opera num campo mais amplo, pois ao mesmo tempo acompanhamos o impacto e as descobertas em torno do crime a partir de dois outros pontos de vista, além do policial: o da família da vítima, os Larsen, e o da equipe do candidato à prefeitura de Seattle, Darren Richmond.</p>
<p><a href="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/0017_AW_TK2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11361" title="A família Larsen" src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/0017_AW_TK2-e1369826355632.jpg" alt="A família Larsen" width="469" height="331" /></a></p>
<p><a href="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/the-killing-2-temporada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-11365" title="O núcleo político" src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/the-killing-2-temporada-e1369826532148.jpg" alt="O núcleo político" width="469" height="310" /></a></p>
<p>De um lado, acompanhamos o doloroso processo de cada membro da família da vítima: pai, mãe, tia, irmãos. Ao mesmo tempo castigada pela perda repentina e vasculhada pela investigação em sua privacidade e segredos. Do outro, os efeitos que o assassinato tem politicamente: a imprensa, o jogo de cintura dos assessores de Richmond para lidar com isso na busca pela eleição.</p>
<p>Reviravoltas, sim, mas sem aquela metralhadora de clichês em que esses tipos de produção acabam caindo. E se eu contar mais, acabo caindo no crime do spoiler. Vale salientar que começou a sair a 3a temporada da série. Vai lá ver e depois conta se curtiu.</p>
<div id="tweetbutton11359" class="tw_button" style="float: left; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px;  margin-left: 5px; ;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.aprancheta.com%2Ftv%2Fquem-matou-rosie-larsen%2F&amp;via=marcialira&amp;text=Quem%20matou%20Rosie%20Larsen%3F&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.aprancheta.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Coitadinha Bem Feito</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 20:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[disco]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao ser convidado para criar um projeto para a gravadora Joia Moderna, o jornalista e produtor Marcus Preto pensou fora da caixa e começou logo quebrando as regras. Na contramão das vozes femininas que vêm sendo a marca da gravadora do DJ Zé Pedro (veja aqui os discos), Marcus decidiu reunir homens homenageando uma grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/coitadinhabemfeitocapa.jpg" alt="" title="Coitadinha Bem Feito" width="469" height="421" class="aligncenter size-full wp-image-11352" /></p>
<p>Ao ser convidado para criar um projeto para a gravadora Joia Moderna, o jornalista e produtor <a href="https://twitter.com/marcuspreto" target="blank">Marcus Preto</a> pensou fora da caixa e começou logo quebrando as regras. Na contramão das vozes femininas que vêm sendo a marca da gravadora do DJ Zé Pedro (veja <a href="http://www.joiamoderna.com.br/discos.php?pg=1" target="blank">aqui</a> os discos), Marcus decidiu reunir homens homenageando uma grande compositora, que na minha humilde opinião deveria ser mais ouvida e valorizada, Angela Ro Ro.</p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/angelaroro.jpeg" alt="" title="Angela Ro Ro" width="469" height="704" class="aligncenter size-full wp-image-11351" /></p>
<p>Ro Ro tem uma obra visceral, com uma pegada de blues bastante incomum no Brasil, e a surpresa maior do disco é justamente a liberdade com que essa obra foi revisitada. Marcus explica que não pretendia fazer um disco tributo, pois ninguém interpreta melhor a obra de Ro Ro do que ela mesma. Então a ideia é recriar a partir da compositora, enriquecer ainda mais sua obra. E o resultado é sensacional. Basta ouvir a versão de <em>Gota de Sangue</em> por Adriano Cintra (ex-CSS) para entender do que estou falando. As gravações de Angela Ro Ro e Maria Bethânia já são belíssimas, mas o que temos aqui é algo totalmente novo. Certamente, nem a compositora esperava ver suas músicas assim. Já rolou o show de lançamento em São Paulo e todas as apresentações estão no YouTube. O áudio não tá dos melhores, mas dá pra assistir (veja abaixo <em>Gota de Sangue</em>).</p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/V475NH4xMZY?list=UUX450UtD1D4bkAxoqCFG7Dw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Outros pontos altos são a música que dá título ao disco, em ótima versão de Otto, a abertura estranha com a clássica e incrível <em>Amor, Meu Grande Amor</em> na voz de Lucas Santtana e, pensando bem, o disco todo fica lá no alto. <em>A Mim e a Mais Ninguém</em> por Juliano Gauche é outra joia, assim como a versão de Thiago Pethit para <em>Mares da Espanha</em>, que já ganhou clipe.</p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/QragBV97oIQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Coitadinha Bem Feito traz ainda Leo Cavalcanti, Romulo Fróes, Tatá Aeroplano, Lira, Gui Amabis, Rodrigo Campos, Pélico, Kiko Dinucci, Rael, Gustavo Galo, Dani Black e Helio Flanders. E o <a href="http://coitadinhabemfeito.com.br/" target="blank">download</a> é gratuito. Vai lá e depois aproveita a onda pra procurar um pouco mais da obra de Angela Ro Ro. Vale a pena.</p>
<div id="tweetbutton11350" class="tw_button" style="float: left; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px;  margin-left: 5px; ;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.aprancheta.com%2Fmusica%2Fcoitadinha-bem-feito%2F&amp;via=aprancheta&amp;text=Coitadinha%20Bem%20Feito&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.aprancheta.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Astronauta, teu nome é solidão</title>
		<link>http://www.aprancheta.com/graphic-novel/astronauta-teu-nome-e-solidao/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 18:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Damião Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graphic Novel]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Após três edições da série MSP 50 Anos, a fórmula se mostrou desgastada e até o nome começou a ficar confuso (50, +50, novos 50&#8230;), denotando que o projeto não foi planejado para tantas edições. Porém uma coisa ficou muito clara: entregar personagens da turminha da Mônica para terceiros desenvolverem trabalhos livres rendeu boas histórias. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/001.jpg" alt="" title="" width="469" height="311" class="aligncenter size-full wp-image-11327" /></p>
<p>Após três edições da série MSP 50 Anos, a fórmula se mostrou desgastada e até o nome começou a ficar confuso (50, +50, novos 50&#8230;), denotando que o projeto não foi planejado para tantas edições. Porém uma coisa ficou muito clara: entregar personagens da turminha da Mônica para terceiros desenvolverem trabalhos livres rendeu boas histórias. Então por que não continuar, de alguma forma?</p>
<p>E assim nasceu o selo Graphic MSP. Só que agora, ao invés de HQs curtas, os autores poderão desenvolver longas aventuras, em álbuns solo com temáticas mais adultas. Magnetar é a estréia do selo pelas mãos do Danilo Beyruth. Está para sair Turma da Mônica: Laços, roteirizado e desenhado pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi. Em seguida teremos um álbum solo do Piteco no traço do Shiko. O Gustavo Duarte vai fazer um com o Chico Bento e teremos também mais outros álbuns enfocando a Turma da Mônica e Penadinho. Estes dois últimos ainda sem autores divulgados.</p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/turma-da-monica-irmao-caffagi.jpg" alt="" title="Turma da Mônica pelos irmãos Cafaggi" width="469" height="663" class="aligncenter size-full wp-image-11339" /><a href="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/Piteco-por-Shico-pb.jpg"><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/Piteco-por-Shico-pb.jpg" alt="" title="Piteco por Shiko" width="469" height="663" class="aligncenter size-full wp-image-11335" /></a></p>
<p>O Danilo Beyruth foi revelado em 2010 com o badalado album Bando de Dois &#8211; a HQ traz o (atualmente) desprezado tema do cangaço de volta aos quadrinhos.</p>
<p>Astronauta: Magnetar vem confirmar o Danilo como um autor de quadrinhos completo que manda muito bem nas duas frentes, o desenho e o texto. O roteiro de Magnetar tem o timing certo e consegue fisgar o leitor facilmente. Tudo é muito bem cuidado e até para escolher o gancho central da HQ, o autor consultou um astrônomo que o indicou um magnetar. </p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/Astronauta-Magnetar-Pagina-Dupla.jpg" alt="" title="" width="469" height="338" class="aligncenter size-full wp-image-11344" /><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/1.jpg" alt="" title="" width="469" height="665" class="aligncenter size-full wp-image-11326" /><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/astronauta-magnetar-tem-roteiro-e-arte-de-danilo-beyruth-e-colorida-por-cris-peter-a-revista-e-a-primeira-do-selo-graphic-msp-que-tera-os-personagens-de-mauricio-de-sousa-transformados-em-1350419086850_615x300.jpg" alt="" title="" width="469" height="229" class="aligncenter size-full wp-image-11329" /></p>
<p>O tema central da HQ é a solidão, o que soa muito adequado ao personagem. O próprio Maurício de Souza já disse que o Astronauta foi criado para tratar de temas metafísicos, assunto não muito fácil de ser abordados no resto da família de personagens. Danilo segue este princípio e constroi uma história com um personagem solitário num deserto sideral. A motivação ideal para a construção de uma trama existencialista ou algum outro papo-cabeça. O resultado ficou muito longe de ser chato, pelo contrário, a HQ é rica em ação e super dinâmica. Danilo entremeou as divagações do Astronauta com sequências de perigo que trouxeram a dinâmica necessária ao roteiro. É uma história em quadrinhos difícil de largar antes de chegar ao final.</p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/Scan-130510-0004.jpg" alt="" title="" width="469" height="663" class="aligncenter size-full wp-image-11338" /><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/Scan-130510-0003.jpg" alt="" title="" width="469" height="663" class="aligncenter size-full wp-image-11337" /><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/Scan-130510-0002.jpg" alt="" title="" width="469" height="304" class="aligncenter size-full wp-image-11336" /></p>
<p>Como curiosidade, a hq traz também alguns easter eggs &#8211; brincadeira nerd de esconder referências a outros assuntos. Um destes &#8220;segredos &#8221; é um pedregulho com a cara do “forever alone”. Tem mais coisas escondidas, mas aí é vc que tem de achar!</p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/05/forever-alone.jpg" alt="" title="Forever Alone" width="469" height="456" class="aligncenter size-full wp-image-11333" /></p>
<div id="tweetbutton11325" class="tw_button" style="float: left; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px;  margin-left: 5px; ;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.aprancheta.com%2Fgraphic-novel%2Fastronauta-teu-nome-e-solidao%2F&amp;via=aprancheta&amp;text=Astronauta%2C%20teu%20nome%20%C3%A9%20solid%C3%A3o&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.aprancheta.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Troca-troca na Praça de Casa Forte</title>
		<link>http://www.aprancheta.com/literatura/troca-troca-na-praca-de-casa-forte/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 14:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[A próxima terça-feira, dia 23 de abril, é o Dia Internacional do Livro e, para comemorar, vai rolar um troca-troca de livros usados, organizado por uma galera que ainda gosta de ler no papel. Para participar, basta levar um livro usado e na hora você pega qualquer outro que estiverem dando no local. Fizemos um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/04/547417_641845862496472_1965502840_n.jpg" alt="" title="" width="469" height="469" class="aligncenter size-full wp-image-11318" /></p>
<p>A próxima terça-feira, dia 23 de abril, é o Dia Internacional do Livro e, para comemorar, vai rolar um <a href="http://www.facebook.com/events/270205286450070/" target="blank">troca-troca de livros usados</a>, organizado por uma galera que ainda gosta de ler no papel. Para participar, basta levar um livro usado e na hora você pega qualquer outro que estiverem dando no local. Fizemos um troca-troca desses uma vez no stand do blog no festival No Ar Coquetel Molotov e foi muito legal. Guardo até hoje livros ótimos que eu não pensaria comprar. Mas vê se não leva só aquele livro bizarro que você quer ver longe. Vamos compartilhar um pouco do que curtimos, certo? A farra será na Praça de Casa Forte, no Box Vitória Régia. Pra quem não sabe, isso é no Recife. Mas não fique triste. Tome a iniciativa e organize um na sua cidade.</p>
<div id="tweetbutton11317" class="tw_button" style="float: left; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px;  margin-left: 5px; ;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.aprancheta.com%2Fliteratura%2Ftroca-troca-na-praca-de-casa-forte%2F&amp;via=aprancheta&amp;text=Troca-troca%20na%20Pra%C3%A7a%20de%20Casa%20Forte&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.aprancheta.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Primeiro Pedaço</title>
		<link>http://www.aprancheta.com/comportamento/primeiro-pedaco/</link>
		<comments>http://www.aprancheta.com/comportamento/primeiro-pedaco/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 20:04:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Eduarda Buarque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem era seu aniversário mas estava lendo o conto de um escritor que você nunca vai fazer questão de conhecer. Antes de chegar ao final me dei conta de que nunca, talvez, tenha dito o quanto você importa. Acho que não faz ideia de que tantas vezes fui para o trabalho comentando que você é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/04/Antigas_02.jpg" alt="" title="" width="469" height="649" class="aligncenter size-full wp-image-11313" /></p>
<p>Nem era seu aniversário mas estava lendo o conto de um escritor que você nunca vai fazer questão de conhecer. Antes de chegar ao final me dei conta de que nunca, talvez, tenha dito o quanto você importa.</p>
<p>Acho que não faz ideia de que tantas vezes fui para o trabalho comentando que você é uma das melhores pessoas que eu tenho. A mais próxima também, ao mesmo tempo em que estamos tão distantes pela geografia e pelos nossos gostos exagerados por coisas diferentes. Tanto quanto somos nós dois.</p>
<p>Talvez faça mais de um ano que você não deita no meu colo. Outros mais que eu não te procuro no meio da noite, quando acho que alguma coisa não vai dar certo &#8211; era para você  que eu corria sempre que isso acontecia, lembra? Apesar de ter sentido tantas vezes, nunca mais estive perto o suficiente para deitar na cama junto com você. Para você cuidar de mim como se eu fosse uma cria sua. E me chamar de Maguinha sem estar bravo comigo, gesticulando sem perder completamente a calma. E me passar a certeza do homem que Adriana Falcão dizia não ter dúvidas de nada. Uma certeza otimista que sempre me convencia de que as coisas iriam mesmo dar certo.</p>
<p>Tenho que contar daquelas noites em que você me emprestava a sua paz depois ficava indo até a cama de mansinho para ver se eu já tinha adormecido. Às vezes eu fingia estar dormindo só para você ficar mais tranquilo. E você nem sabe disso.</p>
<p>Você também nem sonha que eu já te perdoei por levar as cartas dos seus amigos para mim &#8211; mesmo tendo rasgado cada uma delas e dado descarga para você ver. Eu também dou risada disso porque no fundo, acho que você pensava que eu precisava deles para cuidarem de mim.  </p>
<p>Pensava tudo errado porque eu nunca te falei que você bastava. E agora eu sinto falta de você aqui perto. E da sua calma que me contagiava; do seu cafuné e das suas coisas que eu não ligo muito. Eu sinto falta de estar do seu lado, te vendo soprar mais essa vela e desejando com muita força que o mundo ganhe mais pessoas como você nesse 18 de abril. E em todos os outros dias da vida.</p>
<div id="tweetbutton11312" class="tw_button" style="float: left; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px;  margin-left: 5px; ;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.aprancheta.com%2Fcomportamento%2Fprimeiro-pedaco%2F&amp;via=aprancheta&amp;text=Primeiro%20Peda%C3%A7o&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.aprancheta.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Call Me Lola + Apartamento26</title>
		<link>http://www.aprancheta.com/musica/call-me-lola-apartamento26/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 13:42:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembra do lindíssimo texto de estreia da nossa querida Maria Eduarda Buarque no Apartamento26? Volta aqui e lê de novo. Daria uma linda canção, não é mesmo? Pois é, foi o que a banda Call Me Lola também pensou. Os irmão Lucas Mayer e Brenda Mayer musicaram o Apartamento26 e apostaram na faixa como sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembra do lindíssimo texto de estreia da nossa querida Maria Eduarda Buarque no Apartamento26? Volta <a href="http://www.aprancheta.com/comportamento/apartamento-26/?autor=22" target="blank">aqui</a> e lê de novo.</p>
<p>Daria uma linda canção, não é mesmo? Pois é, foi o que a banda <a href="http://www.facebook.com/CallMeLolla?ref=stream" target="blank">Call Me Lola</a> também pensou. Os irmão Lucas Mayer e Brenda Mayer musicaram o Apartamento26 e apostaram na faixa como sua primeira música. O resultado é essa lindeza aí embaixo.</p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/GUYSoRS0kN4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Se dependesse de mim, eles fariam um disco só com os textos da nossa colunista refugiada em São Paulo e o álbum se chamaria, claro, Apartamento26. Fica aí a ideia.</p>
<div id="tweetbutton11300" class="tw_button" style="float: left; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px;  margin-left: 5px; ;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.aprancheta.com%2Fmusica%2Fcall-me-lola-apartamento26%2F&amp;via=aprancheta&amp;text=Call%20Me%20Lola%20%2B%20Apartamento26&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.aprancheta.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Top10 Discos 2012</title>
		<link>http://www.aprancheta.com/musica/top10-discos-2012/</link>
		<comments>http://www.aprancheta.com/musica/top10-discos-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 17:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Igor Gazatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[disco]]></category>
		<category><![CDATA[top10]]></category>

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		<description><![CDATA[2012 foi um ano de muito trampo e essa coluna cada vez mais preguiçosa deixou passar um monte de coisa boa que foi lançada. Então, assim como no ano passado, segue a lista da redenção com o Top 10 dos que poderiam ter rendido grandes posts aqui no blog no ano que passou. Antes tarde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2012 foi um ano de muito trampo e essa coluna cada vez mais preguiçosa deixou passar um monte de coisa boa que foi lançada. Então, assim como no ano passado, segue a lista da redenção com o Top 10 dos que poderiam ter rendido grandes posts aqui no blog no ano que passou. Antes tarde do que nunca.<br />
<br/><br />
<strong>Santigold &#8211; Master of my Make-Believe</strong></p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/02/santigold.jpg" alt="" title="Santigold - Master of my Make-Believe" width="469" height="469" class="aligncenter size-full wp-image-11249" /></p>
<p>O segundo disco da cantora foi gravado na jamaica e co-produzido por Davie Sitek, o guitarrista branquelo do TV On The Radio. Traz mais daquela mistura instigada de ragga, electro e hip hop que faz a cabeça da turma e rendeu convites a moça para gravar com Diplo, Gorillaz e Beastie Boys. </p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/mIMMZQJ1H6E" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br/><br />
<strong>Bad Bad Not Good &#8211; BBNG002</strong></p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/02/bbng.jpg" alt="" title="Bad Bad Not Good - BBNG002" width="469" height="469" class="aligncenter size-full wp-image-11242" /></p>
<p>O trio canadense também lançou seu segundo disco, com versões instrumentais para músicas de Kanye West, My Bloody Valentine, James Blake e Feist. Tudo gravado em apenas 10 horas de estúdio. Detalhe: ninguém com mais de 21 anos estava envolvido na produção. Jazz com uns timbres hip hop classudo. Fico impressionado com a maturidade do som desses caras. </p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/fp40VH6bu7o" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br/><br />
<strong>Los Sebosos Postizos – Los Sebosos Postizos Interpretam Jorge Ben Jor</strong></p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/02/sebosos.jpg" alt="" title="Los Sebosos Postizos – Los Sebosos Postizos Interpretam Jorge Ben Jor" width="469" height="469" class="aligncenter size-full wp-image-11250" /></p>
<p>Esse tava na promessa faz tempo. Repertório classe de Jorge Ben, em versões cavernosas dos integrantes da Nação Zumbi. Tudo já conhecido pra quem foi aos shows ou baixou aquele ao vivo no Sesc Pompéia. Muito bom poder ouvir tudo num disquinho de estúdio bem produzido. Só faltava um clipezinho bacana para a gente poder ilustrar o post. Vai ficar só na foto.<br />
<br/><br />
<strong>Frank Ocean – Channel Orange</strong></p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/02/channel.jpg" alt="" title="Frank Ocean – Channel Orange" width="469" height="469" class="aligncenter size-full wp-image-11245" /></p>
<p>Esse saiu do fornou eleito por muitos o disco do ano. A estréia do rapaz fora do coletivo Odd Future Wolf Gang Kill Them All, liderado por Tyler, The Creator, é realmente um grande disco. Depois de compor pra John Legend, Beyoncé e Justin Bieber, neguinho resolveu fazer o dele. E fez muito bem feito.</p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/F15IjgyHd60" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br/><br />
<strong>Dr. John – Locked Down</strong></p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/02/dr-john.jpg" alt="" title="Dr. John – Locked Down" width="469" height="469" class="aligncenter size-full wp-image-11246" /></p>
<p>Lenda viva de New Orleans, o tecladista Dr. John já tocou com Meters, Rolling Stones, The Band e uma penca de outros relevantes. Só aceitou gravar o álbum com produção de Dan Auerbach depois que o Black Key apresentou a ele um disco de Mulatu Astatke. John, acostumado com muito jazz, soul e blues, acabou cometendo seu disco mais rock. Discão por sinal.</p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/guUN-5Xpdt0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br/><br />
<strong>Bobby Womack – The Bravest Man In The Universe</strong></p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/02/womack.jpg" alt="" title="Bobby Womack – The Bravest Man In The Universe" width="469" height="469" class="aligncenter size-full wp-image-11251" /></p>
<p>Falando em lenda viva, tem esse aqui também. Novo do Bobby Womack, produzido por Damon Albarn. Soul da melhor qualidade feito com drum machine e sintetizadores. E o coroa ainda saiu dizendo que nunca se sentiu tão à vontade num estúdio de gravação. Conheci a bolacha um dia desses, recomendada por um amigo de um amigo. Vai pro trono. </p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/2WA7uH4kLQQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br/><br />
<strong>Céu – Caravana Sereia Bloom</strong></p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/02/ceu.jpg" alt="" title="Céu – Caravana Sereia Bloom" width="469" height="421" class="aligncenter size-full wp-image-11244" /></p>
<p>Botecos com radiolas de ficha, cerveja em copo americano, brega de teclados vagabundos, estrada depois de um dia na praia. Tudo isso é referência para o terceiro disco da cantora paulistana. Retrovisor é a música que melhor sintetiza toda essa atmosfera. Mas o disco ainda reserva outras surpresas, como a ótima versão do rock steady You Won&#8217;t Regret Me.</p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/bPAaLAPvPRA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br/><br />
<strong>Jack White – Blunderbuss</strong></p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/02/blunderbuss.jpg" alt="" title="Jack White – Blunderbuss" width="469" height="462" class="aligncenter size-full wp-image-11243" /></p>
<p>Segundo o guitarrista, gravou esse seu primeiro álbum solo meio por acaso. O rapper RZA iria gravar para o selo de Jack, o Third Man Records, mas faltou a sessão. O guitarrista juntou a banda que já tava pronta e resolveu gravar umas canções que tinha na manga. Alguma dúvida que vinha pedra?</p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/MvpoiiBW9bc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br/><br />
<strong>Michael Kiwanuka – Home Again</strong></p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/02/kiwanuka.jpg" alt="" title="Michael Kiwanuka – Home Again" width="469" height="468" class="aligncenter size-full wp-image-11248" /></p>
<p>Inglês, descendente de ugandenses, Kiwanuka vem sendo comparado a Bill Withers e outros grande do soul. Estudava design até que os amigos começaram a dizer: &#8220;vai, cara, você é bom&#8221;. Pra nossa alegria, o negão resolveu seguir cantando e tocando volão. Seu primeiro disco é simplesmente emocionante</p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/xTa28a8QKo4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<br/><br />
<strong>Japandroids – Celebration Rock</strong></p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/02/japandroids.jpg" alt="" title="Japandroids – Celebration Rock" width="469" height="469" class="aligncenter size-full wp-image-11247" /></p>
<p>Pra completar, esse aqui da dupla canadense formada por Brian King (guitarra/voz) e David Prowse (bateria/voz). Rock cruêra, sem frescura. Pau na moleira. Diferente da grande maioria das bandas moderninhas que tão por aí. Figurou num monte de listas de revistas e blogs. Não podia ficar de fora dessa aqui também.</p>
<p><iframe width="469" height="264" src="http://www.youtube.com/embed/tALN2S2rINw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<div id="tweetbutton11241" class="tw_button" style="float: left; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px;  margin-left: 5px; ;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.aprancheta.com%2Fmusica%2Ftop10-discos-2012%2F&amp;via=gazatti&amp;text=Top10%20Discos%202012&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.aprancheta.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mixtape A Prancheta #7</title>
		<link>http://www.aprancheta.com/musica/mixtape-a-prancheta-7/</link>
		<comments>http://www.aprancheta.com/musica/mixtape-a-prancheta-7/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 14:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[mixtape]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de mais de um ano de intervalo e de um pedido irrecusável do leitor Emmanuel, voltamos com nossas mixtapes. Esse é um dos posts que eu mais amo, mas 2012 foi o ano da preguiça. Bem, 2013 veio pra acabar com a lerdeza e prometo que mixtape é o que não vai faltar. Nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de mais de um ano de intervalo e de um pedido irrecusável do leitor Emmanuel, voltamos com nossas mixtapes. Esse é um dos posts que eu mais amo, mas 2012 foi o ano da preguiça. Bem, 2013 veio pra acabar com a lerdeza e prometo que mixtape é o que não vai faltar.</p>
<p>Nossa playlist de número 7 traz um pouco do que ouvi no ano passado: Jack White, James Blake, Air, Edward Sharpe, Bahamas, Fiona Apple, Cake e alguns outros. Aqui já dá pra ter uma pequena ideia do que virá no top10 2012, que apesar do atraso, eventualmente chegará.</p>
<p><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/02/mixtape-aprancheta-07.jpg" alt="" title="Mixtape A Prancheta #7" width="469" height="469" class="aligncenter size-full wp-image-11224" /></p>
<p><em><strong>MIXTAPE #7</strong></p>
<p>1. Love Interruption (Jack White feat. Ruby Amanfu)<br />
2. Home (Edward Sharpe &#038; The Magnetic Zeros)<br />
3. I Got You Babe (Bahamas)<br />
4. I Want To Hear What You Have Got To Say (The Subways)<br />
5. Our Riotous Defects (Of Montreal)<br />
6. Done With You (The Whitest Boy Alive)<br />
7. Sonic Armada (Air)<br />
8. A Case of You (James Blake)<br />
9. Werewolf (Fiona Apple)<br />
10. Long Time (Cake)</em><br />
<br/><br />
[acesse o post para ouvir o áudio]<br />
</br><br />
<strong><a href="http://www.aprancheta.com/audio/mixtape-aprancheta-07.mp3" target="blank">DOWNLOAD</a></strong> (clique com o botão direito e escolha salvar como)</p>
<div id="tweetbutton11223" class="tw_button" style="float: left; margin-bottom: 18px; margin-top: 18px;  margin-left: 5px; ;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.aprancheta.com%2Fmusica%2Fmixtape-a-prancheta-7%2F&amp;via=aprancheta&amp;text=Mixtape%20A%20Prancheta%20%237&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.aprancheta.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;"></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Shame e uma cena inesquecível</title>
		<link>http://www.aprancheta.com/musica/shame-e-uma-cena-inesquecivel/</link>
		<comments>http://www.aprancheta.com/musica/shame-e-uma-cena-inesquecivel/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2013 01:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Márcia Lira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[carey mulligan]]></category>
		<category><![CDATA[cena]]></category>
		<category><![CDATA[michael fassbender]]></category>
		<category><![CDATA[new york]]></category>
		<category><![CDATA[shame]]></category>

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		<description><![CDATA[Um sábado à noite desses eu assisti Shame, o filme de Steve McQueen sobre um cara viciado em sexo em Nova York. É um filme forte, triste e ao mesmo tempo muito belo. Poucas vezes vi no cinema a abordagem de tanto sexo sem cair numa certa banalização. Há uma tendência cultural em considerar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/01/shame.jpg"><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/01/shame-e1358815905530.jpg" alt="Shame" title="Shame" width="469" height="329" class="aligncenter size-full wp-image-11213" /></a></p>
<p><a href="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/01/Michael-Fassbender-Carey-Mulligan-Shame-Theatrical-Still.jpg"><img src="http://www.aprancheta.com/wp-content/uploads/2013/01/Michael-Fassbender-Carey-Mulligan-Shame-Theatrical-Still-e1358818156323.jpg" alt="Cena de Shame" title="Cena de Shame" width="469" height="236" class="aligncenter size-full wp-image-11216" /></a></p>
<p>Um sábado à noite desses eu assisti <em>Shame</em>, o filme de Steve McQueen sobre um cara viciado em sexo em Nova York. É um filme forte, triste e ao mesmo tempo muito belo. Poucas vezes vi no cinema a abordagem de tanto sexo sem cair numa certa banalização. Há uma tendência cultural em considerar a ninfomania um ponto a favor da pessoa, e <em>Shame</em> desmistifica isso. Por meio do personagem interpretado por Michael Fassbender, mostra como o vício pode ser destrutivo, como qualquer outro.</p>
<p>Agora é natural que se espere que a cena inesquecível do título seja proibida para menores de 18 anos, mas vou ter que decepcionar. O trecho que mais me marcou foi um brinde da atriz Carey Mulligan, com quem já simpatizava e passei a admirar. A personagem dela é irmã do ninfomaníaco, com quem ela tem sérios problemas de relacionamento. </p>
<p><object width="469" height="264"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/F6Pdcf2b4os?hl=pt_BR&amp;version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/F6Pdcf2b4os?hl=pt_BR&amp;version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="469" height="264" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Sissy canta <em>New York, New York</em>. São cinco minutos da famosa canção de Sinatra, tão lento quanto é preciso para cada palavra ser pronunciada. A câmera na atriz registra todos os olhares, as hesitações, as respirações. Eu poderia apostar que ninguém será capaz no mundo de fazer uma versão mais triste da música do que essa. </p>
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