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		<title>Arminianismo.com - Início</title>
		<description><![CDATA[Conheça o Arminianismo]]></description>
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			<title>Paul J. Achtemeier - A Graça de Deus e o Povo de Deus: Romanos 9.14-29</title>
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			<description><![CDATA[<div class="feed-description"><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">A Graça de Deus e o Povo de Deus: Romanos 9.14-29</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Paul J. Achtemeier</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Paulo apresentou uma proposta radical: ser membro do verdadeiro Israel, o povo escolhido de Deus, não é questão de descendência genética de Abraão, mas de ser escolhido para pertencer a esse povo. A substância e essência desse povo, portanto, não se baseia na herança biológica, no nascimento, mas, antes, na promessa de Deus de que tal povo existiria (9.8). Para tornar claro que o povo de Deus depende de Sua contínua escolha para a sua existência, Deus escolheu somente um dos irmãos gêmeos para ser aquele através do qual seu povo prosseguiria (9.11).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">É com a natureza e a existência do verdadeiro povo de Deus que Paulo continua a se ocupar nestes versículos subsequentes. A pergunta que Paulo utiliza para introduzir este segmento de seu argumento é familiar: “Que diremos pois?” Ele utilizou essa mesma pergunta em 6.1, 15 e 7.7, onde se seguiram três segmentos da discussão de Paulo, e nesse mesmo sentido ele a utilizará mais uma vez em 9.30, onde o próximo segmento de sua discussão começa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O ponto ao qual Paulo está se dirigindo nesta parte de seu argumento se torna claro no versículo 24. Paulo está falando sobre como o mesmo princípio de eleição e escolha que deu origem a Israel e que o manteve (veja vv. 7-13, 17-18) continuou a operar na expansão do povo escolhido realizada por Cristo. Era de fato este objetivo final de um povo escolhido expandido, Paulo argumenta, que Deus tinha em mente durante todo o tempo. Esse povo expandido de Deus agora inclui os gentios, que uma vez não eram parte desse povo (vv. 25-26). Paulo está citando alguns versículos aqui de Oséias (2.2-5, 1 nessa ordem) que Oséias tinha dirigido a Israel, indicando-lhes que sua existência como povo não tinha nada a ver com origens étnicas naturais, mas com o expresso ato de escolha de Deus. Quando Paulo agora usa estes versículos para fazer referência aos gentios que foram incluídos no novo povo de Deus, ele quer dizer que a inclusão desses gentios no povo de Deus não é diferente da designação original de Israel como povo escolhido: Em ambos os casos, à parte da escolha de Deus, não teria havido nenhum povo escolhido. Assim como Israel devia seu <em style="mso-bidi-font-style: normal;">status</em> de nação à eleição de Deus, como Oséias disse, da mesma forma o novo povo de Deus deve sua existência como povo a esse mesmo tipo de eleição.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Mais ainda, Deus tinha pretendido desde o início que somente uma parte de Israel, um “remanescente,” seria incluído nesse novo povo (vv. 27-28). Realmente, o próprio fato que tal remanescente permanece e que pode ser incluído no novo povo de Deus é devido à direta intenção de Deus (v. 29). A citação de Paulo de Isaías 10.22 (veja seu contexto em Is 10.20-23) nos versículos 27-28 e de Isaías 1.9 no versículo 29 indica que Paulo vê essas profecias cumpridas na inclusão de somente uma parte de Israel entre aqueles que aceitaram Jesus como o Messias de Deus, como o Seu Cristo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O que tudo isso significa é simplesmente que quando Deus escolheu criar um novo povo para si mesmo, baseado na confiança em Cristo como aquele através de quem os seres humanos podem encontrar sua relação com Deus reparada, ele continuou a agir de modo consistente com a escolha original de Israel como povo eleito. De fato, o processo iniciado com essa escolha é agora cumprido. Visto que a origem de Israel, assim como sua continuação, era uma questão de escolha de Deus e não de herança genética (vv. 7-13), ninguém, menos ainda os israelitas, deveria estar surpreso se Deus continua a formar um povo escolhido por seu próprio ato de escolha.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Não é possível ler o que Paulo diz nesta passagem sobre o tratamento de Deus a Israel e aos gentios sem levantar uma série de perguntas. Algumas dessas perguntas são levantadas pelo conteúdo do que Paulo tem a dizer, enquanto outras são levantadas pelos equívocos que gerações de interpretação introduziram nestes versículos. Se formos ser claros sobre o que Paulo quer dizer nestes versículos, de forma que nossas perguntas lidam com o que ele realmente está dizendo e não com o que imaginamos que ele esteja dizendo, três pontos precisam ser mantidos firmes em mente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O primeiro ponto diz respeito ao claro entendimento que Deus é o criador do mundo e o governante de sua história e que ele portanto dispõe sobre ela como Senhor soberano. Isso é especialmente claro nos versículos 19-21. Chamar o Criador para prestar contas pelo modo que ele criou seu mundo, ou pelo modo que ele dispõe sobre a sua história, está fora da competência de uma criatura. Perguntas que temos sobre esse aspecto da discussão de Paulo, portanto, são perguntas levantadas pela nossa condição de criatura e as limitações que essa condição inevitavelmente coloca sobre nós. Sabemos que esta linha de argumentação não é única nesta parte da carta de Paulo. Paulo foi claro desde o começo que é precisamente rebelião contra Deus por causa da condição humana de criatura que envolveu o mundo em sua presente desordem (recorde a discussão de idolatria no cap. 1 e de Adão no cap. 5), e uma continuação da ilusão que podemos nos erguer acima de tais limitações simplesmente significa uma continuação de nossa desgraça.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O que Paulo nos dá nesta parte de sua discussão é uma forte dose de realidade, algo que, como é o caso com algum remédio forte mas eficaz, alguns pacientes tendem a resistir. Mas nós de fato não somos deuses. Não somos de fato capazes de qualquer disposição soberana sobre a realidade, como a história da humanidade demonstra convincentemente. O que os humanos têm feito uns aos outros e ao seu ambiente deve constituir prova irrefutável desse fato. Resistência a Deus como Deus, como Criador soberano, se encontra no centro da rebelião e do pecado humanos, e é precisamente essa resistência que está por baixo de muito do que tendemos a achar repugnante nestes versículos. Mas somos, e permanecemos, criaturas, e até que cheguemos a entender esse fato, o que significa até que admitimos que precisamos da ajuda de Deus para agir como criaturas de uma maneira responsável e amorosa com nossos semelhantes, pouco do que Paulo diz será convincente.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Parte da boa nova do Evangelho é que não somos de fato deuses e que portanto o futuro não está em nossas manifestamente incapazes mãos. Essa boa nova constitui parte do argumento de Paulo nestes versículos, e devemos estar cientes desse fato.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O segundo ponto que devemos ter em mente se formos ser claros sobre o que Paulo quer que encontremos nesta passagem é o fato de que o Deus que dispõe sobre sua criação como soberano Criador é um Deus de misericórdia. É dentro desse quadro geral que estes versículos devem ser compreendidos ou eles podem somente ser mal compreendidos. Que o quadro é a misericórdia de Deus torna-se claro no versículo 15, por exemplo, onde Paulo começa sua resposta ao tipo de perguntas que inevitavelmente surge como resultado do tipo de discussão com que ele está aqui se ocupando. Note cuidadosamente a citação de Paulo de Êx 33.19b. Ela fala exclusivamente da decisão de Deus de ser misericordioso. Ela não está precisamente balanceada, como se Deus tivesse dito que ele seria misericordioso com quem ele escolheu e irado com quem ele escolheu. Tal simetria entre graça e ira, entre misericórdia e condenação, está ausente aqui, como está ausente por toda esta passagem. Toda a discussão é caracterizada, antes, pela assimetria de uma graça dominante. Esse mesmo ponto está claro no versículo 22, onde Paulo, falando dos “vasos da ira, preparados para a destruição,” chega mais próximo do que ele jamais chegou ao que é popularmente chamado “dupla predestinação”, mas que, em seu entendimento popular, seria mais precisamente chamado de “duplo predeterminismo.” É a ideia de que a graça é balanceada pela ira, que Deus salva alguns e condena outros e que nenhum grupo tem algo a ver com o seu próprio destino. É precisamente desse tipo de simetria entre graça e ira que Paulo discordará. Olhe atentamente para o versículo 22; note o destino dos “vasos da ira.” Eles não são destruídos, mas suportados “com muita paciência.” Para que finalidade? Para mostrar as riquezas da misericórdia de Deus! Se alguma vez houve uma passagem na carta de Paulo onde ele poderia ter expressado a terrível simetria da graça e da ira, certamente é aqui. Todavia ele não faz isso. De fato, ele cuidadosamente a evitou. Que ele fez assim indica que, para Paulo, tal simetria não existe.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O mesmo ponto está claro mesmo nos versículos 17-18. A linguagem com que o versículo 17 é introduzido (grego <em style="mso-bidi-font-style: normal;">gar</em>, dessa forma) indica que Paulo pretende que o versículo seja entendido como um exemplo do que é afirmado no versículo 16: O destino do povo escolhido depende da misericórdia de Deus. Mais uma vez, se, como a linguagem de Paulo deixa claro, o resultado lógico do versículo 17 é o versículo 18, o que mais uma vez afirma o direito de Deus de dispor sobre a história conforme ele julga adequado, esse resultado lógico é, todavia, mais uma vez estabelecido dentro do quadro de misericórdia. Esse quadro é fornecido, não apenas pelo contexto literário imediato (isto é, os vv. 15-16), mas pelo contexto histórico também. O resultado do endurecimento de Faraó foi o êxodo de Israel do Egito, para que o propósito de Deus de abençoar a humanidade por meio de um povo descendente de Abraão pudesse ser continuado. Era desse povo, como Paulo indicou, que o próprio Cristo veio (v. 5), o Cristo que é o redentor de todo aquele que crê nele, seja judeu ou grego (1.16). O endurecimento de Faraó é, portanto, para o propósito final de redenção, até mesmo da descendência de Faraó! Se alguém achar isto difícil de compreender, fique na companhia de Paulo, que irá resumir toda a discussão do plano de Deus para a redenção da humanidade em 11.33, onde, numa manifestação de uma feliz perplexidade, ele descreve os misteriosos caminhos do Deus de misericórdia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">A boa nova adicional, portanto, no que Paulo tem a dizer aqui está no fato que o Senhor da criação é um Pai misericordioso, que faz o que faz para servir a finalidade de sua misericórdia graciosa para sua criação rebelde.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O terceiro ponto que precisamos ter em mente é o fato de que Paulo está lidando nesta passagem com o lugar de Israel no plano de salvação de Deus. Ele não está tratando do destino de indivíduos. O que ele diz dos propósitos graciosos de Deus na execução desse plano tem significância, é claro, para nós como indivíduos, mas a passagem será mal compreendida se sua mensagem for tomada em termos individualistas. Se a passagem não contém nada de uma simetria de graça e ira em termos de inclusão no ou exclusão do povo de Deus, ela certamente não contém nada daquele tipo de simetria em relação aos indivíduos. Aqui ninguém encontrará na intenção de Paulo algo da “dupla predestinação” de indivíduos, e isso pelas duas razões que já mencionamos: Primeiro, a passagem não diz respeito a indivíduos; e segundo, Paulo fala da assimetria da graça de Deus, não da simetria de graça e ira. Por toda parte no argumento de Paulo até este ponto, a graça estava em preeminência: Ela chega àqueles que não a merecem (3.22-24; 5.8-10), é mais abundante do que o pecado (5.20-21) e interrompe o seu poder (6.22; 7.6), e não há nada que possa frustrá-la (8.38-39).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Certamente Paulo sabe do perigo que existe se alguém resistir à oferta graciosa da misericórdia de Deus a nós criaturas rebeldes. Se rejeitarmos essa oferta de misericórdia, corremos o risco de Deus honrar nossa escolha. Mas em lugar nenhum Paulo sugere que tal recusa é desejada, muito menos predeterminada, por Deus. Fosse assim, o ofício apostólico seria uma fraude e a proclamação do gracioso ato de Deus em Jesus de Nazaré e seu chamado para confiar naquele que Jesus chamou de “Pai” seria uma cilada e uma ilusão.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Antes, o propósito de Deus é graça e redenção. Mesmo nessa estranha progressão das reflexões de Paulo, onde, reconhecendo a total soberania de Deus, Paulo pode nutrir o pensamento de que até a rebelião humana está incluída no plano de Deus, é finalmente para os propósitos de misericórdia (veja 11.32). De fato, as únicas coisas que Paulo sabe serem irrevogáveis são os dons de Deus e Seu chamado de constituir Seu povo escolhido (11.29).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Essa é finalmente a boa nova do Evangelho a ser encontrada até mesmo no tipo de passagem aqui sob consideração: Deus é finalmente e desproporcionalmente um Deus de misericórdia e graça, que faz o que faz pelo bem de sua criação e sua final cura e redenção. Deus lida conosco, não na base do que somos, mas na base do que ele é: um Pai misericordioso.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Por causa do tipo de equívocos que podem colocar nesta passagem, particularmente entre aqueles que estão na tradição reformada, o professor deve tomar cuidado para que os estudantes entendam o que Paulo está realmente dizendo nestes versículos. Atenção cuidadosa deve ser prestada em particular aos três pontos delineados acima, de forma que pelo menos alguns dos equívocos populares sobre o pensamento de Paulo possam ser evitados. Estes versículos devem ser entendidos dentro do contexto mais amplo de graça e deve provavelmente ser tratados somente em situações que permitam o desenvolvimento de um entendimento desse contexto mais amplo. Considerados isoladamente, ou tendo como segundo plano o destino dos indivíduos, estes versículos quase inevitavelmente serão mal compreendidos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">A dificuldade está no fato que aqueles que entenderam estes versículos como afirmações de verdade eterna sobre como Deus lida com cada indivíduo, e não como uma afirmação de como Deus lidou com Israel na busca de seu plano para a redenção de sua criação rebelde, tenderam também a entender estes versículos em termos de um rígido e simétrico predeterminismo. Nesse predeterminismo, Deus determinou, antes de seu nascimento, se uma pessoa seria salva ou condenada. Nada que ela possa fazer alteraria esse fato. Aquelas que foram condenadas tiveram o que mereceram como criaturas rebeldes. Aquelas que foram salvas foram salvas somente pela graça. Mas a simetria de graça e ira não foi violada: Como Deus agiu com graça com algumas pessoas, ele agiu com ira com outras.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Isto simplesmente não é o que Paulo está dizendo nesta passagem. Ele não está escrevendo sobre o destino de cada indivíduo. Ele está fazendo uma afirmação sobre como Deus lidou com Israel, e continua a lidar com ele, mesmo diante de sua rejeição de Seu Filho, a saber, Deus lida com Israel com misericórdia, ainda que ele mereça ira. É por isso que irá distorcer completamente o ponto de Paulo aquele que supor que estes versículos me contam sobre o meu destino, ou o destino de qualquer pessoa, diante de Deus: se condenado ou salvo. Antes, o que estes versículos me contam é que o mesmo propósito gracioso em operação na eleição de Israel está agora em operação em um novo povo escolhido a quem eu posso agora também pertencer, por esse mesmo propósito gracioso de Deus. A passagem, portanto, trata da expansão da misericórdia de Deus para incluir os gentios, não sobre o restrito e predeterminado destino de cada indivíduo. Nós gentios agora podemos ser parte de seu propósito gracioso, podemos ser parte de Seu povo, escolhido pela graça através de Jesus Cristo. Esse é o ponto desta passagem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Estes versículos são ricos em recursos para a pregação e podem ser conduzidos de diferentes formas, dependendo das necessidades da congregação. Os versículos seriam apropriados para um sermão sobre a graça de Deus, particularmente sobre o modo no qual a vinda de Cristo ampliou o âmbito dessa misericórdia para incluir os gentios também. Qualquer um que Paulo cita das passagens do Antigo Testamento seria um lição conveniente, e uma passagem como Mt 15.21-28, com sua expansão da misericórdia de Deus em Cristo também aos gentios (por causa da fé, v. 28!), seria uma leitura adequada do Evangelho.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">A passagem também seria apropriada para um sermão sobre a natureza da igreja como povo de Deus, possibilitando que uma congregação entenda a si mesma em sua continuidade com o povo de Israel. Como co-membros do povo escolhido de Deus, assim como co-herdeiros de Abraão na fé, os cristãos verão que não têm motivos para qualquer tipo de sentimento anti-semítico. Para a maioria dos membros da igrej</span><a name="_GoBack"></a><span style="color: #000000;">a, participantes de uma cultura que não é notável pelo seu conhecimento ou consideração por sua herança do passado, esta passagem forneceria uma compreensão da longa história da qual alguém torna-se herdeiro quando entra para a comunidade de fé. Como cristãos, temos Abraão como nosso pai também, e a história dos patriarcas e profetas é nossa história também. É uma história que precisamos conhecer e da qual podemos ser orgulhosos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Fonte: <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Romans</em>, 159-165</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Tradução: Paulo Cesar Antunes</span></span></p></div>]]></description>
			<author>pca.brz@gmail.com (Paulo Cesar Antunes)</author>
			<category>Destaque</category>
			<category>Paul J. Achtemeier</category>
			<category>Artigos</category>
			<category>Diversos</category>
			<category>Categorias</category>
			<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 09:17:34 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Paul J. Achtemeier - A Palavra de Deus e o Povo de Deus: Romanos 9.1-13</title>
			<link>http://www.arminianismo.com/index.php/categorias/diversos/artigos/276-paul-j-achtemeier/1393-paul-j-achtemeier-a-palavra-de-deus-e-o-povo-de-deus-romanos-9-1-13</link>
			<guid isPermaLink="true">http://www.arminianismo.com/index.php/categorias/diversos/artigos/276-paul-j-achtemeier/1393-paul-j-achtemeier-a-palavra-de-deus-e-o-povo-de-deus-romanos-9-1-13</guid>
			<description><![CDATA[<div class="feed-description"><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">A Palavra de Deus e o Povo de Deus: Romanos 9.1-13</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Paul J. Achtemeier</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">“Não que a palavra de Deus haja faltado” (v. 6) é o ponto que Paulo pretende abordar nestes versículos e a conclusão que ele deve demonstrar. Não obstante, o próprio Paulo não mostra indiferença nesta discussão. Percebemos isso do modo como ele inicia a discussão nos versículos 1 a 3. De fato, a angústia pessoal que Paulo expressa lá tem levado alguns equivocadamente a pensar que a discussão nos capítulos 9-11 tem importância apenas por causa da experiência pessoal de Paulo como judeu e tem pouco a contribuir para um mais amplo propósito de sua carta. Ficará evidente conforme seguirmos Paulo que esse não é o caso, mas isto de modo algum diminui a intensidade emocional da aflição de Paulo pela descrença de seus “parentes segundo a carne” (v. 3). Mas essa não é a maior preocupação de Paulo e ele passa de sua própria dor (vv. 1-3) para a incredibilidade histórica de tal rejeição por Israel do plano de Deus em Cristo (vv. 4-5). Ao passar para esse ponto, Paulo retoma a lógica e os temas de uma discussão anterior da infidelidade de Israel ao plano de Deus para ela (3.1-8). Aqui somos informados com maiores detalhes, por exemplo, quais eram as vantagens que os judeus desfrutavam. Em 3.1-2, Paulo mencionou apenas sua posse dos “oráculos de Deus”. Aqui temos relacionada toda a extensão dos elementos redentores que são seus por direito anterior como povo eleito de Deus: adoção, alianças, lei, culto, promessas, patriarcas – e até mesmo Jesus. Se o povo em posição tão privilegiada rejeitou o plano de Deus, isto pode significar outra coisa senão que o plano de Deus que envolvia Israel como povo eleito fracassou?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Para responder essa pergunta, Paulo retoma um segundo tema que tinha também discutido anteriormente (2.28-29): A existência de um verdadeiro Israel não é questão de descendência racial como se, sendo biológica, estivesse fora das mãos de Deus. Antes, a existência de um verdadeiro Israel é questão de constante eleição graciosa de Deus. A história de Israel não é, dessa forma, a história de uma raça, é a história de uma escolha, uma escolha feita por Deus que inclui sua intenção de um dia ser gracioso com toda a humanidade através de Israel. Desse modo, ser membro do povo eleito não é questão de biologia ou parentesco (vv. 7-8a), mas de constante promessa graciosa de Deus (8b). É por isso que a linhagem de Abraão continuou através de Isaque, o filho da promessa, antes que através de Ismael, o primogênito de Abraão segundo a carne (vv. 7-8; veja Gn 21.1-18).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Essa também é a lógica por trás do uso de Paulo dos filhos de Rebeca nos versículos 10-13. Mais uma vez, o mesmo ponto é enfatizado: A linhagem do verdadeiro Israel é pela escolha de Deus, não pela necessidade biológica. Aqui é particularmente claro porque estamos lidando com gêmeos! Ambos compartilham de uma mesma herança biológica (“de um, de Isaque, nosso pai”, v. 10b). Certamente se o verdadeiro Israel fosse questão de descendência física, a linhagem teria que seguir através de Esaú, porque, novamente, ele era o primogênito. Todavia a linhagem seguiu através de Jacó, pela escolha de Deus, e foi claramente uma escolha feita somente por Deus, visto que ela foi feita antes dos gêmeos terem nascido ou feito algo que merecessem tal tratamento (vv. 11-13). A inferência é clara, como Lutero observou: “Segue irrefutavelmente: ninguém se torna filho de Deus e herdeiro da promessa por descendência mas pela graciosa eleição de Deus” (p. 266).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Esse é o ponto que Paulo está fazendo. Paulo está mostrando que o propósito de Deus de abençoar toda a humanidade através de um povo eleito não pode ser frustrado quando alguns que pertencem fisicamente a esse povo rejeitam esse propósito. O curso e destino do povo eleito é questão de eleição de Deus, não de descendência biológica, e de forma que o destino permanece nas mãos de Deus, e não na dele. O que isso implica Paulo irá explicar melhor na próxima passagem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O pregador irá encontrar na mudança do desespero diante do aparente fracasso de Deus para a certeza que ele irá cumprir seus propósitos redentores (cf. 9.13 com 9.6) um tema que regularmente ressoa através da Bíblia. Quão apropriado era a Paulo iniciar uma discussão sobre o destino do povo eleito de Deus desta maneira pode ser ilustrado vendo reflexos desse tema na história do povo de Deus. Ver esses reflexos irá por sua vez nos ajudar a ter perspectiva do problema que Paulo levanta nesta parte de sua carta aos cristãos em Roma.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Há o temor dos israelitas diante do aparente fracasso de Deus de libertá-los da perseguição dos exércitos de Faraó (Êx 14.5-12). Esse temor se opõe à segurança de Moisés que Deus não os abandonou e que eles serão ainda libertos (v. 13). Essa segurança torna-se realidade quando eles atravessam o mar e os exércitos que os perseguiam são destruídos (vv. 14-31).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Há o desespero de um desamparado Elias no Monte Horebe, perseguido pela rainha má Jezebel, e caçado pelos sacerdotes de Baal (1Re 19.1-10). O restante de Israel abandonou Deus e desistiu da aliança, Elias apenas é deixado, e sua vida está quase no fim. Pode ainda haver esperança? Será que o povo eleito abandonou Deus, ou, mais importante do que isso, Deus abandonou sua tentativa de ter um povo eleito? No meio de tal agonia Elias, sustentado pelo cuidado de Deus (vv. 5-8!), recebe a garantia de que Deus não abandonou sua promessa de manter o seu povo eleito (vv. 11-18).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Esse mesmo tema é disposto em forma de história no relato de Jonas, desesperado em sua tentativa de esquivar-se do chamado de Deus. Da barriga de um peixe, um lugar que Jonas compara ao reino dos mortos, ele todavia canta em um salmo sua certeza de que o Deus que o persegue ainda irá resgatá-lo (Jn 2.1-9). É uma certeza que é imediatamente confirmada (v. 10)!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">As histórias nos Evangelhos falam repetidas vezes do fracasso dos discípulos: fracasso para entender e fracasso para agir. Podemos tomar como ilustrativo deles toda a história em Mateus que diz dos discípulos sozinhos em uma tempestade e Pedro afundando no mar enquanto tenta alcançar Jesus (Mt 14.22-33). Pedro abandonou Jesus, ou mais importante do que isso, Jesus abandonou seus discípulos enquanto eles enfrentavam a tempestade e Pedro afundava no mar? E estes fracassos não são simplesmente uma antecipação, para os seguidores de Jesus, daquele fracasso final da missão de Jesus, quando ele morre em desgraça em uma cruz?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Todavia Pedro, apesar de sua falta de fé, é salvo no momento crítico para continuar sua vida de discipulado, enquanto Elias e Jonas são enviados de volta mais uma vez para seus chamados proféticos. O que estas histórias já implicam será mostrado conclusivamente ser o caso quando Jesus levanta da sepultura: o poder de Deus é tal que nenhum fracasso, não importa quão desesperador seja, pode frustrar o seu plano redentor.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">É nesse contexto que estes versículos de Romanos devem ser compreendidos. Eles nos mostram um pouco do desespero de Paulo diante da incredulidade de Israel, o povo eleito de Deus. Ele prontamente sofreria a condenação que eles merecem se ele pudesse apenas trocar seu destino. Todavia seu desespero, também, é superado pela convicção de que Deus não pode ser derrotado. Desse modo, todas estas passagens giram sobre o tema do Deus que resgatou, e irá resgatar, seu povo do meio do desespero e destruição potencial. Esse tema é útil para soar no meio do povo de Deus que vive num mundo ameaçado por uma destruição atômica total e repentina. Deus permanece no controle e irá todavia cumprir seus propósitos redentores.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O professor irá encontrar nestas passagens dicas para o modo como Paulo entende a natureza do “povo eleito” e por conseguinte como Paulo entende a história do Antigo Testamento. A escolha permanece nas mãos de Deus e não é deixada, uma vez feita, às vicissitudes da história ou aos acidentes da biologia. Deus permanece no controle de seu plano, guiando-o, não importa qual possa ser nossa resposta, ao objetivo que estabeleceu para ele.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Uma boa ilustração deste ponto será encontrado em Mt 3.7-10, onde João Batista confronta algumas autoridades religiosas. João anuncia que eles também enfrentarão destruição no juízo final se não se arrependerem, e no versículo 9, João antecipa uma afirmação que aquelas autoridades podiam fazer para contrapor o argumento. Eles podiam alegar “Temos por pai a Abraão”, sendo a implicação que, visto que somos filhos de Abraão a quem Deus prometeu a bênção, Deus não pode nos destruir ou ele não terá ninguém com quem cumprir essa promessa. Destruir os filhos de Abraão em julgamento significaria, desse modo, que a promessa de Deus, sua palavra, falharia. <em style="mso-bidi-font-style: normal;">A conclusão</em>: Deus precisa de Israel para cumprir seus propósitos e por isso não pode condená-la no juízo final, tendo ela se arrependido ou não. <em style="mso-bidi-font-style: normal;">A resposta de João</em>: Deus não é dependente dos descendentes físicos de Abraão, uma vez que “mesmo destas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abraão”. Porque Deus criou Israel, ele pode recriá-la e não é, dessa forma, dependente dos descendentes biológicos de Israel.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Esse é o próprio ponto que Paulo está fazendo sobre a verdadeira natureza e realidade de Israel como povo eleito. Essa realidade continua a ser determinada pela escolha de Deus, não pela herança biológica de Israel. Deus não deu origem ao seu povo eleito com Abraão e então o abandonou às vicissitudes da história. Antes, seus graciosos propósitos continuam em operação por toda a história de Israel. Por essa razão Paulo pode ver uma continuidade entre Israel, que devia sua existência ao propósito gracioso de Deus, e os seguidores de Cristo, que são também constituídos</span><a name="_GoBack"></a><span style="color: #000000;"> uma comunidade pela graciosa escolha de Deus. Dessa forma, o plano de Deus envolve uma continuidade entre Israel como povo eleito e a escolha de Deus de Cristo como o instrumento da redenção de sua criação caída.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Fonte: <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Romans</em>, 155-159</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Tradução: Paulo Cesar Antunes</span></span></p></div>]]></description>
			<author>pca.brz@gmail.com (Paulo Cesar Antunes)</author>
			<category>Destaque</category>
			<category>Paul J. Achtemeier</category>
			<category>Artigos</category>
			<category>Diversos</category>
			<category>Categorias</category>
			<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 00:34:43 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Paul J. Achtemeier - A Graça de Deus e a Rejeição de Israel: Romanos 9.1-29</title>
			<link>http://www.arminianismo.com/index.php/categorias/diversos/artigos/276-paul-j-achtemeier/1392-paul-j-achtemeier-a-graca-de-deus-e-a-rejeicao-de-israel-romanos-9-1-29</link>
			<guid isPermaLink="true">http://www.arminianismo.com/index.php/categorias/diversos/artigos/276-paul-j-achtemeier/1392-paul-j-achtemeier-a-graca-de-deus-e-a-rejeicao-de-israel-romanos-9-1-29</guid>
			<description><![CDATA[<div class="feed-description"><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">A Graça de Deus e a Rejeição de Israel: Romanos 9.1-29</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Paul J. Achtemeier</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O problema da rejeição do plano de Deus para a redenção através de Jesus Cristo abrange mais do que simplesmente o problema do que deve acontecer a Israel, o povo eleito. O que está em questão é a certeza da graça de Deus para qualquer um que nele confia, porque o que está sendo discutido nada mais é do que a confiabilidade da palavra de Deus e sua capacidade de realizar os Seus planos. A confiabilidade dessa palavra tinha sido celebrada em Is 55.10, 11. Todavia, se a bênção prometida de Deus a Abraão e aos seus descendentes (veja Gn 12.23), uma bênção que Paulo sabia ter sido cumprida em Cristo (veja Rm 4.11, 12), é rejeitada por esses descendentes, a saber, Israel, então a palavra redentora de Deus foi anulada. E se a palavra de Deus pode ser anulada pela rejeição de Israel, então que segurança temos que a palavra redentora de Deus, expressa em Cristo, não pode da mesma forma finalmente falhar para nós? <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Essa</em> é a questão que Paulo está abordando enquando lamenta a rejeição de Israel nos versículos iniciais do capítulo 9.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Antes de analisarmos o argumento de Paulo em mais detalhes, há dois pontos adicionais que devem ser mantidos em mente se quisermos entender o capítulo 9 e seu lugar nesta terceira parte da carta de Paulo a Roma. O primeiro é o fato de que Paulo está abordando o problema de Israel como povo eleito e sua relação com Cristo, presente e futura. Paulo <em style="mso-bidi-font-style: normal;">não</em> está abordando o destino de alguns indivíduos – um cristão moderno, por exemplo – que pode, de tempos em tempos, duvidar da palavra redentora de Deus em Jesus Cristo. O contexto desta discussão, a saber, o destino de Israel como povo eleito, deve ser realçado, especialmente nos versículos 6-13 e 24-29, ou o que entendermos destes capítulos será muito diferente do que Paulo quer dizer. Devemos também manter em mente que Paulo não abandonou sua convicção nestes versículos de que a atividade de Deus é finalmente motivada pela graça. Esse ponto, que Paulo enfatiza nos versículos 22-24, não deve ser esquecido quando lermos o versículo 17, ou, mais uma vez, o que entendermos estará distante do que Paulo está dizendo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O segundo ponto do qual devemos estar cientes enquanto consideramos estes versículos é o fato de que Paulo está falando aqui de predestinação e não de predeterminismo. A ideia filosófica do predeterminismo significa que todo ato e pensamento que uma pessoa tem é ditado por forças além de seu controle. Um autômato programado em uma fábrica é predeterminado. Seus próprios atos são ditados pelo programa de computador ao qual ele responde. Isso não é o que Paulo está falando quando discute a escolha de Deus do destino para os povos no capítulo 9 (note novamente, de povos, não de indivíduos). O predeterminismo não tem lugar para qualquer ato livre. A predestinação, por outro lado, simplesmente estabelece o resultado final de um processo, sem determinar a rota pela qual ele pode ser alcançado. Um passeio de automóvel a uma outra cidade está predestinado: O objetivo da viagem está estabelecido, embora a rota real possa variar dependendo das escolhas feitas em resposta à estrada e às condições climáticas, por exemplo. Paulo no capítulo 9 está falando de predestinação, não de predeterminismo. Teremos mais a dizer sobre isso quando chegarmos nos versículos 14-29.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Fonte: <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Romans</em>, 154, 155</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Tradução: Paulo Cesar Antunes</span></span></p></div>]]></description>
			<author>pca.brz@gmail.com (Paulo Cesar Antunes)</author>
			<category>Destaque</category>
			<category>Paul J. Achtemeier</category>
			<category>Artigos</category>
			<category>Diversos</category>
			<category>Categorias</category>
			<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 21:50:28 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Paul J. Achtemeier - Israel e o Plano Gracioso de Deus: Romanos 9.1-11.36</title>
			<link>http://www.arminianismo.com/index.php/categorias/diversos/artigos/276-paul-j-achtemeier/1391-paul-j-achtemeier-israel-e-o-plano-gracioso-de-deus-romanos-9-1-11-36</link>
			<guid isPermaLink="true">http://www.arminianismo.com/index.php/categorias/diversos/artigos/276-paul-j-achtemeier/1391-paul-j-achtemeier-israel-e-o-plano-gracioso-de-deus-romanos-9-1-11-36</guid>
			<description><![CDATA[<div class="feed-description"><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Israel e o Plano Gracioso de Deus: Romanos 9.1-11.36</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Paul J. Achtemeier</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Paulo concluiu a segunda maior seção de sua carta (4.23-8.39) aos cristãos em Roma, uma seção sobre sua presente situação, com uma sólida segurança do amor infalível e da graça onipotente de Deus. Nada em toda a criação, Paulo garante aos seus leitores, pode separá-los dessa graça amorosa, visto que é o Senhor dessa criação o autor de tal graça. Onde a realidade dessa graça, incarnada no Filho de Deus e presente no dom de Seu Espírito, é reconhecida e permitida operar, aí o poder redentor dessa graça já está transformando a realidade da comunidade dos fiéis. Dentro dessa comunidade, portanto, a futura redenção de toda a criação de Deus se tornou visível de forma antecipada (proléptica). Os seguidores de Cristo já conhecem os contornos do glorioso futuro de Deus.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Esse vislumbre do futuro, entretanto, realça uma questão que tem estado no segundo plano de toda a discussão de Paulo, como ela deve estar em qualquer discussão que busca pormenorizar os caminhos de Deus com os seres humanos e Seu plano para sua redenção. Esse problema é a persistente incredulidade do povo eleito de Deus. Eles rejeitaram o próprio Cristo que nasceu de sua raça e para sua redenção, como ele nasceu para a redenção de toda a humanidade. O plano de Deus para a redenção de toda a criação através de Cristo não é frustrado por sua rejeição desse plano? Como a redenção de toda a criação de Deus pode ser completa sem eles? Pode a sólida declaração da certeza da graça ser algo mais do que um silvo na escuridão, ou um vápido otimismo, diante desta persistente rejeição dessa mesma graça? Quanto conforto há em ficar sabendo que nada pode nos separar do amor de Deus quando aparentemente há algo verdadeiramente capaz de separar o povo eleito do amor de Deus? Ou é seu destino final permanecer afastado? Qual é o futuro do povo eleito no plano de Deus para a redenção da humanidade? É para esse tipo de questão que Paulo se volta nesta terceira maior seção de sua carta às igrejas em Roma.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Fonte: <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Romans</em>, 153, 154</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Tradução: Paulo Cesar Antunes</span></span></p></div>]]></description>
			<author>pca.brz@gmail.com (Paulo Cesar Antunes)</author>
			<category>Destaque</category>
			<category>Paul J. Achtemeier</category>
			<category>Artigos</category>
			<category>Diversos</category>
			<category>Categorias</category>
			<pubDate>Sun, 24 Mar 2013 11:17:58 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Pergunta Respondida</title>
			<link>http://www.arminianismo.com/index.php/8-novidades/1390-p3</link>
			<guid isPermaLink="true">http://www.arminianismo.com/index.php/8-novidades/1390-p3</guid>
			<description><![CDATA[<div class="feed-description"><p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Pergunta “Qual a base bíblica para a Graça Preveniente?” respondida na seção “<a href="http://www.arminianismo.com/index.php?option=com_faqbook&amp;view=category&amp;id=251&amp;Itemid=56" target="_self">O que é o Arminianismo?</a>”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Se você tem uma pergunta a respeito do Arminianismo que deseja ver respondida, é só acessar a seção e fazer a sua pergunta.</span></span></p></div>]]></description>
			<author>pca.brz@gmail.com (Paulo Cesar Antunes)</author>
			<category>Destaque</category>
			<category>Novidades</category>
			<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 15:12:58 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Paul Copan - Quem É Você para Impor Sua Moralidade aos Outros?</title>
			<link>http://www.arminianismo.com/index.php/categorias/periodicos/jornais/enrichment-journal/274-verao-2010/1389-paul-copan-quem-e-voce-para-impor-sua-moralidade-aos-outros</link>
			<guid isPermaLink="true">http://www.arminianismo.com/index.php/categorias/periodicos/jornais/enrichment-journal/274-verao-2010/1389-paul-copan-quem-e-voce-para-impor-sua-moralidade-aos-outros</guid>
			<description><![CDATA[<div class="feed-description"><p style="text-align: center;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Quem É Você para Impor Sua Moralidade aos Outros?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Paul Copan</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O relativismo moral domina o meio dos antropólogos culturais. O inimigo cultural número um é o missionário cristão. Por quê? Porque impõe seus valores sobre culturas tribais e grupos étnicos. Não deveríamos deixar esses povos sozinhos, intactos em relação à bagagem cultural ocidental que irá arruinar o seu modo de vida?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Esta filosofia do <em style="mso-bidi-font-style: normal;">quem-é-você-para-dizer-que-a-cultura-do-outro-está-errada</em> remonta há séculos – talvez mais notavelmente pelo filósofo Johann Gottfried von Herder (1744-1803). Ele desprezava o racionalismo frio do Iluminismo e enfatizava a individualidade das pessoas e suas culturas. De acordo com von Herder, seres humanos não têm uma natureza fixa; seus ambientes familiares e suas experiências os influenciam e, assim, podemos predizer suas ações e respostas, com base nessas influências.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Von Herder foi um <em style="mso-bidi-font-style: normal;">expert</em> na ideia de que as culturas são tão diferentes umas das outras que nós não poderíamos perceber o que está errado com elas. Afinal, argumentou, ninguém “se fez homem por si mesmo”. De fato, não deveríamos ser esnobes cronológicos (como colocou C. S. Lewis), agindo como se fôssemos muito melhores do que nossos antepassados. É simplesmente injusto julgá-los, uma vez que os nossos descendentes da mesma forma nos julgarão. Como o poeta inglês Alexander Pope escreveu: “Nós pensamos que os nossos pais são tolos, da mesma forma seremos. Nossos filhos mais sábios, sem dúvida, vão pensar assim de nós”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Neste ensaio, eu foco dois temas relacionados. O primeiro tem a ver com a ideia de impor moralidade ou forçar a moralidade de alguém “goela abaixo”. O outro aborda o tema mais específico da moralidade e da lei. Vou abordar o slogan “Você não pode legislar sobre moralidade”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">IMPONDO MORALIDADE AOS OUTROS</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Na verdade, antropólogos culturais têm um ponto de humildade em algum lugar aqui. No entanto, quando atiram pedra nos missionários, é difícil ver qualquer base para suas denúncias. Como você pode condenar mesmo o mais tirano déspota ou assassino em massa, uma vez que ele também é simplesmente o produto de seu próprio ambiente? Apesar do clamor dos antropólogos em respeitar outras culturas, perguntamos: “Por que tanta trava e dificuldade da parte desses relativistas morais?”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Como você pode criticar o crítico se não há nenhum objetivo universalmente vinculando padrões morais?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Como se vê, “Todos deveriam respeitar as outras culturas” acaba sendo a mesma coisa – o relativismo moral menos o relativismo. Por que os relativistas, quando pontificam sobre a falta de valores morais absolutos, escorregam em sua própria moral absoluta?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Nós simplesmente temos variações sobre o mesmo tema: sim, advoga o relativismo, mas lembre-se de ser tolerante para não ferir alguém, para estar envolvido com outro consentimento adulto, ou o que for. O antropólogo cultural nos diz, “Relativismo! Bem ... mais ou menos”. Este relativismo falso resvala em uma exceção – uma regra moral – para abrandar um relativismo extremo, em que vale tudo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Quando alguém nivela a crítica moral contra uma outra cultura, o antropólogo condena isto como o erro universal do etnocentrismo, que, com certo trejeito, diz: “A minha cultura é melhor que a sua.”. Na verdade, o antropólogo – o exemplar do relativismo moral – tem em seu arsenal uma matriz de epítetos não apenas culturais, mas moralmente carregados, para lançar contra o missionário e seus métodos: “etnocentrista”, “colonialista”, “explorador”, “ideólogo” e coisa parecida.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Outro problema para o relativista moral é que a sua opinião sobrevoa a superfície de nossas mais profundas intuições sobre a moralidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Considere uma história de Setembro de 2008: os missionários cristãos para as tribos da região amazônica do Brasil acusaram o governo de fazer vista grossa para a prática de infanticídio daquelas tribos. Essas tribos muitas vezes enterram vivas as crianças com defeitos congênitos tratáveis (ou aquelas que nasceram de uma mãe solteira). Alguns defenderam esta prática em nome de não interferir na cultura indígena antiga ou em nome de afirmar que aquilo “não é considerado crime” naquela cultura. Nesta lógica, se os nazistas quiserem matar judeus, quem são os estrangeiros para interferir? Afinal, os nazistas não consideram isso um homicídio. Nem algumas pessoas consideram assassinato a prática do <em style="mso-bidi-font-style: normal;">suttee</em>, na Índia. No entanto, podemos ser gratos pelo fato de o missionário cristão William Carey ter ajudado a cessar tal prática. O governo baniu este mal, como, finalmente, tantos outros, incluindo sacrifícios infantis no Rio Hooghly de Calcutá e de outros lugares; a queima de leprosos; e o casamento de crianças que deixaram dezenas de milhares de viúvas jovens desamparadas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Deus dotou os seres humanos – sejam ateus, teístas ou qualquer coisa entre estes dois – com um fator de ojeriza!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O pensamento de torturar bebês por diversão, estupro por gangues, ou conduzir cegos a um penhasco revolta-nos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Enquanto a consciência reprimida e a dureza de coração podem produzir culturas moralmente exaustas, não devemos ignorar intuições morais básicas, mesmo que seja necessário ajustá-las ou refiná-las depois de uma reflexão. Elas são, como até o filósofo ateu Kai Nielsen chama, “terra firme”: “É mais razoável acreditar em coisas tão elementares [como bater na esposa e abuso infantil] como um mal, do que acreditar em qualquer teoria cética que diz que não podemos saber ou racionalmente acreditar em qualquer destas coisas como um mal ... Eu acredito firmemente que nossa intuição é uma terra firme e que qualquer que não acredita não pode ter sondado profundamente o suficiente os fundamentos de suas crenças morais.”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">ALGUMA PERGUNTA?</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Uma crítica do relativismo moral é que ele não consegue lidar com o dilema do reformador. Por que se preocupar com a mudança moral sobre qualquer coisa? Reforma moral não pode acontecer se o relativismo é o caso. Mas, certamente, a abolição da escravidão no Ocidente foi uma vitória moral e trouxe maior prosperidade humana. A concessão de direitos iguais para os negros nos Estados Unidos foi um ganho moral significativo, não foi? De fato, durante e depois dos debates Lincoln-Douglas de 1858, pessoas acusaram Abraham Lincoln de querer impor a sua moralidade nos estados do sul. Bem, não era a moralidade de Lincoln, mas uma moralidade universalmente vinculada. Depois disso, os senhores, ironicamente, impuseram sua vontade sobre os escravos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Podemos ser gratos pela dedicação de Lincoln em afirmar que os escravos também são incluídos em “todos os homens” e que são “criados iguais” e “dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis”. Não seria uma boa coisa se parássemos a agressão de Hitler? Um bando de relativistas morais nunca poderia ter alcançado as metas morais alcançadas no Ocidente. Por que sacrificar a viver como uma Madre Teresa se ela não era melhor (ou pior) do que Hitler? Por que se preocupar em votar por mudanças se não existe um padrão moral para seguir?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Um outro problema para os relativistas: eles não podem julgar entre crenças de moral conflitante. Na verdade, o Ocidente tem a sua quota de problemas com imoralidade. No entanto, os movimentos de repúdio ao ocidentalismo são abundantes: eles parecem favorecer as culturas não-ocidentais, que muitas vezes trafegam em suas próprias tiranias e opressões. Na verdade, esses críticos ignoram os ganhos notáveis morais e culturais do Ocidente. Mas, além disso, tais condenações da cultura ocidental – sejam quais forem seus méritos – tendem a ser arbitrárias. Se o relativismo moral domina, por que condenam o colonialismo ou favorecem o currículo multicultural sobre um “cânone cultural” ocidental nas universidades?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Apesar da afirmação relativista de que você não pode impor seus valores morais aos outros, a ironia é que a condenação do Ocidente em geral caminha lado a lado com as tentativas de impor valores morais aos outros. Estas imposições incluem a tentativa de alterar a definição de casamento, causando a morte de nascituros, introduzindo todo tipo de práticas moralmente questionáveis nos currículos de educação sexual das escolas, votando em juízes ativistas e assim por diante. Atrás do rosto sorridente da tolerância, o relativista, muitas vezes, procura fazer sua própria imposição aos outros. Só mais uma questão: a condenação de imposição de valores morais não implica num padrão moral? Sim, claro. Aqui está a regra moral assumida pelo relativista: “É sempre errado impor seus valores morais aos outros”. Portanto, devemos perguntar gentilmente ao relativista: “Por que é errado impor valores morais aos outros? O que você faz com alguém que quer impor seus valores morais aos outros? Você deveria impor sua moralidade em quem quer impor a dele? Sem dúvida, o relativista pensa que a sua moralidade deveria ser imposta aos que pensam que a moralidade deles deve ser imposta aos outros.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Continuamos a ver como os relativistas convenientemente sacam padrões morais de seu bolso quando esses padrões se adaptam ao seu estilo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">VOCÊ NÃO PODE LEGISLAR SOBRE MORALIDADE</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O caso da Suprema Corte dos Estados Unidos Planned Parenthood versus Casey (1992) – Paternidade Planejada versus Casey – levou a maioria dos ministros a afirmar: “Alguns de nós, como indivíduos, achamos o aborto ofensivo aos nossos princípios mais básicos de moralidade, mas que não pode controlar a nossa decisão. Nossa obrigação é definir a liberdade de todos, não de delegar nosso próprio código moral. (...) No coração da liberdade está o direito de definir o conceito da própria existência, do significado, do universo e do mistério da vida humana.”</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Aqui nós podemos carregar a ideia de não impor a visão de um ao outro além do limite. Esta ideia caminha frequentemente lado a lado com o protesto: “Você não pode legislar sobre a moralidade”. Como vimos anteriormente, não podemos evitar algum tipo de imposição legal às pessoas para evitar males terríveis, punir os criminosos e proteger os inocentes da injustiça. Nesta decisão legal, a liberdade assumiu prioridade sobre a vida humana do nascituro. Isto é, como algumas pessoas definem o seu conceito sobre “o mistério da vida humana” significará que o nascituro não tem direito à proteção. Tragicamente, o feto não tem a mesma liberdade de se manifestar e dizer: “Você não pode legislar sobre a moralidade”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">À medida que brevemente consideramos esta questão, aqui estão algumas ponderações.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Primeiro: a visão de que você não pode legislar sobre a moralidade é uma visão ingênua e insustentável. Além do mais, esta declaração em si é uma questão moral: tal coisa não deveria ser feita. Mas de onde é que vem esse padrão e o que deve ser feito com aqueles que o rejeitam? Na verdade, podemos e devemos legislar sobre a moralidade em um nível fundamental – quando se trata da segurança e da proteção dos indivíduos e promove o bem público, preservando os direitos fundamentais de todos. O direito de legislar sobre a moralidade contra o estupro, o assassinato, a violência contra a mulher, a pedofilia, o roubo – ou trabalho escravo – parece-nos muito claro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">NÓS LEGISLAMOS SOBRE A MORALIDADE E É MUITAS VEZES BOM PARA A SOCIEDADE</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Aqui o relativista muitas vezes se desloca para uma outra pergunta: “Então, sobre a moralidade de quem devemos legislar?”. Podemos responder dizendo (sendo objetivos) que a moralidade não é apenas arbitrária ou idiossincrática. Na verdade, as civilizações ao longo dos tempos têm chegado ao mesmo tipo de conclusão moral sobre o que é virtuoso e o que é mal. Romanos 2.14, 15 se refere a uma lei moral inscrita no coração dos gentios (aqueles sem revelação especial). Àqueles que negam o certo e o errado nós podemos perguntar: “Você realmente tem problema em afirmar que tirar uma vida humana inocente, estuprar mulheres, abusar sexualmente de crianças ou torturar bebês por diversão é errado?”. Aqueles que realmente não veem problema aqui simplesmente têm o coração duro. Eles não precisam de um argumento, mas de ajuda psicológica e espiritual.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Segundo: Voltando à questão do <em style="mso-bidi-font-style: normal;">você-não-pode-legislar-sobre-a-moralidade</em>, podemos acrescentar que tal afirmação pressupõe o mito da neutralidade, o que é incoerente e deve ser rejeitado. Os cidadãos não podem ser neutros sobre o aborto ou o casamento gay, nem tampouco o governo (seja estadual ou federal). Com efeito, a alegação de que o governo deveria fazer alguma coisa é em si uma reivindicação moral – não uma alegação neutra ou amoral. A respeito do casamento homossexual, o governo apoiará a definição de casamento como uma união de uma só carne entre um homem e uma mulher, ou não apoiará.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Quanto ao aborto, mesmo se alguém é ignorante sobre o estado do feto, não pode ser neutro sobre o tratamento a seres humanos ainda não nascidos. Alguns afirmam que o aborto é permitido, ou que depende da escolha individual, porque, afinal, “não sabemos o <em style="mso-bidi-font-style: normal;">status</em> moral do feto.” Mas isso é como um caçador atirando em alguma coisa se mexendo nos arbustos antes de descobrir o que está causando o movimento. Quando um grupo pró-aborto diz que o governo não deve impor a sua opinião sobre os cidadãos, isto levanta a questão: se o feto é um ser humano ao invés de apenas um pedaço de tecido, permitir o aborto por demanda implicaria em forçar a opinião de alguém sobre uma criança por nascer – com consequências letais.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O direito de escolher dificilmente é neutro. É uma questão de vida ou morte. (Deixe-me acrescentar que devemos mostrar preocupação total com a mãe grávida, que muitas vezes se sente presa e necessita de uma comunidade que demonstre compaixão, apoio efetivo – incluindo a alternativa de adoção).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Em terceiro lugar, a linguagem da “liberdade” ou “direitos” em nossa cultura tende a ser vazia e sem conteúdo. Os que pensam que nunca deve-se impor a moralidade são suscetíveis de enfatizar seu direito de fazer isto ou aquilo. Considere a frase “o direito à escolha”. Isto não nos diz muito. Poderíamos perguntar: “Escolher o quê?”. Para escolher o assassinato, estupro e tortura de bebês para se divertir? Não, a “liberdade/direito de escolha” é como a frase “para a direita/esquerda de ____.” O contexto e o objeto da escolha necessita ser suprido. Devemos questionar a ideia de escolhas de cheque-em-branco. As escolhas podem ser imorais ou morais – e não apenas moralmente neutras.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Em quarto lugar, felizmente, a sociedade tem legislado com frequência a moralidade de forma adequada – impedir Hitler de destruir ainda mais o mundo, proteger as crianças dos pedófilos, colocar os assassinos na prisão. Quando estamos agindo como devemos, intuitivamente reconhecemos o direito de impor legislação contra práticas como violência contra as mulheres, crimes contra a honra e discriminação racial.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Somos seres inevitavelmente morais. Sabemos quando alguém nos trata injustamente ou viola nossos direitos. Sabemos que precisamos assumir a responsabilidade por nossas ações ao invés de culparmos nossos genes ou nosso ambiente. Nossos sistemas judiciários e prisionais existem para convencer os humanos de que são moralmente responsáveis por suas escolhas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O que é que nos dá dignidade, valor, nossa responsabilidade moral e os nossos direitos? De onde nossos deveres vêm?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Bem, é difícil ver como processos naturais e irracionais podem produzir tal resultado. O fato de termos sido feitos à imagem e semelhança de Deus, conforme Gn 1.26-27, oferece-nos uma resposta robusta e satisfatória para tais questões.</span></span></p></div>]]></description>
			<author>pca.brz@gmail.com (Paulo Cesar Antunes)</author>
			<category>Destaque</category>
			<category>Verão 2010</category>
			<category>Enrichment Journal</category>
			<category>Jornais</category>
			<category>Periodicos</category>
			<category>Categorias</category>
			<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 23:23:52 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Roy Ingle - A Lógica da Descrença</title>
			<link>http://www.arminianismo.com/index.php/categorias/diversos/artigos/273-roy-ingle/1388-roy-ingle-a-logica-da-descrenca</link>
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			<description><![CDATA[<div class="feed-description"><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">A Lógica da Descrença</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Roy Ingle</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; line-height: normal;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">O Calvinismo ensina que Cristo morreu pelos eleitos, que a expiação de Cristo comprou a salvação dos eleitos e, assim, a expiação de Cristo, pelo menos de acordo com os calvinistas, realmente salva. Os calvinistas afirmam que Jesus derramou o seu sangue para a salvação dos eleitos e, portanto, ele não morreu pelos pecados do mundo todo para não sustentar o Universalismo que claramente as Escrituras não ensinam (Mt 7.13-14).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Na cruz, a ira de Deus pelos pecados dos eleitos foi paga na íntegra. Jesus sofreu, morreu e ressuscitou para o bem dos eleitos apenas. O restante da humanidade foi destinado por Deus para o inferno eterno. Nossos destinos foram escolhidos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Agora, aqui está um problema (entre outros) que eu tenho com o entendimento calvinista da expiação. Se Cristo morreu para assegurar a salvação dos eleitos, e quando Jesus morreu na cruz, Deus colocou os pecados dos eleitos em seu Filho, os eleitos então são nascidos sem pecado, uma vez que Cristo sofreu por eles antes deles nascerem e ele deu sua vida pela salvação deles há 2000 anos no Calvário? Quais pecados impedem os eleitos de nascerem salvos? Se alguém diz que a incredulidade impede a sua salvação e eles devem crer no evangelho para serem salvos e a sua salvação foi predestinada e assegurada pelo próprio Deus na cruz por meio de seu Filho, por que o pecado da incredulidade também não foi pago na cruz por Cristo?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Eu concordo que a descrença impede a salvação de alguém. Jo 3.18 diz, “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus”. Jo 3.36 acrescenta, “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece”. A crença nos leva de mortos em nossos pecados sem a vida de Deus para nascidos de novo em Cristo (Ef 2.1-9). A obra de Deus para a salvação é crer em seu Filho (Jo 6.29). De fato, este é o próprio propósito da Bíblia, nos conduzir à fé salvadora em Jesus Cristo (Jo 20.31). O apóstolo Paulo disse ao carcereiro de Filipos que ele tinha que crer para ser salvo (At 16.30-31). A crença (ou fé) assegura a salvação, mas a descrença leva somente à destruição (Hb 3.6-19).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">No entanto, como pode algum calvinista genuíno dizer que eles uma vez estavam em seus pecados até que colocaram a fé salvadora em Jesus, uma vez que Jesus morreu pelos seus pecados (todos eles?) 2000 anos atrás? Se Jesus morreu e sua expiação garantiu a salvação dos eleitos, então segue logicamente que todos os pecados dos eleitos foram colocados em Cristo e todos os eleitos de Deus foram salvos na cruz. Dessa forma os eleitos, todos conhecidos por Deus desde a fundação do mundo, são vistos como salvos na cruz. Mas, então, por que chamar as pessoas ao arrependimento? Por que dizer às pessoas para elas abandonarem os seus pecados pelos quais Jesus já pagou e já assegurou a sua eterna salvação? Como podemos exigir um duplo pagamento pelos pecados, e o pecado pode ser legitimamente chamado pecado se de fato a pessoa já foi perdoada de todos os seus pecados na cruz?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal; text-indent: 35.4pt;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">A lógica dos arminianos é essa: Jesus morreu pelos pecados do mundo, mas somente aqueles que colocam sua fé na obra salvadora de Jesus tornam-se os eleitos de Deus (1Tm 4.10). Jesus veio buscar e salvar o perdido (Lc 19.10) e nenhuma vez na Escritura lemos que Jesus morreu somente pelos eleitos. Nós lemos que Jesus morreu pelas ovelhas (Jo 10.11), que ele morreu pela Igreja (Ef 5.25), que ele morreu pelo apóstolo Paulo (Gl 2.20), que ele morreu por nós (Gl 1.4) e que ele morreu pelo mundo (1Jo 2.2), mas nós nunca lemos que ele morreu somente pelos eleitos. Isso deve ser deduzido pela releitura de outras passagens. Além disso, somente aqueles que colocam sua fé em Jesus e em seu sangue são salvos. Aqueles que rejeitam o seu sangue estão perdidos (Jo 5.24-25). A salvação vem pela graça de Deus por meio da fé (Rm 5.1; Ef 2.8-9) e não pelas obras (Tt 3.5-7). Nós devemos confessar os nossos pecados para sermos perdoados (1Jo 1.9) e não faz nenhum sentido se de fato Jesus morreu por todos os nossos pecados quando morreu na cruz. Como Deus pode nos perdoar de nossos pecados se de fato ele já nos perdoou de nossos pecados quando Jesus morreu por nós 2000 anos atrás pela vontade soberana de Deus?</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; line-height: normal;"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">Tradução: Walson Sales</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; line-height: normal;" align="right"><span style="font-family: Tahoma; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Fonte: <a href="http://arminiantoday.com/2013/02/07/the-logic-of-unbelief/">http://arminiantoday.com/2013/02/07/the-logic-of-unbelief/</a></span></span></p></div>]]></description>
			<author>pca.brz@gmail.com (Paulo Cesar Antunes)</author>
			<category>Destaque</category>
			<category>Roy Ingle</category>
			<category>Artigos</category>
			<category>Diversos</category>
			<category>Categorias</category>
			<pubDate>Sun, 03 Mar 2013 20:45:40 -0300</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Recursos Globais de Treinamento</title>
			<link>http://www.arminianismo.com/index.php/8-novidades/1386-recursos-globais-de-treinamento</link>
			<guid isPermaLink="true">http://www.arminianismo.com/index.php/8-novidades/1386-recursos-globais-de-treinamento</guid>
			<description><![CDATA[<div class="feed-description"><p style="text-align: center;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Recursos Globais de Treinamento</span></span></strong></p>
<p><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><img src="http://www.arminianismo.com/images/imagemRGT.png" border="0" width="623" height="190" style="border: 0px currentColor; margin-right: auto; margin-left: auto; display: block;" /></span></span></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><strong>&gt;&gt;&gt;</strong> <a href="http://www.globaltrainingresources.net/index.php?lan=por">http://www.globaltrainingresources.net/index.php?lan=por</a> <strong>&lt;&lt;&lt;</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">Propósito</span></strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">: Recursos Globais de Treinamento existe para facilitar o compartilhamento e distribuição de recursos de treinamento produzidos com a visão arminiana para líderes cristãos, igrejas e organizações no mundo todo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">Justificativa</span></strong><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">: Porque foi criada esta entidade? Existe uma demanda. A Associação Nacional das Igrejas Batistas Livres da América do Norte e a Missão Internacional Batista Livre recebem com frequência pedidos do mundo inteiro por professores e material de treinamento produzidos com a visão arminiana. Vários indivíduos estão procurando suprir esta necessidade. Acreditamos que um esforço conjunto ajudará na distribuição deste tipo de recursos. Nosso objetivo não é controlar, impor ou duplicar o que outros já estão fazendo, mas preencher os vazios e providenciar recursos suplementares. Prioridade será dada aos materiais que possam ser utilizados sem alteração ou facilmente adaptados aos diferentes contextos e culturas. Nosso desejo é de que este ministério venha assessorar programas de treinamento e projetos de plantação de igrejas já em andamento no mundo todo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">Objetivos</span></strong><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">1. Centralizar recursos para treinamento (materiais por escrito e professores qualificados).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">2. Servir como o fórum de uma rede, contribuindo e compartilhando recursos para treinamento.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">3. Compartilhar ideias e trabalhar com criatividade na obtenção de materiais de treinamento, na sua distribuição e utilização.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">Funcionamento</span></strong><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">: A Recursos Globais de Treinamento foi criada e é gerenciada por uma equipe de cinco líderes com diferentes interesses e experiências que trabalham em continentes diversos. Atualmente todos os membros da equipe são afiliados à Missão Internacional Batista Livre, podendo ser mudado no futuro. A equipe trabalha usando o princípio do consenso na tomada de decisões, sendo um de seus membros o líder. Atualmente os membros da equipe são: Clint Morgan, Steve Lytle, Kenneth Eagleton, Dale Bishop e Jeff Turnbough (líder da equipe).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">Parcerias</span></strong><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">: A equipe gerenciadora da Recursos Globais de Treinamento se considera principalmente uma facilitadora. Por esta razão é imprescindível que façamos parcerias com líderes, igrejas, associações, instituições de treinamento, editoras e denominações interessadas e que tenham o objetivo semelhante de treinamento cristão segundo a visão arminiana. Nosso desejo é aprender com aqueles que estão trabalhando na área de treinamento e oferecer assistência com os recursos disponíveis.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">Metodologia</span></strong><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">: O compartilhamento de recursos globais é uma tarefa monumental. No entanto, em vez de nos assustarmos com o desafio, decidimos seguir adiante contribuindo com o que for possível. Todos os membros da equipe têm outras responsabilidades e trabalham nesta tarefa de acordo com suas possibilidades. Os itens seguintes explicam como pretendemos proceder para alcançar nossos propósitos e objetivos, estando, no entanto, sujeitos a mudança.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">1. Tanto membros da equipe como outros interessados podem apresentar material de treinamento para ser incluído nos recursos disponíveis.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">2. A equipe fará uma triagem, decidindo por consenso quais materiais serão incluídos em seu acervo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">3. A equipe procurará professores qualificados que se colocarão à disposição para ministrar seminários e cursos ou matérias modulares onde for necessário (presencial, por vídeo aula, seminário pela web, etc.).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">4. A equipe montará um sítio na internet para armazenar e distribuir estes recursos. Este sítio também servirá de ponto de contato.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">5. A equipe buscará recursos financeiros para obter e processar os materiais escolhidos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">6. O líder da equipe tomará a decisão final quanto aos materiais que serão incluídos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">7. A equipe trabalhará na revisão dos materiais e buscará a ajuda de outros.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">8. A equipe trabalhará com líderes regionais e nacionais na facilitação da tradução (quando necessário), procurando os melhores tradutores nativos da língua local. Revisões também serão realizadas nestas línguas quando necessário.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">9. A equipe facilitará as provas de campo do material usando líderes nacionais como leitores e utilizadores dos recursos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">10. A equipe facilitará a impressão e publicação dos materiais na medida do possível.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">Contatos da equipe</span></strong><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Dale Bishop</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">e-mail: <span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><a href="mailto:dbishop@fwbgo.comSkype">dbishop@fwbgo.com</a></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">Skype</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">: dalebishop</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">Kenneth Eagleton</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">e-mail: <span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><a href="mailto:keagleton@fwbgo.comSkype">keagleton@fwbgo.com</a></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">Skype</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">: lobidoc</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">Steve Lytle</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">e-mail: <span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><a href="mailto:slytle@fwbgo.comSkype">slytle@fwbgo.com</a></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">Skype</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">: steve.lytle3</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">Clint Morgan</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">e-mail: <span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><a href="mailto:clint@fwbgo.comSkype">clint@fwbgo.com</a></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Skype</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">: morganalexcjr</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">Jeff Turnbough</span></strong><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;">, líder de equipe</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">e-mail: <span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><a href="mailto:jeff@fwbgo.comSkype">jeff@fwbgo.com</a></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">Skype</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt; mso-ansi-language: EN-US;" lang="EN-US"><span style="color: #000000;">: jeffturnbough</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Celular: +34 696 662 662</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Saudações em Cristo,</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Kenneth Eagleton, presidente</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">Missão Batista Livre do Brasil Brasil</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">(19) 3278-2715</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 10pt;"><span style="color: #000000;">(19) 9685-8256</span></span></p></div>]]></description>
			<author>pca.brz@gmail.com (Paulo Cesar Antunes)</author>
			<category>Destaque</category>
			<category>Novidades</category>
			<pubDate>Fri, 22 Feb 2013 09:21:23 -0300</pubDate>
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