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	<title>Urbanidades</title>
	
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	<description>Urbanismo, Planejamento Urbano e Planos Diretores</description>
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		<title>Fernando Lara: o porquê das enchentes</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:53:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[planejamento urbano]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[instrumentos urbanísticos]]></category>
		<category><![CDATA[inundações]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação do solo]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/itajai_inund_tn.jpg" alt="itajai"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto do Prof. Fernando Lara sobre as inundações. Um pequeno trecho aqui:</p>
<blockquote><p>A causa? Importamos  um        padrão de urbanização dos nossos colonizadores ibéricos         que é inviável no Brasil, onde a chuva anual varia de        1.000mm a  1.600mm. Em áreas populosas e urbanizadas,        como o Sudeste  brasileiro (80 milhões de habitantes), a        chuva se concentra no  verão, período em que chega a cair        300mm por mês e não é incomum  100mm em um único dia. Na        região de Angra dos Reis, litoral  fluminense, choveu        mais de 400mm nos dois últimos dias de  dezembro e no        primeiro dia de janeiro. No entanto, nosso modelo  de        construção vem de lugares onde chove muito menos, e de         forma regular: 400mm por ano em Madri; 500mm por ano em        Lisboa.  Aqueles terraços pavimentados de Sevilha ou de        Lisboa são lindos e  adequados para 50mm por mês, nunca        para um lugar onde chove esta  cota por hora.</p></blockquote>
<p>Corra para ler a versão completa!</p>
<p><a title="porquê das enchentes" href="http://parededemeia.blogspot.com/2010/07/o-porque-das-enchentes.html" target="_blank">O porquê das enchentes</a></p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/01/o-futuro-de-floripa/" rel="bookmark" title="22.janeiro.2009">O futuro de Floripa</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/01/plano-diretor-como-trabalho-de-graduacao/" rel="bookmark" title="09.janeiro.2008">Plano diretor como trabalho de graduação</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/05/assim-fica-difcil-trabalhar/" rel="bookmark" title="22.maio.2007">Assim fica dif&iacute;cil trabalhar!</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/05/a-feia-fumaca/" rel="bookmark" title="29.maio.2009">A feia fumaça</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/06/plano-diretor-como-orientador-das-aes-urbanas/" rel="bookmark" title="16.junho.2007">Plano Diretor como orientador das a&ccedil;&otilde;es urbanas</a></li>
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		<title>Sintaxe espacial e a teoria do Movimento Natural</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 23:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[espaços públicos]]></category>
		<category><![CDATA[sintaxe espacial]]></category>
		<category><![CDATA[sistema viário]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/movimento_natural_02_tn.png" alt="Sintaxe Espacial" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em outro post aqui no Urbanidades, já falei sobre a teoria da <a title="Sintaxe Espacial" href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/" target="_blank">Sintaxe Espacial</a>, de Bill Hillier. Neste post quero mostrar e comentar mais a fundo a teoria do Movimento Natural, que já havia sido citada brevemente no post anterior. Essa teoria é fundamental para a Sintaxe Espacial e foi responsável, em parte, pelo fortalecimento da teoria e sua adoção como tema de pesquisa em várias partes do mundo.</p>
<p>A ideia básica por trás da teoria é a de que a configuração da malha urbana tem a propriedade de privilegiar alguns espaços em relação a outros, no que diz respeito ao movimento de passagem. Sendo assim, a malha urbana seria o principal gerador dos padrões de movimento. Segundo essa visão, os usos comerciais de varejo localizam-se de forma a aproveitar esse padrão, buscando áreas de maior movimento e, com isso, amplificando o volumes de tráfego pré-existentes.</p>
<p><span id="more-703"></span></p>
<h3>Atração e configuração</h3>
<div class="olhos">A configuração da malha viária, por si só, já é um indicador das áreas mais e menos movimentadas</div>
<p>Hillier et al (1993) iniciam seu argumento mostrando que a configuração indica, por si mesma (isto é, sem a necessidade de sabermos a distribuição de usos do solo), a provável distribuição geral de fluxos. Na Figura 1a vemos que a via principal será mais utilizada que as demais vias, porque para todos os deslocamentos envolvendo duas vias verticais, será necessário passar pela via horizontal. Já na Figura 1b é provável que os fluxos fiquem menos concentrados, uma vez que entre algumas das linhas verticais é possível deslocar-se utiilzando outra via horizontal além da principal.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/movimento_natural_01.png"><img style="display: inline; border-width: 0px;" title="movimento_natural_01" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/movimento_natural_01_thumb.png" border="0" alt="movimento_natural_01" width="500" height="111" /></a><br />
<span class="legendas">Figura 1 – Exemplo de como a configuração da malha sugere padrões diferenciados de movimento (Fonte: Hillier et al, 1993).</span></p>
<p>Isso é possível deduzir sem sabermos quais os usos do solo, o que indica que a configuração exerce uma influência sobre esse padrão.</p>
<blockquote><p>Se, portanto, em um estágio qualquer da evolução do sistema urbano nós investigássemos os padrões de movimento e encontrássemos coerência entre as taxas de movimento e a presença de atratores, seria pouco inteligente assumir que o movimento poderia ser explicado pelos atratores até que estivéssemos certos de que a configuração não tivesse influenciado tanto o movimento quanto a presença de atratores. (HILLIER et al, 1993, p. 30).</p></blockquote>
<p>Entre os três elementos considerados – movimento, atratores e configuração, os autores defendem que a configuração é o elemento influenciador primário, já que pode influenciar os outros dois mas não pode ser influenciada por eles. Nem atratores nem movimento podem alterar a rígida natureza da configuração.</p>
<h3>A teoria do Movimento Natural</h3>
<p>Por conta desse aspecto tão fundamental que a malha urbana desempenha na geração de padrão de movimentos, Hillier et al batizaram-no de “Movimento Natural”. Segundo eles,</p>
<blockquote><p>Movimento natural em uma malha urbana é a proporção do movimento de pedestres que é determinada apenas pela própria malha. O movimento natural, apesar de não ser quantitativamente o maior componente do movimento em espaços urbanos, é o mais presente deles, de tal forma que sem ele muitos espaços ficarão vazios pela maior parte do tempo. (HILLIER, et al, 1993, p. 32 – tradução nossa).</p></blockquote>
<h3>Movimento natural e Sintaxe Espacial</h3>
<p>A proposição fundamental do movimento natural, segundo os autores, é de que este está diretamente correlacionado com uma medida configuracional chamada “<a title="Integração Espacial" href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/" target="_blank">Integração</a>”, desde que os outros fatores permaneçam constantes. Eles testaram outras medidas configuracionais, tais como controle e conectividade, mas a medida de integração foi a que apresentou maior correlação com o movimento. Isso os levou à conclusão que o movimento é um fenômeno explicado por propriedades globais do sistema, e não por características locais.</p>
<p>A análise da distribuição da integração pelas diversas <a title="linhas axiais" href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/" target="_blank">linhas axiais</a> permite identificar o núcleo integrador da malha, ou seja, o conjunto de linhas mais integradas (digamos, 10%) responsável por estruturar o sistema como um todo.</p>
<h3>Alguns resultados empíricos</h3>
<p>Hillier et all realizaram vários estudos de caso e chegaram a conclusões interessantes. Eles estavam analisando a relação entre integração e quantidade de pedestres. Para isso, realizaram um levantamento da quantidade de pessoas adultas em  movimento em uma área ao redor da Estação King’s Cross, em Londres (Fig. 2).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/movimento_natural_02.png"><img style="display: inline; border-width: 0px;" title="movimento_natural_02" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/movimento_natural_02_thumb.png" border="0" alt="movimento_natural_02" width="500" height="323" /></a><br />
<span class="legendas">Figura 2 – Sistema de espaços abertos em King’s Cross (esquerda); Sistema de linhas axiais correspondentes (direita), com núcleo integrador destacado em linhas mais escuras (adaptado de Hillier et al, 1003).</span></p>
<p>Ao comparar a integração das linhas axiais com a média de pessoas que por elas circulavam, os autores notaram uma correlação estatística entre as duas medidas, que ficava mais forte se fosse considerada a integração em relação ao logaritmo da quantidade de pessoas. Quando a área total era dividida em subáreas e as vias predominantemente comerciais eram retiradas da comparação, a correlação maior não era mais com o logaritmo, mas sim com a média simples da contagem de pedestres.</p>
<p>Com base nisso, os autores concluíram que os usos comerciais se distribuíam seguindo o “ranking” de integração que a malha possuía, mas, uma vez instalados, atuavam como atratores ao movimento de pedestres e, assim, amplificavam os fluxos inicialmente existentes.</p>
<h3>Consequências da teoria do Movimento Natural para o projeto de espaços urbanos</h3>
<div class="olhos">Não adianta propor comércio para trazer movimento. É preciso criar condições para o movimento, para trazer o comércio.</div>
<p>Em minha experiência como professor, passei um bom tempo trabalhando em projetos de parcelamento do solo e iniciação aos conceitos básicos de normas urbanísticas. Era muito comum, assessorando os projetos dos alunos, ver propostas de localização de áreas comerciais que se baseavam exclusivamente na crença desse tipo de uso como atratores de movimento. Eram frequentes afirmações como “aqui nós pretendemos criar uma área comercial para atrair pessoas e tornar a área mais interessante”.</p>
<p>Apesar de haver uma certa lógica nessa afirmação, Hillier et al (1993) fornecem um forte argumento no sentido de que é necessário pensá-la pela direção inversa: as pessoas é que atraem o comércio, e não o contrário. Portanto, não adianta querer “impor” localizações comerciais em locais em que a malha não os favorece. Eles sempre buscarão as melhores localizações, e estas serão aquelas que mais favorecem o movimento de passagem da pessoas.</p>
<p>Por isso, o desenho do sistema de espaços públicos e de circulação é essencial, uma vez que pode ser considerado a base sobre a qual irá se assentar o padrão de “movimento natural” e, portanto, a base a partir da qual o padrão básico de distribuição dos usos do solo será definido. Aí sim, uma vez assentados os usos comerciais sobre essa base, eles promoverão a amplificação do movimento de pessoas e, com sorte emais algumas qualidades de projeto, tornarão a área realmente mais interessante.</p>
<p>Nesse sentido, um exemplo são as unidades de vizinhança &#8220;clássicas&#8221;, defendidas pelo Movimento Moderno. Nelas, as vias de maior movimento passam à margem das áreas mais comunitárias, e os comércios do dia-a-dia estariam no seu interior, servindo a apenas uma unidade de vizinhança. Na prática, entretanto, os comércios optam por localizar-se justamente nas margens, porque é por lá que passa a maior quantidade de fluxos. HOLSTON (1993) mostra o caso das superquadras em Brasília, e as várias soluções encontradas pelos planejadores, a maioria fracassada, para &#8220;impor&#8221; a localização interna aos comércios locais.</p>
<h3>Referência bibliográfica:</h3>
<p>HILLIER, Bill; PENN, Alan; HANSON, Julienne; GRAJEWSKI, T.; XU, J. Natural movement: or, configuration and attraction in urban pedestrian movement. <strong>Environment and Planning B: Planning and Design</strong>, v. 20, n. 1, p. 29 -66, 1993.</p>
<p>HOLSTON, James. <strong>A cidade modernista</strong>. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.</p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/sintaxe-espacial/" rel="bookmark" title="03.setembro.2007">Sintaxe Espacial</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/09/florianopolis-com-a-pior-mobilidade-urbana/" rel="bookmark" title="08.setembro.2009">Florianópolis com a pior mobilidade urbana?</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/08/analisando-os-usos-do-solo/" rel="bookmark" title="19.agosto.2007">Analisando os usos do solo</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/06/roma-renascida/" rel="bookmark" title="17.junho.2007">Roma renascida</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/02/seguranca-nas-cidades-jane-jacobs-e-os-olhos-da-rua/" rel="bookmark" title="10.fevereiro.2010">Segurança nas cidades: Jane Jacobs e os olhos da rua</a></li>
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		<title>Lei combate especulação, mas é limitada</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 13:53:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[instrumentos urbanísticos]]></category>
		<category><![CDATA[zoneamento]]></category>
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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/vazio_tn.jpg" alt="imóvel vazio" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Lei combate especulação, mas é limitada </strong></p>
<p><strong>Nabil Bonduki</strong></p>
<p><em>Fonte: Folha de S.Paulo (artigo de Nabil Bonduki na Folha de S.Paulo de 12/07/2010)</em></p>
<p>A lei aprovada em São Paulo para combater a especulação com imóveis ociosos e subutilizados é importante, mas está atrasada e é insuficiente.<br />
Os proprietários têm um ano após serem notificados para apresentar projeto de ocupação dos imóveis; caso não o façam, serão penalizados com imposto progressivo: a cada ano, a alíquota do IPTU será dobrada, até atingir 15% do valor da propriedade.</p>
<p><span id="more-697"></span></p>
<p><img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border: 0px;" title="vazio" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/vazio.jpg" border="0" alt="vazio" width="300" height="225" align="right" /> O dispositivo foi previsto no Plano Diretor Estratégico (PDE), aprovado em 2002, cuja redação final foi por mim formulada enquanto relator na Câmara Municipal. Embora detalhado, não pode ser aplicado imediatamente, porque o Estatuto da Cidade exige lei específica, retardando o combate à especulação.<br />
Para evitar essa demora, a lei nº 13.885/2004, da qual também fui relator, deu um prazo de seis meses (até 4 de agosto de 2005) para que o Poder Executivo regulamentasse o instrumento. Os prefeitos Serra e Kassab, cujo descaso com a questão urbana é notória, não encaminharam o assunto.</p>
<p>O Ministério Público abriu uma ação civil pública contra o Executivo, por descumprimento do prazo. Coube, então, aos vereadores Paulo Teixeira (na legislatura de 2005-2008) e José Police a apresentação de projetos de lei que seguiam, na essência, o texto do PDE. O caso mostra que, neste tema, o Legislativo está mais avançado que o Executivo paulistano. A lei aprovada, entretanto, fica muito aquém do que pretende o PDE, que incluiu nas penalidades da lei todos os imóveis ociosos (inclusive edifícios com mais de 80% de sua área vazia há mais de 5 anos na área central), inseridos na macrozona de estruturação urbana, onde a cidade deve se desenvolver.</p>
<p>A lei aprovada limita a aplicação do dispositivo aos imóveis situados nas Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis 2 e 3) e na Operação Urbana Centro, ou seja, a apenas 2% da macrozona. É bom para ocupar as Zeis, mas insuficiente para um correto combate à especulação fundiária e para redução significativa nos preços dos terrenos, pois nada mudará no restante da cidade.</p>
<p>É preocupante, ainda, o argumento do Secovi (sindicato do setor imobiliário) de que o dispositivo não valeria para edifícios vazios, como rege o PDE, que visa promover o repovoamento do centro. O argumento dos empresários não é correto, pois o Estatuto da Cidade delega ao PDE estabelecer onde o solo urbano não utilizado não cumpre a função social da propriedade; ora, no centro de São Paulo, é evidente que um edifício vazio, entregue aos ratos, é solo urbano não utilizado.</p>
<p>Espera-se que o prefeito seja ágil, iniciando imediatamente a notificação dos proprietários para forçá-los a apresentar projetos de ocupação nesses imóveis ociosos até o final de 2011. Assim, em 2012, o imposto progressivo poderá começar a ser aplicado, gerando os impactos esperados nas Zeis.<br />
A lei repercutirá em todo o país, pois raros municípios colocaram em prática dispositivos para combater a especulação imobiliária. Sua aprovação mostra ao Legislativo e Executivo paulistanos que é melhor implementar o Plano Diretor Estratégico do que perder tempo com sua revisão ilegal. A cidade vai ganhar muito mais.</p>
<p><em>NABIL BONDUKI é arquiteto e professor de planejamento urbano da FAU-USP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP). Ex-vereador de São Paulo pelo PT (2001-2004), foi relator do Plano Diretor Estratégico na Câmara Municipal</em></p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/06/planejamento-estrategico-de-cidades-parte-2/" rel="bookmark" title="05.junho.2008">Planejamento Estrat&eacute;gico de Cidades &#8211; parte 2</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/12/prorrogado-o-prazo-para-a-elaboracao-dos-planos-diretores/" rel="bookmark" title="14.dezembro.2007">Prorrogado o prazo para a elabora&ccedil;&atilde;o dos planos diretores</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/06/planejamento-estratgico-de-cidades-parte-3/" rel="bookmark" title="12.junho.2008">Planejamento Estrat&eacute;gico de Cidades &#8211; parte 3</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/01/plano-diretor-como-trabalho-de-graduacao/" rel="bookmark" title="09.janeiro.2008">Plano diretor como trabalho de graduação</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/06/plano-diretor-como-orientador-das-aes-urbanas/" rel="bookmark" title="16.junho.2007">Plano Diretor como orientador das a&ccedil;&otilde;es urbanas</a></li>
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		<title>Lamas – Morfologia Urbana</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 22:26:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lamas]]></category>
		<category><![CDATA[mapas conceituais]]></category>
		<category><![CDATA[morfologia]]></category>
		<category><![CDATA[praças]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/lamas_1993_morfologia_urbana_thumb.jpg" alt="Lamas Morfologia" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>José Manuel Ressano Garcia Lamas tem um livro muito bom chamado “Morfologia urbana e desenho da cidade” que faz um apanhado bastante bom sobre esses assuntos. É especialmente indicado para as primeiras fases do curso de graduação, porque tem um texto relativamente fácil de entender e percorre os assuntos desde seus aspectos mais básicos.</p>
<p><span id="more-694"></span></p>
<p>Um dos capítulos, por exemplo, fala sobre os principais elementos da morfologia urbana e suas relações. As principais ideias estão sintetizadas neste mapa conceitual, que pode servir como uma boa referência.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/lamas_1993_morfologia_urbana.jpg" target="_blank"><img style="display: inline; border-width: 0px;" title="lamas_1993_morfologia_urbana" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/lamas_1993_morfologia_urbana_thumb.jpg" border="0" alt="lamas_1993_morfologia_urbana" width="500" height="302" /></a><br />
<span class="legendas">Mapa conceitual dos principais elementos da Morfologia Urbana, segundo Lamas (1993) &#8211; clique para ampliar.</span></p>
<h3>Referência Bibliográfica:</h3>
<p>LAMAS, José Manuel Ressano Garcia. <strong>Morfologia urbana e desenho da cidade</strong>. sl: Fundação Calouste Gulbenkian, 1993.</p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/06/mapas-mentais-em-planejamento-urbano/" rel="bookmark" title="25.junho.2007">Mapas mentais em planejamento urbano</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/12/esquemas-conceituais-em-projetos-de-urbanismo/" rel="bookmark" title="12.dezembro.2008">Esquemas conceituais em projetos de Urbanismo</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/07/anglica-uma-cidade-modernista-no-interior-do-mato-grosso-do-sul/" rel="bookmark" title="02.julho.2010">Ang&eacute;lica: uma cidade modernista no interior do Mato Grosso do Sul</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/10/plano-e-projeto-no-tcc/" rel="bookmark" title="17.outubro.2008">Plano e projeto no TCC</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/05/circulacao-de-pedestres/" rel="bookmark" title="22.maio.2007">Circula&ccedil;&atilde;o de pedestres</a></li>
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		<title>Lugares do mundo</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2010/07/lugares-do-mundo/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=lugares-do-mundo</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 16:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[cidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/amsterdam_02_tn.jpg" alt="Amsterdam" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue uma coletânea de imagens de cidades pelo mundo. Tentei capturar as imagens (todas do google Earth) mais ou menos da mesma altura, para facilitar as comparações. Em algumas delas há um Zoom para melhorar a visualização.</p>
<p>Divirtam-se!</p>
<p> <span id="more-661"></span>
</p>
<h3>Amsterdam</h3>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/amsterdam1.jpg"><img title="amsterdam" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="amsterdam" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/amsterdam_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/amsterdam_021.jpg"><img title="amsterdam_02" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="amsterdam_02" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/amsterdam_02_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a></p>
<h3>Brasília</h3>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/brasilia_031.jpg" target="_blank"><img title="brasilia_03" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="brasilia_03" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/brasilia_03_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a>    <br />Encontro dos eixos</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/brasilia_021.jpg" target="_blank"><img title="brasilia_02" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="brasilia_02" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/brasilia_02_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a>    <br />Esplanada dos Ministérios</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/brasilia_011.jpg" target="_blank"><img title="brasilia_01" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="brasilia_01" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/brasilia_01_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a>    <br />Setor residencial Sul &#8211; Superquadras</p>
<h3>Nova Iorque &#8211; Manhatan</h3>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/nova_iorque_central_park1.jpg" target="_blank"><img title="nova_iorque_central_park" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="nova_iorque_central_park" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/nova_iorque_central_park_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a></p>
<h3>Rio de Janeiro</h3>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/rio_de_janeiro_ipanema1.jpg" target="_blank"><img title="rio_de_janeiro_ipanema" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="rio_de_janeiro_ipanema" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/rio_de_janeiro_ipanema_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a>    <br />Ipanema</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/rio_de_janeiro_rocinha1.jpg" target="_blank"><img title="rio_de_janeiro_rocinha" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="rio_de_janeiro_rocinha" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/rio_de_janeiro_rocinha_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a>    <br />Rocinha</p>
<h3>Paris</h3>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/parisTorreEiffel1.jpg" target="_blank"><img title="paris - Torre Eiffel" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="paris - Torre Eiffel" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/parisTorreEiffel_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a>    <br />Torre Eiffel</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/parisarcodotriunfo1.jpg" target="_blank"><img title="paris - arco do triunfo" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="paris - arco do triunfo" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/parisarcodotriunfo_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a>    <br />Arco do Triunfo</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/parisarcodotriunfo021.jpg" target="_blank"><img title="paris - arco do triunfo - 02" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="paris - arco do triunfo - 02" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/parisarcodotriunfo02_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a>    <br />Arco do Triunfo</p>
<h3>Veneza</h3>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/veneza011.jpg" target="_blank"><img title="veneza-01" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="veneza-01" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/veneza01_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/veneza02.jpg"></a></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/veneza021.jpg" target="_blank"><img title="veneza-02" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="veneza-02" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/veneza02_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a></p>
<h3>Barcelona</h3>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/barcelona1.jpg" target="_blank"><img title="barcelona" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="310" alt="barcelona" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/barcelona_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a>    <br />Encontro da retícula de Cerdá com o tecido medieval</p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/08/lancado-o-banco-de-imagens-do-urbanidades/" rel="bookmark" title="26.agosto.2008">Lan&ccedil;ado o Banco de Imagens do Urbanidades</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/07/christopher-alexander-a-cidade-nao-e-uma-arvore/" rel="bookmark" title="27.julho.2009">Christopher Alexander &#8211; A cidade não é uma árvore</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/09/manhattan-400-anos-atras/" rel="bookmark" title="11.setembro.2009">Manhattan 400 anos atrás</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/09/assessoria-para-zeis/" rel="bookmark" title="15.setembro.2007">Assessoria para ZEIS</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/04/ultrajes-urbanos-3-zoneamento-de-sao-jos-sc/" rel="bookmark" title="27.abril.2010">Ultrajes Urbanos #3 &#8211; Zoneamento de São José &#8211; SC</a></li>
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		</item>
		<item>
		<title>Angélica: uma cidade modernista no interior do Mato Grosso do Sul</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 19:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[angélica]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/angelica_tn.png" alt = "Angelica" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dêem uma olhada no meu artigo publicado na Revista online Arquitextos, do Portal Vitruvius. Quaisquer comentários podem ser feitos aqui, já que não há essa opção por lá:</p>
<p><strong><a title="Angélica MS Modernismo" href="http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/10.121/3448" target="_blank">Permanência e Renovação da Morfologia Urbana Modernista: um Estudo de Caso sobre Angélica – MS</a></strong></p>
<p><span id="more-630"></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/fig_02.jpg"><img style="display: inline; border-width: 0px;" title="fig_02" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/07/fig_02_thumb.jpg" border="0" alt="fig_02" width="500" height="360" /></a><br />
<span class="legendas">Proposta original para Angélica – MS [Adaptado de Wilheim (2003)]</span></p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/07/lamas-morfologia-urbana/" rel="bookmark" title="07.julho.2010">Lamas &ndash; Morfologia Urbana</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/10/revista-brasileira-de-estudos-urbanos-e-regionais/" rel="bookmark" title="22.outubro.2008">Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/04/artigos-cientificos-disponiveis-na-web/" rel="bookmark" title="07.abril.2010">Artigos científicos disponíveis na Web</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/07/veneza-vista-de-cima/" rel="bookmark" title="08.julho.2008">Veneza vista de cima</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/07/christopher-alexander-a-cidade-nao-e-uma-arvore/" rel="bookmark" title="27.julho.2009">Christopher Alexander &#8211; A cidade não é uma árvore</a></li>
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		</item>
		<item>
		<title>Ultrajes Urbanos #4</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2010/05/ultrajes-urbanos-4/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=ultrajes-urbanos-4</link>
		<comments>http://urbanidades.arq.br/2010/05/ultrajes-urbanos-4/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 May 2010 22:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[zoneamento]]></category>
		<category><![CDATA[Balneário Camboriú]]></category>
		<category><![CDATA[gabaritos]]></category>
		<category><![CDATA[planos diretores]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/livre_bc_tn.png" alt="zoneamento balneário camboriú"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das funções principais de um plano diretor é estabelecer os limites à ocupação urbana, tentando manter uma certa coerência entre a quantidade de pessoas e atividades nas diversas partes da cidade e a disponibilidade de infraestrutura (especialmente esgoto e transportes, mas também água, energia, etc.), bem como gerenciar os impactos na paisagem e as interferências dos edifícios entre si (ventilação, insolação, etc.). Apesar disso, o Plano Diretor de Balneário Camboriú (SC), não estabelece limite de pavimentos para algumas zonas da cidade. Neste caso, a situação é ainda mais grave dadas as condições pelas quais passa a cidade de Balneário Camboriú. Toda a orla está altamente densificada, o tratamento de esgoto não é suficiente para toda a população e a praia central está completamente poluída.</p>
<p>Enquanto isso, por outro lado, o Estatuto da Cidade estabelece como uma de suas diretrizes (art. 2):</p>
<blockquote><p>VI &#8211; ordenação e controle do uso do solo, de forma a evitar:</p>
<p>[…]</p>
<p>c) o parcelamento do solo, a edificação ou o uso excessivos ou inadequados em relação à infra-estrutura urbana;</p>
<p>d) a instalação de empreendimentos ou atividades que possam funcionar como pólos geradores de tráfego, sem a previsão da infra-estrutura correspondente;</p>
<p>[….]</p>
<p>g) a poluição e a degradação ambiental;</p>
</blockquote>
<p>Sendo assim, como é que a liberação total de gabaritos estaria contribuindo para a qualidade de vida? Simplesmente não faz nenhum sentido. Que tipo de argumento foi dado, no momento de deliberação sobre os parâmetros urbanísticos, para justificar essa decisão? Será que a comunidade foi ouvida? Será que isso está de acordo com o que a sociedade de Balneário deseja para seu Município?</p>
<p>As imagens a seguir mostram as definições para as zonas ZACC-I-A e ZACC-I-B, bem como z localização dessas zonas no mapa.</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zaccia1.jpg"><img title="zacc-i-a" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="227" alt="zacc-i-a" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zaccia_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a> </p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zaccib2.jpg"><img title="zacc-i-b" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="231" alt="zacc-i-b" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zaccib_thumb2.jpg" width="500" border="0" /></a> </p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zoneamento_bc1.jpg"><img title="zoneamento_bc" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="234" alt="zoneamento_bc" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/zoneamento_bc_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a>    <br />Fragmento do mapa de zoneamento de Balneário Camboriú (Fonte: PMBC)</p>
<p>Note que na linha referente a “Gabaritos”, está escrita a palavra “Livre”. Isso quer dizer que apenas o índice de aproveitamento e a taxa de ocupação ficam responsáveis por limitar a volumetria dos edifícios, o que gera resultados no mínimo esdrúxulos visto que edifícios excessivamente altos são instalados em lotes desproporcionalmente pequenos. Abaixo, a volumetria resultante desses parâmetros:</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/balneario_ETE1.jpg"><img title="balneario_ETE" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="375" alt="balneario_ETE" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/balneario_ETE_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a></p>
<p>Isso sem falar na sombra que os prédios fazem sobre a praia, que já são lendárias. A partir de um certo horário da tarde as sombras praticamente inviabilizam a permanência na praia. Esse efeito nefasto, tão criticado, ao invés de ser combatido no atual plano diretor foi intensificado pela liberação do número máximo de pavimentos.</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/poraprofoto21.jpg"><img title="poraprofoto2" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="333" alt="poraprofoto2" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/poraprofoto2_thumb1.jpg" width="500" border="0" /></a>    <br />Fonte: <a title="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=837008" href="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=837008">http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=837008</a></p>
<p>Se alguém souber onde posso acessar as atas e registros das audiências públicas que definiram esses parâmetros, me avise nos comentários.</p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/12/taxa-de-ocupacao-e-coeficiente-de-aproveitamento/" rel="bookmark" title="10.dezembro.2007">Taxa de ocupação e coeficiente de aproveitamento</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/05/legibilidade-do-plano-diretor/" rel="bookmark" title="02.maio.2008">Legibilidade do plano diretor</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/02/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/" rel="bookmark" title="22.fevereiro.2010">As armadilhas da defini&ccedil;&atilde;o do zoneamento e das densidades populacionais urbanas</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/07/corrupcionario/" rel="bookmark" title="11.julho.2007">Corrupcionário</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/07/lei-combate-especulao-mas-limitada/" rel="bookmark" title="16.julho.2010">Lei combate especula&ccedil;&atilde;o, mas &eacute; limitada</a></li>
</ul><!-- Similar Posts took 69.118 ms -->]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pronto para voto, Plano Diretor “secreto” deve beneficiar mercado imobiliário</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2010/05/pronto-para-voto-plano-diretor-secreto-deve-beneficiar-mercado-imobiliario/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=pronto-para-voto-plano-diretor-secreto-deve-beneficiar-mercado-imobiliario</link>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 16:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[planos diretores]]></category>
		<category><![CDATA[gestão democrática]]></category>
		<category><![CDATA[participação popular]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/sao-paulo_tn.jpg" alt="São Paulo"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Emendado às pressas na Câmara, documento pode passar sem debate com a sociedade</em></p>
<p><em>Fonte: <a title="PD São Paulo" href="http://www.polis.org.br/noticias_interna.asp?codigo=1002" target="_blank">Instituto Polis</a><br />
</em></p>
<p>Os vereadores trabalham em silêncio e em ritmo acelerado para fechar os últimos detalhes da proposta final de revisão do Plano Diretor – e podem colocar a proposta em votação a qualquer momento. A combinação de segredo e celeridade é perversa, já que dessa forma a sociedade ficou completamente alijada das discussões sobre o documento que é a base legal que vai orientar o planejamento e o crescimento da cidade nos próximos anos.</p>
<p>A leitura do projeto já foi feita para a Comissão de Política Urbana da Câmara dos Vereadores, em reunião secreta, bem distante dos olhos e das eventuais críticas da população, meios de comunicação e demais organizações sociedade civil. Ontem, o texto foi lido para os demais parlamentares – e até segunda-feira ninguém mais, além dos parlamentares, tinha conhecimento do <a href="http://www.polis.org.br/utilitarios/editor2.0/UserFiles/File/revisaoplanodiretorsp.pdf">texto completo</a>. O documento foi finalmente colocado na internet ontem, mas sem a devida publicidade.</p>
<p>Até agora, foram poucos os veículos que publicaram reportagens sobre o texto final.</p>
<p>Mais de 200 organizações, entre movimentos de moradia e entidades da sociedade civil se mobilizam para fazer ser ouvida a insatisfação generalizada com o processo. Um ato público está marcado para o dia <strong>2 de junho, às 10h, em frente à Câmara dos Vereadores</strong>.</p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/saoPaulo.jpg"><img style="display: inline; border: 0px;" title="sao Paulo" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/saoPaulo_thumb.jpg" border="0" alt="sao Paulo" width="500" height="375" /></a><br />
Foto: <a title="Foto Rodrigo Soldon" href="http://www.flickr.com/photos/soldon/3405021082/" target="_blank">Rodrigo Soldon</a></p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/12/prorrogado-o-prazo-para-a-elaboracao-dos-planos-diretores/" rel="bookmark" title="14.dezembro.2007">Prorrogado o prazo para a elabora&ccedil;&atilde;o dos planos diretores</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/04/concurso-para-professor-adjunto-ufsc/" rel="bookmark" title="23.abril.2010">Concurso para Professor Adjunto &#8211; UFSC</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/05/curso-de-plano-de-habitao/" rel="bookmark" title="27.maio.2008">Curso de plano de habita&ccedil;&atilde;o</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/07/lei-combate-especulao-mas-limitada/" rel="bookmark" title="16.julho.2010">Lei combate especula&ccedil;&atilde;o, mas &eacute; limitada</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/01/especulacao-imobiliaria-virtual/" rel="bookmark" title="15.janeiro.2008">Especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria virtual</a></li>
</ul><!-- Similar Posts took 127.985 ms -->]]></content:encoded>
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		<title>Brasília – cidade moderna, cidade eterna – Frederico de Holanda</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 17:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico de Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/livro_brasilia_tn.jpg" alt="Livro Frederico de Holanda"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Professor Holanda está lançando seu mais novo livro e, por isso, estou divulgando aqui no Urbanidades. Ainda não tive a oportunidade de lê-lo, mas a julgar pela seus outros trabalhos, podemos esperar um texto da mais alta qualidade. Certamente vale o investimento.<span id="more-595"></span></p>
<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/capacircular.jpg"><img style="display: inline; margin: 0px 0px 0px 10px; border: 0px;" title="capa circular" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/05/capacircular_thumb.jpg" border="0" alt="capa circular" width="300" height="317" align="right" /></a>A seguir a mensagem enviada por ele:</p>
<blockquote><p>Caros amigos, colegas, estudantes:</p>
<p>É com muita alegria que anuncio o lançamento do livro <em>Brasília – cidade moderna, cidade eterna.</em></p>
<p>Inclui os principais achados de pesquisas desenvolvidas nos últimos anos, depois de <em>O espaço de exceção </em>(2002) e de <em>Arquitetura &amp; urbanidade </em>(2003)<em>. </em>É de minha autoria exclusiva, embora reflita os resultados de investigações do grupo de pesquisa que coordeno.</p>
<p>Anexo um documento com o <em>texto da quarta capa</em>, o <em>Prefácio</em> (de Andrey Rosenthal Schlee) e o <em>Prólogo.</em> Isto dará uma boa ideia do conteúdo.</p>
<p>Há três maneiras de adquirir o livro:</p>
<p>1) Diretamente comigo. O pedido deve ser encaminhado para o email <a href="mailto:brasiliaeterna@gmail.com">brasiliaeterna@gmail.com</a>. Peço informar o <em>endereço para a remessa</em>, e a <em>opção de postagem</em> (<em>comum</em> ou <em>expressa</em>). Na <em>comum</em>, para qualquer lugar do país, serão cobrados R$ 2,00; na <em>expressa</em>, o valor será informado, pois dependerá da localidade. Recebido o pedido, informarei a conta bancária onde o valor do livro (R$ 39,00) e o valor da postagem (a depender da opção) devem ser depositados. Creditado o valor, o livro será enviado. <em>Esta opção é válida somente para os residentes no Brasil.</em> Para outros países, ver alternativas 2 e 3.</p>
<p>2) Pela página da internet <em>PayPal </em>(<a href="https://www.paypal.com">https://www.paypal.com</a>)<em>.</em> O pedido deve ser encaminhado para o email <a href="mailto:brasiliaeterna@gmail.com">brasiliaeterna@gmail.com</a>.<em> </em>Peço informar o <em>endereço para a remessa</em>, e a <em>opção de postagem </em>(comum ou expressa). Recebido o pedido, informarei o valor e a minha conta de <em>PayPal </em>onde o valor deve ser depositado. O valor variará de acordo com a opção de postagem e o câmbio. Creditado o valor, o livro será enviado.</p>
<p>3) Na <em>Livraria Cultura</em>, nas lojas ou na página <a href="http://www.livrariacultura.com.br/">www.livrariacultura.com.br</a></p>
<p>Agradeceria imensamente que vocês contribuíssem para a divulgação do livro entre amigos, colegas, alunos, contatos em geral. Se não acharem abusivo, peço também divulgar nas malas eletrônicas das instituições a que pertencem.</p>
<p>Por enquanto, o livro está disponível apenas aos leitores da língua portuguesa. Entretanto, traduções para outras línguas estão sendo planejadas.</p>
<p>Finalmente, desculpo-me de antemão por mensagens duplicadas que eventualmente recebam.</p>
<p>Com as mais cordiais saudações,</p>
<p>Frederico de Holanda</p></blockquote>
<p>E aqui o texto da quarta capa, que dá mais algumas informações sobre o livro:</p>
<blockquote><p>É quase unânime caracterizar Brasília como “uma cidade moderna”. Descrição pobre. Lucio Costa supera o receituário, estava “desarmado de preconceitos e tabus urbanísticos”. Além dos traços modernos, o arquiteto ousa incorporar influências milenares – terraplenos monumentais, perspectivas barrocas, cidade jardim.</p>
<p>Honrosas exceções à parte, os discursos sobre Brasília são míticos. Os elogiosos ignoram os problemas da Capital, os críticos inventam problemas inexistentes.</p>
<p><strong>Brasília – cidade moderna, cidade eterna</strong> procura superar o maniqueísmo do “ame-a ou deixe-a”. Revela ser a Capital uma das mais peculiares cidades do planeta, nos âmbitos metropolitano e do Plano Piloto de Lucio Costa. Mostra seus grandes problemas e suas fascinantes qualidades. As qualidades são estruturais. Essas vencerão o tempo. Os problemas são circunstanciais. Quixotesco lutar por solucioná-los? Talvez. Mas vale tentar. Sempre.</p>
<p>BRASÍLIA 50 ANOS</p>
<p>Para comemorar os cinquenta anos da nova Capital Federal do Brasil, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília vem organizando uma série de publicações de caráter multidisciplinar. Iniciada com <em>O Capital da Esperança</em>, de Gustavo Lins Ribeiro, e <em>Da Nova Lisboa a Brasília: a invenção de uma Capital</em>, de Laurent Vidal, segue-se agora este <em>Brasília – cidade moderna, cidade eterna</em>, de Frederico de Holanda. Dentre os demais títulos previstos, já estão no prelo <em>Projetos para Brasília: 1927-1957</em>, de Jeferson Tavares, e <em>De Plano Piloto a metrópole: a mancha urbana de Brasília</em>, de Jusselma Duarte de Brito.</p>
<p>A coleção Brasília Histórica 50 anos é coordenada pelos professores Andrey Rosenthal Schlee e Sylvia Ficher</p></blockquote>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/07/problemas-capciosos/" rel="bookmark" title="11.julho.2007">Problemas &#8220;capciosos&#8221;</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/03/o-que-urbanidade/" rel="bookmark" title="06.março.2010">O que &eacute; Urbanidade?</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/11/mies-van-der-rohe-e-as-apps-de-fundos-de-vale/" rel="bookmark" title="11.novembro.2008">Mies Van der Rohe e as APPs de fundos de vale</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/02/decises-em-planejamento/" rel="bookmark" title="11.fevereiro.2007">Decisões em planejamento</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/07/a-transformacao-da-paisagem-do-rio-de-janeiro-1580-2002/" rel="bookmark" title="06.julho.2008">A transforma&ccedil;&atilde;o da paisagem do Rio de Janeiro (1580-2002)</a></li>
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		<title>Ultrajes Urbanos #3 – Zoneamento de São José – SC</title>
		<link>http://urbanidades.arq.br/2010/04/ultrajes-urbanos-3-zoneamento-de-sao-jos-sc/?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=ultrajes-urbanos-3-zoneamento-de-sao-jos-sc</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 18:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato Saboya</dc:creator>
				<category><![CDATA[planos diretores]]></category>
		<category><![CDATA[zoneamento]]></category>
		<category><![CDATA[ultrajes urbanos]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://urbanidades.arq.br/docs/tn/zoneamento-pdsj-1985_tn.png" alt="zoneamento São José - SC"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/04/zoneamentopdsj1985.jpg"><img style="display: inline; border: 0px;" title="zoneamento-pdsj-1985" src="http://urbanidades.arq.br/wp-content/uploads/2010/04/zoneamentopdsj1985_thumb.jpg" border="0" alt="zoneamento-pdsj-1985" width="500" height="436" /></a></p>
<p>Qual é a justificativa possível para um zoneamento com esse formato? No destaque é possível ver que há uma ARP (Área Residencial Predominante) em formato de “flor”, rodeada por uma AIE (Área Industrial Exclusiva). Como alguém pode chegar a um desenho como este? Que lógica de ocupação do território poderia ter orientado essa definição de zoneamento?</p>
<p>Se alguém souber a resposta, deixe nos comentários…</p>
Veja também:<ul><li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/05/ultrajes-urbanos-4/" rel="bookmark" title="28.maio.2010">Ultrajes Urbanos #4</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2009/02/macrozoneamento/" rel="bookmark" title="24.fevereiro.2009">Macrozoneamento</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2007/08/iniciando-a-srie-ultrajes-urbanos-esttua-da-havan/" rel="bookmark" title="14.agosto.2007">Iniciando a s&eacute;rie Ultrajes Urbanos: Est&aacute;tua da Havan</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2010/02/as-armadilhas-da-definicao-do-zoneamento-e-densidades-urbanas/" rel="bookmark" title="22.fevereiro.2010">As armadilhas da defini&ccedil;&atilde;o do zoneamento e das densidades populacionais urbanas</a></li>

<li><a href="http://urbanidades.arq.br/2008/11/a-visao-tradicional-de-planos-diretores/" rel="bookmark" title="25.novembro.2008">A visão tradicional de planos diretores</a></li>
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