<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Arquivos</title><description>Blog de suporte ao blog Biodiesel</description><managingEditor>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</managingEditor><pubDate>Fri, 30 Aug 2024 07:57:57 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">246</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Blog de suporte ao blog Biodiesel</itunes:subtitle><itunes:category text="Business"><itunes:category text="Business News"/></itunes:category><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Abastecer com gasolina ou álcool?</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2010/03/abastecer-com-gasolina-ou-alcool.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Mon, 15 Mar 2010 13:43:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-6388169476525328709</guid><description>Para usuário de carro flex, abastecer com álcool só tem vantagem se o preço corresponder a no máximo 70% do valor da gasolina. Isso porque o álcool faz com que o carro tenha um rendimento, em média, 30% menor. Para saber se é vantajoso abastecer, o motorista deve dividir o preço do álcool pela gasolina e o resultado não pode ultrapassar 0,7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www2.thetoptips.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifnft0zcRQC7PiW-WMMnKEJvk7bF7WEpPp5W6hSZQYNB4yTu7vii4IplKN_68GMmFJLBJpbMjb7b2hiYjtaaOd5sd8c7MBAZ-PzPvw0lw_ZmtuODbTjxBv_0JyzCmuOGpBpDp2B-eE4kw/s320/TheTopTips.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5448900160679804306" /&gt;&lt;/a&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifnft0zcRQC7PiW-WMMnKEJvk7bF7WEpPp5W6hSZQYNB4yTu7vii4IplKN_68GMmFJLBJpbMjb7b2hiYjtaaOd5sd8c7MBAZ-PzPvw0lw_ZmtuODbTjxBv_0JyzCmuOGpBpDp2B-eE4kw/s72-c/TheTopTips.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Biodiesel e etanol: combustíveis ecológicos como alternativa</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2009/07/biodiesel-e-etanol-combustiveis.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 9 Jul 2009 15:02:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-6612678899716132745</guid><description>08/07/09 - Muito se tem falado sobre biodiesel e etanol, principalmente a importância em território brasileiro. Vale lembrar que o biodiesel é uma alternativa aos combustíveis derivados do petróleo, sendo que pode ser usado em carros e qualquer outro veículo com motor diesel. Fabricado a partir de fontes renováveis (girassol, soja, mamona), é um combustível que emite menos poluentes que o diesel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este biocombustível apresenta inúmeras vantagens, como pode ser conferido no quadro abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vantagens na utilização do biodiesel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• É energia renovável. No Brasil há muitas terras cultiváveis que podem produzir uma enorme variedade de oleaginosas, principalmente nos solos menos produtivos, com um baixo custo de produção;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O biodiesel é um ótimo lubrificante e pode aumentar a vida útil do motor;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O biodiesel tem risco de explosão baixo. Ele precisa de uma fonte de calor acima de 150 graus Celsius para explodir;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Tem fácil transporte e fácil armazenamento, devido ao seu menor risco de explosão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O uso como combustível proporciona ganho ambiental para todo o planeta, pois colabora para diminuir a poluição e o efeito estufa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A viabilidade do uso direto foi comprovada na avaliação dos componentes do motor, que não apresentou qualquer tipo de resíduo que comprometesse o desempenho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Para a utilização do biocombustível, não precisa de nenhuma adaptação em caminhões, tratores ou máquinas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O biodiesel é uma fonte limpa e renovável de energia que vai gerar emprego e renda para o campo, pois o país abriga o maior território tropical do planeta, com solos de alta qualidade que permitem uma agricultura auto-sustentável do plantio direto; topografia favorável à mecanização e é a nação mais rica em água doce do mundo, com clima e tecnologia que permitem a produção de duas safras ao ano;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Por outro lado, o diesel do petróleo é um combustível não-renovável. O petróleo leva milhões de anos para se formar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Substitui o diesel nos motores sem necessidade de ajustes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O produtor rural estará produzindo seu combustível;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Diminuição da poluição atmosférica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Redução de custos na propriedade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• No caso do biodiesel Eco Óleo o produtor não compra o biodiesel, a comercialização será por meio de permuta, ou seja: troca de mercadorias como, por exemplo, o produtor entrega o girassol e recebe o Eco Óleo. Será o uso cativo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O produtor estará fazendo rotação de culturas em sua propriedade, incorporando nutrientes na sua lavoura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O biodiesel é usado puro nos motores, porém aceita qualquer percentual de mistura com o diesel, pois é um produto miscível;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Outra grande vantagem é que, na formação das sementes, o gás carbônico do ar é absorvido pela planta;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O calor produzido por litro é quase igual ao do diesel;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Pouca emissão de partículas de carvão. O biodiesel é um éster e, por isso, já tem dois átomos de oxigênio na molécula;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Na queima do biodiesel, ocorre a combustão completa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• É necessária uma quantidade de oxigênio menor que a do diesel;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• É uma fonte de energética renovável, a exemplo de todos os produtos originários do ciclo produtivo da agroindústria. Nesse ciclo, a energia que está armazenada nos vegetais, no caso o grão da soja, é transformada em combustível e depois da combustão uma parte destina-se à operação de um sistema como um motor, e outra retorna para a nova plantação na forma de CO2, o CO2 combinado com a energia solar realimenta o ciclo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Não são necessárias alterações na tecnologia (peças e componentes) e de regulagem. Apenas é preciso que o biodiesel tenha uma qualidade definida. Por ser um produto natural e biodegradável, surgem problemas de degradação natural. Ao utilizar biodiesel você estará utilizando qualidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Os óleos vegetais usados na produção do biodiesel podem ser obtidos do girassol, nabo forrageiro, algodão, mamona, soja, canola… Qualquer oleaginosa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• É constituído de carbono neutro. As plantas capturam todo o CO2 emitido pela queima do biodiesel e separam o CO2 em Carbono e Oxigênio, neutralizando suas emissões;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Contribui ainda para a geração de empregos no setor primário, que no Brasil é de suma importância para o desenvolvimento social e prioridade de nosso atual governo. Com isso, segura o trabalhador no campo, reduzindo o inchaço das grandes cidades e favorecendo o ciclo da economia auto-sustentável essencial para a autonomia do país;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Muito dinheiro é gasto para a pesquisa e prospecção do petróleo. O capital pode ter um fim social melhor para o país, visto que o biodiesel não requer esse tipo de investimento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Podemos prever claramente os efeitos positivos do biodiesel, analisando os benefícios da adição do etanol na gasolina. O etanol vem da indústria do álcool, uma indústria forte e que faz circular um grande volume de capital, gera empregos e ainda gera dinheiro para o governo através dos impostos, ajudando a reduzir o déficit público;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A maior parte dos veículos da indústria de transporte e da agricultura usam atualmente o diesel. O biodiesel é uma alternativa econômica, tendo a vantagem de ser confiável, renovável e fortalecer a economia do país gerando mais empregos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Como combustível já é uma realidade em expansão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Beneficia os agricultores e contribui para o crescimento econômico dos municípios, pois reduz a exportação de divisas e permite a redução de custo desse insumo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Preservar o interesse nacional;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Promover o desenvolvimento, ampliar o mercado de trabalho e valorizar os recursos energéticos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Proteger os interesses do consumidor quanto a preço, qualidade e oferta dos produtos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Proteger o meio ambiente e promover a conservação de energia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Utilizar fontes alternativas de energia, mediante o aproveitamento econômico dos insumos disponíveis e das tecnologias aplicáveis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Redução da emissão de poluentes locais com melhorias na qualidade de vida e da saúde pública;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Possibilidade de utilização dos créditos de carbono vinculados ao Mecanismo de Desenvolvimento Limpo decorrentes do Protocolo de Kioto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Sedimentação da tecnologia de produção agrícola e industrial;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Lubricidade otimizada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Número de cetano mínimo 51;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Sem a presença de aromáticos (benzeno);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Estável e com boa atividade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ajuda na eficiência de catalisadores;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Tecnologia atual permite aos veículos Diesel atender a norma EURO III, dispositivos de retenção de particulados - filtros regenerativos (com B100 poderão operar melhor pela ausência de enxofre e material particulado);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Melhora o número de cetano (melhoria no desempenho da ignição) e lubricidade (redução de desgaste, especialmente do sistema de ignição);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ampliação da vida útil do catalisador do sistema de escapamento de automóveis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O biodiesel é uma alternativa tecnicamente viável para o diesel mineral, mas seu custo hoje, de 1,5 a 3 vezes maior, o torna não competitivo, se externalidades positivas, como meio ambiente local, clima global, geração e manutenção de emprego, balanço de pagamentos não forem consideradas. Esses custos já consideram todos os créditos por subprodutos (uso da torta residual; glicerina). Não são previstas possibilidades de reduções significativas no custo de produção, para os óleos vegetais usados na Europa para biodiesel. Trata-se de processos agrícolas e industriais muito conhecidos, “maduros” e eficientes. O custo de referência, de diesel mineral, sem impostos, utilizado nesta análise é de US$ 0.22/ litro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desvantagens:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Os grandes volumes de glicerina previstos (subproduto) só poderão ter mercado a preços muito inferiores aos atuais; todo o mercado de óleo-químicos poderá ser afetado. Não há uma visão clara sobre os possíveis impactos potenciais desta oferta de glicerina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• No Brasil e na Ásia, lavouras de soja e dendê, cujos óleos são fontes potencialmente importantes de biodiesel, estão invadindo florestas tropicais, importantes bolsões de biodiversidade. Embora, aqui no Brasil, essas lovouras não tenham o objetivo de serem usadas para biodiesel, essa preocupação deve ser considerada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biodiesel no Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, existe uma lei (Lei nº 11.097, de 13/01/2005) que prevê quem no ano 2013 todos os veículos de transporte de cargas do Brasil serão obrigados a usar o combustível conhecido como B5, ou seja, uma composição de 95% de óleo diesel e 5% de biodiesel. Para essa adequação, as mudanças serão paulatinas. Nos primeiros três anos, a proporção de biodiesel no óleo diesel será de 2% em caráter experimental, sendo gradualmente ampliada até a obrigação do uso, em 5%. Essas projeções fazem parte do Programa Nacional de Biodiesel, que surgiu junto com a lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em território brasileiro o que não falta é matéria-prima para o biodiesel. As regiões mais quentes do País são propícias para o cultivo de mamona, dendê (palma), babaçu, amendoim, pinhão manso, girassol, algodão e soja. Todos esses frutos podem ser transformados em biodiesel. Entre as plantas cultivadas no Brasil, o dendê e o pinhão-manso têm a melhor produtividade de óleo por hectare. O dendê (também conhecido como palma) produz de 3 a 6 toneladas de óleo por hectare cultivado. O Pinhão Manso, 1 a 6 toneladas de óleo por hectare. As duas plantas, junto com a Mamona (cuja produtividade é de 0,5 a 0,9 t/ha) , são as principais vedetes do programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vantagem benéfica para o Brasil é que o biodiesel pode ser uma alternativa para diminuir a dependência brasileira do óleo diesel, já que o País importa cerca de 10% de todo o óleo que consome, o que custa US$ 800 milhões ao ano. E o óleo diesel, usado tanto em caminhões como em carros de passeio, é o combustível mais consumido no País, registrando 56% do mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O etanol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quimicamente, o etanol (álcool etílico) é o mais comum dos alcoóis e caracteriza-se por ser um composto orgânico (CH3CH2OH), obtido por meio da fermentação de amido e outros açúcares, como a sacarose existente na cana-de-açúcar, nos açúcares da uva e cevada e também mediante processos sintéticos. O álcool etílico é utilizado como combustível desde o nascimento dos automóveis, na tentativa de adaptar os motores recém inventados para a sua utilização. Desde então, o uso do etanol em veículos automotores tem sido um considerável avanço. O álcool é menos inflamável e menos tóxico que a gasolina e o diesel. Ele pode ser produzido a partir de biomassa (resíduos agrícolas e florestais). No Brasil, ele é gerado principalmente da cana-de-açúcar. Nos Estados Unidos, o milho é o mais usado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, estima-se que, em 2012, as áreas de cultivo de cana-de-açúcar atinjam a marca de 9 milhões de hectares e que a produção de etanol seja de 25 bilhões de litros, obtidas de mais de 600 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Para 2030, a produção de etanol deverá atingir a impressionante marca de 67 bilhões de litros. Espera-se que com a biotecnologia e o desenvolvimento recente do genoma da cana-de-açúcar, o país solidifique o etanol como o biocombustível apropriado e sustentável para substituir mundialmente o petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ribeirão Preto, capital mundial do etanol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema dos biocombustíveis em competições automotivas se tornou constante em Ribeirão Preto depois que os organizadores da Fórmula Indy colocaram a cidade como uma das candidatas para sediar uma das etapas da competição. O combustível utilizado na Fórmula Indy é o etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em abril, convidada pelo diretor da Fórmula Indy, Terry Angstadt, Darcy Vera, prefeita de Ribeirão Preto, assistiu como convidada de honra a Indy Racing League, em Long Beach, Califórnia, onde assinou o protocolo de intenções para que Ribeirão Preto sedie uma etapa do campeonato de Fórmula Indy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na oportunidade, ela salientou a sua determinação em tornar Ribeirão Preto, não como a capital do agronegócio, mas também como capital mundial do etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As chances de a cidade conseguir a etapa da Indy são grandes, devido a sua importância econômica para o mundo. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Ecoturismo</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O que são os Leilões feitos pela ANP?</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2009/07/o-que-sao-os-leiloes-feitos-pela-anp.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Mon, 6 Jul 2009 15:08:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-378029734201437096</guid><description>Os Leilões são um compromisso de compra futura, com preços estabelecidos e datas de entregas fixadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim os participantes, desde já poderá participar dos leilões realizando suas vendas futuras, bem como produzir sabendo que para a quantidade comercializada nos leilões existe um preço pré-estabelecido. É uma segurança para aqueles que querem atuar neste mercado ainda em formação. Para atingir tal objetivo o empreendedor deverá, além de todos os requisitos estabelecidos pela ANP, possuir o cadastro do selo social, emitido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/leiles-da-anp.html"&gt;Leilões da ANP&lt;/a&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>ENTREVISTA-Brasil deve ver expansão de óleo de palma em breve</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2009/03/entrevista-brasil-deve-ver-expansao-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 26 Mar 2009 13:50:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-6257225172136342326</guid><description>KUALA LUMPUR - O Brasil, que importou óleo de palma pela primeira vez em 2008, pode ver uma rápida expansão das lavouras de palma nos próximos anos, já que a crescente demanda por biodiesel deve atrair mais investimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias empresas, incluindo algumas refinarias de petróleo, estão de olho no setor de palma no Brasil, apesar da recessão global, já que a taxa de mistura de biodiesel no diesel deve ser elevada neste ano, disse um produtor na quarta-feira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Até agora não vimos recessão. É claro que os preços estão mais baixos, mas a demanda continua forte no Brasil", disse Marcello Brito, diretor da Agropalma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os produtores de palma não podem reclamar dos mercados. No momento, alguns dos produtores estão importando mais volumes da Ásia para atender a suas necessidades". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio à contração global, o óleo de palma perdeu 56 por cento de seu valor desde que atingiu o seu pico na Malásia em março. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brito afirmou que a situação da demanda no Brasil é diferente, já que o país precisaria anualmente de 1,7 milhão de toneladas de óleo vegetal para fazer biodiesel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós já temos uma indústria de álcool bem forte. No momento a mistura obrigatória de biodiesel é B3 (3 por cento) e em julho ou agosto teremos B4", disse ele à Reuters no intervalo de um seminário. "É por isso que o biodiesel é o motor para novos desenvolvimentos para as lavouras de palma". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o governo brasileiro, em 2013 a mistura deve atingir 5 por cento, sendo que este percentual pode ser antecipado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brito afirmou que algumas grandes petrolíferas estão planejando investir em óleo de palma, mas ele se recusou a identificá-las. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Alguns investimentos virão, acreditamos que esses investimentos virão da indústria de petróleo". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de 70 por cento do biodiesel brasileiro vir do óleo de soja, isso deve mudar já que o de palma é uma alternativa mais barata. Um hectare de palma pode produzir 5 a 6 toneladas de óleo, contra 400 a 500 quilos de óleo de soja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"No futuro, o principal óleo para o biodiesel será o de palma, mas isso vai levar tempo", disse ele. "O óleo de soja tem uma produtividade menor por hectare e não é sustentável para a produção de biodiesel já que é preciso muita área para isso". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expectativa é de que a produção de óleo de palma do Brasil em 2009 suba mais de 20 por cento, para 230 mil toneladas, já que mais áreas plantadas ficarão maduras, disse Brito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src=" https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSsiL6h0HZtX7y-AX4DT85ob4teLdqVe9v8I11PTL4umv3mVxkOdM1SLLhkJNa65DKsrv4ADQH2XWkBSluGCVSnEM5YOTWv14Nwbr6LBaI3-ThlrJneIZXTBEinndsx2sU2oLi5wjlmdo/s400/logo_estadao.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>As energias do Brasil</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2009/01/as-energias-do-brasil.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 8 Jan 2009 12:39:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-5586121337424945370</guid><description>Os choques do petróleo de 1973 e 1979 inseriram o planejamento energético no centro da política dos Estados nacionais. No Brasil, foi o tempo da ida da Petrobras para o mar em busca de óleo offshore e do programa do álcool, ambos bem-sucedidos. A queda do preço do barril na segunda metade da década de 1980 retirou a energia do cenário político. Na década de 1990, a doutrina neoliberal dominante se opôs ao papel do Estado na energia, reduzindo-a à dimensão econômica de mercado. O petróleo teve o preço baixo garantido pelo poder americano após o colapso soviético, minimizando as turbulências nas áreas produtoras, como o Oriente Médio. O barril chegou a 10 dólares no fim do século XX, e quem previsse seu aumento era renegado pelo mainstream da economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gás natural, um produto em parte associado ao petróleo, também teve seu preço garantido por contratos. A expansão da energia elétrica foi assegurada pelas privatizações, que a integraram como um bom negócio na economia globalizada, atraindo as grandes empresas transnacionais. Restou ao Estado o papel regulador para dirimir conflitos de interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desregulamentação da energia foi apenas uma parte do processo de liberalização da economia sob a globalização financeira, cujo resultado, contingente ou necessário, foi a crise mundial de 2008. No caso da energia, somou-se à crise ambiental, com o efeito estufa, outro grande problema político, pois se trata de escolhas da sociedade que não cabe às empresas fazerem sozinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preço do barril de petróleo subiu de 10 dólares até mais de 20 dólares na virada do milênio. Em 2007, chegou a mais de 70 e, em julho de 2008 alcançou 147 dólares, caindo a seguir para menos de 50 dólares. O gás natural, por sua vez, ocasionou anteriormente problemas entre a Rússia e a Europa e entre a Argentina e o Chile, tanto quanto ou mais do que o ocorrido entre a Bolívia e o Brasil. Na energia elétrica, houve colapsos que desligaram centros urbanos por muitas horas no Brasil e nos Estados Unidos, bem como racionamentos sérios em 2001, por muitos meses ou por todo o ano, aqui e na Califórnia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A energia voltou a ser uma questão política no mundo. No Brasil, a retomada do desenvolvimento implica dar atenção ao tema. A política do petróleo deve ser integrada em uma política de combustíveis, por sua vez enquadrada dentro de uma política energética, envolvendo também a energia elétrica, na qual se inclui a geração termoelétrica, e as fontes renováveis de energia. Isso ainda deverá ser feito. O Brasil utiliza combustíveis da biomassa renováveis – o álcool, o bagaço de cana, a lenha e o carvão vegetal – e expande o biodiesel, ao passo que, no mundo, os combustíveis usados em grande escala são de origem fóssil, como o carvão mineral, os derivados de petróleo e o gás natural. O consumo do carvão mineral, cujas reservas mundiais são grandes, mantém-se alto em nível, apesar de seu impacto nas emissões de gases de efeito estufa. No Brasil, o consumo é restrito ao coque importado, além de algumas termoelétricas no Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos do pré-sal&lt;br /&gt;As projeções das reservas de petróleo não apresentam um encurtamento tão drástico do tempo de vida, como alguns autores previram, tampouco esse tempo é muito longo. Considerando o petróleo convencional, inclusive a recuperação terciária do restante deixado nos poços já explorados, as reservas entrarão em declínio em poucas décadas. Caso se inclua o petróleo não convencional, como os óleos pesados venezuelanos, os de águas extremamente profundas e o xisto betuminoso, o prazo se dilata relativamente. O gás natural, por sua vez, tem reservas para um tempo maior do que o petróleo convencional. Embora haja muitas incertezas, a tendência futura é de preço alto do petróleo, ainda que não deva permanecer na faixa recentemente atingida. Contribui para esse aumento o forte crescimento da demanda da China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso sugere a necessidade de um critério para uso das reservas brasileiras, além da auto-suficiência que se configurou nos últimos anos, graças ao êxito da Petrobras. Elas não eram muito grandes em termos mundiais, o que torna questionável a exportação de petróleo, além daquele para compensar a importação de derivados e petróleo leve para o blend com o óleo pesado nacional no refino. A descoberta do petróleo no pré-sal muda essa situação? Até que ponto? Essas perguntas têm de ser respondidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As descobertas do poço de Tupi e, sucessivamente, da área petrolífera do pré-sal sob o mar, ao longo do litoral do Espírito Santo a Santa Catarina, revolucionou a situação do petróleo no País. Não é adequado aos interesses nacionais simplesmente fazer leilões periódicos de blocos para a exploração do petróleo. Concorrem nos leilões grandes empresas estrangeiras – ou, raramente, empresas privadas nacionais – e a Petrobras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As descobertas têm base no acúmulo de conhecimento da Petrobras sobre a geologia das áreas promissoras. Os defensores da mudança do regime do monopólio constitucional do petróleo, no governo Fernando Henrique Cardoso, argumentavam que as empresas mundiais viriam liderar o setor petrolífero no Brasil. Entretanto, a Petrobras se consolidou. É a líder mundial na exploração em águas profundas no mar. Seus competidores preferem em muitos casos se associar a ela em parcerias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descoberta no pré-sal gerou a expectativa de acrescentar às reservas nacionais de 14 bilhões de barris outros 30 bilhões ou 80 bilhões. A diferença das estimativas estabelecerá a distinção entre uma posição confortável para atender ao crescimento e à demanda interna e a posição de se tornar um exportador de petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil adotou, com a reforma constitucional realizada há dez anos, o sistema de concessões, mas há outras opções, como o sistema contratual com partilha da produção ou prestação de serviços. Nas concessões, o petróleo extraído pertence à empresa petrolífera, que paga taxas, royalties e participações especiais ao governo. Países ricos como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Noruega adotam esse sistema, também utilizado por algumas nações em desenvolvimento. Entretanto, outros emergentes utilizam o sistema contratual, como a China, a Índia e, na América do Sul, a Venezuela. Também a Rússia usa esse sistema. O petróleo produzido não pertence à empresa petrolífera. No contrato de partilha, é repartido entre ela e o país. No contrato de prestação de serviços, em vez da partilha, há a remuneração do trabalho da empresa. Uma possibilidade sugerida no debate é aumentar substancialmente as obrigações pagas pela empresa de petróleo, que chega, em alguns países, a até 80% da receita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra possibilidade é a exploração ser feita pela empresa estatal, o que ocorre, com freqüência, nos grandes produtores de petróleo. Como a Petrobras, embora controlada pela União, tem grande porcentual de suas ações vendido na Bolsa de Nova York e remete muito em dividendos ao exterior, foi posta em discussão a criação de uma empresa estatal responsável pela exploração do pré-sal. A tecnologia detida pela Petrobras, entretanto, teria de ser utilizada pela nova companhia. O petróleo de Tupi está a 6 mil metros de profundidade, abaixo de 2 mil metros de lâmina de água no mar. A exploração em tais condições é cara e exige investimentos importantes. Não há uma solução simples. Infelizmente, a crise mundial tirou a questão do petróleo da prioridade do governo, obstruindo o rico debate público que vinha sendo realizado.&lt;br /&gt;Finalizo esta parte com duas questões. Primeiro: é conveniente para o Brasil apostar todas as cartas na produção de petróleo a ponto de se tornar um grande exportador em detrimento da diversificação da sua produção? Aqui se apresenta o problema da doença holandesa na teoria econômica. A Noruega foi bem-sucedida, mas é um país pequeno que já tinha seus problemas sociais equacionados quando as reservas do Mar do Norte foram descobertas. Segundo: qual o efeito da crise nos investimentos no pré-sal, com a queda do preço do petróleo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do problema do gás à questão com o Paraguai&lt;br /&gt;O gás natural tem sido objeto de debate, com destaque para a necessidade de definir melhor sua participação na geração elétrica, inclusive na distribuída fora das redes, bem como para injetar o excedente de energia na rede elétrica como uma usina virtual distribuída. De outro lado, ampliou-se o uso nos veículos, na indústria e nas residências. Esses pontos se relacionam ao problema das relações com a Bolívia após a nacionalização das reservas. No setor elétrico, o novo modelo avançou em relação ao anterior, voltado para a privatização. A criação da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para o planejamento do setor foi importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, há pontos ainda polêmicos que carecem de debate. Muitas das questões dizem respeito à transição malfeita do antigo para o novo modelo, em decorrência da herança deixada por um processo de privatizações malsucedido e, em particular, pelas seqüelas do racionamento de 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre esses pontos, destacam-se: a energia hidrelétrica mais barata está sendo substituída por energia termoelétrica mais cara, o cancelamento dos contratos iniciais das geradoras elétricas federais, determinado pelo governo, que manteve a regulamentação anterior voltada para a privatização, e a manutenção de contratos de termoelétricas onerosos ao consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim de 2006 e 2007, cresceu a preocupação a respeito de um novo apagão. Mas a situação foi diferente da ocorrida em 2001. As chuvas foram favoráveis. Os reservatórios de hidrelétricas tinham níveis em média acima da curva de aversão ao risco, definida como limite a ser evitado. Se as chuvas não forem favoráveis no futuro próximo, com a economia crescendo significativamente, pode haver um risco de racionamento maior que o desejável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As termoelétricas devem dispor de gás. A Petrobras remanejou o produto de outros usuários para operar as termoelétricas. Tudo isso revela que há problemas no novo modelo a serem corrigidos. Por exemplo, há os consumidores livres, que compraram a energia hidrelétrica barata. As grandes indústrias intensivas absorvem 30% da energia elétrica do País, fora do sistema atendido pelas concessionárias com tarifas altas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma termoelétrica operará em complementação às hidrelétricas, pois não faz sentido verter água enquanto se queima gás, fóssil e importado. Nos contratos usuais, paga-se pelo uso de gás sem interrupção. Foi uma atitude positiva a Petrobras ter começado a importação de gás natural liquefeito por navios, pois pode ser interrompida conforme a necessidade. As termoelétricas estão sendo introduzidas sem considerar o sistema hidrelétrico brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os leilões de energia levaram as termoelétricas a carvão e a diesel, caras e poluentes, emitindo mais gases de efeito estufa. O governo deve dar mais atenção às fontes renováveis, entre elas a geração hidrelétrica, embora deva reconhecer seus problemas ambientais, incluindo emissões de metano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando presidi a Eletrobrás, a empresa assumiu o compromisso de comprar energia de usinas eólicas e de biomassa e de pequenas hidrelétricas do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), totalizando 3,3 GW, e foram feitos investimentos na duplicação de Tucuruí, nas duas novas turbinas de Itaipu e na hidrelétrica de Peixe Angical, em parceria de Furnas com a empresa EDP. Além do projeto do rio Madeira, foi muito reduzida a área inundada no projeto de Belo Monte. Mas concordo que as regras ambientais têm de ser obedecidas. Cabe ao governo convencer a sociedade da qualidade dos projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E discordo da substituição de futuras hidrelétricas por reatores nucleares, como se cogita. Caberia ao Grupo Eletrobrás um papel maior, e a gestão das suas empresas deveria ser realizada por um conselho formado por seus presidentes. Além disso, tais empresas deveriam ser retiradas da partilha dos partidos da base parlamentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passando ao outro desafio, o presidente do Paraguai quer a revisão do acordo de Itaipu. A usina binacional tem dívida de 19 bilhões de dólares com a Eletrobrás e com o Tesouro brasileiro, pois foi o Brasil que construiu a usina e obteve seu financiamento. Essa dívida é amortizada pela tarifa paga pelos consumidores, que, na maioria, são brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metade da energia gerada por Itaipu pertence ao Brasil e metade ao Paraguai, que consome cerca de 5% do que lhe cabe. Pelo acordo, a Eletrobrás compra os restantes 95%, pagando um valor que, por muitos anos, era alto. Uma cota compulsória da energia de Itaipu teve de ser estabelecida no governo Ernesto Geisel para empresas elétricas brasileiras. Hoje não é mais cara, comparativamente, pois a energia elétrica gerada no Brasil encareceu desde as privatizações. O que se paga pela energia de Itaipu (US$ 42/MWh) é da ordem de grandeza do preço previsto da geração pela hidrelétrica de Santo Antônio, a ser construída no rio Madeira (R$ 78/MWh).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve-se ter em conta na negociação que, desde a primeira eleição de Lula, algumas concessões foram feitas beneficiando o Paraguai. Na transição, em dezembro de 2002, foi reduzida a quantidade de energia de Itaipu contratada pela Ande, estatal elétrica paraguaia. Com isso, o Paraguai foi favorecido em cerca de 80 milhões de dólares anuais que deixam de ser pagos pela Ande a Itaipu. A taxa de cessão de energia subiu de US$ 1,70/MWh para US$ 2,80/MWh, dando mais 25 milhões de dólares anuais. Finalmente, foi retirado o fator de ajuste da dívida pela inflação americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não deverá ser admitido na negociação é que a parte da energia de Itaipu pertencente ao Paraguai possa ser colocada no mercado para a Argentina e o Chile, perdendo o Brasil o direito de dispor dela por meio da Eletrobrás. Itaipu supre cerca de 19% da energia elétrica do País. O Itamaraty deve chegar a um bom termo na negociação, como fez no caso do gás natural boliviano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biocombustíveis, alimentos e desmatamento&lt;br /&gt;Intensificou-se o debate internacional sobre os biocombustíveis, acusados de contribuir ora para a alta de preços dos alimentos, ora para o desmatamento da Amazônia. Há grandes interesses em jogo, como em tudo o que diz respeito à energia. O presidente da República tem defendido o álcool produzido no Brasil em conferências internacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vantagem dos biocombustíveis, como o álcool, é que, no crescimento do vegetal, ele absorve da atmosfera o CO2 emitido na combustão do álcool nos carros. Do ponto de vista do aquecimento global, em virtude das emissões de gases que agravam o efeito estufa – como o CO2 produzido na queima de carvão, derivados do petróleo e gás natural –, o álcool de milho pouco adianta como substituto da gasolina. Para se ter uma idéia, a redução das emissões de CO2 é de apenas 20%. Já a cana dispõe de um excedente de biomassa sob a forma de bagaço que é utilizado na produção do álcool. A proporção é invertida: a redução das emissões chega a 80%. E pode ser ainda maior, caso se passe a usar álcool com aditivo ou biodiesel nos tratores e caminhões usados na colheita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álcool de milho nos Estados Unidos é subsidiado e, diferentemente do brasileiro, feito de cana, afeta o preço do cereal e reflete em outros alimentos. Ademais, a captura de CO2 do ar no crescimento da cana iguala aproximadamente a sua emissão na produção e no consumo do álcool. Logo, é efetiva para evitar emissões de gases que contribuem para o aquecimento global ao substituir a gasolina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, a disponibilidade de biomassa pode aumentar, ao se evitar a queima das folhagens em virtude da utilização crescente da mecanização na colheita da cana. Isso traz a vantagem de abolir o trabalho árduo dos bóias-frias e, ao mesmo tempo, a desvantagem de reduzir empregos. O excedente de bagaço e as folhagens podem servir para gerar eletricidade para a rede, com substituição do gás natural e de outros combustíveis, até carvão e diesel, que infelizmente vêm tomando o lugar da hidreletricidade na expansão da geração elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois outros pontos favoráveis ao álcool de cana são o menor custo e o menor uso da terra, por conta de sua maior produtividade em litros por hectare, em relação ao álcool de milho. Finalmente, o milho para o álcool nos Estados Unidos acaba por competir com a produção de alimentos, em virtude da área plantada, dos subsídios e do fato de o próprio milho ser um importante item utilizado na alimentação humana e de animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cana, por sua vez, ocupa no Brasil somente 7 milhões de hectares, dos quais 3 milhões são destinados para o açúcar e 4 milhões ao álcool. Já a soja, em grande parte para exportação, ocupa 23 milhões de hectares (Mha). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), temos 152 Mha de área agricultável, da qual só utilizamos 62 Mha, e há 177 Mha de pastagens. Excluídos os 440 Mha de florestas nativas, dispõe-se de 90 Mha para expandir a agricultura sem desmatamento e sem considerar a conversão de pastagens degradadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumo de gasolina nos Estados Unidos é de 10 milhões de barris/dia. A expectativa é aumentar o porcentual de álcool para 20%, algo como 140 bilhões de litros de álcool por ano, considerando 1,3 litro de álcool para cada litro de gasolina. Poderá o Brasil suprir esse mercado? Como o Brasil produz 23 bilhões de barris por ano, teria de ocupar para o álcool uma área seis vezes maior, ou seja, 24 Mha, parte significativa da área agricultável não usada sem desmatar. Não levamos em conta o aumento de produtividade por hectare nem o aumento do consumo interno e outros mercados externos. Apenas uma parte da área disponível é adequada ao plantio da cana e é econômica e socialmente viável para os biocombustíveis, como álcool e biodiesel, ambos em crescimento no mercado interno. Até o momento, o biodiesel no Brasil vem sendo produzido a partir da soja, contrariamente à expectativa do governo. A soja para exportação tem pressionado o desmatamento da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a expansão do álcool para o mercado interno não apresenta problema no uso da terra, mas o atendimento do mercado externo potencial necessitaria de área significativa. Devemos levar em conta, ainda, a expansão de culturas para alimentos. Fica a questão: é conveniente para o Brasil se tornar um grande exportador de energia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A política de combustível do governo incluiu, agora, o biodiesel e deu ênfase ao álcool motor, cujo crescimento acentuou-se pelo uso de motores flexíveis, que permitem a mistura de álcool e gasolina, e pela alta do preço internacional do petróleo. Os motores flexíveis são adaptados e, quando se usa o álcool sem a gasolina, o rendimento cai. O consumo de álcool por quilômetro é maior do que poderia ser em carros a álcool puro, cuja taxa de compressão é aumentada para compensar o menor poder calorífico. Devem-se aperfeiçoar os motores flexíveis para superar essa perda de eficiência. No biodiesel, o problema é a diversidade de matérias-primas, que produzem óleos com características diferentes, alguns com problemas que estão sendo resolvidos. Não há problema na fase atual de adição de até 2% de biodiesel ao diesel. A mamona de pequenos produtores foi estimulada, mas cresceu o uso da soja. Um avanço importante paralelo ao biodiesel foi o uso de óleos vegetais no refino pela Petrobras (Hbio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.cartacapital.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6wnhcjs0s_IWVR9amUTWEmNBtPNJ1V_9RB1YNo9mSkXVkM4zaAU22c5ZHY25gvHHopbH-Z6OSmuWCA2BRc8HgWvxVK3me-iOvS14ccGXMd1qH-jW4gw9Q5idZW-1GA1vOgs-oC16pATk/s200/Carta+Capital.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6wnhcjs0s_IWVR9amUTWEmNBtPNJ1V_9RB1YNo9mSkXVkM4zaAU22c5ZHY25gvHHopbH-Z6OSmuWCA2BRc8HgWvxVK3me-iOvS14ccGXMd1qH-jW4gw9Q5idZW-1GA1vOgs-oC16pATk/s72-c/Carta+Capital.gif" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title/><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/12/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Tue, 23 Dec 2008 11:48:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-2220643932754025545</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4gHve84Dq4Qfhob-HW0tbn8UQB_gBy37V3BJle-CTV5mwmuABvW2mQwqPZ2NHf3IZDFhAbdWs4GvPMreWelxZJOdrSemWgrxJtHTHGtMw5m_x8otQxdmttmiTvbgfQFinkp3rDNClLZo/s1600-h/Natal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 298px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4gHve84Dq4Qfhob-HW0tbn8UQB_gBy37V3BJle-CTV5mwmuABvW2mQwqPZ2NHf3IZDFhAbdWs4GvPMreWelxZJOdrSemWgrxJtHTHGtMw5m_x8otQxdmttmiTvbgfQFinkp3rDNClLZo/s400/Natal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5282997605797770338" /&gt;&lt;/a&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi4gHve84Dq4Qfhob-HW0tbn8UQB_gBy37V3BJle-CTV5mwmuABvW2mQwqPZ2NHf3IZDFhAbdWs4GvPMreWelxZJOdrSemWgrxJtHTHGtMw5m_x8otQxdmttmiTvbgfQFinkp3rDNClLZo/s72-c/Natal.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Resumo dos Leilões da ANP</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/12/resumo-dos-leiles-da-anp.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 4 Dec 2008 12:22:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-1168126288511878635</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilskZTlQqRt7wWqDIixO_ypqJhxARCdn1AUihZSdKj1JDsLaz_lhCdnW3qWBal8NaEnu7wRC4vUU0SyGohG2TL9N8XN6Iiw0WwCcGwhRfvGCnIB5zASSR2PHPRgDDh_aBJJYfldJq_xkE/s1600-h/Leil%C3%B5es.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 209px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilskZTlQqRt7wWqDIixO_ypqJhxARCdn1AUihZSdKj1JDsLaz_lhCdnW3qWBal8NaEnu7wRC4vUU0SyGohG2TL9N8XN6Iiw0WwCcGwhRfvGCnIB5zASSR2PHPRgDDh_aBJJYfldJq_xkE/s320/Leil%C3%B5es.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275955950973162002" /&gt;&lt;/a&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilskZTlQqRt7wWqDIixO_ypqJhxARCdn1AUihZSdKj1JDsLaz_lhCdnW3qWBal8NaEnu7wRC4vUU0SyGohG2TL9N8XN6Iiw0WwCcGwhRfvGCnIB5zASSR2PHPRgDDh_aBJJYfldJq_xkE/s72-c/Leil%C3%B5es.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>AGRICULTURA FAMILIAR</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/11/agricultura-familiar.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 13 Nov 2008 12:02:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-4433581815694046608</guid><description>CONCEITUAÇÃO DE AGRICULTURA FAMILIAR UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonia Terezinha Juliatto Tinoco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Definições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo GONÇALVES e SOUZA (2005), na legislação brasileira, a definição de propriedade familiar consta no inciso II do artigo 4º do Estatuto da Terra, estabelecido pela Lei nº 4.504 de 30 de novembro de 1964, com a seguinte redação: “propriedade familiar : o imóvel que, direta e pessoalmente explorado pelo agricultor e sua família, lhes absorva toda a força de trabalho, garantindo-lhes a subsistência e o progresso social e econômico, com área máxima fixada para cada região e tipo de exploração, e eventualmente trabalhado com a ajuda de terceiros” e na definição da área máxima, a lei nº 8629, de 25 de fevereiro de 1993, estabelece como pequena os imóveis rurais com até 4 módulos fiscais e, como média propriedade, aqueles entre 4 e 15 módulos fiscais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF enquadra os produtores rurais como beneficiários de linhas de crédito rural quando atendem aos seguintes requisitos: sejam proprietários, posseiros, arrendatários, parceiros ou concessionários da Reforma Agrária; residam na propriedade ou em local próximo; detenham, sob qualquer forma, no máximo 4 (quatro) módulos fiscais de terra, quantificados conforme a legislação em vigor, ou no máximo 6 (seis) módulos quando tratar-se de pecuarista familiar; com 80% da renda bruta anual familiar advinda da exploração agropecuária ou não agropecuária do estabelecimento e mantenham até 2 (dois) empregados permanentes – sendo admitida a ajuda eventual de terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BITTENCOURT e BIANCHINI (1996), em um estudo feito na região sul do Brasil adotam a seguinte definição “Agricultor familiar é todo aquele (a) agricultor (a) que tem na agricultura sua principal fonte de renda (+ 80%) e que a base da força de trabalho utilizada no estabelecimento seja desenvolvida por membros da família. É permitido o emprego de terceiros temporariamente, quando a atividade agrícola assim necessitar. Em caso de contratação de força de trabalho permanente externo à família, a mão-de-obra familiar deve ser igual ou superior a 75% do total utilizado no estabelecimento.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARMO (1999), abordando o perfil da agricultura brasileira, se refere à agricultura familiar como forma de organização produtiva em que os critérios adotados para orientar as decisões relativas à exploração agrícola não se subordinam unicamente pelo ângulo da produção / rentabilidade econômica, mas leva em consideração também as necessidades e objetivos da família. Contrariando o modelo patronal, no qual há completa separação entre gestão e trabalho, no modelo familiar estes fatores estão intimamente relacionados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUANZIROLI e CARDIM (2000), definem como agricultores familiares aqueles que atendem às seguintes condições: a direção dos trabalhos no estabelecimento é exercida pelo produtor e família; a mão-de-obra familiar é superior ao trabalho contratado, a área da propriedade está dentro de um limite estabelecido para cada região do país (no caso da região sudeste, a área máxima por estabelecimento familiar foi de 384 ha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a maioria das definições de agricultura familiar adotadas em trabalhos recentes sobre o tema, baseia-se na mão-de-obra utilizada, no tamanho da propriedade, na direção dos trabalhos e na renda gerada pela atividade agrícola. Em todas há um ponto em comum: ao mesmo tempo em que é proprietária dos meios de produção, a família assume o trabalho no estabelecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Caracterização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BUAINAIM e ROMEIRO (2000), afirmam que a agricultura familiar desenvolve, em geral, sistemas complexos de produção, combinando várias culturas, criações animais e transformações primárias, tanto para o consumo da família como para o mercado. Baseados em amplo estudo sobre sistemas de produção familiares no Brasil, afirmam que os produtores familiares apresentam freqüentemente as seguintes características:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;► “Diversificação”:Quanto maior a diversificação dos sistemas, menores os riscos a que os produtores se expõem, sendo que os autores verificaram essa diversificação na maior parte dos estabelecimentos familiares estudados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;► “A Estratégia de Investimento Progressivo”: A maior parte das estratégias de “acumulação” e de aumento de produtividade dos agricultores familiares está baseada em pequenos volumes de capital, que podem ser acumulados de forma progressiva (cabeças de gado acumulados ao longo dos anos, equipamentos de irrigação adquiridos progressivamente, máquinas e implementos usados, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;► “A Combinação de Subsistemas Intensivos e Extensivos”: Os produtores familiares adotam em geral sistemas que conjugam atividades intensivas em trabalho e terra, com atividades mais extensivas. Quanto maior a disponibilidade de área, maior a participação de sistemas extensivos (cana, pecuária de corte, citricultura). Nestes casos, a prioridade do produtor é introduzir sistemas que garantam uma boa produtividade do trabalho, mesmo que com baixa rentabilidade por unidade de área. Ao contrário, quanto menor a disponibilidade de área, maior a importância relativa dos cultivos altamente exigentes em mão-de-obra e altamente intensivos no uso do solo (horticultura irrigada e fruticultura). Nessa situação, a estratégia é gerar a maior renda possível por ha, mesmo que a produtividade do trabalho das produções não seja das mais elevadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;► “Uma Grande Capacidade de Adaptação” Os agricultores familiares tem grande capacidade de adaptação a ambientes em rápida transformação, seja devido à crise de produtos tradicionais, emergência de novos mercados e ou mudanças mais gerais da situação econômica do país. Outra característica cada vez mais presente na agricultura familiar brasileira é a ”pluriatividade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SCHNEIDER (2003), cita a seguinte definição do termo, feita por FULLER (1990): “A pluriatividade permite reconceituar a propriedade como uma unidade de produção e reprodução, não exclusivamente baseada em atividades agrícolas. As propriedades pluriativas são unidades que alocam o trabalho em diferentes atividades, além da agricultura familiar. [....] . A pluriatividade, portanto, refere-se a uma unidade produtiva multidimensional, onde se pratica a agricultura e outras atividades, tanto dentro como fora da propriedade, pelas quais são recebidos diferentes tipos de remuneração e receitas ( rendimentos, rendas em espécies e transferências)”. O autor afirma que na agricultura familiar, a combinação entre a mão-de-obra familiar agrícola e não-agrícola está relacionada à manutenção do estabelecimento agrícola assegurando sua reprodução socioeconômica. O trabalho agrícola e não-agrícola exercidos de forma complementar pelos membros da família que residem na propriedade, freqüentemente se deve à pouca disponibilidade de terra e às dificuldades de modernização tecnológica, o que compromete sua renda, obrigando essas pequenas unidades a buscar uma alternativa complementar de renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não se trata somente da reprodução da família, pois segundo WANDERLEY (1995), o trabalho externo se torna, na maioria dos casos, uma necessidade estrutural, isto é, a renda obtida nesse tipo de trabalho vem a ser indispensável para a reprodução não só da família como do próprio estabelecimento familiar. Assim, o trabalho extra-agrícola, realizado por membros residentes no estabelecimento agrícola familiar, tem duas funções sociais: a primeira função é de complementar a renda da família e a segunda diz respeito à permanência dessas famílias no meio rural, ou seja, garantir a propriedade do bem rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo SCHNEIDER (1999), além das estratégias de ocupar a mão-de-obra familiar em atividades agrícolas e não-agrícolas, os agricultores familiares freqüentemente conciliam a mão-de-obra familiar com a contratada (temporária ou permanente) nas atividades produtivas dentro das propriedades, quando há carência de mão-de-obra familiar, sendo que isso geralmente ocorre em casos como quando os filhos não estão em idade de participar das atividades agrícolas, a mão-de-obra familiar já perdeu seu potencial produtivo (predominância de idosos) e quando a propriedade pratica atividade produtiva altamente intensiva em mão-de-obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo autor afirma que a composição das estratégias da Agricultura Familiar depende de aspectos importantes que compõem o meio no qual os agricultores familiares estão inseridos. Assim, ao se definir a agricultura familiar contemporânea, deve-se levar em conta todas as formas que essa categoria social apresenta, seja ela baseada no trabalho familiar não-agrícola (pluriatividade) ou com a participação do trabalho assalariado, mas que a essência da mão-de-obra familiar (agrícola ou não-agrícola) seja preservada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEIGA et al. (2001) ressaltam a importância da presença da agricultura familiar no meio rural brasileiro, visto que uma região rural terá um futuro tanto mais dinâmico quanto maior for a capacidade de diversificação da economia local impulsionada pelas características de sua agricultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo os autores, as economias rurais mais dinâmicas são as que simultaneamente conseguem atrair consumidores de seus atributos territoriais e vender suas produções em mercados diferenciados. Já as economias especializadas em commodities agrícolas, podem até dar a impressão de grande dinamismo em sua fase inicial, quando sugam a renda diferencial propiciada pela exploração da fertilidade natural; só que depois dessa acumulação primitiva tudo passa a depender do grau de diversificação dos negócios criados no entorno dessa fonte primária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OLIVEIRA (2000), evidenciou as vantagens da produção familiar como espaço ideal e privilegiado para consolidação de uma agricultura de base sustentável: “A lógica de funcionamento das explorações familiares, baseada na associação dos objetivos de produção, consumo e acumulação patrimonial, resulta num espaço de reprodução social cujas características de diversidade e integração de atividades produtivas vegetais e animais, ocupação de força de trabalho dos membros da família e controle decisório sobre todo o processo produtivo são sensivelmente mais vantajosos ao desenvolvimento de uma agricultura ambientalmente sustentável que as explorações capitalistas patronais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARMO e SALLES (1998), discutem em seu trabalho, sobre a produção agropecuária em bases familiares e a evolução tecnológica apoiada no paradigma da sustentabilidade. Acreditam que as críticas que existiam a respeito da baixa adoção de tecnologias pelos produtores familiares, hoje têm sido revistas no sentido de que nem todas as propostas tecnológicas estão adaptadas às reais necessidades desses produtores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mesmos autores afirmam que uma exploração familiar passa necessariamente pela família como elemento básico de gestão financeira e do trabalho total disponível internamente na unidade do conjunto familiar. As avaliações não podem ser simplesmente econômicas para entender as relações entre a organização interna da produção em bases familiares e o mundo externo, consubstanciado no processo de produção/reprodução/acumulação. Nesse sentido, as decisões sobre a renda líquida obtida com a venda da produção, fruto do trabalho da família, pouco tem a ver com a categoria lucro “puro” de uma empresa, representado pela diferença entre renda bruta e custo total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estudo realizado através da Cooperação Técnica INCRA/FAO GUANZIROLI e CARDIM (2000), com base nos dados do Censo Agropecuário do IBGE de 1995/96, verificaram que quando se calculou a Renda Total por hectare, a agricultura familiar mostrava-se muito mais eficiente que a patronal, produzindo uma média de R$104,00/ha/ano contra apenas R$44,00/ha/ano dos agricultores patronais. Segundo os autores, essa constatação refere-se ao rendimento do fator terra, em cujo uso os agricultores familiares revelaram-se mais eficientes, utilizando uma proporção maior de sua área em sistemas intensivos, tentando aproveitar ao máximo sua área total, isso porque a terra é um fator limitante para ele, e por isso tem que intensificar seu uso. Os patronais, pelo contrário, têm terra abundante, e por este motivo a tendência é a utilização da melhor parte de sua terra com um sistema intensivo, no qual ele vai ter provavelmente maior eficiência técnica e vai destinar o restante da área a um sistema mais extensivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a eficiência é medida em relação ao uso do fator trabalho, os patronais fazem um uso mais intensivo, já que esse é um fator escasso para essa categoria., e os familiares fazem um uso mais extensivo, já que possuem muita gente da família sub empregada , e precisam alocá-la nos trabalhos agrícolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEIGA et al. (2001), informam que nos sete censos agropecuários realizados no Brasil desde 1950, a participação dos agricultores que têm menos de 100 hectares nunca se distanciou de 90% do total de estabelecimentos, e sempre lhes coube 20% da área, o que indica uma permanência extremamente duradoura desses produtores de pequeno porte por toda a segunda metade do século. Essa permanência no cenário agrícola, apesar dos constantes desafios, mostra que esse segmento está em constante mudança, compondo estratégias de sobrevivência e reprodução, as quais dependem do meio no qual os agricultores familiares estão inseridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BUAINAIM, A. M.; ROMEIRO, A; A agricultura familiar no Brasil: agricultura familiar e sistemas de produção. Projeto: UTF/BRA/051/BRA. Março de 2000. 62p. Disponível em: &lt;a href="http://www.incra.gov.br/fao"&gt;http://www.incra.gov.br/fao&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARMO, R.B.A. A Questão Agrária e o Perfil da Agricultura Brasileira 1999 Disponível em &lt;a href="http://www.cria.org.br/gip/gipaf/itens/pub/sober"&gt;http://www.cria.org.br/gip/gipaf/itens/pub/sober&lt;/a&gt;. Acesso em junho 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CARMO, M.S.; SALLES, J.T.A. Sistemas familiares de produção agrícola e o desenvolvimento sustentado. In ׃ENCONTRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE SISTEMAS DE PRODUCÁO, 1998, Florianópolis. Anais. Disponivel em׃ &lt;&lt;a href="http://gipaf.cnptia.embrapa.br/itens/publ/sbs3/html"&gt;http://gipaf.cnptia.embrapa.br/itens/publ/sbs3/html&lt;/a&gt;&gt;&lt;http:&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CASEIRO, A.; WAKATSUKI, A. C. Status da produção de peixes de água doce no Brasil. Revista Aqüicultura e Pesca, São Paulo, n. 2, jul-ag 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GONÇALVES, J. S.; SOUZA, S. A. M. Agricultura familiar: limites do conceito e evolução do crédito. Artigos: políticas públicas. Instituto de Economia Agrícola Disponível em: &lt;&lt;a href="http://www.iea.sp.gov.br/out/verTexto.php?codTexto=2521"&gt;http://&lt;a href="http://www.iea.sp.gov.br/out/verTexto.php?codTexto=2521"&gt;www.iea.sp.gov.br/out/verTexto.php?codTexto=2521&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&gt;. Acesso em 25 jul. 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GUANZIROLI, C.; CARDIM, S. E. (Coord.). Novo Retrato da Agricultura Familiar: O Brasil redescoberto. Brasília: Projeto de Cooperação Técnica FAO/INCRA, fev/2000. 74 p. Disponível em: &lt;a href="http://www.incra.gov.br/fao/pub3.html"&gt;http://www.incra.gov.br/fao/pub3.html&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SCHNEIDER, S. Agricultura familiar e pluriatividade. 1999. 470p. Tese (Doutorado em Sociologia) – UFRGS, Porto Alegre, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SCHNEIDER, S. Teoria social, agricultura familiar e pluriatividad, Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, v. 18, n.51, p. 99-121, 2003.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VEIGA, J. E. ; FAVARETO, A. ; AZEVEDO, C.M.A. ;BITTENCOURT, G. ; VECCHIATTI, K. ; MAGALHÃES, R. ; JORGE, R. O Brasil rural precisa de uma estratégia de desenvolvimento, Brasília: Convênio FIPE-IICA(MDA/CNDRS/NEAD), 2001. 108 p. Disponível em: &lt;a href="http://www.nead.org.br/index.php?acao=bibliotecaepublicacaoID=112"&gt;http://www.nead.org.br/index.php?acao=bibliotecaepublicacaoID=112&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WANDERLEY, M.N.B. A agricultura familiar no Brasil: um espaço em construção. Reforma Agrária, Campinas, v.25, n. 2/3, p.37-47,1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Parte da Tese “ANÁLISE SÓCIO-ECONÔMICA DA PISCICULTURA EM UNIDADES DE PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA FAMILIARES DA REGIÃO DE TUPÃ, SP”, apresentada pela Engenheira Agrônoma Sonia Terezinha Juliatto Tinoco, para obtenção do Título de Doutor em Aqüicultura, no Curso de Pós-Graduação em Aqüicultura do Centro de Aqüicultura da UNESP, Campus de Jaboticabal, em abril de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: CATI - Dextru – Divisão de Extensão Rural - &lt;a href="http://www.cati.sp.gov.br/"&gt;http://www.cati.sp.gov.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonia Terezinha Juliatto Tinoco é Eng. Agrônoma, Dra, da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral - CATI - Dextru – Divisão de Extensão Rural&lt;br /&gt;Contato: &lt;a href="mailto:sonia@cati.sp.gov.br"&gt;sonia@cati.sp.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados para citação bibliográfica(ABNT):&lt;br /&gt;TINOCO, S.T.J. Conceituação de agricultura familiar: uma revisão bibliográfica. 2008. Artigo em Hypertexto. Disponível em: &lt;&lt;a href="http://www.infobibos.com/Artigos/2008_4/AgricFamiliar/index.htm"&gt;http://www.infobibos.com/Artigos/2008_4/AgricFamiliar/index.htm&lt;/a&gt;&gt;. Acesso em: 13/11/2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.infobibos.com" target="_blank"&gt;Infobibos - Informações Tecnológicas&lt;/a&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Para a pureza do Biodiesel</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/10/para-pureza-do-biodiesel.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 30 Oct 2008 08:51:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-2679632310454297453</guid><description>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;Com a produção em alta, o biodiesel tem nos sistemas filtrantes um grande auxiliar para chegar ao padrão de pureza e qualidade&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;por Tiago Dias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPHeYaVgwM2JCp4L961OWS4JOSnAHzHzukzviO_0bu6I7kPoQcUNe9BHjhA66WqlI2Uufp0Qb3iMNeuJQVfhIC2xSp7oVy6oCfyeee408cH9TwpiHSSoDkVD_0yGfitZMwLNKkzu8l-38/s1600-h/Amostra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262914120917665378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 126px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPHeYaVgwM2JCp4L961OWS4JOSnAHzHzukzviO_0bu6I7kPoQcUNe9BHjhA66WqlI2Uufp0Qb3iMNeuJQVfhIC2xSp7oVy6oCfyeee408cH9TwpiHSSoDkVD_0yGfitZMwLNKkzu8l-38/s320/Amostra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A pesquisa em torno do biodiesel vem desde o início do século passado. De lá pra cá, foram muitos estudos para engendrar esta que é a opção de combustível biodegradável, derivado especialmente de fontes renováveis. Porém, o mercado de biodiesel começou a ser estruturado no Brasil somente em 2005, logo depois do lançamento do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. Por esse motivo, alguns processos ainda estão em fase de adaptação e testes, seja na questão do abastecimento do veículo ou até mesmo no know-how de produção - como a utilização e o aumento da demanda dos filtros para obter o produto final puro e com qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O biodiesel substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores ciclodiesel auto-motivos (caminhões, tratores, automóveis, entre outros) ou estacionários (geradores de eletricidade, calor etc.). Pode ser usado puro ou misturado ao diesel em diversas proporções. Por exemplo, se a mistura for de 2%, a solução passa a ser denominada de B2, e assim sucessivamente, até chegar ao biodiesel puro, conhecido como B100.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, desde 1° de janeiro de 2008, o óleo que for comercializado nos 35 mil revendedores de combustível de todo o Brasil deve conter, obrigatoriamente, 2% de biodiesel. A nova regra foi estabelecida pela resolução n°5 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), de 8 de outubro de 2007, com base no artigo 2°, da Lei n°11.097/2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dezenas de espécies vegetais no Brasil das quais se pode produzir o biodiesel, tais como mamona, algodão, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso, soja, canola, nabo e forrajeiro. “Entre as gorduras animais, destacam-se o sebo bovino, o óleo de peixes e de mocotó, a banha de porco e a gordura de frango.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os óleos e gorduras residuais, resultantes de processamento doméstico, comercial e industrial, também podem ser utilizados como matéria-prima na produção”, diz o Engenheiro Químico Max Monte Alverne Maia Neto, Consultor em Biocombustíveis e Oleoquímica e Coordenador do Grupo de Trabalho sobre Biocombustíveis na UNISANTA, em Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas das possíveis fontes de óleos e gorduras residuais são lanchonetes e cozinhas industriais (onde há a fritura de produtos alimentícios), esgotos municipais (onde a nata sobrenadante é rica em matéria graxa) e nas águas residuais de processos de indústrias alimentícias. Tudo isso é reciclagem. Na Grande São Paulo, já há diversas campanhas para arrecadação desses tipos de óleos e gorduras, além de empresas como a Bioauto SP, do Grupo CIE Automotive, que coletam e reciclam o óleo de fritura, ajudando na prevenção do que pode vir a ser um grande problema ambiental, já que 1 litro de óleo de fritura pode contaminar até 1 milhão de litros de água. Com a norma do B2, a expectativa é que, segundo a associação, reduza-se a dependência externa do diesel de 7% para 5%, ou uma economia de US$ 410 milhões em divisas na balança comercial. Nos primeiros 6 meses de 2008, a produção foi de mais de 500 mil m³, contra os 402 mil m³ de todo o ano anterior. Desde 2005, a utilização do biodiesel no Brasil vem crescendo vertiginosamente. E, segundo os profissionais do segmento, vamos precisar de muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiYBmFbFx95csiqOB5zBySsem3LXkIT0xjtvkkuVFxmfUXh44ev2nBpLzP9MfyqNhEyvu6RyiOkwOlADwb-VfiuZkotw34M8VQmi6n2I3gAFACtFaaVmuJgkYc1fSnKF4HpSrr2Fig-wjk/s1600-h/Transesterifica%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262914549395494322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 226px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiYBmFbFx95csiqOB5zBySsem3LXkIT0xjtvkkuVFxmfUXh44ev2nBpLzP9MfyqNhEyvu6RyiOkwOlADwb-VfiuZkotw34M8VQmi6n2I3gAFACtFaaVmuJgkYc1fSnKF4HpSrr2Fig-wjk/s320/Transesterifica%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Produção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há basicamente três tipos de processos diferentes para a produção do biodiesel: craqueamento, esterificação e transesterificação - o mais aplicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seqüência tem início com a usina de biodiesel recebendo a matéria-prima na forma bruta ou já refinada. “Na forma bruta, a matéria-prima passa por um sistema de pré-tratamento para adequação da qualidade em termos de acidez, umidade, gomas, dentre outros parâmetros, para então ser encaminhada ao sistema de transesterificação, onde o óleo vegetal ou o sebo bovino são transformados em biodiesel, através da reação catalítica com metanol. Como co-produtos, são produzidos glicerina, ácido graxo, gomas, entre outros. A separação da glicerina do biodiesel, por exemplo, é feita através de decantadores. Já a matéria-prima refinada segue direto para o sistema de transesterificação, uma vez que já está adequada para a produção do biodiesel”, esclarece o Coordenador de Gestão da Produção da Petrobras Bio-combustível, Mauro Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Max, a transesterificação é o processo mais utilizado atualmente para a produção de biodiesel. “O processo consiste numa reação química dos óleos vegetais ou gorduras de animais com o álcool comum, o etanol, ou o metanol, estimulada por um catalisador, da qual também se extrai a glicerina, produto com aplicações diversas na indústria química”, explica, fazendo um comparativo entre a quantidade de matéria-prima necessária: “Para se ter uma idéia, um quilo de óleo vegetal produz cerca de um litro de biodiesel”.&lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhczjgy6U5Rp2-AcuCl0uWJIedrl0K9IyRr7nwMMkXhJLZV6aknTHAsiy8B0Vr76uoA0posHmJpHvzO9ZgKNlx0AWvCWGdWjiFH3fm8mKSJT0euk1-JgqRyIkrAu7mrAyxuEghgFlblRbE/s1600-h/Transesterifica%C3%A7%C3%A3o+002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262915005789753954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 245px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhczjgy6U5Rp2-AcuCl0uWJIedrl0K9IyRr7nwMMkXhJLZV6aknTHAsiy8B0Vr76uoA0posHmJpHvzO9ZgKNlx0AWvCWGdWjiFH3fm8mKSJT0euk1-JgqRyIkrAu7mrAyxuEghgFlblRbE/s320/Transesterifica%C3%A7%C3%A3o+002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Veja acima diagrama simplificado do processo de produção do biodiesel. Os quadrados identificados com o ícone em verde significam as etapas onde são empregados filtros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pré-tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filtros são peças importantes para a retirada de resíduos diversos, tanto da matéria-prima quanto do biodiesel como produto. Para toda essa necessidade, são utilizados diversos tipos de filtros, levando sempre em consideração o tipo do processo, da matéria-prima e do produto final. A necessidade ocorre inicialmente na extração de óleos vegetais, com o filtro prensa para reter sólidos provenientes do processo de prensagem de grãos, assim como na entrada do sistema de pré-tratamento das matérias-primas brutas para retirada de sólidos em suspensão (cascas e fibras). “São utilizados filtros de placas e, como meio filtrante, a terra diatomácea e sílica. São aplicados também filtros para retirada de traços de terra diatomácea, que por ventura passem no processo”, explica Mauro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre também no final do sistema de pré-tratamento a instalação de filtros de polimento do óleo tratado, antes de encaminhá-lo para o sistema de transesterificação. “Na etapa de preparação da matéria-prima, utiliza-se filtros pressurizados com placas verticais ou filtros de velas para retenção de sílica no processo de adsorção de sabões, metais e fosfatídeos resultantes do refino do óleo vegetal”, detalha Max. Segundo o Engenheiro Químico, algumas matérias-primas contêm ceras e outros componentes insaponificáveis, que devem ser retirados do óleo vegetal. “Para tal, utiliza-se um processo de resfriamento do óleo, cristalização das ceras e posterior filtragem em filtros resfriados pressurizados horizontais”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excesso de água&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os óleos utilizados na base do biodiesel são higroscópicos por natureza, ou seja, facilmente absorvem e retêm umidade. Sendo assim, deve ser realizado um controle rigoroso da quantidade de água presente. A solução deste problema é bastante simples: os filtros separadores com mídia composta, tipo Hydrocarbon, têm se mostrado bastante eficientes na redução da quantidade de água aos valores estabelecidos por norma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sua vez, o biodiesel é muito mais higroscópico que o próprio óleo diesel. A presença de água no combustível trará, além de perda de potência (o PCI - poder calorífico - será afetado), danos ao sistema de injeção. Sérgio Monteiro, Gerente Geral da Parker Divisão Filtração, conta que é por conta disso que o Filtro Separador de Água, já presente em todos os caminhões, passa a ter papel fundamental. “A separação da água do biodiesel, assim como no óleo diesel, ocorre por coalescência”, diz Sérgio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remoção de sólidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na etapa de purificação dos ésteres, alguns processos utilizam a lavagem a seco, que é realizada com a adição de produtos adsorventes ao biodiesel, para remoção de contaminantes, tais como sais, metais, glicerina residual, sabões oriundos da reação do processo de transesterificação. Por sua vez, os produtos adsorventes são removidos através de filtros bolsa em pequena escala, e filtros pressurizados ou filtro de tambor rotativo a vácuo em larga escala. “Os filtros bolsa filtram os óleos vegetais, glicerina e ácidos graxos. É um processo de segurança, quase sempre fornecidos na configuração duplex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Removem também traços de auxiliares filtrantes não retidos nos filtros de placas”, diz Maurício Biral, da Engenharia de aplicações da Tech Filter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Engenheiro Alex Peixoto, da Assistência Técnica da Hydac, explica que além da remoção de sólidos, há ainda a possibilidade de absorção de água livre em certos casos. “Os elementos filtrantes Hydac Betamicron® 4 são compatíveis com alguns tipos de biocombustíveis, podendo ser aplicados sem restrição e com excelente desempenho quando comparados os resultados obtidos com o volume filtrado. Eles poderiam ser utilizados em etapas de filtração mais apuradas na remoção de resíduos sólidos, ainda presentes no processo produtivo do fluido”, esclarece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polimento e purificação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminado o processo de produção e purificação, o biodiesel passa pelo polimento final onde são aplicados os filtros cartucho, antes da estocagem. “Com a finalidade de polir o biodiesel, o filtro cartucho é utilizado após o filtro bolsa ou até substituindo o mesmo”, explica Maurício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta etapa, filtros coalescentes também podem ser instalados para remoção de traços de água, e filtros de placas com sílica e terra diatomácea para a purificação final do biodiesel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No processo de recuperação e destilação da glicerina, filtros prensa e de outros tipos são aplicados para a retenção de sais e catalisador oriundos da reação de transesterificação. Após a destilação da glicerina, são utilizados filtros com carvão ativado para branqueamento final da glicerina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos filtros citados, ao longo de todo o processo são instalados filtros cesto para proteção de bombas e equipamentos. “Os filtros cesto, em tela metálica, são frequentes neste tipo de aplicação. A MAHLE está preparada para atender o mercado com filtros cesto simples e duplex, e com elementos inovadores no mercado que podem utilizar mais de uma parede filtrante e assim aumentar a vazão atendida, sem precisar aumentar o tamanho de carcaça ou até mesmo o número de filtros”, explica Cristobal Lopez Guerra, da Chefia de Engenharia de Aplicação da MAHLE Filtroil. “A empresa tem investido grandes somas na pesquisa de soluções para a separação de óleos e água, com resultados expressivos e com a expectativa de fornecer soluções inovadoras ao mercado de biocombustíveis”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na retenção de partículas, pode-se aplicar também os filtros autolimpantes. “A cada dia nossos filtros autolimpantes, concebidos como sistemas à prova de explosão, estão conseguindo reter partículas cada vez menores e, com a vida útil elastecida dos elementos filtrantes e a confiabilidade na automação do sistema, encontrando cada vez mais espaço em diversas etapas da produção dos biocombustíveis”, diz Cristobal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Finalmente, no que se refere às utilidades de processos industriais, como vapor, ar comprimido, água de caldeiras, água de processo, tratamento de efluentes, nitrogênio para inertização etc, são amplamente utilizados filtros de diversos tipos como já é de conhecimento geral da área industrial”, comenta Max. Com relação ao reúso de água, os sistemas de água de resfriamento e água gelada são em circuito fechado. “O sistema de geração de vapor possui sistema de recuperação de condensado, minimizando o consumo de água”, esclarece Mauro, da Petrobras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As usinas de biodiesel têm uma Estação de Tratamento de Efluentes para as águas oleosas e demais efluentes líquidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teste de filtros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os combustíveis em geral, o biodiesel em particular, estão sujeitos à contaminação pelo meio ambiente e manuseio - durante o transporte, transbordo e estocagem -, já que a umidade presente no ar passa a ser uma séria ameaça à qualidade do biodiesel. Para evitar essa contaminação e, consequentemente, a perda de performance do motor, Sérgio Monteiro, da Parker, explica que é necessária atenção nos postos de abastecimento. “O certo seria que cada posto tivesse um filtro desumidificador, instalado no respiro do tanque. Na verdade, isso deveria acontecer em todas as bombas de combustível”.&lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpYGKBpxIArfvRQJA8SJfVcnC-K8DG4MuDgETPauN2K60yM0mgt3mFd9HNKayD3xHNWLdAcPJa2oqdnyUUzAwSmlsaFWVww8k0X7M2IKhOzGOPRwiy1IsUO_StWTq0Dw6iZ-iROUlC7K4/s1600-h/Filtro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262917768632938898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 226px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpYGKBpxIArfvRQJA8SJfVcnC-K8DG4MuDgETPauN2K60yM0mgt3mFd9HNKayD3xHNWLdAcPJa2oqdnyUUzAwSmlsaFWVww8k0X7M2IKhOzGOPRwiy1IsUO_StWTq0Dw6iZ-iROUlC7K4/s320/Filtro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Além disso, Sérgio comenta sobre as etapas de manuseio, que contaminam com particulado sólido. “A aplicação dos filtros separadores de água com mídia composta, tipo Hydrocarbon, também tem se mostrado bastante eficiente na redução do particulado sólido e da água, que se agregaram ao combustível nas saídas dos tanques de armazenamento, no momento em que o biodiesel é transferido do tanque da refinaria para o caminhão”, detalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adicionalmente, a Parker e o LADETEL, Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas da USP de Ribeirão Preto, firmaram acordo de cooperação, com objetivo de avaliar o desempenho dos filtros coalescentes separadores de água para os diversos tipos de biodiesel existentes no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgG42V1DNq08SXcgc7fQn26-QA7Jmul_RRQrntrc-op7lNOWDHemwiXqDd4EQS2EVGa70vZaa-RnfyIgNrVP7LLxBd3CRrUY87eH4YJD3UOzu13kZk1RpncvA2MLq0wgwWk-gJiZbXAvi0/s1600-h/Reator+Biodiesel.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262918068395390802" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 186px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgG42V1DNq08SXcgc7fQn26-QA7Jmul_RRQrntrc-op7lNOWDHemwiXqDd4EQS2EVGa70vZaa-RnfyIgNrVP7LLxBd3CRrUY87eH4YJD3UOzu13kZk1RpncvA2MLq0wgwWk-gJiZbXAvi0/s320/Reator+Biodiesel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um nicho que só cresce&lt;br /&gt;Além da diminuição da poluição atmosférica, por ser uma energia renovável, o biodiesel é considerado ótimo lubrificante, podendo inclusive aumentar a vida útil do motor, e ainda apresenta baixo risco de explosão. “O biodiesel puro diminui as emissões de monóxido de carbono (CO) em 48%; as de óxido de enxofre (SOx), causadores da chuva ácida, em 100%, e fumaça preta (material particulado que causa problemas respiratórios) em 47%. A viabilidade do uso direto foi comprovada na avaliação dos componentes do motor, que não apresentou qualquer tipo de resíduo que comprometesse o desempenho”, esclarece Max.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com todas essas vantagens, aliadas ao conseqüente desenvolvimento agrário de quem produz as matérias-primas, o mercado de biodiesel é um grande expoente e ainda tem muito espaço para crescer – aumentando as exportações como aditivo de baixo conteúdo de enxofre e influenciando na participação de outros segmentos, como o de filtros. “Ainda estamos pesquisando sobre o mercado brasileiro e suas oportunidades, mas acreditamos que com o maior grau de automação demandada e pela necessidade de processos com menos resíduos e maior qualidade - tanto dos insumos que entram no processo, como no produto final -, encontraremos nosso espaço dentro deste mercado”, explica Cristobal, da MAHLE Filtroil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a transesterificação seja o processo mais utilizado, o Governo diz que haverá cada vez mais estímulos para o desenvolvimento tecnológico na área do biodiesel. Consequentemente, mais filtros a serem aplicados nesse processo. A maré é boa, agora é só continuar se atualizando e participar cada vez mais desse nicho que só cresce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.meiofiltrante.com.br/materias.asp?action=detalhe&amp;amp;id=425" target="_blank"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262920704577090082" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiinn4_u4eCxG-vcQ7hRA5cA9mYitZ_JkoGouWT3fRYkyPdfJzB28d_9-QeTGNuYszZf1BVbAJPw-zVGk0U8g5TyhV915mB9Nq75qtIlw8vbF8okInqEUggRAL0XITzxSBjNgd-Cv-kjuY/s200/Revista+Meio+Filtrante.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPHeYaVgwM2JCp4L961OWS4JOSnAHzHzukzviO_0bu6I7kPoQcUNe9BHjhA66WqlI2Uufp0Qb3iMNeuJQVfhIC2xSp7oVy6oCfyeee408cH9TwpiHSSoDkVD_0yGfitZMwLNKkzu8l-38/s72-c/Amostra.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Falta investimento em pesquisa para viabilizar o biodiesel</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/09/falta-investimento-em-pesquisa-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Fri, 5 Sep 2008 09:21:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-8047392117894947725</guid><description>04/09/08 - Criado há mais de 30 anos, o Pró-álcool, depois de muita instabilidade, transformou-se em uma das alternativas mais viáveis de produção de energia do mundo. O desenvolvimento tecnológico e a alta produtividade das lavouras de cana-de-açúcar têm garantido ao etanol espaço de destaque nas discussões sobre energias limpas. Da mesma forma, o produto já foi acusado de provocar a crise de alimentos no mundo todo, já que em alguns países o etanol é produzido a partir do milho. Para combater esse preconceito, governo e produtores têm investido na exportação de tecnologia e equipamentos, demonstrando que o etanol de cana-de-açúcar é um combustível que poderá, em algum momento, substituir os derivados de petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na esteira desse movimento, está o programa de biodiesel, mas com várias ressalvas. A principal delas é a falta de investimento em pesquisas para se determinar a matéria-prima ideal para produzir o biodiesel. Segundo o presidente executivo da União dos Produtores de Bioenergia, Antonio Cesar Salibe, o governo federal precisa centralizar esses estudos a fim de dar ao biodiesel as mesmas oportunidades que foram dadas ao etanol, tornando-o um produto apto à economia de mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para falar sobre o tema, Salibe concedeu entrevista ao programa Panorama do Brasil, apresentado por Roberto Müller e que irá ao ar hoje pela TVB. Participam também da entrevista, a diretora de redação do DCI, Márcia Raposo, e Milton Paes, da rádio Nova Brasil FM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Müller: É impressão nossa ou parece que o governo brasileiro está patinando na questão do biodiesel? O etanol já está consagrado, mas o biodiesel ainda está sem um rumo certo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando abordou o biodiesel, falou sobre a mamona, agora já ficou claro que a sua utilização é inviável, por ser muito viscosa. Sobrou, basicamente, a soja e o sebo animal... É isso mesmo que está acontecendo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: O programa do etanol também "patinou" no seu inicio e teve uma série de problemas. O que nós acreditamos é que o governo federal deveria aproveitar a experiência do programa do etanol para não cometer os mesmo erros. Na década de 70, quando foi criado o Pró-álcool, eram produzidos 3.600 litros de etanol por hectare, a produtividade agrícola era de 60 toneladas de cana por hectare e o rendimento industrial era de 60 litros de etanol por tonelada de cana moída. Hoje, graças à tecnologia e aos estudos e pesquisas, são produzimos 7.500 a 8.000 litros de etanol por hectares, um crescimento de 50% tanto da produtividade agrícola quanto da produtividade industrial. Isso foi fruto de muita pesquisa. Para que o biodiesel não demanda outros 30 anos para alcançar alta produtividade, é preciso investir intensamente em pesquisa. Se você perguntar, hoje, qual a melhor oleaginosa usada para produzir biodiesel, eu não tenho certeza da resposta. Nós não temos uma tecnologia pronta para dizer qual é a melhor oleaginosa em termos técnicos, não em termos comerciais. Ainda não se sabe se é soja ou pinhão-manso, que surgiu como um dos candidatos a matéria-prima. No entanto, não há tecnologia desenvolvida para pinhão-manso e, para tanto, levaríamos de três a cinco anos para desenvolvê-la. Acredito que o governo precisaria criar um programa de tecnologia e desenvolvimento para que a gente tivesse um espaço muito mais curto que os 30 anos consumidos pelo etanol. Além disso, é preciso pensar no biodiesel em uma economia de mercado, uma vez que esse produto é muito mais caro que o diesel. Então, o governo precisa criar um programa economicamente viável, que crie vantagens comerciais. Ele não pode ser apenas um programa social, completamente subsidiado pelo governo. Em larga escala quem vai pagar pelo seu custo? É um problema sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milton Paes: Como seria isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: Hoje, para se produzir biodiesel, o produtor escolhe a sua matéria-prima e vende o produto final no mercado livre, sendo que o custo foi de R$ 2,80 a R$ 3 reais o litro. Esse produto concorre com o diesel a pouco mais de R$ 1. A exportação torna-se muito difícil. O governo federal criou um selo social que para ser obtido obriga o produtor a comprar um percentual de sua matéria-prima de pequenos produtores e de cooperativas. Se a matéria-prima escolhida por sebo, como fazer? Só há sebo em quantidade suficiente em grandes frigoríficos. No caso da cana-de-açúcar, há cerca uma média de 15% a 20% por ano de área de plantio que precisa ficar em "reforma", ou seja, o solo tem que descansar para se recuperar. Nessa área, poderia ser plantada uma leguminosa utilizada para encorpar o solo e produzir biodiesel. Em toda área nessa situação poderia ser produzido 1 milhão de litros de biodiesel, que é quase tudo o que o governo do país precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcia Raposo: Você quer dizer usar a matéria-prima do biodiesel como descanso da terra de outras culturas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: Exatamente. E sem ocupar mais terra nenhuma brasileira. Só que o usineiro não pode fazer isso porque ele não tem o selo social e não pode entrar no leilão, que paga, normalmente, R$ 42,77. Mas só quem possui o selo social pode participar. Então, o governo precisa permitir que todos participem do leilão. O que poderia ser feito é dar um incentivo a mais para quem tiver o selo como dedução de 10% ou 20% em algum imposto. Eu acho que essa que seria a idéia para viabilizar o biodiesel no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Müller: Já ficou demonstrado para o mundo que essa história de que o etanol produzido por cana-de-açúcar substitui a plantação de alimentos é uma falácia, ao contrário do milho. Esse, sim, encarece o preço do milho e ajuda a fomentar essa crise de alimentos que o mundo está vivendo. No entanto, no caso do biodiesel é mais complicada, já que se a matéria-prima escolhida for a soja, de fato poderemos estar tirando soja da mesa das pessoas. Que alternativas teríamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: A gente acredita que o biodiesel tenha que ser produzido de sebo e de pinhão-manso, só que nós não temos uma tecnologia para pinhão-manso, por isso insistimos que o governo teria que ter um programa sério de investimento em pesquisa de tecnologia e desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Müller: Tem que usar a Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária] ou tem que usar um órgão novo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: Não precisaria criar um órgão novo. A Embrapa poderia fazer isso, já que é uma ótima empresa de pesquisa, com capacidade e excelentes profissionais, só que precisa de recursos financeiros para um programa específico para essa matéria-prima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Müller: Não existe isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: Eu desconheço. Não vou dizer que não exista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Müller: Bom, se o presidente executivo da União dos Produtores de Bioenergia desconhece é porque não tem... [risos]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: Eu acredito que o governo já esteja se preparando para resolver essa questão já que o programa de biodiesel é importante para o presidente da República. Hoje, o mundo está precisando de alimento. Oleaginosas que competem com alimentos seriam problemáticas, mas eu acredito que o governo resolva essa questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Müller: Onde é que cresce pinhão-manso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: Ele nasce no Brasil inteiro, só que é uma cultura importada e se der alguma praga ou doença, ainda não há tecnologia para combater. Então, precisaria desenvolver uma pesquisa para desvendar toda a cultura e suas variedades. A cana-de-açúcar, por exemplo, possui uma série de variedades, controle biológico através de inimigos naturais, que não agride o meio ambiente. Para o pinhão-manso é necessário toda essa pesquisa. Para a cana-de-açúcar, existem, atualmente, pelo menos, três grande centros de pesquisa intensiva, desenvolvendo novas variedades, estudos de utilização do bagaço para produção de bioeletricidade, entre outros. O pecuarista diz que, do boi, se aproveita tudo menos o berro. Da cana-de-açúcar é a mesma coisa: se aproveita tudo mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcia Raposo: Há um fator muito importante também no comércio de biodiesel que é o monopólio da Petrobras como grande compradora. O DCI tem feito muitas matérias com grandes produtores de biodiesel no país reclamando que estão com os estoques muito altos, que já venderam no leilão, mas que a Petrobras ainda não foi buscar. Enfim, a Petrobrás tem seus planos. Comercialmente, ela agora está envolvida com a maior bacia de petróleo que o planeta já conheceu, localizada na camada pré-sal. O fator comercial do biodiesel também não é um problema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: Hoje, ainda não é um grande problema porque a Petrobras está pagando a conta do biodiesel. O setor sucroalcooleiro, em um determinado momento, também passou por essa dificuldade, mas quando passamos a ter um custo abaixo do nosso produto final, pudemos entrar em uma economia de mercado. Acredito que vivemos um momento que a Petrobrás ainda é importante, administrando o setor. Mas vai chegar um momento em que estaremos produzindo o biodiesel em um custo abaixo do produto final e que devemos ter economia de mercado como temos com o sucroalcooleiro. Lembrando que ele só se desenvolveu e cresceu quando saiu debaixo das asas do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Müller: O setor sucroalcooleiro está disposto a investir junto com o governo no fomento à pesquisa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: Na realidade, são duas histórias um pouco diferentes. O etanol contou com uma estrutura montada para desenvolver o açúcar e o álcool, como resultado de investimentos no estudo da cana-de-açúcar. Já o biodiesel precisa de pesquisas exclusivamente para o seu estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Müller: Nas pesquisas de ponta em biotecnologia, há a participação de grandes empresas, como a Votorantim e a Odebrecht, em programas de estudo sobre a cana-de-açúcar. Isso se reproduz com o biodiesel?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: Existem, hoje, empresas privadas que produzem biodiesel e fazem pesquisas, mas acreditamos que o governo precisa centralizar os estudos e a divulgação dos resultados para o desenvolvimento do setor como um todo. Tem que se criar um centro nacional de pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Müller: Vamos supor que houvesse uma proposta do governo federal para o setor privado no sentido de desenvolver um trabalho conjunto e cada um entra com uma parte. O setor privado aceitaria uma proposta nesse sentido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: Precisaríamos avaliar essa proposta, quem entraria com o que, e como nós conduziríamos essa pesquisa. Acho que tudo é viável e passível de ser estudado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcia Raposo: As grandes descobertas da Petrobras na camada pré-sal e os investimentos necessário para a sua exploração não poderão se tornar concorrentes do programa de biodiesel?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antonio Cesar Salibe: Nós temos de analisar vários fatores. Primeiro, é que estamos discutindo uma energia renovável com uma energia fóssil, uma energia que nós achamos que tem, que tem que desenvolver ainda uma tecnologia para retirar, que demora pra ser retirado. Então, nós estamos discutindo um produto com uma vida útil limitada contra um produto que é renovável. Em segundo lugar, estamos discutindo uma energia poluente com uma energia não-poluente. Em terceiro lugar, estamos discutindo uma energia que vai melhorar a qualidade de vida do mundo contra uma energia que, até hoje, só gerou guerras e competições e uma série de problemas. Então, eu acho que é difícil comparar petróleo com biodiesel ou etanol porque eles vão sempre levar vantagem por serem uma energia renovável e limpa. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.dci.com.br/"target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt="" src=" https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgK5KXNpxoKt9BvxJIC4NXUx4ff1RFyGLmQlucHCmbqFquKzweTLP58hZtUH6dsO_7_-lq5PNsQ2KdHOKosCppvZMzO8JBq736fAZ6-kjOhAoDJytJ3kq5aGWc3nhoW_lOpQG1x3HYoSK4/s400/DCI.bmp"/&gt;&lt;/a&gt; - Laelya Longo e Julia Aronchi - 25/08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Agência &lt;a href="http://www.udop.com.br/"target="_blank"&gt;&lt;img border="0" alt=""src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjrHTIPiWTR8OpEV29vx4Npg_AS4o8sIutxo7Np67Ug8-AbK5KjXtpiKsMtlk-JJt9rDywQBkmV05hAk4u7qEIN02hnPDxIceP4m4QhdE_llCRJwW83BHuVrJt52GAGfrLym78E8eAYzvfl/s320/Logo_Jornal+UDOP.bmp"&gt;&lt;/a&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Carbonômetro</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/08/carbonmetro.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 21 Aug 2008 12:04:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-6801677109798116965</guid><description>O cálculo que leva ao resultado que aparece no &lt;a href="http://brasilbio.blogspot.com/2008/08/emisses-de-carbono-evitadas-pelos-flex.html" target="_blank"&gt;Carbonômetro&lt;/a&gt; considera que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;80% da frota nacional de carros flex roda com puro etanol (E100);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;20% dos carros flex usam gasolina que, por lei, contém 25% de etanol no Brasil (E25) ;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;uma taxa de sucateamento da frota de 1% ao ano após o primeiro ano de uso do veículo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;a emissão evitada de CO2 considera as seguintes médias anuais:&lt;br /&gt;- 5,16 toneladas anuais em veículos flex que utilizam E100&lt;br /&gt;- 1,08 toneladas anuais em veículos flex que utilizam E25 &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;O total que você vê no Carbonômetro, em toneladas de CO2, é o volume de emissões evitadas pela frota brasileira de carros Flex-Fuel desde 2003, quando eles foram lançados no País.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Árvores&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;O número de árvores se baseia em 3,20 árvores retirando uma tonelada de CO2 da atmosfera ao longo de 20 anos, considerando-se o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica plantadas pela ONG SOS Mata Atlântica no estado de São Paulo. A medição foi feita pela SOS Mata Atlântica, com apoio da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP) e da consultoria Key Associados. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.etanolverde.com.br/" target="_blank"&gt;Fonte: Etanol - Uma atitude inteligente&lt;/a&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Tecnologia inovadora melhora a qualidade do biodiesel</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/08/tecnologia-inovadora-melhora-qualidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Mon, 18 Aug 2008 14:25:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-3901257688663227314</guid><description>Westfalia e centros de pesquisa como o ITAL investem em tecnologias e estudos para garantir a qualidade do biodiesel e processos de produção mais ecológicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A GEA Westfalia Separator Brasil está disponibilizando no país uma planta industrial com um novo processo para cisão de borra (sabão), efluente indesejáveis do pré–tratamento de óleos vegetais para produção de biodiesel. No novo método ocorre a cisão contínua de borras, aumentando o rendimento final deste processo. “E ainda, a água ácida, que poderia afetar a qualidade do produto, é decantada em tanques cobertos e percorre um fluxo especial, onde efluentes são neutralizados. Tudo isso antes de ser enviada para o tratamento convencional”, destaca Renato Dorsa, gerente de engenharia da GEA Westfalia Separator Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de cisão de borra tem por finalidade transformar os sabões - formados durante o processo de neutralização - em ácidos graxos. “Esta tecnologia permite dar um fim mais nobre ao óleo arrastado na borra nos processos de pré-tratamento de óleos vegetais”, afirma Dorsa. Plantas com esse sistema da Westfalia já estão em funcionamento na Europa e Ásia. No Brasil, as plantas com sistemas tradicionais possuem tanques abertos, o que resulta em um processo mais perigoso e poluente. “O processo com centrífugas fechadas e compactas da Westfalia substitui os antigos métodos e é mais ecológico”, diz Dorsa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Roseli Ferrari, pesquisadora científica do Centro de Ciência e Qualidade de Alimentos do ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimentos) de Campinas-SP, além do biodiesel extra que pode ser gerado com esse processo de eliminação total da borra - resíduo que é prejudicial ao meio ambiente -, evita-se os odores desagradáveis que ocorrem nos métodos tradicionais, o que permite que esse tipo de planta possa ser instalada mesmo dentro das cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ITAL tem investido em pesquisas com o biodiesel, preocupando-se com a satisfação do consumidor final. Todas as plantas do Brasil devem seguir os padrões observados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biombustíveis), cujo objetivo é proporcionar um biodiesel de qualidade. “Como o país tem diversidade de clima e de matérias-primas, as especificações internas são diferentes, mas devemos nos adaptar cada vez mais para atender a uma demanda de exportação”, ressalta Roseli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisadora destaca aspectos importantes na qualidade do biodiesel, como, por exemplo, o fato de os motores diesel serem capazes de usar biodiesel sem adaptações. “Também o teor residual de álcool, glicerina e óleos deve ser o mais baixo possível. O biodiesel é biodegradável e sua estabilidade à oxidação deve ser assegurada. Enfim, todos os agentes, do produtor até as usinas, são responsáveis pela qualidade do biodiesel antes dele chegar ao motor do veículo”, reforça Roseli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a &lt;a href="http://www.westfaliaseparator.com.br/"&gt;GEA Westfalia Separator Brasil&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A GEA Westfalia Separator Brasil pertence ao grupo alemão GEA, líder mundial em equipamentos industriais, cujo faturamento anual gira em torno de 5 bilhões de euros. A empresa oferece soluções de engenharia de projetos e processos para o desenvolvimento e implementação de unidades completas para a produção de biodiesel. Cada uma dessas plantas tem capacidade de produção que pode atingir até 300 mil toneladas por ano. A equipe da GEA Westfalia Separator Brasil, com 35 anos de experiência no processamento de óleos vegetais, é também responsável pelo desenvolvimento e implementação de plantas de elevada confiabilidade para o pré-tratamento de diversas oleaginosas para a produção de biodiesel. A Westfalia do Brasil é reconhecida pela qualidade e agilidade de seus serviços de pós-venda, sendo também uma das fundadoras da UBRABIO (União Brasileira do Biodiesel).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o &lt;a href="http://www.ital.sp.gov.br/"&gt;Ital&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Instituto de Tecnologia de Alimentos é uma instituição de pesquisa, desenvolvimento e assistência tecnológica da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Governo do Estado de São Paulo. Foi fundada em 1969, na cidade de Campinas-SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alessandra de Falco&lt;br /&gt;Assessora de Imprensa&lt;br /&gt;GEA Westfalia Separator Brasil&lt;br /&gt;Valence imagem corporativa&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:jornalista@valence-br.com.br"&gt;jornalista@valence-br.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;19 3579.5466 / 19 9772.0970</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Escândalo da Agrenco</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/08/escndalo-da-agrenco.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Fri, 8 Aug 2008 11:31:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-628741478347011347</guid><description>24 Junho 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo Agrenco, que abriu seu capital em outubro do ano passado, teve seus principais executivos presos na operação Influenza da Polícia Federal (Executivos de megaexportadora de soja estão entre os presos, Patrícia Cançado , O Estado de São Paulo, 21/06/2008) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As acusações são de estelionato, formação de quadrilha, falsidade ideológica, uso de documentos falsos e lavagem de ativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da constatação de que a empresa recolhia ISS em Itajaí, apesar de não operar no porto de Santa Catarina, chamou a atenção e iniciou as investigações.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Num dos golpes, há indícios de que os três sócios da Agrenco simularam compra de grãos desse produtor e pegaram nota fiscal inidônea. “Em vez de pagar a fatura para o produtor, o dinheiro era dado a um laranja, que distribuía os lucros para todos. O laranja, por acaso, é parente do produtor. Ele recebeu algumas dezenas de milhares de dólares para emprestar a conta bancária”, explica o delegado, que pediu anonimato.&lt;br /&gt;Segundo informações do último balanço financeiro da companhia, a Agrenco é responsável por quase 15% da soja exportada pelo Brasil. Caso as investigações comprovem as operações fictícias, apenas uma parte desse volume realmente foi comprada e vendida.&lt;br /&gt;Os sócios também são acusados de trazer dinheiro de suas contas particulares no exterior para o Brasil por meio de contratos fictícios de prestação de serviços de consultoria. Segundo a PF, as empresas eram criadas para esse fim e desfeitas após a distribuição do dinheiro.( Executivos de megaexportadora de soja estão entre os presos, Patrícia Cançado , O Estado de São Paulo, 21/06/2008)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Conforme normas brasileiras, a empresa Agrenco, que é uma empresa com ações na Bovespa, foi considerada vítima pois os três sócios estariam lesando os outros acionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conseqüência é que no dia anterior o preço das ações caiu quase 50%, o que determinou a suspensão das negociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para manter a saúde aparente da empresa, os sócios teriam forjado documentos, segundo investigação da PF. No começo do ano, a KPMG, responsável pela auditoria da Agrenco, identificou cerca de 60 irregularidades no balanço, que depois teriam sido sanadas, afirma a polícia. Em 2007, o grupo faturou R$ 3,4 bilhões e teve um prejuízo de R$ 123 milhões. Sua dívida supera R$ 1 bilhão.&lt;br /&gt;A contabilidade da Agrenco é naturalmente complexa. O grupo, criado há 16 anos na França por Iafelice, é formado pela Agrenco do Brasil S.A.; pela Terlogs, que opera o Terminal Marítimo de São Francisco do Sul; por empresas de distribuição na Itália, Reino Unido, Cingapura e Ilha da Madeira, em Portugal; pela Agrenco Argentina; pela Agrenco Shipping and Chartering, do ramo de fretes marítimos; pela Finacom (com sede em Malta), de serviços financeiros. Na Noruega, possui ainda 40% do capital da Danofa, uma das principais processadoras e distribuidoras de soja do norte europeu. ( Executivos de megaexportadora de soja estão entre os presos, Patrícia Cançado , O Estado de São Paulo, 21/06/2008)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em outro texto (PF prende 24 por crime financeiro, Júlio Castro, 21/06/2008, O Estado de São Paulo) a imprensa detalha mais os problemas da empresa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Segundo a PF, a organização fazia operações cambiais ilegais, ocultava bens, rendas e movimentações financeiras com a participação de “laranjas”, além de operações comerciais simuladas com o uso de documentos falsos e fraudes em licitações. Há indícios de que a quadrilha corrompia servidores públicos de todas as esferas e níveis para alcançar seus objetivos, notadamente nos portos das cidades catarinenses de São Francisco do Sul e de Itajaí.&lt;br /&gt;A PF apurou a existência de fortes indícios de fraudes em licitações promovidas pelo Porto de Itajaí/SC, como ajuste prévio de vencedora, afastamento irregular das demais concorrentes e superfaturamento dos serviços contratados. Além disso, os presos articulavam-se para praticar crimes contra o mercado acionário, ou seja, adquiriam papéis da empresa Agrenco SA, visando ao lucro indevido. A empresa exporta e importa grãos. As penas previstas para os crimes ultrapassam 50 anos de prisão, além de multas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Como todo bom escândalo, na véspera a negociação dos papeis da empresa foi anormal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Segundo um analista, a companhia é alvo de desconfiança há alguns dias. O volume médio de negociações, sempre abaixo de R$1 milhão, chegou a R$13 milhões na segunda-feira. A Bovespa pediu esclarecimentos, e a empresa alegou que a oscilação se deveria à convocação de uma assembléia, em 11 de julho, para discutir a emissão de 25 mil novas ações. No mesmo dia, a produtora de equipamentos Hunter do Brasil pediu a falência de uma subsidiária da Agrenco.&lt;br /&gt;(...) O banco Credit Suisse tem participação de 6,89%. Ontem, no Brasil, ele foi o que mais vendeu ações, num total de R$3,2 milhões.&lt;br /&gt;No ano passado, o banco emprestou US$120 milhões à empresa. Em troca, coordenou o lançamento das ações na Bolsa, quando foram captados R$670 milhões. Na época, recebeu US$10 milhões em dinheiro, além de US$30 milhões em comissão. Além disso, ficou com uma participação acionária na empresa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(PF prende 24 pessoas por lavagem de dinheiro em SP e Santa Catarina, 21/06/2008, O Globo, p. 34, Adriana Baldissarelli*e Juliana Rangel)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://contabilidadefinanceira.blogspot.com/2008/06/abertura-de-capital-no-brasil-e-o-lado.html" target="_blank"&gt;Veja também a reportagem no Wall Street Journal que mostra a participação do Credit Suisse&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://contabilidadefinanceira.blogspot.com/2008/06/escndalo-da-agrenco.html" target="_blank"&gt;Blog Contabilidade Financeira&lt;/a&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O biodiesel e os desafios da inovação</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/08/o-biodiesel-e-os-desafios-da-inovao.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Sun, 3 Aug 2008 08:09:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-908878951310048345</guid><description>O lançamento do &lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2006/12/programa-nacional-de-biodiesel.html" target="_blank"&gt;Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB)&lt;/a&gt; foi cercado de esperanças de que ele traria uma nova matriz de produção na área de energia, mais inclusiva do ponto de vista social e menos desgastante do ponto de vista ambiental. Mas não é bem assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora &lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2007/07/contexto-histrico.html" target="_blank"&gt;as origens do biodiesel&lt;/a&gt; remontem à invenção do motor com ignição por compressão, desenvolvido pelo engenheiro alemão Rudolf Christian Karl Diesel no final do século XIX, e a primeira patente tenha sido atribuída ao brasileiro Expedito Parente nos anos 1980, sua incorporação efetiva à agenda das políticas enérgicas brasileiras só ocorreu no final da década de 1990 e início dos anos 2000. Entre outras iniciativas que marcaram o redescobrimento do potencial do biodiesel destaca-se o &lt;a href="http://dabdoub-labs.com.br/pdf/probiodiesel.pdf" target="_blank"&gt;Programa Brasileiro de Biocombustíveis (Probiodiesel)&lt;/a&gt; lançado em 2002 e coordenado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT). Os principais argumentos avançados na época para a implementação do programa eram: 1) a diminuição da dependência dos derivados do petróleo; 2) a criação de novos mercados para oleaginosas; 3) o crescimento da demanda global por combustíveis alternativos e 4) a redução das emissões de gás carbônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência no final de 2002, o Probiodiesel acabou reformulado para incorporar a questão da inclusão social, um dos pilares da estratégia do governo “Lula”. Esse aspecto era, em particular, associado à possibilidade de usar o óleo de mamona na produção de biodiesel, incentivando a geração de renda e emprego no Nordeste, já que a matéria-prima era apropriada às condições socioambientais da região. Para institucionalizar o programa, foi estabelecida, por meio de um decreto em dezembro de 2003, a Comissão Executiva Interministerial encarregada da implantação das ações direcionadas à produção e uso de biodiesel como fonte alternativa de energia. Durante o ano de 2004, foram realizados vários estudos técnicos que comprovaram a viabilidade do biodiesel, apoiando-se nas seguintes decisões: em &lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Mpv/214.htm" target="_blank"&gt;setembro de 2004, o governo editou a Medida Provisória 214&lt;/a&gt; definindo o biodiesel e delegando competências à Agência Nacional do Petróleo para a sua regulação; 2) no final de novembro, foi aprovado um programa de apoio financeiro aos investimentos em biodiesel pelo BNDES e 3) no dia 6 de dezembro de 2004, foi oficialmente lançado pelo presidente da República o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB). Ao mesmo tempo, instituiu-se o &lt;a href="http://brasilbio.blogspot.com/2007/11/selo-combustvel-social.html" target="_blank"&gt;Selo Combustível Social&lt;/a&gt;, concedido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) aos produtores de biodiesel que adquirissem matéria-prima dos agricultores familiares e lhes assegurassem assistência e capacitação técnica. Para incentivar a efetivação do selo, o PNPB institucionalizou uma redução das alíquotas da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS, com coeficientes diferenciados em função da matéria-prima (mamona, soja, dendê etc.), da região de produção e do tipo de fornecedor (agricultura familiar ou agronegócio). (Veja a &lt;a href="http://brasilbio.blogspot.com/2008/05/legislao-do-biodiesel-brasileiro.html" target="_blank"&gt;Legislação do Biodiesel Brasileiro&lt;/a&gt; aqui)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez sancionada a Lei do Biodiesel, iniciou-se a fase de implementação do programa. Apesar das expectativas suscitadas pelo seu caráter inovador, havia um alto grau de incerteza quanto ao andamento efetivo dessa fase. Em primeiro lugar, não era trivial a incorporação numa mesma esfera de ação pública de atores sociais tão distantes do ponto de vista dos interesses, valores, rotinas e cultura organizacional, como, por exemplo, a Petrobras e os agricultores familiares, ainda que o programa tenha proporcionado incentivos para tornar essa articulação efetiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, os problemas encontrados &lt;a href="http://brasilbio.blogspot.com/2008/07/os-percalcios-enfrentados-pelo.html" target="_blank"&gt;nos suprimentos de óleo de mamona&lt;/a&gt; causavam incertezas. Procurando solucionar esses problemas, representantes do MDA passaram a intensificar seu trabalho junto com sindicatos e movimentos sociais no intuito de dar maiores informações sobre as regras contratuais, os padrões de produção industriais e as oportunidades de renda e trabalho proporcionadas pelo PNPB. Esperava-se que essas organizações pudessem servir como agentes de transmissão de informações e conhecimentos junto aos produtores e estabelecer um grau de confiança sem o qual a continuidade do projeto poderia estar comprometida. Além disso, o MDA criou uma linha de financiamento do Pronaf para estimular a produção de mamona. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o MCT, a partir da mobilização dos recursos proporcionados pela rede brasileira de biodiesel, intensificaram seu trabalho de mapeamento das rotas tecnológicas viáveis, buscando sobretudo opções para diversificar as fontes de matéria-prima. Esses esforços tiveram o mérito de mostrar que havia várias soluções possíveis, como o dendê e o girassol, e até mesmo inesperadas como o pinhão manso. A Petrobras, do seu lado, passou a incentivar pesquisas para elevar a produtividade e descobrir novos usos para a “torta” de mamona objetivando elevar a lucratividade do negócio, embora cogitasse mais fortemente o uso de outras oleaginosas para garantir o suprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As diferentes iniciativas visavam garantir credibilidade e viabilidade ao PNPB. No entanto, para muitos, sejam eles críticos ou torcedores do programa, o primeiro teste realmente significativo era vinculado aos resultados dos &lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/leiles-da-anp.html" target="_blank"&gt;leilões públicos&lt;/a&gt;  de venda de biodiesel, promovidos pela ANP, cujo desenho tinha sido idealizado para servir de matriz institucional inicial ao desenvolvimento do mercado e da indústria de biodiesel no Brasil. No primeiro leilão foram adquiridos 70.000 m3 de biodiesel, sendo 54,3% deste à base de óleo de mamona e vendido pela Brasil Biodiesel. As demais oleaginosas foram soja (38,6%) e dendê (7,1%). Os leilões posteriores, no entanto, revelaram uma série de problemas, minando parte do entusiasmo inicial e mostrando a necessidade de realizar ajustes institucionais e organizacionais para manter vivas as aspirações originais do PNPB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O volume de biodiesel negociado nos leilões, por exemplo, não tem apresentado crescimento regular e a entrega da produção negociada encontra-se incerta. Segundo a ANP, entre janeiro e junho de 2007 foram produzidos 122 milhões de litros de biodiesel. Ainda que represente uma expansão da oferta, o volume é 30% inferior ao que deveria ser entregue até junho de 2007, de acordo com os contratos firmados no segundo leilão de biodiesel. Além disso, quase todas as empresas produtoras de biodiesel estão com sua produção abaixo do que foi prometido e parte do volume produzido não está em conformidade com as normas de qualidade estabelecida pela ANP, obrigando sua devolução pelas distribuidoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em teoria, numa situação em que os preços do biodiesel compensam tanto os custos de produção quanto aqueles derivados dos problemas de coordenação entre os atores envolvidos, os leilões da ANP representariam uma opção atraente para as empresas e as expectativas de lucros incentivariam maior disciplina entre os agentes da cadeia. No entanto, os preços negociados nos leilões mostraram trajetória de queda enquanto os preços internacionais das principais matérias-primas, a soja em particular, estão subindo. Por outro lado, os problemas organizativos da cadeia de biodiesel – como a assistência técnica deficiente, logística inadequada, falta de fiscalização, mercado informal crescente, insegurança contratual e conflitos com governos estaduais, etc. – dificultam a coordenação entre os atores envolvidos no programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses problemas e suas possíveis conseqüências sobre a credibilidade e legitimidade do PNPB estão levando o governo e as demais partes interessadas no desenvolvimento do biodiesel a rever seus objetivos, critérios e modos de operar. Uma primeira linha de ação é a reafirmação do compromisso do governo federal com o desenvolvimento do biodiesel como parte da matriz energética de longo prazo. Em recentes viagens ao exterior, por exemplo, o presidente destacou que o biodiesel brasileiro é uma “semente que certamente vai dar muito fruto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca da maior integração entre os órgãos públicos, assim como entre os diversos atores da cadeia, representa um outro conjunto de ação relacionado com os ajustes necessários para manter o PNPB operacional. Uma iniciativa nessa direção foi empreendida para reunir, em Brasília, no dia 13 de junho de 2007, representantes da recém-criada &lt;a href="http://www.ubrabio.com.br/home/ubrabio.php" target="_blank"&gt;União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio)&lt;/a&gt; e o ministro do MDA, Guilherme Cassel. Para o governo, a criação da entidade é um elemento que pode proporcionar maior colaboração e facilitar a comunicação com os produtores de biodiesel. Essa busca por maior integração organizacional marcou, também a &lt;a href="http://www.mda.gov.br/portal/index/show/index/cod/1776/codInterno/14149" target="_blank"&gt;II Reunião do Selo Combustível Social&lt;/a&gt; que ocorreu em Brasília e reuniu representantes das empresas produtoras de biodiesel e da Petrobras, do Governo Federal, das instituições de apoio ao PNPB, como agentes financeiros e instituições de pesquisa, dos movimentos sociais e sindicais, das equipes técnicas e de supervisão dos Projetos Pólos Centro-sul e Nordeste e da equipe da Secretaria de Agricultura Familiar do MDA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esses esforços organizativos soma-se uma revisão do mix de matéria-prima capaz de sustentar o desenvolvimento do programa. Com efeito, visto que os preços dos dois principais componentes do biodiesel, soja e mamona, colocam em xeque a viabilidade do programa, seja porque o &lt;a href="http://brasilbio.blogspot.com/2007/11/uso-da-soja-como-matria-prima-para.html" target="_blank"&gt;preço da soja aumenta&lt;/a&gt;, seja em função do dos preços pagos pelas indústrias químicas e cosméticas pelo óleo de mamona, o alargamento da oferta se torna uma questão estratégica. Não por acaso, vêm se multiplicando estudos sobre o potencial energético do pinhão manso ou do dendê, considerada a matéria-prima mais viável para a produção de biodiesel, com rendimento de até 6 mil litros por hectare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista da dinâmica institucional, o lançamento do PNPB é interessante por vários motivos. Em primeiro lugar, destaca-se o grande número de organizações e instituições envolvidas na formulação do programa. De fato, além de 13 ministérios e várias estatais, participaram direta e indiretamente um conjunto heterogêneo de deputados e senadores, diversos institutos de pesquisa e centros tecnológicos, algumas associações empresariais e sindicatos. Essa formatação organizacional e institucional aponta para a complexidade dos valores e interesses em jogo na formulação de políticas públicas, tornando a identificação das causas e efeitos do processo de decisão um exercício bastante difícil. No mesmo sentido, a multiplicidade dos modos de coordenação, tanto em níveis interindividuais como interorganizacionais, implica o reconhecimento da diversidade de lógicas de ação, às quais recorrem os policy makers, e da complexidade das formas de governança da ação pública. Em segundo lugar, o PNPB, com seu foco na inclusão social, sua expectativa de crescentemente substituir as importações de diesel mineral e sua ambição de proporcionar um novo modelo de gestão do desenvolvimento agrário e energético, representa uma iniciativa corajosa e inovadora. No entanto, como toda inovação que modifica os parâmetros institucionais e organizacionais da implementação das políticas públicas, tradicionalmente setoriais, o PNPB requer ajustes, comprometimento e aprendizagem por parte dos atores envolvidos. Por fim, cabe assinalar que uma melhor compreensão desses processos demanda novas pesquisas e análises no assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Georges Flexor é professor adjunto do Instituto Multidisciplinar IM/UFRRJ e pesquisador do Observatório de Políticas Públicas para a Agricultura OPPA/CPDA.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14725" target="_blank"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136372263750402034" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisCalwooLXIvJplqoYZ4fIUhmN312ZC7e1IkiWvce-_LC_g5WawpTxuzsQ1_VTPzWN0uHWbDajHCopk1laa04DZSnK-VdBS5QMqTcQVjry9NpdwoWT4a7Xhv8nehairRIBU7JY0XOfCQoY/s200/Carta+Maior+globe_rodando_172x65.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do &lt;a href="http://ises-do-brasil.blogspot.com/2007/10/o-biodiesel-e-os-desafios-da-inovao.html" target="_blank"&gt;Blog ISES do Brasil&lt;/a&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEisCalwooLXIvJplqoYZ4fIUhmN312ZC7e1IkiWvce-_LC_g5WawpTxuzsQ1_VTPzWN0uHWbDajHCopk1laa04DZSnK-VdBS5QMqTcQVjry9NpdwoWT4a7Xhv8nehairRIBU7JY0XOfCQoY/s72-c/Carta+Maior+globe_rodando_172x65.gif" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A rapadura finalmente é nossa!!!!!</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/rapadura-finalmente-nossa.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Fri, 25 Jul 2008 20:34:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-2073269624399903212</guid><description>Brasil vence briga com Alemanha por registro da rapadura  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;25/07/08 - &lt;a href="http://brasilbio.blogspot.com/2008/06/rapadura-nossa_11.html"&gt;Não foi mole, muito menos doce, a briga pela rapadura&lt;/a&gt;. O nome da guloseima tipicamente brasileira havia sido registrado por uma empresa estrangeira, há 19 anos, na Alemanha e nos Estados Unidos, como marca de um açúcar mascavo, que nada mais é que rapadura triturada. Depois que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Ceará denunciou ao Itamaraty o registro indevido do nome tupiniquim lá fora, teve início uma longa negociação que terminou há poucos dias. A firma alemã Rapunzel Naturkost, detentora da marca nos dois países, aceitou a proposta brasileira de registrar o nome composto Rapadura Rapunzel para o produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não ser novidade, a &lt;a href="http://brasilbio.blogspot.com/2008/06/biopirataria.html"&gt;Biopirataria&lt;/a&gt; tem aumentado muito nos utimos tempos. O país recordista em registrar nomes brasileiros como marcas é o Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em maio passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto designando o cupuaçu como fruta nacional. Mesma coisa fez o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com a cachaça, estipulando os critérios para a aguardente de cana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz o decreto que “cachaça é a denominação típica e exclusiva da aguardente de cana produzida no Brasil, com graduação alcoólica de 38% a 48% em volume a 20 graus Celsius e com características sensoriais peculiares”. Esse tipo de determinação, segundo o advogado Pedro Szajnferber de Franco Carneiro, diretor da Associação Paulista de Propriedade Intelectual, é importante para proteger a marca internamente. “Isso evita que alguém no Brasil decida registrar o nome cachaça para comercializar a bebida”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para evitar mais problemas com registros de nomes genéricos brasileiros no exterior, um grupo interministerial elaborou uma lista com cerca de 5 mil nomes típicos verde-amarelos. &lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/frutas-tropicais-brasileiras.html"&gt;Constam da relação o umbu, cajá, maracujá, pinhão&lt;/a&gt;. A lista foi repassada à Organização Mundial de Propriedade Intelectual, que mantém contato com escritórios de registros de marcas em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;País também recebe reclamações - Engana-se, porém, quem acha que só os nomes brasileiros são registrados indevidamente lá fora. Por aqui também recaem reclamações de outros países, que não aceitam o uso de determinadas marcas. Um dos exemplos mais antigos que ainda está na Justiça é a famosa cachaça Havana, fabricada desde 1943 em Salinas, Minas Gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O imbróglio começou quando a Havana Club Holding — controlada pela multinacional francesa Pernod Ricard, que comercializa o rum Havana Club no Brasil — teve a marca registrada pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e questionou, em 2001, a utilização do nome por Anísio Santiago, então dono da fábrica artesanal da cachaça Havana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rótulos tiveram de ser substituídos. Passaram a levar o nome do dono, que morreu em 2002, perto de completar 91 anos. Familiares contam que o velho Anísio ficou tão desgostoso que mandou queimar todos os selos que continham a palavra Havana, nome da simplória propriedade rural onde a cachaça era fabricada. Em 2005, porém, a Justiça concedeu uma liminar permitindo que a família use o termo Havana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Voltamos a colocar os rótulos, mas em poucas garrafas. A maior parte sai com o selo Anísio Santiago, que já está firmado no mercado. Temos receio de voltar a usar somente Havana e, ao final do processo, perdermos o direito da marca”, explica Roberto Santiago, um dos sete herdeiros do inventor da cachaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença de preços entre uma garrafa selada com um rótulo Havana e uma com Anísio Santiago mostra bem o peso de determinadas marcas. Na fábrica, a Havana sai a R$ 200, enquanto a Anísio fica em R$ 100. “A cachaça é exatamente a mesma, só por causa do selo muda tanto de valor. Tem gente que liga para isso”, diz Santiago. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Paraiba.com</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Rodada Doha: Entenda o que está em jogo em Genebra</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/rodada-doha-entenda-o-que-est-em-jogo.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Wed, 23 Jul 2008 17:40:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-6049632093513698599</guid><description>A partir desta segunda-feira, ministros de cerca de 35 países estão reunidos em Genebra, na Suíça, para dar continuidade às negociações da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro em Genebra deverá se estender por toda a semana e é considerado a última chance de se obter um acordo de liberalização do comércio mundial, pelo menos neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rodada Doha foi lançada há sete anos, mas está paralisada devido a divergências sobre o nível de abertura em setores de interesse de países ricos e pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países em desenvolvimento querem maior abertura no setor agrícola das nações desenvolvidas, incluindo a redução ou o fim de subsídios. O bloco dos países desenvolvidos pressiona por maior abertura nos setores de indústria e serviços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entenda o que está em jogo nas negociações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quanto tempo as negociações da Rodada Doha vêm sendo realizadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rodada Doha da OMC foi lançada em novembro de 2001, na capital do Qatar, com o objetivo de obter maior liberalização do comércio mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase sete anos depois, os países envolvidos nas discussões ainda não conseguiram chegar a um acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até agora, as discussões têm girado principalmente em torno do tamanho dos cortes nos subsídios à agricultura por parte dos países desenvolvidos e no quanto o comércio de serviços pode ser liberalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que as negociações foram paralisadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos mais polêmicos é o quanto os países ricos aceitam remover suas barreiras a exportações agrícolas dos países pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também há divergências sobre o quanto as nações em desenvolvimento aceitam abrir seus mercados para bens manufaturados e serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países em desenvolvimento criticam o que consideram políticas protecionistas, principalmente por parte dos Estados Unidos e da União Européia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles querem provas concretas de que os países desenvolvidos estão dispostos a abrir seus mercados com cortes expressivos em suas tarifas de importação e nos subsídios à agricultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal problema é que o livre comércio em agricultura tem se mostrado bem mais difícil de ser negociado do que em bens manufaturados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em que ponto está a negociação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante esta semana, os representantes dos países envolvidos deverão ter reuniões dia e noite para tentar aprovar uma proposta de acordo em agricultura e produtos não-agrícolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns sinais de progresso. A União Européia disse estar preparada para reduzir suas tarifas agrícolas em 60%, o que significa um avanço em relação a propostas anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, os Estados Unidos afirmam que só irão reduzir seus subsídios agrícolas se os países emergentes abrirem seus mercados, cortando tarifas industriais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer proposta de acordo que seja decidida em Genebra terá que receber o aval de todos os 152 membros da OMC antes de ser aprovada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma corrida contra o relógio para se chegar a um acordo. Os envolvidos nas negociações querem fechar um acordo antes que o novo presidente americano assuma o poder, em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo presidente dos Estados Unidos pode querer fazer mudanças na política comercial do país, e qualquer acordo sem a participação da maior economia do mundo seria bastante enfraquecido - ou mesmo inútil, segundo analistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os atuais problemas na economia mundial afetam as negociações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saúde da economia global se deteriorou desde a última reunião para discutir a Rodada Doha, com desaceleração no crescimento nos países desenvolvidos e aumentos do custo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alta mundial dos preços dos alimentos, que dobraram desde o ano passado, teve efeito maior sobre os países mais pobres, onde uma proporção maior da renda familiar é gasta em comida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo analistas, isso levou a um aumento do protecionismo nos países exportadores de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os defensores de um acordo afirmam que ele iria ajudar a reduzir a pobreza e a criar empregos nos países em desenvolvimento, enquanto os países ricos podem se beneficiar se conseguirem exportar mais bens e serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calcula-se que um acordo possa injetar US$ 100 bilhões por ano na economia mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais seriam as conseqüências de um fracasso nas negociações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comissário de Comércio da União Européia, Peter Mandelson, afirma que há 50% de chance de sucesso. O diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, é mais otimista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fracasso nas negociações significaria o fim da Rodada Doha, já que as eleições americanas devem dominar a agenda política mundial a partir de agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso enfraqueceria a realização de acordos multilaterais, já que os países negociariam acordos comerciais individuais entre si, o que colocaria os países menores em desvantagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os maiores países em desenvolvimento, como Brasil e Índia, também perderiam com o fracasso nas negociações, porque precisam de mercados abertos para suas crescentes exportações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, algumas organizações não-governamentais (ONGs) afirmam que é melhor que não haja nenhum acordo do que um acordo que seja desfavorável aos países mais pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a OMC, o fracasso em obter um acordo depois de sete anos de negociações significaria o maior revés de sua história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: BBC Brasil</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Fontes Diversas</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/varias-fontes.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Fri, 18 Jul 2008 13:48:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-2091326828615440729</guid><description>As fontes consultadas estão distribuídas pelo texto em links que apontam para as mesmas. Fora isso, também são feitas adaptações pelo &lt;a href="http://www2.blogger.com/profile/05784270155630767173" target="_blank"&gt;Autor do Blog&lt;/a&gt;para melhor entendimento da matéria expressando, também, a sua opinião pessoal sobre o assunto.</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>A farsa do biocombustível da Brasil Ecodiesel no Piauí</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/farsa-do-biocombustvel-da-brasil.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Fri, 18 Jul 2008 10:42:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-1283331022734859515</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSZDvWV7sSROz6p6gZTY-DhVz5hcWtxMB_EKlXo-Fk114ICCmK2W4C0EqgWIP9DGBMiChQfPaOzihbVH6VDooQTGz9KECSpwWA2GmUrVEfCXI4cS_kHCGpL8Vkj7TkM7K3LB2bFETdvvY/s1600-h/Fazenda+Santa+Clara.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224365943130554130" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 191px; CURSOR: hand; HEIGHT: 138px" height="144" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSZDvWV7sSROz6p6gZTY-DhVz5hcWtxMB_EKlXo-Fk114ICCmK2W4C0EqgWIP9DGBMiChQfPaOzihbVH6VDooQTGz9KECSpwWA2GmUrVEfCXI4cS_kHCGpL8Vkj7TkM7K3LB2bFETdvvY/s200/Fazenda+Santa+Clara.jpg" width="187" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em março de 2004, quando o presidente Luís Inácio Lula da Silva anunciou à nação brasileira, direto da Fazenda Santa Clara, no município de Canto do Buriti, a 400 quilômetros de Teresina, que o Brasil estava dando o primeiro passo para a substituição dos combustíveis fósseis por um combustível limpo, o biocombustível, produzido a partir da mamona, pela empresa Brasil Ecodiesel, talvez não imaginasse que, por trás da encenação, havia uma série de irregularidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro anos depois do circo armado para o espetáculo governamental, a cortina veio abaixo e revelou uma realidade onde os principais protagonistas dessa história, os trabalhadores rurais, se consideram usados e enganados pela Brasil Ecodiesel, “Viramos refém dessa empresa", disse o trabalhador rural F.R. que autorizou somente a publicação de suas iniciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se referia à dependência financeira e às más condições de trabalho que as mais de 600 famílias contratadas pelo projeto têm para com a Brasil Ecodiesel desde que assinaram o contrato, no início do projeto. A cada família foram destinados sete hectares, cinco para o plantio de mamona e dois para feijão. Do total da produção da mamona 30% é para a empresa e os 70% que sobram é destinado a cobrir o adiantamento de safra que atualmente é de R$ 160 reais que recebem por mês. O valor correspondente a três mil quilos de mamona por safra. Dessa maneira, não há como o trabalhador obter lucro, uma vez que para cobrir os custos da produção, teria que produzir 4.500 quilos nos cinco hectares. Ocorre que por uma série de problemas de ordem técnicas relacionadas à baixa fertilidade do solo, qualidade da semente, entre outros, no máximo estão conseguindo produzir 300 quilos por hectares. Em algumas áreas, a colheita não passa de 100 quilos por hectares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao feijão, cada família é obrigada a destinar 30% do que produz para a empresa. Ainda como parte do contrato, existe a entrega de uma cesta básica no valor de R$ 100 reais. Segundo o colono, Neto Hipólito, a cesta básica repassada não passa do valor de R$ 30 reais e, além de pífia, ainda atrasa quase todos os meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas irregularidades têm criado uma insatisfação generalizada na fazenda. Muitos já abandonaram o projeto porque temem que, mais cedo ou mais tarde, sejam obrigados a saírem da área, e, para piorar, ainda endividados. Mesmo a Brasil Ecodiesel acumulando prejuízos com o projeto de biocombustível, na unidade de produção do biocombustível, localizada em Floriano, a 240 quilômetros da capital, a empresa assegura que produz 40 mil litros por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;O que se questiona é: de onde está vindo à matéria prima?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelos cálculos de Neto Hipólito, a fazenda tem uma despesa mensal de RS 500 mil. "A gente não sabe de onde vem esse dinheiro, se vem do governo ou da própria empresa, aliás, por aqui ninguém sabe nada sobre esse projeto, se existe um dono e quem é ele. A gente só vê os encarregados, que por sinal estão sempre mudando. Também continuam depositando os R$ 160 reais da parceria", relata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se ter uma idéia da estranheza do projeto, por enquanto, o plantio de mamona da próxima safra, que deveria ter iniciado em outubro, até agora não aconteceu. "Começamos a plantar dai veio uma praga de lagarta e destruiu tudo, agora não sabemos quando vai recomeçar", contou um dos parceiros do projeto, o trabalhador rural Pedro Cosme da Silva, 34 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cosme disse ainda que pelo andar da carruagem a empresa não tem pressa, pois dos oito tratores ali existentes cinco foram levados para uma outra fazenda, que dizem ser da mesma empresa. "A preocupação é que ocorra o mesmo que aconteceu na safra passada quando o plantio foi feito fora de hora, acarretando uma produção mínima", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Trabalho Infantil é de comover qualquer insensível&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifxj-K4zohDo4n70hv74JNAUK7ghyphenhyphen49FlX4-OfOz0j-pnqQVE2Qb9gnPC03831iikzfiv8ft481-COUvPGzn8Eu8RB-fs-sLaBZWRUW60VrqSHKFu7j_ezMHuvsos5l85MPUR0NOsytqw/s1600-h/Farsa+Brasil+Ecodiesel+005.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224381223924347458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="132" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifxj-K4zohDo4n70hv74JNAUK7ghyphenhyphen49FlX4-OfOz0j-pnqQVE2Qb9gnPC03831iikzfiv8ft481-COUvPGzn8Eu8RB-fs-sLaBZWRUW60VrqSHKFu7j_ezMHuvsos5l85MPUR0NOsytqw/s320/Farsa+Brasil+Ecodiesel+005.jpg" width="167" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nas 20 células, denominação dada pela Brasil Ecodiesel para as áreas onde foram construídas 35 casas, a insegurança e insatisfação é a mesma. Famílias se queixam de estarem passando necessidades. Para completar a renda muitas delas colocam as crianças para tapar buracos na BR-324 e ganharem trocados dos motoristas. Durante nossa passagem pelas proximidades das células, encontramos inúmeras crianças com idade entre seis a treze anos, labutando com uma enxada preenchendo infinidades de buracos no que resta de asfalto. Uma dela, T.C., seis anos, comove até aos mais insensíveis devido a magreza e pele muito clara. A criança passa o dia inteiro exposta ao sol e o seu rosto descascado e tomado por sardas é a prova do sofrimento que vimos também através de seus olhinhos infantis. Segundo ela, logo cedo tem que ir para a estrada conseguir uns trocados que são entregues a mãe para ajudar nas despesas da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco mais adiante nos deparamos com os irmãos D.P., 10 anos, e A.P., nove anos. Eles contaram que passam o dia inteiro tapando buracos e ganham até 20 reais ao dia. "Às vezes a gente só consegue R$ 10 ou menos que isso. O bom é que mesmo sendo pouco a gente sempre ganha", contou D.P., um menino que se mostrou bem educado e inteligente. Ele disse também que com o dinheiro que ganham ajuda a comprar o que comer. "Nossos pais não queriam isso pra gente, mais é o jeito vir pra estrada se não a gente passa fome", completou. Quis saber como fazem para se alimentar e tomar água e D.P. contou que um outro irmão menor leva comida e água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já duas adolescentes, com idade entre 13 e 14 anos, que se encontravam na mesma situação resistiram conversar com nossa equipe. Depois de muita insistência as garotas revelaram que pedem dinheiro para comprar roupas. Sobre o perigo de serem molestadas por motoristas inescrupulosos, elas não responderam mais demonstram pelo comportamento que o perigo é uma constante. Já em conversa com os adultos, soubemos da ocorrência de prostituição infantil nas imediações da fazenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Produção de Carvão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A área total do projeto para produção de mamona é de 40 mil hectares. Desse total, somente três mil já deveriam ser utilizados para o plantio da monocultura, mas, todo o restante já foi praticamente desmatado para a produção de carvão vegetal. No interior da fazenda estão instalados cinco grandes fornos industriais, os mais modernos que existem e que são controlados por computadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homens que localizamos ensacando carvão próximo às fornalhas nada sabiam informar sobre a produção. Segundo eles, atualmente a lenha retirada da mata nativa está sendo levada para a Fazenda Canto do Buriti, aonde hoje vem sendo produzido carvão. Eles disseram ainda que os encarregados falaram que a atividade vai retornar em breve. Já o superintendente do Ibama no Piauí, Romildo Mafra, disse que apesar dos fornos, a fazenda Santa Clara não poderião estar produzindo carvão. "Eles não têm o DOF-Documento de Origem Florestal, portanto, não podem fazer carvão", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.portalaz.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224382953591623618" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguoDNQWwOOpAHRyID6OiTZta-jRoZqskc8eF9mXPVmdGa1HPdD_rnt-8sQWQHO8-s9HnUwDAxsTytIQh_0BdokO4m49wfhPgpk8czkSsYQFrJ5_fRnLJO47pcNmDcY-6nmde-TJ467Mik/s200/Portal+az.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSZDvWV7sSROz6p6gZTY-DhVz5hcWtxMB_EKlXo-Fk114ICCmK2W4C0EqgWIP9DGBMiChQfPaOzihbVH6VDooQTGz9KECSpwWA2GmUrVEfCXI4cS_kHCGpL8Vkj7TkM7K3LB2bFETdvvY/s72-c/Fazenda+Santa+Clara.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Matérias públicadas em meus outros Blogs</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/matrisa-pblicadas-em-meus-outros-blogs.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Mon, 14 Jul 2008 11:10:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-3173956026016280740</guid><description>Aqui você pode encontrar as matérias públicadas nos outros Blogs de minha autoria, separados por periódos e em ordem alfabetica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Periodo: 29 de junho a 06 de julho de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/frica-aqui.html" target="_blank"&gt;A África é Aqui!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/cultura-do-pinho-manso-jatropha-curcas.html" target="_blank"&gt;A CULTURA DO PINHÃO MANSO - Jatropha curcas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/07/energia-limpa-no-pode-se-contrapor.html" target="_blank"&gt;A Energia limpa não pode se contrapor à busca de alternativas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/07/lcool-usa-mais-de-60-da-produo.html" target="_blank"&gt;Álcool usa mais de 60% da produção brasileira de Cana&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/algas-contra-crise-alimentar-mundial.html" target="_blank"&gt;Algas contra a crise alimentar mundial&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/arroz-para-biodiesel.html" target="_blank"&gt;Arroz para Biodiesel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/06/matrias-sobre-etanol-celulsico.html" target="_blank"&gt;Artigos sobre Etanol Celulósico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/assobiar-e-chupar-cana.html" target="_blank"&gt;Assobiar e chupar cana&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/07/banco-mundial-culpa-etanol-americano.html" target="_blank"&gt;Banco Mundial culpa etanol Americano pela alta nos preços dos alimentos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/biocombustveis-x-alimento-uma-viso.html" target="_blank"&gt;Biocombustíveis X Alimento uma visão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/biodiesel-de-leo-de-camelina-sativa.html" target="_blank"&gt;Biodiesel de óleo de Camelina sativa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/biodiesel-de-leo-de-tungue.html" target="_blank"&gt;Biodiesel de Óleo de Tungue&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/biodiesel-feito-de-cana-de-acar.html" target="_blank"&gt;Biodiesel feito de Cana-de-Açúcar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/brasil-celeiro-do-mundo.html" target="_blank"&gt;Brasil: Celeiro do mundo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/07/crise-americana-pode-levar-suspenso-de.html" target="_blank"&gt;Crise americana pode levar a suspensão de tarifa do álcool&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/06/dados-do-setor-canaoeste.html" target="_blank"&gt;Dados do Setor (CanaOeste)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://usinasbr.blogspot.com/2008/06/eaf-machado-machadomg.html" target="_blank"&gt;EAF (Machado/MG)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/06/economist-defende-fim-da-tarifa-dos-eua.html" target="_blank"&gt;"Economist" defende fim da tarifa dos EUA ao etanol do Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/embrapa-apresenta-opo-para-reduzir.html" target="_blank"&gt;Embrapa apresenta opção para reduzir abertura de novas áreas na Amazônia legal&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/07/energia-gerada-da-cana-de-acar-mo.html" target="_blank"&gt;Energia gerada da cana-de-açúcar mo Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/07/energia-oportunidade-e-ameaa-para-o.html" target="_blank"&gt;Energia: oportunidade e ameaça para o Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/esquims-processam-eua-por-mudanas-no.html" target="_blank"&gt;Esquimós processam EUA por mudanças no clima&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/07/exportao-de-lcool-sai-do-papel-e.html" target="_blank"&gt;Exportação de álcool sai do papel e Petrobras investe&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/frutas-tropicais-brasileiras.html" target="_blank"&gt;Frutas tropicais brasileiras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/07/governo-na-contramo-do-etanol.html" target="_blank"&gt;Governo na contramão do Etanol&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/07/ibama-autua-usinas-de-pernambuco-sem.html" target="_blank"&gt;Ibama autua usinas de Pernambuco sem licença&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/07/japo-vai-aumentar-compra-de-etanol.html" target="_blank"&gt;Japão vai aumentar compra de etanol brasileiro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/jatropha-curcas-physic-nut-pinho-manso.html" target="_blank"&gt;Jatropha Curcas (physic nut, pinhão manso, tempate) Jatropha curcas (físico porca, Pinhão manso, tempatan)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/07/justia-derruba-lei-que-limita-rea-de.html" target="_blank"&gt;Justiça derruba lei que limita área de cana em Rio Verde/Goiás&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/07/lei-do-biocombustvel-da-ue-pode-conter.html" target="_blank"&gt;Lei do biocombustível da UE pode conter "armadilha ecológica" para Etanol do Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/maior-produo-de-biomassa-com-plantas.html" target="_blank"&gt;Maior produção de biomassa com plantas transgênicas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/materias-primas-para-fabricao-de.html" target="_blank"&gt;Materias-Primas para a fabricação de Biodiesel, no Brasil e no Mundo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/07/multinacional-produzir-etanol-de-algas.html" target="_blank"&gt;Multinacional produzirá etanol de algas e gramíneas do EUA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/normas-abnt-para-biodiesel.html" target="_blank"&gt;Normas ABNT para biodiesel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/leo-de-murumuru-para-fabricar-biodiesel.html" target="_blank"&gt;Óleo de Murumuru para fabricar Biodiesel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/leo-de-palma.html" target="_blank"&gt;Óleo de Palma&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/leo-vegetal-x-combustvel-de-origem.html" target="_blank"&gt;Óleo vegetal X Combustível de origem biológica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/opes-de-oleaginosas-para-o-biodiesel-no.html" target="_blank"&gt;Opções de Oleaginosas para o Biodiesel no Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/palma.html" target="_blank"&gt;Palma&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/07/petrobras-est-otimista-com-descoberta.html" target="_blank"&gt;Petrobras está otimista com a descoberta de petróleo e com os biocombustíveis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/pinho-manso-jatropha-curcas-l.html" target="_blank"&gt;Pinhão Manso - Jatropha curcas L.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/pinho-manso-jatropha-curcas-l-descrio.html" target="_blank"&gt;Pinhão-Manso (Jatropha curcas L): descrição da planta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/pinho-manso-e-o-biodiesel.html" target="_blank"&gt;Pinhão-manso e o Biodiesel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/pinho-manso-planta.html" target="_blank"&gt;Pinhão-Manso, a planta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/resumo-do-jatropha-world-congress.html" target="_blank"&gt;Resumo do Jatropha World Congress&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/teca-tectona-grandis.html" target="_blank"&gt;TECA (Tectona grandis)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/trangnicos-mentira-ideolgica.html" target="_blank"&gt;Trangênicos: Mentira Ideológica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/tungue.html" target="_blank"&gt;Tungue&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/tungue-planta.html" target="_blank"&gt;Tungue: A Planta&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/07/uso-de-biocombustvel-na-ue-ainda-motivo.html" target="_blank"&gt;Uso de biocombustível na UE é ainda motivo de controvérsia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://usinasbr.blogspot.com/2008/07/vanguarda-brasil-nova-mutummt.html" target="_blank"&gt;Vanguarda Brasil (Nova Mutum/MT)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/07/venezuela-e-cuba-tm-interesse-no-modelo.html" target="_blank"&gt;Venezuela e Cuba têm interesse no modelo de produção brasileira de etanol de cana-de-açúcar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Periodo: 12 a 28 de junho de 2008 &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/06/economist-defende-fim-da-tarifa-dos-eua.html" target="_blank"&gt;”Economist” defende fim da tarifa dos EUA ao etanol do Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/06/biocombustveis-de-2-gerao-o-brasil.html" target="_blank"&gt;Biocombustíveis de 2ª geração: O Brasil corre o risco de ficar para trás&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/06/biocombustveis-trocam-um-problema-por.html" target="_blank"&gt;Biocombustíveis trocam um problema por outro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/06/biopirataria-quem-pertence-o-dna.html" target="_blank"&gt;Biopirataria: A quem pertence o DNA?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/06/brasil-vai-fornecer-etanol-para-sucia.html" target="_blank"&gt;Brasil vai fornecer etanol para a Suécia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/06/etanol-celulsico-procura-do-microbio.html" target="_blank"&gt;Etanol Celulósico: a procura do Microbio salvador&lt;/a&gt; &lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/06/etanol-padronizado.html" target="_blank"&gt;Etanol padronizado&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/06/etanol-barack-obama-e-john-mccain-falam.html" target="_blank"&gt;Etanol: Barack Obama e John McCain falam sobre relações com o Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/06/etanol-relao-custos-x-benefcios.html" target="_blank"&gt;Etanol: Relação Custos X Benefícios&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/06/le-monde-diplomatique-e-os.html" target="_blank"&gt;Le Monde diplomatique e os Biocombustíveis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/06/maior-companhia-area-japonesa-prepara.html" target="_blank"&gt;Maior companhia aérea japonesa prepara vôo com biocombustíveis&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/06/matrias-sobre-etanol-celulsico.html" target="_blank"&gt;Matérias sobre Etanol Celulósico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/06/metanol-informaes-gerais.html" target="_blank"&gt;Metanol - Informações gerais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/06/porque-obama-defende-o-etanol-de-milho.html" target="_blank"&gt;O porquê de Obama defender o Etanol de milho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/06/ouro-verde-em-um-arbusto.html" target="_blank"&gt;Ouro verde em um arbusto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/06/produtores-norte-americanos-de-etanol.html" target="_blank"&gt;Produtores norte-americanos de etanol recusam rótulo de vilões&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/06/shell-na-cana.html" target="_blank"&gt;Shell na cana&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 11 de junho de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alcoolbrasil.blogspot.com/2008/06/cana-safra-recorde.html"&gt;Cana: Safra recorde&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/06/biopirataria.html"&gt;Biopirataria&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://biocombustiveis-brasil.blogspot.com/2008/06/eua-aposta-no-etanol-de-2-gerao.html"&gt;EUA aposta no Etanol de 2ª geração&lt;/a&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Leilões da ANP</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/leiles-da-anp.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Sat, 12 Jul 2008 19:13:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-7800614488342002846</guid><description>&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/Resultado_%20Leilao_061.pdf" target="_blank"&gt;1º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/Segundo_Leilao_Biodiesel_Aviso_de_Adjudicacao_Homologacao.pdf" target="_blank"&gt;2º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/Resultado_3o_leilao.pdf" target="_blank"&gt;3º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/Resultado_4o_leilao.pdf" target="_blank"&gt;4º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/Edital_Pregao_Eletronico_002_07.doc" target="_blank"&gt;5º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/Resultado_6_Leilão.pdf" target="_blank"&gt;6º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/Resultado_7parc_Leilão.pdf" target="_blank"&gt;7º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/leiloes/Resumo_8_leilao.pdf" target="_blank"&gt;8º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/leiloes/Resumo_9_leilao.pdf" target="_blank"&gt;9º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/leiloes/resultado_10leilao.pps" target="_blank"&gt;10º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/leiloes/resultao_11_leilao.pps" target="_blank"&gt;11º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.anp.gov.br/doc/biodiesel/leiloes/Resumo_Geral_12_Leilao.ppt" target="_blank"&gt;12º Leilão de Biodiesel&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/12/resumo-dos-leiles-da-anp.html" target="_blank"&gt;Resumo dos Leilões&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Situação da Brasil Ecodiesel em 2007</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/situao-da-brasil-ecodiesel-em-2007.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Sat, 12 Jul 2008 09:45:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-6242805299976532938</guid><description>Apesar de apresntar um prejuízo liquido R$ 37,7 milhões, o líder da produção de biodiesel no país, a &lt;a href="http://www.brasilecodiesel.com.br/" target="_blank"&gt;Brasil Ecodiesel&lt;/a&gt; encerrou 2007 registrando crescimento de 533,9% em relação a 2006 e sendo responsável por 52,6% de todo o biodiesel produzido no país. Assim anúnciou, no balanço de suas atividades financeiras e operacionais no quarto trimestre de 2007, além de uma avaliação do setor de biodiesel no ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor de Relações com Investidores da empresa Ricardo Vianna anunciou que a empresa registrou receita líquida de R$ 134,3 milhões no quarto trimestre e de R$ 335,6 milhões em 2007, quando a empresa vendeu 75,763 milhões de litros de biodiesel no trimestre, num total de 190,434 milhões de litros durante todo ano. Este volume confirma um crescimento trimestral médio de 70% desde o primeiro trimestre de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Enfrentamos vários desafios em 2007, ano em que o &lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2006/12/programa-nacional-de-biodiesel.html" target="_blank"&gt;Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB)&lt;/a&gt; ainda se encontrava em fase preliminar, de uso autorizativo. Em 2008 iniciou-se a fase de uso obrigatório do biodiesel, tornando o Programa irreversível. Verificamos que de fato já existe no país capacidade produtiva para atender às demandas de uso do B2 e do B3 e a Brasil Ecodiesel se orgulha de ter ajudado nesse processo de introdução do biodiesel, que elevou o país a ser um modelo de sucesso na produção de biodiesel", afirmou Ricardo Vianna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as projeções para 2008, Vianna ressaltou a antecipação feita pelo &lt;a href="http://www.brasil.gov.br/" target="_blank"&gt;Governo Federal&lt;/a&gt; da obrigatoriedade do B3 para 1º de julho próximo. Segundo ele, a medida demonstra a consolidação do mercado brasileiro e a tendência de antecipar o B5 de 2013 para 2010. "Também é muito importante para o setor o anúncio feito pela &lt;a href="http://ec.europa.eu/index_pt.htm" target="_blank"&gt;Comissão Européia&lt;/a&gt; ao Parlamento Europeu no ano passado, com a sugestão de estabelecer um percentual obrigatório de 10% de biocombustíveis nos combustíveis minerais a partir de 2020. Acreditamos que a medida deverá abrir uma janela significativa para exportação", completou Vianna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prejuízo líquido de R$ 24,4 milhões registrado no quarto trimestre, num total contabilizado de R$ 37,7 milhões em 2007, deve-se, principalmente à elevação nas cotações dos óleos vegetais e à operação abaixo da capacidade industrial. "Ainda que o rendimento dos nossos negócios tenha sido impactado pelo volume de vendas inferior ao previsto, por conta da não-retirada do biodiesel ao longo do ano, a Brasil Ecodiesel verificou forte aumento nas vendas no último trimestre de 2007, quando as distribuidoras de combustível ampliaram seus investimentos na logística e distribuição de biodiesel com a chegada da obrigatoriedade do B2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONSOLIDAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Brasil Ecodiesel ampliou consideravelmente sua estrutura industrial em 2007. Hoje, possui seis unidades – Floriano (PI), Iraquara (BA), Crateús (CE), Porto Nacional (TO), Itaqui (MA) e Rosário do Sul (RS) - em pleno funcionamento comercial, alcançando 640 milhões de litros de capacidade de produção anual. Tal capacidade coloca a Brasil Ecodiesel como a maior empresa de biodiesel do país e entre uma das maiores empresas do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, a companhia concluiu, em meados de 2007, a instalação da unidade de extração de óleo vegetal integrada à usina de transesterificação em Iraquara e o processo de modernização da unidade de extração de óleo de São Luiz Gonzaga. Uma nova unidade de extração de óleo integrada à usina de Porto Nacional está em fase inicial de construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVOS INVESTIMENTOS NA CADEIA AGRÍCOLA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a concretização da ampliação industrial da Brasil Ecodiesel, a empresa volta agora seus esforços para a expansão das cadeias de originação agrícola. Em 2007, a implementação de novas cadeias, como as de mamona e girassol, não ocorreu no ritmo planejado. A seca que atingiu grande parte das regiões produtoras de mamona e as chuvas de granizo em regiões do Sul produtoras de girassol retardaram a estratégia da Ecod de reduzir do óleo de soja como principal fonte para produção de biodiesel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O pequeno volume de grãos colhidos inviabilizou que fossem processados para obtenção de óleo vegetal e produção de biodiesel. Optamos, portanto, por estocar os grãos da safra passada, que serão processamos juntamente com a safra deste ano. Nossa expectativa é de que oleaginosas como a mamona e o girassol ocupem até 25% no mix de originação de matérias-primas para produção de biodiesel em 2008", explicou Ricardo Vianna, que ratificou a meta da empresa em seguir fomentando o cultivo de matérias-primas alternativas à soja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://materiaprimas.blogspot.com/2008/07/cultura-do-pinho-manso-jatropha-curcas.html" target="_blank"&gt;Pinhão-manso (&lt;em&gt;Jatropha curcas&lt;/em&gt;)&lt;/a&gt;, por exemplo, também ocupa lugar de destaque na visão estratégica da empresa, que tem conhecimento ímpar no mundo sobre o comportamento desta oleaginosa. Já são 14 mil hectares plantados pela Brasil Ecodiesel, que conta com 63 mil ha de fazendas próprias ou terras arrendadas para plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.cdn.com.br/cdnportal/" target="_blank"&gt;CDN – Comunicação Corporativa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:fabiana.catro@cdn.com.br"&gt;Fabiana Castro&lt;/a&gt; - Jornalista&lt;br /&gt;Telefone: (21) 3535-8353&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da &lt;a href="http://www.agrosoft.org.br/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZMmqEi8wk0_enqz8Zaz_IXhgeZThRg-fEI2HtvCyvV8yer_JuSz3wX2mTcyU4stb2Kcb70X1NpmuPw4kGRofT8cqo1h6CpJKkUiTks7rmy2ntdfuP9bEL4JtdjVYln77CFozqRHydXRs/s200/Agrosoft.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZMmqEi8wk0_enqz8Zaz_IXhgeZThRg-fEI2HtvCyvV8yer_JuSz3wX2mTcyU4stb2Kcb70X1NpmuPw4kGRofT8cqo1h6CpJKkUiTks7rmy2ntdfuP9bEL4JtdjVYln77CFozqRHydXRs/s72-c/Agrosoft.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A África é Aqui!</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/frica-aqui.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Sun, 6 Jul 2008 22:11:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-8972854792742545815</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZyi7_-BqqD3RRzSspPPTTILWODFsvR0hmk2pBkFkIEywDyb1V_NGi6TVJJlZJb2fm1RGpDkqgipsp-RlK9hQuzHrlwQlZhAE7GzeeJnrzdLugs70yZx0f6mS6Sq5BQveLIIMvu6pNhwI/s1600-h/2893951.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220081603055492322" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZyi7_-BqqD3RRzSspPPTTILWODFsvR0hmk2pBkFkIEywDyb1V_NGi6TVJJlZJb2fm1RGpDkqgipsp-RlK9hQuzHrlwQlZhAE7GzeeJnrzdLugs70yZx0f6mS6Sq5BQveLIIMvu6pNhwI/s200/2893951.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A importância da água para a sobrevivência do seres vivos é incomensurável. Isso é fato. Também é fato que muita gente, sobretudo nos países africanos, não têm acesso a ela e, pelo jeito que a coisa anda, todos nós sofreremos do mesmo mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das grandes invenções atuais, já considerada uma das maiores do século, é um aparelhinho parecido com um canudo que filtra a água suja tornando-a potável na hora. O purificador portátil tem capacidade para filtrar até 700 litros de água suja ou 350 litros de água salgada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlUSTBConeDR5Y2tfuYhS_IhzYRVO5taZCw2YcO753vPxrKZThrtT1PjX4hM-5fUo6-iJBJLRVutLPTqhvr9pwi3pzRIQMRiOruNz8Wl9j_NHU5h6rZE2zoe-4b3veoFb-Y5dwFU1Eeoo/s1600-h/lifestraw.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220080827329813234" style="CURSOR: hand" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlUSTBConeDR5Y2tfuYhS_IhzYRVO5taZCw2YcO753vPxrKZThrtT1PjX4hM-5fUo6-iJBJLRVutLPTqhvr9pwi3pzRIQMRiOruNz8Wl9j_NHU5h6rZE2zoe-4b3veoFb-Y5dwFU1Eeoo/s200/lifestraw.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;As crianças acima estão usando o LifeStraw - em português, canudoda vida - um purificador de água portátil que elimina 99% das bactérias da água e filtra partículas de até 15 mícrons (1 mícron equivale à milésima parte de um milímetro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu uso elimina, de acordo com o fabricante, microorganismos causadores de diarréia, disenteria, tifóide e cólera, além de salmonela e outras bactérias causadoras de doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo o mundo, cerca de 1 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável. Ao invés de ficar lendo sobre estatísticas aterradoras, alguns blogs têm apoiado uma campanha de ajuda para mudar essa situação. O site do &lt;a href="http://www.lifestraw.com/en/high/maincont2.asp" target="_blank"&gt;LifeStraw&lt;/a&gt; aceita doações de todas as partes do mundo via PayPal ou cartão de crédito internacional. Um canudo, enviado para as regiões em conflito na África custa apenas €3,50 e pode ser usado durante um ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa campanha poderia se adquar perfeitamente à nossa realidade do semi-árido Nordestino. Onde a seca cria situações muito piores do que as da foto. São cidades inteiras sem saneamento básico onde a população não só não tem acesso a água filtrada, com bebe água, muitas vezes, de origem bastante duvidosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-----&lt;/span&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjh0Z1PoZOJRlrc7oLh5kTgVbdJp0eyDYV1a-Q4yv_vv2jLFtdIwSjupzvFc0k-2S9zBy6wVXwkmrJq0rgeU39QOQ83fjKF2fv3R6TgegM4ytdARmY94m35M7VTLjUWBy4TbtGjk7shirM/s1600-h/Agua+002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220080073978079410" style="CURSOR: hand" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjh0Z1PoZOJRlrc7oLh5kTgVbdJp0eyDYV1a-Q4yv_vv2jLFtdIwSjupzvFc0k-2S9zBy6wVXwkmrJq0rgeU39QOQ83fjKF2fv3R6TgegM4ytdARmY94m35M7VTLjUWBy4TbtGjk7shirM/s200/Agua+002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-----------------&lt;/span&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5UTOnoWrcM1bkHMftpNqnJdq5PmIzaEubbkR8KB6e8gfKqtqg_qnYTyyVpc7KyahryRGMqY02OQ4sGKZ3MdWncljkWdUwb05ZgTdqchaFG9dEx8qpCLXV-33Jdg_yvPfL9pSkQt1MHXk/s1600-h/Agua.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220079949719422290" style="CURSOR: hand" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5UTOnoWrcM1bkHMftpNqnJdq5PmIzaEubbkR8KB6e8gfKqtqg_qnYTyyVpc7KyahryRGMqY02OQ4sGKZ3MdWncljkWdUwb05ZgTdqchaFG9dEx8qpCLXV-33Jdg_yvPfL9pSkQt1MHXk/s200/Agua.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos ajudar a Africa? Sim devemos, mas sem esquecer que a "África é Aqui!", pois um País onde as &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/especial/2007/seca/faltadagua.jhtm"&gt;pessoas da zona rural penam para conseguir água (suja)&lt;/a&gt; em algumas regiões, mereceria muito uma campanha como essa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para participar fazendo uma doação para os nossos irmãos africanos enquanto ninguem toma providência para fazer algo pelos nossos irmãos tupiniquins, &lt;a href="http://www.lifestraw.com/en/high/maincont2.asp" target="_blank"&gt;doe aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www2.blogger.com/profile/05784270155630767173" target="_blank"&gt;Do Autor do Blog&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM750769-7823-PROFISSAO+REPORTER+A+SECA+QUE+ATINGE+MUNICIPIOS+DO+NORDESTE,00.html" target="_blank"&gt;Reportagem do "Profissão Repórter": A seca que atinge 387 municípios do nordeste&lt;/a&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZyi7_-BqqD3RRzSspPPTTILWODFsvR0hmk2pBkFkIEywDyb1V_NGi6TVJJlZJb2fm1RGpDkqgipsp-RlK9hQuzHrlwQlZhAE7GzeeJnrzdLugs70yZx0f6mS6Sq5BQveLIIMvu6pNhwI/s72-c/2893951.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Esquimós processam EUA por mudanças no clima</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/esquims-processam-eua-por-mudanas-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Sun, 6 Jul 2008 21:45:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-6946051617844746729</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOyQ5qw8QtTkZKWsad9PpN_V2zDMTlDC2CASxh7FtVLGxpnnXEJdzYSYuwoIzsAOGX2q6BB_fpUXrGgw1rG0BeeP5y1reRKThQLJsGSicV6rdU1zVyRDoGMm8qZaynvyADkg6msLM0yV8/s1600-h/20051208192400051208inuitfora.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220067219356154674" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOyQ5qw8QtTkZKWsad9PpN_V2zDMTlDC2CASxh7FtVLGxpnnXEJdzYSYuwoIzsAOGX2q6BB_fpUXrGgw1rG0BeeP5y1reRKThQLJsGSicV6rdU1zVyRDoGMm8qZaynvyADkg6msLM0yV8/s320/20051208192400051208inuitfora.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Habitantes da região do Ártico, no Pólo Norte, entraram com uma petição contra os Estados Unidos, afirmando que suas políticas a respeito de mudanças climáticas violam os direitos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Conferência Circumpolar Esquimó (&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/International_Covenant_on_Civil_and_Political_Rights" target="_blank"&gt;ICC - International Covenant on Civil and Political Rights&lt;/a&gt;(1)), realizada em dezembro de 2005, alega que os Estados Unidos não conseguem controlar as emissões dos gases que provocam o efeito estufa, danificando o sustento dos habitantes da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A petição à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da OEA, exige que os Estados Unidos limitem suas emissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As temperaturas no Ártico estão subindo duas vezes acima da média global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo Avaliação do Impacto Climático no Ártico, uma grande pesquisa científica feita durante quatro anos, descobriu que a região vai esquentar entre quatro e sete graus Celsius até o final do século, com o gelo nos oceanos durante o verão desaparecendo dentro de 60 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações sem registro científico sugerem que os impactos já estão sendo notados, com derretimento observados em estações específicas, levando ao desabamento de prédios e à redução de cardumes de peixes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A petição, registrada em nome do ICC pelo Centro Internacional de Lei Ambiental (CIEL na sigla em inglês), afirma que as políticas dos Estados Unidos a respeito das emissões estão levando a estas mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os Estados Unidos são considerados os maiores emissores do mundo dos gás que provocam o efeito estufa; viraram as costas ao Protocolo de Kyoto e não colocaram em prática medidas para limitar suas emissões", disse o advogado do CIEL, Donald Goldberg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os esquimós são os que sofrem mais", disse Goldberg à BBC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Investigação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A petição pede que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos investigue o dano causado aos esquimós pelo aquecimento global e pede que os Estados Unidos sejam declarados "...em violação dos direitos firmados pela Declaração Americana de Direitos e Deveres do Homem de 1948 e outros instrumentos da lei internacional".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A petição também pede que a Comissão decida que os Estados Unidos adotem limites obrigatórios nas emissões e "...ajudem os esquimós a se adaptarem aos impactos inevitáveis da mudança climática".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a Comissão decidir a favor dos esquimós, poderá remeter os Estados Unidos à Corte Interamericana dos Direitos Humanos para um julgamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão e a Corte trabalham dentro do sistema da Convenção Americana dos Direitos Humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como os Estados Unidos não ratificaram a Convenção, uma decisão pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos seria simbólica, mas o advogado Donald Goldberg acredita que isto não inutiliza a petição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se a Comissão descobrir que os Estados Unidos violaram os direitos humanos, esta é uma questão séria", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Governos não gostam de ser classificados como violadores de direitos humanos; e, de qualquer forma, há um mecanismo doméstico legal chamado Lei de Alegação de Prejuízos de Estrangeiros, que pode nos permitir usar o julgamento da Comissão em um processo nacional", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A petição é a última de uma série de casos legais ou semi-oficiais contra o governo americano e outros a respeito de mudanças climáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos já receberam pedidos de proteção de espécies de corais ameaçadas devido à mudança climática, e autoridades australianas foram forçadas a rever os procedimentos dos projetos para aprovação de usinas de carvão, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a maior vitória legal para as campanhas como esta ocorreu em novembro, com a campanha coordenada pelo grupo Justiça Climática, quando a Justiça da Nigéria determinou que as companhias de petróleo não podem mais queimar gás em poços de petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) - &lt;a href="http://www1.umn.edu/humanrts/instree/b3ccpr.htm" target="_blank"&gt;International Covenant on Civil and Political Rights, G.A. res. 2200A (XXI), 21 U.N. GAOR Supp. (No. 16) at 52, U.N. Doc. A/6316 (1966), 999 U.N.T.S. 171, entered into force Mar. 23, 1976.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/frica-aqui.html" target="_blank"&gt;A África é aqui&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/03/060303_antartidaestudorw.shtml" target="_blank"&gt;Estudo mostra derretimento de gelo na Antártica&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2005/08/050829_aquecimentoro.shtml" target="_blank"&gt;Estudo reforça elo entre aquecimento e extinção&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/03/070322_diadaagua_ir.shtml" target="_blank"&gt;Falta de água limpa atinge mais de um bilhão de pessoas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/08/060821_faltaaguarelatoriofn.shtml" target="_blank"&gt;Mapa mostra escassez de água pelo mundo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/02/070215_aguafaog.shtml" target="_blank"&gt;Em 20 anos, faltará água para 60% do mundo, diz ONU&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2005/12/051207_climatefn.shtml" target="_blank"&gt;Danos ao clima podem ser irreparáveis em dez anos, diz cientista&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/" target="_blank"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220070834461137810" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg-fdc4xmQFLPJmdUua1Hh7H2a7A9X9TpaxzirF_Vws6cjwDqfn-DxV8ZG8zsfrTXzA_whxvOkCkl1DEJpIg73y7z0vRUUgNY_2ymcQupkg5YeBmsPS2Q-WRc-3rox4_2tcC0TZe5ZhZ-s/s200/BBC+Brasil.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www2.blogger.com/profile/05784270155630767173" target="_blank"&gt;Do Autor do Blog&lt;/a&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOyQ5qw8QtTkZKWsad9PpN_V2zDMTlDC2CASxh7FtVLGxpnnXEJdzYSYuwoIzsAOGX2q6BB_fpUXrGgw1rG0BeeP5y1reRKThQLJsGSicV6rdU1zVyRDoGMm8qZaynvyADkg6msLM0yV8/s72-c/20051208192400051208inuitfora.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Normas ABNT para biodiesel</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/normas-abnt-para-biodiesel.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Fri, 4 Jul 2008 13:03:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-2064576679890505064</guid><description>&lt;ol&gt;&lt;li&gt;ABNT NBR 10441 (base: ASTM D 445: 2001) Produtos de petróleo - Líquidos transparentes e opacos - Determinação da viscosidade cinemática e cálculo da viscosidade dinâmica.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ABNT NBR 14065 (base: ASTM D 4052: 2002) Destilados de petróleo e óleos viscosos - Determinação da massa específica e da densidade relativa pelo densímetro digital.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ABNT NBR 14359 (base de desenvolvimento: ASTM D 130: 2004) Produtos de petróleo - Determinação da corrosividade - método da lâmina de cobre.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ABNT NBR 14448 (base de desenvolvimento: ASTM D 664: 2004) Óleos lubrificantes e fluidos hidráulicos - Determinação do índice de acidez pelo método de titulação potenciométrica.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ABNT NBR 14598 (base: ASTM D 93: 2006 e ISO 2719: 2002) Produtos de petróleo - Determinação do Ponto de Fulgor pelo aparelho de vaso fechado Pensky-Martens.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ABNT NBR 14747 (base de desenvolvimento: ASTM D 6371:1999) Óleo Diesel - Determinação do ponto de entupimento de filtro a frio.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ABNT NBR 15341 Biodiesel - Determinação de glicerina livre em biodiesel de mamona por cromatografia em fase gasosa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ABNT NBR 15342 Biodiesel - Determinação de monoglicerídeos, diglicerídeos e ésteres totais em biodiesel de mamona por cromatografia em fase gasosa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ABNT NBR 15343 Biodiesel - Determinação da concentração de metanol e/ou etanol por cromatografia em fase gasosa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ABNT NBR 15344 Biodiesel - Determinação de glicerina total e do teor de triglicerídeos em biodiesel de mamona.&lt;/li&gt;&lt;li&gt; ABNT NBR 7148 (equivalente a ASTM D 1298) Petróleo e produtos de petróleo - Determinação da massa específica, densidade relativa e API - Método do densímetro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ABNT NBR 9842 (base de desenvolvimento: ASTM D 482: 2003) Produtos de petróleo - Determinação do teor de cinzas&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p&gt;Projeto de normas para biodiesel no âmbito da CEET&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;PROJETO 00.001.62-005 Produtos derivados de óleos e gorduras - ésteres metílicos/etílicos de ácidos graxos – determinação dos teores de Ca, Mg, Na, K, P por espectrometria de emissão ótica com plasma indutivamente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;PROJETO 00.001.62-006 (referência: EN 14108) Produtos derivados de óleos e gorduras - ésteres metílicos/etílicos de ácidos graxos – determinação dos teores de Na por espectrometria de absorção atômica.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;PROJETO 00.001.62-007 (referência: EN 14109) Produtos derivados de óleos e gorduras - ésteres metílicos/etílicos de ácidos graxos – determinação dos teores de K por espectrometria de absorção atômica.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;PROJETO 00.001.62-008 Armazenamento, transporte, abastecimento e controle de qualidade de biodiesel e/ou mistura óleo diesel/biodiesel.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;PROJETO 00.001.62-009 Biodiesel - Determinação do teor de biodiesel em óleo diesel por espectroscopia na região do infravermelho médio.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;PROJETO 00.001.62-010 Produtos derivados de óleos e gorduras - ésteres metílicos/etílicos de ácidos graxos –determinação dos teores de Ca, Mg, Na, K, por espectrometria de absorção atômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Assobiar e chupar cana</title><link>http://arquivosbrasilbio.blogspot.com/2008/07/assobiar-e-chupar-cana.html</link><author>noreply@blogger.com (Manoel Neto)</author><pubDate>Thu, 3 Jul 2008 18:35:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6386724236989775074.post-4446734482738678609</guid><description>Terra é o que não falta neste país, é só querer plantar que dá de tudo, até cana!&lt;br /&gt;Álcool ou soja; proteína ou etanol. Num mundo que tem sede de combustíveis e fome de alimentos, será que tem terra suficiente para produzir os chamados biocombustíveis sem prejudicar a produção de comida? Sempre que esta questão energética vem à tona, me lembro do sítio do seu Pedro, na zona rural de Londrina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E me lembro porque lá se plantava uma série de culturas que cobriam de verde a terra da propriedade. Tinha lavoura de café, entremeada de milho, feijão ou arroz; tinha uma bela horta de alface, couve, pepino e outras abobrinhas mais; um chiqueiro de porco, umas cabeças de gado e, mais ao fundo, um belo canavial. A terra era pequena, mas produzia um pouco de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequeno produtor, seu Pedro nunca entendeu de política internacional, de jogo de interesses entre as nações ricas com o intuito de ferrar os pobres e morreu antes dessa febre por combustíveis renováveis tomar conta da pauta do agronegócio. Se estivesse vivo por certo diria com seu jeito de mineiro cansado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A gente sempre plantou cana, a cana sempre existiu, é possível matar a sede dos carros e plantar alimentos pra matar a fome do homem, isso sempre deu porque não vai dar agora?", perguntaria o velho sitiante, sem deixar de acrescentar algo que sempre dizia quando tal assunto vinha à tona: "A fome nunca foi por falta de alimento ou porque o alimento é caro, a fome é por falta de dinheiro pro povo pobre comprar as coisas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu Pedro sabia das coisas. E nós sabemos que voltar aos tempos coloniais, quando o país plantava cana para atender aos interesses da metrópole, não dá mais, pelo contrário: como habitantes de um país que se diz independente e soberano, nós devemos ficar atentos para, mais uma vez, não perdermos não o bonde, mas o trem-bala da história que está passando à nossa frente e oferecendo um lugar na primeira classe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então, vamos continuar viajando na companhia do atraso e da pobreza que sempre nos acompanharam vida afora; vamos continuar montados neste caminhão velho dirigido por interesses que vivem nos deixando pelo meio do caminho chorando o leite derramado ou vamos aproveitar a atual conjuntura, aliada as nossas condições de terra e clima, para tornar o Brasil a grande potência do século 21?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção em larga escala dos chamados combustíveis renováveis pode ser o caminho para tornar nosso país mais rico e mais justo, com uma melhor distribuição de renda, já que terra, como diria seu Pedro se estivesse vivo, "terra é o que não falta neste país, é só querer plantar que dá de tudo, até cana!" Esta pequena história por certo não irá agradar aqueles - os de sempre - que querem assobiar e chupar cana ao mesmo tempo. Mas, sem querer ofender, eles que vão plantar batatas ou chupar cana noutro canavial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bonde.com.br/folha/folha_form.php?oper=contato&amp;id=932&amp;dt=20080503" target="_blank"&gt;Apolo Theodoro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha de Londrina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver também: &lt;a href="http://brasilbio.blogspot.com/2008/05/trs-prioridades-marcam-humanidade-nesse.html" target="_blank"&gt;Os Biocombustíveis e os Alimentos&lt;/a&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>