<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><description>a.pro.pri.a.ção - sf (apropriar+ção) 1 Ato ou efeito de apropriar. 2 Acomodação, adaptação.</description><title>Apropriações</title><generator>Tumblr (3.0; @apropriacoes)</generator><link>http://apropriacoes.tumblr.com/</link><item><title>It's been too easy to get into shape now that I have found this!</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="http://d.botkinakoturnie.org/inc/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="image" src="http://i.imgur.com/YqruUJs.png"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://apropriacoes.tumblr.com/post/86730106114</link><guid>http://apropriacoes.tumblr.com/post/86730106114</guid><pubDate>Sat, 24 May 2014 23:07:43 +0100</pubDate></item><item><title>Mudamos</title><description>&lt;p&gt;Mudamos, de novo, pra cá, de novo: &lt;a href="http://www.apropriacoes.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.apropriacoes.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://apropriacoes.tumblr.com/post/8450604749</link><guid>http://apropriacoes.tumblr.com/post/8450604749</guid><pubDate>Thu, 04 Aug 2011 01:50:13 +0100</pubDate></item><item><title>O que andei lendo - Alice's Adventures in Wonderland, Treasure Island, A Cor da Magia</title><description>&lt;p&gt;&lt;span id="internal-source-marker_0.20706293266266584"&gt;Independente de ter um Kindle ou não, eu sempre li em um ritmo razoável. A média sempre ficou em torno de um livro por mês, o que eu considero pouco, mas é justificável pela quantidade de artigos científicos e outras leituras específicas do mestrado.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;O fato é que realmente, nos últimos dois anos, ler por pura diversão se tornou extremamente complicado. É curioso no entanto saber que desde que comprei o Kindle, a quase um mês atrás, já li três livros e estou a meio caminho de terminar um quarto. &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Ainda não sei bem o motivo. Ler no aparelho não é nem melhor ou pior que ler em papel, de modo que não posso depositar sobre ele o fato de eu estar lendo mais. Talvez seja culpa do efeito “brinquedo novo”. Sabe como é né? Quando você ganha um brinquedo novo, brinca mais com ele do que com os outros, talvez seja isso&amp;hellip;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Independente disso tudo, decidi abrir essa “seção” pra postar aqui o que achei dos últimos livros que li. Ainda não sei se ela vai ter regularidade mensal ou um post por livro. O mais certo é que ela vai ser organizada de forma absolutamente arbitrária, sem compromisso com nada. &lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Uma convenção simples que vou usar é o título original da língua em que li o livro. No caso deste post por exemplo, li Alice no País das Maravilhas e a Ilha do Tesouro em inglês, por isso vou usar os nomes originais em inglês no título do post e na descrição abaixo. Também vou tentar evitar spoilers, mas avisarei sempre que eles forem impossíveis de serem evitados.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Alice’s Adventures in Wonderland [Lewis Carrol, 1865]&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Um dos livros mais conhecidos no mundo, agora em alta por conta da adaptação cinematográfica do Tim Burtom. &lt;a href="http://www.gutenberg.org/etext/11" target="_blank"&gt;Alice’s Adventures in Wonderland&lt;/a&gt;, normalmente abreviado para Alice in Wonderland e aportuguesado para Alice no País das Maravilhas é um livro bastante curioso.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Para o leitor normal, como eu, o livro diverte pelas ótimas sacadas de ironia do texto e jogos de palavras. Para os fans e especialistas o livro é um tratado histórico sobre a Inglaterra Vitoriana. Pra estes, que conseguem ver o paralelo histórico do livro, a experiência de ler Alice deve ser incrível.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Pra mim, pobre mortal, é um livro divertido mas de uma estória um pouco fraca. Fraca por que Alice parece não ter motivações para estar aonde está. A sensação que tive ao ler o livro é a de que a personagem principal funciona mais como uma observadora de um mundo absurdo, e apenas isso.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Quer dizer, mesmo quando ela própria é alvo dos absurdos, como as diversas vezes em que ela muda de tamanho, a sensação de que ela não é afetada de forma alguma pela viagem é constante. O final do livro só reforça isso, com Alice saindo do País das Maravilhas sem sofrer qualquer mudança, sem se abalar. Ela saí da mesma maneira que entrou, não aprendeu nada, não se envolveu em nada realmente importante.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Mesmo assim recomendo a leitura, até pela importância do clássico. Algumas passagens são bastante cativantes, o gato Cheshire é pra mim o personagem mais interessante, e completamente sub-aproveitado. O famoso capítulo do chá das seis com o Chapeleiro Louco é, de longe, o ponto alto do livro.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Treasure Island [Robert Louis Stevenson, 1883]&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.gutenberg.org/etext/120" target="_blank"&gt;Treasure Island&lt;/a&gt;, ou A Ilha do Tesouro no Brasil, é um dos livros mais divertidos que já li. Primeiro por que adoro estórias de piratas, mesmo quando são mal executadas como no filme &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0112760/" target="_blank"&gt;A Ilha da Garganta Cortada&lt;/a&gt;, com a Geena Davis. &lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Segundo por que o livro é a origem de todos os clichês do gênero. Basta ver pelo plot: O jovem Jim Hawkins tem seu caminho cruzado pelo pirata Billy Bones que, por uma série de infortunios, acaba morto deixando para trás um mapa para uma ilha aonde o terrível e já falecido pirata Capitão Flint enterrou um tesouro de incrível valor.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;E o livro é basicamente isso, uma caça ao tesouro frenética, com direito a motins, piratas com pernas de pau, papagaios no ombro, duelos de mosquete, traições, golpes de sorte, homens abandonados à própria sorte e etc, etc, etc. &lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Leitura pra lá de obrigatória. É um livro de aventura no melhor estilo já concebido. Divertidíssimo, mesmo que saibamos todos os clichês e por termos visto o mesmo argumento usado &lt;em&gt;ad nauseam&lt;/em&gt; em tantas outras estórias de piratas, o livro não ofereça nenhuma surpresa.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;O ponto alto fica por conta do capítulo em que Jim navega o&lt;em&gt; La Hispaniola&lt;/em&gt; de volta para a Ilha na companhia de um dos piratas amotinados.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;A Cor da Magia [Terry Pratchett, 1983]&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;A Cor da Magia é o primeiro livro da série Discworld do Terry Pratchett. O Discworld é um mundo plano, apoiado sobre quatro elefantes que vivem em uma tartaruga gigante que flutua pelo cosmos.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;img align="middle" src="http://farm5.static.flickr.com/4013/4586693201_4e623ebd4d.jpg" width="500" height="357"/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Bizarro? Absolutamente. Pratchett construiu um dos mundos mais originais, ricos e fantásticos que eu já vi. É uma espécie de mistura de Guia dos Mochileiros da Galaxia com Senhor dos Anéis. O livro é cheio de criaturas bizarras, magos incompetentes, monstros pluri-dimensionais, e arcas de madeira com dentes e pernas.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Se o mundo é rico, criativo e interessante, o mesmo não se pode dizer do livro em si. A narrativa é frequentemente confusa e os diálogos não funcionam bem como texto. Quem ouviu os audiobooks garante que a coisa toda melhora, mas eu não sei.&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;span&gt;Recomendo o livro só para os curiosos sobre o mundo Discworld, que é mesmo muito rico e original. Se for ler pela estória em si, esqueça, não vale o esforço.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://apropriacoes.tumblr.com/post/579287132</link><guid>http://apropriacoes.tumblr.com/post/579287132</guid><pubDate>Fri, 07 May 2010 19:30:00 +0100</pubDate></item><item><title>A geração que matou o livro?</title><description>&lt;p&gt;Com essa coisa de leitores de ebook&amp;rsquo;s se popularizando, vejo muita gente  argumentando que enquanto os livros digitais forem apenas transcrições  fiéis de suas versões físicas, não valem a pena e não vão vingar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em  geral quando alguém faz esse tipo de argumentação, completa dizendo que  quer &amp;ldquo;algo a mais&amp;rdquo; do que apenas sentar e ler, já que para isso não é  preciso investir um bom dinheiro comprando um Kindle ou um outro leitor  qualquer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o que exatamente as pessoas esperam de um ebook?  Não posso falar por todos, mas este vídeo de uma versão de Alice no País  das Maravilhas feito pro iPad foi usado como exemplo por muita gente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
&lt;object height="340" width="560"&gt;
&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gew68Qj5kxw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/gew68Qj5kxw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="340" width="560"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O  que eu acho dessa versão de Alice pro iPad? Acho que é um NÃO-LIVRO.  Isso mesmo, um não-livro. Quer dizer, eu não sei que nome dar a esse  tipo de coisa, mas com certeza não posso dizer que seja um livro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E  não pode ser chamado de livro por que coloca o conteúdo escrito em  segundo plano. Basta notarmos como todo o conteúdo interativo fica no  caminho do texto. O relógio balança por sobre ele, a garrafa ao cair  também fica em cima do texto, mesma coisa com as cartas. O texto está  ali como um mero suporte que dá sentido aos objetos interativos, no  entanto, são eles os atores principais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vejam, não sou de modo  algum contra interatividade em livros digitais, desde que essa  interatividade não interrompa o fluxo da leitura, ou fique em primeiro  plano em relação ao texto, ou que produza distrações ou, pior de todos,  não permita que eu use minha imaginação para dar vida à narrativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em  outras palavras, um livro digital deve, no mínimo, me oferecer a mesma  experiência de ler um livro físico, o que nos faz voltar ao primeiro  ponto. Se é pra ter a mesma experiência, por que optar pelo digital?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há,  ao meu ver, diversas justificativas. Pra mim, as principais vantagens  são preço e portabilidade. Com um leitor como o Kindle você tem acesso  automático a mais de 30.000 livros disponibilizados gratuitamente pelo  &lt;a href="http://bit.ly/91Bc1Z" target="_blank"&gt;Project Gutenberg&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Brasil temos o portal &lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp" target="_blank"&gt;Domínio Público&lt;/a&gt;, que  dá acesso a uma porrada de livros, textos, e artigos de graça, como toda  a obra de &lt;a href="http://machado.mec.gov.br/" target="_blank"&gt;Machado de Assis&lt;/a&gt; por exemplo. Pode parecer uma frivolidade  querer ler de graça um Dom Casmurro que saí por volta de R$ 9,00 por aí,  sendo que você paga em média US$ 300,00 + taxas de importação pelo  leitor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas se tivermos em consideração que o texto original do  &lt;a href="http://bit.ly/d8RvQp" target="_blank"&gt;Treasure Island&lt;/a&gt; do Robert Louis Stevenson pode ser lido de graça pelo  Project Gutenberg mas custa R$68,00 no &lt;a href="http://bit.ly/9en228" target="_blank"&gt;Submarino&lt;/a&gt;, a longo prazo, o custo  do leitor se diluí no dinheiro que você economiza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, de novo,  só posso falar por mim. Eu leio muito, não só livros, mas artigos  também por conta do mestrado, e o Kindle vem sendo de uma ajuda  imprescindível. Por fim, deixo este link para o texto do &lt;a href="http://bit.ly/aeVfgn" target="_blank"&gt;Gizmodo&lt;/a&gt; que  analisa os problemas dos atuais leitores digitais e como melhorá-los.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O  texto aborda até a questão da interatividade, mostrando que não é  preciso transformar o texto em produto secundário para tornar os livros  digitais mais &amp;ldquo;2.0&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero sinceramente que a indústria não tome  como exemplo essa versão do Alice in Wonderland. Meu medo esse tipo de  adaptação se torne padrão e eu viva para ver a geração que matou o  livro.&lt;/p&gt;</description><link>http://apropriacoes.tumblr.com/post/551171701</link><guid>http://apropriacoes.tumblr.com/post/551171701</guid><pubDate>Mon, 26 Apr 2010 18:35:22 +0100</pubDate></item><item><title>Eu amo meu Kindle 2</title><description>&lt;p&gt;Daí que eu comprei um&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Amazon_Kindle" target="_blank"&gt; Kindle 2&lt;/a&gt; e vou dizer, o aparelho entrega  exatamente o que promete, uma maneira mais que confortável de ler  documentos digitais e ebooks. Fiquei bastante surpreso com o tamanho  dele, pouco maior que um livro de bolso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além e pequeno, leve e  fino, a tela de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/E_Ink" target="_blank"&gt;e-ink&lt;/a&gt; é mesmo uma maravilha da tecnologia. Só se  diferencia do papel por ter o fundo de um cinza claro, e não branco.  Fora isso, não da pra notar a diferença. Ler na tela do Kindle é um  alívio pra quem, como eu por conta do mestrado, precisa ler uma porrada  de documentos digitais todos os dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso o software do  aparelho tem um dicionário de inglês que mostra o significado de  qualquer palavra selecionada pelo cursor. Também é possível fazer  anotações, marcar partes do texto e por aí vai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Kindle lê  nativamente pdf&amp;rsquo;s, doc&amp;rsquo;s, docx&amp;rsquo;s, txt&amp;rsquo;s e mobi&amp;rsquo;s sem DRM, o que faz com  que todo o acervo do &lt;a href="http://www.gutenberg.org" target="_blank"&gt;Project Gutemberg&lt;/a&gt; esteja disponível pro leitor. E  olha, isso é uma vantagem e tanto. Além disso o Kindle tem a tal  whispernet. E o que raios é isso?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bem, a whispernet é a rede sem  fio da Amazon que vem habilitada em todo Kindle. A vantagem disso é que  você pode navegar na loja da Amazon, comprar um livro por lá e ter ele  enviado pro seu Kindle via 3G, sem a necessidade de um computador,  embora você possa comprá-los através do seu computador e ter eles  entregue em seu Kindle da mesma maneira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pra quem mora nos EUA dá  pra baixar uma porrada de livros gratuítos via whispernet, pra quem ta  fora, é preciso pagar a taxa de transferência que custa uma média de  US$2,00. É claro que a maior parte dos livros gratuítos do site da  Amazon também podem ser baixados de graça no Project Gutemberg mas a  whispernet tem uma função matadora. Ela sincroniza dados sobre seu livro  com o site da Amazon.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso significa que a Amazon faz backup de  tudo o que você faz com os livros que compra por lá. A whispernet  sincroniza suas anotações, os textos que você marcou, seus bookmark&amp;rsquo;s e  até a página em que você parou de ler. Se algo acontecer com seu Kindle e  você perder tudo, a whispernet te envia tudo de volta da exata mesma  maneira que você deixou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E faz mais. Quem tem iPhone, Blackberry,  PC ou Mac com o software do Kindle instalado pode abrir os livros que  estava lendo no aparelho e continuar de onde parou, ou consultar as  notas e etc. Isso faz com que seu livro esteja em qualquer lugar a todo  instante, o que é ótimo pra algumas pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A whispernet tb é uma  tentação constante. Isso por que ela faz ser tão fácil baixar os livros  da loja da Amazon que eu me pego considerando se pago os 2 dólares pra  baixar um livro que esta de graça na internet só pra não ter que ligar o  Kindle no USB e copiar e colar o livro pra ele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, os  livros mais novos por lá em geral custam na faixa de US$9,00 com o valor  da whispernet incluso pra quem ta fora dos EUA. Isso faz com que  lançamento e até alguns bestseller&amp;rsquo;s saiam mais barato em seu formato  digital que no formato de papel, mesmo que você os compre em uma loja  local, como o Submarino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há também a tão comentada função  &amp;ldquo;text-to-read&amp;rdquo;. Quando ativada o Kindle passa a ler os livros pra você. É  uma função curiosa, mas sem nenhuma serventia pra mim. Em todo caso,  ela funciona muito bem e as caixas de som do aparelho são excelentes,  embora ele tenha entrada pra fones de ouvido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, ter um  Kindle levanta aquela velha pergunta, se o ebook vai substituir ou não o  livro físico. De antemão digo que duvido muito, mas deixo a discussão  pra outro texto.&lt;/p&gt;</description><link>http://apropriacoes.tumblr.com/post/533588460</link><guid>http://apropriacoes.tumblr.com/post/533588460</guid><pubDate>Mon, 19 Apr 2010 17:58:57 +0100</pubDate><category>ebooks</category><category>Kindle</category></item><item><title>Apropriações</title><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A long time ago&amp;hellip;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A bastante tempo atrás eu criei um blog  chamado &lt;em&gt;Apropriações&lt;/em&gt;. Era um blog modesto, aonde eu despejava meia dúzia  de palavras, nem sempre de forma coerente, de modo a aliviar meu pobre e  imaturo cérebro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Valia de tudo, textos sobre política, sobre  meu dia a dia, sobre meus amores, as vezes alguns contos, as vezes  desabafos. O finado &lt;em&gt;Apropriações&lt;/em&gt; me ensinou muitas coisas, embora nunca  tenha sido um desses blogs badalados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fiz bons amigos por lá,  melhorei muito minha capacidade de redação, criei mais polêmicas do que  gostaria, desfiz menos polêmicas do que pretendia e por fim me cansei. A  vida atribulada e a criação do meu outro blog, o &lt;a href="http://www.polegaropositor.com.br" target="_blank"&gt;Polegar Opositor&lt;/a&gt;, me  fizeram ir deixando o Apropriações cada vez mais de lado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como já  não podia dedicar ao velho blog a atenção de antes, e como também já  não via propósito em sua existência, acabei por deletar o pobre coitado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A  volta dos que não foram&amp;hellip;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que eu descobri com a morte do &lt;em&gt; Apropriações&lt;/em&gt; foi que ele era mais importante pra mim do que eu  imaginava. Era lá que eu descarregava tudo o que eu gostaria de  compartilhar mas não era apropriado, veja você, ao &lt;a href="http://www.polegaropositor.com.br" target="_blank"&gt;Polegar Opositor&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parte  dessa necessidade acabou sendo direcionada ao meu Twitter, que você  pode seguir &lt;a href="http://www.twitter.com/thenriques45" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Mas convenhamos, o Twitter não serve exatamente pra  isso. O certo é que no mesmo dia em que o &lt;em&gt;Apropriações&lt;/em&gt; morreu, a ideia  de reabrir o velho blog surgiu e nunca mais me deixou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Daí que é  certo que, ainda que eu o tenha deletado, ele nunca deixou de existir em  algum lugar saldozista dentro do meu provavelmente ainda imaturo  cérebro. E bem, aqui estamos, de volta ao velho blog, reencarnado no  Tumblr.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não esperem por aqui nada muito elaborado ou coerente. O  que provavelmente vou fazer é manter o registro das minhas opiniões  sobre os filmes que assisto, dos livros que leio, talvez das músicas que  escuto e algumas coisas relacionadas a tecnologia, especialmente sobre o  sistema operacional que eu tanto gosto, o Ubuntu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E é isso, nas  palavras do meu primeiro post no velho &lt;em&gt;Apropriações&lt;/em&gt;, recriei um blog que  se apropria da minha vida. Seja bem vindo a ele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PS: Na verdade a  vida do antigo &lt;em&gt;Apropriações&lt;/em&gt; foi mais atribulada do que descrevi aqui.  Ele começou no Wordpress.com e terminou em uma instalação própria do  Wordpress no domínio do Polegar. A primeira versão dele ainda existe, já  que eu nunca apaguei. Se você quiser ver um pouco de como este que vos  escreve era em 2007, é só &lt;a href="http://apropriacoes.wordpress.com" target="_blank"&gt;clicar aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://apropriacoes.tumblr.com/post/531295777</link><guid>http://apropriacoes.tumblr.com/post/531295777</guid><pubDate>Sun, 18 Apr 2010 20:28:06 +0100</pubDate></item></channel></rss>